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Destina-se também a atender o interesse de pessoas que buscam entendimento sobre a vida e compreensão do papel a ser desempenhado em sua jornada, gente cujo foco da existência está em ser, e não em ter, apenas.</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>1597</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/BlogProfissoAtitude" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="blogprofissoatitude" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-2077616797641064588</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 07:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T05:43:36.140-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Autores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Assuntos diversos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tendências</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Motivação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cenários</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>PESQUISAS MOSTRAM QUE 80% DAS PESSOAS TÊM UMA TENDÊNCIA NATURAL AO OTIMISMO</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;Isto É Independente&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
2012 mal começou e já carrega uma
série de prognósticos preocupantes. A crise econômica mundial não deve
arrefecer e, na Europa, a situação dos países da zona do euro está cada vez
pior. O crescimento projetado para o Brasil é bem menor que o registrado nos
últimos tempos e há até quem acredite, lançando mão de um calendário maia, que
este será o derradeiro ano da nossa existência sobre o planeta. Nada animador.
Apesar dos tons acinzentados dessas previsões, boa parte dos brasileiros entrou
o ano imerso em boas expectativas. Basta checar os números recém-divulgados do
Barômetro Global do Otimismo, uma pesquisa mundial que mede a presença desse
sentimento pelo mundo, para constatar que a onda “pra frente Brasil” toma conta
do País: 74% da população acredita que, sim, apesar de todas as sinalizações
pessimistas, 2012 será melhor que 2011. E nem adianta evocar a crise mundial ou
desfiar dados negativos da economia, pois 60% dos entrevistados estão
confiantes de que os próximos 12 meses serão um período de prosperidade
econômica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
De um lado a expectativa, de outro,
a realidade. A aparente disparidade entre esses dois ângulos, acredite, não é
um erro de cálculo. Pelo contrário, é uma elaborada estratégia do nosso cérebro
para nos fazer seguir adiante. A artimanha atende pelo nome de “viés otimista”
– a tendência dos nossos neurônios de pender para o otimismo ao projetar o
futuro. A boa notícia é que esse modus operandi não é exclusividade de alguns
poucos. Estima-se que essa seja a dinâmica cerebral de 80% das pessoas. E os
impactos do otimismo, comprova a ciência, vão bem além de sonhar com um futuro
melhor. Ele aumenta a autoestima, facilita os relacionamentos, movimenta a
economia e faz bem à saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Intrigada com a tendência do cérebro
humano de enxergar o amanhã como uma grande promessa, a neurocientista Tali
Sharot, da University College London, no Reino Unido, dedicou-se a compreender
o fenômeno e descobriu que há uma certa dose de conveniência no nosso
comportamento. “Não é que não pensemos em coisas ruins para o futuro, mas sim
que nossos neurônios são eficientes ao armazenar as expectativas boas, mas
falham ao incorporar informações ligadas às expectativas ruins”, disse à ISTOÉ.
Como resultado dessa equação desequilibrada, pendemos para o otimismo. Parece
difícil acreditar? “Experimente projetar quantos anos você viverá”, provoca a
cientista. “A maior parte das pessoas superestima a expectativa de vida em 20
anos ou mais” (entre os brasileiros, por exemplo, a expectativa de vida é de 73
anos). Da mesma forma, é difícil alguém se casar achando que vai se separar,
embora 40% das uniões no Brasil terminem na primeira década.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Tali foi além e mapeou o que ocorria
no cérebro durante a elaboração dos pensamentos positivos. Quando eles ocorrem,
há uma queda na atividade do córtex pré-frontal, região responsável por
monitorar a diferença entre a realidade e o que imaginamos para o futuro.
Quanto maior o grau de otimismo, menor a atividade nessa área, gerando o
fenômeno descrito pela pesquisadora. Tudo isso é um mecanismo de autoproteção.
“Entre os animais, somos os únicos que temos a noção de finitude”, diz o
neurocientista Antônio Pereira, do Instituto do Cérebro da Universidade Federal
do Rio Grande do Norte. “Ter ciência dessa condição poderia nos impedir de
realizar projetos futuros, em especial aqueles de longo prazo.” Assim, durante
a evolução, nosso cérebro aprendeu a esperar sempre mais do amanhã. A falha
desse mecanismo, para Tali, vem acompanhada dos quadros de depressão – que
estariam representados justamente por aqueles 20% de pessoas em que não se
observa o “viés otimista”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Se não acreditasse que o mundo seria
diferente, certamente o designer carioca Flávio Deslandes, 39 anos, teria
abandonado, em 1995, o ousado projeto que lhe ocupava a cabeça: construir
bicicletas de bambu. “Ouvi de professores que era loucura, que não iria dar
certo”, diz. Afinal, ele havia escolhido um material tido como de segunda linha
(o bambu) e um produto com pouco glamour (à época, usar bike como meio de
transporte era associado à falta de dinheiro). Mesmo assim, Deslandes seguiu na
empreitada e, em 2000, sua bicicleta de bambu estava à venda na Dinamarca, país
onde foi morar. Desde então, a ideia vem recebendo vários prêmios de design e
ganhando fama mundial como uma alternativa ecológica para o transporte. “O
otimismo nos faz assumir riscos e, com isso, avançar”, avalia o psiquiatra
Irismar Reis de Oliveira, da Universidade Federal da Bahia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Parte dessa força motriz capaz de
alterar até o funcionamento de nossos cérebros está guardada em nossos genes.
Alguns deles controlam o transporte de serotonina, neurotransmissor que tem,
entre outras, a função de regular o humor e o comportamento das pessoas. Já era
de conhecimento dos cientistas que falhas nesse gene aumentavam as chances de
depressão após eventos negativos. Um passo além, porém, foi dado por
pesquisadores da Universidade de Essex, no Reino Unido, que descobriram outra
alteração no mesmo gene 5-HTTLPR, que faz as pessoas enxergar melhor as coisas
boas – literalmente. No experimento, 97 voluntários buscavam por um ponto em
meio a imagens que podiam ter conteúdo positivo, negativo ou neutro. Quem tinha
a alteração, demorava mais para encontrar o ponto nas imagens com remissão a
coisas ruins e era mais rápido nas cenas positivas. “Como se tivessem uma
espécie de aversão às imagens negativas”, compara Elaine Fox, coordenadora da
pesquisa. Agora, os cientistas buscam outros mecanismos genéticos que expliquem
por que algumas pessoas são naturalmente otimistas. “Não existe um único gene
do otimismo”, afirmou Elaine à ISTOÉ. “O 5-HTTLPR é apenas um que conseguimos
descrever o funcionamento.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Enquanto esse quebra-cabeça
biológico não é decifrado, outra aposta é na criação de métodos para ensinar o
otimismo. O expoente dessa busca é o americano Martin Seligman, pai da
psicologia positiva, disciplina criada por ele na década de 1980. Incomodado
pela profusão dos estudos sobre doenças mentais na psicologia, Seligman se
propôs a abandonar a patologia e pesquisar o lado bom da vida. Otimista nato,
ele dedicou seus últimos 30 anos a enumerar os benefícios do comportamento
positivo. Em suas pesquisas, os políticos otimistas ganham mais eleições, os
estudantes otimistas têm melhores notas e os atletas otimistas vencem mais
competições. E, para desespero dos pessimistas, a falta do gene do otimismo não
é desculpa. É possível alterar o comportamento de uma pessoa para torná-la mais
otimista, garante a psicologia positiva. “Otimismo é crer que as situações
ruins são temporárias”, define Daniela Barbieri, presidente da Associação de
Psicologia Positiva da América Latina. “É possível aprender a ter essa reação
por meio da identificação e do monitoramento do pensamento negativo”,
esclarece. A fórmula é simples. Antes de decretar que não vai dar certo, pense
se não há alternativas menos aterrorizantes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Quem é otimista faz naturalmente
esse movimento. Para a maioria dos brasileiros, por exemplo, o Congresso é
formado por uma corja de ladrões e a única solução seria a prisão coletiva.
Essa, porém, nunca foi a solução antevista pelo publicitário mineiro Fernando
Barreto, 39 anos, um otimista político de carteirinha. “Não acreditar na
validade do sistema democrático é o mesmo que desistir dele”, afirma. “O que
precisamos é fazê-lo evoluir e, para isso, a gente precisa acreditar nele.” Em
vez de gastar o tempo falando mal dos deputados e senadores em mesas de bar,
Barreto reuniu dois amigos e foi pensar ferramentas que permitissem aos
cidadãos monitorar seus representantes. Na frente do computador, inventaram o
Vote na Web, plataforma por meio da qual é possível acompanhar o trabalho dos
legisladores – como votam e o que propõem. “Ouvimos muito a frase ‘brasileiro
não gosta de política, isso não vai dar certo’”, diz. De ideia de maluco a
iniciativa louvada pela Organização das Nações Unidas foram menos de três anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Se o otimismo de uma pessoa ou de um
pequeno grupo já é capaz de gerar iniciativas interessantes, como é o caso do
Vote na Web, o que não dizer do comportamento positivo generalizado? Quando
centenas, milhares de pessoas acreditam que algo vai dar certo, dá certo? A
resposta, de acordo com um grupo de pesquisadores da Universidade de Miami, nos
Estados Unidos, é sim. Para chegar a essa conclusão, eles realizaram um estudo
pioneiro em que cruzaram índices de recuperação econômica e otimismo da
população nos Estados Unidos. Quando havia mais otimismo, a recuperação
acontecia de forma mais rápida. “O resultado nos surpreendeu. Estamos planejando
agora um estudo para avaliar se o mesmo mecanismo pode ser aplicado às
empresas”, disse à ISTOÉ Alok Kumar, coordenador do trabalho. Laure Castelnau,
diretora-executiva de marketing e novos negócios do Ibope Inteligência –
responsável por levantar os dados brasileiros para o Barômetro Global do
Otimismo –, explica que esse é o motivo do interesse em se medir o otimismo da
população. “É uma medição da expectativa. Ele mostra o que as pessoas esperam
em relação aos preços, à educação e ao crescimento econômico”, diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Um bom exemplo de aposta no otimismo
coletivo é o Fórum Social Mundial. Nascido em solo brasileiro, na cidade de
Porto Alegre, em 2000, desde então, o evento reúne, anualmente, milhares de
manifestantes embalados pelo lema de que “um outro mundo é possível” para
debater propostas relacionadas ao bem coletivo. Um dos criadores do modelo é o
político e ativista Chico Whitaker, 80 anos, “um otimista social”, como ele
mesmo gosta de se definir. O conceito, explica, usa em contrapartida ao
otimista individual. Enquanto este se move pela confiança em si e pela ambição,
aquele tira forças da confiança no outro e da esperança. “Não é uma visão
Poliana”, faz questão de justificar, numa analogia à personagem da literatura
juvenil imortalizada pelo “jogo do contente” (estratégia por ela inventada para
sempre ver o lado bom das situações ruins). “Mudar o mundo é ‘dificilérrimo’,
mas, apesar disso, é preciso continuar.” Pode parecer utópico, mas, se a
ciência mostrou a influência do otimismo de um povo na recuperação econômica de
um país, por que esse mesmo fator não poderia impactar na desigualdade social?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
E não é só fora de casa que o clima
otimista ajuda. Entre quatro paredes, pensar positivo também traz ganhos. Para
o psicólogo Tal Ben-Shahar, que se tornou famoso por lotar salas de aula na
Universidade Harvard (EUA) para ensinar psicologia positiva, o otimista faz bem
ao seu entorno. “Para o otimista, estar em uma relação é uma forma de se sentir
mais forte diante dos problemas”, disse Ben-Shahar à ISTOÉ. Enxergando o
companheiro como aliado, e não como inimigo, a situação doméstica fica
harmoniosa. “O otimista dá mais apoio ao companheiro e isso ajuda a resolver os
conflitos de um modo mais construtivo e menos violento”, disse à ISTOÉ Sanjay
Srivastava, pesquisador do laboratório de personalidade e dinâmica social da
Universidade de Oregon, nos Estados Unidos. Isso não necessariamente os faz se
divorciar menos, mas encarar com desenvoltura novas relações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Que o diga a blogueira e escritora
paulista Gisela Rao, 47 anos. Feliz como se fosse subir ao altar pela primeira
vez, ela se prepara para consumar o terceiro casamento, em março, com o
representante comercial Beto Lima, 33 anos. “É diferente, estou mais madura na
relação”, diz. Desta vez, garante, o futuro marido é “do seu número”. “Escolhi
alguém dentro do perfil que eu queria. Nos outros casamentos não tinha essa
mesma clareza.” Após ouvir uma entrevista de Gisela sobre seu livro “Não Comi,
não Rezei, mas me Amei” (Editora Matrix), Lima resolveu procurá-la. Foi amor à
primeira vista. Em três meses estavam noivos e de casamento marcado. Os
fantasmas dos relacionamentos passados, garante a escritora, não assombram a
felicidade que transborda do casal atualmente.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 12pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12pt;"&gt;
Não só metaforicamente o otimismo
faz bem ao coração. Está comprovado: acreditar no amanhã protege de doenças
cardiovasculares. Em um estudo feito pela Universidade de Michigan (EUA), um
ponto a mais de otimismo, em uma escala que variava de zero a 16, representava
9% a menos de chance de ter um infarto. Quem é mais otimista abraça de forma
mais contundente suas obrigações de paciente. Toma a medicação de forma
controlada e adere às dietas alimentares sem reclamar. Além do sistema
cardiovascular, a imunidade também melhora. “Avaliando um grupo de 124 estudantes,
observamos que, quando estavam mais otimistas que o usual, o sistema
imunológico respondia de forma mais consistente”, explicou à ISTOÉ a cientista
Suzanne Segerstrom, da Universidade de Kentucky, nos Estados Unidos.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-2077616797641064588?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/pesquisas-mostram-que-80-das-pessoas.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-7427492550521832485</guid><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 05:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-27T03:49:00.365-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunicação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Motivação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Treinamento e Desenvolvimento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>O QUE OCORRE NA FALTA DE FEEDBACK</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tente ignorar uma criança. A princípio, ela pedirá sua atenção de modo positivo e leve. Se você prosseguir ignorando-a, já já ouvirá barulho, choro ou gritos. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Isto não se aplica só a crianças. Observe o que ocorre com prisioneiros quando confinados na solitária. Eles tornam-se capazes de qualquer coisa para sairem dali, inclusive de melhorar seu comportamento por um tempo. Tudo para evitar uma situação com pouco ou nenhum feedback.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Feedback é uma palavra que, em termos de administração, significa o procedimento que provê uma pessoa de informação sobre o seu desempenho, conduta, ou ação que ela tenha executado, com o objetivo de reorientar ou estimular comportamentos futuros mais adequados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dar feedback não é uma simples gentileza. É uma necessidade. Qualquer feedback, mesmo negativo, é melhor do que nenhum. No entanto, em muitas empresas a praxe categórica dos gestores é não dar feedback a funcionário algum e em ocasião nenhuma.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Isto é péssimo, pois, o ser humano anseia por feedback honesto e sincero. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pense naquela tradicional cena do marido já nervoso com o atraso da mulher que se arruma para uma festa, quando ela aparece e lhe pergunta:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- E então? Este casaco fica bem em mim?&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Ficou ótimo, maravilhoso! – responde ele tentanto abreviar a conversa.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E ela conclui:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;- Eu sabia que estou péssima. Não consigo achar outra coisa melhor para vestir!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Palavras paternalistas ou que simplesmente deem jeitinho na situação para que tudo pareça bem não são feedbacks.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Aqueles gestores indiferentes têm grande dificuldade em conseguir que seus funcionários &amp;nbsp;atinjam resultados. A razão? Falta&amp;nbsp; feedback.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;E você sabe o que ocorre a uma pessoa que não recebe feedback? Sua mente fabricará o seu próprio. Só há um detalhe. Geralmente um feedback autofabricado se baseará nos piores medos ou receios da pessoa. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Não é por acaso que a falta de confiança e problemas de comunicação sejam os maiores pontos fracos de quase todas empresas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-7427492550521832485?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/o-que-ocorre-na-falta-de-feedback.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-3035784658829325648</guid><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 06:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-26T04:41:00.137-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunicação</category><title>RESPONDER E-MAILS É LEGAL</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Que as pessoas são mais propensas
a mentir quando escrevem mensagens eletrônicas do que quando usam caneta e
papel, disto já sabemos há muito tempo. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Mas há outros problemas relacionados
a e-mails que não deixam somente a mim indignado, mas a muitas e muitas pessoas
de bem. Algumas chegaram a solicitar que eu escrevesse algo a respeito. Pois
bem. Para os que me pediram, aqui está a resposta. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Não consigo entender como ou
porque pessoas que se julgam grandes profissionais não tomam a iniciativa de
escrever ao menos um “ok” como resposta a mensagens que recebem pela Internet.
Mostram-se indiferentes e até irresponsáveis ao ignorar posição diante de
situações que muitas vezes atendem a seus próprios interesses em primeiro lugar.
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Estarão se utilizando desta atitude
para se autoafirmar e proclamar ao remetente uma postura do tipo: “Ei você! Eu
sou importante, viu? Por isso, vou lhe deixar na eterna dúvida sobre minha
resposta”?&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A regra de ouro da
correspondência eletrônica diz: responda a qualquer e-mail que não for propaganda,
brincadeira de mau gosto ou desperdício de tempo. Desde que dirigido a você, dê
uma resposta. Sempre.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O bom senso manda enviar e
responder e-mails apenas no seu horário comercial. Se não for assim, em pouco
tempo você terá de viver só para isso. Caso esteja impedido de responder de
imediato, envie uma linha com o texto: “responderei assim que possível”. Para
isto, você deverá ser organizado a fim de não esquecer este compromisso. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Se você se sente invadido com uma
mensagem fora de propósito ou inconveniente, seja sincero. Diga o que sentiu ao
remetente, e peça que não lhe escreva mais. É um direito legal que você tem.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A única coisa que não vale é
querer sanar patologias mentais e outros desvios sendo indiferente e não respondendo
a alguém que investiu tempo e atenção na triste tentativa de comunicar-se com
você.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
         &lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-3035784658829325648?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/responder-e-mails-e-legal.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-6659103721236491741</guid><pubDate>Wed, 25 Jan 2012 06:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-25T04:34:00.350-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Treinamento e Desenvolvimento</category><title>CÓDIGO DE CONDUTA</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Sua empresa já tem um Código de
Conduta? Código de Conduta Empresarial é um manual, feito com alto nível de discussão,
debate e convergência entre todos os colaboradores, com o fim de deixar claro
para todos o que se pode ou não fazer. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Sua principal vantagem é ajudar
efetivamente a organização a solucionar questões antes que elas se tornem
grandes problemas. Por exemplo. Um fornecedor deseja presentear os funcionários
de compras de sua companhia ao final do ano. Qualquer presente deve ser aceito?
Não existe um risco de comprometimento ilícito entre eles? Estas são questões
típicas a serem abordadas num Código de Conduta.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A elaboração e implantação deste
código não são simples. Pode ser uma grande oportunidade. Mas apresenta riscos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Uma oportunidade é o incentivo à
integração entre os funcionários. Outra é a promoção do debate e da
conscientização sobre a conduta ética. Além disso, possibilita à empresa um
exercício de autoconhecimento que envolve a busca de seus verdadeiros valores,
princípios, objetivos e razão de ser na sociedade.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Por outro lado, um dos riscos é
que um código se transforme num instrumento de controle, com caráter estritamente
normativo e punitivo em vez de um instrumento orientador e inspirador, que
incentive os funcionários a buscar a excelência e a ética na realização de seu
trabalho. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Após elaborado, o Código de Conduta
é redigido numa linguagem de facílima compreensão. Depois é amplamente
divulgado entre os colaboradores. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Cada vez mais organizações
começam a adotar mecanismos para descobrir, investigar e corrigir possíveis
desvios de seus profissionais. Isto só é possível com um Código de Conduta. &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Certas coisas precisam ser vistas
de frente. Não adianta contar só com o bom senso. Pontos de vista diferentes condenam
o bom senso quando as questões são éticas. Por isso, um Código de Conduta
resolve muitas destas questões – senão todas. Pense no seu!&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
  
    

&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-6659103721236491741?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/codigo-de-conduta.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-2442710721959185141</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 06:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T04:05:00.127-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho e Saúde</category><title>A  INFLUÊNCIA DAS ROUPAS NOS NEGÓCIOS</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quatro em cada dez executivos já
demitiram por causa da profundidade do decote – revelou recente pesquisa na
Inglaterra, que apontou também que a metade dos quatro mil homens de negócios
pesquisados admite ter deixado de promover ou aumentar o salário de uma
funcionária que vestia roupas muito justas ou provocantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Mas os prejuízos do uso impróprio
de roupas no trabalho não se restringem ao universo feminino. Cargos de
responsabilidade são conquistados por um conjunto composto por competências
técnicas e comportamentais. Destoar do grupo por vestir-se de modo inadequado
com certeza afeta tanto o público feminino quanto o masculino.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Criar boas oportunidades por meio
da imagem pessoal é uma sabedoria. Porém, uma coisa deve ficar clara. É engano
tentar fazer valer os atributos físicos como meio de subir na carreira ou de fechar
negócios. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Vestir-se de acordo com o segmento
de atuação é responsabilidade do profissional, afinal, a imagem da empresa é a
imagem de cada um. As regras de vestimenta de um banco não valem para uma
agência de publicidade, por exemplo. Mas você deixaria um gerente administrar
seu dinheiro se ele trabalhasse de bermuda? Você fecharia um negócio com uma
vendedora só por ela ser bonita ou vestir-se de modo sensual? &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Assim, a orientação básica de
valorização da imagem consiste num visual recatado e clássico. Uma pitada de
modernidade é permitida. Mas deve-se evitar o exagero. Roupas de festa são para
festas. Perfumes especiais são para ocasiões especiais. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Nas empresas que não adotam
uniformes, quem atua internamente pode vestir-se de modo mais informal. Mesmo
assim, é bom prestar atenção na roupa que os pares e o chefe usam. Já uma
apresentação pessoal junto a um cliente, pede trajes formais e discretos.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A posição que você ocupa é
legitimada pela roupa que você usa. Visite o seu cliente vestindo-se de modo ousado,
e apronte-se para ouvir fofocas com interpretações maldosas e a enfrentar
confusões por causa disso. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Profissional competente se cuida...
em absolutamente tudo o que faz.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
  
    

&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-2442710721959185141?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/influencia-das-roupas-nos-negocios.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-1430106197586407767</guid><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 06:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-23T04:16:00.090-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Folha de Londrina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>PRAZER DA REALIZAÇÃO x ORGULHO</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Artigo publicado no jornal FOLHA DE LONDRINA, em 23/01/2012, na coluna ABRAHAM SHAPIRO, em Empregos e Concursos  &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;Imagine que você ganhasse 10 milhões&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&amp;nbsp;reais na Mega Sena. Que alegria! Mas imagine também que, passadas algumas semanas, entrevistas em jornais, programas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&amp;nbsp;tv, &amp;nbsp;o fizessem tão importante a ponto&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="il" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;de&lt;/span&gt;&lt;span style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222;"&gt;&amp;nbsp;você começar a pensar que sua fortuna foi alcançada graças à sua incrível inteligência e habilidade com números. Seria ridículo, não?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Suponha agora que você desenvolvesse um produto que rendesse um lucro real&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;10 milhões&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;reais. É bem provável que você se sentisse um grande inventor. Isto seria perfeitamente justificável diante das pessoas. É que desta vez não há nada&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;anormal. Todos entendem tratar-se&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;um verdadeiro mérito resultante&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;seu esfrorço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Eu conheço muitas pessoas que após terem herdado fortuna&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;seus pais ou antepassados, chegaram a acreditar que esta riqueza foi um mérito seu. Vi isto ocorrer mesmo com pessoas que não acrescentaram um único tostão ao que herdaram. Qual a causa disto? Orgulho.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;O orgulho é um estado que decorre da pessoa dizer a si mesma: “Eu sou demais. Sou o máximo! Mamãe, estou no topo do mundo!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Por outro lado, existe uma emoção positiva quando se alcançam objetivos. E ela se chama “Prazer da Realização”. Que tipo&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;prazer é este? É o sentimento que nos leva a dizer: “Graças a Deus, realizei algo importante. Mesmo não sendo melhor que ninguém, consegui”, ou ainda “Minha equipe e eu alcançamos um excelente resultado. Como é bom contar com o esforço&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;todos!”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Há um limite que separa o orgulho do prazer da realização. Não é fácil distinguir esta fronteira. Porém é simples. Na prática, basta não atribuir méritos a si mesmo, isto é, educar-se para evitar a condição “eu mereço”, “eu sou o melhor”. Ninguém é melhor que ninguém. Todos nós precisamos uns dos outros. Não podemos e nem devemos desprezar os demais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times, 'Times New Roman', serif;"&gt;Na sua vida há algo que você tenha alcançado com muito esforço? E por isso o que você sente? Gratidão? Orgulho? Muito cuidado. A escolha&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;um entre estes dois estados&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;espírito revelará quem você realmente é.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-1430106197586407767?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/prazer-da-realizacao-x-orgulho.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-1801484084202884902</guid><pubDate>Sun, 22 Jan 2012 21:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-22T19:16:39.265-02:00</atom:updated><title>GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO CORPORATIVA</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A Governança Corporativa envolve os relacionamentos entre
Conselho de Acionistas/Cotistas, Conselho de Administração, Conselho de Família
e o Executivo principal de uma companhia. Para tal, cria fóruns específicos que
garantem a discussão de determinados temas, estrutura, regras de convivência e
definem diretrizes estratégicas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Já a Gestão Corporativa contempla o processo de execução das
diretrizes fixadas, visando garantir o total alinhamento da Presidência,
Diretoria, Gerência e Operação com os interesses e expectativas dos Acionistas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-tqRpRHx5sE4/Txx8fY6HZ6I/AAAAAAAACUk/piOJfDDEmKo/s1600/GOVERNAN%25C3%2587A.gif" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="326" src="http://3.bp.blogspot.com/-tqRpRHx5sE4/Txx8fY6HZ6I/AAAAAAAACUk/piOJfDDEmKo/s400/GOVERNAN%25C3%2587A.gif" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
  
    

&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-1801484084202884902?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/governanca-corporativa-e-gestao.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-tqRpRHx5sE4/Txx8fY6HZ6I/AAAAAAAACUk/piOJfDDEmKo/s72-c/GOVERNAN%25C3%2587A.gif" height="72" width="72" /></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-8716705886807274654</guid><pubDate>Fri, 20 Jan 2012 06:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-20T04:03:00.720-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho e Saúde</category><title>O CIÚME NAS RELAÇÕES PROFISSIONAIS</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ciúme é a reação a uma ameaça a
uma relação valiosa ou à sua qualidade. O ciúme provoca o temor da perda e envolve
sempre três ou mais pessoas: a pessoa que sente ciúmes, a pessoa de quem se
sente ciúmes, e a terceira ou terceiras pessoas que são o motivo dos ciúmes.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Uma curiosidade: ciúme não é uma
característica exclusiva dos amantes. É um sentimento que pode também arruinar
relacionamentos profissionais. E a situação piora quando o ciumento é um
gestor.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Um líder irá expressar seu ciúme
de diferentes maneiras: com os seus colaboradores em relação a outro gestor,
com o seu trabalho, e até mesmo quando ele não quiser que o funcionário seja
promovido, só porque terá de deixar a equipe.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Uma rápida análise. O gestor
ciumento sempre será alguém imaturo. Sim, pois tanto o ciúme quanto a inveja
são manifestações de desequilíbrio emocional.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Por que se sente ciúme? A
primeira grande razão é a insegurança pessoal. O ciumento não acredita em si. &amp;nbsp;Outro motivo é que a emoção ultrapassa a razão
– o que é e sempre será perigoso em se falando de trabalho. O ciumento não sabe
separar as coisas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Vamos a alguns sinais do ciúme
corporativo. O gestor ciumento desejará que os seus colaboradores dependam dele
o tempo todo. Ele fará que tudo passe por suas mãos. E não é só. Ele ainda
ficará incomodado quando outro gestor, de algum modo, relacionar-se com a sua equipe.
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Até certo ponto é comum encontrar
pessoas que não sabem separar sentimentos da razão. É o que acontece com gente
que facilmente cria vínculos de amizade com os colegas. &amp;nbsp;Empresa não é lugar onde se possa cultivar amigos.
Toda amizade no ambiente de trabalho tende a ser nociva, pois confunde
situações e relações. Amizade pressupõe cumplicidade. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Como se resolve o ciúme? Bem,
dependendo da intensidade é preciso tratamento psicológico. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
De modo simples, pode-se dizer
que, via de regra, qualquer indivíduo que agir de modo profissional obrigatoriamente
acabará aprendendo a separar a emoção da razão. Assim, não será pego nem pelo
ciúme e nem por outras situações de alto risco.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
  
    

&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-8716705886807274654?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/o-ciume-nas-relacoes-profissionais.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-8640500348650918395</guid><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 05:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-19T03:38:00.184-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><title>COLETE DADOS REAIS</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Você pode ter excelentes ideias. Mas sem respaldo, elas não emplacam. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Um executivo que conheço ficou encarregado da área de produção de sua empresa. Nada ia bem. Atrasos já eram normais. Problemas de qualidade, incontroláveis. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O que fez ele? Implantou uma pesquisa de satisfação de clientes. Durante um mês, levantou uma brochura de comentários negativos. De posse destes dados, ele apresentou suas constatações à sua equipe e desafiou-a a trabalhar para melhoria dos serviços. O grupo criou um projeto de entrega dentro do prazo combinado. Nenhum atraso seria tolerado.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Na primeira semana, os pedidos foram tratados como um paciente na U.T.I. de um bom hospital. Deu tudo certo. Os prazos foram cumpridos e os resultados foram anunciados para todos os funcionários. A maioria fez chacota da situação e espalhou comentários maldosos como: "Até que enfim, eles entregaram no prazo".&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Mas a equipe de produção não se abalou e manteve-se firme em seu propósito. Três meses depois, as piadas pararam.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
O pessoal de vendas – que vivia maldizendo a produção – passou a manifestar o respeito devido. Aquele departamento deixou de ser uma área problemática e tornou-se o ponto forte por excelência da companhia. Entregar no prazo passou a ser uma vantagem competitiva. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A pesquisa de satisfação se tornou hoje uma ferramenta de importância dentro da empresa, pois respalda situações muitas vezes bem percebidas pelos líderes, porém, difíceis de ser defendidas sem comprovação. A pesquisa de satisfação é a melhor e a mais completa das provas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Dados concretos são uma boa base para um aprimoramento sistemático. Não só para empresas. Também para a carreira profissional. Monitorando necessidades e aspectos práticos do próprio trabalho – ou da companhia –, é possível determinar quando faz sentido iniciar uma mudança. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Busque dados relevantes sobre situações recorrentes, como tempo gasto, desvios, pedidos especiais, andamento da produção versus meta, etc, e tudo será mais fácil para você. Sim, pois contra fatos não há argumentos.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-8640500348650918395?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/colete-dados-reais.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-3548765873125279286</guid><pubDate>Wed, 18 Jan 2012 06:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-18T04:11:00.218-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estratégia</category><title>O TEMPO PASSA, EU O QUEIMO, E DEPOIS ME QUEIXO!</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;strong&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Quem não quer ser produtivo? Hoje
em dia, produtividade é desejo de todos. Mas poucos conseguem. E não é por incapacidade.
Em quase todos os casos é por falta de organização e de concentração.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
No ambiente de trabalho são
muitas as distrações. Somos interrompidos por tudo, e por nada. Horas ao
telefone; emails demais sem importância; reuniões e conversas de corredor que não
levam a lado algum nem reforçam os laços entre as pessoas... muito pelo
contrário. Depois disso, quem tem consciência se queixa de trabalho de mais, de
fazer horas extras, e de que não lhe resta tempo para nada senão para trabalhar.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Sejamos francos: estar
no posto de trabalho não significa necessariamente produzir.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Então, como ser produtivo? Minha visão particular é simples: se maus
hábitos são problemas, bons hábitos são soluções. Faço aqui algumas propostas
que podem ajudar:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Planeje
     o trabalho no dia anterior ou na semana anterior. Firme objetivos e
     prioridades.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Faça
     uma lista das atividades. Assim, a execução ficará mais fácil.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Estabeleça
     prazos limites para conclusão das tarefas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Realize
     uma tarefa de cada vez e concentre-se do começo ao fim.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Reduza
     as distrações. Como? Ousando dizer “não” com elegância e assertividade.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Mantenha
     as redes sociais e o aplicativo de mensagens instantâneas fechados. Abra e-mails
     somente em momentos determinados do dia, e por um tempo fixo dedicado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Registre
     e avalie as tarefas realizadas e celebre cada objetivo alcançado.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;br /&gt;&lt;ul style="margin-top: 0cm;" type="disc"&gt;
&lt;li class="MsoNormal" style="mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify;"&gt;Tenha
     motivação. Isto é meio caminho andado para chegar à meta.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
É óbvio que existem muitas outras
formas de elevar a produtividade. Cabe a cada um identificar as que lhe são mais
apropriadas. Uma coisa é certa, assim como ginástica deixa põe o corpo em forma,
sem praticar uma receita metódica de organização pessoal você conseguirá
tão bons resultados quanto um bêbado atravessando um desfiladeiro equilibrando-se
sobre uma corda.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
  
    

&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-3548765873125279286?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/o-tempo-passa-eu-o-queimo-e-depois-me.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-4283306372804904025</guid><pubDate>Tue, 17 Jan 2012 07:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-17T05:14:00.239-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comunicação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><title>PEQUENOS E PODEROSOS DETALHES</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;"O diabo está nos detalhes". Durante anos ouvi essa expressão sem entender. Quando me tornei consultor e palestrante profissional, ela passou a fazer sentido para mim. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Eu aprendi que qualquer coisa que pudesse dar errado acabava dando mesmo: sala errada, data errada, equipamento que não funcionava, falta de controle da temperatura ou iluminação, impressão das apostilas incorreta ou em quantidade insuficiente. São exatamente os detalhes que você não verifica que frustram o sucesso que você espera alcançar. Hoje eu faço questão de chegar bem antes do tempo em qualquer apresentação para verificar tudo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na mesma situação vi pessoas apresentando propostas para seus gerentes ou clientes potenciais sem pensar e analisar todos os passos e consequências daquilo que iriam dizer. A ideia em si era ótima, de fato. O produto ou serviço a ser vendido era excelente. Mas elas não avaliaram anteriormente quais recursos seriam necessários; quanto tempo levariam para dizer o que era importante; se a ocasião marcada era propícia ou não; quem mais na empresa seria afetado com a mudança proposta; que perguntas e objeções previsíveis seriam feitas, etc. Resultado? Nada funcionou. Tanto o profissional quanto a ideia naufragaram. Por causa do que? Dos detalhes, sempre os detalhes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Quem está em vias de fazer uma apresentação tem que desenvolver &amp;nbsp;a capacidade de pensar em todos os problemas possíveis e antecipar uma solução para cada um. Quanto mais "enxergá-los" com antecedência, melhor será. Isto corresponde a impedir crises &amp;nbsp;e realçar condições favoráveis a atingir o alvo. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No meu caso, consegui inferir algo prático e indicativo sobre a minha eficiência pessoal. Quer saber? &amp;nbsp;Enquanto eu não conseguir pensar em algum problema ou objeção possível de ocorrer, &amp;nbsp;tenho cem porcento de certeza de que &amp;nbsp;ainda&amp;nbsp;há&amp;nbsp;muito trabalho esperando por mim!&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Deixo-lhe uma dica. Se você deseja alcançar desempenho diferenciado e ótimo, procure “pelo em casca de ovo” e “chifre em cabeça de cavalo” antes de se apresentar. Seja exigente consigo mesmo(a). São os detalhes que comprometem o sucesso. Assim, trabalhe duro! Prepare-se bem!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-4283306372804904025?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/pequenos-e-poderosos-detalhes.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-4640718374358690467</guid><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 06:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-16T04:13:01.307-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Empreendedorismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consultoria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Folha de Londrina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Treinamento e Desenvolvimento</category><title>CONSULTOR DE VERDADE</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;i style="background-color: white; color: #4b4e4c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;Artigo publicado no jornal FOLHA DE LONDRINA, em 16/01/2012, na coluna ABRAHAM SHAPIRO, em Empregos e Concursos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style="background-color: white; color: #4b4e4c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;strong style="color: #cc0000;"&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
A consultoria é uma profissão muito difícil de ser desempenhada com qualidade.&amp;nbsp; Experiência não basta. É preciso, sobretudo, que o consultor tenha capacidade desenvolvida de avaliar as situações reais que geram os problemas para os quais ele foi contratado a resolver. E isto tem a ver com pessoas.&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;Sim, consultores resolvem problemas. Muitos deles apenas fazem pequenos acertos. Outros quase nunca percebem que o processo em que os clientes estão engajados pouco ou nada altera a própria dinâmica que criou os problemas. Suas abordagens ficam, assim, limitadas, e nada fazem pela empresa em que atuam.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;Mesmo assim, consultoria tornou-se uma profissão almejada nos dias de hoje. Não só entre estudantes, mas ela surge como uma opção para executivos malsucedidos em suas carreiras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-y2u8ovUgjLQ/TxILjNwQUYI/AAAAAAAACTk/MJhfEO_diwg/s1600/CONSULTORIA+1.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="145" src="http://1.bp.blogspot.com/-y2u8ovUgjLQ/TxILjNwQUYI/AAAAAAAACTk/MJhfEO_diwg/s320/CONSULTORIA+1.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;Um amigo atuou como gestor em negócios da construção civil, agência de propaganda, comunicação etc. Quando demitido de seu último emprego, eu o encontrei e lhe perguntei o que fazia para buscar recolocação. Ele mencionou uma agência de empregos que lhe prospectava vagas&amp;nbsp; e acrescentou que, se nada acontecesse nos próximos dois meses, ele se tornaria consultor.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;Tive pena de seus possíveis clientes. Sua inépcia com pessoas era evidente. Eu conhecia bem o seu modo de gerir as áreas das empresas onde já havia atuado. Colegas seus comentavam que sua capacidade de resolver problemas limitava-se apenas aos sintomas, e que por isso, nunca eram, de fato, resolvidos. Se fosse médico, seria do tipo que mal ouve as dores do paciente, e já sai receitando remédios.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;Um consultor tem de entender de processos e de pessoas. Não só de um, e nem só de outro, mas de ambos simultaneamente, e de suas interações e desdobramentos. De todos os possíveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-gjQb86OQJCg/TxILwRCcRPI/AAAAAAAACTs/YJjid4jbg4s/s1600/CONSULTORIA+2.bmp" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="113" src="http://1.bp.blogspot.com/-gjQb86OQJCg/TxILwRCcRPI/AAAAAAAACTs/YJjid4jbg4s/s320/CONSULTORIA+2.bmp" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;Eu sou consultor. Não entendo nada de engenharia espacial. E tenho um respeito imenso pelas pessoas que conseguem pousar uma máquina do tamanho de um fusca em outro planeta. Mas a triste verdade é que o homem se sai muito melhor em pôr um foguete no espaço do que em gerenciar uma empresa. E a razão é só uma: por trás de toda empresa há pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;Se o consultor não sabe exatamente como as pessoas funcionam, de nada adianta ele entender de processos, de máquinas ou de contas. Ele fará muito pouco. E você ainda poderá pagar muito por isto!&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-4640718374358690467?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/consultor-de-verdade.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-y2u8ovUgjLQ/TxILjNwQUYI/AAAAAAAACTk/MJhfEO_diwg/s72-c/CONSULTORIA+1.bmp" height="72" width="72" /></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-761509592895914685</guid><pubDate>Mon, 16 Jan 2012 05:13:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-16T03:13:00.881-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Autores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Empresa Familiar</category><title>EVITE CILADAS CAPAZES DE DESTRUIR A EMPRESA FAMILIAR</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div id="publish-details"&gt;&lt;div class="author"&gt;&lt;div class="item-list"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;b&gt;George Stalk e Henry Folley&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="created-date"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="foto-integra" style="width: 620px;"&gt;&lt;img alt="" class="imagecache imagecache-620x332" height="332" src="http://www.hbrbr.com.br/sites/default/files/imagecache/620x332/noticias/imagens/radar_categoria.jpg" title="" width="620" /&gt;          &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="node-content-body"&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, Helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span style="font-size: 12pt; letter-spacing: -0.15pt;"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size: medium;"&gt;á &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;quase 75 anos, um carismático empresário brasileiro de nome Enrique Rosset fundou, em São Paulo, uma empresa homônima de têxteis e confecção. Cerca de 40 anos depois, Rosset e o filho mais velho resolveram diversificar, comprando a fabricante de lingerie Valisère, na época em dificuldades. Ao longo de décadas, Rosset e os quatro filhos transformaram o grupo num dos maiores fabricantes de têxteis e vestuário da América do Sul. Na década de 1990, o Grupo Rosset entrou no mercado de moda praia, com grande sucesso. Mas a família sabia que a empresa enfrentava desafios estratégicos críticos. O surgimento de shopping centers vinha enfraquecendo o pequeno comércio que, até ali, fora o principal canal de distribuição da Rosset. Artigos importados da China começavam a impor uma séria concorrência. A chegada da estamparia digital abalaria o principal forte da Rosset na manufatura — a menos que a empresa adotasse ela mesma a tecnologia. Os filhos de Enrique Rosset, que vinham tocando a empresa havia 20 anos, tiveram de tomar uma decisão crucial: qual dos cinco membros da terceira geração assumiria a liderança?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span style="font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.15pt;"&gt;Nos Estados Unidos, um ditado comum — “shirtsleeves to shirtsleeves in three generations” (De manga de camisas a manga de camisas em três gerações) — descreve a propensão de empresas de controle familiar a afundar quando os netos do fundador por fim chegam ao comando. Há variações dessa máxima em outras línguas também — e o dito é sustentado por dados. Cerca de 70% das empresas de família fecham ou são vendidas antes que a segunda geração tenha a chance de assumir as rédeas. Apenas 10% segue operando, e nas mãos da família, para a terceira geração tocar. Em comparação com empresas de capital aberto, nas quais o mandato médio do presidente é de seis anos, muitas empresas familiares mantêm o mesmo cabeça por 20, 25 anos&amp;nbsp;— e esse longo mandato pode agravar a dificuldade de lidar com mudanças na tecnologia, em modelos de negócios e em hábitos de consumo. Hoje, a empresa familiar em mercados em desenvolvimento enfrenta novas ameaças decorrentes da globalização. Sob muitos aspectos, tocar uma empresa de família nunca foi tão difícil.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.15pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;A alta taxa de insucesso de empresas familiares pode parecer inevitável. Mas não é. Em nossa atividade de assessoria a esse tipo de empresa, vemos que caem repetidamente nas mesmas ciladas. Reconhecer essas armadilhas e aprender a evitá-las pode aumentar as chances de sobrevivência a longo prazo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadLabelCrosshead"&gt;&lt;strong&gt;PRIMEIRA CILADA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadLabelCrosshead"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;“Sempre vai haver um lugar para você aqui”&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.15pt;"&gt;Às vezes, o dono de uma empresa de família faz os filhos se sentirem obrigados a ir trabalhar ali — tiro que pode sair pela culatra, criando uma cultura de gestores sem interesse nenhum ​​em estar na empresa. É mais comum, no entanto, ver o pai frisando que a prole pode trabalhar na empresa se assim quiser. Se a empresa for de sucesso, é provável que esses filhos tenham sido criados em meio à riqueza, o que amplia suas opções na vida adulta. Em geral, essa situação se traduz na promessa tácita de que “sempre vai haver um lugar para você aqui”, o que pode levar um filho a tratar o negócio como uma alternativa de último recurso. Vimos muitas empresas povoadas de membros da nova geração que não tiveram sucesso em outros negócios ou passaram a terceira década da vida (às vezes, até a quarta) como aspirantes a atleta, artista ou músico antes de chegar, despreparados e já na casa dos 40, à empresa. Apesar da falta de experiência, esse herdeiro pode chegar a postos de liderança por ser da família, aumentando as chances de que o negócio afunde.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.15pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="clear: right; color: black; float: right; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img height="400" src="http://www.hbrbr.com.br/sites/default/files/radar_box2.jpg" style="float: right;" width="213" /&gt;Para evitar a cilada, garanta formação e triagem adequadas. É natural que uma em-presa familiar acolha membros da nova geração do clã, e é saudável expô-los à empresa desde cedo, para que possam decidir com embasamento se querem ou não fazer carreira ali dentro. Mas um posto na empresa não deve ser um direito herdado. Quem deseja ir trabalhar ali não merece tratamento especial. Vemos agora uma nova melhor prática, pela qual a família formalmente exige de qualquer herdeiro que queira um emprego (a) diploma universitário e, em certos casos, pós-graduação, (b) vários anos de experiência profissional relevante fora do negócio da família e (c) disputa por uma vaga com candidatos que não pertençam à família. Em uma empresa europeia que conhecemos, para se candidatar a uma vaga, membros da família devem ter no mínimo 26 anos de idade, uma pós em administração ou engenharia, falar três idiomas e ter sido promovidos duas vezes no intervalo de cinco anos numa empresa que não seja da família. Além disso, têm uma única oportunidade de acesso: se forem rejeitados, devem partir para outra.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.15pt;"&gt;Até companhias que já empregam muita gente da família podem se beneficiar com uma avaliação rigorosa de desempenho e potencial. Na Gerdau S.A., os quatro irmãos da quarta geração da família Johannpeter vinham tocando muito bem o negócio por mais de 20 anos quando começaram a pensar na sucessão, em meados da década de 1990 — bem antes que planejassem passar o bastão. Contrataram uma firma de recrutamento para avaliar os 60 principais executivos da casa, incluindo cinco integrantes da geração seguinte da família, para a inclusão num comitê executivo recém-criado. Usaram essa avaliação objetiva para incentivar certos membros do clã a seguir carreira fora do grupo. Esse pessoal saiu de forma elegante e se deu bem em outras ocupações.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.15pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.2pt;"&gt;Quatro anos depois, a família trabalhou com outra turma de consultores externos para identificar cinco candidatos a presidente. Entre os recomendados havia dois primos da quinta geração com ampla experiência no negócio. A empresa despachou os dois para formação executiva avançada em importantes escolas de negócios nos Estados Unidos e, depois, colocou cada um no comando de unidades de negócios cruciais por vários anos. No final de 2006, o integrante da família com o melhor desempenho foi nomeado presidente; o primo virou diretor de operações. Hoje, quatro dos cinco candidatos à presidência seguem na Gerdau, e o faturamento da empresa subiu de US$ 13 bilhões em 2006 para US$ 20 bilhões em 2010.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.2pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadLabelCrosshead"&gt;&lt;strong&gt;SEGUNDA CILADA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadLabelCrosshead"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;Empresa não cresce rápido obastante para acomodar todos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.25pt;"&gt;Um problema subestimado é que a família costuma crescer mais depressa do que a empresa. Se o fundador tem três filhos, e cada um se casa e tem três filhos, que por sua vez também se casam, dentro de três gerações pode haver 25 pessoas ou mais (incluindo todos os cônjuges) trabalhando ou buscando emprego na companhia. Muitas empresas simplesmente não têm trabalho suficiente para empregar todo membro da família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.25pt;"&gt;&lt;img height="332" src="http://www.hbrbr.com.br/sites/default/files/radar_box1.jpg" style="display: block; margin-left: auto; margin-right: auto;" width="620" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium; letter-spacing: -0.25pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadBCrosshead"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.2pt;"&gt;Para evitar a cilada, controle o aces--so da família e promova o crescimento. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;"&gt;Uma família que conseguiu evitar a primeira cilada, garantindo que apenas gente da família comprometida e qualificada possa ir trabalhar na empresa, já reduziu a magnitude dessa segunda cilada. Outra solução é traçar estratégias para fazer o negócio crescer e criar responsabilidades para mais profissionais da família.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span style="letter-spacing: -0.15pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;A Mitchells, uma loja nobre de roupas no estado americano de Connecticut, usou essa abordagem. Jack e Bill Mitchell herdaram a loja do pai, Ed, que a fundara em 1958. Uma década atrás, quando começaram a pensar em passar o bastão aos sete herdeiros (todos munidos de diploma universitário e experiência relevante antes de entrar para a empresa), Jack e Bill perceberam que a empresa teria de crescer para garantir postos de alto nível para todos. O forte da Mitchells era um sistema de CRM que ajuda vendedores a estabelecer um elo com clientes e sugerir produtos adequados para eles. Em 1995 a Mitchells comprou uma combalida confecção masculina na localidade vizinha de Greenwich e usou o sistema de CRM para reerguer a loja. Desde então, adquiriu varejistas em Long Island e no norte da Califórnia e enviou membros da nova geração para tocar as lojas em cada lugar desses. A estratégia não só trouxe receita suficiente para sustentar os vários funcionários da família, mas também deu a todos uma operação própria para chefiar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadLabelCrosshead"&gt;&lt;strong&gt;TERCEIRA CILADA&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadLabelCrosshead"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;Membros da família permanecem em silos segundo linhagem&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;Um dos fatos mais impressionantes observados em empresas de família é a tendência de pais e filhos (e, cada vez mais, filhas) a se especializar no mesmo aspecto do negócio, seja ele finanças, operações ou marketing. Pode ser um problema, por várias razões. Primeiro, ao permanecer em silos especializados, gestores da nova geração não adquirem o conhecimento transfuncional necessário para a liderança executiva. Segundo, quando membros próximos da família supervisionam uns os outros, a dinâmica pessoal pode impedir um feedback sincero e interferir no coaching. Juntos, esses fatores podem criar um vazio de liderança na geração em ascensão — o que pode levar a geração corrente a permanecer no comando tempo demais, limitando a capacidade da empresa de se adaptar a mudanças.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;span class="CrossheadBCrosshead"&gt;Para evitar a cilada, nomeie mentores de fora da família.&lt;/span&gt; Se a empresa é pequena, pode ser inviável proibir que um membro da família supervisione outros. Mas, mesmo aqui, a empresa deve minimizar o tempo que um funcionário permanece subordinado a parentes imediatos. Certas empresas destacam um mentor experiente de fora da família para cada integrante mais novo do clã, para que este receba uma avaliação de desempenho objetiva e conselhos críticos que o trabalhador de uma empresa não familiar em geral recebe. Para que isso dê certo, o coach deve operar sob alguma espécie de proteção que o resguarde de retaliações da família.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;É irreal achar que dá para criar uma empresa de família livre de nepotismo — e é importante reconhecer que a empresa familiar sempre vai operar com normas distintas. Até empresas de controle familiar grandes, negociadas em bolsa, administram dividendos de forma distinta de empresas não familiares. Também é bom reconhecer que o controle familiar pode ser um salutar contrapeso a incentivos de curto prazo oferecidos à maioria dos executivos. Para sobreviver a longo prazo, no entanto, a empresa familiar precisa adotar políticas formais sobre quem contratar, quem promover e como equilibrar os interesses da família e da atividade empresarial. Se mais empresas tomarem essas medidas e sobreviverem à complicada transição de uma geração para outra, todos sairão ganhando.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;__________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: medium;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt; &lt;span class="BioNameBio"&gt;&lt;strong&gt;George Stalk&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt; é alto consultor do Boston Consulting Group.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000; font-family: arial, helvetica, sans-serif;"&gt;&lt;span class="BioNameBio"&gt;&lt;b&gt;Henry Foley&lt;/b&gt;&lt;/span&gt; é sócio sênior da consultoria Cambridge Advisors to Family Enterprise.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-761509592895914685?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/evite-ciladas-capazes-de-destruir.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-712186252137752352</guid><pubDate>Fri, 13 Jan 2012 06:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-14T09:33:35.327-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão de Carreira</category><title>AS COMPETÊNCIAS PESSOAIS DO SEU TIME</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As coisas básicas são as que todos acabam esquecendo. Por isso, vai um lembrete. Na hora de contratar um funcionário, a empresa leva em conta suas competências técnicas. Mas no dia a dia, espera que ele tenha competências pessoais. E se ele não as tem, ela o demite. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pergunta que se faz aqui é: por que tão poucas empresas se preocupam em conhecer as competências pessoais durante o processo seletivo e se fixam tanto nos aspectos técnicos do candidato?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedicação, comprometimento e visão do futuro são as características que se consideram determinantes na escolha de um gerente. Acima de tudo, o gerente é responsável por identificar o potencial de cada funcionário de sua área e extrair toda sua capacidade produtiva. Mas ele sabe fazer isto por si?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem recursos ótimos no mercado. Um deles é o EV@ – Estudo dos Vetores de Atividade –, uma ferramenta gerenciada através da WEB que avalia os estilos comportamentais da pessoa com base na análise de competências. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas empresas avaliam constantemente seus funcionários na hora de fazer promoções internas e evitar, assim, contratações externas para um cargo de comando. Isto mantém a equipe motivada e valoriza os profissionais que vestem a camisa. Com esta avaliação as empresas conseguem gerir de modo eficaz as pessoas conhecendo o correto perfil de cada funcionário  para alcançar seus objetivos e ajudá-lo a sentir-se útil na função que exerce. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando àquele gerente, ele precisa identificar o que motiva cada integrante da sua equipe. Quando a empresa o ajuda,  fornecendo uma boa avaliação das competências pessoais dos membros de sua equipe, ele terá maiores chances de auxiliá-los a chegar ao potencial ótimo de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pense um pouco. Quantas pessoas boas estão no quadro da sua empresa  e você nem sabe o que elas têm de bom. Quer mudar isto? Invista na avaliação de seu pessoal. Você verá que esperou demais para fazer algo tão bom e fácil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style="color: #3d85c6;"&gt;&lt;b&gt;PS: Se você deseja obter informações sobre a ferramenta EV@, visite &amp;nbsp;o site de nosso parceiro representante: &lt;span id="goog_521921992"&gt;&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.labor.com.br/"&gt;www.labor.com.br&lt;/a&gt;&lt;span id="goog_521921993"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-712186252137752352?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/as-competencias-pessoais-do-seu-time.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-3603518301310249737</guid><pubDate>Thu, 12 Jan 2012 06:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-12T04:47:00.847-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão de Carreira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Treinamento e Desenvolvimento</category><title>SEJA UM PLANEJADOR FINANCEIRO</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui vai uma informação que pode mudar todo o seu futuro profissional. Preste atenção para si mesmo ou a fim de informar algum conhecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você conhece finanças bem? Que tal atuar como planejador financeiro. Esta  pode ser uma opção profissional interessante e rentável para quem conhece o assunto. E uma ótima maneira de inovar saindo do lugar comum daquelas escolhas tradicionais como as áreas de imóveis,  ações, consultoria contábil ou administrativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conforme dados do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros – Ibcpf -, o número de profissionais certificados para esta função cresceu 47% em 2011 em comparação com 2010. Na prática, um planejador financeiro atua como um consultor.  Ele avalia os objetivos, expectativas e necessidades de cada cliente visando desenvolver, apresentar e executar estratégias de planejamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A certificação não é obrigatória. Mas diferencia o profissional no mercado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os interessados em obter a certificação precisam ter o conhecimento teórico do planejamento financeiro pessoal por meio de formação superior ou cursos específicos em áreas que atendam ao padrão do instituto, como investimentos, previdência e seguros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São exigidos três anos de experiência em áreas relacionadas ao processo de planejamento financeiro pessoal, caso o candidato tenha formação superior, e cinco anos caso ainda não seja graduado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O profissional que pretende obter a certificação precisa passar por um exame, divido em quatro módulos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para fazer a prova completa, o profissional desembolsa R$ 800. Já quem optar em fazer a prova em várias etapas paga R$ 250 por módulo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As avaliações ocorrem duas vezes por ano, em junho e novembro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais informações podem ser obtidas no site do instituto:  www.ibcpf.org.br &lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-3603518301310249737?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/seja-um-planejador-financeiro.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-1709002027790617435</guid><pubDate>Wed, 11 Jan 2012 07:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-11T05:34:00.080-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><title>DEVIA TER COMEÇADO TRÊS ANOS ATRÁS</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Por que fazemos o que fazemos? Por que fazemos da forma como fazemos?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estas duas perguntas devem ser feitas em cada empresa. Elas permitem avaliar parâmetros importantes de desempenho como custos, qualidade e atendimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas se você julga que as respostas são muitas e variadas, esqueça. Quer mesmo saber o que respondem quase todos os que são questionados? Faça você mesmo o teste. Ao perguntar a qualquer funcionário: “Por que você faz isso?” e “Por que faz desta forma?”, a resposta que invariavelmente ele dará é: “Porque sempre foi feito assim!” &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mudar qualquer coisa numa empresa exige certa dose de radicalismo porque requer o abandono de métodos e práticas enraizados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na vida é difícil mudar hábitos! Como não será a mudança das práticas dentro das empresas as quais, mais que hábitos, muitas vezes são vícios?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A bem da verdade, o grande obstáculo para se promover mudanças em busca de maior e melhor desempenho na empresa são os próprios empresários, e nem tanto os funcionários.  É que a maioria dos homens de negócios não é orientada para processos. Eles se concentram em tarefas, cargos, pessoas, estruturas, porém, não em processos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aquele que se orienta para processos, além de preocupar-se com resultados, estará igualmente voltado a avaliar “como as tarefas são realizadas”. Ele buscará conhecer a opinião e a satisfação de clientes, e a partir disso, terá ideias claras sobre a atual qualidade de seus produtos e serviços, assim como sobre o futuro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sejamos práticos. Se você  espera de sua empresa o que consultor algum jamais conseguiu e o que nenhum dos seus funcionários é capaz de fazer, comece a se perguntar: “Por que fazemos o que fazemos?” e “Por que fazemos da forma como fazemos?”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta experiência, esteja certo, é como plantar aspargos. Você sabe que deveria ter começado no mínimo três anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-1709002027790617435?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/devia-ter-comecado-tres-anos-atras.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-2584252315796377840</guid><pubDate>Tue, 10 Jan 2012 06:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-10T04:25:02.153-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Consultoria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Coaching</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>COACHING MALSUCEDIDO</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semanas atrás, li um artigo num jornal de negócios que abordava casos malsucedidos de coaching em que executivos saíram do processo piores do que entraram. Situações como estas derspertam uma dúvida: “Se o coaching é uma ferramenta tão poderosa de gestão de pessoas, como isso pode acontecer?”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A resposta é simples. O coaching sofreu uma banalização nos últimos anos por conta do crescimento da oferta. Aventureiros que surfam a onda da moda vendem o coaching como a solução milagrosa para todos os problemas de recursos humanos. Mas não é bem assim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem situações em que o coaching simplesmente não é a melhor alternativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cito uma delas. Coaching não se aplica a avaliação de desempenho de executivos. Há outras ferramentas mais adequadas para este fim. O objetivo específico do coaching é a melhoria de desempenho porque definitivamente ele não se aplica a avaliar profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coaching não é bem o que as pessoas imaginam que seja. Caso exista em relação a este importante recurso de desenvolvimento de pessoas uma ressalva do tipo “O MINISTÉRIO DA SAÚDE ADVERTE”, ela seria: “Em caso de não comprometimento e dedicação por parte do executivo, os resultados esperados não serão atingidos”. Para isso, ele deve estar aberto para receber feedbacks, admitir vulnerabilidades, identificar pontos de melhoria e, o mais difícil, sair da sua zona de conforto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coaching também não é indicado como a “última salvação” para um profissional prestes a ser demitido. Este é um grave erro. Coach não faz mágica! Na maior parte das vezes a decisão de corte do profissional já está tomada. O coaching servirá apenas para justificar a demissão do executivo. Portanto, um uso jamais indicado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O coaching é, de fato, uma ferramenta fantástica de melhoria de desempenho de pessoas e organizações. É capaz de conectar as necessidades individuais às necessidades profissionais e promover mudanças.  Conduzido de modo incorreto, executivos e empresas podem sofrer danos irreparáveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É claro que qualquer processo de desenvolvimento humano nas empresas, quando malconduzido, certamente não atenderá as expectativas. O resultado é a frustração –  tanto para o indivíduo como para a empresa. Com o coaching, não é diferente.&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-2584252315796377840?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/coaching-malsucedido.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-5076090273250953745</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 07:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-09T05:07:00.056-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cenários</category><title>NADA MAIS SERÁ IGUAL AO QUE ERA ANTES</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que há muitas empresas enfrentando problemas de contratação de bons profissionais não é novidade.  Difícil é entender a passividade de alguns RH´s. Muitos estão parados, esperando acontecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperam um milagre? Não acontecerá! &amp;nbsp;Por quê não? Vários setores da economia expandiram suas fatias de mercado. Só mediante uma crise muito avassaladora estas empresas renunciarão ao ritmo atual em que se introduziram. Portanto, a demanda por talentos só tende a aumentar. E muito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este cenário veio para ficar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O país está se desenvolvendo, e as empresas também. Um outro problema é que nas últimas décadas os governos não investiram em educação técnica visando um momento importante como o atual. Por isso, levará tempo para superarmos esta deficiência. E como sempre, as empresas terão de arcar com a maior parte deste ônus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As empresas inteligentes – ou melhor: as que têm RH competente e estratégico – estão criando alternativas viáveis. Programa de Trainees já é uma das soluções que se alastra. Não é exclusividade de grandes corporações. As empresas pequenas e médias adotaram a boa e eficaz visão de “plantar hoje para colher amanhã”. Elas fritam o peixe e cuidam do gato. Investem em educação corporativa para os funcionários efetivos e na formação de aprendizes das funções mais importantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não tem conversa! É a vez de quem tem criatividade. E estou falando de criar soluções novas – que não estão em livros e nem em outros países. A nossa realidade é sui generis. Desta vez é só nossa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto isso, o garimpo de talentos continua. As agências de emprego mais eficientes estão cada vez melhores nisso e podem ajudar poderosamente. Mas é bom saber que só recrutamento e seleção já não suprem as necessidades.  É preciso mais esforço que isso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nada mais será igual ao que era antes. Não mesmo! &lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________    &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-5076090273250953745?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/nada-mais-sera-igual-ao-que-era-antes.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-8829251670184984650</guid><pubDate>Mon, 09 Jan 2012 06:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-09T04:05:01.829-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Vendas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Marketing</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Folha de Londrina</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Competitividade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><title>QUEM QUER, FAZ... NÃO ESPERA ACONTECER!</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;i style="background-color: white; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i style="background-color: white; color: #4b4e4c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;Artigo publicado no jornal FOLHA DE LONDRINA, em 09/01/2012, na coluna ABRAHAM SHAPIRO, em Empregos e Concursos&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i style="background-color: white; color: #4b4e4c; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: 14px; line-height: 20px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-image: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #666666; font-family: inherit; font-style: inherit; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px; vertical-align: baseline;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
A diferença entre quem espera acontecer e quem faz acontecer é&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;arrepiar. Mais que isso. É&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;afetar monge do Tibet.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
O cara que espera, está reclamando neste momento. Ele acha que o governo não faz sua parte, que a crise na Europa interfere em seus negócios, e tem para si “n” fortes motivos que explicam porque suas vendas caem mês a mês. Ele está perdendo mercado para os concorrentes e apenas se enerva quando descobre que eles estão vencendo. Mas sabe o que ele faz? Reclama. Reclama muito. E ele se irrita ao extremo com as situações e pessoas a quem reputa como culpadas. Sim, porque elas são culpadas. Ele, nunca!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
Já o cara que faz acontecer está trabalhando neste momento. Trabalhando? Sim, trabalhando duro. Ele está “fazendo acontecer”.&amp;nbsp; Ele não espera pelos europeus e nem pela Bolsa&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;Nova Iorque. Ele não conta com a redução do I.P.I. ou outros benefícios. Ele simplesmente faz acontecer. Ele se vira, provoca, cria, planeja, toma atitudes e, em consequência disso, sua empresa está&amp;nbsp; competindo, vencendo e fazendo a diferença. E ele também faz sua diferença como ser humano! E como faz!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
Chego ao restaurante&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;um hotel para o almoço, e encontro o Flávio – um jovem fabricante&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;equipamentos eletrônicos&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;som, em uma pequena cidade do interior. Após os cumprimentos, vejo que sua mesa está cheia&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;convidados. Eu pergunto:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
- “O que você anda aprontando, rapaz?”&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
Ele me conta que montou um showroom no centro&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;convenções daquele hotel e convidou os seus principais clientes – distribuidores e varejistas –&amp;nbsp; para um dia inteiro&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;exposição e venda antecipada com reserva&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;produção nos próximos meses. E com seu olhar firme e resoluto, argumentou:&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
- “Eu tive&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;fazer isto, Sr Shapiro. Veja só. Em dezembro, minhas vendas caem. Janeiro é um mês parado. Fevereiro tem carnaval. Em março, vou participar&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;uma feira em S. Paulo, portanto, será um mês complicado. Se eu ficar esperando as vendas acontecerem por si, minha empresa só começa a rodar em abril. Eu não posso esperar. Minhas contas muito menos. Organizei esse showroom&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;última hora e, graças a Deus, a resposta dos parceiros está sendo ótima. Não podia ser melhor. Só com as vendas desta manhã eu já garanti dois meses&amp;nbsp;&lt;span class="il"&gt;de&lt;/span&gt;&amp;nbsp;trabalho... E tenho a tarde toda ainda”.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
Em negócios&amp;nbsp; vale também o que canta o refrão daquela música: “Quem sabe faz a hora, não espera acontecer!”&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; color: #cc0000;"&gt;_________________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="background-color: rgba(255, 255, 255, 0.917969); color: #222222; font-family: arial, sans-serif; font-size: 13px;"&gt;
&lt;span style="background-color: transparent; color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000; font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-8829251670184984650?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/quem-quer-faz-nao-espera-acontecer.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-2604569322468488942</guid><pubDate>Sun, 08 Jan 2012 22:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-08T20:55:25.305-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Autores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Motivação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Educação</category><title>FAÇA ESCOLHAS PARA QUE O TEMPO NÃO SEJA AINDA MAIS ESCASSO</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;Betania
Tanure&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
O ano começou.
Para quem ainda não fez a necessária reflexão sobre sua vida, seu trabalho e
sua carreira, este é o momento. É preciso pôr na balança os prós e contras de
sua experiência e de suas escolhas e fazer planos - ou melhor, decidir sobre o
que mudar.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
Não quero aqui
considerar o risco de seus planos evaporarem no calor do verão brasileiro.
Prefiro ter em conta que você, executivo de sucesso que tão bem planeja e
constrói o futuro da sua organização, também será bem-sucedido no planejamento
e na construção da sua própria vida. É o mínimo que se pode esperar ou, pelo
menos, desejar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
Para essa
reflexão, podem ser muito úteis alguns dados obtidos nas últimas pesquisas que
realizei entre executivos das melhores e maiores empresas brasileiras. Em um
desses trabalhos, esses profissionais revelam, por exemplo, que 41% do seu
tempo é mal utilizado e, ainda, voltado a atividades que não agregam valor à
empresa. Além disso, complementam: caso deixem de realizar tais atividades,
nada acontece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
Incrível esse
número, não é? Aliás, ele só tem crescido ao longo dos últimos anos. Em nível
semelhante, aumentou o grau de insatisfação com o equilíbrio entre vida pessoal
e vida profissional. E não se assuste: para 36% dos executivos, o volume de
trabalho vai subir ainda mais em 2012. Difícil negar a relação desses dados com
o crescente número de executivos que usam medicamentos para "dormir"
e para tenta lidar com a ansiedade e a depressão típicas do dia a dia do
ambiente empresarial de hoje.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
No geral, os
desafios profissionais e os resultados gerados para as organizações crescem
consistentemente - mesmo que em alguns casos o desempenho empresarial deixe a
desejar, entrando no que chamamos de subdesempenho satisfatório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
Ao mesmo tempo,
como vimos em outra pesquisa, na qual utilizamos uma de nossas metodologias de
apoio a processos de transformação cultural, um número significativo de
executivos desse mesmo grupo de empresas considera que as relações autoritárias
têm presença muito forte em seu ambiente de trabalho e dificultam a
meritocracia e o "accountability". Os entrevistados apontam também
que o autoritarismo é a característica mais indesejável da cultura organizacional
e que deveria ser eliminada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
Soma-se a isso
a grande preocupação dos nossos executivos com a situação macroeconômica, com a
volatilidade, com o fato de estarmos vivendo uma "bolha" e com o
ambiente de incertezas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
O fato é que
nessa esfera a atuação direta do executivo é mais limitada. O que ele tem a
fazer é se preparar e preparar sua empresa para os novos tempos. Portanto,
minha sugestão é que ao fazer sua reflexão você deixe momentaneamente essas
preocupações de lado, ocupando-se apenas do que está sob seu controle.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
Ao analisarmos
de forma cruzada todos esses dados, uma conclusão parece óbvia: você,
executivo, precisa retomar - ou tomar - as rédeas das suas escolhas. Afinal,
não há sentido em reclamar que falta tempo para a vida pessoal se 41% do que
você faz não agrega valor ao negócio. Onde está seu poder decisório? Onde estão
suas escolhas? Lembre-se de que o tempo é o mais escasso dos recursos da era
contemporânea.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
Enfim, 2012 só
começou. Abre-se uma oportunidade maravilhosa para você refletir com responsabilidade
e agir. Não vale fazer da empresa, da cultura, do chefe, ou mesmo da situação
macroeconômica do país, os grandes responsáveis pelos seus problemas.
Certamente, boa parte deles você não conseguirá mudar sozinho. Mas tente se
concentrar na parte que lhe pertence. Aquela sobre a qual você é o maior, senão
o único, responsável.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
A escolha é sua
de estruturar as bases para que seu ano continue a ser tão produtivo tanto do
ponto de vista empresarial quanto do pessoal. Vá além de seus planos. Boa sorte
e mãos à obra!&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;_______________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Betania Tanure
é doutora, professora da PUC Minas e consultora da BTA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-top: 12pt;"&gt;
&lt;span style="color: white;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-2604569322468488942?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/faca-escolhas-para-que-o-tempo-nao-seja.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-8777412399705594534</guid><pubDate>Sun, 08 Jan 2012 22:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-08T20:50:17.376-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento Profissional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Autores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Assuntos diversos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Comportamento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Psicologia</category><title>PARA NÃO PERDER HORAS NAVEGANDO PELAS REDES SOCIAIS</title><description>&lt;div align="justify"&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Letícia Arcoverde | De São Paulo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A acadêmica Isabelle Decarie sentiu que sua produtividade diminuiu
consideravelmente desde que aderiu ao Facebook, em 2007. A canadense, no Brasil
há nove anos, percebeu que precisava de uma técnica que a ajudasse a organizar
melhor o próprio tempo, mas não sabia exatamente onde procurar. A resposta veio
há cerca de um ano, quando ela viu um amigo comentar na própria rede social
sobre a técnica Pomodoro - um método simples de gerenciamento de tempo, que
Isabelle resolveu experimentar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Tudo o que a técnica exige é um 'timer', papel e lápis - e, é claro,
disciplina. Para começar a usar, basta escolher uma tarefa e acionar o 'timer'
para apitar em 25 minutos, e então dedicar o tempo marcado exclusivamente ao
trabalho. Nada de olhar e-mails, redes sociais, atender telefone ou sair para
pegar um copo de água. Assim que o relógio alerta para o fim do tempo - chamado
de Pomodoro - a pessoa deve fazer um intervalo de cerca de cinco minutos e
registrar no papel que o período foi completo. Após a pausa, volta-se para a
tarefa, e assim por diante. A cada quatro "pomodoros", é permitido
fazer intervalos maiores, de até meia hora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O formato foi desenvolvido na década de 1980 pelo italiano Francesco
Cirillo, na época estudante, que hoje possui uma empresa de consultoria em
produtividade. Em 1992, ele lançou um livro sobre o método e, a partir de 2000,
a técnica foi disseminada pela internet e se popularizou em várias partes do
mundo. Hoje, ela possui uma ampla comunidade virtual e uma rede de usuários
engajados em divulgar boca a boca a Pomodoro como técnica preferida de gestão
de tempo. O tomate presente no nome e no logo da marca veio do formato do
'timer' de cozinha que Cirillo usava para marcar seus "pomodoros" (a
palavra quer dizer tomate em italiano).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ao fazer o teste, Isabelle descobriu que a técnica era ideal para ela,
que trabalha diariamente em casa escrevendo resenhas para uma publicação
canadense. "Coloco o 'timer' na cozinha para que o barulho não me
atrapalhe, sento em frente ao computador e não saio até que o relógio
apite", explica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Para evitar as tentações da internet, sempre que tem alguma dúvida que
exija pesquisa, ela anota para buscar durante os intervalos, que nunca passam
de 10 minutos. É o momento de checar e-mails, ir ao banheiro, abastecer a
xícara de café e se render ao hábito de navegar no Facebook. "A técnica me
ajuda muito na concentração, principalmente quando tenho que escrever algo
encomendado e a inspiração não está muito grande", completa. Ela não
costuma passar dos três "pomodoros" por dia, o suficiente para
completar as metas que estabelece para si mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Representantes do time Pomodoro, responsáveis por disseminar o
"tomate" ao redor do mundo, dizem que perceberam uma grande
popularização da técnica no Brasil nos últimos dois anos, a ponto de terem
criado uma página oficial em português. Uma pesquisa rápida na internet mostra diversas
publicações em blogs, principalmente de 'freelancers' e profissionais de
tecnologia, sobre o tema. Só em 2011, foram mais de 16 mil menções ao método,
em comparação a menos de 500, quatro anos atrás.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Há uma variedade grande de aplicativos de celular e softwares que
auxiliam o cumprimento da técnica, servindo como 'timer' ou até bloqueando o
acesso à internet durante o período de 25 minutos - alguns com mais de mil
downloads em sites brasileiros. Apesar de não haver um aplicativo oficial, o
criador Cirillo diz que aprecia o esforço de quem os desenvolve. "Mas
ainda prefiro a simplicidade do 'timer' de cozinha mecânico", garante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O analista de sistemas e consultor para a empresa de TI Stefanini Hélio
Medeiros utiliza a ferramenta há dois anos, geralmente com o auxílio de
aplicativos para o computador ou celular. "É simples de aprender, mas
difícil de seguir", define. Além de treinar a disciplina, o que se tornou
mais fácil com o tempo - hoje, por exemplo, ele deixa para usar a internet para
lazer apenas nos intervalos maiores, de meia hora - Medeiros diz que a maior
dificuldade é "mergulhar" no método no ambiente de trabalho.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Ele diz que evitar as interrupções durante os períodos de 25 minutos foi
complicado a princípio, mas desde que ele apresentou a técnica para os colegas,
foi mais fácil deixá-los esperando até os intervalos. Em sua equipe, onde
outras pessoas também usam o método, já foram feitas até placas de
"Respeite o Pomodoro", fixadas junto aos profissionais nos períodos
de imersão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;O desenvolvedor completa em média 16 "pomodoros" por dia, e diz
que sua produtividade melhorou consideravelmente. Também ficou mais fácil
planejar as tarefas e cumprir prazos, o que lhe rendeu elogios da Stefanini e
da Dell, principal cliente que atende pela empresa. "Como também trabalho
em casa, a técnica é uma forma de reproduzir o ambiente com o qual estou
acostumado e ter o mesmo rendimento que no escritório", diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Há cerca de um ano, Medeiros começou a juntar a Pomodoro com trilhas
sonoras especiais para trabalhar, usando um "mash-up" de técnicas
criado por Daniel Wildt, um colega da mesma área. A "Songdoro" é
basicamente a Pomodoro acompanhada de músicas específicas para a ocasião,
unidas ao conceito de 'power song', comum entre corredores. Medeiros explica
que ao dar início ao período do Pomodoro no cronômetro, ele começa a ouvir uma
seleção especial que dura 30 minutos - 25 com músicas que o ajudam a trabalhar
e, ao fim, uma para relaxar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;A 'power song' é uma música mais forte escolhida para sinalizar o fim do
Pomodoro. As escolhas dependem do gosto de cada um e do ritmo do dia -
Medeiros, por exemplo, varia entre Nirvana e música clássica, com Marisa Monte
para o intervalo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;Apesar da crescente popularidade da técnica no Brasil, a consultora de
carreira Mariá Giuliese não aposta em métodos de organização de tempo como a
Pomodoro. Para ela, a melhor forma de aumentar a produtividade é saber dar
prioridade a tarefas, e não tentar dominar o tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;"As pressões externas já são formas de controle suficientes, e
controle demais atrapalha", analisa. Para os momentos em que há mais
dificuldade em completar uma tarefa ou em que as distrações levam a melhor, sua
dica é refletir sobre o que o está impedindo. Segundo Mariá, muitas vezes o
problema não está na falta de tempo, mas no fato da pessoa estar se forçando a
terminar algo de que não gosta ou não tem capacidade de fazer. Para ela, o
essencial é seguir o próprio ritmo. "É preciso administrar você, e não o
tempo", diz.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="font-size: 12.0pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;_______________________________&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt;"&gt;
&lt;span style="line-height: 18px;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Letícia Arcoverde escreve no Valor online&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-8777412399705594534?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/para-nao-perder-horas-navegando-pelas.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-8347112558179245948</guid><pubDate>Sat, 07 Jan 2012 19:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-07T18:43:51.569-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Autores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Assuntos diversos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Inovação</category><title>UM EXEMPLO DE INOVAÇÃO: PELE TIRADA EM CIRCUNCISÃO SALVA VISÃO DE BEBÊ ISRAELENSE SEM PÁLPEBRAS</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;Cirurgião utilizou a pele do prepúcio para reconstruir as pálpebras do bebê, que nasceu com defeito raro.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;BBC - LONDRES&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um enxerto da pele do prepúcio no lugar das pálpebras, realizado no hospital Kaplan, próximo a Tel Aviv, em Israel, salvou a visão de um bebê que havia nascido com um grave defeito nos olhos e corria o risco de ficar cego.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ideia foi do cirurgião Asher Milstein, especialista em ocuplástica, que decidiu realizar a operação exatamente oito dias após o nascimento do bebê, na data em que, segundo a tradição judaica, é feita a circuncisão em crianças do sexo masculino.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-N6wf-ZmIPyg/TwiWcIW3fjI/AAAAAAAACTI/iLxqkp9IoJU/s1600/bebe.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/-N6wf-ZmIPyg/TwiWcIW3fjI/AAAAAAAACTI/iLxqkp9IoJU/s320/bebe.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como o bebê, que havia nascido sem pálpebras, é de familia religiosa, era importante respeitar a tradição.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em entrevista à BBC Brasil, Milstein explicou que a pele do prepúcio tem textura e espessura 'idênticas' à pele das pálpebras e que ambas são as peles mais finas do corpo humano.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'A pele do prepúcio também é altamente adequada para esse tipo de operação, pois cresce de forma compatível ao crescimento do corpo', acrescentou o cirurgião.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O bebê, cujo nome não foi divulgado, nasceu no hospital Kaplan há cerca de 5 semanas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Ideia inédita&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ausência de pálpebras, considerada um defeito raro, faz com que seja impossível fechar os olhos, provocando o ressecamento da córnea, que por sua vez leva à cegueira.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Milstein diz que, inicialmente, considerou a possibilidade de enxertar pele retirada da região que fica atrás das orelhas - técnica geralmente utilizada em casos semelhantes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No entanto, o bebê também apresentou um problema na região do nariz e pode vir a necessitar daquela porção de pele e de cartilagem para uma cirurgia futura.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por isso, o médico tomou a decisão inédita de utilizar a pele do prepúcio do próprio bebê, que seria retirada na circuncisão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Milstein disse que consultou a literatura médica e encontrou apenas um precedente de utilização da pele do prepúcio para uma operação na região dos olhos, que ocorreu no Egito, há vários anos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Egito, que é um país muçulmano, a circuncisão também é praticada, mas, de acordo com a tradição islâmica, a intervenção pode ser feita até os 10 anos de idade.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois da operação, os olhos do bebê israelense ficaram fechados por três semanas. Após a retirada dos curativos, a equipe médica constatou que o bebê enxerga normalmente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O médico afirmou que o sucesso da operação demonstra que a pele do prepúcio pode ser utilizada amplamente na área da cirurgia plástica, 'inclusive em casos de homens adultos'.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Segundo Milstein, a manutenção do prepúcio 'não é necessária' e em casos de ferimento, essa pele pode ser utilizada para cobrir áreas danificadas no corpo do próprio paciente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;'Devemos ter a mente aberta para ideias novas', disse.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-8347112558179245948?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/um-exemplo-de-inovacao-pele-tirada-em.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-N6wf-ZmIPyg/TwiWcIW3fjI/AAAAAAAACTI/iLxqkp9IoJU/s72-c/bebe.jpg" height="72" width="72" /></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-1643505243556420446</guid><pubDate>Thu, 05 Jan 2012 11:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-05T09:20:59.539-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Liderança</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Recursos Humanos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Autores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão de Carreira</category><title>EXECUTIVOS E O PRAZO DE VALIDADE</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Eliana Dutra &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma questão está tomando conta do mercado, as pessoas estão dizendo que os executivos têm prazo de validade, mas como é que isto acontece? Gente tem prazo de validade igual a iogurte? Vamos ver como isto ocorre. O executivo é contratado pela organização ou é promovido e rapidamente diagnostica as lacunas e oportunidades. Baseando-se em seus talentos, suas competências e experiências anteriores ele cria estratégias para o crescimento da organização aproveitando as oportunidades e planos que resolvam os problemas. Depois vem a execução, nem todos conseguem sucesso nesta fase e ficam com o prazo vencido antes mesmo de tê-lo estabelecido. Mas considerando que sejam competentes na execução, conseguindo chegar ao topo em cinco ou dez anos, este se torna o momento crítico na carreira dos executivos. Como declarou um presidente que recentemente se demitiu: "Uma vez no alto me pergunto: há mais alguma coisa que eu possa fazer aqui? Não? Então, tchau". Este inteligente executivo, quando vê que seu prazo de validade vai vencer , se despede. Mas porque ele não vê mais nada para fazer ali? - &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Três possíveis porquês: Primeiro, ele chegou àquela posição por causa de uma determinada estratégia de sucesso, esta tem a tendência a se tornar um hábito e mudar a estratégia pode ser desconfortável, já que mudar um hábito sempre o é. Então ele acha mais fácil mudar de empresa e começar tudo de novo. Segundo, ele não consegue mais ver oportunidades e lacunas porque foi ele que construiu aquela empresa do jeito que ela está. O ditado já diz, é fácil ser engenheiro de obra feita. Certo, muito mais difícil é criticar a própria obra. Para não ter que assumir que sua obra não é perfeita (não estou falando de pequenos ajustes, mas de uma mudança realmente estratégica) ele entra em estado de negação e não vê o que mais se poderia fazer ali. Outro executivo, como não está "preso à obra realizada" consegue ver o que ele não vê. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Terceiro, ele percebe a necessidade de mudança, mas percebe também que não tem a competência para realizá-la e não sabe como aprendê-la. Por exemplo, a organização esta num estágio em que o crescimento depende de fusões e aquisições, como ele nunca fez isto, não sabe nem por onde começar e algumas vezes tem medo de começar e falhar. Resumindo, o prazo de validade se estabelece ou porque ele precisa mudar de estratégias e não quer, pois já fez o que sabe e tem dificuldade em aprender truques novos, ou porque ele precisa mudar de ponto de vista, de perspectiva, para descobrir uma "virada" na própria obra e não quer, então não sabe o que mais tem que aprender. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou ainda porque ele sabe que não sabe, mas tem medo ou não tem talento para aprender aquilo. Em todos estes casos o coaching pode apoiá-lo para que ele se reinvente sem ter a necessidade de arranjar um novo emprego. Preferencialmente é melhor que o coach escolhido nunca tenha sido presidente de uma empresa, pois um ex-presidente ficará tentado a ensinar a sua estratégia de sucesso - muitas vezes já ultrapassada - como a melhor, em vez de apoiar o atual presidente para que este descubra como usar seus talentos de forma ainda melhor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, existem pelo menos duas outras razões para ter o prazo de validade vencido, onde o coach pouco pode ajudar. São elas: a organização tem como política a troca de posto periódica de todo executivo bem sucedido para evitar acomodação e isto exigiria dele uma mudança que não deseja. A segunda é o executivo que tem tido tanto sucesso que se convenceu que pode tudo e para de ter uma habilidade. Nestas situações ele está como o sapo na panela. A água vai ficando quente e ele não o nota até que a fervura o queima. Neste caso o coach pouco pode fazer, pois em geral quando é chamado já é tarde demais. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;__________________________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;Eliana Dutra é vice - diretora executiva da Pro-Fit &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-1643505243556420446?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/executivos-e-o-prazo-de-validade.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-1885650482527177889</guid><pubDate>Wed, 04 Jan 2012 14:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-04T12:17:46.457-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Outros Autores</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sustentabilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gestão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Economia</category><title>SAIBA COMO PLANEJAR E ESTABELECER METAS FINANCEIRAS PARA 2012</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: white;"&gt;-&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;b&gt;MARCIA DESSEN - FOLHA DE SÃO PAULO 02/01/2012&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Todo começo de ano a história se repete. Pensamos nas coisas que fizemos, nas que queríamos ter feito mas não deu tempo, não deu certo, não deu vontade. E uma nova lista de intenções é preparada, com a convicção de que desta vez vai ser diferente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Parar de fumar, fazer exercícios regularmente, levar a dieta a sério são alguns exemplos das metas que muitos de nós estabelecemos a cada virada de ano, aproveitando essa contagem do tempo que se reinicia para começar ou recomeçar tudo outra vez.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se você ainda não encara suas finanças pessoais como uma meta relevante, proponho incluir alguns objetivos financeiros na lista das boas intenções para o Ano-Novo. Quando estamos em paz com nossas finanças, novos e velhos projetos podem se realizar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Porém, mais importante do que planejar é colocar o plano em prática, fazer acontecer. Garanta que você terá o que celebrar daqui a 12 meses e que várias das metas estabelecidas serão atingidas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para que elas não fiquem apenas no papel ou na sua cabeça, adote a mesma técnica que uma boa parte das empresas adota para definir estratégia e plano de ação de cada exercício.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Smart é uma sigla muito conhecida e utilizada em gerenciamento de projetos. Significa inteligente, esperto, e é formada por palavras da língua inglesa: Specific, Measurable, Attainable, Relevant e Timely, que podemos traduzir livremente como, "Especifica", "Mensurável", "Atingível", "Relevante" e "No Tempo Certo".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;ESPECÍFICA&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma meta específica deve ter foco e estabelecer com clareza o que se pretende e como será atingida. Deve proporcionar o fácil entendimento de todas as pessoas envolvidas no projeto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em vez de dizer "reduzir dívidas", uma meta específica diria "quitar em cinco meses o saldo devedor de R$ 2.000 do cartão de crédito XYZ".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Essa meta não estará completa se não definir como será atingida e de onde virá o dinheiro para quitar a dívida do cartão de crédito.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um exemplo de como a meta pode ser complementada seria "o cartão não será mais utilizado a partir de janeiro; a amortização da dívida será gradual, de R$ 500 por mês, no período de janeiro a maio, e o dinheiro virá da redução das despesas com restaurantes e com supérfluos".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;MENSURÁVEL&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É necessário definir uma maneira de medir o progresso em relação ao cumprimento de cada meta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se for possível observar o avanço em relação ao que se deseja atingir, você encontrará motivação para continuar e atingir a meta proposta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exemplo: "Comprar um computador que custa R$ 2.300. Para acumular esse capital, vamos depositar R$ 377 mensais na poupança, com juros líquidos estimados de 0,65% ao mês durante seis meses, de março a setembro".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Assim, será possível ver quanto do capital necessário está disponível e quanto falta para atingir a meta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;ATINGÍVEL&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma meta atingível representa alguma coisa que você deseja e é capaz de alcançar. Estabeleça metas elevadas, desafiadoras, porém possíveis de serem cumpridas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembre-se de que seu planejamento estabelece mais de uma meta e que uma concorre com as outras. E não esqueça de obter a concordância de todas as pessoas envolvidas em relação ao objetivo proposto.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Exemplo: "Aumentar a capacidade de poupança da família para 20% da renda mensal, a partir de fevereiro".&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para alcançar a meta, decidam em conjunto e contratem o compromisso de todos em relação a que despesas serão reduzidas ou cortadas de forma a criar o excedente de caixa que se deseja acumular.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;RELEVANTE&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estabeleça metas que tenham significado para você e para as pessoas que o cercam. Se a meta for realmente importante, vocês terão motivação, força, habilidade e capacidade financeira para alcançá-la.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;É provável que você descubra que as metas mais difíceis são mais facilmente atingíveis dos que as fáceis. O que te move em direção a ela é o significado, o valor, a importância dela na sua vida.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se uma nova renda não estiver disponível para alcançar o objetivo, será necessário fazer cortes no seu orçamento atual. A ideia é que o corte seja feito em itens que, embora desejáveis, não são necessários.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Analise seu orçamento atual e verifique que itens oferecem possibilidade de redução. Deve haver alguma coisa, ou mais de uma, da qual podemos abrir mão por algum tempo -ou para sempre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;TEMPO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Defina em quanto tempo a meta deve ser atingida para que ela tenha o sentido de urgência. Estabeleça data para início e término para cada objetivo -assim você se programa mental e operacionalmente para trabalhar em direção a ele. Nem muito, nem tão pouco -o suficiente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lembre-se de que a meta deve ser atingível. Não adianta definir uma meta de acumular R$ 100 mil em dois anos se sua renda mensal for de R$ 5.000.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Se sua capacidade de poupança for de 30% da sua renda (R$ 1.500 por mês) e supondo uma rentabilidade líquida mensal de 0,65%, o montante de R$ 100 mil será atingido em aproximadamente quatro anos e meio (56 meses).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Espero ter inspirado você a planejar 2012 financeiramente. Faça um registro formal das suas metas e compartilhe com quem mais estiver envolvido.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;DICAS QUE VALEM DINHEIRO&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;1 Estabeleça metas que sejam muito importantes para você e para sua família. É meio caminho andado para a conquista dos objetivos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;2 Escreva suas metas, coloque seu plano no papel. E avalie periodicamente para acompanhar seu progresso. Faça eventuais ajustes ao longo do tempo para aprimorar o planejamento e sua execução.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;3 Pense grande. O esforço não será pequeno; então, tem de valer a pena. Estabeleça metas alinhadas com os seus valores e seus sonhos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Desejo que a motivação seja grande para fazer acontecer. Feliz Ano-Novo!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;____________________________&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;MARCIA DESSEN, certified financial planner, é sócia e diretora-executiva do BMI Brazilian Management Institute, professora convidada da Fundação Dom Cabral e cofundadora do Instituto Brasileiro de Certificação de Profissionais Financeiros.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-1885650482527177889?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2012/01/saiba-como-planejar-e-estabelecer-metas.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6083315577212374793.post-3326750033716569449</guid><pubDate>Mon, 26 Dec 2011 11:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-26T09:55:47.783-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Assuntos diversos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Votos</category><title>PLANOS PARA 2012? PERSPECTIVAS? SÓ NÃO ESQUEÇA O INGREDIENTE PRINCIPAL</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;ABRAHAM SHAPIRO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;         &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Caixa de Pandora” é uma figura bastante usada. Mas poucos a conhecem. Em grego, Pandora significa ‘aquela que tudo dá’, ou ‘a que tudo possui´. Segundo a mitologia, este foi o nome dado à primeira mulher, criada por Zeus, como forma de castigo ao homem por este ter roubado o poderoso segredo do fogo - que deveria ser exclusivo do "deus dos deuses". &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6KSJYybPIPc/Tvhd8RC9-jI/AAAAAAAACSs/yiIAk7_t2RI/s1600/John_William_Waterhouse_-_Pandora.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-6KSJYybPIPc/Tvhd8RC9-jI/AAAAAAAACSs/yiIAk7_t2RI/s320/John_William_Waterhouse_-_Pandora.jpg" width="181" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Pandora - obra de&amp;nbsp;John William Waterhouse&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Contam que Pandora era dotada de graça, beleza, persuasão, inteligência, paciência, meiguice, habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Mas Pandora era também curiosa. E a lenda, preconceituosamente talvez, acrescenta que as sementes da traição e da mentira foram lançadas em seu coração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o primeiro homem que viu Pandora, tomou-a de imediato como esposa para si. Ele tinha em seu poder uma caixa mística que conservava em seu interior todos os males ainda desconhecidos sobre a face da Terra. Mesmo tendo advertido à mulher que não a abrisse, ela acedeu à atração de seus sentidos e, desgraçadamente, a abriu. No  instante em que o fez, um vórtice medonho de males – mentira, doenças, inveja, pragas, vingança, guerra, ódio, morte e outros – saíram de dentro da caixa de modo tão assustador que, acometida por terrível medo, Pandora teve o ímpeto de fechar a tampa antes que o último item saísse do seu interior. Qual era este derradeiro mal? Era o poder de destruir a esperança. Dali por diante, os homens passaram a ser  afligidos por todos os males que se conhecem.  Mas, observe você, é desde os tempos de Pandora o conhecimento, crença ou intuição de que “a esperança é a última que morre”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não  existe, absolutamente, poder externo que destrua a esperança do homem. Exceto ele mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao findar de um novo ciclo, todos estamos frente à oportunidade de reiniciar, de  recontextualizar, reengenhar ou de inaugurar novas áreas e situações da vida. Falar de esperança não é só oportuno, mas imprescindível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenhamos esperança! Junto dela, tenhamos também o desejo de superar todo mal. Podemos investir esforços em fazer tudo de novo, mas desta vez melhor. Perfeito não dá. Mas diante da possibilidade perniciosa de estagnar ou piorar, nossa escolha deve ser em favor do desenvolvimento e do progresso do bem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A esperança não é só a última que morre. A esperança vive eternamente. Fé, planos positivos,  projetos de reconstrução ou retomada, e principalmente quando pomos tudo isto em prática com obstinação, fazem de nossa esperança a força motriz da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seja lá porquê você esteja lutando ou o que pretende fazer, tenha esperança de que atingirá esta meta. Pense em coisas boas. Faça coisas boas. Mantenha a esperança viva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Feliz Ano Novo!&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;______________________&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #cc0000;"&gt;&lt;span style="font-size: 85%;"&gt;Abraham Shapiro é consultor e coach de líderes. Sua filosofia de trabalho, em uma só palavra, é: simplicidade. Contatos: shapiro@shapiro.com.br ou  (43) 8814 1473&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Se você deseja conhecer nosso trabalho de perto, acesse nosso site: http://www.shapiro.com.br&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6083315577212374793-3326750033716569449?l=www.profissaoatitude.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://www.profissaoatitude.com.br/2011/12/planos-para-2012-perspectivas-so-nao.html</link><author>noreply@blogger.com (blog Profissão Atitude)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-6KSJYybPIPc/Tvhd8RC9-jI/AAAAAAAACSs/yiIAk7_t2RI/s72-c/John_William_Waterhouse_-_Pandora.jpg" height="72" width="72" /></item></channel></rss>

