<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220</id><updated>2024-10-08T22:28:25.536-03:00</updated><category term="conflitos; irmãos;"/><title type='text'>Blog da Psicóloga Deise Barreto</title><subtitle type='html'>Seja bem-vindo!!!&#xa;</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>119</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-1348004407562234363</id><published>2015-04-23T14:23:00.004-03:00</published><updated>2015-04-23T14:23:44.603-03:00</updated><title type='text'>Tempo Fitness</title><content type='html'>Venho observando que tem crescido consideravelmente o número de blogueiras fitness e de pessoas famosas com milhares de seguidores em suas redes sociais, onde publicam vídeos e fotos da alimentação (dietas) e atividades físicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tempo de alimentação errada, uso de alimentos práticos, mas pobres em nutrientes, aumento das taxas de colesterol, triglicérides, glicose em crianças, jovens, ou seja, qualquer idade. É. Foi o tempo que somente os adultos da melhor idade sofriam com esses problemas de saúde... À modernidade com toda loucura da falta de tempo que muitos vivenciam, com os inúmeros delivery de fast food, alimentos congelados e ricos em sódio que o supermercado nos oferece, sedentarismo e stress, a sociedade adoece. &lt;br /&gt;
Logo, que bom que há tantos blogs e famosos  propagando uma vida saudável, regrada e fitness.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, o que me preocupa é como a mídia pode ser manipuladora, e como as pessoas podem deturpar o real sentido da reeducação alimentar, das atividades físicas que trazem inúmeros benefícios aos seus adeptos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Percebo que as blogueiras fitness, nem todas têm o conhecimento das nutricionistas. E parece que estamos vivendo a era do &quot;pseudo-anoréxico&quot;. A mensagem implícita. A beleza deturpada. Foco: Eliminar a gordura, obter massa magra, definir abdômen, e secar, secar literalmente vendo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouço de mulheres magras que elas precisam emagrecer. Não estou me referindo a falsa magra não. Homens e mulheres que vivem a base de batata doce e clara de ovo. Imagina o resultado (rsrsrs), brincadeiras à parte. Temo o excesso dessa juventude fitness.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já escrevi anteriormente sobre vaidade e o transtorno dismórfico corporal, mais conhecido como dismorfofobia, se caracteriza por defeitos mínimos que as pessoas encontram em sua face ou no corpo, ou seja, uma percepção distorcida da imagem corporal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ansiedade leva muitas pessoas a comerem compulsivamente acarretando obesidade e diversas doenças, como também leva atualmente muitas pessoas ao excesso de atividades físicas e dietas pobres de nutrientes, da falta de acompanhamento de um bom profissional nutricionista, endocrinologista e em muitos casos de um bom psicólogo que vai tratar dessa ansiedade e compulsão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou a favor da reeducação alimentar, da alimentação saudável e das atividades físicas, pois os benefícios são inúmeros. Sedentarismo, sobre peso, uso de álcool e tabagismo afetam a qualidade de vida, e com o stress em todos os campos dessa vida moderna muitos acabam envelhecendo com a saúde precária. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, cair na ideia de que por beleza, por estética vale qualquer sacrifício, pode estar criando mais problemas no âmbito psicológico, fisiológico e biológico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensem nisso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Psicóloga Deise Barreto</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/1348004407562234363/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/tempo-fitness.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1348004407562234363'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1348004407562234363'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/tempo-fitness.html' title='Tempo Fitness'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-3287122590975445151</id><published>2015-04-16T22:31:00.000-03:00</published><updated>2015-04-16T22:31:25.057-03:00</updated><title type='text'>Imediatismo</title><content type='html'>A sociedade está carente por imediatismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer emagrecer, encontrar um grande amor, juntar um montante, comprar isso, aquilo, fazer a viagem dos sonhos... Para ontem!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Independente de qual objetivo que almeja alcançar, há a pressa!&lt;br /&gt;
As pessoas vivenciam uma pressa absurda.&lt;br /&gt;
Quer e quer agora. A ansiedade em esperar chega a adoecer o indivíduo que após decidir &quot;querer&quot; precisa sentir o prazer do conquistado, muitas vezes de imediato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós humanos tendemos a viver insatisfeitos. Após uma conquista vem logo outra pegando carona e nos motivando a desejar mais.&lt;br /&gt;
Não vejo mal algum nessa atitude. Para mim triste é e pode tornar doentio o fato de o indivíduo viver sem pulsão de vida, sem entusiasmo, vontades e desejos.&lt;br /&gt;
É preciso querer e fazer por onde obter a satisfação do desejo. Mas no imediatismo complica!&lt;br /&gt;
Ansiedade gera angústia, angústia não trabalhada, não elaborada se transforma em doenças.&lt;br /&gt;
Se até ontem você comia como se o mundo fosse acabar, não adianta fazer a matrícula na academia, dar início à pratica de esportes, começar uma reeducação alimentar e depois de um mês ficar frustrado diante do espelho porque ainda não está com o corpo dos sonhos...&lt;br /&gt;
Da mesma forma que se você nunca poupou qualquer valor e começa gradativamente a guardar um percentual do seu salário na poupança, não será em três meses que tudo estará diferente...&lt;br /&gt;
Quer encontrar alguém, viver um novo relacionamento, mas não se permite sair, conhecer pessoas, olhar e deixar ser olhado...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para cada objetivo e desejo é preciso o querer e discernir em como conquistar, realizar o ensejo. E então batalhar em prol, mas sabendo esperar, não atropelando o passo a passo, a mudança de hábitos...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembre-se imediatismo e ansiedade tem uma linha bem tênue. Mas para a ansiedade há tratamento, que bom!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Psicóloga Deise Barreto&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/3287122590975445151/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/imediatismo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3287122590975445151'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3287122590975445151'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/imediatismo.html' title='Imediatismo'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-7607585711084948566</id><published>2015-04-16T22:29:00.003-03:00</published><updated>2015-04-16T22:29:44.482-03:00</updated><title type='text'>Sem filhos por opção</title><content type='html'>Tudo que foge ao padrão estabelecido pela sociedade causa estranheza.&lt;br /&gt;
Tanto é que um jovem casal sempre vai ser questionado: Quando vêm os filhos?&lt;br /&gt;
Isso mesmo a pergunta geralmente é feita no plural.&lt;br /&gt;
Mas se a resposta for: Não queremos filhos! Não teremos filhos!&lt;br /&gt;
Vem o olhar de surpresa com perguntas ou argumentos com intuito de fazê-los mudarem de ideia!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vocês não podem?! Adota!&lt;br /&gt;
- Ah, já sei, não quer estragar o corpo, adota! Tantas crianças esperam por um lar cheio de amor...&lt;br /&gt;
- Vocês vão se arrepender quando ficarem velhos! Quem vai cuidar de vocês?&lt;br /&gt;
- Não acredito! Você amam crianças! Um lar sem crianças não tem alegria!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A sociedade cobra constantemente das pessoas que entrem nas estatísticas e falta compreensão por parte de uma maioria quando alguém foge à regra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se um casal em comum acordo opta por não ter filho, não quer biológico, nem adotado. Uma mulher que não tem o desejo de ser mãe não o terá porque está pensando no corpo, pois a maioria sabe que a gravidez não lhe trará prejuízos para o físico, exceto se houver um descuido que pode acarretar danos se tornando ou não mãe. Filhos também não é garantia de ter cuidadores na velhice, filhos são para o mundo, e sendo criados num lar com amor terá melhor base para viver com autonomia na vida adulta, e apesar dos laços afetivos terão vida própria que nem sempre será perto dos pais. E quanto a amar crianças, o fato de não querer filhos, nada tem a ver com falta de sentimentos. São escolhas!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O casal... Podem ser pessoas muito afetuosas, mas não veem espaço na vida deles para crianças, curtem os filhos dos familiares, amigos, levam para passear, brincam, dão amor, mas não querem esse tipo de responsabilidade para eles, prezam pela liberdade, individualidade entre outras coisas. Cada casal terá sua opinião frente à escolha de não terem filhos e cabe a sociedade respeitar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças precisam de lares e pais dispostos a recebê-los com amor, maturidade, dedicar tempo com qualidade, preparar indivíduos para o mundo, administrar tempo, adequar rotina, carreira para que o filho possa ser amado, criado e educado pelos pais, não por terceiros durante 24h.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente é comum dentro e fora do consultório lidar com pessoas em conflitos, pois sentem a pressão da sociedade com cobranças, o relógio biológico lembrando e a dúvida, quero ter um filho ou preciso ter um filho?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existe uma grande diferença entre querer ser mãe e pai porque desejam construir uma família, preparar um pequeno ser para o mundo, poder viver um amor incondicional mesmo sabendo que muitas coisas mudarão após a chegada de um filho, mas estarem dispostos a enfrentarem todas mudanças e se adaptarem às mesmas ou ter um filho porque a família cobra, porque os amigos todos são pais ou estão se tornando, o assunto entre a turma é somente este, porque faz parte dos ciclos, e terão avós apaixonados para cuidarem, e terceirizar a criação não será problema.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ter um filho é uma decisão muito séria. Quem não quer pontua todas as vantagens e quem quer ou tem também descrevem as renúncias e os ganhos, sobretudo o amor incondicional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O importante e fundamental é a decisão independente de qual, partir do comum acordo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o casamento não está bem, serão filhos que vão melhorar o quadro?&lt;br /&gt;
Filhos também não é garantia de casamento feliz e duradouro.&lt;br /&gt;
Muitos conflitos e conteúdos íntimos não elaborados precisam ser tratados antes de ter um pequeno ser dependente de ti. Porque o emocional em muito influenciará na constituição do sujeito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A atualidade com toda modernidade nos permite obter esclarecimentos sobre tudo e o respeito pelo próximo é fundamental, portanto a sociedade hoje é construída com personalidades distintas, e os sem filhos por opção também são felizes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você? É feliz com a sua escolha?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se a resposta é sim. Que bom!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se for não ou há conflitos sobre as escolhas que precisam ser feitas. Que tal buscar ajuda!?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Psicóloga Deise Barreto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
#consulteumpsicólogo&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/7607585711084948566/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/sem-filhos-por-opcao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/7607585711084948566'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/7607585711084948566'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/sem-filhos-por-opcao.html' title='Sem filhos por opção'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-1365076306035817957</id><published>2015-04-16T22:03:00.001-03:00</published><updated>2015-04-16T22:03:09.923-03:00</updated><title type='text'>Por que psicólogo não pode atender parentes e amigos?</title><content type='html'>Vamos refletir:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já ouvi de amigas: Você deveria me atender, confio em você e será mais fácil! Não vou confiar em outro psicólogo.&lt;br /&gt;
Ledo engano!&lt;br /&gt;
Eu não atendo meus parentes, nem meus amigos e nem familiares diretos de pacientes (mãe, pai, esposa (o), namorada (o), irmã(o), caso o paciente esteja em tratamento).&lt;br /&gt;
Por que?!&lt;br /&gt;
Eu até poderia separar as coisas, mas e o paciente?&lt;br /&gt;
No setting terapêutico o paciente irá desnudar a alma, sem a preocupação de ser julgado, criticado ou rotulado. Está ali para ser compreendido, para tratar a percepção e elaborar traumas!&lt;br /&gt;
Quem não tem algo tão íntimo que não expõe a ninguém?&lt;br /&gt;
Mas na psicoterapia com vínculo estabelecido acaba falando... E tem que falar! Se não confiar no psicólogo e se não rolar vínculo, não flui...&lt;br /&gt;
Agora vamos supor atender um amigo. Vem meu amigo que está com problemas com o casamento... Por mais ética, profissional que eu seja, ele vai falar tudo que o angustia e depois me verá no churrasco do fim de semana bebendo com a esposa dele naturalmente?&lt;br /&gt;
Ou se eu atender a minha cunhada... Ela vai expor o esposo, a sogra para mim tranquilamente?&lt;br /&gt;
Atender o filho da minha amiga e na sessão de orientação a ela, ela vai separar a Deise amiga, da Deise psicóloga?&lt;br /&gt;
Uma coisa... Sou eu Deise amiga ou parente que ouve, que dá opinião quando pedido ou orienta, tira dúvidas em algo que compete a minha profissão... Outra coisa é a Deise dentro do consultório. Minha relação com os pacientes é profissional, não somos amigos! Sofro junto, vivo relações de trocas, aprendo e ensino, sou humana, sou sensível, ouço com coração, vibro junto, torço e aprendo a amar cada ser que vem de encontro a mim tratar de seus conflitos!&lt;br /&gt;
Mas não falo sobre a minha vida! Não saio junto, não vou a casamento, aniversário ou qualquer outro evento!&lt;br /&gt;
Essa distância é importante! A projeção, a transferência e a contratransferencia fazem parte do tratamento.&lt;br /&gt;
Não posso me contaminar... Como vou atender o namorado da minha paciente ou a irmã separadamente?&lt;br /&gt;
Eu sei lidar!&lt;br /&gt;
Mas ela saberá?&lt;br /&gt;
Fácil... Falar sim!&lt;br /&gt;
Mas depois a situação muda.&lt;br /&gt;
Reflita a respeito.&lt;br /&gt;
Nós psicólogos, não vivemos analisando tudo e todos! Temos vida gente!!! rs&lt;br /&gt;
Mas confesso que temos um olhar diferenciado, é claro!&lt;br /&gt;
Faço uma leitura frente ao que vejo em família ou com amigos, percebo muitas coisas... Mas, não me cabe tratar isso. Ajudamos quem quer ser ajudado!&lt;br /&gt;
Se tenho alguém próximo em sofrimento, e o mesmo me pede ajuda, faço pensar, oriento, mas não o trato como paciente, indico um colega.&lt;br /&gt;
Muitos pedem ajuda, mas se sentem envergonhados depois... Complexo.&lt;br /&gt;
Posso ajudá-los ou irei criar mais angústias na vida desses indivíduos se além de parente, amiga me tornar a psicóloga deles???&lt;br /&gt;
Não dá para ser bom no que faz visando o financeiro. Perde-se muitos pacientes. Mas a ética e o sucesso do bom trabalho em primeiro lugar!&lt;br /&gt;
Agora quando se trata de cidades pequenas, o psicólogo não vai atender ninguém???&lt;br /&gt;
Se não tem vínculo, atende!&lt;br /&gt;
Ou todos são amigos???&lt;br /&gt;
Eu não teria a cidade toda frequentando minha casa se fosse o caso.&lt;br /&gt;
Posso atender a minha vizinha. Moramos no mesmo condomínio, mas não temos vínculo, apenas, bom dia, boa noite.&lt;br /&gt;
Mas se ela mentir que não irá comparecer a sessão porque está doente e depois eu encontrá-la no estacionamento chegando com sacolas do shopping, quem ficará sem graça?&lt;br /&gt;
Ok ok... Trabalharemos sobre isso na próxima sessão rs&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensem nisso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Psicóloga Deise Barreto</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/1365076306035817957/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/por-que-psicologo-nao-pode-atender.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1365076306035817957'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1365076306035817957'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/por-que-psicologo-nao-pode-atender.html' title='Por que psicólogo não pode atender parentes e amigos?'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-163857378527918511</id><published>2015-04-16T21:52:00.001-03:00</published><updated>2015-04-16T21:52:30.905-03:00</updated><title type='text'>Refletindo sobre limites e permissividade</title><content type='html'>Durante a nossa vida adulta e independente de que área da mesma, nem sempre ouvimos somente o sim que desejamos.&lt;br /&gt;
Por que então acreditar que as crianças não podem ouvir não?&lt;br /&gt;
Crianças desde muito pequenas podem e devem ouvir o não.&lt;br /&gt;
Primeiro porque crianças precisam de limites e segundo porque o mundo não irá satisfazer todos os desejos delas, o não acabará sendo natural, seja na escola, no trabalho etc.&lt;br /&gt;
Uma criança que não ouve em casa o NÃO, que desde cedo não sabe respeitar as regras e os limites impostos pelos cuidadores, crescem com a falsa ideia de que podem tudo, e ao se deparar com os nãos da vida viverá a frustração, podendo então desencadear uma postura de delinquência...&lt;br /&gt;
A permissividade dos pais acaba ganhando uma conotação negativa.&lt;br /&gt;
Para impor limites não é necessário agressividade, é possível dar limites com amor, a criança precisa ser muito amada, e desde o início os pais entenderem que com a chegada do bebê o mesmo precisa se adaptar a casa, aos pais e às regras. Não o contrário.&lt;br /&gt;
Um bebê não tem discernimento, mas percebe tudo e com o passar dos meses entende e se constitui de acordo com a maternagem oferecida.&lt;br /&gt;
Ele é totalmente dependente e são os pais, principalmente a mãe quem irá apresentar o mundo a este pequeno ser. &lt;br /&gt;
Se a mãe ou pai só ensina gritando é outro problema! Os filhos são reflexos dos modelos que são os pais.&lt;br /&gt;
Por exemplo: Hoje eu estava em uma sala de espera de um hospital e lá tinha um pequeno espaço com brinquedos para entretenimento das crianças. Duas crianças, de três e quatro anos foram brincar... O menino, menor, simplesmente começou com muita agressividade jogar todos os brinquedos como se quisesse destruí-los, a irmã queria brincar e então começaram a brigar, gritavam muito alto, jogavam os brinquedos, choravam e gritavam ao mesmo tempo. Era um escândalo. Crianças saudáveis gritam mesmo, brigam, mas ali estava fora do normal. A mãe presenciava tudo, mexia no celular e às vezes, dizia alto quase gritando: &quot;Para de gritar, fulana* deixa o seu irmão brincar sozinho...&quot;&lt;br /&gt;
Só chamava a atenção de um.&lt;br /&gt;
Fiquei observando por uns cinco minutos.&lt;br /&gt;
A mãe percebeu que todos olhavam e quando a chefe da recepção foi até lá porque a gritaria estava chamando muito a atenção de todo o espaço, a mãe falou:&lt;br /&gt;
&quot;Ai eles gritam muito&quot;! Sorrindo.&lt;br /&gt;
Fiquei a me perguntar:&lt;br /&gt;
Gritam muito por que só dessa forma chamam a atenção da mãe?&lt;br /&gt;
Gritam muito por que não estão acostumados a ouvir nãos e desconhecem limites?&lt;br /&gt;
Gritam muito por que em casa convivem com adultos que só resolvem as coisas nos gritos?&lt;br /&gt;
Sabe, o mundo anda tão violento, tantas coisas acontecendo, crise disso, crise daquilo... &lt;br /&gt;
Se cada um fizer sua parte, se dentro de cada lar as crianças encontrarem respeito, amor, harmonia a tendência é se tornarem cidadãos de bem que verão e viverão nas ruas a continuação do que vivem em casa.&lt;br /&gt;
Pais querem brigar, discutir um assunto, o faça no quarto distante dos filhos. Não permitam que eles cresçam presenciando brigas e gritarias.&lt;br /&gt;
Não se consegue impor limites com agressividade.Com amor dói menos e é melhor digerido.&lt;br /&gt;
Paciência após um dia estressante é difícil, mas procura se policiar. Crianças são crianças.&lt;br /&gt;
O que acontece dentro de um lar fixa na mente dos pequenos, acarretam traumas!&lt;br /&gt;
Ouvi de uma menina de dez anos recentemente que quer ser aventureira quando crescer, conhecer o mundo e não casar, muito menos ser mãe.&lt;br /&gt;
Perguntei por que?&lt;br /&gt;
Ela respondeu que casamento causa tristeza, brigas e quem mais sofre com isso são os filhos.&lt;br /&gt;
Que triste visão essa menina carrega, pois vive em um lar com muitas brigas, gritarias, ciúmes...&lt;br /&gt;
Como fala uma frase conhecida que desconheço a autoria: ... Todos querem um mundo melhor para os filhos, que tal deixar filhos melhores para o mundo?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por Psicóloga Deise Barreto</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/163857378527918511/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/refletindo-sobre-limites-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/163857378527918511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/163857378527918511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/04/refletindo-sobre-limites-e.html' title='Refletindo sobre limites e permissividade'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-1279682057214359822</id><published>2015-01-09T19:21:00.001-02:00</published><updated>2015-01-09T19:27:46.782-02:00</updated><title type='text'>Vamos brincar?!</title><content type='html'>Vamos brincar?!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Brincar com os filhos estimula a criatividade e estreita os laços&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos surpreendemos com a inteligência das crianças com pouca idade. Quem não se encanta ao chegar a casa de um amigo ou parente e ver aquele “menininho”, ligando o home theater e colocando o DVD de desenho favorito? Ou com a habilidade do filho pequeno ao manusear o tablet com mais facilidade do que muitos adultos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos pais admiram e estimulam os filhos, presenteando-os com tudo o que há de tecnologia, porém essa atitude contribui para que as crianças ocupem seu tempo apenas com jogos e interação virtual, que se não for bem dosado faz-se perder o brincar criativo, a interação com outras crianças e entre pais e filhos. Colaborando também para um desenvolvimento introspectivo e uma infância solitária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A infância é a fase onde o indivíduo acumula vivências e experiências, que lhe servirão de base para a construção da sua subjetividade. A importância do brincar e de criar para a criança é fundamental para o seu desenvolvimento, na construção da identidade pessoal, o  brincar sozinho, com amiguinhos e também com os pais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sabemos que não é fácil após um longo dia de trabalho, muitas vezes regado a estresse, ter disposição para brincar com o(s) filho(s). Mas é de extrema importância se organizar e despender, nem que sejam vinte ou trinta minutos do seu tempo para brincar com eles. Em meio a brincadeiras pode questionar como foi o dia dele, seja na escola ou com a babá  e entrar na brincadeira, estimulando-o, conforme sua capacidade de viver criativamente. Observe como com alguns brinquedos simples, a criança consegue fantasiar e criar uma estória e geralmente, incluem os pais e pedem atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;“A infância é a fase onde o indivíduo acumula vivências e experiências, que lhe servirão de base para a construção da sua subjetividade.”&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sou fã dos brinquedos educativos, de acordo com cada idade, porque despertam a curiosidade da criança, estimulam o desenvolvimento, o raciocínio principalmente, quando na fase dos “por quês”. Alguns pais perdem um pouco a paciência, pois a criança exige muito, fala demais, mas há de compreender que ela está vivendo o momento de descoberta, quer entender muitas coisas e quem melhor do que os pais para ensiná-las? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde bebê a capacidade de criar, imaginar, inventar e produzir um objeto está presente. Logo, ela pode se divertir e brincar sozinha, mas adoram companhia e têm muita energia, o que dificulta acompanhá-las, mas é necessário ceder, participar. Dançar é outra diversão para elas, quando os adultos se permitem dançar e cantar músicas infantis, é festa. Tornam-se crianças novamente e arrancam sorrisos de felicidade dos pequenos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A infância passa rápido, quando percebemos eles já cresceram, desenvolveram outros interesses e aí cabe mais a orientação, a proximidade que essa nova fase requer e que foi construída lá atrás, a base de confiança e amizade, que é fundamental na relação entre pais e filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já dizia Winnicott “O brincar é universal, uma forma básica de viver e é somente no brincar, que o indivíduo pode ser criativo”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, pais estimulem os filhos a brincar! Assim poderão ser mais criativos e isso influenciará no desenvolvimento do adulto, do profissional no futuro e eles serão gratos a vocês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Deise Alves Barreto de Matos, psicóloga clínica e especialista em psicossomática.&lt;b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
E-mail: psicologa.deise@gmail.com &lt;br /&gt;
Facebook: www.facebook.com/psicologadeisebarreto</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/1279682057214359822/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/01/vamos-brincar.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1279682057214359822'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1279682057214359822'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2015/01/vamos-brincar.html' title='Vamos brincar?!'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-3510659712835392439</id><published>2014-08-01T13:19:00.000-03:00</published><updated>2014-08-01T13:19:21.823-03:00</updated><title type='text'>Vovó e Vovô vão morar em casa</title><content type='html'>&lt;i&gt;Como as famílias devem se ajustar a esta nova realidade&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando um ente querido envelhece e ocorre a necessidade da vinda dele para a casa de um familiar, seja irmão, sobrinho, filho ou neto, essa nova realidade acaba alterando a rotina de ambos, do idoso e da família. Como sempre digo: “a mudança é muito temida pelas pessoas que preferem não sair da rotina que acomoda, ou seja, sair da zona de conforto!” Logo, é muito comum  nos depararmos com famílias que têm idosos vivendo na mesma casa, seja por motivos de viuvez, doença entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A velhice chega para todos, embora muitos a temam, regada de sabedoria, pela experiência de vida e discernimento frente a diversas situações da vida. Em alguns casos requer paciência por parte dos cuidadores, normalmente filhos e netos, que ironia, não? Pois, quantas vezes esses idosos de hoje tiveram de exercitar a paciência, a abdicação, a disciplina na educação e criação não só dos filhos, mas também dos netos, décadas antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por mais que haja amor, é comum aos netos se incomodarem com as manias dos avós, os filhos perderem a paciência diante das exigências dos pais ou sogros idosos, esquecendo-se de que nem sempre é fácil aceitar, que depois de tantos anos de independência e luta se aperceberem sobremaneira dependentes de quem quer que seja.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certa vez, atendi uma senhora que se sentia muito solitária após a morte do seu esposo, na ocasião, um dos seus filhos a convidou para morar com ele. Mas ela optou por continuar morando sozinha, dizia que não queria incomodar ninguém, que tinha seus horários e manias e sabia que seu filho, nora e netos também tinham sua rotina, que era totalmente diferente da dela. Mas, ainda assim, ela sentia muita falta das ligações, das visitas, da presença dos filhos e dos netos. Reclamava das reuniões em família, que quando aconteciam, recebia pouca atenção, o dialogo era curto, como se ela não tivesse assunto ou como se a sua opinião não fizesse qualquer diferença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por outro lado, acompanhei um jovem senhor que após um problema de saúde enfrentado pela sogra, levou-a para morar com ele e a família, pois era grato a sogra por tudo que ela havia feito pela família ao longo da vida, e não poderia desampará-la naquele momento. Embora, o comportamento dela, muitas vezes, fosse inconveniente, contribuindo para conflitos entre o casal, que se desentendia, mas que fazia de tudo para mantê-la tranquila.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observando estes exemplos e tantos outros, poderíamos opinar de varias maneiras, mas a realidade não deve ser julgada e sim compreendida, afinal vivenciar a situação é muito mais complexo do que se possa imaginar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os idosos, ao se sentirem improdutivos tendem a preferir a morte a continuar vivendo sem uma razão. Muitos precisam de limites, assim como crianças, nestes casos e em quase todos os outros o diálogo é a base da boa comunicação e da boa convivência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando inserido no lar o idoso precisa também de muito amor, acolhimento, tolerância e a união da família. Não é fácil a mudança de vida para os idosos, da mesma forma que não é fácil para um jovem casal receber um bebê, trata-se de uma nova pessoa em sua intimidade, o que muda a vida da outra e requer adaptação e acima de tudo boa vontade.&lt;br /&gt;
Como citou Sêneca &lt;b&gt;“Nada é menos digno de honra do que um homem idoso que não tenha outra evidência de ter vivido muito exceto a sua idade”.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(Texto elaborado para a revista Bem Mais, ago/2014)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto de Matos, psicóloga clínica e especialista em psicossomática.&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.psi-deisebarreto.blogspot.com.br/&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.facebook.com/psicólogadeisebarreto&quot;&gt;&lt;/a&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/3510659712835392439/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/08/vovo-e-vovo-vao-morar-em-casa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3510659712835392439'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3510659712835392439'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/08/vovo-e-vovo-vao-morar-em-casa.html' title='Vovó e Vovô vão morar em casa'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-2314096966293464789</id><published>2014-06-30T23:16:00.000-03:00</published><updated>2014-06-30T23:16:07.667-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="conflitos; irmãos;"/><title type='text'>Conflitos entre irmãos por Deise Barreto</title><content type='html'>&lt;b&gt;Conflitos entre irmãos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como os pais podem administrar essa questão&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFKy6H3L8HZnyO_Hg7la2uqwCHsF9fYsN8-OhtjfmZZR_lAaNmqMyZhdeDzvyq6C8DwlWVc6GGVmfO_84CFGLC5STYL8gWcGlQcaLQFXqNtCGjx2Tl93_uODRNQWg2oCyrRvY7fjax_m4/s1600/conflitos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFKy6H3L8HZnyO_Hg7la2uqwCHsF9fYsN8-OhtjfmZZR_lAaNmqMyZhdeDzvyq6C8DwlWVc6GGVmfO_84CFGLC5STYL8gWcGlQcaLQFXqNtCGjx2Tl93_uODRNQWg2oCyrRvY7fjax_m4/s200/conflitos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Você provavelmente já se deparou com a frase: “Como pode? Irmãos criados da mesma forma e de temperamentos tão diferentes!”. De fato, na maioria das famílias percebemos irmãos com personalidades distintas. Estranho seria se assim não o fosse... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É compreensível que muitos acreditem que a mesma forma de educação entre irmãos influencie, mas a realidade é que a mãe e o pai vivenciam a maternidade e a paternidade de maneira peculiar a cada gestação. Esse novo ser humano será recebido com uma maternagem adequada ou não para aquele momento, além de se constituir como indivíduo com variáveis inatas aos fatores biológicos e a influência do ambiente no qual estará inserido. A partir desta influência inicial em seu desenvolvimento e dos estímulos externos, é que observaremos como se dá a relação entre irmãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a diferença de idade entre irmãos é maior, naturalmente viverão experiências distintas pela fase em que cada um se encontra, o que tende a ser natural é que o irmão adolescente não tenha muita paciência com o que ainda é criança ou o oposto, o irmão mais velho, pode ser super protetor, tanto que acabe fazendo também o papel materno ou paterno com o “caçulinha” que poderá tê-lo como seu maior e melhor exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando possuem a mesma idade, por mais próximos que sejam, também haverá conflitos e em muitos casos se estabelecerá a competição, que pode ser ou não estimulada e alimentada pelos próprios pais e é aí onde mora o perigo. O ser humano é competitivo por natureza e se o ambiente o estimula, podemos ter o conflito do positivo e do negativo no mesmo espaço.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso das famílias onde há apenas uma criança, supondo que seja o único neto, sobrinho e filho, naturalmente ela terá toda atenção, carinho e privilégios. Se os pais desejam aumentar a família é importante colocar a criança na decisão e prepará-la para toda mudança que terá de enfrentar. Quando não for planejado, sempre será tempo de inserir a criança neste novo momento, seja conversando, orientando, indicando as responsabilidades sobre o irmão mais novo, no entanto, de maneira a não superiorizá-lo ou inferiorizá-lo, deixando claro que o irmão não será de sua propriedade e que ele não será menos amado pelos pais, que despenderão mais atenção ao pequeno. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o passar do tempo a postura dos pais fará a diferença. Embora as crianças sejam educadas pelos mesmos pais em fases diferentes de suas vidas, é necessário que o amor, a união, a parceria e a cumplicidade, sejam alimentados dentro do lar através do diálogo, orientação, limites e sem competições. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É natural que haja mais afinidade dos pais para com um dos filhos, por mais amor que exista entre todos, um filho pode se destacar mais que o outro, suas habilidades, carisma... Mas essas diferenças de personalidades precisam ser respeitadas. Vemos em algumas famílias que quando o pai se identifica com um dos filhos, o qual detém certa habilidade admirável, acaba sendo elogiado demais, enquanto o outro não. Sem contar os que comparam, subestimam e tal comportamento pode acarretar o conflito, o ciúme e pouco a pouco as brigas entre os irmãos, que podem ganhar conotação destrutiva a ponto de prejudicar a convivência. E se pararmos para analisar, infelizmente, isso é muito comum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que tantos conflitos entre irmãos não poderiam ser evitados se fossem observados precocemente pelos pais? Se aborrecer ou vivenciar um atrito acaba sendo muito natural em qualquer relação humana, o que os pais não podem permitir é que uma rivalidade infantil perdure na vida adulta. De que forma? Buscando alimentar a paz familiar e ao detectar a competição precoce tentar revertê-la. Já dizia Aristóteles: As contendas e ódios mais cruéis são os dos irmãos, porque os que muito se amam muito se aborrecem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vivemos numa era onde valores se perdem rapidamente, mas não podemos permitir que a família se perca. Os irmãos são os parentes do presente e do futuro, quando a ordem natural da vida se dá, os pais partem e ficam os irmãos, é necessário que um conte com o outro e contribuam para o crescimento da família. Alimentar também, a convivência entre primos é muito importante, pois muitas famílias possuem apenas um filho. O respeito precisa ser o ponto fundamental como em toda relação e esta base, precisa ser constituída no início de tudo! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Texto elaborado para a sessão Família da Revista Bem Mais Osasco - Jul/2014&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/2314096966293464789/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/06/conflitos-entre-irmaos-por-deise-barreto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/2314096966293464789'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/2314096966293464789'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/06/conflitos-entre-irmaos-por-deise-barreto.html' title='Conflitos entre irmãos por Deise Barreto'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhFKy6H3L8HZnyO_Hg7la2uqwCHsF9fYsN8-OhtjfmZZR_lAaNmqMyZhdeDzvyq6C8DwlWVc6GGVmfO_84CFGLC5STYL8gWcGlQcaLQFXqNtCGjx2Tl93_uODRNQWg2oCyrRvY7fjax_m4/s72-c/conflitos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-2341379609551871295</id><published>2014-06-12T22:52:00.001-03:00</published><updated>2014-06-12T22:52:47.937-03:00</updated><title type='text'>DR - Discutindo a Relação</title><content type='html'>&lt;b&gt;DR - Discutindo a Relação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(Como salvar o amor da rotina).&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjm9R7KPQr8rrXN1IfTTDjxsOwNiMKTH1a3CKGUz2D8cGEL3PCRvh9nlCY46Q1KiLV3ahml3t-TyWISZMJZ9zZ8lhWyWUkbQmTuwoYwsplH8espPc2a23vSxUIdAMQho59E2tSDZzVkhcs/s1600/10435876_308922832600034_1371823058774428181_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjm9R7KPQr8rrXN1IfTTDjxsOwNiMKTH1a3CKGUz2D8cGEL3PCRvh9nlCY46Q1KiLV3ahml3t-TyWISZMJZ9zZ8lhWyWUkbQmTuwoYwsplH8espPc2a23vSxUIdAMQho59E2tSDZzVkhcs/s320/10435876_308922832600034_1371823058774428181_n.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Há quem diga que mulher adora uma DR (discutir a relação). &lt;br /&gt;
Aí eu te pergunto: Só as mulheres?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente me deparo com mulheres reclamando que o parceiro vive tentando discutir a relação. &lt;br /&gt;
Pois é, foi o tempo em que só mulheres provocavam o diálogo no relacionamento. No entanto, confesso que fico feliz deste contexto viver transformações. Afinal, comunicação é tudo!&lt;br /&gt;
Toda relação humana requer atenção, seja entre pais e filhos, irmãos, chefe e funcionário, homem e mulher. A partir do momento que existe convivência com outra personalidade há conflito, mas o mesmo perdura ou não dependendo de como os personagens deste enredo conduzem a situação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantas vezes você deixou de expor um ponto de vista com receio de magoar o outro?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantas vezes você falou sem pensar, ofendeu e se arrependeu?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como eu sempre falo para se viver bem é necessário equilíbrio. Viver os extremos nunca será confortável. E podemos falar sobre o que quisermos desde que saibamos usar as palavras certas e no tempo adequado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos casais chegam ao consultório, insatisfeitos ou frustrados com o relacionamento, por estarem vivendo a relação monótona e acabam confundindo com o fim do amor.&lt;br /&gt;
Mas, se observarmos muitos casais com o tempo de convivência perdem aquele combustível do inicio, percebem?&lt;br /&gt;
Quando duas pessoas se encontram e se apaixonam, na grande maioria dos casos lutam juntas durante a fase de sedução para que o relacionamento flua, esquecem o cansaço, o tempo, se esforçam para estarem juntas e agradar mutuamente. Se for desta maneira que a paixão foi transformada em amor, se há felicidade em estar junto, o que motivou tudo mudar e cair na rotina?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos terão várias justificativas distintas, mas no fundo a verdade é uma só, houve acomodação, ‘já conquistei, já tenho, amo, sou amada (o) e basta’. Vão permitindo com esse pensamento seja ele consciente ou inconsciente que a relação esfrie, pois deixaram de colocar combustível na mesma.&lt;br /&gt;
E aí se resolvem se separar e anos mais tarde na nova relação se deparam com a mesma situação, isto é, se não souberem conduzir de maneira diferente, novamente ocorrerá frustração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se no ambiente profissional você permitir que a rotina te deixe relapso e intolerante, a chance de você ser substituído será grande. Logo, na relação amorosa não é diferente, mas o amor é algo tão sublime e se lá atrás você escolheu alguém para compartilhar da vida contigo, por que não lutar? &lt;br /&gt;
Por que não expor o que pensa, sente, o que faz falta? &lt;br /&gt;
Não apenas isso, mas também ser exemplo, também fazer por onde, agir como gostaria que o outro agisse, pois somente desta forma você terá como cobrar algo, mas não que você tenha que fazer buscando algo em troca, faça por vontade própria, por amor.&lt;br /&gt;
Não existe relação sem amor.&lt;br /&gt;
Não existe relação sem diálogo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lembrando que ninguém precisa viver uma vida infeliz se já não há mais amor e pode finalizar a relação com respeito por tudo que a pessoa significou na sua vida, na sua história...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o saudoso Paulo Goulart que viveu um exemplo de relacionamento com a atriz Nicette Bruno por 60 anos... “A vida é um aprendizado permanente. Se não exercitar a paciência e o entendimento, se briga por bobagem”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O relacionamento precisa ser regado constantemente e quem disse que viver uma DR é o fim de tudo?&lt;br /&gt;
Pode ser apenas o começo ou recomeço do que não tem fim...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto de Matos, psicóloga clínica e psicossomatista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(Texto elaborado para a sessão Família da Revista Bem Mais, especial dia dos namorados - Jun/2014).&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/2341379609551871295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/06/dr-discutindo-relacao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/2341379609551871295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/2341379609551871295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/06/dr-discutindo-relacao.html' title='DR - Discutindo a Relação'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjm9R7KPQr8rrXN1IfTTDjxsOwNiMKTH1a3CKGUz2D8cGEL3PCRvh9nlCY46Q1KiLV3ahml3t-TyWISZMJZ9zZ8lhWyWUkbQmTuwoYwsplH8espPc2a23vSxUIdAMQho59E2tSDZzVkhcs/s72-c/10435876_308922832600034_1371823058774428181_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-4316772801921156680</id><published>2014-05-20T21:41:00.002-03:00</published><updated>2014-05-20T21:41:15.182-03:00</updated><title type='text'>Mãe possessiva</title><content type='html'>&lt;i&gt;Como se auto identificar e se auto controlar&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Mães que amam demais! Justificativa de muitas mulheres perante o rótulo que ganham de “mãe possessiva”. Rótulo esse, que parte na maioria das vezes dos próprios filhos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em qualquer relação amar demais nunca será sinônimo de posse ou de controle. Quem ama, cuida, mas não sufoca. O comportamento possessivo é típico de uma pessoa insegura e controladora e vivenciar este comportamento, acarreta muita angústia no vínculo mãe e filho. &lt;br /&gt;
É natural durante a gestação que a mulher vivencie a preocupação materna primária, conceito de Donald Woods Winnicott (1896-1971), pediatra e psicanalista inglês. Winnicott chamou de preocupação materna primária o estado de preocupação inicial da mãe para com o seu bebê, um estado necessário para a qualidade do vínculo mãe-bebê. Neste estado a mãe entra em um processo introspectivo onde o foco é o seu bebê. Esse tipo de preocupação é fundamental para a boa relação entre eles e isso favorecerá a constituição dessa nova vida, enquanto sujeito. No entanto, é necessário após o nascimento que gradativamente a mãe volte a se preocupar com outras questões, além do filho, para que não passe para um estado patológico, onde ambos serão prejudicados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já diziam os antigos...“Os filhos são para o mundo.”&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
A maternagem requer inúmeros fatores, mas o excesso nunca será saudável, em nada, inclusive nas relações humanas. Quando acreditamos poder controlar uma outra vida, como se estivéssemos protegendo-a, a probabilidade de se frustrar futuramente é grande. Pois, muitas circunstâncias fogem ao nosso controle. Quando a mãe protege em demasia seu filho, devido a sua insegurança, estará contribuindo para que ele também seja inseguro, comprometendo o desenvolvimento sadio e como consequência, formará um adolescente ou adulto com inúmeros conflitos internos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É fácil julgar o comportamento das mães possessivas, mas a angústia delas é grande, o medo de que algo ruim aconteça ao filho a coloca em estado de alerta constante. Então, ela perde o senso e age espontaneamente sufocando, controlando e se esquecendo de que aquele ser precisa ter autonomia e liberdade de escolha. Enquanto é criança, o controle consegue ser maior e eficaz, dentro da visão da mãe, mas na adolescência e vida adulta tais atitudes podem gerar muitos conflitos e danos ao vínculo mãe e filho. Quanto ao filho, independente de como ele reage a essa relação e às consequências psicológicas sofridas por este amor possessivo desde o início da vida, poderá buscar maneiras de fugir ou não desse controle excessivo.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Cuidar da mente, elaborar traumas, lidar com os nossos medos é fundamental para que tenhamos equilíbrio e inteligência emocional. Quando não estamos bem, não conseguimos ajudar ninguém, muito menos educar outro ser. Viver a maternagem requer manejo para que seja bem sucedida. Ser mãe é educar, cuidar, brigar, chorar, brincar, sorrir, ajudar, mudar, se preocupar, se irritar... É, sobretudo saber amar com leveza.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto de Matos, psicóloga clínica e especialista em psicossomática.&lt;br /&gt;
psicologa.deise@gmail.com / www.psi-deisebarreto.blogspot.com</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/4316772801921156680/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/mae-possessiva.html#comment-form' title='90 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/4316772801921156680'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/4316772801921156680'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/mae-possessiva.html' title='Mãe possessiva'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>90</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-274745578240038292</id><published>2014-05-20T21:39:00.004-03:00</published><updated>2014-05-20T21:39:50.222-03:00</updated><title type='text'>Família x Câncer</title><content type='html'>&lt;b&gt;A importância de cuidar de quem cuida&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Existem estudos que focam no impacto da descoberta do câncer pelo paciente e como a notícia é recebida pela família e/ou cuidadores diretos, que geralmente são aqueles que os acompanham ao médico, ministram medicamentos, entre outras tarefas pertinentes. Geralmente, este cuidador é a mãe ou pai, o (a) cônjuge, a irmã (ão), a filha (o) ou outro parente próximo e que resida com o paciente. &lt;br /&gt;
No entanto, é perceptível dentro das pesquisas realizadas até o momento, que embora sabe-se da importância de uma maior atenção aos cuidadores, pela sobrecarga emocional e física a eles despendida, não foram encontrados muitos estudos que abordem a psicoterapia para estes. O olhar para a realidade dos pacientes e seus familiares é mínimo, perto da complexidade que o lidar com a luta contra o câncer implica na vida de todos os envolvidos. Eu sempre digo: “Os familiares de pessoas com doenças graves, que desestabilizam a família, precisam de ajuda profissional para lidar com a complexidade do problema e conflitos internos, que geralmente vem à tona frente a tal situação.”&lt;br /&gt;
“Embora seja difícil, manter-se sereno e buscar o autocontrole é fundamental para lidar com o tratamento e o passo a passo ao longo da luta contra a doença.”&lt;br /&gt;
Esses familiares, obtendo esclarecimentos e acompanhados profissionalmente, estarão melhor preparados para lidar com familiar adoecido, livres de estigmas e culpas. A exemplo da figura materna, que inclusive se culpa muito quando algo foge ao padrão estabelecido, então é necessário tratar esta mãe, que ao culpar-se ficará instável, podendo adoecer e consequentemente ficar impossibilitada de ajudar o filho. Ao lidar com alguns cuidadores é perceptível que o sentimento de culpa é comum, independente do grau de parentesco.&lt;br /&gt;
O câncer surge sem aviso e surpreende todos os membros de uma família. O impacto é desestruturador. Afinal, lidar com uma doença e seus imprevistos nunca será simples. Mesmo vivendo em um mundo globalizado e cheio de novas descobertas da medicina, a realidade é bem diferente. Existe ainda muita desinformação e alguns profissionais não utilizam um manejo, uma maternagem, necessária para lidar com o paciente que receberá tal diagnóstico. &lt;br /&gt;
Embora seja difícil, manter-se sereno e buscar o autocontrole é fundamental para lidar com o tratamento e o passo a passo ao longo da luta contra a doença. Além disso, com o apoio da família, ajudando e levando força ao paciente, contribuirá diretamente para sua serenidade e confiança em busca da cura.&lt;br /&gt;
A psicoterapia, seja no hospital ou no consultório, é tão importante para o paciente quanto para o familiar mais próximo, o cuidador, pois desta maneira, ambos estarão cuidando do psicológico que é fundamental para o equilíbrio necessário durante toda a trajetória da luta contra o câncer. &lt;br /&gt;
O paciente, ao sentir-se amado, cuidado, e percebendo a esperança nos olhos dos que lhe são caros, entende que vale a pena lutar, viver e não se entregar. Muitos se preocupam em não passar problemas e tristezas para a família e escondem o sofrimento pelo qual têm passado. Mas esta não deve ser uma luta solitária, não se deve esquecer que este é um momento de união, onde um ajuda o outro. E de acordo com os avanços da medicina, a luta contra este mal vem sendo cada vez mais vitoriosa.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto de Matos, psicóloga clínica e especialista em psicossomática.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/274745578240038292/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/familia-x-cancer.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/274745578240038292'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/274745578240038292'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/familia-x-cancer.html' title='Família x Câncer'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-8753668443221355609</id><published>2014-05-20T21:38:00.003-03:00</published><updated>2014-05-20T21:38:31.375-03:00</updated><title type='text'>Sexo Forte</title><content type='html'>&lt;b&gt;Os desafios e vitórias fazem parte da vida de toda mulher&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Analisando as transformações na rotina feminina, ao longo das últimas décadas, perceberemos a evolução na sua autonomia, com mudanças relevantes. Mas a essência, ah, a essência, essa continua a mesma. Segundo Oscar Niemeyer “Não há nada mais importante que a mulher, o resto é bobagem.” Não sou a favor de dizer que o resto é bobagem, livre de feminismo, mas que a mulher é muito importante na história do mundo, ah, isso é. Tão lindas, complexas e especiais!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher na contemporaneidade vivencia várias faces de maneira exemplar. Convivemos com a mulher mãe, a mulher esposa, a mulher filha, a mulher amiga, a mulher dona de casa, a mulher profissional com carreira bem sucedida, se desdobrando em várias e dando conta de tudo o que se submete a fazer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em décadas passadas nos deparávamos com a mulher que saía cedo da casa de seus pais e formava uma família, cuidando do esposo, dos filhos e da casa, costurando, bordando, pintando, cozinhando, limpando, lavando e passando. Passava o dia em meio a tantos afazeres domésticos que uma minoria delas teve a oportunidade de estudar, de se dedicar a uma profissão, de se dividir entre os serviços do lar e de uma carreira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, é mais comum a mulher que se dedica aos estudos, se empenha para obter sucesso na carreira escolhida e agora compete com os homens a altos cargos executivos. Quem poderia imaginar isso no passado? Pouco a pouco muitos homens foram aceitando e respeitando o espaço da mulher no mundo corporativo. É fato. Homens bem resolvidos, livres de preconceitos e machismos, apoiam suas parceiras a crescem intelectual e profissionalmente juntos. Quanto avanço desde que o mundo é mundo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje a grande maioria das mulheres vivenciam relacionamentos de parcerias, ambos buscam estabilidade financeira, vivem em prol da construção da família, do crescimento pessoal e profissional. Porém, independente do seu estado civil, é mais independente e segura de si. Conquista seus objetivos em todos os aspectos, vive uma rotina complexa e muitas vezes tumultuada, trabalha, estuda, malha, paga as suas contas, mora sozinha, faz produção independente ou se casa, se responsabilizando na maior parte pela organização das tarefas do lar, cuida do marido, do(s) filho(s), vai ao trabalho, estuda, busca a criança no colégio, leva para a atividade física, vai para a academia, passa no supermercado, prepara o jantar, vê e ajuda a lição do filho, adoece e ainda precisa encontrar tempo para cuidar das unhas, dos cabelos, para ser filha, irmã, tia, amiga e amante. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ufa! Cansa só de ler não é mesmo?!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como pode um ser tão frágil, ser tão forte e tão sábio a ponto de administrar tão bem o seu pouco tempo para dar conta de tantas responsabilidades? As respostas algumas sabem dar sem sequer pestanejar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A mulher ao meu ver é um ser admirável, possui virtudes e defeitos. Mas é especial em sua essência, força e potencial. Tem colo que acolhe, abraço que abraça, força inexplicável, garra incomparável. A mulher que reconhece o seu valor se permite viver a sensibilidade inerente a ela, mesmo quando é necessário ser forte, principalmente nos maus momentos. É lindo de se ver e conviver. A mulher é abençoada por Deus e bonita por natureza, disso eu tenho certeza!  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto de Matos, psicóloga clínica e especialista em psicossomática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
psicologa.deise@gmail.com / www.psi-deisebarreto.blogspot.com</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/8753668443221355609/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/sexo-forte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/8753668443221355609'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/8753668443221355609'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/sexo-forte.html' title='Sexo Forte'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-1623687069913276877</id><published>2014-05-20T21:37:00.000-03:00</published><updated>2014-05-20T21:37:17.812-03:00</updated><title type='text'>Crianças especiais, pais especiais!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Como o amor e a dedicação podem superar o desafio de cuidar de um filho especial&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um casal, ao planejar a chegada de um bebê, vivencia o momento pré-gestação e gestação com grande expectativa. Ambos criados de maneiras distintas compartilharão este sonho, vão projetar ideais de como este filho deve ser. Isso cabe, a meu ver, em qualquer gestação, pois mesmo quando não planejada, os pais tendem, após digerir a boa nova, a realizar projeções diversas. E então, escolhem o nome, o time de futebol, a escola e muitos, até a carreira que o filho irá seguir. Esperam que tenha o sorriso da mãe, os olhos da avó, o jeito do pai, que venha com saúde e traga muitas alegrias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passados os nove meses, eis que nasce o filho tão esperado... Muito mais especial do que imaginavam... Alguns pais ou avós se revoltam com a idealização frustrada... Mas a grande maioria, não. Isto é gratificante ao lidar com pais especiais. Aqueles pais ou um dos dois, que gerou tanta expectativa sobre a chegada daquela criança, não se revolta, porque nascem também uma nova mãe e um novo pai, ou pais muito especiais, que irão mudar as circunstâncias de suas vidas em prol desta criança enviada a eles como um presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Amar, cuidar e educar uma criança especial requer sensibilidade, disponibilidades interna e externa, maturidade que independe da idade cronológica dos pais.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amar, cuidar e educar uma criança especial requer sensibilidade, disponibilidades interna e externa, maturidade que independe da idade cronológica dos pais. Essa família viverá uma missão belíssima que é a de viver em uma sociedade com tantos estigmas, mas atualmente com mais possibilidades, onde possam se aprimorar em todos os sentidos. Respeitando o tempo e necessidades da criança, enxergando juntos o lado positivo através desta nova realidade. AFINAL, NADA NESTA VIDA É POR ACASO!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tive a oportunidade de conhecer um jovem casal que projetou sonhos na primeira gestação. O nome escolhido para o bebê já veio carregado da ideia de que o menino se tornasse jogador de futebol. Tudo correu bem durante a gravidez, mas no momento do parto, a falta de oxigênio no cérebro da criança acarretou problemas sérios. Os médicos deram pouca expectativa de vida para o menino. E mesmo sem o apoio das famílias, os pais mudaram toda sua vida em prol dos cuidados com a criança. Naquele dia, além do bebê, nasceram dois novos seres humanos. A mãe, abriu mão da vida profissional, devido aos cuidados constantes que a criança necessitava, ela acreditava que somente a mãe poderia amar e cuidar da forma que ele merecia e necessitava. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os médicos se enganaram, a estimativa de vida superou qualquer diagnóstico. Hoje o menino conta com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
23 anos, não fala, não anda, depende da mãe em 100%, seu nível de autonomia é zero. Embora seja uma família de poucos recursos financeiros, a mãe sempre está sorrindo com cada mínima evolução no quadro do seu filho. Ela se transformou em uma pessoa paciente, tolerante, sorridente desde o nascimento do seu menino. Ao lado do seu esposo e de sua filha de 20 anos, muito saudável, amam incondicionalmente este ente querido tão especial, que transformou a vida deles e modificou o olhar desta família frente ao que realmente importa dentro de um lar. Compreendendo que são sim bem aventurados e que foram presenteados com um anjo mais que especial. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto de Matos, psicóloga clínica e especialista em psicossomática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
psicologa.deise@gmail.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.psi-deisebarreto.blogspot.com</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/1623687069913276877/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/criancas-especiais-pais-especiais.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1623687069913276877'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1623687069913276877'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2014/05/criancas-especiais-pais-especiais.html' title='Crianças especiais, pais especiais!'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-811215130504682635</id><published>2013-10-31T23:58:00.000-02:00</published><updated>2013-10-31T23:58:07.437-02:00</updated><title type='text'>Cuidado! O stress do trabalho pode destruir sua vida.</title><content type='html'>Sigmund Freud dizia: &lt;i&gt;“Não posso imaginar que uma vida sem trabalho seja capaz de trazer qualquer espécie de conforto. A imaginação criadora e o trabalho para mim andam de mãos dadas; não retiro prazer de nenhuma outra coisa”.&lt;/i&gt; Concordo com Freud e penso assim, desde que saibamos dosar a energia despendida para o trabalho que escolhemos desenvolver em nossa vida! É de extrema importância o trabalho na vida do indivíduo. &lt;i&gt;“Escolhe um trabalho de que gostes, e não terás que trabalhar nem um dia na tua vida”.&lt;/i&gt; Confúcio foi muito feliz nesta citação. Quando nos encontramos em uma profissão, estudar, trabalhar é prazeroso e o sucesso, acaba sendo consequência. Mas, a inteligência emocional em muito influenciará, como tudo na vida!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fica perceptível para mim diante da escuta clínica e da observação em ambientes profissionais, que independente da escolha profissional, do acerto na mesma, o nível de stress tem aumentado em várias áreas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O stress é a resposta fisiológica, psicológica e comportamental de um indivíduo que procura se adaptar e se ajustar às pressões internas e/ou externas. Essas pressões vivenciadas no dia a dia, no âmbito profissional vão potencializando ao ponto de adoecer o indivíduo e afetar o seu relacionamento familiar, por exemplo.&lt;br /&gt;
Atualmente se pesquisarmos quantos profissionais tem se afastado do trabalho por problemas psicológicos acarretados pelo stress, o índice é altíssimo. Como exemplo, entre educadores e bancários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para vivermos de maneira saudável, precisamos viver com equilíbrio. Despender a nossa energia de acordo com cada área da nossa vida, é um bom começo. Tem o momento de ser e vivenciar o profissional, a família, as amizades e ter outras ocupações além do campo profissional, justamente para equilibrar a energia despendida. Quantos profissionais passam quase 20 horas fora de casa envolvidos com o trabalho? A resposta pode lhe surpreender, mas muitos. E temos também os casos onde o profissional trabalha apenas as suas 8 horas diárias, mas com um nível de pressão tão grande que propicia uma fadiga ao final do dia, tornando o incapaz de ter energia para qualquer outra tarefa e é aí que a doença aparece. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que a pressão interna em muitos casos acaba sendo maior que a externa, e tão potencializadora que imobiliza o indivíduo, cabe buscar ajuda profissional para tratar isso, quando não consegue por conta própria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos outro lado, onde buscar no trabalho a fuga para deixar de pensar em problemas de ordem pessoal, o que também contribui para a estafa mental, o stress, a doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E você? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em que nível coloca o trabalho na sua vida?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto tivermos saúde para trabalhar e se fizermos com prazer é válido toda a energia colocada em prol, além de vivermos com mais conforto, realizarmos sonhos, mas desejar que o dia se transforme em 30 horas para dar conta de todo o trabalho, deixando de lado a qualidade de vida, os demais prazeres que a vida nos proporciona ao lado da nossa família e amigos, cuidando da mente e corpo, é hora de parar e repensar em que consiste a sua vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Viva com saúde e com qualidade, para sermos eficientes e eficazes é preciso manter o equilíbrio em qualquer área da nossa vida. Pense nisso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto, psicóloga clínica e psicossomatista.&lt;br /&gt;
psicologa.deise@gmail.com / www.psi-deisebarreto.blogspot.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Texto elaborado para a sessão família da revista Bem Mais Osasco, edição Nov/2013.&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/811215130504682635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/10/cuidado-o-stress-do-trabalho-pode.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/811215130504682635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/811215130504682635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/10/cuidado-o-stress-do-trabalho-pode.html' title='Cuidado! O stress do trabalho pode destruir sua vida.'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-8213847650796192285</id><published>2013-10-31T23:48:00.000-02:00</published><updated>2013-10-31T23:48:44.698-02:00</updated><title type='text'>Receba o amor por Tadashi Kadomoto</title><content type='html'>&lt;b&gt;Como vocês se relacionam com o amor?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFhnZde2jnRhITbay49P5jgcpMcxM19cNOQyxpUrW_jVpPhrz5jDVuRbEZ3rjJAY4Lohs9JdO3pXHV-auLSO3fEZMycOXJzEfSkUfRiNW3VQ_cGu7Mek9AS9OzVfnrI9krNOI56R9b5NU/s1600/blog+da+psi+deise.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFhnZde2jnRhITbay49P5jgcpMcxM19cNOQyxpUrW_jVpPhrz5jDVuRbEZ3rjJAY4Lohs9JdO3pXHV-auLSO3fEZMycOXJzEfSkUfRiNW3VQ_cGu7Mek9AS9OzVfnrI9krNOI56R9b5NU/s320/blog+da+psi+deise.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Ser Inteligente Emocionalmente é saber lidar com a sua afetividade e com a afetividade do outro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reflita: Você consegue demonstrar com facilidade o seu amor? Você se permite receber amor?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito que para amar é necessário se ENTREGAR. E isto significa deixar de ficar analisando e se apegando a velhos preconceitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amar é ter a coragem de dar um salto no abismo; É acolher o novo com alegria e o coração aberto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantas vezes nos relacionamos afetivamente com alguém e queremos manter o controle, querendo que as coisas aconteçam da nossa maneira?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isto não é entrega, isto não é amor…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ser amado e amar significa entrega e intimidade, isto é, estar em sintonia com os sentimentos e emoções do seu parceiro(a).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitas pessoas tem medo de se entregar imaginando que irão perder a individualidade…&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Confie e se entregue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porque na entrega nos tornamos transparentes para o outro, tiramos as nossas máscaras e isto possibilita que o ser amado nos veja e sinta exatamente como verdadeiramente somos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“A confiança é o suporte básico para a entrega e necessita ser mútua”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Tadashi Kadomoto)</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/8213847650796192285/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/10/receba-o-amor-por-tadashi-kadomoto.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/8213847650796192285'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/8213847650796192285'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/10/receba-o-amor-por-tadashi-kadomoto.html' title='Receba o amor por Tadashi Kadomoto'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiFhnZde2jnRhITbay49P5jgcpMcxM19cNOQyxpUrW_jVpPhrz5jDVuRbEZ3rjJAY4Lohs9JdO3pXHV-auLSO3fEZMycOXJzEfSkUfRiNW3VQ_cGu7Mek9AS9OzVfnrI9krNOI56R9b5NU/s72-c/blog+da+psi+deise.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-331342058745865417</id><published>2013-10-16T22:40:00.000-03:00</published><updated>2013-10-16T22:40:49.442-03:00</updated><title type='text'>COMO SALVAR NOSSAS CRIANÇAS DO CONSUMISMO</title><content type='html'>A infância é um período de desenvolvimento físico, mais do que isto, é um período onde o ser desenvolve-se psicologicamente, envolvendo graduais mudanças no comportamento e nas bases de sua personalidade. Se compararmos a infância em décadas anteriores ao ano de 2000, perceberemos muitas mudanças. Tempos atrás as crianças viviam sua ingenuidade, espontaneidade, como constatou Winnicott, pediatra e psicanalista inglês, a importância do brincar e dos primeiros anos na construção da identidade pessoal. Como também a importância do ambiente. A criatividade é de extrema importância no brincar, a partir disto, o indivíduo cria subsídios para dar conta de muitos aspectos ao longo da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na contemporaneidade o consumismo desenfreado toma conta da vida dos adultos e da realidade infantil. Crianças e adolescentes trocaram brincadeiras e brinquedos simples por eletrônicos ou por uma vida de imitação dos adultos. Hoje, é comum trocar a festa com tema infantil pela festa infantil no cabeleireiro, uma cirurgia plástica no lugar da festa de debutante. Meninas com o desejo de ser mulher precocemente e de forma mais intensa que antigamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças comprometidas, além da escola, com o curso de idiomas e com esportes, entretenimentos no Ipad ou Xbox, sem contar o celular moderno, que não pode ficar para trás diante dos colegas da escola. Enfim, o ser humano sempre foi competitivo, desde que o mundo é mundo, as crianças sempre quiseram brinquedos bacanas como os dos amigos, mas o limite, penso, era imposto mais acertadamente em décadas passadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As crianças podiam até se frustrar, mas a frustração é necessária para a estruturação da personalidade. O NÃO é importante e antigamente era dito com mais frequência, os pais explicavam que nem tudo que se quer se pode ter ou pelo menos, não naquele momento. Pais até presenteavam os filhos, mas em uma data especial e se realmente fossem merecedores. Atualmente vemos pais que trabalham muito e abrem mão de muitas coisas para deixar o filho ‘na moda’. Os pais estimulam os filhos ao consumismo e a uma briga de egos. “Meu filho estuda em tal escola, pratica tal esporte, possui tal eletrônico...” Pais competem e filhos reproduzem essa competição. Vivemos a era do imediatismo. O que por um lado beneficia os pais. “Trabalho muito e não tenho tempo para lhe dar atenção. Dou eletrônicos e você me deixa em paz!”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o mercado aquecido, homens e mulheres inseridos, com mais oportunidades de proporcionar ‘coisas’ aos filhos, que se adaptam com a tecnologia e com presentes, enquanto se perdem a brincadeira, a troca espontânea, a conversa, a família à mesa do jantar, a reunião para assistir a um programa na sala, é mais cômodo cada um ir para o seu quarto assistir a sua televisão ou mexer no seu notebook. O consumismo acaba sendo um ganho secundário para ambos, pais e filhos, mas a essência da família vai se perdendo e a ‘falta’ do que realmente importa é nítida no vazio de muitas relações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto, psicóloga clínica e psicossomatista.&lt;br /&gt;
psicologa.deise@gmail.com / www.psi-deisebarreto.blogspot.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Texto elaborado para a sessão Família da Revista BMO - edição Out/13.&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/331342058745865417/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/10/como-salvar-nossas-criancas-do.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/331342058745865417'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/331342058745865417'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/10/como-salvar-nossas-criancas-do.html' title='COMO SALVAR NOSSAS CRIANÇAS DO CONSUMISMO'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-1162408962725327245</id><published>2013-09-02T20:39:00.000-03:00</published><updated>2013-09-02T20:39:08.273-03:00</updated><title type='text'>Avós - O maior amor do mundo</title><content type='html'>&lt;b&gt;Avós&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O maior amor do mundo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgktYIFZ-KM0wb5_aOPGuAXLbdl3X7qjxEoddpx8-mR5qZkGZvdtDNn4YlWq_tV3CUfbtorF7EoKEbVZkIhEV85Pwk445IPjKEqe10_R854dmI0tiT2SjDdAI3lqagHJGs3RJK0xEpuigM/s1600/avos+blog+psi+deise+barreto.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgktYIFZ-KM0wb5_aOPGuAXLbdl3X7qjxEoddpx8-mR5qZkGZvdtDNn4YlWq_tV3CUfbtorF7EoKEbVZkIhEV85Pwk445IPjKEqe10_R854dmI0tiT2SjDdAI3lqagHJGs3RJK0xEpuigM/s320/avos+blog+psi+deise+barreto.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Certa vez, li uma frase do Victor Hugo que dizia:“Há pais que não amam os filhos, mas não existe um só avô que não adore o neto”. Então, parei para refletir sobre os avôs e avós contemporâneos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vivemos em um tempo onde muitos casais optam por ter seus filhos mais tarde, após estarem estabilizados financeiramente. E quando isso acontece, a maioria dos avós já está na terceira idade, o que nos países desenvolvidos se considera a partir dos 60 anos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Nascemos, crescemos, amadurecemos e morremos... Eis a lei da vida. E a grande missão dos pais é envelhecer e partir após os filhos estarem casados e amparados. Quantas vezes ouvimos a frase: “Agora que o meu/minha filho(a) se casou, posso descansar, a minha missão está cumprida!”. Ledo engano. Porque tempos depois, vêm os netos!&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Para um homem ou mulher maduros, que pensam que a missão já foi cumprida após se aposentarem e verem os filhos seguros, poder participar do nascimento de um neto e conviver com eles, é sentir que podem e devem viver mais e melhor, que a vida não está concluída. Há muito a ensinar e a aprender!&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O senso comum afirma que avós são pais duas vezes, é amor dobrado. Eu vou além, os avós despendem uma energia fantástica para curtir os seus netos, muitos estão dispostos a amar e cuidar além de suas forças, o que antes do nascimento deles era impensável. Pode existir amor mais puro?&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Fica inteligível que os avós, em muitos casos, quando tiveram os seus filhos não puderam oferecer-lhes tempo e energia para brincar e curtir a paternidade e/ou a maternidade. A maioria ficava muito tempo fora de casa trabalhando para criá-los.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Quando chegam os netos após a aposentadoria, por exemplo, ficar com eles é a maior distração, seja cuidando diariamente para que os pais trabalhem ou curtindo os finais de semana. É poder fazer tudo que não fizeram com os seus filhos e em muitas circunstâncias livres da responsabilidade de educar e criar rigidamente. Mas com aqueles velhos e sábios conselhos de quem tem muita experiência de vida! &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Lembrando também que muitos avós são pais, além de avós, seja pela morte ou abandono dos pais, precisaram “reaprender” a cuidar de bebês e sem dúvida o fazem com excelência por tanto amor por aquele pequeno ser que é a única certeza de que a vida é eterna naquele que amamos.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Felizes dos que têm o privilégio de verem os seus pais envelhecerem, de poder dar netos a eles e dos netos que convivem desfrutando do maior amor do mundo... O Amor dos avós para com os netos! &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Texto elaborado para a sessão Família da Revista Bem Mais&lt;br /&gt;
http://www.revistabemmais.com.br/revista.asp&lt;br /&gt;
1/9/2013&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/1162408962725327245/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/09/avos-o-maior-amor-do-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1162408962725327245'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1162408962725327245'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/09/avos-o-maior-amor-do-mundo.html' title='Avós - O maior amor do mundo'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgktYIFZ-KM0wb5_aOPGuAXLbdl3X7qjxEoddpx8-mR5qZkGZvdtDNn4YlWq_tV3CUfbtorF7EoKEbVZkIhEV85Pwk445IPjKEqe10_R854dmI0tiT2SjDdAI3lqagHJGs3RJK0xEpuigM/s72-c/avos+blog+psi+deise+barreto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-1023643892429934299</id><published>2013-08-02T11:17:00.000-03:00</published><updated>2013-08-02T11:17:02.137-03:00</updated><title type='text'>Meu pai. Meu herói. Os desafios de ser “pai” no mundo atual!</title><content type='html'>&lt;b&gt;Meu pai. Meu herói.&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVbV_KBOJyk0LT4SFVvYWh2YbpTaPj3KAg_N5k7EbRgngk62KB_v1dy_BSQnVtHhV-vCfl0Ig7OQUY3feGpQ_DN0wC6GoFIq5DgvjOvCbvqYxjRns-EEnFX113CYYcd06XJeR4UJ53QSg/s1600/especial+dos+pais+blog+psi+deise+barreto.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVbV_KBOJyk0LT4SFVvYWh2YbpTaPj3KAg_N5k7EbRgngk62KB_v1dy_BSQnVtHhV-vCfl0Ig7OQUY3feGpQ_DN0wC6GoFIq5DgvjOvCbvqYxjRns-EEnFX113CYYcd06XJeR4UJ53QSg/s400/especial+dos+pais+blog+psi+deise+barreto.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os desafios de ser “pai” no mundo atual&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É perceptível, na contemporaneidade, pais mais presentes e participativos na vida dos filhos, independente de estarem casados ou&lt;br /&gt;
não com as mães. O número de mães que atuam profissionalmente e despendem boa parte do seu dia à carreira, é altíssimo; assim como o número de crianças que possuem duas casas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o grande número de nascimentos, filhos de relações casuais ou da separação de casais, a tendência para a divisão de cuidados&lt;br /&gt;
destinados aos filhos são relativamente grandes comparados ao passado. Portanto, pais mais acessíveis, visto que outrora eram&lt;br /&gt;
apenas provedores e deixavam para as mães os cuidados diários. No entanto, com as mudanças dos últimos tempos esta característica&lt;br /&gt;
ganhou nova realidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas clínicas psicológicas é comum filhos(as) admitirem o quanto são amigos de seus pais, até por ter a liberdade para falar sobre qualquer assunto, o que antes era mais comum na relação com as mães.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pais estão mais participativos desde o momento da concepção. Compram enxoval, assistem o parto, dão banhos, trocam fraldas,&lt;br /&gt;
dão mamadeiras, acordam a noite; além de levarem ao médico, ir às reuniões escolares, brincarem, ajudarem na lição de casa e automaticamente oferecerem afeto e atenção nos bons e maus momentos, o que contribui para a estruturação da personalidade da criança e a da subsídios para um relacionamento mais próximo e amoroso ao longo da vida dos filhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o pai é presente e afetuoso, morando ou não na mesma casa, a relação amiga e o sentimento de proteção tendem a se internalizar no filho que utilizará este exemplo e o reproduzirá ao tornar-se pai ou mãe. Muitos casais preocupam-se em dizer o que é certo aos filhos e esquecem de que o maior ensinamento é o exemplo dado com as suas próprias atitudes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se ensinar ao seu filho que mentir é inadequado e mesmo assim mentir, quando por exemplo, não quer atender alguém, estará ensinando-o que mentir não é legal, mas que pode fazê-lo; se demonstra à criança que precisa trabalhar muito para presenteá-lo com os melhores eletrônicos, eles aprenderão que ser pai é ser ausente, é ter dinheiro e poder comprar coisas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Só pode dar amor, quem recebeu  amor! Só pode ser honesto, quem conviveu e presenciou exemplos de honestidade! Só tem limite, quem recebe limite! Hoje é mais fácil dar uma boa estrutura aos filhos em todos os sentidos, mas o que vai ser internalizado por eles e o que poderão reproduzir com os seus netos será o limite imposto, a sabedoria adquirida, os valores e princípios vivenciados e aprendidos com a convivência, rica de bons exemplos e afeto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente desta maneira eles poderão amadurecer dizendo: &lt;b&gt;Meu pai! Meu herói! Meu grande exemplo de ser humano!&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Texto elaborado para a sessão Família da edição 25 da Revista Bem Mais Osasco.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
http://www.revistabemmais.com.br/&lt;br /&gt;
https://www.facebook.com/BemMaisOsascoRevista?fref=ts&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deise Alves Barreto, psicóloga clínica e psicossomatista.&lt;br /&gt;
psicologa.deise@gmail.com / www.psi-deisebarreto.blogspot.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
01/08/2013</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/1023643892429934299/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/08/meu-pai-meu-heroi-os-desafios-de-ser.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1023643892429934299'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1023643892429934299'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/08/meu-pai-meu-heroi-os-desafios-de-ser.html' title='Meu pai. Meu herói. Os desafios de ser “pai” no mundo atual!'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgVbV_KBOJyk0LT4SFVvYWh2YbpTaPj3KAg_N5k7EbRgngk62KB_v1dy_BSQnVtHhV-vCfl0Ig7OQUY3feGpQ_DN0wC6GoFIq5DgvjOvCbvqYxjRns-EEnFX113CYYcd06XJeR4UJ53QSg/s72-c/especial+dos+pais+blog+psi+deise+barreto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-1452270327150507821</id><published>2013-06-01T00:42:00.000-03:00</published><updated>2013-06-01T00:42:46.394-03:00</updated><title type='text'>Especial Mês dos Namorados: Amor, sempre Amor.</title><content type='html'>Amor, sempre Amor&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para durar é preciso se reinventar e tolerar&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs8SumeHBmr4rz4EruostVW_3xMP9PtGFoyzDwSc_bFE_zTwe8FD4bjTCXib-Ynm1GTAicUj6AfKVreFm9gWysNQ6oIHEErBnGpToxN4PXnITGVrvKq9L6wccVkmG2T78zjwpOUIa0dyQ/s1600/dia+dos+namorados+2013+blog+da+psic%C3%B3loga+deise+barreto.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; &gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs8SumeHBmr4rz4EruostVW_3xMP9PtGFoyzDwSc_bFE_zTwe8FD4bjTCXib-Ynm1GTAicUj6AfKVreFm9gWysNQ6oIHEErBnGpToxN4PXnITGVrvKq9L6wccVkmG2T78zjwpOUIa0dyQ/s320/dia+dos+namorados+2013+blog+da+psic%C3%B3loga+deise+barreto.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Após relacionamentos destrutivos e desfeitos, é muito comum ver pessoas desiludidas, frustradas e sem nada a fazer para reverter a situação ou pelo menos para cuidar do coração acomodado e/ou magoado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Que tal sair da posição de conforto? A vida é muito mais! Precisamos passar por experiências boas e ruins para amadurecer. Uns passarão por mais decepções que outros, mas se receber tudo como aprendizado, a vida fica mais leve!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não fuja, não crie bloqueios, não se acostume com a infelicidade.“&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não sou a favor dos que ficam juntos por ficar mantendo relações falidas, de conveniências e ou de interesses. Mas, é preciso abrir o coração ao novo, caso esteja em uma relação que lhe oprima. A palavra chave é: PERMITA-SE. As pessoas e suas histórias são diferentes. Cada romance é um romance! Não fuja, não crie bloqueios, não se acostume com a infelicidade. PERMITA-SE! Se machucar o coração novamente? Paciência. Uma hora o amor acontece e quando dois buscam este objetivo, magicamente tudo se completa com paz, cumplicidade, respeito e parceria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temos o outro extremo, quando há amor entre o casal, com pouco ou muito tempo de história, com filhos ou não, mas ainda assim se separam por não tolerar mais os defeitos e manias um do outro ou porque a rotina tomou conta da relação, enxergam na separação a solução de todos os problemas. Consequentemente buscam um novo par, imaginando que este novo amor atenderá suas expectativas. Buscando no outro a realização de desejos pessoais, como fazer uma viagem, mudar de casa, entre outros. Vivendo uma falsa impressão de que tudo se resolve facilmente. Ou seja, o que aquele amor não me proporcionou este há de proporcionar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, já que são necessárias mudanças... Que tal fazê-las com o mesmo(a) companheiro(a)? Se existe rotina, porque não buscar melhorias com quem está ao seu lado e já tem uma história contigo? Geralmente, a intolerância é o fator que mais atrapalha os casais. E quem garante que com um novo par não ocorrerá à mesma insatisfação? No início, toda relação é de sedução e conquista, por que não seduzir sempre? Renovar a chama da relação, recomeçar e recomeçar, quantas vezes for necessário?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu desejo AMOR a todos... Entre os namorados, noivos e casados. Que sejam sempre amigos, parceiros, amantes e felizes. RESPEITANDO, sobretudo a individualidade do outro. E aos solteiros, desejo que o amor os encontre e mostre que vale a pena!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A solidão é triste! Envelhecer só é triste! Mas, a opção será sempre sua. Afinal, não dependemos de ninguém para SER FELIZ! Mas, ter alguém para caminhar lado a lado, pode sim te fazer uma pessoa melhor. Não busque perfeição, não existe! Afinal, você também tem defeitos. Procure alguém com objetivos, gostos e até valores parecidos com os seus. Quanto ao futuro? Este será construído aos poucos, baseado em admiração, respeito e confiança.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como diz, Samuel Johnson: &lt;i&gt;O casamento ocasiona múltiplas dores, mas o celibato não oferece nenhum prazer&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;. Pense nisso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Deise Alves Barreto&lt;/b&gt; &lt;i&gt;é psicóloga clínica e psicossomatista.&lt;br /&gt;
psicologa.deise@gmail.com &lt;br /&gt;
www.psi-deisebarreto.blogspot.com&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Texto elaborado para a Edição 24 da Revista Bem Mais Osasco.&lt;br /&gt;
31/5/2013&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
http://www.revistabemmais.com.br/index_desessao_det.asp?cod_sessao=422</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/1452270327150507821/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/06/especial-mes-dos-namorados-amor-sempre.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1452270327150507821'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/1452270327150507821'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/06/especial-mes-dos-namorados-amor-sempre.html' title='Especial Mês dos Namorados: Amor, sempre Amor.'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjs8SumeHBmr4rz4EruostVW_3xMP9PtGFoyzDwSc_bFE_zTwe8FD4bjTCXib-Ynm1GTAicUj6AfKVreFm9gWysNQ6oIHEErBnGpToxN4PXnITGVrvKq9L6wccVkmG2T78zjwpOUIa0dyQ/s72-c/dia+dos+namorados+2013+blog+da+psic%C3%B3loga+deise+barreto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-479658501056288524</id><published>2013-03-27T09:05:00.000-03:00</published><updated>2013-03-27T09:05:06.640-03:00</updated><title type='text'>Meia, Meia ou Meia (Muito bom!!!).</title><content type='html'>&lt;b&gt;Trocando Seis Por Meia Dúzia&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
O português praticado no Brasil não é para amadores, nem puristas... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na recepção dum salão de convenções, em Fortaleza:&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
- Por favor, gostaria de fazer minha inscrição para o Congresso.&lt;br /&gt;
- Pelo seu sotaque vejo que o senhor não é brasileiro. O senhor é de onde?&lt;br /&gt;
- Sou de Maputo, Moçambique.&lt;br /&gt;
- Da África, né?&lt;br /&gt;
- Sim, sim, da África.&lt;br /&gt;
- Aqui está cheio de africanos, vindo de toda parte do mundo. O mundo está cheio de africanos.&lt;br /&gt;
- É verdade. Mas se pensar bem, veremos que todos somos africanos, pois a África é o berço antropológico da humanidade...&lt;br /&gt;
- Pronto, tem uma palestra agora na sala &lt;b&gt;meia oito&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
- Desculpe, qual sala?&lt;br /&gt;
- Meia oito.&lt;br /&gt;
- Podes escrever?&lt;br /&gt;
- Não sabe o que é meia oito? Sessenta e oito, assim, veja: 68.&lt;br /&gt;
- Ah, entendi, &lt;i&gt;meia é seis&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
- Isso mesmo, meia é seis. Mas não vá embora, só mais uma informação: A organização do Congresso está cobrando uma pequena taxa para quem quiser ficar com o material:  DVD, apostilas, etc., gostaria de encomendar?&lt;br /&gt;
- Quanto tenho que pagar?&lt;br /&gt;
- Dez reais. Mas estrangeiros e estudantes &lt;b&gt;pagam meia&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
- Hmmm! que bom. Ai está: seis reais.&lt;br /&gt;
- Não, o senhor paga meia. Só cinco, entende?&lt;br /&gt;
- Pago meia? Só cinco? &lt;i&gt;Meia é cinco&lt;/i&gt;?&lt;br /&gt;
- Isso, meia é cinco.&lt;br /&gt;
- Tá bom, meia é cinco.&lt;br /&gt;
- Cuidado para não se atrasar, a palestra começa às &lt;b&gt;nove e meia&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;
- Então já começou há quinze minutos, são nove e vinte.&lt;br /&gt;
- Não, ainda faltam dez minutos. Como falei, só começa às nove e meia.&lt;br /&gt;
- Pensei que fosse as 9:05, pois meia não é cinco? Você pode escrever aqui a hora que começa?&lt;br /&gt;
- Nove e meia, assim, veja: 9:30&lt;br /&gt;
- Ah, entendi, &lt;i&gt;meia é trinta&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
- Isso, mesmo, nove e trinta. Mais uma coisa senhor, tenho aqui um folder de um hotel que está fazendo um preço especial para os congressistas, o senhor já está hospedado?&lt;br /&gt;
- Sim, já estou na casa de um amigo.&lt;br /&gt;
- Em que bairro?&lt;br /&gt;
- No Trinta Bocas.&lt;br /&gt;
- Trinta bocas? Não existe esse bairro em Fortaleza, não seria no Seis Bocas?&lt;br /&gt;
- Isso mesmo, no bairro Meia Boca.&lt;br /&gt;
- Não é meia boca, é um bairro nobre.&lt;br /&gt;
- Então deve ser cinco bocas.&lt;br /&gt;
- Não, Seis Bocas, entende, Seis Bocas. Chamam assim porque há um encontro de seis ruas, por isso seis bocas. Entendeu? &lt;br /&gt;
- E há quem possa entender?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Seis entende?&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(Desconheço autoria). &lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/479658501056288524/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/03/meia-meia-ou-meia-muito-bom.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/479658501056288524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/479658501056288524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/03/meia-meia-ou-meia-muito-bom.html' title='Meia, Meia ou Meia (Muito bom!!!).'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-806391791845000444</id><published>2013-03-04T23:23:00.000-03:00</published><updated>2013-03-27T09:15:32.941-03:00</updated><title type='text'>Como lidar com mães que perdem o filho precocemente, por Deise Barreto.</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUUvBRqS5bdo-HzlXLqlqSulJUWGGsJuhKXymapjE_Zc3BiDGmxjETXRGZ9o8vo7R_cQeI_jjYJ_suPDMCCC2eZiaMHneIw7XhiG97F_RFLN-ZCJ79z97vS6Pp1C9KZliUVdR2pPbzrsM/s1600/Luto+de+M%C3%A3e.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; &gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUUvBRqS5bdo-HzlXLqlqSulJUWGGsJuhKXymapjE_Zc3BiDGmxjETXRGZ9o8vo7R_cQeI_jjYJ_suPDMCCC2eZiaMHneIw7XhiG97F_RFLN-ZCJ79z97vS6Pp1C9KZliUVdR2pPbzrsM/s320/Luto+de+M%C3%A3e.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos sabemos que a lei natural da vida é “os pais partirem antes dos filhos”. Tanto que se o obstetra tiver que optar pela sobrevivência da mãe ou do filho, faz parte da nossa cultura que essa escolha recaia sobre a mãe, que poderá gerar outros filhos. Ao contrário do pai, a mãe é “cuidadora” por natureza. E, diferentemente de muitas outras espécies, o ser humano recém-nascido depende totalmente de sua mãe, física e psicologicamente. É preciso que a mãe seja saudável, no sentido mais amplo do termo para criar e guiar sua prole.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ideia de morte natural de um jovem não é comum. Esta situação normalmente é causada por fatores traumáticos (acidentes, assassinatos) ou patológicos (doenças hereditárias ou adquiridas que causem a degeneração precoce do organismo). No entanto, nos dias de hoje, a violência urbana é a que mais tem ceifado a vida de rapazes e moças indiscriminadamente. Somente no Brasil, 600 mil jovens foram assassinados nos últimos 20 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mães que perdem filhos precocemente, nem sempre procuram um profissional que lhes preste tratamento psicoterápico, método que é de grande ajuda na elaboração do luto. E a sociedade, que precisa acolher essa mãe, também não está preparada culturalmente para vivenciar e lidar com este tipo de perda. Embora saibamos que a morte é a única certeza que temos na vida, independente da crença de cada um, nenhum ser humano está 100% apto a vivenciá-la sem sofrimento. Embora o mesmo não possa ser mensurado, cada indivíduo tem o seu jeito de lidar com a perda e com o luto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a mãe perde seu filho de maneira traumática tende a ficar “sem chão”, pode vivenciar sentimentos de culpa, inconformismo e revolta. Haverá sofrimento, dor e tristeza. Mas, se ela permitir-se receber ajuda de um profissional, este poderá instruí-la a trabalhar esta perda, entendendo o que esse filho representava em sua vida, ajudando-a a conviver com o luto e propiciando um pouco de conforto, retirando-a do estado de culpa que acomete a maioria das mães, até porque mães sempre acreditam poder e dever amparar seus filhos de tudo e de todos, o que, infelizmente, nem sempre é possível. Por melhor que seja uma mãe, ela não é Deus e não tem o controle sobre o destino do seu filho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Amigos, familiares com a intenção de amenizar a dor, tentam distraí-las, dar-lhes forças, pedem até que não chorem. Mas é possível não chorar? É possível ser forte? Não, não é possível. Portanto, é preciso buscar ajuda para enfrentar a dor e continuar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O luto precisa ser vivenciado; sua elaboração é necessária para que tal mãe possa dar continuidade a sua história, de preferência com saúde psíquica para cuidar dos outros filhos. A saudade e a dor da perda podem ser amenizadas, nunca ignoradas. É preciso continuar vivendo e se o filho (a) pudesse mais uma vez estar com sua mãe, com certeza diria: ”Mãe viva a sua vida!”&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
(Texto escrito para a sessão Família da Revista Bem Mais Osasco - Abril/2013). &lt;/i&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/806391791845000444/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/03/como-lidar-com-maes-que-perdem-o-filho.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/806391791845000444'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/806391791845000444'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/03/como-lidar-com-maes-que-perdem-o-filho.html' title='Como lidar com mães que perdem o filho precocemente, por Deise Barreto.'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhUUvBRqS5bdo-HzlXLqlqSulJUWGGsJuhKXymapjE_Zc3BiDGmxjETXRGZ9o8vo7R_cQeI_jjYJ_suPDMCCC2eZiaMHneIw7XhiG97F_RFLN-ZCJ79z97vS6Pp1C9KZliUVdR2pPbzrsM/s72-c/Luto+de+M%C3%A3e.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-8366615999243452188</id><published>2013-02-04T17:24:00.001-02:00</published><updated>2013-02-04T17:24:28.716-02:00</updated><title type='text'>V Simpósio de Psicossomática Psicanalítica</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZaQv0zUCZpjaZYK9TNKiXJX67y1rVAYieb89rITnQmZmh-LQfSVyBZgL4BP3Gz4Y1NYM0G7P3p0p-cG4h2RC9snR5umFZPS1cQ4z43r5avHd2DPFzYC0wxTBp6s44-Un04jt3dwZG320/s1600/V+Simp%25C3%25B3sio+Psicossom%25C3%25A1tica+Psicanal%25C3%25ADtica.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;307&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZaQv0zUCZpjaZYK9TNKiXJX67y1rVAYieb89rITnQmZmh-LQfSVyBZgL4BP3Gz4Y1NYM0G7P3p0p-cG4h2RC9snR5umFZPS1cQ4z43r5avHd2DPFzYC0wxTBp6s44-Un04jt3dwZG320/s400/V+Simp%25C3%25B3sio+Psicossom%25C3%25A1tica+Psicanal%25C3%25ADtica.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/8366615999243452188/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/02/v-simposio-de-psicossomatica.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/8366615999243452188'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/8366615999243452188'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/02/v-simposio-de-psicossomatica.html' title='V Simpósio de Psicossomática Psicanalítica'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgZaQv0zUCZpjaZYK9TNKiXJX67y1rVAYieb89rITnQmZmh-LQfSVyBZgL4BP3Gz4Y1NYM0G7P3p0p-cG4h2RC9snR5umFZPS1cQ4z43r5avHd2DPFzYC0wxTBp6s44-Un04jt3dwZG320/s72-c/V+Simp%25C3%25B3sio+Psicossom%25C3%25A1tica+Psicanal%25C3%25ADtica.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-289349299519150065</id><published>2013-01-30T15:35:00.001-02:00</published><updated>2013-01-30T15:35:59.166-02:00</updated><title type='text'>Torcida Organizada por Deise Barreto</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPWsbtmhv_PGHxyGsDvGCirHDsP3vKBpqvmzRJplN4plbLM6Wwkx6UzSl3zreu2eswVBVxmBac1ZbOSIMsR1xkW0rl8TG8w7o-ZOpohxEpNrwggZK19HVZTSf89fpER7IHsqpWi7b5Ves/s1600/torcida+organizada.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;214&quot; width=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPWsbtmhv_PGHxyGsDvGCirHDsP3vKBpqvmzRJplN4plbLM6Wwkx6UzSl3zreu2eswVBVxmBac1ZbOSIMsR1xkW0rl8TG8w7o-ZOpohxEpNrwggZK19HVZTSf89fpER7IHsqpWi7b5Ves/s400/torcida+organizada.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O indivíduo ao nascer é dependente absoluto dos cuidados de outro ser humano, sendo adequado estes cuidados por parte da mãe ou seu substituto. Mediante esta relação pouco a pouco em seu desenvolvimento emocional primitivo o bebê aprenderá a diferenciar o EU do não-EU. Por isso é fundamental a convivência com outros indivíduos em um ambiente que propicie ao desenvolvimento, aprendizado e criatividade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Partindo do fato de que as relações que moldam o indivíduo, desde a infância, são também fenômenos sociais. Com o decorrer do tempo, esse indivíduo que a princípio vive e convive com mãe, pai, irmãos e demais parentes dependendo da família nuclear, passa a conviver com outros grupos, tal como na escola, vizinhos, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando pensamos em grupo, podemos falar da psicologia de grupo, onde estudamos os fenômenos dos grupos que equivalem a uma quantidade de pessoas que se reúnem com o mesmo intuito, seja em uma profissão, instituição, templo religioso, filosofia de vida entre outros, nesse sentido, quero falar hoje sobre as &lt;i&gt;torcidas organizadas dos clubes brasileiros de futebol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;Torcida organizada, leva nos a crer que o objetivo do grupo é apenas um: Torcer com o grupo para o seu clube escolhido, seja por afinidade, admiração ou influência familiar. &lt;br /&gt;
Correto? &lt;br /&gt;
Não necessariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se formos nas sedes de algumas torcidas organizadas iremos nos deparar com torcedores fanáticos pelo seu clube que pagam uma taxa para se associar e desta forma se tornam pertencentes a uma massa, massa esta composta de muitos que respiram pelo seu time, são confeccionados materiais do clube e da torcida organizada que leva um nome, fazem camisetas, calças, bermudas, jaquetas, agasalhos, bonés, bandeiras etc. (Têm torcedores que 90% do guarda-roupas é de roupas da torcida organizada). Fazem caravanas para irem a estádios distantes e os associados conseguem ingressos com maior facilidades para os jogos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando me deparava com algum torcedor desses pensava que simplesmente se reuniam com os demais para irem aos jogos de seu time. Mas, não. &lt;br /&gt;
Nem todos vão apenas aos jogos.&lt;br /&gt;
Com inúmeros casos de assassinatos que a mídia revela comecei a buscar entender melhor isso, pois pensava: Membros da torcida X mataram torcedor da torcida Y, por qual razão? Simplesmente por que torcem para clubes distintos???&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então descobri conversando com torcedores de torcida organizada que muitos membros praticam esportes como muay thai entre outros para aprender a bater, pois os &lt;i&gt;&quot;linha de frente&quot;&lt;/i&gt; se preparam bem fisicamente para correr e para bater. Pois se encontram um membro de outra torcida organizada com roupa da torcida, eles tiram a camisa, batem e tem isso como vitória por terem roubado a camisa de um adversário. Em dia de clássico algumas torcidas marcam pontos de encontro para brigar, ou seja, são pessoas dispostas a violência, que atualmente não se preparam somente para bater bem, mas muitos andam armados e vença o melhor, independente de se o time ganhou ou perdeu em campo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantas vidas se foram?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantos inocentes por chegar no portão errado do estádio e se deparar com uma torcida organizada do time adversário batem até matar indivíduos que nem fazem parte de T.O., simplesmente estão com a camisa do seu time e foi lá prestigiar o mesmo. Que mal tem isso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantas namoradas apanham por estarem ao lado de um torcedor?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantas mães enterram seus filhos que morreram por torcer por um time?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aonde isso faz algum sentido?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jogadores de futebol ganham milhões, enriquecem, conhecem o mundo enquanto uma grande maioria passam anos estudando para ter uma profissão, entrar no mercado de trabalho e ganhar um salário para sobreviver, que mesmo se guardarem os seus rendimentos por anos não conseguem obter o que um jogador ganha em um ano. Se o clube ganha ou perde, o salário deles estão garantidos, o sucesso é constante em sua grande maioria, outros times os compram por milhões, e lá fora os torcedores se matam por se considerarem adversários. Vemos médicos, advogados, professores entre outras profissões envolvidos em torcidas organizadas, pessoas esclarecidas, inteligentes, de família que se associam e começam a pensar e agir como o grupo. De certa forma como alienados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Le Bom diz: A peculiaridade mais notável apresentada por um grupo psicológico é a seguinte: sejam quem forem os indivíduos que o compõem, por semelhantes ou dessemelhantes que sejam seu modo de vida, suas ocupações, seu caráter ou sua inteligência, o fato de haverem sido transformados num grupo coloca-os na posse de uma espécie de mente coletiva que os faz sentir, pensar e agir de maneira muito diferente daquela pela qual cada membro dele, tomado individualmente, sentiria, pensaria e agiria, caso se encontrasse em estado de isolamento. Há certas ideias e sentimentos que não surgem ou que não se transformam em atos, exceto no caso de indivíduos que formam um grupo. O grupo psicológico é um ser provisório, formado por elementos heterogêneos que por um momento se combinam, exatamente como as células que constituem um corpo vivo, formam, por sua reunião, um novo ser que apresenta características muito diferentes daquelas possuídas por cada uma das células isoladamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A minha questão então é: Por que o indivíduo que torce para um time, que sente prazer em vestir a camisa, que gosta de assistir o jogo no estádio, não o faz sem se associar a um grupo que não visa apenas torcer, mas machucar, bater, matar o indivíduo que faz parte da torcida de outro time?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o poder de escolha?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o respeito pela individualidade humana?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É lamentável mediante a tantas injustiças humanas, fome, pobreza, política corrupta vermos grupos que utilizam do lazer, da torcida de um clube para construir uma massa alienada que esquece que violência gera violência, que da mesma forma que muitos membros têm filhos, família, a torcida deles tiram filhos de suas mães e pais somente porque eles vibram por outro time, vestem outra camisa, possuem uma opinião distinta... Se esquecem de se colocar no lugar do outro, de respeitar o seu próximo e colaboram para que pessoas distantes desta triste realidade consigam sair em um domingo com a camisa do seu clube, temendo ser maltratado mesmo não fazendo parte de torcida organizada, porque têm aqueles não admitem se esbarrar com seus “adversários” na visão deturpada que possuem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fenômenos inconscientes desempenham papel inteiramente preponderante não apenas na vida orgânica, mas também nas operações da inteligência. A vida consciente da mente é de pequena importância, em comparação com sua vida inconsciente. O analista mais sutil, o observador mais agudo dificilmente obtêm êxito em descobrir mais do que um número muito pequeno dos motivos conscientes que determinam sua conduta. Nossos atos conscientes são o produto de um substrato inconsciente criado na mente, principalmente por influências hereditárias. Esse substrato consiste nas inumeráveis características comuns, transmitidas de geração a geração, que constituem o gênio de uma raça. Por detrás das causas confessadas de nossos atos jazem indubitavelmente causas secretas que não confessamos, mas por detrás dessas causas secretas existem muitas outras, mais secretas ainda, ignoradas por nós próprios. A maior parte de nossas ações cotidianas são resultados de motivos ocultos que fogem à nossa observação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vale ressaltar que nem todo membro de T.O. bate, mata ou motiva os demais a agirem assim, mas uma vez que faz parte da massa, vivencia o inconsciente coletivo, acabam muitas vezes se divertindo ou concordando com os comportamentos da maioria para se sentir aceito e pertencido ao grupo, se transformam quando estão reunidos, verbalizam ódio pelos adversários, deixa explicito a fúria pelo lema da torcida que faz parte.&lt;br /&gt;
É notável que os grupos, sejam torcidas organizadas ou não, muitas vezes deixam de lado seus valores e opiniões em prol do que o grupo acredita e valoriza, é então que inúmeros indivíduos perdem sua identidade que é instável conforme os grupos dos quais faz parte...!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos questionar o mundo e a nós mesmo... Cada fase vivenciamos algo... Mas, vivenciarmos ou apoiarmos a violência em nada nos agregará nem ontem, nem hoje e muitos menos amanhã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paz aos clubes e a todos os torcedores!&lt;br /&gt;
Respeito pelo próximo... NÃO A VIOLÊNCIA!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/289349299519150065/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/01/torcida-organizada-por-deise-barreto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/289349299519150065'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/289349299519150065'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/01/torcida-organizada-por-deise-barreto.html' title='Torcida Organizada por Deise Barreto'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjPWsbtmhv_PGHxyGsDvGCirHDsP3vKBpqvmzRJplN4plbLM6Wwkx6UzSl3zreu2eswVBVxmBac1ZbOSIMsR1xkW0rl8TG8w7o-ZOpohxEpNrwggZK19HVZTSf89fpER7IHsqpWi7b5Ves/s72-c/torcida+organizada.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-3323279885861782858</id><published>2013-01-29T10:02:00.002-02:00</published><updated>2013-01-29T10:02:51.258-02:00</updated><title type='text'>Tragédia de Santa Maria: entre o luto e o narcisismo por Lucas Nápoli</title><content type='html'>&lt;i&gt;Vivemos numa era onde a maioria dos seres humanos são questionadores. Vale a pena ler o texto abaixo e refletir sobre o mesmo!&lt;br /&gt;
Se quiserem debater, fiquem à vontade!!!&lt;br /&gt;
Eu concordo, em parte. De fato a televisão, os jornais, revistas fazem uma cobertura com simulações e detalhes repetitivos em busca de audiência, esse é o foco. O que acaba até favorecendo alguns escândalos que desejam encobrirem, no entanto, como sempre creio no ser humano, têm sim aqueles que se sensibilizam com a dor do próximo, isso é inato, é do indivíduo (sensibilidade essa em alguns), independente da profissão em que atua.&lt;br /&gt;
Quanto as redes sociais, também creio que algumas pessoas expressam ali os sentimentos vivenciados diante de uma tragédia, de uma fatalidade, mas uma grande maioria narcisista encontram nisso uma novidade para compartilhar e receber curtidas, como disse o Lucas, também ganhar audiência, e outros o fazem para não ficar fora da onda de posts sobre as últimas notícias catastróficas, e vejo como tamanho mau gosto compartilhar fotografias de pessoas machucadas, mortas, porque isso se espalha e além de familiares das vítimas poder ter acesso, não é algo agradável para ninguém ver.&lt;br /&gt;
O fundamental é respeitarmos a dor alheia, escutei e li comentários sobre essa tragédia de tamanha insensibilidade. Isso pode acontecer com qualquer um de nós ou familiares, não cabe julgarmos, menosprezarmos esse sofrimento vivenciado por tantos familiares e amigos.&lt;br /&gt;
E também vale a pena com isso o aprendizado, se atentar aonde frequentamos, pois muitas vezes isso passa totalmente despercebido.&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;b&gt;Deise Barreto.&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
************************************************************************************************************&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tragédia de Santa Maria: entre o luto e o narcisismo&lt;/b&gt; &lt;i&gt;por Lucas Nápoli&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
Escrevo este texto um dia após ter acontecido o que tem sido chamado pela mídia de “tragédia de Santa Maria”. Para os que lerão este escrito muito tempo depois de ter sido publicado, me refiro ao incêndio ocorrido na madrugada do dia 27 de janeiro de 2013 na boate Kiss em Santa Maria no Rio Grande do Sul, que provocou a morte de mais de 200 pessoas e deixou dezenas de feridos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventos como esse são sempre um prato cheio para jornais, revistas, mas, sobretudo, para a televisão, que pode explorar à exaustão as imagens registradas do incidente, construir gráficos elaborados explicando como teria acontecido o incêndio e porque a maioria das pessoas morreu asfixiada, chamar especialistas para debater o assunto e last, but not least, apresentar conteúdos exclusivos, “que você só verá aqui”. É também comum nessas ocasiões observar apresentadores normalmente serelepes e eufóricos apresentando um semblante sério e austero, fingindo que estão consternados com o acontecido. Tudo para que o telespectador não saiba que estão, no fundo, comemorando os picos de audiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas nós já não vivemos mais na era do telespectador passivo, que apenas recebe conteúdos de um broadcaster institucional. Não, nós agora temos redes sociais. Nós também produzimos conteúdo. Nós também divulgamos informação. Nós também temos audiência. Logo, nós também precisamos mentir. Afinal, temos centenas de amigos no Facebook e/ou centenas de seguidores no Twitter. Temos que mostrar a essas pessoas que somos bonzinhos, que amamos o próximo, que temos compaixão. Temos que dar uma satisfação a nossos amigos e seguidores. Precisamos fazer semblante sério, austero e compassivo. Temos audiência. Precisamos abarrotar as timelines de nossos espectadores com imagens com os dizeres “Luto”, “Deus conforte os corações dos familiares”, etc. Precisamos mostrar à nossa audiência que nós somos tão bons que conseguimos compartilhar da dor que estão sentindo os parentes das pessoas que morreram. Sim, nós precisamos fingir que nos importamos. Precisamos fingir que estaremos orando pelas famílias. Precisamos fingir que ficaremos de luto. Precisamos enviar mensagens supostamente dirigidas aos familiares, mas que sabemos de antemão que jamais chegarão até eles. Precisamos, em suma, mostrar aos nossos amigos e seguidores que nos importamos, que o mundo é um lugar muito bonito abarrotado de gente que não está interessada apenas no próprio umbigo, mas que se preocupa com a dor do outro. O paraíso na terra.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vejam bem, não estou negando a possibilidade de que efetivamente nos solidarizemos com a dor das mães e pais que perderam seus filhos. Sou psicanalista. Empatia é um dos meus principais instrumentos de trabalho. Acredito, aliás, ser quase impossível para a maioria das pessoas assistir na televisão aos familiares e amigos desesperados e não se compadecer das dor que eles provavelmente estão sentindo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que coloco em questão é a necessidade que temos de publicar essa solidariedade, transformando nossa suposta compaixão em objeto de consumo para nossa audiência. Sim, pois nas redes sociais todos nós acabamos nos transformando em apresentadores de televisão. Cada um de nós faz o seu próprio Fantástico e, em vez da audiência medida pela Ibope, nós acumulamos “curtidas”, retweets, compartilhamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma ingenuidade acreditar que Facebook e Twitter nos servem apenas como uma folha de papel em branco onde expressamos nossos sentimentos, opiniões e ideias. Ainda que não existissem os botões “curtir”, “compartilhar” e “retweetar”, ainda assim a mera consciência de que outras pessoas têm acesso ao que publicamos faz com que tenhamos sempre em vista as expectativas alheias antes de escrevermos ou compartilharmos algo. Isso explica a quantidade cada vez maior de imagens contendo frases “edificantes” ou engraçadinhas sendo compartilhadas no Facebook. Queremos parecer bonzinhos, fortes, cultos e bem-humorados para nossa audiência. Show da vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas voltemos à nossa pauta original. Será que as “moções de solidariedade” aos familiares das pessoas mortas na tragédia de Santa Maria escapariam desse círculo narcísico em jogo nas redes sociais? Será que nosso objetivo ao compartilharmos as imagens bem elaboradas de luto é, de fato, a mera manifestação de nossos sentimentos de compaixão e não mais uma “atração” do nosso Fantástico particular de todos os dias?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um psicólogo judeu costumava dizer que quando alguém, num período de jejum, desfigura o rosto, dando a entender que está sofrendo, tem por objetivo conquistar a atenção e a admiração dos homens. Por isso, recomendava a seus amigos que se perfumassem e lavassem o rosto ao fazerem jejum, a fim de que ninguém sequer suspeitasse que não estivessem se alimentando. Fazendo isso, proteger-se-iam de um vício assaz pernicioso chamado hipocrisia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Lucas Nápoli&lt;/b&gt; é psicólogo, psicanalista e Mestre em Saúde Coletiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). &lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/3323279885861782858/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/01/tragedia-de-santa-maria-entre-o-luto-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3323279885861782858'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3323279885861782858'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/01/tragedia-de-santa-maria-entre-o-luto-e.html' title='Tragédia de Santa Maria: entre o luto e o narcisismo por Lucas Nápoli'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5849315278678133220.post-3381250377861495967</id><published>2013-01-28T09:06:00.001-02:00</published><updated>2013-01-28T09:06:12.349-02:00</updated><title type='text'>Acomodar ou Mudar? Eis a questão...!</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdLEUpf7cG6MEN4_2yPcHlZw_tLBW0WLvIGnFlrjdWOYszefPmmwG5o9ma7ct8hbdiS-gINxU3Fvs63FgOwi0GJU0eiVRrDkqsW3cbWFAQ5e7ek3mXmFf1ENYynS290xWhog1z0N6NwEY/s1600/acomodar+ou+mudar.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; width=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdLEUpf7cG6MEN4_2yPcHlZw_tLBW0WLvIGnFlrjdWOYszefPmmwG5o9ma7ct8hbdiS-gINxU3Fvs63FgOwi0GJU0eiVRrDkqsW3cbWFAQ5e7ek3mXmFf1ENYynS290xWhog1z0N6NwEY/s400/acomodar+ou+mudar.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Final de um ano e início de outro é muito comum para mim e acredito que para muitas pessoas ouvirem de pessoas próximas ou não sobre planos, metas, sonhos... Como também é muito comum ouvirmos reclamações:&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Preciso ganhar mais e só conseguirei isso noutro trabalho;&lt;br /&gt;
Preciso trocar de carro, o meu só dá problema;&lt;br /&gt;
Preciso comprar um carro, não dá para ficar tanto tempo esperando condução;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
E não para aí, falam sobre namoro, casamento, família, vida financeira e profissional, entre outras: Preciso emagrecer, preciso parar de fumar, preciso economizar...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, uma minoria realmente faz alguma coisa para mudar o quadro atual e obter êxito na meta proposta.&lt;br /&gt;
É algo que já falei algumas vezes por aqui. Só conseguimos ajudar quem se ajuda.&lt;br /&gt;
Se a pessoa insiste que algo é difícil, que não consegue, que não tem sorte, que não tem tempo, sinto muito informar: &lt;b&gt;NADA VAI ACONTECER&lt;/b&gt;!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando eu digo para mim: Eu não consigo. Já estou colocando um bloqueio na minha energia, na minha ação. &lt;b&gt;Somos o que pensamos&lt;/b&gt;!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vivemos em um mundo competitivo em todos os sentidos, mas consigo visualizar lugar para todo mundo!&lt;br /&gt;
Manter os braços cruzados, acreditar que o que tem de ser é, é o mesmo que esperar um milagre cair do céu... É fugir da vida, é fugir de si mesmo, é ir contra a pulsão de vida...!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acredito que nada é por acaso, que o que é nosso chega até nós, mas será que sem caminhar na direção há de chegar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho as minhas dúvidas! Como alguém pode chegar no cargo que deseja naquela multinacional americana, se nunca começa estudar o inglês, idioma imprescindível para ocupar um cargo de liderança na empresa?&lt;br /&gt;
Como comprar algo que quer muito sem fazer um planejamento financeiro? Será que só o fato do salário ser baixo, é motivo de desistência?&lt;br /&gt;
Vemos pessoas que ganham tão pouco conquistando sonhos... Talvez a administração seja o segredo. O que pensa disso?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o passar dos anos, vamos nos tornando cada vez mais exigentes, olhamos para trás e começamos analisar o que já conquistamos, o que queremos conquistar, mas será que muitos analisam onde podem acertar mais e errar menos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Será que errou muito? Ou será que o nível de exigência atual o faz não perceber os acertos?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto há vida, enquanto há saúde, é preciso pulsão de vida, força de vontade para batalhar, lutar, se ajudar e fazer por onde tudo fluir, acontecer, realizar...!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Descruze os braços!&lt;i&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; Para e pensa em tudo aquilo que você deseja melhorar ou mudar em sua vida... E vá... Vá atrás de realizar... Temos 24 horas por dia, 168 horas por semana... Se for preciso trabalhe mais, estude, cuide do corpo e mente também, cuide de você!!! É cansativo? Muito!!! Mas, vale a pena!!!&lt;br /&gt;
Nunca é tarde para trocar de profissão se a mesma já não o satisfaz mais... Não tenha medo de recomeçar, estudar uma nova profissão, começar do zero...&lt;br /&gt;
Se a relação amorosa não te agrega, erga a cabeça, se valorize, se admire e se ama, pois desta forma você irá emanar a energia da valorização e atrairá alguém como você, que vai te amar, te respeitar e te valorizar.&lt;br /&gt;
Continuar em uma relação falida, frustrada ou ficar a espera de alguém que não se decide, que precisa cuidar dos próprios problemas para poder vivenciar o amor, é o mesmo que se boicotar! Pois, para amarmos é necessários nos amar primeiramente.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
Ame quem você é!&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;Se olhe no espelho e sorria, goste do que reflete e se for difícil gostar, mude, busque refletir o que você quer!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mas, não se acomode. Não venha reclamar de falta de sorte, quando na realidade há falta de ação, falta de garra, falta de boa vontade.&lt;br /&gt;
E se for muito difícil buscar toda a mudança sozinho! Não tema, busque ajuda psicológica. Procure quem possa te ouvir, quem possa te ajudar, desde que você se permita ser ajudado, queira ser ajudado e lute por isso!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É muito mais fácil se acomodar e ir sobrevivendo a cada dia, pensando em como queria que a vida fosse...&lt;br /&gt;
Difícil batalhar, se cansar, lutar para viver a vida como deve ser!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha é sua!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que você quer???&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se acomodar e viver na zona de conforto???&lt;br /&gt;
Ou buscar a mudança, batalhar em prol de uma vida melhor???&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reflita... Analisa... Decida...!&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/feeds/3381250377861495967/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/01/acomodar-ou-mudar-eis-questao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3381250377861495967'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5849315278678133220/posts/default/3381250377861495967'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://psi-deisebarreto.blogspot.com/2013/01/acomodar-ou-mudar-eis-questao.html' title='Acomodar ou Mudar? Eis a questão...!'/><author><name>Ψ Psicóloga Deise Barreto</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02506846727404630369</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgDqZ2DLK3_Oppsk1U7-4XN386sT54rGPAdvVYdZI1S8Sy577PsY5-GB-ETwm5_t8mYCqRlTYZ8B-rKkAHFrZxEMl-0yiGkOURSyVd6c4mUAfGmbq1SUPWxOUy5b1NjEWc/s220/psi%252Bdeise%252Bbarreto.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhdLEUpf7cG6MEN4_2yPcHlZw_tLBW0WLvIGnFlrjdWOYszefPmmwG5o9ma7ct8hbdiS-gINxU3Fvs63FgOwi0GJU0eiVRrDkqsW3cbWFAQ5e7ek3mXmFf1ENYynS290xWhog1z0N6NwEY/s72-c/acomodar+ou+mudar.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>