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	<title>Cartas na Mesa</title>
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	<description>Atualizações sobre Tarô: Artigos - Análises - Interpretações.</description>
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		<title>Ama quem é rico</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Aug 2015 23:40:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eis que chegamos à época onde o amor tem um preço. Não disse valor, disse preço mesmo. Quantia, estimativa em dinheiro, condição material. Hoje tudo é culpa nossa e amar é uma coisa complicada demais. Custosa, eu diria. Namorar custa dinheiro, tem os passeios, o motel, os programas descolados em restaurantes da moda com inúmeros [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/08/tarot_card___wheel_of_fortune_by_cottonvalent-d5i5y8n.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-641" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/08/tarot_card___wheel_of_fortune_by_cottonvalent-d5i5y8n-149x300.png" alt="tarot_card___wheel_of_fortune_by_cottonvalent-d5i5y8n" width="149" height="300" /></a>Eis que chegamos à época onde o amor tem um preço.<br />
Não disse valor, disse preço mesmo. Quantia, estimativa em dinheiro, condição material.<br />
Hoje tudo é culpa nossa e amar é uma coisa complicada demais. Custosa, eu diria. Namorar custa dinheiro, tem os passeios, o motel, os programas descolados em restaurantes da moda com inúmeros tipos de comida e bebida. E não dá para namorar sem presentear, então o parceiro precisa ter certeza de que terá os R$ 500,00 para comprar a saia que ela gosta e ela, tem que conseguir dinheiro para dar aquele relógio esportivo de R$ 700,00 para ele. Sem isso, não dá, né?<br />
E os noivos? Para noivar precisa de aliança e garantia da casa própria. Sem condições noivar com aliancinha mequetrefe e sem uma promessa de uma casa estilo show room para mostrar que estão &#8220;bem programados&#8221; para o amor.<br />
Imagine casar, então? Precisa de anos para juntar dinheiro para a igreja, a festa de arromba (o que a tia Juracy vai dizer se eu não casar na igreja?), fora a casa e a previsão de uma lua de mel arrebatadora com presentes chiques para garantir cortar um churrasquinho com a faca de R$ 300,00 feito na churrasqueira recém inaugurada.<br />
E filhos? Filhos é motivo de discórdia, é fim do amor. Filho faz o casal virar irmão e ter desejos por outras pessoas porque o corpo da gente fica um horror e o sexo some enquanto se vara noites com o bebê e as cólicas terríveis diagnosticadas como insegurança da mãe pelo manual com 390 regras para ser a mãe perfeita. O filho precisa de um quarto super equipado, um carrinho que parece uma nave e, antes de abrir os olhos, já tem que ter um guarda roupa igual ao da mãe, que gasta rios de dinheiro tentando emagrecer 1 mês após dar a luz, entre tratamentos, depilações e tudo o que for preciso para provar que dá para pular a licença maternidade e se mostrar uma máquina que deu à luz sem anestesia e, 2 meses depois, está inteira.<br />
Veja, amar sem dinheiro não dá! Sem grana o cara vira uma figura sem amor próprio e a mulher se torna uma dependente. Hoje o melhor investimento é ficar sozinho. Assim dá para usar o dinheiro para si, planejar quando será melhor amar (e quem poderá ser amado por mim), garantindo satisfação por tempo limitado. Claro, limitado, porque se acabar o amor, a gente troca de parceiro e com dinheiro isso fica menos traumático. Para quê uma pessoa se mata de trabalhar já que vai dar tudo para os outros (leia-se sua família)? É frustrante fazer tudo e sustentar tanta gente. Ter um carrinho chinfrim, comer uma comidinha meia boca, não colocar a tiara com as orelhas do Mickey 1 vez ao ano é pedir demais.<br />
Só se ama quando se pode. Quando se tem dinheiro. Se não, melhor não amar, melhor não ter problemas. Inteligente é meu amigo que só casou quando conseguiu bancar a maior festa, com uma casa montada, viajou o mundo com a esposa gostosa e seu filho nasceu já tinha um palacete esperando. Ele não quer mais filhos, não! Me disse, inclusive, que eu não deveria adotar porque a &#8220;gente nunca sabe a procedência dessa criança, vai que dá problema de saúde, aí já viu&#8230;um gasto sem fim! Pensa no plano de saúde, terapia, escola!&#8221;.<br />
Isso faz pensar como será a pós-morte dessas pessoas. Caso a gente morra mesmo e vá para algum lugar, essas pessoas chegam lá limpinhas, vestidinhas de anjo, depiladíssimas, saradas, com botox, de frente para a divindade que lhes pergunta: &#8220;Como foi sua vida? Valeu? Amou?&#8221;; ao que elas respondem prontamente enquanto ajeitam a toga: &#8220;Sim, valeu! Vivi bem. Mas não amei, não. Eu era pobre&#8221;.</p>
<p>Kelma Mazziero</p>
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		<title>Para ser grande, não espere um motivo</title>
		<link>http://blog.kelmamazziero.com.br/archives/633</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Jul 2015 01:59:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A filosofia de vida de uma pessoa deve ser baseada em seus valores, jamais nos seus resultados. Ninguém deve ser &#8220;bonzinho&#8221; porque os outros são bonzinhos e o contrário também, sendo &#8220;mauzinho&#8221; porque os outros são mauzinhos. Esse comportamento torna você o reflexo de quem você não gosta. Sempre ouço justificativas assim: &#8220;Mas eu vou [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #800000;">A filosofia de vida de uma pessoa deve ser baseada em seus valores, jamais nos seus resultados. Ninguém deve ser &#8220;bonzinho&#8221; porque os outros são bonzinhos e o contrário também, sendo &#8220;mauzinho&#8221; porque os outros são mauzinhos. Esse comportamento torna você o reflexo de quem você não gosta.</span></p>
<p><span style="color: #800000;">Sempre ouço justificativas assim: &#8220;Mas eu vou tratar bem quem me trata mal?&#8221;, ou ainda, &#8220;Vou gostar de quem não gosta de mim?&#8221;. Veja bem, isso é uma salada de conceitos que não leva a canto algum. Se você faz o que acredita e julga estar correto, você está sendo fiel (antes de tudo) a si mesm@. Se faz qualquer coisa movid@ a reação, não estará alinhad@ com sua verdade interior. Parece difícil, mas não é. Basta deixar de levar tudo para o lado pessoal e fazer o que deve fazer porque é o justo, porque é o certo. Faça algo porque é aquilo que te move e faz sentido em sua vida. Esperar que alguém valorize, concorde ou se sinta em dívida com você é fazer da sua verdade uma moeda de troca.</span></p>
<p><span style="color: #800000;">Outro dia ouvi de uma pessoa a seguinte frase: &#8220;Eu era <em>gente boa</em>, mas hoje não sou mais. Percebi que isso não vai me levar a lugar algum, as pessoas pisam em quem é do bem.&#8221;. Após alguns segundos de choque, ao notar que a versão boa ou má depende de terceiros e não de uma fonte interior, respondi: &#8220;Então você deixou sua essência de lado para trabalhar para seus algozes fazendo o mesmo que fizeram com você?&#8221;.</span></p>
<p><span style="color: #800000;">Pois é.<a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Legacy-of-the-Divine-Devil-Tarot-Card.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-634" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/07/Legacy-of-the-Divine-Devil-Tarot-Card-179x300.jpg" alt="Legacy-of-the-Divine-Devil-Tarot-Card" width="179" height="300" /></a> </span></p>
<p><span style="color: #800000;">Certo ou errado, bom ou mau, bem ou mal, ação ou reação&#8230; nenhum deles valerá se, dentro da gente, não houver a justa medida. </span><br />
<span style="color: #800000;">Fidelidade é uma relação entre mim e a minha verdade. Nada mais.</span></p>
<p><span style="color: #800000;">Abraços <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="&#x1f609;" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p><span style="color: #800000;">Kelma Mazziero</span></p>
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		<title>Se criticar fosse bom&#8230;</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 22:17:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Se crítica fosse coisa boa não teria o mesmo radical de crise. Tudo bem que a gente se esforça para ser maduro e para demonstrar equilíbrio, coloca um adjetivo nela (e vira a crítica construtiva) na tentativa de engolir, mas fato é que a digestão nem sempre ocorre no tempo que nossa emoção gostaria. Para [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/06/quiron.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-625" alt="quiron" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/06/quiron-300x273.jpg" width="300" height="273" /></a><span style="color: #993300;">Se crítica fosse coisa boa não teria o mesmo radical de crise. Tudo bem que a gente se esforça para ser maduro e para demonstrar equilíbrio, coloca um adjetivo nela (e vira a crítica construtiva) na tentativa de engolir, mas fato é que a digestão nem sempre ocorre no tempo que nossa emoção gostaria.</span><br />
<span style="color: #993300;">Para aqueles que nasceram resistentes (ou distraídos) pode ser menos incômoda. Porém, para quem nasceu mais sensível ou teve que encarar rejeição desde cedo, crítica é um troço chato, peguento, que leva tempo para ser diluído.</span><br />
<span style="color: #993300;">Prefiro a sugestão, a dica, a ideia, à crítica propriamente dita. Isso porque criticar é, sim, julgar. E para julgar é preciso ser imparcial, neutro, evitando mesclar a condenação com a própria opinião.</span><br />
<span style="color: #993300;">É difícil fazer uma crítica sem esbarrar na experiência própria, no gosto pessoal ou até nas vivências cheias de emoções e lições individuais. Procure a origem da palavra e verá que ela tem em seu cerne o julgamento, como se fosse uma peça acoplada, o que pode tornar a prática delicada e arriscada em alguns momentos e para com algumas pessoas.</span><br />
<span style="color: #993300;">É interessante como parece difícil viver sem fazer uma crítica, porém, o quanto é desafiador recebê-la. Ao modelo de Quiron, manter uma feridinha aberta para saber o quanto dói um machucado pode ser uma prática saudável na convivência social.</span><br />
<span style="color: #993300;">Pensar não implica em criar uma dívida para com a verdade universal e dizer, indubitavelmente, o que se pensou. Às vezes o não dizer, o observar, o calar ou o apaziguar pode ser mais confortante e também mais educado. Não é porque penso que devo transparecer, externar, vomitar. Não é porque critico que vou ajudar e, em contrapartida, não é porque me criticaram que carregam razão absoluta nessa crítica. Pense nisso. </span><br />
<span style="color: #993300;">A crítica pode ter a pretensão de ser construtiva, mas nem sempre o é. E quem a faz pode ser como ela: pretensioso e pouco efetivo (ou seria afetivo?). Vale uma frase que li recentemente e pela qual me apaixonei ao longo da semana: &#8220;Não rejeite a si mesmo só porque alguém te rejeitou&#8221;. Crítica é para poucos. Para poucos ouvirem e para poucos fazerem. De resto, na maior parte das vezes é pura ilusão de poder.</span></p>
<p><span style="color: #993300;">Abraço <img src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-includes/images/smilies/simple-smile.png" alt=":)" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p><span style="color: #993300;">Kelma Mazziero</span></p>
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		<title>Extremos são improdutivos</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 00:53:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[O comedimento é uma grande sacada que surge com o passar do tempo. Aliás, ultimamente, tenho namorado com a velhice. Ok, muitos dizem que estou longe de ficar velha, que hoje em dia os 40-50 são os antigos 30. Mas o corpo não acompanha a mente moderna na mesma intensidade, o tempo é inexorável. Dito [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #808080;">O comedimento é uma grande sacada que surge com o passar do tempo. Aliás, ultimamente, tenho namorado com a velhice. Ok, muitos dizem que estou longe de ficar velha, que hoje em dia os 40-50 são os antigos 30. Mas o corpo não acompanha a mente moderna na mesma intensidade, o tempo é inexorável.</span><br />
<span style="color: #808080;">Dito isto, voltemos ao comedimento. Ele parece meio sem graça, sem sal. Comedimento parece nome de tempero. Sim, e sei, é palavra meio broxante. Mas é um ingrediente essencial para a sobrevivência em sociedade.</span><br />
<span style="color: #808080;">Quase tudo demanda (ou deveria exigir) comedimento. Por exemplo, eu posso amar animais, mas quando perco o limite disso e viro alguém que anda na rua policiando a maneira como todos e qualquer um trata seu cachorro, arrisco me equivocar. Posso adorar crianças, mas quando viro aquela pessoa que olha feio para um pai/mãe que repreende o filho-peste surtado no meio do shopping, também estarei me equivocando. Do mesmo modo, posso (sim, infelizmente posso) impor minha religião aos meus filhos, mas não devo (não, não devo!) deixar que essa religião o impeça de ter amigos ou de interagir na escola com os demais sem preconceito ou distinção. Isso vale para alimentação, para práticas esportivas, para escolha profissional, para (quase) tudo. Conviver é transitar nas diferenças, não tem jeito, ainda que isso seja muitas vezes um saco. Faça um teste. Veja as notícias e pense o que uma pitadinha de comedimento faria por ali (nas situações, nas pessoas, nos fatos). </span><br />
<span style="color: #808080;">Querendo ou não, está virando um suplício ser quem a gente é porque tem &#8220;polícia moral&#8221; espalhada em todos os lugares.</span><br />
<span style="color: #808080;">Essa fase do politicamente correto pode se tornar um grande problema se não for vista (e levada a cabo) com maturidade (e comedimento, de novo). Ser correto não é ser chato. Ser honesto não é ser CDF. Ser consciente não é ter papo-cabeça. E assim, como num passe de mágica, fica possível conviver (ou sobreviver) em sociedade. </span><br />
<span style="color: #808080;">Não seja chato(a), seja comedido (a).</span></p>
<p>Escrito por Kelma Mazziero ♣</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Cosmic_Tarot_High_Priestess_sm.jpg"><img class="size-medium wp-image-617" alt="Cosmic_Tarot_High_Priestess_sm" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/06/Cosmic_Tarot_High_Priestess_sm-180x300.jpg" width="180" height="300" /></a></p>
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		<title>Os relutantes que me perdoem, mas a prática é fundamental</title>
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		<pubDate>Mon, 04 May 2015 20:25:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esses dias, revendo um documentário sobre Lacan, renovei a teoria de que parte do conhecimento profissional sempre advém da sua prática. Obviamente essa teoria não é minha, nem fui eu que a criei, mas às vezes parece tão distante da realidade que sinto a necessidade de relembrá-la. No Tarô é comum encontrar quem goste de [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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<p><span style="color: #333399;">O consulente ensina o oraculista. Isso é uma situação corriqueira, aliás. Aqueles profissionais mais prepotentes ou inatingíveis podem até tentar ignorar isso, porém, chega a ser um raciocínio lógico: sem material de estudo ficamos sem evolução e sem avanço em longo prazo. Um dos erros mais vistos é aquele em que a pessoa acredita saber o suficiente. Vejo essa conduta em todos os setores, todas as profissões. Alguns dizem que já aprenderam tudo o que precisavam, outros dizem que no ponto onde se encontram só podem aprender com estrangeiros ou sábios, outros dizem que tentam aprender ainda que notem que nada mais se cria, tudo é meramente revisto e modificado dentro de um mesmo tema conhecido. Ou seja, justificativas evasivas para evitar o enfrentamento de uma consulta (que não é tarefa fácil).</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Costumo dizer que, cada atendimento, é um novo aprendizado. Porque é. Não sabemos quem iremos atender, como será, o que acontecerá ali e como será a devolutiva tempos depois. É um risco. Dá aquele friozinho na barriga que aparece todas as vezes em que preciso palestrar ou dar uma aula para grupos grandes de alunos. É inevitável! Lidar com o desconhecido se torna parte da rotina do tarólogo e tentar evitar isso pode também impedir boas (e grandes) lições a respeito do ofício e do que se conhece a respeito do tema. Cada consulente tem uma história e uma forma de contá-la. Ouvir é aprender, compreender, observar, deixar de ser um pouquinho quem se é para ver o mundo através da ótica da outra pessoa. Uma prática incrível que ensina à beça. Estatísticas, fases, padrões, situações recorrentes. Tudo isso só se faz claro quando realmente observado, notado, percebido. E para ter acesso a isso não há outro caminho senão a prática. Chame de jogo, de tiragem, de leitura, de atendimento, de consulta. Como queira.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A teoria e a prática devem ser, a rigor, elos de uma mesma corrente. Sem uma, a outra perece. Tarólogo que não gosta de ouvir histórias e conhecer pessoas para compreender o ser humano é mero amante do próprio conhecimento. E para fazer um bom trabalho é preciso ser humilde, aprender sempre, reciclar e se colocar à prova. Criar ao redor do Tarô uma atitude discriminatória &#8211; como se uma consulta fosse menos valiosa que a leitura de um livro &#8211; é criar em torno da própria profissão um preconceito contra o qual é difícil vencer ao longo do tempo.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A leitura das cartas é bússola, rota, orientação e conhecimento. Conhecimento do outro, conhecimento de si, entendimento da vida e do semelhante.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Os relutantes que me perdoem, mas a prática é fundamental.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">♣</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Abraços a Todos</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Kelma Mazziero</span></p>
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		<title>7 Coisas que você não sabia sobre Tarot (ou tinha medo de perguntar)</title>
		<link>http://blog.kelmamazziero.com.br/archives/604</link>
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		<pubDate>Mon, 06 Apr 2015 21:11:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Tarot é uma ferramenta muito poderosa para melhorar sua vida e revelar coisas importantes sobre você mesmo. Muitos temem as cartas por não compreenderem exatamente do que tratam. O fato é que o Tarot é uma forma de se conectar com sua própria intuição. Depois uma experiência incrível com Tarot do Amor, pesquisei para entender [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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<p>Depois uma experiência incrível com <a href="http://www.astrocentro.com.br/oraculos/tarot-do-amor-gratis">Tarot do Amor</a>, pesquisei para entender mais sobre as cartas. Se você está começando na leitura ou pretende se consultar, aqui vão sete coisas importantes que você precisa saber sobre Tarot.</p>
<p><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/04/01.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-605" alt="01" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2015/04/01-300x257.jpg" width="300" height="257" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>1 – Não existem cartas ruins</p>
<p>A carta da Morte pode deixar você nervoso mas ao invés de significar algo ruim, ela na verdade representa renascimento ou novo começo. O Tarot tem ambos os lados bons e mais negativos da vida. Claro que o Tarot tem cartas que indicam coisas que talvez nós não desejamos (como por exemplo o Dez de Espadas) mas para cada aspecto negativo descrito nas cartas, também existe a chance de mudarmos e conseguirmos um novo final.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>2 – As cartas de Tarot são apenas cartas</p>
<p>A verdade é que não existe mágica ou algum tipo de encantamento nas cartas de Tarot. Elas são apenas cartas com desenhos interessantes. O verdadeiro poder do Tarot vem da sua própria intuição – <a href="http://www.kelmamazziero.com.br/km/portal/artigos/taro/aprender_a_jogar_taro.htm">que o guia</a> para determinadas revelações.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>3 – Tarot é antigo (muito antigo mesmo)</p>
<p>A origem do Tarot é cercada de mistério. Alguns acreditam que ele surgiu no século XII. Sua nacionalidade varia ainda mais – há quem diga que é egípcio, outros dizem que é chinês e também quem alegue que o Tarot surgiu na França. Uma coisa que todos concordam é que as cartas vem de um passado muito distante.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>4 – Existem centenas de baralhos disponíveis</p>
<p>Você vai encontrar baralhos para cada tipo de interesse que buscar. Você pode comprar baralhos dedicados a gatos, tradicionais, góticos, inspirados em contos de fadas, e a lista prossegue quase infinitamente. Colecionar os baralhos é algo bastante comum.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>5 – Existem 78 cartas em um baralho</p>
<p>Um baralho é dividido em duas partes diferentes. Os <a href="http://www.kelmamazziero.com.br/km/portal/artigos/taro/ordem_e_interpretacao.htm">Arcanos Maiores</a> consistem em 22 cartas – incluindo os famosos Amantes e a Morte. Os Arcanos Menores são compostos por 56 cartas e são representadas por assuntos cotidianos como relacionamentos, finanças, criatividade, etc.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>6 – Previsões não são a capacidade mais incrível</p>
<p>Alguns tarólogos podem revelar coisas muito importantes sobre seu futuro mas é importante você saber que Tarot tem muito mais a te oferecer. Na verdade, as cartas são ferramentas para auto-crescimento. Ao invés de prever o futuro, Tarot oferece uma imagem sobre onde você está neste instante. Essa imagem pode mudar conforme as decisões que você toma. Lembre-se, você é o único responsável pelo seu futuro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>7  – Morte e saúde não estão em questão</p>
<p>Existe um código de ética sobre o que não cabe ao tarólogo – apesar de alguns se desviarem disso. O critério principal é que ninguém deve sair de uma leitura preocupado com sua mortalidade ou saúde. Se alguém predizer uma doença terrível no seu futuro, apenas vá embora.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Bia Gonzalez: arquiteta, carioca, apaixonada por internet e blogueira do <a href="http://www.decorafino.com.br/" target="_blank">www.decorafino.com.br</a></p>
<p>Nota: Bia Gonzalez curte nossa página do Tarô Virtual no Facebook e escreveu esse texto especialmente para o Blog Cartas na Mesa, na intenção de compartilhar a experiência e percepção dela com as cartas do Tarô. Ficamos contentes em partilhar esse espaço com quem gosta do que a gente também gosta <img src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-includes/images/smilies/simple-smile.png" alt=":)" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
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		<title>SER mulher</title>
		<link>http://blog.kelmamazziero.com.br/archives/595</link>
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		<pubDate>Wed, 25 Feb 2015 19:39:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O Tarô carrega consigo símbolos que ultrapassam épocas , momentos e conceitos. Esse, aliás, é um dos motivos pelos quais estudo as cartas diariamente, sem cessar, em busca de atravessar a mera adivinhação e ver em todas aquelas imagens lições de vida. Um dos assuntos que tem me intrigado mais ultimamente, são os temas ligados [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #333399;">O Tarô carrega consigo símbolos que ultrapassam épocas , momentos e conceitos. Esse, aliás, é um dos motivos pelos quais estudo as cartas diariamente, sem cessar, em busca de atravessar a mera adivinhação e ver em todas aquelas imagens lições de vida. Um dos assuntos que tem me intrigado mais ultimamente, são os temas ligados à mulheres e suas representações,  sejam elas sociais, emocionais ou espirituais. Essa introdução já deixa claro que a intenção aqui não é levantar bandeira, defender um ou outro ponto buscando um grupo ou turma à qual eu possa pertencer. A ideia do Blog é, e sempre foi, usar as cartas do Tarô como inspiração para o dia a dia, comportamentos, sentimentos, pensamentos, medos, situações sociais e tantas outras mil coisas que essas imagens podem nos remeter.</span></p>
<p><span style="color: #333399;"><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Rohrig_CUPS_Princess_sm.jpg"><span style="color: #333399;"><img class="alignleft size-medium wp-image-128" alt="Rohrig_CUPS_Princess_sm" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Rohrig_CUPS_Princess_sm-179x300.jpg" width="179" height="300" /></span></a></span></p>
<p><span style="color: #333399;">Vamos lá. Nessa fase tenho observado (e por que não vivenciado?) aspectos que estão no Tarô e que não estão bem estabelecidos em nosso cotidiano. Na rua, na TV, na internet, nas lojas, nos Shoppings vejo mulheres soterradas pela busca do padrão &#8220;super heroína&#8221;. Quer ver? Não basta ser mulher, tem que ser inteligente. Mas só inteligente não é suficiente, é preciso ser gostosa (ou sarada). Mas inteligente e sarada não resolve nada, então, é preciso ter um trabalho e ocupação. Poxa vida, mas ter ocupação e não se destacar não faz mulher alguma feliz, ora essa&#8230; tem que se destacar! Ok, então é vital ser inteligente, bonita/gostosa, ocupada e ter sucesso/reconhecimento. Está bom assim? Não! Tudo isso sem dinheiro e sem poder? Então trabalhe ainda mais para ter poder aquisitivo superior aos demais e ser totalmente independente. Tudo bem, se empenhe bem mais que os outros, porque a mulher ganha menos que o homem e precisa gastar mais tempo com estudo, aprimoramento e dedicação prática para que consiga chegar quase perto do resultado material. Ufa. Chega? Imagina! Cadê o parceiro/namorado/marido ou o tão comentado &#8220;namorido&#8221;? Depois de conseguir organizar (ou se desorganizar com) inteligência + beleza + gostosura + trabalho + dedicação + sucesso + namorido&#8230; falta o que? Um filho. Não importa que esse item não caiba em sua vida prática ou cotidiana, tem que ter um filho para mostrar que é perfeita (e de preferência parto normal, porque sentir medo da dor do parto não é coisa de mulher de verdade, ok?). Lá se vai mais tempo correndo atrás de ter casa, marido, filho e tudo aquilo que te faz uma mulher minimamente respeitável. No tempo livre, nada de descansar e lembrar que é gente, agora é preciso ir para o salão alisar o cabelo, pintar cabelo, fazer unha, depilação e com o restinho do dinheiro que quase se matou para ganhar , comprar roupas para manter a imagem de linda e bem sucedida. Parece um quadro de felicidade ou de prisão para você?</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Pois é. Devemos cuidar para não sermos presas numa gaiola de ouro e acharmos que estamos garantidas porque, afinal, a prisão é dourada e custa caro! Normal, portanto, um tempo depois vermos essas mesmas mulheres estressadas, exaustas, sem darem conta do trabalho, tendo problemas em manter a relação, não tendo tempo algum (nem paciência) para seus filhos. Culpa de quem? Respondo com outra pergunta: &#8220;E isso importa?&#8221;. O fato é que corremos atrás do padrão de super heroína e esquecemos de seguirmos nosso caminho, independente de nosso gênero. Nós, PESSOAS, nos ocupamos tanto com o que esperam de nós, nos ocupamos tanto querendo ter e fazer, que esquecemos de simplesmente SER. Veja bem, isso não é uma apologia às mulheres sem seus direitos como trabalho, família ou amor. É uma análise a respeito de se tornar um ser humano com caminho próprio e sem regras previamente definidas por terceiros.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A Papisa ensina a ser o que se é, em seu próprio ritmo.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A Imperatriz ensina a se doar, como pode, amando sem medo de ser vista como dependente.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A Justiça ensina a usar a razão sem ter que ser, sempre, a emotiva e sensível ou frágil criatura.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A Força ensina a ser autosuficiente sem usar rótulos alheios.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A Estrela ensina a ser autêntica.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">A Lua ensina a ser intuitiva.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Isso porque aqui separei as cartas que possuem conteúdo eminentemente feminino. Mas nada impede que usemos outras cartas, ainda, para ver como cada atributo se reflete numa mulher consciente de si mesma. O que importa é que você pode ser todas, somente algumas ou nenhuma delas&#8230; porque você deve ser a pessoa que faz as escolhas!</span></p>
<p><span style="color: #333399;">O fato é que você, mulher, deve SER. SER por si mesma. Gostar do que realmente gosta, viver como quer, fazer porque acha que deve. Porque é livre, simples assim. Nada impede que seja linda-inteligente-gostosa, desde que isso seja importante para você. Não há problema algum em ter seu trabalho-dinheiro-sucesso se isso faz parte de SEU plano de vida. Ninguém deve te acusar se quer ter marido-filho-casa desde que seja uma escolha consciente. Porém, tudo isso junto, te faz incrível. Mas só faz mesmo você ser incrível se for algo que você realmente queira para si. Se for para SER. Independente do que escolha.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">O post de hoje fica em homenagem, portanto, às minhas amigas, alunas, clientes, conhecidas, inimigas, desconhecidas que merecem ser como quiserem ser. Para que possam lutar, como qualquer outro ser humano na face da terra, por seu verdadeiro lugar ao Sol <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="&#x1f609;" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p><span style="color: #333399;">Abraços a todas, minhas queridas ♥</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Sejam. E que assim seja.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Kelma Mazziero</span></p>
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		<title>O que é magia para você?</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Nov 2014 17:54:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Sempre recebo mensagens me perguntando sobre magia. Dicas que procuram como simpatias de amor até questionamentos que envolvem o motivo pelo qual raramente toco nesse assunto. Talvez ainda seja natural unirem o trabalho de taróloga ao universo &#8220;mágico&#8221; em nosso país, uma vez que Tarô aqui não é um assunto tão antigo e, portanto, pouco [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2014/11/moon_lg.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-591" alt="moon_lg" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2014/11/moon_lg-219x300.jpg" width="219" height="300" /></a><span style="color: #333399;">Sempre recebo mensagens me perguntando sobre magia. Dicas que procuram como simpatias de amor até questionamentos que envolvem o motivo pelo qual raramente toco nesse assunto. Talvez ainda seja natural unirem o trabalho de taróloga ao universo &#8220;mágico&#8221; em nosso país, uma vez que Tarô aqui não é um assunto tão antigo e, portanto, pouco sedimentado como instrumento de autoconhecimento.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Evito falar ou escrever porque, atualmente, qualquer opinião que se coloque na rede está fadada a achismos, opiniões e oposições de toda parte. Não tenho problema com crítica, mas tenho problema em confrontar pessoas, acho desnecessário e extremamente incômodo. Porém, recentemente fui indagada de uma forma quase irônica, quando me perguntaram se eu estava &#8220;renegando&#8221; esse lado oculto da vida porque não sabia a respeito, ou porque precisava sempre fazer prevalecer a parte intelectual como segurança pessoal. Foi então que senti que seria uma boa hora de explicar o que é, para mim, a magia.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Entrei no mundo do Tarô por essa porta. A porta da magia. Conheci o Tarô com todos os arabescos que tinha direito: consagrações, encantamentos, intuição e rituais. Não tinha vínculo algum com esse universo e quando me dei conta estava totalmente envolvida. Os motivos não cabem elencar aqui, mas deixei tudo o que fazia na vida para me dedicar somente a isso. Foram alguns poucos anos fazendo e desfazendo magia, descobrindo &#8220;fórmulas&#8221;, honrando isso e aquilo, ritualizando, intuindo, tentando me adestrar num tema que -vide minha natureza prática- me era oculto e desconhecido.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Quando escolhi um novo rumo foi por me identificar mais e melhor com ele, uma mudança de ares, uma transição. Tinha esgotado na via anterior, afinal, assim como todo segmento religioso ou instituição dogmática, o universo da magia conta com grupos, fofocas, dificuldade de conviverem egos e almas no mesmo ambiente. Ou seja, apanhei o suficiente para entender que seria a hora de rever minha escolha. Amava o Tarô, porém, não gostava daquele jeito de lidar com ele. E então a vida me deu um nova oportunidade com a qual me identifiquei de cara. Estou nesse caminho até hoje, aliás, e gosto cada dia mais.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Por isso, quando me perguntam sobre esse tema, e fico reticente, acho graça nas suposições que me cercam. Porque na verdade a opção de viver a magia de outra forma foi totalmente consciente. E, para mim, hoje tudo isso é claro e pode existir separada ou conjuntamente (depende da sabedoria de quem conhece e usa o que sabe). Me aprimorei em novas técnicas e estudos, caí de cara nas aulas, palestras, cursos e consultas, onde descobri que uma das minhas grandes paixões é estudar pessoas. Ouvir pessoas, escutar suas histórias, entendê-las, buscar explicações, justificar, questionar, duvidar, ajudar, rir e chorar junto, torcer. Não sou do tipo que gosta mais de &#8220;bicho do que de gente&#8221;. Gosto de gente. Ainda que sejam as repugnantes que me ensinam tudo o que uma alma atormentada pode fazer para se safar nessa vida. Ainda assim, como qualquer pessoa, tenho meus conflitos, minhas decepções, sinto dificuldade em perdoar muitas vezes e me inconformo outras tantas. Mas gosto de ser gente e gosto de estudar gente.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Por isso, hoje, magia para mim é aquele instante único em que a vida me coloca de frente para alguém nesse caminho de orientação. Aquele momento em que tudo pára (seja uma preocupação, uma dor, uma alegria, uma vitória) para que outra pessoa confie em mim e peça minha mão, meu ombro, minha leitura, meu entendimento, minha aula. Aquele minuto em que eu deixo de ser &#8220;eu&#8221; e sou a outra pessoa. Aquele segundo em que coloco os <em>óculos</em> que a outra pessoa usa e vejo a vida como ela vê. Aquele período, ainda que curto, em que sinto como o outro sente e deixo de existir. Aquela fagulha, aquele brilho, aquele encanto que acontece quando olho no olho do outro e o entendo. E, a partir dali, o Tarô toma corpo, cria vida, interage e mostra formas de colorir aquela vida em questão.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Não tenho a menor pretensão de ganhar dinheiro mensal com cliente, não amarro nem seguro ninguém, porque para mim o sumiço de cada um deles significa sucesso. Se sumiu é porque deu certo, passou, a vida seguiu. Ou porque precisava de outro orientador (o que significa ter encontrado um caminho de alguma maneira). Rever clientes/alunos é um gosto, para analisar coisas novas e reciclar por prazer e confiança mútua. Se não for possível, tudo bem, continuo desejando tudo de melhor porque sei que fiz o que pude. É por isso que hoje, para mim, a magia está na consulta, na aula, no ato de &#8220;tarologar&#8221;. No ato de ouvir, de entender, de desvendar, destrinchar e apoiar ou esclarecer o que for preciso. Ver superação e ver andamento é a melhor das recompensas. Não me apetece garantir meu dinheiro alimentando problemas alheios. Me importa saber que as coisas caminharam e que as pessoas querem, sim, tomar conta da própria vida. E é por isso que hoje talvez não priorize tanto um ritual, mas valorize muito a possibilidade de ver um símbolo criando energia e forma na vida de quem busca evoluir e crescer na vida.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Para mim isso é trabalho, isso é viver, isso é sentido.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Para mim, isso é magia.</span></p>
<p><span style="color: #333399;">Abraços a Todos <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="&#x1f609;" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p><span style="color: #333399;">Kelma Mazziero</span></p>
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		<title>Amar é&#8230;</title>
		<link>http://blog.kelmamazziero.com.br/archives/583</link>
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		<pubDate>Thu, 10 Jul 2014 20:13:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[Provavelmente só meus companheiros de época entenderão o título desse post. Aquelas figurinhas incríveis com dizeres sobre amor foram marca dos anos 80. E hoje, ao escrever sobre um dos inúmeros aspectos amorosos, me lembrei desse tempo. Mesmo sendo uma imagem antiga, o tema que se segue é bastante atual. A carta para o texto [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2014/07/amare.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-585" alt="amare" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2014/07/amare.jpg" width="224" height="300" /></a><span style="color: #ac52a0;">Provavelmente só meus companheiros de época entenderão o título desse post. Aquelas figurinhas incríveis com dizeres sobre amor foram marca dos anos 80. E hoje, ao escrever sobre um dos inúmeros aspectos amorosos, me lembrei desse tempo. Mesmo sendo uma imagem antiga, o tema que se segue é bastante atual.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">A carta para o texto de hoje foi Os Enamorados (ou Os Amantes, como alguns preferem).  É comum se concentrar nos aspectos de escolha e decisão contidos nessa carta. Porém, a gente esquece que ali também há amor. Talvez a mente não saiba exatamente como conduzir o sentimento nesse estágio, mas ainda assim, é amor.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Essa dicotomia entre o amor e a escolha costuma assumir muitas faces. E é usual vermos as pessoas concentradas em “escolher corretamente” na vida afetiva. Isso implica em amar a <em>pessoa certa</em>, amar de maneira madura, querer ser escolhido por quem escolhemos e decidir sem medo quando estamos entre duas pessoas. É fato que essas decisões nos parecem muito mais sérias do que, na realidade, são. A verdade é que doamos muita energia para isso e não percebemos os aspectos que realmente permitem um crescimento emocional duradouro e contínuo num relacionamento. Ou seja, é mais fácil se preocupar em escolher a <em>pessoa certa</em> do que dar atenção à maneira que amamos (ou que sabemos e aprendemos a amar).</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Uma relação demanda decisões. Todos sabem que “só” o amor não sustenta relacionamento, muito menos garante vida longa a uma união. O amor é o chamariz, é a causa, é o palco. Mas a maneira como atuaremos nesse palco depende de decisões. E as luzes que usaremos para iluminar esse sentimento dependem de muita sinceridade. Por isso não adianta se ater às “regras e itens” obrigatórios para estar feliz ao lado de alguém. Mas como começar do<em> jeito certo</em> e realmente investir em algo que se escolheu? Simples: sabendo preservar a liberdade das duas pessoas envolvidas na relação.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Com a mesma intensidade que queremos amar <em>para todo o sempre</em> a mesma pessoa, deveríamos querer também preservar a liberdade de ambos. Imagine que coisa mais cansativa conviver com alguém que está ali ao nosso lado quase o tempo todo sem arejar a interação. Imagine também que tédio trabalhar e morar com a mesma pessoa todo santo dia. Imagine, ainda, a vida toda estar com a mesma pessoa e junto dela ter os mesmos amigos, conhecidos, afazeres e compromissos. Você deve estar se perguntando: “Ué, mas quando a gente ama tem que estar o tempo todo ao lado de quem escolheu, certo?”. E eu respondo que não, que isso não é certo. Abrir mão de sua personalidade, de sua liberdade, de sua vida por alguém não é amor, é ser roubado por alguém. Se você conseguiu imaginar o quadro descrito acima, visualize agora algumas pequenas correções. Imagine conviver com o parceiro porque quer e porque sente falta dessa pessoa. Imagine, ainda, que porque tem sua vida e seus afazeres você sente vontade de encontrar quem ama para contar tudo o que fez e aprendeu. Imagine trabalhar com a pessoa, mas dentro do possível, ter cada um seu espaço para ter assunto no fim de semana (que será, provavelmente, juntos caso não haja espaço de cada um ter também seu lazer e relaxamento individualmente).  Tendo sua vida, tendo suas coisas, você poderá agregar novos elementos à relação. Um passeio diferente, amigos novos, interesses desconhecidos. Tudo isso sem o medo de se tornar desinteressante aos olhos do outro.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">E não adianta achar que fazendo um curso de sedução ou dança erótica poderá renovar seu relacionamento. É preciso sair fora do baú de recordações e cobranças que toda relação cria, indubitavelmente, para buscar novos ares. Não falo aqui de outras pessoas ou outras conquistas amorosas (muito menos da dança erótica que é um pouco<em> mais do mesmo</em>). Falo da admiração que pode se manter por anos a fio entre duas pessoas que levam para a relação tudo aquilo que gostam e descobrem de bom na vida. Falo do respeito em ver que o outro está ali, mesmo você gostando de relaxar por horas sozinho (a) fazendo algo que não o (a) comporta.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">A família do parceiro não precisa de você, mas sim do parceiro. Nada impede que se tenham ótimas relações familiares, mas não se impute mais esse peso na relação. Cada um tem sua história, por isso, é possível que a família continue sendo a família do outro e haja interação saudável entre todos. Da mesma forma com colegas de trabalho e amigos da infância. Mutilar os amigos e histórias pessoais é condenar a pessoa a ter que amar a mesma coisa todo dia. Isso é prova de amor? Não, é escravidão. Coma todos os dias a mesma comida e verá como estará seu corpo em alguns anos. O mesmo funciona para a mente (quem não cansa do mesmo videogame ou do mesmo livro lido repetidas vezes seguidas?). Com o coração não é diferente.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Por isso, prepare-se. Se você ainda não consegue agregar novos elementos ao seu relacionamento é porque não sabe usar sua liberdade e não fará o mesmo com a outra pessoa. Isso pode ser um atestado perigoso de preguiça para qualquer relação. Ninguém precisa viver acorrentado a uma relação por pura falta de confiança. Se não há confiança, trate isso com atenção, mas não tente amarrar o outro para tentar se sentir mais tranquilo. Acredite, não é isso que fará seu amor garantido. Converse, dialogue, crie uma cumplicidade real para que a intimidade entre vocês seja indestrutível. E aí, sim, abra espaço para o futebol dele (sem você), abra espaço para a academia dela (sem você), abra espaço para um final de semana com sua família sem o outro. Vá ao cinema sem se sentir obrigado (a) a ir acompanhado (a). Ame sua própria companhia antes de tudo. Faça um curso diferente sem ter que achar algo que ambos façam juntos. Encontre novos interesses e recicle a si mesmo (a) porque é isso que irá fortalecer a relação. O sentimento está ali, mas ele precisa de espaço, de ar, de confiança. Se faltar um desses ingredientes, acredite, é preciso tratar cada um deles sem sobrecarregar de outra forma seu cotidiano e gerar mais exigências e obrigações para a união.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Vale um lembrete: para confiar no outro você precisa saber confiar em si mesmo e em seu poder de ser alguém que investe, ama, respeita. De verdade. Decida por amar a si para confiar em sua capacidade e poder amar o outro.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Amar é&#8230; libertar.</span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Abraços a Todos <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="&#x1f609;" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></span></p>
<p><span style="color: #ac52a0;">Kelma</span></p>
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		<title>Nem mais, nem menos&#8230;</title>
		<link>http://blog.kelmamazziero.com.br/archives/574</link>
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		<pubDate>Tue, 13 May 2014 23:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Kelma Mazziero]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[O justo! A cada dia que passa parece que a sociedade se distancia desse conceito. O interessante é notar que só na cabeça de algumas pessoas dá para fugir da verdade, ou seja, muitos ainda se comportam como crianças em sala de aula que acham que se ficarem quietinhas a professora não as verá ali [&#8230;]<div class='yarpp-related-rss yarpp-related-none'>

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				<content:encoded><![CDATA[<p>O justo!</p>
<p><a href="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2014/05/justice-tarot-card.jpg"><img class="size-full wp-image-576 alignleft" alt="justice-tarot-card" src="http://blog.kelmamazziero.com.br/wp-content/uploads/2014/05/justice-tarot-card.jpg" width="180" height="235" /></a></p>
<p>A cada dia que passa parece que a sociedade se distancia desse conceito. O interessante é notar que só na cabeça de algumas pessoas dá para fugir da verdade, ou seja, muitos ainda se comportam como crianças em sala de aula que acham que se ficarem quietinhas a professora não as verá ali para fazer perguntas difíceis. As notícias nos assolam com fatos tenebrosos, mortes por espancamento, pais matando filhos, filhos matando pais, crimes por dinheiro, a lista é interminável. Ao vermos essas notícias pensamos que o ser humano está cada vez pior. Será que está mesmo?</p>
<p>O que mudou, afinal, a nossa realidade ou a maneira como tentamos escapar dela? Dúvida cruel. A Justiça, carta VIII do Tarô, dá algumas boas dicas para pensarmos sobre tudo isso e não nos perdermos ao longo do nosso (árduo) caminho. A lâmina diz que o Destino atua, sim, em nossas vidas a gente queira ou não. E a forma de lidar com isso cabe a nós decidir. Ok, nem sempre é tranquilo e nem sempre estamos no clima de sermos rechaçados pela vida sem reclamarmos ou tentarmos achar uma saída mais fácil. Contudo, após a reação inicial, precisamos de uma mãozinha na consciência para aceitarmos e lidarmos como podemos com os fatos.</p>
<p>Tensão, incômodo, desconforto são palavras básicas que estão presentes em nossas ações e reações todas as vezes que sentimos que não somos nós a guiar nossas próprias vidas. Mas, de novo, não seria uma grande ilusão acharmos que damos conta de tudo e que podemos mudar alguns fatos? Quem controla um problema de saúde? Quem determina a morte/vida das pessoas? Quem consegue impedir uma demissão? Quem adivinha que está sendo traído? Não é tão simples assim. Algumas coisas acontecem, simples assim. E a carta em questão mostra algumas maneiras através das quais temos que encarar os fatos.</p>
<p>Portanto, não adianta tentar fugir, dar um <em>olé</em> na vida, deixar ali num cantinho para ver se cai no esquecimento. Existe uma força que se chama destino que te coloca de frente para o que for preciso na hora certa (mesmo que você ache que a hora é errada). A Justiça ensina a sermos imparciais inclusive com a gente mesmo a fim de entendermos que ter mais tecnologia, locomoção e informação não significa <em>dar um truque</em> na própria vida. Estar ciente é diferente de ter o controle. E essa lição a gente tem que revisar várias e várias vezes na vida. Por incrível que pareça a Justiça aborda revisões, definições e também ajustes.</p>
<p>Se há algo a ser feito, que seja bem feito. E se há um conceito importante de se decorar, de uma vez por todas, é que a vida não é só livre-arbítrio e não é só destino. É um encontro dessas duas forças. E pode ter certeza de que a responsabilidade pelas próprias ações, a consequências das próprias decisões e o resultado de tudo aquilo que foi feito, quem mostrará será justamente o destino. Mãos à obra, fazendo nossa parte para que o encontro entre a vida e a nossa vontade seja feliz e que a honestidade desse momento não plante em nossos corações a semente da amargura.</p>
<p>Um forte abraço <img src="http://s.w.org/images/core/emoji/72x72/1f609.png" alt="&#x1f609;" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /></p>
<p>Kelma Mazziero</p>
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