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	<title>PontoCON - Blog do Conrado</title>
	
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	<description>Google Marketing</description>
	<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:20:50 +0000</pubDate>
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		<title>A revolução digital</title>
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		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 14:20:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

		<category><![CDATA[Comunicação empresarial]]></category>

		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta semana, precisamente no dia 9 de novembro, comemora-se os 20 anos da queda do muro de Berlim. E no ano de 2009, também se comemora os 200 anos da Revolução Francesa. O que tais acontecimentos têm a ver com o nosso assunto corriqueiro – marketing digital?
Os 200 anos que se passaram, vieram com uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta semana, precisamente no dia 9 de novembro, comemora-se os 20 anos da queda do muro de Berlim. E no ano de 2009, também se comemora os 200 anos da Revolução Francesa. O que tais acontecimentos têm a ver com o nosso assunto corriqueiro – <a href="http://www.publiweb.com.br/marketing-digital" target="_self"><strong>marketing digital</strong></a>?</p>
<p>Os 200 anos que se passaram, vieram com uma crescente valorização do indivíduo como célula fundamental da sociedade, trazendo de forma contundente a visão de mundo segundo princípios iluministas, que nortearam a chamada Revolução Francesa, entre 5 de maio de 1789 e 9 de novembro de 1799.</p>
<p>A noção de que o indivíduo é a parte mais importante da sociedade e de que seus direitos são inalienáveis é uma idéia recente. A Declaração Universal dos Direitos Humanos foi assinada pela ONU apenas em 1948. Ao longo desses 200 anos de transformações, o povo percebeu que poderia provocar mudanças, sem depender de nenhum poder papal ou real, e mudar o mundo.</p>
<p>Nada, porém, chegou tão longe na valorização do sujeito e do poder de mudar o mundo quanto a internet. A rede não só  colocou o indivíduo no centro das atenções, como lhe deu o poder de produzir suas próprias ideias. Seus próprios ideais.</p>
<p>A palavra marketing, na sua definição mais abrangente e conceitual – estudo do mercado – é o estudo, na realidade, dos desejos e necessidades dos consumidores. Esse estudo, com o advento da internet, está tomando a forma de marketing um a um, o estudo do menor dos “micro-targets” – o próprio sujeito.</p>
<p>Falando assim, para você leitor, isso parece óbvio, porém, apenas a minoria das empresas pensa dessa maneira. A maior parte delas ainda acha que o poder papal das mídias de massa é mais importante, que elas são as protagonistas, quando na realidade, o protagonista tem sido o próprio consumidor – um por um.</p>
<p>Ainda que a expressão “<strong>marketing digital</strong>”, para a maior parte das empresas e agências, seja sinônimo de site, e acabe sendo reduzida a um simples conjunto de letras e números chamado HTML com um layout bonitinho, alguns players desse mercado já enxergaram o poder que há por detrás de uma eficiente campanha via ambiente interativo.</p>
<p>Desde as pesquisas sobre as palavras-chave mais digitadas pelos consumidores, até a mensuração dos resultados de cada campanha - seguindo a metodologia dos 8 Pês - o <strong>marketing digital </strong>permite que as empresas tenham um resultado muito maior e preciso com um investimento relativamente baixo, em comparação com investimento em TVs e rádios, por exemplo.</p>
<p>Trabalhar indivíduo por indivíduo permite que um poderoso programa de fidelização seja implantado e que cada consumidor tenha suas necessidades e desejos atendidos. Permite que a empresa invista muito menos em comunicação transformando o próprio consumidor em veículo.</p>
<p>Na mesma linha da crescente valorização do sujeito e da época de mudanças que se iniciou em 1789, a internet veio para coroar a era da informação centrada no indivíduo. Trouxe para cada computador e lar a possibilidade de interferir na sociedade e de mudar os rumos de acontecimentos com o poder da sua opinião.</p>
<p>As últimas eleições dos EUA mostraram que isso não é utopia, é a pura realidade. O povo mudando os rumos do país a partir de uma rede sub-reptícia, como uma revolução silenciosa e irreversível. A política tem muito a mudar e a aprender com o novo mundo digital.</p>
<p>A decisão da derrubada do muro de Berlim veio de uma reunião do Partido, porém, a resistência à ideia separatista nunca abandonou as mentes dos alemães e, certamente, foi decisiva para que líderes socialistas apoiassem a reunificação.  É engraçado e curioso pensar no que teria acontecido – ou em quanto tempo – caso a internet já existisse. Certamente as revoluções teriam acontecido muito mais rápido. Certamente o Partidão não teria se calado por tanto tempo frente ao clamor de uma multidão.</p>
<p>Os 20 anos da derrubada do muro de Berlim e os 200 da Revolução Francesa mostram o que o ser humano conquistou nesses 200 anos para si mesmo e mostram, também, que, ainda tem muito a conquistar. A revolução digital está apenas começando a se mostrar como uma consequência natural do período de mudanças que o mundo vem tendo ao longo dos últimos dois séculos.</p>
<p>A sua empresa está preparada para essa revolução?</p>
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		<title>A melhor maneira de encontrar o seu cliente é ser encontrado por ele?</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/internet/a-melhor-maneira-de-encontrar-o-seu-cliente-e-ser-encontrado-por-ele/</link>
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		<pubDate>Thu, 05 Nov 2009 01:47:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Todos passam por dúvidas na carreira, na profissão, no relacionamento e tantos outros campos das nossas pacatas vidas cidadãs. A dúvida faz parte da certeza. Alias, só temos certeza de algo quando, um dia qualquer, a colocamos em dúvida e reafirmamos nossa fé no caminho que escolhemos.
A dúvida é o que move o ser humano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Todos passam por dúvidas na carreira, na profissão, no relacionamento e tantos outros campos das nossas pacatas vidas cidadãs. A dúvida faz parte da certeza. Alias, só temos certeza de algo quando, um dia qualquer, a colocamos em dúvida e reafirmamos nossa fé no caminho que escolhemos.</p>
<p>A dúvida é o que move o ser humano para o próximo passo. Que gera o desequilíbrio que faz com que cresçamos e evoluamos. A dúvida é algo que inspira e revigora.</p>
<p>Sabemos, portanto, que estamos no caminho certo a partir do momento em que perguntamos - e toda dúvida é uma pergunta - e recebemos a resposta, seja de que modo for, que não precisamos nos preocupar.</p>
<p>Outro dia fiz uma pergunta.<br />
Na minha profissão, quem é o mais adequado ouvinte e oráculo para se perguntar algo?<br />
Sim, o Google.</p>
<p>Como um jovial estudante - que sempre deveríamos ser - que treme ante à possibilidade da verdade não desejada, perguntei.</p>
<p>Digitei no Google uma frase que venho repetindo desde 2005 - &#8220;A melhor maneira de encontrar o seu cliente é ser encontrado por ele&#8221;.<br />
Digitei também a variante &#8220;a melhor maneira de encontrar o seu consumidor é ser encontrado por ele&#8221;.</p>
<p>No mercado hiper pulverizado de hoje em dia é impossível para qualquer anunciante varrer todas os veículos e lugares que um consumidor possa estar.  De mídia de banheiro a outdoor, de tv cultura a webrádios. Se formos considerar a internet, então, aí é que o problema se torna ainda maior.</p>
<p>Na primeira edição do Google Marketing, meu livro preferido <img src='http://www.conrado.com.br/blog/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> escrevi essa frase para exemplificar de maneira didática o problema cada vez maior de se encontrar o seu consumidor ante a quantidade estúpida de veículos e mídias. Diante desse cenário, o melhor é ser encontrado por seu consumidor - daí toda a questão da encontrabilidade.</p>
<p>Se você não é encontrado, você não existe.</p>
<p>Após alguns segundos escrevendo a frase, como que inserindo uma chave na fechadura minimalista da tela do Google, ele me abriu as portas que me levaram à resposta inquirida.</p>
<p>O intrépido robô do buscador mais famoso do mundo partira em busca da resposta e me retornara, em apenas 0,47 segundos, 410 <a href="http://www.google.com/search?hl=en&amp;rlz=1C1GGLS_pt-BRBR339BR339&amp;q=%22A+melhor+maneira+de+encontrar+seu+cliente+%C3%A9+ser+encontrado+por+ele%22%7C%22A+melhor+maneira+de+encontrar+seu+consumidor+%C3%A9+ser+encontrado+por+ele%22&amp;start=20&amp;sa=N">resultados</a>.</p>
<p>Algumas das ocorrências trazidas pelo Google eram meu próprio blog ou artigos escritos por mim em diversos sites. Porém, havia mais. Muito mais.</p>
<p>Sites, blogs, reportagens, twits e afins que repetiam incansavelmente a minha frase (com ou sem o devido crédito). Tudo bem, na internet o &#8220;Control C, Control V&#8221; não é mais só um hábito, faz parte da cultura digital.</p>
<p>Com um meio sorriso, cheguei à conclusão que queria.</p>
<p>Fim das dúvidas. Estou no caminho certo.</p>
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		<item>
		<title>Como será o mundo em 2024? Parte I</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/internet/como-sera-o-mundo-em-2024-parte-i/</link>
		<comments>http://www.conrado.com.br/blog/internet/como-sera-o-mundo-em-2024-parte-i/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 04 Nov 2009 10:10:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
Imagino a cena.
O ano é 2024, eu no auge dos meus 50 anos tento explicar para meu filho mais novo como era vida em 2009.
- (&#8230;) e existia uma coisa chamada &#8220;grade de programação&#8221; que os canais de tv, desculpe, smarttv, escolhia os programas que iam passar do início ao fim da programação do dia.
- [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="max-width: 800px;" src="http://www.conrado.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/562tvq001.jpg" alt="" width="435" height="138" /></p>
<p>Imagino a cena.<br />
O ano é 2024, eu no auge dos meus 50 anos tento explicar para meu filho mais novo como era vida em 2009.</p>
<p>- (&#8230;) e existia uma coisa chamada &#8220;grade de programação&#8221; que os canais de tv, desculpe, smarttv, escolhia os programas que iam passar do início ao fim da programação do dia.</p>
<p>- Pai, o que eram canais de tv? Em alguma hora do dia os programas paravam de passar?<br />
Penso que será uma longa conversa. Devia ter escolhido outro assunto mais fácil, como &#8220;o que era o livro&#8221; ou &#8220;porque os celulares não recebiam e-mails&#8221;.</p>
<p>- Você já se conectou no EAD da escola de hoje? Digo, tentando dar um fim ao assunto lembrando-o da aula que ele ainda não tinha assistido. Os deveres da escola agora eram feitas pela smarttv.</p>
<p>- Pai, recebi um twittervideo outro dia de uma propaganda de um produto chamado Bombril. Era engraçada, mas um pouco mal feita. Isso era a tal &#8220;grade de programação&#8221;?</p>
<p>- Não, filho. as propagandas passavam entre os programas da grade de programação. Na realidade, os programas eram só uma boa desculpa para as pessoas assistirem as propagandas - penso que não devia ter continuado a conversa, mas não resisti em emitir minha opinião a respeito do quão absurdo era termos que assistir os tais intervalos comerciais no meio de um filme, cortando todo o suspense da cena do vilão que ia matar o mocinho.</p>
<p>- A grade de programação cortava o filme no meio para mostrar a propaganda? Que coisa horrorosa. Vocês não reclamavam no Twitter?<br />
- O Twitter ainda não era uma rede global de comunicação, na verdade, era, mas os twits não apareciam na smarttv. Era tão normal assistirmos os intervalos no meio do filme que nós não achávamos que poderia existir outro jeito. Mas, voltando à grade de programação, era como se o Googlesoft - novo nome que o Google ganhou depois que comprou a quase falida Microsoft - escolhesse quais filmes do YouTube que todo mundo iria assistir em uma determinada hora. Você poderia escolher entre assistir e não assistir. E se perdesse o filme naquele dia, poderia assisti-lo de novo alguns meses depois quando o Google decidisse transmiti-lo de novo. Ah, em um mundo que só existiam uns 30 filmes passando a cada hora.</p>
<p>-Pai, não sei se entendi direito, mas a sua vida era muito chata.</p>
<p>- Era, sim, filho. Era, sim. Falo me lembrando que eu até gostava das propagandas do Bombril.</p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/df9ec016-4598-8c33-962f-239ecc7b2867/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none; float: right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=df9ec016-4598-8c33-962f-239ecc7b2867" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"><script src="http://static.zemanta.com/readside/loader.js" type="text/javascript"></script></span></div>
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		<title>Blog: líder (de novo) de uma nova era - o Lifestream</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/internet/blog-lider-de-novo-de-uma-nova-era-o-lifestream/</link>
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		<pubDate>Mon, 02 Nov 2009 17:30:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
Os blogs já tiveram seu dias de hype, hoje se alcançaram uma maturidade maior e encontraram seu papel na sociedade digital. Quando o Twitter começou a crescer no Brasil muita gente especulou que seria o fim do blog, não vejo sentido nessa afirmação. 
Também se especulou que com Flickr, Twitter, YouTube, os blogs perderiam a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="max-width: 800px;" src="http://www.conrado.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/11/blog-ferias.jpg" /></p>
<p>Os blogs já tiveram seu dias de hype, hoje se alcançaram uma maturidade maior e encontraram seu papel na sociedade digital. Quando o Twitter começou a crescer no Brasil muita gente especulou que seria o fim do blog, não vejo sentido nessa afirmação. </p>
<p>Também se especulou que com Flickr, Twitter, YouTube, os blogs perderiam a sua função de “diário online”, porque quem quisesse postar vídeos teria seu canal no YouTube, quem quisesse postar fotos, teria seu perfil no Flickr e assim sucessivamente. </p>
<p>Também não vejo sentido nessa afirmação. Explico porque. O blog está mudando seu papel na sociedade digital.</p>
<p>Segundo Jorn Barger, o inventor dos blogs, um blog acaba sendo &#8220;um registro de todas as URLs que você quer guardar e compartilhar&#8221;. O blog vira uma central de hipertexto que terá posts cada vez mais linkados, para alguns mercados, posts cada vez mais curtos, se aproximando do Twitter, e com links diversos para outras publicações para que o leitor aprofunde o conhecimento sobre aquele tema o quanto desejar. </p>
<p>Links de outras publicações – fotos, vídeos etc. - que o próprio blogueiro produziu e outras que o blogueiro descobriu. Uma espécie de agregador de conteúdo da vida digital do blogueiro.</p>
<p>O Blog não irá morrer, apenas mudará um pouco seu formato devido à entrada de novos players.</p>
<p>O blog foi o precursor da descentralização da informação. Eliminou, como já vimos, o controle da informação pela grande mídia. Até então, a informação era controlada e produzida de maneira centralizada e parcial. Pela própria natureza da internet, criada por militares como uma rede de informação descentralizada – conceito gerado pelo medo de uma hecatombe nuclear –, o cedro do poder sobre a informação agora está dividido entre milhões e milhões de usuários.</p>
<p>Agora, o blog passa pela descentralização de seu papel. Antes, se tudo era produzido nos seus posts, hoje a produção pessoal é espalhada pela web.</p>
<p>Vivemos em uma época do consumer-generated-media. Qualquer um pode produzir sua própria notícia, seu próprio programa de TV no YouTube ou de rádio, seu próprio e-book e vendê-lo no Lulu.com, sua produção fotográfica está no Flickr, suas apresentações de Power Point e webcast no SlideShare. </p>
<p>A independência dos usuários e a cada vez menor subserviência às grandes mídias criaram uma nova realidade. <br />Os blogs são os precursores da popularização da veiculação de conteúdo próprio. Blogs são fáceis de criar e de manter – tudo o que é necessário na web.</p>
<p>O poder dos blogs vem principalmente do fato de serem eles a verdadeira expressão do pensamento dos usuários na web. Não dá para expressar alguns pensamentos em 140 caracteres, dá apenas para falar qual o tema deste pensamento, e que ele está na íntegra no blog.</p>
<p>O blog tende a se tornar cada vez mais simples. Uma boa dica nesse sentido é o <a href="www.gerenciandoblog.com.br/2009/07/posterous-o-mais-simples-dos-blogs.html">Posterous</a>.</p>
<p>Há uma tendência também entre escritores e jornalistas que o blog seja seu espaço de expressão pessoal por meio de textos. Assim como o Flickr é para fotos e o YouTube, é para vídeos, o blog é para textos e agrupamento de links para outros lugares. </p>
<p>Pelos parágrafos acima podemos perceber que os blogs estão se tornando agregadores de conteúdos externos produzidos ou descobertos pelos seus blogueiros. Um blog acaba sendo uma rede social de sites. <br />A web 2.0 em si promovendo a relação não so entre pessoas mas entre os próprios sites. </p>
<p>Os blogs cada vez mais tendem a se transformar em ferramentas sociais. Dada a enorme quantidade de ferramentas sociais que dispomos - e o blog sendo um natural agregador de conteúdo e links - em pouco tempo não fará mais sentido acompanharmos fotos, vídeos, textos e mensagens de uma pessoa espalhadas por toda a web, fará sentido seguirmos a pessoa, não seu conteúdo. Isso é o que estão chamando de “<a href="http://www.wordspy.com/words/lifestreaming.asp">lifestreaming</a>”.</p>
<p>O Wordpress, já está seguindo essa tendência. Lançaram o problogue, Adquiriram o BuddyPress, uma série de plugins que permite o Wordpress se transformar em uma rede social, como no <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/03/14/no-futuro-seguiremos-pessoas-e-nao-blogs/">post do Tiago Doria</a> sobre o assunto.</p>
<p>O blog irá se reinventar. Redefinir o seu papel.</p>
<p>A mudança será que ao invés de seguirmos o conteúdo produzido no blog pela pessoa que administra o blog, seguiremos o conteúdo produzido por essa pessoa em toda a rede. Partindo do pressuposto que, no fundo, sendo a internet uma rede de pessoas, não seguimos conteúdo, seguimos as pessoas. Porém, o reflexo delas é o conteúdo que produzem. Você é o que produz, porém, essa frase começa com a palavra “você” e não com a palavra “conteúdo”.&nbsp;&nbsp; </p>
<p>No <a href="http://lifestreamblog.com/create/">Lifestrem Blog</a> há dezenas de ferramentas de lifestream para você começar a exercitar este novo conceito na sua empresa. <br />As mais populares são a <a href="http://socialthing.com/">SocialThing</a>, o <a href="http://www.tumblr.com/">Tumblr</a> e o <a href="http://friendfeed.com/">FriendFeed</a>.</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=ae4aee17-e890-80c3-b9f6-8cea1134a4df" /></div>
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		</item>
		<item>
		<title>Você sabe, mesmo, falar javanês?</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/marketing-digital/voce-sabe-mesmo-falar-javanes/</link>
		<comments>http://www.conrado.com.br/blog/marketing-digital/voce-sabe-mesmo-falar-javanes/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 30 Oct 2009 18:53:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

		<category><![CDATA[redes sociais]]></category>

		<category><![CDATA[reflexões sobre o novo mundo digital]]></category>

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		<description><![CDATA[No conto “O Homem que sabia javanês”, de 1911, Lima Barreto conta a história do senhor Castelo, um malandro que fingia saber javanês para conseguir um emprego. É lógico que, como ninguém sabia falar javanês, ele acaba ficando famoso por ser o único tradutor de tal idioma. Um embuste.
Se javanês era o idioma desconhecido em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No conto “O Homem que sabia javanês”, de 1911, Lima Barreto conta a história do senhor Castelo, um malandro que fingia saber javanês para conseguir um emprego. É lógico que, como ninguém sabia falar javanês, ele acaba ficando famoso por ser o único tradutor de tal idioma. Um embuste.</p>
<p>Se javanês era o idioma desconhecido em 1911, o internetês é o javanês de hoje em dia. Porém, com uma mudança. Todo mundo fala internetês, menos as empresas que não conseguem traduzir o idioma. Uma novilingua às avessas.</p>
<p>Se o idioma organiza o pensamento, segundo Lev Vygotsky, o novo idioma está mudando não só a maneira das pessoas se comunicarem com também das pessoas pensarem e se comportarem.</p>
<p>O que a internet trouxe para o imberbe mundo do século XXI foi, principalmente, a capacidade de interação em um novo idioma entre pessoas de uma forma nunca antes sequer imaginada. Nem Julio Verne, com sua inventividade à flor da pele imaginaria aonde chegaríamos em tão pouco tempo com o meio digital.</p>
<p>O hipertexto ampliou a leitura de qualquer meia dúzia de palavras a esferas enciclopédicas. O Google nos mostrou de forma prática que informação é poder, tal qual Toffler falara na década de 80. A web 2.0 e seus ícones – tendo na Wikipédia e o Blogger como seus líderes – nos fez ver que o conhecimento construído em rede é menos etnocentrista e mais acessível do que a irretocável Barsa.</p>
<p>A economia do século XXI é a do compartilhamento e a da geração de informação. O poder está na criação e na propagação, não mais na informação pura e simples. Essa, qualquer um tem acesso por meio da fechadura minimalista do Google. Basta escolher uma chave qualquer, ou melhor, uma palavra-chave qualquer, para abrir as portas do mundo.</p>
<p>Ao mesmo tempo em que o ser humano tem o universo a seus pés podendo estar presente de maneira virtual em qualquer lugar por meio de um Google Maps ou de uma conference call, externalizando e ampliando sua individualidade, ele se volta para si mesmo na tentativa de descobrir soluções para seus dramas existenciais.</p>
<p>Compra-se livros de auto-ajuda como jamais se comprou. O Yahoo! Respostas funciona como uma ferramenta para perguntas de cunho pessoal e filosófico. A era da Renascença Digital une paradoxalmente o micro e macro parecendo um resgate de dois extremos da física – a quântica e a relativística.</p>
<p>Faculdades de jornalismo entram em crise devido a não mais exigência do diploma de jornalista para se exercer a profissão, amadores dominam a internet e produzem notícias, fotos e vídeos. A crise global faz com que empresas seculares quebrem e a nova economia transforma empresas que dão prejuízo em marcas bilionárias.</p>
<p>Sem dúvida, existe uma mudança acontecendo sob nossos narizes. A Internet é apenas a ponta do iceberg, o reflexo, não a causa.</p>
<p>Quem mudou foi o consumidor. Uma massa de quase 7 bilhões de indivíduos querendo mudanças e pressionando o sistema como uma massa invencível governada por suas próprias leis.</p>
<p>A ONU estima que a população mundial chegue a 9,2 bilhões de pessoas em 2050, daqui a apenas 40 anos. O montante representado pelos países em desenvolvimento será de 7,9 bilhões em 2050.</p>
<p>No meio de tudo isso está a internet. O meio que faz com pessoas compartilhem informações e opiniões sem a incômoda barreira geográfica. O meio que faz com que pessoas somem conhecimento multiplicando-o e reconstruindo-o. A destruição criativa de Schumpeter elevada a potências de 10 algarismos.</p>
<p>O consumidor está apenas começando sua senda em direção á promessa digital de sermos todos um. O ideal de Martin Luther King expresso em “I have a dream”, um discurso em nome da liberdade e da união dos povos. O sonho de uma época em que as pessoas não serão julgadas pela cor da sua pele, mas pelo conteúdo do seu caráter.</p>
<p>Na internet nós somos o que produzimos e compartilhamos. Somos medidos em bits. Ela é o reflexo e o pano de fundo de nossos anseios e necessidades. A web é o reflexo do que uma população cada vez maior e mais conectada sussurra em blogs e buscas no Google. O uníssono sussurrado por cada um dos mais de 1,5 bilhões de internautas atuais se transforma em uma voz que nenhuma empresa ou governo pode mais ignorar.</p>
<p>O complexo mundo do novo consumidor faz com que conflitos éticos e morais venham à tona desafiar-nos. A mudança de cenário pede novas regras. O que hoje é considerado ilegal, amanhã pode ser normal e cotidiano. A lei é mutável, uma tendência, não.</p>
<p>É o povo que dita como será o mundo, não as leis. No novo e complexo mundo em que as regras parecem caducar, é preciso repensar em novos modelos e visões de mundo. A sociedade vista pelas lentes da web não é a mesma vista pelas lentes da velha economia.</p>
<p>Para quem ainda tem dúvidas sobre o papel social da internet e seu impacto na vida cotidiana, basta refletir um pouco em como a energia elétrica mudou nosso modo de viver. Como ouvi em uma entrevista, ninguém diz mais “eu me conectei à rede elétrica e fiz um café na cafeteira”. A energia elétrica é algo cotidiano assim como a internet será daqui a muito pouco tempo.</p>
<p>Na China, as pessoas já se unem pela internet para comprar eletrodomésticos com desconto em lojas de departamentos. A Índia se transformou no escritório do mundo graças à rede. Pequenos empreendedores têm criado negócios a partir de suas casas e mudado suas vidas apenas com um computador ligado à internet e uma idéia na cabeça.</p>
<p>O consumidor mudou e as empresas ainda estão tentando se encontrar em meio à essa turbulência. Não entendem o pensamento não linear que hoje impera. Ainda acham que pelo fato de boa parte da população ainda não estar conectada, não vale a pena investir em internet.</p>
<p>O comportamento do consumidor mudou como um todo, esteja ele conectado ou não. A internet é só uma resposta a essa mudança e o fato de não estar acessível a todos, ainda, não quer dizer que seu conceito de participação e socialização não esteja presente no consumidor do século XXI.</p>
<p>O conceito da internet é de promover uma enorme fogueira digital em que a conversa é o principal motor da nova economia. As empresas devem aprender a conversar, não repetir o discurso de sempre ignorando a reação do público. Um discurso que tende a ser míope e pouco relevante.</p>
<p>Quais serão as conseqüências de todas essas mudanças em uma conversa interativa entre bilhões de pessoas falando um idioma que as instituições ainda não entendem direito?</p>
<p>A conversa está apenas começando e ainda dá tempo de aprender javanês.</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=8787248c-a180-8bf0-8a57-3337478d8f08" alt="" /></div>
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		<title>Entre sushis, sashimis e Paidéias digitais</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/internet/entre-sushis-sashimis-e-paideias-digitais-2/</link>
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		<pubDate>Thu, 29 Oct 2009 02:18:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Reza a lenda que o sushi, tradicional prato oriental que virou moda aqui em nossas terras tropicais, tem origem no século IV a.C. Segundo a Wikipédia, o arroz cozido era usado para conservar o peixe salgado através da fermentação do arroz. 
Afinal, o que a história de um prato que tem suas origens em épocas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reza a lenda que o sushi, tradicional prato oriental que virou moda aqui em nossas terras tropicais, tem origem no século IV a.C. Segundo a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_do_sushi">Wikipédia</a>, o arroz cozido era usado para conservar o peixe salgado através da fermentação do arroz. </p>
<p>Afinal, o que a história de um prato que tem suas origens em épocas tão remotas quanto o próprio homem contemporâneo tem em comum com um blog que fala sobre mundo e sociedade digital?<br />No dia de hoje, muito, </p>
<p>Foi entre sushis e sashimis que foi regada a conversa que tive hoje com <a href="https://www.ibm.com/developerworks/mydeveloperworks/blogs/ctaurion/">Cesar Taurion</a> em um pequeno restaurante japonês. Uma pessoa que merece as honras que recebe.</p>
<p>Um assunto recorrente, entre um temaki e outro, foi o modelo arcaico de educação que vivemos hoje e o descompasso entre professores e alunos no que tange ao processo de aprendizado. Talvez por ter dado aulas cerca de dez anos tal assunto me cause tantas indagações.</p>
<p>A situação não poderia ser mais grave. Professores, para garantir um salário apenas suficiente para uma vida digna, se vêem na obrigação e ministrar 40, até 60 aulas semanais em uma rotina que deixaria exausto até um ironman. Tal rotina, porém, não para por aí. Não esqueçamos das provas para corrigir, dos trabalhos para avaliar, do diário de classe para preencher e das infindáveis (e, diga-se de passagem, bem improdutivas) reuniões pedagógicas.</p>
<p>O tempo escasso e o trabalho intenso se tornam os algozes da qualidade do ensino. Não há tempo para se atualizar e, em muitas faculdade, a aula de dez anos atrás ainda é ministrada como se fosse algo realmente novo.</p>
<p>Em contraposição a esse quadro, por si só desalentador, há os alunos. Jovens, cheios de energia, tempo e vontade para explorar e descobrir o mundo. A seu favor - a tecnologia. </p>
<p>A dissonância entre o que o professor - &#8220;detentor do saber&#8221; - e os alunos é bem maior do que a distância física que os separa na sala de aula. Professor e alunos caminham em direções opostas.</p>
<p>Alunos pesquisam na internet o que realmente lhes interessa, criam músicas e textos de forma colaborativa, estruturam seu pensamento em diretórios e vivem a uma velocidade inspirada por filmes de 007. De site em site, de vídeo em video, colecionam amigos, compartilham conteúdo e dominam as novas tecnologias como se elas fizessem parte de seus próprios cérebros. A tal da &#8220;geração Y&#8221;.</p>
<p>Esse quadro não poderia estar mais distante do pintado pela vida cotidiana de um professor, seja ele de ensino fundamental, médio ou superior.</p>
<p>O modelo educacional precisa evoluir juntamente com o aluno, não com o professor. É o aluno o motivo de tal modelo existir. A polarização que se vê há centenas de anos na sala de aula que põe professores e alunos em lados opostos só tende a aumentar a distância entre os dois e a acirrar a disputa entre o &#8220;eu estou certo&#8221; e o &#8220;você está errado&#8221;, independente de quem fale uma ou outra frase.</p>
<p>Mais ou menos na mesma época que o sushi era inventado, surgia na Grécia um modelo de ensino que privilegiava a verdadeira e natural formação do indivíduo - a <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Paideia">Paidéia</a>. Um mestre, 12 alunos e a discussão da problemática cotidiana tendo por objetivo a formação completa do indivíduo - eu disse &#8220;indivíduo&#8221;, não &#8220;máquina decoradora de fórmulas&#8221;.</p>
<p>Sem saudosismos de uma época que não vivemos, a diferença com relação à Grécia antiga é clara - a tecnologia, para ficar em apenas uma, relevante para nossa discussão.</p>
<p>A construção do conhecimento, assim como o ideal da escola construtivista, deve se dar através de estímulos externos que forçam o indivíduo a construir e organizar este conhecimento utilizando para isso o próprio meio em que vive. O meio, atualmente, é boa parte do tempo, digital e colaborativo. Como aliar isso, ao se propor um modelo de ensino em meio às novas tecnologias, usando giz e quadro negro?</p>
<p>Assim como em uma aula na Grécia antiga, em que alunos e mestres sentavam-se na grama e discutiam assuntos diversos, a internet pode promover uma discussão muito mais ampla e não limitada pela geografia como uma grande <a href="http://www.conrado.com.br/blog/tecnologia-online/a-fogueira-digital/">fogueira digital</a>. </p>
<p>Crianças (ou universitários) não precisam mais se limitar às suas fronteiras ou idades (algo que nunca entendi - formar séries devido à idade de cada um e não à experiência ou maturidade) trocando informações com seus pares em nível global.</p>
<p>É lógico que isso mexe com o <i>status quo</i> e com toda a estrutura que existe há séculos por trás da indústria do ensino. Não é tão fácil, porém, quem está pedindo por mudanças são os alunos. Repito: eles são o motivo de todo o sistema educacional existir.</p>
<p>Gostaria que alguns ministros e professores estivessem compartilhando de nosso sushi&#8230;</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=6d24b1e3-82bc-8373-80dc-c043c2d4ed4d" /></div>
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		<item>
		<title>Conrado Adolpho ministra palestras nas principais faculdades de Propaganda e Marketing de Campinas</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/livro-google-marketing/conrado-adolpho-ministra-palestras-nas-principais-faculdades-de-propaganda-e-marketing-de-campinas/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Oct 2009 17:10:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Livro Google Marketing]]></category>

		<category><![CDATA[Marketing Digital]]></category>

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		<description><![CDATA[
Release
Letícia Feix 


O publicitário e diretor da agência de marketing digital Publiweb, Conrado Adolpho, realizou palestras nas principais faculdades de Publicidade, Propaganda e Marketing de Campinas. O autor do livro Google Marketing, esteve na FACAMP (24/9), ESAMC (no dia 5/10) e na PUC Campinas ministrando a palestra homônima ao livro, em que discute as últimas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignright" src="http://www.publiweb.com.br/img/SNC10645_reduzida.jpg" alt="Conrado em Palestra na Puccamp" /><img class="alignright" src="http://www.publiweb.com.br/img/20091005_PalestraEsamc_reduzida.jpg" alt="Conrado em Palestra na Esamc" /></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Release</span><strong></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;"><strong><span style="font-size: 12pt; line-height: 115%;">Letícia Feix </span></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: left;">
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal">O publicitário e diretor da agência de <a href="http://www.publiweb.com.br/marketing-digital" target="_self">marketing digital </a>Publiweb, Conrado Adolpho, realizou palestras nas principais faculdades de Publicidade, Propaganda e Marketing de Campinas. O autor do livro Google Marketing, esteve na FACAMP (24/9), ESAMC (no dia 5/10) e na PUC Campinas ministrando a palestra homônima ao livro, em que discute as últimas tendências de marketing na internet.</p>
<p class="MsoNormal">Durante a palestra na PUC ontem (27/10), Conrado Adolpho falou para um público de mais de setenta estudantes sobre a mudança do perfil de compra na internet, descrevendo o conceito de índice de atividade do consumidor. O palestrante explicitou que, com o advento da internet, as pessoas estão, cada vez mais, buscando o que procuram na hora em que desejam. Portanto, as empresas podem utilizar essa força de busca para investir menos em propaganda tradicional, ou seja, se o consumidor é mais ativo, as empresas podem se alavancar nesse índice de atividade.</p>
<p class="MsoNormal">Conrado mostrou os <em>cases </em>da Dell, Camiseteria e Saraiva, além de diversos outros sites de e-commerce que crescem ano a ano por meio de ações inusitadas, boas ideias e atuação nas redes sociais. “Os modelos de negócio estão mudando. Hoje, pequenas empresas podem conquistar o seu espaço na internet porque não precisam investir fortemente em espaços na mídia de massa”, completa Conrado.</p>
<p class="MsoNormal">O palestrante enfatizou a necessidade dos estudantes de Publicidade, Propaganda e Marketing estarem atentos às mudanças trazidas pelas vendas na internet: “muda não só a forma de pensar as campanhas de marketing, mas também as possibilidades de mensuração dessas ações pelas empresas e de lançamento de novos produtos, propiciando pesquisas de mercado com valores bem mais enxutos e um ciclo produtivo muito mais curto, com o lançamento de produtos em versão beta”, afirma.</p>
<p class="MsoNormal">As palestras de Conrado Adolpho em faculdades e universidades fazem parte do projeto da Publiweb Eventos, que atua para a difusão de conhecimento sobre internet, comércio social e marketing digital. O palestrante também realiza eventos abertos e <em>in company</em>. Diversos artigos e palestras do especialista podem ser conferidos no youtube e no blog <a href="http://www.conrado.com.br/" target="_blank">www.conrado.com.br</a>.</p>
<p class="MsoNormal">
<p class="MsoNormal"><strong><em>Contatos com a imprensa e palestras:</em></strong></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;">Letícia Feix</p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;"><a href="mailto:leticia.feix@publiweb.com.br" target="_blank">leticia.feix@publiweb.com.br</a></p>
<p class="MsoNormal" style="margin-bottom: 0.0001pt;">19-3255-6742</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Afinal de contas, por que o Google é tão importante?</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/google/afinal-de-contas-por-que-o-google-e-tao-importante-2/</link>
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		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 17:49:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Buscadores]]></category>

		<category><![CDATA[Google]]></category>

		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[Conrado Adolpho
A quantidade de informações que se recebe por dia é assombrosa. Outro dia, fui a uma loja comprar um smartphone para mim. Uma hora e meia depois de olhar incessantemente todas as opções disponíveis, vi-me incapaz de escolher com segurança um que se adequasse às minhas necessidades.
Para cada modelo que escolhia, o vendedor me [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Conrado Adolpho</p>
<p>A quantidade de informações que se recebe por dia é assombrosa. Outro dia, fui a uma loja comprar um smartphone para mim. Uma hora e meia depois de olhar incessantemente todas as opções disponíveis, vi-me incapaz de escolher com segurança um que se adequasse às minhas necessidades.</p>
<p>Para cada modelo que escolhia, o vendedor me mostrava ou eu via um melhor com mais funcionalidades e, lógico, mais caro. Quando tinha escolhido um, o vendedor falou: “Na semana que vem vou receber um da Nokia com tais e tais novidades&#8230;”. Resolvi voltar para casa sem o smartphone que havia escolhido.</p>
<p>Como muitos acham, a melhor opção é não ter opção. Por mais informações que tenhamos a respeito de um produto ou marca, sempre teremos que comparar os inúmeros critérios de escolha com seus pares. Dependendo do número, essa tarefa pode se tornar muito complexa.</p>
<p>O número de informações gera uma tremenda dispersão do público entre as mais distintas variáveis e caminhos.</p>
<p>Para distribuir todas as informações disponíveis e acomodar todos esses usuários, a quantidade de canais digitais que surgem a todo momento torna-se cada vez maior e mais segmentada. Isso significa, é claro, uma crescente dispersão do consumidor entre um sem-número de opções.</p>
<p>Ao contrário do mundo off-line, os indivíduos que se encontram na frente de um computador não estão concentrados em apenas uma dúzia ou uma centena de sites (no meu caso, uma dúzia de smartphones). A audiência está totalmente dispersa entre os bilhões de páginas existentes. Se escolher criteriosamente um dentre doze já é bem difícil, imagine multiplicar isso por nove casas decimais.</p>
<p>Uma considerável porcentagem de usuários parte do site Google e vai parar naquelas páginas que o mecanismo de busca aponta como as mais relevantes. Para cada palavra, contudo, há uma dezena de “mais relevantes”.</p>
<p>Imaginando que a quantidade de palavras que são digitadas pelos usuários do Google é tão grande quanto a diversidade de assuntos que há no mundo, a dispersão é bem grande.</p>
<p>Na época de ouro do broadcast e das mídias de massa, a tarefa de encontrar o consumidor foi facilmente resolvida e sustentou durante décadas o império da propaganda.</p>
<p>A quantidade de websites representa um grande problema para as agências, e, se vista com os olhos do velho mundo analógico, a tendência é que o problema se agrave.</p>
<p>Saber por onde navega seu consumidor e encontrá-lo é como achar uma jangada no oceano Atlântico: você pode até saber que ela está em algum lugar por lá, mas vai precisar gastar muito tempo e dinheiro para encontrá-la.</p>
<p>Frente ao problema de difícil solução que é encontrar seu consumidor, empresas gastam centenas de milhões de reais para resolvê-lo. Já sabemos que o usuário dispõe de inúmeros canais de informação que pode escolher, e que é ele, exclusivamente, quem escolhe o caminho a tomar e o que quer ver. Isso torna o problema de encontrá-lo, em primeira instância, bem difícil de ser solucionado. No entanto, o pressuposto está errado.</p>
<p>Há muito sabemos ser imprescindível uma significativa base de dados para que tenhamos informações suficientes – qualidade advinda da quantidade – que tornem possível uma boa escolha. Com a crescente velocidade e capacidade de armazenamento da informação, contudo, torna-se mais e mais difícil a triagem de informação de qualidade frente à quantidade que hoje se apresenta. Precisaríamos de vidas inteiras para extrair qualidade da quantidade.</p>
<p>Só o DeepBlue conseguia analisar 200 milhões de opções por segundo. Nós não chegamos nem perto disso. Não conseguimos analisar todas as informações com o grau aprofundado de que necessitamos. Este é um velho dilema da velha economia.</p>
<p>O mundo vive o dilema da informação: uma maior quantidade de dados sobre um assunto nos dá maior segurança para o processo decisório. No entanto, quanto mais informações, maiores também são nossa impotência e nosso desalento diante da abundância a ser verificada criteriosamente. Como dizia o Nobel de economia Herbert Simon, “cada abundância gera uma nova escassez”. A escassez agora não é mais de informações, é de atenção. Gerada pelo excesso de informações.</p>
<p>Uma análise pormenorizada de todos os dados nos daria a capacidade incontestável para tomar uma decisão, mas em um período de tempo que tendesse ao infinito.</p>
<p>Uma maior quantidade de informações nos dá segurança de escolha, ao mesmo tempo em que gera insegurança de não ter todos os dados necessários para a decisão, pois sempre haverá outras opções e informações a serem consideradas. Para vencer o dilema, optamos pelo reducionismo. Descartamos aquelas que não nos parecem relevantes a uma primeira e subjetiva análise para nos dedicarmos às restantes.</p>
<p>Para tanto, precisamos de algum critério que as reduza àquelas informações que nos interessam. Precisamos hierarquizar e priorizar os diversos dados de que dispomos para viabilizar a escolha.</p>
<p>O dilema pode ser resolvido por nós mesmos ou por alguém em quem confiemos, que nos dará as melhores opções. Esse alguém processará as milhões de alternativas disponíveis e selecionará de maneira rápida e eficiente aquelas que nos são pertinentes – um especialista que faça a interface entre nós e um mundo de dados que não nos é importante.</p>
<p>Com essa prévia análise podemos verificar um número limitado e hierarquizado de informações. Essa filtragem é essencial para que decidamos sobre uma base finita e relevante. A constante falta de tempo a qual todos estamos submetidos faz com que o papel desse intermediário seja de uma gradativa e crescente importância cotidiana.</p>
<p>O processo de escolha a partir da hierarquização de dados traz seu bônus. Entretanto, também apresenta seu ônus. A partir do momento em que eliminamos uma grande quantidade de informações para refletir mais demoradamente somente sobre algumas, o critério de filtragem torna-se o elo crítico de tal processo. O fato de termos de aplicar um critério de filtragem torna-o de fundamental valor para a priorização correta.</p>
<p>Com a hierarquização da busca pela melhor informação sob um determinado critério, muitas opções – que poderiam ser válidas em um outro critério – acabam por ficar de fora.</p>
<p>Um outro problema é que certo incômodo pode ser gerado a partir do momento em que o especialista, aquele que determina o critério de filtragem das informações, seja sujeito a uma relação promíscua entre o critério e as próprias opções.</p>
<p>Imagine um especialista em compra de carros que seja proprietário de uma concessionária de veículos da Ford, ou um médico que receba “incentivos” de um determinado laboratório (sabemos que isso não acontece no Brasil, certo?).</p>
<p>Tal especialista, que tem o papel de filtragem de dados, deve em primeira instância ser confiável. A credibilidade é sua arma para nos convencer de que usou o melhor critério. Uma vez que esse laço de confiança é estabelecido, o restante do processo ocorre de forma rápida e automática.</p>
<p>Todos sabemos que existe uma fragilidade do sistema de filtragem de editores-chefe de jornais, revistas ou rádios. O filtro humano opinativo e retórico.</p>
<p>Se o ser humano, com sua limitada e parcial visão de mundo, pode não ser o melhor especialista para nos servir de filtro, partamos para a matemática e, com ela, para as máquinas para serem nossos guias imparciais.</p>
<p>Apesar de muitos considerarem a estatística como a ciência da manipulação dos números (há, inclusive, uma piada que diz que se eu comi dois camarões e você não comeu nenhum, a estatística dirá que cada um de nós comeu um camarão, o que pode trazer resultados muito diferentes se você for alérgico!). Apesar de certa descrença com a estatística e com os números, eles ainda trafegam livremente pelo mais imparcial dos mundos – o da matemática.</p>
<p>A ascensão dos guias especialistas mecânicos explica-se, em boa parte, pela abrangência com que fazem suas pesquisas e pela imparcialidade de seus resultados, entre os quais há destaque para os mecanismos de busca do Google e do BuscaPé (enfim, um brazuca nesse universo).</p>
<p>O Google com seus critérios imparciais se torna facilmente o nosso especialista preferido para reduzir o número de opções para apenas dez. Em um mundo em que o bem mais escasso é a atenção, não é de se admirar que esse buscador tenha alcançado um papel tão importante na nossa nova economia global.</p>
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		<item>
		<title>Uma boa ferramenta para blogueiros - Zemanta</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/internet/uma-boa-ferramenta-para-blogueiros-zemanta/</link>
		<comments>http://www.conrado.com.br/blog/internet/uma-boa-ferramenta-para-blogueiros-zemanta/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 19:02:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

		<category><![CDATA[Blog]]></category>

		<category><![CDATA[Wordpress]]></category>

		<category><![CDATA[Zemanta]]></category>

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		<description><![CDATA[Image by Tom Raftery via Flickr
Descobri uma nova ferramenta muito interessante para blogueiro, se chama Zemanta. Ela identifica que você está escrevendo na área de administração, por exemplo, do Wordpress, e lhe sugere links de empresas e outros players do mercado de web automaticamente, à medida em que escreve.
Facilita demais o trabalho de linkar conteúdo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div class="zemanta-img" style="margin: 1em; float: right; display: block; width: 250px;"><a href="http://www.flickr.com/photos/67945918@N00/2408088284"><img style="border: medium none; display: block;" src="http://farm4.static.flickr.com/3279/2408088284_bdf38a2b3b_m.jpg" alt="Zemanta Firefox plugin" width="240" height="239" /></a><span class="zemanta-img-attribution" style="font-size: 0.8em;">Image by <a href="http://www.flickr.com/photos/67945918@N00/2408088284">Tom Raftery</a> via Flickr</span></div>
<p>Descobri uma nova ferramenta muito interessante para blogueiro, se chama <a class="zem_olink" title="New Zemanta engine &amp; API release" href="http://www.zemanta.com/blog/new-zemanta-engine-api-release/">Zemanta</a>. Ela identifica que você está escrevendo na área de administração, por exemplo, do Wordpress, e lhe sugere links de empresas e outros players do mercado de web automaticamente, à medida em que escreve.</p>
<p>Facilita demais o trabalho de linkar conteúdo e fazer um trabalho mais profundo de hipertextualização.</p>
<p>Ele sugere, tanto links quanto imagens.</p>
<p>Vale a pena</p>
<div class="zemanta-pixie" style="margin-top: 10px; height: 15px;"><a class="zemanta-pixie-a" title="Reblog this post [with Zemanta]" href="http://reblog.zemanta.com/zemified/8bb1d2c0-ff48-4743-b294-4be14487e401/"><img class="zemanta-pixie-img" style="border: medium none ; float: right;" src="http://img.zemanta.com/reblog_e.png?x-id=8bb1d2c0-ff48-4743-b294-4be14487e401" alt="Reblog this post [with Zemanta]" /></a><span class="zem-script more-related pretty-attribution"><script src="http://static.zemanta.com/readside/loader.js" type="text/javascript"></script></span></div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.conrado.com.br/blog/internet/uma-boa-ferramenta-para-blogueiros-zemanta/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>A comunicação do marketing digital e da tecnologia</title>
		<link>http://www.conrado.com.br/blog/internet/a-comunicacao-do-marketing-digital-e-da-tecnologia/</link>
		<comments>http://www.conrado.com.br/blog/internet/a-comunicacao-do-marketing-digital-e-da-tecnologia/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 24 Oct 2009 15:12:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Conrado Adolpho</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[
Outro dia um amigo meu me contou a seguinte história.
No atendimento de um cliente proprietário de uma grande loja de departamentos na cidade de Campinas, enviou um e-mail com a descrição de um novo serviço pedindo para que fosse agendada uma reunião. Nenhuma resposta.Resolveu reenviar o e-mail na dúvida se ele teria lido na dentre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img style="max-width: 800px;" src="http://www.conrado.com.br/blog/wp-content/uploads/2009/10/email-x-fax.jpg" /></p>
<p>Outro dia um amigo meu me contou a seguinte história.</p>
<p>No atendimento de um cliente proprietário de uma grande loja de departamentos na cidade de Campinas, enviou um e-mail com a descrição de um novo serviço pedindo para que fosse agendada uma reunião. Nenhuma resposta.<br />Resolveu reenviar o e-mail na dúvida se ele teria lido na dentre a provável montanha de e-mails que deveria receber por dia. Novamente, resposta alguma veio nos dois ou três dias posteriores.</p>
<p>Resolveu ir até a loja.</p>
<p>Encontrando o seu cliente este imediatamente se apressou em justificar a demora.</p>
<p>&#8220;Rapaz, que bom que você veio. Estava agora mesmo para responder o seu fax&#8221;<br />Alguns segundos de dúvida pairaram no ar até que meu amigo resolveu arriscar - &#8220;o meu e-mail?&#8221;<br />&#8220;Isso! o seu e-mail&#8221;.</p>
<p>Você, leitor ou leitora que está lendo esse blog, provavelmente vive em um mundo muito parecido com o meu - o mundo baseado em bits. Em que fax é e-mail, que e-mail é sms e que sms é tweet. Um mundo de comunicação assíncrona e contínua com o mundo, esteja ele onde estiver.</p>
<p>A notícia que tenho para lhe dar é - nem todo mundo é assim. Uma frase que gosto muito do Schopenhauer que costumo citar em todas as palestras é &#8220;O homem toma como os limites do mundo o seu próprio campo de visão&#8221;.<br />O mundo e bem menos conectado do que achamos que de fato é. Muitas pessoas ainda vivem na &#8220;velha economia&#8221; e estão muito bem por lá. Não sabendo das vantagens da economia baseada em bits, não necessitam dela. </p>
<p>Um conselho para webmasters, tome cuidado com o vocabulário e com a comunicação que trava (ou tenta) com seu cliente. Acho que um dos méritos do meu livro, o &#8220;Google Marketing&#8221; é tentar simplificar a linguagem ao máximo e torná-la acessível, desmistificando o que parece complexo. A comunicação é a raíz de muitos dos problemas que assolam o mundo. Devemos cuidar dela para que ela se torne uma aliada, não uma inimiga.</p>
<p>Seja um poliglota dentro da sua própria língua e se comunique do jeito que o seu interlocutor entende. E quando o assunto é tecnologia, tome mais cuidado ainda.</p>
<div class="zemanta-pixie"><img class="zemanta-pixie-img" alt="" src="http://img.zemanta.com/pixy.gif?x-id=083d231b-2f04-8d6e-9776-b03aebd38b85" /></div>
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