<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214</atom:id><lastBuildDate>Mon, 22 Aug 2011 23:05:55 +0000</lastBuildDate><title>Fábio Freitas</title><description /><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Bigode)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>21</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/BlogdoFabioFreitas" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="blogdofabiofreitas" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-5509559169725851040</guid><pubDate>Thu, 10 Jun 2010 21:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-10T18:54:42.941-03:00</atom:updated><title>Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil</title><description>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Dia Mundial de Todo o mundo está careca de saber que, sim, as crianças continuam a ser obrigadas a trabalhar. Basta passear pelas ruas de uma cidade de porte médio qualquer e procurar nos cruzamentos de sinais que lá estão vários exemplos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;“vendendo bala, chiclete, ‘num fecha o vidro que eu não sou pivete, eu não vou virar ladrão se você me der um leite, um pão, um videogame e uma televisão, uma chuteira e uma camisa do Mengão, pr’eu jogar na seleção, que nem o Ronaldinho, vou pra Copa, vou pra Europa’... Coitadinho! Acorda moleque, cê num tem futuro! Seu time não tem nada a perder, o jogo é duro. você não tem defesa, então ataca, pra não sair de maca, chega de bancar o babaca!” (trecho da música “Pátria que me pariu”, de Gabriel Pensador).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Sábado, dia 12 de junho, é Dia Mundial de Combate ao Trabalho Infantil. Nesta época de Copa do Mundo, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Fórum Nacional de Prevenção e Erradicação do Trabalho Infantil convidaram Robinho, atacante brasileiro, como garoto propaganda da campanha contra a prática.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O símbolo das ações é um cartão vermelho. Simples, fácil, vermelho e urgente, como qualquer alarme que se preze. Não é para menos. Segundo dados da mesma OIT, 215 milhões de crianças e adolescentes trabalham hoje em todo o mundo.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-5509559169725851040?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/dia-mundial-de-combate-ao-trabalho_10.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-2049336408871915782</guid><pubDate>Thu, 10 Jun 2010 21:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-10T18:50:24.106-03:00</atom:updated><title>Com taxa recorde de presos provisórios e superlotação, Acre recebe Mutirão Carcerário do CNJ</title><description>&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Com uma taxa 50% de seus presos em situação provisória, o maior índice do país, o Acre recebeu ontem (9/6) o Mutirão Carcerário do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A superlotação é outro problema no Estado, que possui cerca de 1.800 vagas e o dobro de detentos. Daria para encher as celas só com os provisórios.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;O objetivo do mutirão é analisar 4.166 processos durante 30 dias. Este é o 23º Estado visitado pelo CNJ, que começou o projeto em 2008 para tentar acelerar os processos e inquéritos de encarcerados, inclusive dos condenados. Outro problema no foco do conselho é o número de prisões de mulheres, que cresceu 61% - a maioria por envolvimento no tráfico de drogas. Os próximos locais na lista do mutirão são o Distrito Federal e o Amazonas.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-2049336408871915782?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/com-taxa-recorde-de-presos-provisorios_10.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-7877827325783363890</guid><pubDate>Tue, 08 Jun 2010 22:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-10T19:02:00.063-03:00</atom:updated><title>Comissão entrega anteprojeto do novo Código de Processo Civil</title><description>&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; tab-stops: 240.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Verdana','sans-serif';"&gt;O anteprojeto do novo Código de Processo Civil foi entregue hoje ao presidente do Senado, José Sarney, pela Comissão de Juristas responsável por sua elaboração, presidida pelo ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Luiz Fux. Com mil artigos, 200 a menos do que o texto em vigor, o anteprojeto traz a promessa de reduzir em até 50% o tempo de tramitação dos processos individuais na área cível e de até 70% no caso de demandas de massa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Verdana','sans-serif';"&gt;O motivo é a proposta de criação do "incidente de resolução de demandas repetitivas", que serviria para resolver em um só julgamento as demandas de massa, quando há diversos processos que tratam do mesmo assunto. Redução de número de recursos, reforço da necessidade de os juízes seguirem a jurisprudência, valorização da conciliação para solucionar conflitos e a harmonização dos sistemas de processo eletrônico no país são outros pontos-chaves do texto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Verdana','sans-serif';"&gt;Acesse o anteprojeto na íntegra &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;a href="http://www.migalhas.com.br/arquivo_artigo/art20100608-02.pdf"&gt;aqui&lt;/a&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-7877827325783363890?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/comissao-entrega-anteprojeto-do-novo.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-3819806016555515519</guid><pubDate>Tue, 08 Jun 2010 22:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-10T19:03:36.341-03:00</atom:updated><title>Turquia bloqueia serviços do Google</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0cm 10pt; tab-stops: 240.3pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; line-height: 115%;"&gt;Depois da China e de pelo menos outros 24 países pelo mundo, agora chegou a vez de o governo da Turquia resolver restringir serviços do Google, como Google Docs, Google Translate, Google Books, Google Analytics e Google Tools. A restrição é por tempo indefinido, e o motivo, de acordo com o noticiário do país, são "razões legais", simplesmente. O órgão de comunicações do governo turco que controla o acesso à rede publicou nota na última sexta-feira (4/6) em que afirma ter bloqueado alguns endereços de IP do Google. O anúncio apenas formalizou o bloqueio, sentido antes por provedores e usuários de internet no país. Em abril, o Google afirmou em seu blog oficial que um quarto dos países onde disponibiliza seus serviços (25 de 100) tem algum tipo de restrição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style="font-family: 'Verdana','sans-serif'; line-height: 115%;"&gt;O site &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;a href="http://opennet.net/"&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;OpenNet Initiative&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/b&gt; traz informações sobre os países que restringem o acesso à internet.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-3819806016555515519?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/turquia-bloqueia-servicos-do-google.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-7105728880592665408</guid><pubDate>Tue, 08 Jun 2010 20:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-10T19:05:37.126-03:00</atom:updated><title>Contran estende prazo para obrigatoriedade da cadeirinha</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;&lt;span style="font-family: verdana,sans-serif;"&gt;O Conselho Nacional de Trânsito (Contran) resolveu dar uma colher de chá aos motoristas com filhos pequenos e estendeu para 1º de setembro o prazo em que se torna obrigatório o uso de assentos especiais&amp;nbsp;para crianças de até 7 anos e meio em veículos de passeio. Mas não foi porque o órgão&amp;nbsp;é bonzinho, o problema é que as cadeirinhas, bebês confortos e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;boosters&lt;/i&gt; (assento elevatório para facilitar o uso do cinto) estavam em falta no mercado. O prazo anterior era até esta quarta, 9 de junho.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif';"&gt;&lt;span style="font-family: verdana,sans-serif;"&gt;A &lt;a href="http://www.denatran.gov.br/download/Resolucoes/RESOLUCAO_CONTRAN_277.pdf"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: #990000;"&gt;Resolução 277/2008 do Contran&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; prevê infração gravíssima no caso de descumprimento da norma, sujeita a multa de R$ 191,54, soma de sete pontos na Carteira Nacional de Habilitação e retenção do veículo até a instalação do assento. Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgado em 2008, o uso correto da cadeirinha pode reduzir em até 70% o risco de morte de um bebê em acidente. Já os valores dos assentos variam de R$ 80 a R$ 1.000. É motivo de reclamação ou quanto mais segurança melhor?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-7105728880592665408?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/contran-estende-prazo-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-1650593554609344595</guid><pubDate>Tue, 08 Jun 2010 19:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-10T19:06:49.618-03:00</atom:updated><title>Senado inicia debate do novo Código de Processo Penal</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 73.65pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;&lt;img alt="algemas211.jpg" src="http://any8.files.wordpress.com/2010/01/algemas211.jpg" title="algemas211.jpg" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 73.65pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 73.65pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: 'Times New Roman','serif'; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; margin: 0cm 0cm 0pt; tab-stops: 73.65pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif;"&gt;Após protestos de ministros de tribunais superiores e da Ordem dos Advogados do Brasil, o relator do projeto que institui o novo Código de Processo Penal, senador Renato Casagrande (PSB-ES), apressou-se a dizer hoje (8/6) que restabelecerá no texto as regras atuais do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;habeas corpus&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;Em seu substitutivo, o instrumento só seria possível na ausência de outro recurso que suspendesse a prisão. Este foi o primeiro dia de debates no Plenário do Senado sobre o projeto, aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça no dia 17 de março. Elaborado por uma comissão de juristas sob coordenação do presidente da casa, José Sarney, o texto traz grandes mudanças, como a criação da figura do juiz de garantias, para controlar a investigação criminal e garantir direitos fundamentais do acusado; o fim da prisão especial; a adoção de prisão preventiva somente se não houver outras medidas cautelares cabíveis; permissão ao júri para conversar entre si, exceto nos momentos da instrução e do debate; e a comunicação da prisão ou soltura do acusado à vítima de um crime, assim como sua absolvição ou condenação e o acesso ao processo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Verdana, sans-serif; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US;"&gt;Veja &lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;&lt;span style="color: #c00000;"&gt;&lt;a href="http://www.senado.gov.br/sf/atividade/materia/detalhes.asp?p_cod_mate=90645"&gt;&lt;span style="color: #c00000; text-decoration: none; text-underline: none;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; os detalhes do PLS 156/2009, projeto do novo Código de Processo Penal.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-1650593554609344595?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/senado-inicia-debate-do-novo-codigo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-8721890114867743964</guid><pubDate>Mon, 07 Jun 2010 02:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-06T23:12:53.631-03:00</atom:updated><title>Após discussão entre Peluso e presidente da OAB, STF divulga acórdão que veta sustentação oral no CNJ</title><description>&lt;a href="http://blogdofred.folha.blog.uol.com.br/images/ophirpeluso.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="234" src="http://blogdofred.folha.blog.uol.com.br/images/ophirpeluso.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #313131;"&gt;O Supremo Tribunal Federal (STF) publicou na sexta-feira (4/6) no Diário Oficial da Justiça acórdão de julgamento ocorrido em 2006 que definiu como inconstitucional um artigo do Estatuto da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que prevê a sustentação oral da OAB após o voto do relator em julgamentos do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). A divulgação vem como resposta à discussão entre o presidente do STF e do CNJ, Cezar Peluso, e o presidente do Conselho Federal da OAB, Ophir Cavalcante, que ocorreu três dias antes em sessão plenária no CNJ. Após o voto do relator sobre o caso que era julgado, Ophir pediu a palavra, mas foi interrompido por Peluso. Sem direito a voto no Conselho, o presidente da OAB pode se manifestar sobre os processos, mas não a qualquer momento, segundo nota divulgada pelo STF.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0cm; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span style="color: #313131;"&gt;Quer conhecer o&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8906.htm"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;Estatuto da OAB&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;? (o manifesto após o voto do relator era previsto pelo inciso IX do artigo 7°, e foi derrubado no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade 1.105, em maio de 2006 no STF)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-8721890114867743964?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/apos-discussao-entre-peluso-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-5546845355672890394</guid><pubDate>Mon, 07 Jun 2010 02:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-06T23:06:28.241-03:00</atom:updated><title>Enquete do Senado: 93,7% contrários à liberdade condicional em caso de crime hediondo</title><description>&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #313131;"&gt;A liberdade condicional a condenados por crimes hediondos, direito hoje aplicado sob determinadas condições, não deveria existir, se dependesse da opinião dos internautas que participaram de enquete sobre o assunto no site do Senado, no mês de maio. Das 2.740 pessoas que responderam se eram favoráveis ou contrários ao cumprimento de parte da pena em regime aberto ou semi-aberto, 93,7% disseram não. A pesquisa faz referência à PEC 5/2008, do senador Valter Pereira (PMDB-MS), que acaba com a concessão de condicional em casos de crimes hediondos.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-5546845355672890394?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/enquete-do-senado-937-contrarios.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-5640670250929847921</guid><pubDate>Mon, 07 Jun 2010 02:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-06-06T23:13:17.629-03:00</atom:updated><title>ONU condena proposta que tira do MP controle externo da Polícia</title><description>&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-line-height-alt: 1.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #313131;"&gt;A Organização das Nações Unidas (ONU) condenou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que retira do Ministério Público (MP) a competência de exercer o controle externo das polícias Civil e Federal. A PEC, de número 381/2009, foi aprovada no dia 26 de maio pela Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Deputados, e prevê a criação do Conselho Nacional de Polícia, que ficaria responsável pelo controle da atuação administrativa, funcional e financeira das instituições policiais (exceto a das PMs). A ONU lembrou que o fortalecimento do MP era uma de suas 33 recomendações feitas ao Brasil em 2008, e ressaltou a impunidade de crimes cometidos por agentes do Estado. O relatório aponta que, em 2009, houve em São Paulo 543 casos de mortes registradas "resistência à prisão", contra 401 em 2007 – aumento de 35,4%.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-line-height-alt: 1.0pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: #313131;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style="color: #313131;"&gt;A PEC 381/2009, do deputado Regis de Oliveira (PSC-SP), pode ser lida &lt;a href="http://www.camara.gov.br/sileg/integras/666868.pdf"&gt;&lt;b&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #990000;"&gt;aqui&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-5640670250929847921?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2010/06/onu-condena-proposta-que-tira-do-mp.html</link><author>noreply@blogger.com (Bigode)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-8842368582497211834</guid><pubDate>Fri, 30 Jan 2009 23:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-30T22:28:39.554-02:00</atom:updated><title>A hora certa</title><description>Hoje, tive a certeza de que, realmente, estar na hora e no lugar certo podem fazer toda a diferença entre se dar bem ou não ou mal. Quem se lembra do filme "Efeito Borboleta" (2004, com Ashton Kutcher) já viu, de forma talvez um pouco exagerada, que dobrar uma rua antes pode gerar efeitos devastadores. Não que eu acredite muito nisso, na maioria das vezes, mas de vez em quando, até que pode ser verdade. Outro exemplo mais recente que ilustra a ideia é o recente "O Curioso Caso de Benjamin Button", com Brad Pitt e Cate Blanchett, ainda nos cinemas. Você já viu o filme né? Pra eu poder contar. Tem uma cena que mostra vários acontecimentos paralelos - enquanto a bailarina Daisy (Blanchett) é mostrada dançando, conversando e saindo do ensaio, uma sequência de outras ações, como um homem que acorda cinco minutos atrasado, levam ao atropelamento de Daisy e à ruína de sua carreira na dança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, e o que isso tudo tem a ver com o que eu disse no começo? Hoje, não aconteceu qualquer coisa que pudesse modificar muito minha vida. Não encontrei um amigo que, coincidentemente, trabalha para um grande jornal, e que também gosta muito de mim, e além disso tudo, resolveu me indicar para uma vaga de qualquer cargo bom. Também não resolvi alterar o caminho que eu faria, nem evitei dessa forma, como poderia ter acontecido, ser atropelado. Mas vi outra pessoa sendo atropelada. Foi assim: depois de quatro meses das chuvas de granizo que detonaram meu carro em Belo Horizonte, levei o carango pro conserto. O cara que fez o martelinho-de-ouro veio me buscar em casa e fomos pra oficina. Peguei o carro, entrei na rua e segui, até fazer uma curva à esquerda e perceber que a seta, só a do lado esquerdo, estava com defeito. Resolvi voltar pelo mesmo caminho, para reclamar. Menos de cinco minutos depois que saí da oficina, voltando pela mesma rua, só escutei uma freada, um barulhão e vi uma bicicleta voando por cima de um carro estacionado. Eu estava logo atrás do lugar, saí do carro sem nem lembrar de fechar os vidros, na chuva, para ver se ajudava em alguma coisa. O dono da bicicleta era um homem entre uns 40 e 50 anos, vestia camiseta azul e uma calça jeans suja que dava dó, e estava inconsciente no chão, sangue escorrendo pelo braço esquerdo, e um saco de carne recém comprada jogado ao lado. Não deu tempo de eu ajudar em muita coisa, só de perguntar se alguém já tinha chamado ambulância.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A gente fala às vezes que quando tem acidente, as pessoas tem uma curiosidade meio mórbida em ficar vendo a desgraça alheia, mas não é só isso. O interesse em ajudar é real. As pessoas ao redor recolhendo os pertences do homem, guardando a bicicleta e até levando a carne pra dentro de casa, e quem sabe, até colocar em uma geladeira... Por outro lado, teve um cara já decretando o falecimento do ciclista da carne, como não conseguisse sentir o pulso dele. E o motorista? Esse sim, devia estar xingando até a décima-sétima geração da família da pessoa que, quem sabe, tenha a maior parte da responsabilidade por ele ter estado dirigindo aquele carro, naquela hora, e tentado fazer aquela curva. E xingando em inglês. Quando cheguei, ele falava ao celular, na língua inglesa, explicando o que havia acontecido. Isso me chamou um pouco a atenção na hora, porque se envolver em um acidente fora de seu país-natal deve ser um tanto mais desconfortável. Lembrei também de um rapaz brasileiro que conheci nos Estados Unidos, muito tranquilo, que acabou sendo acusado, junto com outros três brasileiros, de embebedar e estuprar uma garota americana em uma festa. Pelo que sei, ele se safou do caso, e acho que foi tudo armação dela pra ferrar com os quatro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voltando ao local do acidente de hoje - não tinham passado 10 minutos que eu estava ali, passa do outro lado da rua o cara do martelinho-de-ouro em um carro. Se eu não tivesse parado pra ver o que havia acontecido, teria dado tempo de chegar à oficina e ver meu problema. Fui pra lá de qualquer jeito. Mas logo que estacionei o carro pra esperar até que ele chegasse, o problema havia desaparecido! E não voltou mais, até agora. Resolvi ir embora. Foi o problema da seta que me fez voltar e presenciar o acidente. Parei pra ver o que estava rolando, o martelinho passou. E fiquei sem ver o problema da seta, que, milagrosamente, desapareceu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-8842368582497211834?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2009/01/hora-certa.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-6896576442232469257</guid><pubDate>Fri, 19 Dec 2008 00:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-18T23:56:18.313-02:00</atom:updated><title>Folha corrida</title><description>Pode até parecer, mas não, eu não sou adepto do "Slow Blogging". Aliás, eu nem sabia que existia um movimento com esse nome, que surgiu em algum lugar da Internet em meados de 2006 e prega a necessidade de atualizações mais esporádicas nos blogs para refrescar nossos sentidos constantemente hiper-estimulados; ou, pelo menos, a rejeição ao imediatismo e ao ritmo frenético com que a informação é produzida e consumida em nossos dias. Como ia dizendo, eu nem sabia que esse tal movimento existia, até duas semanas atrás, quando fui dar uma olhadinha no site do programa trainee da Folha de S. Paulo, o &lt;a href="http://novoemfolha.folha.blog.uol.com.br/"&gt;Novo em Folha&lt;/a&gt; , para saber mais sobre a prova do jornal que fui fazer no último fim de semana, na capital paulista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E olha só, slow-blogueiro ou não, passei alguns dias lembrando e esperando até resolver contar algumas coisas interessantes, não necessariamente agradáveis, que me aconteceram nesses dois rápidos dias em SaPa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cheguei à rodoviària de Taubaté às 13h50, sem óculos, o que me impediu de reconhecer minha sobrinha Thaís a mais de 20 metros de distância. Achei que ela já tivesse viajado, mas o despertador dela tocou às 9 da manhã e ela acordou, só que dormiu de novo e só se levantou depois das 11h. Eu tinha combinado de passar a noite no apartamento do Thiago, meu sobrinho e irmão da Thaís, já que faria a prova no domingo pela manhã. Ela foi por causa do aniversário do irmão, que seria comemorado com um churrasco num bar. E eu? Ia tentar "estudar", tirar o atraso sobre as principais notícias veiculadas ao longo do segundo semestre todo e mostrar como sou um aspirante a jornalista bem informado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois bem, já em São Paulo, partimos Thaís e eu para o metrô. Aquela cidade reserva sempre momentos que me fazem pensar se são coisas que só acontecem em um lugar daquele porte. Fomos comprar os bilhetes, os dois no mesmo guichê, a fila enorme atrás, a Thaís comprou os de ida e volta dela, e eu fiquei pegando dinheiro, enquanto um rapaz de barba e óculos chegou e foi já comprando os bilhetes dele na minha frente! Reclamei com o cara, que só falou assim "foi ele que me chamou (referindo-se ao bilheteiro), briga com ele", e foi embora. É um por si e todos por ninguém?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O folgado e nós dois pegamos o metrô, eu fiquei na Estação das Clínicas e Thaís seguiu viagem. Peguei um táxi e cheguei à casa do Thiago. Não sem antes fazer um tour pelos elevadores do prédio. O Thiago deixou as chaves na portaria, para eu entrar pela cozinha, mas o porteiro não me avisou qual era o elevador certo. Peguei o da entrada social, subi ao 18° andar, descobri o equívoco, desci e subi novamente os 18 andares pelo lado certo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já instalado no apartamento do sobrinho, parti à maratona de leituras de jornal, revista e pela internet. Não preciso falar que não fez muita diferença. Seis meses de leituras diárias não se resolvem em seis horas. Mas até que eu não estava muito desinformado, pra minha sorte. À noite, a fome bateu, a preguiça reclamou e as duas entraram em acordo: pizza. Peguei o telefone de uma das duas opções mais à mão na geladeira, a Pizzaria Sorietto, e pedi uma brotinho de lombinho com uma Coca dois litros = R$ 15,90. Entrega em até 28 minutos. Depois de 20, o porteiro estava me chamando pra descer e buscar o rango. Desci voando, com minha nota de vinte reais ondulando com o vento. E aí é que tá: deve haver algum desentendimento entre os procedimentos na hora de se pedir uma pizza e anotar um pedido de pizza entre Belo Horizonte e Taubaté com São Paulo. Porque nas duas primeiras cidades, sempre me perguntaram: "vai precisar de troco?". Mas em SaPa, não. Lá, você é quem tem que se virar para reivindicar seu troco legítimo, ninguém vai garantir isso pra você. Resumindo, paguei R$ 4,10 a mais, e não tinha Coca, fiquei com um Guaraná.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As surpresas não pararam por ali. Meu estômago já estava gritando, abri desesperado a caixa de Pandora, para me deparar com um mar de cebola! Não sabia nem onde estava a pizza ali dentro. Escavei uma camada de cebolas e cheguei ao lombo. Só?! Tirando a maldita cebola, só tinha lombo, casca e uns três pingos de molho de tomate. Fazer o quê?!! Comi aquela merda, na fome que sentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lá penas 11h30, chegam Thiago com a namorada, Bianca, Thaís, a prima deles, Mariana, e outras pessoas. Eles pediram pizza também, também na Sorietto, e eu... comi de novo. E fui dormir, pra acordar cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acordei antes das 7h, comi os restos das pizzas com um copo de refri e chamei um táxi. Sim, porque eu não conheço nada de SaPa e não queria correr o risco de perder a mim e à prova. E conheci o taxista Wilson. Pai de um dois filhos, um homem de 27, e uma mulher de uns 25, Wilson me recomendou do início ao fim da breve corrida que eu aproveite a vida, que é quase tão breve quanto uma corrida de táxi. Ele já se diz conformado com o fato de não ter ficado rico, e resolveu transferir seu "império econômico pra próxima encarnação". Mas na próxima vida, ele também quer alguns centímetros a mais de altura e na horizontal: "quero uma rôla grande, não um clitóris avantajado", diz. E complementa: "só não vai adiantar se eu nascer viado".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já na porta da Folha, Wilson lembrou do tempo em que entregava jornal para a empresa e não podia deixar de trabalhar nem quando estivesse muito doente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui um dos primeiros a chegar. E fui tentar conversar com alguém, pra descontrair um pouco. Conheci uma menina de São Paulo mesmo, de quem não lembro o nome, que não era nem jornalista nem estudante de Jornalismo. E o que ela estava fazendo ali? Ela era advogada, e doutoranda em Direito pela USP. E o que ela estava fazendo ali?! Ela disse que ser jornalista era seu sonho, mas que não estava confiante para a prova, pois não tinha estudado nem lido o Manual de Redação da Folha (o programa trainee do jornal admite pessoas com formações diferentes de jornalismo). Só que, na época em que ia entrar pra faculdade, a família de advogados estava precisando de mais um, e ela foi pra área jurídica. Formou-se, mestrou-se e agora está se doutorando. E será que ela gosta? Ela diz que de estudar, sim. Sinceremante, ela me pareceu muito frustrada, mesmo fazendo doutorado na escola de Direito mais tradicional do Brasil, no Largo de São Francisco. O mais estranho é saber que mesmo tendo seguido a carreira de advogada "porque a família precisava", o próprio pai dela é a pessoa de quem ela mais recebeu incentivos a participar da seleção para a Folha e tentar ser jornalista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois, finalmente, começaram a chegar as pessoas conhecidas, da UFMG, Priscila Brito, Lívia Aguiar, Marina Borges... E fomos pra prova, na redação da Folha, uma sala gigantesca, com computadores suficientes para as cerca de 200 pessoas que foram fazer a prova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(prova)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maratona terminou num rodízio de churrasco, a R$ 13,00, muito bem gastos. Enchi a pança, fui com a Pri pro metrô, em direção ao terminal rodoviário do Tietê. Ela ficou uma estação antes, pois tinha perdido a blusa em algum lugar, e foi procurá-la. Depois fiquei sabendo que ela tinha recuperado a roupa. Quando cheguei à rodoviária, fui correndo comprar passagem pra Taubaté e dar o fora daquela cidade o mais rápido possível, e me disseram que tinha lugar no ônibus das 15h. Perguntei se não tinha mais no das 14h, pois estava doido pra chegar em casa logo, e o rapaz disse que não. Comprei a das 15h e me senti tranqüilo para dar uma volta, comprar uma água e ler alguma coisa, quando me dei conta de que na hora em que comprei a passagem já eram mais de 14h40. Foi só o tempo de descer pra plataforma 46, me acomodar, dar tchau e desejar ter que, feliz e infezlimente, voltar àquela cidade daqui a dois meses para a próxima etapa da Folha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-6896576442232469257?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/12/folha-corrida.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-1196420796868517782</guid><pubDate>Fri, 25 Jul 2008 20:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-26T10:14:54.836-03:00</atom:updated><title>Confusão – peça teatral em ato único</title><description>Cena: Rua estreita de cidade histórica mineira. Início da noite, começa a escurecer. Dois restaurantes vazios nas duas esquinas do início da rua. Qualquer um sobe a ladeira sozinho. Outro qualquer passa descendo no sentido oposto. Qualquer um aborda o outro, que reage com desconfiança. Passam a descer a rua lado a lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um - Te conheço de algum lugar.&lt;br /&gt;Outro qualquer - Não sou daqui.&lt;br /&gt;Qualquer um - Não é daqui, é de BH.&lt;br /&gt;Outro qualquer - Sou do Rio de Janeiro.&lt;br /&gt;Qualquer um - Não é possível, te conheço de algum lugar.&lt;br /&gt;Outro qualquer - (não responde e continua a descer)&lt;br /&gt;Qualquer um - Você só pode ter um irmão gêmeo.&lt;br /&gt;Outro qualquer - Nunca me contaram.&lt;br /&gt;Qualquer um - Você não deve estar lembrando.&lt;br /&gt;Outro qualquer - Nunca te vi.&lt;br /&gt;Qualquer um - Tenho certeza de que te conheço.&lt;br /&gt;Outro qualquer - Se me encontrar por aí, manda um abraço.&lt;br /&gt;Qualquer um - Pódexá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os dois se separam. Outro qualquer sai de cena mais desconfiado ainda. Qualquer um vai para o bar mais próximo, pede uma cerveja, senta-se e esquece do assunto. Num estalo, lembra-se de que no ano passado, na mesma cidade histórica mineira, fez entrevista com ele e teve que olhar para sua cara gravada no vídeo durante pelo menos 15 minutos. Tudo sem explicação para o público. Fecham-se as cortinas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Personagens:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer Um .................Fábio Freitas, repórter da TV UFMG&lt;br /&gt;Outro Qualquer ..............Juno Marins, técnico do IPHAN&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-1196420796868517782?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/07/confuso-pea-teatral-em-ato-nico.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>8</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-4680327474811878741</guid><pubDate>Wed, 23 Jul 2008 19:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-10T00:28:14.328-02:00</atom:updated><title>Cuidado com o Helder...</title><description>&lt;span style="font-size:78%;"&gt;                                                                       divulgação&lt;/span&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_PkHcnlJLQfE/SIeIvc12SjI/AAAAAAAAAAc/qEVk4S3qew8/s1600-h/Espiral+.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5226296241364027954" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_PkHcnlJLQfE/SIeIvc12SjI/AAAAAAAAAAc/qEVk4S3qew8/s400/Espiral+.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Inaugurei minha participação como espectador no 40º Festival de Inverno da UFMG, na cidade histórica de Diamantina, com relativa sorte. Já no primeiro dia, competi com outras duas pessoas da comunicação do festival e fui sorteado com um ingresso para a apresentação de “Espiral Brinquedo Meu”, solo cênico-musical do pernambucano Helder Vasconcelos.&lt;br /&gt;Mas por que "relativa sorte" e "cuidado"? Simplesmente porque a peça é uma colcha de retalhos indefinida. Helder se baseia nas tradições do maracatu e do teatro do Cavalo Marinho numa apresentação excessivamente interativa. Em vez de aproveitar os lances interessantes da peça para tentar construir uma narrativa mais consistente, o artista põe tudo a perder encerrando de repente histórias que poderiam comover, e partindo para cenas de humor duvidoso como a parte em que ele interpreta uma mulher (ou um homossexual, não sei) e fica rebolando e fazendo caras e bocas.&lt;br /&gt;E por que espiral? Bom, eu poderia dizer com mais certeza se a peça desse respostas. Helder fica rodopiando durante vários minutos no início da apresentação, depois diz que a vida é uma coisa que vai e volta, e que toda vez que alguém morre outra pessoa nasce. Ótimo, muito bonito. Mas o que (suponho eu) deveria ser a temática da peça, se perde tão logo Helder se auto-proclama várias vezes mestre de maracatu.&lt;br /&gt;Algumas cenas, como a que ele pergunta à platéia se alguém já viu uma pessoa morrer, para logo após dizer que ele já, poderiam ter sido mais exploradas para dar sentido ao título. São temas que poderiam emocionar. Mas que se misturam a coisas bizarras como a maneira com que ele recebe a platéia: "Cuidado com a rua!". O que isso tem a ver? Ou sou muito burro mesmo pra entender, ou isso não faz sentido algum.&lt;br /&gt;Enfim, o tal do Helder Vasconcelos, cujo nome já estava bem familiarizado pelos meus ouvidos, apesar de não saber o que ele fazia, foi uma boa decepção. Não via a hora de acabar.&lt;br /&gt;Quando acabou, ouvi dos intelectuais de plantão os elogios "foi maravilhoso!", "adorei!". Fiquei até com receio de criticar e ter que ouvir o contrário. Mas as impressões de pelo menos três pessoas, de um total de três com quem conversei, foram exatamente as mesmas: "pouco consistente", "colcha de retalhos" e "esperava mais".&lt;br /&gt;Apesar disso, deu pra ver que talento do artista foi na verdade desperdiçado. Enquanto ele dançava, tive a absoluta certeza de já ter visto aquela dança antes num filme. Depois, confirmei que ele era o diabo de Moacyr Góes em "O homem que desafiou o diabo". Talvez ele tenha sido a única coisa boa do filme, que para mim, foi um tremendo fiasco.&lt;br /&gt;Descobri depois que ele foi um dos fundadores da banda Mestre Ambrósio, de Recife, nascida das influências do mangue-beat. Banda de que só conheço um CD, o "Fuá na Casa de Cabral", mas que adoro. Quer dizer, pra mim, o Helder sabe fazer coisas muito boas, sim. Só não acertou no raio da espiral.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-4680327474811878741?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/07/cuidado-com-o-helder.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_PkHcnlJLQfE/SIeIvc12SjI/AAAAAAAAAAc/qEVk4S3qew8/s72-c/Espiral+.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-6725169411184980</guid><pubDate>Sat, 19 Jul 2008 13:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-19T11:56:02.909-03:00</atom:updated><title>A Firmeza da Verdade</title><description>Se um dia eu resolver deixar o jornalismo, quero trabalhar na Polícia Federal pra pegar ladrão. Mas não pra sair à noite prendendo ex-prefeito com remela no olho e de pijama. Eu quero é poder participar da invenção dos nomes pras todas aquelas operações espetaculosas. São de uma criatividade imensa. Só pra citar alguns dos mais conhecidos do momento: Satiagraha - o nome, segundo quem diz entender de sânscrito, significa "firmeza da/na verdade", princípio de não-agressão defendido pelo pacifista indiano Mahatma Gandhi. Na mira da "verdade",  o banqueiro Daniel Dantas, o ex-prefeito de pijama Celso Pitta e o investidor Naji Nahas, entre muitros outros (será que dessa vez vai ter um Roberto Jeferson pra jogar a merda no ventilador?).&lt;br /&gt;Outro: Operação João-de-Barro, que investiga um esquema de desvios de verba do PAC para construção de casas populares no Vale do Rio Doce e no leste de Minas. O principal investigado é o deputado federal João Magalhães.&lt;br /&gt;Mais algumas com que nossos ouvidos estão bastante familiarizados: Operação Navalha, Pasárgada, Toque de Midas...&lt;br /&gt;Estou seguro de que existe algum cargo na Polícia Federal exclusivamente  para dar nomes às investigações. E se tiver concurso público pra esse posto, é pra isso que eu vou estudar. Será que tem que ser publicitário?&lt;br /&gt;Com os nomes das operações, daria pra, pelo menos, fazer o rascunho da Bíblia. De 2008, tem as operações São José e Fariseu. E de 2007, Iscariotes e Testamento. Em 2006, teve Terra Prometida, Isaías, Dilúvio,  Sansão, Davi e São Mateus. E teve Êxodo (2005), Praga do Egito (2003) e Matusalém (2004).&lt;br /&gt;E não são só os famosos da Bíblia que foram homenageados pela PF. Alguns, que eu saiba, nunca tiveram um crime divulgado, como Freud (2007). Já o Capitão Gancho fez por merecer.&lt;br /&gt;Esses crimes investigados pela polícia são quase sempre uma novela policial, cheia de fortes emoções, como prisões preventivas, habeas corpus, quadrilhas endinheiradas, máfias de todo tipo. A Terra Nostra desbaratou um esquema de grilagem de terras em 2005, e a Anos Dourados, atuou contra esquema de fraudes de benefícios, em 2006. Já a mexicana Carrossel tentou reprimir a pedofilia na Internet.&lt;br /&gt;Além de novela, tem livro e filme. Feliz Ano Velho (2004), Senhor dos Anéis (2007), Vidas Secas I e II, Gladiador, Gato de Botas, Branca de Neve, Macunaíma (2006), Setembro Negro (2003) e Pinóquio (2008).&lt;br /&gt;Daria também pra montar um zoológico com as operações: Mula, Camaleão (2008), Águia, Sucuri, Lince, Anaconda (2003), Tubarão, Hiena, Zebu, Zebra (2007), entre outras. E garanto que tem policial federal fã de funk. Pra ter batizado uma operação de Lacraia (2007), só pode...&lt;br /&gt;Um setor de criação da PF deve ter um núcleo especializado em mitologia grega: Zeus, Minotauro, Ilíada, Prometeu, Morpheu (2007), Medusa e Cavalo de Tróia (2003); outro deve ser formado por fanáticos por futebol: 3x1 e Novo Empate (2006). Já os criadores destes nomes, nem digo nada: Good Vibes e Wood Stock (2007).&lt;br /&gt;Se sua paciência me permite, vou além: os agentes com almas de justiceiros devem ter sido os autores de Matamento e Cia do Extermínio, ambas de 2007. Os jogadores de plantão, de Game Over e Banco Imobiliário, também de 2007.&lt;br /&gt;Bom, pra finalizar, se este texto te deixou Com Dor (2006), tira essa Carranca (2007) e Seja Legal (2006).&lt;br /&gt;E se quiser ver a lista completa (incluindo micro resumo) com todas as operações da PF desde 2003, clica aí: &lt;a href="http://www.dpf.gov.br/DCS/operacoes/indexop.html"&gt;http://www.dpf.gov.br/DCS/operacoes/indexop.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-6725169411184980?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/07/firmeza-da-verdade.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-8011138433405767694</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 15:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-14T12:55:27.538-03:00</atom:updated><title>Fralda cheia</title><description>&lt;a href="http://i29.photobucket.com/albums/c278/sereburo/fralda.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 108px; CURSOR: hand; HEIGHT: 134px" height="309" alt="" src="http://i29.photobucket.com/albums/c278/sereburo/fralda.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Fazendo compras ontem num supermercado, exatamente no momento em que passava por um corredor onde uma mãe e uma criancinha estavam, a pequena criatura, sem esforço aparente, sem cara feia, sem constrangimento (como a maioria das crianças de um ou dois anos de idade), soltou um jato de vômito bem no meio do corredor. Não contive meu nariz a tempo, que farejou instantaneamente aquele odor pastoso que ninguém quer nem pensar quando está comendo ou fazendo qualquer coisa. Desisti de comprar os biscoitos que estavam naquela seção. Mas meu asco com aquela cena foi superado pelo de minha namorada. Aliás, a única coisa que me incomoda mesmo nesses incidentes é o cheiro. Já a Lu se viu forçada a se questionar sobre seus instintos maternos, se ela, como mãe, teria a paciência necessária para criar um pimpolho. Exatamente por causa desses pequenos probleminhas digestivos (isso, claro, sem contar a parte de acordar de noite com choradeira, ter que agüentar birra e peraltice etc.). Fiquei com medo da possibilidade de, tendo filhos com ela, ter que virar um "dono-de-casa" e ser presenteado com a doce tarefa de limpar os resíduos fisiológicos das crianças, enquanto a Dona , ou melhor, Sra. Luciana trabalha e ganha o nosso pão de cada dia. Tratei de entrar desde já em um acordo com ela. E descobri que, muito ao contrário de mim, ela não considera tão assustadora a idéia de limpar bunda suja de criança. Da minha parte, não ligo em limpar o vômito de vez em quando. Depois de perceber o "de vez em quando" da questão (afinal, acho que não é todo dia que uma criança resolve pôr pra fora a papinha ou o mingau), ela já foi querendo desfazer o acordo, e dividir comigo a merda. HA! Trato é trato!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-8011138433405767694?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/07/fralda-cheia.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-2223414929112063282</guid><pubDate>Fri, 11 Jul 2008 01:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-10T22:58:05.386-03:00</atom:updated><title>Lá na Lua</title><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.luckylast.com.au/store/images/20070811_CLO.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 221px; height: 176px;" src="http://www.luckylast.com.au/store/images/20070811_CLO.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;E se, uma noite,&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;A luz da lua apagasse...&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;E se você fosse o responsável&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;"&gt;Por achar uma outra lâmpada?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisa explicar mais para entender a idéia da peça LaLaLuna, da companhia norte-americana Spoon Tree Productions? Numa mistura de teatro clown e outras técnicas circenses como malabarismo e mágica, não dá para tirar os olhos de Wolfe Bowart, tamanhos o carisma e a desenvoltura do ator. É risada do começo ao fim da montagem, que tem duração de 1h30.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Quando sua mente divaga&lt;br /&gt;Alguma vez ela se perde&lt;br /&gt;Se perde em um sonho acordado&lt;br /&gt;Vagando longe do seu travesseiro?&lt;br /&gt;Onde o alto parece baixo&lt;br /&gt;E o pesado parece leve?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Um dia, justamente na hora em que o tomador-de-conta da Lua tenta pegar no sono, a lâmpada do satélite terrestre resolve queimar. O que se segue é uma confusão do personagem entre sonho e realidade. Os limites entre a noite e o dia se tornam mais frágeis, e nem o espectador sabe quando o personagem está acordado ou dormindo.&lt;br /&gt;A brincadeira toma conta da cena, encarnando o espírito do teatro clown e físico, com direito a números memoráveis como a brincadeira de sombras do ator dentro de um balão de ar, quando todas as luzes do teatro estão apagadas, exceto a de uma lanterna que ele usa para fazer as sombras; a música tirada pelo ator de um violão desenhado em papel, que logo em seguida se transforma em violão real; e a parte em que o ator contracena consigo mesmo, em imagem projetada num lençol pendurado no palco.&lt;br /&gt;Foi o dia de encerramento do FIT 2008, o Festival Internacional de Teatro, em BH, e minha primeira vez assistindo a alguma peça do evento. Com certeza, estreei muito bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra quem quiser saber mais:&lt;br /&gt;http://www.lalaluna.com/&lt;br /&gt;http://www.youtube.com/watch?v=cSYmZRojbpE&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-2223414929112063282?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/07/l-na-lua.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-5642186861638647995</guid><pubDate>Sat, 28 Jun 2008 21:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-28T18:42:19.631-03:00</atom:updated><title>Verifique os freios, você vai morrer</title><description>Alguém já reparou nessas placas de "Verifique os freios", que aparecem logo antes de uma curva ultra fechada? Tem algum motivo pra elas estarem ali? Só se for pro motorista sem freio se conscientizar de sua morte iminente.&lt;br /&gt;Não me lembro de ter visto placas assim em outras estradas, mas essas estão na BR-381, a Fernão Dias, que liga as cidades de São Paulo e Belo Horizonte. Por falar nisso, nos últimos 5 meses, o número de acidentes na rodovia, recentemente privatizada, cresceu 42%, em relação ao mesmo período de 2007. Foram mais de 430 registros, de fevereiro até junho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2008/06/27/ult4733u18552.jhtm"&gt;http://noticias.bol.uol.com.br/brasil/2008/06/27/ult4733u18552.jhtm&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-5642186861638647995?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/06/verifique-os-freios-voc-vai-morrer.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-4592301311645720769</guid><pubDate>Sat, 28 Jun 2008 21:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-28T18:27:09.153-03:00</atom:updated><title>Meninos, eu vi!</title><description>&lt;a href="http://engenhariacivil.files.wordpress.com/2007/08/auto-estrada.jpg"&gt;&lt;img style="FLOAT: right; MARGIN: 0px 0px 10px 10px; WIDTH: 246px; CURSOR: hand" height="219" alt="" src="http://engenhariacivil.files.wordpress.com/2007/08/auto-estrada.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Na última volta Taubaté-BH, não disputei poltrona com ninguém. Vim em todo o conforto (ô conforto) de um carro. Mas nem tudo são flores, e dirigir por mais de 6 horas também não é muito legal. Felizmente, de vez em quando aparecem algumas coisas na estrada pra distrair um pouquinho. O que eu vi desta vez:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Um urubu comendo algum bicho que não identifiquei;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Duas borboletas: uma amarela e uma laranja (a média delas costuma ser maior por viagem, já chegou a 9);&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Uma Brasília amarela abandonada no meio de um morro;&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;Um deficiente físico, com algum tipo de paralisia nos membros, pedindo carona (não, não dei carona pra ele, fui mau?)&lt;/li&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt;O chão da estrada entre Monteiro Lobato e Paraisópolis, que mais parecia o fundo de um lago seco (pra não estigmatizar ainda mais o Nordeste brasileiro).&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Mas o mais marcante mesmo foi ver um caminhão em cuja traseira estava escrito, de todo tamanho, FABIO (sem acento).&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-4592301311645720769?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/06/meninos-eu-vi.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-9053935271212443792</guid><pubDate>Fri, 27 Jun 2008 05:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-27T02:39:16.126-03:00</atom:updated><title>Homofobia</title><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Cerca de mil evangélicos protestaram no Senado nesta quarta-feira contra o projeto de lei 122/2006, da ex-deputada federal Iara Bernardi (PT-SP), que criminaliza a homofobia. Já aprovado na Câmara dos Deputados, o projeto está agora na Comissão de Assuntos Sociais do Senado. Caso seja aprovado, a pena para quem discriminar homossexuais pode variar de dois a cinco anos de reclusão. Os evangélicos viram a proposta como um impedimento à liberdade de expressão.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-9053935271212443792?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/06/homofobia.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-7615789987246390994</guid><pubDate>Fri, 27 Jun 2008 04:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-27T01:17:57.456-03:00</atom:updated><title>O braço da poltrona</title><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Subi os degraus, dobrei à esquerda através da portinha e examinei o corredor. Tive a confirmação: pela primeira vez em quatro anos de viagens constantes entre Belo Horizonte e Taubaté (e vice-versa), fui o primeiro a botar os pés no ônibus. Foi nele que voltei ao interior de São Paulo nesta última madrugada. Mochila nas costas, jaqueta na mão direita e sacola com vasilhas de docinhos na esquerda, desbravei o interior do veículo rumo à poltrona de número 45, janela ao lado do banheiro. Aquele lugar havia me dado sorte na viagem anterior. Ganhei duas poltronas só para mim, já que ninguém apareceu para ocupar o banco ao lado. Apostei novamente no mesmo número.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sacola pro alto, mochila debaixo do banco, sento-me. A passagem não virou bilhete premiado duas vezes seguidas. Um sujeito alto, robusto, meio sonolento, só esperava que eu terminasse de me arrumar para ocupar o assento 46, do corredor. Até aí tudo bem. "Licença", disse ele. "Pelo menos, é educado. A viagem vai ser tranqüila", pensei. Afinal, quem viaja "sozinho" sabe que é quase certo ter que passar as próximas horas em companhia de um total desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meti os fones nos ouvidos e comecei a ouvir música. Somada ao barulho do motor, eu quase não ouvia os roncos ao lado. Mas a viagem foi passando e a roncadura foi virando espremedura. Com um sono cada vez mais profundo, o homem mal segurava a perna e o braço. Cada curva mais brusca era uma grande ameaça à minha paz. Pensei, no início, que ele estava disputando espaço, tentando ocupar partes do meu território, comprado a R$ 62,78. Enganei-me. O ápice atingiu-se quando ele levantou o braço esquerdo e, como se estivesse se espreguiçando, apoiou o cotovelo no meu ombro direito. Virei para o lado, incrédulo, e vi que ele tinha acabado de se dar conta do que havia feito e tirou o braço. Continuou dormindo e eventualmente me espremendo até o fim da viagem, quando tive que saltar por cima dele para sair, depois de ter tentado, por diversas vezes, acordá-lo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é sempre que a divisão do espaço com algum desconhecido transcorre de maneira razoavelmente sem problemas. Uma vez, também ocupando algum lugar no fundo do ônibus (creio que na mesma poltrona 45), veio um rapaz sentar-se ao lado. Já era metade da viagem, e nessa altura, sentia-me dono das duas cadeiras. Larguei esse pensamento e continuei com o braço apoiado no também braço que divide os assentos. Só que, pouco a pouco, o cara deu sinais de querer se apoderar do apoio, e passou a amassar meu braço com o dele. A batalha tornou-se tão explícita que não resisti e disse que não precisava empurrar. "O braço tem que dividir", respondeu ele. "Mas então é só pedir!", repliquei. A luta prosseguiu. Mantive-me firme e dessa vez, não perdi o controle do que era meu por uso-capião, antes mesmo de ele chegar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem vezes, justamente nos dias em que a gente quer encostar e dormir profundamente embalado pelos trancos nos buracos da pista, que não nos sentamos com um folgado ou um dorminhoco, mas com uma maritaca. Um deles, homem de meia idade vestido em um elegante terno bege, contou-me tudo sobre sua vida em Manaus, capital do Amazonas, as músicas sertanejas que compunha e o CD recém-gravado. Chegou até a cantarolar alguns de seus versos. Eu, educadamente, fazia perguntas que davam-lhe motivo para continuar as histórias, mas nada que desse brecha para introduzir um novo e demorado assunto. Só parou quando percebeu que seu interlocutor já estava quase babando, e quando os "ohs!" e "ã-hãm" cessaram. "Vou deixar você dormir", disse-me.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com menos de 20 anos de idade, um garoto morador da região da Pampulha, em Belo Horizonte, era outro cheio de histórias pra contar. Voltava à sua cidade-natal depois de ter ido ao interior de São Paulo visitar o pai, separado da mãe. Fiquei sabendo que ele e o irmão menor quase foram assaltados inúmeras vezes no caminho de volta da escola, também na Pampulha. Que ele e sua turminha se meteram numa briga provocada por um bando de moleques folgados numa edição recente do Axé Brasil, tradicional evento realizado no estádio do Mineirão. E que ele já tinha sido mordido várias vezes ao tosar os cachorros do pet shop onde trabalhava.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode irritar encontrar pessoas que só pensam em mantê-lo acordado contando histórias infindáveis quando você só pensa na noite de sono que está perdendo. Mas quase sempre as histórias têm coisas interessantes, e muitas vezes nem perturbam, especialmente quando o narrador tem o timing, com relação a quando continuar, parar e recomeçar, afinado com o seu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, no ranking das minhas piores companhias desconhecidas em viagens de ônibus, está um sujeito enorme de mais de 150 kg - provavelmente. Só para dar mais dados concretos e materializar meu sofrimento: os ônibus da empresa Atual percorrem, entre BH e Taubaté, mais de 600 km, com apenas duas paradas (pra descer, ir ao banheiro e comer pastel, excluindo aquelas para pegar mais passageiros). São cerca de 9 horas de sacolejo, buracos na pista, barulho de motor e ar-condicionado em ambiente fechado. Talvez para minha sorte, na ocasião citada, comprei um assento no corredor. Isso possibilitou que eu deixasse minhas pernas viradas para o lado, e pudesse respirar um pouco melhor. Porque só me restava, digamos, 1/3 do que devia ser minha poltrona. O resto dela estava totalmente dominado pelo homem. Foi uma situação constrangedora. Não trocamos palavra durante todo o percurso. Os dois sabíamos o que acontecia. E os dois sentiam-se mal com isso. Eu, esmagado, sem qualquer assento vazio que me socorresse. Ele, por não conseguir conter seu peso de desmoronar em cima de mim. Os dois, cada um à sua maneira, pelo fato de a obesidade complicar tanto a utilização de um ônibus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não falei nada por saber que não havia o que fazer. Ele não emagreceria se eu pedisse mais espaço. Nem haveria um mecanismo de expansão do assento, que garantisse a cada um o devido conforto. Fiquei revoltado, não com ele, mas com a empresa e todos os serviços públicos que pensam que as pessoas são todas iguais. Pensei se seria possível venderem ao homem dois lugares pelo preço de um - era o espaço de que ele precisava. Achei a idéia meio absurda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim... Desconsiderando-se o problema da exclusão social (este daria pra uma discussão muito mais longa), fato é que viajar de ônibus é quase sempre uma batalha, nem sempre muito leal.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-7615789987246390994?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/06/o-brao-da-poltrona.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-749208039475030214.post-8116210328241713234</guid><pubDate>Fri, 27 Jun 2008 03:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-27T01:05:02.743-03:00</atom:updated><title>Até que enfim</title><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Mais de uma hora depois de ter passado à parte de escolher um nome para o blog (já é 0h42, tenho que dormir), cheguei à brilhante decisão de criar o &lt;strong&gt;blogdofabiofreitas&lt;/strong&gt;, criatividade aflorando por todos os poros. Entre os candidatos ao título, palavras esdrúxulas tiradas aleatoriamente do dicionário; sugestões da minha namorada (que me agüentou no MSN até o resultado da eleição); pseudônimos; etc. (sim, eram muitos mesmo). E aqui está. Não sei bem ao certo o que este blog vai se tornar, se vai ter periodicidade definida, se vou alimentá-lo adequadamente, ou mesmo o tipo de assunto que mais vai aparecer. Mas vou experimentando, depois, defino isso.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/749208039475030214-8116210328241713234?l=blogdofabiofreitas.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://blogdofabiofreitas.blogspot.com/2008/06/at-que-enfim.html</link><author>noreply@blogger.com (Fábio Freitas)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

