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	<title>Blógui-Ci!</title>
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	<description>Um blog sobre Ciência</description>
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		<title>Observando o Céu com celular Nokia</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2011/04/11/astroller-observacao-ceu-celular-nokia/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Apr 2011 19:51:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Mapa Estelar]]></category>
		<category><![CDATA[Nokia]]></category>
		<category><![CDATA[Smartphone]]></category>

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		<description><![CDATA[Imagine a situação em que você está passeando a noite e nota que o céu está limpo e cheio de estrelas. Aí você lembra que &#8216;matou&#8217; a aula de astronomia ou não sabe o que é ascensão reta, eclíptica, etc&#8230; e nem quer aprender a ler um mapa celeste. Você quer apenas olhar para o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Imagine a situação em que você está passeando a noite e nota que o céu está limpo e cheio de estrelas. Aí você lembra que &#8216;matou&#8217; a aula de astronomia ou não sabe o que é ascensão reta, eclíptica, etc&#8230; e nem quer aprender a ler um mapa celeste.<br />
Você quer apenas olhar para o céu, identificar as constelações, as estrelas e localizar planetas. E isto tudo sem sequer se preocupar onde estão os pontos cardeais &#8211; heim?! &#8211; norte, sul, leste, oeste&#8230; lembra?</p>
<h3><strong>O que é o app Astroller v2?</strong></h3>
<p style="text-align: justify;">O <strong><a title="Astroller v2 na Loja Ovi" href="http://store.ovi.com/content/51773" target="_blank">Astroller</a></strong> é um programa bastante simples de usar. Basta posicionar o celular numa região do céu que o visor lhe dará exatamente a visão dos corpos celestes visíveis nessa região. Fácil, né? Em poucas palavras, é um mapa estelar &#8211; aponte e veja &#8211; para <em>noobs</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Astroller V2 - Vendo o céu diurno" src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/Scr000014.jpg?resize=450%2C253" alt="Astroller V2 - Vendo o céu diurno" data-recalc-dims="1" /></p>
<h3>Como ele faz isso?</h3>
<p style="text-align: justify;">A idéia é sensacional. O app usa o <strong>GPS</strong> para saber em qual cidade você está e usa a informação do próprio relógio do celular para descobrir a configuração do firmamento naquele instante.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao posicionar o celular de frente a alguma região do céu, o programa usa a bússola interna do aparelho e <a title="Ouça!" href="http://www.ilovewavs.com/Effects/Music/Sound%20Effects%20-%20Tada%20(fanfare)%2001.wav" target="_blank">tada</a>&#8230; apresenta o mapa celeste dessa região.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Astroller V2 - Vista do céu noturno na cidade de Nagpur na Índia" src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/Scr000010.jpg?resize=450%2C253" alt="Astroller V2 - Vista do céu noturno na cidade de Nagpur na Índia" data-recalc-dims="1" /></p>
<h3>Será que no meu celular funciona?</h3>
<p style="text-align: justify;">Esse app só está disponível para o sistema operacional <strong>Symbian S60v5</strong> e <strong>S^3</strong>. Mais especificamente para os celulares <strong>Nokia</strong>, modelos N97, N97 mini, N8, E7 e C7.</p>
<p style="text-align: justify;">O app é pago, mas o valor de menos de R$4,00 é bem barato pelo que se propõe a fazer.</p>
<h3>E tem mais</h3>
<p style="text-align: justify;">No modo Globo, onde é possível ver o planeta Terra, podemos escolher qualquer cidade para visualizar como é o céu visto dali. É claro que agora, a visualização não é mais apontando o celular numa direção do firmamento, mas sim pela navegação através do <em>touchpad</em>.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Astroller V2 - No modo Globo para escolher a cidade" src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/Scr000006.jpg?resize=450%2C253" alt="Astroller V2 - No modo Globo para escolher a cidade" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Quer saber como estava o céu no instante em que você nasceu? Facílimo&#8230; Além de poder ver o céu em qualquer ponto da Terra, também podemos alterar a data e hora.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda é possível fazer uma busca por constelações, planetas, estrelas e outros objetos como nebulosas e galáxias.</p>
<h3>Finalizando&#8230;</h3>
<p style="text-align: justify;">Na Loja Ovi já vi apps mais caros que esse e que fazem bem menos. Então considero que os R$3,99 muito bem pagos por um mapa celeste de bolso. Que é bem mais que isso, já que ele faz quase todo o trabalho para você.</p>
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		<title>Origami Também é Ciência</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2011/04/04/origami-ciencia/</link>
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		<pubDate>Tue, 05 Apr 2011 01:55:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>
		<category><![CDATA[Origami]]></category>
		<category><![CDATA[Robert Lang]]></category>
		<category><![CDATA[Vídeo]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitas pessoas &#8211; &#160;provavelmente você também &#8211; acham que origami é coisa de criança em que se dobra um pedaço de papel como diversão. Essa talvez seja a visão da maioria, pois quando tomamos contato com essa arte, é nos 1ºs anos de escola e depois nunca mais dobramos um papel sequer. Essa visão não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Muitas pessoas &#8211; &nbsp;provavelmente você também &#8211; acham que origami é coisa de criança em que se dobra um pedaço de papel como diversão. Essa talvez seja a visão da maioria, pois quando tomamos contato com essa arte, é nos 1ºs anos de escola e depois nunca mais dobramos um papel sequer.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa visão não só está errada, como está muito incompleta. O <a title="Origami - Transformando Papel em Arte" href="http://origami.em.blog.br" target="_blank">origami</a> não é só uma brincadeira, mas pode ser <a title="Site do artista Eric Joisel" href="http://ericjoisel.com" target="_blank">arte</a> e ciência.</p>
<p style="text-align: center;"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/pegasus_kawahata.jpg" title="Pegasus do origamista Fumiaki Kawahata" alt="Pegasus do origamista Fumiaki Kawahata" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="text-align: justify;">Vejam esta palestra do cientista e origamista <a title="Site do origamista Robert J. Lang" href="http://langorigami.com" target="_blank">Robert Lang</a> no TED:</p>
<p style="text-align: center;"><!--copy and paste--><object width="446" height="326"><param name="movie" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf"></param><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always"/><param name="wmode" value="transparent"></param><param name="bgColor" value="#ffffff"></param><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/RobertLang_2008-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RobertLang-2008.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=321&#038;lang=por_br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=robert_lang_folds_way_new_origami;year=2008;theme=art_unusual;theme=inspired_by_nature;theme=tales_of_invention;event=TED2008;&#038;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><embed src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" pluginspace="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" bgColor="#ffffff" width="446" height="326" allowFullScreen="true" allowScriptAccess="always" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/RobertLang_2008-medium.flv&#038;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RobertLang-2008.embed_thumbnail.jpg&#038;vw=432&#038;vh=240&#038;ap=0&#038;ti=321&#038;lang=por_br&#038;introDuration=15330&#038;adDuration=4000&#038;postAdDuration=830&#038;adKeys=talk=robert_lang_folds_way_new_origami;year=2008;theme=art_unusual;theme=inspired_by_nature;theme=tales_of_invention;event=TED2008;"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Gostei da parte em que ele diz: &#8220;&#8230;deixar os mortos fazerem o trabalho para você&#8230;&#8221;, ou seja, pegar um problema que existe e transformá-lo num problema que já foi resolvido. Com transformar, não se quer dizer que se altera o problema, mas sim que o vê por um outro ponto de vista de modo que as teorias já existentes conseguem resolver.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse ponto de vista é bem bacana, porque quebra aquela visão de que em ciência, quando há inovação, tudo o que era anterior a ela, é descartado&#8230; muito pelo contrário.</p>
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		<title>Ciência na Infância</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2011/03/31/ciencia-infancia-animacao-sid-cientist/</link>
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		<pubDate>Thu, 31 Mar 2011 23:39:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu acompanho o canal Discovery Kids desde agosto de 2003 quando nasceu o meu 1º filho. Lembro que naquela época haviam mais desenhos voltados para bebês e crianças de menos de 2 anos. Um deles era o Boo!, um bicho de pelúcia que ficava se escondendo e aparecendo inesperadamente. Hoje em dia, percebo que o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Eu acompanho o canal <strong>Discovery Kids</strong> desde agosto de 2003 quando nasceu o meu 1º filho. Lembro que naquela época haviam mais desenhos voltados para bebês e crianças de menos de 2 anos. Um deles era o <a title="Abertura do Desenho Animado Boo!" href="http://www.saiecad.com/watch?v=pl9StXD5m8Q" target="_blank">Boo!</a>, um bicho de pelúcia que ficava se escondendo e aparecendo inesperadamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje em dia, percebo que o canal tem alterado a sua programação para as crianças acima de 4 anos. Talvez, porque o apelo capitalista tenha se pronunciado mais. Afinal de contas, de onde vem a grana? Não é das propagandas de brinquedos, roupas e coisas que aparecem nos intervalos? E como é que uma criança de menos de 2 anos vai pedir por algo que viu na TV a seus pais? Entendeu porque a programação andou mudando?</p>
<p style="text-align: justify;">De qualquer forma, esse canal &#8211; apesar dos intervalos &#8211; é o melhor canal para crianças. Não há nenhum desenho animado de cunho consumista ou de apelo a valores dúbios. Todos os programas que assisti até hoje foram educativos. E não foram poucos, não. Afinal de contas, já são quase 8 anos &#8211; agora com meu 2º filho &#8211; acompanhando esse canal.</p>
<p style="text-align: justify;"><img class="aligncenter" title="Sid - o Cientista" src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/sid_cientista.jpg?resize=450%2C193" alt="Sid - o Cientista" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos desenhos que aborda a ciência de uma forma bastante imaginativa é o <a title="Animação Sid - o cientista" href="http://www.discoverykidsbrasil.com/personagens/sid/" target="_blank">Sid &#8211; o cientista</a>. Esse garoto em fase pré-escolar vive perguntando sobre as coisas e sobre o mundo a sua volta. Dessa forma &#8211; com a ajuda de seus amigos, pais, avó e professora &#8211; consegue obter respostas para lá de divertidas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um ponto positivo na programação, pois nos ensina que na ciência &#8211; mais importante que saber a resposta &#8211; é saber fazer a pergunta certa.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>LaTex com Jetpack WordPress Plugin</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2011/03/28/latex-jetpack-wordpress-plugin/</link>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 18:17:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmulas]]></category>
		<category><![CDATA[LaTex]]></category>
		<category><![CDATA[Texto Científico]]></category>

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		<description><![CDATA[Em textos anteriores eu havia escrito sobre o plugin mimetex para o WordPress que serve para escrever expressões matemáticas com o LaTex. Recentemente, a própria Automattic &#8211; empresa que mantém o WordPress &#8211; lançou um plugin chamado Jetpack que entre as várias ferramentas, possui também um suporte ao LaTex. Eu resolvi experimentar escrevendo aqui algumas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Em textos anteriores eu havia escrito sobre o <a title="Como instalar o LaTex no WordPress" href="http://bloguici.com.br/2007/02/03/como-instalar-o-latex-no-wordpress/">plugin mimetex para o WordPress</a> que serve para escrever expressões matemáticas com o <strong>LaTex</strong>.</p>
<p style="text-align: center;"><img class=" aligncenter" title="Jetpack by WordPress.com - plugin WordPress self-hosted" src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/jetpack_plugin_wordpress.png?resize=450%2C162" alt="Jetpack by WordPress.com - plugin WordPress self-hosted" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Recentemente, a própria Automattic &#8211; empresa que mantém o <strong>WordPress</strong> &#8211; lançou um plugin chamado <a title="Jetpack by WordPress.com - plugin para WordPress self-hosted" href="http://jetpack.me/">Jetpack</a> que entre as várias ferramentas, possui também um suporte ao <strong>LaTex</strong>. Eu resolvi experimentar escrevendo aqui algumas expressões como esta abaixo:</p>
<p style="text-align: center;"><img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=a%5E%7B%5Cmu%7D_%7B%5Cnu%7D%3D%5CLambda%5E%7B%5Cmu%7D_%7B%5Cnu%7D%3D+%5Cleft%28%5Cbegin%7Barray%7D%7Bcccc%7D%5Cgamma%26-%5Cgamma%5Cbeta%260%260+%5C%5C-%5Cgamma%5Cbeta%26%5Cgamma%260%260+%5C%5C0%260%261%260+%5C%5C0%260%260%261+%5C%5C+%5Cend%7Barray%7D+%5Cright%29&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0" alt="a^{&#92;mu}_{&#92;nu}=&#92;Lambda^{&#92;mu}_{&#92;nu}= &#92;left(&#92;begin{array}{cccc}&#92;gamma&amp;-&#92;gamma&#92;beta&amp;0&amp;0 &#92;&#92;-&#92;gamma&#92;beta&amp;&#92;gamma&amp;0&amp;0 &#92;&#92;0&amp;0&amp;1&amp;0 &#92;&#92;0&amp;0&amp;0&amp;1 &#92;&#92; &#92;end{array} &#92;right)" title="a^{&#92;mu}_{&#92;nu}=&#92;Lambda^{&#92;mu}_{&#92;nu}= &#92;left(&#92;begin{array}{cccc}&#92;gamma&amp;-&#92;gamma&#92;beta&amp;0&amp;0 &#92;&#92;-&#92;gamma&#92;beta&amp;&#92;gamma&amp;0&amp;0 &#92;&#92;0&amp;0&amp;1&amp;0 &#92;&#92;0&amp;0&amp;0&amp;1 &#92;&#92; &#92;end{array} &#92;right)" class="latex" /></p>
<p>Bem bacana, não acha?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como instalar o plugin Jetpack?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Basicamente é como qualquer plugin do WordPress.</p>
<p style="text-align: justify;">No painel de administração vá para a opção &#8216;<span style="text-decoration: underline;">Adicionar Novo</span>&#8216; na aba de Plugins que fica na coluna à esquerda de seu painel. Dali, basta informar <strong>jetpack</strong> no único campo disponível e clique no botão &#8216;<span style="text-decoration: underline;">Pesquisar plugins</span>&#8216;.</p>
<p style="text-align: justify;">Aí é só instalar o &#8216;<span style="text-decoration: underline;">Jetpack by WordPress.com</span>&#8216; e ativá-lo. Se você quiser usar apenas o suporte ao <strong>LaTex</strong>, já está pronto. Mas se quiser usar as outras ferramentas disponíveis nesse plugin, então terá que fazer outras configurações que não direi aqui, pois não é meu intuito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como faço para que uma expressão em LaTex apareça no meio do meu texto?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Isso é fácil. Basta escrever a sua expressão entre as tags [ latex] [ /latex] &#8211; aqui tive que colocar espaços dentro dos colchetes da tag, pois senão o plugin iria agir substituindo-as.</p>
<p style="text-align: justify;">É simples e indolor.</p>
<p style="text-align: justify;">Se você gostou, não se esqueça de desativar o plugin mimetex. Assim evita-se qualquer aborrecimento futuro.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Evolução dos Conceitos da Física</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2011/03/25/evolucao-conceitos-ideias-fisica/</link>
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		<pubDate>Fri, 25 Mar 2011 18:25:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cosmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Copérnico]]></category>
		<category><![CDATA[Einstein]]></category>
		<category><![CDATA[História da Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa é uma disciplina quase que isolada e ministrada lá pelo 6º ao 8º semestre &#8211; nos finalmente &#8211; de um curso de Bacharelado ou Licenciatura em Física. Por esse motivo, infelizmente, poucos alunos dão real atenção a ela, já que é um curso mais bibliográfico em que se requer muita leitura e escrita, mas [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Essa é uma disciplina quase que isolada e ministrada lá pelo 6º ao 8º semestre &#8211; nos finalmente &#8211; de um curso de Bacharelado ou Licenciatura em Física. Por esse motivo, infelizmente, poucos alunos dão real atenção a ela, já que é um curso mais bibliográfico em que se requer muita leitura e escrita, mas pouquíssimo cálculo. Se você tiver curiosidade de folhear alguns desses livros, faça o <a title="Bibliografia Extendida de Evolução dos Conceitos da Física" href="http://bloguici.com.br/wp-content/uploads/livros_ciencia.pdf">download da bibliografia</a> que montei.</p>
<p style="text-align: justify;">Felizmente, eu pude reservar tempo para esse curso e tive acesso à referência bibliográfica em diversas unidades da Universidade Federal de Minas Gerais. Ter oportunidade de ler diversos livros sobre ciência nos dá uma perspectiva bem diferente da que estamos acostumados a ver quando estamos lá sentados, ouvindo o professor falar e resolvendo algum cálculo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por exemplo, sempre ouvimos falar que Copérnico foi um revolucionário ao retirar a Terra do centro do Universo e colocá-la em movimento ao redor do Sol. Isso não é verdade. O que ele fez foi tentar manter ao máximo as ideias aristotélicas que tinha, descartando os epiciclos, deferentes, equantes e excêntricos &#8211; movimentos adicionais ao movimento circular que os astros deveriam ter no céu &#8211; que eram uma tentativa de consertar o sistema astronômico de Ptolomeu. Para Copérnico, o movimento da Terra era uma consequência menor dentro do problema do movimento dos planetas.</p>
<p align="center">
<img title="Evolução do Big Bang" src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/earth_around_sun.jpg" alt="Evolução do Big Bang" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">Continuando no problema do movimento dos planetas, muitos apenas dizem que esse é um problema &#8216;simples&#8217; de mudança de referencial.  Considera-se apenas a ideia da Terra parada no centro ou em movimento no Universo. Para efeitos de cálculo, pode ser um simples.  Mas as consequências disso foram bem graves. Se a Terra não era o centro do Universo, então o ser-humano não era mais um ente especial criado por deus com uma morada privilegiada. Com a Terra em movimento, abre-se a possibilidade de que hajam outros sóis com outros mundos ao seu redor e que possam também ter vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Um outro exemplo é considerar que a física newtoniana é uma aproximação boa da física relativística a baixas velocidades. Para efeitos de cálculos, tudo bem. Diga-se isso, mas sempre se deveria lembrar que apenas para cálculos. As duas físicas tem base em ideias completamente diferentes. Na primeira, o universo ainda que infinito, o tempo era tido como uma medida sempre constante, universal e sem início, nem fim.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a física de Einstein, abre-se a possibilidade de que o universo possa ter várias geometrias até podendo ser finita. E pior ainda, tudo teve um início no Big Bang, inclusive o espaço e o tempo. Dependendo da massa total do Universo, pode ser que haja um fim com o universo &#8216;encolhendo&#8217; até que a densidade seja tal que o espaço e o tempo deixem de existir podendo gerar um novo Big-Bang.</p>
<p align="center">
<img title="Evolução do Big Bang" src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/big_bang_evolucao.jpg" alt="Evolução do Big Bang" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;">E se eu fosse falar de Física Quântica? Então, aí é que ficaria escrevendo até cansar&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que eu queria dizer mesmo é que se você quer ter alguma ideia de onde está pisando ao fazer um curso de física, engenharia e exatas em geral, além de aprender a fazer as contas, dê uma atenção especial a essa disciplina. É só um semestre e ainda vai perceber que a ciência não vive só de cálculos &#8211; ainda que muitos queiram dar essa impressão.</p>
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		<item>
		<title>Fazer Ciência é Ter Fé?</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2011/03/23/fazer-ciencia-fe-religiao/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 02:10:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Fé]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Como uma tentativa de incluir a ciência no ramo esotérico, muitos não-cientistas dizem que fazer ciência é também uma questão de fé. Para eles, é necessário acreditar que o paradigma &#8211; argh! essa palavra já foi tão surrada &#8211; é válido para se poder trabalhar. Ou seja, ao se fazer ciência, o cientista não faz [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Como uma tentativa de incluir a ciência no ramo esotérico, muitos não-cientistas dizem que fazer ciência é também uma questão de fé. Para eles, é necessário acreditar que o paradigma &#8211; argh! essa palavra já foi tão surrada &#8211; é válido para se poder trabalhar. Ou seja, ao se fazer ciência, o cientista não faz questionamentos quanto a validade das teorias vigentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para eles, ACREDITAR no paradigma não deixa de ser um ato de fé.</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/ciencia_fe.jpg" src="Ciêncie e Fé" title="Ciência e Fé" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="text-align: justify;">Eu costumo pensar diferente e gosto de citar Fernando Pessoa, nessa questão:</p>
<blockquote><p><em>A meio caminho entre a fé e a crítica está a estalagem da razão. A razão é a fé no que se pode compreender sem fé; mas é uma fé ainda, porque compreender envolve supor que há qualquer coisa compreensível.</em></p></blockquote>
<p style="text-align: justify;">Em miúdos, a minha fé é a de que o ser-humano é capaz de compreender o universo ao seu redor, mas não nas teorias que nós construímos. Porque, como a história da ciência está aí para contar, podemos errar e muito.</p>
<p style="text-align: justify;">Citando a filosofia da ciência, o que é necessário para a ciência é que os modelos propostos ou teorias sejam passíveis de serem testados experimentalmente em confronto com a natureza. Mesmo para Kuhn, aceitar um paradigma significa que um modelo proposto é aceito não porque apenas se acredita nele, mas porque tal modelo se adequa bem como uma descrição da natureza. Quando esse modelo deixa de se adequar, surge outro modelo mais completo dando lugar a um novo paradigma &#8211; é claro que não antes de uma &#8216;boa briga&#8217;.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter fé, normalmente implica em acreditar-se em algo sem que se tenha qualquer evidência sobre este mesmo algo. Ela não é falseável, ou seja, a fé não faz parte da ciência. Acredita-se porque acredita-se. É um fim nela mesma, não é necessário justificativas nem mesmo argumentos a favor.</p>
<p style="text-align: justify;">Assim, ter fé não é fazer ciência, nem fazer ciência é ter fé.</p>
<p style="text-align: justify;">O que acho desinteressante é utilizar uma máscara pseudo-científica para se justificar ou convencer alguém da fé que por si só é simples &#8211; contrário ao complexo e não sinônimo de simplório &#8211; para quem acredita no que quer que seja&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Física no Seriado Eleventh Hour</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Mar 2009 05:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Eleventh Hour]]></category>
		<category><![CDATA[Séries]]></category>

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		<description><![CDATA[No episódio Miracle (Milagre) da série Eleventh Hour aparece uma cena em que o cientista consultor do FBI &#8211; Jacob Hood &#8211; faz um teste para ver se a água milagrosa que as pessoas estavam tomando era uma água normal ou tinha alguma coisa estranha nele. E o teste que ele faz é simples. Colocou [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">No episódio <strong><em>Miracle</em></strong> (Milagre) da série <strong><em>Eleventh Hour</em></strong> aparece uma cena em que o cientista consultor do FBI &#8211; Jacob Hood &#8211; faz um teste para ver se a água <em>milagrosa</em> que as pessoas estavam tomando era uma água normal ou tinha alguma coisa estranha nele. E o teste que ele faz é simples. Colocou uma cuba com água da torneira e outra cuba com água <em>milagrosa</em> e as deixou no congelador.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Resultado?</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Ambas viraram gelo. O gelo, como vocês sabem, quando colocada num recipiente com água, ele flutua.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Mas o gelo da água <em>milagrosa</em> afundou!!!</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Daí ele concluiu que aquela água era água pesada, ou seja, ao invés de ser H2O &#8211; 2 átomos de hidrogênio e um átomo de oxigênio &#8211; era D2O &#8211; 2 átomos de deutério e um átomo de oxigênio. Isso me pareceu estranho, então resolvi procurar na internet se existia alguma informação sobre o assunto e encontrei o vídeo abaixo:</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><object xmlns="" width="425" height="344"><param name="movie" value="http://www.saiecad.com/v/YYInVraBe7s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"/><param name="wmode"/><embed xmlns="http://www.w3.org/1999/xhtml" src="http://www.saiecad.com/v/YYInVraBe7s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" width="425" height="344" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" type="application/x-shockwave-flash"/></object></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Sensacional. Vivendo e aprendendo assistindo TV. Coisa rara nos dias atuais&#8230;</p>
<p xmlns="" class="zoundry_raven_tags">  <!-- Tag links generated by Zoundry Raven. Do not manually edit. http://www.zoundryraven.com -->  <span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a href="http://www.technorati.com/tag/Eleventh+Hour" class="ztag" rel="tag">Eleventh Hour</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/F%C3%ADsica" class="ztag" rel="tag">Física</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/S%C3%A9ries" class="ztag" rel="tag">Séries</a>, <a href="http://www.technorati.com/tag/%C3%81gua+Pesada" class="ztag" rel="tag">Água Pesada</a></span> </p>
]]></content:encoded>
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		<title>2009 &#8211; Ano Internacional da Astronomia</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Mar 2009 18:41:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ano Internacional da Astronomia]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu descobri a Astronomia quando era criança durante uma coleção de fascículos de uma enciclopédia chamada Conhecer. Eram aproximadamente 150 fascículos editados semanalmente, o que significava que ficávamos anos para completá-la. A cada semana esperava que o céu e as estrelas aparecessem naquelas poucas páginas e me desvendassem alguns mistérios que eu nem sabia que [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Eu descobri a Astronomia quando era criança durante uma coleção de fascículos de uma enciclopédia chamada Conhecer. Eram aproximadamente 150 fascículos editados semanalmente, o que significava que ficávamos anos para completá-la.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A cada semana esperava que o céu e as estrelas aparecessem naquelas poucas páginas e me desvendassem alguns mistérios que eu nem sabia que existiam. Por lá, descobri que o Sol, antes um ente quase sagrado, era na verdade uma estrela. Depois vi que nem era uma das maiores, inclusive sendo até pequena em relação a Antares que estava a uns 500 anos-luz de distância. E pior, vi que ele era uma dentre os porrilhões de estrelas que existem na Via-Láctea, nossa galáxia. E pior ainda, a Via-Láctea era uma galáxia dentre outros porrilhões de galáxias.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: center"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/ceu.jpg?resize=499%2C291" style="BORDER-RIGHT: #000000 1px solid; BORDER-TOP: #000000 1px solid; DISPLAY: inline; MARGIN: 0px 0px 10px; BORDER-LEFT: #000000 1px solid; WIDTH: 499px; BORDER-BOTTOM: #000000 1px solid; HEIGHT: 291px" title="Ano Internacional da Astronomia" alt="ceu.jpg" data-recalc-dims="1"/></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">E lá estava eu, um garoto de 10 anos tentando entender essa imensidão e descobrindo que só uma vida não era o suficiente para conhecer tudo o que havia no universo. Lembro-me que nessa época, um dos meus maiores pesares era que não poderia viver o suficiente para poder descobrir o que iria acontecer dali a 200 ou 500 anos. Um peso muito grande para carregar caso não houvesse descoberto a Ficção Científica. Mas essa é uma estória que contarei outro dia&#8230;</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Talvez tenha sido aí que a minha vontade de estudar Física tenha nascido. E com tudo que aprendi, consegui sossegar a alma ao encontrar poesia no que há na natureza. Estudando Cosmologia foi possível descobrir que nós somos <a href="http://bloguici.em.blog.br/2006/02/15/poeira-de-estrelas/" title="Poeira de estrelas">a poeira das estrelas</a>. E com isso, achar a conexão do ser humano com o universo, coisa que faltava entender desde a minha infância e adolescência.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">A partir disso, é fácil admirar uma <a href="http://eternosaprendizes.wordpress.com/2009/02/27/mike-salway-nos-mostra-a-multipla-conjuncao-lua-mercurio-jupiter-e-marte/" target="_blank" title="Múltipla Conjunção nos Céus">Conjunção Lua, Mercúrio, Júpiter e Marte</a> por aquilo que simplesmente ela é: a visão do universo pelo ponto de vista do ser-humano.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Artigo Publicado!</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/12/12/artigo-publicado/</link>
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		<pubDate>Wed, 12 Dec 2007 02:15:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[EgoTrip]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de quase um ano da minha defesa de mestrado, o artigo do qual participei e do qual foi tema da minha dissertação, foi publicado. The Casimir effect for parallel plates revisited &#8211; Journal of Mathematical Physics 48, 102302 (2007) Resumo The Casimir effect for a massless scalar field with Dirichlet and periodic boundary conditions [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/JMP.jpg" alt="Journal of Mathematical Phisics" title="Journal of mathematical Physics" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Depois de quase um ano da minha defesa de mestrado, o artigo do qual participei e do qual foi tema da minha dissertação, foi publicado.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><a href="http://link.aip.org/link/?JMAPAQ/48/102302/1" target="_blank" title="The Casimi effect for parallel plates revisited">The Casimir effect for parallel plates revisited</a> &#8211; Journal of Mathematical Physics 48, 102302 (2007)</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Resumo</p>
<blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em>The Casimir effect for a massless scalar field with Dirichlet and periodic boundary conditions (bc&#8217;s) on infinite parallel plates is revisited in the local quantum field theory (lqft) framework introduced by Kay [Phys. Rev. D <strong>20</strong>, 3052 (1979)]. The model displays a number of more realistic features than the ones he treated. In addition to local observables, as the energy density, we propose to consider intensive variables, such as the energy per unit area <img src="http://i2.wp.com/scitation.aip.org/stockgif3/Vegr.gif?resize=10%2C9" align="bottom" alt="epsilon" border="0" data-recalc-dims="1"/>, as fundamental observables. Adopting this view, lqft rejects Dirichlet (the same result may be proved for Neumann or mixed) bc, and accepts periodic bc: in the former case <img src="http://i2.wp.com/scitation.aip.org/stockgif3/Vegr.gif?resize=10%2C9" align="bottom" alt="epsilon" border="0" data-recalc-dims="1"/> diverges, in the latter it is finite, as is shown by an expression for the local energy density obtained from lqft through the use of the Poisson summation formula. Another way to see this uses methods from the Euler summation formula: in the proof of regularization independence of the energy per unit area, a regularization-dependent surface term arises upon use of Dirichlet bc, but not periodic bc. For the conformally invariant scalar quantum field, this surface term is absent due to the condition of zero trace of the energy momentum tensor, as remarked by De Witt [Phys. Rep. <strong>19</strong>, 295 (1975)]. The latter property does not hold in the application to the dark energy problem in cosmology, in which we argue that periodic bc might play a distinguished role. ©2007 American Institute of Physics</em></p>
</blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Fechou com chave de ouro&#8230; Só tenho a agradecer aos meus orientadores com quem tive o prazer de trabalhar.</p>
<p class="zoundry_bw_tags">
  <!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --><br />
  <span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a href="http://technorati.com/tag/F%C3%ADsica" class="ztag" rel="tag">Física</a></span></p>
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		<title>Projeto BlogMeste</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/08/23/projeto-blogmeste/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Aug 2007 16:57:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Estou voltando a escrever neste blog depois de um grande lapso de tempo. Dediquei-me muito a outros projetos como a admissão ao doutorado em física no semestre passado; a manutenção e monetização de dois outros blogs &#8211; o Escrita Torta em Linha Reta e o Origami; e o início do doutorado. De modo que infelizmente [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Estou voltando a escrever neste blog depois de um grande lapso de tempo. Dediquei-me muito a outros projetos como a admissão ao doutorado em física no semestre passado; a manutenção e monetização de dois outros blogs &#8211; o <a href="http://escritatorta.em.blog.br/" target="_blank" title="Nada do que escreverei será novo do jeito que pensei num dia como hoje">Escrita Torta em Linha Reta</a> e o <a href="http://origami.em.blog.br/" target="_blank" title="Transformando Papel em Arte">Origami</a>; e o início do doutorado. De modo que infelizmente o Blógui-Ci! ficou em segundo plano nas minhas prioridades.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Mas estou aqui agora, e para falar de um projeto do <span style="TEXT-DECORATION: underline">Luiz Aquino</span> chamado <a href="http://blogmestre.org/" target="_blank" title="Rede de amigos envolvidos com educação.">BlogMestre</a>. Conheci o Luiz nas minhas andanças bloguísticas e vejo que ele tem um ponto de vista muito interessante da internet, inclusive, assim como o <span style="TEXT-DECORATION: underline">Sérgio</span> &#8211; que também conheci naquelas andanças &#8211; do <a href="http://sergioflima.pro.br/blog/blogs" target="_blank" title="Fí­sica, Educação, Tecnologia e etc...">Blog 2.3</a>, envolvendo as Tecnologias de Informação na Educação.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O <strong>BlogMestre</strong> pretende ser uma rede de educadores para uma troca de idéias com o objetivo principal de fazer a educação brasileira andar, coisa que ultimamente não estamos vendo acontecer, infelizmente.</p>
<p align="center">
<img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/montando_quebra_cabea.jpg" alt="montando o Quebra Cabeças" title="Montando o Quebra Cabeças" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Se você é um educador, não perca esta chance de trocar idéias com os seus colegas de trabalho, com o bônus de aprender com o <span style="TEXT-DECORATION: underline">Luiz</span> e o <span style="TEXT-DECORATION: underline">Sérgio</span> essa nova ferramenta que são os blogs.</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Resumo da minha Dissertação de Mestrado</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/04/06/resumo-da-minha-dissertacao-de-mestrado/</link>
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		<pubDate>Fri, 06 Apr 2007 18:04:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[EgoTrip]]></category>

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		<description><![CDATA[Neste trabalho estudaremos a dependência do regularizador (ou cutoff) no cálculo do efeito Casimir em placas paralelas perfeitamente condutoras em um campo escalar sem massa. Para tanto, utilizaremos como suporte teórico a Eletrodinâmica Quântica desenvolvida por G. Scharf e ainda, algumas ferramentas matemáticas para tratar séries divergentes. Mostramos que o resultado da energia de Casimir [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><em><em>Neste trabalho estudaremos a dependência do regularizador (ou cutoff) no cálculo do efeito Casimir em placas paralelas perfeitamente condutoras em um campo escalar sem massa. Para tanto, utilizaremos como suporte teórico a Eletrodinâmica Quântica desenvolvida por G. Scharf e ainda, algumas ferramentas matemáticas para tratar séries divergentes. Mostramos que o resultado da energia de Casimir não depende do regularizador para uma classe geral de funções regularizadoras e identificamos que as divergências que ocorrem nestes cálculos são termos de superfície. Foi possível tratar tais divergências utilizando-se a regularização de Hadamard e a associamos, neste caso, como uma forma analítica de uma condição de contorno em Teoria Quântica de Campos.</em></em></p>
</blockquote>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><br/>Tratar a Teoria Quântica de Campos com fronteiras ainda é uma área da ciência que está em aberto e em discussão. Não há ainda um método que se possa dizer que não seja <em>ad hoc</em>, com a introdução de regularizações que tentam eliminar os infinitos que vão surgindo na teoria. O que resultou de minha dissertação foi entender melhor os resultados da aplicação da regularização no Efeito Casimir e entender o surgimento dos infinitos nos cálculos deste fenômeno físico e como trabalhá-los.</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/casimir.png" alt="Efeito Casimir" title="Efeito Casimir" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Talvez nem fosse o caso de apresentá-la aqui no blog, já que é um assunto técnico de interesse acadêmico, mas como havia prometido que iria colocar um resumo por aqui&#8230;</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Agora, rumo ao doutorado!</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>LaTex no Blogger</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/02/03/latex-no-blogger/</link>
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		<pubDate>Sat, 03 Feb 2007 20:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[LaTex]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bloguici.em.blog.br/2007/02/03/latex-no-blogger/</guid>
		<description><![CDATA[Também é possível instalar o LaTex no Blogger. Eu consegui este tutorial no blog Tricks and Thinks, que apesar do título, é escrito em francês. A versão em inglês pode ser lido na página Latex for Blogger. Para quem não sabe nenhum dos idiomas, seguem os passos: - Pré-requisitos: Firefox (2.0 ou 1.5) com Google [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Também é possível instalar o LaTex no <a title="Blogger" href="http://www.blogger.com/" target="_blank">Blogger</a>. Eu consegui este <a title="Latex dans Blogger" href="http://wolverinex02.blogspot.com/2007/01/latex-dans-blogger.html" target="_blank">tutorial</a> no blog <a title="Tricks and Thinks" href="http://wolverinex02.blogspot.com" target="_blank">Tricks and Thinks</a>, que apesar do título, é escrito em francês. A versão em inglês pode ser lido na página <a title="Latex for Blogger" href="http://wolverinex02.googlepages.com/emoticonsforblogger2" target="_blank">Latex for Blogger</a>. Para quem não sabe nenhum dos idiomas, seguem os passos:</p>
<p style="text-align: justify;">- Pré-requisitos: <a title="Firefox web browser" href="http://www.mozilla.com/en-US/" target="_blank">Firefox</a> (2.0 ou 1.5) com <a title="Google Toolbar" href="http://www.google.com/tools/firefox/toolbar/FT2/intl/pt-BR/" target="_blank">Google Toolbar</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">- Instalar a extensão <a title="GreaseMonkey firefox extention" href="https://addons.mozilla.org/firefox/748/" target="_blank">GreaseMonkey</a> no Firefox.</p>
<p style="text-align: justify;">- Instalar o javascript <a title="LaTex for Blogger javascript" href="http://wolverinex02.googlepages.com/latexforblogger.user.js" target="_blank">LaTex for Blogger</a> que faz a conversão do código LaTex.</p>
<p align="center">
<img title="Latex no Blogger" src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/blogspot.jpg?resize=400%2C289" alt="Latex no Blogger" data-recalc-dims="1" /></a>
</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto! Abra a página de edição do artigo no Blogger. Você verá que existe um botão adicional escrito <strong>LaTex</strong>. Agora basta escrever o código LaTex entre $$ e clicar no botão que você terá a conversão em segundos. Teste com o código abaixo e veja o resultado.</p>
<p style="text-align: justify;">$$\pi = \int_{0}^{1} \frac{4}{1+x^{2}}$$</p>
<p style="text-align: justify;">Eu fiz o teste e ficou assim no <a title="Latex in Blogger" href="http://latexinblogger.blogspot.com/" target="_blank">Latex in Blogger</a>.</p>
<p class="zoundry_bw_tags"><!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --><br />
<span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a class="ztag" rel="tag" href="http://technorati.com/tag/LaTex">LaTex</a>, <a class="ztag" rel="tag" href="http://technorati.com/tag/blogger">blogger</a>, <a class="ztag" rel="tag" href="http://technorati.com/tag/firefox">firefox</a>, <a class="ztag" rel="tag" href="http://technorati.com/tag/greasemonkey">greasemonkey</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como instalar o LaTex no WordPress?</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/02/03/como-instalar-o-latex-no-wordpress/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2007/02/03/como-instalar-o-latex-no-wordpress/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 03 Feb 2007 13:34:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[LaTex]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bloguici.em.blog.br/2007/02/03/como-instalar-o-latex-no-wordpress/</guid>
		<description><![CDATA[Este tutorial é para aqueles que querem escrever alguma fórmula matemática em seu artigo, mas que ainda não sabiam como fazer. É uma instalação que consegui através do blog Using Latex in WordPress, mas mais simplificada para aqueles que não tem acesso à instalação de softwares no servidor. Inicialmente, baixe o arquivo mimetex.zip. Nele contêm [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Este tutorial é para aqueles que querem escrever alguma fórmula matemática em seu artigo, mas que ainda não sabiam como fazer. É uma instalação que consegui através do blog <a href="http://sixthform.info/steve/wordpress" target="_blank">Using Latex in WordPress</a>, mas mais simplificada para aqueles que não tem acesso à instalação de softwares no servidor.</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/wp_logo.jpg?resize=400%2C279" alt="LaTex no WordPress" data-recalc-dims="1">
</p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente, baixe o arquivo <a href="http://kawakami.blog.br/uploads/mimetex.zip" target="_blank">mimetex.zip</a>. Nele contêm três arquivos: <strong>mimetex.php</strong>, <strong>mimetex-plugin.php</strong> e o <strong>mimetex.cgi</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">Copie o arquivo <strong>mimetex.cgi</strong> para a pasta /home/<em>seu_domínio</em>/public_html/cgi-bin/ ou se você estiver utilizando um subdomínio, para a pasta /home/<em>seu_domínio</em>/public_html/<em>seu_subdomínio</em>/cgi-bin/. O importante aqui é que você deve colocar o arquivo <strong>mimetex.cgi</strong> na pasta cgi-bin a que o seu blog tem acesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Crie uma pasta chamada <strong>latexrender</strong> onde o WordPress se encontra instalado. E dentro dele crie uma pasta chamada <strong>pictures</strong>. Esta pasta deve ter chmode <strong>755</strong>.</p>
<p style="text-align: justify;">No arquivo <strong>mimetex.php</strong>, você deve editar os caminhos:</p>
<p style="text-align: justify;">$mimetex_path = &#8220;/home/<em>seu_domínio</em>/public_html/cgi-bin/mimetex.cgi&#8221;;<br />
$mimetex_path_http = &#8220;http://<em>seu_domínio</em>/latexrender&#8221;;<br />
$mimetex_cgi_path_http=&#8221;http://<em>seu_domínio</em>/cgi-bin/mimetex.cgi&#8221;;<br />
$pictures_path = &#8220;/home/<em>seu_domínio</em>/public_html/latexrender/pictures&#8221;;</p>
<p style="text-align: justify;">Aí, você deve fazer o upload do arquivo <strong>mimetex.php</strong> para a pasta <strong>latexrender</strong> e o arquivo <strong>mimetex-plugin.php</strong> para a pasta de plugins do WordPress. Ative este plugin no painel de administração do seu blog.</p>
<p style="text-align: justify;">Pronto! E agora, você deve colocar o código <strong>LaTex</strong> entre as tags [tex ] [/tex ] (retire os espaços dentro da tag&#8230;) dentro de seu artigo para que o plugin faça o seu serviço&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Veja o exemplo:</p>
<img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cpi+%3D+%5Cint_%7B0%7D%5E%7B1%7D+%5Cfrac%7B4%7D%7B1%2Bx%5E%7B2%7D%7D&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0" alt="&#92;pi = &#92;int_{0}^{1} &#92;frac{4}{1+x^{2}}" title="&#92;pi = &#92;int_{0}^{1} &#92;frac{4}{1+x^{2}}" class="latex" />
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>LaTex in WordPress</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/31/latex-in-wordpress/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2007/01/31/latex-in-wordpress/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 31 Jan 2007 19:47:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[LaTex]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; Como vocês podem ver na expressão acima, LaTex é um editor de textos científico e muito poderoso. É tudo o que um MS-Word quis ser, mas nunca conseguiu.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/LaTeX_logo.png" alt="LaTex Logo" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="text-align: justify;"><img src="//s0.wp.com/latex.php?latex=%5Cleft%5BA%5E%7B%5Cmu%7D_%7B%2B%7D%28%5Cvec%7Bx%7D%29%5Ctext%7B%2C%7DA%5E%7B%5Cnu%7D_%7B-%7D%28%5Cvec%7By%7D%29%5Cright%5D%3Dg%5E%7B%5Cmu%5Cnu%7Di+D%5E%7B%28-%29%7D_%7B0%7D%28%5Cvec%7Bx%7D-%5Cvec%7By%7D%29&#038;bg=ffffff&#038;fg=000&#038;s=0" alt="&#92;left[A^{&#92;mu}_{+}(&#92;vec{x})&#92;text{,}A^{&#92;nu}_{-}(&#92;vec{y})&#92;right]=g^{&#92;mu&#92;nu}i D^{(-)}_{0}(&#92;vec{x}-&#92;vec{y})" title="&#92;left[A^{&#92;mu}_{+}(&#92;vec{x})&#92;text{,}A^{&#92;nu}_{-}(&#92;vec{y})&#92;right]=g^{&#92;mu&#92;nu}i D^{(-)}_{0}(&#92;vec{x}-&#92;vec{y})" class="latex" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Como vocês podem ver na expressão acima, LaTex é um editor de textos científico e muito poderoso. É tudo o que um MS-Word quis ser, mas nunca conseguiu.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Mais um pouco de McNaught</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/27/mais-um-pouco-de-mcnaught/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2007/01/27/mais-um-pouco-de-mcnaught/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 28 Jan 2007 01:41:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Cometa]]></category>

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		<description><![CDATA[Como por aqui tá difícil visualizar o cometa e muito menos fotografá-lo, então coloco por aqui um link para vocês das melhores fotos que já vi na internet&#8230; É só visitar o Cometa McNaught no European Southern Observatory&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Como por aqui tá difícil visualizar o cometa e muito menos fotografá-lo, então coloco por aqui um link para vocês das melhores fotos que já vi na internet&#8230;</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">É só visitar o <a href="http://www.eso.org/outreach/press-rel/pr-2007/mcnaught/Site/Photos.html" target="_blank">Cometa McNaught</a> no European Southern Observatory&#8230;</p>
<p align="center"><img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/cometa_mcnaught_1.jpg" alt="Cometa McNaught" data-recalc-dims="1"></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>A incrível marca de 10 mil visitas</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/27/a-incrivel-marca-de-10-mil-visitas/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2007/01/27/a-incrivel-marca-de-10-mil-visitas/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 27 Jan 2007 18:17:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[EgoTrip]]></category>

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		<description><![CDATA[Em quase um ano de vida, este blog já ultrapassou a marca de 10.000 visitas. Em se tratando de visitas a blogs, isto não é muito não, pois há quem consiga isto em um dia. Mas pensando bem, é incrível sim, em se tratando de um blog de divulgação científica num país em que a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/people_up.jpg" alt="People Up" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em quase um ano de vida, este blog já ultrapassou a marca de <strong>10.000 visitas</strong>. Em se tratando de visitas a blogs, isto não é muito não, pois há quem consiga isto em um dia.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Mas pensando bem, é incrível sim, em se tratando de um blog de divulgação científica num país em que a cultura científica está largada às traças&#8230;</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Agora, espero melhorar ainda mais para que vocês apreciem o que escrevo por aqui&#8230; abraços.</p>
<p class="zoundry_bw_tags">
  <!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --><br />
  <span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a href="http://technorati.com/tag/anivers%C3%A1rio" class="ztag" rel="tag">aniversário</a>, <a href="http://technorati.com/tag/cultura%20cient%C3%ADfica" class="ztag" rel="tag">cultura científica</a>, <a href="http://technorati.com/tag/visitas" class="ztag" rel="tag">visitas</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como tirar foto do cometa McNaught?</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/17/como-tirar-foto-do-cometa-mcnaught/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2007/01/17/como-tirar-foto-do-cometa-mcnaught/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Jan 2007 20:32:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>

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		<description><![CDATA[É simples. Configure a sua câmera digital para que tire fotos à noite, mas sem utilizar o flash. Normalmente, nas câmeras existe uma configuração rápida com um desenho de uma Lua, ou um homem e uma Lua. O importante é que a câmera esteja configurada para não utilizar o flash. Depois, coloque-a em um tripé [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">É simples. Configure a sua câmera digital para que tire fotos à noite, mas sem utilizar o flash. Normalmente, nas câmeras existe uma configuração rápida com um desenho de uma Lua, ou um homem e uma Lua. O importante é que a câmera esteja configurada para não utilizar o flash.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Depois, coloque-a em um tripé para dar maior estabilidade, já que o tempo de exposição será longo (alguns segundos). Caso você não tenha um tripé, você poderá se apoiar seu corpo em algo firme como um poste, uma parede, etc&#8230; e na hora que for clicar, segure a respiração pelo tempo que for necessário, até que a câmera indique que já tirou a foto. Aproveite para tirar várias fotos (é claro, entre uma foto e outra, aproveite para respirar um pouco!!!)</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Se você estiver usando um tripé, você pode utilizar o timer da câmera para que o momento do clique seja automático, após alguns segundos depois de você ter apertado o botão, evitando que este processo interfira na foto. É que às vezes o simples apertar do botão, você move a câmera e como resultado, a foto sai tremida&#8230;</p>
<p align="center"><img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/cometa_mcnaught.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enfim, se você tiver muito mais sorte do que eu, você conseguirá fotos como esta. Porque aqui, o clima não está ajudando em nada. Quando o dia não é chuvoso, é nublado&#8230; &amp;%¨%##&amp;¨%</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Os maiores livros científicos de todos os tempos</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/16/os-maiores-livros-cientificos-de-todos-os-tempos/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2007/01/16/os-maiores-livros-cientificos-de-todos-os-tempos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 16 Jan 2007 21:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Leitura]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bloguici.em.blog.br/2007/01/16/os-maiores-livros-cientificos-de-todos-os-tempos/</guid>
		<description><![CDATA[Segundo a Discover Magazine de dezembro de 2006 são 25 livros, mas aqui listo apenas os 10 primeiros: 1.The Voyage of the Beagle (1845) &#8211; Charles Darwin2.The Origin of Species (1859) &#8211; Charles Darwin3. Philosophiae Naturalis Principia Mathematica (1687) &#8211; Isaac Newton4. Dialogue Concerning the Two Chief World Systems (1632) &#8211; Galileo Galilei5. De Revolutionibus [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Segundo a Discover Magazine de dezembro de 2006 são 25 livros, mas aqui listo apenas os 10 primeiros:</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span id="article_text"><span><strong><span><span><span id="article_text"><span><strong>1.</strong></span></span></span></span><em>The Voyage of the Beagle</em> (1845) &#8211; Charles Darwin</strong></span></span><br/><span><span><strong><span><span><span id="article_text"><span><strong>2.</strong></span></span></span></span><em>The Origin of Species</em> (1859) &#8211; Charles Darwin</strong></span></span><br/><span><span><span id="article_text"><span><strong>3. <em>Philosophiae Naturalis Principia Mathematica</em> (1687) &#8211; Isaac Newton</strong></span></span></span></span><br/><span><span><span><span><span id="article_text"><span><strong>4. <em>Dialogue Concerning the Two Chief World Systems</em> (1632) &#8211; Galileo Galilei</strong></span></span></span></span></span></span><br/><span><span><span><span><span><span><span id="article_text"><span><strong>5. <em>De Revolutionibus Orbium Coelestium</em> (1543) &#8211; Nicolau Copérnico</strong></span></span></span></span></span></span></span></span><br/><span><span><span><span><span><span><span><span><span id="article_text"><span><strong>6. <em>Physica</em> (circa 330 B.C.) &#8211; Aristoteles</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><br/><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span id="article_text"><span><strong>7. <em>De Humani Corporis Fabrica</em> (1543) &#8211; Andreas Vesalius</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><br/><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span id="article_text"><span><strong>8. <em>Relativity: The Special and General Theory</em> (1916) &#8211; Albert Einstein</strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><br/><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><strong><span id="article_text"><span><span><span><span><span><strong>9. <em>The Selfish Gene</em> (1976) &#8211; Richard Dawkins</strong></span></span></span></span></span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span><br/><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><span><strong><span><span><span><span><span><span><span id="article_text"><strong>10. <em>One Two Three . . . Infinity</em> (1947) &#8211; George Gamow</strong></span></span></span></span></span></span></span></strong></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><img src="http://i2.wp.com/www.livrariacultura.com.br/imagem/capas1/881/44881.jpg?resize=113%2C180" style="BORDER-RIGHT: rgb(0,0,0) 1px solid; BORDER-TOP: rgb(0,0,0) 1px solid; MARGIN-TOP: 10px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; BORDER-LEFT: rgb(0,0,0) 1px solid; WIDTH: 113px; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: rgb(0,0,0) 1px solid; HEIGHT: 180px" data-recalc-dims="1" />Eu, particularmente, considero que os maiores livros científicos são, nesta ordem, o <span id="article_text"><span><strong><em>De Revolutionibus Orbium Coelestium</em></strong> de <strong>Nicolau Copérnico</strong>, o <span id="article_text"><span><strong><em>The Origin of Species</em></strong> de Charles Darwin, o <span id="article_text"><span><strong><em>Philosophiae Naturalis Principia Mathematica</em></strong> de Isaac Newton e o <strong><em>Dialoghi dei Massimi Sistemi del Mondo</em></strong> de Galileu Galilei.</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span><span><span><span><span><span>O primeiro porque conseguiu tirar o planeta Terra do centro do universo, deixando de ser estática e imóvel. E se este planeta era apenas mais um como outros, então seria possível que houvessem outros planetas em que viveriam outros povos. Enfim, o pensamento de que o ser-humano era o &#8220;filho preferido&#8221; de deus, perdeu sua força.</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span><span><span><span><span><span>O segundo porque indicou que o ser-humano faz parte do reino-animal, minando mais uma vez, o pensamento de que ele era o &#8220;escolhido&#8221; de deus&#8230;</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span><span><span><span><span><span><img src="http://i2.wp.com/www.livrariacultura.com.br/imagem/capas1/486/21486.jpg?resize=115%2C172" style="BORDER-RIGHT: rgb(0,0,0) 1px solid; BORDER-TOP: rgb(0,0,0) 1px solid; MARGIN-TOP: 10px; DISPLAY: inline; FLOAT: left; MARGIN-BOTTOM: 10px; BORDER-LEFT: rgb(0,0,0) 1px solid; WIDTH: 115px; MARGIN-RIGHT: 10px; BORDER-BOTTOM: rgb(0,0,0) 1px solid; HEIGHT: 172px" data-recalc-dims="1" />O livro de Isaac Newton foi escolhido, pois conseguiu unificar as físicas dos universos supra-lunar e infra-lunar, ou seja, as físicas do Céu e da Terra eram as mesmas.</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify"><span><span><span><span><span><span>E o livro de Galilei, porque gosto de considerá-lo como um dos primeiros livros de divulgação científica. Os diálogos entre Sagredo: representando um ouvinte crítico; Salviati: representando Galilei; e Simplício: representando um aristotélico; foi uma das formas dialéticas mais interessantes de se discutir assuntos proibidos&#8230;</span></span></span></span></span></span></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Se você ficou curioso para saber quais são os restantes dos livros, entre na página <a href="http://www.discover.com/issues/dec-06/features/25-greatest-science-books/" target="_blank">25 Greatest Science Books of All Time</a>.</p>
<p><br/>
<p class="zoundry_bw_tags">
  <!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com --><br />
  <span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a href="http://technorati.com/tag/ci%C3%AAncia" class="ztag" rel="tag">ciência</a>, <a href="http://technorati.com/tag/discover%20magazine" class="ztag" rel="tag">discover magazine</a>, <a href="http://technorati.com/tag/livros" class="ztag" rel="tag">livros</a>, <a href="http://technorati.com/tag/top%2010" class="ztag" rel="tag">top 10</a></span></p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Divulgação científica é não ter opinião sobre nada?</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/14/divulgacao-cientifica-e-nao-ter-opiniao-sobre-nada/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2007/01/14/divulgacao-cientifica-e-nao-ter-opiniao-sobre-nada/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 14 Jan 2007 15:14:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Divulgação]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bloguici.em.blog.br/2007/01/14/divulgacao-cientifica-e-nao-ter-opiniao-sobre-nada/</guid>
		<description><![CDATA[Em um artigo anterior fiquei receoso em colocar algum caráter pessoal neste blog, pois em se tratando de ciência, temos que ser o mais impessoais já que sob influência do método científico, os resultados experimentais devem independer de quem quer que seja&#8230; Mas isto só deve ser aplicado quando estamos fazendo ciência. Neste blog, tento [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Em um <a href="http://bloguici.em.blog.br/2006/09/04/um-pouco-mais-de-escrita/" target="_blank">artigo anterior</a> fiquei receoso em colocar algum caráter pessoal neste blog, pois em se tratando de ciência, temos que ser o mais impessoais já que sob influência do método científico, os resultados experimentais devem independer de quem quer que seja&#8230; Mas isto só deve ser aplicado quando estamos fazendo ciência.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Neste blog, tento fazer divulgação científica, do mesmo modo que os blogs que eu visito o fazem. E o que vejo é que muitos, inclusive eu até uns meses atrás, confundem a imparcialidade científica com a total falta de opinião sobre qualquer assunto que mereça aparecer em seus blogs. Isto, quando não se limitam a fazer um <em>&#8220;cut &amp; paste&#8221;</em> de alguma notícia que apareceu em uma revista online. Como se divulgar fosse o sinônimo de repetir o mesmo texto <em>ad nauseum</em>. Ora, se quisermos chamar atenção sobre alguma notícia, não seria muito mais instrutivo dizer o porquê ela nos é interessante e apontar um link para a notícia na revista especializada que somente reproduzir o texto dela?</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Se é para apenas copiar as notícias, então não seria melhor colocar os <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Feed" target="_blank">RSS Feeds</a> das revistas online no corpo do blog? Para quê perder tempo fazendo <em>&#8220;cut &amp; paste&#8221;</em>? É para tapar buraco da falta de assunto?</p>
<p align="center">
<img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/divulgacao_cientifica.jpg" alt="Divulgação Científica" title="Divulgação Científica" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Será que isto é, em parte, um reflexo da educação brasileira em que somos ensinados mais a papagaiar que a emitir algum juízo sobre o que nos é apresentado?</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Educação para quê?</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/10/educacao-para-que/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jan 2007 18:06:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Ensino]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[Em meu curso de licenciatura em f&#237;sica, muito ouvi falar que dever&#237;amos diminuir a matematiza&#231;&#227;o no ensino de f&#237;sica e nos focar na fenomenologia. Assim os alunos veriam que a f&#237;sica n&#227;o era s&#243; fazer c&#225;lculos e f&#243;rmulas incompreens&#237;veis. Mas esta &#233; uma vis&#227;o leg&#237;tima apenas para aqueles estudantes que sabem fazer os c&#225;lculos, o [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify">Em meu curso de licenciatura em f&iacute;sica, muito ouvi falar que dever&iacute;amos diminuir a matematiza&ccedil;&atilde;o no ensino de f&iacute;sica e nos focar na fenomenologia. Assim os alunos veriam que a f&iacute;sica n&atilde;o era s&oacute; fazer c&aacute;lculos e f&oacute;rmulas incompreens&iacute;veis. Mas esta &eacute; uma vis&atilde;o leg&iacute;tima apenas para aqueles estudantes que sabem fazer os c&aacute;lculos, o que podemos dizer que s&atilde;o uma pequen&iacute;ssima minoria.</p>
<p style="text-align: justify">A maioria n&atilde;o consegue entender a matem&aacute;tica, e por consequ&ecirc;ncia, n&atilde;o entende porque estudar f&iacute;sica que necessita dela como ferramenta. Mas o problema n&atilde;o est&aacute; na f&iacute;sica com sua matematiza&ccedil;&atilde;o, nem na matem&aacute;tica, nem nos alunos ou nos professores. O problema, digamos, &eacute; mais embaixo&#8230;</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/sem_alunos.jpg" alt="Educação para quê? title="Educação para quê?" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="text-align: justify">Com o bombardeamento constante da m&iacute;dia idolatrando indiv&iacute;duos bem sucedidos (se esquecendo de dizer que aquilo n&atilde;o &eacute; obtido atrav&eacute;s do sucesso f&aacute;cil, mas de um &aacute;rduo e longo trabalho), quem em s&atilde; consci&ecirc;ncia, investiria em algo onde se v&ecirc; resultados ap&oacute;s 15 ou 20 anos de trabalho? (S&atilde;o 8 anos no ensino fundamental, 3 no m&eacute;dio, 4 ou mais no superior, 2 a 6 anos na p&oacute;s &#8211; mestrado/doutorado e dependendo da carreira mais uns 2 anos no p&oacute;s-doutorado).</p>
<p style="text-align: justify">Mas h&aacute; alguns que se arriscam. Por qu&ecirc;?</p>
<p style="text-align: justify">Talvez a educa&ccedil;&atilde;o no Brasil necessite mais da voz destes indiv&iacute;duos para que assim talvez ela deixe de ser encarada como um <a href="http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=43626" target="_blank">problema de economistas e engenheiros</a>, ou seja, de verba e de constru&ccedil;&atilde;o de escolas.</p>
<p style="text-align: justify">O blog portugu&ecirc;s <a href="http://homoclinica.blogspot.com/" target="_blank"><strong>N&oacute;s-sela</strong></a>, no artigo <a href="http://homoclinica.blogspot.com/2007/01/importncia-do-rigor-criativo.html" target="_blank">A import&acirc;ncia do rigor criativo</a>, diz que <em>..Se as pessoas soubessem &quot;para que serve&quot;, talvez achassem a matem&aacute;tica mais apelativa&#8230;</em> e eu concordo acrescentando que n&atilde;o s&oacute; a matem&aacute;tica, mas tamb&eacute;m a Educa&ccedil;&atilde;o como um todo.</p>
<p style="text-align: justify">Ent&atilde;o, para qu&ecirc; serve a Educa&ccedil;&atilde;o?</p>
<p style="text-align: justify">O conhecimento foi, desde sempre, uma forma de domina&ccedil;&atilde;o. Quem tem mais, domina quem tem menos. Simples assim. Ent&atilde;o cabe &agrave; Educa&ccedil;&atilde;o esta tarefa libertadora que sempre &eacute; din&acirc;mica (porque o conhecimento nem sempre &eacute; dispon&iacute;vel e nestes casos &eacute; necess&aacute;rio saber constru&iacute;-la) e nunca est&aacute;tica, como num livro de regras a seguir, do modo que &eacute; transmitido nas escolas brasileiras (admito que ensinar regras prontas &eacute; muuuuito mais f&aacute;cil que ensinar como constru&iacute;-las&#8230; mas dizer que n&atilde;o se aceitam resultados corretos que n&atilde;o as seguiram &eacute; pura imbecilidade).</p>
<p style="text-align: justify">E mais importante que saber as respostas, &eacute; saber fazer perguntas e nisto a Educa&ccedil;&atilde;o pode e DEVE ajudar muito.</p>
<p class="zoundry_bw_tags">   <!-- Tag links generated by Zoundry Blog Writer. Do not manually edit. http://www.zoundry.com -->   <span class="ztags"><span class="ztagspace">Technorati</span> : <a href="http://technorati.com/tag/ci%C3%AAncia">ci&ecirc;ncia</a>, <a href="http://technorati.com/tag/educa%C3%A7%C3%A3o">educa&ccedil;&atilde;o</a></span>  </p>
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		<title>Ciência na Pré-Escola : UPDATE</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/10/ciencia-na-pre-escola/</link>
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		<pubDate>Wed, 10 Jan 2007 11:22:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Desenho Animado]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>

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		<description><![CDATA[&#201; t&#227;o dif&#237;cil falar em ci&#234;ncia no Brasil. E muito mais dif&#237;cil ainda &#233; ouvir falar em ci&#234;ncia na pr&#233;-escola. Entretanto, havia um programa no canal Discovery Kids Brasil que tinha exatamente este objetivo: apresentar ci&#234;ncia &#224;s crian&#231;as na fase pr&#233;-escolar. O desenho animado &#34;O Mundo Divertido de Peep&#34; ou &#34;Peep and the Big Wide [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify"><img src="http://i1.wp.com/img354.imageshack.us/img354/724/peepxb1.gif?resize=169%2C400" border="0" style="border: 1px solid #000000; margin-top: 10px; display: inline; float: left; margin-bottom: 10px; width: 169px; margin-right: 10px; height: 400px" data-recalc-dims="1" />&Eacute; t&atilde;o dif&iacute;cil falar em ci&ecirc;ncia no Brasil. E muito mais dif&iacute;cil ainda &eacute; ouvir falar em ci&ecirc;ncia na pr&eacute;-escola. Entretanto, havia um programa no canal <strong><a href="http://www.discoverykidsbrasil.com/" target="_blank">Discovery Kids Brasil</a></strong> que tinha exatamente este objetivo: apresentar ci&ecirc;ncia &agrave;s crian&ccedil;as na fase pr&eacute;-escolar.</p>
<p style="text-align: justify">O desenho animado <strong>&quot;O Mundo Divertido de Peep&quot;</strong> ou <strong>&quot;Peep and the Big Wide World&quot;</strong> tem como personagens centrais: Peep &#8211; um pintinho rec&eacute;m chocado, Chica &#8211; um filhote de passarinho que ainda n&atilde;o sabia voar e Quack &#8211; o pato que se achava o melhor do mundo, talvez porque sabia nadar. Estes tr&ecirc;s amigos exploravam o bairro urbano onde moravam e sempre tentavam entender o mundo que os cercava.</p>
<p style="text-align: justify">E assim o programa ia apresentando alguns conceitos cient&iacute;ficos.</p>
<p style="text-align: justify">Infelizmente, consultando a programa&ccedil;&atilde;o atual do <strong><a href="http://www.discoverykidsbrasil.com/" target="_blank">Discovery Kids Brasil</a></strong>, vi que o desenho n&atilde;o passa mais. &Eacute; uma pena.</p>
<p style="text-align: justify">Resta, ent&atilde;o, acessar o site em ingl&ecirc;s <strong><a href="http://www.peepandthebigwideworld.com/" target="_blank">Peep and the Big World</a></strong> e ver por l&aacute; os experimentos sugeridos para a crian&ccedil;ada na op&ccedil;&atilde;o <strong>Anywhere Science Activities</strong>.</p>
<p style="text-align: justify"><strong>UPDATE:</strong> Felizmente o canal <strong><a href="http://www.discoverykidsbrasil.com/" target="_blank">Discovery Kids Brasil</a></strong> retornou este desenho &agrave; programa&ccedil;&atilde;o. Se voc&ecirc;s quiserem assisti-lo, ele passa aos <strong>s&aacute;bados</strong> e <strong>domingos</strong> &agrave;s <strong>14:30</strong> horas.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Amor</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Jan 2007 13:21:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Fórmula do Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Matemática]]></category>
		<category><![CDATA[Piada]]></category>

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		<description><![CDATA[Esta foi muito boa. Foi retirado do site xkdc.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/useless.jpg?resize=397%2C395" border="0" vspace="10" align="middle" style="width: 397px; height: 395px" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Esta foi muito boa. Foi retirado do site <a href="http://xkcd.com/" target="_blank" title="A webcomic of romance,">xkdc</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Muito Barulho por Nada</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2007/01/04/muito-barulho-por-nada/</link>
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		<pubDate>Thu, 04 Jan 2007 18:44:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Discussão]]></category>
		<category><![CDATA[What the Bleep Do We Know]]></category>

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		<description><![CDATA[Será que os meios justificam os fins? E será que fazer uma divulgação científica, mesmo que torta, vale a pena? Pergunto isto, porque algumas pessoas com cultura científica ao assistirem o filme (?!) &#8220;Quem somos nós?&#8221; disseram que mesmo não sendo uma divulgação científica, valia a pena ser assistido já que poderia atrair curiosos na [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p style="TEXT-ALIGN: justify">Será que os meios justificam os fins? E será que fazer uma divulgação científica, mesmo que torta, vale a pena? Pergunto isto, porque algumas pessoas com cultura científica ao assistirem o filme (?!) &#8220;Quem somos nós?&#8221; disseram que mesmo não sendo uma divulgação científica, valia a pena ser assistido já que poderia atrair curiosos na direção da física quântica.</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">É certo que isto aconteceu, mas a visão que é passada pelo filme é tão distorcida (caso queira ler algumas críticas ao filme recomendo os artigos <a target="_blank"><strong>O Guia Cético para assistir a &#8220;What the Bleep do We Know?&#8221;</strong></a> <a href="http://dragaodagaragem.blogspot.com/2006/11/o-guia-ctico-para-assistir-what-bleep.html" target="_blank">Parte 1</a> e <a href="http://dragaodagaragem.blogspot.com/2006/12/o-guia-ctico-para-assistir-what-bleep.html" target="_blank">Parte 2</a> do blog <strong><a href="http://dragaodagaragem.blogspot.com/" target="_blank">Dragão da Garagem</a></strong>) que quando alguém ligado à ciência tenta explicar os erros, os leigos tendem a achar que esta pessoa não chegou a entender a proposta. E estes leigos nunca <em>dão o braço a torcer</em>, ou seja, admitir que por entender pouco do que é ciência, aceita-se tudo o que é dito no filme como se fosse verdadeiro.</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/wtbdwn.jpg" alt="Quem Somos Nós?" title="Quem Somos Nós?" data-recalc-dims="1"></p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">O que aconteceu para que alguém que seja considerado um <em>intelectual</em> não tenha sequer o mínino de cultura científica? Que não saiba distinguir ciência do que não é? Será que isto não é resultado de uma disputa <strong>idiota</strong> entre as ciências exatas e humanas? Que ter lido Dostoiévski, Platão, Weber, Focault, Baudrillard, etc, etc, é <em>in</em> mesmo que não tenha entendido patavinas e que entender um pouco de matemática, física, química, biologia é coisa de <em>geek</em> ou <em>nerd</em>?</p>
<p style="TEXT-ALIGN: justify">Enfim, se você quer se tornar um <em>bleepado</em>, nada contra. Vá em frente, se é isto o que você deseja. Mas como tudo na vida, é sempre melhor saber onde se está pisando antes de dar o próximo passo. Agora, se você está dando mesmo é um salto de fé, que pelo menos ela seja consciente.<br/></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Final de Ano?</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/12/31/final-de-ano/</link>
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		<pubDate>Sun, 31 Dec 2006 17:03:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Calendário]]></category>
		<category><![CDATA[Final de Ano]]></category>
		<category><![CDATA[National Geographic]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a National Geografic, excluindo-se os chineses que comemoram o ano novo em 29 de janeiro, os mu&#231;ulmanos que comemoram no d&#233;cimo dia de Muharran e os judeus que o comemoram em 15 de setembro, somente cerca de 35% da popula&#231;&#227;o mundial comemora o ano novo no dia 1&#186; de janeiro. Ent&#227;o por que h&#225; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/pie_chart.png" alt="Pie Chart" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Segundo a National Geografic, excluindo-se os chineses que comemoram o ano novo em 29 de janeiro, os mu&ccedil;ulmanos que comemoram no d&eacute;cimo dia de Muharran e os judeus que o comemoram em 15 de setembro, somente cerca de 35% da popula&ccedil;&atilde;o mundial comemora o ano novo no dia 1&ordm; de janeiro.</p>
<p align="justify">Ent&atilde;o por que h&aacute; tanto estardalha&ccedil;o quanto a este dia e por que todo mundo utiliza o <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Calend%C3%A1rio_gregoriano" target="_blank"><strong>calend&aacute;rio gregoriano</strong></a>?</p>
<p>Boa pergunta. Mas s&oacute; responderei no pr&oacute;ximo ano&#8230; At&eacute; 2007.</p>
<p>P.S. Se voc&ecirc;&nbsp;desconfiar do porqu&ecirc;, diga-me nos coment&aacute;rios&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A Ciência das Artes Marciais</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/12/27/a-ciencia-das-artes-marciais/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Dec 2006 21:03:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[TV]]></category>
		<category><![CDATA[Artes Marciais]]></category>
		<category><![CDATA[National Geographic]]></category>

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		<description><![CDATA[&#160; &#160; Em 2006, o programa A Ci&#234;ncia das Artes Marciais foi de longe o melhor programa sobre ci&#234;ncia deste ano. A National Geographic&#160;destrinchou os tipos de luta: Boxe, Jiu-Jitsu, Kali, Karat&#234;, Kung Fu, Muay Thai, Ninjitsu e TaeKwon-Do. E tamb&#233;m os tipos de armas utilizadas nas lutas: Dao (espada chinesa de l&#226;mina larga), Jin [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<div style="text-align: center"><img src="http://i1.wp.com/img501.imageshack.us/img501/9562/golpebz6.jpg?resize=315%2C178" border="1" hspace="10" vspace="10" style="width: 315px; height: 178px" data-recalc-dims="1" /></div>
<p>&nbsp;</p>
<p align="justify">Em 2006, o programa <strong><a href="http://www.natgeo.com.br/artesmarciais/index.html" target="_blank">A Ci&ecirc;ncia das Artes Marciais</a></strong> foi de longe o melhor programa sobre ci&ecirc;ncia deste ano. A National Geographic&nbsp;destrinchou os tipos de luta: Boxe, Jiu-Jitsu, Kali, Karat&ecirc;, Kung Fu, Muay Thai, Ninjitsu e TaeKwon-Do. E tamb&eacute;m os tipos de armas utilizadas nas lutas: Dao (espada chinesa de l&acirc;mina larga), Jin (espada chinesa estreita), Kyudo (com arco), NunChuk (tr&ecirc;s bast&otilde;es de madeira unidos por corrente), Katana Samurai&nbsp;e o Shuriken.</p>
<p align="justify">Os diversos &acirc;ngulos de filmagem e a medida das pot&ecirc;ncias dos golpes, deram a oportunidade de observar os pontos fortes e fracos de cada um dos estilos de luta e das armas utilizadas.</p>
<p align="justify">Foi um programa excelente que abordou diversos assuntos incluindo principalmente a biomec&acirc;nica das artes marciais. E&nbsp;numa linguagem totalmente atrativa para os jovens de hoje.</p>
<p align="justify">O programa passou pela primeira vez em outubro/2006,&nbsp;e tem sido reprisado em novembro e dezembro. Mas espero que fa&ccedil;am um DVD com este programa (como fizeram com tantos outros) que certamente est&aacute; na minha lista dos melhores programas de ci&ecirc;ncia j&aacute; feitos.&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Como o Google Earth matou o Papai Noel&#8230;</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/12/24/como-o-google-earth-matou-o-papai-noel/</link>
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		<pubDate>Sun, 24 Dec 2006 20:00:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Google Earth]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bloguici.em.blog.br/2006/12/24/como-o-google-earth-matou-o-papai-noel/</guid>
		<description><![CDATA[Este &#233; um artigo&#160;baseado no original que est&#225; no blog Parallel Divergence. Naquele blog&#160;o autor discute como as ferramentas educacionais podem ser utilizadas para maravilhar as crian&#231;as, apresentando a realidade&#160;&#224; nossa volta. Uma destas ferramentas &#233; o Google Earth. Esta&#160;nos d&#225; uma imagem&#160;fotogr&#225;fica de&#160;qualquer lugar do planeta Terra. &#201; certo que dependendo da regi&#227;o, as [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Este &eacute; um artigo&nbsp;baseado no original que est&aacute; no blog <strong><a href="http://paralleldivergence.com/" target="_blank">Parallel Divergence</a></strong>.</p>
<p align="justify">Naquele blog&nbsp;o autor discute como as ferramentas educacionais podem ser utilizadas para maravilhar as crian&ccedil;as, apresentando a realidade&nbsp;&agrave; nossa volta. Uma destas ferramentas &eacute; o <a href="http://www.google.com/earth/" target="_blank"><strong>Google Earth</strong></a>. Esta&nbsp;nos d&aacute; uma imagem&nbsp;fotogr&aacute;fica de&nbsp;qualquer lugar do planeta Terra. &Eacute; certo que dependendo da regi&atilde;o, as fotos tem mais ou menos resolu&ccedil;&atilde;o. Isto depende se a regi&atilde;o em quest&atilde;o &eacute; uma cidade grande ou uma regi&atilde;o quase inabitada.</p>
<p align="justify">O ponto&nbsp;&eacute; que se uma&nbsp;crian&ccedil;a utilizar esta ferramenta, ir&aacute; notar que poucas casas possuem chamin&eacute;s.&nbsp;Como ser&aacute; ent&atilde;o que&nbsp;o Papai Noel&nbsp;entra&nbsp;nas casas e deixa os presentes? Bem, aqui no Brasil isto nem chega a ser um empecilho j&aacute; que o Papai Noel&nbsp;procura entrar pela porta da frente. Mas e se ela procurar pelo P&oacute;lo Norte? Cad&ecirc; a casa dele? S&oacute; se v&ecirc; gelo e &aacute;gua&#8230;</p>
<p style="text-align: center"><img src="http://i0.wp.com/img116.imageshack.us/img116/2310/northpolexe7.jpg?resize=366%2C202" border="1" hspace="10" vspace="10" style="width: 366px; height: 202px" data-recalc-dims="1" /></p>
<p align="justify">E a crian&ccedil;a pergunta:&nbsp;Ent&atilde;o, Papai Noel n&atilde;o existe?</p>
<p align="justify">A resposta n&atilde;o &eacute; t&atilde;o simples quanto se pensa, j&aacute; que a est&oacute;ria do Papai Noel &eacute; passada de gera&ccedil;&atilde;o em gera&ccedil;&atilde;o n&atilde;o como uma divers&atilde;o, mas sim como uma forma de controlar as crian&ccedil;as. Quem n&atilde;o se lembra de alguns pais dizendo a seus filhos que se eles n&atilde;o se comportarem, n&atilde;o haver&aacute; presente de natal? </p>
<p align="justify">E se Papai Noel n&atilde;o existe,&nbsp;quem ser&aacute;&nbsp;o respons&aacute;vel pelo fato do filho n&atilde;o ganhar presentes devido ao seu mau comportamento?</p>
<p align="justify">Ser&aacute; que os valores que passamos aos nossos filhos n&atilde;o s&atilde;o mais importantes que nos eximir da culpa?</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Imagem do dia</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/12/21/imagem-do-dia/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Dec 2006 00:09:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[NASA]]></category>

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		<description><![CDATA[A NASA mant&#233;m uma galeria de multimedia (v&#237;deo, a&#250;dio, imagens, etc&#8230;) que podem ser vistos aqui no NASA Multimedia. Eu particularmente assino o RSS da Imagem do Dia&#160;que nestes dias tem apresentado a manuten&#231;&#227;o da Esta&#231;&#227;o Espacial Internacional pelos astronautas Robert J. Curbeam Jr. e Christer Fuglesand.]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://i0.wp.com/www.nasa.gov/images/content/166077main_image_feature_723_ys_4.jpg?resize=324%2C236" border="1" hspace="10" vspace="10" align="top" style="width: 324px; height: 236px" data-recalc-dims="1" /></p>
<p align="justify">A <a href="http://www.nasa.gov" target="_blank"><strong>NASA</strong></a> mant&eacute;m uma galeria de multimedia (v&iacute;deo, a&uacute;dio, imagens, etc&#8230;) que podem ser vistos aqui no <a href="http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/index.html" target="_blank"><strong>NASA Multimedia</strong></a>. </p>
<p align="justify">Eu particularmente assino o <strong><a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/RSS" target="_blank">RSS</a></strong> da <a href="http://www.nasa.gov/multimedia/imagegallery/image_feature_723.html" target="_blank"><strong>Imagem do Dia</strong></a><strong>&nbsp;</strong>que nestes dias tem apresentado a manuten&ccedil;&atilde;o da Esta&ccedil;&atilde;o Espacial Internacional pelos astronautas Robert J. Curbeam Jr. e Christer Fuglesand.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Discussão (?!) sobre o primeiro postulado da relatividade restrita</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/12/10/discussao-sobre-o-primeiro-postulado-da-relatividade-restrita/</link>
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		<pubDate>Sun, 10 Dec 2006 02:13:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Einstein]]></category>
		<category><![CDATA[Relatividade]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes tenho a impressão de que os divulgadores de ciência tem perdido o fio da meada na divulgação científica. Ou melhor, que os maiores divulgadores de ciência na atualidade estão na realidade divulgando suas teorias (talvez para conseguir verbas para continuar suas pesquisas), mais do que propriamente fazer divulgação científica. Por que cheguei a [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Às vezes tenho a impressão de que os divulgadores de ciência tem perdido o fio da meada na divulgação científica. Ou melhor, que os maiores divulgadores de ciência na atualidade estão na realidade divulgando suas teorias (talvez para conseguir verbas para continuar suas pesquisas), mais do que propriamente fazer divulgação científica.</p>
<p align="center"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/einstein2.jpg" data-recalc-dims="1" /></p>
<p>Por que cheguei a esta conclusão?</p>
<p align="justify">Porque todo mundo parece querer discutir a física recente (cosmologia, relatividade restrita e geral, mecânica quântica) sem ao menos saber sequer qualquer fundamento de física básica, nem mesmo do que é ciência.</p>
<p align="justify">E eis que neste contexto, surge alguém que sempre quer discutir sobre a dilatação temporal que ocorre na relatividade restrita, por exemplo, nos locais A e B.</p>
<p align="justify">Primeiramente temos que considerar que A e B devem ser referenciais inerciais. E aí já vejo uma cara de certo espanto e desconhecimento&#8230; O que é um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Referencial_inercial">referencial inercial</a>? (Quem tiver curiosidade de saber é só clicar o link precedente&#8230;) E durante a explicação eu penso: <em>&#8220;Como alguém que sequer saiba a física newtoniana queira discutir relatividade? Tem algo errado em algum lugar&#8230;&#8221;</em></p>
<p align="justify">E então, a dúvida maior surge: <em>&#8220;Se estou no referencial A, se eu observar o relógio no referencial B, noto que o tempo em B corre mais lentamente que em A. Isto quer dizer que meu amigo que está no referencial B verá o meu relógio correr mais rapidamente que o dele. Certo?&#8221;</em> &#8211; Esta lógica tem um certo sentido para quem não saiba relatividade e ainda considere que exista um tempo absoluto, mas está totalmente incorreta.</p>
<p align="justify"><em>&#8220;Mas como errado?&#8221;</em> &#8211; Bem, o primeiro postulado nos diz que a física em qualquer referencial inercial deve ser a mesma. Então pergunto: <em>&#8220;Ora, se a física deve ser a mesma em qualquer referencial inercial, por que o seu amigo no referencial B deveria ver o seu relógio em A mais rápido?&#8221;</em>&#8230; Não obtenho resposta alguma&#8230;</p>
<p align="justify">Talvez, o que falte aí seja entender o que este postulado significa, ou seja, o que quer dizer a afirmação de que a física deve ser a mesma nos referenciais inerciais?</p>
<p align="justify">Suponha que você faça um experimento X e obtenha o resultado Y estando no referencial A. O seu amigo no referencial B ao fazer o mesmo experimento X deve obter o mesmo resultado Y. Isto é válido para qualquer experimento X que você determinar, ou seja, as teorias e as leis, enfim, a física que é possível construir daí é a mesma. Este postulado, mesmo que não demonstrável, nos diz algo muito profundo: Se a física não fosse a mesma nos referenciais inerciais, qualquer resultado que você obtivesse no experimento X estando no referencial A, seria crível para o seu amigo no referencial B e vice-versa, significando que na realidade nós não teríamos física nenhuma, pois qualquer um poderia dizer o que quisesse sobre quaisquer resultados experimentais alegando estar em referenciais inerciais diferentes.</p>
<p align="justify">Assim, o experimento <em>&#8220;medir o tempo em um outro referencial inercial&#8221;</em> para os referenciais A e B deve apresentar o mesmo resultado independente de qual referencial se faça o experimento, ou seja, você e seu amigo devem obter o mesmo resultado.</p>
<p align="justify">E voltando ao assunto inicial, onde está o erro? Será que a divulgação científica não tem focado demais em física contemporânea? E a física básica? Não tem assuntos interessantes?</p>
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		<title>Tradução do Feynman’s Lectures on Physics</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Nov 2006 22:29:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Feynman]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma das grandes genialidades que o Richard Feynman possuía era ter uma didática formidável, onde ele conseguia transformar os assuntos difíceis em assuntos atraentes através da construção do conhecimento partindo de conceitos básicos da física e chegando ao topo. Isto pode ser visto nos três volumes do Feynman&#8217;s Lectures on Physics, que até agora não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img border="2" align="left" src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/feynman.jpg?w=206" data-recalc-dims="1" /></p>
<p align="justify">Uma das grandes genialidades que o Richard Feynman possuía era ter uma didática formidável, onde ele conseguia transformar os assuntos difíceis em assuntos atraentes através da construção do conhecimento partindo de conceitos básicos da física e chegando ao topo.</p>
<p align="justify">Isto pode ser visto nos três volumes do Feynman&#8217;s Lectures on Physics, que até agora não tinha sido traduzido para a língua portuguesa. Até agora. Porque através da iniciativa do Everton Zanella de Alvarenga e seus colaboradores, teremos os três volumes traduzidos e online na Internet.Se você quiser ler o que já foi traduzido, ou mesmo, entrar para a equipe de colaboradores, é só acessar o site <strong><a href="http://feyntrad.wikidot.com/">Feyntrad</a></strong>.</p>
<p align="justify">O site funciona ao estilo WIKI, onde, após ter criado a sua conta, você tem livre acesso para escolher o capítulo que deseja traduzir. Simples assim. Então, mãos à obra&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Um pouco mais de escrita…</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/09/04/um-pouco-mais-de-escrita/</link>
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		<pubDate>Mon, 04 Sep 2006 16:12:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[EgoTrip]]></category>
		<category><![CDATA[Plutão]]></category>

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		<description><![CDATA[Às vezes é um pouco estranho colocar um caráter pessoal em um blog de divulgação científica, mas vou me arriscar assim mesmo&#8230; Este blog tem ficado um pouco de lado por estes meses que passaram devido ao volume de coisas a serem feitas (mudança de casa com tudo o que isto implica, término do meu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Às vezes é um pouco estranho colocar um caráter pessoal em um blog de divulgação científica, mas vou me arriscar assim mesmo&#8230;</p>
<p align="justify">Este blog tem ficado um pouco de lado por estes meses que passaram devido ao volume de coisas a serem feitas (mudança de casa com tudo o que isto implica, término do meu mestrado de física e seleção para o doutorado, etc&#8230; no etc estão as coisas que eu esqueci agora&#8230;) .</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/escrevendo.jpg" alt="Escrevendo a Dissertação de Mestrado" title="Escrevendo a Dissertação de Mestrado" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Durante este tempo tive a idéia de postar algo sobre Plutão, o ex-planeta. Mas achei, depois, que a mídia já havia dado importância demais por uma definição que não altera em nada o Sistema Solar&#8230; </p>
<p align="justify">Parece que a imprensa carece de assuntos para divulgação ou tem preguiça mesmo&#8230; Será que não há nenhum projeto científico por aí que mereça mais atenção?</p>
<p align="justify">Bom, quando terminar de escrever a minha dissertação de mestrado, colocarei um resumão por aqui&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Sinais de uma pseudociência</title>
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		<pubDate>Sat, 22 Jul 2006 02:18:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Pseudociência]]></category>

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		<description><![CDATA[&#8220;A pseudociência pode ser declarada enganosa, ou pode ser o resultado de uma forma errônea ou tendenciosa de pensar. Qualquer que seja o caso, a pseudociência é um negócio muito grande. É enorme o mercado existente para ímãs com propriedades terapêuticas, dispositivos de proteção contra campos magnéticos, esquemas que proveêm energia livre infinita e quaisquer [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<blockquote>
<p align="justify">&#8220;A pseudociência pode ser declarada enganosa, ou pode ser o resultado de uma forma errônea ou tendenciosa de pensar. Qualquer que seja o caso, a pseudociência é um negócio muito grande. É enorme o mercado existente para ímãs com propriedades terapêuticas, dispositivos de proteção contra campos magnéticos, esquemas que proveêm energia livre infinita e quaisquer outros frutos do irracional.<br />
Os cientistas devem manter suas mentes abertas, devem estar preparados para aceitar novas descobertas, e a serem surpreendidos por novas evidências. Mas eles também têm a responsabilidade de falar quando o público está sendo iludido por pseudocientistas cujas afirmações são desprovidas de substância.&#8221;<br />
HEWITT, Paul: <em>Física Conceitual</em>, p.412</p></blockquote>
<p align="justify">Este trecho fala sobre as terapias magnéticas que existem pelo mundo afora, mas que não foram demonstradas evidências de que funcionam. E como o próprio autor diz, é um negócio lucrativo, pois se vendem ímãs simples como se houvessem algum fator medicinal neles.</p>
<p align="justify">Mas este é um dos exemplos dentre muitos outros.</p>
<p align="justify">Hoje em dia há muitos os que alegam construir teorias que são melhores que a física quântica ou a relatividade. O fazem, talvez por estas teorias ainda serem novas, pois completaram só 100 anos recentemente. E portanto ainda não estarem no cotidiano dos leigos.</p>
<p align="justify">Ou então, ao invés de alegar que são melhores, tentam associar a física quântica ou a relatividade com o que quer que seja tentando dar uma aura científica onde não há ou dar certezas onde não existe nenhuma.</p>
<p align="justify">Mas como fazer com que uma pessoa comum possa identificar se aquilo que ela lê ou assiste é pseudociência?</p>
<p align="justify">Bom, o professor Robert L. Park &#8211; autor do livro <em>&#8220;Voodoo Science: The Road From Foolishness to Fraud&#8221;</em> e catedrático de física na Universidade de Maryland &#8211; escreveu para o <a href="http://chronicle.com/review/">Chronicle Review</a>, um modo de como reconhecer se algo é pseudociência. O seu artigo se chama <em><a href="http://chronicle.com/free/v49/i21/21b02001.htm">&#8220;Os sete sinais de aviso de uma pseudociência&#8221;</a></em> do qual coloco aqui um resumo brevíssimo com os sinais:</p>
<blockquote><p>1- O pesquisador expõe sua descoberta diretamente na mídia;<br />
2- O pesquisador alega que forças do <em>&#8220;status quo&#8221;</em>  boicotam seu trabalho;<br />
3- O efeito alegado sempre está no limite do experimentalmente detectável;<br />
4- A evidência da descoberta é anedótica, ou seja, é uma evidência pessoal que nunca foi comprovada cientificamente.<br />
5- O pesquisador diz que alguma crença tem crédito pelo simples fato desta ter durado por séculos;<br />
6- O pesquisador trabalhou em isolamento;<br />
7- O pesquisador precisa propor novas leis da natureza para poder explicar sua descoberta;</p></blockquote>
<p>Se você quiser se aprofundar um pouco mais no assunto, existe um livro que discute como a ciência pode ser distorcida para dar origem a conhecimentos no mínimo duvidosos quando não enganosos para proveito ($$) de alguns.</p></blockquote>
<p align="left"><a href="http://www.livrariacultura.com.br/scripts/cultura/externo/index.asp?id_link=4342&#038;tipo=2&#038;isbn=88571395217" title="Impostura Cient&iacute;fica em Dez Li&ccedil;&otilde;es"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/8571395217.jpg" alt="Impostura Cient&iacute;fica em Dez Li&ccedil;&otilde;es" data-recalc-dims="1" /></a></p>
<p><strong>A impostura científica em dez lições</strong><br />
Michel de Pracontal</p>
<p align="justify">Um manual da farsa científica, em dez lições. É assim que o autor trata da pseudociência, atraente e difundida na atualidade. Serve tanto como um <em>&#8220;manual de uso&#8221;</em> àqueles que pretendem se aperfeiçoar na prática do charlatanismo quanto um alerta aos incautos contra as práticas daqueles que, empunhando a bandeira da ciência, pretendem burlar os preceitos da racionalidade científica.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>A relatividade do errado &#8211; por Isaac Asimov</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/05/25/a-relatividade-do-errado-por-isaac-asimov/</link>
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		<pubDate>Thu, 25 May 2006 19:26:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>

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		<description><![CDATA[Outro dia eu recebi uma carta. Estava escrita à mão em uma letra ruim, tornando a leitura muito difícil. Não obstante, eu tentei devido à possibilidade de que fosse alguma coisa importante. Na primeira frase, o escritor me disse que estava se formando em literatura Inglesa, mas que sentia que precisava me ensinar ciência. (Eu [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Outro dia eu recebi uma carta. Estava escrita à mão em uma letra ruim, tornando a leitura muito difícil. Não obstante, eu tentei devido à possibilidade de que fosse alguma coisa importante. Na primeira frase, o escritor me disse que estava se formando em literatura Inglesa, mas que sentia que precisava me ensinar ciência. (Eu suspirei levemente, pois conhecia muito poucos bacharéis em literatura inglesa equipados para me ensinar ciência, mas sou perfeitamente ciente do meu estado de vasta ignorância e estou preparado para aprender tanto quanto possa de qualquer um, então continuei lendo.)</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/asimov.jpg" alt="Isaac Asimov" title="Isaac Asimov" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Parece que em um de meus inúmeros ensaios, eu expressei certa felicidade em viver em um século em que finalmente entendemos o básico sobre o universo.</p>
<p align="justify">Eu não entrei em detalhes, mas o que eu queria dizer era que agora nós sabemos as regras básicas que governam o universo, assim como as inter-relações gravitacionais de seus grandes componentes, como mostrado na teoria da relatividade elaborada entre 1905 e 1916. Também conhecemos as regras básicas que governam as partículas subatômicas e suas inter-relações, pois elas foram descritas muito ordenadamente pela teoria quântica elaborada entre 1900 e 1930. E mais, nós descobrimos que as galáxias e os aglomerados de galáxias são as unidades básicas do universo físico, como descoberto entre 1920 e 1930.</p>
<p align="justify">Veja, essas são todas descobertas do século vinte.</p>
<p align="justify">O jovem especialista em literatura inglesa, depois de me citar, continuou me dando uma severa bronca a respeito do fato que em todos os séculos as pessoas pensaram que finalmente haviam compreendido o universo, e em todos os séculos se provou que elas estavam erradas. Segue que a única coisa que nós podemos dizer sobre nosso &#8220;conhecimento&#8221; moderno é que está errado. O jovem citou então com aprovação o que Sócrates disse ao saber que o oráculo de Delfos o tinha proclamado o homem o mais sábio da Grécia: &#8220;se eu sou o homem o mais sábio&#8221;, disse Sócrates, &#8220;é porque só eu sei que nada sei&#8221;. A conseqüência era que eu era muito tolo porque tinha a impressão de saber bastante.</p>
<p align="justify">Minha resposta a ele foi esta: &#8220;John, quando as pessoas pensavam que a Terra era plana, elas estavam erradas. Quando pensaram que a Terra era esférica, elas estavam erradas. Mas se você acha que pensar que a Terra é esférica é tão errado quanto pensar que a Terra é plana, então sua visão é mais errada do que as duas juntas&#8221;.</p>
<p align="justify">O problema básico é que as pessoas pensam que &#8220;certo&#8221; e &#8220;errado&#8221; são absolutos; que tudo que não é perfeitamente e completamente certo é totalmente e igualmente errado.</p>
<p align="justify">Entretanto, eu penso que não é assim. Parece-me que certo e errado são conceitos nebulosos, e eu devotarei este ensaio a explicar por que eu penso assim.</p>
<p align="justify">&#8230; Quando meu amigo, o perito em literatura inglesa, me disse que em todos os séculos os cientistas pensaram ter entendido o universo e estavam sempre errados, o que eu quero saber é quão errados estavam eles? Todos estão errados no mesmo grau? Vamos dar um exemplo.</p>
<p align="justify">Nos primeiros dias da civilização, a sensação geral era que a Terra era plana. Não porque as pessoas eram estúpidas, ou porque queriam acreditar em coisas estúpidas. Achavam que era plana por evidências sólidas. Não era só uma questão de &#8220;parece que é&#8221;, porque a Terra não parece plana. Ela é caoticamente irregular, com montes, vales, ravinas, penhascos, e assim por diante.</p>
<p align="justify">Naturalmente há planícies onde, em áreas limitadas, a superfície da Terra parece relativamente plana. Uma dessas planícies está na área do Tigre/Eufrates, onde a primeira civilização histórica (com escrita) se desenvolveu, a dos Sumérios.</p>
<p align="justify">Talvez tenha sido a aparência da planície que convenceu os Sumérios inteligentes a aceitar a generalização de que a Terra era plana; que se você nivelasse de algum modo todas as elevações e depressões, sobraria uma superfície plana. Talvez tenha contribuído com essa noção o fato que as superfícies d&#8217;água (reservatórios e lagos) parecem bem planas em dias calmos.</p>
<p align="justify">Uma outra maneira de olhar é perguntar qual é a &#8220;curvatura&#8221; da superfície da terra ao longo de uma distância considerável, quanto a superfície se desvia (em média) do plano perfeito. A teoria da Terra plana diria que a superfície não se desvia em nada de uma forma chata, ou seja, que a curvatura é 0 (zero) por milha.</p>
<p align="justify">É claro que hoje em dia aprendemos que a teoria da Terra plana está errada; que está tudo errado, enormemente errado, certamente. Mas não está. A curvatura da terra é quase 0 (zero) por milha, de modo que embora a teoria da Terra plana esteja errada, está quase certa. É por isso que a teoria durou tanto tempo.</p>
<p align="justify">Havia razões, com certeza, para julgar insatisfatória a teoria da Terra plana e, por volta de 350 A.C., o filósofo grego Aristóteles as resumiu. Primeiro, algumas estrelas desapareciam para o hemisfério do sul quando se viajava para o norte, e desapareciam para o hemisfério norte quando se viajava para o sul. Segundo, a sombra da Terra na Lua durante um eclipse lunar era sempre o arco de um círculo. Em terceiro lugar, aqui na própria Terra, é sempre o casco dos navios que desaparece primeiro no horizonte, em quaisquer direções que viajem.</p>
<p align="center">
<img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/terra_plana.jpg" alt="Terra Plana" title="Terra Plana" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Todas as três observações não poderiam ser razoavelmente explicadas se a superfície da Terra fosse plana, mas poderiam ser explicadas supondo que a Terra fosse uma esfera.</p>
<p align="justify">E mais, Aristóteles acreditava que toda matéria sólida tendia a se mover para o centro comum, e se a matéria sólida fizesse isso, acabaria como uma esfera. Qualquer volume dado de matéria está, em média, mais perto de um centro comum se for uma esfera do que se for qualquer outra forma.</p>
<p align="justify">Cerca de um século após Aristóteles, o filósofo grego Eratóstenes notou que o Sol lançava sombras de comprimentos diferentes em latitudes diferentes (todas as sombras teriam o mesmo comprimento se a superfície da Terra fosse plana). Pela diferença no comprimento da sombra, calculou o tamanho da esfera terrestre, que teria 25.000 milhas (cerca de 40.000 km) de circunferência.</p>
<p align="justify">Tal esfera se encurva aproximadamente 0,000126 milhas por milha, uma quantidade muito perto de 0, como você pode ver, e que não seria facilmente mensurável pelas técnicas à disposição dos antigos. A minúscula diferença entre 0 e 0,000126 responde pelo fato de que passou tanto tempo para passar da Terra plana à Terra esférica.</p>
<p align="justify">Note que mesmo uma diferença minúscula, como aquela entre 0 e 0,000126, pode ser extremamente importante. Essa diferença vai se acumulando. A Terra não pode ser mapeada em grandes extensões com nenhuma exatidão se a diferença não for levada em conta e se a Terra não for considerada uma esfera e não uma superfície plana. Viagens longas pelo mar não podem ser empreendidas com alguma maneira razoável de encontrar sua própria posição no oceano a menos que a Terra seja considerada esférica e não plana.</p>
<p align="justify">Além disso, a Terra plana pressupõe a possibilidade de uma terra infinita, ou da existência de um &#8220;fim&#8221; da superfície. A Terra esférica, entretanto, postula que a Terra seja tanto sem fim como no entanto finita, e é este postulado que é consistente com todas as últimas descobertas.</p>
<p align="justify">Assim, embora a teoria da Terra plana esteja somente ligeiramente errada e seja um crédito a seus inventores, uma vez que se considere o quadro todo, é errada o suficiente para ser rejeitada em favor da teoria da Terra esférica.</p>
<p align="justify">Mas a Terra é uma esfera?</p>
<p align="justify">Não, ela não é uma esfera; não no sentido matemático estrito. Uma esfera tem determinadas propriedades matemáticas &#8211; por exemplo, todos os diâmetros (isto é, todas as linhas retas que passam de um ponto em sua superfície, através do centro, a um outro ponto em sua superfície) têm o mesmo comprimento.</p>
<p align="justify">Entretanto, isso não é verdadeiro na Terra. Diferentes diâmetros da Terra possuem comprimentos diferentes.</p>
<p align="justify">O que forneceu a idéia de que a Terra não era uma esfera verdadeira? Para começar, o Sol e a Lua têm formas que são círculos perfeitos dentro dos limites de medida nos primeiros dias do telescópio. Isso é consistente com a suposição de que o Sol e a Lua são perfeitamente esféricos.</p>
<p align="justify">Entretanto, quando Júpiter e Saturno foram observados por telescópio pela primeira vez, logo ficou claro que as formas daqueles planetas não eram círculos, mas claras elipses. Isso significava que Júpiter e Saturno não eram esferas de fato.</p>
<p align="justify">Isaac Newton, no fim do século dezessete, mostrou que um corpo de grande massa formaria uma esfera sob atração de forças gravitacionais (exatamente como Aristóteles tinha proposto), mas somente se não estivesse girando. Se girasse, aconteceria um efeito centrífugo que ergueria a massa do corpo contra a gravidade, e esse efeito seria tão maior quanto mais perto do equador. O efeito seria tão maior quanto mais rapidamente o objeto esférico girasse, e Júpiter e Saturno certamente giravam bem rapidamente.</p>
<p align="justify">A Terra gira muito mais lentamente do que Júpiter ou Saturno, portanto o efeito deveria ser menor, mas deveria estar lá. Medidas de fato da curvatura da Terra foram realizadas no século dezoito e provaram que Newton estava correto.</p>
<p align="justify">Em outras palavras, a Terra tem uma protuberância equatorial. É achatada nos pólos. É um &#8220;esferóide oblato&#8221; e não uma esfera. Isto significa que os vários diâmetros da terra diferem em comprimento. Os diâmetros mais longos são os que vão de um ponto no equador a outro ponto oposto no equador. Esse &#8220;diâmetro equatorial&#8221; é de 12.755 quilômetros (7.927 milhas). O diâmetro mais curto é do pólo norte ao pólo sul e este &#8220;diâmetro polar&#8221; é de 12.711 quilômetros (7.900 milhas).</p>
<p align="justify">A diferença entre o maior e o menor diâmetro é de 44 quilômetros (27 milhas), e isso significa que a &#8220;oblacidade&#8221; da Terra (sua diferença em relação à esfericidade verdadeira) é 44/12755, ou 0,0034. Isto dá 1/3 de 1%.</p>
<p align="justify">Em outras palavras, em uma superfície plana, a curvatura é 0 em todos os lugares. Na superfície esférica da Terra, a curvatura é de 0,000126 milhas por milha todos os lugares [ou 8 polegadas por milha (12,63cm/km)]. Na superfície esferóide oblata da Terra, a curvatura varia de 7,973 polegadas por milha (12,59cm/km) a 8,027 polegadas por milha (12,67cm/km).</p>
<p align="justify">A correção de esférico a esferóide oblato é muito menor do que de plano a esférico. Conseqüentemente, embora a noção da Terra como uma esfera seja errada, estritamente falando, não é tão errada quanto a noção da Terra plana.</p>
<p align="justify">Mesmo a noção esferóide oblata da Terra é errada, estritamente falando. Em 1958, quando o satélite Vanguard I foi posto em órbita sobre a Terra, ele mediu a força gravitacional local da Terra &#8211; e conseqüentemente sua forma &#8211; com precisão sem precedentes. No fim das contas, descobriu-se que a protuberância equatorial ao sul do equador era ligeiramente mais protuberante do que a protuberância ao norte do equador, e que o nível do mar do pólo sul estava ligeiramente mais próximo o centro da terra do que o nível do mar do pólo norte.</p>
<p align="justify">Não parecia haver nenhuma outra maneira de descrever isso senão que dizendo a Terra tinha o formato de uma pêra, e muitas pessoas decidiram que a Terra não se parecia em nada com uma esfera mas tinha a forma de uma pêra Bartlett dançando no espaço. Na verdade, o desvio do formato de pêra em relação ao esferóide oblato perfeito era uma questão de jardas e não de milhas, e o ajuste da curvatura estava na casa dos milionésimos de polegada por milha.</p>
<p align="justify">Em suma, meu amigo literado em inglês, viver em um mundo mental de certos e errados absolutos, pode significar imaginar que uma vez que todas as teorias são erradas, podemos pensar que a Terra seja esférica hoje, cúbica no século seguinte, um icosaedro oco no seguinte, e com formato de rosquinha no seguinte.</p>
<p align="justify">O que acontece na verdade é que uma vez os cientistas tomam um bom conceito, eles o refinam gradualmente e o estendem com sutileza crescente à medida que seus instrumentos de medida melhoram. As teorias não são tão erradas quanto incompletas.</p>
<p align="justify">Isto pode ser dito em muitos casos além da forma da Terra. Mesmo quando uma nova teoria parece representar uma revolução, ela geralmente surge de pequenos refinamentos. Se algo mais do que um pequeno refinamento fosse necessário, então a teoria anterior não teria resistido.</p>
<p align="justify">Copérnico mudou de um sistema planetário centrado na Terra para um centrado no Sol. Ao fazer isso, mudou de algo que era óbvio para algo que era aparentemente ridículo. Entretanto, era uma questão de encontrar melhores maneiras de calcular o movimento dos planetas no céu, e a teoria geocêntrica acabou sendo deixada para trás. Foi exatamente porque a teoria antiga dava resultados razoavelmente bons pelos padrões de medida da época que ela se manteve por tanto tempo.</p>
<p align="justify">Novamente, foi porque as formações geológicas da Terra mudam tão lentamente e as coisas vivas sobre ela evoluem tão lentamente que parecia razoável no início supor que não havia nenhuma mudança e que a Terra e a vida sempre existiram como hoje. Se isso fosse assim, não faria nenhuma diferença se a Terra e a vida tinham bilhões ou milhares de anos. Milhares eram mais fáceis de se entender.</p>
<p align="justify">Mas quando cuidadosas observações mostraram que a Terra e a vida estavam mudando a uma taxa que era minúscula mas não nula, a seguir tornou-se claro que a Terra e a vida tinham que ser muito antigas. A geologia moderna surgiu, e também a noção de evolução biológica.</p>
<p align="justify">Se a taxa de mudança fosse maior, a geologia e a evolução alcançariam seu estado moderno na antigüidade. É somente porque a diferença entre as taxas de mudança em um universo estático e em um evolutivo estão entre zero e quase zero que os criacionistas continuam propagando suas loucuras.</p>
<p align="justify">Uma vez que os refinamentos na teoria ficam cada vez menores, mesmo teorias bem antigas devem ter estado suficientemente certas para permitir que avanços fossem feitos; avanços que não foram anulados por refinamentos subseqüentes.</p>
<p align="justify">Os Gregos introduziram a noção de latitude e longitude, por exemplo, e fizeram mapas razoáveis da bacia mediterrânea mesmo sem levar em conta a esfericidade, e nós usamos ainda hoje latitude e longitude.</p>
<p align="justify">Os Sumérios provavelmente foram os primeiros a estabelecer o princípio de que os movimentos planetários no céu são regulares e podem ser previstos, e tentaram achar maneiras de fazê-lo mesmo assumindo a Terra como o centro do universo. Suas medidas foram enormemente refinadas mas o princípio permanece.</p>
<p align="justify">Naturalmente, as teorias que temos hoje podem ser consideradas erradas no sentido simplista do meu correspondente bacharel em literatura inglesa, mas em um sentido muito mais verdadeiro e mais sutil, elas precisam somente ser consideradas incompletas.</p>
<p align="justify">Publicado na Skeptical Inquirer, Vol. 14 No. 1, Outono 1989, páginas 35-44</p>
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		<title>Lousa do Einstein!</title>
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		<pubDate>Sun, 14 May 2006 03:01:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Piada]]></category>

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		<description><![CDATA[Não é propriamente ciência, mas é um link interessante&#8230; No site http://www.hetemeel.com/einsteinform.php podemos colocar qualquer texto no quadro negro do Einstein&#8230; Vale a diversão&#8230;]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/einsteinshow.jpg"  data-recalc-dims="1" /></p>
<p align="justify">Não é propriamente ciência, mas é um link interessante&#8230;</p>
<p align="justify">No site <a href="http://www.hetemeel.com/einsteinform.php">http://www.hetemeel.com/einsteinform.php</a><br />
podemos colocar qualquer texto no quadro negro do Einstein&#8230;</p>
<p align="justify">Vale a diversão&#8230;</p>
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		<title>Emaranhamento por troca de fótons</title>
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		<pubDate>Sun, 14 May 2006 01:19:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>

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		<description><![CDATA[Como se o emaranhamento por si s&#243; j&#225; n&#227;o fosse estranho o suficiente, os f&#237;sicos agora fazem emaranhamento entre f&#243;tons que j&#225; est&#227;o emaranhados.&#160;No emaranhamento por troca, um f&#243;ton de um par emaranhado se torna emaranhado com um terceiro f&#243;ton, do qual resulta que o terceiro esteja emaranhado com o primeiro sem que estes sequer [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Como se o emaranhamento por si s&oacute; j&aacute; n&atilde;o fosse estranho o suficiente, os f&iacute;sicos agora fazem emaranhamento entre f&oacute;tons que j&aacute; est&atilde;o emaranhados.&nbsp;No emaranhamento por troca, um f&oacute;ton de um par emaranhado se torna emaranhado com um terceiro f&oacute;ton, do qual resulta que o terceiro esteja emaranhado com o primeiro sem que estes sequer tenham interagido entre si.</p>
<p align="justify">Isto vem a resolver o problema que existia com os f&oacute;tons emaranhados, onde a correla&ccedil;&atilde;o entre eles se mantinha por uma certa dist&acirc;ncia at&eacute; que esta se desfizesse.</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/entanglement.jpg" alt="emaranhamento quântico" title="emaranhamento quântico" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Com estes repetidores, a informa&ccedil;&atilde;o poder&aacute; caminhar por uma dist&acirc;ncia bem maior, emaranhando f&oacute;tons e mais f&oacute;tons com os do primeiro par.</p>
<p align="justify">E ao que parece, esta &eacute; mais uma ferida a ser acrescentada ao realismo local que o Einstein tanto defendia.</p>
<p align="justify">Yang, Tao, et al. <em>Experimental Synchronization of Independent Entangled Photon Sources</em>. Physical Review Letters 96, 110501 (2006)&nbsp; ou no arXiv <a href="http://arxiv.org/abs/quant-ph/0502146">http://arxiv.org/abs/quant-ph/0502146</a></p>
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		<title>Revista Astronomy Brasil</title>
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		<pubDate>Sun, 07 May 2006 17:29:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de mais de 20 anos esperando que a revista fosse lançada no Brasil, eis que para minha surpresa vejo a revista nas bancas meio que por acaso. Foi uma grata surpresa e mais um ponto para a divulgação científica no Brasil. A revista como o título próprio já diz, aborda temas sobre a astronomia, [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Depois de mais de 20 anos esperando que a revista fosse lançada no Brasil, eis que para minha surpresa vejo a revista nas bancas meio que por acaso.</p>
<p align="center"><img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/astronomymaio.jpg?resize=149%2C194" data-recalc-dims="1" /></p>
<p align="justify">Foi uma grata surpresa e mais um ponto para a divulgação científica no Brasil.</p>
<p align="justify">A revista como o título próprio já diz, aborda temas sobre a astronomia, mas também temas sobre astrofísica e cosmologia e neste mês o tema principal é sobre a colisão entre dois buracos negros.</p>
<p align="justify">Quem quiser visitar o site é só clicar <a href="http://www.revistaastronomy.com.br" title="Revista Astronomy Brasil">aqui</a>. Entretanto, comprar a revista nas bancas tem uma vantagem que acho crucial para quem é <em>&#8220;fissurado&#8221;</em> na área: cartas e mapas celestes detalhados com indicação do céu no mês corrente, posição de planetas, cometas asteróides, além de chuvas de meteoros e de luas. Só esse material já faria a revista valer a pena, com os artigos então, nem se diga&#8230;</p>
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		<title>Projeto Genográfico</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/05/06/projeto-genografico/</link>
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		<pubDate>Sat, 06 May 2006 20:58:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Código Genético]]></category>
		<category><![CDATA[DNA]]></category>

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		<description><![CDATA[O Projeto Genográfico utilizará análise de amostras de DNA, em laboratório e computadorizada, de centenas de milhares de pessoas, incluindo representantes de populações nativas e representantes da sociedade em geral, para mapear o povoamento da Terra. Liderado por Spencer Wells, PhD da National Geographic, um grupo de cientistas internacionais e pesquisadores da IBM coletarão amostras genéticas, analisar os resultados e [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center"><img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/genohk5.jpg?resize=513%2C197" data-recalc-dims="1" /></p>
<p align="justify">O <a href="https://www3.nationalgeographic.com/genographic/">Projeto Genográfico</a> utilizará análise de amostras de DNA, em laboratório e computadorizada, de centenas de milhares de pessoas, incluindo representantes de populações nativas e representantes da sociedade em geral, para mapear o povoamento da Terra. Liderado por Spencer Wells, PhD da National Geographic, um grupo de cientistas internacionais e pesquisadores da IBM coletarão amostras genéticas, analisar os resultados e elaborar relatórios a respeito das raízes genéticas dos seres humanos contemporâneos.</p>
<p align="justify">Os cientistas montarão dez centros que estarão espalhados pelo mundo. Espera-se que o projeto revele detalhes a respeito da história da migração global dos seres humanos e que leve a uma nova abordagem das conexões e diferenças que compõem a espécie humana (um destes centros se encontra na Universidade Federal de Minas Gerais, no <a href="http://www.icb.ufmg.br/">Instituto de Ciências Biológicas</a>).</p>
<p align="justify">O banco de dados público resultante do trabalho abrigará uma das maiores coleções de informações genéticas acerca da população humana jamais reunida e servirá como fonte de pesquisa sem precedentes para geneticistas, historiadores e antropólogos.</p>
<p align="justify">A renda proveniente da venda dos Kits de Participação Genográfica ajudará futuras pesquisas de campo e financiará projetos educativos e de preservação cultural entre os grupos nativos participantes.</p>
<p align="justify">Só resta saber quem vai querer gastar US$ 99,95 para participar do projeto. Para aqueles que quiserem desembolsar tal quantia, o projeto fornecerá um kit de coleta de DNA que consiste na raspagem indolor da pele bucal interna e do qual você deverá escolher se quer um teste de DNA mitocondrial (linhagem materna) ou do cromossomo Y (linhagem paterna).</p>
<p align="justify">O resultado irá fornecer a história antropológica materna ou paterna, dependendo da sua escolha, e mostrarão os caminhos de migração de seus ascendentes que poderão ter ocorrido em 10.000 anos atrás.  O que ele não irá mostrar é a porcentagem étnica ou racial nem sua origem geográfica. Muito menos apresentar algo sobre seus ascendentes recentes tais como bisavôs, tataravôs, etc&#8230;</p>
<p align="justify">Além do kit, você irá receber um DVD, um mapa genográfico, a descrição do projeto e a garantia de discrição dos resultados obtidos.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A Interpretação por Coletivos Estatísticos da Física Quântica</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/04/27/a-interpretacao-por-coletivos-estatisticos-da-fisica-quantica/</link>
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		<pubDate>Fri, 28 Apr 2006 01:43:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Quântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Considero esta interpreta&#231;&#227;o (Ensemble Interpretation), particularmente, uma rival &#224; altura da de Copenhagen considerada a mais comum e a mais aceita doutrinariamente. Digo que &#233; doutrin&#225;ria porque raramente se ouve falar das outras interpreta&#231;&#245;es ao se aprender f&#237;sica qu&#226;ntica, dando a impress&#227;o de que tudo j&#225; est&#225; lapidado. O texto original pode ser lido aqui [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Considero esta interpreta&ccedil;&atilde;o (Ensemble Interpretation), particularmente, uma rival &agrave; altura da de Copenhagen considerada a mais comum e a mais aceita doutrinariamente. Digo que &eacute; doutrin&aacute;ria porque raramente se ouve falar das outras interpreta&ccedil;&otilde;es ao se aprender f&iacute;sica qu&acirc;ntica, dando a impress&atilde;o de que tudo j&aacute; est&aacute; lapidado.</p>
<p align="justify">O texto original pode ser lido <a href="http://www.anasoft.co.uk/quantummechanics/">aqui</a> do qual traduzi algumas partes e que disponho a seguir&#8230;</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/ensemble.jpg" alt="Ensemble Quantum Mechanics Leslie Ballentine" title="Ensemble Quantum Mechanics Leslie Ballentine" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Este texto tra&ccedil;a um pequeno resumo da interpreta&ccedil;&atilde;o por coletivos estat&iacute;sticos da f&iacute;sica qu&acirc;ntica. Esta interpreta&ccedil;&atilde;o era a aceita por Einstein e desenvolvida por Leslie E. Ballentine (&quot;Quantum Mechanics, A Modern Development&quot; ISBN981-02-4105-4.).</p>
<p align="justify">Todas as outras s&atilde;o essencialmente metaf&iacute;sicas, superficiais e com pouco ou nenhum suporte experimental al&eacute;m de introduzirem confus&atilde;o desnecess&aacute;ria.</p>
<p align="justify">A interpreta&ccedil;&atilde;o por coletivos estat&iacute;sticos nos diz que o vetor de estado se aplica a um grupo de sistemas identicamente preparados e n&atilde;o a um sistema individual. Isto &eacute; um conceito abstrato. Ou seja, N&Atilde;O h&aacute; nenhum sistema individual (ou part&iacute;cula) em uma real combina&ccedil;&atilde;o de estados tais como:</p>
<p align="justify">|phy&gt; = |a&gt; +|b&gt;.</p>
<p align="justify">Este &eacute; apenas um modo notacional de expressar o que est&aacute; acontecendo realmente.</p>
<p align="justify">A mec&acirc;nica qu&acirc;ntica (MQ) introduziu a nota&ccedil;&atilde;o de Dirac, e em parte, esta &eacute; a causa com que a interpreta&ccedil;&atilde;o de Copenhagen, mesmo que duvidosa, persiste ainda hoje. Se a nota&ccedil;&atilde;o fosse aplicada a uma estat&iacute;stica convencional geral, como pode ser feita, ent&atilde;o muito da confus&atilde;o gerada poderia ser evitada. Seria imediatamente aparente que a matem&aacute;tica n&atilde;o requer que um sistema qu&acirc;ntico esteja realmente em estados f&iacute;sicos simult&acirc;neos.</p>
<p align="justify">Um modo simples de ilustrar isto &eacute; aplicando-o a um coletivo cl&aacute;ssico.</p>
<p align="justify">Imagine um dado de seis faces. Na nota&ccedil;&atilde;o da MQ, ele pode ser descrito como uma fun&ccedil;&atilde;o de onda cuja densidade de probabilidade &eacute; dada por</p>
<p align="justify">|psy&gt; = (|1&gt; + |2&gt; + |3&gt; + |4&gt; + |5&gt; +|6&gt;)/sqrt(6).</p>
<p align="justify">&Eacute; claro que a cada lance, somente um estado &eacute; observado, mas tamb&eacute;m &eacute; claro que n&atilde;o h&aacute; nenhum requerimento de que haja um colapso da fun&ccedil;&atilde;o de onda ou que o dado esteja fisicamente em uma soma destes estados. A fun&ccedil;&atilde;o de onda &eacute; uma fun&ccedil;&atilde;o estat&iacute;stica e assim &eacute; TODA a MQ. Ela n&atilde;o se aplica a um experimento &uacute;nico, mas apenas ao resultado estat&iacute;stico de muitos. Fundamentalmente, h&aacute; que se entender exatamente o que |phy&gt; = |1&gt; + |2&gt; quer dizer. Isto n&atilde;o significa que um sistema f&iacute;sico real esteja na soma de estados e &eacute; por isso que uma fun&ccedil;&atilde;o de onda n&atilde;o colapsa. Isto &eacute; apenas uma nota&ccedil;&atilde;o para um m&eacute;todo de c&aacute;lculo que tem apenas sentido em calcular o resultado final. A fun&ccedil;&atilde;o psi &eacute; apenas uma declara&ccedil;&atilde;o de possibilidades que podem ocorrer SE uma medida for efetuada e N&Atilde;O uma descri&ccedil;&atilde;o da exist&ecirc;ncia de objetos f&iacute;sicos ANTES de uma medida.</p>
<p align="justify"><i>Sem a dualidade part&iacute;cula-onda</i></p>
<p align="justify">A dualidade part&iacute;cula-onda &eacute; a concep&ccedil;&atilde;o incorreta mais comum da MQ. Essencialmente n&atilde;o h&aacute; dualidade. Part&iacute;culas s&atilde;o sempre part&iacute;culas e nunca ondas. O que elas fazem &eacute; operarem sob a base da MQ e n&atilde;o na mec&acirc;nica newtoniana. Seja o fen&ocirc;meno dos el&eacute;trons ou da luz, o que &eacute; sempre observado s&atilde;o pequenos impactos em telas cuja localiza&ccedil;&atilde;o s&atilde;o observadas estatisticamente em um padr&atilde;o que &eacute; similar ao que &eacute; esperado por ondas. Em realidade, a estrutura cont&iacute;nua das ondas nunca &eacute; observado. A ondulat&oacute;ria &eacute; apenas uma fic&ccedil;&atilde;o conveniente utilizada para resolver problemas. Por exemplo, ondas na &aacute;gua n&atilde;o s&atilde;o ondas. S&atilde;o apenas uma cole&ccedil;&atilde;o de bilh&otilde;es de mol&eacute;culas de &aacute;gua que se comportam como se fossem uma subst&atilde;ncia cont&iacute;nua. Ondas eletromagn&eacute;ticas tamb&eacute;m n&atilde;o s&atilde;o ondas. Todo o eletromagnetismo &eacute; descrito na Eletrodin&acirc;mica Qu&acirc;ntica como uma troca de momento entre f&oacute;tons e el&eacute;trons.</p>
<p align="justify"><i> Sem o gato de Schrodinger</i></p>
<p align="justify">O colapso da fun&ccedil;&atilde;o de onda ou redu&ccedil;&atilde;o do vetor de estado n&atilde;o &eacute; necess&aacute;rio nesta interpreta&ccedil;&atilde;o e nem tem suporte experimental. Nenhum experimento jamais mediu um objeto em dois estados simultaneamente. Objetos s&oacute; s&atilde;o medidos e um dos auto-estados, e postular que eles est&atilde;o em v&aacute;rios simultaneamente &eacute; apenas metaf&iacute;sica.</p>
<p align="justify"><i> Nenhum observador cria a realidade</i></p>
<p align="justify">N&atilde;o h&aacute; diferen&ccedil;a se algu&eacute;m observa ou n&atilde;o o experimento. &quot;Observador&quot; na MQ tem o significado de dispositivo f&iacute;sico que faz a medida ou a intera&ccedil;&atilde;o entre dois sistemas e n&atilde;o um observador consciente.</p>
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		<item>
		<title>Modelo Padrão e o Universo Primordial: Assimetria matéria-antimatéria</title>
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		<pubDate>Wed, 26 Apr 2006 03:06:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cosmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Astronomia]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bloguici.em.blog.br/2006/04/26/modelo-padrao-e-o-universo-primordial-assimetria-materia-antimateria/</guid>
		<description><![CDATA[A assimetria entre a mat&#233;ria e antimat&#233;ria &#233; um das quest&#245;es mais intrigantes do nosso Universo. Grande parte da mat&#233;ria conhecida no universo &#233; constituida de b&#225;rions, n&#227;o havendo praticamente nenhum antib&#225;rion. Esta assimetria &#233; intrigante pois todos os processos observados experimentalmente at&#233; hoje conservam o n&#250;mero bari&#244;nico B, ou seja, produzem b&#225;rions e antib&#225;rions [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">A assimetria entre a mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria &eacute; um das quest&otilde;es mais intrigantes do nosso Universo. Grande parte da mat&eacute;ria conhecida no universo &eacute; constituida de b&aacute;rions, n&atilde;o havendo praticamente nenhum antib&aacute;rion. Esta assimetria &eacute; intrigante pois todos os processos observados experimentalmente at&eacute; hoje conservam o n&uacute;mero bari&ocirc;nico B, ou seja, produzem b&aacute;rions e antib&aacute;rions em quantidades iguais.</p>
<p align="center">
<img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/matter_antimatter.jpg" alt="Modelo Padrao e Assimetria Materia vs Antimateria" title="Modelo Padrao e Assimetria Materia vs Antimateria" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Enquanto o n&uacute;mero bari&ocirc;nico &eacute; conservado no Modelo Padr&atilde;o, alguns efeitos perturbativos o violam &agrave;s altas temperaturas. Deste modo o Modelo Padr&atilde;o pode explicar a assimetria bari&ocirc;nica apenas se alguma parte da teoria for modificada dando uma clara indica&ccedil;&atilde;o de uma nova f&iacute;sica est&aacute; para surgir pr&oacute;xima e acima da escala da for&ccedil;a eletrofraca.</p>
<p align="justify">Mas como sabemos que o Universo n&atilde;o &eacute; sim&eacute;trico com rela&ccedil;&atilde;o &agrave; mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria?</p>
<p align="justify">Isto pode ser respondido do seguinte modo: A Lua &eacute; composta de mat&eacute;ria, pois o ser humano j&aacute; esteve l&aacute; e n&atilde;o sofreu aniquila&ccedil;&atilde;o; O vento solar, part&iacute;culas emitidas pelo Sol, s&atilde;o mat&eacute;ria pois interagiram com a mat&eacute;ria dos laborat&oacute;rios na Terra sem sofrer aniquila&ccedil;&atilde;o; J&aacute; foram enviados v&aacute;rias sondas aos diversos planetas do Sistema Solar e seu funcionamento demonstra que s&atilde;o constitu&iacute;dos de mat&eacute;ria; Os raios c&oacute;smicos trazem material de v&aacute;rias partes da Via-L&aacute;ctea e foi observado que a rela&ccedil;&atilde;o de b&aacute;rions e antib&aacute;rions &eacute; da ordem de 10<sup>4</sup> para 1; Se houvessem Gal&aacute;xias de antimat&eacute;ria, ent&atilde;o seria poss&iacute;vel observar emiss&otilde;es gama advindas de aniquila&ccedil;&otilde;es. A sua aus&ecirc;ncia &eacute; uma forte evid&ecirc;ncia de que, pelo menos, o Grupo Local &eacute; constitu&iacute;do de mat&eacute;ria. Em uma escala maior, pouco sabemos. Entretanto existe um problema chamado &ldquo;cat&aacute;strofe de aniquila&ccedil;&atilde;o&rdquo; que provavelmente elimina a possibilidade de existir uma simetria entre mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria. Essencialmente, a causalidade pro&iacute;be a separa&ccedil;&atilde;o de grandes quantidades de mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria a uma velocidade tal que coexistam sem que se aniquilem entre si. Deste modo, podemos concluir que Universo &eacute; dominado pela mat&eacute;ria.</p>
<p align="justify">Assim, &eacute; prov&aacute;vel que a natureza tenha, de algum modo, favorecido a cria&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria em detrimento da antimat&eacute;ria no Big Bang indicando que ela trata a mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria diferentemente. Com isto, seria poss&iacute;vel que uma pequena fra&ccedil;&atilde;o de mat&eacute;ria criada inicialmente tenha sobrevivido e formado o Universo que conhecemos.</p>
<p align="justify">Em 1967, Andrei Sakharov enumerou tr&ecirc;s condi&ccedil;&otilde;es necess&aacute;rias para a ocorr&ecirc;ncia da bariog&ecirc;nese:</p>
<p align="justify"><i>1- Viola&ccedil;&atilde;o da conserva&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero bari&ocirc;nico.</i></p>
<blockquote>
<p align="justify">Se houvesse tal conserva&ccedil;&atilde;o haveria simetria entre mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria. Uma grande implica&ccedil;&atilde;o da viola&ccedil;&atilde;o da conserva&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero bari&ocirc;nico &eacute; o decaimento do pr&oacute;ton.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="justify">A estimativa para sua ocorr&ecirc;ncia &eacute; da ordem de 10<sup>32</sup> anos, mas apesar de v&aacute;rios experimentos estarem atualmente em andamento, nenhuma ocorr&ecirc;ncia foi observada.</p>
</blockquote>
<blockquote>
<p align="justify">Assim, o Modelo Padr&atilde;o &eacute; alterado de tal modo que os efeitos qu&acirc;nticos permitam que o Universo utilize a energia do v&aacute;cuo, dentro dos limites do princ&iacute;pio de incerteza, para que haja a viola&ccedil;&atilde;o da conserva&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero bari&ocirc;nico. Entretanto, tal viola&ccedil;&atilde;o &eacute; fortemente suprimida a energias abaixo de 10 TeV o que, atualmente, dificulta a comprova&ccedil;&atilde;o experimental.</p>
</blockquote>
<p align="justify"><i>2- Viola&ccedil;&atilde;o C e CP.</i></p>
<blockquote>
<p align="justify">Mesmo na presen&ccedil;a de rea&ccedil;&otilde;es com a viola&ccedil;&atilde;o do n&uacute;mero bari&ocirc;nico, sem a prefer&ecirc;ncia de mat&eacute;ria sobre a antimat&eacute;ria, estas rea&ccedil;&otilde;es se dariam em ambas as dire&ccedil;&otilde;es deixando pouca mat&eacute;ria em excesso.  Tal prefer&ecirc;ncia p&ocirc;de primeiramente ser demonstrada experimentalmente observando os decaimentos das part&iacute;culas k&aacute;on (m&eacute;son composto de quark down e antiquark strange) e antik&aacute;on onde foi constatado a viola&ccedil;&atilde;o CP.</p>
</blockquote>
<p align="justify"><i>3- N&atilde;o-equil&iacute;brio termodin&acirc;mico.</i></p>
<blockquote>
<p align="justify">O esfriamento do Big Bang ocorreu fora do equil&iacute;brio t&eacute;rmico, ou seja, partes do Universo se resfriaram mais rapidamente que em outras proporcionando condi&ccedil;&otilde;es para a assimetria entre a mat&eacute;ria e a antimat&eacute;ria. Ou seja, a simetria CPT garante que massas iguais de b&aacute;rions e antib&aacute;rions levam necessariamente a rea&ccedil;&otilde;es que corrigem qualquer assimetria entre mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria. Assim sendo, deve existir uma viola&ccedil;&atilde;o da simetria CPT.</p>
</blockquote>
<p align="justify">Modelo Padr&atilde;o admite que exista a viola&ccedil;&atilde;o de CP. H&aacute; ind&iacute;cios, entretanto, de que o grau m&aacute;ximo desta viola&ccedil;&atilde;o nesse Modelo n&atilde;o seja grande o suficiente para explicar o desequil&iacute;brio entre mat&eacute;ria e antimat&eacute;ria. Em outras palavras, suspeita-se que o Modelo Padr&atilde;o preveja menos mat&eacute;ria do que aquela que &eacute; observada no universo. E isso, claro, poderia criar certas dificuldades para o Modelo.</p>
<p align="justify">Assim, os experimentos devem mostrar se o Modelo Padr&atilde;o deve ser corrigido ou deixado de lado, para dar lugar a outro modelo. E nos permitir entender uma quest&atilde;o essencial para a compreens&atilde;o das leis da natureza e da exist&ecirc;ncia do universo: por que a natureza prefere a mat&eacute;ria &agrave; antimat&eacute;ria?</p>
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		<title>Nucleossíntese Primordial</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Apr 2006 01:55:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Cosmologia]]></category>
		<category><![CDATA[Quântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Três minutos após o Big Bang, o universo tinha uma temperatura em torno de 1E9K (1.000.000.000 kelvin). Neste período, ele consistia praticamente de nêutrons livres e fótons em equilíbrio térmico. Entretanto sabe-se que um nêutron livre tem vida média de cerca de 900 segundos antes de decair gerando um próton, um elétron e um anti-neutrino [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Três minutos após o Big Bang, o universo tinha uma temperatura em torno de 1E9K (1.000.000.000 kelvin). Neste período, ele consistia praticamente de nêutrons livres e fótons em equilíbrio térmico. Entretanto sabe-se que um nêutron livre tem vida média de cerca de 900 segundos antes de decair gerando um próton, um elétron e um anti-neutrino do elétron.</p>
<p align="justify">Deste modo, rapidamente o universo ficou cheio de nêutrons e prótons. Como a pressão era enorme, nêutrons e prótons podiam formar núcleos de deutério e trítio (isótopos do hidrogênio), o hélio-3 e o hélio-4 (isótopos do hélio, sendo o último a partícula alfa que tem grande estabilidade). Além destas reações, também podia ocorrer uma que formava um núcleo de lítio, com 3 prótons. Mas, sua freqüência era baixíssima, se comparada com as quatro anteriores. Todas estas reações ocorreram com liberação de energia sob forma de radiação.</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/nucleossintese.jpg" alt="Nucleossintese Primordial" data-recalc-dims="1" /></p>
<p align="justify">A produção de outros núcleos não se deu neste instante (como se sabe, a nucleossíntese restante vem das estrelas), pois a formação de núcleos com 5 nucleons é altamente instável e não sobrevive.</p>
<p align="justify">A partir destas reações é possível saber quanto hélio, deutério e trítio devem ter se formado, desde que se saiba quantos nêutrons e prótons estavam disponíveis naquele instante. Por outro lado, este número é muito difícil de ser estimado mas ainda assim, os números relativos dos núcleos leves podem ser facilmente calculados através do Modelo Padrão. Deste modo, o modelo do Big Bang faz uma previsão: para cada 10 núcleos de hidrogênio deve haver um núcleo de hélio no Universo. Em termos de massa, isso equivale a dizer que cerca de 25% da massa do universo deve ser de hélio.</p>
<p align="justify">Esta previsão é bastante restritiva, mas mesmo assim, a abundância primordial de 4He e dos outros núcleos leves foram determinados experimentalmente por meio de diversas técnicas e concordaram extremamente com os cálculos teóricos. Tal concordância é considerada como uma das mais fortes evidências da robustez do <b><i>Modelo Padrão</i></b> e do <b><i>Big Bang</i></b>.</p>
<p align="justify">Praticamente todo o hélio que há no Universo foi gerado no Big Bang, mas parte do trítio e do deutério que foram gerados nele foram consumidos no interior das estrelas. Realmente, a espectroscopia tem mostrado que há deutério nas estrelas jovens e quase nenhum nas mais velhas de modo que este ajuste foi levado em conta para a determinação da abundância destes elementos leves.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Flora Brasiliensis</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Apr 2006 15:00:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Biologia]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>

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		<description><![CDATA[O livro das plantas O maior invent&#225;rio da flora brasileira est&#225; agora na internet Por Darlene Menconi O mais ambicioso retrato da riqueza vegetal do Brasil &#233; o livro Flora brasiliensis. Feitos a bico de pena, nele h&#225; 3.811 desenhos de plantas, flores, frutos e sementes &#8211; quase tudo o que se conseguiu catalogar &#224; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><strong>O livro das plantas</strong></p>
<p align="justify">
<blockquote><i>O maior invent&aacute;rio da flora brasileira est&aacute; agora na internet</i><br />
<i>Por Darlene Menconi</i></p></blockquote>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/victoria_amazonica.jpg" border="0" alt="Victoria Amazonica - Vit&oacute;ria R&eacute;gia" title="Victoria Amazonica - Vit&oacute;ria R&eacute;gia" data-recalc-dims="1">
</p>
<p align="justify">O mais ambicioso retrato da riqueza vegetal do Brasil &eacute; o livro <em>Flora brasiliensis</em>. Feitos a bico de pena, nele h&aacute; 3.811 desenhos de plantas, flores, frutos e sementes &#8211; quase tudo o que se conseguiu catalogar &agrave; &eacute;poca do Imp&eacute;rio e foi reunido em 140 fasc&iacute;culos que totalizam dez mil p&aacute;ginas. O que a obra tem em import&acirc;ncia descritiva, tem em dificuldade para consulta. Ainda hoje, um bot&acirc;nico que v&aacute; a campo no Brasil ter&aacute; de comparar as suas observa&ccedil;&otilde;es com os relatos contidos em <em>Flora brasiliensis</em>. O problema &eacute; que suas edi&ccedil;&otilde;es s&atilde;o pouqu&iacute;ssimas, est&atilde;o dispersas pelo mundo e ficam trancadas a sete chaves em bibliotecas. No Brasil h&aacute; uma &uacute;nica edi&ccedil;&atilde;o dispon&iacute;vel em fac-s&iacute;mile e seu estado de conserva&ccedil;&atilde;o &eacute; bastante ruim. Agora, 160 anos depois da publica&ccedil;&atilde;o de seu primeiro fasc&iacute;culo, o livro torna-se acess&iacute;vel pela internet no endere&ccedil;o <a href="http://florabrasiliensis.cria.org.br/">florabrasiliensis.cria.org.br</a>. A sua vers&atilde;o eletr&ocirc;nica (pode ser acessada gratuitamente) foi lan&ccedil;ada em Curitiba na 8&ordf; Reuni&atilde;o da Confer&ecirc;ncia das Partes da Conven&ccedil;&atilde;o sobre Diversidade Biol&oacute;gica.</p>
<p align="justify">Abra-se o livro e nele est&atilde;o descritas 22.767 esp&eacute;cies vegetais, entre elas o pau-brasil, as palmeiras, as brom&eacute;lias e as orqu&iacute;deas. Somente para uma &uacute;nica fam&iacute;lia, a das beg&ocirc;nias (<em>Bignoniaceae</em>), h&aacute; quatro mil nomes para 800 esp&eacute;cies. A vers&atilde;o eletr&ocirc;nica do livro permite o estudo detalhado de cada elemento das planta, desde os espinhos do caule at&eacute; as ranhuras das ra&iacute;zes e das folhas. <em>Flora brasiliensis</em> &eacute; resultado do trabalho do bot&acirc;nico e m&eacute;dico alem&atilde;o Carl Friedrich Philipp von Martius (1794-1868), que desembarcou no Brasil na comitiva da imperatriz Leopoldina, mulher de dom Pedro I. Ele passou tr&ecirc;s anos viajando pelo Pa&iacute;s. A sua expedi&ccedil;&atilde;o partiu do Rio de Janeiro em 1817 e reuniu 65 cientistas, naturalistas e artistas europeus que percorreram dez mil quil&ocirc;metros para recolher 20 mil amostras dos principais tipos de vegeta&ccedil;&atilde;o brasileira: cerrado, caatinga, Amaz&ocirc;nica e Mata Atl&acirc;ntica. Trata-se do mais antigo, e ao mesmo tempo atual, invent&aacute;rio de bot&acirc;nica do Brasil e da Am&eacute;rica do Sul.</p>
<p align="justify">Considerado um dos pa&iacute;ses com maior abund&acirc;ncia e variedade de esp&eacute;cies de plantas e flores do planeta, o territ&oacute;rio brasileiro &eacute; um tesouro a c&eacute;u aberto quando o assunto &eacute; biodiversidade. &ldquo;A estimativa &eacute; que no Brasil existam pelo menos 50 mil esp&eacute;cies de plantas, mas h&aacute; quem fale em at&eacute; 70 mil&rdquo;, diz o bot&acirc;nico George Shepherd, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp). A vers&atilde;o eletr&ocirc;nica de <em>Flora brasiliensis</em> &eacute; o embri&atilde;o de outro projeto ambicioso, que prev&ecirc; a amplia&ccedil;&atilde;o do acervo de imagens da flora nacional e a cria&ccedil;&atilde;o de um cat&aacute;logo atualizado com os nomes das esp&eacute;cies. Por enquanto, s&oacute; &eacute; poss&iacute;vel procurar as plantas no livro usando o seu nome cient&iacute;fico. &ldquo;Precisamos conhecer melhor a nossa natureza. Essa &eacute; at&eacute; a melhor forma de nos protegermos da biopirataria&rdquo;, diz Carlos Henrique de Brito Cruz, diretor da Funda&ccedil;&atilde;o de Amparo &agrave; Pesquisa do Estado de S&atilde;o Paulo (Fapesp), uma das patrocinadoras da vers&atilde;o <em>online</em> da <em>Flora Brasiliensis</em>.</p>
<p><i>Publicado na revista &quot;Isto &Eacute;&quot; em 29/03/2006</i></p>
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		<title>Quatro lições de ouro</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/04/14/quatro-licoes-de-ouro/</link>
		<comments>http://bloguici.com.br/2006/04/14/quatro-licoes-de-ouro/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 04:18:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Pesquisa]]></category>
		<category><![CDATA[Steven Weinberg]]></category>

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		<description><![CDATA[Steven Weinberg Conselhos de um cientista a estudantes no in&#237;cio da carreira cient&#237;fica Quando consegui meu diploma de bacharel em f&#237;sica &#8211; uns cem anos atr&#225;s &#8211; a literatura sobre f&#237;sica me parecia t&#227;o vasta, como um oceano inexplorado, onde cada enseada eu deveria mapear antes de come&#231;ar minha pr&#243;pria pesquisa. Como eu poderia fazer [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><b>Steven Weinberg</b></p>
<p><i>Conselhos de um cientista a estudantes no in&iacute;cio da carreira cient&iacute;fica</i></p>
<p align="justify">Quando consegui meu diploma de bacharel em f&iacute;sica &#8211; uns cem anos atr&aacute;s &#8211; a literatura sobre f&iacute;sica me parecia t&atilde;o vasta, como um oceano inexplorado, onde cada enseada eu deveria mapear antes de come&ccedil;ar minha pr&oacute;pria pesquisa. Como eu poderia fazer qualquer coisa, antes de saber tudo que j&aacute; n&atilde;o tivesse sido feito? Felizmente em meu primeiro ano na p&oacute;s-gradua&ccedil;&atilde;o, tive a sorte de cair nas m&atilde;os de alguns f&iacute;sicos mais experientes que insistiram, apesar de minha ansiosa relut&acirc;ncia, que eu deveria come&ccedil;ar a pesquisar e que fosse aprendendo o que me era necess&aacute;rio ao longo do tempo. Era nadar ou afundar. Para minha surpresa descobri que isso funciona. Consegui obter um r&aacute;pido doutorado &#8211; apesar de que quando o consegui n&atilde;o sabia quase nada de f&iacute;sica. Mas eu aprendi uma coisa importante: que ningu&eacute;m sabe tudo, e nem precisa saber.</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/research.jpg" alt="4 Lições de Ouro" title="4 lições de Ouro" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Outra li&ccedil;&atilde;o a ser aprendida, continuando com minha met&aacute;fora oceanogr&aacute;fica, &eacute; que enquanto voc&ecirc; est&aacute; nadando e n&atilde;o afundando, deve-se procurar por &aacute;guas turbulentas. Quando eu estava ensinando no Instituto Tecnol&oacute;gico de Massachussetts perto do fim dos anos 60 (1960), um estudante me disse que gostaria de adentrar na relatividade geral ao inv&eacute;s da &aacute;rea em que eu trabalhava, a f&iacute;sica de part&iacute;culas elementares, pois os princ&iacute;pios do primeiro eram bem conhecidos, enquanto que os dos &uacute;ltimos lhe pareciam confusos. Em realidade, o motivo que ele acabara de dar era a raz&atilde;o perfeita para se fazer o contr&aacute;rio. A f&iacute;sica de part&iacute;culas era uma &aacute;rea onde o trabalho criativo ainda poderia ser feito. Realmente era uma bagun&ccedil;a na d&eacute;cada de 60, mas desde aquela &eacute;poca, o trabalho de v&aacute;rios f&iacute;sicos te&oacute;ricos e experimentais foram capazes de resolver e colocar tudo (bem, quase tudo) junto em uma bela teoria conhecida como o modelo padr&atilde;o. Meu conselho &eacute; que se v&aacute; &agrave; bagun&ccedil;a &#8211; &eacute; l&aacute; onde est&aacute; a a&ccedil;&atilde;o.</p>
<p align="justify">Meu terceiro conselho &eacute; provavelmente o mais dificil de se aceitar. &Eacute; perdoar-se a si mesmo por estar perdendo tempo. Estudantes s&atilde;o apenas cobrados para resolver problemas que seus professores (a n&atilde;o ser que sejam cru&eacute;is, o que n&atilde;o &eacute; comum) j&aacute; sabem que s&atilde;o solucion&aacute;veis. Ainda mais, n&atilde;o importa se o problema &eacute; importante cientificamente &#8211; eles devem ser resolvidos para se obter aprova&ccedil;&atilde;o no curso. Mas no mundo real, &eacute; muito dif&iacute;cil reconhecer quais problemas s&atilde;o importantes e voc&ecirc; nunca sabe, em um dado momento da hist&oacute;ria, se o problema &eacute; solucion&aacute;vel. No in&iacute;cio do s&eacute;culo vinte, v&aacute;rios f&iacute;sicos de ponta, incluindo Lorentz a Abraham, tentaram trabalhar com a teoria do el&eacute;tron. Isso requeria em parte entender por que todas as tentativas de detectar os efeitos dos movimentos da Terra pelo &eacute;ter falharam. Sabemos hoje que eles estavam trabalhando no problema errado. Mas na &eacute;poca, ningu&eacute;m poderia desenvolver uma teoria de sucesso para o el&eacute;tron, porque a mec&acirc;nica qu&acirc;ntica ainda n&atilde;o havia sido descoberta. Foi preciso o g&ecirc;nio de Albert Einstein em 1905 para descobrir que o problema certo no qual trabalhar era o efeito do movimento na medi&ccedil;&atilde;o do espa&ccedil;o e tempo. Isso o levou a uma teoria especial da relatividade. Como voc&ecirc; nunca ter&aacute; certeza em quais os problemas certos para se trabalhar, a maior parte do tempo gasto no laborat&oacute;rio ou em sua mesa ser&aacute; um desperd&iacute;cio. Se voc&ecirc; quer ser criativo, ent&atilde;o voc&ecirc; deve se acostumar a gastar a maior parte do seu tempo em n&atilde;o ser criativo para se submeter a ficar parado no oceano do conhecimento cient&iacute;fico devido &agrave; falta de vento.</p>
<p align="justify">Finalmente, aprenda sobre a hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia ou no m&iacute;nimo a hist&oacute;ria do seu ramo de ci&ecirc;ncia. A raz&atilde;o menos importante para isso &eacute; que a hist&oacute;ria pode ser &uacute;til para algum uso no seu pr&oacute;prio trabalho cient&iacute;fico. Por exemplo, de vez em quando cientistas se enganam por acreditar em um dos super-simplificados modelos de ci&ecirc;ncia que foram propostos por fil&oacute;sofos desde Francis Bacon at&eacute; Thomas Kuhn e Karl Popper. O melhor ant&iacute;doto para a filosofia da ci&ecirc;ncia &eacute; o conhecimento da hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia.</p>
<p align="justify">De maior import&acirc;ncia, a hist&oacute;ria da ci&ecirc;ncia pode fazer seu trabalho parecer valer a pena para voc&ecirc;. Como um cientista, voc&ecirc; provavelmente n&atilde;o ser&aacute; rico. Seus amigos e parentes provavelmente n&atilde;o entender&atilde;o em que voc&ecirc; trabalha. E se voc&ecirc; trabalha em uma &aacute;rea como f&iacute;sica de part&iacute;culas elementares, nem ter&aacute; a satisfa&ccedil;&atilde;o de fazer algo que ter&aacute; utilidade imediata. Mas poder&aacute; ter uma grande satisfa&ccedil;&atilde;o por reconhecer que seu trabalho em ci&ecirc;ncia &eacute; parte da hist&oacute;ria.</p>
<p align="justify">Olhe 100 anos atr&aacute;s, para 1903. Qual a relev&acirc;ncia tem hoje de quem foi o primeiro ministro da Gr&atilde;-Bretanha em 1903, ou o presidente dos Estados Unidos? O que realmente se destaca como importante &eacute; que na universidade McGill, Ernest Rutherford e Frederick Soddy trabalharam na natureza da radioatividade. Esse trabalho (&eacute; claro!) teve aplica&ccedil;&otilde;es pr&aacute;ticas, por&eacute;m muito mais importantes foram suas implica&ccedil;&otilde;es culturais. O entendimento da radioatividade permitiu que f&iacute;sicos pudessem explicar como o centro da Terra e o centro do Sol, poderiam estar quentes mesmo depois de milh&otilde;es de anos. Nesse sentido, isto removeu a &uacute;ltima obje&ccedil;&atilde;o cient&iacute;fica na qual ge&oacute;logos e paleont&oacute;logos pensavam sobre a idade avan&ccedil;ada da Terra e do Sol. Depois disso, os crist&atilde;os e judeus tiveram que abdicar de seus credos da verdade literal da b&iacute;blia ou resignar-se na irrelev&acirc;ncia intelectual. Esse foi apenas um passo na sequ&ecirc;ncia de passos desde Galileo, passando por Newton e Darwin at&eacute; o presente, os quais, tempo ap&oacute;s tempo, enfraqueceram os dogmas religiosos. Lendo qualquer jornal hoje em dia &eacute; suficiente para lhe mostrar que este trabalho n&atilde;o est&aacute; completo. Mas &eacute; um trabalho civilizat&oacute;rio do qual os cientistas s&atilde;o capazes de sentir orgulho.</p>
<p align="justify"><i><a href="http://www.ph.utexas.edu/~weintech/weinberg.html">Steven Weinberg</a>, f&iacute;sico norte-americano do departamento de f&iacute;sica na Universidade do Texas, recebeu em 1979 o Pr&ecirc;mio Nobel de F&iacute;sica pelo seu trabalho de unifica&ccedil;&atilde;o de duas for&ccedil;as fundamentais da natureza (o electromagnetismo e a for&ccedil;a fraca, atrav&eacute;s da formula&ccedil;&atilde;o da teoria da for&ccedil;a electrofraca), em conjunto com os seus colegas Abdus Salam e Sheldon Glashow.</i></p>
<p>Nature 426, <b>389</b> (27 November 2003) | doi: 10.1038/426389a</p>
<p><i>Traduzido por <a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=248475263434103959">Osvaldo Pereira</a>. Revisado por <a href="http://www.orkut.com/Profile.aspx?uid=10380806032687952329">Norberto Akio Kawakami</a>.</i></p>
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		<title>A Física Quântica e o “Algo Mais”</title>
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		<pubDate>Fri, 14 Apr 2006 00:19:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Esoterismo]]></category>
		<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Quântica]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda vez em que h&#225; uma discuss&#227;o entre aqueles que defendem a associa&#231;&#227;o entre a f&#237;sica qu&#226;ntica e &#34;algo mais&#34; (grupo A) por um lado, e outros que querem saber o porqu&#234; dessa associa&#231;&#227;o (grupo B) de outro, vemos resultar em acusa&#231;&#245;es do tipo &#34;vis&#227;o cartesiana&#34;, &#34;positivista&#34;, etc&#8230; vs. &#34;esot&#233;rico&#34;, &#34;m&#237;stico&#34;&#8230; (Numa tentativa de &#34;objetiva&#231;&#227;o&#34; [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Toda vez em que h&aacute; uma discuss&atilde;o entre aqueles que defendem a associa&ccedil;&atilde;o entre a f&iacute;sica qu&acirc;ntica e <i>&quot;algo mais&quot;</i> (grupo A) por um lado, e outros que querem saber o porqu&ecirc; dessa associa&ccedil;&atilde;o (grupo B) de outro, vemos resultar em acusa&ccedil;&otilde;es do tipo <i>&quot;vis&atilde;o cartesiana&quot;</i>, <i>&quot;positivista&quot;</i>, etc&#8230; vs. <i>&quot;esot&eacute;rico&quot;</i>, <i>&quot;m&iacute;stico&quot;</i>&#8230;</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/fisica_quantica.jpg" alt="Física Quântica" title="Física Quântica" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify"><i>(Numa tentativa de &quot;objetiva&ccedil;&atilde;o&quot; dos grupos sociais em quest&atilde;o, rotulo-os como grupo A e grupo B).</i></p>
<p align="justify">Para ambos pode-se colocar os seguintes argumentos:</p>
<p align="justify">Ao grupo A:</p>
<p align="justify">Para um positivista a frase <i>&quot;a realidade f&iacute;sica existiria mesmo que n&atilde;o existisse nenhum observador&quot;</i> &eacute; sem sentido, pois ela n&atilde;o &eacute; verific&aacute;vel. Entretanto, a grande maioria dos cientistas se considera um realista, onde tal frase n&atilde;o s&oacute; tem sentido, mas considera-a verdadeira. Por outro lado, as pessoas do grupo A tendem a considerar que a influ&ecirc;ncia do observador &eacute; quem cria a realidade e desse ponto de vista s&atilde;o mais positivistas que os cientistas, pois os primeiros entendem que sem seres humanos n&atilde;o haveria realidade nenhuma.</p>
<p align="justify">E ainda, ter uma vis&atilde;o cartesiana implica para o grupo A que o cientista separa o corpo da mente querendo dizer que a intui&ccedil;&atilde;o (ou o que quer que seja de dom&iacute;nio &iacute;ntimo) &eacute; separada completamente da raz&atilde;o. Ora, se assim o fosse, os relativistas n&atilde;o atacariam tanto o saber cient&iacute;fico salientando que tal conhecimento tem um componente intuitivo, e que portanto est&aacute; sujeito &agrave;s circunst&acirc;ncias hist&oacute;ricas e sociais.</p>
<p align="justify">Fazer ci&ecirc;ncia tem aspectos da idiossincrasia humana, mas se minimiza tal fato aplicando-se o princ&iacute;pio da objetiva&ccedil;&atilde;o que &eacute; inerente ao m&eacute;todo cient&iacute;fico.</p>
<p align="justify">Se por isso n&atilde;o queremos fazer ci&ecirc;ncia ao associarmos a f&iacute;sica qu&acirc;ntica e <i>&quot;algo mais&quot;</i>, ent&atilde;o deve-se ter em m&atilde;os as justificativas para tal associa&ccedil;&atilde;o e como faz&ecirc;-lo. N&atilde;o basta apenas proferir afirma&ccedil;&otilde;es gratuitas.</p>
<p align="justify">Ao grupo B:</p>
<p align="justify">Os do grupo B que normalmente se auto-denominam de c&eacute;ticos, v&ecirc;-se que normalmente t&ecirc;m uma posi&ccedil;&atilde;o t&atilde;o dogm&aacute;tica quanto os do grupo A, pois negam qualquer associa&ccedil;&atilde;o da fisica qu&acirc;ntica e o <i>&quot;algo mais&quot;</i> de in&iacute;cio, contra qualquer chance de argumenta&ccedil;&atilde;o do grupo A. Tal postura n&atilde;o &eacute; s&oacute; indesej&aacute;vel, mas tamb&eacute;m critic&aacute;vel, j&aacute; que um c&eacute;tico real suscita sempre a d&uacute;vida.</p>
<p align="justify">&Eacute; certo que &eacute; dif&iacute;cl ver uma mistura de alhos com bugalhos sem uma justificativa ao menos plaus&iacute;vel ou pelo menos filosoficamente embasada. Por outro lado, convic&ccedil;&otilde;es e dogmatismos &agrave; parte, a via da d&uacute;vida sempre foi o melhor caminho a se trilhar em dire&ccedil;&atilde;o &agrave; constru&ccedil;&atilde;o de conhecimento.</p>
<p align="justify">&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;Se assim n&atilde;o o fosse, como seria poss&iacute;vel estudar a consci&ecirc;ncia tanto cientificamente quanto filosoficamente? Aos do grupo A ela seria um conceito <i>&quot;divino&quot;</i> e portanto de conhecimento inating&iacute;vel e aos do grupo B, ela nem chegaria a ser um objeto de estudo.</p>
<p align="justify">Concluindo, &eacute; preciso ouvir mais as id&eacute;ias dos outros e embasar mais as nossas, pois elas podem abrir caminhos novos que nos levam ao conhecimento do real e do pr&oacute;prio ser humano.</p>
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		<title>Ressonância Schummann</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/04/10/ressonancia-schummann/</link>
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		<pubDate>Mon, 10 Apr 2006 21:27:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Eletromagnetismo]]></category>
		<category><![CDATA[Tempo]]></category>

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		<description><![CDATA[&#34;A superf&#237;cie e a ionosfera do planeta Terra como uma cavidade ressonante.&#34; O senso comum diz que a cada ano que passa, o tempo vem transcorrendo mais rapidamente. Uma tentativa de explicar tal fato vem sendo propalada erroneamente dizendo que este &#233; devido &#224; resson&#226;ncia Schummann. Seria porque ela teria aumentado 30% nos &#250;ltimos anos [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><i>     &quot;A superf&iacute;cie e a ionosfera do planeta Terra como uma cavidade ressonante.&quot;</i></p>
<p align="justify">O senso comum diz que a cada ano que passa, o tempo vem transcorrendo mais rapidamente. Uma tentativa de explicar tal fato vem sendo propalada erroneamente dizendo que este &eacute; devido &agrave; resson&acirc;ncia Schummann. Seria porque ela teria aumentado 30% nos &uacute;ltimos anos de modo que os dias passaram a ter 16 horas ao inv&eacute;s das usuais 24 horas. &Eacute; como se os rel&oacute;gios andassem mais r&aacute;pidos, marcando 24 horas dentro das 16 horas.</p>
<p align="justify">Bom, ser&aacute; que &eacute; isso mesmo? &Eacute; o que vamos ver&#8230;</p>
<p align="center">
<img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/ressonancia_schummann.jpg" alt="Ressonância Schummann no Planeta Terra" title="Ressonância Schummann no Planeta Terra" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Considerando o espa&ccedil;o entre a superf&iacute;cie e a ionosfera da Terra como sendo uma cavidade, pode-se calcular quais frequ&ecirc;ncias de ondas eletromagn&eacute;ticas s&atilde;o preferenciais.</p>
<p align="justify">Tendo a &aacute;gua do mar uma condutividade de cerca de 0,1/ohms*m e a ionosfera de 10E-7 a 10E-4/ohms*m, pode-se notar que as mesmas n&atilde;o s&atilde;o condutores ideais, e assim &eacute; poss&iacute;vel calcular quais s&atilde;o as sete primeiras frequ&ecirc;ncias de resson&acirc;ncia Schummann. Os valores s&atilde;o 8, 14, 20, 26, 32, 37 e 43 Hz. Tais c&aacute;lculos s&atilde;o feitos utilizando-se o formalismo do eletromagnetismo cl&aacute;ssico de Maxwell.</p>
<p align="justify">Estes valores assim obtidos est&atilde;o em concord&acirc;ncia com as medidas experimentais dos picos de resson&acirc;ncia na propaga&ccedil;&atilde;o de baixas frequ&ecirc;ncias em torno da Terra.</p>
<p align="justify">As medidas experimentais podem ser feitas, j&aacute; que durante as tempestades, os raios agem como fontes contendo uma gama ampla de frequ&ecirc;ncias de ondas eletromagn&eacute;ticas. As ondas cujas frequ&ecirc;ncias est&atilde;o pr&oacute;ximas da resson&acirc;ncia Schummann s&atilde;o as preferencialmente propagadas, j&aacute; que elas s&atilde;o os modos normais da cavidade superf&iacute;cie-ionosfera da Terra.</p>
<p align="justify">Sendo assim, a resson&acirc;ncia Schummann pode ser mais associada ao clima, atrav&eacute;s da ocorr&ecirc;ncia de raios, do que com a passagem do tempo.</p>
<p>Baseado no livro</p>
<p align="justify"><b><i>Classical Electrodynamics</i></b>, J.D. Jackson, pp 374-378, 3&ordf; Ed., John Wiley &amp; Sons, 1999, New Jersey</p>
<p align="justify">P.S.: Uma poss&iacute;vel pista do que pode ser esta sensa&ccedil;&atilde;o sobre a acelera&ccedil;&atilde;o da passagem do tempo pode ser lida no texto <i><a href="http://www.geocities.com/Athens/Acropolis/6634/kurz.htm">&quot;A expropria&ccedil;&atilde;o do tempo&quot;</a></i> de Robert Kurz.</p>
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		<title>International Meeting on Topics in Quantum Field Theory</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/04/07/international-meeting-on-topics-in-quantum-field-theory/</link>
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		<pubDate>Fri, 07 Apr 2006 20:43:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana que vem, de 10 a 14 de abril de 2006, teremos no Departamento de F&#237;sica do ICEX &#8211; UFMG, um encontro internacional na &#225;rea de Teoria Qu&#226;ntica de Campos. Quem quiser saber mais sobre o evento &#233; so visitar o site abaixo. International Meeting on Topics in Quantum Field Theory]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/ufmg.jpg" alt="Topics in Quantum Field Theory" title="Topics in Quantum Field Theory" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Na semana que vem, de 10 a 14 de abril de 2006, teremos no <a href="http://www.fisica.ufmg.br/">Departamento de F&iacute;sica</a> do <a href="http://www.icex.ufmg.br/">ICEX</a> &#8211; <a href="http://www.ufmg.br/">UFMG</a>, um encontro internacional na &aacute;rea de Teoria Qu&acirc;ntica de Campos.</p>
<p align="justify">Quem quiser saber mais sobre o evento &eacute; so visitar o site abaixo.</p>
<p align="justify"><a href="http://www.fisica.ufmg.br/~qftbh/">International Meeting on Topics in Quantum Field Theory</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Artigos memoráveis no The American Journal of Physics</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/03/29/artigos-memorveis-no-the-american-journal-of-physics/</link>
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		<pubDate>Wed, 29 Mar 2006 02:42:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>
		<category><![CDATA[Revista]]></category>

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		<description><![CDATA[Volta e meia, quando estou procurando algum material de apoio em f&#237;sica te&#243;rica, acabo visitando o site do Prof. Henrique Fleming. Foi com o material de l&#225; que aprendi um pouco de c&#225;lculo tensorial e de onde pela primeira vez consegui ler e entender o teorema de Noether. Bom desta vez, consegui achar um link [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Volta e meia, quando estou procurando algum material de apoio em f&iacute;sica te&oacute;rica, acabo visitando o site do <a href="http://www.hfleming.com">Prof. Henrique Fleming</a>. Foi com o material de l&aacute; que aprendi um pouco de c&aacute;lculo tensorial e de onde pela primeira vez consegui ler e entender o teorema de Noether.</p>
<p align="justify">Bom desta vez, consegui achar um link para os <a href="http://www.kzoo.edu/ajp/hits/hits1.html">artigos memor&aacute;veis do The American Journal of Physics</a>. Quem n&atilde;o conhece a publica&ccedil;&atilde;o, ela &eacute; focada para o ensino onde seus artigos abordam de uma forma diferente ou nova diversos assuntos da f&iacute;sica. &Eacute; uma arca do tesouro, mesmo para quem acha que j&aacute; sabe f&iacute;sica o suficiente (o que n&atilde;o &eacute; o meu caso, e pelo visto vai demorar muuuuuuuito a ser) &#8230;</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/ajp.jpg" alt="American Journal of Physics" title="American Journal of Physics" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Infelizmente, a publica&ccedil;&atilde;o n&atilde;o est&aacute;, e espero que n&atilde;o por muito tempo, no Portal de Peri&oacute;dicos da CAPES, mas voc&ecirc; poder&aacute; consult&aacute;-la em bibliotecas de faculdades de f&iacute;sica espalhadas em Universidades Federais e Estaduais do Brasil.</p>
<p align="justify">Entretanto, se voc&ecirc; estiver longe de uma, tente se contentar visitando o site <a href="http://scitation.aip.org/ajp/">online</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>A diferença entre Teoria e Interpretação</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/03/04/a-diferenca-entre-teoria-e-interpretacao/</link>
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		<pubDate>Sat, 04 Mar 2006 03:18:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Discussão]]></category>

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		<description><![CDATA[Normalmente as críticas da comunidade científica que são direcionadas para os físicos Amit Goswami, Fritjof Capra et all são devido a se querer dar um caráter de TEORIA científica à uma INTERPRETAÇÃO pessoal de cada um deles. Para que elas sejam incorporadas pela ciência deveriam passar pelo crivo do método científico, o que infelizmente não [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Normalmente as críticas da comunidade científica que são direcionadas para os físicos Amit Goswami, Fritjof Capra et all são devido a se querer dar um caráter de TEORIA científica à uma INTERPRETAÇÃO pessoal de cada um deles. Para que elas sejam incorporadas pela ciência deveriam passar pelo crivo do método científico, o que infelizmente não passam. As obras destes autores refletem a sua própria cosmovisão, uma interpretação pessoal dos fenômenos, mas que por não se adequarem à metodologia científica, eles não estão fazendo ciência.</p>
<p align="justify">Mesmo quando Von Neumann diz que a consciência é necessária para que haja o colapso da função de onda, isso não chega a ser um fato, mas apenas uma INTERPRETAÇÃO de um fenômeno físico. Do mesmo modo que existem diversas outras interpretações da física quântica, dentre elas, uma que diz que não existe esse negócio de um sistema físico estar em vários estados simultaneamente antes de efetuarmos a medida (veja <a href="http://www.anasoft.co.uk/quantummechanics/">Quantum Mechanics Ensemble Interpretation</a>) e aí se pergunta: qual seria o papel da consciência nesta interpretação?</p>
<p align="justify">Se a consciência não é algo mensurável, como posso afirmar que ela existe?</p>
<p align="justify">E mais ainda, como posso afirmar que algo que nem tenho certeza que existe faz alguma coisa?</p>
<p align="center">
<img src="http://i0.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/teoria_interpretacao.jpg" alt="Interpretação é diferente de teoria" title="Escher nos dá a sua contribuição" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Outro ponto a salientar é que em ciência não se deve incorrer no erro de argumentação por autoridade. Independentemente de quem seja o interlocutor, ele deve apresentar idéias que sejam comprováveis ou refutáveis&#8230; Ou seja, apenas o título em qualquer especialidade não faz com que qualquer coisa que o interlocutor diga seja ciência. Na maioria das vezes eles estão dando apenas uma INTERPRETAÇÃO do fenômeno.</p>
<p align="justify">Então como diferenciar entre o que é uma TEORIA e o que é uma INTERPRETAÇÃO?</p>
<p align="justify">A resposta já foi dada em parte quando foi dito que uma teoria necessita prever resultados que possam ser comprovados ou refutados.</p>
<p align="justify">É fácil: Se alguém está falando sobre algo que possa ser comprovado ou refutado experimentalmente, então ele está falando de alguma TEORIA. Agora se esse algo não pode ser testado por experimentos, aí ele está dando uma INTERPRETAÇÃO. E neste caso pode ser qualquer uma, inclusive aquela que se gostar mais&#8230;</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Efeito Casimir</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/02/27/efeito-casimir/</link>
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		<pubDate>Mon, 27 Feb 2006 20:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Física]]></category>

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		<description><![CDATA[Mec&#226;nica qu&#226;ntica &#233; incompleta. Desde a descoberta do el&#233;tron por Thomson em 1896 costumamos a pensar na mat&#233;ria como sendo constitu&#237;da por part&#237;culas com massa e carga el&#233;trica. Na mec&#226;nica qu&#226;ntica a intera&#231;&#227;o entre estas part&#237;culas nos &#225;tomos &#233; considerada apenas a intera&#231;&#227;o eletromagn&#233;tica entre o n&#250;cleo positivamente carregado e os el&#233;trons. Esta &#233; uma [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mec&acirc;nica qu&acirc;ntica &eacute; incompleta.</strong></p>
<p align="justify">Desde a descoberta do el&eacute;tron por Thomson em 1896 costumamos a pensar na mat&eacute;ria como sendo constitu&iacute;da por part&iacute;culas com massa e carga el&eacute;trica. Na mec&acirc;nica qu&acirc;ntica a intera&ccedil;&atilde;o entre estas part&iacute;culas nos &aacute;tomos &eacute; considerada apenas a intera&ccedil;&atilde;o eletromagn&eacute;tica entre o n&uacute;cleo positivamente carregado e os el&eacute;trons. Esta &eacute; uma aproxima&ccedil;&atilde;o excelente, j&aacute; que as outras intera&ccedil;&otilde;es (a gravitacional &eacute; 10E-40 vezes menos intensa, a forte e a fraca s&oacute; atuam em dist&acirc;ncias do tamanho do n&uacute;cleo, ou seja, mil vezes menores que o &aacute;tomo) podem ser desprezadas.</p>
<p align="justify">Assim a descri&ccedil;&atilde;o da estabilidade at&ocirc;mica &eacute; dada atrav&eacute;s dos estados estacion&aacute;rios obtidos pela equa&ccedil;&atilde;o de Schr&ouml;dinger. Considerando o &aacute;tomo mais simples, o &aacute;tomo de hidrog&ecirc;nio, que tem um pr&oacute;ton no n&uacute;cleo e um el&eacute;tron, &eacute; poss&iacute;vel ver que a equa&ccedil;&atilde;o de Schr&ouml;dinger nos d&aacute; infinitos estados estacion&aacute;rios e todos eles est&aacute;veis.</p>
<p align="justify">Entretanto, sabe-se que este &aacute;tomo, em um estado excitado (qualquer estado cuja energia &eacute; acima do m&iacute;nimo poss&iacute;vel &ndash; fundamental) decai espontaneamente para o estado fundamental emitindo f&oacute;tons. Isto &eacute; uma forte indica&ccedil;&atilde;o de que este &aacute;tomo n&atilde;o pode estar isolado! Mas com o que eles est&atilde;o interagindo?</p>
<p align="justify">Esta &eacute; a primeira indica&ccedil;&atilde;o de que o arcabou&ccedil;o te&oacute;rico da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica &eacute; incompleto. (Existe outra indica&ccedil;&atilde;o, tal como os n&iacute;veis de energia do &aacute;tomo de hidrog&ecirc;nio 2S1/2 e 2P1/2 que deveriam ser iguais, mas experimentalmente n&atilde;o o s&atilde;o. Esta diferen&ccedil;a &eacute; chamada de deslocamento Lamb).</p>
<p align="justify">Outro ponto a se considerar &eacute; que a mec&acirc;nica qu&acirc;ntica de Schr&ouml;dinger e de Born&ndash;Heisenberg levam em considera&ccedil;&atilde;o a conserva&ccedil;&atilde;o da quantidade de part&iacute;culas. O que a partir da descri&ccedil;&atilde;o da mec&acirc;nica qu&acirc;ntica de Dirac se tornou inconsistente, j&aacute; que com a possibilidade de existirem anti-part&iacute;culas e suas part&iacute;culas correspondentes poderem se aniquilar tornando-se f&oacute;tons era algo n&atilde;o previsto.</p>
<p><strong>Surgimento da TQC</strong></p>
<p align="justify">O surgimento da Teoria Qu&acirc;ntica de Campos vem dessas necessidades de descri&ccedil;&atilde;o de fen&ocirc;menos que a mec&acirc;nica qu&acirc;ntica n&atilde;o abarca. Esta teoria prev&ecirc; a exist&ecirc;ncia de part&iacute;culas/anti-part&iacute;culas virtuais que no v&aacute;cuo (estado de menor energia poss&iacute;vel) est&atilde;o constantemente surgindo e se aniquilando. Entretanto, como saber se estas part&iacute;culas realmente existem se elas s&atilde;o virtuais?</p>
<p align="justify">Em 1948 pelo f&iacute;sico Hendrik B.G. Casimir publicou um artigo em que ele descrevia um poss&iacute;vel efeito a ser considerado como uma influ&ecirc;ncia da exist&ecirc;ncia dessa flutua&ccedil;&atilde;o de part&iacute;culas/anti-part&iacute;culas em constante cria&ccedil;&atilde;o e aniquila&ccedil;&atilde;o. Neste artigo ele descreve um aparato onde duas placas paralelas perfeitamente condutoras que est&atilde;o no v&aacute;cuo acabam por sofrer atra&ccedil;&atilde;o entre si devido ao efeito desta flutua&ccedil;&atilde;o.</p>
<p align="center">
<img src="http://i1.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/efeito_casimir.jpg" title="Efeito Casimir Fisica Quantica" alt="Efeito Casimir Fisica Quantica" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">A teoria qu&acirc;ntica de campos descreve o universo atrav&eacute;s de campos de mat&eacute;ria cujas excita&ccedil;&otilde;es (quanta) s&atilde;o os f&eacute;rmions (el&eacute;trons e quarks); campos de intermedia&ccedil;&atilde;o das intera&ccedil;&otilde;es fundamentais (gravitacional, eletromagn&eacute;tica, forte e fraca) cujos quanta s&atilde;o b&oacute;sons (gr&aacute;vitons, f&oacute;tons, gl&uacute;ons e m&eacute;sons, respectivamente). Apesar de Casimir ter levado em considera&ccedil;&atilde;o apenas o campo eletromagn&eacute;tico (f&oacute;tons) em considera&ccedil;&atilde;o para o c&aacute;lculo do efeito Casimir, &eacute; poss&iacute;vel notar que este efeito pode ser calculado em outros campos como o v&aacute;cuo eletr&ocirc;nico, quark&ocirc;nico e glu&ocirc;nico.</p>
<p align="justify">Ent&atilde;o, o que est&aacute; interagindo com o el&eacute;tron no &aacute;tomo de hidrog&ecirc;nio &eacute; o pr&oacute;prio v&aacute;cuo que faz com que o el&eacute;tron em estado excitado emita f&oacute;tons at&eacute; atingir o estado fundamental. Do mesmo modo, esta intera&ccedil;&atilde;o faz surgir o deslocamento Lamb.</p>
<p align="justify">Tal descri&ccedil;&atilde;o &eacute; a teoria de maior sucesso at&eacute; hoje em f&iacute;sica e se denomina Eletrodin&acirc;mica Qu&acirc;ntica.</p>
<p align="justify">Quem quiser ler um artigo quase n&atilde;o-t&eacute;cnico &eacute; s&oacute; clicar no <a href="http://www.sbfisica.org.br/rbef/pdf/v22_122.pdf">Efeito Casimir</a>.</p>
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		<title>Crítica ao relativismo</title>
		<link>http://bloguici.com.br/2006/02/23/critica-ao-relativismo/</link>
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		<pubDate>Thu, 23 Feb 2006 12:50:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Divagando]]></category>
		<category><![CDATA[Discussão]]></category>
		<category><![CDATA[Filosofia]]></category>

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		<description><![CDATA[Gostaria de colocar um texto do f&#237;sico Steven Weinberg aqui, mas como ele &#233; muito longo, vou colocar apenas o link para voc&#234;s beberem direto da fonte. Neste texto ele faz cr&#237;ticas ao relativismo devido &#224; postura desta que diz que n&#227;o existe realidade nenhuma e que o conhecimento cient&#237;fico &#233; t&#227;o bom quanto qualquer [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Gostaria de colocar um texto do f&iacute;sico Steven Weinberg aqui, mas como ele &eacute; muito longo, vou colocar apenas o link para voc&ecirc;s beberem direto da fonte.</p>
<p align="justify">Neste texto ele faz cr&iacute;ticas ao relativismo devido &agrave; postura desta que diz que n&atilde;o existe realidade nenhuma e que o conhecimento cient&iacute;fico &eacute; t&atilde;o bom quanto qualquer pajelan&ccedil;a&#8230;</p>
<p align="justify"><a href="http://fma.if.usp.br/~everton/texts/weinberg/contrafilosofia.html">Contra a Filosofia</a></p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/pensador_rodin.jpg" title="Contra a Filosofia" alt="Contra a Filosofia" data-recalc-dims="1"></p>
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		<title>A 1ª ferida narcísica do ser humano</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 11:58:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Discussão]]></category>

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		<description><![CDATA[Cop&#233;rnico (1473-1543) viveu na &#233;poca do Renascentismo e da Reforma e foi influenciado por este clima de renova&#231;&#227;o e reformula&#231;&#227;o da vida pol&#237;tica, social e religiosa. O humanismo, que era anti-aristot&#233;lico, possibilitou uma nova vis&#227;o da natureza atrav&#233;s da descoberta das regularidades matem&#225;ticas e do Sol como fonte de princ&#237;pios vitais e for&#231;as do Universo. [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Cop&eacute;rnico (1473-1543) viveu na &eacute;poca do Renascentismo e da Reforma e foi influenciado por este clima de renova&ccedil;&atilde;o e reformula&ccedil;&atilde;o da vida pol&iacute;tica, social e religiosa. O humanismo, que era anti-aristot&eacute;lico, possibilitou uma nova vis&atilde;o da natureza atrav&eacute;s da descoberta das regularidades matem&aacute;ticas e do Sol como fonte de princ&iacute;pios vitais e for&ccedil;as do Universo. Entretanto, Cop&eacute;rnico sendo cria da tradi&ccedil;&atilde;o aristot&eacute;lica, refugia-se nesta para justificar suas mudan&ccedil;as considerando perfeito o movimento circular e assim o movimento dos planetas foi explicado com acr&eacute;scimos de epiciclos, deferentes e equantes.</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/copernico.jpg?resize=450%2C369" alt="Nicolau Copérnico - Revolução das Orbes Celestes" title="Nicolau Copérnico - Revolução das Orbes Celestes" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Creio que, se ele soubesse das consequ&ecirc;ncias que as suas id&eacute;ias causariam, n&atilde;o teria posto a Terra em movimento. Ela n&atilde;o era mais a &uacute;nica, o planeta no centro do universo, podendo ser considerada como apenas mais um dos muitos planetas e como decorr&ecirc;ncia, o ser humano tamb&eacute;m poderia n&atilde;o ser o &uacute;nico, pois talvez existissem outros s&oacute;is com outros planetas em que pudessem existir outras pessoas. Isto foi um choque para o s&eacute;culo XVI e era considerado uma heresia pois ia contra o que estava escrito nas Sagradas Escrituras.</p>
<p align="justify">Para aceitar o movimento da Terra era necess&aacute;rio que se alterasse a vis&atilde;o da estrutura da ci&ecirc;ncia vigente e mais, que a vis&atilde;o sobre o ser humano fosse modificada profundamente. A intimidade entre homem e Deus, ci&ecirc;ncia e religi&atilde;o estava dando seus sinais de cis&atilde;o.</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Poeira de estrelas…</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Feb 2006 00:57:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Norberto Kawakami]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Astrofísica]]></category>
		<category><![CDATA[Ciência]]></category>
		<category><![CDATA[Evolução Estelar]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>

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		<description><![CDATA[Com o desenvolvimento da Cosmologia, da F&#237;sica de Part&#237;culas e Astrof&#237;sica descobriu-se que os elementos qu&#237;micos primordiais foram o Hidrog&#234;nio, H&#233;lio e L&#237;tio. Ent&#227;o como &#233; poss&#237;vel a exist&#234;ncia dos quase 200 elementos qu&#237;micos que constam na Tabela Peri&#243;dica? Estudando-se a evolu&#231;&#227;o estelar concluiu-se que a cria&#231;&#227;o dos outros elementos se dava no interior de [&#8230;]]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Com o desenvolvimento da Cosmologia, da F&iacute;sica de Part&iacute;culas e Astrof&iacute;sica descobriu-se que os elementos qu&iacute;micos primordiais foram o Hidrog&ecirc;nio, H&eacute;lio e L&iacute;tio. Ent&atilde;o como &eacute; poss&iacute;vel a exist&ecirc;ncia dos quase 200 elementos qu&iacute;micos que constam na Tabela Peri&oacute;dica?</p>
<p align="center">
<img src="http://i2.wp.com/i161.photobucket.com/albums/t232/nakawak/star_born.jpg?resize=450%2C338" alt="berço e nascimento de estrelas" title="Star EGGs in the Eagle Nebula" data-recalc-dims="1"></p>
<p align="justify">Estudando-se a evolu&ccedil;&atilde;o estelar concluiu-se que a cria&ccedil;&atilde;o dos outros elementos se dava no interior de estrelas e quanto mais massiva a estrela, mais elementos qu&iacute;micos &quot;pesados&quot; eram poss&iacute;veis de se produzir. E ao mesmo tempo, se a estrela era mais massiva ela poderia se tornar uma supernova, ou seja, em algum momento de sua vida parte de seu material estelar (i.e., os elementos qu&iacute;micos que ela produziu) seria ejetado para o espa&ccedil;o atrav&eacute;s de uma explos&atilde;o cuja luminosidade sobrepujaria uma gal&aacute;xia inteira&#8230;</p>
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