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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-13276473</atom:id><lastBuildDate>Tue, 22 Nov 2011 13:53:37 +0000</lastBuildDate><category>Júlio Medem</category><category>david lynch</category><category>segurança pública</category><category>raça humana</category><category>dança contemporânea</category><category>prostituição</category><category>glauber rocha</category><category>man with movie camera</category><category>Boneca de Trapo</category><category>Saló</category><category>Pracatum</category><category>injustiça</category><category>música</category><category>nam june paik</category><category>Índios</category><category>arte</category><category>Legião Urbana</category><category>fotografia</category><category>Nelson Gonçalves</category><category>dona flor seus dois maridos</category><category>violência s/a</category><category>Kar Wai Wong</category><category>aaron hawks</category><category>Carlinhos Brown</category><category>Tamrat Desta</category><category>lost highway</category><category>mosquito</category><category>Sebastião Tapajós</category><category>filosofia</category><category>cinematic orchestra</category><category>cinema nacional</category><category>Etiópia</category><category>bruno barreto</category><category>Caótica Ana</category><category>gonzález iñárritu</category><category>violonista brasileiro</category><category>aquecimento global; copenhague; mudanças climáticas</category><category>encaixotando helena</category><category>amor</category><category>doc tv</category><category>amores brutos</category><category>videoarte</category><category>colonização</category><category>violência</category><category>Cena 11</category><category>Pasolini</category><category>Bagdad Café</category><category>documentário</category><category>dziga vertov</category><category>cinema</category><category>Clarice Lispector</category><category>ouvido</category><category>alienação</category><category>Sodoma</category><category>Pantera Cor-de-Rosa</category><category>manipulação</category><category>miscigenação</category><category>sérgio bianchi</category><title>BLOGUISTERIA</title><description /><link>http://bloguisteria.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>160</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Bloguisteria" /><feedburner:info uri="bloguisteria" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-6883670733704886816</guid><pubDate>Tue, 22 Nov 2011 13:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-22T11:53:37.537-02:00</atom:updated><title>Nem nomes, só máscaras.</title><description>&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Y5PhIebVmJs/Tsum_XiXWGI/AAAAAAAAATY/OurEda2Kktg/s1600/cp18112011.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-Y5PhIebVmJs/Tsum_XiXWGI/AAAAAAAAATY/OurEda2Kktg/s400/cp18112011.jpg" width="231" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Capa do jornal Folha de São Paulo de 18/11/2011&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sangue escorria de sua testa. Sua temperatura misturava-se com a do quase inverno e desenhava em sua face penínsulas continentais. Era um mundo derramado que invadia sua boca e abafava seu grito. Espirrava gotículas ao ar, que chocavam-se com outras faces tão limpas; escudos. Arrastaram-no: “ qual seu nome?”&lt;br /&gt;
- Tenho o nome que me representa; responde o acossado.&lt;br /&gt;
Fitou a imagem, o semblante, o mundo escorrido: “um rosto ensanguentado? Um choro de dor e desespero?”;  interroga o inquiridor. &lt;br /&gt;
- Pois assim me reconhecem!&lt;br /&gt;
Sabia muito pouco do acossado: “seu sangue de fora não lhe representa. A fração que que lhe fugiu das veias da derme é mínima, insignificante; você tem muitos outros sangues!”&lt;br /&gt;
- Pois este sangue fugiu-se de mim, fragmento do que sou, e espirrou em outras faces tão limpas. Escorre um pouco em seu escudo, veja! – Prostrou-se silencioso e calmo, quis saber um pouco mais de si: “qual seu nome?”; interrogou ao inquiridor que não entendia quase nada de representar: “eu sou este que te vê.”&lt;br /&gt;
O momento basta para representar. Nunca veremos todos os sangues, pois quando todos os sangues fugirem ...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
19/11/2011&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-6883670733704886816?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/4bldNVMxxDo" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/4bldNVMxxDo/nem-nomes-so-mascaras.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-Y5PhIebVmJs/Tsum_XiXWGI/AAAAAAAAATY/OurEda2Kktg/s72-c/cp18112011.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2011/11/nem-nomes-so-mascaras.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-7220777641112810332</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 17:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-17T15:09:08.431-02:00</atom:updated><title>As Quatro Estações</title><description>Ficou serena em seu encanto diante da atmosfera apraz que de trás lhe traria, por detrás das agradáveis sensações, inspirações internamente suspiráveis. Não era por nada seu esplendor. O nada, nada fica, nada traz ou faz, nada é. Não é frio, quente ou ameno. Não é sim, nem não. Não é nada. Era por pouco, por coisa singela, que muito lhe era.  Pelo sopro suave do refrigério que exalava de Si naquele dia em que as trevas eram iguais à luz. E tudo se fazia em um só em Si. E um Sol em Si lhe trazia o Tudo. Era hora de desabrochar, de emanar seu brilho, de suspirar seu ar. Voar ao vento, avivar suas cores, libertar sua alma dos dissabores, de sobrenadar seu caminhar.&lt;br /&gt;
            Uma vez que fora no simples abrir e fechar dos olhos que enxergou o novo mundo de um solo fértil de belezas que almejava cultivar. Brotariam brancos lírios em seu jardim que abraçariam tulipas, dançariam com gerberas  e copulariam com orquídeas. E de suas cores ecoariam melodias tão formosas que fulgores transluziriam ao céu que igualmente sereno ficaria. E de seus néctares, como abelha, faria o mel do dia que em favos guardaria para o doce preservar. E como anjo descido do firmamento traria sua lira para a bem-aventurança anunciar. E de lá iria ter ao rio e como lótus flutuaria. E iria ter ao mar e como peixe ao nadar se moveria. Posto que largos agora seriam seus dias e tão mais dilatados seus músculos e nervos, tão mais forte seu coração batia. E ouviria nitidamente o brado dos átomos, e veria o vibrar da ultravioleta e do tamanho do universo seria, pois tudo se fazia um só em Si. Era o épico elegido da harmonia, a simétrica loa da boa-vontade e da fé. E de seu pâncreas vociferava o dito do divino e da hipófise, a redenção. E com suas escamas tatearia a maciez áspera do concreto naquele dia em que trevas e luz eram iguais.   &lt;br /&gt;
            Seus passos seguiam seguros e exatos sobre o chão que já tinha de cor. Sabia de onde vinha e para onde teria de rumar. Para o mesmo lugar aonde estariam os frutos semeados que teria de apanhar. Já os conhecia desde o caroço até o carpo, pois a certeza das sementes é que uma hora hão de se frutificar, e a certeza dos frutos é que uma hora hão de semear. E ia plena e resoluta por seu jardim plano e ascendente que ela própria semeou, e ia firme e confiante pelos caminhos que ela própria estabeleceu, e ia segura e arvorada nas leis que ela própria decretou, pois a certeza da boa-vontade é que uma hora há de se ter fé, e a certeza da fé é a incerteza daquele dia em que trevas e luz se faziam iguais e tudo era um só em Si. E tão mais largos eram os seus dias, mais forte seu coração batia e mais sangue em suas veias corria e mais dilatados seus músculos e nervos, mais largos seriam seus dias. O sopro, ora suave, se acalorou.&lt;br /&gt;
            O ar bafejava ardente em suas mãos que perscrutavam a atmosfera em busca de mais largueza. Sondavam, como luneta, os infinitos pontos do universo. Era por mais esplendor o seu arrebatamento. E expandia-se freneticamente em busca do Sol em Lá que não luzia em Si. Era hora de movimentar, de ampliar seu brilho, de transpirar o líquido da derme porosa na incessante busca pela impermeabilidade. Correr pelos campos por  todos seus cantos, sombrear seu corpo, esquecer sua alma, agilizar o caminhar. Seria o riso dos anjos e o gozo de Eros, visto que fora na vigorosa diástole que sentiu o prazer hedônico que ansiava cultuar. Seria a benitoíta à fluorescência aspirar e teria a voluptuosidade de Afrodite a Antero censurar. E sua carne se faria de mar a navegar, e suas coxas de útero ao vinho conceber. E como Lúcifer advindo da ordem dos querubins, aos cegos da caverna alumiará, e com seu hino a entonar os persuadirá à bem-aventurança conquistar. E de lá iria ter ao rio e como boto cortejaria,  e iria ter ao mar e como sereia aos marujos encantaria. E vibraria a ultravioleta que do tamanho do universo seria, e bradaria, como átomo fissurado, a sua excitação naquele dia em que a luz teria maior medida e às trevas esclareceria. E ao passo que mais e mais luz se tinha, mais sombra se fazia, e aos passos mais largos que corria, mais permeável ficaria. Era o épico elegido da euforia, a ebriedade demente das paixões da pura-vontade e da insensatez. E sua bílis expeliria a cólera do mendigo e da hipófise, a redenção.&lt;br /&gt;
            Naquele dia em que a luz se apoderaria das trevas, o Sol em Lá era sua sombra, e com seu sangue escorreria na aspereza sólida, enquanto seus músculos e nervos hipertrofiam, pois a certeza da incerteza é a esperança. E seguia pela calada sorrateira naqueles campos que já não tinha de cor, e via míope e turvamente a luz que luzia em Lá, e ia trépida e acanhadamente pelo tribunal que Lá se constituiu. E o bafo, que ora lhe ardeu, agora lhe brochou, pois a certeza da esperança é o tempo, naquele dia em que sua sombra era mais nítida e as trevas se rendiam à luz.&lt;br /&gt;
            O pranto ondeado da resignação umedeceu sua face. Fortes correntes de ar sopravam do norte para o sul, e assim se ia, como uma embarcação sem mastro a velar as vicissitudes do tempo ao ocaso. Era hora de ceder, de ceifar os frutos semeados, de empalidecer a relva do campo em todos seus cantos, pois era por algum encanto o choro em Si, já que fora no súplice fletir dos joelhos que cerrou suas mãos com os calejados dedos dos empedernidos sonhos. E Prosternou-se sôfrega abaixo da atmosfera densa que por de cima lhe traria, por debaixo das angustiantes sensações, suspiros internamente irrespiráveis. Seria a prece do rezador a esmo a interceder por salvação, e de seu terço escoariam lágrimas a encharcar suas vestes. E o Tudo se fazia em só em Si. E um Sol em Si não lhe fazia. E sua pele enrugaria, naquele dia em que as trevas eram iguais à luz. E sua sombra lhe envolveria. E não ouviria a sinfonia tocar, pois tão gastos eram seus músculos e nervos que só a fadiga lhe restaria. E como anjo desalado tombaria, que de sua lira desprovido se calaria. E de lá iria ter ao rio e como pedra afundaria. E iria ter ao mar que de petróleo se cobriria e, como plâncton, se asfixiaria.&lt;br /&gt;
            Seus passos perturbados seguiam lentos e insustentáveis sob o chão que se tinha por sobre Si que já não se sabia por onde iria caminhar até chegar em algum lugar que não estaria. Era a tragédia elegida da agonia, o destinado descaminho da desvontade e da invalidez. A onipresente cadência da onimpotência ôntica.  A concretada epifania de Zeus, e de seu baço exsudaria o visgo do leproso e da hipófise, a redenção. E com seu barro, o concreto áspero se tornaria naquele dia em que trevas e luz eram iguais, pois a certeza do tempo é a mudança. E o suplício agonizante se calou.&lt;br /&gt;
            Ficou inerte em seu desencantado derramamento que se fazia sob o chão que lhe pesava por sobre Si. Trazia o nada que nada era. Era hora de nada ficar, de apagar seu brilho, de sufocar seu suspiro. Seria Hipnos a Morfeu silenciar e  a Tânatos abraçar. Era pela ausência sua existência no vácuo naquele dia em que nem a ultravioleta luziria. E de lá hibernaria junto a Nix e se tornaria sua  célebre aprendiz. Era a tragédia elegida da prostração, a estagnação inerme da má-vontade e da languidez, pois a certeza da mudança é que uma hora há de chegar sua vez. Pois fora mesmo no ocasional desencontro do Sol em Si com o Sol em Lá que as trevas se fizeram em maior medida e à luz escureceriam. E como uma só sombra, seria do tamanho do universo, visto que tudo se fazia em um só em Si. E tão mais largas eram suas noites, mais pulverizados seus músculos e nervos, e tão mais largas eram suas noites, mais estreita sua alma, e tão mais estreita sua alma, mais nada ficava. E iria reclinar-se sobre o vazio que se tinha, e tatearia o pretume com seu cimento, e ouviria o sussurro segredado do novo mundo de um solo pútrido de tristezas no qual iria se enterrar. E de lá iria ter ao pó e, como barro, ao pó cederia. E iria ter ao átomo e do tamanho do universo ficaria.&lt;br /&gt;
            Seu abatimento seguia seguro e exato sob o destino que já tinha de cor. Sabia de onde vinha e para onde teria de rumar. Para o mesmo lugar aonde estariam as sementes que iriam frutificar, e veria as raízes dos recônditos campos a se inclinarem para desabrocharem, e seria a seiva da terra a sua hora aguardar, e ao favo encontraria para do doce se alimentar do mel do dia, e como abelha rainha, entonaria sua melodia, e o vácuo se dissiparia e um feixe de luz surgiria no horizonte, e da serenata cantaria pelos campos o encanto por todos seus cantos naqueles dias em que as trevas se igualariam à luz.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-7220777641112810332?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/qGiDra3orWs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/qGiDra3orWs/as-quatro-estacoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2011/10/as-quatro-estacoes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-5981331206879420298</guid><pubDate>Fri, 26 Aug 2011 19:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-26T16:42:54.158-03:00</atom:updated><title>Retrato, Espelho, Segredo: Partículas do Ser</title><description>(triptico poético minimalista)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fotografia de Família&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
na morte da luz, o tempo cessa de soar. crava a luz na superficie sólida. escoa a luz na superficie morta. soa que o tempo cessa de escoar, luz onda, crava morta. a luz se crava na superficie; a superficie enterra a luz. na imobilidade da luz, emulsão. a luz particula se crava solida. há particula do não-movimento. estática. a imagem escoa na superficie sólida. o tempo morto - outrora. a memória toca a retina. lembra. chora. soa sólida. a particula se crava na superficie estática – morta.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Retrato da Infanta Defunta&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o fúnebre bailado de um corpo sem resquício. sopro sem sentido. diástole sem sentido. sistole sem sentido. o rumo desvanecido do residuo oco. o tempo pouco. o pouco osso. a pouca pele. o choro e o gozo sem sentido. o ritmo desvanecido do tempo oco. o sopro sem resquicio. o bailado sem sentido. o sopro sem ritmo. sem diástole, nem sistole – a pele se afasta do osso. o pouco corpo desvanecido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reflexo do Espelho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
o ferro e a areia são reflexo um do outro. sendimento do carbono. a amálgama dos fósseis espelha o fletir dos ombros. não nota o piscar dos olhos. ver e sentir são reflexo um do outro. alquimia do corpo. não há distinção entre fóssil e sangue. sendimento do carbono. não nota o cerrar dos olhos. a amálgama dos olhos espelha o fletir do ombros. alquimia dos fósseis. o cerrar dos olhos e o fletir dos ombros são reflexo um do outro. não há distinção entre ferro e corpo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
sendimento do carbono.&lt;br /&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-5981331206879420298?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/z7NJdfjzoog" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/z7NJdfjzoog/retrato-espelho-segredo-particulas-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2011/08/retrato-espelho-segredo-particulas-do.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-6123992837411598661</guid><pubDate>Fri, 03 Jun 2011 15:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-03T12:02:28.179-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">filosofia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amor</category><title>Teoria Incompleta do Amor</title><description>Talvez o texto se inicie provocando alguns leitores, pois o texto vai afirmar: "muitos não sabem o que é amar e, por isso, jamais amaram na vida". Vão dizer que o texto peque por arrogância, jactância, muito embora o texto não tenha vontade própria; foi escrito por alguém - que veementemente defende sua posição e idéias. A pessoa que escreveu o texto compreende que, muito acima da jactância, o que pesa sobre a afirmação é o lamento. &lt;br /&gt;
"O amor não o é, se não permitir a liberdade - incondicional - ao outro", continua o texto. A pessoa que escreveu o texto compreende que tal proposição representa uma irrealidade. O que vivemos hoje é um amor capital, no qual eu sou sua e você é meu, nós dois somos um; não mais eu sou eu e você é você, nós dois somos nós. &lt;br /&gt;
“As verdades sobre o amor são as mais diversas, e aonde há uma diversidade de verdades, não há verdade alguma”, desenvolve-se o texto. Diz-se que o amor é tolerância; pobre amante, diz-se que o amor é cuidado; particularmente do outro e não de si, sendo cuidado um eufemismo para controle, diz-se que se ama ao desejar continuamente a presença da pessoa em sua vida; o desejo momentâneo de uma dependência permanente, e etc... &lt;br /&gt;
“Geralmente, limitadamente e ingenuamente, tende-se a se denominar por amor, unica e exclusivamente, o fenômeno romântico – entre duas pessoas. O amor é limitado a isso, começa e acaba nisso”, observa o texto. Comumente as pessoas se entregam às vicissitudes culturais, às idiossincrasias, ao senso comum, não se estabelecem como “si mesmas” no mundo. Afoga-se e asfixia-se uma postura reflexiva, questinadora, filosófica, subjetiva, em prol de um comodismo de “status quo”, de uma produtividade sócio-econômica-cultural, de um capitalismo da subjetivação, de uma objetivação. A pessoa que escreveu o texto compreende que o amor não é uma verdade, um substantivo, mas um processo, um verbo.&lt;br /&gt;
“Amar perpassa pela laborosa via do entendimento, de si, do outro, do mundo, do próprio entendimento, até chegar-se a uma pretentida e utópica compreensão, unida a valores, necessariamente positivos, como carinho e bem-querer - incondicionalmente”, conclui o texto. A pessoa que escreveu o texto compreende que diante desta explanação, a afirmação primeira torna-se a derradeira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-6123992837411598661?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/qfZ29LsGJm0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/qfZ29LsGJm0/teoria-incompleta-do-amor.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2011/06/teoria-incompleta-do-amor.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-8717982641763132981</guid><pubDate>Sat, 26 Dec 2009 15:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-26T14:24:53.985-02:00</atom:updated><title>Notações dos festejos de fim de ano</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SzY10-IrKdI/AAAAAAAAARM/mR2U_qdel0c/s1600-h/cora%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 223px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SzY10-IrKdI/AAAAAAAAARM/mR2U_qdel0c/s320/cora%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419578385735821778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Como ousas, Delfos, inquirir tal insensata postulação, se sabeis que, por muito naturalmente, mal notamos nossos batimentos cardíacos e tampouco nossa respiração, tal qual nossos desejos não ultrapassam à sociologia profana do consumismo?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-8717982641763132981?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/FFSlCdg4KrI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/FFSlCdg4KrI/notacoes-dos-festejos-de-fim-de-ano.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SzY10-IrKdI/AAAAAAAAARM/mR2U_qdel0c/s72-c/cora%C3%A7%C3%A3o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/12/notacoes-dos-festejos-de-fim-de-ano.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-6779871160600575251</guid><pubDate>Tue, 08 Dec 2009 14:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-08T12:44:13.607-02:00</atom:updated><title>A Paulista faz anos e a sorte é toda nossa!!!</title><description>Em 8 de Dezembro de 1891, foi inaugurada a avenida que um século mais tarde viria a ser o marco financeiro do país. Mas, convenhamos, a Av. Paulista tem muito mais cultura que dinheiro: ainda bem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5gf4Qu2XI/AAAAAAAAAQk/okRUVknbZDM/s1600-h/Avenida_Paulista_1891.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 133px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5gf4Qu2XI/AAAAAAAAAQk/okRUVknbZDM/s200/Avenida_Paulista_1891.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412869902940690802" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Imagem do ano da inauguração)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A avenida foi projeta pelo engenheiro Joaquim de Eugenio de Lima, hoje uma de suas travessas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5hFHClWAI/AAAAAAAAAQs/QqTthBGA7k0/s1600-h/Avenida_Paulista_1928.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 169px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5hFHClWAI/AAAAAAAAAQs/QqTthBGA7k0/s200/Avenida_Paulista_1928.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412870542563039234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Tem coisa que insiste em permanecer a mesma. Eis o trânsito, embora de calhambeques em 1928!!!)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5jCmdmnbI/AAAAAAAAAQ8/nxArbEfqOLM/s1600-h/manifesta%C3%A7%C3%A3o+paulista.bmp"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 192px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5jCmdmnbI/AAAAAAAAAQ8/nxArbEfqOLM/s200/manifesta%C3%A7%C3%A3o+paulista.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412872698481515954" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Manifestações: das recorrências da avenida que é palco de expressão)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5lVtOt66I/AAAAAAAAARE/SNYCEFZ7yhY/s1600-h/passarela.jpg"&gt;&lt;img style="float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;width: 200px; height: 150px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5lVtOt66I/AAAAAAAAARE/SNYCEFZ7yhY/s200/passarela.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5412875225738898338" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(O mundo na passarela!) &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E quem não se lembra da calçada azulejada? Tudo bem que tiraram, foi por uma boa causa! Hoje está mais universalmente transitável! E finalmente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parabéns paulistanos pelo magnífico patrimônio!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-6779871160600575251?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/j8WuChfm4Uc" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/j8WuChfm4Uc/paulista-faz-anos-e-sorte-e-toda-nossa.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/Sx5gf4Qu2XI/AAAAAAAAAQk/okRUVknbZDM/s72-c/Avenida_Paulista_1891.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/12/paulista-faz-anos-e-sorte-e-toda-nossa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-3931185000284488503</guid><pubDate>Wed, 02 Dec 2009 16:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-12-02T14:59:32.934-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aquecimento global; copenhague; mudanças climáticas</category><title>Não está desculpado!</title><description>Nova campanha do Greenpeace, lançada em Copenhague, Dinamarca, uma semana antes da Conferência do Clima da ONU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://oglobo.globo.com/fotos/2009/12/02/02_MHG_cie_lula_.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 720px; height: 460px;" src="http://oglobo.globo.com/fotos/2009/12/02/02_MHG_cie_lula_.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Faltou estampar a foto de centenas de milhares de consumistas que circulam com seus automóveis, carregando sacolas plásticas dos Shoppings Centers!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fonte: &lt;a href="http://oglobo.globo.com/ciencia/mat/2009/12/02/campanha-do-greenpeace-em-copenhague-faz-criticas-as-decisoes-dos-lideres-mundiais-sobre-aquecimento-global-915014605.asp"&gt;O Globo&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-3931185000284488503?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/qqAJxFt0CtM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/qqAJxFt0CtM/nao-esta-desculpado.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/12/nao-esta-desculpado.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-3165247893778923193</guid><pubDate>Sat, 20 Jun 2009 16:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T13:25:26.893-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">raça humana</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Carlinhos Brown</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">miscigenação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pracatum</category><title>Pracatum é pra Curar!</title><description>... a partir do momento em que o conceito raça nasceu, seja para classificar ou para hierarquizar, já estava iminentemente morto. O movimento natural não validou ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/85sFFi3auxQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/85sFFi3auxQ&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;... post scriptum: vídeo realizado pela produtora Like Filmes, para a Ong Pracatum, da comunidade de Candeal, Salvador - Bahia ...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-3165247893778923193?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/Ylc1KY3DqEA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/Ylc1KY3DqEA/pracatum-e-pra-curar.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/06/pracatum-e-pra-curar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-7034893303218857246</guid><pubDate>Mon, 15 Jun 2009 17:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-23T19:59:35.031-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Legião Urbana</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Índios</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">colonização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">manipulação</category><title>A Colonização Dogmatizadora das Almas ...</title><description>... Humanas, na qual, embora de sutil percepção, encontramo-nos todos! Contudo para um virtuoso colonizado, deve-se querer a segurança, para sangrar em vão e chorar pelo vácuo ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/paWUc_gZ-Ck&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/paWUc_gZ-Ck&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-7034893303218857246?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/3-DP_7vcGg4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/3-DP_7vcGg4/colonizacao-dogmatizadora-das-almas.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/06/colonizacao-dogmatizadora-das-almas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-415798446440128464</guid><pubDate>Mon, 01 Jun 2009 14:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-01T11:45:26.457-03:00</atom:updated><title>Intelectologia</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SiPpVtK8bfI/AAAAAAAAAP0/HtN2TKPUGz4/s1600-h/Intelectologia.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SiPpVtK8bfI/AAAAAAAAAP0/HtN2TKPUGz4/s400/Intelectologia.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5342370142103563762" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-415798446440128464?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/9az-tna0sRY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/9az-tna0sRY/intelectologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SiPpVtK8bfI/AAAAAAAAAP0/HtN2TKPUGz4/s72-c/Intelectologia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/06/intelectologia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-3936285159132499944</guid><pubDate>Wed, 27 May 2009 16:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-06-20T13:23:03.933-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Boneca de Trapo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">injustiça</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Nelson Gonçalves</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">prostituição</category><title>A Ética da Prostituta no Varejo on Demand</title><description>Mesmo com a proposta do valor do serviço dobrado, ela recusou-se a se entregar sem camisinha. Foi chamada de amadora pelo mercador, que  a agrediu contra a parede numa evidente demonstração de superioridade e amaneirou-se tal qual um escravocrata, pois toda a lei, limita-se aos justos! &lt;br /&gt;... e assim foi quando a meretriz julgou preservar a si e ao mundo ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/46cuCyK4c30&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/46cuCyK4c30&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;música: Boneca de Trapo&lt;br /&gt;artista: Nelson Gonçalves&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-3936285159132499944?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/8jsFRdDOsFY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/8jsFRdDOsFY/etica-da-prostituta-no-varejo-on-demand.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/05/etica-da-prostituta-no-varejo-on-demand.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-4212038622671005399</guid><pubDate>Thu, 21 May 2009 17:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-05-21T15:12:10.806-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dança contemporânea</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cena 11</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">arte</category><title>Do Futuro do Presente: o Indicativo do Obscuro Absurdo</title><description>... pois é sabido que para a formação do infinitivo impessoal e suas mais variadas formas, basta adicionar um sufixo desinencial ao morfema raíz que lhe dará substância temporal de ordem acausal. Mas muito mais do que mera sintaxe psicodélica, um grupo de dança radicado na cidade de Florianópolis, capital de Santa Catarina, trás em sua estética punk-gótica-futuristica, as manifestações agônicas e tórpidas de uma geração-arte que vive exuberantemente as emoções sem partido, presas num particular infinito. Uma estética comportamental que temos visto surgir a partir de meados dos anos 90, do já findado século XX, que demonstra humanos em vidas sem propósito, num estranho vazio de sentidos que os leva ao bizarro, absurdo e nonsense. O movimento mais caracteristico das coreografias do grupo se interrelaciona com a noção de gravidade, não para desafiá-la,como fazem os pássaros, mas para explorá-la intensa e dolorosamente, pois seu alvo é o chão, onde se situam os homens!&lt;br /&gt;Abaixo, dois vídeos em sequência que compilam as coreografias da trupe do Cena 11. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/76ArRtafpJU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/76ArRtafpJU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/m7MGghJVG7s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/m7MGghJVG7s&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-4212038622671005399?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/tGER7w6fxvM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/tGER7w6fxvM/do-futuro-do-presente-o-indicativo-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/05/do-futuro-do-presente-o-indicativo-do.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-296026881081074779</guid><pubDate>Wed, 29 Apr 2009 13:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-29T11:00:56.051-03:00</atom:updated><title>Isso não é um post!</title><description>É preciso que o óbvio seja constantemente repetido para que não seja permanentemente esquecido! Mas fale alto, grite histericamente para que não se corra o risco de não ser ouvido, pois os ouvidos, ultimamente, andam perplexos por tantos zunidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SfhdaNwTqvI/AAAAAAAAAPE/jMM69mSxfK4/s1600-h/Sacola.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 240px; height: 320px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SfhdaNwTqvI/AAAAAAAAAPE/jMM69mSxfK4/s320/Sacola.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330112863943240434" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-296026881081074779?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/2boF2GAsE_k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/2boF2GAsE_k/isso-nao-e-um-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SfhdaNwTqvI/AAAAAAAAAPE/jMM69mSxfK4/s72-c/Sacola.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/04/isso-nao-e-um-post.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-8772414692714306909</guid><pubDate>Thu, 23 Apr 2009 14:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-23T12:22:13.566-03:00</atom:updated><title>Tabagismo também é bilheteria!</title><description>E bilheteria também pode ser cultura! Por isso, nada melhor que uma indústria; a do entretenimento; apropriar-se de outra indústria; a da morte,  para fazer da bilheteria aquilo que não é cultura. &lt;br /&gt;Certamente haverá muito mais filmes sobre o tema do que os que vou citar, logo, haverá ainda muitas perspectivas de câmera para o tão tripudiado vício de fumar. O mais disperso, para não dizer popular, que discorreu sobre a temática foi "&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0427944/"&gt;Obrigado por Fumar&lt;/a&gt;" (Jason Reitman - 2005), que incitou uma polêmica sobre a nocividade, nos seus mais diversos graus, entre três grandes indústrias, a saber: a bélica, a automobilística e a tabagista. No final das contas, o filme se resumia a discutir a fatídica questão: "Qual delas mata mais?". &lt;br /&gt;O mais engraçado e despojado foi, de fato, &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0379217/"&gt;"Coffe &amp; Cigarretes"&lt;/a&gt; (Jim Jarmusch - 2003), que no lugar de discutir o indiscutivel, ou de julgar o inimputável, simplesmente representou de maneira isenta e, ao mesmo tempo, satírica a necessidade dessa substância em ocasiões sociais e de interação interpessoal, geralmente ambientadas em uma mesa de bar como um ponto de encontro. &lt;br /&gt;Estreou no fim do ano passado aqui no Brasil, um documentário que, justamente por ser documentário, não é lá um sucesso de bilheteria, mas que ainda encontra-se em cartaz nas mais recônditas e empoeiradas saladas de cinema. Trata-se de "Fumando Espero"(Adriana Dutra-2008) que revela o depoimento de pessoas que fazem parte da indústria do entretenimento, outras da indústria do tabagismo, outras da indústia das leis e multas, outras da indústria do consumismo, outras da indústria ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/YTJJ_4RE8JA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/YTJJ_4RE8JA&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-8772414692714306909?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/befRCKHz3CI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/befRCKHz3CI/tabagismo-tambem-e-bilheteria.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/04/tabagismo-tambem-e-bilheteria.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-2943403515497912988</guid><pubDate>Sat, 18 Apr 2009 15:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-18T13:18:36.832-03:00</atom:updated><title>Tomara Maravilha!!!</title><description>Tomara é um verbete muito mais facilmente dito que escrito. Uma palavra que expressa as ânsias e desejos humanos, de um forte teor afetivo e emotivo, e em contrariedade à pluripotência individual do ser e à jactância racionalista.&lt;br /&gt;Em uma pesquisa googleriana sobre o termo é possível encontrar-se absolumente nada! Tomara que o termo venha a ser mais efusivamente esquadrinhado, visto que ele carrega em si o que há de mais puro e essencial do ser humano, ou seja: a esperança; o desejo!&lt;br /&gt;Um político poderia dizer: Tomara que ninguém descubra! Antes de iniciar a aula, o professor pensaria: Tomara que a classe se comporte! O capitalista desejaria que: Tomara que dê lucro! O esquerdista poderia ansiar: Tomara que dê certo - mas nunca dá! Existe ainda o Tomara-que-Caia, que exerce função substantiva de caracter mais libidinosa-sexo-cultural, que opostamente também é cumprida pelos estimulantes sintéticos de ereção que realizam o Tomara-que-Suba!&lt;br /&gt;Já os poetas poderiam dizer: Tomara que o amor se realize e a felicidade seja plena!&lt;br /&gt;- Seja lá o que isso for - replicaria o filósofo que - por sua vez, igualmente os deseja ter, mas espera antes entender.&lt;br /&gt;Ouvi dizer esses dias que iniciaram uma restauração das obras expostas no &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/East_Side_Gallery"&gt;East Side Gallery&lt;/a&gt;, vulgo "&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Muro_de_Berlim"&gt;Muro de Berlim&lt;/a&gt;", ou sobreporão outras obras, neste espaço que é considerado a maior galeria de arte a céu aberto. De qualquer forma: Tomara que não chova antes da tinta secar! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/HggPXxtQV60&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/HggPXxtQV60&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Música: Tomara&lt;br /&gt;Autor: Vinícius de Morais&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-2943403515497912988?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/65dtb5FaogI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/65dtb5FaogI/tomara-maravilha.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/04/tomara-maravilha.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-4219749438626910963</guid><pubDate>Fri, 10 Apr 2009 21:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-10T20:37:45.573-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sebastião Tapajós</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">música</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">violonista brasileiro</category><title>O Carimbo de Tapajós!</title><description>Quando me deparo com determinados músicos, por vezes ignorados pelo grande público, executando suas obras, arranjos ou, ainda mesmo, interpretações, me vem uma súbita curiosidade em saber o que faz a altivez de tantos outros se sobressaltar?&lt;br /&gt;Como é no caso de apreciar as obras e o tocar desse cidadão, reconhecido pela selecta e fiel audiência, na maioria das vezes estrangeira, como um ser simples e de uma virtuosidade esplêndida. Poucas vezes se vira um violão ser tão belamente ressonado, num casamento eufônico entre o vibrar das cordas e o ar, no tilintar sutil das notas, o divino matrimônio!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/g8uy2Ziv7OE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/g8uy2Ziv7OE&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;rel=0" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sebastião Tapajós, ou simplesmente, "Tião", um violonista orgulhosamente tupiniquim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-4219749438626910963?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/LGcWqtj_lbU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/LGcWqtj_lbU/o-carimbo-de-tapajos.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/04/o-carimbo-de-tapajos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-2468227349538505103</guid><pubDate>Sat, 04 Apr 2009 17:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-05T17:01:58.943-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">nam june paik</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">videoarte</category><title>Nam June Paik: Plataforma e Movimento</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SdelVxlBvdI/AAAAAAAAAOQ/zBxoi1BgUfo/s1600-h/nam-june_moorman.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;width: 144px; height: 200px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SdelVxlBvdI/AAAAAAAAAOQ/zBxoi1BgUfo/s200/nam-june_moorman.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5320903278266006994" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Inúmeras interpretações. Inúmeras são as especulações sobre a constatação de uma autêntica obra de arte. Quatro minutos e trinta e três segundos paralizado em frente a um piano para executar uma música, é arte? Sim, é arte! Empilhar televisores e dá-los formas conhecidas, também? Sim, também! De certa forma, em um dado momento, a plataforma artística passou a ser a atitude do artista, ou seja, o artista em si mesmo e no seu movimento. Já não bastava experenciar a emoção estética agraciada pela obra, comumente bela e em sua plataforma usual. Era necessário ficar com aquela expressão de quem acabou de ter todas  as suas certezas abaladas. Era necessário perguntar: "Mas o que isso quer dizer?". E, de fato, os explicadores inventam mais arte que a arte em si. Por isso a célebre declaração de Nam June Paik (considerado o pai da video arte e muito amigo de Cage &amp; Stockhausen Cia.), de que a arte seria fraudulenta e bastaria fazer algo que ninguém houvesse feito ainda para que se fosse reconhecido, tornou-se célebre!&lt;br /&gt;Como saber qual a intenção do artista? &lt;br /&gt;Posso dizer que o preto e o branco representam o bem e o mal, ou o tudo ou o nada, e daí retirar dezenas de explicações que poderiam até beatificar o artista. E esse movimento estático, então? O que eu poderia dizer sobre um movimento que é estático?&lt;br /&gt;Bem, acho que me resta perguntar sobre o quê Nam June Paik faria com um iPod!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/8z1sOsIrshU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/8z1sOsIrshU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-2468227349538505103?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/74fPJEK73Tg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/74fPJEK73Tg/zen-june-paik-plataforma-e-movimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SdelVxlBvdI/AAAAAAAAAOQ/zBxoi1BgUfo/s72-c/nam-june_moorman.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/04/zen-june-paik-plataforma-e-movimento.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-5069551718066732156</guid><pubDate>Fri, 27 Mar 2009 16:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-05T17:01:15.069-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">violência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">segurança pública</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">documentário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">violência s/a</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">doc tv</category><title>Sarcasmo - não é pra menos!</title><description>Seguindo a mesma linha de raciocínio do longa metragem "Quanto Vale ou é Por Quilo"(Sérgio Bianchi - 2005), o curta metragem &lt;a href="http://www.curtagora.com/filme.asp?Codigo=6010&amp;Ficha=Completa"&gt;Violência S/A&lt;/a&gt; discorre sobre o mercado da segurança privada e aqueles que lucram exorbitâncias atmosféricas com a ausência do Estado na proteção dos cidadãos por direito. Faz uma narrativa jocosa no estilo "organizações tabajaras" na qual conota que os direitos constitucionais estão longe de serem universais. Torna o absurdo hilário, além de ser ridículo com muita competência!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/utBZPa8kLAM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/utBZPa8kLAM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-5069551718066732156?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/Pp96rLb3xjQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/Pp96rLb3xjQ/sarcasmo-nao-e-pra-menos.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/03/sarcasmo-nao-e-pra-menos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-4280308090723132689</guid><pubDate>Sun, 22 Mar 2009 13:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-05T17:00:17.725-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">aaron hawks</category><title>Um Privilégio da Luz: Aaron Hawks</title><description>Diria que se a maior parcela dos fotógrafos faz crônicas de suas obras, Aaron Hawks é pura poesia! Não se contenta em captar as imagens aleatórias do momento dado e no cenário dado, ele mesmo os cria e os tempera de sexualidade, sofisticação, angustia e violência ...(três pontos e ponto e virgula); ele escarra personalidade (ponto final).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/ScZAKtlFlXI/AAAAAAAAANw/ojttL9proVk/s1600-h/2007041700_Picture%25201-tm.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 314px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/ScZAKtlFlXI/AAAAAAAAANw/ojttL9proVk/s320/2007041700_Picture%25201-tm.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316006962935469426" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/ScZA2l0OAUI/AAAAAAAAAOA/tVdrcG-gdRE/s1600-h/2007041700_Picture%25203-tm.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 316px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/ScZA2l0OAUI/AAAAAAAAAOA/tVdrcG-gdRE/s320/2007041700_Picture%25203-tm.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316007716765696322" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/ScZBKugQ9HI/AAAAAAAAAOI/5L_bMW1raoA/s1600-h/2007041700_Picture%25207-tm.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 314px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/ScZBKugQ9HI/AAAAAAAAAOI/5L_bMW1raoA/s320/2007041700_Picture%25207-tm.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5316008062695306354" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-4280308090723132689?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/sO-nzM0TjNY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/sO-nzM0TjNY/um-privilegio-da-luz-aaron-hawks.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/ScZAKtlFlXI/AAAAAAAAANw/ojttL9proVk/s72-c/2007041700_Picture%25201-tm.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/03/um-privilegio-da-luz-aaron-hawks.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-328965650983046207</guid><pubDate>Tue, 17 Feb 2009 16:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-17T13:58:08.725-03:00</atom:updated><title>Não é mera coincidência!</title><description>Estava tranqüilamente navegando por esta teia de bits, a assistir vídeos que me envolvessem em atenção e deleite, quando me deparei com este que merece registro. Trata-se de um trecho  de uma peça interpretada pelo Balé da Cidade de São Paulo, na verdade, por apenas dois de seus integrantes e, ao final dessa edição, algo me chamou atenção pela similitude com outra obra, das artes plásticas, já bastante afamada. A cena é esta em que o casal se beija através de um pano, uma sutil e astuta observação sobre inaptidão humana em amar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QQMJt76bJpk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/QQMJt76bJpk&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obra: Adeus Deus&lt;br /&gt;Coreografia: Sandro Borelli&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Abaixo, a obra que a cena me remeteu:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SZrok-qV6FI/AAAAAAAAANo/86wW_KpCWec/s1600-h/os+amantes.bmp"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 320px; height: 234px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SZrok-qV6FI/AAAAAAAAANo/86wW_KpCWec/s320/os+amantes.bmp" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5303807233175709778" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(Os Amantes - René Magritte/1928)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por sinal, as duas são obras formidáveis e dignas de admiração!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-328965650983046207?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/Aw3Dn5-Pwm0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/Aw3Dn5-Pwm0/nao-e-mera-coincidencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_92-WjzWv6YA/SZrok-qV6FI/AAAAAAAAANo/86wW_KpCWec/s72-c/os+amantes.bmp" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/02/nao-e-mera-coincidencia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-8460466732304125932</guid><pubDate>Mon, 16 Feb 2009 18:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-05T16:55:44.069-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cinema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dziga vertov</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cinematic orchestra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">man with movie camera</category><title>Enquanto isso, em 1929 ...</title><description>Não, não é o crash da bolsa, mas quando as imagens deixam de apenas exibir, para nos contar ...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Filme: The Man With a Movie Camera &lt;br /&gt;País: Russia&lt;br /&gt;Director: &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Dziga_Vertov"&gt;Dziga Vertov&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Trilha/Ano: The Cinematic Orchestra/2003&lt;br /&gt;Espécie: Nutriente obrigatório para alimentar as vísceras de um cinéfilo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="320" height="266" class="BLOG_video_class" id="BLOG_video-4cccc9e06217687e" classid="clsid:D27CDB6E-AE6D-11cf-96B8-444553540000" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/get_player"&gt;
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&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-8460466732304125932?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/lWPzTqchuTk" height="1" width="1"/&gt;</description><enclosure type="video/mp4" url="http://www.blogger.com/video-play.mp4?contentId=4cccc9e06217687e&amp;type=video%2Fmp4" length="0" /><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/lWPzTqchuTk/enquanto-isso-em-1929.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/02/enquanto-isso-em-1929.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-7557969533182123327</guid><pubDate>Wed, 11 Feb 2009 11:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-05T16:59:35.170-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bruno barreto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">cinema nacional</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">glauber rocha</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">sérgio bianchi</category><title>Nacionais em sequência</title><description>&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Deus_e_o_Diabo_na_Terra_do_Sol"&gt;&lt;strong&gt;Deus e o Diabo Na Terra do Sol (Glauber Rocha - 1964):&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; Certamente é um filme biográfico, registro histórico, de costumes e época que, como todos sabem, conta a história do cangaceiro Virgulino, vulgo Lampião, que viveu nas terras do sertão sergipano no início do século passado e matou muita gente. Quanto ao filme, basta dizer que não é à toa que é um clássico do cinema nacional. Muito bem contado e "cortado"!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Quanto_vale_ou_%C3%A9_por_quilo%3F"&gt;Quanto Vale ou é Por Quilo (Sérgio Bianchi - 2005):&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; Um tema que atinge diretamente o âmago de um ser que passou boa parte de sua curta vida engajada em projetos sociais, como voluntária ou profissional do tão afamado terceiro setor, como, por exemplo, eu! Não há como negar que o filme expressa uma lógica perversa inerente às atitudes ditas de boa vontade para com os semelhantes, amém! A miséria é mercado, bem como a riqueza, o amor, a tristeza e a esperança o são. Todos os mercados são criticáveis, contudo temos de convir que se em tudo há mercado e prostituição - e que atire a primeira pedra aquele que nunca ... - em algum lugar há de se escolher para abrir as pernas. O que dói de fato, e neste ponto o filme tem razão, é que a hipocrisia grita mais alto neste caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%9Altima_Parada_174"&gt;Última Parada 174 (Bruno Barreto - 2008):&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; Por vezes se confunde o gênero documentário com denúncia, neste caso não é diferente! O filme denuncia o despreparo e o amadorismo da operação anti-sequestro da polícia do Rio de Janeiro, contando aquele famoso caso do ônibus acontecido no ano de 2000. O filme vai perscrutar a história do protagonista, o menino Sandro, que já havia sido coadjuvante no "holocausto" da Candelária e sobreviveu. Alguns minoritários "abastecidos" chegaram a criticar o filme, por considerar que este vitimava a figura do sequestrador. Bem, creiam ou não nas vozes agônicas dos direitos humanos, vejo por ai que tem gente que mata, sequestra e rouba por bem menos, tendo uma vida bem mais linear e ordinária, além do mais todos têm direito de defesa e de reinserção na sociedade - pelo menos, em tese.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-7557969533182123327?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/_r1wwn99Hcs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/_r1wwn99Hcs/nacionais-em-sequencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/02/nacionais-em-sequencia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-2969574812801978630</guid><pubDate>Thu, 29 Jan 2009 12:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-29T10:55:02.688-02:00</atom:updated><title>Na Contramão</title><description>Em vinte anos de matrimônio, um casal se vê diante de um apuro financeiro que extravasa a já ausente noção de compleição afetiva. Provocações, insolências e escárnios são apenas o rumo certo de um caminho que se delimitou a ser exato. Submissões às imposições. Critérios de convivência. Não ultrapasse o sinal amarelo, aguarde o vermelho e, de repente, o "amor" entrou na contramão! Desviou-se do caminho e se foi às mágoas, ao desamor. Um caminho já previsto no mapa.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-2969574812801978630?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/SdudF_OpRUI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/SdudF_OpRUI/na-contramao.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/01/na-contramao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-3119284492295539229</guid><pubDate>Mon, 26 Jan 2009 11:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-05T16:57:49.451-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">bruno barreto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">amores brutos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">lost highway</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">dona flor seus dois maridos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">gonzález iñárritu</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">encaixotando helena</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">david lynch</category><title>Breves Notações Sobre Filmes</title><description>&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0106471/"&gt;Encaixotando Helena (Jennifer Chambers Lynch - 1993): &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;Brega é a palavra que primeiro me vem à cabeça quando penso nesse filme. Demonstra que, além da influência nítida e óbvia da cinematografia do pai, Jennifer Lynch ainda precisava aprender muito para fazer um cinema à altura. Utiliza-se de artifícios comuns e pouco originais, além de incorrer na fórmula trivial "no-fim-era-tudo-um-sonho" da maneira mais estapafúrdia. Enfim, um fim digno de muitas vaias, e principio e meio dignos de alguma atenção!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0116922/"&gt;Lost Highway (David Lynch - 1997):  &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; Não é incomum ficar-se perplexa diante de uma obra de Lynch. Menos incomum ainda é ficar tentando desvendar os símbolos que acabaram de passar através de seu sistema cognitivo e, ainda assim, continuar sempre e cada vez mais confusa. Ora pois, não é por menos! Os admiradores de Lynch bem sabem que suas obras são sobre o incompreensível, logo, burrice nossa buscar entender. Trata-se de um filme que fala sobre distúrbios de personalidade. Os instrumentos utilizados são ríspidos, densos, com certa violência e frieza. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0077452/"&gt;Dona Flor e Seus Dois Maridos (Bruno Barreto - 1976):  &lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; Uma vitrine viva e divertida sobre a cultura brasileira! Daquelas obras que não se embotam com o tempo e que intensificam e envaidecem um certo sentimento de brasilidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0245712/"&gt;Amores Brutos (Alejandro González Iñárritu - 2000):&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; Iñárritu é um daqueles diretores que causam uma certa discórdia entre o público cinéfilo. Alguns o chamarão de charlatão, outros o acharão original. Amores Brutos tem a mesma personalidade de 21 Gramas, o que indica que a obras de Iñárritu têm mesmo essa personalidade. A despeito de ser daqueles filmes que partem do princípio "tudo-em-torno-do-acidente", como  em Crash de Cronenberg, Contra a Parede de Fatih Akin, ou até mesmo Magnólia de PT Anderson, este filme pode ser considerado único devido à visão que impõe ao amor, às relações e às ações humanas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-3119284492295539229?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/uo7NlIzoS1I" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/uo7NlIzoS1I/breves-notaes-sobre-filmes.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/01/breves-notaes-sobre-filmes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-13276473.post-4565634920887042529</guid><pubDate>Fri, 23 Jan 2009 11:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-01-23T12:05:08.301-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">mosquito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ouvido</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pantera Cor-de-Rosa</category><title>O mosquito impertinente!</title><description>Mesmo com todo o desenvolvimento da ciência, ainda não é possível explicar certamente o motivo de tanta afetação entre humanos e mosquitos. Sabe-se apenas, com clareza, que ela ocorre na intimidade noturna do pré-sono e é repleta de angustias e provocações de ambos os lados. Especula-se que seja devido ao gás carbônico, mas não é de toda descartada a possilidade de ser a cera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/TJRQ9K1fqMU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/TJRQ9K1fqMU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/13276473-4565634920887042529?l=bloguisteria.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Bloguisteria/~4/0OuX3yQJ3ms" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Bloguisteria/~3/0OuX3yQJ3ms/o-mosquito-impertinente.html</link><author>noreply@blogger.com (Danielle Ribeiro)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://bloguisteria.blogspot.com/2009/01/o-mosquito-impertinente.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

