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	<title>BPM HOJE</title>
	<link>http://blog.cryo.com.br</link>
	<description>Business Process Management, Gestão por Processos, BPEL, SOA, BPM na prática, BPMN, Workflow</description>
	<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 13:18:21 +0000</pubDate>
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		<title>Fazendo a Mudança Acontecer</title>
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		<pubDate>Fri, 10 Jul 2009 13:17:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[A Revista ÉPOCA Negócios publicou uma reportagem (Maioria dos projetos ligados a mudanças nas empresas falham) que traz dados interessantes quanto à gestão de mudanças nas empresas. Esses dados foram obtidos através do estudo Making Change Work, relizado pela IBM.

Se constatou que 59% dos projetos ligados a mudanças organizacionais falham, e isso se deve principalmente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Revista ÉPOCA Negócios publicou uma <a href="http://epocanegocios.globo.com/Revista/Common/0,,EMI80753-16360,00-MAIORIA%20DOS%20PROJETOS%20LIGADOS%20A%20MUDANCAS%20NAS%20EMPRESAS%20FALHAM.html">reportagem</a> (<em>Maioria dos projetos ligados a mudanças nas empresas falham</em>) que traz dados interessantes quanto à gestão de mudanças nas empresas. Esses dados foram obtidos através do estudo <em>Making Change Work</em>, relizado pela IBM.
</p>
<p>Se constatou que 59% dos projetos ligados a mudanças organizacionais falham, e isso se deve principalmente à resistência das pessoas, conforme responderam 60% dos entrevistados. Por isso, é importante o envolvimento de todos os funcionários, como destaca a IBM. Porém, 83% dos CEOs entrevistados acreditam em mudanças relevantes em suas organizações (em 2006 a taxa era de 65%).
</p>
<p>Com base nessas informações, a IBM identificou quatro fatores comuns que distinguem os maiores desafions em projetos:
</p>
<ul>
<li>É preciso conhecer os desafios envolvidos na empresa;
</li>
<li>É importante gerenciar a mudança de forma estruturada e organizada;
</li>
<li>Todos os funcionários devem contribuir;
</li>
<li>É preciso investir com estratégia.</li>
</ul>
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		<item>
		<title>10º Congresso Internacional da Gestão: “Crise: Gestão da Mudança e Oportunidades”</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Jul 2009 12:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[Nos dias 20,21 e 22 de julho será realizada na FIERGS a 10ª Edição do Congresso Internacional da Gestão promovido pela Qualidade RS (PGQP). Este ano, o tema central será: &#8220;Crise: Gestão da Mudança e Oportunidades&#8221;.

Este evento representa a oportunidade de obter respostas quanto ao momento que estamos vivenciando da economia global, e ajudará a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nos dias 20,21 e 22 de julho será realizada na FIERGS a 10ª Edição do Congresso Internacional da Gestão promovido pela Qualidade RS (PGQP). Este ano, o tema central será: &#8220;Crise: Gestão da Mudança e Oportunidades&#8221;.
</p>
<p>Este evento representa a oportunidade de obter respostas quanto ao momento que estamos vivenciando da economia global, e ajudará a refletir e avaliar os novos paradigmas e seus impactos no presente e futuro dos negócios.
</p>
<p>A Cryo Technologies estará participando da feira &#8220;Conhecimento da Gestão&#8221; como patrocinadora nos dias 20 e 21 de julho, e convida a todos para conhecer nossas soluções em Gerenciamento de Processos de Negócio.
</p>
<p>Destacamos que a entrada para a feira é livre, e seu horário de funcionamento é das 08h às 18h.
</p>
<p>Maiores informações pelo <a href="http://www.mbc.org.br/mbc/pgqp/hot_sites/10_congresso_inter/index.html">site</a>.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Abordagens para Gestão de Processos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/tSHSbNIcuDw/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/07/07/abordagens-para-gestao-de-processos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 07 Jul 2009 14:21:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[Alan Ramias e Cherie Wilkins em coluna Varieties of Process Ownership, descrevem diferentes abordagens de Gestão por Processos observadas por eles:


Gerenciamento de Processos como uma base poderosa: Nesta abordagem o gestor de processo define a eplica as normas relativas à concepção e gestão dos processos.

Um Gestor principal entre muitos gestores: Um gestor é escolhido como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alan Ramias e Cherie Wilkins em coluna <em>Varieties of Process Ownership</em>, descrevem diferentes abordagens de Gestão por Processos observadas por eles:
</p>
<ul>
<li><strong>Gerenciamento de Processos como uma base poderosa</strong>: Nesta abordagem o gestor de processo define a eplica as normas relativas à concepção e gestão dos processos.
</li>
<li><strong>Um Gestor principal entre muitos gestores</strong>: Um gestor é escolhido como responsável pelo processo inteiro, mesmo que somente uma parte seja realmente executada por sua divisão. O ponto forte é que o grupo responsável pela concepção e execução do processo possui um líder para atuar na resolução de problemas e decisões. Porém, podem ocorrer conflitos e impasses.
</li>
<li><strong>Funcionários como proprietários dos processos</strong>: Segundo os autores, esta abordagem é proveniente do Grupo de Excelência em Processos. Essas pessoas são responsáveis pela concepção, e os atores mantém suas responsabilidades sobre o desempenho. Como vantagem pode-se identificar a divisão de responsabilidades, mas este também pode ser uma desvantagem quando as causas do desempenho do processo não podem ser analisadas separadamente em concepção e desempenho.
</li>
<li><strong>Processo definido funcionalmente</strong>: Os processos possuem fronteiras onde começam e terminam as funções. Estes são fáceis de serem mapeados, porém não condizem com a idéia de gestão de processos.
</li>
<li><strong>A Governança</strong>: Uma equipe de altos executivos possuem a tarefa de supervisionar o desempenho dos processos em grande escala.
</li>
</ul>
<p>Além da descrição dessas abordagens os autores apresentam um conjunto de princípios, que segundo eles deve orientar qualquer organização. Para conferir acesse o <a href="http://www.bptrends.com/publicationfiles/FOUR%20Performance-Improvement-Varieties%20of%20Process%20Ownership%20-Ramias-Wilkins%20v2-A%26C-final.pdf">artigo</a> publicado no site <a href="http://bptrends.com/">BPTrends</a>. </p>
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		<item>
		<title>O que é escopo?</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/ybFnHwUfgqs/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/07/06/o-que-e-escopo/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 13:42:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[Art Moore, no artigo What is Scope? procura a definição de escopo e identifica alguns fatores importantes. A definição de escopo vai além do que se espera que o sistema faça e suas capacidades. Deve ser definido em um contexto de viabilidade, limitações, partes interessadas e outras considerações.

A seguir, é apresentada uma lista de elementos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Art Moore, no artigo <em>What is Scope? </em>procura a definição de escopo e identifica alguns fatores importantes. A definição de escopo vai além do que se espera que o sistema faça e suas capacidades. Deve ser definido em um contexto de viabilidade, limitações, partes interessadas e outras considerações.
</p>
<p>A seguir, é apresentada uma lista de elementos de escopo, identificada pelo autor:
</p>
<ul>
<li>O Contexto (Negócio e Estratégia): Necessidades e viabilidade. Identificar riscos, problemas e limitações. Deve existir, pelo menos, algumas metas departamentais;
</li>
<li>Objetivos: Objetivos do projeto atual documentados;
</li>
<li>Fraquezas, oportunidades e necessidades: Estes são os aspectos de que o projeto se destina a corrigir ou melhorar;
</li>
<li>Visão Operacional: Como as coisas devem parecer ser e operar?
</li>
<li>Capacidades: O que o sistema deve fazer?
</li>
<li>Fronteiras do Sistema: Onde exatamente o sistema começa e termina;
</li>
<li>Áres Impactadas: Quais são os processos afetados, unidades organizacionais e funções? Esses impactos são importantes para revelar uma visão global;
</li>
<li>Medidas: É preciso quantificar os resultados para que o grau de sucesso seja avaliado;
</li>
<li>Princípios, Limitações, Pressupostos e Fatores Críticos de Sucesso: Quadro com princípios e opções, limitações e soluções alternativas;
</li>
<li>Riscos, Problemas e Soluções Estratégicas;
</li>
<li>Interessados: Identificar partes interessadas, que devem ser bem informadas sobre a proposta e o impacto do projeto sobre elas.
</li>
</ul>
<p>Mais informações estão disponíveis no <a href="http://www.bpminstitute.org/articles/article/article/what-is-scope.html">artigo</a>, publicado no site <a href="http://www.bpminstitute.org/">BPMInstitute.org</a>.</p>
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		<item>
		<title>Templates de Processos de Negócios</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/BpqPeXr5XBI/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/07/01/templates-de-processos-de-negocios/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 16:10:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[O que pode significar para as as empresas a utilização de templates de processos de negócios? De que maneira agrega valor partir de um processo pré-definido? Essas são duas, de várias perguntas à respeito de templates de processos que devemos dedicar atenção. Como já foi exposto em post anterior por Rafael Bortolini, a utilização ou [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O que pode significar para as as empresas a utilização de templates de processos de negócios? De que maneira agrega valor partir de um processo pré-definido? Essas são duas, de várias perguntas à respeito de templates de processos que devemos dedicar atenção. Como já foi exposto em <a href="http://blog.cryo.com.br/2008/03/25/templates-de-processos/">post</a> anterior por Rafael Bortolini, a utilização ou não de <em>templates</em> de processos é um dos temas mais polêmicos do BPM.
</p>
<p>As organizações são envolvidas por inúmeros processos, porém existem alguns mais críticos, que representam diferencial competitivo e são especificos, e outros que podemos encontrar em diferentes empresas, independente do ramo em que atuam. Esses últimos são também importantes, pois se não forem conhecidos e gerenciados podem representar custos financeiros, de recursos e de tempo. A implementação de BPM para esses, pode ser facilitada com a utilização de templates.
</p>
<p>Templates de Processos são modelos propostos para posteriormente serem adaptados e instanciados em contextos específicos. Estes devem envolver as melhoras práticas que se tenha descoberto no decurso de automatizar diversos processos.
</p>
<p><span style="font-family:Arial; font-size:10pt">Com eles, pode-se reduzir custos com serviços associados à definição e desenvolvimento do processo, além de se beneficiar com experiências anteriores; </span>O desenho de processos pode apresentar estas melhores práticas, e algumas alterações podem ser feitas facilmente quando o template é flexível para se adaptar a diferentes situações; E facilita o aperfeiçoamento do processo, pois através de um modelo, é possível analisar o processo e descobrir pontos onde ele pode ser melhorado.
</p>
<p>Qual a sua opinião à respeito? Como templates de processos poderíam beneficiar sua empresa?<span style="font-family:Arial; font-size:10pt"><br />
		</span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mudanças em Processos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/6_G3EtXgmY8/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/06/23/mudancas-em-processos/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 13:33:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[Keith Swenson escreve sobre a importância de se considerar que os processos de negócio mudam, e que por isso é preciso escolher a linguagem adequada para desenhá-los. Esse é um elemento crítico para a gestão de processos.

Se o desenho do processo original coincide com o comportamento das pessoas, então torna-se relativamente fácil fazer as mudanças [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Keith Swenson escreve sobre a importância de se considerar que os processos de negócio mudam, e que por isso é preciso escolher a linguagem adequada para desenhá-los. Esse é um elemento crítico para a gestão de processos.
</p>
<p>Se o desenho do processo original coincide com o comportamento das pessoas, então torna-se relativamente fácil fazer as mudanças necessárias. Por exemplo, se é preciso substituir uma pessoa por outra para realizar uma determinada tarefa.
</p>
<p>Ou seja, se ajustado para processos humanos,permitirá mudanças que normalmente se encontra em organizações humanas.
</p>
<p>O artigo é <a href="http://kswenson.wordpress.com/2009/06/15/process-language-agility-and-fitness/"><em>Process Language, Agility, and Fitness</em></a><em>.</em></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Definição formal do processo a ser automatizado</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/gnGApEx-4z4/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/06/18/definicao-formal-do-processo-a-ser-automatizado/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 13:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[No artigo Formal Definition of the Process to be Automated (Second Pillar), Ramiro Cuentas fala da importância da documentação dos processos que serão automatizados.

Para que a automação de processos seja possível, é essencial que este esteja formalmente definido, ou seja,com uma documentação básica para a fase inicial do projeto. Essa documentação contém a definição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No artigo <a href="http://www.bpminstitute.org/articles/article/article/formal-definition-of-the-process-to-be-automated-second-pillar.html"><span style="color:blue; text-decoration:underline"><em>Formal Definition of the Process to be Automated (Second Pillar),</em></span></a> Ramiro Cuentas fala da importância da documentação dos processos que serão automatizados.
</p>
<p>Para que a automação de processos seja possível, é essencial que este esteja formalmente definido, ou seja,com uma documentação básica para a fase inicial do projeto. Essa documentação contém a definição de atividades, autores, documentos de entrada e saída, integração de todos os níveis e regras.
</p>
<p>Porém, ao definir o processo, pode-se descobrir que este encontra-se totalmente desorganizado e com baixo nível de maturidade. Para esses casos o processo de modelagem usando notação BPM e mapeamento das informações com os participantes do processo são muito importantes. Treinamento envolvendo líderes do projeto e participantes no processo também contribui para o sucesso do desenvolvimento do projeto.
</p>
<p>Se a empresa já possui processos com nível de maturidade adequado para automação, esses treinamentos podem ser destinados a mostrar os benefícios do processos de automação e levantar necessidades para alcançar o melhor modelo de processo.
</p>
<p>Segundo o autor, a adequada formalização do processo a ser automatizado, e o conhecimento pelos níveis superiores, participantes do processo e consultores, contribui grandemente para assegurar o sucesso no desenvolvimento e execução do projeto de automação.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Centro de Excelência</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/SSo6G63iUI4/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/06/17/centro-de-excelencia/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 17 Jun 2009 13:25:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[O post anterior a este foi sobre modelos de gestão para empresas que estão procurando desenvolver um Centro de Excelência. Neste, é abordado uma importante consequência que pode trazer.

Brian Stucky, em seu artigo &#8220;BDM, Governance, and a Center of Excellence&#8221;,  diz que mesmo com esforços em encontrar métodos para empregar Gestão de Decisão de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color:black">O post anterior a este foi sobre modelos de gestão para empresas que estão procurando desenvolver um Centro de Excelência. Neste, é abordado uma importante consequência que pode trazer.<br />
</span></p>
<p><span style="color:black">Brian Stucky, em seu artigo <em>&#8220;BDM, Governance, and a Center of Excellence&#8221;</em>,  diz que mesmo com esforços em encontrar métodos para empregar Gestão de Decisão de Negócios, há ainda um grande problema que gera ineficiência e falta de agilidade: a separação entre o lado técnico e o lado de negócios cultivado pelas empresas. </span>
	</p>
<p><span style="color:black">Essa separação não pode existir, já que para garantir uma gestão adequada é preciso utilizar de forma inteligente e coerente as melhores práticas, metodologias e tecnologias. O desenvolvimento de um <strong>Centro de Excelência </strong>pode garantir isso: </span>
	</p>
<ul>
<li><span style="color:black">Centro de Excelência pode ser definido, segundo Forrester, como uma nomeação formal de conhecimentos e experiências, com o objetivo de proporcionar conhecimentos técnicos e apoio a projetos; </span>
		</li>
<li><span style="color:black">Pode ser composto tanto por recursos técnicos e de negócios; </span>
		</li>
<li><span style="color:black">Precisa ter suporte dos mais altos níveis da organização; </span>
		</li>
<li><span style="color:black">Deve orientar quanto a novos projetos e dar retorno dos resultados; </span>
		</li>
</ul>
<p><span style="color:black">Em análise realizada por Forrester,as empresas que tinham empreendido projetos de BPM, consideraram que o Centro de Excelência excedeu significativamente os objetivos. </span>
	</p>
<p><span style="color:black">Para ler mais acesse o <a href="http://www.bpminstitute.org/articles/article/article/bdm-governance-and-a-center-of-excellence.html"/></span>artigo<span style="color:black"> publicado no site <a href="http://www.bpminstitute.org/"/></span>BPMInstitute.org<span style="color:black">.</span></p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Centro de Excelência em Processos</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/EEeejf3UfNU/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/06/10/centro-de-excelencia-em-processos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 10 Jun 2009 13:00:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[Rafael Paim apresenta em seu artigo Process Management Center of Excellence: Three Different Managerial Models, três modelos de gestão para as organizações que estão procurando desenvolver um Centro de Excelência em Processos (PCE). São eles:


Gestão Funcional: Nessa abordagem os objetivos são departamentais e as competência não ultrapassam os limites funcionais. Também não existem unidades organizacionais [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Rafael Paim apresenta em seu artigo <em>Process Management Center of Excellence: Three Different Managerial Models</em>, três modelos de gestão para as organizações que estão procurando desenvolver um Centro de Excelência em Processos (PCE). São eles:
</p>
<ul>
<li>Gestão Funcional: Nessa abordagem os objetivos são departamentais e as competência não ultrapassam os limites funcionais. Também não existem unidades organizacionais responsáveis pelos processos, o que gera má coordenação das capacidades.
</li>
<li>Gestão de Processos Inter-Funcionais: Prioriza processos baseados em gestão organizacional, mas preserva a divisão de trabalho por especialização.
</li>
<li>Gestão Orientada para Processos: Organização voltada para processos de gestão como uma dimensão de maior importância do que a dimensão funcional. Permite ao PCE coordenar e controlar as atividades e alocação de recursos das aperações dia-a-dia.
</li>
</ul>
<p>Para ler mais acesse o <a href="http://www.bpminstitute.org/articles/article/article/process-management-center-of-excellence-three-different-managerial-models.html">artigo</a> publicado no site <a href="http://www.bpminstitute.org/">BPMInstitute.org</a>. </p>
]]></content:encoded>
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		<feedburner:origLink>http://blog.cryo.com.br/2009/06/10/centro-de-excelencia-em-processos/</feedburner:origLink></item>
		<item>
		<title>Abordagens para estruturar processos de inovação</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/BpmHoje/~3/cMjH8c6HrJ4/</link>
		<comments>http://blog.cryo.com.br/2009/06/08/abordagens-para-estruturar-processos-de-inovacao/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2009 13:20:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernanda Boer</dc:creator>
		
		<category>BPM</category>

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		<description><![CDATA[Qual a melhor forma de estruturar um processo de inovação? Primeiro focar para um grande conceito e depois extrair informações para o sistema, ou procurar conhecimentos individuais sobre as funções, ambientes e usuário para então integrar em um conceito global? Esse é o tema abordado por Charles L. Owen no artigo Bottom Up / Top [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Qual a melhor forma de estruturar um processo de inovação? Primeiro focar para um grande conceito e depois extrair informações para o sistema, ou procurar conhecimentos individuais sobre as funções, ambientes e usuário para então integrar em um conceito global? Esse é o tema abordado por Charles L. Owen no artigo <em>Bottom Up / Top Down, </em>que refere-se as seguintes abordagens:
</p>
<ul>
<li>
<div>Top – Down (De cima para baixo): Um conceito global é conhecido antes de trabalhar os detalhes. O processo de inovação pode ser resultado de intensa investigação com foco em encontrar a essência ou um conceito claro de aplicação.
</div>
<p>Sua vantagem é a simplicidade e clareza de visão, porém aspectos importantes podem ser ignorados.
</p>
</li>
<li>
<div>Bottom Up(De baixo para cima): Enfrenta os problemas como partes antes do todo.
</div>
<p>Sua força é a profundidade de exploração, mas pode tornar-se muito complexo.
</p>
<p>Segundo o autor, o melhor seria utilizar as duas abordagens, tendo como resultado um processo de duas fases. Primeiro a definição de um plano estrutural, e após lançar a inovação de cima para baixo em toda a estrutura para obtenção de um sistema.
</p>
</li>
</ul>
<p>O <a href="http://www.bpminstitute.org/articles/article/article/bottom-up-top-down.html">artigo</a> está publicado no site <a href="http://www.bpminstitute.org/">BPMInstitute.org</a>.</p>
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