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    <title>Bulário Online</title>
    <link>http://bulario.net/</link>
    <description>Bulário eletrônico com milhares de Bulas de Remédios, Bulario.net</description>
    <lastBuildDate>Fri, 10 Feb 2012 09:55:10 +0000</lastBuildDate>
    <docs>http://backend.userland.com/rss092</docs>
    <language>pt-br</language>
    
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<title>Kaloba</title>
<description>&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Kaloba* é contraindicado durante a gravidez e a lactação, em casos de maior tendência a sangramento e uso de anticoagulantes (ex. heparina, varfarina), em casos de doenças hepáticas e renais graves e em casos de hipersensibilidade aos componentes da fórmula.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em casos raros, podem ocorrer distúrbios gastrintestinais (dor de estômago, náuseas, diarréia), sangramento discreto da gengiva ou do nariz, ou reações de hipersensibilidade (exantema, erupção cutânea, prurido). Em casos muito raros, reações graves de hipersensibilidade, acompanhadas de sudorese facial, respiração curta e queda da pressão arterial podem ocorrer.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Kaloba* é indicado no tratamento dos sintomas de infecções agudas e crônicas, particularmente infecções do trato respiratório e da região do ouvido-nariz-garganta, tais como bronquite (tosse, tosse seca, tosse com catarro), sinusite (dor de cabeça, como mucofluidificante e como fluidificante nasal), angina tonsilar (dor, febre, inflamação da garganta) e rinofaringite (inflamação da garganta).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em caso de administração concomitante de derivados da cumarina, o efeito inibidor da coagulação pode ser aumentado.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Este medicamento deve ser administrado por via oral, com pequena quantidade de líquido, meia hora antes das refeições. Salvo critério médico diferente, a posologia recomendada é a seguinte: Infecções agudas: Adultos e crianças maiores de 12 anos: 30 gotas, três vezes ao dia. Crianças com idade entre 6 e 12 anos: 20 gotas, três vezes ao dia Crianças menores de 6 anos: 10 gotas, três vezes ao dia. &lt;br /&gt;
Como tratamento subseqüente, particularmente no caso de um curso crônico da doença ou recorrência freqüente, a dose administrada para adultos e crianças maiores de 12 anos é a de 20 gotas três vezes ao dia. Após o desaparecimento dos sintomas, recomenda-se a continuação do tratamento por alguns dias para evitar recorrência. A duração média do tratamento é de 5 a 7 dias e não deve exceder 3 semanas.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/kaloba/</link>
</item>
<item>
<title>Dacarbazina</title>
<description>&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso deste medicamento é contraindicado em caso de hipersensibilidade conhecida à Dacarbazina e/ou aos demais componentes da formulação.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As reações tóxicas mais frequentemente observadas são sintomas de anorexia, náusea e vômito. Mais de 90% dos pacientes são afetados com as doses iniciais. Os vômitos persistem por 1 (um) – 12 (doze) horas e são atenuados com fenobarbital e/ou proclorperazina. Raramente, em casos de náusea, ou vômito, houve necessidade de descontinuação da terapia. É muito rara a ocorrência de casos de diarréia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;DACARB (Dacarbazina) é indicado no tratamento de melanoma maligno metastático. DACARB (Dacarbazina) também é indicado na doença de Hodgkin como uma terapia de segunda linha quando em combinação com outros agentes eficazes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Existem relatos de que a Dacarbazina, bem como outros antineoplásicos, podem afetar o comportamento de vários fármacos, incluindo: digoxina, anticoagulantes orais, fenitoína, suxametônio, diminuição de resposta a vacinas. A Dacarbazina reduz os efeitos da levodopa. Por meio de efeito sinérgico, a Dacarbazina aumenta o risco de depressão da medula óssea, quando administrada concomitantemente com placlitaxel, teniposídeo, topotecana e vinorelbina. Recomenda-se cautela quando Dacarbazina for administrada com algum desses medicamentos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Melanoma maligno: A dosagem recomendada é de 2 a 4,5 mg/kg/dia IV por 10 dias. O tratamento pode ser repetido em intervalos de 4 (quatro) semanas. Uma dosagem recomendada alternativa é de 250 mg/m2 dia IV por 5 dias. &lt;br /&gt;
O tratamento pode ser repetido a cada 3 (três) semanas. • Doença de Hodgkin: A dosagem recomendada de Dacarbazina no tratamento da doença de Hodgkin é 150 mg/m2 por 5 (cinco) dias, em combinação com outras drogas eficazes. O tratamento pode ser repetido a cada 4 (quatro) semanas. Uma dosagem recomendada alternativa é 375 mg/m2 em 1 (um) dia, em combinação com outras doses eficazes, repetida a cada 15 (quinze) dias.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/dacarbazina/</link>
</item>
<item>
<title>Atroveran</title>
<description>&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto não deve ser administrado a pacientes que façam uso de medicação entorpecentes, hipnóticas e barbitúricas, sendo contra-indicado também em pacientes c/ glaucoma. Está contra-indicado em pacientes portadores de glaucoma de ângulo agudo, de hipertrofia prostática.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em alguns casos, o produto pode produzir, transitórias na maioria das vezes, algumas reações desagradáveis, como náuseas, vômitos, prisão de ventre, secura da boca, tonteira, taquicardia, sintomas gastrointestinais. Se estes sintomas persistirem, consulte imediatamente o seu médico. &lt;br /&gt;
Quando usado em doses acima das recomendadas, o produto poderá ocasionar náuseas, taquicardia, tonteira e congestão facial. A papaverina base freqüentemente causa elevação da fosfatase alcalina no plasma, indicativo da hepatotoxicidade. Em pacientes sensíveis, independentemente da dose, a dipirona pode provocar reações de hipersensibilidade.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como medicação analgésica e antiespasmódica.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Laboratório DM.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos: 2 a 3 compr. podendo chegar até 8 compr. dentro de 24 horas. Em todos os casos, seguir orientação médica.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/atroveran/</link>
</item>
<item>
<title>Keflex</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Caixas com 8 e 40 drágeas de 500 mg; caixas com 8 e 40 drágeas de 1 g; frascos de vidro contendo pó para 15 ml de suspensão (gotas 100 mg/ml); frascos de vidro com 60 e 100 ml de suspensão oral já preparada (líquido 250 mg/5 ml).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada drágea de 500 mg contém: cefalexinamonoidratada, equivalente a 500,00 mg de cefalexina base. Amarelo FD&amp;C nº 6 (sunset yellow) 3,00 mg; excipiente q.s.p. uma drágea. Cada drágea de 1 g contém: cefalexina monoidratada, equivalente a 1,00 g de cefalexina base. Amarelo FD&amp;C nº 6 (sunset yellow) 4,50 mg; excipiente q.s.p. uma drágea. Gotas 100 mg/ml: cada ml (20 gotas) contém: cefalexina monoidratada, equivalente a 100,00 mg de cefalexina base; excipiente q.s.p. 1,00 ml. Atenção: cada ml desta preparação contém: sacarose 525,13 mg. Amarelo FD&amp;C nº 5 com laca de alumínio (tartrazina) 1,00 mg. Líquido 250 mg/5 ml: cada 5 ml da suspensão contém: cefalexina monoidratada, equivalente a 250,00 mg de cefalexina base; excipiente q.s.p. 5,00 ml. Atenção: cada ml desta preparação contém: sacarose 300,00 mg. Amarelo F D &amp; C nº 6 com laca de alumínio sunset yellow) 0,60 mg. Amarelo F D &amp; C nº 5 com laca de alumínio (tartrazina) 1,00 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contra Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A cefalexina é contra-indicada em pacientes que tenham demonstrado alergia aos antibióticos do grupo das cefalosporinas. - Advertências: antes de ser instituída a terapêutica pela cefalexina, deve-se pesquisar cuidadosamente quanto a reações anteriores de hipersensibilidade às cefalosporinas e às penicilinas. Os derivados da cefalosporina-C devem ser administrados cuidadosamente a pacientes alérgicos à penicilina. Reações agudas graves de hipersensibilidade podem necessitar do uso de adrenalina ou de outras medidas de emergência. Há alguma evidência clínica e laboratorial de alergenicidade cruzada parcial entre as penicilinas e as cefalosporinas. Foram relatados casos de pacientes que apresentaram reações graves (incluindo anafilaxia) a ambas as drogas. Qualquer paciente que tenha demonstrado alguma forma de alergia, particularmente a drogas, deve receber antibióticos com cautela, não devendo haver exceção com a cefalexina. Foi relatada colite pseudomembranosa com praticamente todos os antibióticos de amplo espectro (incluindo os macrolídeos, penicilinas semi-sintéticas e cefalosporinas); portanto, é importante considerar este diagnóstico em pacientes que apresentam diarréia em associação ao uso de antibióticos. Essas colites podem variar de gravidade leve à gravíssima. Casos leves de colites pseudomembranosas usualmente respondem somente com a interrupção do tratamento. Em casos de moderado a grave, medidas apropriadas devem ser tomadas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento de todas as infecções causadas por microorganismos sensíveis a este antibiótico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eli Lilly do Brasil Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Posologia e Administração&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A cefalexina é administrada por via oral. Adultos: as doses para adultos variam de 1 a 4 g diários, em doses fracionadas. A dose usual para adultos é de 250 mg a cada 6 horas. Para faringites estreptocócicas, infecções da pele e estruturas da pele e cistites não complicadas em pacientes acima de 15 anos de idade, uma dose de 500 mg pode ser administrada a cada 12 horas. O tratamento de cistites deve ser de 7 a 14 dias. Para infecções mais graves ou aquelas causadas por microorganismos menos sensíveis poderão ser necessárias doses mais elevadas. Se doses diárias de cefalexina acima de 4 gramas forem necessárias, deve ser considerado o uso de uma cefalosporina parenteral, em doses adequadas. Crianças: a dose diária recomendada para crianças é de 25 a 50 mg/kg em doses fracionadas. Para faringites estreptocócicas em pacientes com mais de um ano de idade, infecções do trato urinário leves e não complicadas e infecções da pele e estruturas da pele, a dose diária total poderá ser fracionada e administrada a cada 12 horas. No tratamento da otite média, os estudos clínicos demonstraram que são necessárias doses de 75 a 100 mg/kg/dia em 4 doses fracionadas. No tratamento de infecções causadas por estreptococos beta-hemolíticos, a dose terapêutica deve ser administrada, no mínimo, por 10 dias. Superdosagem: sinais e sintomas: os sintomas de uma superdosagem oral podem incluir náusea, vômito, dor epigástrica, diarréia e hematúria. Se outros sintomas surgirem é provável que sejam secundários à doença concomitante, a uma reação alérgica ou aos efeitos tóxicos de outra medicação. Tratamento: ao tratar uma superdosagem, considerar a possibilidade de superdosagem de múltiplas drogas, interação entre drogas e cinética inusitada da droga no paciente. Não será necessária a descontaminação gastrintestinal, a menos que tenha sido ingerida uma dose 5 a 10 vezes a dose normal. Proteger a passagem de ar para o paciente e manter ventilação e perfusão. Monitorar e manter meticulosamente dentro de limites aceitáveis os sinais vitais do paciente, os gases do sangue, eletrólitos séricos, etc. A absorção de drogas pelo trato gastrintestinal pode ser diminuída administrando-se carvão ativado, que em muitos casos é mais eficaz do que a êmese ou a lavagem; considerar o carvão ativado, ao invés de ou em adição ao esvaziamento gástrico. Doses repetidas de carvão ativado podem acelerar a eliminação de algumas drogas que foram absorvidas. Proteger a passagem de ar para o paciente quando empregar o esvaziamento gástrico ou carvão ativado. Diurese forçada, diálise peritoneal, hemodiálise ou hemoperfusão com carvão ativado não foram estabelecidos como métodos benéficos nos casos de superdosagem com cefalexina; contudo, seria muito pouco provável que um desses procedimentos pudesse ser indicado.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Gerais: os pacientes devem ser seguidos cuidadosamente para que qualquer reação adversa ou manifestação inusitada de idiossincrasia à droga possa ser detectada. Se ocorrer uma reação alérgica à cefalexina, a droga deverá ser suspensa e o paciente tratado com drogas apropriadas (por ex.: adrenalina ou outras aminas pressoras, anti-histamínicos ou corticosteróides). O uso prolongado da cefalexina poderá resultar na proliferação de bactérias resistentes. A observação cuidadosa do paciente é essencial. Se uma superinfecção ocorrer durante a terapia, deve-se tomar as medidas apropriadas. Testes de Coombs diretos positivos foram relatados durante o tratamento com antibióticos cefalosporínicos. Em estudos hematológicos, nas provas de compatibilidade sangüínea para transfusão, quando são realizados testes minor de antiglobulina, ou nos testes de Coombs nos recém-nascidos, cujas mães receberam antibióticos cefalosporínicos antes do parto, deverá ser lembrado que um resultado positivo poderá ser atribuído à droga. A cefalexina deve ser administrada com cuidado na presença de insuficiência renal grave, tal condição requer uma observação clínica cuidadosa, bem como exames de laboratório freqüentes, porque a dose segura poderá ser menor do que a usualmente recomendada. Quando indicada uma intervenção cirúrgica deverá ser feita junto com a terapia antibiótica. Poderá ocorrer uma reação falso-positiva para glicose na urina com as soluções de Benedict ou Fehling ou com os comprimidos de Clinitest, mas não com a glico-fita (papel para determinação aproximada de glicosúria, Lilly). Antibióticos de amplo espectro devem ser prescritos com cuidado a pacientes com história de doença gastrintestinal, particularmente colite. Gravidez: a segurança da cefalexina durante a gravidez em humanos não foi estabelecida. Devido ao fato dos estudos em humanos não poder excluir a possibilidade de dano, a cefalexina pode ser usada durante a gravidez somente se muito necessária. Mulheres amamentando: a excreção da cefalexina no leite aumentou até 4 horas após uma dose de 500 mg, alcançando o nível máximo de 4 mcg/ml, decrescendo gradualmente até desaparecer 8 horas após a administração; portanto, a cefalexina deve ser administrada com cuidado a mulheres que estão amamentando. Interações medicamentosas: não são conhecidos dados referentes a interações medicamentosas com outras drogas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Gastrintestinais: sintomas de colite pseudomembranosa podem aparecer durante ou após o tratamento com antibiótico. Náuseas e vômitos têm sido relatados raramente. A reação adversa mais freqüente tem sido a diarréia, sendo raramente grave o bastante para determinar a cessação da terapia. Tem também ocorrido dispepsia e dor abdominal. Como acontece com algumas penicilinas ou cefalosporinas, têm sido raramente relatadas hepatite transitória e icterícia colestática. Hipersensibilidade: foram observadas reações alérgicas na forma de erupções cutâneas, urticária, angioedema e raramente eritema multiforme, síndrome de Stevens-Johnson, ou necrólise tóxica epidérmica. Essas reações geralmente desaparecem com a suspensão da droga. Terapia de suporte pode ser necessária em alguns casos. Anafilaxia também foi relatada. Outras reações têm incluindo prurido anal e genital, monilíase genital, vaginite e corrimento vaginal, tonturas, fadiga e dor de cabeça, agitação, confusão, alucinações, artralgia, artrite e doenças articulares. Tem sido raramente relatada nefrite intersticial reversível. Eosinofilia, neutropenia, trombocitopenia e elevações moderadas da transaminase glutâmico-oxilacética no soro (TGO) e transaminase glutâmico-pirúvica no soro (TGP) têm sido referidas.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/keflex/</link>
</item>
<item>
<title>Aprovel</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cartucho contendo 14, 28 comprimidos de 150 mg ou 300 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido contém: 150 mg e 300 mgirbesartana. Excipiente 1 comprimido. Contém: lactose, celulose microcristalina, amido pré-gelatinizado, croscarmelose sódica, dióxido de silício, poloxâmero 188, estearato de magnésio.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pacientes que são hipersensíveis à irbesartana ou a qualquer outro componente do produto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O tratamento com Aprovel foi bem tolerado com uma incidência de eventos adversos similar àquela do placebo. Esses eventos em geral, foram leves e transitórios, sem relação com a dose de Aprovel. Foram observados efeitos orgânicos gerais, cardiovasculares, dermatológicos, endócrinos, metabólicos, desequilíbrio eletrólito, gastrintestinais, tecido musculoesquelético, do sistema nervoso, renais, geniturinários respiratórios e sentidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento da hipertensão. Pode ser usado isoladamente ou em associação com outros agentes anti-hipertensivos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sanofi Synthelabo Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A dose inicial recomendada é de 150 mg 1 vez ao dia. Pacientes que necessitam de redução adicional da pressão arterial deverão ter a dose modificada para 300 mg 1 vez ao dia. Um diurético em dose baixa pode ser adicionado caso a pressão arterial não seja controlada pelo Aprovel isoladamente. &lt;br /&gt;
A hidroclorotiazida demonstrou um efeito aditivo. Pacientes cujo tratamento com a dose máxima recomendada de 300 mg 1 vez ao dia demonstrou-se inadequado provavelmente não obterão benefícios adicionais com doses diárias mais altas ou divididas em 2 vezes. Não é necessário ajuste de dose em pacientes idosos ou com insuficiência hepática ou renal leve a grave. &lt;br /&gt;
Aprovel pode ser administrado com outros agentes anti-hipertensivos e com ou sem a presença de alimentos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Função renal comprometida: alterações da função renal podem ocorrer com indivíduos predispostos em conseqüência da inibição do sistema renina-angiotensina-aldosterona.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/aprovel/</link>
</item>
<item>
<title>Apresolina</title>
<description>&lt;h2&gt;Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O estado "hiperdinâmico" geral da circulação induzido pela hidralazina pode acentuar certas condições clínicas. A estimulação do miocárdio pode provocar ou agravar a angina pectoris. Pacientes com suspeita ou doença coronariana confirmada poderão receber Apresolina apenas sob a proteção de um betabloqueador ou em combinação com outros agentes simpatolíticos adequados. É importante que a administração do agente betabloqueador seja iniciada alguns dias antes do início do tratamento com Apresolina. Os pacientes que sofreram infarto do miocárdio não deverão receber Apresolina até que atinjam a fase de estabilização pós-infarto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tratamento prolongado com a hidralazina (usualmente tratamentos com mais de 6 meses de duração) pode provocar o aparecimento de uma síndrome similar ao lupus eritematoso sistêmico, (síndrome "lupus-like"), especialmente quando a posologia excede os 100mg diários prescritos. Em sua forma moderada, esta síndrome lembra a artrite reumatóide (artralgia, algumas vezes associada à febre e ao "rash" cutâneo), sendo comprovadamente reversível após a descontinuação do tratamento. Em sua forma mais grave, esta síndrome assemelha-se ao lupus eritematoso sistêmico agudo e pode exigir tratamentos prolongados com corticosteróides para revertê-la completamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que as reações tendem a ocorrer mais frequentemente com a elevação da posologia e o prolongamento do tratamento, e são mais comuns nos acetiladores lentos, é recomendável que na terapia de manutenção seja utilizada a posologia mais baixa com a qual ainda se obtenha eficácia. Se 100mg diários de hidralazina não determinarem um efeito clínico adequado, a capacidade acetiladora do paciente deverá ser avaliada. Acetiladores lentos e mulheres correm um maior risco de desenvolver a síndrome "lupus-like". Em tais pacientes todo esforço deverá ser feito para que a posologia não exceda os 100mg diários; além disso, deverá ser feita uma cuidadosa observação do possível aparecimento de sintomas e sinais clínicos sugestivos da síndrome. Ao contrário, os acetiladores rápidos muitas vezes respondem inadequadamente até mesmo para doses diárias de 100mg. Nestes pacientes, a posologia pode ser aumentada com apenas um ligeiro aumento no risco de uma síndrome "lupus- like". Durante tratamentos prolongados com Apresolina, é aconselhável a determinação dos fatores antinucleares e a realização de exames de urina com intervalos regulares de aproximadamente 6 meses. A ocorrência de microhematúria e/ou proteinúria, em particular associada a títulos positivos dos fatores antinucleares, pode indicar sinais iniciais de uma glomerulonefrite associada à síndrome "lupus-like". Na ocorrência de um claro desenvolvimento de sintomas e sinais clínicos, o medicamento deverá ser descontinuado imediatamente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Drágeas. caixas com 20 drágeas de 25 ou 50 mg&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada drágea contém: cloridrato de hidralazina 25mg ou 50mg; excipiente q.s.p. 1 drágea.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;·    Hipersensibilidade conhecida à hidralazina ou dihidralazina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
·    Lupus eritematoso sistêmico idiopático e doenças correlatas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
·    Taquicardia grave e insuficiência cardíaca com alto débito cardíaco (por exemplo na tirotoxicose).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
·    Insuficiência cardíaca devido a obstrução mecânica (por exemplo na estenose aórtica ou mitral e na pericardite constritiva).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
·    Insuficiência cardíaca do ventrículo direito isolada devido à hipertensão pulmonar (cor pulmonale).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Alguns dos efeitos indesejáveis , tais como taquicardia, palpitação, sintomas de angina, "flushing", cefaléia, vertigens, congestão nasal e distúrbios gastrintestinais, são comumente observados no início do tratamento, especialmente se a posologia for aumentada rapidamente. Contudo, tais reações geralmente diminuem no decorrer do tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;·    Hipertensão&lt;br /&gt;
Como farmacoterapia suplementar associada a outros anti-hipertensivos tais como, betabloqueadores e diuréticos. A complementação dos mecanismos de ação de tais terapias combinadas permite aos fármacos exercerem seu efeito anti-hipertensivo em doses baixas. Além disso, os efeitos indesejáveis das substâncias isoladas são também parcial ou totalmente compensados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
·    Insuficiência cardíaca congestiva&lt;br /&gt;
Como farmacoterapia suplementar em pacientes que não respondem adequadamente à terapia convencional (com digitálicos ou outros agentes inotrópicos positivos e/ou diuréticos); em combinação com nitratos de ação prolongada, por exemplo na cardiomiopatia congestiva devido à hipertensão, doença cardíaca isquêmica, ou sobrecarga de volume (lesão valvar regurgitante e anormalidades dos septos atrial e ventricular).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O tratamento concomitante com outros vasodilatadores, antagonistas de cálcio, inibidores da ECA, diuréticos, anti-hipertensivos, antidepressivos tricíclicos e tranquilizantes maiores, assim como o consumo de álcool, podem potencializar o efeito redutor da pressão sanguínea de Apresolina. Em particular, a administração de Apresolina antes ou após a administração de diázoxido pode determinar uma hipotensão acentuada. Os inibidores da MAO deverão ser utilizados com precaução em pacientes sob tratamento com Apresolina. A administração simultânea de Apresolina com propranolol e outros agentes betabloqueadores que sofrem um forte efeito de "primeira passagem" pode aumentar suas biodisponibilidades. Um ajuste posológico através de uma redução da dose destes fármacos pode ser necessário quando da administração concomitante com Apresolina. O uso concomitante de estrógenos, indometacina, e simpatomiméticos, diminui o efeito antihipertensivo da hidralazina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Novartis Biociências S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A posologia deverá sempre ser ajustada individualmente e as seguintes recomendações deverão ser adotadas: O tratamento deverá ser iniciado com doses baixas de Apresolina, que, dependendo da resposta do paciente deverão ser aumentadas gradualmente para se obter um efeito terapêutico ideal e evitar a ocorrência de efeitos indesejáveis, tanto quanto possível. Apresolina deve ser administrada duas vezes ao dia. &lt;br /&gt;
A dose inicial de 25mg, 2 vezes ao dia é geralmente suficiente. Esta dose poderá ser aumentada conforme as exigências e dentro de uma variação posológica eficaz de manutenção de 50 a 200mg diários. Contudo, a dose não poderá exceder um aumento de 100mg por dia sem a determinação da capacidade acetiladora do organismo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em pacientes com função renal diminuída ("clearance" de creatinina &lt; 30 ml/min ou concentração sérica de creatinina &gt; 2,5mg/100 ml ou 221 mmol/l) e em portadores de disfunção hepática, a dose ou o intervalo de dose administrada deverá ser adaptada de acordo com a resposta clínica, para evitar acúmulo da substância ativa "aparente".&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sinais e sintomas: as principais manifestações são distúrbios cardiovasculares, tais como pronunciada taquicardia e hipotensão, acompanhadas de náusea, vertigens e sudorese que podem resultar em colapso cardíaco; também é possível ocorrer isquemia do miocárdio com angina pectoris e arritmias cardíacas. além dos sinais e sintomas pode-se incluir distúrbios de consciência, cefaléia e vômito, assim como, possivelmente tremores, convulsões, oligúria e hipotermia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tratamento: uma vez que não existe um antídoto específico, além da tentativa de eliminar o fármaco do trato gastrintestinal (inicialmente induzindo o vômito e posteriormente por lavagem gástrica, administração de carvão ativado, e possivelmente com o uso de laxantes), o tratamento deverá combater os sinais e sintomas de envenenamento, principalmente pela administração de um expansor plasmático e adotando-se medidas sintomáticas.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/apresolina/</link>
</item>
<item>
<title>Apraz</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apraz apresenta-se em embalagens contendo 30 comprimidos de 0,25 mg, 0,5 mg, 1,0 mg ou 2,0 mg de alprazolam.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;APRAZ Comprimidos 0,25 mg - Cada comprimido contém 0,25 mg de alprazolam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APRAZ Comprimidos 0,5 mg - Cada comprimido contém 0,5 mg de alprazolam&lt;br /&gt;
Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio, corante amarelo crepúsculo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APRAZ Comprimidos 1 mg - Cada comprimido contém 1 mg de alprazolam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio, corante azul indigotina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APRAZ Comprimidos 2 mg - Cada comprimido contém 2 mg de alprazolam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Excipientes: docusato de sódio, lactose, dióxido de silício, celulose microcristalina, amido de milho, estearato de magnésio, corante azul indigotina, corante amarelo crepúsculo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;APRAZ é contraindicado a pacientes com hipersensibilidade conhecida ao alprazolam, a outros benzodiazepínicos ou a qualquer componente do produto, e em pacientes portadores de miastenia gravis, glaucoma de ângulo estreito agudo, doenças hepáticas, renais, obesidade e doença pulmonar severa.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os eventos adversos de APRAZ, se presentes, geralmente são observados no início do tratamento e habitualmente desaparecem com a continuidade do tratamento ou diminuição da dose. &lt;br /&gt;
As reações adversas mais comuns relatadas por pacientes foram sedação/sonolência, sensação de cabeça vazia (confusão mental) e tontura. As reações adversas menos comuns foram visão borrada, cefaléia, depressão, insônia, nervosismo/ansiedade, tremor, alteração do peso, comprometimento da memória/amnésia, ataxia/falta de coordenação motora, vários sintomas gastrintestinais, dermatite e manifestações autonômicas. &lt;br /&gt;
Além desses, os seguintes eventos adversos foram relatados em associação ao uso de alprazolam: distonia, irritabilidade, anorexia, fadiga, fala pastosa, icterícia, fraqueza músculo-esquelética, alterações da libido, irregularidades menstruais, incontinência, retenção urinária, função hepática anormal e hiperprolactinemia. Raramente, relatou-se aumento da pressão intra-ocular.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;APRAZ é indicado no tratamento de transtornos de ansiedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APRAZ não deve ser administrado como substituição do tratamento apropriado de psicose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sintomas de ansiedade podem variavelmente incluir: ansiedade, tensão, medo, apreensão, intranqüilidade, dificuldades de concentração, irritabilidade, insônia e/ou hiperatividade neurovegetativa, resultando em manifestações somáticas variadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APRAZ também é indicado no tratamento dos transtornos de ansiedade associados a outras manifestações como a abstinência ao álcool.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APRAZ também está indicado no tratamento do transtorno do pânico, com ou sem agorafobia, cuja principal característica é a crise de pânico não esperada, um ataque súbito de apreensão intensa, medo ou terror.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os benzodiazepínicos, incluindo o alprazolam, produzem efeitos depressores aditivos do sistema nervoso central, quando co-administrados com álcool ou outros fármacos que produzem depressão do sistema nervoso central.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podem ocorrer interações farmacocinéticas quando alprazolam é administrado com fármacos que interferem no seu metabolismo. Compostos que inibem determinadas enzimas hepáticas (particularmente o citocromo P450 3A4) podem aumentar a concentração de alprazolam e acentuar sua atividade. Os dados obtidos a partir de estudos clínicos com alprazolam, estudos in vitro com alprazolam e estudos clínicos com fármacos metabolizados similarmente ao alprazolam mostram interações de variados graus e possibilidade de interação com alprazolam para uma quantidade de fármacos. Baseando-se no grau de interação e no tipo de dados disponíveis, recomenda-se o seguinte:&lt;br /&gt;
A co-administração de alprazolam com cetoconazol, itraconazol e outros antifúngicosazólicos não é recomendada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Mantecorp&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uso em adultos - A dose ótima de APRAZ deve ser individualizada com base na gravidade dos sintomas e na resposta individual do paciente. A dose habitual (vide quadro) é suficiente para as necessidades da maioria dos pacientes. Nos pacientes que requeiram doses mais elevadas, essas deverão ser aumentadas com cautela, a fim de evitar reações adversas. Em geral, os pacientes que não tenham sido previamente tratados com medicamentos psicotrópicos necessitarão de doses menores que aqueles previamente tratados com tranqüilizantes menores, antidepressivos ou hipnóticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uso em crianças - A segurança e a eficácia de APRAZ em indivíduos com menos de 18 anos de idade não foram estabelecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uso em pacientes idosos ou debilitados - Recomenda-se usar a menor dose eficaz para os pacientes idosos ou debilitados para evitar sedação excessiva ou ataxia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções e Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Habituação e dependência emocional/física podem ocorrer com benzodiazepínicos, inclusive com APRAZ. Assim como com todos os benzodiazepínicos, o risco de dependência aumenta com doses maiores e utilização a longo prazo e é ainda maior em pacientes com história de alcoolismo ou abuso de drogas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As manifestações de superdose do alprazolam são extensões da sua ação farmacológica e incluem sonolência, fala arrastada, comprometimento da coordenação motora, coma e depressão respiratória. Seqüelas graves são raras exceto quando há ingestão concomitante de outros fármacos e/ou etanol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tratamento geral da superdose - Como em todos os casos de superdose, a respiração, o pulso e a pressão arterial devem ser monitorados. Devem ser instituídas medidas gerais de suporte, juntamente com lavagem gástrica imediata. Devem ser administrados líquidos intravenosos e a permeabilidade das vias aéreas deve ser mantida.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/apraz/</link>
</item>
<item>
<title>Aplicav</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Embalagem de estojo plástico contendo uma seringa de vidro descartável, compressas de álcool, solução diluente, frasco-ampola com pó liofilo injetável e lacre para descarte.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Alprostadil em pó liofilo contendo 5, 10 e 20 mcg em frasco-ampola de 1 ml após reconstituição.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipersensibilidade ao alprostadil, nos distúrbios que possam induzir ao priapismo (anemia falciforme, mieloma múltiplo e leucemia), próteses penianas, nas deformações e fibrose penianas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Obesidade mórbida e uso de anticoagulantes, poderão ser um impedimento do uso do APLICAV.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Incidência de dor peniana (17 à 37%) dos pacientes variando de leve (70%) à intensa (3%). A dor peniana não interfere em geral, na relação sexual. Hematomas no local da injeção (3%). Priapismo (ereção prolongada entre 4-6 horas) pode ocorrer em 0,4% dos pacientes. Na maioria dos casos ocorre detumescência espontânea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O    tratamento do priapismo deve ser instituído imediatamente sendo o clássico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outras reações adversas com ocorrência menor que 2%: fibrose peniana após múltiplas injeções por tempo prolongado; edema peniano, equimoses.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento e diagnóstico diferencial da disfunção erétil de origem neurogênica, vasculogênica, psícogênica ou mista.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os anticoagulantes como a Varfarina e a Heparina podem causar sangramento no local da injeção.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Libbs Farm. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Doses individualizadas deverão ser determinadas pelo médico por titulação cuidadosa, em consultório. A dose inicial varia entre 1,25   2,50 mcg, com dose média de 20 mcg e dose máxima de 60 mcg. O modo de usar (frequência e técnica das auto-aplicações) também deverá ser orientado pelo médico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso só poderá ser iniciado com a monitoração de um especialista.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como a dose e freqüência de uso são rigorosamente determinadas pelo médico, o risco de superdosagem é baixo. O maior risco é o priapismo que deve ser tratado pelo médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pacientes devem ser orientados para relatar ao médico qualquer ereção que persista por um período prolongado de 6 horas ou mais.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/aplicav/</link>
</item>
<item>
<title>Aplause</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos revestidos - caixas com 30 comprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido contém:&lt;br /&gt;
Extrato seco de Cimicifuga racemosa L. .................... 20mg&lt;br /&gt;
Excipientes: amido glicolato de sódio, estearato de magnésio, dióxido de silício, cellactose, polimetacrilato, talco, dióxido de titânio, polietilenoglicol, trietilcitrato, polissorbato, simeticone, água destilada e corantes lacca alumínio vermelho e lacca alumínio amarelo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada comprimido contendo 20mg de Cimicifuga racemosa L . apresenta, no mínimo, 1mg do marcador 27-deoxiacteína.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O medicamento é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes, gestantes, lactantes, pacientes que pretendam engravidar e crianças menores de 18 anos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em alguns casos (7% dos pacientes) pode ocorrer desconforto gástrico, não devendo ser persistente. Outros efeitos relatados: sensação de peso nas pernas, cefaléia e ganho de peso.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sintomas neurovegetativos do Climatério moderados a severos, tais como: ondas de calor, sudorese excessiva, distúrbios do sono, labilidade emocional e atrofia vaginal.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Estudos in vitro com células cancerosas da mama indicam um efeito antiproliferativo aditivo ao tamoxifeno, que não foi estabelecido in vivo. Potencializa os efeitos de antihipertensivos, levando à hipotensão em coelhos, mas não em cães ou no homem.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Marjan Ind. e Com. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;1 comprimido pela manhã e 1 à noite com água (40mg do extrato Cimicifuga racemosa L. é a dose total diária). Os primeiros efeitos terapêuticos são vistos após 2 semanas de tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Pacientes Idosos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não existem recomendações especiais, desde que observadas as contra-indicações e precauções comuns ao produto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções e Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não deverá ser utilizado por mais que 6 meses sem a devida orientação médica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uso na gravidez e lactação&lt;br /&gt;
Estudos in vitro indicam que o extrato de Cimicifuga racemosa L. liga-se aos receptores de estrógeno presentes no útero de ratos e aumenta o risco de aborto espontâneo e parto prematuro. Não deverá ser utilizado em gestantes, lactantes e pacientes que pretendam engravidar.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Estudos em ratos por 6 meses não demonstraram toxicidade crônica quando Cimicifuga racemosa L. foi administrada com uma dose 90 vezes maior que a dose terapêutica humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sintomas de superdosagem são: náuseas, vômito, vertigens, hipotensão, dores nos membros, distúrbios visuais e nervosos, redução da freqüência cardíaca e sudorese. Nestes casos deverão ser realizados procedimentos gerais de lavagem gástrica, assim como tratamento de suporte.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/aplause/</link>
</item>
<item>
<title>Anusol Hc</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Supositórios: caixa com 6 unidades. pomada: tubo contendo 15 g.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conservar em lugar fresco (geladeira).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;É contraindicado a pacientes que apresentem hipersensibilidade aos componentes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não foi descrita a freqüência das reações adversas para o medicamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nas complicações e distúrbios anorretais como hemorróidas internas e externas, proctites, palpilites, criptites, fissuras anais, fístulas incompletas e após a cirurgia anorretal, para alivio imediato das dores.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Warner Lambert Ind. e Com. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Supositórios: Dois supositórios por dia, pela manhã e à noite, ou a critério médico. Pomada: Fixa-se a cânula que acompanha o tubo, introduzindo-a completamente no ânus. Aperta-se em seguida o fundo do tubo, fazendo sair uma quantidade de pomada suficiente para cobrir as partes afetadas. Quando se tratar de hemorróidas externas, convém lavar a área afetada com água morna e sabonete, enxugando-a com algodão hidrófilo. Em seguida, aplica-se a pomada externamente, sem friccionar. Em geral, uma aplicação ao levantar e outra ao deitar serão suficientes. Nos casos rebeldes será conveniente fazer outra aplicação após cada evacuação, a fim de não interromper o efeito terapêutico de ANUSOL HC.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Seu uso durante a gravidez não foi complemente  estabelecido. Portanto, durante a gravidez não deve ser utilizado em áreas extensas, em grandes quantidades ou por períodos prolongados. Caso ocorra irritação, o uso da ANUSOL HC deve ser interrompido.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anusol_hc/</link>
</item>
<item>
<title>Antranol 1% e 2%</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Bisnaga com 60 g (acompanha espátula para aplicação).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada 100 g da pomada 1% e 2% contémrespectivamente: ditranol BP 1.000 e 2.000; óleo mineral 28.000 e 27.000; vaselina sólida 60.000 e 60.000; álcool cetílico 10.000 e 10.000; lauril sulfato de sódio 1.000 e 1.000.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pacientes com passado de hipersensibilidade ao ditranol ou aos outros componentes do produto. Também é contra-indicado nos casos de erupções agudas, inflamadas ou infeccionadas, ou em pacientes que apresentem problemas renais. Por ser uma substância irritante, não aplicar na face, área anogenital ou mucosas, bem como em áreas extensas do corpo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Poderá ocorrer irritação na pele que circunda as placas de psoríase. Esta irritação pode ser normalmente controlada pela suspensão da terapia por alguns dias e circundando cuidadosamente as placas de psoríase com camada de vaselina, antes da aplicação. O Antranol pomada pode manchar roupas, pele ou ainda temporariamente descolorir os cabelos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento tópico da psoríase.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Labs. Stiefel Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;É variável a tolerância da pele a terapia com o ditranol e, por isso, os pacientes devem ser orientados adequadamente. Antranol pomada, nas concentrações apresentadas, foi desenvolvido para a terapia de curto tempo de contato. &lt;br /&gt;
Passe a pomada uma vez por dia, cuidadosa e rapidamente sobre a lesão psoriática. Antes de aplicar, circundar a área a ser tratada com vaselina sólida para impedir que o produto atinja a pele sã, causando irritação. Use sempre a espátula que acompanha a embalagem, ou luva cirúrgica, para aplicar o produto. &lt;br /&gt;
Inicia-se o tratamento com Antranol pomada a 1%, sendo que o tempo de contato deve ser aquele prescrito pelo médico, conforme a tolerabilidade, a gravidade e a área a ser tratada. Havendo boa tolerância, pode-se aumentar o tempo de contato, ou passar a usar concentrações mais elevadas até se obter a resposta terapêutica desejada. Deixar em contato pelo tempo recomendado pelo médico (ou seguir tabela orientativa abaixo) e então, remover. &lt;br /&gt;
O produto deve ser removido com lenço de papel, seguido por lavagem com água e sabonete emoliente. 1º dia: 10 minutos; 2º dia: 10 minutos; 3º dia: 20 minutos (se não ocorrer irritação); 4º dia: 20 minutos; 5º dia: 20 minutos; 6º dia: 30 minutos (se não ocorrer irritação); 7º dia e os dias subseqüentes: 30 minutos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antranol pomada é exclusivamente para uso externo em adultos. Como não existem dados quanto à segurança do Antranol pomada em pacientes grávidas ou em fase de lactação, não é recomendável o seu uso nestes períodos. Se usado por via sistêmica, o ditranol pode causar vômito, diarréia e hematúria. O uso da espátula ou luva cirúrgica evita irritação e tingimento da pele sã. - Interações medicamentosas: Antranol pomada não pode ser associado com qualquer outro medicamento tópico, principalmente os que contenham antibióticos ou corticosteróides.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antranol_1_e_2/</link>
</item>
<item>
<title>Antomiopic</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Embalagens contendo 30 drágeas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Extrato seco dos frutos de Vaccinium myrtillus100 mg, acetato de tocoferol 25 mg, cloridrato de piridoxina 25 mg, citrulina 10 mg, ácido N-acetil aspártico 10 mg, acetato de retinol 2500 UI, excipiente q.s.p. 1 drágea. Excipiente basicamente constituído de manitol, celulose microcristalina, ácido cítrico, amido, amidoglicolato de sódio, polivinilpirrolidona, metabissulfito de sódio, estearato de magnésio, talco, carbonato de cálcio, açúcar cristalino e corante rosa eritrosina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antomiopic é bem tolerado. Eventualmente podem ocorrer transtornos digestivos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No tratamento sintomático da hemeralopia e dos fenômenos hemeralópicos. Nas miopias progressivas e alterações capilares da retinopatia diabética.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Allergan Prods. Farms. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;3 drágeas por dia, durante 15 dias. Este tratamento deverá ser repetido 15 dias por mês, durante 3 a 6 meses. Na deficiência visual noturna, 2 drágeas, 2 a 4 horas antes do efeito desejado. Esta dose poderá ser repetida, se necessário, 4 a 6 horas depois, ou a critério médico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Utilizar com cautela na gravidez. É desaconselhável a amamentação durante o período de tratamento.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antomiopic/</link>
</item>
<item>
<title>Antitermin</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Caixa com 10 e 200 comprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido contém: ácido acetilsalicílico0,300 g; cafeína 0,050 g; maleato de pirelamina 0,010 g.; gel hidróxido de alumínio 0,50 g. Excipiente q.s.p. 0,500 g.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Analgésico, antitérmico, antigripal e nas ressacas, dor de cabeça e antiácido.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quimioterápica Brasileira Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;1 comprimido 3 a 4 vezes ao dia.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antitermin/</link>
</item>
<item>
<title>Antigripine</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Caixa com 5 e 120 comprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Paracetamol, 300 mg, cafeína, 10 mg;cresotamida, 120 mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Evitar uso durante a gravidez, especialmente no primeiro trimestre. Cuidado especial na insuficiência renal ou hepática. Evitar uso concomitante com anticoagulantes orais, salicilatos, antiinflamatórios não hormonais e barbitúricos. Evitar ingestão de bebidas alcoólicas durante o tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Reações cutâneas. Administração prolongada pode causar disfunção hepática, necrose papilar renal (na superdosagem) e discrasias sangüíneas. Superdosagem: esvaziamento do estômago, determinação da concentração plasmática de paracetamol, administração de N-acetilcisteína (casos graves).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento sintomático da gripe e resfriado comum.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sanofi Synthelabo Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Adultos: 1 a 3 comprimidos ao dia; crianças: meio comprimido até 3 vezes ao dia.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antigripine/</link>
</item>
<item>
<title>Antiflogil</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Caixa com 12 comprimidos e frasco com 15 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido contém 100 mg e cada ml (20gotas) 50 mg de nimesulida.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antiinflamatório, analgésico, antipirético. Afecções respiratórias e otorrinolaringológicas, geniturinárias (inclusive dismenorréia), ortopédicas e reumatológicas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Farmasa Americano de Farmacoterapia&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;1 e 2 comprimidos 2 vezes ao dia. Crianças: 1 gota/kg 2 vezes ao dia.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antiflogil/</link>
</item>
<item>
<title>Antietanol</title>
<description>&lt;h2&gt;Advertências e Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Embora não sendo tóxico, ANTIETANOL não deve ser administrado a pessoas portadoras de diabetes mellitus, epilepsia, tirotoxicoses, nefrites agudas e crônicas, cirrose ou insuficiência hepática, disfunção das coronárias, insuficiência cardíaca, dependência de drogas, pacientes tomando fenitoína, warfarin, isoniazida ou nitritos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANTIETANOL somente poderá ser administrado a pacientes em estado de intoxicação alcoólica, com total conhecimento dos mesmos. O médico deverá informar o paciente a respeito da reação dissulfiram/álcool, orientando-o contra o uso indiscriminado do álcool durante o tratamento e de suas possíveis conseqüências, inclusive deve ser alertado quanto ao uso de preparados alcoólicos, molhos e temperos, vinagres e outros incrementos alimentícios, como também loções após barba ou outros preparados de higiene contendo álcool. Deve ser também alertado desses possíveis efeitos mesmo após 14 dias do uso do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A intensidade da reação dissulfiram/álcool é variável de indivíduo para indivíduo, proporcionalmente às quantidades de ANTIETANOL e álcool ingeridas. Reações leves podem ocorrer em indivíduos sensíveis que apresentam pequenas concentrações sangüíneas de álcool entre 5 e 10 mg por 100 ml. O sintomas são mais intensos a 50 mg de álcool por 100 ml e a inconsciência é ocasionada freqüentemente de 125 mg a 150 mg por 100 ml. A duração das reações varia entre 30 e 60 minutos, ou até mesmo horas, em casos mais graves de acordo com a eliminação do álcool.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos - Embalagem com 20 comprimidos&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido contém:&lt;br /&gt;
Dissulfiram....................250 mg&lt;br /&gt;
Excipientes q.s.p....................1 comprimido&lt;br /&gt;
(amido de milho, carbonato de cálcio, talco, polividona 29/32, estearato de magnésio e gluconato de amido)&lt;br /&gt;
(*) Dissulfiram, quimicamente, é o disulfeto de bis (dietiltiocarbonoila).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pacientes que ingeriram recentemente álcool ou preparados contendo álcool, paraldeído e metronidazol. Moléstia miocárdica grave ou oclusão coronária. Psicoses exógenas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hipersensibilidade ao dissulfiram ou outros tiuranos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Neurite óptica, neurite periférica e polineurite podem ocorrer após a administração de ANTIETANOL. Eventuais erupções da pele que podem prontamente ser controladas com a administração de anti-histamínicos. Sonolência passageira, fadiga, impotência, dor de cabeça, erupções em forma de acne, dermatites alérgicas poderão ocorrer, em números reduzidos de pacientes, durante a primeira e a segunda semana de tratamento. Esses sintomas geralmente desaparecem espontaneamente com continuação do tratamento ou com a redução da dosagem. Reações psicóticas podem ocorrer mas, na maioria da vezes, são relacionadas à interação com drogas. Perda da libido, gosto metálico na boca também podem ocorrer.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alterações neuropsiquiátricas, tais como: psicoses, depressões, manias, perda de memória, irritação,  disfunção cerebelar, convulsões, síndromes extrapiramidais. Outras reações descritas foram aumento da colesterolemia, hepatotoxicidade, possível trombocitopenia, possível poliartrite nodosa, mialgias e artrites.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTIETANOL é um coadjuvante no tratamento do alcoolismo crônico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Labs. Silva Araujo Roussel S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Administrar numa primeira fase um máximo de 500 mg do medicamento (2 comprimidos), em uma dose única, por uma a duas  semanas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na fase de manutenção a dose é de 250 mg diários (1 comprimido), podendo variar entre 125 mg e 500 mg mas nunca ultrapassando 500 mg por dia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Há probabilidade de intoxicação aguda com 5g no adulto e 2g na criança. Intoxicação subaguda pode ocorrer com 1,5 a 3g/dia por  várias semanas. Os sintomas são: sonolência, náuseas, vômitos, comportamento psicótico, paralisia ascendente flácida, coma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É possível a ocorrência de um dano intelectual permanente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O tratamento é feito através de eméticos, lavagem gástrica e administração de drogas sintomáticas.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antietanol/</link>
</item>
<item>
<title>Rivotril</title>
<description>&lt;h2&gt;Abstinência&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O início dos sintomas de abstinência é variável, durando poucas horas a uma semana ou mais. Nos casos menos graves, a sintomatologia da abstinência pode restringir-se a tremor, agitação, insônia, ansiedade, cefaléia e dificuldade para concentrar-se. Entretanto, podem ocorrer outros sintomas de abstinência, tais como sudorese, espasmos muscular e abdominal, alterações na percepção e, mais raramente delirium e convulsões. Na ocorrência de sintomas de abstinência, é necessário um acompanhamento médico bem próximo e apoio para o paciente. A interrupção abrupta deve ser evitada e adotado um esquema de retirada gradual.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Como Usar Rivotril®&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Rivotril® só deve ser usado quando receitado por um médico. Este medicamento é bem tolerado pela maioria dos pacientes, porém, informe seu médico:&lt;br /&gt;
se estiver tomando outros remédios e quais são eles. Não use e não misture remédios por conta própria; se está ou deseja engravidar;&lt;br /&gt;
se está amamentando; se sentir sonolência, cansaço, relaxamento muscular e dificuldade para andar; se se sentir agressivo, irritado ou agitado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não faça uso de bebidas alcoólicas enquanto estiver em tratamento com Rivotril®. O álcool intensifica o efeito do Rivotril® e isto pode ser prejudicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rivotril® pode modificar reações que necessitem muita atenção como dirigir veículos ou operar máquinas perigosas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;5 - (o-clorofenil) - 1,3 - diidro - 7 - nitro - 2H - 1,4 - benzodiazepina - 2 - ona (clonazepam).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Conduta Na Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;São sintomas de superdosagem: sonolência, confusão como apnéia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se lavagem gástrica, monitoramento e tratamento convencional das alterações respiratórias e cardiovasculares e reidratação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos caso de intoxicações graves por quaisquer benzodiazepínicos (com coma ou sedação grave), recomenda-se o uso do antagonista específico, o flumazenil, na dose inicial de 0,3 mg EV, com incrementos de 0,3 mg a intervalos de 60 segundos, até a reversão do coma. No caso dos benzodiazepínicos de meia-vida longa, pode&lt;br /&gt;
haver a re-sedação, portanto, recomenda-se o uso de flumazenil por infusão endovenosa de 0,1-0,4 mg/hora, gota a gota, em glicose a 5% ou cloreto de sódio 0,9%, juntamente com os demais processos de reanimação, desde que o flumazenil não reverta a depressão respiratória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas intoxicações mistas, o flumazenil também pode ser usado para diagnóstico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contra Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Rivotril® não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade aos benzodiazepínicos. Não&lt;br /&gt;
administrar durante os três primeiros meses de gravidez, a não ser em casos de extrema necessidade, pois como ocorre com outros benzodiazepínicos, não deve ser afastada a possibilidade de ocorrência de danos fetais. Evitar o tratamento prolongado em mulheres em risco de procriar. Existe a possibilidade do clonazepam&lt;br /&gt;
passar para o leite materno. Por essa razão, Rivotril® não deve ser administrado regularmente a lactantes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Dependência&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pode ocorrer dependência quando da terapia com benzodiazepínicos. O risco é mais evidente em pacientes em uso prolongado, altas dosagens e particularmente em pacientes predispostos, com história de alcoolismo, abuso de drogas, forte personalidade ou outros distúrbios psiquiátricos graves.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Farmacocinética&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O clonazepam é rápida e completamente absorvido após administração oral. Na maioria dos casos, as&lt;br /&gt;
concentrações plasmáticas máximas são alcançadas dentro de uma a quatro horas após administração oral. A biodisponibilidade média é de 90%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O volume médio de distribuição do clonazepam é estimado em cerca de 3 litros por kg. Com dose diária de 6 mg, as concentrações plasmáticas em estado de equilíbrio dinâmico são 25-75 ng/ml. A ligação protéica do clonazepam é de 85%. O clonazepam atravessa a barreira placentária, podendo-se presumir que passe ao leite&lt;br /&gt;
materno. A meia-vida de eliminação da fase terminal está entre 20 e 60 horas. Dentro de 4 a 10 dias, 50-70% de uma dose oral de clonazepam são excretados pela urina e 10-30% nas fezes, quase exclusivamente sob forma de metabólitos livres ou conjugados. Menos de 0,5% aparecem na urina sob forma de clonazepam não modificado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o estado de equilíbrio dinâmico é alcançado após doses repetidas, as concentrações plasmáticas são quatro vezes superiores às observadas após dose única.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A biotransformação do clonazepam processa-se, de um lado, pela hidroxilação oxidativa e, de outro, pela&lt;br /&gt;
redução do radical 7-nitro com formação de composto 7-amino ou 7-acetilamino. O metabólito principal é o 7-amino-clonazepam que experimentalmente tem mostrado apenas leve ação anticonvulsivante. Foram identificados quatro outros metabólitos em pequena quantidade. As concentrações plasmáticas da substância&lt;br /&gt;
ativa que produzem efeito ótimo estão entre 20 e 70 ng/ml (55 ng/ml, em média). Com exceção da disforia, nenhuma correta correlação foi estabelecida entre concentrações plasmáticas e efeitos colaterais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma dose oral única de 2 mg de Rivotril® começa a agir em 30-60 minutos, mantendo sua ação por 6 a 8 horas, na criança, e por 8 a 12 horas no adulto. Como ocorre com outras benzodiazepinas, a eliminação plasmática do clonazepam pode ser mais lenta em recém-nascidos, pacientes idosos e pacientes com insuficiência renal ou hepática. Isto deve ser considerado, ao se estabelecer a posologia do Rivotril® .&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Formas Farmacêuticas e Apresentações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos de 0,5 mg e 2 mg caixa com 20&lt;br /&gt;
Gotas de 2,5 mg/ml (1 gota = 0,1 mg) frasco com 20 ml&lt;br /&gt;
ATENÇÃO: POR MOTIVO TÉCNICO, ESTAMOS ACONDICIONADO RIVOTRIL® GOTAS EM VIDRO&lt;br /&gt;
MAIOR, NÃO IMPLICANDO, PORÉM, EM QUALQUER ALTERAÇÃO NO SEU CONTEÚDO OU NAS SUAS CARACTERÍSTICAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
USO ADULTO E PEDIÁTRICO&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Identificação do Produto&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nome genérico&lt;br /&gt;
Clonazepam&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Rivotril® está indicado na maioria das formas clínicas da epilepsia do lactente e da criança, especialmente ausências típicas e atípicas (Síndrome de Lennox), Síndrome de West, crises tônico-clônicas generalizadas primárias ou secundárias. Rivotril® está igualmente indicado nas epilepsias do adulto e nas crises focais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Instruções Posológicas Especiais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Rivotril® pode ser usado concomitantemente com um ou vários antiepilépticos, devendo a dose de cada medicamento ser adaptada para se obter um efeito ótimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ocorre com todas as drogas antiepilépticas, o tratamento com Rivotril® não deve ser interrompido&lt;br /&gt;
abruptamente; a posologia deve ser reduzida gradualmente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A administração concomitante de álcool e Rivotril® pode alterar os efeitos do medicamento ou produzir&lt;br /&gt;
efeitos secundários imprevisíveis. A administração simultânea de indutores de atividade enzimática hepática, tais como barbitúricos ou hidantoínas, podem acelerar a metabolização do clonazepam sem alterar a ligação protéica. Por outro lado, o clonazepam em si não parece induzir suas enzimas de metabolização. O uso simultâneo com levodopa diminui o efeito terapêutico da levodopa.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Prods. Roche Químs. Farms. S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Posologia&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A posologia do Rivotril® deve ser individualmente determinada, de acordo com a resposta clínica e a tolerância de cada paciente. Como norma, Rivotril® é administrado em baixa dosagem, como tratamento único em pacientes virgens de tratamento, não resistentes à terapêutica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para evitar efeitos secundários no início do tratamento, é essencial aumentar a dose diária progressivamente, até atingir a dose individual de manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dose inicial para lactentes e crianças até 10 anos (ou com 30 Kg de peso) é de 0,01-0,03 mg/kg/dia. Para crianças acima de 10 anos (ou com mais de 30 kg) e para adultos, a dose inicial recomendada é de 1-2 mg/dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recomenda-se, como dose de manutenção para lactentes e crianças até 10 anos (ou com 30 kg de peso), 0,05-0,1 mg/kg/dia. Para crianças com 10/16 anos de idade (ou mais de 30 kg), 1,5-3 mg/dia e, para adultos, 2-4 mg/dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez atingida a dose de manutenção, a dose total diária pode ser administrada em uma única tomada à noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Caso sejam necessárias várias tomadas, a dose maior deve ser administrada à noite. A dose de manutenção ideal é atingida após uma a três semanas de tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para assegurar um ajustamento ótimo da dosagem, utilizar a forma de gotas para lactentes e os comprimidos para crianças. Os comprimidos bi-ranhurados de Rivotril® facilitam a administração de doses mais baixas, inclusive para adultos, no início do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A dose terapêutica máxima é de 20 mg/dia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Prazo de Validade&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Este medicamento tem prazo de validade a partir da data de fabricação (vide embalagem externa do produto). O uso de remédio com prazo de validade vencido não é recomendável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TODO MEDICAMENTO DEVE SER MANTIDO FORA DO ALCANCE DAS CRIANÇAS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÃO TOME REMÉDIO SEM O CONHECIMENTO DE SEU MÉDICO. PODE SER PERIGOSO PARA A SUA SAÚDE.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cuidados especiais devem ser tomados ao se determinar a posologia em pacientes com doenças renais, hepáticas ou em pacientes com doença crônica respiratória, glaucoma ângulo fechado, miastenia gravis, porfíria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como outras drogas deste tipo, o Rivotril® pode modificar o comportamento dos pacientes (por exemplo, dirigir veículos) em graus variáveis dependendo da dose administrada e da susceptibilidade individual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Precaução especial ao se administrar Rivotril® a pacientes com miastenia grave, devido ao relaxamento muscular pré-existente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Devido à possibilidade de ocorrência de alterações no desenvolvimento físico ou mental, torna-se importante avaliar a relação risco/benefício do uso de Rivotril® em crianças.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Propriedades e Efeitos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em animais, o clonazepam apresenta propriedades anticonvulsivantes pronunciadas. Experimentações em animais e investigações eletroencefalográficas no homem demonstraram que o clonazepam produz inibição direta do foco epileptógeno cortical e sub-cortical, prevenindo ao mesmo tempo a generalização da atividade convulsiva. Portanto, Rivotril® apresenta um efeito benéfico sobre a epilepsia focal e as crises convulsivas primárias generalizadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O clonazepam potencializa a ação inibitória pré e pós sináptica do ácido gama-aminobutírico no SNC. A excitação excessiva é, desta forma, atenuada via feedback negativo, sem qualquer perturbação substancial da atividade neuronal fisiológica.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Quando Suspender o Tratamento&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O tratamento da epilepsia é prolongado. Seu médico sabe o momento ideal para suspender o tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca deixe de tomar o remédio conforme o médico recomendou. Isto é muito importante para que você fique livre dos sintomas. Antes de suspender o tratamento, seu médico pode recomendar que você reduza a dose&lt;br /&gt;
gradualmente durante vários dias.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Rivotril® é hematologicamente bem tolerado e não apresenta para-efeitos renais, hepáticos ou&lt;br /&gt;
gastrintestinais, inclusive em uso prolongado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os efeitos secundários observados estão relacionados ao efeito sedativo e miorrelaxante do Rivotril® e consistem, acima de tudo, em fadiga, sonolência, depressão respiratória, incontinência urinária, hipotonia muscular ocasional, distúrbios visuais e de coordenação tendem a ocorrer no início da terapêutica. Rivotril® pode provocar a hipersecreção salivar ou brônquica em lactantes ou crianças pequenas; é indispensável, portanto, assegurar que as vias aéreas permaneçam livres. Excepcionalmente, podem ocorrer reações&lt;br /&gt;
paradoxais como excitação, irritabilidade e agressividade.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;a Dose&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Somente o médico sabe a dose ideal de Rivotril® para o seu caso. Siga suas recomendações. Não mude as doses por sua conta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os comprimidos devem ser tomados com um pouco de líquido (não alcoólico). As gotas podem ser diluídas em água.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/rivotril/</link>
</item>
<item>
<title>Antak</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTAK 150 mg: comprimidos circulares revestidos, de cor branca, contendo 150 mg de ranitidina (como cloridrato) e apresentado em caixas com 10 e 20 comprimidos. ANTAK 300 mg: Comprimidos de forma capsular, revestidos, de cor branca, contendo 300 mg da ranitidina (como cloridrato) e apresentado em caixas com 8, 16 e 32 comprimidos. ANTAK comprimidos efervescentes: Comprimidos contendo 150 mg e 300 mg de ranitidina (cloridrato) e apresentado em caixas contendo 10 comprimidos. ANTAK xarope 150mg/10 ml: Frasco de vidro da cor âmbar contendo 120 ml. ANTAK injetável: Caixa com 5 ampolas de 2 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTAK comprimidos revestidos: Cloridrato da ranitidina 168 mg e 336 mg (correspondentes a respectivamente 150 mg e 300 mg de ranitidina); excipiente q.s.p. 1 comprimido. ANTAK comprimidos efervescentes: Cloridrato de ranitidina 168 mg e 336 mg correspondentes a respectivamente 150 mg 300 mg de ranitidina; excipiente q.s.p. 1 comprimido efervescente. ANTAK xarope: Cada 10 ml contém: Cloridrato de ranitidina 168 mg (correspondente a 150 mg de ranitidina); Veículo q.s.p. 10 ml. ANTAK injetável: Cada ampola contém 50 mg de ranitidina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso de ANTAK está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade à ranitidina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTAK comprimidos e xarope está indicado para o tratamento da úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna, incluindo aquelas associadas com agentes antiinflamatórios não-esteróides. &lt;br /&gt;
Prevenção de úlceras duodenais associadas com agentes antiinflamatórios não-esteroidais, incluindo ácido acetilsalicílico, especialmente em pacientes com história de doença ulcerosa péptica, úlcera pós-operatória, esofagite de refluxo, síndrome de Zollinger-Ellison, na dispepsia episódica crônica, caracterizada por dor (epigástrica ou retroesternal) a qual é relacionada às refeições ou durante o sono, mas não associada com as condições anteriores. &lt;br /&gt;
E nas seguintes condições onde é desejável a redução gástrica e a produção de ácido: profilaxia da hemorragia gastrintestinal conseqüente à úlcera de estresse em pacientes gravemente enfermos, profilaxia da hemorragia recorrente em pacientes com úlceras pépticas e na prevenção da síndrome de aspiração ácida (síndrome de Mendelson). &lt;br /&gt;
ANTAK injetável está indicado no tratamento de úlcera duodenal, úlcera gástrica benigna, úlcera pós-operatória, esofagite de refluxo e estados hipersecretores patológicos, sempre que for recomendável a administração parenteral, bem como nas seguintes condições nas quais é necessário reduzir a secreção gástrica e produção de ácido: prevenção de hemorragia gastrintestinal por úlcera de estresse em pacientes graves, profilaxia de sangramento recorrente em portadores de úlceras pépticas hemorrágicas e na pré-medicação anestésica em pacientes propensos à aspiração ácida (síndrome de Mendelson).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;GlaxoSmithKline&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTAK comprimido e solução oral: O comprimido de ANTAK efervescente deve ser colocado em meio copo de água (mínimo de 75 ml) e dissolvido completamente antes de ser bebido. &lt;br /&gt;
As formulações efervescentes contêm aspartama. Adultos: A dose usual padrão para úlcera gástrica, úlcera duodenal ou esofagite de refluxo é de 150 mg duas vezes ao dia ou 300 mg à noite.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O tratamento com antagonista H 2 da histamina pode mascarar sintomas associados com carcinoma do estômago e por essa razão, retardar o diagnóstico da doença. conseqüentemente, quando houver suspeita de úlcera gástrica, a possibilidade de malignidade deve ser excluída antes de ser instituída a terapia com ANTAK.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antak tem ação muito específica e por essa razão não se espera que ocorram problemas particulares após superdosagem com o produto. deve ser administrada adequada terapia sintomática e de suporte. se necessário for, a droga deve ser removida do plasma por hemodiálise..&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antak/</link>
</item>
<item>
<title>Antagon</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos revestidos de 150 mg - caixa com 20 comprimidos revestidos. comprimidos revestidos de 300 mg - caixa com 8 comprimidos revestidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos revestidos de 150 mg - cada comprimido revestido contém:&lt;br /&gt;
Ranitidina (cloridrato) 150 mg&lt;br /&gt;
Excipiente: Estearato de Magnésio, Dióxido de Silício, Dióxido de Titânio, Água Destilada, Gluconato Amido Sódico, Talco, Acetona, Álcool Isopropílico, Polietilenoglicol, Corante, Copolímero Ácido Metacrílico e Lactose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprimidos revestidos de 300 mg - cada comprimido revestido contém:&lt;br /&gt;
Ranitidina (cloridrato) 300 mg&lt;br /&gt;
Excipiente: Estearato de Magnésio, Dióxido de Silício, Dióxido de Titânio, Água Destilada, Gluconato Amido Sódico, Talco, Acetona, Álcool Isopropílico, Polietilenoglicol, Corante, Copolímero Ácido Metacrílico e Lactose.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTAGON (Ranitidina) está contra-indicado em pacientes com hipersensibilidade a Ranitidina ou a quaisquer componentes de sua formulação.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Durante o tratamento com Ranitidina alguns pacientes apresentam reações que nem sempre foram relacionadas especificamente a mesma. Entretanto, estas alterações foram sempre transitórias e reversíveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Relacionamos abaixo as de maior importância:&lt;br /&gt;
Alterações nas provas de função hepática, Hepatites reversíveis do tipo hepatocelular, hepatocanalicular ou mista (com ou sem icterícia), Cefaléia, Tontura, Confusão Mental (principalmente em pacientes idosos), Distúrbios Visuais (como visão borrada e escotomas), Ginecomastia (freqüente com o uso da Cimetidina, raramente ocorre com a Ranitidina e quando ocorre ela é muito menos intensa), Reações de hipersensibilidade e Bloqueios atrioventriculares.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTAGON (Ranitidina) está indicado nas diversas patologias que necessitam diminuir as secreções cloridro-pépticas do estômago, tais como:&lt;br /&gt;
Úlceras gástricas&lt;br /&gt;
Úlceras duodenais&lt;br /&gt;
Esofagite de refluxo&lt;br /&gt;
Hérnias de hiato&lt;br /&gt;
Refluxo gastroesofágico&lt;br /&gt;
Gastrites agudas e crônicas&lt;br /&gt;
Dispepsia episódica crônica&lt;br /&gt;
Síndrome de Zollinger - Ellison&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não existem inconvenientes do uso concomitante de ANTAGON (Ranitidina) com medicamentos usados rotineiramente no tratamento de cardiopatias, distúrbios convulsivos, asmas e bronquites.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ativus Farmacêutica Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Pacientes Idosos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Superior a 65 Anos:&lt;br /&gt;
Pacientes idosos podem apresentar com mais freqüência sonolência no início do tratamento. Não deve ser utilizado com medicamentos sedativos, sem o conhecimento do médico assistente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANTAGON (Ranitidina) é eliminado em grande parte pelos rins, por isto pacientes com insuficiência deste órgão devem utilizá-lo em dose única diária de 150 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A ingestão acidental ou voluntária de doses anormalmente elevadas de ANTAGON (Ranitidina) não costuma produzir sintomas relevantes. Entretanto é conveniente utilizar-se de medidas esvaziadoras do aparelho digestivo, tais como: provocação de vômitos e lavagens gástricas. Nos casos em que a dose tenha sido extremamente excessiva e que os efeitos colaterais estejam muito exuberantes, pode ser necessária a promoção de uma diurese forçada (hiper-hidratação com diuréticos) ou mesmo hemodiálise.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/antagon/</link>
</item>
<item>
<title>Annita</title>
<description>&lt;h2&gt;Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A farmacocinética da nitazoxanida em pacientes com função hepática ou renal comprometida ainda não está estudada. Assim deve ser empregada com cautela em pacientes com doença biliar e hepática, a pacientes com doença renal, e doenças renal e hepática associadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Annita® suspensão oral contém açúcar, portanto deve ser ingerida com cautela por&lt;br /&gt;
pacientes diabéticos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pó para suspensão oral: embalagens contendo pó para 45 e 100ml, após reconstituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprimido revestido: embalagem com 6 comprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido revestido contém:&lt;br /&gt;
nitazoxanida.................... 500 mg&lt;br /&gt;
excipientes q.s.p. ........... 1 comprimido&lt;br /&gt;
Cada ml de suspensão reconstituída contém:&lt;br /&gt;
nitazoxanida....................20 mg&lt;br /&gt;
veículo q.s.p....................1 ml&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Annita® está contraindicado em pacientes com história de hipersensibilidade e/ou alergia à nitazoxanida ou aos componentes da fórmula.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Amebíases  ANNITA® está indicado no tratamento da diarréia causada pelo complexo Entamoeba&lt;br /&gt;
histolytica/dispar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Giardíases - ANNITA® está indicado no tratamento da diarréia causada por Giardia lamblia ou&lt;br /&gt;
Giardia intestinalis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helmintíases  ANNITA® é um anti-helmíntico efetivo contra nematódeos, cestódeos e&lt;br /&gt;
trematódeos, indicado no tratamento de Enterobius vermiculares, Ascaris lumbricoides,&lt;br /&gt;
Strongyloides stercolaris, Ancilostomíase, Trichuris trichiura, Taenia sp, Hymenolepis nana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANNITA® está indicado no tratamento do Blastocistis hominis, Balantidium coli, Isospora belli e no&lt;br /&gt;
tratamento da diarréia causada por Crysptosporidium parvum (e todas as espécies de&lt;br /&gt;
Cryptosporidium de acometimento em humanos).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso de Annita® com anticoagulantes do tipo cumarínicos como a varfarina e com o anticonvulsivante fenitoína deve ser avaliado com cautela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não existem interações com o citocromo CYP 450, não havendo, portanto, contra-indicação de uso concomitante com outros medicamentos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Farmoquímica S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANNITA® suspensão oral e comprimidos revestidos devem ser administrados com alimentos, o que garante uma elevada absorção do medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pó para suspensão oral ANNITA® suspensão oral pode ser administrada a crianças a partir de 12 meses.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helmintíases, amebíase, giardíase, isosporíase, balantidíase, blastocistose  7,5 mg por kg a cada 12 horas, por 3 dias, com alimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criptosporidíase - em pacientes sem imunodepressão, a posologia indicada é de 7,5 mg por kg a cada 12 horas, por 3 dias consecutivos, com alimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comprimidos revestidosAnnita comprimidos revestidos pode ser administrado a adultos e crianças acima de 12 anos de idade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Helmintíases, amebíase, giardíase, isosporíase, balantidíase, blastocistose: 500 mg 2 vezes por dia, por 3 dias consecutivos, com alimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criptosporidíase: em pacientes sem imunodepressão, a posologia indicada é de 1 comprimido de 500 mg, 2 vezes por dia, por 3 dias consecutivos, com alimentos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Restrições ao Uso durante a Gravidez e a Lactação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Os estudos de alterações do desenvolvimento do embrião ou feto não mostraram que&lt;br /&gt;
ANNITA® (nitazoxanida) pudesse levar à mutação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os estudos de reprodução em ratos e coelhos com doses de 200 e 201 vezes à dose usual em humanos, respectivamente, não mostraram evidências de risco de toxicidade ou mutação do embrião ou feto. O emprego deste medicamento no período de gravidez e lactação será avaliado pelo médico, que deve considerar o risco x benefício.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As manifestações são locais, no aparelho digestivo. Pode-se proceder à lavagem gástrica e administrar hidróxido de alumínio com magnésio.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/annita/</link>
</item>
<item>
<title>Angipress</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Embalagem com 20 comprimidos de 25 mg; embalagem com 20 comprimidos de 50 mg; embalagem com 20 comprimidos de 100 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido de Angipress 25 mg, 50 mg e 100mg contém, respectivamente: atenolol 25 mg, 50 mg e 100 mg. Excipiente q.s.p. 1 comprimido.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não deve ser administrado a pacientes com bloqueio cardíaco de 2º ou 3º grau. Betabloqueadores não devem ser administrados junto com verapamil e nenhuma destas drogas deve ser administrada antes que a administração da outra tenha sido interrompida por vários dias. Não deve ser administrado a pacientes com choque cardiogênico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em estudos clínicos os efeitos colaterais atribuídos a sua atividade farmacológica e incluem frio nas extremidades, fadiga muscular e, em casos isolados, bradicardia. Distúrbios do sono do tipo observado com outros betabloqueadores raramente foram relatados com Angipress. Têm havido relatos de rashes cutâneos e/ou olhos secos associados ao uso de betabloqueadores. A incidência é pequena e na maioria dos casos os sintomas desaparecem com a suspensão do tratamento. Interrupção da terapêutica deve ser considerada se este tipo de reação, quando ocorrer, não puder ser explicado por outra causa. A interrupção da terapêutica com um betabloqueador deve ser gradativa.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No tratamento da angina de peito; certas arritmias cardíacas e no controle da hipertensão arterial. Tratamento de infarto do miocárdio recente. Profilaxia da enxaqueca.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Laboratórios Biosintética Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As posologias recomendadas estão baseadas na análise de ensaios clínicos, cabendo todavia ao médico assistente estabelecer a posologia adequada a cada paciente. Em geral recomenda-se: adultos: a maioria dos portadores de hipertensão arterial responde a uma dose única diária de 100 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não deve ser administrado a pacientes com insuficiência cardíaca descompensada, podendo ser introduzido com cuidado após a sua compensação. Se durante o tratamento com Angipress aparecer insuficiência cardíaca congestiva, este produto deve ser temporariamente suspenso até que a insuficiência cardíaca tenha sido controlada.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/angipress/</link>
</item>
<item>
<title>Angiopril</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimido. cartuchos contendo 30 comprimidos de 5 mg, 10 mg ou 20 mg; ou 10 comprimidos de 20 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANGIOPRIL é contra-indicado para pacientes com hipersensibilidade a qualquer componente do produto e para pacientes com história de edema angioneurótico relacionado a tratamento prévio com inibidores da enzima conversora da angiotensina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANGIOPRIL demonstrou ser geralmente bem tolerado. Em estudos clínicos, a incidência global de reações adversas não foi maior com ANGIOPRIL do que com placebo. Na maioria dos casos, as reações adversas foram leves e transitórias e não requereram a interrupção da terapia. Os seguintes efeitos colaterais foram associados com o uso de ANGIOPRIL: tonturas e cefaléia foram os efeitos mais comumente relatados. Fadiga e astenia foram relatadas em 2 a 3% dos pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANGIOPRIL é indicado no tratamento de: hipertensão essencial em todos os graus; hipertensão renovascular; todos os graus de insuficiência cardíaca; e para prevenção do: agravamento da insuficiência cardíaca em pacientes sintomáticos e assintomáticos; e da ocorrência de eventos isquêmicos (infarto do miocárdio e angina pectoris) em pacientes com disfunção ventricular esquerda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Terapia anti-hipertensiva: Efeito aditivo pode ocorrer quando enalapril for usado com outra terapia anti-hipertensiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Potássio sérico: Em estudos clínicos, o potássio sérico permaneceu dentro dos limites da normalidade. Em pacientes hipertensos tratados com enalapril por até 48 semanas foram observados aumentos médios de 0,2 mEq/L no potássio sérico. Nos pacientes tratados com enalapril mais um diurético tiazídico, o efeito espoliador de potássio do diurético foi, em geral, atenuado pelo efeito do enalapril. Se enalapril for dado com um diurético espoliador de potássio, a hipocalemia induzida por este pode ser atenuada. Os fatores de risco para o desenvolvimento de hipercalemia incluem insuficiência renal, diabetes melitus, uso concomitante de diuréticos poupadores de potássio (p. ex.: espironolactona, triantereno ou armilorida), suplementos de potássio ou substitutos do sal de cozinha contendo potássio. O uso destes agentes, particularmente em pacientes com função renal diminuída, pode levar a aumentos significativos do potássio sérico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o uso concomitante dos agentes mencionados acima for julgado apropriado, ele deve ser feito com cuidado e o potássio sérico monitorizado com frequência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lítio sérico: Assim como ocorre com outras drogas que eliminam sódio, a depuração do lítio pode ser reduzida. Portanto, os níveis séricos de lítio devem ser monitorizados cuidadosamente, se forem administrados sais de lítio.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;União Quím. Farm. Nacional S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como a absorção dos comprimidos de ANGIOPRIL não é afetada pela ingestão de alimentos, os comprimidos podem ser administrados antes, durante ou após as refeições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hipertensão essencial: A dose inicial é de 10 a 20 mg, dependendo do grau de hipertensão, e é administrada uma vez por dia. Em hipertensão leve, a dose inicial recomendada é de l0 mg por dia. Para outros graus de hipertensão, a dose inicial é de 20 mg por dia. A posologia usual de manutenção é de 20 mg tomados uma vez ao dia. A posologia deve ser ajustada de acordo com as necessidades do paciente, até o máximo de 40 mg por dia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Pacientes Idosos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANGIOPRIL poderá ser utilizado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que observada as precauções comuns ao produto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipotensão sintomática: Hipotensão sintomática foi observada raramente em hipertensos sem complicações. Em pacientes hipertensos recebendo enalapril, a hipotensão pode ocorrer mais freqüentemente quando houver depleção de volume, p.ex., devido à terapia diurética, restrição dietética de sal, diálise, diarréia ou vômitos (veja Interações medicamentosas e Reações adversas). &lt;br /&gt;
Em pacientes com insuficiência cardíaca, com ou sem insuficiência renal associada, foi observada hipotensão sintomática, principalmente naqueles com graus mais avançados de insuficiência cardíaca, relacionados com o uso de altas doses de diuréticos de alça, hiponatremia ou insuficiência renal.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Há poucos dados disponíveis sobre a superdosagem em seres humanos. As principais características de superdosagem relatadas até agora consistem em hipotensão acentuada, começando após 6 horas da ingestão dos comprimidos, concomitantemente com o bloqueio do sistema renina-angiotensina e estupor.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/angiopril/</link>
</item>
<item>
<title>Angiodarona</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimido: Caixa com 20 unidades&lt;br /&gt;
Composição   Cada comprimido contém: Amiodarona 200 mg; Excipiente q.s.p. 1 comprimido.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Bradicardias sinusais, bloqueio sinoatrial, excitabilidade atrial ou ventricular associada a bloqueio atrioventricular, hipotensão arterial grave.  Gravidez, salvo em casos excepcionais em razão do risco tiroideano fetal. Hiper e Hipotiroidismo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Praticamente não são observados. Em pacientes particularmente sensíveis, e em doses elevadas, às vezes assinalam-se manifestações cutâneas (eritema, coloração da pele, prurido), o que significa depósito de iodo a esse nível, ou microdepósitos localizados na córnea, que se reduzem com a administração intermitente do produto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Arritmias ventriculares, taquicardias e extra-sistolia. Arritmias supraventriculares; fibrilação de flutter atrial crônico, arritmias paroxísticas atriais e arritmias supraventriculares associadas a síndrome Wolff-Parkinson-White.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cazi Química Farmacêutica Indústria e Comércio Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Angiodarona é recomendado da seguinte forma: dose máxima: 6 comprimidos por dia. dose mínima: 1 comprimido por dia. dose de ataque: 3 comprimidos por dia. dose de manutenção: 1 a 2 comprimidos por dia. o produto deve ser administrado durante ou após as refeições. aconselha-se a terapêutica em cáries intermitentes, em geral de 3 semanas por mês, com os comprimidos administrados em 1, 2 ou 3 vezes ao dia, durante ou após as refeições. aconselha-se ainda seu uso durante cinco dias (segunda a sexta) com dias de descanso (sábado e domingo). por ser uma medicação de ação cumulativa, a eventual falha na administração por alguns dias, não irá diminuir seus efeitos benéficos e farmacológicos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Devido à presença do iodo na fórmula, o tratamento de pacientes com antecedentes tiroideanos pessoais e familiares, se necessário, deve ser feito com posologia mínima ativa sob supervisão médica. Deve-se evitar associações com IMAO e betabloqueadores e ter cautela no emprego com outros antiarrítmicos.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/angiodarona/</link>
</item>
<item>
<title>Anfugitarin</title>
<description>&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada g do creme vaginal contém:&lt;br /&gt;
Nitrato de miconazol    20 mg&lt;br /&gt;
Excipientes    q.s.p.    1 g&lt;br /&gt;
Componentes não ativos: ácido oleíco, vaselina sólida, propilenoglicol, Span 60, Tween 60, álcool cetoestearílico, metilparabeno, propilparabeno, água destilada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto não deve ser utilizado por pacientes hipersensíveis ao nitrato de miconazol ou a qualquer outro componente da fórmula.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravidez e lactação: Embora a absorção intravaginal seja limitada, o produto poderá ser utilizado no primeiro trimestre da gravidez somente se, a critério médico, os benefícios superarem os possíveis riscos. Até o momento, não se sabe se o nitrato de miconazol é excretado no leite materno. Portanto, deve-se ter cautela com o uso do medicamento no período de lactação. Informe seu médico a ocorrência de gravidez na vigência do tratamento ou após o seu término. Informar ao médico se está amamentando.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto apresenta uma tolerabilidade considerada muito boa. Foram observados poucos casos de irritação local, prurido e sensação de ardor, especialmente no início do tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Indicado contra todas as espécies de fungos e leveduras patogênicas para a espécie humana, tal como Candida albicans. Nitrato de miconazol é um potente fungicida ativo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Blaüsiegel Ind. e Com. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Um aplicador cheio (cerca de 5 cm 3), inserido o mais profundamente possível na vagina, uma vez ao dia, ao deitar, durante 14 dias consecutivos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Pacientes Idosos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto poderá ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que observadas as precauções referentes ao produto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O tratamento deve ser interrompido se ocorrer reação alérgica ou de hipersensibilidade local ao produto. A fim de controlar o foco da infecção e a reinfecção da paciente, deve-se observar as medidas higiênicas habituais. Se o parceiro sexual também estiver infectado, deve-se indicar terapia apropriada.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anfugitarin/</link>
</item>
<item>
<title>Anfugitak</title>
<description>&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada g da pomada vaginal contém:&lt;br /&gt;
Tioconazol    65 mg&lt;br /&gt;
Excipientes    q.s.p.    1 g&lt;br /&gt;
Componentes não ativos: vaselina sólida, álcool cetoestearílico, ceteth-20, propilenoglicol, metilparabeno, propilparabeno e água destilada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto é contra-indicado a pacientes hipersensíveis a agentes antifúngicos imidazólicos ou a quaisquer de seus componentes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto é bem tolerado após aplicação local e reações adversas sistêmicas não têm sido observadas. Sintomas de irritação local têm sido relatados com algumas pacientes, porém geralmente são observados durante o tratamento, sendo de natureza leve e transitória. Entretanto, se uma reação de sensibilidade desenvolver-se com o uso do produto, o tratamento deve ser interrompido e terapêutica apropriada deve ser instituída.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento local de pacientes com infecções vaginais por leveduras. Tioconazol pode também ser uma alternativa para vulvovaginites causadas por Trichomonas vaginalis, sobretudo em infecções mistas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Blaüsiegel Ind. e Com. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto deve ser aplicado à noite ao deitar-se como dose única, o que leva à cura da maioria das pacientes. Naquelas que apresentarem melhora sem cura com o primeiro tratamento, pode-se repetir a aplicação uma semana mais tarde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A aplicação vaginal do produto deve ser mais profunda possível, preferencialmente fora do período menstrual. É aconselhável administrar o produto ao deitar-se.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Pacientes Idosos&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto poderá ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que observadas as precauções referentes ao produto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções e Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto tem sido eficaz no tratamento da candidíase vaginal durante a gravidez, mas como se trata de uma nova droga, somente deve ser usado nos primeiros três meses quando considerado essencial para o bem-estar da paciente.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anfugitak/</link>
</item>
<item>
<title>Anfugine</title>
<description>&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada 5 g de creme vaginal contém:&lt;br /&gt;
Tinidazol    150 mg&lt;br /&gt;
Nitrato de miconazol    100 mg&lt;br /&gt;
Excipientes    q.s.p.    5 g&lt;br /&gt;
Componentes não ativos: monoestearato de glicerila, álcool cetílico, palmitato de cetila, palmitato de isopropila, propilenoglicol, tween 60, metilparabeno, propilparabeno e água destilada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipersensibilidade aos componentes da fórmula; durante o primeiro trimestre de gravidez e em nutrizes durante o período neonatal.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ocasionalmente, poderão ocorrer reações de hipersensibilidade ou irritação local. Nesses casos, o tratamento deverá ser descontinuado.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento tópico da tricomoníase e candidíase vaginais, isoladas ou mistas, e, no homem, na balanopostite micótica causada por Candida albicans. Nos casos de tricomoníase, para uma cura clínica eficaz e prevenção de uma reinfecção, é aconselhável tratar, concomitantemente, a mulher e o homem, sendo os resultados ainda mais elevados quando da utilização da posologia combinada, vias tópica e oral.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Blaüsiegel Ind. e Com. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Mulher: aplicar pela via intravaginal o conteúdo do aplicador (aproximadamente 5 g), uma vez por dia, antes de deitar, durante 14 dias consecutivos, ou duas vezes por dia, durante 7 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Homem: aplicar uma fina camada do creme, 2 vezes por dia, na região da glande e sulco balanoprepucial, até que desapareçam os sintomas ou até que termine o tratamento da parceira sexual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pacientes idosos:&lt;br /&gt;
O produto poderá ser usado por pacientes com idade acima de 65 anos, desde que observadas as precauções referentes ao produto.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções e Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em casos de reações de hipersensibilidade ou irritação local, o uso do produto deve ser descontinuado. Bebidas alcoólicas ou outros preparados contendo álcool não devem ser ingeridos durante até 3 dias após o tratamento com o medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gravidez e lactação - O produto não deverá ser utilizado durante os dois primeiros trimestres de gravidez e em mulheres em fase de amamentação, uma vez que o tinidazol atravessa a barreira placentária e está presente no leite materno. Embora não existam evidências de que o tinidazol seja prejudicial durante o último estágio da gravidez, é aconselhável que antes da utilização do medicamento no último trimestre, seja feita uma avaliação dos benefícios do tratamento contra os possíveis riscos para a mãe e o feto.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anfugine/</link>
</item>
<item>
<title>Anforicin</title>
<description>&lt;h2&gt;Advertência&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A dose total diária nunca deverá exceder a 1,5 mg/kg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apresentações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Caixa com 25 frascos-ampola com 50 mg de Pó Liófilo + Solução Diluente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pó Liófilo - 50 mg&lt;br /&gt;
Cada frasco-ampola contém:&lt;br /&gt;
Anfotericina B (DCB 0065.01-3).................... 50,0 mg&lt;br /&gt;
(Excipientes: desoxicolato de sódio, fosfato de sódio dibásico, fosfato de sódio monobásico, hidróxido de sódio e ácido clorídrico.)&lt;br /&gt;
Diluente:&lt;br /&gt;
Cada ampola de 10 ml contém:&lt;br /&gt;
Água para Injetáveis qsp .................... 10,0 ml&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Anfotericina B é contra-indicada na insuficiência renal e em pacientes que tenham demonstrado hipersensibilidade à anfotericina B ou a algum outro componente da formulação, embora, dependendo da gravidade do caso, o clínico tenha que levar em conta o fator risco-benefício para esses pacientes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Embora alguns pacientes possam tolerar a dose total de anfotericina B sem dificuldades, a maioria apresenta algumas intolerâncias, particularmente durante o início da terapia. Sua intolerância poderá ser minimizada pela administração de aspirina, outros antipiréticos (como o acetominofeno), anti-histamínicos ou antieméticos. A petidina (25 a 50 mg por IV) tem sido utilizada em alguns pacientes para diminuir a duração dos calafrios e da febre após a terapia com anfotericina B. A administração intravenosa de doses baixas de corticosteróides, imediatamente antes ou durante a infusão de anfotericina B, pode ajudar a diminuir as reações febris. A corticoterapia deverá ser mantida ao mínimo.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A Anfotericina B, pode apresentar interações quando utilizada concomitantemente com:&lt;br /&gt;
Fármacos depressores da medula óssea;&lt;br /&gt;
Radioterapia;&lt;br /&gt;
Fármacos eliminadores de potássio;&lt;br /&gt;
Medicações nefrotóxicas:&lt;br /&gt;
Cisplatina, pentamidina, aminoglicosídeos, e ciclosporina, podem potencializar a toxicidade renal e portanto o uso concomitante com anfotericina B deve ser feito com grande cautela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Corticosteróides e A.C.T.H. (corticotrofina) - podem potencializar a hipopotassemia induzida pela anfotericina B. Agentes cujo efeito ou toxicidade possa ser aumentado pela hipopotassemia&lt;br /&gt;
Glicosídeos digitálicos, relaxantes da musculatura esquelética e agentes antiarrítmicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Flucitosina - o uso concomitante pode aumentar a toxicidade da flucitosina, possivelmente pelo aumento da sua captação celular e/ ou prejudicando sua excreção renal. Transfusão de leucócitos - embora não observada em todos os estudos, reações pulmonares agudas foram observadas em pacientes que receberam anfotericina B durante ou logo após a transfusão de leucócitos, portanto recomenda-se distanciar estas infusões o maior tempo possível e monitorizar as funções pulmonares.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cristália Produtos Químicos Farmacêuticos Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O pó estéril e liofilizado é apresentado em frascos contendo 50 mg e 100 mg de Anfocin B, adicionados de desoxicolato de sódio e tampão, acompanhados do diluente. O conteúdo do frasco deve ser dissolvido, com agitação, no diluente que acompanha o frasco-ampola e então adicionado à solução aquosa de glicose a 5%, para se obter uma concentração final de 0,1 mg/ ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O Anfocin B pode, frequentemente, ser o único tratamento eficaz disponível para o tratamento de moléstias fúngicas potencialmente fatais e com sensibilidade somente à anfotericina B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em cada caso devemos pesar os prováveis benefícios, salvadores de vidas, contra os possíveis riscos e efeitos adversos perigosos. O Anfocin B deve ser administrado somente na forma intravenosa e a pacientes sob supervisão clínica rigorosa por pessoas devidamente treinadas por médicos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uma superdosagem de Anforicin B pode provocar problemas renais e distúrbios eletrolíticos, podendo resultar em parada cardiorrespiratória.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesses casos suspender as infusões e instituir um tratamento sintomático.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para evitar a superdosagem, não exceder a dose diária de 1,5 mg/kg.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anforicin/</link>
</item>
<item>
<title>Anfertil</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cartucho com 1 blister com 21 comprimidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido de ANFERTIL* contém: dl-norgestrel 0,50 mg; Etinilestradiol 0,05 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANFERTIL* não deve ser utilizado por mulheres que apresentem quaisquer das seguintes condições: &lt;br /&gt;
1. Tromboflebite ou distúrbios trombo embólicos. 2. Antecedentes de tromboflebite profunda ou distúrbios Trombo embólicos. 3. Doença vascular cerebral ou coronariana. 4. Carcinoma mamário ou dos genitais, confirmado ou suspeito. 5. Neoplasia estrogênio-dependente confirmada ou suspeita. 6. Sangramento genital anormal de causa indeterminada. 7. Gravidez confirmada ou suspeita. 8. Antecedentes de tumor hepático benigno ou maligno. 9. Distúrbios intensos a função hepática; antecedentes de icterícia idiopática ou prurido intenso da gravidez; síndrome de Dubin-Johnson; síndrome de Rotor. 10. Distúrbios do metabolismo lipídico. 11. Antecedentes da herpes gestacional. 12. Diabetes intenso com alterações vasculares. 13. Otosclerose agravada durante a gravidez. 14. Anemia falciforme.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As reações adversas mais graves associadas ao uso de contraceptivos orais são mencionadas em Precauções. Foram também relatadas e acredita-se que possam ter relação como uso destes drogas: Náuseas e(ou) vômitos, que são usualmente as reações adversas mais comuns. &lt;br /&gt;
As reações seguintes, regra geral, são observadas muito menos freqüentemente, ou somente ocasionalmente: Distúrbios gastrintestinais, como empachamento e cólicas abdominais; Alterações no fluxo menstrual; Dismenorréia; Cloasma ou melasma que podem ser persistentes; Alterações mamárias incluindo sensibilidade, aumento ou secreção; Alterações de peso; Alterações na secreção cervical, Erupção cutânea (alérgica); Candidíase vaginal; Alterações na curvatura da córnea; intolerância a lentes de contato.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na prevenção da gravidez e no controle de irregularidade menstruais. Benefícios não contraceptivos   Além de prevenir a gravidez, tem sido reportado que os contraceptivos orais estão associados com os seguintes efeitos benéficos: redução na incidência de doença mamária benigna; redução na incidência de anemia ferropriva; redução do risco de carcinoma endometrial; redução na incidência de gravidez ectópica; redução na incidência de doença inflamatória pélvica; redução na incidência de cistos ovarianos; redução na incidência de dismenorréia; uma possível redução na incidência de carcinoma ovariano.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Wyeth - Indústria Farmacêutica Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para obter-se o máximo da eficácia contraceptiva, ANFERTIL* deve ser administrado conforme as instruções, em intervalos diários que não excedam 24 horas. As pacientes devem ser instruídas a tomar os comprimidos sempre à mesma hora do dia de preferência antes do jantar ou ao deitar. &lt;br /&gt;
Primeiro ciclo:  Durante o primeiro ciclo de tratamento  a paciente deve ser instruída para tomar um comprimido de ANFERTIL* diariamente; durante 21 dias consecutivos, iniciando no 5º dia do ciclo menstrual (o primeiro, dia do sangramento é considerado o 1º dia da menstruação). Passado este período, a administração deve ser suspensa durante 7 dias. &lt;br /&gt;
A hemorragia  por supressão deve usualmente ocorrer dentro de 3 dias após a ingestão do último comprimido. &lt;br /&gt;
Ciclos seguintes: A paciente deve reiniciar a medicação no 8º dia após ter tomado o último comprimido, procedimento este que deverá ser repetido em todos os ciclos subseqüentes, mesmo que a hemorragia por supressão ainda esteja em curso. Desta maneira, cada ciclo de 21 dias de tratamento com ANFERTIL* inicia-se sempre no mesmo dia da semana.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anfertil/</link>
</item>
<item>
<title>Anestésico</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Frasco plástico conta-gotas, hermeticamente fechado e estéril, com 10 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cloridrato de tetracaína 100 mg, cloridrato defenilefrina 1 mg, ácido bórico 15 mg, veículo q.s.p. 1 ml. Veículo basicamente constituído de edetato dissódico, cloreto de benzalcônio e água destilada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. O produto não deve ser prescrito para uso pelo paciente sem supervisão médica. A tetracaína inibe o efeito bacteriostático das sulfamidas, não sendo recomendável o emprego simultâneo. Não utilizar na ceratomia radial, pois o efeito midriático da fenilefrina provoca distorção nos parâmetros de corte.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ocasionalmente podem ocorrer reações alérgicas locais. O uso prolongado pode danificar a córnea e retardar a cicatrização ocular.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Anestesia do globo ocular em cirurgias, retirada de corpos estranhos corneanos e conjuntivais e procedimentos diagnósticos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Allergan Prods. Farms. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Instilar 1 gota no saco conjuntival inferior, a critério médico. - Superdosagem: em caso de superdosagem deve-se instituir sem demora o tratamento sintómatico adequado.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso prolongado pode resultar em opacificação corneana, seguida de perda da visão ou perfuração corneana. O paciente deve ser avisado a não tocar os olhos enquanto estiver sob efeito da anestesia. Proteger os olhos de substâncias químicas irritantes e corpos estranhos. Usar com cautela nos pacientes com problemas cardíacos, hepáticos ou respiratórios, epilepsia, miastenia grave e pacientes com baixa concentração de colinesterase plasmática. A fenilefrina pode causar midríase em pacientes sensíveis. Recomenda-se cautela em pacientes com câmara anterior rasa, devido à possibilidade de ocorrer precipitação de um ataque de glaucoma de ângulo fechado.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anestesico/</link>
</item>
<item>
<title>Anestalcon 0,5%</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Frascos plásticos conta-gotas com 5 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada ml contém: cloridrato de proximetacaína0,005 g; veículo q.s.p. 1 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pacientes com hipersensibilidade conhecida ao componente da fórmula. Este produto não deve ser prescrito para uso pelo próprio paciente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Anestésico tópico nos seguintes procedimentos oftálmicos: tonometria, remoção de corpos estranhos e suturas de córnea, raspagem conjuntival para fins diagnósticos e exames gonioscópicos. É também indicado, como anestésico tópico antes de cirurgias como extração de catarata.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Alcon Labs. do Brasil Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Anestesias prolongadas como em extração de catarata: instilar 1 gota a cada 5 a 10 minutos (de 5 a 7 doses). Remoção de suturas: instilar 1 ou 2 gotas 2 ou 3 minutos antes do procedimento. Remoção de corpos estranhos: instilar 1 ou 2 gotas antes da intervenção. Tonometria: instilar 1 ou 2 gotas imediatamente antes do procedimento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Exclusivamente para uso tópico oftálmico. Não tocar a ponta do conta-gotas em quaisquer superfícies para evitar a contaminação da solução. O uso prolongado de um anestésico tópico ocular pode causar opacificação corneana permanente com perda de visão.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anestalcon_05/</link>
</item>
<item>
<title>Anemofer</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Caixa contendo 20 drágeas. Frasco com 100 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Drágeas: cada drágea contém: sulfato ferroso(heptaidratado) 500 mg; ácido ascórbico 100 mg; vitamina B12 (cianocobalamina) 15 mcg; ácido folico 2 mg. Líquido: cada colher-medida (5 ml) contém: sulfato ferroso (heptaidratado) 250 mg; vitamina B12 (cianocobalamina) 7,5 mcg; ácido folico 1,0 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Anemias ferroprivas, anemias megaloblásticas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Marjan Ind. e Com. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Adulto: uso profilático: 1 drágea, 1 vez ao dia; uso terapêutico: 1 drágea 3 vezes ao dia. Líquido: uso profilático: 10 ml 1 vez ao dia, uso terapêutico: 10 ml, 3 vezes ao dia. Crianças: uso profilático: 1 mg/kg/dia de ferro elementar, 1 vez ao dia; uso terapêutico; 5 mg/kg/dia de ferro elementar fracionado em 2 ou 3 tomadas diárias.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anemofer/</link>
</item>
<item>
<title>Andursil</title>
<description>&lt;h2&gt;Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANDURSIL  não deve ser tomado junto com outros medicamentos; deve haver um intervalo de 1 a 2 horas entre a ingestão de ANDURSIL e a de outro medicamento (vide Interações medicamentosas).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se os sintomas piorarem ou persistirem por mais de 10 dias, procure orientação médica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o produto for usado durante muito tempo, os níveis de alumínio sangüíneo devem ser monitorizados e, se os níveis excederem a 40 mg / litro, o uso do produto deve ser suspenso.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos mastigáveis: Cada comprimido contém: hidróxido carbonato de magnésio e alumínio hidratado 750 mg; dimeticona 250 mg; excipiente (dióxido de silício coloidal, sacarose e essência de hortelã); q.s.p. 1 comprimido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada comprimido contém 1,46 g de carboidratos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gel: Cada 5 ml contém: gel de hidróxido de alumínio, equivalente a 200 mg de óxido de alumínio; óxido de magnésio 140 mg; hidróxido de alumínio / carbonato de magnésio  200 mg; dimeticona 150 mg; veículo (essência de canela-da-china; hidroximetilcelulose, essência de menta, sorbitol e água deionizada) q.s.p. 5 ml. Cada 5 ml do gel contém  1,05 g de carboidratos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Doença renal grave com clearance de creatinina menor do que 30 ml / min.; baixa concentração de fosfato no sangue.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pode ocorrer constipação ou diarréia. Em insuficiência renal, podem ocorrer níveis sangüíneos elevados de alumínio e magnésio. O uso de altas doses de ANDURSIL por tempo prolongado pode levar à deposição de alumínio e magnésio nos tecidos nervoso e ósseo e à depleção de fosfato, com subseqüente raquitismo e osteomalacia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Gravidez e Lactação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;De acordo com a conduta médica geral, não se recomenda o uso do produto durante os 3 primeiros meses de gravidez ou durante o período de lactação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há dados disponíveis de experimentos com animais ou de estudos controlados em mulheres grávidas. Entretanto, não foram relatadas reações adversas em gravidez, durante muitos anos de uso terapêutico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se sabe se as substâncias ativas de ANDURSIL passam para o leite materno.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No alívio de:&lt;br /&gt;
·    Sintomas associados à hiperacidez estomacal (azia), eructações (arroto), "queimação", distensão gasosa, sensação de empachamento e flatulência;&lt;br /&gt;
·    Irritação estomacal provocada por várias causas, como por ex. álcool, fumo e medicamentos;&lt;br /&gt;
·    Em casos de gastrite ou úlcera péptica;&lt;br /&gt;
·    Irritação do esôfago, como por ex. as encontradas em esofagite péptica ou hérnia de hiato.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANDURSIL pode afetar a absorção de vários fármacos, particularmente tetraciclinas e derivados quinolônicos, como ciprofloxacina e ofloxacina, mas também atenolol, propranolol, captopril, clorpromazina, cimetidina, famotidina, ranitidina, indometacina, preparações com ferro, cetoconazol e teofilina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANDURSIL inibe a absorção intestinal de fosfatos. O uso do produto por tempo prolongado pode causar depleção de fosfato, com subseqüente raquitismo e osteomalacia. A ingestão de ANDURSIL, concomitante com bebidas ácidas (vinho, suco de frutas), aumenta a absorção de alumínio.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Novartis Biociências S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;1 a 2 comprimidos, de preferência 1 hora após as refeições. Em caso de úlcera péptica, recomenda-se uma dose adicional ao deitar.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/andursil/</link>
</item>
<item>
<title>Androxon</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Embalagens com 20 cápsulas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada cápsula contém: Undecanoato de testosterona 40 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em pacientes com hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Suspeita ou caso confirmado de carcinoma mamário ou prostático.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;As seguintes reações adversas estão associadas com a terapia androgênica: priapismo e outros sinais de estimulação sexual excessiva; em meninos pré-púberes, desenvolvimento sexual precoce, aumento da freqüência de ereções, aumento de pênis e fechamento prematuro das epífises; oligospermia e diminuição do volume ejaculado; retenção hidrossalina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na terapêutica de reposição da testosterona nos distúrbios hipogonadais masculinas, como: após castração, eunucoidismo, hipopituitarismo, impotência de origem endócrina, sintomas do climatério masculino, tais como diminuição da libido e das atividades mental e física, certos tipos de infertilidade devido a distúrbios de espermatogênese. A terapêutica com testosterona também pode ser indicada na osteoporose originada pela deficiência androgênica.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Akzo Nobel Ltda - Divisão Organon Brasil&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A dose de ANDROXON deve ser determinada pelo médico, de acordo com a gravidade dos sintomas e a resposta individual do paciente. A dose inicial necessária geralmente  está entre 120 a 160 mg por dia, durante 3 semanas. A dose subseqüente (40-120 mg por dia) baseia-se no efeito clínico obtido durante as primeiras semanas de tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não se espera a ocorrência de sintomas tóxicos nas doses recomendadas. Não há dados referentes aos sintomas ou tratamento para superdosagem aguda.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/androxon/</link>
</item>
<item>
<title>Androcur</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Frasco com 20 comprimidos sulcados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informações detalhadas encontram-se à disposição da classe médica.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido contêm 50 mg de acetato de ciproterona.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Gravidez, lactação, hepatopatias, icterícia ou prurido grave durante gravidez anterior, antecedente de herpes gestacional, síndrome de Dubin-Johnson e de Rotor, tumores hepáticos atuais ou antecedentes dos mesmos (na indicação em carcinoma de próstata somente quando este não seja devido a metástases), doenças debilitantes (exceto carcinoma de próstata), depressões crônicas graves, processos tromboembólicos ou antecedentes dos mesmos, diabetes grave com alterações vasculares, anemia falciforme. Em portadores de carcinoma de próstata com antecedentes de processos tromboembólicos, diabetes grave com alterações vasculares e(ou) anemia falciforme, deve-se decidir, individual e cuidadosamente, sobre benefícios e riscos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No homem: ANDROCUR diminui paulatinamente a capacidade de procriação. Terminado o tratamento, a função gonadal reinstala-se no decorrer de alguns meses. Igualmente, no homem, pode às vezes ocorrer ginecomastia, eventualmente associada à hipersensibilidade do mamilo ao tato. Estes sintomas geralmente desaparecem após a interrupção do tratamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mulher: Em vigência do tratamento combinado, a ovulação é inibida, o que ocasiona infertilidade. Pode ocorrer tensão mamária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em ambos os sexos: Durante o tratamento pode apresentar-se sonolência e adinamia. Em alguns casos podem ocorrer, transitoriamente, inquietações e estados depressivos. Às vezes são observadas modificações no peso. Em tratamento com altas doses pode ocorrer redução da função adrenocortical.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No homem: Diminuição do impulso sexual patológico ou patologicamente aumentado. Carcinoma de próstata inoperável, redução de androgênios em tratamento com agonista de LH-RH, para eliminar o efeito de androgênios adrenocorticais no tratamento com agonista de LH-RH.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na mulher: Manifestações graves de androgenização, como hirsutismo intenso, alopecia androgênica grave, formas graves de acne e seborréia. Em pacientes em idade reprodutiva: Antes de iniciar o tratamento, deve-se efetuar exame geral completo e minuciosa exploração ginecológica bem como excluir a existência de gravidez. Em pacientes na maturidade sexual, inicia-se o tratamento com ANDROCUR no 1º dia do ciclo menstrual. Pacientas amenorréicas ou que tenham menstruações muito irregulares iniciarão o tratamento imediatamente.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações e Posologia&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;No Homemem: 1 comprimido de ANDROCUR 2 vezes ao dia, após as refeições, com um pouco de líquido. Pode ser necessário aumentar a dose para 2 comprimidos 2 vezes ao dia e, mesmo transitoriamente, para 2 comprimidos 3 vezes ao dia. Obtido o resultado terapêutico desejado, deve-se tentar mantê-lo com a menor dose possível: 1/2 comprimido 2 vezes ao dia, geralmente é suficiente. &lt;br /&gt;
Após orquiectomia, 2 comprimidos de ANDROCUR 1 ou 2 vezes ao dia; sem orquiectomia, 2 comprimidos de ANDROCUR 2 ou 3 vezes ao dia. Não modificar a dose ou suspender o tratamento imediatamente após remissão ou melhora. &lt;br /&gt;
Na mulher: Do 1º ao 10º dia do ciclo devem ser ingeridos diariamente 2 comprimidos de ANDROCUR, após as refeições, com um pouco de líquido. Adicionalmente, para estabilizar o ciclo e para proporcionar a proteção contraceptiva necessária, administrar um preparado contendo associação progestogênio-estrogênio, como Diane 35, 1 drágea por dia a partir do 10 dia da menstruação, durante 3 semanas. A seguir, intercalam-se 7 dias de pausa, durante os quais ocorrerá sangramento semelhante ao menstrual. Após a pausa, inicia-se novo ciclo de tratamento combinado. Se não ocorrer menstruação, deve-se excluir a  gravidez  antes de continuar o tratamento. Obtida a melhora clínica, pode-se reduzir a dose de ANDROCUR para 1 ou ½ comprimido por dia, durante os 10 dias do tratamento combinado. Em alguns casos, o uso isolado de  Diane 35 pode ser suficiente. Em pacientes histerectomizadas ou em pacientes após a menopausa, pode-se administrar exclusivamente ANDROCUR. Dependendo da gravidade dos distúrbios, utiliza-se 1/2 ou 1 comprimido por dia durante 21 dias consecutivos, intercalando um intervalo de 7 dias antes de iniciar o novo ciclo de tratamento.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Schering do Brasil&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/androcur/</link>
</item>
<item>
<title>Andriodemol</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pó: embalagens com 50 gramas. Líquido: frascos com 50 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Líquido: cada ml contém: ácido undecilênico 40mg; undecilenato de sódio 150 mg; ácido propiônico 30 mg; propionato de sódio 50 mg; hexilresorcinol 0,5 mg; veículo: álcool, essência de citronela, essência de lavanda, nonoxinol 9-10, água deionizada. Pó: cada grama contém: ácido undecilênico 2 mg; undecilenato de zinco 150 mg; propionato de cálcio 60 mg; hexilresorcinol 0,5 mg; excipientes: dióxido de silício coloidal, essência de citronela, essência de lavanda, talco.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipersensibilidade conhecida a qualquer um de seus componentes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pode ocorrer irritação da pele no local da aplicação.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Solução tópica: infecções micóticas superficiais da pele e unha. Pó: infecções micóticas superficiais da pele.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Searle Monsanto do Brasil Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Exclusivamente para uso tópico. Aplicar uma quantidade suficiente de Andriodermol para cobrir a área afetada, 2 vezes ao dia. Em caso de ingestão acidental proceder, imediatamente, à lavagem gástrica e instituir medidas assistenciais necessárias. Siga corretamente o modo de usar, não desaparecendo os sintomas procure orientação médica.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Evitar o contato com os olhos e mucosas. Interromper o uso se ocorrer sensibilização ou irritação da pele.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/andriodemol/</link>
</item>
<item>
<title>Andolba</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Aerossol: caixa com 6 tubos de 43 g.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada g da solução concentrada contém:benzoxiquina 12,00 mg; mentol 5,00 mg; cloreto de benzetônio 1,00 mg; benzocaína 45,00 mg; veículo q.s.p. 1,00 g. Cada tubo de 43 g contém: solução concentrada 26 g; propelente inerte (butano) 17 g; total 43 g. Componentes inativos: óleo de soja refinado, óleo de mamona, metilparabeno, álcool isopropílico. Propelente inerte: butano.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipersensibilidade aos componentes da fórmula. Hipersensibilidade ao PABA e seus derivados devido à possibilidade de sensibilidade cruzada. Andolba não deve ser usado em áreas de pele lesada ou infectada, em feridas abertas ou em queimaduras graves.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipersensibilidade aos componentes da fórmula.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Anti-séptico, antipruriginoso e anestésico tópico, para o alívio rápido e temporário das dores e pruridos da pele conseqüentes às queimaduras solares, pequenos ferimentos, picadas de inseto, abrasão, queimaduras leves, na pós-episiotomia e pós-hemorroidectomia. Andolba também pode ser indicado na prevenção em pequenos ferimentos, queimaduras leves e arranhaduras.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Eurofarma Labs. Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Uso adulto e crianças maiores de 12 anos. Uso tópico externo, sob a forma de aerossol. Limpar a região afetada usando sabão neutro e água abundante. Enxugar com uma toalha seca e limpa ou gaze apropriada. Segurar o tubo de 15 a 39 cm de distância, apontando para a região afetada e acionar a válvula por alguns segundos. Aplicar 3 ou 4 vezes ao dia. Deve ser aplicado diretamente nas áreas afetadas. Para aplicar no rosto, coloque uma quantidade na palma das mãos e espalhe no local afetado. - Superdosagem: em casos de sobredosagem por ingestão acidental ou inalação excessiva, procure imediatamente orientação médica.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não utilizar o produto por tempo prolongado sem orientação médica. Caso os sintomas persistirem por mais de 7 dias ou houver piora, inclusive se a região ficar avermelhada ou irritada, descontinuar o uso do produto e consultar um médico. Não aplicar Andolba nos olhos, nos ouvidos, nas narinas, na boca ou na garganta. Não deve ser inalado. - Advertência: evite inalar. Proteja os olhos durante a aplicação. Não ingerir. A dose e freqüência podem ser aumentadas exclusivamente sob supervisão médica e de acordo com as necessidades do paciente.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/andolba/</link>
</item>
<item>
<title>Ancotil</title>
<description>&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na posologia recomendada, ANCOTIL® é usualmente bem tolerado. Podem ocorrer náuseas, vômitos e rash cutâneo. Têm sido descritas alterações hematológicas, principalmente leucopenia e trombocitopenia, e aumento sérico de enzimas hepáticas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Candidíase sistêmica, criptococose e cromoblastomicose.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Quando simultaneamente são administrados citostáticos, pode ser necessário controle diário do hemograma, pois existe risco de leucopenia (particularmente neutropenia, que freqüentemente se acompanha de trombocitopenia). Uma vez que a excreção do ANCOTIL® é quase exclusivamente por via renal, todos os medicamentos que inibem a filtração glomerular causam, automaticamente, prolongamento da meia-vida da fluocitosina. Em tais casos, é  necessário controle regular do clearance da creatinina e, se necessário, adaptação da posologia. O efeito antimicótico do ANCOTIL® é inibido pelo citostático citosinoarabinosídeo (citarabina).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Prods. Roche Químs. Farms. S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A posologia padrão é 37,5-50 mg/kg . Em pacientes com função renal normal, esta posologia deve ser administrada de 6/6 horas (dose diária: 160-200 mg/kg). Para o tratamento de candidíase urinária, usualmente são suficientes 100 mg/kg/dia. Em infecções agudas, tais como septicemia por Candida, o tratamento deve, como norma, durar de 2 a 4 semanas. Casos subagudos ou crônicos necessitam, usualmente, de tratamento mais prolongado. Nesses casos, recomenda-se associar ANCOTIL® à anfotericina B.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Posologia especial: Em pacientes com insuficiência renal as doses devem ser administradas a intervalos maiores, conforme o seguinte esquema posológico:&lt;br /&gt;
Clearance de creatina         Intervalo (em horas) entre as&lt;br /&gt;
(ml/minuto)            tomadas de 50 mg/kg&lt;br /&gt;
(dose máxima)&lt;br /&gt;
40                    6&lt;br /&gt;
40-20                    12&lt;br /&gt;
20-10                    24&lt;br /&gt;
10            primeira dose seguida da determinação sérica de fluocitosina. Doses posteriores serão administradas de modo a manter uma concentração sérica&lt;br /&gt;
entre 25 e 50 mg/ml. Método de Schonebeck et al.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Restrições ao Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antes e após o tratamento com ANCOTIL® deve-se monitorar a função renal do paciente, de preferência determinando-se o clearance da creatinina endógena. Se necessário, deve-se adaptar a posologia (ver Posologia especial). O hemograma e a função hepática devem ser controlados diariamente no inicio do tratamento e, em seguida, duas vezes por semana. A segurança do ANCOTIL® durante a gravidez ainda não foi estabelecida adequadamente. Por isso, deve-se avaliar os riscos eventuais, face ao efeito terapêutico desejado, antes de se prescrever ANCOTIL® durante a gravidez. ANCOTIL® não deve ser administrado a pacientes com hipersensibilidade à fluocitosina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em casos de superdosagem devida à perturbação da função renal, observa-se aumento da incidência e severidade das reações adversas nos pacientes com tendência a distúrbios renais (ver Reações adversas). Estas reações adversas são, em geral rapidamente reversíveis com o ajustamento da posologia ou com a retirada do medicamento.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/ancotil/</link>
</item>
<item>
<title>Ancloric</title>
<description>&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pacientes com hipercalemia e/ou recebendo outros agentes poupadores de potássio como o triantereno ou espirolactona, anúria, insuficiência renal aguda, nefropatia grave e progressiva, nefropatia diabética e hipersensibilidade conhecida à amilorida e/ou hidroclorotiazida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso do produto não é recomendado durante a gravidez. O uso do mesmo em presença ou suspeita de gravidez requer sejam os benefícios esperados confrontados com os possíveis riscos para o feto. Tais riscos incluem icterícia fetal ou neonatal, trombocitopenia e possivelmente outros efeitos colaterais passíveis de ocorrer no adulto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As lactantes devem suspender a amamentação durante o tratamento, se o uso do medicamento for considerado essencial.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cefaléia, fraqueza, fadiga, mal-estar, dor toráxica, lombalgia, arritmia, taquicardia, toxicidade digitálica, hipotensão ortostática, angina de peito, anorexia, vômitos, diarréia, constipação, dor abdominal, sangramento gastrointestinal, alterações do apetite, plenitude abdominal, flatulência, sede e soluços, níveis elevados de potássio sérico, câimbras musculares, dor nos membros inferiores, dor articular, gota, desidratação, exantema, prurido, rubor, tonteira, vertigem, parestesia, confusão mental, depressão, sonolência, dispnéia, distúrbio visual, paladar ruim, congestão nasal, impotência, disúria, noctúria e incontinência.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como tratamento diurético/anti-hipertensivo, indicado no tratamento de pacientes com insuficiência cardíaca congestiva, nos quais a terapêutica diurética concomitantemente pode conseguir diurese mais satisfatória. De pacientes em que exista ou se possa esperar excessiva perda de potássio ou alcalose, e de pacientes portadores de hipertensão de leve a moderada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Vitapan Indústria Farmacêutica Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipertensão: A posologia atual é de 1 a 2 comprimidos ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se necessário, esta posologia pode ser aumentada, mas não deve exceder a 4 comprimidos diários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Edema de origem cardíaca: A posologia ótima se determina pela resposta diurética e pelo nível de potássio sérico. O tratamento pode ser iniciado com 1 a 2 comprimidos diários e uma vez alcançado o início da diurese, deve-se tentar a redução posológica para a terapia de manutenção. Esta pode ser instituída em base intermitente. Não exceder a 4 comprimidos ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cirrose hepática com ascite: O tratamento deve ser iniciado com 1 comprimido diário. Se necessário, a posologia pode ser aumentada gradualmente até haver diurese eficaz. A posologia não deve exceder 4 comprimidos diários. As doses de manutenção podem ser mais baixas que as requeridas para início da diurese. Portanto, deve tentar-se a redução da dose diária quando o peso do paciente já está estabelecido. Nos pacientes cirróticos, é especialmente desejável a redução gradual de peso. A fim de reduzir a probabilidade de reações adversas associadas com a terapia diurética.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/ancloric/</link>
</item>
<item>
<title>Anatensol</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Embalagens com 20 drágeas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada drágea contém 1 mg de cloridrato deflufenazina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A flufenazina é contra-indicada em pacientes com história de hipersensibilidade aos ingredientes ativos e inativos. Pacientes com história de sensibilidade a outras fenotiazinas devem ser observados com cautela, visto que pode ocorrer sensibilidade cruzada. Como com as demais fenotiazinas, a flufenazina é contra-indicada em pacientes com suspeita ou diagnóstico estabelecido de lesão cerebral subcortical, em pacientes recebendo doses elevadas de depressores do sistema nervoso central (álcool, barbitúricos, narcóticos, hipnóticos, etc.) e em estado comatoso ou de depressão severa. A flufenazina não deve ser usada em pacientes com discrasia sangüínea ou lesão hepática.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sistema nervoso central: os efeitos colaterais mais freqüentemente relatados com os compostos fenotiazínicos são os sintomas extrapiramidais, incluindo pseudoparkinsonismo, distonia, discinesia, acatisia, crises oculogíricas, opistótono e hiper-reflexia. &lt;br /&gt;
A maioria destes sintomas extrapiramidais são normalmente reversíveis; no entanto podem ser persistentes. Reações extrapiramidais podem ser alarmantes e o paciente deve ser prevenido e tranqüilizado. Estas reações podem ser controladas habitualmente pela administração de drogas anticolinérgicas ou antiparkinsonianas e pela subsequente redução da dosagem.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Tratamento em curto prazo (menos de 3 meses) dos seguintes distúrbios: ansiedade de moderada a severa, agitação associada com causas somáticas ou estados de ansiedade/depressão. O Anatensol não mostrou ser eficaz no tratamento de complicações de comportamento em pacientes com retardamento mental.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Bristol Myers Squibb S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;A dose ideal da droga e a freqüência de administração devem ser determinadas para cada paciente, uma vez que as dosagens necessárias verificadas variam de acordo com as circunstâncias clínicas bem como com a resposta individual para a droga. Adultos: 1 a 2 mg diários por períodos de até 3 meses.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Devido à possibilidade de sensibilidade cruzada, a flufenazina deve ser usada com cautela em pacientes que tenham desenvolvido icterícia colestática, dermatoses ou outras reações alérgicas com os derivados fenotiazínicos. &lt;br /&gt;
Pacientes psicóticos que recebem altas doses de fenotiazínicos, quando submetidos a intervenções cirúrgicas devem ser cuidadosamente observados quanto a possíveis fenômenos hipotensivos.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anatensol/</link>
</item>
<item>
<title>Anangor</title>
<description>&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O produto é contra-indicado quando conhecida hipersensibilidade ao cloridrato de tramadol, a qualquer outro componente deste produto ou ao opióide. É contraindicado em casos de intoxicações agudas por álcool, hipnóticos, analgésicos de ação central, opióides ou drogas psicotrópicas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também contra-indicado em pacientes que estejam usando inibidores da monoaminoxidase (IMAO) ou tenham usado esse tipo de medicação nos últimos 14 dias.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Podem ocorrer náuseas, vômitos, secura da boca, tontura, sonolência, irritação, inquietação. Reações adversas pouco freqüentes podem ocorrer relacionadas&lt;br /&gt;
à função cardiovascular: palpitação, sudorese, hipotensão postural, taquicardia, sensação de colapso cardiovascular, síncope e aumento da pressão arterial. Estas reações adversas podem ocorrer particularmente quando o paciente realizar esforços excessivos após a administração intravenosa de ANANGOR® (Tramadol cloridrato).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;ANANGOR® (Tramadol cloridrato) está indicado no alívio dos processos dolorosos moderados a graves, agudos e crônicos, tais como: pós-operatórios, processos reumáticos, traumatismos, fraturas e neoplasias.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Já foram relatados raros casos de convulsão em pacientes que receberam as doses recomendadas de tramadol. Há um risco aumentado de convulsões quando ANANGOR® (Tramadol cloridrato) é administrado concomitantemente com antiparquisoniano (selegilina) e antidepressivos (amitriptilina, nortriptilina, amoxapina, clorgilina, fluoxetina, sertralina, fluvoxamina, imipramina, moclobemida, etc) e neurolépticos (sulpirida, clorpromazina, clorprotixeno, flupentixol, haloperidol, pimozida, risperidona, etc).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Laboratórios Biosintética Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O esquema posológico recomendado serve como regra geral. Em princípio, deve ser buscada a menor dose analgésica eficaz. Para pacientes com dor crônica moderada que não requeiram o início rápido do efeito analgésico, a tolerabilidade ao tramadol pode ser melhorada iniciandose com doses menores. ANANGOR® (Tramadol cloridrato), 1 cápsula de 50 mg, pode ser prescrito 2 ou 3 vezes ao&lt;br /&gt;
dia. A dose oral de ANANGOR® (Tramadol cloridrato) é de 50 a 100 mg, até de 4 a 6 horas, sem exceder 400 mg por dia. A maioria dos pacientes, incluindo portadores de neoplasias, respondem a doses de 150 a 300 mg por dia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Estimativas de doses ingeridas em casos fatais variam de 3 a 5 gramas. Uma sobredose intencional de 3 gramas por paciente em um estudo clínico produziu êmese e nenhuma seqüela. A menor dose relatada associada com fatalidade foi provavelmente entre 500 e 1.000 mg, em uma mulher de 40 kg, mas detalhes do caso não são completamente conhecidos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Uso durante a Gravidez e Lactação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não há estudos bem controlados e apropriados em mulheres gestantes com cloridrato de tramadol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ANANGOR® (Tramadol cloridrato) deve ser usado na gestação apenas se os benefícios potenciais justifiquem o risco potencial para o feto.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anangor/</link>
</item>
<item>
<title>Analgina</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Solucao oral 50% frasco plastico gotejador conteudo 10 ml. solucao injetavel 50% caixa com 50 ampolas de 2 a 5 ml. comprimidos 500 mg caixa com 50 blisters de 2.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Dipirona sodica 50 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Idiossincrasias aos derivados da pirazolona ou ao acido acetilsalicilico, afeccoes hematicas, especialmente com leucopenia. em pacientes com antecedentes de agranulocitose devida ou nao a amidopirina ou a noramidopirina. doencas metabolicas, tais como porfiria hepatica e deficiencia congenita da glicose-6-fosfato desidro-genase.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Analgesico e antitermico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Apsen Farmacêutica&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Via oral: adultos e adolescentes acima de 15 anos: de 500 mg e 1 g em dose única, ou até dose máxima diária de 4 g. Crianças: a posologia para crianças é determinada pelo peso corporal. Para solução oral (gotas) a dose única é de 8,5 a 170 mg/kg de peso corporal. &lt;br /&gt;
Crianças menores de 3 meses de idade, ou pesando menos de 5 kg, não devem ser tratadas com dipirona sódica, a menos que seja absolutamente necessário. Nesse caso, a dose de 1 gota até três vezes ao dia não deve ser ultrapassada.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/analgina/</link>
</item>
<item>
<title>Analgex C</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Caixas contendo 20 drágeas - 10 verdes e 10 laranjas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada drágea verde contém: metilmelubrina 300mg; cafeína 50 mg; maleato de pirilamina 10 mg. Cada drágea laranja contém: vitamina C 300 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Medicação analgésica e antitérmica. Indicações complementares: no tratamento das manifestações gripais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;União Quím. Farm. Nacional S.A.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/analgex_c/</link>
</item>
<item>
<title>Analgex</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Solução injetável: caixa com 50 ampolas de 2ml.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução oral (gotas): frasco contendo 10 ml.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Pacientes com intolerância aos derivados pirazolônicos. Porfiria hepática e deficiência congênita de glicose-6-fosfato-desidrogenase. &lt;br /&gt;
Gravidez (1º trimestre). Amamentação. Discrasia sangüínea.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças com menos de 3 meses de idade ou pesando menos de 5kg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Manifestações alérgicas na pele, dor de garganta ou qualquer outra anormalidade na boca ou garganta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o tratamento pode-se observar uma coloração avermelhada na urina, devido à excreção do metabólito ácido rubazônico, porém isto não tem significado toxicológico ou clínico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Analgésico e antipirético.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não se deve ingerir bebidas alcoólicas durante o tratamento, porque o efeito do álcool pode ser potencializado. Medicamento contendo ciclosporina não deve ser administrado concomitantemente, pois ocorre uma diminuição do nível sangüíneo de ciclosporina. O produto, igualmente, não deve ser administrado à pacientes sob tratamento com clorpromazina, pois pode ocorrer hipotermia grave.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;União Quím. Farm. Nacional S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Solução injetável:&lt;br /&gt;
Adultos: Aplicar 1 ampola, por via endovenosa, o mais lentamente possível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução Oral:&lt;br /&gt;
20 gotas correspondem a 1 ml e contém 500 mg de Dipirona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças de 3 a 11 meses: 2 a 5 gotas (50 mg a 125 mg), até 4 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças de 1 a 3 anos: 3 a 10 gotas (75 mg a 250 mg), até 4 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças de 4 a 6 anos: 5 a 15 gotas (125 mg a 375 mg), até 4 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças de 7 a 9 anos: 8 a 20 gotas (200 mg a 500 mg), até 4 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças de 10 a 12 anos: 10 a 30 gotas (250 mg a 750 mg), até 4 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças de 13 a 14 anos: 15 a 35 gotas (375 mg a 875 mg), até 4 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças maiores de 15 anos e adultos: 20 a 40 gotas (500 mg a 1000 mg), até 3 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças com menos de 3 meses de idade ou pesando menos de 5kg não devem ser tratadas com ANALGEX, a menos que seja absolutamente necessário. Neste caso, a dose recomendada é de, no máximo, 1 gota, até 3 vezes ao dia.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Na eventualidade da ingestão acidental ou administração de doses muito acima das preconizadas, recomenda-se adotar as medidas habituais de controle das funções vitais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pacientes idosos:&lt;br /&gt;
Não são conhecidos problemas específicos relacionados ao uso da dipirona por pacientes idosos.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/analgex/</link>
</item>
<item>
<title>Anador</title>
<description>&lt;h2&gt;Advertências&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Interromper imediatamente o uso e consultar o médico se surgirem manifestações alérgicas na pele, como prurido e placas vermelhas, se houver dor de garganta ou qualquer outra anormalidade na boca ou garganta.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos: Embalagens com 10, 20, 120, 240, 480 a 500 comprimidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gotas: Frascos conta-gotas com 10, 15 e 20 ml. Embalagem com 48 frascos conta-gotas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos: Cada comprimido contém: Dipirona sódica 500 mg; Excipientes: metilcelulose, polivinilpirrolidona, dióxido de silício coloidal 200, açúcar granulado, corante amarelo-quinolina, amido de milho, talco, estearato de magnésio, álcool etílico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução oral (gotas): Cada ml (30 gotas) contém: Dipirona sódica 500 mg. Excipientes: metilparabeno, sacarina sódica, metabissulfito de sódio, sorbitol a 70%, glicerina, EDTA dissódico, água desionizada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Dipirona não deve ser administrada a pacientes com intolerância conhecida aos derivados pirazolônicos, ou portadores de determinadas doenças metabólicas, como porfíria hepática ou deficiência congênita da glicose-6-fosfato desidrogenase. Como os demais analgésicos, dipirona não deve ser administrada em altas doses ou por períodos prolongados sem controle médico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em pacientes sensíveis, independente da dose, dipirona pode provocar reações de hipersensibilidade. As mais graves, embora bastante raras, são choque e discrasias sangüíneas (agranulocitose, leucopenia e trombocitopenia), que é sempre um quadro muito grave. Outros efeitos indesejados, que podem ocorrer, incluem reações de hipersensibilidade, que afetam a pele (urticária), a conjuntiva e a mucosa nasofaríngea, muito raramente progredindo para reações cutâneas bolhosas, às vezes com risco de vida, geral com comprometimento da mucosa (síndrome de Stevens-Johnson ou síndrome de Lyell). No evento de tais reações cutâneas, o tratamento deve ser suspenso imediatamente e o médico consultado. Pacientes com história de reação de hipersensibilidade a outras drogas ou substâncias podem constituir um grupo de maior risco e apresentar efeitos colaterais mais intensos, até mesmo choque. &lt;br /&gt;
Neste caso, o tratamento deve ser imediatamente suspenso e tomadas as providências médicas adequadas: colocar o paciente deitado com as pernas elevadas a as vias aéreas livres; diluir 1 ml de epinefrina a 1:1.000 para 10 ml e aplicar 1 ml por via intravenosa e, a seguir, uma dose alta de glicocorticóide. Se necessário, fazer reposição do volume sangüíneo com plasma, albumina ou soluções eletrolíticas. Em situações ocasionais, principalmente em pacientes com histórico de doença renal preexistente, ou em caso de sobredosagem, houve distúrbios renais transitórios com oligúria ou anúria, proteinúria e nefrite intersticial. Podem ser observados ataques de asma em pacientes predispostos a tal condição.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Analgésico e antipirético.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Deve-se evitar o uso concomitante de álcool, pois pode ocorrer interação entre o álcool e o produto. No caso do tratamento concomitante com ciclosporina, pode ocorrer uma diminuição no nível de ciclosporina. Produtos contendo dipirona não devem ser administrados a pacientes sob tratamento com clorpromazina, pois pode ocorrer hipotermia grave.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Boehringer Ingelheim&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos: Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 1 a 2 comprimidos, até 4 vezes ao dia. Doses maiores, somente a critério médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Solução oral (gotas): 1 ml = 30 gotas. As dosagens a seguir se aplicam a pacientes de peso normal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Adultos e adolescentes acima de 15 anos: 30 a 60 gotas, até 4 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças e adolescentes menores de 15 anos: 13 a 14 anos (46 a 53 kg): 30 a 37 gotas, até 4 vezes ao dia; 10 a 12 anos (31 a 45 kg): 22 a 30 gotas, até 4 vezes ao dia; 7 a 9 anos (24 a 30 kg): 18 a 21 gotas, até 4 vezes ao dia; 4 a 6 anos (16 a 23 kg): 13 a 16 gotas, até 4 vezes ao dia; 1 a 3 anos (9 a 15 kg): 7 a 12 gotas, até 4 vezes ao dia; 3 a 11 meses (5 a 8 kg): 3 a 6 gotas, até 4 vezes ao dia. &lt;br /&gt;
Crianças menores de três meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser tratadas com dipirona, a menos que seja absolutamente necessário. Neste caso, a dose de 1 gota até 3 vezes ao dia não deve ser excedida. Doses maiores, somente a critério médico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso de ANADOR em casos de amigdalite ou qualquer outra afecção da bucofaringe deve merecer cuidado redobrado. Esta afecção preexistente pode mascarar os primeiros sintomas da agranulocitose (angina agranulocítica), ocorrência rara, mas possível, quando se faz uso de produto que contenha dipirona. &lt;br /&gt;
Seu uso deve ser evitado nos primeiros três meses e nas últimas seis semanas de gestação e, mesmo fora destes períodos ANADOR somente deve ser administrado a gestantes em casos de absoluta necessidade. &lt;br /&gt;
Quando usado por mulheres que estejam amamentando, dipirona passa para o leite materno; entretanto, até o momento desconhecem-se ocorrências de efeitos prejudiciais para o lactente. Pacientes com asma ou infecções respiratórias crônicas, bem como pacientes com hipersensibilidade a qualquer tipo de substância, podem desenvolver choque. &lt;br /&gt;
O uso de comprimidos é inadequado para crianças e adolescentes abaixo de 15 anos. Crianças menores de três meses de idade ou pesando menos de 5 kg não devem ser, tratadas com dipirona, devido à possibilidade de interferência na função renal, a menos que seja absolutamente necessário.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em caso de superdosagem, os cuidados deverão ser os classicamente utilizados   lavagem gástrica, monitorização das funções vitais com terapêutica de suporte, quando necessário; eventualmente, diurese forçada a diálise (dipirona é dialisável).&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anador/</link>
</item>
<item>
<title>Anacyclin</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comprimidos. caixa com 28 comprimidos (22 comprimidos vermelhos ativos e 6 comprimidos brancos inertes).&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido vermelho contém: linestrenol 1mg; etinilestradiol 0,05mg; excipiente q.s.p. 1 comprimido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada comprimido branco inerte contém excipientes, sendo os principais: amido, lactose, talco.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Processos tromboembólicos pregressos ou presentes; tromboflebite; hiperlipoproteinemia; hipertensão grave; distúrbios cerebrovasculares pregressos ou presentes ou doença arterial coronariana (infarto do miocárdio). Nas últimas 4 a 5 semanas que precedem a uma cirurgia. Imobilização prolongada, como por exemplo, após acidentes. Insuficiência hepática grave, icterícia, distúrbios que afetem a secreção de bilirrubina (por exemplo, síndrome de Dubin-Johnson e de Rotor), história de tumores hepáticos que ocorreram durante o uso de estrógenos. Icterícia ou prurido persistente durante gravidez pregressa. Anemia falciforme. Tumores hormônio-sexuais dependentes (incluindo mioma uterino e carcinoma mamário confirmado), sangramento genital de origem indeterminada; história de herpes gestacional. Otosclerose. Porfiria. História de hepatite não é necessariamente uma contra-indicação, desde que a função hepática esteja normal. Gravidez suspeita ou confirmada.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sistema cardiovascular:&lt;br /&gt;
Ocasionalmente aumento da pressão sanguínea; raramente processos tromboembólicos; os contraceptivos orais aumentam o risco de distúrbios tromboembólicos arteriais e venosos (tromboflebites, acidente vascular cerebral, trombose coronária, embolia pulmonar, trombose retiniana) especialmente em fumantes e/ou em mulheres acima de 35 anos e em pacientes imobilizadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em mulheres com veias varicosas, os contraceptivos orais aumentam o risco de trombose venosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema nervoso central:&lt;br /&gt;
Ocasionalmente cefaléias e enxaquecas, principalmente no início da administração; raramente cansaço, depressão e distúrbios visuais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trato gastrintestinal:&lt;br /&gt;
Ocasionalmente náuseas, vômito (principalmente no início da administração) e aumento das transaminases; raramente cólica de estômago, flatulência, colelitíase, icterícia; casos isolados: adenoma hepatocelular benigno (normalmente vascular), que podem sofrer ruptura e induzir a hemorragia intraperitonial, carcinoma hepatocelular (tem sido sugerido por certos estudos epidemiológicos em usuárias de contraceptivos orais por tempo prolongado, um aumento do risco de carcinoma hepatocelular) e pancreatite aguda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trato genital:&lt;br /&gt;
Ocasionalmente sangramento irregular (sangramento por ruptura ou amenorréia), principalmente no início da administração; raramente aumento do tamanho dos miomas uterinos, exacerbação de endometriose já existente e candidíase vaginal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pele e anexos:&lt;br /&gt;
Ocasionalmente cloasma; raramente exantema, eritema, acne; em casos isolados perda de cabelo ou hirsutismo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema endócrino e metabolismo:&lt;br /&gt;
Ocasionalmente aumento do iodo ligado à proteína e da tiroxina, aumento de triglicérides e influência variável nas lipoproteínas, aumento de alguns fatores de coagulação e redução da tolerância à glicose; raramente distúrbios no metabolismo do triptofano que pode levar à deficiência de vitamina B 6.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros efeitos indesejados:&lt;br /&gt;
Ocasionalmente retenção de líquido, leve aumento de peso, flacidez ou sensação de tensão nas mamas; raramente cãimbras nas pernas e alteração da libido.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Gravidez e Lactação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Associações estrógeno/progestágeno são contra-indicadas durante a gravidez (incluindo suspeita de gravidez). A gravidez deve estar totalmente excluída antes da administração de Anacyclin. Após o parto, em mulheres que não estão amamentando, o tratamento com Anacyclin normalmente inicia-se no primeiro dia da primeira menstruação. Nos casos em que a contracepção é necessária logo após a hospitalização, recomenda-se medidas protetoras não-hormonais adicionais durante os primeiros 14 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez que os princípios ativos passam para o leite materno e também podem afetar quali e quantitativamente o leite, as lactantes devem usar métodos contraceptivos não-hormonais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Como contraceptivo oral.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Interações Medicamentosas&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Em altas doses (no mínimo 1g/dia) a vitamina C inibe competitivamente a conjugação sulfato do etinilestradiol na parede intestinal, aumentando sua biodisponibilidade de 50% ou mais. Isto pode levar a um aumento de efeitos estrogênicos indesejados e, com a supressão da vitamina C, uma redução considerável na concentração de etinilestradiol inalterado no plasma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certos fármacos, particularmente em terapias de longo-prazo, podem afetar a eficácia dos contraceptivos orais (especialmente os microdosados). O primeiro sinal disto é um sangramento por ruptura. Assim, uma vez que a contracepção não está mais assegurada, devem-se tomar medidas contraceptivas não-hormonais adicionais. Os seguintes fármacos podem afetar a ação contraceptiva: agentes enzima-indutores tais como anticonvulsivantes (barbitúricos, carbamazepina, etosuximida, hidantoínas, primidona), fenilbutazona, rifampicina (adicionalmente deve-se continuar utilizando métodos não-hormonais por várias semanas após a retirada da rifampicina), griseofulvina, antibióticos/quimioterápicos administrados oralmente (ampicilina, penicilina V, tetraciclina, neomicina, sulfonamidas, nitrofurantoína); laxantes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Novartis Biociências S.A.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Para que se tenha segurança contraceptiva, é essencial que se administre os comprimidos de maneira regular e que as instruções sejam exatamente seguidas. Anacyclin deve ser ingerido durante 28 dias consecutivos, de preferência sempre à mesma hora do dia. &lt;br /&gt;
Entretanto, a ingestão não pode ser iniciada em qualquer dia do ciclo menstrual, sendo que a paciente deve esperar a próxima menstruação. O primeiro comprimido (vermelho) deve ser ingerido no 1º dia da menstruação, seguido por um comprimido ao dia, durante 28 dias. Os 6 últimos comprimidos (brancos) são placebos e deverão ser ingeridos para que se mantenha o hábito diário. A menstruação deverá ocorrer durante a ingestão dos comprimidos brancos. &lt;br /&gt;
A cartela seguinte deverá ser iniciada logo após o término da anterior, mesmo que ainda haja algum sangramento vaginal. Se ocorrer um sangramento muito intenso dentro do período de 22 dias (período de ingestão dos comprimidos vermelhos), a paciente deve ser avaliada pelo médico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antes de se iniciar a administração de contraceptivos orais, é necessário um exame ginecológico completo e excluir a existência de gravidez. Durante o primeiro ano de uso, é conveniente proceder exames ginecológicos gerais, incluindo as mamas, a cada 6 meses e posteriormente a cada ano.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Superdosagem&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nenhum caso de intoxicação aguda foi relatado até o momento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sintomas: os possíveis sinais de superdosagem são náuseas, vômito e, em crianças, indução de pseudo-menstruação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tratamento: não há antídoto específico; indica-se medidas gerais como remoção das substâncias ativas e tratamento sintomático. é aconselhável um exame da função hepática.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anacyclin/</link>
</item>
<item>
<title>Anabron</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Xarope pediátrico e adulto: Vidro com 100 ml, acompanhado de copo-dose.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Não é aconselhado o seu uso no primeiro trimestre de gravidez, embora estudos realizados não tenham demonstrado qualquer efeito teratogênico.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nos processos inflamatórios agudos e crônicos das vias respiratórias:&lt;br /&gt;
bronquites, bronquiectasias, enfisemas, pneumonites, etc. Profilaxia das complicações pulmonares do pré e pós-operatório. Por sua ação surfactante na síndrome de desconforto respiratório do RN.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Prods. Farms. Millet Roux Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Xarope pediátrico: 15 mg/5 ml de ambroxol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Crianças até 2 anos: 2,5 ml, 2 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 2 a 5 anos: 2,5 ml, 3 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acima de 5 anos: 5 ml, 2 a 3 vezes ao dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após 2 a 3 dias de tratamento a dose pode ser reduzida à metade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Xarope adulto: 30 mg/5 ml de ambroxol, 5 ml, 3 vezes ao dia. A dose pode ser reduzida a 2 vezes ao dia.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/anabron/</link>
</item>
<item>
<title>Amplomicina</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ampolas de 10, 20, 40, 60, 80, 120 e 160 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Sulfato de gentamicina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Contraindicada em pessoas alérgicas à gentamicina. Usar com cuidado em pacientes com insuficiência renal. Atenção para a ototoxicidade.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Infecções por germes Gram-negativos e estafilococos, septicemias, infecções urinárias (cistites, pielonefrites), infecções respiratórias, queimaduras infectadas, peritonites.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cia. Brasileira de Antibióticos CIBRAN&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Adultos e crianças: 3 a 5 mg/kg/dia, fracionada de 8/8 ou 12/12 horas, via intramuscular.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/amplomicina/</link>
</item>
<item>
<title>Amplitor</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cápsulas de 250 e 500 mg; comprimidos de 500 e 1000 mg; injetável: 250, 500 e 1000 mg; suspensão: 125 e 250 mg.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Ampicilina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Evitar em pessoas alérgicas às penicilinas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Antibiótico de amplo espectro, ativo contra germes gram-positivos e gram-negativos. Bactericida. Indicado em infecções respiratórias, gastrintestinais, geniturinárias, dermatológicas, septicemias, meningoencefalites e abcessos.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cia. Brasileira de Antibióticos CIBRAN&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Via oral - adultos: 500 mg de 6-6 horas; crianças: 125 a 250 mg de 6-6 horas. Injetável: doses de 50 a 200 mg/kg/dia, fracionadas de 6-6 horas, via intramuscular ou endovenosa.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/amplitor/</link>
</item>
<item>
<title>Amplictil</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Estojo com 20 comprimidos de 25 mg; estojo com 20 comprimidos a 100 mg; estojo com 5 ampolas de 5 ml a 25 mg; frasco de 20 ml de solução a 4% de cloridrato de clorpromazina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Cada comprimido contém: cloridrato declorpromazina 25 mg e 100 mg, excipientes q.s.p. 1 comprimido. Excipientes: amido, lactose, talco, estearato de magnésio, zeína, anidrido acético, acetato-ricinoleato de butila, amarelo crepúsculo e álcool. Cada ampola contém: cloridrato de clorpromazina 25 ml, excipientes q.s.p. 1 ampola. Excipientes: metabissulfito de sódio, sulfito de sódio, citrato de sódio, cloreto de sódio, ácido ascórbico e água bidestilada. Cada ml da solução oral 4% contém: cloridrato de clorpromazina 0,04 g, excipientes q.s.p. 1 ml. Excipientes: ácido ascórbico, álcool, glicerina, xarope simples, caramelo, essência de hortelã e água. Cada gota contém 1 mg de cloridrato de clorpromazina.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Comas barbitúricos e etílicos; glaucoma de ângulo fechado; em pacientes com risco de retenção urinária, ligado a problemas uretroprostático; sensibilidade às fenotiazinas; doença cardiovascular grave; depressão severa do sistema nervoso central. A relação risco-benefício deverá ser avaliada nos seguintes casos: discrasias sangüíneas; câncer da mama; distúrbios hepáticos; mal de Parkinson; distúrbios convulsivos; úlcera péptica. Amplictil deverá ser administrado com cautela em pacientes idosos e/ou debilitados.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Observadas as recomendações acima citadas, Amplictil apresenta boa tolerabilidade. Como reações adversas o paciente pode apresentar: sedação ou sonolência; discinesias; hipotensão ortostática; efeitos atropínicos (secura da boca, obstipação intestinal, retenção urinária), impotência, frigidez, amenorréia, galactorréia, ginecomastia, hiperprolactinemia e pigmentação da pele.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Neuropsiquiatria: pode ser prescrito em quadros psiquiátricos agudos, ou então, no controle de psicoses de longa evolução. Clínica geral: manifestação de ansiedade e agitação, soluços incoercíveis, náuseas e vômitos e neurotoxicoses infantis; também pode ser associado a barbitúricos no tratamento do tétano. Cirurgia: como agente pré-anestésico. Obstetrícia: em analgesia obstétrica e no tratamento da eclâmpsia. Amplictil é indicado nos casos em que haja necessidade de uma ação neuroléptica, vagolítica, simpatolítica, sedativa ou antiemética.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Rhodia Farma Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Via oral: adultos: Amplictil tem uma grande margem de segurança, podendo a dose variar desde 25 a 1600 mg ao dia, dependendo da necessidade do paciente. Deve-se iniciar o tratamento com doses baixas, 25 a 100 mg, repetindo de 3 a 4 vezes ao dia, se necessário, até atingir uma dose útil para o controle da sintomatologia no final de alguns dias (dose máxima de 2 g/dia). &lt;br /&gt;
A maioria dos pacientes responde à dose diária de 0,5 a 1 g. Em pacientes idosos ou debilitados, doses mais baixas são geralmente suficientes para o controle dos sintomas. Crianças: (Acima de 2 anos): Deve-se usar o mesmo esquema já citado de aumento gradativo de dose, sendo preconizada uma dose inicial de 1 mg/kg/dia, dividida em 2 ou 3 tomadas. O total da dose diária não deve exceder 40 mg, em crianças abaixo de 5 anos, ou 75 mg, em crianças mais velhas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Precauções&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Nos primeiros dias de tratamento, principalmente em hipertensos e hipotensos, é necessário que os pacientes se deitem durante meia hora em posição horizontal, sem travesseiro, logo após a tomada do medicamento. Esta precaução deve ser rigorosamente seguida quando se administra o Amplictil Injetável. A vigilância clínica e, eventualmente eletroencefalográfica, deve ser reforçada em pacientes epilépticos, devido à possibilidade de diminuição do limiar epileptógeno.&lt;/p&gt;
</description>
<link>http://bulario.net/amplictil/</link>
</item>
<item>
<title>Amplavit e</title>
<description>&lt;h2&gt;Apresentação&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Frasco com 30 drágeas.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Composição&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Acetato de retinol (vitamina A) 1250 UI,colecalciferol (vitamina D) 150 UI, ácido ascórbico (vitamina C) 15 mg, acetato de tocoferol (vitamina E) 0,75 mg, mononitrato de tiamina (vitamina B1) 0,50 mg, riboflavina (vitamina B2) 0,75 mg, cloridrato de piridoxina (vitamina B6) 0,50 mg, nicotinamida 5 mg, pantotenato de cálcio 5 mg, excipientes q.s.p. 1 drágea.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Contraindicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Hipervitaminose A e D, insuficiência renal e períodos prolongados em doses superiores às recomendadas. Amplavit E não está indicado no tratamento de hipovitaminoses específicas graves. O uso de Amplavit E deve ser evitado em pacientes com conhecida hipersensibilidade a qualquer um de seus componentes.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Efeitos Colaterais&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;O uso exagerado e sem controle médico, em alguns casos, pode levar a sintomas de hipervitaminose.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Indicações&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Polivitaminas e sais minerais.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Laboratório&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;Lab. Honorterápica Ltda.&lt;/p&gt;
&lt;h2&gt;Modo de Uso&lt;/h2&gt;
&lt;p&gt;1 drágea 1 a 2 vezes ao dia, às refeições ou a critério médico. Pacientes idosos: não há informações relacionando a idade com os efeitos do uso do produto em pacientes idosos. Superdosagem: ainda não foi relatado caso de superdosagem com Amplavit E. Devido à elevada margem de segurança terapêutica e à reduzida dosagem de vitaminas e sais minerais é improvável a ocorrência de superdosagem. Entretanto, em caso de superdosagem acidental, consultar o médico imediatamente.&lt;/p&gt;
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