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	<title>Caapora</title>
	
	<link>http://scienceblogs.com.br/caapora</link>
	<description>Mais um SciBling</description>
	<lastBuildDate>Thu, 01 Sep 2011 15:12:50 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Mais Megamouth: press release e fotos inéditas</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Caapora/~3/2StGwOcH0fg/</link>
		<comments>http://scienceblogs.com.br/caapora/2009/09/mais_megamouth_press_release_e/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 20:15:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ictiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Megachasma pelagios]]></category>
		<category><![CDATA[Megamouth]]></category>
		<category><![CDATA[tubarão-de-boca-grande]]></category>

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		<description><![CDATA[Atendendo a pedidos, abaixo seguem fotos inéditas do Megachasma pelagios encontrado no litoral fluminense e um press release (português/inglês) que pode ser usado como base para aqueles que quiserem divulgar a descoberta em jornais, revistas e blogs. Vale ressaltar que as fotos são da autoria de Bruno Rennó Press release Português Tubarão raríssimo é encontrado [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Atendendo a pedidos, abaixo seguem fotos inéditas do <i>Megachasma<br />
pelagios</i> encontrado no litoral fluminense e um press release<br />
(português/inglês) que pode ser usado como base para aqueles que<br />
quiserem divulgar a descoberta em jornais, revistas e blogs. Vale<br />
ressaltar que as fotos são da autoria de Bruno Rennó</p>
<p><i>Press release Português</i></p>
<p><title></title><br />
<!--<br />
@page { margin: 2cm }<br />
P { margin-bottom: 0.21cm }<br />
--></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><b>Tubarão<br />
raríssimo é encontrado na costa do Rio de Janeiro</b></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">
</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><b>Animal<br />
com mais de 5 metros de comprimento é apenas o terceiro da sua<br />
espécie já registrado no Oceano Atlântico</b></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">
</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Pesquisadores<br />
da FIOCRUZ encontraram recentemente um raríssimo<br />
tubarão-de-boca-grande (</font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><i>Megachasma<br />
pelagios</i></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">)<br />
encalhado em uma praia do município de Arraial do Cabo, no Estado do<br />
Rio de Janeiro. O animal encontrado tratava-se de um macho adulto com<br />
cerca de 5,4 metros de comprimento e aproximadamente uma tonelada de<br />
peso. O espécime em questão corresponde ao terceiro<br />
tubarão-de-boca-grande já assinalado para o Oceano Atlântico, e<br />
somente ao 43º representante da espécie conhecido em todo o mundo.</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">
</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Segundo<br />
os biólogos Luciano Moreira Lima e Bruno Rennó, responsáveis pela<br />
descoberta e pesquisadores do Projeto Aves, Quelônios e Mamíferos<br />
Marinhos da Bacia de Campos, &#8220;o tubarão-de-boca-grande é<br />
considerado um dos tubarões mais raros do mundo. Apesar de poder<br />
atingir até 5,5 metros de comprimento e possuir uma aparência<br />
inconfundível, com uma cabeça desproporcionalmente grande que lhe<br />
confere a aparência de um girino gigantesco, a espécie foi<br />
descoberta pela ciência apenas na década de 1980&#8243;. Ainda segundo<br />
os biólogos, outra particularidade desta espécie é que apesar do<br />
seu tamanho enorme ela é inofensiva, se alimentando exclusivamente<br />
de plâncton o qual é capturado de uma maneira única entre todos os<br />
tubarões, mas bastante similar a forma com que algumas baleias obtém<br />
seu alimento.</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">
</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">A<br />
descoberta do tubarão-de-boca-grande nas areias fluminenses ocorreu<br />
durante um dos monitoramentos regulares de praia conduzidos para o<br />
estudo de aves, tartarugas marinhas, baleias e golfinhos no âmbito<br />
do Projeto Habitats &#8211; Heterogeneidade Ambiental da Bacia de Campos,<br />
coordenado pelo CENPES/Petrobras. A necropsia do espécime, realizada<br />
ainda na praia, revelou uma provável morte por causas naturais.</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">
</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Para<br />
Salvatore Siciliano, pesquisador da Escola Nacional de Saúde<br />
Pública/FIOCRUZ e coordenador da equipe responsável pela<br />
descoberta, &#8220;este achado demonstra a importância dos<br />
monitoramentos regulares de praia para o estudo da fauna marinha e o<br />
quanto ainda falta conhecermos sobre a biodiversidade da costa<br />
brasileira&#8221;. </font>
</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">
</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">A<br />
descoberta realizada no início de julho deste ano foi divulgada na<br />
edição de setembro da revista Ciência Hoje<br />
(http://www.ciencia.org.br) e um artigo científico contendo detalhes<br />
do achado está em preparação. Fotos inéditas do<br />
tubarão-de-boca-grande encontrado em Arraial do Cabo podem ser<br />
vistas no blog de divulgação científica Caapora<br />
(<a href="http://scienceblogs.com.br/caapora">http://scienceblogs.com.br/caapora</a>).</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><title></title><br />
<!--<br />
@page { margin: 2cm }<br />
P { margin-bottom: 0.21cm }<br />
--></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Para<br />
maiores informações contatar</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Luciano<br />
Lima</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">calyptura[arroba]gmail.com</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Projeto<br />
Aves, Quelônios e Mamíferos Marinhos da Bacia de Campos</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><i><br /></i></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><i><br /></i></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><i>English press release</i></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><title></title><br />
<!--<br />
@page { margin: 2cm }<br />
P { margin-bottom: 0.21cm }<br />
--></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><b>Extremely<br />
rare shark found</b></span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><b><br />
on the coast of Brazil</b></span></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY" lang="en-US">

</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><b>With<br />
more than 5 meters, the specimen represents only the third of its<br />
species ever found on the Atlantic Ocean.</b></span></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY" lang="en-US">

</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">Researches<br />
from the </span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">Fundação<br />
Oswaldo Cruz in Rio de Janeiro, Brazil, recently found an extremely<br />
rare Megamouth Shark washed ashore on the northern coast of Rio de<br />
Janeiro state. The specimen is an adult male with more than 5 meters<br />
and nearly 1 ton, and corresponds to the third record of </span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><i>Megamouth</i></span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><br />
in the Atlantic Ocean and the 43</span></font><sup><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">rd</span></font></sup><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><br />
for the whole world.</span></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY" lang="en-US">

</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">According<br />
to Luciano Lima and Bruno Rennó, authors of the discovery and<br />
researchers of the Project Marine Birds, Turtles and Mammals from the<br />
Campos Basin, the </span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><i>Megamouth</i></span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><br />
is considered one of the rarest sharks in the world. Despite its<br />
large size, reaching up to 6 meters in total length and an<br />
unmistakable appearance due to its enormous head resembling a<br />
tadpole, the species was only described in the early 80&#8242;s.<br />
Biologists say that another particularity of such species is its<br />
gentle behaviour, much probably related to its feeding strategy,<br />
preying upon tiny zooplankton, captured just like whales do.</span></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY" lang="en-US">

</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">The<br />
discovery of such specimen on the coast of Brazil occurred during<br />
regular monitoring surveys on beaches of central-north coast of Rio<br />
de Janeiro State conducted for surveying marine birds, turtles and<br />
mammals for the large Program Habitats &#8211; Environmental<br />
Heterogeneity of Campos Basin, coordinated by CENPES/PETROBRAS. The<br />
necropsy conducted on the beach revealed that the specimen had<br />
probably died from natural causes.</span></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY" lang="en-US">

</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">According<br />
to Salvatore Siciliano, researcher at Escola Nacional de Saúde<br />
Pública/FIOCRUZ and coordinator of the research team involved in<br />
</span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">such<br />
finding, this &#8220;unique and spectacular creature clearly demonstrates<br />
the importance of regular monitoring of stretches of coast and how<br />
much we still need to know about the biodiversity of the Brazilian<br />
coast&#8221;.</span></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY" lang="en-US">

</p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US">The<br />
finding of such large specimen was first announced in the Brazilian<br />
magazine for popularization of science Ciência Hoje<br />
(http://www.ciencia.org.br) while the article is in preparation for a<br />
specialized article. Unpublished pictures of the </span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><i>Megamouth</i></span></font><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif"><span lang="en-US"><br />
shark form Arraial do Cabo can be seen in the science blog Caapora<br />
(<a href="http://scienceblogs.com.br/caapora">http://scienceblogs.com.br/caapora</a>).</span><br /></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><title></title><br />
<!--<br />
@page { margin: 2cm }<br />
P { margin-bottom: 0.21cm }<br />
--></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">For<br />
further information please contact</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Luciano<br />
Lima</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY"><font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">calyptura[at]gmail.com<br /></font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY" lang="en-US">
<font face="Microsoft Sans Serif, sans-serif">Project Marine Birds,<br />
Turtles and Mammals of Campos Basin</font></p>
<p class="western" style="margin-bottom: 0cm" align="JUSTIFY">
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="mega2_caapora.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/mega2_caapora1.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span>
</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="mega5_caapora.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/mega5_caapora.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="mega4_caapora.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/mega4_caapora.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span>
<p><img alt="" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/mega1_caapora.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="314" height="500" /></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="mega3_caapora.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/mega3_caapora.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span>
<div></div>
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		<item>
		<title>Tubarão raríssimo encontrado no litoral do Rio de Janeiro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Caapora/~3/UlowfhEwEOA/</link>
		<comments>http://scienceblogs.com.br/caapora/2009/09/tubarao_rarissimo_encontrado_n/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 19:00:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ictiologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Megachasma pelagios]]></category>
		<category><![CDATA[Megamouth]]></category>

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		<description><![CDATA[Em julho deste ano Salvatore Siciliano, Bruno Rennó e eu fizemos uma incrível e inesperada descoberta zoológica. Encontramos um exemplar com mais de cinco metros de comprimento do raríssimo tubarão Megachasma pelagios (popularmente conhecido como tubarão-de-boca-grande, em português, e Megamouth, em inglês) encalhado nas areias de uma das praias que monitoramos regularmente na costa centro-norte [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em julho deste ano Salvatore Siciliano, Bruno Rennó e eu fizemos uma incrível e inesperada descoberta zoológica. Encontramos um exemplar com mais de cinco metros de comprimento do raríssimo tubarão <em>Megachasma pelagios</em> (popularmente conhecido como tubarão-de-boca-grande, em português, e Megamouth, em inglês) encalhado nas areias de uma das praias que monitoramos regularmente na costa centro-norte do Estado do RIo de Janeiro para o estudo de aves, quelônio e mamíferos marinhos.</p>
<p>A decoberta foi primeiramente divulgada na edição de setembro da revista de divulgação científica Ciência Hoje, abaixo segue o texto do artigo na íntegra e duas fotos do tubarão.</p>
<p><font><em>BIOLOGIA MARINHA: Um dos mais raros tubarões do mundo é encontrado na costa brasileira</em></font></p>
<p><font><em>    <b>Gigante dos mares em areias fluminenses </b></em></font></p>
<p><font><em>    Em 9 de julho último, um macho adulto de <u>Megachasma pelagios</u> &#8211; raríssimo tubarão descrito pela primeira vez nos anos 80 &#8211; foi encontrado encalhado e recém-morto na Praia Grande, em Arraial do Cabo (RJ), pelo pesquisadores brasileiros que assinam esse artigo. O espécime representa o 43º exemplar de <u>M. pelagios</u> conhecido no mundo e apenas o terceiro registrado no oceano Atlântico. Um animal jovem havia sido capturado na costa de São Paulo em 1995 e outro achado no mesmo ano em Dakar, Senegal.</em></font></p>
<p><font><em>    A descoberta foi feita durante um dos monitoramentos regulares de praia conduzidos pelo Projeto Aves, Quelônios e Mamíferos Marinhos da Bacia de Campos, realizado pela Escola Nacional de Saúde Pública, da Fiocruz, dentro do Projeto Habitats &#8211; Heterogeneidade Ambiental da Bacia de Campos, coordenado pelo Centro de Pesquisas (Cenpes) da Petrobras.</em></font></p>
<p><font><em>    Com 5,39 m de comprimento, o exemplar APARENTA ter morrido por causas naturais, uma vez que não foram encontradas marcas que pudessem ser atribuídas à captura em redes ou à colisão com embarcação a motor. A necropsia mostrou que o estômago do tubarão estava completamente vazio, o que pode indicar que ele não vinha se alimentando há algum tempo.</em></font></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="Megachasma2_caapora.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/Megachasma2_caapora1.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="250" /></span></p>
<p><font><i>Figura 1: Exemplar de Megachasma pelagios encalhado na Praia Grande, em Arraial do Cabo (RJ), em julho de 2009. Foto Bruno Rennó / Projeto Aves, Quelônios e Mamíferos Marinhos da Bacia de Campos. </i></font><br /><font><em>    </em></font></p>
<p><font><em><b>Uma descoberta ao acaso</b></em></font></p>
<p><font><em>    O primeiro <u>Megachasma pelagios</u> foi descrito em 1983. A descoberta aconteceu totalmente ao acaso, envolvendo um exemplar que se prendeu acidentalmente em uma âncora de um navio da marinha norte-americana ao largo de Oahu, Havaí, em 1976. Ao ser examinado por especialistas, revelou que não se tratava apenas de uma nova espécie, mas também de um novo gênero e família de tubarão, mais tarde denominada Megachasmidae. Foi considerada uma das descobertas zoológicas mais fantásticas do século 20, rivalizando até com o celacanto, conhecido como &#8216;fóssIL vivo&#8217;.</em></font></p>
<p><font><em>    O nome do gênero é composto por um prefixo grego (mega = grande) e um sufixo latino (chasma = cavidade); pelagios vem do latim e significa &#8216;oceânico, do mar&#8217;. Considerado extremamente raro, cada registro do também chamado tubarão-de-boca-grande é documentado em detalhe e passa a integrar um catálogo internacional.</em></font></p>
<p><font><em>    O Megachasma pelagios poder ser considerado um gigante dos mares, chegando a medir mais de 5,5 m de comprimento e passar de 1 tonelada, Megachasma pelagios tem uma aparência bizarra, o que o torna facilmente distinguível de qualquer outro tubarão. Como o seu nome bem diz, sua boca é extremamente grande, coberta por mais de 50 fileiras de pequenios dentes pontiagudos e curvados para trás, das quais apenas três são funcionais. Além disso, a nadadeira dorsal&nbsp; elativamente pequena e a cauda com o lobo superior bastante alongado contribuem para dar um aspecto desproporcional ao animal, o que o torna facilmente distinguível de qualquer outro tubarão.<br /></em></font></p>
<p><font><em>    Diferente de qualquer outra espécie de elasmobrânquio e curiosamente semelhante às grandes baleias, como a jubarte (<u>Megaptera novaeangliae</u>), a estratégia de busca por alimento do tubarão-de-boca-grande envolve o engolfamento de zooplâncton. Ao se alimentar, o animal engolfa grande quantidade de água na cavidade bucofaringeal enquanto nada ativamente com a boca aberta. Para suportar esse volume de água e as presas nela contidas, a pele dos lados ventrais e laterais da boca, que é muito elástica, é distendida. Posteriormente, a boca se fecha, a água é expelida pelas guelras e o alimento, engolido. Dada a sua dependência por zooplâncton, o <u>Megachasma pelagios </u>realiza deslocamentos verticais diários na coluna da água acompanhando suas presas, podendo atingir até 180 m de profundidade.</em></font></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="Megachasma1_caapora.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/Megachasma1_caapora.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="333" height="500" /></span></p>
<p align="left"><font><i>Figura 2: Detalhe da cabeça do exemplar de Megachasma pelagios encalhado na Praia Grande,<br />
em Arraial do Cabo (RJ), mostrando a boca extremamente grande do animal. Foto Bruno Rennó / Projeto<br />
Aves, Quelônios e Mamíferos Marinhos da Bacia de Campos. </i></font><font><em>    </em></font></p>
<p><font><em><b>Entre os mais raros do mundo</b></em></font></p>
<p><font><em>    Passados 25 anos de sua descoberta, o Megachasma pelagios é ainda hoje considerado um dos tubarões mais raros do mundo. No total, somando-se os espécimes capturados, encontrados encalhados em praias e observados no mar, eram conhecidos até o momento 42 registros da espécie espalhados pelas zonas tropicais e subtropicais dos três oceanos. A maior parte dos espécimes encontrados concentra-se no Pacífico, seguido pelo Índico; no Atlântico, apenas dois exemplares haviam sido reportados.</em></font></p>
<p><font><em>    Embora o ecossistema marinho corra sério risco de entrar em colapso por conta da superexploração de seus recursos, nosso conhecimento sobre os oceanos ainda é incipiente, fato nitidamente ilustrado por diversas descobertas fantásticas relacionadas à vida marinha nas três últimas décadas. Entre esses achados, o tubarão-de-boca-grande pode ser apontado como um dos mais notáveis e um exemplo vivo do nosso desconhecimento sobre a fauna marinha. Um artigo científico sobre o animal deverá ser apresentado em breve em uma revista especializada.  </em></font></p>
<p><font><em>    A descoberta de um novo <u>M. pelagios</u> na costa brasileira demonstra a importância do monitoramento regular de trechos de costa e de estudos de caracterização da biodiversidade marinha em longo prazo. Pesquisas dessa natureza podem ser apontadas como uma efetiva ferramenta para melhor compreender o desconhecido, mas criticamente ameaçado, ecossistema marinho.      </em></font></p>
<p><font><em>    Luciano M. Lima, Bruno Rennó e Salvatore Siciliano</em></font></p>
<p><font><em>    Projeto de Monitoramento de Aves, Quelônios e Mamíferos Marinhos da Bacia de Campos   </em></font></p>
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		<item>
		<title>Sobre mulheres, preguiças e o monstro do Panamá</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/Caapora/~3/s7xAw1WThYI/</link>
		<comments>http://scienceblogs.com.br/caapora/2009/09/o_monstro_de_cerro_azul_panama/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 19:22:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cryptozoologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mastozoologia]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A notícia é assustadora e ganhou destaque em vários jornais essa semana&#8230; &#8220;Segundo jornais panamenhos, quatro adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A notícia é assustadora e ganhou destaque em vários jornais essa semana&#8230;</p>
<p><font><i><b><font>&#8220;Segundo jornais panamenhos, quatro adolescentes entre 14 e 16 anos estavam em torno do lago, no sábado (12), quando viram uma criatura bizarra saindo de uma gruta. Assustados com sua aparência e com medo de serem atacados, os jovens atiraram pedras até matá-la e a jogaram na água. A notícia logo se espalhou pela cidade. Retirada do lago, a criatura foi apontada como um ET por moradores da região e pela imprensa local. Outros a descreveram como o personagem &#8220;Gollum&#8221;, da trilogia &#8220;O senhor dos anéis</font>&#8220;</b></i></font></p>
<p>As fotos mais ainda&#8230;</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="Thumbnail image for monstro.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/monstro-thumb-500x375-192951.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="375" /></span>
<p>Se você já estava preparando para se esconder debaixo da cama com medo da invasão alienígena, pode ir se acalmando.</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><a href="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/animalembryo051.jpg"><img alt="animalembryo051.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/animalembryo051-thumb-300x376-19297.jpg" class="mt-image-right" style="margin: 0pt 0pt 20px 20px;float: right" width="300" height="376" /></a></span>
<p>A foto ao lado, retirada <a href="http://www.orble.com/formalin-preserved-animals/">daqui</a>, põe rapidamente fim ao mistério. A imagem mostra um feto de preguiça-de-três-dedos (<i>Bradypus tridactylus</i>). Embora o &#8220;monstro&#8221; do Panamá corresponda a uma preguiça adulta a foto do feto não deixa dúvidas quanto a sua real identidade. Além disso, observando com atenção a foto do suposto ET no canto superior esquerdo é possível ver as garras na ponta de uma das patas e alguns vestígios de pêlos na barriga.&nbsp; </p>
<p>Um outro mistério seria como a preguiça de Cerro Azul perdeu quase completamento sua pelagem. As possibilidade são muitas, mas por ter sido encontrada as margens de um lago sou capaz de apostar o salário do meu chefe que a perda de pêlos é resultado da decomposição ter se iniciado dentro da água. Em diversas ocasiões já encontrei carcaças de gatos e cachorros &#8220;pelados&#8221; lançados a beira mar durante os monitoramentos de praia que realizamos pela costa fluminense em busca de aves, quelônios e cetáceos marinhos.&nbsp; &nbsp; </p>
<p>O mais interessante, contudo, é que o alvoroço causado pela preguiça pelada panamenha não é&nbsp; muito diferente do que aconteceu quando os primeiros europeus que chegaram a américa se depararam com preguiças vivas. Os primeiros cronistas a descreverem a natureza brasileira se surpreenderam com as feições quase humanas do estranho animal. Em 1560, o Padre José de Anchieta escreveu <i><b>&#8220;a sua cara parece assemelhar-se alguma cousa de<br />rosto de uma mulher</b></i>&#8220;, já Fernão de Cardim, foi menos gentil com os elogios e afirmou que seu <i><b>&#8220;rosto parece de mulher mal toucada&#8221;</b></i>, seja lá o que quer dizer isso. A foto abaixo, retirada <a href="http://ego.globo.com/Gente/Noticias/0,,MUL1199333-9798,00-VEJA+NOVAS+FOTOS+DO+MAKING+OF+DO+CALENDARIO+PIRELLI.html">daqui</a>, permite que os leitores tirem sua próprias conclusões entre as supostas semelhanças entre mulheres e preguiças. Eu achei particularmente interessante o espécime de preguiça <strike>pelada</strike> da ponta esquerda. </p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="preguiça.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/pregui%C3%A7a.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="400" height="195" /></span>
<p>Pois bem, como sempre, a mentira tem perna curta, ou melhor neste caso, braços longos. &nbsp; <img src="/Users/INSTIT%7E1/AppData/Local/Temp/moz-screenshot.png" alt="" /></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Feliz dia do Biólogo (atrasado)</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Sep 2009 21:55:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Datas]]></category>
		<category><![CDATA[dia do biólogo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tudo bem, eu sei, estou dois dias atrasado. Mas tenho uma boa desculpa, estava exercendo o direito da profissão, afinal biólogo que é biólogo passa o dia &#8220;biologando&#8221;. Passei os últimos três dias em campo, mais precismante na pequena cidade de Quissamã percorrendo 40 quilômetros do trecho de litoral mais selvagem do estado do Rio [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tudo bem, eu sei, estou dois dias atrasado. Mas tenho uma boa desculpa, estava exercendo o direito da profissão, afinal biólogo que é biólogo passa o dia &#8220;biologando&#8221;. Passei os últimos três dias em campo, mais precismante na pequena cidade de Quissamã percorrendo 40 quilômetros do trecho de litoral mais selvagem do estado do Rio de Janeiro, em busca de aves, baleias, golfinhos e tartarugas marinhas</p>
<p>Sempre que tento explicar o meu trabalho para alguém que não é colega de profissão, quase sempre a pessoa me interrompe antes que eu acabe de falar e comenta algo do tipo &#8220;essa sua vida é muito boa, sempre viajando conhecendo lugares e pessoas novas&#8221;. A foto abaixo, tirada no dia do biólogo, reflete um pouco do &#8220;jeito biólogo de ser&#8221;. Não, não estou chamando os biólogos de sujismundos, embora conheça um que é capaz de passar até cinco dias no campo sem jogar uma gota de água na cabeça. Segundo ele, é preciso ter consciência sobre o problema da falta de água no planeta&#8230; mas, o ponto aqui não é esse.</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="pé.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/p%C3%A91.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="400" height="267" /></span></p>
<p>Lá estava um bando de gaivotas-de-capuz-cinza (<i>Chroicocephalus cirrocephalus</i>) há uns 200 metros de distância, pousada na margem de uma lagoa quase seca. A região norte do estado do Rio de Janeiro é um dos poucos lugares do sudeste do país onde essa espécie ocorre, e essa era uma boa chance de tirar uma foto do bicho. Fiz alguns clicks ainda de longe para garantir o registro (foto abaixo), mas era preciso me aproximar mais para conseguir uma foto melhor. Se as aves não vêm ao ornitólogo, o ornitólogo vai até as aves! Só havia um problema, a lagoa, que no final da estação seca havia se convertido em um mar de lama.</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="Ccirrocephalus_050909_Quissamã_RJ_IMG_9015.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/Ccirrocephalus_050909_Quissam%C3%A3_RJ_IMG_9015.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="250" /></span>
</p>
<p>Pés descalços e lá vou eu atolado até o joelho de pouquinho em pouquinho me aproximando. Já estava a uma distância razoável quando resolvi erguer a máquina para fazer algumas fotos, antes que eu apertasse o disparador, as gaivotas resolveram alçar vôo e lá se foi minha foto com elas. Já havia perdido as esperanças e retomado a minha peregrinação pela lama, foi então que uma delas deu meia volta e veio voando na minha direção como se quisesse examinar o que aquele ser humano estava fazendo chafurdando na lama, aí foi só alegria.</p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="Ccirrocephalus500.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/Ccirrocephalus500.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span>
</p>
<p>Moral da história? Concordo plenamente, ser biólogo é a melhor coisa do mundo, mas é preciso mergulhar de cabeça na profissão, ou melhor, atolar o pé na lama. </p>
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		<title>Dinos in Rio 2009</title>
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		<pubDate>Wed, 02 Sep 2009 19:59:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Dinos in Rio 2009]]></category>

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		<description><![CDATA[Se você tem algum interesse por bichos pré-históricos e não foi ao Dinos in Rio 2009, perdeu!! O evento foi realizado no Museu Nacional do Rio de Janeiro entre 24 e 30 de agosto. Além da exibição de obras de alguns dos mais renomados paleoartistas da América do Sul, a programação da 2 Exposição Internacional [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Se você tem algum interesse por bichos pré-históricos e não foi ao <strong>Dinos in Rio 2009</strong>, perdeu!!</p>
<p>O evento foi realizado no Museu Nacional do Rio de Janeiro entre 24 e 30 de agosto. Além da exibição de obras de alguns dos mais renomados paleoartistas da América do Sul, a programação da 2 Exposição Internacional de Arte Paleontológica incluiu também diversas palestras ligadas ao tema.</p>
<p>Infelizmente, a falta de tempo não me permitiu assistir nenhuma das palestras, mas a exposição por si só já compensou a ida e volta de Búzios para o Rio na mesma manhã. Muitas das obras pareciam tão reais que davam a impressão que a qualquer momento iam criar vida e sair correndo ou voando pelos corredores do Museu Nacional.</p>
<p>Apesar de não voar, uma das obras em exposição, uma réplica feita utilizando técnica animatrônica do pterossauro brasileiro <em>Tapejara imperator</em>, era capaz de bater asas e foi uma das grandes atrações do evento. Outras obras que chamaram a atenção foram as reconstituições do <i>Microraptor gui</i>, <i>Angataruma limai</i>, algumas incríveis miniaturas em bronze de mamíferos do pleistoceno e diversas pinturas.</p>
<p>Confira abaixo algumas fotos&#8230;</p>
<p>
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0855.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_08551.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span></p>
<div style="text-align: center"><b>Dinos in Rio 2009</b></p>
<p></div>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0836.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_0836.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span>
<div align="center">
<b><i>Microraptor gui</i>, obra do paleoartista Orlando Grillo</b></p>
<p>
<div align="left"><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0865.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_0865.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="390" height="500" /></span></div>
<p><b>Duelo de Titãs, <i>Eremotherium</i> x <i>Smilodon</i>, obra do paleoartista Maurílio Oliveira<br /></b></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0840.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_0840.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span><b><i>Angaturama limai</i>, obra do paleoartista Orlando Grillo </b></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0860.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_0860.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="333" height="500" /></span><b>O menino e o pterossauro <i>Tapejara imperator</i> , obra do paleoartista Hugo Pailos</b></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0853.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_0853.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span><b>Esculturas em bronze</b></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0870.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_0870.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="333" /></span><i><b>Skorpiovenator bustingorryi&nbsp; x Homo sapiens</b></i></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="IMG_0898.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/IMG_0898.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="333" height="500" /></span><b>Da esquerda para direita, <i>Paraphysornis rennoi, Paraphysornis brasiliensis, Paraphysornis limai</i></b></div>
<div></div>
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		<title>Arquivo Z – Mustela africana, a doninha-amazônica</title>
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		<pubDate>Sun, 23 Aug 2009 21:06:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Após alguns meses de silêncio forçado por conta de trabalho quase escravo &#8211; espero que meu chefe não leia isso -, o Caapora volta a ativa. Desde que migramos para o ScienceBlogs, estava pretendendo iniciar uma série de postagens sobre animais brasileiros desconhecidos do público em geral, criaturas ofuscadas pela fama dos mico-leões, araras-azuis, tartarugas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Após alguns meses de silêncio forçado por conta de trabalho quase escravo &#8211; espero que meu chefe não leia isso -, o Caapora volta a ativa.<br />
Desde que migramos para o ScienceBlogs, estava pretendendo iniciar uma série de postagens sobre animais brasileiros desconhecidos do público em geral, criaturas ofuscadas pela fama dos mico-leões, araras-azuis, tartarugas marinhas e demais integrantes da chamada  &#8220;fauna carismática&#8221;. Pois bem, nada melhor que retomar as coisas cumprindo promessas do passado. Para inaugurar a série apresento a vocês uma doninha que poderia muito bem sofrer de crise de identidade.<br />
Em 1735, o botânico sueco Carl Linné criou um novo sistema de classificação e nomenclatura dos seres vivos, o qual agrupava as espécies em ordem hierárquica e dava a cada uma delas um binômio exclusivo. Este engenhoso sistema foi capaz de colocar ordem no verdadeiro pandemônio que era a taxonomia e a sistemática até o início do séc. XVIII e acabou sendo tão bem aceito por zoólogos, botânicos e demais estudiosos de tudo o que é vivo, que mais de 200 anos após sua criação continua em uso praticamente sem alterações, uma impressionante façanha dentro da &#8220;metamorfose ambulante&#8221; que é a ciência.<br />
Embora muitos pesquisadores estudiosos da biodiversidade, especialmente os não ligados diretamente a taxonomia, reclamem das mudanças ocasionais na nomenclatura  e classificação de algumas espécies, um dos pilares do sistema criado por Linné é justamente a imutabilidade. De acordo com o &#8220;Principio da Prioridade&#8221; (artigo 23 do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica), o nome válido de um táxon é o nome mais antigo disponível atribuído ao mesmo, ou seja, uma vez batizada uma espécie seu nome jamais poderá ser alterado. Os casos de mudanças mencionados acima geralmente se referem a mudanças ao nível de gênero e refletem avanços no conhecimento sobre o relacionamento entre diferentes táxons. Jamais são permitidas alterações no nome científico de uma espécie por motivos outros que não a mudança de gênero por conta de novos arranjos sistemáticos ou a aplicação direta de alguma das regras do ICZN.<br />
Imagine você, um taxonomista do século XIX, funcionário de um museu europeu e que recebe de uma das colônias de seu país um carregamento de espécimes incluindo algumas espécies até então novas para ciência. A maioria dos exemplares não possui qualquer etiqueta com informações mínimas como local e data de coleta, e ao ver a palavra &#8220;África&#8221;escrita do lado de fora da caixa, você é tentado a acreditar que os animais provavelmente foram coletados em algum lugar do continente Africano, quando na verdade parte deles é provenientes da América do Sul. Situações aparentemente inusitadas como esta, ocorriam com certa freqüência em muitos museus europeus até o final do século XIX e foram responsáveis por inúmeras injustiças nomenclaturais, como é o caso do animal que inaugura a série de postagens sobre animais brasileiros pouco conhecidos.<br />
A doninha-amazônica (<em>Mustela africana</em>) é uma das sete espécies brasileiras da família Mustelidae, a maior família da Ordem Carnívora com cerca de 55 espécies, e que além das doninhas, inclui animais como os furões, a irara, a lontra e a ariranha. Como prova de quão interessante são esses animais transcrevo abaixo a frase da apresentação de um amigo, que terá sua identidade preservada, retirada de um site de relacionamentos: &#8220;Meu nome é X, sou um humano como todos vocês que estão lendo este texto, mas o que eu queria mesmo era ser um mustelídeo&#8221;.<br />
Com quase 50 cm da ponta da cauda, que corresponde a aproximadamente metade do tamanho do corpo, até a ponta do focinho a doninha-amazônica pode ser considerada relativamente grande quando comparada a outros representantes do gênero. Vista por cima, parece ser toda marrom-avermelhado escuro, mas o queixo, as partes inferiores da pata e a barriga são claras, esta última com uma extensa mancha castanha no meio. As solas das patas são peladas e os dedos dos membros anteriores são parcialmente unidos por membranas interdigitais demonstrando que a espécie pode apresentar hábitos semiaquáticos. Até onde pude constatar, não são conhecidas imagens da doninha-amazônica em seu ambiente natural ou mesmo de animais em cativeiro, apenas fotos de peles de museus como a do espécime tipo exibido abaixo.<br />
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="mustela africana.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/mustela%20africana1.jpg" width="500" height="289" class="mt-image-center" style="text-align: center;margin: 0 auto 20px" /></span><br />
A doninha-amazônica foi descrita em 1838 pelo zoólogo francês Anselm Gaëtan Desmarest, o exemplar tipo (foto acima) muito provavelmente deve ter sido coletado pelo famoso Alexandre Rodrigues Ferreira, o primeiro naturalista brasileiro, e foi um dos milhares de espécimes saqueados do Museu da Ajuda de Portugal e levado para o Museu de História Natural de Paris durante a Invasão Napoleônica. Sem saber a procedência correta do exemplar que tinha em mãos, Desmarest se limitou a indicar a localidade tipo como &#8220;d&#8217;Afrique&#8221; e tratou de batizar a nova doninha como <em>Mustela africana</em>.<br />
Em 1897, Emílio Goeldi, célebre zoólogo cujo nome foi imortalizado no Museu Paraense Emílio Goeldi, descreveu a partir de exemplares coletados no Pará a doninha <em>Mustela brasiliensis</em>. Em 1913 Angel Cabrera demonstrou que a espécie descrita por Goeldi era a mesma que havia sido batizada por Desmarest em 1838, evidenciando assim o erro do zoólogo francês. Regra existe para ser cumprida, <em>Mustela brasiliensis</em> passou a ser tratado como sinônimo de uma espécie que já havia sido descrita anteriormente, e <em>Mustela africana</em> passou a ser o nome das doninhas amazônicas.<br />
Passados mais de 150 anos de sua descrição, <em>Mustela africana</em> é, ainda hoje, considerado um dos mamíferos mais enigmáticos da América do Sul e sua distribuição ainda não é conhecida em detalhes. Os poucos dados existentes apontam para uma ocorrência restrita a Bacia Amazônica, com registros conhecidos para o Brasil, Equador e Peru. Injustiças nomenclaturais a parte, o caso da doninha-amazônica nos mostra que não apenas as aparências, mas também os nomes e os zoólogos enganam e se enganam. Assim sendo, só nos resta aceitar a tirania do Código Internacional de Nomenclatura Zoológica e nos conformar que a mais brasileira das doninhas será sempre &#8220;africana&#8221;!<br />
Referências<br />
Desmarest, A. G. (1818) Nouv. Diction. d&#8217;Hist. Nat., 19:376<br />
Goeldi, E. (1897) Ein erstes authentisches Exemplar eines echten Wiesels<br />
aus Brasilien. Zool. Jahrb., Abt. f. systematik, geogr. u. Biol.,<br />
10:556-562, pi. 21, September 15, 1897.<br />
Cabrera, A. (1913) Sobre algunas formas del género &#8220;Mustela.&#8221; Bol. d. 1. Real Soc.<br />
Espaiiol d. Hist. Nat., 13:429-435, November, 1913.</p>
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		<title>Foto da semana – Diga ahhhhhhh (Leptophis sp)</title>
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		<comments>http://scienceblogs.com.br/caapora/2009/05/foto_da_semana_-_diga_ahhhhhhh/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 04 May 2009 02:30:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Leptophis]]></category>

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		<description><![CDATA[Após uma semana explorando a selva de pedra carioca, nada melhor que estar de volta a Búzios e o que sobrou de sua Mata Atlântica. Embora já esteja morando há quase dois meses na minha nova residência ainda não tive tempo de conhecer todos os inquilinos que habitam o quintal ou os vizinhos que rondam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align:justify">Após uma semana explorando a selva de pedra carioca, nada melhor que estar de volta a Búzios e o que sobrou de sua Mata Atlântica. Embora já esteja morando há quase dois meses na minha nova residência ainda não tive tempo de conhecer todos os inquilinos que habitam o quintal ou os vizinhos que rondam pelas redondezas. No último sábado, enquanto virava e desvirava o churrasco, me deparei com esta belíssima cobra-cipó pendurada na bananeira ao lado da churrasqueira de onde me observava atentamente. De nada adiantou oferecê-la churrasco e cerveja, ela não estava de muito bom humor e tentou a todo custo me manter a distância com sua bocarra escancarada.</p>
<p style="text-align: center"></p>
<p style="text-align:justify">
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="leptophis.JPG" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/leptophis1.jpg" width="500" height="333" class="mt-image-center" style="text-align: center;margin: 0 auto 20px" /></span>
</p>
<p style="text-align: justify">O gênero <span class="Apple-style-span" style="font-style: italic">Leptophis</span> é composto por serpentes que são na sua maioria semi-arborícolas e de hábitos diurnos. Cerca de 90% da sua dieta é composta por pererecas que são capturadas por busca ativa entre folha e cavidade de árvores e bromélias. </p>
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		<title>Foto da semana – Periquitão-maracanã (Aratinga leucophthalma)</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 03:48:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Para fazer coro a foto do amigo Ciro Albano ganhadora do primeiro prêmio no concurso Avistar de fotografia de aves brasileiras deste ano, nada melhor que outra foto de Psittacídeo. Apesar de muitíssimo mais comum que a raríssima arara-azul-de-lear (Anadorhynchus leari) ganhadora do concurso deste ano, o periquitão-maracanã (Aratinga leucophthalma), também popularmente conhecido como maritaca, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify">Para fazer coro a foto do amigo Ciro Albano ganhadora do primeiro prêmio no concurso Avistar de fotografia de aves brasileiras deste ano, nada melhor que outra foto de Psittacídeo. </p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="Aleucophtalmus.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/Aleucophtalmus1.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="333" height="500" /></span>Apesar de muitíssimo mais comum que a raríssima arara-azul-de-lear (<em>Anadorhynchus leari</em>) ganhadora do concurso deste ano, o periquitão-maracanã (<em>Aratinga leucophthalma</em>), também popularmente conhecido como maritaca, pode ser facilmente observado nas áreas urbanas de muitas cidades brasileiras. Não obstante, a ubiquidade está longe de diminuir sua beleza, especialmente quando ilumidado por uma providencial luz de fim de tarde.</div></p>
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		<title>Resultados do 3° Concurso Avistar – Itaú BBA de Fotografia “Aves Brasileiras”</title>
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		<pubDate>Thu, 16 Apr 2009 03:19:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Acabam de ser divulgados os ganhadores do 3° Concurso Avistar &#8211; Itaú BBA de Fotografia &#8211; &#8220;Aves Brasileiras&#8221;. A belíssima foto abaixo,&#8221;Balé das Araras&#8221;, de autoria do amigo Ciro Albano, foi a grande ganhadora na categoria &#8220;Melhor Foto&#8221;. O restante das fotos premiadas podem ser conferidas no site do evento que este ano contou com [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p align="justify">Acabam de ser divulgados os ganhadores do 3° Concurso Avistar &#8211; Itaú BBA de Fotografia &#8211; &#8220;Aves Brasileiras&#8221;. A belíssima foto abaixo,&#8221;Balé das Araras&#8221;, de autoria do amigo Ciro Albano, foi a grande ganhadora na categoria &#8220;Melhor Foto&#8221;. O restante das fotos premiadas podem ser conferidas no <a href="http://www.avistarbrasil.com.br/concurso/2009/index.php">site do evento</a> que este ano contou com mais de 6500 concorrentes. O Caapora aproveita ensejo para parabenizar Guto Carvalho, idealizador do concurso e do &#8220;Avistar &#8211; Encontro Brasileiro de Observação de Aves&#8221;, pelo indispensável trabalha que vem realizando em prol da popularização da observação de aves no Brasil.</p>
<p align="justify"></p>
<p><span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="ciro.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/ciro1.jpg" class="mt-image-center" style="margin: 0pt auto 20px;text-align: center" width="500" height="362" /></span></p>
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		<item>
		<title>Foto da Semana (o retorno) – Atobá-pardo (Sula leucogaster)</title>
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		<pubDate>Tue, 07 Apr 2009 01:58:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>caapora</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[tchhhhhhh câmbio, alguém na escuta&#8230; Depois de um período um tanto quanto lacônico o Caapora vai aos poucos voltando a ativa. Para celebrar o retorno e colocar um pouco mais de cores no hábitat novo do Caapora aqui no Scienceblogs Brasil nada melhor que reinaugurar a série fotos da semana. As duas aves acima são [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>tchhhhhhh câmbio, alguém na escuta&#8230;<br />
Depois de um período um tanto quanto lacônico o Caapora vai aos poucos voltando a ativa.<br />
Para celebrar o retorno e colocar um pouco mais de cores no hábitat novo do Caapora aqui no Scienceblogs Brasil nada melhor que reinaugurar a série fotos da semana.<br />
<span class="mt-enclosure mt-enclosure-image"><img alt="sleucogaster_caapora.jpg" src="http://scienceblogs.com.br/caapora/files/2011/08/sleucogaster_caapora1.jpg" width="500" height="333" class="mt-image-center" style="text-align: center;margin: 0 auto 20px" /></span><br />
As duas aves acima são atobás-pardos (<em>Sula leucogaster</em>), foram clicadas na Praia Grande em Arraial do Cabo &#8211; RJ. Sempre achei &#8220;atobá-pardo&#8221; um nome injusto para um bicho tão bonito, mas vá lá, existem injustiças nomenclaturais bem maiores, falarei um pouco mais sobre isso em uma próxima postagem. Voltando ao atobás&#8230; os Sulidae são aves interessantíssimas, seu principal alimento são peixes, os quais são pescados através de mergulhos kamikazes (assista <a href="http://www.youtube.com/watch?v=BnTIyf1ETJE">esse </a>vídeo no you tube para entende melhor). Por conta de sua maneira única de obter alimento estas aves possuem diversas adaptações notáveis, sendo a falta de narinas uma das mais incríveis. Prometo dedicar uma postagem futura exclusiva a esses interessantes bípedes emplumados.</p>
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