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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921</atom:id><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 10:25:41 +0000</lastBuildDate><title>Café Empreendedor</title><description>Esse é o espaço no qual o empreendedor poderá se informar e refletir sobre o universo das Micro e Pequenas Empresas, seus desafios e oportunidades. Aqui, caro leitor, você poderá trocar idéias e contribuir com sugestões e relatos de suas experiências visando disseminar a Cultura Empreendedora.</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>580</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/CafEmpreendedor" /><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="cafempreendedor" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-4554832126610959393</guid><pubDate>Thu, 09 Feb 2012 14:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-09T12:00:34.969-02:00</atom:updated><title>Jovem empresário compra pizzaria e transforma negócio em rede com faturamento de R$ 3,3 mi</title><description>&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Empreendedores transformaram a rede O Pedaço da Pizza em negócio promissor.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;No primeiro mês à frente da rede de pizzarias O Pedaço da Pizza, Pedro Morganti, de 29 anos, comemorou um importante resultado: economizar dez quilos de queijo no preparo das redondas. Essa seria a primeira de uma série de mudanças para transformar uma empresa até então estagnada em rede de franquias lucrativa e com potencial para transformar-se em uma das maiores do ramo no País.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-766bbCrbFII/TzPRUuNl3JI/AAAAAAAAArU/39hannKUSk4/s1600/pizza_joaquim_floriano.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" sda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-766bbCrbFII/TzPRUuNl3JI/AAAAAAAAArU/39hannKUSk4/s1600/pizza_joaquim_floriano.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Nos últimos dois anos e meio, ele promoveu cortes de custos e reestruturações para profissionalizar a gestão, criar processos e preparar o terreno para uma expansão acelerada. E os primeiros resultados já aparecem. Lançada em maio de 2011, a franquia O Pedaço da Pizza já tem quatro lojas em São Paulo – outras três são próprias. E a partir de maio, será vendida a outros estados. “Nosso plano é levar o estilo norte-americano de comer pizza para todo o Brasil”, diz Morganti.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;É justamente o estilo casual e descolado de vender pizza que tornou-se o diferencial da rede. No mercado desde 1998, a marca foi criada por um empresário que queria solucionar o problema de jovens que, como seus filhos, frequentavam casas noturnas e tinham dificuldade de encontrar um lugar aberto onde comer na madrugada. Por isso, para rivalizar com as redes de fast-food, o local vende pizzas fracionadas e funciona em horário incomum: começa ao meio-dia e vai até o início da manhã.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Frequentador assíduo do estabelecimento, Morganti investiu na rede, com a ajuda do amigo de infância Danilo Iacovone, no momento que ficou sabendo que o local estava à venda. “Percebemos que era um negócio com grande potencial de crescimento, mas que não estava sendo bem gerido”, explica. Sem nenhuma experiência prévia como empreendedores, eles enfrentaram muitos desafios para profissionalizar o negócio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Comprar uma empresa não é fácil porque você precisa refazer muito trabalho”, afirma Morganti. Um dos principais impasses enfrentados por ele, por exemplo, foi adaptar os funcionários a nova cultura da empresa. “No começo nós escutávamos muito o que eles tinham a dizer porque eles conheciam a operação melhor do que nós”, relembra. “Mas para conquistá-los, tivemos que mostrar que mudanças podem ser boas”, lembra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Entre as alterações estava o acréscimo de novos produtos ao cardápio, como calzones, massas e saladas. Um serviço de buffet para festas e eventos também foi incorporado ao portfólio da empresa. O novo cardápio atraiu mais clientes no horário do almoço, período hoje responsável por 40% do faturamento total da rede. Dessa forma, em três anos, o ticket médio da loja subiu de R$13 para R$ 16 e o faturamento cresceu de R$ 2,2 milhões em 2008 para R$ 3,3 milhões em 2011 – alta de 50%.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com a venda de franquias, o plano é dobrar o número de lojas nos próximos quatro anos e chegar a 50 até 2015. Uma franquia da rede O Pedaço da Pizza custa a partir de R$ 300 mil e tem faturamento estimado em R$ 70 mil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Cuidado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Apesar da experiência bem-sucedida de Morganti, comprar uma empresa não é tarefa indicada para iniciantes, afirma o consultor do Sebrae- SP Gustavo Carrer. “É um processo que exige experiência para que o empresário não descubra problemas escondidos depois de o negócio estar fechado.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Além da experiência prévia, o candidato a empreendedor precisa avaliar os benefícios da operação, fazer auditoria para identificar eventuais erros e inconsistências nos indicadores de resultados e avaliar o quanto a empresa e seu ramo de atuação são promissores. “É importante ainda falar com consumidores e fornecedores para detectar qual a imagem da empresa no mercado.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Já Batista Gigliotti, especialista em compra e venda de empresas, destaca que a aquisição de um negócio traz vantagens, mas é preciso paciência. “O comprador deve entender que existe uma outra cultura no negócio e que é preciso calma e planejamento para fazer a transição.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Ligia Aguilhar - Estadão PME&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-4554832126610959393?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2012/02/jovem-empresario-compra-pizzaria-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-766bbCrbFII/TzPRUuNl3JI/AAAAAAAAArU/39hannKUSk4/s72-c/pizza_joaquim_floriano.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-494997422161613341</guid><pubDate>Fri, 27 Jan 2012 11:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-27T09:27:42.117-02:00</atom:updated><title>Mídias sociais viram oportunidade para pequenas e grandes empresas ganharem dinheiro na web</title><description>&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Redes viram importante canal de vendas e novos negócios surgem para aproveitar esta tendência.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;﻿ &lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-zyLBlrktlyM/TyKIMPK0_FI/AAAAAAAAArM/ovo6KLZuYcw/s1600/Mister+Shadow+-+AE.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" gda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-zyLBlrktlyM/TyKIMPK0_FI/AAAAAAAAArM/ovo6KLZuYcw/s1600/Mister+Shadow+-+AE.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #999999;"&gt;Mister Shadow/AE&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;﻿&lt;br /&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Grandes empresas já descobriram que as mídias sociais podem ser um importante canal de vendas para seus produtos – a Magazine Luiza, por exemplo, anunciou nesta quinta-feira, 26, que pretende abrir mais de 10 mil lojas nas redes sociais. De olho nessa tendência, pequenas empresas também começam a apostar no chamado social commerce.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O eiBOW é um dos novos negócios que pretendem surfar nessa onda. Lançada em novembro de 2011, a plataforma pretende ajudar o consumidor a personalizar suas compras e divulgar suas preferências aos amigos, com ajuda das redes sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;﻿﻿ &lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Funciona assim: o usuário se cadastra no site www.eiBOW.com, descreve sua personalidade e fornece dados que ajudam o site a elaborar uma lista de produtos que combinam com seu perfil. Para criar essa lista, o eiBOW procura os produtos nas lojas virtuais de seus clientes ¬– Casas Bahia, Centauro, Ponto Frio, Extra, Sephora e Peixe Urbano são alguns dos parceiros do novo site, que dialoga com todas as mídias sociais.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Quando um usuário olha a lista personalizada e se interessa por algum dos produtos indicados, ele pode compartilhar aquele produto com sua rede de amigos do Facebook, por exemplo, ou pode simplesmente clicar em um link e cair diretamente na loja virtual que comercializa aquele item”, explica Andrea Herrmann, uma das sócias do eiBOW.A cada venda realizada, o eiBOW recebe uma comissão (a empresa não ifnorma o valor).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O site permite aos usuários a criação de eventos como, por exemplo, aniversários, chá de fraldas, casamentos e amigo secreto. A lista de produtos favoritos é divulgada pelas redes sociais. “A nossa ideia é facilitar a compra de presentes, porque com a lista fica mais fácil saber o que vai agradar a pessoa presenteada”, argumenta Andrea. “Além disso, as empresas que são nossas clientes conseguem fazer uma venda direcionada, sem invadir a privacidade dos consumidores.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;﻿﻿&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A empresa carioca E-Like, criada também no segundo semestre de 2011, tem estratégia semelhante. Com um aplicativo chamado Meu Shopping, que roda no Facebook, a empresa divulga os produtos de marcas como Enoteca Fasano, Richard’s, Maria Bonita Extra, Salinas, Cantão e Hope Lingerie.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O consumidor só precisa “curtir” a página no Facebook e escolher o produto. Toda venda é feita pela própria rede social e a E-Like, assim como o eiBOW, recebe uma comissão das empresas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Mas embora o social commerce seja uma tendência irreversível, as empresas que decidirem vender seus produtos nas mídias sociais precisam tomar o cuidado de não importunar os consumidores com suas ofertas, avisam os especialistas. As marcas que, por oferecerem informações relevantes, cultivaram fãs e seguidores nas redes devem ser cautelosas ao usar suas páginas como canal de vendas, sob o risco de perder credibilidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Carolina Dall'Olio -&amp;nbsp;Estadão PME&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-494997422161613341?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2012/01/midias-sociais-viram-oportunidade-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-zyLBlrktlyM/TyKIMPK0_FI/AAAAAAAAArM/ovo6KLZuYcw/s72-c/Mister+Shadow+-+AE.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-6730232118249906086</guid><pubDate>Sun, 20 Nov 2011 10:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-20T08:09:50.245-02:00</atom:updated><title>"Se você está com o cliente, está certo", diz dona da Amor aos Pedaços</title><description>&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ivani Calarezi, sócia da rede Amor aos Pedaços, garante: é preciso tratar bem o cliente.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Z6hwe0z22P0/TsjRIWxxYUI/AAAAAAAAArE/HoZdkDEA-hM/s1600/ivani_materia_helvio_romero.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;img border="0" hda="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Z6hwe0z22P0/TsjRIWxxYUI/AAAAAAAAArE/HoZdkDEA-hM/s1600/ivani_materia_helvio_romero.JPG" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Consultar o serviço de atendimento ao consumidor (SAC) como primeira missão do dia. Deslocar imediatamente uma equipe de São Paulo para Resende, cidade localizada no interior do Rio de Janeiro, para constatar in loco os motivos das reclamações de clientes. E ficar sentada no ponto de venda observando como reage um desconhecido no instante em que degusta um dos doces cuidadosamente elaborados pela empresa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para Ivani Calarezi, não importa o tamanho da rede Amor aos Pedaços, da qual é sócia. Assim foi, é e sempre será a gestão da empresa. Lá, estatísticas e métricas são aceitas, mas não substituem o bom e velho relacionamento entre empresa e cliente. “Gosto de olhar nos olhos do consumidor para saber o que funciona ou não”, diz a empresária. “O cliente que reclama é o cliente que você não perde. Ele quer te ajudar.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ivani é pianista por formação e a cozinha sempre foi um hobby. Por isso, quase três décadas após a inauguração da primeira loja da rede - hoje são cerca de 60 unidades -, ela ainda dá expediente com a mesma empolgação inicial. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Nunca tive crise porque, na verdade, nem sei o que é crise. O dinheiro é uma consequência quando gostamos do que fazemos. Ainda passo 12 horas dentro da cozinha experimental brincando e bordando com o meu sonho”, afirma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A empresária e sua sócia, Silvana Marmonti, optaram por crescer pelo sistema de franquias. Mas é Ivani quem dá a palavra final na seleção dos parceiros. E a qualidade é uma preocupação constante. Tanto que funcionários da empresa visitam um a um os fornecedores da rede periodicamente. “Queremos saber, por exemplo, se a plantação de morangos usa a água adequada na irrigação das frutas”, conta a empreendedora.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;u&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;:: Os detalhes que fizeram a estratégia de Ivani funcionar ::&lt;/span&gt;&lt;/u&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Inovação&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para Ivani, nem sempre o cliente sabe o que quer. Às vezes, é muito importante deixar as pesquisas de lado para seguir os instintos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;SAC&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;São três letras fáceis de falar, mas complicadas de gerenciar. O serviço, porém, é levado a sério na rede Amor aos Pedaços.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Compartilhe&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O pulo do gato de Ivani foi escolher uma sócia que a liberou para se dedicar ao que ela realmente domina: a criação de doces e bolos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Portfólio&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O setor de alimentação fora do lar exige um ritmo forte de lançamentos. Por isso, a rede se esforça nesse quesito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Olhar firme&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Outro diferencial na gestão da empresa é não delegar tarefas estratégicas, como a escolha final dos franqueados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Renato Jakitas - Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-6730232118249906086?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/11/se-voce-esta-com-o-cliente-esta-certo.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Z6hwe0z22P0/TsjRIWxxYUI/AAAAAAAAArE/HoZdkDEA-hM/s72-c/ivani_materia_helvio_romero.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-2614678544175437273</guid><pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-09T09:10:57.261-02:00</atom:updated><title>2º Café Empreendedor - Encontro de Empreendedores</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O SEBRAE/RN, através do Escritório Regional do Trairi - Santa Cruz/RN, realiza neste dia 09 de novembro, às 09h, o segundo Café Empreendedor - Encontro de Empreendedores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com o tema "Oportunidades de Negócios para a Copa do Mundo de 2014", ministrada pelo analista do SEBRAE/RN e gestor do Projeto SEBRAE/RN e a Copa de 2014, Célio José&amp;nbsp;Vieira de Moura, os empresários da Região do Trairi terão a oportunidade de refletir e despertar para o universo de oportunidades que a Copa do Mundo 2014 já está proporcionando para Micro e Pequenas Empresas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O evento conta com a parceria da Câmara de Dirigentes Lojistas - CDL de Santa Cruz e da Rádio Santa Cruz AM 1410.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-71zgzeFHPjk/TrpfgKgTSMI/AAAAAAAAAq8/bdOKRZnwZS8/s1600/2+Caf%25C3%25A9+Empreendedor" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" ida="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-71zgzeFHPjk/TrpfgKgTSMI/AAAAAAAAAq8/bdOKRZnwZS8/s1600/2+Caf%25C3%25A9+Empreendedor" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-2614678544175437273?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/11/2-cafe-empreendedor-encontro-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-71zgzeFHPjk/TrpfgKgTSMI/AAAAAAAAAq8/bdOKRZnwZS8/s72-c/2+Caf%25C3%25A9+Empreendedor" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-7967026284457517420</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 12:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-17T10:16:20.585-02:00</atom:updated><title>Mercado de festas infantis agora diversifica serviços para ganhar espaço</title><description>&lt;div class="chamada"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Setor oferece eventos que podem reunir tantos convidados quanto um casamento.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="chamada"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="corpo"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ao dar uma olhada no número de comemorações que alguns pais preparam hoje para seus filhos, fica fácil entender porque o mercado de festas infantis ainda apresenta boas oportunidades de negócio. E como as mães hoje trabalham, muitas não conseguem arrumar tempo para organizar uma festa – mas têm dinheiro para contratar quem faça isso por elas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A longa lista de festas infantis começa antes mesmo de a criança nascer, com&amp;nbsp;o chá de bebê. O que antes se resumia a uma reunião informal entre amigas, ganhou status de evento e pode reunir tantos convidados quanto um casamento. A depender do tamanho do bolso do casal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Logo depois do nascimento do nenê, lá vem outra novidade. Um número crescente de pais tem aderido a uma comemoração pouco usual, criada para evitar que o bebê receba muitas visitas em casa. Chama-se “chá de apresentação”, uma festa em que a criança é apresentada para a família e para o círculo de amigos do casal de uma só vez. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ainda não acabou. Nas famílias católicas, é possível que os pais organizem outra festa muito em breve: a comemoração do batizado. Até que, enfim, a criança complete um ano e inaugure a era dos aniversários infantis. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“As principais oportunidades para quem pretende abrir um buffet ou quer montar uma empresa que forneça produtos e serviços para festas infantis é se especializar em comemorações voltadas para crianças de até 3 anos de idade”, indica Zuleica Russi, organizadora do Mega Festas Kids &amp;amp; Teen, exposição que reúne fornecedores do setor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para Zuleica, as empresas com foco neste público vendem mais, conseguem fidelizar o cliente desde o berço e ainda sofrem menos com as oscilações do cenário econômico. “Pai e mãe sempre dão prioridade para a festa do filho, principalmente nesta idade”, afirma a organizadora do Mega Festas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;As festas mais simples, para 50 pessoas, não costumam sair por menos de R$ 3 mil, estima Zuleica. A partir daí, a imaginação e a disposição a gastar é que ditam o limite das despesas. Não é difícil encontrar organizadores que já tenham feito festas de R$ 50 mil para crianças. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O ramo oferece muitas oportunidades, sem dúvida. Mas também apresenta concorrência acirrada. “É preciso construir uma reputação no setor para conseguir indicações”, reforça Zuleica. “ E ter um diferencial também é importante, porque há muitas empresas já estabelecidas no mercado.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A demora para que a empresa ficasse conhecida foi a principal dificuldade enfrentada por Kika Duarte, dona da Auguri Festas. “Nesse setor, a propaganda não adianta muito. O que vale é o reconhecimento do seu trabalho pelos pais das crianças e pelas pessoas que frequentam as festas”, afirma. “São eles que vão trazer outros clientes.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;As festas organizadas pela Auguri, normalmente voltadas para crianças de até 3 anos, costumam custar entre R$ 5,8 mil e R$ 7,2 mil. Para 50 pessoas. Ela fornece o serviço de buffet e a decoração.&amp;nbsp; No setor há nove anos, Kika acredita que a principal tendência desse mercado é a personalização. “Ninguém quer uma festa igual àquela feita para a outra criança. Cada mãe que entra aqui pede para eu criar uma coisa nova, que tenha a cara do seu filho.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ao organizar uma festinha com a cara de sua filha Catarina, a empresária Fernanda Quintanilha e sua cunhada Priscila Quintanilha acabaram criando um novo negócio. O Chá das 5 é o nome da empresa que organiza um chá de bonecas para comemorar aniversários de meninas que tenham entre 4 e 9 anos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“A ideia foi retomar costumes simples, que foram perdidos, e assim estimular a convivência entre as crianças”, define Priscila. A empresa leva todo o mobiliário, a decoração e as comidinhas para a festa, que pode comportar no máximo 20 meninas. Recém-criada, a empresa atua em São Paulo e Brasília. O trabalho já foi contratado por uma academia de balé (que quer fazer um chá de confraternização para as alunas) e por muitas menininhas doidas para brincar de boneca com as amigas. O preço do serviço? R$ 120 por criança.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Carolina Dall'Olio - Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-7967026284457517420?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/10/mercado-de-festas-infantis-agora.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-5096966653121953186</guid><pubDate>Fri, 14 Oct 2011 14:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-14T11:28:43.781-03:00</atom:updated><title>Oito em cada dez paulistanos estão nas redes sociais. Aproveite!</title><description>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Números comprovam necessidade da pequena empresa organizar uma estratégia virtual.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dCfqqww2rGk/TphG3mhsfKI/AAAAAAAAAqM/vd49WBE5XWo/s1600/Daniel+Teixeira+AE.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" oda="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-dCfqqww2rGk/TphG3mhsfKI/AAAAAAAAAqM/vd49WBE5XWo/s1600/Daniel+Teixeira+AE.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;De cada dez moradores de São Paulo, oito estão nas redes sociais. Esta é uma das conclusões da Pesquisa sobre Hábitos dos Paulistanos na Internet, realizada em maio com mil entrevistados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Segundo o levantamento, cerca de 9,35 milhões de pessoas, ou 82,73% dos moradores da capital paulista, fazem parte de ao menos uma rede social. Entre as pessoas com mais de 18 anos e menos de 35, o total é ainda maior, chegando a 89,54%. Aqueles com idades entre 35 e 70 anos, o total saltou de 61,05% em 2010 para 73,27% neste ano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O Orkut segue como a rede social mais comum, com 74,91% de penetração, mas o site que pertence à empresa Google vem perdendo espaço, pois no ano passado sua popularidade chegava a 82,08%. Quem vem ganhando terreno é o Facebook, que registra 30,06 pontos porcentuais de aumento de uma pesquisa para outra, atingindo agora 54,04% da população paulistana. O Twitter é usado por 19,06% e o MSN, por 66,10%. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Os números comprovam a necessidade das pequenas e médias empresas organizaram - o quanto antes - uma estratégia para as redes sociais. Para ajudá-lo, o site do Estadão PME organizou abaixo informações importantes sobre cada mídia social e, principalmente, como tirar o melhor proveito delas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Orkut e Facebook&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O Orkut ainda é um importante canal de contato com o público das classes C e D. Portanto, não deve ser descartado como ferramenta pelas empresas que visam esse público-alvo. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Já o Facebook funciona como uma boa ferramenta de contato com universitários e as classes A e B. Os especialistas recomendam que as fan pages e as comunidades da empresa sejam um espaço de discussão, onde o empresário não apenas divulgue suas ações, mas também gere conteúdo e interação entre os usuários. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Além disso, as ferramentas podem ser utilizadas para realizar promoções e para a venda de produtos por meio do social commerce. “O Facebook divulgou que possui mais de 800 milhões de usuários ativos, um público enorme. E ainda pretende com seu redesenho manter o usuário conectado por mais tempo na página, o que mostra a força que essa ferramenta tem”, afirma o consultor de marketing digital Cláudio Torres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Twitter&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“O twitter é surdo”, brinca o professor Alexandre Marquesi, da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), em referência ao fato de que a interação no microblog é menor do que a que acontece no Facebook, por exemplo. Para ele, o canal tem que ser utilizado para uma exposição positiva da empresa e como um canal de atendimento ao cliente. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Um exemplo de uso do twitter considerado positivo pelos especialistas é o da varejista norte-americana Best Buy, que criou um twitter exclusivo, o @twelpforce, para tirar dúvidas dos consumidores da loja sobre os produtos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Quem responde às questões são os próprios vendedores da loja. “Essa é uma boa estratégia para a empresa que não consegue gerar conteúdo original na rede”, diz Torres. Já para as empresas que produzem informação em um blog, por exemplo, o twitter pode ser usado como meio de divulgação desse conteúdo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Foursquare&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A rede, que permite que usuários cadastrados informem por meio do seu smartphone o estabelecimento comercial onde está, realizando um check in online, ganhou popularidade nos últimos meses, mas ainda está longe de ser uma ferramenta considerada tão eficiente pelos especialistas em marketing digital quando o Facebook. Ainda assim, pode ser uma forma interessante de pequenos estabelecimentos comerciais ganharem, sobretudo, status. “Como as pessoas só fazem check in em lugares bons, a empresa precisa trabalhar o posicionamento da sua marca”, diz Marquesi, da ESPM. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Uma das formas de chamar a atenção dos clientes mais utilizadas na rede e que pode ser adotada pelas pequenas empresas é oferecer prêmios para o mayor (prefeito) do estabelecimento - título dado ao consumidor que frequenta mais vezes o lugar - como um café gratuito ou uma diária grátis em um hotel, por exemplo. Outra boa estratégia é acompanhar o comportamento do cliente do foursquare em outras mídias sociais e ver como outras pessoas interagiram com o check in realizado pela pessoa no estabelecimento. No próprio site da ferramenta há uma página para empresas com dicas sobre como usar o Foursquare. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Youtube&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Os especialistas recomendam que a ferramenta seja utilizada para produção de conteúdo informativo e como forma de demonstrar os usos de um produto. “Uma academia pode gravar um vídeo com os seus professores dando dicas de exercícios e de saúde”, exemplifica Torres. Segundo ele, esse conteúdo traz visibilidade e credibilidade para a marca. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Um caso famoso de uso do youtube é uma campanha da empresa americana Blendtec, que para demonstrar o poder de sua linha de liquidificadores, criou no You Tube o programa Will it blend?, no qual o fundador da marca, Tom Dickson, tritura produtos diversos, como um iPad ou um par de tênis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: x-small;"&gt;Via: Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-5096966653121953186?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/10/oito-em-cada-dez-paulistanos-estao-nas.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-dCfqqww2rGk/TphG3mhsfKI/AAAAAAAAAqM/vd49WBE5XWo/s72-c/Daniel+Teixeira+AE.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-4086490201425607441</guid><pubDate>Tue, 11 Oct 2011 13:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-11T10:34:43.154-03:00</atom:updated><title>Arcor lança biscoito com nanotecnologia</title><description>&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;"Cooling", como é chamada a tecnologia, mantém aroma mentolado encapsulado e o revela conforme ele vai sendo consumido.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-LbZbs5eUscs/TpRFYKrXQ3I/AAAAAAAAAqE/atlTgDTikrI/s1600/size_380_bolacha-arcor.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" oda="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-LbZbs5eUscs/TpRFYKrXQ3I/AAAAAAAAAqE/atlTgDTikrI/s1600/size_380_bolacha-arcor.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A Arcor do Brasil anunciou o lançamento do novo “Danix Choco Shake” sabor Milk Shake de Chocolate, sob licença dos Pinguins de Madagascar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A nanotecnologia empregada na guloseima, denominada “cooling”, conserva e mantém encapsulado o aroma mentolado e refrescante que vai sendo revelado a cada mordida. Para se chegar ao resultado final ideal, o produto foi estudado por cerca de dez meses.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Além da sensação gelada, contém chocolate maltado e Vitacálcio (complexo de vitamina e cálcio), proteína responsável pelo fortalecimento e crescimento dos ossos e também dos dentes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Segundo o diretor de Marketing de Biscoitos e Panificados da Arcor do Brasil, Rodrigo Peçanha, a empresa espera um crescimento de 30% de vendas para a linha de biscoitos Danix. “Nosso consumidor é muito exigente e sempre almeja novas experiências, por isso, investimos muito em novos sabores e nos personagens licenciados para aproximar o público infantil da marca”, explica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Exame.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-4086490201425607441?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/10/arcor-lanca-biscoito-com-nanotecnologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-LbZbs5eUscs/TpRFYKrXQ3I/AAAAAAAAAqE/atlTgDTikrI/s72-c/size_380_bolacha-arcor.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-2491809398063371778</guid><pubDate>Thu, 06 Oct 2011 13:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-06T10:58:28.896-03:00</atom:updated><title>O método Steve Jobs</title><description>&lt;div class="subtitle"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Centralizador e perfeccionista, inventivo e empreendedor. Esse era o perfil do homem que criou a maior empresa de tecnologia da história, a Apple.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-thNyMZaeHBE/To2xOQ9N0cI/AAAAAAAAAqA/bZZRODwT1Gs/s1600/steve-jobs-apple-23-size-598.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-thNyMZaeHBE/To2xOQ9N0cI/AAAAAAAAAqA/bZZRODwT1Gs/s1600/steve-jobs-apple-23-size-598.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitle" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;Steve Jobs durante um evento especial de divulgação do iPhone 4 na Califórnia, 2010 &lt;span&gt;(Robert Galbraith/Reuters)&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="subtitle"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Não existe alguém no mundo da tecnologia que desperte a mesma paixão que Steve Jobs provoca. Seus admiradores, antes um restrito grupo de usuários de Macs, podem atualmente ser encontrados entre jovens e velhos, pobres e ricos, especialistas e neófitos – um fruto do sucesso de iPod, iPhone e iPad. As&amp;nbsp; palavras do gênio inventivo eram ouvidas com atenção por milhares conectados à internet a cada apresentação de um novo produto que ninguém sabia que existia, mas que, a partir de sua aparição, tornava-se um item "necessário" ou até "vital". Ao mesmo tempo, Jobs era conhecido como um chefe extremamente exigente, cruel por vezes, um perfeccionista que, segundo lendas, chegou a demitir funcionários no elevador da companhia porque eles demoraram a responder a uma&amp;nbsp; indagação acerca de um produto em desenvolvimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitle" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Jobs não era engenheiro, designer ou administrador de empresas formado por uma universidade. Mesmo assim, conseguiu criar produtos inovadores e esteticamente imitados por toda a concorrência, além de ter tirado a empresa que ajudou a criar da falência, transformando-a em uma das mais rentáveis e lucrativas do mundo. Talvez essa seja a resposta para o seu sucesso: em vez de pensar como um técnico, ele enxergava o mundo pelo prisma do usuário. "Jobs conseguia conversar com as pessoas de igual para igual, sem aquele discurso técnico, chato", afirma Eric Johnson, da fundador e diretor da Ironfire Capital, empresa de investimentos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Steven Paul Jobs foi adotado. Seus pais adotivos tiveram de prometer que o menino cursaria a faculdade para poder ficar com ele. Apesar dos esforços, o rapaz desistiu de estudar seis meses depois de ingressar na Reed College, uma universidade liberal em Portland, Oregon. Resolveu viajar pela Índia (Jobs é budista) e, de volta à Califórnia, se juntou a Steve Wozniak para fundar a Apple, se tornar o mais jovem milionário da indústria de informática, ser chutado da empresa que criou, montar uma nova empresa (que fracassou), comprar um estúdio de animação 3D (que se tornaria a Pixar), voltar para a Apple e mudar a vida de todos nós com os produtos que ajudou a criar durante a última década.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A melhor maneira de entender o sucesso de Steve Jobs é recordar a avaliação que ele fez de si próprio durante o discurso proferido para a turma de formandos da Universidade de Stanford, em 2005. Ele contou que abandonou a faculdade para fazer um curso de caligrafia, narrou o episódio de saída da Apple e, por fim, falou sobre a doença que o acompanhava há anos, um câncer no pâncreas. E resumiu o mantra que criou para si: faça o que você ama e siga sua intuição.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Em seu livro &lt;em&gt;Inovação, A Arte de Steve Jobs&lt;/em&gt;, Carmine Gallo, especialista em treinamento de executivos e estudioso da vida do pai da Apple, afirma que o método de trabalho de Jobs obedecia a sete mandamentos: faça o que você gosta, cause impacto no universo, coloque o cérebro para funcionar, venda sonhos em vez de produtos, diga não a mil coisas, crie experiências incríveis e defina bem sua comunicação. As diretrizes guiaram todo o trabalho do criador, do processo de criação dos produtos à sua divulgação.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Leander Kahney, autor do livro &lt;em&gt;A Cabeça de Steve Jobs&lt;/em&gt;, adiciona outro ingrediente importante para a receita do sucesso, um componente que fez parte da personalidade do gênio empreendedor: controle. Jobs era extremamente perfeccionista e não admitia que nada fosse feito sem seu aval. Isso é tão claro que até nas embalagens dos produtos Apple há o toque dele. De acordo com Kahney, para Jobs, o ato de desembalar o produto é tão importante quanto o de usá-lo. Ele não foi o inventor do iPod, mas foi o responsável por tornar o tocador de MP3 um dispositivo que todos os usuários pudessem usar. Para isso, disse a engenheiros e designers o que iria funcionar ou não. Estava certo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Trabalhar com prazer e manter controle sobre a própria criação são dois aspectos importantes no método Steve Jobs. Enquanto o primeiro tem um aspecto romântico, o segundo revela um elemento essencial para a Apple. Um exemplo: todos os lançamentos da empresa são envoltos por uma aura de segredo. Como será o novo iPhone? Quais as novas funcionalidades do iPad? Esses temas são debatidos em sites de tecnologia e também na imprensa em geral – além de virar assunto entre consumidores. O segredo busca potencializar o impacto das novidades. E mesmo com o vazamento quase diário de informações, Jobs conseguia causar um grande reboliço cada vez que subia ao palco para mostrar um novo produto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O controle total sobre seus produtos foi fundamental também para afirmar a marca Apple. Se o usuário quer usar o iOS, tem que comprar um iPhone. Se quer o Mac OS X, deve adquirir um Mac. Assim, a empresa monitora de perto seus usuários e não abre espaço para a divisão do negócio com outros fabricantes, como acontece com a Microsoft e o Google Android, para citar dois exemplos. Para Jobs, não havia meio termo. A história recente da tecnologia provou que ele estava certo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Sérgio Miranda - Veja&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-2491809398063371778?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/10/o-metodo-steve-jobs.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-thNyMZaeHBE/To2xOQ9N0cI/AAAAAAAAAqA/bZZRODwT1Gs/s72-c/steve-jobs-apple-23-size-598.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-8954090573796067358</guid><pubDate>Wed, 05 Oct 2011 13:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-05T10:01:39.665-03:00</atom:updated><title>Histórias de sucesso são relatadas em livro editado pelo Sebrae</title><description>&lt;div class="sub_tit"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;A publicação conta a trajetória de pessoas, empresas e instituições que fizeram de seus negócios um exemplo de empreendedorismo. O lançamento do livro será em Mossoró e faz parte das comemorações do Dia da Micro e Pequena Empresa.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="sub_tit"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-c-LJhx6-89Q/ToxU4IalLII/AAAAAAAAAp8/NDJNb_Aun6o/s1600/Casos+de+Sucesso.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-c-LJhx6-89Q/ToxU4IalLII/AAAAAAAAAp8/NDJNb_Aun6o/s1600/Casos+de+Sucesso.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Um grupo de 33 empresas envolvidas direta ou indiretamente com a cadeia produtiva do petróleo decidiu formar uma rede, a REDEPETRO RN, para ganhar mais competitividade em outubro de 2009. Naquele mesmo ano, a Cooperativa de Desenvolvimento Agroindustrial Potiguar (COODAP) comemorava um feito inédito: trinta contêineres de melão cultivado pela comunidade de Pau Branco, em Mossoró, atravessam o atlântico com destino à Inglaterra. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Perto dali, em frente à Igreja de Santa Luzia, padroeira dos mossoroenses, a artesã Francisca Fernandes, hoje formalizada como Empreendedora Individual, em 2008 confeccionava pela primeira vez uma caricatura em biscuit, a do cantor jamaicano Bob Marley. Enquanto isso, o casal de empresários Pedro e Aurita Negócio decide esquecer o ramo de bonés e investir na fabricação de fardamentos para as indústrias petrolíferas e salineiras com a Pollybrindes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As coincidências de datas, locais e momentos de conquistas para as pessoas, empresas e instituições citadas comprovam que a visão empreendedora pode ser determinante para transformar negócios aparentemente simples em exemplos de sucesso no mercado. As trajetórias desses quatro casos bem sucedidos na região de Mossoró estão reunidas no livro “Histórias de Sucesso do Empreendedor Potiguar III”, que será lançado pelo Sebrae no Rio Grande do Norte, nesta quarta-feira (5) – Dia da Micro e Pequena Empresa, às 18 horas, no Escritório Regional do Oeste, em Mossoró.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A publicação traz 13 casos de empresas e empreendedores que, com o apoio e consultoria do Sebrae-RN, alcançaram sucesso com os seus negócios e hoje são referência para as demais empresas nos referidos segmentos. O livro relata a trajetória de empreendimentos situados nas diversas regiões do Rio Grande do Norte, sendo cinco deles de Mossoró e regiões próximas. “Com a publicação desse livro, comprovamos a força do empreendedorismo nas diversas regiões e que nasce a partir de pessoas com visão, dispostas a encontrar diferenciais competitivos e vontade de fazer o melhor em seus segmentos”, ressalta o diretor superintendente do Sebrae-RN, José Ferreira de Melo Neto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com 126 páginas, a publicação conta histórias como dois projetos desenvolvidos pelo Sebrae-RN – o Natal Pensando Moda e a REDEPETRO RN - alcançaram êxito agregando diversas empresas ligadas à mesma cadeia produtiva. Comprova o valor do agronegócio, destacando a Farinha dos Anjos e o bom exemplo do melão da COODAP, além do artesanato, ao descrever a história das associações de artesãos mossoroenses e de Vera Cruz. No setor industrial, o livro descreve o fortalecimento da Ster Bom e da Pollybrindes, assim como a empresa transportadora Auto Peças São Paulo. Vem do turismo os casos do Restaurante e Cachaçaria Urca do Tubarão, Pousada Bella Vista e Pousada Casa de Taipa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="sub_tit"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="news_source"&gt;&lt;div class="ass_not"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Cleonildo Mello - Agência SEBRAE/RN de Notícias&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-8954090573796067358?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/10/historias-de-sucesso-sao-relatadas-em.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-c-LJhx6-89Q/ToxU4IalLII/AAAAAAAAAp8/NDJNb_Aun6o/s72-c/Casos+de+Sucesso.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-8800463956898690383</guid><pubDate>Mon, 03 Oct 2011 13:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-03T10:37:14.354-03:00</atom:updated><title>SEBRAE/RN realiza 1º Café Empreendedor</title><description>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-cug11zxNDWk/Tom3XPkOBTI/AAAAAAAAAp0/6l_pL2riI3g/s1600/C.E+-+Convite+Capa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" kca="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-cug11zxNDWk/Tom3XPkOBTI/AAAAAAAAAp0/6l_pL2riI3g/s400/C.E+-+Convite+Capa.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia;"&gt;O SEBRAE/RN através do Escritório Regional do Trairi, sediado em Santa Cruz/RN realiza neste dia 04/10/2011, às 08h, o &lt;strong&gt;1º Café Empreendedor - Encontro de Empreendedores&lt;/strong&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Uma oportunidade para empresários e empreendedores conversarem sobre temas que permeiam o universo da gestão de micro e pequenas empresas e obter novas perspectivas de negócios.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-eAxIdV7mGjk/Tom3waERwUI/AAAAAAAAAp4/v8ImubtN-Ik/s1600/Cafe+sebrae+branco.jpg" imageanchor="1" style="cssfloat: left; margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" kca="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-eAxIdV7mGjk/Tom3waERwUI/AAAAAAAAAp4/v8ImubtN-Ik/s400/Cafe+sebrae+branco.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;Na sua primeira edição o Café Empreendedor terá como tema principal as "Mídias Sociais e o Mundo Corporativo"&lt;/strong&gt;, uma análise dessas ferramentas como oportunidades de negócios e relacionamento com clientes, seus desafios e oportunidades.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Não percam!!!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: left;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;Equipe Café Empreendedor&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-8800463956898690383?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/10/sebraern-realiza-1-cafe-empreendedor.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-cug11zxNDWk/Tom3XPkOBTI/AAAAAAAAAp0/6l_pL2riI3g/s72-c/C.E+-+Convite+Capa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-3248873903824240307</guid><pubDate>Fri, 30 Sep 2011 10:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-30T07:35:10.162-03:00</atom:updated><title>Como vender para outras empresas?</title><description>&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-IJLlqtOdwCo/ToWbClCMRhI/AAAAAAAAAps/xFRCREExyrg/s1600/size_590_Contrato.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" kca="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-IJLlqtOdwCo/ToWbClCMRhI/AAAAAAAAAps/xFRCREExyrg/s320/size_590_Contrato.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Muitas pequenas e médias empresas não vendem seus produtos para os consumidores finais, mas para outras empresas e precisam fazer o chamado marketing B2B (bustiness-to-business).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Nesses casos, o processo de decisão de compra é mais esquematizado e racional. Esse processo pode ser influenciado por três fatores, que sua empresa deve conhecer: o centro de compras do cliente potencial, a filosofia da organização de compras ou a cultura corporativa e a situação de compra.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O centro de compras pode ser composto por uma única pessoa ou, em empresas maiores, ser mais estruturado e formado por alguém que inicia o processo de compra, alguém que influencia os demais, aquele que efetivamente toma a decisão, o comprador propriamente dito, o usuário e o guardião, que controla as informações e o acesso àqueles que tomam as decisões.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Frequentemente, esses papéis são exercidos por pessoas de diversas áreas, como compras, finanças, manufatura e comercial. Por isso, é importante que sua empresa consiga dialogar de maneira clara e persuasiva com todas essas áreas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A cultura da organização é o conjunto de valores, tradições e costumes que direcionam o comportamento dos funcionários. Essa cultura tem grande influência nas decisões de compras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Por exemplo, se a empresa-cliente for mais democrática, você precisará convencer a maioria ou todos os membros do centro de compras. Por outro lado, se a empresa for mais autocrática, valerá mais usar seu tempo descobrindo quem é a pessoa do centro de compras que de fato decide.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Há basicamente três situações de compra. A recompra direta é mais simples, pois o comprador está apenas repetindo compras anteriores e, se ele já for seu cliente, seu papel será garantir a manutenção do bom relacionamento.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Na recompra modificada, o comprador altera alguma coisa, podendo ser a especificação do produto, seu nível de qualidade, o preço desejado, as condições de entrega, entre outros. Nesse caso, abre-se uma nova rodada de negociação. Por último, a nova compra é o momento em que sua empresa precisa persuadir o novo cliente a fechar negócio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Daniela Khauaja - Portal Exame.com&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-3248873903824240307?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/como-vender-para-outras-empresas.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-IJLlqtOdwCo/ToWbClCMRhI/AAAAAAAAAps/xFRCREExyrg/s72-c/size_590_Contrato.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-2338216537924883840</guid><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 18:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-29T15:31:58.410-03:00</atom:updated><title>Sucessão nos negócios: pai e filho comandam restaurante de sucesso</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Com técnica e talento, Rodrigo Oliveira ajudou o pai a transformar o Mocotó, restaurante da família, em referência.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-x1YIKD-liLI/ToS5ZJT01dI/AAAAAAAAApo/jCuv9Ca6xlg/s1600/sucess%25C3%25A3o.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kca="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-x1YIKD-liLI/ToS5ZJT01dI/AAAAAAAAApo/jCuv9Ca6xlg/s1600/sucess%25C3%25A3o.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O restaurante Mocotó, responsável por colocar o bairro paulistano da Vila Medeiros no mapa da gastronomia brasileira, prova que uma empresa familiar pode melhorar – em vez de desandar – quando chega à segunda geração. A casa, aberta pelo pernambucano José Oliveira de Almeida em 1973, ganhou apuro técnico na cozinha e gestão profissional em 2005, quando Rodrigo Oliveira passou a dividir com o pai a condução do negócio. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Não seria justo com seu José dizer que o Mocotó só virou um sucesso depois de Rodrigo. Nada disso. Quando era menor, o Mocotó já vivia com as mesas ocupadas e a reputação da cozinha sempre foi boa na região.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Mas no momento em que Rodrigo se graduou em gastronomia, mudou as receitas e reorganizou o restaurante, o Mocotó atingiu outro patamar: ganhou respeito no sofisticado mundo gastronômico, chamou a atenção da imprensa e atraiu um público amplo. Decolou.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Hoje, o local atende cerca de 20 mil consumidores por mês. Como o tíquete médio é de R$ 35, estima-se que o faturamento mensal do restaurante chegue a R$ 700 mil. A clientela, antes formada apenas por moradores da região, agora engloba também políticos, artistas, jogadores de futebol e outras celebridades. O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso é um dos novos frequentadores. “Mas quando ele veio aqui teve de encarar a fila de espera como todo mundo”, garante seu José.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ser um lugar simples e democrático é uma das características que o Mocotó carrega desde o início – e que Rodrigo, sabiamente, manteve. Por isso, mesmo depois de melhorar a qualidade dos ingredientes, o Mocotó continuou a praticar preços acessíveis a todos. Com R$ 15 é possível fazer uma refeição completa no local – o ganho da empresa vem da escala.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O DNA da cozinha foi preservado, mas os sabores nordestinos funcionaram como ponto de partida para que Rodrigo criasse suas receitas. Com pesquisa, talento e técnica, ele mudou parte do cardápio. Mas teve de submeter cada novo prato ao crivo do pai. “Ele é formado em gastronomia, mas eu sou formado em ‘mocotologia’. Eu sei bem do que os clientes gostam”, ironiza seu José.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;Gestão&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Além da cozinha, Rodrigo melhorou também a gestão do Mocotó. Para o chef, o principal erro já cometido pelo restaurante foi permitir que os funcionários cumprissem uma jornada árdua. “Eu e meu pai sempre achamos normal trabalhar 14, 16 horas. Nós fazemos isso, então, as pessoas que trabalham aqui também faziam”, diz. “Mas é uma situação que não se sustenta”, conclui o empresário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Além de registrar todos os 54 funcionários e respeitar o expediente, Rodrigo aprimorou os cuidados que o pai já dispensava à equipe. Manteve o hábito de só contratar conhecidos (deles e dos funcionários) e de fazer todos começarem pelos cargos mais baixos. Mas passou a oferecer treinamento, melhorou a remuneração fixa e instituiu a divisão igualitária dos 10% pagos pelos clientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Seu José e Rodrigo nem sempre – ou quase nunca – concordam sobre os rumos do negócio. “Eu sou estourado e o Rodrigo é cabeça dura”, define o pai. Rodrigo avisa que pretende abrir, em breve, um novo restaurante na região. Mas seu José não gosta da ideia. “Eu e meu pai sempre discutimos”, admite o filho. “Mas quando vamos embora do restaurante eu falo ‘bênção, pai’, e ele me dá um beijo e a bênção.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Carolina Dall'Olio - Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-2338216537924883840?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/sucessao-nos-negocios-pai-e-filho.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-x1YIKD-liLI/ToS5ZJT01dI/AAAAAAAAApo/jCuv9Ca6xlg/s72-c/sucess%25C3%25A3o.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-178224652867228386</guid><pubDate>Tue, 27 Sep 2011 11:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-27T08:43:26.286-03:00</atom:updated><title>Saiba como ganhar clientes e popularidade com as mídias sociais</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Especialistas explicam as melhores estratégias para uma pequena empresa fazer bom proveito desse tipo de ferramenta.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7SrkJKDMoWI/ToG1xDy8gYI/AAAAAAAAApk/N9ZEhvs9h58/s1600/internet_picnik.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" kca="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-7SrkJKDMoWI/ToG1xDy8gYI/AAAAAAAAApk/N9ZEhvs9h58/s1600/internet_picnik.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Na quinta-feira&amp;nbsp; passada, Mark Zuckerberg veio a público anunciar uma série de mudanças na sua rede social, o Facebook,&amp;nbsp; com o objetivo de aumentar a interação e o tempo de permanência do usuário no site. O anúncio só veio reforçar o que a maioria das empresas já sabe: estar presente nas&amp;nbsp; mídias sociais é cada vez mais importante para ganhar visibilidade, clientes e dinheiro. “Essas ferramentas deram um poder para as pequenas empresas&amp;nbsp; que antes era acessível somente para as grandes ”, diz o professor de redes sociais da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), Alexandre Marquesi.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Mas saber usar essas ferramentas de maneira adequada é fundamental para as ações no mundo virtual não se tornarem uma arma contra o próprio negócio. Para Marquesi, são três as estratégias que uma pequena empresa pode desenvolver na rede: a realização de promoções como desconto no preço de produto e serviços, o uso do social commerce para comércio no mundo virtual e a utilização de links patrocinados para tornar uma marca conhecida. “Essas ferramentas dão exposição e exigem que a empresa se exponha de forma positiva”, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Antes de criar perfis nessas redes a empresa deve ouvir o que seus clientes têm a dizer. Analisar o perfil do público-alvo, a forma como essas pessoas se comportam e a linguagem utilizada ajuda a desenvolver a estratégia de inserção da empresa na internet. “As empresas entram nessas redes tentando estabelecer muito rápido uma rede de seguidores, quando a primeira coisa a ser feita é ouvir”, diz o consultor de marketing digital e autor do livro “A Bíblia do marketing digital”, Cláudio Torres. “Na rede social as empresas não são o que elas acham que são, mas sim o que os consumidores enxergam nelas.”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Outro ponto importante destacado pelos especialistas é que as mídias sociais não são um canal de propaganda, mas sim uma ferramenta para criar relacionamento com os consumidores. “O ideal é criar conteúdo e gerar informações e discussões sobre temas ligados ao negócio”, diz Torres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O terceiro passo é cuidar da reputação do negócio. Não só é importante responder aos comentários e mensagens deixadas pelos clientes, como também solucionar problemas e reclamações. E não adianta tentar esconder comentários negativos ou falhas do negócio. “A internet não é um ambiente manipulável”, afirma Torres. Por isso, Marquesi, da ESPM, sugere que no Twitter ou no Facebook , por exemplo, a empresa crie páginas separadas, uma para divulgação de conteúdo da empresa e outra para atendimento a clientes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Por último, está a adoção da melhor estratégia para cada ferramenta. Confira abaixo algumas sugestões de como utilizar as principais mídias sociais:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;1 - Orkut e Facebook&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O Facebook já ultrapassou o Orkut em número de usuários e em popularidade entre os brasileiros, mas o Orkut ainda é um importante canal de contato com o público das classes C e D. Portanto, não deve ser descartado como ferramenta pelas empresas que visam esse público-alvo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Já o Facebook funciona como uma boa ferramenta de contato com universitários e as classes A e B. Os especialistas recomendam que as fan pages e as comunidades da empresa sejam um espaço de discussão, onde a empresa não apenas divulgue suas ações, mas também gere conteúdo e interação entre os usuários. Além disso, as ferramentas podem ser utilizadas para realizar promoções e para a venda de produtos por meio do social commerce. “O Facebook divulgou que possui mais de 800 milhões de usuários ativos, um público enorme. E ainda pretende com seu redesenho manter o usuário conectado por mais tempo na página, o que mostra a força que essa ferramenta tem”, afirma Torres.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;2 - Twitter&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“O twitter é surdo”, brinca o professor Marquesi, em referência ao fato de que a interação no microblog é menor do que a que acontece no Facebook, por exemplo. Para ele, o canal tem que ser utilizado para uma exposição positiva da empresa e como um canal de atendimento ao cliente. Um exemplo de uso do twitter considerado positivo pelos especialistas é o da varejista americana Best Buy, que criou um twitter exclusivo, o @twelpforce, para tirar dúvidas dos consumidores da loja sobre os produtos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Quem responde às questões são os próprios vendedores da loja. “Essa é uma boa estratégia para a empresa que não consegue gerar conteúdo original na rede”, diz Torres. Já para as empresas que produzem informação em um blog, por exemplo, o twitter pode ser usado como meio de divulgação desse conteúdo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;3 - Foursquare&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A rede, que permite que usuários cadastrados informem por meio do seu smartphone o estabelecimento comercial onde está, realizando um check in online, ganhou popularidade nos últimos meses, mas ainda está longe de ser uma ferramenta considerada tão eficiente pelos especialistas em marketing digital quando o Facebook. Ainda assim, pode ser uma forma interessante de pequenos estabelecimentos comerciais ganharem, sobretudo, status. “Como as pessoas só fazem check in em lugares bons, a empresa precisa trabalhar o posicionamento da sua marca”, diz Marquesi, da ESPM.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Uma das formas de chamar a atenção dos clientes mais utilizadas na rede e que pode ser adotada pelas pequenas empresas é oferecer prêmios para o mayor (prefeito) do estabelecimento – título dado ao consumidor que frequenta mais vezes o lugar – como um café gratuito ou uma diária grátis em um hotel, por exemplo. Outra boa estratégia é acompanhar o comportamento do cliente do foursquare em outras mídias sociais e ver como outras pessoas interagiram com o check in realizado pela pessoa no estabelecimento. No próprio site da ferramenta há uma página para empresas com dicas sobre como usar o Foursquare.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;4 - Youtube&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Os especialistas recomendam que a ferramenta seja utilizada para produção de conteúdo informativo e como forma de demonstrar os usos de um produto. “Uma academia pode gravar um vídeo com os seus professores dando dicas de exercícios e de saúde”, exemplifica Torres. Segundo ele, esse conteúdo traz visibilidade e credibilidade para a marca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Um caso famoso de uso do youtube é uma campanha da empresa americana Blendtec, que para demonstrar o poder de sua linha de liquidificadores, criou no You Tube o programa Will it blend?, no qual o fundador da marca, Tom Dickson, tritura produtos diversos, como um iPad ou um par de tênis.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Lígia Aguilhar - Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-178224652867228386?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/saiba-como-ganhar-clientes-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-7SrkJKDMoWI/ToG1xDy8gYI/AAAAAAAAApk/N9ZEhvs9h58/s72-c/internet_picnik.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-2797765870703274367</guid><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 20:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-23T17:06:24.689-03:00</atom:updated><title>Como as empresas podem reduzir os efeitos da valorização do dólar</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Velocidade da escalada da moeda exige rapidez dos empreendedores para se ajustar ao novo cenário.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-PyZST8G4j_c/TnzmMSBW_bI/AAAAAAAAApg/La_iLtbUSlk/s1600/dolar_-_Ricardo_Rafael_-_Jornal_o_Popular-ok.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" hca="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-PyZST8G4j_c/TnzmMSBW_bI/AAAAAAAAApg/La_iLtbUSlk/s1600/dolar_-_Ricardo_Rafael_-_Jornal_o_Popular-ok.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com o dólar cotado acima de R$1,90, o maior patamar registrado desde julho de 2009, as pequenas e médias empresas precisam rever suas estratégias.&amp;nbsp; E logo. A velocidade da escalada da moeda norte-americana exige rapidez dos empreendedores para ajustarem suas ações ao novo cenário econômico. Confira a seguir algumas medidas que podem ajudar as empresas a reduzirem os efeitos negativos provocados pela valorização do dólar:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;DÍVIDAS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“A primeira medida a tomar é parar de contrair dívidas em dólar”, avisa José Carlos Luxo, professor do Programa de Capacitação da Empresa em Desenvolvimento da Fundação Instituto de Administração (Proced-FIA).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para quem tem dívidas em dólar, o melhor é tentar quitá-las o quanto antes, se possível. Assim, a empresa evita ficar refém de novas altas da moeda norte-americana. Mas se ainda restam muitas parcelas a serem pagas, a recomendação é tentar renegociar a dívida e postergar ao máximo as últimas prestações. Afinal, a perspectiva de médio prazo é que os juros caiam no Brasil e o real volte a se valorizar. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;NATAL&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Quem ainda precisa adquirir produtos e matérias-primas para suprir a demanda de fim de ano deve fazer isso agora. As compras devem ser pagas preferencialmente à vista. As encomendas para 2012, entretanto, ainda podem ser adiadas. Afinal, a aposta do mercado é que a cotação do dólar volte a cair já no início do ano que vem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Os empresários devem ser cautelosos ao tomar suas decisões, é claro. Cada um saberá analisar com mais conhecimento as particularidades do setor em que atua”, afirma o economista Francisco Pessoa, da LCA Consultores. “Mas eles também não devem se aterrorizar porque o ano que vem não será tão ruim assim”, aposta Pessoa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;VIAGENS&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O turismo é um dos primeiros setores que sentem os efeitos da escalada do dólar. “É bem possível que agora haja uma diminuição da procura por viagens internacionais no fim do ano”, avisa Pessoa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A saída para pequenas e médias agências de turismo é criar pacotes alternativos, que privilegiam países da América do Sul ou até mesmo os Estados Unidos, oferecendo mais alternativas aos clientes. “Mas se a crise realmente se agravar, os preços em países da Europa e nos Estados Unidos podem cair e, assim, anular os efeitos da alta do dólar”, declara Pessoa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para as empresas que têm viagens de negócios programadas para daqui até o fim do ano, a dica é comprar as passagens agora e adquirir a moeda em “parcelas”. Com a aquisição parcelada, é possível fazer um preço-médio, diminuindo o risco de comprar apenas em momentos em que a cotação esteja alta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;EXPORTAÇÃO&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para os exportadores, a alta do dólar representa um certo alento. Portanto, é tempo de trabalhar bastante para fechar o maior número possível de contratos neste período. Até porque o cenário é passageiro. Além da tendência de valorização do real se sustentar a médio prazo, a crise deve se agravar e a demanda do mercado externo vai se encolher ainda mais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Carolina Dall'olio - Estadão PME&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-2797765870703274367?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/como-as-empresas-podem-reduzir-os.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-PyZST8G4j_c/TnzmMSBW_bI/AAAAAAAAApg/La_iLtbUSlk/s72-c/dolar_-_Ricardo_Rafael_-_Jornal_o_Popular-ok.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-2656466712502665258</guid><pubDate>Tue, 20 Sep 2011 12:35:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-20T09:36:20.646-03:00</atom:updated><title>Diletto enfrenta o desafio de crescer sem perder a classe</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Rede pretende ampliar seu faturamento neste ano, mas sem perder a identidade.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8SG_kMJjqTw/TniIDm9kxgI/AAAAAAAAApc/yzi7Sw3JxsI/s1600/DILETTO_LAWRENCE_BODNAR.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-8SG_kMJjqTw/TniIDm9kxgI/AAAAAAAAApc/yzi7Sw3JxsI/s1600/DILETTO_LAWRENCE_BODNAR.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;No restaurante Fasano, as sobremesas do cardápio têm sorvetes da Diletto em suas receitas. Quem passeia pelo Shopping Cidade Jardim pode provar os gelados da marca enquanto confere vitrines de grandes grifes mundiais. A empresa também produz os únicos picolés que estão à venda nas disputadas gôndolas do empório Santa Luzia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com apenas dois anos de vida, a fabricante de sorvetes Diletto, sediada em São Paulo, já conquistou espaço em alguns dos pontos de venda mais badalados do País - e até do exterior.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para tanto, teve de superar gigantes como Unilever e Häagen-Dazs. Hoje, depois de distribuir seu produto em dois mil estabelecimentos e faturar R$ 10 milhões em 2010, a Diletto se prepara para receber o aporte de um fundo de investimentos e enfrenta o desafio de crescer sem descaracterizar a imagem da marca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O histórico da empresa depõe a seu favor: tudo que foi feito até agora deu certo. O primeiro passo da Diletto, aliás, foi copiar uma fórmula familiar que já havia obtido sucesso na Itália do início do século 20.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Lá, Vittorio Scabin se diferenciou da concorrência ao produzir um picolé premium. "Na região do Vêneto, meu avô era o único a fabricar um produto de qualidade nesse formato", explica o empresário Leandro Scabin, que imitou seu 'nono' quando decidiu abrir, em 2009, a Diletto brasileira.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Parecia algo simples. Mas Scabin garante que a principal dificuldade enfrentada por ele foi justamente a de equilibrar uma massa bastante cremosa (que caracteriza um sorvete italiano de qualidade) em um palito. "Eu não poderia simplesmente reproduzir as receitas do meu avô porque ele fazia tudo de forma artesanal", justifica Scabin.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Foram necessários muitos testes até encontrar a fórmula certa. Ao fim do processo, porém, a empresa tinha chegado a dois resultados importantes: possuía um produto inovador e poderia assegurar que era capaz de entregar grandes pedidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ao dar essa garantia, a Diletto ganhou a confiança de clientes de peso. A formação societária da empresa também ajudou a abrir portas: além de Scabin, o ex-sócio do Banco Pactual, Fábio Pinheiro, e o publicitário da W/McCann, Fábio Meneghini, também são donos da empresa. Por tudo isso, a Diletto cresceu muito rápido - a estimativa é faturar R$ 22 milhões em 2011, seu terceiro ano de vida. "Poderia ser até mais, porém, precisamos ir com cuidado", diz Scabin.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Hoje a empresa já não faz um trabalho de vendas ativo. E recusa, todos os dias, propostas de lojistas interessados em revender seus produtos - que custam de R$ 4 a R$ 7. "Os nossos sorvetes só podem estar expostos em pontos de venda onde o consumidor seja capaz de compreender a história da nossa marca e valorizá-la", resume Scabin.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para crescer, portanto, além de contar com capital de um fundo de investimentos, a Diletto prepara o lançamento de novas versões de seu produto, como o sorvete em massa vendido em copinhos de 500 ml - bem semelhantes aos da Häagen-Dazs.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para o consultor Francisco Alberto Madia, da Madiamundomarketing, a Diletto precisa "evitar as tentações". Ele acredita que a empresa deve mesmo recusar os convites dos varejistas e se concentrar apenas em vender mais para os mesmos clientes. "Eu continuaria a apostar no picolé, que é o diferencial da marca, e criaria novos sabores”, sugere. "A empresa poderia evitar a briga com produtos de grandes marcas e manter o foco no nicho de mercado que encontrou."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Por: Carolina Dall'olio - Estadão PME&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-2656466712502665258?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/diletto-enfrenta-o-desafio-de-crescer.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-8SG_kMJjqTw/TniIDm9kxgI/AAAAAAAAApc/yzi7Sw3JxsI/s72-c/DILETTO_LAWRENCE_BODNAR.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-3855013919212468829</guid><pubDate>Mon, 19 Sep 2011 13:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-19T10:13:06.825-03:00</atom:updated><title>Mundo da moda adota o Instagram</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;O Instagram roubou a cena na Fashion Week de Nova York, semana passada.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-KTVD3WNJljU/Tnc8nhivOJI/AAAAAAAAApY/obiAXn_oFQY/s1600/instagram.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" rba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-KTVD3WNJljU/Tnc8nhivOJI/AAAAAAAAApY/obiAXn_oFQY/s320/instagram.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O aplicativo gratuito para o iPhone permite que amadores apliquem em fotos de celular técnicas antigas de processamento de película e logo compartilhem os resultados com o mundo através da web. Os entusiastas da moda - um grupo que já é obcecado com imagem - estão apaixonados pela capacidade do aplicativo de fazer com que imagens de baixa qualidade pareçam belas obras de arte. Nas tendas da semana de moda, editores, blogueiros e relações públicas usavam os filtros digitais do Instagram para carregar milhares de imagens oníricas, para a ojeriza de alguns fotógrafos profissionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;As imagens vão de instantâneos da passarela a flagras dos bastidores e vários outros objetos bastante mundanos. A conta de Oscar de la Renta no Instagram exibia uma foto de uma almofada de alfinetes. Leandra Medine, que faz o blog de moda "The Man Repeller", exibe instantâneos quase diários da roupa que escolhe para o dia.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;"Faço um Instagram de tudo, de recém-nascidos a pizzas e novos sapatos Alexander Wang", diz Medine. "Minha vida fica muito mais interessante no X-Pro."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O X-Pro II é um dos 15 filtros que os usuários do Instagram podem aplicar numa foto. Ele torna as cores muito mais vívidas e acrescenta uma borda preta, enquanto outros filtros, como o Earlybird, dão um aspecto lavado à imagem e arredondam as bordas. O nome dos filtros é relativamente arbitrário. "Lomo-fi" é uma referência à câmera russa Lomo, que criou efeitos como o "olho de peixe". O "Hefe" surgiu quando um dos co-fundadores bebia uma cerveja tipo "hefeweizen".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Depois que o usuário do programa ajusta a foto, pode compartilhá-la em vários sites de relacionamento social, como Twitter e Facebook. A imagem também vai para o blog da pessoa no Instagram, que oferece um fluxo constante de imagens e permite que os usuários "sigam" outros e "curtam" ou comentem suas imagens, o que dá ao Instagram a fama de ser um Twitter de fotos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O Instagram, que tem o brasileiro Mike Krieger entre os criadores, é o mais recente capítulo do mundo cada vez mais entrelaçado da moda e da tecnologia. A Semana de Moda de Nova York, que antes era um evento só para pessoas do setor, se tornou uma epopeia multimídia com multidões de participantes usando o Twitter para descrever os desfiles em tempo real ou tirando fotos de smartphone e compartilhando instantaneamente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O aplicativo tem tantos fãs quanto inimigos. Ben Ritter, um fotógrafo de moda do Brooklyn, detesta como os recursos de melhoramento de imagem se tornaram a parte mais importante - mais do que o cenário, pessoa ou objeto capturado na própria foto.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;"Esses truques vão substituir a necessidade de conteúdo interessante", disse Ritter.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Lançado em outubro, o Instagram já conseguiu 9 milhões de usuários. O co-fundador e diretor-presidente da firma que o desenvolveu, Kevin Systrom, diz que a empresa não faz nenhum esforço para conquistar "fashionistas" ou qualquer outro grupo - em parte porque a firma ainda tem menos de dez empregados.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Elizabeth Holmes - The Wall Street Journal&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-3855013919212468829?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/mundo-da-moda-adota-o-instagram.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-KTVD3WNJljU/Tnc8nhivOJI/AAAAAAAAApY/obiAXn_oFQY/s72-c/instagram.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-7947425902426154372</guid><pubDate>Sun, 18 Sep 2011 11:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-18T08:05:27.153-03:00</atom:updated><title>Pequenos negócios ainda resistem ao cartão eletrônico</title><description>&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Sebrae promoverá eventos para que empreendedores conheçam as vantagens desse meio de pagamento no comércio varejista.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-EeUb8gYc05A/TnXP6NIDJxI/AAAAAAAAApU/DMFxKb9PlQ4/s1600/cart%25C3%25A3odecr%25C3%25A9dito.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="266" rba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-EeUb8gYc05A/TnXP6NIDJxI/AAAAAAAAApU/DMFxKb9PlQ4/s400/cart%25C3%25A3odecr%25C3%25A9dito.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Apesar do crescimento do mercado de cartões nos últimos anos – o volume aumentou 476% entre 2000 e 2011 - os meios eletrônicos de pagamento ainda estão fora dos negócios de boa parte das micro e pequenas empresas (MPE) brasileiras. A estimativa do Sebrae é que 3 milhões de micro e pequenos negócios não aceitam nenhum tipo de cartão atualmente. Eles representam mais da metade das cerca de 5,3 milhões de empresas enquadradas no Simples Nacional. Para tentar mudar esse cenário, o Sebrae vai investir na capacitação e em parcerias com instituições.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com o intuito de esclarecer os empreendedores sobre os benefícios que podem ter por aceitar pagamentos com cartões, o Sebrae firmou uma parceria com o Instituto Redecard, da empresa credenciadora Redecard. O acordo prevê a participação do Sebrae em dois projetos do instituto: o Programa Empreendimento Sustentável do Instituto Redecard e o Palco Itinerante Redecard.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com início nos próximos dias, o primeiro é um evento com o objetivo de apoiar empreendedores para transformarem seus negócios em empresas sustentáveis. Empresários que são casos de sucesso dentro dos programas do Sebrae vão contar suas histórias de empreendedorismo durante as palestras. A iniciativa passará por diversas cidades brasileiras. O calendário ainda está sendo definido pelo Instituto Redecard.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Já o Palco Itinerante Redecard é um evento cultural com o intuito de aproximar a Redecard dos varejistas brasileiros. Inicialmente, 16 cidades foram selecionadas para participar até o fim de janeiro de 2012. A primeira será Recife (PE), entre os dias 23 e 25 de setembro. A segunda edição será entre os dias 30/09 e 02/10 em João Pessoa (PB). Em todos os municípios o Sebrae vai participar com a promoção de uma das oficinas para Empreendedor Individual (SEI),&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O Sebrae está finalizando também a formatação de uma palestra que será realizada em todo o país a partir de janeiro de 2012. A palestra vai ajudar empresários a avaliar os impactos da utilização de meios eletrônicos de pagamento em seus negócios. Hoje há iniciativas pontuais em alguns estados - no Rio Grande do Norte e no Rio Grande do Sul são realizados seminários de crédito em parceria com as credenciadoras. A meta da instituição é divulgar que o custo de manutenção de uma máquina de cartão de crédito para o empresário reduziu e que a aceitação do uso de cartões entre seus clientes ajuda a elevar as vendas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“É importante mostrar que é uma operação garantida, sem risco para os pequenos negócios. Está mais fácil usar o cartão eletrônico, já é possível a utilização de apenas uma máquina no estabelecimento. A micro e a pequena empresas podem inovar na relação com seus clientes, oferecendo essa opção de pagamento. A inclusão dessas empresas nesse segmento é um conforto que agrega valor ao negócio, pois garante a venda e satisfaz os clientes, principalmente das classes C,D e E que chegam ao mercado consumidor”, diz o diretor-técnico do Sebrae, Carlos Alberto dos Santos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Aumento da receita&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Uma pesquisa realizada pela Câmara dos Dirigentes Lojistas de Belo Horizonte (CDL/BH) com 300 empresários mineiros em junho de 2011 mostra que 64% deles tiveram redução de custos com a unificação dos terminais de operação com cartão de crédito. A convergência, feita desde 1º de julho de 2010, levou a uma redução das taxas cobradas pelas administradoras e do valor pago pelo aluguel das máquinas. Para alguns empresários, o custo continua elevado, mas, aceitar cartão, segundo destaca o diretor, pode resultar em elevação da receita e em queda da inadimplência para os pequenos negócios, além de representar uma possibilidade a mais de oferta de crédito aos empreendedores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O objetivo do Sebrae é que os empreendedores aproveitem as oportunidades que surgem com a expansão do mercado de cartões. A previsão, de acordo com a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), é que até o fim deste ano o país tenha um total de 684,3 milhões de cartões em circulação, incluindo cartões de crédito, de débito e de lojas. O volume é cinco vezes maior que o número de cartões registrado em 2000 - de 118,7 milhões - segundo pesquisa da Abecs com o Instituto de Pesquisas Datafolha. Desses, 52% estão nas mãos da população das classes C, D e E, principais consumidores das MPE. O crescimento do número de transações foi ainda maior no período: saltou de 1,1 bilhão, em 2000, para 8,2 bilhões, estimativa feita para 2011.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Por: Mariana Flores (Via Agência SEBRAE de Notícias)&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-7947425902426154372?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/pequenos-negocios-ainda-resistem-ao.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-EeUb8gYc05A/TnXP6NIDJxI/AAAAAAAAApU/DMFxKb9PlQ4/s72-c/cart%25C3%25A3odecr%25C3%25A9dito.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-8884844624986796772</guid><pubDate>Fri, 16 Sep 2011 12:12:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-16T09:12:37.719-03:00</atom:updated><title>Vaidade abre mercado para novos empreendedores</title><description>&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Salões de beleza crescem 12% ao ano e consumidores buscam serviços personalizados e comércio on line.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fLbTBsH-92s/TnM74YxsUUI/AAAAAAAAApQ/kHsG9S3FG7Y/s1600/size_590_maquiagem2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;img border="0" height="300" rba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-fLbTBsH-92s/TnM74YxsUUI/AAAAAAAAApQ/kHsG9S3FG7Y/s400/size_590_maquiagem2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: xx-small;"&gt;&lt;strong&gt;Sempre mais: com mais dinheiro, mulheres da classe C querem investir mais em beleza e saúde&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Depois de mais de 20 anos na França, a estilista Renata de Barbosa Ingold Boudon voltou ao Brasil cheia de vontade de fazer as unhas em uma manicure. “Na França, as pessoas não têm esse hábito”, explica. O desejo de Renata fez com que ela criasse a Disk Manicure. “Comecei a prestar atenção nos salões e achava aquilo pouco higiênico. Abri a empresa por uma necessidade pessoal”, conta.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Mais do que a vontade de ter a própria manicure em casa, Renata aproveitou o bom momento do mercado de beleza e estética. Os dados de uma pesquisa encomendada pela Associação Nacional do Comércio de Artigos de Higiene Pessoal e Beleza (Anabel) mostram que, tanto no comércio como em serviços, o setor está aquecido. O número de salões de beleza cresceu 78% entre 2005 e 2010 o varejo, 26% desde 2007.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="subtitulo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Parte desse crescimento está atrelada ao avanço da classe C, que aproveita a renda a mais para investir na aparência. Um estudo feito pelo instituto Data Popular comparou o gasto da nova classe média e da elite com beleza. Em 2010, as mulheres da classe C investiram 19,7 bilhões de reais no setor. Há oito anos, esse gasto era de 6 bilhões. Nas classes mais ricas, o investimento em beleza e estética cresceu 3,6 bilhões de reais no mesmo período.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para o diretor-superintendente do Sebrae/SP, Bruno Caetano, a soma de baixo investimento e demanda ajudam os empreendedores deste mercado. “Considerando a menor escala de operações, o menor valor de investimento e o acesso relativamente facilitado à tecnologia, é natural que exista um maior número de oportunidades nas áreas de comércio, como de perfumarias, e serviços, como cabeleireiros”, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Como Renata, que hoje administra um rede de oito franquias de manicure em domicílio, outros empresários têm aproveitado o momento para investir no mercado. “Os empreendedores individuais do segmento de beleza e estética estão entre os que mais têm formalizado seus negócios. Salões de beleza e afins representam 7,5% das formalizações entre julho de 2009 e fevereiro de 2011”, diz o diretor-superintendente do Sebrae/SP.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O setor que emprega mais de 3 milhões de pessoas, ainda tem espaço para mais gente. “Eu nunca vi um povo tão vaidoso. Acho que nenhuma área do mercado de beleza está desaquecida e, por isso, a gente tem que estar sempre inovando”, opina Renata.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para o Caetano, do Sebrae/SP, quem estiver pensando em investir na área precisa conhecer o mercado e se preparar. “Basicamente, o que recomendamos é que, primeiramente, seja feito um plano de negócio e converse com profissionais da área. Saiba qual público atender, a necessidade de capital de giro e o retorno do investimento”, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Na internet&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Além dos salões e lojas de cosméticos, o comércio eletrônico também é um canal promissor para a área. Segundo levantamento realizado pelo MercadoLivre, as vendas de produtos de beleza e saúde cresceram 47% só no primeiro semestre deste ano. “Esta categoria cresceu 50% a mais que a média de outras. O consumo feminino vem se estabelecendo no comércio eletrônico e os vendedores identificaram isso”, justifica Helisson Lemos, diretor-geral das operações do MercadoLivre.com para o Brasil.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O crescimento no site, usado na maioria por pequenos e médios empresários, é reflexo de um movimento intenso do mercado de beleza também na internet. Alexandre Seródio, sócio do Belezanaweb, comprova isso. “Essa é uma área muito promissora, mas muita competitiva e acho que a internet é o futuro das vendas diretas”, explica o empreendedor que comercializa produtos profissionais de beleza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Uma pesquisa da Associação Brasileira da Indústria de Higiene Pessoal, Perfumaria e Cosméticos (Abihpec) e da consultoria Booz &amp;amp; Co indica que o consumo de cosméticos tem potencial para crescer 5% ao ano em volume nos próximos 4 anos, o que vai fazer o setor passar de 27,3 bilhões de reais para 50 bilhões de reais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Convivendo com a experiência do pai, que foi executivo do Avon, Seródio conta que aprendeu desde criança a vender para mulheres. Com mais de 30 marcas e 2 mil itens no portfólio, o site faturou 8 milhões de reais em 2010 e pretende dobrar o faturamento neste ano. “Hoje, a empresa cresce até três dígitos por ano e acabou de fechar com um fundo de investimento americano. Por confidencialidade, não posso dizer o nome do fundo ou o valor, mas é o mesmo que investiu no Peixe Urbano e no Netshoes”, conta o empreendedor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Priscila Zuini - EXAME.com&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-8884844624986796772?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/vaidade-abre-mercado-para-novos.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-fLbTBsH-92s/TnM74YxsUUI/AAAAAAAAApQ/kHsG9S3FG7Y/s72-c/size_590_maquiagem2.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-68194752461397055</guid><pubDate>Thu, 15 Sep 2011 15:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-15T12:34:57.923-03:00</atom:updated><title>Aprenda a vender para o governo</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A 4ª edição do Fomenta é realizado pelo Sebrae em parceria com o Ministério do Planejamento.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-CmxK2e3sX3I/TnIawx892MI/AAAAAAAAApM/v94JPl4lHKc/s1600/FomentaPR_0002.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-CmxK2e3sX3I/TnIawx892MI/AAAAAAAAApM/v94JPl4lHKc/s1600/FomentaPR_0002.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O dono de uma pequena e média empresa terá em novembro uma oportunidade interessante para aprender como deve estruturar o seu negócio para vender seus produtos ou serviços para o governo. Entre os dias 23 e 24 de novembro, em São Paulo, ocorre o IV Fomenta. O evento tem como objetivo principal ampliar a participação dos pequenos negócios nas compras públicas brasileiras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Durante o evento, explicam os organizadores, haverá um Painel de Oportunidades no qual gestores de compras da administração pública direta e indireta contarão aos participantes como funcionam os processos de compras. Além disso, eles explicarão qual é o tratamento diferenciado, determinado por lei, conferido aos pequenos empresários.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Outro aspecto interessante do evento será a Rodada de Negócios. Haverá reuniões entre compradores de entidades públicas e empreendedores com o objetivo de estimular o fechamento de novos contratos. Haverá rodadas em diversos setores, entre eles, mobiliário para indústria, máquinas e equipamentos, tecnologia da informação, viagens e eventos, etc.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Os participantes ainda poderão participar de oficinas de capacitação, seminários temáticos, além de painéis com especialistas internacionais sobre compras públicas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O evento ocorre no centro de convenções do WTC do Hotel Sheraton (Avenida Nações Unidade, 12.551, Brooklin Novo). E o evento é gratuito.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O Estadão PME também preparou um serviço para o pequeno e médio empresário preparar o seu negócio para conquistar grandes clientes. São cinco passos:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;1. Mantenha as contas em dia&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para participar de licitações é necessário apresentar documentos que comprovem a regularidade da empresa. Muitas das grandes corporações também exigem um kit básico de informações para fazer um pré-cadastro de fornecedores. Por isso, o primeiro passo para acessar esses mercados é ter a empresa formalizada e com as contas em dia. "Ninguém considera trabalhar com uma empresa informal", alerta o diretor geral da T-Gestiona, Clóvis Travassos. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;2. Monte um portfólio e persista&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A melhor forma de venda ainda é a pessoal, garante o consultor de marketing do Sebrae-SP, Gustavo Carrer. "Se uma pessoa não te recebeu, deixe um folder e ligue depois para saber se ela leu", sugere. Contratar representantes comerciais que já tenham uma carteira de grandes clientes também ajuda. Algumas empresas possuem um setor específico de suprimentos. Nesses casos, cadastre-se no departamento de compras para entrar na lista de possíveis fornecedores. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;3. Associe-se a redes e grupos&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ter escala e preço baixo são dois requisitos difíceis de serem atendidos pelas micro e pequenas empresas brasileiras. A solução pode ser associar-se a grupos e cooperativas para, dessa maneira, melhorar a capacidade de negociação, ganhar conhecimento e também experiência. "Embora essa realidade seja pouco comum, o cooperativismo ajuda na busca de garantias reais e contratos com regras mais justas e equilibradas para os dois lados", analisa Carrer, do Sebrae. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;4. Invista em serviços exclusivos &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Se por um lado a pequena empresa não consegue competir com grandes players quando o assunto é preço e escala, por outro, pode desbancar toda a concorrência se oferecer algo único e inovador. Sandro César Nunes, da Sigmarhoh, tornou-se prestador de serviços da Petrobrás quando desenvolveu uma tecnologia própria para fazer testes de formação em poços de petróleo. Para isso, participou de um programa de transferência de tecnologia da própria Petrobrás. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;5. Cuide bem do seu cliente &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Uma das melhores formas de cativar as grandes empresas é oferecer atendimento personalizado. Ser o único a fornecer um produto no curto prazo, fazer alguma adaptação para atender a uma necessidade ou se colocar à disposição para atender diretamente o cliente, fazem a diferença. "Nem tudo é preço. Em algumas áreas, eu prefiro contratar a pequena empresa porque quando acontece algum problema eu falo direto com o dono", diz André Dias, diretor da GGD Metals. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O engenheiro agrônomo Ricardo Murakami, de 29 anos, aposta tanto na venda para outras empresas que pretende dedicar o seu negócio, uma empresa de produtos para paisagismo, apenas para esses clientes. Conheça a história do empreendedor logo abaixo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-68194752461397055?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/aprenda-vender-para-o-governo.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-CmxK2e3sX3I/TnIawx892MI/AAAAAAAAApM/v94JPl4lHKc/s72-c/FomentaPR_0002.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-3618554002165209734</guid><pubDate>Wed, 14 Sep 2011 14:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-14T11:29:31.795-03:00</atom:updated><title>Simples Nacional - Parcelamento de débitos deve beneficiar 560 mil pequenas empresas</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Regularização com o fisco também pode alavancar o número de formalizações de negócios.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-pz3SMC8z0Zo/TnCozjWqAFI/AAAAAAAAApI/0NLHYqQGf0M/s1600/extrato_bancario.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" rba="true" src="http://4.bp.blogspot.com/-pz3SMC8z0Zo/TnCozjWqAFI/AAAAAAAAApI/0NLHYqQGf0M/s1600/extrato_bancario.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Cerca de 560 mil pequenas e microempresas serão beneficiadas com a possibilidade de parcelar débitos fiscais em até 60 vezes. O financiamento da dívida, no entanto, só poderá ser feito depois da validação do projeto que altera a Lei Geral das Micro e Pequenas Empresas pelo Senado, previsto para acontecer ainda neste ano. Após a aprovação, as mudanças no Simples Nacional, anunciadas em agosto deste ano pela presidente Dilma Rousseff, passam a valer a partir de janeiro de 2012. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Os efeitos da aprovação do parcelamento pelo Senado serão sentidos pelos empresários. Ao regularizar a situação fiscal da empresa eles poderão usufruir de facilidades que estão no regime tributário Simples Nacional — que, entre os benefícios para pequenas e microempresas, prevê alíquotas mais baixas para empreendimentos de pequeno porte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“O número de formalizações de empresas também deve aumentar, já que antes elas não podiam fazer parte do Simples com dívidas fiscais”, explica Julio Durante, consultor do Sebrae/SP.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com as contas da empresa em dia, o empresário deve manter o foco para não perder as rédeas do negócio e se endividar novamente. Segundo Durante, a falta de planejamento e organização com as finanças são o principal motivo para a inadimplência. “Muitos empresários cometem o erro de não contabilizar o custo dos impostos nas contas. Este é um dos erros mais comuns: eles administram um negócio pensando como pessoa física e não jurídica”, explica. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Planejamento&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;De acordo com o consultor do Sebrae/SP, uma grande parte dos negócios que fracassam não levaram em consideração que os impostos são um custo que impactam na conta corrente e que, preteridos , eles podem dificultar a sobrevivência da empresa. “As pendências fiscais devem ser encaradas como parte da manutenção do funcionamento da empresa. Incluí-los nos custos evitaria uma série de transtornos como a restrição de crédito”, diz. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A precaução evita a perda de controle e a inadimplência. Segundo Durante, com este cuidado básico os empresários podem perceber a sua real situação financeira e antes da empresa apresentar problemas financeiros, o que torna possível a reversão do quadro. “Sem pendências fiscais os empresários terão mais competitividade e isso os tornará mais eficientes”, finaliza.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-3618554002165209734?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/simples-nacional-parcelamento-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-pz3SMC8z0Zo/TnCozjWqAFI/AAAAAAAAApI/0NLHYqQGf0M/s72-c/extrato_bancario.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-134870652392122538</guid><pubDate>Tue, 13 Sep 2011 12:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-13T09:07:42.433-03:00</atom:updated><title>De garçom a presidente da rede Fogo de Chão</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-Q73n5JGVOvY/Tm9GwffcNPI/AAAAAAAAApE/GwK9T79qrbE/s1600/Jandir_FogodeCh%25C3%25A3o.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;img border="0" height="400" rba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-Q73n5JGVOvY/Tm9GwffcNPI/AAAAAAAAApE/GwK9T79qrbE/s400/Jandir_FogodeCh%25C3%25A3o.jpg" width="322" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="ml-caption"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: xx-small;"&gt;Jandir Dalberto, que assumiu o comando em agosto, após compra pelo GP&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para muitos gremistas, a vitória do tricolor gaúcho na Copa do Brasil de 89 pode ter ficado para trás. Mas Jandir Dalberto, presidente da rede de churrascarias Fogo de Chão no Brasil, ainda tem muito o que comemorar. O desempenho do time naquele ano mudou seu destino.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Então com 21 anos, Dalberto morava em Santo Antônio de Sudoeste (PR), cidade que faz fronteira com a Argentina e hoje tem 19 mil habitantes. Foi ao ganhar uma aposta de que seu time iria para a final que recebeu do pai, torcedor do Internacional, uma viagem ao Rio para ver o jogo. Era para ser uma estada rápida, mas o jovem aceitou um emprego de garçom numa churrascaria e nunca mais voltou para morar com a família, que plantava soja e produzia leite.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Após trabalhar em concorrentes, chegou em 1990 a São Paulo e à Fogo de Chão, fundada em 1979 pelos irmãos gaúchos Jair e Arri Coser e Jorge e Aleixo Ongaratto. Em 14 meses virou gerente. Era diretor de operações até agosto, quando assumiu a presidência da empresa no Brasil, com sete unidades. Nos Estados Unidos, são 16 com duas outras a caminho.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Dalberto chegou à presidência quando a GP Investments - que já tinha 35% da rede - adquiriu os 65% do negócio que pertenciam aos irmãos Coser, por US$ 200 milhões. O diretor, com 22 anos de casa, foi pego de surpresa e temeu ser retirado do cargo. "Acabou que fui valorizado". O GP não colocou, até agora, nenhum gestor na empresa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A churrascaria, que faturou R$ 170 milhões em 2010, rema na contramão de muitas empresas, que estão focando o Brasil. O plano é abrir de duas a três unidades ao ano nos EUA e apenas uma ao ano no mercado brasileiro. A operação nacional cresceu 9% no primeiro semestre; e a americana, 7%, em relação a igual período de 2010. "Aqui não temos tantas cidades que comportam uma Fogo de Chão", diz Dalberto. A candidata deve ter pelo menos 2,5 bilhões de habitantes e uma renda alta. Por enquanto, ele estima que o país suporte apenas mais seis unidades, enquanto os EUA têm capacidade para mais 25. "Lá quase não há concorrência e o sistema de rodízio é uma coisa nova em muitas cidades".&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;No Brasil, a rede inaugurou em julho sua primeira unidade no Rio de Janeiro, no aterro do Flamengo, e está procurando locação para abrir outra na mesma cidade e a quarta em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A rede está investindo em produtos próprios. "É um sonho antigo da Fogo de Chão". Há três anos, oferece caipirinhas com a cachaça da casa, produzida por um terceiro no Rio Grande do Sul. São consumidos cerca de 100 mil litros ao ano da aguardente, que chegará aos EUA em outubro. O grupo pensa até em ter, no futuro, uma marca de carne.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Em março a empresa também lançou quatro rótulos de vinhos tintos - um malbec argentino (R$ 98), um cabernet sauvignon chileno (R$ 98), um primitivo italiano (R$ 98) e um barolo também da Itália (R$ 185). "Procuramos vinhos que se adaptam bem com as carnes, numa faixa de preço razoável e com uma margem expressiva", explica. "Já saiu 50% da produção e fizemos a segunda compra", acrescenta. A rede, que vende ao todo 10 mil garrafas de vinho ao mês, encomendou 6 mil unidades de cada rótulo. Ao mesmo tempo, retirou da carta o primeiro da marca, depois de um ano de experiência. "Era um blending [mistura de uvas] e nem todo mundo gosta", diz. Dalberto planeja ter seis rótulos próprios.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Adriana Meyge - Valor Econômico&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-134870652392122538?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/de-garcom-presidente-da-rede-fogo-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-Q73n5JGVOvY/Tm9GwffcNPI/AAAAAAAAApE/GwK9T79qrbE/s72-c/Jandir_FogodeCh%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-5264657883758618634</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 20:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-12T18:59:04.389-03:00</atom:updated><title>Facebook: vitrine para comércio de pequeno porte</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-a_hnkeSUHkg/Tm5YRDbBEwI/AAAAAAAAApA/jpiEiQFbAjo/s1600/ANA__SO_.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nba="true" src="http://1.bp.blogspot.com/-a_hnkeSUHkg/Tm5YRDbBEwI/AAAAAAAAApA/jpiEiQFbAjo/s1600/ANA__SO_.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: xx-small;"&gt;Ana Elise Ferrari, designer de jóias, vende suas peças pela rede social. FOTO: JF DIORIO / AE&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O brasileiro adora redes sociais. Não à toa, a influência dos sites de relacionamento no comércio eletrônico vem crescendo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Apesar de ainda representar uma pequena parcela, as compras influenciadas pelas redes sociais saltaram de 0,5% em 2010 para 1,5% de um total de R$ 18,7 bilhões do faturamento online previsto para este ano, de acordo com a consultoria especializada em comércio eletrônico e-bit.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;De olho nesse mercado potencial, surge o comércio social, composto por lojas que vendem de forma direta ou indireta pelo Facebook, a rede mais popular no País e que permite a criação de vitrines.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Este novo segmento do comércio representa uma oportunidade principalmente para o pequeno empreendedor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Além de custos reduzidos, abrir uma loja virtual no site de relacionamento é a chance de divulgar a marca, pois aproveita o boca a boca entre os usuários, e dá espaço para produtos diferenciados, difíceis de serem encontrados nas páginas tradicionais.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Este comércio é composto tanto por lojas que realizam todo o processo de compra dentro da rede social, inclusive o pagamento, como as que montam uma vitrine, e, na hora da compra, direcionam para o site da empresa”, explica Alexandre Umberti, gerente da e-bit.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Para ajudar o microempresário, três empresas montam e fazem a manutenção dessa vitrine virtual: Elo7, Like Store e Face Commerce.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A operação é feita por meio de um aplicativo, e pode ou não ter um custo mensal. O pagamento dos produtos é feito por intermediadores (Pag Seguro, Moip e Pay Pal, por exemplo) e a entrega fica a cargo dos Correios – o custo é embutido no preço final da mercadoria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;As lojas virtuais têm entre suas características a interatividade. Ao comprar, o cliente pode ter a operação publicada no mural do seu perfil, fazer comentários sobre o produto e criar lista de desejos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O aplicativo Face Commerce foi criado em fevereiro e tem uma versão gratuita e outra que custa R$ 50 por mês. “Tem de tudo: lojas de joias, artigos de surf, artes marciais, sex shop e livros gospel. São produtos de nicho”, diz o desenvolvedor Rodrigo Demétrio, um dos criadores do serviço online.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A Like Store abriu para pequenos comerciantes em 8 de agosto e já são mais de 1,5 mil lojas em operação. A empresa fica com 2% sobre cada venda. “Há quem começou a vender na loja, quem nunca tinha vendido pela internet e quem já tem comércio eletrônico”, explica o cofundador Gabriel Borges.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O site Elo 7, criado em 2008, reúne 10 mil pequenos comerciantes – a maioria artesãos – e lançou em junho um aplicativo que cria vitrines online no Facebook.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Quem se interessa em comprar um item é direcionado ao site. É mais um meio de divulgação. Sabemos que a indicação de produtos é forte na rede social”, diz Monica Ipolito, sócia e cofundadora da página eletrônica.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A microempresária e designer de joias Ana Elise Ferrari criou em julho uma vitrine virtual de sua marca, a Capuleto Acessórios, no Facebook e já vendeu pelo canal.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Meu público é jovem e senti necessidade de divulgar a marca na rede. Recebo muito retorno de clientes”, afirma Ana Elise.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Marília Almeida - Seu Bolso / Jornal da Tarde - Via Estadão PME&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-5264657883758618634?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/facebook-vitrine-para-comercio-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-a_hnkeSUHkg/Tm5YRDbBEwI/AAAAAAAAApA/jpiEiQFbAjo/s72-c/ANA__SO_.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-3276765314201655765</guid><pubDate>Mon, 12 Sep 2011 13:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-12T10:29:15.538-03:00</atom:updated><title>Saiba como prevenir sua loja virtual contra ataques e fraudes</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Especialistas dão dicas de como tornar um site seguro e conquistar a confiança do consumidor.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-aSnoW6U2vj0/Tm4GlDv0IMI/AAAAAAAAAo8/_xrb8WwrFv4/s1600/Monica_Claure_%25283%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-aSnoW6U2vj0/Tm4GlDv0IMI/AAAAAAAAAo8/_xrb8WwrFv4/s1600/Monica_Claure_%25283%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Só no primeiro semestre de 2011, 4 milhões de pessoas compraram pela primeira vez por meio do comércio eletrônico, contribuindo para um total de 27,4 milhões de indivíduos que já fizeram alguma compra pela internet. Até o fim deste ano, o e-commerce deve faturar R$ 18,7 bilhões, um crescimento de 26% em relação a 2010, segundo a pesquisa Web Shoppers do E-bit, empresa especializada em vendas pela web.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;De olho nesses dados e em busca de uma fatia desse faturamento, muitas micro e pequenas empresas já aderiram a esse mercado. No entanto, para ter sucesso na web não basta criar um site. A mesma pesquisa - feita com base em mais de 11,5 milhões de questionários – revelou que os consumidores estão cada vez mais maduros e precavidos em relação à segurança ao consumirem. A reputação das lojas virtuais e a segurança que ela transmite para seus clientes, incluindo certificações, são considerados importantes e observados por 70% das pessoas antes de fechar uma compra pela web. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;E é bom o empreendedor se preocupar também com a própria segurança, já que as fraudes no universo virtual são tão comuns que levaram ao surgimento de diversas empresas e ferramentas que fazem análise de risco das compras virtuais.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A empresária Mônica Claure, de 47 anos, mantém há cinco anos uma versão virtual da sua da sua loja de sapatos e acessórios Unik. Na primeira versão do site, o sistema apenas registrava a compra por meio do cartão de crédito. Era Mônica quem liberava os pedidos manualmente e levava cada encomenda até os Correios. “Com o tempo, recebemos várias fraudes de compras realizadas com o cartão de outras pessoas sem autorização e tivemos que arcar com os prejuízos”, conta. A solução inicial encontrada por ela para o problema foi exigir dos clientes que realizassem uma compra usando cartão de crédito, enviassem cópias dos seus documentos pessoais e comprovante de endereço para a loja física para que ela mesma fizesse a análise. Além de desagradar os consumidores, esse processo se tornou inviável com o passar do tempo devido ao volume de compras.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A empreendedora resolveu então incorporar uma ferramenta de pagamentos online ao site e contratar o serviço de uma empresa especializada em análise de crédito . Além de reduzir a incidência de fraudes, o volume de vendas cresceu e superou o das lojas físicas. “O cliente vai preferir comprar com você se você tiver esse sistema de segurança e um mediador de pagamento por cartão de crédito, que vai inclusive facilitar a compra”,diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O consultor da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net), Gerson Rolim, concorda e aponta que além de empresas especializadas nesse tipo de serviço, existem diversas ferramentas de pagamento online que podem ser incorporadas a qualquer site facilmente e que cobram uma taxa ou porcentagem em cima das compras para fazer esse tipo de análise. Já no caso das empresas especializadas em identificar fraudes, o preço do serviço varia de acordo com o risco, o segmento da loja, o ticket médio, a demanda e as características da operação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Esse investimento, no entanto, é importante porque mais de 80% das compras feitas pela internet hoje utilizam cartão de crédito.“Se não tiver esse tipo de solução, o empresário terá problemas. É claro que não existe fraude zero, mas o número deve ser pequeno, inferior a 2%”, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;E para demonstrar a credibilidade do site para o consumidor, Rolim recomenda que as pequenas empresas procurem inserir sua loja dentro de shoppings virtuais para tornar a marca conhecida e busquem certificações e selos que comprovem a segurança nas transações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;&lt;strong&gt;Por: Ligia Aguilhar - Estadão PME&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-3276765314201655765?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/especialistas-dao-dicas-de-como-tornar.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-aSnoW6U2vj0/Tm4GlDv0IMI/AAAAAAAAAo8/_xrb8WwrFv4/s72-c/Monica_Claure_%25283%2529.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-7430265446719432231</guid><pubDate>Sun, 11 Sep 2011 13:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-11T10:51:18.935-03:00</atom:updated><title>Sete perguntas que você deve fazer antes da sua empresa crescer</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Empreendedor deve profissionalizar a gestão para a expandir os negócio.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-1d6hshUGGE8/Tmy8sgLJ16I/AAAAAAAAAo4/WjkgEhuWqJ8/s1600/BADEBEC_.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" nba="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-1d6hshUGGE8/Tmy8sgLJ16I/AAAAAAAAAo4/WjkgEhuWqJ8/s1600/BADEBEC_.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;De repente as longas horas de trabalho não são suficientes para o empreendedor dar conta de tudo e os funcionários começam a ter que tomar decisões por ele, em um ritmo cada vez mais rápido. A administração fica complexa e o conhecimento técnico do empresário já não é suficiente para comandar a empresa. Sinais de que o negócio cresceu e caminha para outro estágio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Nem todo empreendedor, porém, consegue lidar bem com esse processo. Tomar consciência de que necessário abrir mão do controle total da empresa e profissionalizar a gestão, lidar com o aumento da carga tributária que cresce junto com o faturamento e a necessidade de estabelecer regras e padrões pode ser um processo complexo para quem estava acostumado a focar apenas nas vendas. Há até quem escolha manter a empresa pequena para evitar as dores do crescimento. Mas como saber se é mesmo hora de crescer?&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Conversamos com especialistas e empreendedores que passaram por esses processo e listamos abaixo sete perguntas que você deve ser fazer antes de investir na expansão da sua empresa.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;1. Qual o seu objetivo, ter uma empresa grande e cada vez mais profissional ou algo pequeno e que possa ser controlado totalmente por você?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Ter clareza da meta da empresa ajuda a definir os próximos passos da gestão. A gerente da Endeavor, Letícia Queiroz, no entanto, alerta que um negócio que se mantém sempre no mesmo estágio precisa inovar frequentemente para não correr o risco de sucumbir diante da concorrência. “Ficar estagnado é muito ruim, porque implica em não ter inovação, o que pode fazer a empresa sumir”, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;2. Qual o seu alvo? Você espera atingir uma região grande ou pequena com o seu negócio?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A pergunta já indica ao empreendedor se um negócio precisa ou não expandir para atingir o seu objetivo. Se sim, é hora de considerar as mudanças que isso vai trazer. “A expansão exige que o empresário agregue outras competências à empresa que normalmente ele não tem”, diz Letícia. Isso porque o empreendedor costuma ter foco nas vendas, enquanto para crescer, a empresa precisa de controles mais rígidos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;3. Você está pronto para delegar a administração da empresa para outras pessoas?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Esse é o ponto crucial do processo de expansão. Para ter controles mais rígidos, o empreendedor precisa contratar especialistas para cuidar de outras áreas da empresa, já que ele não terá habilidade nem tempo suficientes para controlar tudo. Segundo o consultor do Sebrae -SP, Reinaldo Messias, o empresário tem que se preparar para tomar decisões mais estratégicas do que operacionais. “Nesse momento de ascensão podem aparecer problemas que quanto antes corrigidos, vão fazer a empresa crescer para outro patamar mais rápido”, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;4. Você está preparado para lidar com os custos da expansão?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A empresária Lourdes Bottura, de 57 anos, abriu em 2001 o restaurante Badebeque, em São Paulo. Quando inaugurou mais uma unidade em um shopping da capital, surgiu a oportunidade de a empresa crescer mais rápido do que o planejado, o que abriu espaço não só para novas unidades, como exigiu que ela adaptasse seu plano de negócios e o caixa à velocidade dos acontecimentos. Para abrir cada uma das cinco unidades hoje existentes, Lourdes estima ter feito um investimento de cerca de R$ 1,5 milhão. “Fui fazendo conforme conseguia com recursos próprios”, diz.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A empresária enfrentou desafios como o alto custo da mão de obra, o aumento dos custos fixos e a redução da margem de lucro. “Tivemos que controlar muito os custos e passamos um bom tempo sem fazer retirada alguma”, conta. O resultado é que hoje o Grupo Badebeque detém cinco empresas, que inclui também o restaurante Babiló e um buffet, que faturam cerca de R$ 12 milhões por ano. “É importante ter certeza que os controles financeiros estão em ordem antes de planejar o crescimento”, diz Letícia, da Endeavor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;5. Há um futuro brilhante para o seu negócio?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Em 2002, os irmãos Marcus e Alexandre Hadade se viram diante de um dilema. Sua gráfica, a Arizona, começou a perder espaço para outras empresas, o que os fez perceber que era preciso mudar o ramo de atuação para sobreviver. Eles identificaram que o cuidado que tinham na pré-impressão era um diferencial e criaram um plataforma inovadora de gestão de arquivos para ser usada pelo departamento de marketing das empresas. Assim, viram o negócio crescer rapidamente e o faturamento subir de R$ 16 milhões em 2004 para R$47 milhões em 2010. “É essencial que o empreendedor se pergunte o tempo todo se sua empresa vai ter um futuro brilhante. Se a resposta não for um sim convincente, é hora de ele repensar o seu diferencial competitivo, porque o mercado é cruel”, diz o diretor da empresa, Guilherme Bruno.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;6. É a sua empresa que está crescendo ou seu segmento como um todo?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Segundo Reinaldo Messias, consultor do Sebrae, investir no crescimento é mais seguro quando o setor no qual o empresário atua cresce como um todo. “Quando a situação favorece só um negócio, pode ser que não exista sustentabilidade para a empresa crescer e, sim, ser uma demanda pontual”, diz. Já na situação contrária, quando o empreendedor percebe o crescimento do seu segmento, as chances de que a empresa perca espaço para a concorrência são grandes.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;7. É possível reaproveitar as pessoas na nova fase da empresa?&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;O segundo desafio enfrentado pelos sócios da gráfica Arizona foi lidar com a mão de obra. Com a mudança do ramo de atuação e crescimento da empresa, eles perceberam que nem todos os funcionários antigos tinham perfil para atuar no novo negócio. “Isso nos fez manter a gráfica até 2007, quando ela foi comprada por outra companhia que manteve parte dos funcionários”, conta Bruno. O consultor Messias, do Sebrae, diz que quanto mais a empresa cresce, mais importante é que a mão de obra esteja preparada para assumir novos desafios e até mesmo novas posições dentro do negócio. Preparar pessoas para assumir posições de liderança, estimular a capacitação e identificar talentos são ações que ajudam o empreendedor a ter mais segurança durante a expansão.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Lígia Aguilhar - Estadão PME&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-7430265446719432231?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/sete-perguntas-que-voce-deve-fazer.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-1d6hshUGGE8/Tmy8sgLJ16I/AAAAAAAAAo4/WjkgEhuWqJ8/s72-c/BADEBEC_.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8389209647678349921.post-5469897571729583792</guid><pubDate>Sun, 11 Sep 2011 13:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-11T10:39:34.395-03:00</atom:updated><title>Projeto resgata e agrega valor à confecção de bonecas de pano</title><description>&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Através da intervenção do setorial de Artesanato, as peças foram alvo de processo de inovação em Pau dos Ferros para reverter a queda nas vendas. Agora, as tradicionais bonecas viraram utensílios de decoração.&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Sandra Monteiro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-QcgjDfuiyJw/Tmy52P2MfAI/AAAAAAAAAo0/n46yYQmJ33g/s1600/bonecas+de+pano.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" nba="true" src="http://3.bp.blogspot.com/-QcgjDfuiyJw/Tmy52P2MfAI/AAAAAAAAAo0/n46yYQmJ33g/s320/bonecas+de+pano.jpg" width="212" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A cara do Nordeste, as bonecas de pano não perdem a tradição nem as características de produção. Totalmente artesanais e feitas com sobras de tecido, as bonecas de pano são uma das mais representativas peças do artesanato do município de Pau dos Ferros, distante 400 quilômetros da capital potiguar. Agora, o brinquedo está de cara nova.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;As peças foram alvo de processo de inovação para reverter a queda nas vendas. Com a intervenção do setorial de Artesanato do Sebrae-RN, as bonecas deixaram de ser um simples brinquedo para se tornarem cobiçados objetos de decoração de ambientes infantis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;A mudança foi apresentada durante a Feira Intermunicipal de Educação, Cultura, Turismo e Negócios do Alto Oeste Potiguar (FINECAP), realizada no último final de semana, em Pau dos Ferros. As peças ganharam um ar mais moderno e melhor acabamento, ao agregar outras duas matérias-prima: a madeira e o vidro. As bonecas de pano agora estão presentes em diversos objetos decorativos. Essa agregação de valor rendeu às artesãs uma valorização de mais de 80% no produto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Nosso produto ficou muito mais bonito. Chama mais a atenção das pessoas. Conseguimos manter a tradição de produzir nossas bonecas de pano, mas agregando mais valor e inovando na produção, com o uso de outros materiais que valorizaram as peças”, comemora a artesã Izabel Cristina Rêgo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;Com uma produção média estimada em 300 peças mensais, as artesãs de Pau dos Ferros pretendem elevar a quantidade produzida e expandir a comercialização das bonecas de pano para diversas cidades do Brasil. Atualmente o produto é enviado principalmente para lojas de Natal e cidades do Estado de São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;De acordo com a analista do escritório do Sebrae em Pau dos Ferros, Lúcia Pereira, o novo conceito desenvolvido pelo setorial de Artesanato do Sebrae-RN tem como um dos principais objetivos manter viva a tradição das bonecas de pano, que passavam por um processo de desvalorização.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;“Observamos que as bonecas estavam sem atrativo e precisávamos tomar uma medida para revitalizar a produção e manter a tradição das bonecas de pano. O projeto foi desenvolvido em dez dias e o resultado foi muito bom. Agregamos valor sem perder as características do produto, e como resultado já estamos notando aumento nas vendas e na produção”, relata. Ao todo, 11 equipes de artesãos, apicultores e cajucultores atendidos pelos projetos desenvolvidos pelo Sebrae/RN em diversas regiões do Estado expuseram seus produtos no estande da instituição durante o evento.&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif;"&gt;&lt;/span&gt;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;Por: Agência SEBRAE/RN de Notícias (&lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.rn.agenciasebrae.com.br/"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;www.rn.agenciasebrae.com.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;, serif; font-size: x-small;"&gt;)&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8389209647678349921-5469897571729583792?l=cafeempreendedor.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cafeempreendedor.blogspot.com/2011/09/projeto-resgata-e-agrega-valor.html</link><author>noreply@blogger.com (Leonel Pontes)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-QcgjDfuiyJw/Tmy52P2MfAI/AAAAAAAAAo0/n46yYQmJ33g/s72-c/bonecas+de+pano.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>

