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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CEEGR3Y-eyp7ImA9WhVTEEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693</id><updated>2012-02-24T03:50:26.853-02:00</updated><category term="outros" /><category term="Da Alemanha" /><category term="Jornalismo" /><category term="poemas" /><category term="Calmila responde" /><category term="diálogos" /><category term="Tipos pessoais" /><category term="desabafos existenciais" /><category term="Da Mei" /><category term="Desejos Ocultos" /><title>Calmila.</title><subtitle type="html" /><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>311</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Calmila" /><feedburner:info uri="calmila" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="license" type="text/html" href="http://creativecommons.org/licenses/by-nc-nd/3.0/" /><logo>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</logo><feedburner:emailServiceId>Calmila</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;D0YARXk-eCp7ImA9WhVTEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-4161558934920988422</id><published>2012-02-23T17:25:00.001-02:00</published><updated>2012-02-23T17:25:44.750-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-23T17:25:44.750-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>Um não ao cabelo da vovó</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/22750638/tumblr_lz4tagaVdj1qjg5wuo1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://data.whicdn.com/images/22750638/tumblr_lz4tagaVdj1qjg5wuo1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Uma vez na vida, quando não decidia absolutamente nada sobre mim mesma, tive cabelo curto. Claro, tinha cerca de dois ou três anos, e como as crianças são miúdas nessa idade, acaba até mesmo ficando fofo. A franja cresceu, junto com os espessos fios louros que um dia foram mais claros, e hoje além de acinzentado, são escuros. Depois disso, aprendi a me acostumar com as longas madeixas meio que na marra. Primeiro, porque acho lindo. Feminino. Segundo porque, com meu tamanho todo, cabelo curtíssimo ficaria péssimo. Rosto grande, estrutura graúda e um pingo de fios para contar história? Tudo, menos o cabelo da vovó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realmente não sei se é um modismo, uma tentativa desenfreada em ser descolada a todo custo ou uma necessidade de mudança na vida. O que eu não consigo entender tem a ver com tanta guria nova, bonita e com lindos cabelos passando a tesoura e ficando praticamente com nenhum. De certa forma, se masculinizando. Abrindo mão a uma das maiores armas de sedução que quem conserva as unhas grandes possui, por um pouco de androgenia. Sim, há cortes graciosos que batam nos ombros e deixem que ainda se enrole uma mecha no dedo indicador, e são puro charme. Falo das moças que, acabam ficando parecidas com nossas avós e até mesmo, algumas mães, perdendo o tempo de se ter cabelão sem vergonha nenhuma (enquanto se é jovem) querendo passar uma maturidade que, geralmente nem existe. Algumas mulheres cortam um pedaço do cabelo quando nasce o primeiro filho, pois bebê e longos fios não combinam. Até entendo. São mães. Mas moças, por que vocês? Pra que essa assimetria bizarra de um lado curto e outro comprido? Sei lá, me foge do plano sensato de qualquer explicação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Maiores defensores da tese: povo masculino. Machões. Os homens. Sempre que em pauta entra o assunto com algum heterossexual amigo ou conhecido, ouço coisas como "acho péssimo mulher de cabelo curto" ou "coisa de velha" e ainda "estraga muito uma mulher". Exemplificando: eles adoram um cabelo quase gigante. Tá certo que dá um trabalhão e por religião, hoje em dia, poucas mulheres deixam de cortar um tanto, mas talvez desde a infância, fascinados por puxar o rabo de cavalo, a maria-chiquinha ou mesmo o cabelo grande da coleguinha, os caras curtem cabelo comprido. Vão, perguntem aí a alguns dez amigos, façam uma média. Cansei desse exercício. E mais: estou com eles. Não por se tratar de uma preferência minha, mas sim, porque das amigas que já vi se atreverem ao curtíssimo, nunca gostei realmente de nenhuma. Sempre preferi o anterior, aterrorizada em "porque diabos a criatura fez isso".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deixe que eles tenham o que puxar. Tirem os fios nas horas inapropriadas para menores em que resolvem, justamente por não ser de bom grado, incomodar. Fazer um cafuné no final da tarde, enquanto você deita no colo dele no sofá, ou que, enquanto você seca ou faz chapinha, a curiosidade máscula de quem nunca passou trabalho capilar em troca de um pouco de beleza - mas se preocupa, no fundo, com uma futura careca (é óbvio). Eles gostam de ter a certeza de estar ao lado de uma mulher, olhar de relance e assistir à decapitação das pontas-duplas ou rir, enquanto você reclama do calor. Inovem na cor, em penteados, ficando um dia sem secar e outro sem fazer chapinha, mas gurias: deixem a falta de cabelo para quando o tempo trazer isso até nós, com o passar vagaroso do tempo. O bom é que crescem, porque até onde também pesquisei, boa parte se arrepende. E passado o surto momentâneo, o desejo de ser diferente - onde todos acabam ficando exatamente iguais - a cena retrata novamente todo o cabelo jogado para frente, logo depois atirado para trás e voilà: feminilidade is back.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-4161558934920988422?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Boa parte das minhas amigas anda comprometida. Se não sério, quase. As poucas "soldadas" do bando continuam lutando, claro. Mas com um propósito definido: trocar logo de função nessa vida de quem busca, para quem tem alguém. São solteiras sim, e não raro, sozinhas também. Reclamam. Apresentamos os amigos do namorado, um primo distante, algum colega que achem interessante. E nada. São defeitos, atitudes desprezíveis, desencaixe entre duas partes. Concordo porém com a máxima que ditam e continua em alta: estar sozinha consigo é muito melhor que acompanhada de quem pra nós, tenha nome e sobrenome mas não represente de fato aquele "alguém".&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto a vida amorosa anda agitada ou mesmo em movimento, se vazia na opção "pessoa que nos faça bem e complete", não tem trégua: achamos que somos infelizes, que se um raio atingisse a cabeça talvez alguma atitude fosse tomada (por cuidado ou mesmo precaução; pena), que se estivéssemos passando fome, necessidade financeira ou por qualquer outra pedra no caminho, melhor seria. O amor vence tudo, já nos diziam os emotivos filmes Disney da infância. Onde todos eram felizes num final que durava para sempre, aguardamos que chegue a nossa hora de ter o sapatinho encaixado com precisão no pé direito - por um cavalheiro-charmoso-mente aberta príncipe, que não aparece nunca porque simplesmente somos gente e contos de fadas é melhor que fiquem na parte bonita da nossa versátil imaginação. Bem na verdade, chega sempre e pode ser uma, duas, trezentas vezes (depende da auto-estima de cada um) em que romanceamos em cima de qualquer cara que apareça, só para não nos sentirmos assim tão solitárias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vemos confiança onde há enganação, admitimos comportamentos que antes julgávamos ser intragáveis, nos colocamos na posição de vítimas princesas na esperança de sermos salvas por algum gesto sentimental no último minuto vindo de quem nunca nem ao menos preocupação se prestou a ter. Usamos a desculpa de que, "melhor com, pior sem" para nos deixarmos continuar aceitando frases, poses, posses ou ações que estão longe da paz - que dirá do tal "amor"? A gente, além de se enganar super bem, acaba virando mestra na arte de autotraição. Somos&amp;nbsp;peritas em fingir que não é conosco, que as pessoas mudam e tudo pode melhorar, que basta paciência e tudo toma um rumo melhor. Bullshit!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se algo não está bacana, e a intuição já liberou o potente alerta feminino, se solte. Largue. Dê um tempo para que a redescoberta deliciosa de se encontrar como melhor companhia possível escale novamente o topo da sua lista pessoal de pequenas felicidades. Saboreie um encontro entre as amigas, dance loucamente aquelas músicas cafonas que só você gosta, e vá a quantas festas desejar, mesmo quando só - às vezes, é desacompanhando que a gente adquire parceria. Valorize em si aquilo tudo que há de bom, com uma bela roupa nova, um dia completo no salão, qualquer coisa que faça o ego ir lá em cima, como um bom café lendo um livro leve numa tarde chuvosa ou cinema com aquele filme que só você quis ver, então sozinha. Curta enquanto é possível os finais de semana em família, a vida sem explicações, uma liberdade que chega a dar saudade de vez em quando, já tendo encontrado o certo alguém que mudou o nosso caminho e pra quem a gente inteligentemente (ou não) escolheu se entregar. Porque alone ninguém fica forever, bebê.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-5954502321849494790?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Ah, então um combinado é rapidamente desfeito (culpa do trânsito), uma vontade parece voraz assim que exposta (mas não pode ser saciada, culpa da rotina), desiste de declarar o que realmente pensa por pura preguiça. Vocês conhecem e a gente tem é quase alergia às frases ridiculamente prontas, ao comportamento mais babaca - e covarde - ainda: puxa, minha avó adoeceu. Nossa, hoje vai ser impossível, preciso fazer rancho no super mercado. Ando doente, minha rotina é só cansaço, moramos longe e a gasolina é cara. Querer sincera e desesperadamente, sem medidas ou objeções, que tem a ver com isso? Acho que, além de no lugar da fuga, uma urgente aproximação, mais nada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já viram um cara quando algo é realmente importante? Chega a ser chato do tanto que tentam. Alguma brecha no meio do seu dia, alguma atenção - foda-se que pareça louco por você ou desesperado, ele quer e pronto - e age. Daí que fica fácil diagnosticar quando estão ou nos levando em banho maria, ou nem tão afim assim quanto imaginam. Ou simplesmente pertencem ao tipo que não se permite, não se solta, esquece de viver a pleno (o que é bem triste também, verdade). Aparecem para almoçar, enviam flores para o trabalho, fazem questão de deixar à mostra em tudo quanto é rede social que possuem o tal interesse, a vontade de você que não cessa (e que no seu íntimo, pede que só aumente). Quer ver você nem que seja tarde da noite, no intervalo da faculdade, depois da tal da academia. Mas quer, oras. Nem que te busque. Nada daquilo de "hoje não dá" ou "combinamos outro dia" ou, "já ficamos bastante juntos o final de semana, é bom dar um tempo". Isso, com certeza, desmancha a olho nu nossa admiração pelo tal. O afeto pega carona às vezes também, aos poucos. É como disse Nelson Rodrigues e a fila é grande de mulheres afim de assinar embaixo: toda falta num homem é perdoada, menos a de atitude. Corretíssimo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto, do lado de cá do barco, homens se fazem de bananas pra não vestir a carapuça das nossas más vontades e programas adiados, notamos toda e qualquer ausência que poderia ser suprida. Com o tempo, passamos a não tolerar de jeito nenhum quem não saia de casa por estar o mundo desabando em chuva ou calor excessivo, quem não quer ansiosamente nossa presença como desejamos estar junto, quem brigue e consiga dormir assim mesmo, simplesmente porque "amanhã é outro dia". A vida vai se tornando intolerante a quem não escolha o tempero da intensidade para sazonar as áreas prediletas - ou achar, uma meia horinha que seja, para adocicá-las. Mesmo debaixo de todos os problemas possíveis, anda raro encontrar quem se interesse e dê um jeito, mesmo que seja apenas à noite, de ônibus e num lugar público. Mas a gente precisa. Nos surpreendam, nos cansem, nos tirem do sério (por favor!), nos deem um pouco de loucura para descarrilhar em adrenalina, esqueçam como se desculpa esfarrapadamente e apenas vivam. Com vontade, conosco, sem subterfúgios, máscaras ou lentes. Se interessa, o jeito é encontrar - fugir é desperdício.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
É maravilhoso quando, mesmo com o passar dos meses, os beijinhos de esquimó continuam sendo dados, em plena tarde dominical, nosso cabelo tirado do rosto - enquanto conversamos - e sejamos sempre colocadas do lado de dentro da calçada, ou puxadas pelo braço em forma de alerta quando atravessarmos a rua sem olhar direito. Todos apreciamos um mimo, e claro, ver que existe um cuidado em se preservar o que somos de bom na vida do outro é mesmo gratificante. Pode ser um beijo na testa, uma cartinha apaixonada com aquela letra máscula e única que só os homens tem (vale um bilhetinho também, qualquer regalo que futuramente possa se tornar peça chave de boas lembranças), uma ligação inesperada apenas para ouvir a voz, porque a saudade apertou de repente. Preocupação e uma doçura em especial quando passamos mal ou ficamos doentes, massagem nas costas depois de um dia cansativo, cafuné nos cabelos até que a gente quase adormeça. Inventar um apelido singular e nada clichê, e usar e abusar de assim nos chamar. Cozinhar de vez em quando, servir nosso prato - e copo, nos puxar mais pra perto e querer estar juntinho ao assistir a um filme ou algo na televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazer de nossas mãos um ato de delicadeza: beijem com exagero, segurem publicamente sem hesitar, repousem sobre a sua, quando dirigindo. Achar que a nossa beleza ultrapassa os limites do bom senso, é opinião obrigatória do resto do mundo (e nos falar isso, quando os ataques de baixa auto-estima nos pegam desprevenidas). Mulher é mesmo assim, rapazes: é agir cheios de amor pra dar - apenas para uma de nós, claro&amp;nbsp;- é querer que a cada dia a receita de estar juntos apenas se aprimore, o gosto de ter alguém do lado faça sentido e a gente se entrega fácil. Nem sempre de bandeija, mas de braços (e corpo, e mente e coração) abertos, a cabecinha já aquitetando surpresas para que sejamos únicas enquanto durarmos - e que seja pra sempre, ou intenso enquanto houver vínculo, claro - e a reciprocidade exista. Carinho somado à mimo e ternura só podia resultar num fim distante ao amor que a gente sente, é lógico. Só faz aumentar.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QPyAhDoFuscBXDIhPzGgOzhbHSw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QPyAhDoFuscBXDIhPzGgOzhbHSw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/KmPvvgzl0dU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/704392337493451954/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/02/atitudes-masculinas-que-gente-adora-e.html#comment-form" title="19 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/704392337493451954?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/704392337493451954?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/KmPvvgzl0dU/atitudes-masculinas-que-gente-adora-e.html" title="Atitudes masculinas que a gente adora - e de tão simples, eles nem percebem" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-qbEB-4uGn_s/TzvetzQhljI/AAAAAAAABLY/Zi3oL_ZDtYA/s72-c/tumblr_lzfs6ttKzq1rne12go1_500_large.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>19</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/02/atitudes-masculinas-que-gente-adora-e.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEMNRHk6fip7ImA9WhRaEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-1563899461221973043</id><published>2012-02-14T16:01:00.000-02:00</published><updated>2012-02-14T16:01:35.716-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-14T16:01:35.716-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>E então, a gente ama mais</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-1rAjnZL8RFI/Tzqgt7MzRdI/AAAAAAAABLQ/ImD-QfQDQ8s/s1600/tumblr_lwu5ljjsou1r08pi8o1_500_large_189391558_large.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://4.bp.blogspot.com/-1rAjnZL8RFI/Tzqgt7MzRdI/AAAAAAAABLQ/ImD-QfQDQ8s/s320/tumblr_lwu5ljjsou1r08pi8o1_500_large_189391558_large.png" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;Gostei numa primeira vista do moço sério e de preto que a minha amiga estava de olho. Era carnaval, e então, mesmo tendo gostado bastante de vê-lo ali, um tanto quanto quieto e também um pouco dentro do mesmo momento libertinoso do ano, trocamos poucas palavras. Vi esse mesmo rapaz algumas outras vezes, sempre à noite. Levemente alcoolizados, em festas ou em frente a casas noturnas. E lindo. Eu queria muito que ele deixasse um pouco aquela seriedade toda de lado e conversasse um pouco comigo. Um pouco porque o que me desafia também me excita. Conversamos tanto, alguns dias e um pouco bêbados e hoje, somos namorados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de dez meses, o cara gato e "sério demais" me faz rir por horas, quando a hora é leve e nos paralisa num daqueles repentes onde a&amp;nbsp;veemência&amp;nbsp;é tanta que o resto perde automaticamente o sentido. Junto com a primeira impressão, e aquele gostar que de tão fermentado virou amor. Coisa que se comemora em 14 de fevereiro no mundo todo, que não aqui. Mas só pra quem não quiser. Na verdade, acho que a curtição de se apaixonar não mais precisa ser esporádica: necessita ser diária. Renovada a cada amanhecer, colocada na escala entre assuntos importantes e que merecem, mais que relevo, carinho e mais carinho para suprir, fortalecer e, confiante, chegar ao estágio maduro daqueles que sentem sem recibo em troca por simplesmente possuírem todas as certezas do mundo no olhar prolongado da tal pessoa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Da atração de ver o menino de uma seriedade tão bonita que me incomodava, eu hoje compartilho praticamente todo o meu mundo com o homem que - descobri - também sorri muito e tem sentimentos, nada na piscina enquanto eu&amp;nbsp;me seco torrando no sol e me mima quando ou&amp;nbsp;quase adoeço, ou choro demais e uma dor ponteaguda mira bem no meio da testa. Faz algum tempo, e parece&amp;nbsp;ter sido ontem, mas&amp;nbsp;daqui uns dias já vai fazer um ano que a vida mudou tanto (positivamente) e se sentir sozinha deixou de ser o meu pior pesadelo suado, o carma que não me largava de mão e quando soltava, grudava na ponta do pé. Tudo porque, um belo dia, um cara mais belo ainda resolveu que ia sentar do meu lado num meio fio de calçada e conversar. Me defender de alguns tarados idiotas, me capturar na câmera do meu próprio celular, junto com o telefone que ficou arquivado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É um fenômeno um tanto raro, e que até então não havia experimentado, esse troço de intimidade. Ao mesmo tempo que nos faz cúmplices, completos numa felicidade vibrante de quando tudo vai bem, expõe, fio a fio, os defeitos tecidos silenciosamente e que, com a lente colorida de um encantamento profundo, vamos ajustando o foco: e só então, a gente ama. E ama mais ainda, porque amor nenhum é suficiente que não o maior de todos, o mais imenso do mundo, infinito e multiplicado para aceitar até mesmo aquilo que a gente jamais abriria mão em outros casos, noutros tempos, com nenhuma outra pessoa, que não aquela escolhida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De vez em quando ele insiste em beijar e beijar e beijar a minha mão, assim do nada. Fica difícil não fantasiar, mesmo que por segundos, que sou uma dessas princesas meio aventureiras, muito femininas e de história familiar&amp;nbsp;um pouco dramática (como praticamente todas). Ainda mais que ele tem nome de príncipe e me faz ficar na ponta dos pés para beijar, e tudo isso encanta. . E disse esses dias, quando expliquei que me sentia grande demais perto de muita gente - e era no sentido literal e figurativo mesmo do trauma de infância todo - porque sempre fui bizarramente maior que todos os coleguinhas, as meninas do colégio e tudo, ele disse que era bobagem minha, porque ele me achava pequena. Suficiente para a minha felicidade por dias e mais dias, mais eficaz que muito "eu te amo" dito por aí pelas esquinas. Sinceros, sérios, ciumentos: obrigada, obrigada e obrigada, príncipe teimoso.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
O fato é que as sonsas, enquanto a gente está mais preocupadas em manter a própria essência ou fazer questão de mostrar que é única nesse mundo, prendem. Homens gostam de poder. Por algum tempo, a sensação etérea de apenas com um olhar dominar o relacionamento, ou então, de ter uma súdita à disposição é uma descoberta praticamente mágica. Só que pelas beiradas, achando que é rei enquanto perde a majestade, se vê preso a uma sem gracice sem fim. Pesquisando entre acontecimentos com amigos no passado, foi mais ou menos assim. Momentaneamente, desejamos nos tornarmos tontas também. No laboratório e em observação, tentamos comer pouco também - como elas sempre fazem, podem notar - falar menos ainda, e fazer tudo que o cara deseja. E até é bacana pra quem detesta relacionamento com rotina. Justamente porque acaba. Uma hora os nervos (quentíssimos) voltam a ebulir, o comportamento de ser dondoca e deixar o cara bancar tudo e ser o motorista próprio cansa, e quem é de verdade mesmo, fica perplexa ao acordar da mentira que é - graças a deus! - não pertencer a tal classe. Nem mesmo invejo, afinal, mesmo errônea e prolixa, posso me configurar como persona íntegra. Se tem algo que em mim não muda nunca é o jeito de ser. O que, claro, causa 50% de problemas e outra metade, felicidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas fingem e o fazem de maneira extraordiária, sim. Apenas exibem por aí uma ingenuidade mais falsa que a cor do cabelo e as roupas de marca que mostram o quanto não fixam na vida de ninguém. Bem aproveitam, mas sabem que confiança é ingreditente em falta na composição dos dias. Assim como afeto demonstrado e orgulho em se estar do lado do opaco, enquanto a vida vibra mesmo com quem, além de amor, também agrega em amizade. As sonsas que me desculpem, mas me incomodam, sim. Gosto de quem coloca a cara a tapa, que constrói um bom papo - e ganha meu respeito - com assustos diversos, ricos, sem medo de mim ou de serem colocados em pauta. Não ajo, justamente por não saber como. Está longe do padrão que feminino a que estou acostumada - minhas amigas, que do jeito único, louco, imperfeito de cada uma, me conquistaram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vai que nessa vida toda as espertas são essas, que se fazem tão bem do que nem um pouco são para passarem ilesas, e a fodida - após os mil e um ensinamentos de quem é assim mesmo e se permite - não aprende nunca. Como é ser uma pessoa a cada situação, em frente à cada outro indivíduo? Sou sempre tão essa mesma que fica difícil acostumar. Eu confio em quem se deixa levar. Se esforça pra mostrar o seu melhor, sabe a que veio nessa jornada a qual a única certeza, é que acaba. Agora, caso isso tudo seja mesmo fingimento, artimanha ou coisa do gênero: meus parabéns. Deve ser uma luta e tanto não rir, falar baixíssimo, ser quase gueixa e andar sempre feito uma boneca perfeita, imaculada e intocável por aí. Eu fico feliz em andar por aí com a roupa de outro dia e uma risada boa saindo pela boca com o meu namorado ao lado, que me aceita mesmo assim - com esses tantos defeitinhos, mas qualidades equivalentes. Humana.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Já viu um copo sambar entre os dedos de unhas pintadas e unha conservadas enormes? Ou assistiu a aparelhos eletrônicos, objetos em vidro ou de alto valor se estatelarem em mãos erradas? Viu com atenção tropeços desvalidos em valos despercebidos, chãos de festa cobertos por bebida escorregadia, escadarias que aparentam ser inofensivas, mas derrubam delicados pézinhos e corpo em queda livre, mas de coordenação: congratulações, se apresentou os sintomas acima, é sócia também desse clube onde tudo cambaleia, a dispersão domina e os machucados se multiplicam. Desastradas somos nós, essas assustadoramente mulheres que vivem sempre em outro planeta - que não aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É incrível a quantidade de cicatrizes, roxos ou feridas que o tempo vai somando. Dá um aperto ter que explicar o que foi aquela marca no pé, de onde você tirou aquela mancha esbranquiçada ou onde conseguiu mais um hematoma para a coleção de próprios (mal)feitos. Os danos, nem sempre sentidos na pele - e como doem! - também são materiais. Além de perder por aí em meio ao charme deslumbrado que estar na lua e não aqui pelas do acervo pessoal, alheio ou familiar. Desajeitadas, os saltos-altos algumas vezes nos traem e ao invés de deixar eretas, belas e poderosas em cima de seus mais de dez centímetros, cambaleiam. Retorcem, complicam, deixam à mostra nossa inabilidade em ser segura logo quando precisamos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando apaixonadas, a falta de jeito então, pega firme. Também, só ela. As quedas vão se tornando costume, as vergonhas alheias, motivos para que ríamos futuramente, os planos mirabolantes (quase nunca bem arquitetados e pior ainda quando em tentativa de prática) sempre em ponto morto - antes esses, que nós, pelo menos vão servindo como exemplo do que não se deve praticar. Quando o nervosismo emplaca, piora: até com as palavras conseguimos gaguejar ou não saber construir frases, constrangendo quem também não está entendendo lhufas, mas a gente faz que escute.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo, há quem veja nisso um pequeno encanto. Acabe por servir primeiro de herói, depois de enfermeiro, e às vezes também, professor. Fascinante como sempre achamos quem consiga encontrar graça nas nossas pequenas tragédias e defina até como bonitinho esse tanto de ferimentos, vexames e estabanos nossos. Há quem se derreta por nossos pequenos infortúnios e até ria, acreditem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Você, que bate o cotovelo em quem está passando quando vai fazer um coque, que pisa em merda na rua com o sapato novo ou bate a ponta do pé - recém feito - com tudo num degrau de loja. Que também sai com a roupa virada do avesso, deixa cair no chão taça de champagne na casa do amigo ou perde por aí toda hora celular,&amp;nbsp;câmera&amp;nbsp;fotográfica e maquiagem: existem muitas de nós. Tão ingênuas quanto ao mundo, e tão afobadas como só quem tem pressa de viver, mulheres incríveis que são também vítimas dos próprios percalços. Se há males que vem para o bem, por que não desastres que venham também? Uni-vos!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X4XFy14gcwj13r1japRrERyO6D8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/X4XFy14gcwj13r1japRrERyO6D8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/OhWrX02h8F0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/698559498958322496/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/02/desastradas-sa.html#comment-form" title="7 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/698559498958322496?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/698559498958322496?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/OhWrX02h8F0/desastradas-sa.html" title="Desastradas S.A." /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>7</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/02/desastradas-sa.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQASHk7fSp7ImA9WhRbGEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-8254658992531608491</id><published>2012-02-10T13:22:00.000-02:00</published><updated>2012-02-10T13:22:29.705-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-10T13:22:29.705-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>O diabinho aqui do lado</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-00hHgrqJCbs/TzU2D7MEghI/AAAAAAAABKw/vO8hl3yJq1Q/s1600/tumblr_lyhbdipXar1qfy7xeo1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" sda="true" src="http://2.bp.blogspot.com/-00hHgrqJCbs/TzU2D7MEghI/AAAAAAAABKw/vO8hl3yJq1Q/s320/tumblr_lyhbdipXar1qfy7xeo1_500_large.jpg" width="271" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;﻿&lt;/div&gt;Pousado sobre o meu ombro, recaindo como um peso morto; vermelho e malvado, está o diabrete que habita meu íntimo. Aquele que não confessa pecados, e arquiteta travessuras. O inconveniente que me acomete e faz meu corpo revirar bolsas e papéis à procura do telefone que eu fiz questão de deletar do celular. O vilão indomável que me faz passar por cima de tudo de todos, cupir palavras ferinas, e que some, tão logo chegou. Rápido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O capetinha vem, toma meu corpo, sucumbe minha mente, e então, como quem ordena: disque aquele número que você quase decorou, e admita sentir saudade. Cega, louca e indomada, obedeço. Teria como não? Implico com as crianças, sentadas na sala, exito em ajudar quem me pede, e ainda, devoro quatro tabletes de chocolate branco. E tudo é culpa desse demônio que me acomete, e não solta. Gruda, e não escorrega. Essa danado do anjo torto, sempre me levando pro lado incerto e obscuro - mais emoção, menos segurança. Desafios excitam, mas não estabilizam. E enquanto isso, o tinhoso me sopra o ouvido: não vá caminhar. Relaxe, e descanse. Exercícios são bons, fazem bem, mas você já é boa, e faz o bem. Quer mais o que? Deixe esse armário abarrotado como está, e assim bagunçado, como só você compreende. Se você se acha na sua baderna, que os outros compreendam, oras. Ligue, disque o número, arrisque. O máximo que vai acontecer é seu coração destroçar, e estraçalhar, como algumas vezes já ocorreu. Você até já sabe o caminho para voltar à paz e mesmice que anda a sua vida, olhe que ótimo! Xingue quem caminha devagar na rua, vá lá. Grite, e aumente o tom. Extravase a raiva que fica aí dentro, impura e incômoda, antes que vire rancor, e perfure o coração, deixando como rastro doenças coronárias incuráveis. Não atenda aquele cara meio magro, e com rosto de bebê, que nem você entende porque beijou. E se ele estiver : gera fogo, incendeia! Troque olhares profundos com aquele seu alvo antigo, e apague essa labareda toda, com ele. Sem se importar se o outro está vendo, o que está sentindo, e se foi à festa apenas por sua causa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Troque o certo pelo duvidoso, e ache isso no mínimo divertido. Ou, excitante. E solte o verbo: conte tudo, fale à todos aquilo que te aflige, ou faz feliz. Qualquer coisa que nem sabe ainda se existirá, mas que deve valer à pena desvelar. Não acate ordens, faça cara de paisagem. Acelere o carro, não atravesse na faixa de segurança, e deixe a louça na pia. Critique mentalmente todos esses bregas e moribundos, feche a cara e resmungue um palavrão qualquer, que devolva a paz. Mas não se engane: ele está dentro aí dentro. Meio escondido, ou disfarçado, nessa brincadeira macabra que é tentar acertar, e errar sem querer querendo, nítido. O diabinho está sempre no nosso íntimo, encurralado e tímido, mas latente e o que vale é propor um jogo de esconde-esconde: vamos achar o anjinho, e baixar o volume desse Lúcifer que nos atazana quase sempre? Topei, e dizem que depois de assinado o contrato, minha alma pode ter sido vendida. E se comprada por alguém, que seja continue verdadeira, mesmo desastrada e com essa pitada maliciosa. E que todos esses sentimentos passionais continuem no contrato, por favor! &lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&lt;em&gt;*Texto antigo sei lá de quando e que está de volta durante essas minhas férias (e renovação) mental.&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-8254658992531608491?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9YxXMYLljOqXXmsToQ-5BhioA3U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/9YxXMYLljOqXXmsToQ-5BhioA3U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/bJrf6ofgBvc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/8254658992531608491/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/02/o-diabinho-aqui-do-lado.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/8254658992531608491?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/8254658992531608491?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/bJrf6ofgBvc/o-diabinho-aqui-do-lado.html" title="O diabinho aqui do lado" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-00hHgrqJCbs/TzU2D7MEghI/AAAAAAAABKw/vO8hl3yJq1Q/s72-c/tumblr_lyhbdipXar1qfy7xeo1_500_large.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/02/o-diabinho-aqui-do-lado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkQDQnsyfip7ImA9WhRbF08.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-7541325877822128958</id><published>2012-02-08T14:47:00.001-02:00</published><updated>2012-02-08T14:59:33.596-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T14:59:33.596-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="outros" /><title>Bons filme para se ver a dois</title><content type="html">Todo casal de namorados acaba por se tornar quase cinéfilo - os mais coerentes, é claro. Quando achamos quem comente com a gente, inteligentemente, as cenas, o enredo, e até mesmo as músicas da película assistida seja em DVD ou em pleno cinema, se torna rotineiro ver tudo quanto é filme em companhia de quem ainda nos mime, faça cafuné e sirva quase de almofada. Claro que isso talvez não aconteça com todos que tem um relacionamento estável, ou bacana, enfim. Mas comigo foi assim. Ainda é. Uma das diversões preferidas nossas é ver filmes e mais filmes. Melhores se bons, alguns risos e comentários quando nem tanto. Pois bem, como me pedem dica e opinião de praticamente tudo (e eu tenho), vou tentar dar, de vez em quando, uma iluminação pra quem também namora e acaba sempre ou no impasse entre filme sangrento versus comédias românticas e um dos dois achando muito boring a função toda. Porque, sabem, filme bom não precisa necessariamente ser mulherzinha demais ou masculino total. Sendo inteligente, instigante, ou mesmo bem feito, acho que acaba sendo válido pra ambos os lados. Alguns de nossos prediletos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Entre segredos e mentiras (All Good Things)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/F5E0jAE6778" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Muito bem feito, traz o ótimo Ryan Gosling sendo mais uma vez, muito bom ator, e a querida da Kirsten Dunst numa trama de mistério, drama e uma série de fatos que vão narrando a história baseada em fatos reais de Daniel Marks. Dinheiro, vontades opostas e uma psicopatia que vai tomando conta do protagonista são o recheio do filme. Gostamos bastante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Bastardos Inglórios (Inglorious Basterds)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/v4ug2PGniMM" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
As mais femininas podem não curtir tanto, pois tem bastante sangue em várias cenas (é Tarantino, ok, ok). Mas então, é de uma produção espetacular. Divido em capítulos que tem como finalidade narrar um último acontecimento no final - que não revelarei qual, é claro - fica difícil tirar os olhos da tela. Se passa em plena época da Segunda Guerra Mundial e quem gosta bastante de filmes que tenham a ver com, é a pedida certa. Inteligente, boa fotografia e com Brad Pitt em ótima atuação. Não é dos mais "recentes", eu sei, mas ainda assim, recomendável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Sem limites (Limitless)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/JMU_ksS3fq4" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
É inacreditável, mas usamos apenas 20% da capacidade do nosso cérebro. Eis que é oferecida a um escritor com bloqueio criativo uma droga capaz de o fazer utilizar 100% de toda sua inteligência. Não vou me prolongar muito mais para não tirar a graça em assistir, mas tem Bradley Cooper de De Niro em ótimas atuações, com enredo que também prende a atenção. Me surpreendi com o final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;- Confiar (Trust)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align="center"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/vsGxpqQGhrE" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Pedofilia, uma adolescente que, mesmo com a gritante diferença de idade é apaixonada pelo infrator e um pai que enlouquece ao saber da situação toda. O drama é muito bem construído, Clive Owen e a menina Liana Liberato atuam muito bem e nos fazem entrar diretamente na pele dos personagens que encenam. Teve uma passagem rápida pelos cinemas e demoramos para conseguir locar, todos estavam sempre fora da locadora. É ótimo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;- Millennium (ou "Os homens que não amavam as mulheres")&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/PKA39HIgMHI" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Há duas versões. A mais antiga (e original), sueca. A recente, de Holloywood, com James Bond e alguns pontos incomuns ao primeiro filme. Da trilogia intitulada 'Millenium'﻿, tem tudo para ser um dos melhores filmes de 2012. Já tendo assistido aos dois (o último está em cartaz nos cinemas), fico com a versão americana - porém, indico que vejam as duas, a outra é bacana idem. Da fusão entre um jornalista investigativo (Daniel Craig) e uma hacker e investigadora pessoal&amp;nbsp;excêntrica e excepcional (Rooney Mara) afim de desvendar um mistério que há 36 anos atordoa a família Vanger carrega muito suspense, improbabilidades, e um encaixe perfeito no final, demonstrando a esperteza de quem criou a história. Vale a pena.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;- Meu malvado favorito (Despicable Me)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/0OTViVgy7N0" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Tenho adoração por filmes infantis, quem sabe por vasta convivência com meus irmãos mais novos. Esse é fofo na medida certa, tem malvadeza sem ultrapassar qualquer limite e acaba sendo engraçado e bom de se ver tanto para o público infantil como para os menores. É incrível acompanhar a mudança de um homem mau com direito a carteirinha e tudo em um pai amoroso. Dá vontade de adotar a menina mais nova.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;- Rebelde com causa (Youth in Revolt)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/GQ7kHFXAVxg" width="420"&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;Assistimos por acaso a esse filme na televisão um dia, mas por ser engraçado e ter Michael Cera (de Juno e Superbad, que também adoramos), resolvemos continuar vendo. É engraçado de um jeito leve, e como costumeiro, vemos o ator se dar mal muitas vezes - dessa vez, como Nick. Apaixonado pela garota dos seus sonhos, Nick às vezes reage como ele próprio, e em outras ocasiões, como seu alter ego, François (sua versão má e delinquente, é claro). Com direito a amigo indiano, o tabu da virgindade e planos e mais planos para ter Sheeni só para si, é um filme legalzinho de se ver numa tarde de domingo, é leve e diferentão.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;strong&gt;- Um parto de viagem (Due Date)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align="center" style="text-align: left;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/MQfy0nbaHqg" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;﻿&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;A dupla Robert Downey Jr. e Zach Galifianakis acertou em cheio nessa comédia. Não somos muito fãs do gênero (quase sempre a fraqueza em não rir dos filmes atuais nos faz não locar nenhum), mas resolvemos dar uma chance ao ruivo de 'Se beber não case' e o&amp;nbsp;atual&amp;nbsp;Sherlock Holmes. E deu certo. Me surpreendi positivamente. Zach continua atuando como ser bizarro, e tira do sério inúmeras vezes Peter, o personagem de Robert, enquanto os dois se vêem obrigados a cruzar os EUA juntos. Indico!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;É lógico que a lista não para por aqui, mas essa semana, é isso. Tenho ainda alguns (muitos) para assistir, e dicas nos comentários serão sempre muito bem-vindas, meninas! Espero que gostem, e assistam, para fugir de sempre um ser forçado a fazer a vontade do outro e tal. Besos!&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-7541325877822128958?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cD5v3ORYxiX_WqOBLbRu8yOzAeA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cD5v3ORYxiX_WqOBLbRu8yOzAeA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cD5v3ORYxiX_WqOBLbRu8yOzAeA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cD5v3ORYxiX_WqOBLbRu8yOzAeA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/66jBsPg6RxY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/7541325877822128958/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/02/bons-filme-para-se-ver-dois.html#comment-form" title="5 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/7541325877822128958?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/7541325877822128958?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/66jBsPg6RxY/bons-filme-para-se-ver-dois.html" title="Bons filme para se ver a dois" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://img.youtube.com/vi/F5E0jAE6778/default.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>5</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/02/bons-filme-para-se-ver-dois.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUEMR3w6cCp7ImA9WhRbFUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-4824334763598632027</id><published>2012-02-07T00:59:00.001-02:00</published><updated>2012-02-07T01:01:26.218-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-07T01:01:26.218-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Da Mei" /><title>Da Mei: sobre aqueles dias...</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-N3FEHxoRXqg/TzCQjwij8nI/AAAAAAAAAa0/DJIUF2sP4zU/s1600/aaaa.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="214" src="http://3.bp.blogspot.com/-N3FEHxoRXqg/TzCQjwij8nI/AAAAAAAAAa0/DJIUF2sP4zU/s320/aaaa.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;não, não vou falar sobre tensão pré-menstrual, nem da dita propriamente, que transforma uma semana do nosso mês, todos os meses, terrivelmente chata tanto para nós, mulheres, quanto para os pobres infelizes que nos rodeiam. quero falar sobre um sofrimento agoniante que sinto “naqueles dias” por muitos dias, quase todo dia, há alguns dias. &lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;"aqueles dias" são dias sem sol, sem sal, dias que o dia passa e só se nota quando ao olhar o relógio o dia já é noite e nada foi feito. é dez da manhã, logo já é quatro da tarde, e meia noite você tem que ir dormir pois trabalha no dia seguinte. e o dia seguinte é igual. e depois também. e o dia que segue não muda. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;aqueles dias têm trilha sonora própria. você não consegue ouvir nada que não seja triste, lento, ou com muita dor expressa na letra, pois existe na dor da música uma compaixão com a sua; é um pesar que ao ser compartilhado alivia a aflição do próximo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;aqueles dias não têm ele, nem ela, nem ninguém que te faça sorrir. todo dia como aqueles, é um domingo chuvoso, tedioso e sem comida da vó. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;aqueles dias pedem contemplação, reflexão, minutos a fio olhando fixamente para as paredes da casa, as árvores da rua, ou o céu pela janela do quarto - que só é avistado de um único ponto quando você está deitada sobre sua cama.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;aqueles dias carregam angustias, mas também libertam lágrimas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;são aqueles dias de frio com quarenta graus. de chuva dentro do mar. dias cheio de apetite após as refeições. dias que só fazem sentido após uma grande perda, ou quando antecedem grandes momentos de decisão. são dias que não existem por si só. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="line-height: 115%;"&gt;&lt;span style="font-family: Georgia, 'Times New Roman', serif;"&gt;dias comos estes pesam, cansam. minha esperança é que dias assim passam. se não passarem também não faz mal, pois para aqueles dias sempre existem outros dias. deixar aqueles dias sangrar até secar ressuscita de alguma maneira e revigora, pois são dias e dias como aqueles... mas há outros... ainda bem que existem também os outros....&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-4824334763598632027?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YpeudZAfyuE1OgS9qnKA3c4BoyY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YpeudZAfyuE1OgS9qnKA3c4BoyY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YpeudZAfyuE1OgS9qnKA3c4BoyY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YpeudZAfyuE1OgS9qnKA3c4BoyY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/OAwPUdS_Yys" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/4824334763598632027/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/02/da-mei-sobre-aqueles-dias.html#comment-form" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/4824334763598632027?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/4824334763598632027?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/OAwPUdS_Yys/da-mei-sobre-aqueles-dias.html" title="Da Mei: sobre aqueles dias..." /><author><name>Meirielle</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06792428832577949668</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="26" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_rybDQeV5HPE/S_3nkfiiJRI/AAAAAAAAAGE/4kdG54jmEGk/S220/i.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-N3FEHxoRXqg/TzCQjwij8nI/AAAAAAAAAa0/DJIUF2sP4zU/s72-c/aaaa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/02/da-mei-sobre-aqueles-dias.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0EEQ305eSp7ImA9WhRbFUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-5229531144670520310</id><published>2012-02-06T16:06:00.000-02:00</published><updated>2012-02-06T16:06:42.321-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T16:06:42.321-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="outros" /><title>Frases que gostaríamos de escutar, só que bem na verdade não</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GiMOlexsmNA/TzAWg9zJupI/AAAAAAAABKo/u3VAl-QBxuE/s1600/tumblr_lyy6odqCHM1r0fxy7o1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="229" src="http://4.bp.blogspot.com/-GiMOlexsmNA/TzAWg9zJupI/AAAAAAAABKo/u3VAl-QBxuE/s320/tumblr_lyy6odqCHM1r0fxy7o1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;﻿&lt;/div&gt;Ler somente quando contaminado com bom humor. Grata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Gorda nada, você nunca esteve tão magra. E linda. (em meio a um ataque de nervos - e flacidez - tepeêmico)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Aquela sua amiga é tão sem graça, não sei como tantos caras chegam nela. (desmistificando que todos os homens dão preferência às sonsas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Claro, amor, prefiro ir fazer compras no shopping junto contigo a assistir qualquer programa&amp;nbsp;esportivo e másculo na televisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Acho o seu bumbum o mais bonito do mundo, só olho para todos os outros decentes que passam porque é automático. (simplesmente porque às vezes eles olham, e quase sempre a gente nota mas se faz de louca)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Adoro essa sua agressividade na TPM, é excitante. (ao invés de reclamar e culpar todos nossos pequenos ataques no período fatal do mês)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Não sabia o que era mulher de verdade até conhecer você. Aquelas minhas ex-namoradas não chegam nem aos seus pés, em quesito nenhum. (para evitar qualquer neura quanto ao passado do moço, uma boa e eficaz solução)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Entendo que tudo em que você gasta é extremamente necessário, afinal, está sempre impecável. (no lugar de criticar nossas compras exageradas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Prefiro o seu cabelo sem chapinha e você sem maquiagem. (para nos poupar do excessivo trabalho de estar sempre linda pro querido e sim, gastar mais tempo ao seu lado)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Sei a diferença entre magenta, pink, carmim, rosa, vermelho e vinho. (todos homens deveriam aprender a distinguir tons de cores, por favor)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Vamos assistir aquele drama romântico água com açúcar que eu sei que você vai morrer chorando enquanto assiste? (porque todos deveriam nos achar bonitas mesmo se debulhando em lágrimas intermináveis)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Você deve ter tido um dia cansativo, vem cá que vou fazer uma massagem nos seus pés enquanto deixo que assista ao seu seriado de mulherzinha favorito. (porque quem faz geralmente isso somos nós)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Esse seu amigo gay é engraçado (porque poucos sabem conviver em harmonia com opções sexuais diferentes. alguns fingem)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Tenho uma surpresa pra você hoje à noite. (nos surpreendendo e fazendo as mulheres mais felizes do Universo)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Pode usar batom vermelho. Acho sexy e não me importa muito que os outros achem também, afinal, você é minha. (vale para saia curta, roupa justa e também saltão)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&amp;nbsp;Hoje à noite vou deixar de ir à academia para cozinhar para você à luz de velas. (meu atual sonho de consumo)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- É, você tem razão, melhor eu tomar um remédio para a gripe. (braço a torcer e nossa felicidade!)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora imaginem todas essas frases ditas. Graça minguante, relacionamento monótono. Bom&amp;nbsp;mesmo é ser desafiante como é.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-5229531144670520310?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Já falei que ser boazinha cansa? E que ser legal, também? É. Ainda mais quando não reconhecem os seus esforços, quando você se desdobra e pensa estar no caminho do bem, no rumo certo e não: não valeu de nada. Não adiantou. Se sentir impotente, diante de tanto pedido de perfeição aos quais você realmente não se enquadra, é inevitável. E como reagir à tudo isso? Se trancando no quarto, e fazendo greve de fome. Belo feito, não? Foi o melhor que consegui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem que dar o exemplo. Não tem escolha, e sim imposição: tem que. Deveria, vago demais. Deixa ainda no ar algo de que você "poderia", caso não quisesse, não dar exemplo nenhum. Não pode gritar no gol da Holanda, e muito menos festejar. Tirar os farelinhos doces da cuca é crime. Olha o exemplo, guria. Gostar de polenta, é quase uma obrigação. E sair com mil casacos, idem. E a minha personalidade, aonde fica? Ah, escondida. Secreta. Tem que andar de pantufas pela casa, e não pode deixar o banheiro molhado. Tem duas mentes pequenas registrando tudo, e pior: seguindo o que faço. Não pode arrotar o a-e-i-o-u, e muito menos, falar palavrão. Rir do parentes bizarros, é pecado. Buceta, porra, caralho e filha da puta, que é isso? E os modos, menina? É, você tem que ser perfeita. Estudar, e não pegar nenhuma recuperação. Se vestir, e não exalar sensualidade. Exprimir opinião apenas quando pedido. Colocar e tirar a mesa, ou então, lavar a louça. Levar o cachorro para passear, e não esquecer de trancá-lo depois. Buscar os irmãos no colégio, e levar aonde lhes convém. Gritar? Nunca. Respoder? Castigo. O exemplo, esse bandido, apenas atrapalha a minha vida. E apenas os bons irmãos mais velhos, para saberem bem do traiçoeiro a que me refiro. Perfeição nunca foi ideal meu. Gosto de me esbanjar na vida, seguir minhas vontades, deixar o coração comandar. Falar o que vem à mente, comer apenas o que gosto - e sim, sou distraída aos montes. Quem se importa mesmo se por dentro você anda se sentindo perdida, se por fora o que você vê no espelho e um lixo, ou se, você anda precisando conversar? Faça o que tem de ser feito, com maestria e perfeição, para receber um sorriso. Algumas palavras. E ah, esqueça que você tem dezoito anos, e também que será jovem por apenas pouco tempo mais. Há muito a ser feito, e seu papel é ajudar! Parece que voltamos ao início do século XX - pelo menos, na minha casa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo com tantos elogios de conhecidos, de como existe maturidade nessa menina, de como ela tem juízo, de como é bom tem uma filha assim, que faça tudo e se desdobre pela família, não agrado. Parece que tenho que ser perfeita. Per-fei-ti-nha (e esquecer o "complicada", na lata do lixo). Não sou. E me cansa fingir ser. Faço o que posso, e não reconhecem. Ainda pedem mais. Querem muito mais! Que eu trabalhe, e seja uma motorista impecável. Que eu me contente com tudo o que tenho. Que arrume meu guarda-roupa todinho, e ainda, escreva ainda melhor. Que não esqueça a toalha molhada em cima da cama, ou as roupas sujas no banheiro e a bolsa, na sala. Pressão não adianta nada não, senhores pais. Sou carinhosa e amiga das crianças, não tá de bom tamanho já? Não. Tem que ser quase uma mãe. Ir dar a sua caminhada, e correr para vestir e irmã menor; e na sequência, esperar o irmão do meio sair da aula, para buscá-lo. Sufoco!&lt;br /&gt;
Me pergunto então: e se eu usasse drogas, aparecesse muito de vez em quando em casa, pedisse dinheiro à todo momento, tivesse vários piercings e muitas tatuagens, cabelos coloridos e amigos imprestáveis, será que meus pais dariam valor à tudo o que faço, ao meu empenho algoz, ou ao que pelo menos soa como uma tentativa? Quiçá. Talvez, o que tenha ocorrido, é o que acontece nas melhores famílias: acostumei muito mal meus pais. Penso com alívio, que pelo menos não tenho homem algum ao meu lado, monitorando se minha celulite aumentou, ou meu peso está nas alturas. Pelo menos sou cobrada de uma vez só, e por apenas duas pessoas. E agradeço à Deus, por todo e qualquer defeito, que com certeza de fábrica veio. Sem eles, ninguém notaria minhas qualidades, que são muito mais marcantes e envolventes. Amém!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Largo no chão a capa de mulher-menina-perfeita-maravilha, e analiso no espelho: aquele piercing no nariz realmente ficaria ótimo. Ruim assim, péssimo de qualquer maneira.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;i&gt;* Texto de agosto de 2010.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Bela Adormecida tinha Fauna, Flora e Primavera, quase madrinhas e à sua disposição: três simpáticas fadinhas que a vestiam, alimentavam e quase cuidavam como filha. Cinderella, em meio ao choro sofrido de quando tudo parecia desastre, viu surgir iluminada a sua própria salvação, com varinha de condão e um toque de mágica. Hoje, o simsalabim é muito mais o dinheiro por nós gasto que apenas palavras mágicas e pó de pirlimpimpim nos deixando majestosamente belas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;São Vilmas, Marlenes, Cleusas e Edilenes. As minhas ao menos, estas. Tem a que cuida dos meus fios para que, loiros - e cada vez mais claros, se depender da moça - continuem fortes, na medida exata e sem pontas duplas, radiantes. É sentar na cadeira nem tanto alta, vestir a capa preta por onde me assustam ao cair alguns pedaços do meu DNA capilar, e ao secar, sair do salão renovada. Conhece meu medo de curto demais, mostra orgulhosa o efeito final, é só sorrisos e abraços após o benfeito cuidado em mim. Quase magia, posso até chamar de alguma feitiçaria do bem que, em uma hora e meia a cada alguns meses me renova como mulher.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A outra, me vê nua, grunhindo em meio ao calor e a dor. Como se foi o tempo em que mulher e pelos tinham alguma concordância, tenho pavor e me dá certa agonia. De 21 em 21 dias lá estou marcando presença e deixando alguma boa quantia para sofrer nas suas mãos, atacada pelo cera quente. Conversa comigo afim de distrair e faz seu truque numa rapidez que me surpreende. Vê eu e demais "sobrinha" em posições constrangedoras na maior naturalidade, tudo afim da tal beleza deslumbrante que dura pouco mas nos deixa sentir limpas enquanto ainda é preservada.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para pegar em nosso pé depois de um dia suado e transformar nossas unhas ou roídas ou de cantos comidos (a pelezinha viciante, e quem não rói com certeza deixa a ansiedade ali atacar), só mesmo sendo uma benção ao nosso feminino ego. Escutam reclamações frequentes de namorados, noivos, amigas e familiares, vão desde a televisão ao jornal em assuntos que nos espairecem, opinar quanto a cores e contam histórias de vida. Lixam, cortam, aparam, retocam e na maior paciência, nos detalhes minuciosos, enfeitam a gente com um encanto que vai durar uma semana, no pé se bem cuidado, duas. Nada de poção, palavras ou sortilégios mágicos: profissionalismo e empenho que nos deixam com a sensação temporária de lindeza necessária. Acabamos sempre voltando, com o querer aumentado e a vontade de deixar no lugar aquilo que com o tempo cultivamos. São bem mais que fadas: também mulheres. Madrinhas, apenas emprestadas, porque sendo femininas como nós, sabem bem a importância que hoje em dia mais se intensifica de querer estar bem, desejar estar bonita.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Abracadabra, uma ligação, hora marcada e a gente lá: depois da ida e do processo de transformação, nem tão rápido como nos desenhos infantis, mas potente e real, muitas vezes mais eficaz que beijo para acordar ou salvação em torre, cabelo, unha e depilação são quase o suficiente - porque mulher satisfeita é mulher acomodada - para nos fazer sentir quase princesas. Reais, mas não da realeza.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-1686191064650655080?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Oi Camila,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antes de tudo queria agradecer por responder meu e-mail e dizer que uns tempos atrás, vasculhando na internet, encontrei teu blog e desde então ele está entre minhas páginas favoritas. Me indentifico bastante com teus textos, sempre me ajudam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Que linda, olá. E muitíssimo obrigada! Espero que possa ajudar direitinho.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já iniciei um e-mail pra ti mas, não tive coragem de mandar e se tratava da mesma pessoa que vou citar abaixo, só que agora preciso mesmo de uma opinião.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Certo, então vamos lá.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Namorei com um garoto por 2 anos e gostava muito dele. Terminamos ano passado, em julho. Depois dele, pensei que não gostaria mais de ninguém da mesma forma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Natural pensar assim, hoje em dia é normal vivenciar o romance como se fosse o último. Mas o bom é que sempre depois do fim, a vida dá um jeito pra gente de recomeçar. Mesmo que demore ou a gente se frustre, enfim.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No tempo que estive solteira, fiquei com alguns caras interessantes mas não quis manter algo a mais por simplesmente 'enjoar'. Era do nada, simplesmente não queria mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Não eram tão interessantes assim, então. Não a ponto de te fazer apaixonada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Saí pra um lugar aqui na minha cidade que não curto muito - acredito que foi o destino - mas lá conheci um garoto. Nós não ficamos.&amp;nbsp;No outro dia, ele me adicionou no Facebook, conversamos e nos demos muito bem. Pouco tempo depois começamos a sair.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É legal quando algo começa aos poucos. E a gente vai dando tempo pra saber bem o que tá fazendo, com quem está lidando. Ele demonstrou que queria contato com você e que tinha persistência e atitude, coisas que a gente não tolera em homens que não possuem. Até aqui, bem ok.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No começo, pensei que enjoaria - como já havia ocorrido com outros - mas não. Começei a gostar dele, por um milagre divino. Reconheço que sou um pouco difícil de lidar, e como disse acima, pensei que não gostaria mais de ninguém da mesma forma que meu ex. Estamos saindo há quase 2 meses, já conheço os amigos dele e as respectivas namoradas, a mãe, o avô, o irmão, o primo. Ele me pediu em namoro e disse que, após o namoro de 5 anos, passou 3 anos solteiro e também nunca tinha gostado de alguém como sentia por mim. Não aceitei por não ter muito tempo que nos conhecemos, nem coragem, pra entrar em um relacionamento agora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Well. Você não enjoo dela. Pelo visto, nem um pouquinho. Ele demonstrou que queria compartilhar um pouco da vida contigo, e já te apresentou família e tudo, e deve ter a levado pra churrascos e festas de amigos, onde tu figurou como uma possível namorada, conhecendo as outras do grupinho. Depois de três anos solteiro, pelo visto escolheu você. E por que, mesmo assim, falta "coragem" pra assumir algo com o moço, menina? A gente morre de aflição e se sente enroladas quando o cara não nos pede nunca em namoro mas, se é o contrário e ele se decide rápido demais, nos assustamos também. Sim, somos mulheres e um poço de contradições, confusões e afins. Mas, não entendi a parte da coragem, não. Será que não foi tu mesma quem colocou na cabeça isso de que seu ex é intocável e nenhum cara fará com que tu sinta mais do que sentiu por ele? Ou será que o cara é bacana, e tudo, mas não é tanto assim e você está começando a enjoar ou já sabe que pode iniciar esse processo de desejar coisa nova daqui a pouco já? Coisas que só tu pode saber, mas acho válidos questionamentos para fazer à ti mesma, guria.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O problema é que quando o conheci, sabia que ele fumava cigarro e bebia. Conversamos sobre isso e ele diz que quer diminuir o vício, para começar a parar. Nos últimos dias descobri, por si só, que ele também fumava maconha. Eu não curto, nunca experimentei, e não sinto a menor vontade. Falamos sobre isso novamente, e ele disse que ia diminuir o 'ritmo' com o tempo, mas acredito que de uma droga pra outra é um passo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Então, acho que o problema está aqui. Que hoje 99% dos jovens bebem, temos que concordar. Admiro você por não fazer uso. Cigarro, nunca experimentei. Nem seque cogitei, tenho nojo de fumaça e acho o cheiro péssimo. E sim, concordo contigo que da maconha para ir pra cocaína, ou LSD e Extase é um passo mesmo. Convivi com pessoas que usavam (colegas, alguns poucos amigos), e a maioria se perdeu dentro do mundo paralelo em que pessoas - geralmente, fracas - usufruem de drogas. Não recrimino, não sou contra, nem nada disso. Só acho que há tantas alternativas de felicidade e diversão hoje em dia nessa vida que, se drogar é um pouco burro. Uma escolha falha. Enfim, acho que o que mais te incomoda é que é, sim, complicdo levar um relacionamento com alguém que tem abusado dos usos ilícitos. Como saber o momento em que está "limpo", ou não? E se diz que vai parar, por que não começa já? Hoje, é algo que pesaria na minha decisão de estar com alguém ou não. Nem tanto o fato da bebida, que se não for alcoolismo, considero até um pouco banal pros jovens de hoje. Mas mais pelo cigarro (que destrói os órgãos internos, deixa um cheiro e gosto da boca péssimos e é um nojo) e pela maconha (que ok, dizem que não faz tão mal assim, mas como disse a amiga, é um passinho pra demais drogas). Você já conversou, e ele disse que ia ir diminuindo. Mesmo assim, você parece não aceitar nem mesmo isso - e ele parece ter diminuído mas muito, muito pouco. Já conversou por duas vezes sobre o assunto, e não obteve muita mudança. Se fosse você, tentaria dar uma afastada, pra ver o que sinto. Caso fosse forte demais o gostar e essas coisas de amor, diga que para você ter algo sério e sólido, isso é muito importante. Daí, só esperando pra ver a reação do rapaz.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele é um amor de pessoa comigo, me trata super bem, é carinhoso e nos damos muito bem. Tô gostando, mas não sei se devo continuar algo com medo do depois, sabe? Não sei o que pensar, nem o que devo fazer. Me ajuda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Do depois tu dizes de sei lá, ele ficar cada vez mais adicto? Pode acontecer. Mas se ele disse que ia ir diminuindo, talvez você deva dar um voto de confiança ao moço. Por algumas semanas, ou meses. Tente fazer com que o assunto não se torne um tabu entre vocês, e diga que, pro que ele precisar, você o ajuda. Pense em alguns meios para que ele substitua as drogas por outras coisas (chiclete por cigarro, chocolate por maconha - talvez eu esteja sendo ingênua, mas dizem que pode dar certo). Como descreveu, pelo visto isso a incomoda bastante, deixe isso claro, mas de forma sutil. Ele vai entender, e se quiser estar mesmo contigo, vai acabar se viciando cada &amp;nbsp;vez mais em ti e largar toda e qualquer drug do caminho. Conheço alguns casos em que isso aconteceu, ou seja: é possível sim, ainda mais que ele é jovem. Desejo boa sorte pra ti e muita disposição, não desista assim tão fácil de algo que tem a feito feliz. Tentar é sempre válido. Um beijo!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer enviar a sua pergunta/dilema/desabafo para mim também? Escreve linda pra &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="mailto:camilapaier@gmail.com"&gt;camilapaier@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; e então basta esperar!&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
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Não adianta, e cura, até agora não encontrei. Capturadas algumas imagens de mim mesma, e aquela ansiedade comum para depois de passadas para o computador, poder admirar a fotografia de momentos bons. Ou não. Que bração é esse aí, que antes de sair de casa eu não tinha sinal algum de existência? Deve ser a gordurinha localizada, que escolheu se impregnar justo numa das partes mais delicadas do corpo feminino. Meio bonecão do posto, um tanto de herança italiana, e se pudesse lipar uma parte do corpo: o braço, sem dúvida alguma. Fininho, engana uns bons quilos a menos. Mas a deprê é mesmo quando de dieta, nos enganamos um pouco quando a vista é diretamente do espelho. E nas fotos da noite passada está lá, imenso e presente bração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando dá para cortar de cantinho, não considero afronta ou ilusão nenhuma da vida real. Querer parecer melhorzinha numa recordação que daqui anos olharemos e nos permitiremos o luxo de pensar "como éramos bonitas!" está no direito de cada mulher. Deveria. Pode a barriga estar no lugar, as pernas sem celulite aparente, o peito em evidência, o sorriso na medida certinha, mas estraga a festa esse naco aonde o tecido adiposo escolhe se proliferar. Conversando com amigas, é fácil perceber que não só de genética sobrevive o tal problema: altas, magrelas, gostosonas, baixinhas, de raças distintas e cores de cabelos diversas - todas, sofredoras de se achar um exu balofo após conferir as fotos de algum momento que deveriam ter ficado lindas, só que não. Mesmo abaixo da linha da magreza e se alimentando apenas de orgânicos, cereais e algum chocolatinho, lá estão. Parte maldita de algumas de nós que insiste em não desaparecer por completo, por mais pesada a malhação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E a inveja daquelas que conseguem manter o corpo todo em equilíbrio, sem neura alguma ou detalhezinho que abomine? Difícil não ter, complicado ocultar - a gente fica apenas se questionando "como pode? que será que ela faz?", e tentando na maior insistência sair bem e não braçuda nas fotografias que estiverem por vir. Os homens, aqueles que falam uma linguagem complexa demais para nós, ladies, e tem costumes ainda mais peculiares a nosso ver, é do que mais se felicitam: ver o braço crescer. Fermentar. Malham, malham, e muitos mesmo após meses de academia não encorpam bíceps, tríceps e demais músculos para nos atingirem. Repassava fácil essa minha insatisfação corpórea. Interessados, neste guichê, por favor!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Eu queria entender, quem inventou que a gente precisa de outro alguém pra ser completo? Mas que coisa chata que é você ser solteira, linda e glamurosa (cof cof) e ter sempre de se desculpar pois ainda não namora, nem nunca namorou. Sério gente, “amor eterno, amor pra vida toda” era lindo na época que se morria com no máximo 50 anos! Me cansa a beleza ter de sempre bater na mesma tecla da autosuficiência, independência, e blábláblá, me sinto besta já e sem mais argumentos que me esquivem do interrogatório.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Não é que eu não queira um companheiro ou seja uma militante fervorosa das solteironas convictas, até porquê em outros momentos por aqui já disse o que penso sobre a vontade de amar, mas acho brega, breguíssimo, quem vive a correr atrás de “bons partidos”. Amiga, partido bom é aquele que luta a favor da justiça social, o resto é ilusão que inventaram pra vender vestido de noiva e livros da Walt Disney.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;É tanto mundo pra ver e conhecer que não dá tempo de ficar correndo atrás&amp;nbsp; das tais borboletas, muito menos esperando elas pousarem no meu jardim. Namorar é bom, ser solteira também. Nascemos e morremos sozinhos. As duas grandes cenas da peça da vida são monólogos, muito provavelmente incompreensíveis aos ouvidos alheios, mas cheios de medo e gratidão. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Não quero que letras de pagode façam sentido, não preciso de hora marcada esquecida ou atrasada e as concequências problemáticas que isso trará. Solteiro não é E.T. , como alguns os amigos casados parecem pensar, nem doente hospitalar que precisa de uma companhia. Chefe casamenteira então, &lt;i&gt;vade retro&lt;/i&gt;! Conhecer uma pessoa demanda tempo. Saber se o sexo é bom é rapidinho, mas se é chato ou não, gosta do que você gosta ou não, se se irrita fácil, como lida com as si&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;tuações cotidianas, se mata barata(!), isso demora à conhecer, compreender e aceitar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif; line-height: 115%;"&gt;Ainda bem que a nossa espécie evolui e não precisamos mais (a maioria pelo menos) casar por obrigação, namorar somente no portão ou nunca nos divorciarmos. Hoje ergo a bandeira do “deixa que digam, que pensem, que falem” e penso em mim. Somente em mim, apesar de haverem tantas de mim que ser sozinha de verdade é impossível. E não pense que é só discurso, pois acredito que lemas e lemes mudam conforme o vento, mas sempre para nos guiar ao caminho certo, mesmo que este seja desconhecido. Por isso não tenho vergonha de afirmar: “solteira sim, sozinha também!”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NxwdBqS5p1ORYMPEWG23Qfm1mWc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NxwdBqS5p1ORYMPEWG23Qfm1mWc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/2Nqdc0FkANk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/809986663539898803/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/eu-queria-entender-quem-inventou-que.html#comment-form" title="9 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/809986663539898803?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/809986663539898803?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/2Nqdc0FkANk/eu-queria-entender-quem-inventou-que.html" title="Da Mei: solteira sim, sozinha... também!" /><author><name>Meirielle</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06792428832577949668</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="26" height="32" src="http://3.bp.blogspot.com/_rybDQeV5HPE/S_3nkfiiJRI/AAAAAAAAAGE/4kdG54jmEGk/S220/i.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-XVs7yuvf9y4/Tx6glQqEBKI/AAAAAAAAAak/9ujiCWw9dBM/s72-c/a.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>9</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/eu-queria-entender-quem-inventou-que.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DE8BQ348fyp7ImA9WhRUE0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-1808329591073677985</id><published>2012-01-23T19:49:00.003-02:00</published><updated>2012-01-23T20:14:12.077-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T20:14:12.077-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>Cupido</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/18759115/382622_319895084690401_262945423718701_1295208_757287168_n_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://data.whicdn.com/images/18759115/382622_319895084690401_262945423718701_1295208_757287168_n_large.jpg" width="240" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu danado, cadê você? Agora que te busco e em mãos não mais se encontra o passe livre para pisar nas nuvens e flutuar pelas ruas, apaixonada: o seu sumiço, então. É férias, porém, mais do que nunca, quero ser acertada, na loteria romântica, uma vitoriosa. Chega dessa sorte no jogo, que nada adianta ser então profissionalmente uma ganhadora e tanto, se com quem gastar das horas em companhia que me estremeça, é o que mais me falta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Você, menino, e suas armas invencíveis, gladiadoras. Fortificadoras. Jeito moleque e a pirraça de não olhar atentamente ao jogar o tiro, e errar o alvo. Me pergunto se é com flechas que caças, ou simplesmente, com armadilhas. Arapucas sentimentais, que crivadas no peito doem, esfarrapam a alegria de beijos de amor ao pé da cama, debaixo do travesseiro. Iludem em sua maioria, gostam de enganar com sabor: tiram da mão, quando os dedos então tocavam o tão querido afeto. Erro crasso, coração despedaçado. Seguindo então o curso da vida, que mais se assemelha a um rio qualquer, unido em água, sangue e caminhos destinados, na espera de que a então malfeitora farpa saia do peito logo, e sem demasiada dor.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mal de Parkinson não é, tão jovem é você. Um cândido que da infância não se desprende nunca - praticamente irmão de Peter Pan, apenas mais inconsequente, serelepe. Mira na pessoa exata, naquela correta, e sabe se lá se por força do vento, das intuições ou destino, acaba por errar a pontaria.&amp;nbsp;Quero seu bem, duvido que se drogue, como dizem. Apronta por puro contentamento, pela diversão. Quem sabe, para fazer com que aprendamos e cresçamos nesses relacionamentos cansativos, pela metade. Disseram que chegaste a talvez, se apaixonar por cada uma das belas damas que de sentimentos vazios, a você recorrem. Primeiramente anjo que és, duvido. Imagino seu sorriso a ver a felicidade de cada casal que formas, e com você o apego não é uma constante - tudo para o maroto muda; os ventos, as ocasiões, os pensamentos. A rapidez das suas asas dá o efeito dos tais arrebatamentos que não sabemos explicar: ostentadores. Para sobrevoar por aí, urgente, elétrico, e esperto, problema de vista sei que não é o que te impede de fazer boas ações. Fico com a opção de poder crescer no que não posso possuir. Esse é o ensinamento que empunha a cada proposital desacerto: amar com liberdade, e sem vaidade, como cantou tantas vezes Raul. Aprender a sentir de um jeito mais sadio e correto, quando sou só loucura e arrebatamento, paixão. Por vezes, imagino que tenhas também uma cota de flechas, destinadas a cada pessoa.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E então, as de fazer apaixonar, para minha pessoa já tão penalizada, se esgotaram. Vai que agora os tais dardos duplos e complementares, do amor real, grandioso e destinado à dois, não entram em cena? Não desacredito você, querido Cupido. Pelo contrário, imaculo seu potencial. De estúpido, aliás, nunca o chamei. Sei que és esperto, basta olhar com atenção os tantos casais cúmplices e apaixonantes que gostaríamos de ser, e no fundo, invejamos, tão felizes e completos. Peço apenas que até pare de se esconder, e à cena retorne, em grande estilo: como meu amigo, e no objetivo, a minha felicidade. Apenas, volte. Sem ensaios para atingir de raspão, ou nas periferias que não são nunca o meio. Em sistole ou diástole: bem no meio, no ponto exato onde para todo o corpo se vá o que sente o coração. Venha e, sem me avisar, que a surpresa é ainda mais deliciosa, de repente no meio da rua, supermercado, barzinho à noite ou farmácia pela manhã, algum olhar de outra vivência, aquele arrepio de já conhecer o incógnito. E ainda assim, querer afundar nele.&amp;nbsp;Dizem que você não cresce, apenas porque o amor é que não envelhece. Talvez seja. E flechas no peito, o que representam então? Que o amor, para cicatrizar, também um pouco deve doer. Sem torturas, o frio na barriga que é essencial para valorizar a grandiosidade de uma afeição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;* Texto de fevereiro de 2011.&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Sou direta: não penso em casar. O matrimônio me faz, cada dia mais, cair em descrença. Procuro por casais felizes que tem durado anos e anos. Acho quase nenhum. Talvez dois, no máximo. Num aumento extraordinário entre o egoísmo, o hedonismo e a promiscuidade, como fazer durar pra sempre? Pra que gastar rios de dinheiro numa festa pré-programada para ocorrer numa data que deveria ser significativa, mas que só vai ter todos falando mal depois de se encherem de comida e beberem até não poder mais? Ao invés de cada vez mais sonhar em entrar com véu, grinalda e vestido imaculadamente brancos, penso se nossos relacionamentos não tem se tornado cada vez mais cíclicos e múltiplos, fazendo recomeçar sempre a cada fim o amor no lugar de jurar eternamente estar com uma só pessoa na saúde, na doença, na riqueza e na pobreza, até o fim dos dias. E, talvez infelizmente, acho que sim: o eterno enquanto dure é a bossa da vez, a bola cantada, o hit dos corações apaixonados cantado com hora certa para acabar. Creio em amor, é óbvio - não me permito, contudo, que a sociedade o faça acabar, obrigando que a gente o dê um nome, uma cara, uma etiqueta, quando tudo que vale a pena é fazer resistir o estigma apaixonado de quando realmente se é.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lógico que acho lindo um casal ficar praticamente uma vida unidos. Compartilharem segredos inconfessáveis, vivências únicas e ao longo do tempo construírem uma história que marque suas vidas para sempre com um relacionamento baseado em amor e respeito que seja feito para durar. Mas gente, anda difícil. É cada cara que trai e a mulher só descobre dez anos depois, pois esse fazia tudo perfeitinho e não dava ponto sem nó (ela nunca nem havia chegado a desconfiar). Cara que começa a comer de boca aberta, dar uns "tapinhas" ba mulher quando enfurece, ou, simplesmente se acomoda. O mesmo pode ocorrer com moças que deixam de se cuidar por achar que está "garantido", ou que se tornam a mãe do&amp;nbsp;cônjuge. Tão simples: tira-se a aliança (símbolo do casório) e alguns acham que a solteirisse volta imediatamente. Mesmo cegamente acreditando naquele que dormirá ao lado todo santo dia, fica difícil. Chega uma hora em que a novidade acaba, e se não for forte mesmo, leva junto com a vontade de um dos dois (nunca é unanime o veredicto) de cair fora toda a admiração, as horas gastas juntas, as frases já ditas e os silêncios que falavam por si só: acabou. Ou sentimento que termina por falta de paciência, desgastes pelas eventuais brigas, tédio no que deveria não cansar nunca: amor. Se é por esse motivo que casais se unem, usam aliança e se chamam de esposa e marido, traição não deveria ser cogitada, e a relação que os dois tem, ser considerada preciosa - que não se deixe terminar nunca aquele clima de início, que as descobertas quanto ao outro não acabem assim de repente, e só nos surpreendam ainda mais. Mas isso hoje em dia parece vencer o prazo de validade, e pessoas continuam juntas por plena comodidade. Pelos filhos, pela grana, pelo que vão pensar, mas menos, muito menos pelo já tão defasado sentimento que um dia enlaçou os dois. Acho triste, e sinceramente, não sei se é isso que desejo para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não que não vá me relacionar mais. Longe disso. Claro que acho um amor a cerimônia alheia, cairia pra trás se ganhasse um anel da Tiffany's ou recebesse um pedido daqueles irrecusáveis, como no vídeo de um show do Marcelo Jeneci. Mas para me convencer a rotular a exclusividade que tem alguém na minha história, será complicado. O casamento é uma instituição falida, e por mais que tenha crescido em números nos últimos anos no país, não me incentiva em nada - as separações continuam muitas também, o que apenas felicita advogados, amantes e parentes chatos da família que não se sentem os únicos derrotados na vida. Uma pena não ser como nos mostram os filmes e telenovelas, aquela paixão ininterrupta onde ninguém enfeia com o tempo e o tesão está sempre alerta. Só que não é. Meu realismo pode soar pessimista, também já sonhei com tudo isso. Porém, quanto mais nos damos conta do quanto é louca a vida da gente, fica difícil prever qualquer futuro. Espero que a vida me junte a alguém legal e que, mais preocupado com o status de ter ou não uma "mulher", fique feliz em ter ao lado quem queira muito mais que brincar de casinha, viver. Se acabar me convencendo do contrário, de que é possível ser duradouro ao longo dos anos e sem enjoo, quem sabe me renda às tais "bodas". Condições: fora da igreja (porque o amor é a única religião em que acredito), sem festa para um zilhão de convidados e muita luxúria, porque eu prefiro viajar pra longe. Se for em Vegas, melhor ainda. Ele pergunta se eu quero, a gente diz sim rápido e sem pensar muito em frente a um Elvis cover e depois corre pra algum cassino, pra se divertir. Quem conseguir me despistar, às vezes - sim - me ganha. Vai que um dia coloco eu aqui fotos vestida de noiva e toda emocionada, cheia de cafonice e frufru? Ninguém sabe. Muito menos eu. Ainda bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="315" src="http://www.youtube.com/embed/wK3vzfM1VEY" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Cuido detalhadamente da maquiagem, pra que fique im-pe-cá-vel. Blush marrom-alaranjado, batom rosa nos lábios e rímel alongador. Vestes harmoniosas, pensadas por horas à fio. Ankle boots nos pés, e a rua como caminho notívago. Duas quadras, e ei moça: sua meia-calça está desfiada. À cem metros do salão de festas. E obrigada por avisar, mas que se dane. Presto atenção aos detalhes, e esqueço o conjunto inteiro. Cabeça nas nuvens, olhos na Lua. Distraída como sempre, é incontável o número de chaves perdidas, casacos esquecidos, bolsas em cima de mesas abandonadas. Dá pra prestar mais atenção, menina? Olha, dar, até dá. Mas quanto mais me empenho em me concentrar pra que tudo saía perfeito, e sem nenhum esquecimento, caio novamento em distrações febris e passageiras. Naquela esquina com cheiro de pizza de banana; na mancha avermelhada do meu vestido; naquela rima em verso, que grudou na cabeça e não saí. Nas partes bonitas, de um todo. O que nem sempre é distração, pode virar ação. Palavras, contextos, inspiração.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Tá me ouvindo, Camila? Sim, tô sim. Olha ali aquela placa enorme, que polui visualmente o ambiente. Tá vendo também, aquela moça que caminha apressada? Tem a bolsa igualzinha à minha, pode? Ah, eu escuto tudo o que você diz, sim. O difícil é entrar na mente, e ficar. Permanecer. Tudo vai sendo filtrado, e enfim, às vezes - e somente vezenquando - esqueço, oras. Não, não finalizei aquele texto, e muito menos o curso de inglês. Mas te contei que, me matriculei no italiano? E que, larguei o Direito pelo Jornalismo? Ah, sim. Não sei finalizar, mas adoro iniciar. O problema está em concluir algo, até o final. Mas finais são tristes, não acha? Eu acho. Dá aquela nostalgia, e a gente sente vontade de se tapar até a orelha, e tomar chá o dia inteiro, sentindo o saudosismo na alma. Latente.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Gosto de sentar num banco, e ver a vida passar. Observar os comportamentos, trajeitos pessoais de cada um, as particularidades de definem estereótipos, diferenças.Vejo aquela blusa rosa caminhando, e combino com o sapato preto, de salto. De duas pessoas diferentes, entende? E ouço aquela música, que me lembra um momento único, visto por apenas dois pares de olhos cúmplices. Me reporto ao instante, e quase vivencio tudo novamente, num golpe instantâneo de saudade. A água do chá, tá apitando! Oi? Ah, sim; não sei o que fazer na noite de hoje..Muito menos, sexta-feira, ou até mesmo sábado. Vamos decidir no dia, na hora, vai...Deixa o feeling tomar conta, a vontade apontar o rumo, o sentimento imperar. E então, tá decidido. Marcar hora, pode ser. Difícil é lembrar. Ou pior: chegar no horário. Ih, são quase quatro horas. Será que dá tempo? Desisto, não vou. Nem ligo. Acontece, não é mesmo? Sei, se eu tivesse me programado, e toda essa ladainha louca, tudo bem. Da próxima vez, prometo. É sim, pisei nessa defecação, na rua; não vi. Literalmente, que merda.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não to muito afim de pensar no futuro não, a gente começa a pensar e nem se dá conta de que está enlouquecendo - ou então, envelhencendo. Vive agora! Ouve aquela música, curte esse momento que pode até ir, mas não volta. O que não vale é ficar parado, sonhar baixinho, e falar pouco. Ou demais. Eu falo muito, você pode estar vendo. Mas não se preocupe se eu falar demais. Comece a se preocupar quando eu calar a boca, e nada me fizer falar novamente. Ah, larga esse ofício todo e vamos pro parque. Lá a gente deita na grama, vê nuvens e divaga sobre a existência humana, os valores da sociedade, e um planeta só nosso. Mas tem que ter sapatos, chocolate, chimarrão e jornal diário. Tá ok, eu deixo ter um pouco te futebol, café e video-game. Antes disso, só vamos pensar no jantar da noite de hoje. E amanhã, em acordar cedo. E agora, vamos ao trabalho que sair disso que nem ao menos existe, dá trabalho. Pega a caneta, anota tudo o que eu disser, que exige concentração. Antes, peraí: pegou a chave de casa? Eu esqueci.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
* Texto de Fev/2011&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-708764884407795632?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;Vasculhei a agenda da minha mulher/namorada/irmã/mãe logo pela manhã e resolvi seguir à risca todas as árduas tarefas de ser mulher que ela passa diariamente. Acordei, e já no café da manhã, acostumado a comer o que bem entender, sem me preocupar com calorias, glútens e glicídeos, parece que um alerta vermelho me tomou conta: não engordar, não engordar, bip bip bip. E bem, coloquei adoçante no café (nem um pouco comparável ao adoçado verdadeiro do açúcar) e comi um pequeno pedaço de bolo - escolhi a cota de doces do dia, como previsto. Corri para a academia, já que o tempo era curto. Constrangedor fazer os exercícios de glúteos com bombados me secando sedentos por carne. Como cansa essas aulas de jump, pump e demais aeróbicos. Senti saudades do meu treino cheio de ferro pra puxar. No banho, duas vezes shampoo e massagear bem, fazer com que saia tudo. Sabonete normal, sabonete íntimo, hidratante antes de se vestir, um tal de&lt;i&gt; leav in &lt;/i&gt;nas pontas capilares ainda úmidas, enfim: superficialidades. Pior parte: secar o cabelo. Um calor do inferno, a mão quase pegando fogo. Sequei de qualquer jeito, mas ainda bem que deu pro gasto. Coloquei um vestido qualquer e a primeira sapatilha que vi, afinal, combinar é para os fracos. Li, então, mais uma vez as anotações na cadernetinha cor-de-rosa: salto alto, maquiagem e saia.&amp;nbsp;Baita frescura.&amp;nbsp;Quase morri pra fazer tudo perfeitinho. Equilibrar o corpo em cima de 12 cm cansa, e é difícil. Ao&amp;nbsp;vê-las com destreza saracoteando por aí, imaginava ser moleza. Que nada. Na bolsa lotada de badulaques afim de achar as chaves, quem disse que consegui? Dez minutos depois e tudo pra fora, só então encontrado o chaveiro enorme e de mulherzinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fui a caminho de uma depilação e unhas marcadas no salão de beleza. Na rua, foi de uma escrotidão sem tamanho pedreiros, entregadores de gás e demais motoristas buzinando, tentando me bolinar e dizendo bagaceirices sussurradas. &amp;nbsp;Me senti nu. Eu, que achava mais um dos dramas femininos sentir nojo ao invés de orgulho em frente a uma atitude dessas, agora dou razão às mulheres. Foi um saco a manicure palitando meus dedos e canibalizando as carnes em volta da unha. Coloquei esmalte preto mesmo, num protesto meio indireto a essa moda de azul, amarelo e verde, coisa homem nenhum curte. E a depilação? Me dói só de comentar. A cera esquentando, a depiladora me vendo peladão ali, e o susto no puxão. Um atrás do outro. Queria gritar, mas mantive minha macheza intacta. A tortura é praticamente espartana. Dirigindo até o trabalho, também me assustou a quantidade de xingamentos e preconceito quanto ao dirigir. Ouvi centenas de "só podia ser mulher" e "volta pro fogão". O qual, depois de ser assediado pelo chefe e pelo porteiro do prédio comercial no rotineiro e ter que aguentar amiga falsa no emprego, tomei conta para o jantar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parece simples vendo na televisão aqueles pratos que os&amp;nbsp;chefs&amp;nbsp;preparam. Só que não. Na prática, é bem ao contrário. Assinalado para a noite, frango ao molho de champignon com arroz à grega e Caesar salad. Tudo muito complexo cortar direitinho, isso em cima daquilo, mexe aqui, desliga ali e espera até que a outra parte esteja pronta. Calor, fome e ainda mais ter que deixar a mesa arrumada. Enquanto esperava ela chegar. E que demora. Liguei uma vez, disse que estava a caminho (só não em que rua exatamente). Dez minutos pareciam duas horas. Me senti como qualquer moça se sente quando um cara se atrasa, e sinceramente, que chatice. Eu ali, Amélia. Pra minha surpresa, não parou por aí: o rio vermelho resolveu chegar justo neste momento. Não tinha ideia de como inserir aquele mini objeto chamado O.b. Achei um daqueles absorventes mais normais e coloquei. Cólica, que dorzinha insuportável. E nada da querida chegar. O jantar na mesa, eu exausto, e recebo apenas um sms: "não vou poder ir aí hoje, querido. te ligo amanhã, ok?". Raiva, revolta (deve ser algum desses resquícios de TPM), e todo esforço pra porra nenhuma. Resolvi tirar a maquiagem, colocar um daqueles pijamas minúsculos que elas vestem - e juram que serve pra alguma coisa - e ir dormir, frustrado. Mas com um aprendizado: moleza nenhum no dia de quem nasce sem nada no meio das penas e pelos no peito. Completa uma das missões mais impossíveis que já desempenhei, admito: mulheres, guerreiras são vocês. Sexo frágil somos nós, que numa gripezinha já quase ficamos de cama por dois dias inteiros e que, se obrigados a manter o pique com tantas tarefas complicadas, não&amp;nbsp;conseguiríamos. Prometo nunca mais ironizar quando você reclamar de dor ou cansaço, e cuidar de você sempre que der.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ass: Homem machão que merecia pelo menos uma semana nesse ritmo de vida e aprendeu a lição&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Hoje vou contar um segredo: sou uma medrosa. A maior de todas - que conheço. Dessas que ficam feito menininha com medo de trovão, escondida debaixo do lençol no quarto, das barbáries do mundo. Tão corajosa para o que julgam alguns o impossível, o dificílimo: amar sem medo e questão de retribuição. Mal sabem que é nas mas ínfimas atitudes que me escondo de mim mesma, desse mistério que só relevo quando chegam as respostas. As quais em grande parte das vezes - avisada pela intuição - já sabia. Ou na verdade, a revelação surpreendente do que até então, fingia ser anônimo: o que existe e por pura tolice, ignoramos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os resultados são os maiorais, dentre minhas fobias. Reis em minhas preocupações. Todas, em si. Importante, cada uma delas. Se não me fossem, resultados não seriam, e sim: apenas consequências. Então, se envio, é bem possível que adie a vista da réplica. Se falo, posso fingir-me de surda, caso não queira escutar. Jamais deixo de lado uma ação pioneira que seja, porém, nos encantos de cada conquista, me protejo tanto que me assombro. Um temor de se perder o que ainda nem se tem. O alheio nunca conosco é o que seríamos nós mesmos, no caso oposto. Em situações adversas, adversárias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Posso ser eu esse paradoxo reacionário que com o maior atrevimento ama, e se joga, se entrega sem pedir de volta, e simultaneamente, nas atitudes, pelas beiradas vou e como dama chinesa, branda e compassiva, ajo? O receio gritante da temida palavra, em contraponto à vontade maior de se arriscar e ir indo pelo caminho que muda a rota com frequencia, esse meio-termo a que detesto e ensaio sempre alguma transgressão à altura. Seria intuição, esse ato comedido e de revides tão vibrantes no sexto-sentido que adio sempre? É impulso o ato de agir, e se amedontrar com qualquer reação de outrem? Não. É confiança. Em mim mesma, na verdade que de mim sei, e por mim, sai. Não sinto medo da humanidade, é em pequenos atos que se esconde minha coragem. No caminho até ser construído e fortalecido um sentimento, qualquer derrapagem e uma história se cambia, muda todinha. Ímpetos de ação, intercalados a períodos de reclusão própria, benfeitora.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Esse medo da cota negativa que apresenta a vida, ocasionalmente. Aprender, preciso. Saber que é de alguns nãos, que a vida nos encaminha para que o caminho do sim se aproxime. Deixar que ser destemida seja uma característica presente, e não bipolar. Que mesmo ferida, a fera que habita aqui seja indômita e decidida, mais forte que qualquer recusa, ou negação. Porque pela cota diária que calculo, para balancear e deixar cada dia leve e único, quando vai tudo bem demais, é necessário um choque para que nos mantemos vivos e alertas: agitar a alma é o que capta momentos e ações, o viço de novidade sempre em dia. Sem chance pro medo, que se não ele consome até mesmo os mais enfadonhos sonhos; os indescobertos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERM1aN6sf5h7kTX3kVE2rqsliU8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ERM1aN6sf5h7kTX3kVE2rqsliU8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;Olá Camila querida! &amp;nbsp;Antes de tudo, começo lhe parabenizando por tanto talento e por tanta sabedoria que estampa nos textos que você disponibiliza para nós, seus leitores. Além disso, esse tempinho que&amp;nbsp;você disponibiliza&amp;nbsp;para responder nossos dilemas é digno de receber as mesmas parabenizações. Um antecipado e cheio de carinho: obrigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Amada, muito obrigada. Coisa ótima ler isso, só me faz continuar em frente.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas vambora, é o seguinte: não namoro e nunca namorei. E, embora tenha tido atrações por meninos que inicialmente me pareciam interessantes, nenhum deles me fez querer seguir com algo duradouro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Hoje em dia, algo normal. Bom que tu se colocas em primeiro lugar e não se entrega de bandeja assim, a qualquer um.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem. Entre essas tentativas de interesses permanentes, comecei a conhecer um menino que estudava junto comigo e já despertava em mim olhares de interesses. Ficamos. Ele: charmoso, prestativo e de atitude. Eu, tentando encontrar depois de nossa ficada motivos plausíveis para justificar o fato dessas qualidades não terem despertado vontade nenhuma de seguir com algo em frente. Resultado: já deixei claro que não pretendia nada. A atração que inicialmente eu tinha por ele? Simplesmente se foi junto com mais um tentativa. Uma situação assim pareceria normal, se não se repetissem com tanta constância. É sempre assim, querida: Me interesso, sinto vontade, me aproximo e, quando obtenho reciprocidade, desestimulo e não sinto vontade de intensificar o relacionamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Resumindo: obtém o que almeja, consegue e, de repente, já parece desinteressante. Já passei por uma fase parecida. Fazia dos meus relacionamentos este mesmo molde que tu. E olha, simplesmente passou. Talvez fosse uma safra bem ruim de gente desinteressante aparecendo quando eu só queria alguém fizesse o mundo brilhar. Ou, quem sabe, o problema era comigo - me achando superior e colocando num pedestal, ou louca por desafios - sei que, passou.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Medo eu sei que não é, não tenho medo. Adoro novidades. Para as amigas, um tanto de frieza e desapego. Eu mesma: não sei o que é. E é aí que te peço um opinião: quando é que a gente sabe que uma atração não é só atração e pode ser algo mais? A gente descobre isso previamente ou é válido começar algo mesmo não sentindo se vai perdurar?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Também acho que não seja medo. Como disse: pode ser que você esteja indo aos lugares errados, ou, as pessoas erradas estejam querendo, insistentemente, perseguir você. Acontece. Ou mesmo, pode ser que seu subconsciente fale mais alto e a faça repelir todos esses, justamente por querer alguém, mas não saber aí dentro de ti, com que qualidades, o que prezar, enfim. Acredito que quando atração é só isso e nada mais, nenhuma pulga fica atrás da orelha, tu não pensa praticamente nunca na pessoa, e mesmo quando ela convidar para algo, rejeitar será a única opção para ti. Atração que acaba depois de alguns beijos é algo que, a meu ver, não dá mesmo para insistir que dure "na marra". Química acontece, ou não. Acho simples. Agora, dentre esses caras todos que tu consegues conquistar, nenhumzinho merecia uma atenção em especial? Um olhar mais criterioso, uma chance a mais? Questione-se.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Embora não me martirize por isso, gostaria de saber sua opinião. Mais um vez obrigado, desde já, e só para concluir: mesmo à distância, te admiro muito e embora pareça tolo, seus textos amorosos e felizes despertam boas sensações em mim. É bom te ver escrever textos assim. Te desejo felicidade Camila. Mesmo. Não querendo ser clichê, mas só reforçando: obrigado querida, obrigado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Uma querida tu! Hehe, mas então.. Em primeiro lugar, não se martirize por coisa dessas. Nunca. Quando tiver que acontecer, ocorre. Num piscar de olhos, tu vai te ver tão apaixonada e feliz que nem vai pensar em hipóteses ou simplesmente nessa atração inicial que sempre acaba findando. Vá a lugares que tenha gente a ver contigo. Conheça pessoas, mesmo que não tendo aquela fagulha primária de que parece incendiar. Se dê chances necessárias, tente conhecer bem quem quer o mesmo em relação à ti. Mas ainda assim, vá com calma. Como eu disse, quando tiver que aparecer, surge. Esperei até os 19 anos para ter meu primeiro namorado. De resto, só porcaria nessa minha vida anterior ao - que posso dizer hoje, com seus defeitinhos e mil qualidades - "amor de verdade" (porque só é real aquele que não é de conto de fadas). Ou seja, uma hora, simplesmente vem. Boa sorte nessa vidinha, e precisando, aqui estarei!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Quer se jogar nos conselhos também? Escreve bem linda pra &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="mailto:camilapaier@gmail.com"&gt;camilapaier@gmail.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt; que eu respondo assim que der. Meu beijão procês!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
Este post pertence ao blog &lt;a href="http://calmila.blogspot.com"&gt;Calmila.&lt;/a&gt;. O plágio do mesmo é crime por lei e esta previsto no artigo 184 do Código Penal.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/2420967312100449693-5470188381329420831?l=calmila.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Nem parece tanto tempo do dia em que a gente se beijou pela primeira vez na graminha daquela festa ali fora, entrou e saiu pra sentar no fio da rua, rindo bastante e achando que se fez a melhor escolha possível. Hoje, dias e dias já atrás, vejo que a melhor opção de felicidade é quando acordo cheia de preguiça e acho logo ao abrir os olhos todos os motivos para deixar que a claridade entre e viver o dia da maneira mais agradável ao seu lado. Tenho que agradecer por aguentar tanto choro chato e momentos de melancolia profundos quando é época de TPM. Por nunca me deixar ir embora quando ataques de solidão que duram menos de meia hora tomam conta da minha razão e me fazem mais louca que o normal. Obrigada por ser sempre o melhor cara do mundo, que me cuida como diz que vai fazer, e automaticamente planta em mim cada vez mais uma sede de melhoria que combina com a fome feroz de ter você sempre que dá. Por me fazer rir mesmo quando o humor enfeia e tudo fica cinza, trazendo a beleza do mundo de volta e amar tanto meus pequenos defeitinhos a ponto de quase criar ciúme de mim mesma comigo. É fácil admirar você&amp;nbsp;sendo lindo enquanto dirige ou sério, e mais bonito ainda quando resolve fazer a carinha e parece ingênuo só que na verdade nem é. Melhor ainda ter todas essas versões e escolher você por ser completo e ideal. Meu.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Quero muito que o único engano que venha de você seja na hora de mergulhar, quando conto até 3 e quando volto, tem a sua risada fofa por minutos. Que momentos maravilhosos como o natal juntos e a divertida passagem de ano apenas se repitam, continue achando o colo do outro o melhor lugar do mundo e só se solte porque a rotina pede, mesmo que a saudade já inicie o sufocamento um segundo depois de distantes. Os nossos pequenos e irritantes defeitos sejam amenizados pela quantidade absurda que um vê no outro de sentimentos que valem a pena, desejos que merecem ser saciados, um sonho dentro da realidade do outro, vivo. Por mais que eu leve um pijama pra cada noite, escolher entre as suas camisetas a mais macia é como dormir sabendo estar protegida de paranoias, pesadelos e quem sabe até, minha constante insônia.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A sensação de ter no melhor amigo quem com paixão apague esse fogo ambulante que sou eu e dê paz a quem se acostumou a agir com intensidade. Mesmo depois de tantos dias passados juntos, finais de tarde no parque - seja caminhando com aquelas minhas conversas sem fim ou apenas sentados enquanto ainda era inverno, descubro a cada dia mais algo além da máscara de machão, talvez um príncipe, outro lado um pouco criança, rapaz responsável que eu admiro e músico charmoso que me dá vontade de atacar porque não aguento ficar apenas olhando você brincar com o violão enquanto me desmancha por dentro. E amar é essa loucura mesmo, pra ter algum sabor: tem muito de uma cumplicidade que a gente nunca viu por aí, um medo de que acabe de repente e um cuidado quase diário pra que não aconteça, a gente fica um pouquinho brega às vezes (eu mais) mas nem isso importa, é só me dar a mão e apertar bem forte contra o teu peito que tudo acaba fazendo algum sentido na humanidade. A nota é dez porque não dá pra dar mil, mas a previsão (e intenção) é de que os meses apenas se multipliquem, tendo o tempo tiquetaqueando nessa gangorra de altos e baixos que é a vida. No topo, no inferno, dividindo a mesma coberta no verão com o ventilador ligado ou no outono, quando ainda nem é tão frio (mesmo você puxando boa parte e eu reclamando com a perna destapada), escolhi como única opção e sabendo o arrependimento ser inexistente: você, você e você.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DziFQEhc1NI1RnJ4RexLTtLBXs4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/DziFQEhc1NI1RnJ4RexLTtLBXs4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/wlZTabZ4t-U" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/7721349663519727204/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/dez.html#comment-form" title="14 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/7721349663519727204?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/7721349663519727204?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/wlZTabZ4t-U/dez.html" title="Dez" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-9JQ8zqWQxcc/TxQyPz0UP2I/AAAAAAAABJ8/fPcGkFtzsw4/s72-c/tumblr_lxnz2tGJRI1qcbamoo1_500_large.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>14</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/dez.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0ADQ34zeSp7ImA9WhRVFEs.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-3786170734260019777</id><published>2012-01-13T12:35:00.001-02:00</published><updated>2012-01-13T12:42:52.081-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T12:42:52.081-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desabafos existenciais" /><title>De primeira</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/9367858/tumblr_lkjdmtWV2I1qi97wlo1_400_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://data.whicdn.com/images/9367858/tumblr_lkjdmtWV2I1qi97wlo1_400_large.jpg" width="276" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Eis que um dos casais mais requisitados de bonitos da televisão brasileira sobreviveu anos em cima de um tabu, agora revelado. Fernanda Lima afirmou, com todas as letras, que teve sexo no primeiro encontro com seu - hoje então - marido, Rodrigo Hilbert. Um casamento e dois filhos depois, e tudo em ordem e em paz: frear o desejo em troca de uma falsa garantia, ou fazer o que bem entender e arcar com as consequências depois? A segunda opção me parece, um tanto quanto mais arriscada, mas muito mais libertadora. Além de autêntica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanta menina que espera, espera, e quando deixa se ter a tal intimidade, é largada dias depois? Sexo "cedo demais" hoje em dia não diz nada mais nem de a personalidade de um homem, e muito menos, dos princípios de uma mulher. Deu vontade, foi lá e pronto: que saia de cabeça erguida e dignidade intocada, mulher valorizada hoje em dia é a que realmente sabe o que quer. Quem disse que é vagabunda essa só porque o papo foi ótimo, a química a mil e de repente aconteceu? Vadia hoje em dia é moça que se joga em cima demais, que não mede nunca o próprio valor e esquece os bons costumes, dando em cima de cara comprometido, falando mal depois de experiências ou beijando três, quatro, numa mesma festa. Ao menos ao meu ver, claro. É importante saber bem o que se quer antes de qualquer atitude drástica? Sim. Conhecer o cara pelo menos um pouco? Também. Mas decidir é um passo individual, e numa análise corrida entre quem se é, com quem se está e como proceder, sou muito mais a escolha corajosa de ir em frente guiada pelo próprio desejo do que parar justo quando as coisas começam a esquentar - e prometer - só porque "é o certo a se fazer".&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São várias as histórias em que, num primeiro momento, casais que eram na verdade muito improváveis ou que não se deixaram levar pela pressão que a sociedade faz para que a ajamos "nos conformes" que resultam em momentos futuros de felicidade, fidelidade e também - e por que não, religião? - amor. Muito mais vale uma menina que não se preocupa demais com opinião, tabus ou comportamentos ditados como conselhos de amigas que dizem sempre "faça ele esperar para ver qual é a dele" e age conforme o que o corpo pede, uma intuição desabrocha, ao invés daquelas que voltam pra casa se corroendo de vontade, e se seguram porque é mais propício numa primeira impressão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se hoje em dia, o tempo consegue nos enganar, as palavras acabam por nos iludir, e atitudes, muitas vezes (ou quando faltam) nos surpreendem, como confiar tão cegamente num pensamento tão arcaico? Acontecer numa primeira vez pode evitar muito tempo gasto em vão lá mais na frente, abre espaço pra uma intimidade que muitas vezes se faz necessária, e convenhamos: é só ir com o pensamento focado no momento e na própria segurança de ser quem se é, que errado, pouca coisa pode dar. Há tanta coisa pior quanto a relacionamentos, possibilidades e o que pode ocorrer, e além do mais, aquelas que mais falam, são as que menos servem de exemplo (ou podem). Agir conforme as "invioláveis" regrinhas babacas do sistema apenas as fortalecem cada vez mais. Que o feeling diga mais que as más línguas, que a gente perceba detalhes e sinais e deixa que ocorra naturalmente, sem freio ou aceleração, o que tiver que ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KsfGILGK04QEq9h3daV1grTXVBA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Calmila/~4/iN5E8r4xqjc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://calmila.blogspot.com/feeds/3786170734260019777/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://calmila.blogspot.com/2012/01/de-primeira.html#comment-form" title="11 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/3786170734260019777?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/2420967312100449693/posts/default/3786170734260019777?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/Calmila/~3/iN5E8r4xqjc/de-primeira.html" title="De primeira" /><author><name>Camila Paier</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05237620089880544685</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="24" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-jkg1gP5IOJw/TcIU-XqL98I/AAAAAAAAA-8/QAf8icQ0lPQ/s220/104_7290-1.JPG" /></author><thr:total>11</thr:total><feedburner:origLink>http://calmila.blogspot.com/2012/01/de-primeira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0UBSXg6cSp7ImA9WhRVFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-2420967312100449693.post-7633452349020770513</id><published>2012-01-13T10:54:00.000-02:00</published><updated>2012-01-13T10:54:18.619-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-13T10:54:18.619-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Calmila responde" /><title>Calmila Responde: Ex que canta e insegurança</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://data.whicdn.com/images/20992498/tumblr_lxfsudp4qw1qfsrx7o1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="210" src="http://data.whicdn.com/images/20992498/tumblr_lxfsudp4qw1qfsrx7o1_500_large.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Oi Camila,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Primeiramente, eu sou uma fãzona sua! Fascinada pelas coisas lindas que escreve...E&amp;nbsp;diante de tantos conselhos que vejo você dando, resolvi escrever! Finalmente!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Oba! Pois então, vamos lá, guria.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algo me atormenta.&amp;nbsp;Eu namoro há 8 meses. Nosso relacionamento é ótimo, é normal. Temos nossas discussões e&amp;nbsp;ciúminhos, mas nada fora do comum.&amp;nbsp;Enfim, acho que a insegurança é toda minha. E isso acontece porque a ex dele é bonita. E ainda é cantora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ah, senhor do céu. Ex, como vocês sabem, é algo que eu considero hard level quanto à conviver/aguentar/ficar bem sobre. É um saco? Sim. Piora mesmo quando é bonita, e mais, cantora (não deve ser uma Paula Fernandes da vida - não que eu goste, mas ela está na mídia - mas, sendo famosinha já só na cidade onde vivem, deve dar aquela invejinha de leve, um cutucão na vaidade e coisa e tal. Afinal, somos mulheres, né?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Popular aqui na cidade, sabe? Vive cantando por aí, se apresentando.&amp;nbsp;Gravou um CD e mandou para toda a família dele!&amp;nbsp;Eles namoraram por 2 anos e meio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É bastante tempo, pros relacionamentos de hoje. Natural que uma convivência tenha sido fortalecida com os pais e familiares do teu namorado. Por mim, desde que enviasse só à família, estaria ótimo. O preocupante mesmo é o contato com o teu lindo, daí sim.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso não importa, pois eu também tive um relacionamento de 4 anos, e&amp;nbsp;nem ligo mais para o meu ex! É atá engraçado, eu nem lembro direito das coisas que fazíamos juntos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Lembre então: se tu, que namorou quatro anos, já superou totalmente e hoje (amém!) consegue viver teu presente em paz, com seu namorado pode ser o mesmo, não acha? Às vezes, por mais gata, bem sucedida ou querida que uma mulher é, falta algo. Assim como pra gente, quando um cara é bonitinho, trabalhador, mas não é completo. Beleza e uma linda voz não são as referências mais importantes quanto a amor, não acha?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enfim, o que me atormenta&amp;nbsp;é que quando começamos a namorar, ela ligou para ele (sendo que ela, já namorava outro há 1 ano)&amp;nbsp;para perguntar se realmente ele estava comigo. Pensei, afinal: o que ela tem a ver com isso?&amp;nbsp;Fiquei meio brava com ele, mas feliz por ele ter me contado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Eu também acharia, no mínimo, estranho. O que ela quer confirmar, se já seguiu com a própria vida? (ou parece ter, pelo menos). Que situação chata. E daí, se ele estivesse com você? O que pode ter acontecido é que, seu namorado, no passado, pode ter gostado bastante dela. Agora, com ele realmente estando feliz e achado alguém bacana, ela viu que perdeu a total admiração que tinha dele, que hoje baba por ti. Mulher odeia perder, nem que já esteja com outro, ou o cara não interesse mais. O fato é esse, talvez. Mas que foi uma atitude metida, foi. Talvez ele nem tivesse culpa, achei legal ele ter te contado também. Mostra que o relacionamento de vocês está baseado em confiança, né?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora em dezembro, ela ligou de novo para dar feliz aniversário para ele. Achei o cúmulo do desrespeito!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;De novo? Realmente, que fazida, essa menina. Ou vai ver, ela é quem não conseguiu esquecer ele. Ou só valorizou agora que ele está contigo. Duas opções sem volta. Sabe o melhor que tu pode fazer? Teu namorado muito feliz. Pra que ele nem cogite volte com essa mocinha que canta e faz pequenas maldades. Se foque nisso, ao invés de pensar em como ela é isso e aquilo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conversei com meu namorado, ele disse que não ia atender mais quando ela ligasse. Disse que também nem liga mais para ela. Que me ama muito, que sempre vai me respeitar e blá blá blá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ok, acho justo. Mas ele chegou a ligar pra ela alguma vez, estando já contigo? Ex não é amigo, não quando se está namorando. Eu acho que só depois de muito tempo é que se consegue manter uma relação de amizade com alguém com quem você já teve intimidade sem acabar confundindo as coisas. Bom, o importante é que, pelo visto, o contato entre eles morreu - o que é ótimo pra ti.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Decidimos ir viajar, fazer nossa primeira viagem para a praia, com casais de amigos.&amp;nbsp;Estávamos fazendo altos planos, ver o pôr-do-sol, beijar com o gostinho salgado do mar hahaha essas coisas de quem se ama!&amp;nbsp;Mas no nosso 4º dia de praia, caminhando pela areia..E advinha quem aparece?&amp;nbsp;A guria sozinha, com a família dela, na mesma praia! E pior: no guarda-sol ao lado do nosso.&amp;nbsp;Ele foi lá, cumprimentou todos, e eu fiquei olhando e boiando..&amp;nbsp;Porque ele soltou da minha mão para ir lá.&amp;nbsp;Estiquei a minha canga, e fiquei ali, sentadinha e chateada.&amp;nbsp;Senti que o comportamento do meu namorado mudou. Ele nem veio ficar comigo neste dia., ficou jogando bola com os meninos.&amp;nbsp;Justo nesse dia que ela estava lá, eu esperava mais dele. Entende?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Que infeliz coincidência. Bom, o clima deve ter ficado péssimo, mas.. Você não tinha muito o que fazer, né? Eu entendo, eu entendo. E concordo que ele deveria ter pensando em como você se sentiria, com o inimigo ao lado e ele longe. Deve ter sido mesmo uma droga. Vocês conversaram sobre isso depois? Às vezes, falando do jeitinho certo e num tom de voz aceitável - sem surtar - os rapazes conseguem nos entender. Ele pode nem ter notado o que fez (mas claro, deveria ter). Sobre ele ter ido dar oi e conversar um pouco com a família dela, também acho normal e até um pouco uma questão de educação, são conhecidos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fiquei muito insegura, cheia de dúvidas.&amp;nbsp;Bem no dia do&amp;nbsp;Réveillon, brigamos, e ele pareceu não ligar para o que eu tava sentindo.&amp;nbsp;Disse que é paranoia minha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Típica frase de homem machão. Mas enfim, será mesmo? Pode ser que sim, a gente gosta de enfiar minhocas na própria cabeça, e às vezes, alimentá-las, só para não acreditar em perfeição e tal.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passou, resolvemos essa briga.&amp;nbsp;Ontem mesmo ele disse que achava a Cléo Pires perfeita. E eu, &amp;nbsp;particularmente não acho.&amp;nbsp;Tem outras atrizes que eu babo muito mais como Paola Oliveira, Juliana Paes, Isis Valverde, Carolina Dickmann.&amp;nbsp;E vi uma foto da ex dele, achei ela meio parecida com a Cléo! Já fiquei pensativa, pois eu sou, loirinha, branquinha, 1,55 de altura, 49kg...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ah, daí já acho que é paranoia mesmo. Teu namorado deve achar essas outras que tu citou lindas também. Eu sou do time que "baba" na Cléo, admito, mas não justifica nada. Também acho as outras bem bonitas. A ex-namorada ser "parecida" com a atriz também já acho que é coisa da sua cabeça. Não quer dizer, em hipótese alguma, que ele ainda a ame.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu sempre fico com ciúmes, e tenho medo de a minha intuição estar certa. Ele JURA que não.&amp;nbsp;Tu sabe como é mulher né? Cheias de pontos de interrogação. Será que é paranoia mesmo?&amp;nbsp;Queria sua opinião,&amp;nbsp;que para mim, sempre foi tão inteligente e sábia!&amp;nbsp;Obrigada por tudo. Até pelo o que você já escreve, que eu adoro!&amp;nbsp;Beijos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Minha querida: nós mulheres adoramos um drama, certo? Então, em minha opinião, talvez seja um pouquinho de imaginação demais sua, coisa que a sua cabeça plantou, enfim. Se ele está com você, é porque a escolheu. Dê um voto de confiança a ele. Caso isso persista, diga na lata tudo isso que me contou. Ele merece saber o que te aflige, ainda mais, porque pode fazer com que sua essa sua insegurança. Deixe que ela continue cantando e fazendo seus shows longe, e sendo morena mais longe ainda (me identifico com as loiras de plantão hahaha). Cuide de você e trate de fazer o seu namorado cada vez mais feliz. Acho que é a melhor dica que posse te dar. Com o tempo, ele tende a querer cada vez mais te ver sorrir também. E ah: trate de melhorar essa sua auto-estima. Gaste tempo pensando em como você é linda e pode ser cada vez mais, apenas do seu jeitinho. E em quanta sorte o cara tem de estar ao seu lado. Enalteça as suas qualidades. E boa sorte!&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quer enviar também o seu drama, dilema, pergunta pra que eu responda? O e-mail é &lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;a href="mailto:camilapaier@gmail.com"&gt;camilapaier@gmail.com&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e é só escrever bonitinho e aguardar que daqui a pouco está aqui!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;div style="border-top:1px solid #999; margin-top:5px; margin-bottom:5px;"&gt;&lt;/div&gt;
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