<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423</id><updated>2025-04-15T03:23:09.629-03:00</updated><category term="Cristianismo."/><category term="Libertação"/><category term="Religiosidade"/><category term="Medo"/><category term="Sacrifício"/><category term="Amor"/><category term="Caridade"/><category term="Missão Integral"/><category term="Pornografia"/><category term="Orar"/><category term="Rezar."/><title type='text'>Canoa Furada</title><subtitle type='html'>&quot;Não devemos parar de explorar. E o fim de toda nossa exploração será chegar ao ponto de partida e ver o lugar pela primeira vez.&quot; T. S. Eliot</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>79</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-3428452001734793614</id><published>2017-05-12T15:35:00.000-03:00</published><updated>2017-05-12T15:36:05.884-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rezar."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>O Caminho, a Verdade e a Vida</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Jesus e seus discípulos estão à
mesa comendo a última Páscoa. Judas recebe das mãos do Senhor uma lasca de pão
molhado e sai para fazer seu trabalho sujo. Era noite. Jesus inicia uma
conversa desconfortável, mas necessária; chamando-os de ‘filhinhos’ anuncia que
ficará com eles só mais um pouco, e para onde irá eles não o poderão seguir. Em
um vislumbre terrível do que estava para acontecer, exorta-os que se amem. Era uma
espécie de proteção contra o que viveriam nas próximas horas, dias e anos,
inclusive para que o mundo cresse.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Foi então que Pedro quis saber aonde
iria Jesus. Sem responder diretamente, Jesus esclarece que para onde irá, eles
teriam que esperar um tempo para então segui-lo. Pedro, impetuoso, não aceita a
meia-resposta e se exibe imbatível. Jesus acertas as coisas, lembrando a Pedro
seus limites: – &lt;i&gt;Antes do amanhecer, ainda
nesta noite, você dirá que nem me conhece! E não apenas uma vez, mas três! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Os discípulos estão confusos. Nada
do que Jesus lhes falava fazia sentido naquele momento. Jesus os conforta, fala
de sua missão, da casa do Pai, e que voltará. Insistente, Tomé retoma a dúvida
de Pedro. Como saber o caminho? Eles sequer sabiam do que Jesus estava falando.
Na iminência de sua prisão e martírio, Jesus dá a Tomé mais uma de suas respostas
enigmáticas. Ele poderia apenas ter dito&lt;i&gt;:
– Em instantes, serei capturado, torturado e morto com requintes de crueldade.&lt;/i&gt;
Mas não; ainda à mesa com eles, Jesus prefere dizer&lt;i&gt;:&lt;/i&gt; – &lt;i&gt;Eu sou o caminho, a
verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai, a não ser por mim (João 14.6).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Por certo essa resposta nem de
perto aplacou as aflições de Tomé e dos circunstantes naquela hora difícil, mas
Jesus aproveita sempre azos para comunicar um pouco mais de sua vida e
ministério. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida...” O que Jesus teria desejado
ministrar com essa sentença vaga e enigmática? Simplesmente que é a estrada
pavimentada a Deus, em versão metafórica? Que nele não há qualquer sombra de variação
e que tem o poder de transmitir vida abundante a qualquer que o seguir? Embora
admissível, penso não ser de todo conclusiva essa modesta explicação. A
grandeza daquele momento sugere que há mais nessas palavras. Estou convencido
de que essa declaração oferece muito conteúdo e nos leva mais fundo na compreensão
do ministério do Messias.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Jesus jamais pronunciou palavra que
não transmitisse mensagem relevante. Tudo o que disse foi e tem sido útil para
ensinar, repreender, corrigir, instruir e consolar. Evidentemente, essa perspectiva
levada ao extremo poderia induzir o intérprete das Escrituras a ‘inventar’
significados e sentidos para o que Jesus tenha dito, forçando ideias
inexistentes quando na verdade ele apenas quis comunicar o que diz o texto. Por
isso mesmo é salutar que um bom exame das Escrituras parta do sentido mais
elementar do escrito, para um aprofundamento gradativo e necessário, para não
incorrermos no erro de atribuir sentidos místicos, ocultos ou mágicos às
Escrituras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;EU
SOU&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Não foi a primeira vez que Jesus usou
o &quot;EU SOU&quot;: EU SOU o Pão da vida (João 6.35, 41, 48, 51); EU SOU a
Luz do mundo (João 8.12); EU SOU a porta das ovelhas (João 10.7,9); EU SOU o bom
pastor (João 10.11, 14); EU SOU a ressurreição e a vida (João 11.25); EU SOU o caminho,
a verdade e a vida (João 14.6) e EU SOU a videira verdadeira (João 15. 1,5). Mas
o limite ocorreu quando respondeu ao Sinédrio: “Vós dizeis que EU SOU” (Lucas
22.70). Clara fusão da figura de si mesmo com o Pai (Êxodo 3.14, João 10.30).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Há relatos consistentes de que no
hebraico bíblico, assim como no Judaísmo atual, evita-se a conjugação do verbo
‘ser’ no presente da primeira pessoa do singular. Usa-se essa conjugação apenas
quando se refere ao próprio Deus. Se é assim, podemos imaginar o quanto
provocativas foram essas afirmações de Jesus, não obstante tenham sido genuínas
e apropriadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;O
CAMINHO&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Desde a antiguidade o hebreu acreditava
que há um propósito na vida de cada indivíduo. O que hoje chamamos de vocação o
hebreu levava a sério. Era de fato um desígnio em Deus. Os apóstolos Paulo e
Pedro, retrataram sistematicamente essa ideia&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Provérbios 22.6 dá a
pista, quando recomenda ensinar a criança no &lt;u&gt;caminho&lt;/u&gt; em que deve andar.
Essa expressão, no sentido original, significa &lt;i&gt;“seu caminho adequado,
próprio”, &lt;/i&gt;ideia segundo a qual cada criança deve ser treinada para seguir o
seu próprio caminho, à luz da vontade de Deus, mas segundo as necessidades e
características de sua própria existência. Portanto, diferente do que estamos
habituados a ouvir, este texto não se refere à Lei nem ao Evangelho de Jesus
Cristo. Trata de permanecer na própria vocação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Em função do pecado, é inevitável que
o gênero humano negligencie o seu caminho aos desígnios de Deus. Isaías 30.21 e
João 16.13, no entanto, contêm promessa reconfortante:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 141.6pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Quer
você se volte para a direita quer para a esquerda, uma voz atrás de você lhe
dirá: “Este é o caminho; siga-o” Isaías 30.21&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 141.6pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Mas
quando o Espírito da&amp;nbsp;verdade&amp;nbsp;vier, ele
os&amp;nbsp;guiará&amp;nbsp;a&amp;nbsp;toda&amp;nbsp;a verdade... João 16.13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Não há dúvida de que o Espírito
Santo trabalha nesse sentido, mas nossas escolhas valem&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Considerando que o
propósito primeiro da obra do Messias foi a reconciliação com o Pai, de todo
aquele que crê, sendo esta a vocação de muitos, é possível que Jesus tinha em
mente essa percepção ao afirmar que é o caminho, e que ninguém vai ao Pai a não
ser por ele. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Essa ideia fica mais completa e
pujante naquele diálogo de Jesus com alguns impostores infiltrados entre seus
seguidores para pegá-lo em algum deslize&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftn3&quot; name=&quot;_ftnref3&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Jesus é incitado a
sonegar impostos a Tibério César, imperador de Roma. Mas conhecendo
imediatamente o ardil, mandou mostrar-lhe um denário&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftn4&quot; name=&quot;_ftnref4&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;. Verificando que na moeda
havia a imagem de César e seu nome inscrito, recomendou honrarem a César com o
que lhe pertence. Mas não parou por aí, recomendou dar a Deus o que é de Deus.
Será que Jesus referiu-se a alguma oferta para o templo, dízimos, sacrifícios?
Certamente não. Em outros episódios Jesus desencorajou práticas da Lei e
desmistificou o templo. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Houve um propósito em Jesus ter
usado a imagem impressa na moeda para identificar seu dono. Ao sugerir dar
também a Deus o que lhe pertence, usou a mesma linha de argumento: advertiu os presentes
que eles eram imagem e semelhança do Criador, e ao Senhor deveriam ‘se dar’, honrando-o
com suas próprias vidas e vocações. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 141.6pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Criou
Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os
criou. Gênesis 1.27&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;O &lt;u&gt;caminho&lt;/u&gt; de todo homem e
mulher é ser imagem e semelhança do seu Criador. Portanto, quando Jesus afirma
ser o &lt;u&gt;caminho&lt;/u&gt;, podemos concluir que se apoderou de figuras vívidas do
imaginário e da concepção predominantes para comunicar que é o [único] &lt;u&gt;caminho&lt;/u&gt;
para tornar de volta todo aquele que crê à imagem do Pai, ainda que embaçada
pelo pecado, pois este é o ‘caminho’ planejado por Deus para o gênero humano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;A
VERDADE&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;É evidente que Jesus é a verdade;
olhando pelo retrovisor, hoje os cristãos consideram dogma essa afirmação. Mas não
foi de fácil assimilação, quando dito por Jesus: &lt;i&gt;– Eu sou a verdade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;A Grécia, com toda sua exuberância
cultural, estava sob o jugo romano no primeiro século, e ainda era relevante a
discussão suscitada por Platão, trezentos anos antes, para a definição da verdade.
Vários filósofos já haviam ensaiado discursos sobre o tema. Platão inaugurara
seu pensamento afirmando: “Verdadeiro é o discurso que diz as coisas como são;
falso aquele que as diz como não são”, dando a largada a um tema que até hoje é
debatido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;(Para se ter uma ideia, a discussão
chega ao século XIX, com Friedrich&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #222222; font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 10.5pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Nietzsche, filósofo alemão, com o conceito de ‘verdade
utilitária’, abrindo caminho para o subjetivismo, onde cada um tem direito de constituir
sua própria verdade e se impor pessoalmente às verdades dos outros. Na ótica de
Nietzsche, Deus é apenas a verdade de alguns poucos. E hoje, verdade é mera
subjetividade.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Já acontecia discussão entre pensadores
gregos sobre a verdade, e Jesus afirma ser a verdade. A concepção predominante
entre os gregos era de que a verdade “é o que é”, de Platão, a expressão máxima
da realidade, a imagem real das coisas, sem intermediário nem distorção.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Que é a verdade? Pergunta de
Pilatos, aparentemente retórica, logo que Jesus afirmou que veio ao mundo para
dar testemunho da verdade e que todo aquele que é da verdade ouve a sua voz (João
18.38). Pilatos não esperou resposta, desejou libertar Jesus ao perceber que
não havia sentido condenar alguém, aparentemente mais um louco que achava ser a
verdade em pessoa, justamente quando o colegiado mais culto de então elucubrava
sobre um tema tão etéreo e pouco resolvido: a verdade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Jesus ao afirmar ser a verdade, teria
provocado um misto de ódio e desprezo, tanto de judeus, como de romanos e
gregos. Ao mesmo tempo em que afirmava ser o próprio Deus, ainda se pôs como
imagem real e transparente, sem defeito ou vício próprios de qualquer humano, a
verdade personificada. Diante de Pilatos, Jesus apelara para a compreensão
predominante de que a verdade real “é o que é”. A combinação da expressão “EU
SOU” com o “é o que é” (Eu sou a verdade) remeteu diretamente ao “Eu sou o que
sou” de Êxodo 3.14. Pelo desfecho dessa história, parece que o recado dado foi
entendido. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;1Coríntios 13.12 diz: &lt;i&gt;Agora, pois, vemos apenas um reflexo
obscuro, como em espelho; mas, então, veremos face a face. Agora conheço em
parte; então, conhecerei plenamente, da mesma forma como sou plenamente
conhecido.&lt;/i&gt; Outra vez a visão que prevalecia sobre o que é a verdade aparece
aqui. A expressão do que é e não pode ser contraditado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Jesus comumente falava começando
com “em verdade vos digo”. Talvez essa expressão quisesse dizer: o que eu digo
não pode ser contraditado, é o que é.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Quando Jesus foi interpelado em
Lucas 20.21 por alguns falsos discípulos, de forma irônica disseram que Jesus
ensina “segundo a verdade”, ou seja, de forma que não pode ser desmentido, pois
fala o que corresponde à realidade, “o que é”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Finalmente, Jesus diz a alguns que
haviam crido nele: &lt;i&gt;e conhecereis a
verdade, e a verdade vos libertará&lt;/i&gt;. A promessa é que o conhecimento da
verdade quebrará as barreiras que aprisionam. Aprisionam do quê? Do pecado, da
ordem secular, das inquietações humanas, de limitações físicas do corpo desta
morte&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftn5&quot; name=&quot;_ftnref5&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, de demônios, de vícios, de
tudo aquilo que impede de vermos com perfeição aquele que “é o que é”, o
Verdadeiro Deus. A pergunta que surge é se já podemos gozar dessa libertação
plena pela verdade, nesta vida. O Povo de Deus experimenta a tensão entre o
“já” e o “ainda não”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Com expectativa, aguardamos a
libertação plena que virá com o pleno conhecimento da verdade. Essa realidade
ainda não é de todo manifesta, mas de certa forma, essa esperança escatológica
é um motor que mantém viva a expectativa do porvir.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;A
VIDA &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Por fim, vamos pensar um pouco
sobre o que Jesus teria desejado comunicar quando disse: – &lt;i&gt;Eu sou ... a vida.&lt;/i&gt; Sem dúvida, isolada, é uma expressão um tanto
vaga. Mas um breve estudo nos trará mais elementos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Assim como nas línguas bíblicas, em
nosso idioma também são comuns os homônimos perfeitos – palavras que têm a
mesma grafia e pronúncia, mas com significados diferentes, que só o contexto revela.
Podemos ter &lt;u&gt;vida&lt;/u&gt; no sentido biológico individual (O bebê nasceu com
vida). Temos &lt;u&gt;vida&lt;/u&gt; em sentido coletivo (A vida marinha é fascinante); e
também &lt;u&gt;vida&lt;/u&gt; como existência (Qual o seu projeto de vida? O que você vai
fazer na vida?). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Mas Jesus, ao que parece, não se
referiu a nenhuma dessas aplicações. Veja o que diz Levítico 17.11,14: &lt;i&gt;Pois a vida da carne está no sangue, e eu o
dei a vocês para fazerem propiciação por si mesmos no altar; é o sangue que faz
propiciação pela vida... porque a vida de toda carne é o seu sangue. Por isso
eu disse aos israelitas: Vocês não poderão comer o sangue de nenhum animal,
porque a vida de toda carne é o seu sangue...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Não há muito o que dizer sobre os
valores de Deus ao associar a vida ao sangue. O fato é que, de acordo com a
justiça divina, somente com derramamento de sangue (=vida) é possível o perdão
de pecados. Ou aceitamos isso ou não. Se não aceitarmos, o fato permanece. Deus
assim estabeleceu, e esse texto nos dá a chave para a compreensão do que Jesus
se referia ao dizer que ele mesmo é a vida. Hebreus 9.22 ainda diz: &lt;i&gt;De fato, segundo a Lei, quase todas as
coisas são purificadas com sangue, e sem derramamento de sangue não há perdão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Se pudéssemos escolher apenas uma
palavra para definir o ministério do Messias, talvez seja &lt;u&gt;reconciliação&lt;/u&gt;
[com Deus]. João 3.36 afirma: &lt;i&gt;Quem crê no
Filho tem a vida eterna; já quem rejeita o Filho não verá a vida, mas a ira de
Deus permanece sobre ele.&lt;/i&gt; O estado natural do gênero humano é a separação
de Deus: “A ira de Deus &lt;u&gt;permanece&lt;/u&gt; sobre ele”. Apenas por meio da fé no
Filho é que se dá a reconciliação. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;O ser humano está morto em seus
pecados, separado de Deus. Temos aqui mais um elemento para melhor compreensão
sobre &lt;u&gt;vida&lt;/u&gt;, em João 14.6. A morte, nessa perspectiva, é tomada no acepção
de “separação de Deus”. Sendo Deus essencialmente o dono da vida (Gênesis 2.7)
no seu sentido mais pleno, estar separado dele é estar em estado de morte. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Romanos 6.23: &lt;i&gt;Pois o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida
eterna em&amp;nbsp;Cristo Jesus, nosso Senhor.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Embora este texto tenha um agudo
viés escatológico, também trata da condição natural do gênero humano: o estado
de morte. Somente em Cristo Jesus, mediante deu sacrifício de sangue, foi
possível o acesso a Deus, pois somente por meio desse sangue é possível a remoção
dos pecados de todos os que creem, reconciliação com Deus e o ‘retorno’ à vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 141.6pt; text-align: justify; text-indent: .15pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Porque,
se nós, quando inimigos, fomos&amp;nbsp;reconciliados com Deus mediante a morte do
seu Filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos salvos pela sua vida;
e não apenas isto, mas também nos gloriamos em Deus por nosso Senhor Jesus
Cristo, por intermédio de quem recebemos, agora, a reconciliação.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt; Romanos 5.10-11&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;Embora os pregadores da ‘ideologia
da prosperidade’ gostem de mencionar João 10.10 para ensinar que há promessas
de riquezas materiais e sucesso nesta vida, não há dúvida de que Jesus tratou
nesse trecho sobre a diferença entre o pastor e o não-pastor. O verdadeiro
pastor dá a vida pelas suas ovelhas, conhece-as individualmente, jamais as perderá
e lhes dá vida em abundância, isto é, franqueia-lhe pleno e definitivo acesso
ao Pai, que é a personificação da vida, removendo aquele que crê do seu estado
de morte. Vida abundante aqui significa vida completa, vida plena, traduzida
pela união com Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 141.6pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;O
ladrão vem apenas para roubar, matar e destruir; eu vim para que tenham vida, e
vida em abundância.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif;&quot;&gt;
João 10.10&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;times new roman&amp;quot; , serif; font-size: 11.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Portanto, Jesus, ao
dizer “Eu sou ... a vida, ninguém vem ao pai a não ser por mim”, anunciou que
tem o poder de salvar o que se havia perdido (Mateus 18.11), ao dar-se
voluntariamente para expiação da morte.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;
&lt;!--[endif]--&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Rm
11.29; 1Co 1.9, 7.20; Gl 5.13; Ef 4.1,4; Cl 3.15; 1Pe 2.21, 3.9&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;ftn2&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftnref2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Jo
16.13&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;ftn3&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftnref3&quot; name=&quot;_ftn3&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Lc
20.24-25&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;ftn4&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftnref4&quot; name=&quot;_ftn4&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[4]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
Moeda de prata, equivalente ao valor de um dia de trabalho, e o tributo cobrado
pelo Império Romano de cada judeu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;ftn5&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Administrador.ERC-PC.000/Desktop/Jo%C3%A3o%2014-6.docx#_ftnref5&quot; name=&quot;_ftn5&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;calibri&amp;quot; , sans-serif; font-size: 10.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;[5]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; Rm
7.24&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/3428452001734793614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2017/05/o-caminho-verdade-e-vida.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/3428452001734793614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/3428452001734793614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2017/05/o-caminho-verdade-e-vida.html' title='O Caminho, a Verdade e a Vida'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-6156165294689079548</id><published>2016-05-09T19:55:00.001-03:00</published><updated>2016-05-10T14:16:23.514-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rezar."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Lucas 16.1-9 - O administrador infiel (2)</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;As
Escrituras têm o poder de nos abençoar. Seu estudo é indispensável a todos que
desejam comunhão com o Pai e serem cheios do Espírito Santo. O fiel seguidor de
Cristo precisa compreender a vida e a obra de seu Senhor, a fim de prestar-lhe
um culto ainda mais excelente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Dando
continuidade à exegese de Lc 16.1-9, apresento uma perspectiva teológica. É
importante considerar que, apesar de os Evangelhos não exporem necessariamente
uma narrativa cronológica, podemos &lt;u&gt;sempre que possível&lt;/u&gt; pressupô-las
sequenciais. Para desvendarmos a tese do administrador infiel, os recortes de
texto anterior e posterior a Lc 16.1-9 nos oferecem informações muito úteis: No
capítulo 15 de Lucas, Jesus enfaticamente confronta o sistema religioso
farisaico. É o momento em que, de forma sutil e até irônica, Jesus aponta desacertos
dos religiosos oficiais ao incorrer em práticas que eles reprovavam, e ainda
usa a reação deles para repreendê-los publicamente. Jesus recebe pecadores e
come com eles. Fala das cem ovelhas, das quais uma demonstra arrependimento, e
de outras 99 que não se humilham, concluindo que aquela única ovelha tem mais
valor que todas estas, em uma clara alusão ao farisaísmo que se gabava de sua justiça
própria.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;No encadeamento,
Jesus ilustra um filho pródigo que contrasta com o “filho da casa”,
insatisfeito pelo tratamento dado ao irmão rebelde e gastador. Outra clara
alusão a um judaísmo jactancioso, cujos chefes achavam-se dignos de melhor
tratamento que outros pecadores.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Pois bem,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: arial, sans-serif; text-indent: 47.2px;&quot;&gt;na parábola do administrador infiel&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: arial, sans-serif; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;estou convencido de que Jesus não mudou de assunto. Mais uma vez Ele provoca agitação no meio religioso, atacando
sutilmente a empáfia de seus sacerdotes e líderes. Depois de exemplificar um mau mordomo, Jesus segue reprovando mais uma vez os fariseus por
causa de sua justiça própria (Lc 16.14-17). Vejamos o texto ponto a ponto:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;(ARC - Almeida Revista e Corrigida)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;1
E dizia também aos seus discípulos:&amp;nbsp;Havia um certo homem rico, o qual
tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus
bens.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A Lei e os Profetas, em virtude de promessa a Abraão, foram confiados ao
povo hebreu (Rm 3.1-2). Jesus ilustra o homem rico como o Deus Pai, que nomeia um
povo como mordomo de seus negócios, todavia esse mordomo falha, dando ênfase na
letra da Lei e nos escritos proféticos, esquecendo-se da justiça social, da
essência do relacionamento com o Pai e com o próximo, fracassando como
embaixadores de Deus no mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;2
E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isso que ouço de ti? Presta contas da tua
mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Com a manifestação do Cristo, é chegada a hora da prestação de contas. A
missão maior do “mordomo” era manter viva a doutrina do Deus Criador no mundo;
o povo Judeu deveria atuar como emissário das boas novas a todos os povos. Contudo
esse povo sucumbe ao orgulho e transforma Deus em um pálido sistema de regras,
que apenas privilegiava a si mesmos, excluindo a comunidade não judaica. Em
Lucas 16.16 Jesus noticia que a Lei e os Profetas vigoraram até João. A partir
de então é anunciado o evangelho do reino de Deus a todos os povos, o que viria
a contrariar a visão religiosa majoritária.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;3
E o mordomo disse consigo: Que farei, pois o meu senhor me tira a mordomia?
Cavar não posso; de mendigar tenho vergonha.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Com a perda do bastão de autoridade que os israelitas impunham sobre os
oráculos de Deus, vendo seu prestígio e honra esvaírem-se rapidamente na
velocidade com que os impuros em geral, adúlteros, leprosos, mendigos, ladrões
e prostitutas se agregavam à comunidade dos santos, o “mordomo” engendra ideias
que o protejam, pois antevê seu iminente desprezo e relegação a segundo plano
na nova ordem que se estabelece.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;4
Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me
recebam em suas casas.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Tendo que lidar com o infortúnio que lhe trouxe sua má administração por
séculos, o mordomo concebe uma estratégia. Na verdade, ao dizer isso, Jesus
sugeria a fariseus e publicanos o caminho do concerto com Deus. Era a única
forma de acertar as coisas: aproximar-se rapidamente dos devedores (povos não
judeus, excluídos da comunidade religiosa) e incluí-los pela amizade e
sobretudo pelo perdão, pois teriam que frequentar as mesmas sinagogas a partir
de agora.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;5 E, chamando
a&amp;nbsp;si&amp;nbsp;cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto
deves ao meu senhor?&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;6 E ele respondeu:
Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua conta e, assentando-te já,
escreve cinquenta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;7 Disse depois a
outro: E tu quanto deves? E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe:
Toma a tua conta e escreve oitenta.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;E assim Jesus sugere aos que chamava de hipócritas o que deveria ser
feito. Aproximarem-se dos pecadores oferecendo-lhes amizade e perdão, abrindo
caminho para um relacionamento.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;8
E louvou aquele senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente,
porque os filhos deste mundo são mais prudentes na sua geração&amp;nbsp;do que os
filhos da luz.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Se agisse assim, Deus (o homem rico da parábola) elogiaria seu povo
escolhido, que mesmo falhando na história ainda conseguiria mitigar, pelo menos
em parte, o prejuízo causado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Acerca da segunda parte deste versículo, paira fina neblina sobre a
comparação da prudência dos filhos deste mundo com a dos filhos da luz. Particularmente,
gosto de pensar que Jesus, em mais uma de suas investidas sábias e sutis,
provocava o farisaísmo chamando-os de filhos da luz. Ora, até mesmo um pecador
agiria de forma includente e não desprezaria outras pessoas e comunidades. Ao
dizer isso, Jesus novamente elogia e se aproxima de pecadores, em seu próprio
contexto, “na sua geração”, ao sugerir que possuem qualidades que os fariseus
não possuíam, ou seja, a de não fazerem acepção de pessoas. É possível imaginar
a agitação que esse tipo de insinuação teria provocado nos guias mais
legalistas do sistema religioso.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;9 E eu vos
digo:&amp;nbsp;granjeai amigos com as riquezas da injustiça, para que, quando estas
vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Da mesma forma que classificara ainda há pouco os fariseus como filhos
da luz, agora Jesus compara os pecadores às riquezas da injustiça, para aludir
à visão dos próprios fariseus acerca da comunidade excluída, porquanto os
consideravam impuros e indignos de Deus. Em outras palavras Jesus teria dito: façam
amigos com aqueles que vocês consideram impuros, para que, quando vocês
perderem a posição que agora ocupam, eles vos recebam em suas casas e na
eternidade, onde terão que viver juntos e para sempre.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;É certo que os fariseus não gostaram desse conselho. Além de serem
avarentos, o orgulho por suporem ter exclusividade no acesso a Deus não permitia
que vissem com clareza suas próprias mazelas. Jesus desfere ainda outra
sentença veemente, dizendo: “vocês se justificam a si mesmos diante dos homens,
mas Deus conhece o coração de vocês”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Portanto, podemos concluir que este texto, aparentemente controverso,
apresenta um excelente argumento missiológico. A mensagem central é a urgência
com que o farisaísmo deve lidar com a comunidade excluída. Ao que parece, o
recado não foi absorvido imediatamente. Talvez sequer tenha sido compreendido,
nem mesmo pelos seus discípulos mais próximos. Prova disso que anos depois
Pedro se vê embaraçado com uma visão na qual Deus mandava que comesse animais
impuros, ao que ele evidentemente se nega. Uma “voz” o repreende dizendo que
ele não deve considerar impuro o que Deus purificou. Com esse desfecho,
desenha-se o caminho para o alcance mais abrangente dos povos não judeus, primeiramente
por intermédio de Pedro e depois com a conversão de Saulo (At 10.5-16).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/6156165294689079548/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2016/05/lucas-161-9-o-administrador-infiel-2.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6156165294689079548'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6156165294689079548'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2016/05/lucas-161-9-o-administrador-infiel-2.html' title='Lucas 16.1-9 - O administrador infiel (2)'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-1778045437711856769</id><published>2016-05-01T23:44:00.002-03:00</published><updated>2016-05-09T19:54:38.599-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rezar."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Lucas 16.1-9 - O administrador infiel (1)</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Lucas 16.1-9
trata de um tema que era caro a Jesus: a vida eterna. Como era normalmente foco
de seu ensino, o Senhor mais uma vez procurou ligar os nossos feitos neste
curto tempo de vida terrena à eternidade.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-bidi-font-weight: bold; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Os leitores
da Bíblia se deparam, nesse belo texto, também intitulado de “O mordomo infiel”,
com figuras e cenários que eram comuns na palestina da antiguidade. Jesus fez muito
uso desses recursos linguísticos. Contudo, há uma mensagem aparentemente
destoante no verso 9, no qual o Senhor transmite um conselho, digamos, estranho
aos seus seguidores atuais. Mas como veremos, é possível que você compreenda
com mais clareza esse ensino valioso de Jesus, contextualizando-o ao nosso
tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;(ARC - Almeida Revista e Corrigida)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;1
E dizia também aos seus discípulos:&amp;nbsp;Havia um certo homem rico, o qual
tinha um mordomo; e este foi acusado perante ele de dissipar os seus
bens.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Da mesma forma que na parábola do “Rico e Lázaro”, o homem rico não
representa Deus, mas apenas um homem que dispõe de riquezas deste mundo. (Sob
um ponto de vista restrito, porém, poderia simbolizar Deus, no julgamento final).
Já era costume na antiguidade que grandes propriedades fossem confiadas por
seus donos a cuidadores, administradores, que faziam dessa profissão seu meio
de vida. Como se tratava de um cargo de confiança dos proprietários, era muito
bem remunerado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;De tempo em tempo, os mordomos deveriam prestar contas de tudo o que
fizeram. Ocorre que neste caso, o administrador estava sendo acusado por
terceiros, de dilapidar os bens do seu senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;2
E ele, chamando-o, disse-lhe: Que é isso que ouço de ti? Presta contas da tua
mordomia, porque já não poderás ser mais meu mordomo.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Aparentemente dispondo de provas inquestionáveis, sem oferecer
oportunidade de defesa ao mordomo, o senhor lhe ordena que preste contas
imediatamente, já proferindo sua decisão de que tiraria de suas mãos a
administração.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;3
E o mordomo disse consigo: Que farei, pois o meu senhor me tira a mordomia?
Cavar não posso; de mendigar tenho vergonha.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Ouvida a sentença, o mordomo rapidamente cogita em como será o futuro sombrio
que se lhe aproxima. Acostumado ao conforto, repudia a possibilidade de
trabalhar na terra, e jamais se submeteria a viver às custas de ofertas e de
depender dos outros.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;4
Eu sei o que hei de fazer, para que, quando for desapossado da mordomia, me
recebam em suas casas.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Tendo que lidar com o infortúnio que lhe trouxe sua má administração, o
mordomo concebe uma estratégia, que certamente foi elaborada valendo-se de toda
sua experiência e inteligência. Como a sentença era irrevogável, o mordomo sequer
tentou provar sua inocência, ou não o fez por que sabia que sua defesa seria inútil,
pois de fato era culpado. Enfim, a sua estratégia deveria atingir dois
objetivos: desfazer sua péssima reputação perante o dono da propriedade e
também lhe abrir novas oportunidades mundo afora, já que sua saída iminente era
certa.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;5 E, chamando
a&amp;nbsp;si&amp;nbsp;cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto
deves ao meu senhor?&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;6 E ele respondeu:
Cem medidas de azeite. E disse-lhe: Toma a tua conta e, assentando-te já,
escreve cinquenta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;7 Disse depois a
outro: E tu quanto deves? E ele respondeu: Cem alqueires de trigo. E disse-lhe:
Toma a tua conta e escreve oitenta.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Ficou evidente a demonstração da sua esperteza. De posse de suas
anotações, procurou os credores e negociou com eles descontos atraentes, de
forma que pudessem quitar as dívidas à vista e depressa. Não foi revelado o
critério que usou para conceder tais descontos, mas esse aspecto é irrelevante.
O que fica em relevo é a astúcia e a flexibilidade do administrador.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;8 E louvou aquele
senhor o injusto mordomo por haver procedido prudentemente, porque os filhos
deste mundo são mais prudentes na sua geração&amp;nbsp;do que os filhos da
luz.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Apesar de todo mal-estar provocado pela situação, o proprietário elogia
o mordomo, pois se surpreende com sua capacidade de lidar com as finanças e com
as adversidades. O prejuízo fora drasticamente reduzido pelas negociações do
mordomo. O plano foi um sucesso ainda maior que o esperado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Jesus finaliza com um ensino interessante, o de que os “filhos da luz”
precisam ser inteligentes e astutos, contrastando-os com os “filhos deste
mundo”, que são mais prudentes com seus negócios. Não há possibilidade de
termos certeza do porquê Jesus proferira este ensino, talvez estivesse a
advertir alguns discípulos que, por falta de zelo, amargaram prejuízos em seus
negócios. O fato é que Jesus adverte que não se pode distrair-se com a candidez
do ambiente cristão, de amor, honestidade, tolerância e suas variantes,
deixando-nos desarmados para lidar com pessoas e situações perigosas, que podem
nos causar danos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;De qualquer forma, como era seu estilo, Jesus habilmente utiliza
situações do cotidiano para ensinar verdades mais abrangentes, como vai
concluir nos próximos versículos.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;9 E eu vos
digo:&amp;nbsp;granjeai amigos com as riquezas da injustiça, para que, quando estas
vos faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Este conselho soa estranho, pois Jesus parece encorajar a associação com
práticas de caráter duvidoso, para que de forma interesseira obtenhamos alguma
vantagem no porvir (tabernáculos eternos). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Antes de comentar esta conclusão de Jesus, vamos verificar outras
traduções. Vejamos:&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;content&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 9.0pt;&quot;&gt;“Eu vos
digo: Granjeai amigos com as riquezas da iniquidade, para que, quando estas vos
faltarem, vos recebam eles nos tabernáculos eternos. ”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;label&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #777777; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 9.0pt;&quot;&gt; - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;label&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #777777; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 8.0pt;&quot;&gt;TB10 - Tradução Brasileira&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;content&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 9.0pt;&quot;&gt;“Por
isso, eu digo: Usem a riqueza deste mundo ímpio para ganhar amigos, de forma
que, quando ela acabar, estes os recebam nas moradas eternas. ” &amp;nbsp;- &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;label&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #777777; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 8.0pt;&quot;&gt;NVI – Nova Versão Internacional&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;content&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 9.0pt;&quot;&gt;“Por isso
eu digo a vocês: usem as riquezas deste mundo para conseguir amigos a fim de
que, quando as riquezas faltarem, eles recebam vocês no lar eterno. ” - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;label&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #777777; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 8.0pt;&quot;&gt;NTLH – Nova Tradução na Linguagem de Hoje&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span class=&quot;content&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 9.0pt;&quot;&gt;“E eu
lhes recomendo: Façam amigos com as riquezas deste mundo para que, quando elas
se acabarem, vocês sejam recebidos nos lares eternos. ” - &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class=&quot;label&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #777777; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; font-size: 8.0pt;&quot;&gt;VFL – Versão Fácil de Ler&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A leitura atenta do vs. 9 deixa claro que não precisamos pensar em
“riquezas da injustiça” como provenientes de maus negócios, injustos ou mesmo
desonestos. O sentido correto da expressão “riquezas da iniquidade” ou “riquezas
da injustiça” é a ideia do contexto do ganho. De alguma forma Jesus perece ter
pretendido associar as coisas deste mundo caído à iniquidade/injustiça, à tudo
aquilo que se desvanece e é corruptível, de forma que riquezas da injustiça
seria apenas uma referência ao que se ganha a partir dos sistemas seculares
deste mundo. Isto para fazer um paralelo com a verdadeira riqueza, à qual se
referiu em Mt 6.10 (ajuntai tesouros no céu, onde a traça não corrói). De fato,
soa estranho, mas neste contexto seria o mesmo que dizer que o salário ganho
honestamente com nosso trabalho produz “riqueza deste mundo ímpio” ou “riqueza
da iniquidade”, uma vez que esse ganho é limitado ao que se faz neste mundo
corrupto e pecaminoso, ou seja, é aderente tão somente ao sistema de coisas
deste mundo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;É realmente impressionante que em apenas um versículo Jesus tenha
provocado tanto seus interlocutores, e o faz até os dias de hoje. Jesus, ao
mesmo tempo em que incita seus ouvintes a não darem real valor aos recursos
deste mundo, os convida a olhar para o porvir, para a eternidade. Além disso,
os adverte sobre a necessidade de olhar para o próximo como alvo das benesses limitadas
deste mundo, no desapego dos bens materiais em favor de outros. A declaração
deve ter trazido certo incômodo aos seus discípulos, deixando-os reflexivos por
certo tempo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Dando sentido ao elogio do dono da propriedade ao mordomo, Jesus nos
lembra o diálogo com certo jovem rico (Lc 18.18-23), que era apegado à sua
riqueza e não era sensível ao necessitado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;“E eu lhes
recomendo: Façam amigos com as riquezas deste mundo...”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt; – Recomendação, em tom de
advertência, de que devemos atrair outros (fazer amigos), utilizando sabiamente
os recursos de uso limitado e exclusivo a esta vida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;“... para que,
quando elas se acabarem...”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt; – Uma sutil referência ao fim da vida, quando todos teremos que lidar
com o Criador, em uma grande Prestação de Contas (... cada um segundo as suas
obras – Rm 2.6). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;background: white; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;“...vocês sejam
recebidos nos lares eternos. ”&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;color: #0070c0; font-family: &amp;quot;arial&amp;quot; , sans-serif; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt; – De alguma forma, Jesus parece ter atribuído ao testemunho de
terceiros a prova confirmatória de nossos feitos neste mundo. A ideia não está
em que, para entrar na Eternidade, haveria um tribunal de seres humanos que
testemunhariam a favor ou contra cada um de nós, a partir de nossas obras. Mas
propõe uma estreita ligação entre fé e obras, conforme ensina a Carta de Tiago.
O que fizermos aqui, de bem ou de mal, testemunhará a favor ou contra nós. Não
se sabe exatamente como será feito, mas as Escrituras não deixam dúvida sobre
esse processo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/1778045437711856769/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2016/05/lucas-161-9-o-administrador-desonesto.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/1778045437711856769'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/1778045437711856769'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2016/05/lucas-161-9-o-administrador-desonesto.html' title='Lucas 16.1-9 - O administrador infiel (1)'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-5986680918971003856</id><published>2015-05-25T00:22:00.002-03:00</published><updated>2015-06-07T08:08:37.507-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rezar."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Marcos 7:24-30 - A Siro-Fenícia e os Cachorrinhos</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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   Name=&quot;footnote text&quot;/&gt;
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   Name=&quot;annotation text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;header&quot;/&gt;
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   Name=&quot;footer&quot;/&gt;
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   Name=&quot;index heading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;35&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;caption&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;table of figures&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;envelope address&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;envelope return&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;footnote reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;annotation reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;line number&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;page number&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;endnote reference&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;endnote text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;table of authorities&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;macro&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;toa heading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Bullet 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Number 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;10&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Title&quot;/&gt;
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   Name=&quot;Closing&quot;/&gt;
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   Name=&quot;Signature&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;1&quot; SemiHidden=&quot;true&quot;
   UnhideWhenUsed=&quot;true&quot; Name=&quot;Default Paragraph Font&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text Indent&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;List Continue 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Message Header&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;11&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Subtitle&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Salutation&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Date&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text First Indent&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text First Indent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Note Heading&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text Indent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Body Text Indent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Block Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Hyperlink&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;FollowedHyperlink&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;22&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Strong&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;20&quot; QFormat=&quot;true&quot; Name=&quot;Emphasis&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Document Map&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Plain Text&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;E-mail Signature&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Top of Form&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Bottom of Form&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Normal (Web)&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Acronym&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Address&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Cite&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Code&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Definition&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Keyboard&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Preformatted&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Sample&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Typewriter&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;HTML Variable&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Normal Table&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;annotation subject&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;No List&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Outline List 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Outline List 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Outline List 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Simple 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Simple 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Simple 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Classic 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Colorful 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Colorful 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Colorful 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Columns 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 7&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Grid 8&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 7&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table List 8&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table 3D effects 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table 3D effects 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table 3D effects 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Contemporary&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Elegant&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Professional&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Subtle 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Subtle 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; SemiHidden=&quot;true&quot; UnhideWhenUsed=&quot;true&quot;
   Name=&quot;Table Web 1&quot;/&gt;
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   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 1&quot;/&gt;
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  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 1&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;Grid Table 3 Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;49&quot; Name=&quot;Grid Table 4 Accent 2&quot;/&gt;
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  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 2&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 2&quot;/&gt;
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  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot;
   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 3&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 4&quot;/&gt;
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   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 4&quot;/&gt;
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   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 4&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 5&quot;/&gt;
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   Name=&quot;Grid Table 6 Colorful Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot;
   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 5&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot;
   Name=&quot;Grid Table 1 Light Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;47&quot; Name=&quot;Grid Table 2 Accent 6&quot;/&gt;
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   Name=&quot;Grid Table 7 Colorful Accent 6&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;46&quot; Name=&quot;List Table 1 Light&quot;/&gt;
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  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;48&quot; Name=&quot;List Table 3&quot;/&gt;
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  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;51&quot; Name=&quot;List Table 6 Colorful&quot;/&gt;
  &lt;w:LsdException Locked=&quot;false&quot; Priority=&quot;52&quot; Name=&quot;List Table 7 Colorful&quot;/&gt;
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&lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Alguns
textos bíblicos são particularmente intrigantes. Este trecho, narrado em dois
sinóticos - &lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;Mateus e Marcos - retrata
situação que se tornara rotina no ministério terreno de Jesus: o confronto com
demônios, curas e libertação do jugo do maligno. Mas o que chama a atenção mesmo é a abordagem de Jesus, sobretudo em relação à mulher
cananeia (ou siro-fenícia, ou ainda grega, na perspectiva de Mateus):&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;(1) Jesus faz algo que gostaria não se tornasse público,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;(2)
Jesus, em princípio, se recusa a atender o pedido da mulher,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;(3) Para
justificar sua negativa, Jesus cita o que bem poderia ser um provérbio popular,
determinando as prioridades dele na ocasião, e compara a mulher a cachorrinhos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Em
alguns momentos, os evangelistas registraram recomendações de Jesus para que
não dissessem publicamente o que ele havia feito. Não há consenso sobre o
motivo que levava Jesus a pedir silêncio, principalmente quando intuímos o
contrário, que quanto mais propaladas fossem suas obras, melhor, mais
rapidamente o Reino de Deus seria difundido. O fato é que tais recomendações de
Jesus jamais foram atendidas, pois os beneficiários dos feitos extraordinários
do Mestre tratavam mesmo era de publicar aos quatro ventos tudo o que ocorrera.
Talvez Jesus, estrategicamente, usava o instinto humano de obter prazer pela
divulgação de boas novidades, mesmo quando é pedido segredo. Ou talvez possamos
pensar que Jesus não gostaria de fazer mais barulho que o necessário, o que
poderia ser interpretado pelas autoridades religiosas como provocação, evitando assim alvoroços desnecessários. Seja qual for o motivo, Jesus “&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;não pôde
esconder-se”&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;O
leitor atento dos evangelhos sinóticos deve ter em mente que Jesus pregara vigorosamente
acerca de arrependimento, sobre a necessidade de reconciliação com Deus,
realizou curas e libertações, mas o tema central de sua pregação foi o &lt;b&gt;Reino de
Deus&lt;/b&gt;. A implantação do Reino de Deus foi seu foco em todo o tempo, suas
parábolas foram quase a totalidade destinadas a introduzir algum aspecto do
Reino e de sua Justiça. Nesse contexto, Jesus prega prioritariamente para o judeu,
para o povo histórico de Deus. Não é preciso esforço demasiado para essa
conclusão, basta ler os sinóticos. Mas houve exceções, e o
episódio com a mulher siro-fenícia é um deles.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Não
deve ser motivo de estranheza tal fato. A mensagem de Jesus é plena de Deus e
vem a nós ainda hoje como verdades libertadoras. Contudo, é um erro a ideia da
universalização da mensagem de Jesus, imediata e sem a devida contextualização.
As abordagens, as idiossincrasias, os exemplos tomados e a didática sempre
foram utilizadas por Jesus com vistas na assimilação correta da mensagem pelos
judeus. Não havia a intenção precípua de Jesus de falar a gentios, se bem que
ele o fez em algumas ocasiões especiais. (Mateus 15.24)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;A
mulher grega, ou siro-fenícia, cujo nome não é mencionado, se depara com Jesus,
que se dirigia para as bandas de Tiro e Sidom e entra em uma casa. O texto não
deixa claro se era a casa da mulher grega, apenas informa que ela o aborda
objetivamente com a intenção de extrair dele a qualquer custo a solução para o endemoninhamento de sua filha. Jesus em princípio a ignora. A cena era
de certa forma constrangedora, ao ponto de os discípulos terem sugerido ao
Mestre que a despedisse logo. Diante do pedido desesperado da mulher, Jesus lhe
dirige uma resposta que hoje em dia teria sido motivo de escândalo, mesmo se
ocorrido em uma pequena congregação rural: Jesus além de aparentemente esquivar-se,
ainda a compara a cachorrinhos. A comparação a cachorrinhos é direta e
talvez grosseira (?). Jesus, numa só tacada, pode ter desejado
desestimula-la ao mesmo tempo em que reforça a sua veia ministerial, que era socorrer
somente as ovelhas perdidas da casa de Israel. Na sequência, depois da réplica
da grega, Jesus a atende e temos aqui mais um &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;gran finale&lt;/i&gt;, com o qual qualquer um se regozija até hoje.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Mas por que Jesus teria conduzido o diálogo de
forma tão inusitada? Podemos ter aqui pelo menos duas respostas igualmente
válidas:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;(1) Porque Jesus tinha foco em sua missão junto aos da casa de Israel
e procura afastar a mulher, mas foi constrangido e se compadeceu profundamente
dela por amor; ou&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;(2) Porque Jesus, como era do seu feitio, não “perdia a
viagem” e sempre ensinava valores eternos a quem o busca. Neste caso, Jesus,
sendo onisciente, desde o início intencionava atender à mulher, mas assim
procedeu para evidenciar publicamente suas prioridades. Além disso, Jesus também
teria procurado provocar a manifestação da fé daquela gentia, que em muito
excedia a fé dos da casa de Israel. Dessa forma, Jesus preanunciava salvação aos
gentios de forma perspicaz e velada, já que o objetivo, mais tarde revelado, contrariaria
toda a cúpula religiosa judaica, cujos integrantes se consideravam Filhos de Abraão e
destinatários exclusivos das bênçãos divinas. Creio que este segundo motivo é mais
alinhado e coerente com o perfil do Senhor, traçado pelos evangelistas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Por
fim, precisamos ainda compreender o motivo de Jesus ter parecido rude, associando o pedido da mulher às expectativas de cachorrinhos que
mendigam migalhas de seus donos. Em primeiro lugar, precisamos desligar esta
cena da interpretação comum que seria dada caso o fato tivesse ocorrido nos
dias de hoje. Os símbolos e significados daquele ambiente judeu-greco-romano em
muitos aspectos nada têm a ver com nossa cultura ocidental moderna. No ambiente
judaico antigo o cão é comumente associado à impureza ritual e à indignidade. Cães
comeram a corpo de Jezabel (1Reis 21.23) e Paulo associa os maus obreiros a
cães (Filipenses 3.2). É possível que o ambiente pobre e precário das cercanias
por onde Jesus comumente transitava estivesse repleto de cães pelas ruas,
revirando o lixo e comendo restos de animais mortos, o que os tornava
especialmente repugnantes para o judeu. Mas no episódio da mulher siro-fenícia,
o termo grego usado para cachorrinho é &lt;i&gt;kunarion&lt;/i&gt;, que só aparece nesse episódio, tanto na narrativa de Mateus como na de Marcos. O
verbete grego traduzido para cães
é &lt;i&gt;kuon&lt;/i&gt;, sempre usado em tom negativo e crítico (Mateus 7.6; Lucas 16.21,
Filipenses 3.2; 2Pedro 2.22 e Apocalipse 22.15). Fica evidente, portanto, que a
intenção de Marcos e de Mateus foi dar ao “cachorrinho” da história uma outra
conotação, bastante diferente daquelas outras aplicações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Jesus
conversa com a mulher dentro de casa e assim como os temos hoje, naquela
ocasião também havia os cachorrinhos da casa, que eram tratados com mimos e
ficavam por perto quando seus donos faziam refeições. O povo judeu tinha por
hábito comer com as mãos. Estilhando lascas de pão, mergulhava-os em algum líquido ou pasta de ervas e levavam à boca. Não era incomum que lambessem os
dedos para limpa-los entre uma e outra porção. Nesse movimento vívido das refeições
em grupo, certamente caíam no chão migalhas que os cachorrinhos da casa
aproveitavam agradecidos. Não obstante os cãezinhos tenham abocanhado algumas
migalhas que tenham escapado da mesa dos donos, por certo haveriam de se
banquetear com suas próprias porções, em hora oportuna.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;É
com esse olhar que devemos interpretar a abordagem de Jesus. De forma alguma
Jesus a compara com os cães imundos das ruelas de Tiro e Sidom, mas a faz
pensar que era amada como um bichinho de estimação, que merece todo cuidado e
carinho de seus donos. Contudo, mesmo assim, na primeira seção da conversa,
Jesus explica que haveria de chegar a sua hora, pois ele não viera para pregar senão
às ovelhas perdidas da casa de Israel. Jesus não se nega a atende-la, tanto que
prontamente a acolhe em vista de sua réplica e vigorosa fé. “&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Vai; o
demônio já saiu de tua filha”, finaliza Jesus.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif; font-size: 12.0pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Que
o leitor não se escandalize com tais comparações. Era precisamente esta uma linguagem
de fácil assimilação naquela cultura. Gênesis retrata Issacar como um &quot;jumento&quot;. O esposo apaixonado de Cantares compara sua amada a uma &quot;égua&quot;. Mateus associa Israel a “pintos”.
Isaías refere-se a Israel como “verme de Jacó” e “povozinho”. O que para nós modernamente seria sinônimo de ignomínia, no código de valores hebreu podia significar carinho e acolhimento. Além disso, somos
desestimulados a comparar o gênero humano a qualquer animal ou diminutivos desprezíveis. Em face de nossa superioridade
existencial comparações desse tipo são normalmente inconvenientes e se prestam a ofender. Mas não era esse o contexto do diálogo entre Jesus e a
mulher grega, de forma que podemos concluir que nem Jesus intencionou
diminuí-la em sua dignidade humana, nem tampouco ela mesma se percebeu vítima
de indelicadeza ou desprezo por parte de Jesus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/5986680918971003856/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2015/05/marcos-724-30.html#comment-form' title='5 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/5986680918971003856'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/5986680918971003856'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2015/05/marcos-724-30.html' title='Marcos 7:24-30 - A Siro-Fenícia e os Cachorrinhos'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-4587967404390693278</id><published>2015-05-10T20:42:00.003-03:00</published><updated>2015-05-10T20:43:07.106-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rezar."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Onde está Deus em nossas canções evangelicais ?</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;(Romanos 11:33-36) - Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria,
como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão
inescrutáveis os seus caminhos! Porque, quem compreendeu a mente do Senhor? Ou quem
foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja
recompensado? Porque dele e por ele, e para ele, são todas as coisas; glória,
pois, a ele eternamente. Amém. &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
É natural que a música nos conduza a experiências incomuns. A música – digo, a
melodia – assim como um perfume, tem o poder de estimular comportamentos e
emoções há muito adormecidos. No entanto, tratando-se de melodias que se
prestem ao culto e propõem o enlevo espiritual, é recomendável que não fiquemos
apenas nas emoções; é preciso dedicar especial cuidado ao que se canta, à letra
contida na melodia.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Se
 fizermos isso, é provável que a gente descubra que cantamos o que não 
acreditamos de verdade. Muitas vezes cantamos equívocos, sem qualquer 
referência
teológica e bíblica. Poderíamos citar centenas de exemplos, mas o espaço
 aqui é
curto. Ligue seu rádio numa emissora evangélica e não será difícil 
constatar o
que já constatei: letras absurdas, superficiais e dramaticamente 
egocêntricas: &lt;i&gt;“pela fé, não há muralhas que ficarão de pé diante
de mim”; “sai da minha frente que eu quero passar, se não sair agora vou passar
por cima”, “a morte de Jesus na cruz é só para você”&lt;/i&gt; e outras pérolas.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Claro que não se pode generalizar. Há lindíssimas canções, com
mensagens corretas e que realmente exaltam o Deus Vivo pelo que Ele é. Contudo,
muitos trechos revelam o que tem sido um cancro na igreja brasileira: a
superficialidade associada ao egocentrismo. Fala-se de Deus, canta-se Jesus,
mas o núcleo das canções, inadvertidamente, é a exaltação do “&lt;b&gt;eu&lt;/b&gt;”, da &lt;b&gt;minha&lt;/b&gt; fé, da &lt;b&gt;minha&lt;/b&gt;
força, da &lt;b&gt;minha&lt;/b&gt; coragem, da &lt;b&gt;minha&lt;/b&gt; ousadia, dos &lt;b&gt;meus&lt;/b&gt; talentos, do &lt;b&gt;meu&lt;/b&gt;
sacrifício, da &lt;b&gt;minha&lt;/b&gt; vitória; porque
Deus existe para &lt;b&gt;me&lt;/b&gt; fazer feliz,
para satisfazer as &lt;b&gt;minhas&lt;/b&gt;
necessidades, porque Jesus morreu por &lt;b&gt;mim&lt;/b&gt;,
para &lt;b&gt;me&lt;/b&gt; dar a vida eterna. Essas
músicas revelam um Deus abobalhado dentro de um &lt;i&gt;shopping&lt;/i&gt;, disposto a &lt;b&gt;me&lt;/b&gt; comprar tudo que peço, que é deslumbrado
por &lt;b&gt;mim&lt;/b&gt; e está disposto a
recompensar a &lt;b&gt;minha&lt;/b&gt; grande fé e
ousadia. E ainda se surpreende comigo (?).&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Sem medo de errar, talvez cerca de 80% das músicas compostas sob temas evangelicais contêm em demasia as palavras &lt;b&gt;eu&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;mim&lt;/b&gt;, &lt;b&gt;meu e minha&lt;/b&gt;, e os verbos estão sempre na primeira pessoa. Pouco se canta
sobre a condição do homem, enquanto pecador, fatalmente frágil. Pouco se canta
sobre arrependimento, humilhação e ser sal na terra. Pouco se canta sobre a
necessidade de santidade e renúncias, e quando muito é para estimular
sacrifícios e asceses bem no estilo levítico. Muito se canta sobre liberdade,
mas somente aquela que deixa extravasar manifestações do crente no culto, como
pular, gritar, dançar e correr (Jesus se deu para esse tipo de “liberdade”? Ouvi
ontem o testemunho de um irmão de 50 anos de idade que foi agredido por sua
enteada de apenas 16, e não reagiu. Talvez isso seja liberdade, domínio próprio). Pouco ou nada
se canta sobre a sobreexcelência do Pai, que, apesar de nós, nos permite relacionar
com Ele.&amp;nbsp; &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Precisamos sair dessa “em-si-mesmice” (Desculpe o palavrão. Quero
apenas dizer, foco em si mesmo), para dar lugar à entronização incondicional de
Deus. Sobre isso, aliás, já nos ensinou o pastor Renato Vargens, da Igreja
Cristã da Aliança em&amp;nbsp;Niterói.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Essa coisa que tem acometido a igreja do Brasil recentemente parece ser
ainda eco do que ocorreu lá pelos idos anos 1300 (Séc. XIV), o nascedouro do
Humanismo, sobretudo o renascentista. Só que no meio cristão-evangélico, como
essa ideia é maldita e repulsiva, ela vem travestida de uma suavização
insolente, na proposta de um &lt;b&gt;Deus&amp;nbsp;pós-humanista&lt;/b&gt;. Os “louvores” por aqui têm apenas exposto o que está no
imaginário das pessoas: antropocentrismo, hedonismo, otimismo
triunfalista, confissão positiva e individualismo.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Humanismo
 é a filosofia moral que coloca os humanos como principais,
numa escala de importância. Em que pese o Homem ter sido criado à imagem
 e semelhança de Deus, isso não quer dizer que Deus e o mundo girem ao 
nosso redor. O humanismo clássico, como se sabe, põe em relevo o homem 
em contraposição a Deus. No entanto, mais tarde surgiriam
ideias que seriam batizadas de “humanismo renascentista”, que firmaria o
antropocentrismo sem negar a existência e a superioridade de Deus. A 
saída para
conciliar esse imbróglio foi parir a ideia de um Deus Supremo, mas 
passivo, que é
radicalmente sensível à Sua própria criação, deslumbrado com o ser 
humano que
tem fé, e que está sempre disposto a dar-lhe tudo que seus devaneios 
possam
desejar.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Assim, o que temos hoje é um teocentrismo
retórico, neo-humanista, que na verdade entroniza o ser humano, exaltando-o
pela sua fé, suas conquistas e suas qualidades.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Humanistas notórios como Gianozzo Manetti, Guilherme de Ockham, Carlos
Bernardo González Pecotche, Francesco Petrarca, Pico de La Mirandola e Auguste
Comte (e porque não o próprio Calvino) certamente não teriam ousado tanto. Tamanha ginástica mental e
promiscuidade espiritual não eram privilégios de seus tempos.&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/4587967404390693278/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2015/05/onde-esta-deus-em-nossas-cancoes.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/4587967404390693278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/4587967404390693278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2015/05/onde-esta-deus-em-nossas-cancoes.html' title='Onde está Deus em nossas canções evangelicais ?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-3728069814393605223</id><published>2015-03-26T20:29:00.003-03:00</published><updated>2015-03-27T07:21:23.474-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Orar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Rezar."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Para que orar?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;O irmão
católico romano talvez prefira o título “Para que rezar?”. Tanto faz, é a mesma
coisa. Por irrelevante que se tornou essa distinção semântica, não precisamos
gastar mais tempo com essas definições. Os dicionários bíblicos e os de língua
portuguesa bastam.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Com frequência
me ocorre a pergunta: para que orar? Convencionamos que orar é conversar com
Deus. Embora verdadeira, essa definição carece de aperfeiçoamento; não se trata
de uma conversa ordinária. Deus é um ser pleno, criador de todas as coisas,
cada partícula do Universo nasceu pela força do seu poder, as visíveis e as invisíveis.
Quanto mais a Física avança, mais esse fato se impõe. Consequentemente, cada
processo humano, seja material, psíquico ou espiritual, é transparente à
percepção dele, nada lhe está oculto. Nada pode surpreendê-lo nem fazê-lo
variar. Portanto, orar não é uma conversa comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Parece ser
privilégio do ser humano a arte de orar. (Tem sido irrelevante se plantas,
rochas e outros bichos se comunicam com o Pai, não fazemos ideia de como isso
poderia acontecer). Na oração pretendemos conexão com o Ser mais puro, santo e
bom que, de uma forma ou outra, se expõe a nós. Como um adulto que se inclina
para falar com uma criança, assim Deus faz. Por restritos que somos, creio que
não podemos admitir outra coisa além de que o nosso conhecimento de Deus limita-se
à Sua própria iniciativa de se mostrar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Deus, por Sua natureza,
conhece – ou tem a capacidade de conhecer – cada pensamento e motivação, cada penúria,
cada aspiração, que qualquer um de nós possui. Por conhecer intimamente nossa
estrutura, habilidades e debilidades, sabe também nossos pontos críticos de
sucesso e de fracasso. Antes que a palavra chegue à boca, mesmo que demore dois
bilionésimos de segundo, no espaço entre um neurônio e a língua, Ele já conhecia
antecipadamente. Deus sabe do que precisamos, do irrelevante ao essencial, agora
e depois. Ele tem a visão que nos falta, a dimensão da plenitude do tempo, do
momento ideal; enquanto nós trabalhamos na extensão das circunstâncias, Ele vê
a cena completa, coligindo passado, presente e futuro. (Por isso temos sérias
dificuldades de assimilar que os infortúnios podem ser bênçãos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Então, para que
orar? Não seriam as nossas palavras desnecessárias, mesmo que resultem da
expressão mais íntima de desespero e humilhação, ante à inteira onisciência do
Pai? Afinal, não é o nosso interior irremediavelmente transparente e acessível
a Deus? Ao tentar organizar algumas palavras na mente para proferi-las a Deus,
elas já não serão todas conhecidas de antemão?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Mesmo que estas
conclusões possam ser até evidentes, encontramos na Bíblia vasta recomendação
para a prática da oração. O próprio Jesus orou intensamente e Paulo recomendou:
Orai sem cessar. Mas isso não responde a pergunta: Para que orar?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
É possível que
nos ajude a responder quando constatamos que toda a Bíblia apresenta o Deus do relacionamento
e do pacto. Foi esse o fim maior da Antiga Aliança: o estabelecimento de um
padrão de relacionamento, ainda que como sombra do que havia de vir, Cristo
Jesus. A Antiga Aliança, portanto, apresenta Deus estabelecendo vias de relacionamento
com a criação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
A Lei de Deus foi
um complexo mecanismo que buscou posicionar homens e mulheres no local correto
para que Deus cumprisse seus intentos. Mas, de propósito, o resultado do
processo foi a certeza de que não podemos cumprir a Lei. Ela é justa, santa e
boa, mas nosso caráter, moral, juízo e valores são todos manchados pelo pecado.
O mais correto ser humano que tenha vivido ou vai viver foi/é/será incapaz de
cumprir a Lei. Jesus é o único ponto fora da curva.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Nesse contexto é
que a oração recebe todo o seu sentido: é o mecanismo de Deus para que homens e
mulheres se apresentem, totalmente nus, sem cerimônias, sem rodeios, sem prelúdios,
sem maquiagens. Aliás, não há saída. Se formos artificiais, isso também ficará
evidente para Deus. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Logo concluímos
que orar não se trata de explicar a Deus o que sentimos, pensamos ou por que
nos angustiamos, para que Ele então possa finalmente compreender nossos dilemas
e nos atender. Trata-se, ao contrário, do mais poderoso expediente pedagógico
de Deus, que permite nos rendermos, totalmente curvados ante a Sua santidade e
amor ultrajante (em alusão ao saudoso Brennan Manning&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Garamond&amp;quot;,serif; mso-bidi-font-family: Arial; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;, &lt;/span&gt;em
&lt;i&gt;O Evangelho maltrapilho&lt;/i&gt;), para termos
contato com nossa própria condição. A boa oração nos revela a nós mesmos e nos
expõe sem vergonhas a Deus. A boa oração não tenta manipular, não dá espaço a
exigências ou determinações “em nome de Jesus”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Agora sim, cientes
do que realmente somos pelo exercício da prece, nos tornamos mais suscetíveis a
Deus, que sempre está suscetível a nós. Nem sempre para dar o que pedimos, mas
para se relacionar. Portanto, ao orar, vale de nada querer se passar por
bom-moço, santarrão, justo, conhecedor de bom Português e pessoa de boas
intenções. Deus conhece bem a natureza humana e jamais se impressiona.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
A oração,
portanto, não é um recurso para mover Deus em nosso favor. Considerando que
Deus sempre está inclinado aos humilhados, a oração, ao contrário, é um meio de
nos mover em direção a Ele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Como qualquer
arte, o orar também se aperfeiçoa com a prática constante. Essa prática, no
entanto, não deve se valer de fraseologias prontas, vazias e repetitivas, nem
de gesticulações, mas de atitude interior. Quanto mais apercebidos formos de
que qualquer forma de camuflagem é inútil, mais poderosa será a nossa prece.
Quanto mais desnudos de técnicas e dogmas, mais estaremos próximos do objetivo
de Deus. Levando em conta nossa doentia necessidade de manter as aparências uns
com os outros, há que se considerar que esse é um exercício de elevadíssima
dificuldade, já que Deus não é um interlocutor comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
Como ensinou
Jesus, orações genuínas serão sempre as que são desenvolvidas na solidão do
quarto fechado, onde não fará sentido a tentação de ser outra coisa senão nós
mesmos, completamente vulneráveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/3728069814393605223/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2015/03/para-que-orar.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/3728069814393605223'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/3728069814393605223'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2015/03/para-que-orar.html' title='Para que orar?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-1497807050840093423</id><published>2014-05-09T19:24:00.003-03:00</published><updated>2015-05-25T10:43:10.038-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Gálatas 6:7-8 - Ação e Reação</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;A coletividade definitivamente tem
dificuldades em consentir que as pessoas recebam o resultado de suas escolhas.
De forma bárbara desrespeitam os desejos mais altruístas e a soberania de importantes
decisões, interrompendo um processo natural, que não deveria sofrer ingerência
de terceiros, exceto se o resultado alcançar outros para prejudicar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Um instinto paternalista, “bonzinho” e
pretensamente superior arroga, sempre que acha oportunidade, a prerrogativa de
sustar a realização dos maiores e mais autênticos sonhos que se poderia
cultivar, inevitavelmente dando origem a uma massa de gente de péssimo aspecto,
que tem se apresentado cada vez mais, com o perdão das palavras, IRRESPONSÁVEL
e IMATURA. Por que não dizer FRUSTRADA...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;O indefectível e glorioso Estado Democrático
de Direito nos prega algumas peças, justamente por ainda não lidar muito bem
com os tais direitos humanos, é o que parece, pelo menos no Brasil (Aliás,
fala-se muito em direitos humanos sem se levar em conta sua imagem real
invertida que lhe dá sentido: os &lt;u&gt;deveres humanos&lt;/u&gt;. Em defesa destes não
há palestrantes, nem livros, nem secretarias de governo). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Senão vejamos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Não se tem notícia de sequer um condenado
pela Justiça que cumpriu integralmente, na santa paz de Deus, a pena em regime
fechado. Toda hora algum juiz determina, inconveniente, saidões para isso ou
aquilo, e há inúmeras possibilidades de redução e progressões de pena. Ora, se
o cidadão está preso é porque escolheu voluntariamente praticar o delito para
ser preso. Que sua vontade seja acatada. Qual o problema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;É o caso do moço que veste o melhor traje de
banho e entra no mar, para ser atacado por tubarões. Ele viu a placa enorme de
advertência na praia, mas escolheu voluntariamente ser comido vivo. Mas eis que
o intento altruísta de alimentar as feras do mar é tragicamente interrompido.
Logo aparecem uns insanos que deveriam ter mais o que fazer, como salva-vidas,
médicos e cirurgiões que a si mesmos atribuem a “obrigação de salvá-lo”. Ora,
se resolveu ser o almoço dos tubarões, que sua vontade seja realizada. Qual o
problema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;O que dizer do ilustre que, estando
encarcerado, resolveu incendiar seu próprio colchão para protestar por um
cardápio melhor e superlotação? Mas eis que de repente algum psicopata resolve
repor o objeto rejeitado por outro novinho, pago com dinheiro público, quando o
soberano prisioneiro adoraria – e isso está evidente – dormir no chão, apertadinho,
a degustar carne de terceira por uns tempos, já que renunciara voluntariamente sua
liberdade. Ora, se resolveu viver num cubículo fétido e dormir no chão por
alguns anos, que assim seja. Qual o problema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;É também o caso do super-homem que deliberou
escalar um pico qualquer, só para ver a curvatura da Terra e morrer sozinho, roxo
de frio. Antes de chegar lá em cima, passa mal por falta de oxigênio, hipotermia
e câimbras. Algum boçal, imaginando que o homem-de-aço em questão não sabia o
que estava fazendo e foi para lá justamente para experimentar tais sensações, aciona
helicópteros e gente que também deveria ter mais o que fazer, para arriscarem a
vida para tirá-lo de lá, dando fim a um sonho antigo. Ora, se resolveu subir à
própria custa e ser sepultado com vista panorâmica, por que frustrá-lo? Qual o
problema?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Dá para escrever um livro grosso com
histórias interrompidas, que poderiam ter um “final feliz”, ou seja, que
poderiam ter o desfecho que seus protagonistas escolheram. Veja alguns casos de
sucesso: Um moço (se era dançarino ou não, pouco importa) &lt;u&gt;decidiu&lt;/u&gt; frequentar
a roda de traficantes de drogas e foi assassinado; um rapaz &lt;u&gt;escolheu&lt;/u&gt;
experimentar crack e agora está na miséria completa por causa do vício; um
jovem &lt;u&gt;deliberou&lt;/u&gt; transar com todo mundo e finalmente tornou-se
soropositivo; um homem-bala &lt;u&gt;resolveu&lt;/u&gt; acelerar a moto e bater, e agora
acelera uma cadeira de rodas. Imagine, ora pois, se essas histórias fossem
frustradas, quanta desventura experimentariam seus atores... Não eram esses
desfechos que buscavam? Ou não?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Vamos parar por aqui, para que este post não
seja dos mais nauseabundos. Mas não antes de um resumo: O universo é regido por
leis e não há nenhuma mais eficaz que a lei da semeadura e da colheita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;(Que me absolvam os discípulos de Émile
Durkheim, mas sua proposição fez nascer uma turba irresponsável e “frustrada”.
Tentar interferir nos resultados de escolhas pessoais soberanas, imputando
violentamente à sociedade culpa e o dever de interromper um processo tão sadio
e natural, é na melhor das hipóteses roubar do indivíduo seu livre arbítrio.
Que cada um coma sossegado a fruta da árvore que plantou.)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 8pt 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;Não erreis: Deus não se deixa
escarnecer; porque tudo o que o homem semear, isso também ceifará. Porque o que
semeia na sua carne, da carne ceifará a corrupção; mas o que semeia no
Espírito, do Espírito ceifará a vida eterna. (&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #333333; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt; line-height: 107%; mso-bidi-font-family: Arial;&quot;&gt;Gálatas 6:7-8)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10pt; line-height: 107%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/1497807050840093423/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2014/05/galatas-67-8-e-as-desventuras-em-serie.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/1497807050840093423'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/1497807050840093423'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2014/05/galatas-67-8-e-as-desventuras-em-serie.html' title='Gálatas 6:7-8 - Ação e Reação'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-8808847405600666497</id><published>2014-03-08T17:08:00.001-03:00</published><updated>2015-02-05T09:57:30.908-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Dia da Mulher Batista Nacional, uma palavra aos homens</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Nesta edição do Dia da
Mulher Batista Nacional, preferi falar aos homens. Numa sociedade que ainda
apresenta traços do patriarcalismo de eras passadas, se justifica hoje, no
Brasil, uma Secretaria de Políticas para as Mulheres. Portanto, em face da
noviça Lei Maria da Penha, das delegacias da mulher, dos vagões exclusivos nos
trens urbanos e do advento de leis voltadas para proteção e afirmação do espaço
feminino, que não se diga que as estatísticas que desfavorecem as mulheres são
frutos da imaginação feminista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Mulheres... O que seria de
nós sem elas, que se adornam e se perfumam, se aborrecem enquanto o espelho não
lhes aprova a vista. O que seria do mundo sem essas criações divinas (não há
dúvida), aprimoradas em todos os detalhes, no falar, no olhar, nos cabelos, no
modo de caminhar, de se sentar, de se levantar; na sensibilidade, na opinião
diferente, temperada, emotiva, analítica, essencial e complementar. Já disseram
que o homem foi o rascunho, a mulher a obra final. Injusto? Talvez não. É só
observar para ficar na dúvida. Melhor assim. Bom pra nós!&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Elas são nobres, mais
fiéis, mais íntegras, mais honestas, mais comedidas, mais aplicadas nos
estudos, em vários cargos, muito mais competentes. São mais econômicas, mais
assertivas, mais pacientes e comunicativas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Quando amam, se fidelizam,
esperam, se casam. Quando se tornam mães, se deprimem, se alegram, se entregam.
Transformam-se em leoas ferozes quando seus pequenos estão em desvantagem. Não
há o que possa demover uma mãe do esforço de enlevar o máximo que pode os seus
rebentos, mesmo imerecidos. Não há mãe que não consiga ver beleza em sua cria,
mesmo que um defeito grave o desfigure. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Nunca me esqueço da minha
mãe que enfrentou um homem na rua, que me agrediu com um chute no trazeiro, quando
eu tinha 12 anos de idade. Ele correu. (Eu tinha culpa no cartório, mas ela não
quis saber).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span lang=&quot;PT&quot; style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT; mso-bidi-font-family: Helvetica; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Essa capacidade singular
de se entregar foi assinalada pelo profeta Isaías apenas inferior a de Deus: &lt;i&gt;“Porventura pode uma mulher esquecer-se
tanto de seu filho que cria, que não se compadeça dele, do filho do seu ventre?
Mas ainda que esta se esquecesse dele, contudo eu não me esquecerei de ti.” - &lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Isaías 49.15&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Nós,
homens, precisamos compreender que elas [ainda] esperam muito de nós. Em pleno
século 21, as mulheres têm proclamado independência. No casamento desfeito agora
podem ir embora, não são mais propriedades do marido. Muitas preferem o trabalho
ao casamento e filhos. Por quê? Por vários e vários motivos, mas o principal
deles, por certo, são exemplos alheios, sombrios, de violências de toda
espécie, quando em lugar de acolhimento e proteção de seus parceiros e filhos,
recebem afrontas, maus-tratos e dissabores, traições e desprezo. Românticas que
são por natureza, elas sonham desde cedo com famílias indefectíveis, mas também
por serem seletivas e inteligentes, pelo exemplo dos pais e irmãos (homens) que
as afetem, podem preferir alternativas. As frustrações têm sido recorrentes, está
provado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Em Gênesis
2.23-24 lemos: “E disse o homem: Esta, afinal, é osso dos meus ossos e carne da
minha carne; chamar-se-á varoa, porquanto do varão foi tomada. Por isso, deixa
o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.” Adão
chamou Eva de &lt;u&gt;varoa&lt;/u&gt;, porquanto dele foi tomada. O óbvio precisa ser
dito: feminino de varão. A mulher não é um ser inferior, menor e subordinado, é
na sua plenitude a fêmea humana. O que muda é o gênero, não a espécie, não a
essência. &amp;nbsp;&amp;nbsp;Chamando-a de varoa, Adão
recebe Eva como seu par, não sua rival, muito menos sua serva. “É osso dos meus
ossos, é carne da minha carne”. Nesse aspecto, é igual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Termino
lembrando da grande relevância que Cristo Jesus atribuiu às mulheres. Um
singelo trecho do Evangelista Lucas (8.1-3) conta que muitas delas sustentaram-no
com seus bens. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Dando
de ombros para o lugar desprezível que as sociedades sempre lhes deram, as
mulheres jamais se omitiram. A sabedoria de Noemi, a fidelidade de Rute, o
acolhimento de Abigail, a firmeza de Bate-seba, a coragem de Ester, a insatisfação
de Mical, a inocência da filha de Jefté, a volúpia de Dalila, a devoção de Ana,
a fé da Cananeia, a agitação de Marta e a escolha de Maria, a dedicação de
Rebeca, os conselhos de Hulda, a nobreza de Maria Madalena, a angústia de
Tamar, a solução de Raabe, a bondade de Dorcas, a liderança de Débora, o legado
de Lóide, a oferta da Viúva, e o exemplo de Maria, mãe do Salvador, só para
citar as principais, são notórios, mas tão fortes e tão frágeis quanto os
exemplos de nossas esposas e filhas, a quem Deus também tem escolhido como
cooperadoras no estabelecimento do seu Reino neste mundo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;verse&quot; style=&quot;background-color: white; background-position: initial initial; background-repeat: initial initial; margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial Narrow&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-bidi-font-size: 10.0pt;&quot;&gt;Parabéns
às mulheres da minha vida: minha mãe Sandra, minha esposa Cláudia, minhas
filhas Bruna, Gabriela e Aline. Um tributo especial às &lt;b&gt;Mulheres Batistas Nacionais&lt;/b&gt;, abnegadas na
obra do Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/8808847405600666497/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2014/03/dia-da-mulher-batista-nacional-uma.html#comment-form' title='6 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8808847405600666497'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8808847405600666497'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2014/03/dia-da-mulher-batista-nacional-uma.html' title='Dia da Mulher Batista Nacional, uma palavra aos homens'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>6</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-8217073691725778119</id><published>2014-01-09T23:50:00.004-02:00</published><updated>2015-02-05T09:58:34.294-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Cadáveres, natureza humana e hipocrisia</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Como
presente de Natal às avessas, o mundo recebeu o trágico fato ocorrido no
complexo penitenciário de Pedrinhas, em São Luís do Maranhão. Apesar de
sabermos que episódios semelhantes ocorrem com certa frequência, esse causou espécie
porque os executores divulgaram a barbárie no YouTube (Não assista. Não vale a
pena.) Somente em 2013, 62 presos foram mortos na mesma penitenciária e nada
foi dito a respeito. Não estava na mídia (?).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;O fato provocou variadas reações. Ficou mais uma vez em relevo o conflito
 cristão de &lt;b&gt;amar o inimigo&lt;/b&gt; contra &lt;b&gt;o&lt;/b&gt; &lt;b&gt;sentimento humano (natural) de recompensa pela desgraça de malfeitores.&lt;/b&gt;﻿ V&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;eio à tona nosso senso de justiça própria, que parece
ser latente no ser humano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;A Justiça brasileira é lenta e dificilmente pune os criminosos, é tolerante com “pequenos
delitos”, o que encoraja “pequenos marginais”. Em função de um sistema penal
que se presta a correção e inclusão social, oportunizam-se fugas, reduções e
progressões penais nem sempre recomendáveis. Esse cenário sombrio e incerto
planta no cotidiano do cidadão a certeza de que quem comete delitos
provavelmente não será punido, ou será punido de forma branda. O que dizer dos “di
menores”? Estamos perdidos...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Por
isso, a nossa sociedade parece fazer vista grossa para essas
barbáries: assassinatos, linchamentos e torturas a meliantes e detentos, como
numa resposta indireta, um recado ao poder público de que não há satisfação com
o sistema oficial e formal. O filme Código de Conduta, protagonizado por Gerard
Butler, retrata bem esse sentimento.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Vários
comentários ao vídeo da selvageria nessa penitenciária do Maranhão dão conta de
certa satisfação do povo. Nossa sociedade tem verdadeiro desprezo com a
população carcerária e ódio contido de criminosos. Quaisquer maus tratos sofridos nos limites de um presídio
seriam a recompensa social pelos desmandos que praticaram. Não há misericórdia,
alento ou dor no cidadão médio por esses infelizes. Ao contrário, a
indignação por pagarmos auxílio-reclusão às famílias deles (maior que o salário
mínimo), boa comida e banhos de sol, sem que lhes seja imposta qualquer
ocupação laborativa para que pelo menos paguem o papel higiênico que usam, tem
sido amainada por cenas de horror, que parecem produzir alguma “justiça”. A
única voz que destoa e avoca algum equilíbrio é a dos guardiões dos Direitos
Humanos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Este
foi um dos comentários ao vídeo: &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;“Eu
quero é mais que estes vagabundos se %&amp;amp;$#@ !! Menos alguns ladrões no
mundo. Que se matem entre si, melhor a mãe deles chorar do que a mãe de um
cidadão de bem! Tomara que isso aconteça sempre, pelo menos uma vez por
mês!!!!!!!!﻿” (sic).&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Todos
os dias ocorrem confrontos violentos entre marginais e policiais. Sejamos
sinceros, quando o saldo é a morte dos primeiros é como se a casa houvesse
ficado mais limpa. Existem canais de TV sensacionalistas norte-americanos que fazem
piada com meliantes atrapalhados, que se ferem, sofrem acidentes ou são mortos “em
serviço”. (É um sentimento coletivo. Não há aqui uma apologia à violência,
apenas uma constatação).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Enfim,
nesse cenário triste e desalentador está a Igreja, formada por pessoas de carne
e osso, que sentem, opinam e processam as informações como quaisquer outros
cidadãos, que pagam impostos e enviam seus filhos para a escola com o coração
na mão, pedindo a Deus que os proteja. Esse mesmo cristão lê na Bíblia que “&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;quando cair o teu inimigo, não te alegres,
nem se regozije o teu coração quando ele tropeçar”&lt;/i&gt; (&lt;a href=&quot;http://www.bibliaonline.com.br/acf/pv/24/17&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;Provérbios 24:17&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;). Jó
chegou a ponderar se sofria por ter se alegrado com a desgraça de alguém (Jó
31.29). Existe, portanto, uma subcultura cristã que inflige desconforto no
crente quando lhe assaltam sentimentos de recompensa pelo mal que suceda a
algum “inimigo”, desafiando a natureza humana.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Assim
é que o crente, além de tudo, precisa policiar-se contra a hipocrisia. Enquanto
lhe acomete o desprezo pelo infeliz marginal (que já semeou tanto mal), tem de
lidar com a ideia de ser um crente pouco consagrado, afinal deveria se apiedar
e não se alegrar. Dessa forma, é comum que o discurso desse aplicado fiel seja
incoerente com o que verdadeiramente sente e pensa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Como
Igreja, precisamos perseguir a transparência, ao mesmo tempo em que lutamos com
nossos sentimentos primitivos e nossa justiça própria, sabedores de que o SENHOR
é quem julga com retidão. A sentença de Isaías 3.10-11 é cabal, cabe-nos apenas esperar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: .15pt;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Digam aos justos que tudo lhes
irá bem, pois comerão do fruto de suas ações. Mas, ai dos ímpios! Pois tudo
lhes irá mal! Terão a retribuição pelo que fizeram as suas mãos. &lt;a href=&quot;http://www.bibliaonline.com.br/acf/is/3/10-11&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: windowtext; text-decoration: none; text-underline: none;&quot;&gt;Isaías 3:10-11&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; NVI&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify; text-indent: .15pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Numa
perspectiva missionária, o nosso trabalho deve ser o de procurar resgatar tais
homens e mulheres do terrível lameiro em que se encontram, cientes de que,
apesar de terem que pagar à sociedade pelas vítimas que fizeram, tragicamente têm dado sequência aos males que sofreram (já na infância). São vítimas também.
Agradável ou não aos nossos olhos, o SENHOR lhes oferece redenção, e a Igreja é
porta-voz dessa Mensagem. Nossas justiças são como trapos de imundícia (Isaías
64.6) e não são bom parâmetro. Todavia, essa Mensagem não pode ser difundida
por obrigação ou constrangimento, somente aos que o Santo Espírito concedeu
essa compreensão é dada sobrenaturalmente a aptidão de olhar para esses desafortunados
com compaixão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Foi
descoberto por cientistas que os animais sofrem com a morte de semelhantes. Elefantes
choram e igual sofrimento já foi comprovado em pássaros e golfinhos. É claro,
entre humanos esse fenômeno ocorre, talvez por instinto ou projeção. Humanos choram por desconhecidos. A vista de
um cadáver é sempre desconcertante. Porém, essa realidade faz ainda mais
notória a operação de Deus em alguns, o de fazer chorar e se compadecer de pessoas
que, vivas fisicamente, são cadáveres desconcertantes, que podem
voltar a viver.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/8217073691725778119/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2014/01/natureza-e-hipocrisia.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8217073691725778119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8217073691725778119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2014/01/natureza-e-hipocrisia.html' title='Cadáveres, natureza humana e hipocrisia'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-1466137453552453432</id><published>2013-12-11T21:59:00.000-02:00</published><updated>2015-02-07T11:35:30.346-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Missão Integral"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Natal, essência e acessório</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O Natal tem sido, há séculos, celebrado
no dia 25 de dezembro em memória do nascimento de Jesus, o Cristo. A casa
torna-se multicolorida, prevalecendo o vermelho, o verde e o dourado. Luzes
piscam na varanda e velas estilizadas completam a decoração. Imagens de anjos,
presépios, Maria e José, estrelas cadentes e magos do oriente misturam-se a
renas, papais-noéis, meias na janela, guirlandas e pinheiros embranquecidos de
neve. À meia-noite da véspera, no primeiro minuto da grande data, as famílias
reúnem-se diante de uma mesa com perus, vinhos e pudins, presentes são trocados
e brindes são feitos, seguidos da saudação peculiar: Feliz Natal!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Não fossem as controvérsias que
pontuam o glorioso 25 de dezembro como o Natal do Cristo, essa data seria perfeita:
O comércio é aquecido; a iminência do fim do ano, as férias e os recessos
favorecem reflexões e nos convidam à aproximação de nossos queridos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mas talvez seja oportuno pensar um pouco
sobre as verdadeiras origens e motivações dessa festa, que fascina nem tanto
pelo suposto Aniversariante, mas pela tradição e beleza que evoca. Muito se tem
dito acerca do assunto e estes parágrafos não terão, por certo, o condão de exaurir
o tema. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Examinando a história, muitas dúvidas
surgem, sobretudo aos mais zelosos, que por natureza íntima não se submetem a
verdades aparentes. Se o Natal propõe festejar Jesus, o Cristo – e a Bíblia é
despreocupada quanto à data do Seu nascimento - por que o 25 de dezembro? Se o
Natal propõe festejar Jesus, o Cristo, por que o Papai Noel e todos os seus
acessórios? Se o Natal propõe festejar Jesus, o Cristo, que foi tão simples e
não tinha onde reclinar a cabeça, por que tanta opulência, fartura e gastança? Há
dezenas de questões a elucidar, a ponto de quase tornar essa data um tanto
obscura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Não há aqui a finalidade de pontuar
polêmicas em discussões infindáveis, mas apenas convidar o leitor a refletir
acerca do apego à verdade, da fuga de sofismas e do
perigo do engano. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Não há como ter certeza do dia do
nascimento de Jesus, o Cristo; nem a Bíblia nem informações paralelas podem
precisar, mas sabe-se pelo menos que não foi em dezembro. Esse período na
palestina é de inverno intenso. A Bíblia relata que havia naquela comarca
pastores que estavam no campo, e guardavam o seu rebanho, durante as vigílias
da noite (Lucas 2.8) e tal tarefa seria impossível no inverno. Portanto, a data
liga-se mais à tradição do &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;natalis
invicti&lt;/i&gt; do que ao Cristo de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Acerca do papai noel, das guirlandas e
dos pinheiros não é preciso muito argumento. Está quase evidente que nada tem a
ver com o Jesus de Nazaré que a Bíblia apresenta. Estes também encontram esteio
em tradições antigas, que evocam o lendário São Nicolau, adornos e símbolos
egípcios e também pagãos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sobre a tradicional comilança à
meia-noite, também pouco remetem à frugalidade do viver cristão. Estranhos à
nossa cultura, os perus e as rabanadas aparecem como numa mágica, com suas
calorias indesejáveis.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Por tudo isso, o 25 de dezembro
apresenta-se extraordinário, grandioso, mas necessita ser ponderado. Por suas
diversas incoerências, não precisa ser execrado nem marginalizado. Seus
símbolos pagãos abundantes não nos infligem maldições nem fluídos negativos. Aquele
que crê de verdade no Cordeiro de Deus deve saber que o ídolo é nada (1Co 8.4)
e o que nasceu de Deus o maligno não lhe toca (1Jo 5.18). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Sendo Deus o que envia, e seus filhos os
enviados, aquele que é nascido de Deus precisa compreender seu papel. Na oração
sacerdotal do Emanuel, Ele não pede que aliene seus filhos das mazelas do
mundo, mas que dentro do breu seus enviados sejam luz (Jo 17.15, Mt 5.14).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;As festividades do fim do ano, portanto,
devem ter foco na reunião da família, na oportunidade de aproveitar, como fez
Paulo de Tarso, o panteão do “Deus Desconhecido” para fazer conhecido o Deus
Verdadeiro. Além disso, são saborosos o peru, os vinhos e as ameixas; não são
exatamente estes elementos que distanciam as pessoas de Deus. O pecado é bem
mais nocivo e mais tolerado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Para os que sabem que o Cordeiro de Deus
não nascera em dezembro, que a comilança não reflete o caráter equilibrado do
homem regenerado, e que qualquer decoração, por mais deslumbrante, é pálida
diante da glória do Criador, todos os significados escusos e reinterpretados do
Natal tornam-se inúteis, pois não são essência, mas lívido acessório.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Aqui vai uma impressão, um
sentimento, um olhar sobre o Brasil, especificamente na parte que toca na &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;Missão&lt;/b&gt; – prefiro omitir o apêndice “Integral”,
para evitar a redundância – perpassando aspectos ligados aos &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;evangelicais&lt;/b&gt;. É possível que ao término
fique a sugestão de que quem pensa diferente pode estar equivocado, mas não é
intencional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Já que citei o noviço
termo “evangelical”, preciso tratar dele rapidamente, sob pena de condenar o
texto à obscuridade. O termo &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;evangelical&lt;/i&gt;,
de &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;evangelicalismo&lt;/i&gt;, parece ter
nascido da tentativa de distinguir evangélicos de evangélicos. Grosso modo,
seria uma camada mais avigorada de evangélicos. Seriam aqueles que pretendem
fixar sua bandeira no solo da ortodoxia, não radical, mais firmada em pontos
considerados essenciais. Uma espécie de escudo e broquel contra as ondas
bravias das tendências neoliberais que há muito têm acidentalmente desvirtuado
a imagem das comunidades, digamos, mais zelosas e históricas.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Vejamos a abordagem
de CAVALCANTI a respeito:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Preocupados
com o equilíbrio, com a herança sadia da tradição conservadora, os evangélicos,
grosso modo, desenvolveram as seguintes características: (1) Leitura reverente
das escrituras. Como Palavra de Deus escrita por homens. Uso criterioso das
ferramentas científicas. Possibilidade de errância dos leitores e intérpretes;
(2) Confessionalidade credal. Credos e confissões como explicações úteis,
parciais e suficientes da fé; (3) Soteriologia seletiva, apenas alguns serão
salvos. Divergências sobre o conceito de penas eternas; (4) Cristologia.
Trinitária com ênfase nas duas naturezas; (5) Evangelismo. Anúncio a toda
criatura, com sensibilidade transcultural; (6) Missão da igreja. Anúncio,
edificação, comunhão, serviço e denúncia profética; (7) Milagres. Crença tanto
nos bíblicos como nos atuais, evitando-se o ceticismo, a ingenuidade e o
curandeirismo; (8) Escatologia. Diversidade de posições, com tendência ao
amilenismo pós-tribulacionista; (9) Ética. Individual e social. Diferenças
entre aberrações e imperfeições. Espaço para adiaphora (liberdade criativa),
defesa da democracia, pluralismo quanto ao sócio-econômico, diálogo criativo
com o mundo, santidade ativa (fazer coisas).&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn1;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;A História Bíblica
nos mostra que Israel é um povo peculiar, que vive de tradições e lembranças da
libertação do Egito e vivia nas eras dos Reis certa obsessão por Canaã, a terra
prometida por Deus. O povo de Deus vivia o binômio constante: os perigos e o
socorro divino. Essa constatação culmina na declaração de Carriker&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423#_ftn2&quot; name=&quot;_ftnref2&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn2;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;,
p. 77: “O deserto é o lugar onde o povo é testado, mas também onde Deus
manifesta o seu poder”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Ocorre que Israel
vivia também o dilema dos extremos, parece que a falta da prevalência do
equilíbrio é característica do ser humano, perpassando gerações e culturas. Ora
o povo era receptivo demais com os de fora (sincretismo), ora se isolava hermeticamente
em relação aos de fora (exclusivismo). O primeiro comportamento ocasionou seu envolvimento
com religiões pagãs, e até Salomão se deixou seduzir com seus casamentos
mistos. O segundo comportamento deu origem à aberração de pensarem que Deus
pudesse ser privatizado e patenteado, propriedade exclusiva deles, os hebreus. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Curiosamente,
milênios depois a Igreja erra na mesma dose. Ora se abre excessivamente para os
valores seculares, prejudicando a mensagem pura do Evangelho e as verdades
sagradas (não confundir com contextualização da Mensagem), ou se fecha em suas
denominações, no “igrejismo”, transmitindo a ideia nociva de que só há uma
cosmovisão correta: a nossa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;No que toca na Missão,
Carriker sentencia: “a igreja existe pela missão como o fogo existe pelo
queimar” (p. 81), desafiando o povo de Deus a encontrar um ponto de equilíbrio
entre dizer não ao sincretismo e dizer sim à sua missão de se embrenhar em
todos os contextos do mundo para deixar cair um pouco do Fermento, na expectativa
de que este levede toda a massa (para usar a metáfora de Jesus em Mateus
13.33).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Tratando um pouco de
Reino, vemos que houve tempos em que, tendo Israel desejado um monarca, algumas
vozes proféticas rejeitaram a ideia, tendo Gideão chegado a recusar o posto de
rei, lembrando o povo de que Deus desejava manter-se o único Monarca sobre
eles. Mas Israel sucumbiu aos fatos. Teve inveja da organização e do poder
militar das nações vizinhas, sobretudo dos filisteus, que os humilharam e
esmagaram numa derrota histórica (1 Samuel 13.19-23). Veio então Saul, depois
Davi e Salomão, para citar os ícones. Cada qual contribuiu para a concepção de
conceitos importantes na história de Israel e na história da Igreja. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;O Reino de Deus é
chegado a nós, hoje, mesmo estando claro que este mundo jaz no maligno e que o
deus deste século cegou o entendimento dos incrédulos. O Reino de Deus pode,
didaticamente, ser ligado à ideia de reinado neste mundo, isto é, uma limitação
geográfica onde o rei exerce seu domínio e cujo poder é eficaz. Por exemplo, o
rei da Espanha exerce seu reinado e seu poder tem eficácia somente na Espanha. Fora
daquele país ele será apenas um nobre visitante. A expressão Reino de Deus,
portanto, introduz o conceito de um “território” onde Deus reina. Trata-se da
ambiência onde os súditos reconhecem, adoram, reverenciam, amam e dependem do
Rei. O papel da Igreja, então, é expandir, pelo poder do Espírito Santo, o
domínio desse Reino. Essa é sua Missão. Não me refiro a um território físico
necessariamente, mas a um “território” etéreo, invisível. Portanto, se a igreja
falha em atuar no mundo como expansora do Reino, em aumentar esse território de
Deus na Terra, não serve para nada. É sal insípido.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Agora um pouco sobre
a sabedoria de Deus; ela se manifesta vigorosa na história e pode ser
compreendida por meio da eleição e da aliança com Israel. Nessa perspectiva, exsurge
a importância da Missão dentro de um relacionamento triangular entre Deus, seu
povo e o mundo. Havia em Israel uma classe à parte, a dos sábios, além dos
profetas e dos sacerdotes. Os sábios possuíam seu próprio corpo de ensino e
literatura, tendo na história, como seu principal ícone, o sábio Salomão, que embora
tenha sido um notório rei, hoje é lembrado não como tal, mas como sábio. Essa
sabedoria, no entanto, não era pontuada por altos conhecimentos das ciências,
de filosofia ou teologia; a “grande sabedoria” era aferida pela capacidade de
discernir o cotidiano. A sabedoria devia ser voltada para o indivíduo, para o
“funcionamento do homem” enquanto ser-social, o que Carriker denominou ética
prudencial. Esse tipo de abordagem era e ainda é universal e permitia que um
egípcio, um cananeu e um hebreu conversassem sem as barreiras próprias dos
conflitos teológicos. A sabedoria de Deus, portanto, aponta para uma ética
pessoal e social, que reflete o caráter justo e misericordioso de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;No modo de vida da
Igreja e do cristão atual deve ficar em relevo as mesmas características. O
cristão deve saber ler a sabedoria popular e filtrá-la pelo coador do caráter
justo e misericordioso de Deus, discernível pela influência do Espírito Santo. A
Missão deve evidenciar o mesmo matiz, saber ler o cotidiano, saber olhar para o
indivíduo sob a perspectiva de uma ética pessoal e social, que reflete o
caráter justo e misericordioso de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Como bem ressaltou
Paul Stevens, em &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;A hora e a vez dos
leigos&lt;/i&gt; (1998), “precisamos de discernimento, não apenas porque o obreiro
cristão hoje está cercado de espiritualidades falsas, mas porque muito do que
passa por cristianismo evangélico é apenas verniz das coisas espirituais.”&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Deus encarrega seu
povo escolhido na Antiga Aliança, Israel, para ser canal de suas bênçãos e
promessas a todo o mundo. Para tanto, a nação hebreia precisaria “vestir a
camisa” e dar o exemplo, embora Deus jamais tenha sido intolerante com os erros
humanos, sobretudo aqueles que são resultado da inclinação adâmica. Nesse
contexto é que os profetas foram levantados, para ser como atalaias, para levar
a mensagem de Deus e lembrar as consequências da desobediência, bem assim
anunciar salvação e os maravilhosos resultados da obediência.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Se antes Deus usava
juízes e patriarcas para falar, num Israel tribal, depois Deus nomeia profetas
para uma nação, já que nem sempre o rei era apto a discernir seus desígnios.
Assim o movimento profético surge junto com a monarquia, sinalizando que
almejou certo controle divino sobre os monarcas e sacerdotes. Tal trabalho foi
invariavelmente de lembrar aos reis das nações, inclusive estrangeiras, que
eles estavam ali por concessão de Deus e por isso não deviam ver-se como
soberanos absolutos e autônomos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;O liame daquele
contexto antigo com a nossa realidade contemporânea está justamente no ponto em
que também temos falhado sistematicamente no papel de principais elementos de
transformação social. Naquele contexto, numa nação que se conduzia pelo ponto
de vista religioso, a figura do profeta tinha status de alta proeminência. O
Brasil é laico, mas o ministério profético não se anula ou diminui.&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;O profeta que gostamos de ouvir é o que se
introduz com o “eis que te digo, meu servo...”, mas o Ministério Profético que
historicamente tem sido “boca de Deus no mundo”, como o foi Isaías, Jeremias e
Ezequiel, é aquele que aponta a mazela, apresenta a saída, e anuncia juízo, em
nome de Deus. A Igreja precisa ser profética. Num contexto de enormes
discrepâncias sociais, cada vez mais tem se tornado anacrônica a mensagem de um
evangelho somente do porvir, somente do pós-morte física, somente das ruas de
ouro e somente da vida eterna. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Quando lemos 1
Coríntios 15.19, “&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;se esperamos em Cristo
só &lt;u&gt;nesta vida&lt;/u&gt;, somos os mais miseráveis de todos os homens&lt;/i&gt;”, nossa
compreensão normalmente se prende ao porvir, mas o texto não retira a
perspectiva desta vida, apenas nos aponta &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;u&gt;também&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;
o porvir. Ou seja, há que se esperar em Cristo também nesta vida.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Os profetas atuaram
em contextos de desvio de conduta, principalmente no campo social. Os ricos
oprimiam os pobres e a espiritualidade do povo tornara-se vazia, sem fé nem
reverência verdadeiras. E como era responsabilidade direta do rei garantir
igualdade social e qualidade espiritual a todos, as mensagens dos profetas eram
sempre dirigidas a este.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Nesse contexto, é interessante
avaliar Karl Marx, cuja concepção das relações econômicas e sociais pode nos
ajudar a compreender o cenário político-social dos profetas
veterotestamentários. Já naquele momento da história a religião legitimava o
poder do rei, de forma que suas vontades e ações eram tidas como autênticas
expressões da vontade de Deus. A religião como “ópio do povo” se colocava como
cortina densa e suja que não deixava o povo aproximar-se de Deus. Mais uma vez
exsurge a figura do profeta, que estava ali precisamente para lembrar ao
monarca o porquê de ter sido posto ali, que suas decisões deveriam ser fruto da
dependência irrestrita a Deus. Diante dessa realidade, percebemos o quanto a
Igreja, Missionária e Profética por definição, tem se perdido na proliferação
de promessas de prosperidade pela recompensa por sacrifícios (normalmente
financeiros), com foco na individualidade, na evidenciação da ostentação
material como prova da presença divina.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;A missão profética no
Israel antigo jamais foi desincumbida com folga. Os reis e o povo quase sempre
se fizeram de moucos para os recados divinos. Por isso foram frequentes tantas
derrotas e juízo sobre Israel. A moral do povo era baixa, a qualidade do
relacionamento com Deus era sofrível, o domínio do mundo conhecido passou de
mão em mão dos inimigos de Israel, que falhava sistematicamente em ser voz de
Deus às nações. A religião de Israel tornara-se mais semelhante ao paganismo,
baseada em sacrifícios, sangue e culto, rituais com ênfase no ascetismo para
ganhar de Deus proteção e lucro material. Mesmo assim, Israel via-se na sua
mais sombria e detestável situação, o cogito de que eram os favoritos de Deus,
o que os fez negligenciar a sua responsabilidade e o seu serviço. O profeta
ícone desse comportamento seria Jonas, que segundo Johannes Verkuyl (citado por
Carriker), é o pai dos cristãos que procuram sempre as bênçãos de Deus, mas
correm da responsabilidade e do serviço.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;O nosso momento atual
requer que a Igreja denuncie erros, seja boca de Deus no mundo, seja incansável
na implantação da justiça social e do Reino de Deus. Por mais que algumas “teologias”
contemporâneas nos afastem dessa responsabilidade, há vasto argumento bíblico
para sustentar a missão profética da igreja.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;line-height: normal; margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 36.0pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt;&quot;&gt;Precisamos ter
clareza de que Deus tem o controle da história, mas de uma forma que exige e
espera participação do seu povo, isto é, não é um controle mecânico e
fatalista. Lembremos que Deus não está no céu isolado e inacessível, antes vive
onde os objetos de sua missão vivem. Sim, a missão é de Deus e ele mesmo se
encarrega de cumpri-la. Dessa forma, os programas e planejamentos detalhados de
nossos cultos, liturgias e projetos missionários devem ser elaborados sob a
pergunta: “Até que ponto estamos em harmonia com a missão de Deus para tal
contexto?”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;O Reino
tem a ver com o poder dinâmico de Deus por meio do qual ‘os cegos veem, os
coxos andam, os leprosos são purificados, os surdos ouvem, os mortos são
ressuscitados, e aos pobres está sendo pregado o evangelho’ (Mt 11.5)”
(Padilla, p.203)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Jesus,
antecipando um momento futuro, anunciou que o Reino de Deus é chegado a nós,
hoje, mesmo deixando claro que este mundo jaz no maligno e que o deus deste
século cegou o entendimento dos ouvintes incrédulos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;O Reino de Deus
poderia ser compreendido como uma espécie de território onde Deus reina, como
já argumentamos. Nesse caso, tratando-se do Deus criador e soberano em todo o
Universo, essa concepção parece inadequada, uma vez que não haveria lugar nem
circunstância, conhecida ou não, na qual Deus não exerça seu domínio. Contudo,
se refletirmos em alguns textos canônicos, poderemos concluir que “Reino de
Deus” deve ser compreendido de forma peculiar: Trata-se da ambiência onde os
súditos reconhecem, adoram, reverenciam, amam e dependem do Rei. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;O anúncio de que
o Reino de Deus é chegado a nós soa-nos como um convite a participar ativamente
desse domínio. No dizer de Padilla, Jesus opta por rodear-se de uma comunidade
que reconhece a validade da afirmação de que ele é o Messias. Nessa
perspectiva, o novo nascimento se assemelhará à obtenção de nova cidadania,
nova paternidade espiritual, novos direitos e obrigações, pois “tudo se fez
novo” – 2Co 5.17, Jo 3.5. Para ingressar nesse Reino o passaporte é a fé e o
requisito principal é ser nova criatura pelo lavar regenerador do Espírito
Santo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Essa compreensão
não afasta a soberania plena de Deus nem afirma que Deus é Rei apenas quando é
legitimado por seus súditos. Mas o Reino de Deus é implantado na cadência da
compreensão do serviço voluntário desses súditos, a revelar que Deus,
exatamente por ser soberano, exerce sua vontade de forma realmente livre,
preferindo exercê-la preferencialmente em cooperação com os que o buscam e o
adoram, em espírito e em verdade -&lt;span style=&quot;mso-spacerun: yes;&quot;&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Jo
4.23.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Nessa percepção
exsurge o conceito de Igreja como a comunidade dos santos, redimidos – embora
em constante aperfeiçoamento – que são ao mesmo tempo alvos das promessas do
Rei (Deus), destinatários de incontáveis bênçãos, e também atuam como
embaixadores, testemunhas e resultado concreto do poder desse Reino.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;“O Novo
Testamento apresenta a igreja como a comunidade do Reino, a comunidade que
reconhece a Jesus como o Senhor do universo e por meio da qual, numa
antecipação do fim, o Reino se manifesta concretamente na história.” (Padilla,
p.204)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;A igreja,
portanto, não é apenas uma organização. É um ente espiritual, um corpo vivo, um
organismo influenciado decisivamente pelo Espírito Santo, cujos membros estão
unidos pela ação desse Espírito. Para existir, a igreja depende do Espírito
Santo, sem o qual suas ações serão ilegítimas e carentes da expressão de Deus.
Na abordagem de Padilla, a igreja é o resultado concreto do Reino e não o Reino
em si, é prenúncio do século vindouro, do “já e ainda não” que caracteriza o
tempo presente. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Assim, a Igreja,
sobretudo em suas manifestações comunitárias locais, pode ser entendida como
agência, sucursal para a ação de Deus no mundo, ainda que empalidecida pelas
suas terríveis limitações. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Nesse caminho,
concluímos que a evangelização e a responsabilidade social são inseparáveis,
não podem ser dissociadas. A &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;práxis&lt;/i&gt;
da igreja deve ser no sentido de atrair para dentro do Reino os que ainda não
foram alcançados pelo &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;kerigma&lt;/i&gt;, e
assim trabalhando precisa olhar de cima para ver o homem todo, para pregar-lhe
o Evangelho todo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Finalizando,
quero chamar a atenção do leitor para uma percepção muito pessoal: A expressão
“Missão Integral” é terrivelmente redundante, assim como as nossas tentativas
de implantá-la. É redundante porque Missão [bíblica] é Integral. A redundância
de Missão Integral está também em “fogo quente”, “bola redonda”, “subir para
cima” e outras. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;O surgimento da
expressão “Missão Integral” prova o quanto a Missão perdeu seu verdadeiro
sentido e estaria prostrada, necessitando da muleta “Integral” para ajudá-la a
se firmar nos pés. Quanto a &lt;u&gt;implantá-la&lt;/u&gt;, soa como se fosse uma nova
revelação, modismo ou vento de doutrina, provocando certo receio e resistência
indesejável nos mais sinceros e fiéis irmãos, quiçá até nos evangelicais, já
tão amainados por tudo o que se tem feito ao Evangelho. Sobre a Missão no
Brasil, apenas deveríamos voltar a ela, já que a história com seus fatos se
incumbiu de nos afastar do caminho do qual jamais deveríamos ter saído,
enquanto Igreja. Convido a Igreja a pensar um pouco no verdadeiro sentido da
parábola do Bom Samaritano (Lucas 10.30-37), reparando no fecho: “Vai, e faze
da mesma maneira”.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;A Missão traduz
a ideia de que não pode haver divisão entre pregação do evangelho e ação social,
e que ambos são as duas faces de uma mesma moeda e devem expressar juntos a agenda
da igreja. Em Lausanne, 1974, os evangelicais já tiveram essa percepção:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;Nos
arrependemos de nossa negligência em face de nossa responsabilidade social
cristã, bem como de nossa polarização ingênua em termos, algumas vezes,
considerando a evangelização e a atividade mutuamente excludentes... Devemos
repudiar como demoníaca a tentativa de colocar uma cunha entre evangelização e
ação social.&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423#_ftn3&quot; name=&quot;_ftnref3&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn3;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Na América do Sul a Missão tem sido
naturalmente compreendida dessa forma e tem avançado, com exceção do Brasil.
Não conheço estudo nem opinião que explique esse fenômeno, mas por observação
posso inferir que tal se deve à facilidade com que nós, brasileiros,
simpatizamos com os favores estatais. Nos Estados Unidos e na maioria dos
países desenvolvidos os cidadãos sentem constrangimento por serem sustentados
pelo Governo. O brasileiro, por seu turno, sente-se acolhido e amado pela &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;Pátria - Mãe Gentil&lt;/i&gt;, preferindo a
desocupação a dispensar a “bolsa social”, com suas diversas facetas, e isso sem
qualquer culpa. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;É verdade que os números oficiais confirmam
que houve avanços na distribuição de renda no Brasil nos últimos 10 anos, mas
grande parte desse sucesso deve-se a essa nossa “certeza” de que todas as
mazelas sociais devem ser equacionadas pelos poderes constituídos. Tenho a
impressão de que essa perspectiva, em boa parcela, é alimentada pela nossa
carga tributária elevadíssima. Além da certeza que temos de que os governos é
que tem de resolver tudo, temos a retroalimentação dessa convicção quando deixamos
um terço de nossa renda mensal com a Receita Federal e ainda somos tributados severamente
no consumo. Ora, a lógica é simples: Se você paga um segurança para guardar a
casa, então você tem a quem culpar se entrarem nela. Automaticamente, a
responsabilidade social pelas misérias nacionais será sempre dos governos e das
ONGs, jamais da igreja (aliás, muito menos desta, cuja tarefa deve limitar-se a
proclamar o etéreo e bondoso Deus que salva almas do inferno, mediante
aceitação do ouvinte).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-tab-count: 1;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;Nesse contexto, em face de uma
religiosidade fundamentalista que se proliferou no Brasil, somada a essa
indisposição de agir no campo social – porque ação social eficaz se faz com vultosos
recursos financeiros – é que acredito que a Missão [Integral] tem caminhado a
passos lentos por aqui. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;mso-element: footnote-list;&quot;&gt;
&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;
&lt;div id=&quot;ftn1&quot; style=&quot;mso-element: footnote;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn1;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
CAVALCANTI. “Os protestantes e os evangélicos; liberalismo; neofundamentalismo
e evangelicalismo”.Ultimato, nov. 1993. p. 23 e 24.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;ftn2&quot; style=&quot;mso-element: footnote;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423#_ftnref2&quot; name=&quot;_ftn2&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn2;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
CARRIKER, Timóteo. “O Caminho Missionário de Deus – Uma Teologia Bíblica de
Missões”. Sepal, 364p.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;ftn3&quot; style=&quot;mso-element: footnote;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423#_ftnref3&quot; name=&quot;_ftn3&quot; style=&quot;mso-footnote-id: ftn3;&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;mso-special-character: footnote;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-ansi-language: PT-BR; mso-bidi-language: AR-SA; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span lang=&quot;EN-US&quot; style=&quot;mso-ansi-language: EN-US;&quot;&gt; STOTT. John. “Pacto de Lausane”. &lt;/span&gt;Visão
Mundial e ABU editora, 2003, p. 46 e 47.&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;![endif]--&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/851521009757193268/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/11/a-missao-integral-no-brasil-do-seculo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/851521009757193268'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/851521009757193268'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/11/a-missao-integral-no-brasil-do-seculo.html' title='A MISSÃO [ INTEGRAL ] NO BRASIL DO SÉCULO XXI'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-5273426533100815036</id><published>2013-07-23T11:00:00.001-03:00</published><updated>2015-02-08T16:36:24.337-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Rua da Graça</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;“Andar na carne” e
“andar no espírito” são expressões bem familiares aos cristãos. Pelo senso
comum são rapidamente compreendidas. Andar na carne significaria satisfazer a
própria vontade, e andar no espírito seria viver segundo a vontade de Deus.
Para muitos, isso basta. Para outros, parece haver certa ingenuidade e pobreza nessas
definições.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Algumas bíblias trazem
grafia diferente para o vocábulo espírito (com “E” maiúsculo para espírito de
Deus e com “e” minúsculo para espírito humano). Entretanto, os escritores
bíblicos, nos originais gregos, parecem não ter se preocupado com isso. Cabe ao
leitor ficar atento, o contexto é que vai dizer. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;O
termo grego para espírito é πνευμα (&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;pneuma&lt;/i&gt;).
A ideia é de vento, sopro, princípio vital. O correspondente hebraico é &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;ruach&lt;/i&gt;. &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;Pneuma&lt;/i&gt; é raiz das palavras pneu e pneumonia.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Carne
no grego é σαρξ (&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;sarx&lt;/i&gt;), que abarca a ideia
de fragilidade física e moral inerente à natureza humana. Não confundir com σωμα
(&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;soma&lt;/i&gt;), que se traduz por corpo. &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;Sarx&lt;/i&gt; é raiz das palavras sarcófago e
sarcástico (escarnecedor).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;-ms-text-autospace: ideograph-numeric; line-height: normal; margin: 0cm 70.8pt 0pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 7.1pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;Deus é
&lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;espírito&lt;/b&gt;, e é necessário que os seus
adoradores o adorem em &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;espírito&lt;/b&gt; e em
verdade. (JOÃO 4.24)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;-ms-text-autospace: ideograph-numeric; line-height: normal; margin: 0cm 70.8pt 0pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 7.1pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;O que
nasce da &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;carne&lt;/b&gt; é &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;carne&lt;/b&gt;, mas o que nasce do &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;espírito&lt;/b&gt; é &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;espírito&lt;/b&gt;. (JOÃO 3.6)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O senso comum é prodigioso
em sintetizar as coisas; às vezes até demais; o que quase sempre faz injustiça
com a essência do texto. Vez por outra nos pegamos em tragédias doutrinárias,
porque relaxamos no exame das Escrituras. Parafraseando Jonh Hick, não há aqui
um tratado definitivo sobre o assunto, e tampouco se pretende subjugar a
sabedoria popular, mas é preciso chamar a atenção para aspectos importantes que
parecem ter sido perdidos.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;-ms-text-autospace: ideograph-numeric; line-height: normal; margin: 0cm 70.8pt 0pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 7.1pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;O
objetivo do diálogo teológico e filosófico não é, necessariamente, chegar a um
acordo – apesar disso ser muito desejado e de algumas vezes acontecer – mas
identificar as diferenças de um modo mais preciso e discernir quais sejam os
prós e contras de uma dada questão. (Jonh Hick, 2005)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Se alguém está
encolerizado, preocupado ou endividado, estaria na carne. Se chuta o balde com
o filho que jamais cumpre horários, precisa se consagrar e “amar” mais. Se ouve
MPB e Dire Straits, tem tatuagem e toma vinho tinto no jantar, coitado, esse
não só está na carne, vive na carne (refiro-me a irmãos). De outro lado, se o
cidadão fala manso, para tudo na vida rebate um verso bíblico de cor, se usa
terno na igreja e no rádio é só “louvor”; não fica indignado nem assistindo o
Jornal Nacional, esse anda no espírito.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A bíblia diz que pelo
fruto conhecemos a árvore. Mas uniformizaram o fruto! O que ensina Mateus 12.33
é sobre fruto bom e fruto mau. O desafio é discerni-lo; a árvore dá o fruto conforme
a sua espécie.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;O que tem sido visto em
muito púlpito nos últimos anos tem levado pessoas para pântanos (águas
estagnadas e lamacentas) em vez de rios (águas correntes que dão no mar). Religiosos
nos vendem – literalmente – pirotecnia, resultados rápidos, astronômicos e
visíveis; um deus OMO: OMO FAZ, OMO MOSTRA. Na parábola deles, o Reino de Deus se
assemelha a uma carteira de investimentos: O dinheiro sai do CDB para a “obra”,
não por amor, mas por taxas de juros melhores. O existencialismo tem sufocado o
transcendente e as aparências são o que realmente valem. Dessa forma, no balaio
dos que andam no espírito estão os que &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;parecem&lt;/b&gt;
espirituais, e no outro balaio fica o restante, por exclusão, que &lt;b style=&quot;mso-bidi-font-weight: normal;&quot;&gt;não parecem&lt;/b&gt; espirituais: os carnais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Mas examinemos o que
dizem as Escrituras. O argumento de Romanos, capítulos 6, 7 e 8, liga &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;sarx&lt;/i&gt; à Lei e &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;pneuma&lt;/i&gt; a Cristo. Os que estão na carne não podem agradar a &lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Deus&lt;/span&gt;, somente os que estão em espírito
(obviamente, aqui se refere a andar sob a influência do espírito de Deus). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Lei é santa, justa e
boa, mas toda a sua magnitude serviu apenas de guia para nos conduzir a &lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Cristo&lt;/span&gt;; aqueles que estão na Lei andam
na carne. Andar na carne não é só viver dando vazão aos desejos profanos do
corpo (&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;soma&lt;/i&gt;) e da mente. Esse, em
verdade, é o efeito. A causa de andar na carne é confiar em si mesmo, é
acreditar que se pode conseguir algo de &lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Deus&lt;/span&gt;
mediante justiça própria. É fiar-se em regras, mandamentos, sacrifícios e merecimentos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Os que estão em &lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Cristo&lt;/span&gt; são os que andam em espírito. Andar
em espírito significa saber que não temos importância&lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;, &lt;/span&gt;é ser servo da justiça, é saber que não há nada que
possamos fazer por nossos próprios meios para a obtenção dos favores de Deus; é
confiar totalmente na Graça, é o resultado da resposta de fé a &lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Jesus,&lt;/span&gt; que nos justifica e santifica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Gálatas
5.16-25 também conduz a esse entendimento; arrola uma categoria de iniquidades
passíveis de condenação eterna, mas termina assim: &lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;...e os que são de Cristo crucificaram a carne com as suas paixões e
concupiscências.&lt;/i&gt; É um conceito denso: quem diz o que é pecado é a Lei, não
a Graça.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;-ms-text-autospace: ideograph-numeric; line-height: normal; margin: 0cm 70.8pt 0pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 7.1pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;Que
diremos então? A Lei é pecado? De maneira nenhuma! De fato, eu não saberia o
que é pecado, a não ser por meio da Lei. Pois, na realidade, eu não saberia o
que é cobiça, se a Lei não dissesse: “Não cobiçarás”. Mas o pecado,
aproveitando a oportunidade dada pelo mandamento, produziu em mim todo tipo de
desejo cobiçoso. Pois, sem a Lei, o pecado está morto. Antes eu vivia sem a
Lei, mas quando o mandamento veio, o pecado reviveu, e eu morri. Descobri que o
próprio mandamento, destinado a produzir vida, na verdade produziu morte. (ROMANOS
7.7-10)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;-ms-text-autospace: ideograph-numeric; line-height: normal; margin: 0cm 70.8pt 0pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 7.1pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;E daí?
Pecaremos porque não estamos debaixo da lei, mas debaixo da graça? De modo
nenhum. (ROMANOS 6.15)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;No entanto, para andar
em espírito é preciso nascer de novo, primeiro da água (ventre materno,
nascimento natural) e depois do espírito (novo nascimento, gerado por Deus).
(João 3.5). Os que são nascidos de Deus vivem no espírito e produzem o fruto do
espírito; e os que ainda não foram gerados de Deus andam na carne e produzem as
obras da carne. No contexto judaico da época, os que ainda não haviam
experimentado o novo nascimento ainda viviam na carne, isto é, sob a Lei
Mosaica.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;De novo precisamos
bater no senso comum, que propala certo legalismo e alimenta a jactância, ao
sustentar que devemos nos esforçar para praticar o fruto do espírito listado em
Gálatas 5.22,23, para se ver a andar em espírito. Mas esses são efeitos, não
causas. É de dentro para fora.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A Lei funciona em
preceitos; preceito e mais preceito, regra sobre regra. A Graça apela para a
liberdade e para a consciência.&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;-ms-text-autospace: ideograph-numeric; line-height: normal; margin: 0cm 70.8pt 0pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 7.1pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;Porque
é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito; regra sobre regra, regra e
mais regra; um pouco aqui, um pouco ali. (ISAÍAS 28.10)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;-ms-text-autospace: ideograph-numeric; line-height: normal; margin: 0cm 70.8pt 0pt 3cm; mso-pagination: none; tab-stops: 7.1pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; mso-bidi-font-style: italic;&quot;&gt;Para a
liberdade foi que Cristo vos libertou... Seja a paz de Cristo o árbitro em
vosso coração... (GÁLATAS 5.1 e COLOSSENSES 3.15)&lt;/span&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%; mso-bidi-font-size: 11.0pt;&quot;&gt;Removida
a ligação com a Lei (pois quem está em &lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Cristo&lt;/span&gt;
está livre da Lei), não há que se falar em ritos, práticas ascéticas, sacrificiais
e meritórias. Somente aqueles que andam na carne é que procuram justificação
dessa forma. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;A “carnalidade” dos que
andam em espírito equivale a uma desatenção, um descompasso, por causa do nosso
corpo corruptível (&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;soma&lt;/i&gt;) que é casa (&lt;i style=&quot;mso-bidi-font-style: normal;&quot;&gt;oikos&lt;/i&gt;) do Espírito Santo (Tesouro em
vaso de barro - 2Coríntios 4.7). A mutualidade é remédio eficaz contra isso:
exortar uns aos outros, apascentar, suportar, orar, ensinar, aconselhar, servir,
para que não se apague o Espírito Santo em nós (1Tessalonicenses 5.19).&lt;/span&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: red; font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 8pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0pt; mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.45pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Finalizando, pense numa
caminhada. Ela ocorre em função das características do chão, do piso, da rua.
Andar no chão da Lei exige observar preceitos, fiar-se em si mesmo, na natureza
humana, em merecimentos, em pontos obtidos. Andar em espírito é caminhar pela Rua
da Graça, plana, livre de centenas de placas e cheia da liberdade e da justiça
em Cristo Jesus, em santidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/5273426533100815036/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/07/rua-da-graca.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/5273426533100815036'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/5273426533100815036'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/07/rua-da-graca.html' title='Rua da Graça'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-8173290901546594998</id><published>2013-05-11T23:24:00.000-03:00</published><updated>2015-02-07T11:35:48.391-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Pornografia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>X X X ... PARE !!!</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;Há anos penso em tocar nesse
assunto. Hesitei muito. Já explico por quê. Em pleno século 21, liberdade de
expressão a toda, bombando a discussão sobre essa reinvenção da “diversidade
sexual”, nossa sociedade altamente sexualizada – com seus carnavais, &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;big brothers&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;, malhações, pornografia e
sensualidade por todo lado, ao alcance de um clique, gratuitos, tomamos um murro
na boca do estômago de Efésios 5.3: “&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;Vocês
fazem parte do povo de Deus; portanto, qualquer tipo de imoralidade sexual,
indecência ou cobiça &lt;u&gt;não pode ser nem mesmo assunto de conversa entre vocês&lt;/u&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;”.
Mais uma vez, a Bíblia nos mostra sua grande placa de PARE, convidando-nos a
nada mais &lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;anacrônico&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;hoje: &lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;pureza sexual&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;. Tenho por certo que o
conselho de Paulo não foi de fugir do assunto, mas de que tal realidade não fosse
encontrada em nosso meio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Trebuchet MS&#39;, sans-serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;Na verdade, custei a admitir, hesitei
em escrever sobre impureza sexual por vários motivos. Dois deles: para não
transmitir ideia moralista estúpida e superficial, e para não pensarem que meu
interesse pelo assunto camufla o meu amor pela prática. Ou seja, preconceito.
Talvez muitos de nós deixemos de falar sobre isso, pregar e escrever, pelos
mesmos motivos. Mas é preciso que compreendamos que olhar de frente para nossas
fraquezas e pecados nos torna mais humanos, e portanto mais perto de Jesus. É
preciso encarar a realidade, sem o vírus do fundamentalismo religioso, de que a
impureza sexual tem sido aceitável num mundo que jaz no maligno, mas também tem
sido tolerada entre irmãos, irmãs, inclusive pastores. Patrick Means, em “Conflitos
Secretos dos Homens” (Ed. Vida), destaca um fato preocupante. Numa pesquisa
confidencial de pastores evangélicos e outros líderes de igrejas evangélicas,
64% confirmaram que têm problemas com vício sexual, pornografia ou atividades
sexuais secretas. Estudos demonstram que nossas crianças com apenas 9
anos de idade, em média, já viram pornografia na Internet, tamanha a
facilidade de acesso a esse tipo de conteúdo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;Não quero perder tempo definindo
pornografia. Por incrível que pareça, há argumentos que tentam provar que sexo
explícito em revistas e filmes não é pornografia, é arte. Mas para ser diretivo
aqui, pornografia é toda representação explícita de atos ou órgãos sexuais com
a intenção de provocar excitação sexual no observador. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;A lógica econômica é válida
para a pornografia. Demanda x Oferta. Pornografia é a oferta que responde à demanda
da natureza humana caída. Ao visitar sites pornográficos, admirar as fotos das
revistas eróticas ou despir com os olhos uma pessoa diferente daquela com a
qual estabeleceu uma aliança diante de Deus, o homem ou a mulher se torna impuro/a,
mesmo que não leve um outro/a para a cama. (Tenho certeza de que esta colocação
se aderiu mais aos homens que às mulheres).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;Stephen Arterburn e Fred
Stoeker, em “A Batalha de Todo Homem” (Ed. Mundo Cristão), nos convida à honestidade:
não é preciso muito para levar um homem - mesmo casado e cristão - a se sentir
sexualmente excitado. O outdoor de lingerie, a revistinha de anúncio de
calcinhas e sutiãs, as calças suplex, biquínis, minissaias, decotes, roupas transparentes, justas que revelam demais, enfim, qualquer
coisa pode pegar de surpresa e acionar o gatilho da fantasia de uma experiência
“proibida” (ainda que só na imaginação). Engana-se quem pensa que o fato de não
levar outra mulher para a cama (fisicamente) muda a situação. Jesus foi bem
claro quando afirmou que o homem adultera no simples olhar com lascívia para a
mulher que não a esposa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;O problema afeta alguns homens
mais que a outros, mas parece ser consenso que todo homem vive em luta
constante para manter a pureza sexual e a integridade de seu compromisso. Se
casado, compromisso com a esposa e com Deus; se solteiro, compromisso consigo e
com Deus, porque Deus não nos chamou para a imundícia, mas para a santificação
(1Ts 4.7). O que muda quando o homem se torna um cristão é a consciência do
problema, só isso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;Mulheres, por favor, não caiam
no lugar comum de achar que todo homem é safado, sem vergonha, mau-caráter, tarado
e imoral porque é atraído instintivamente pela silhueta feminina. Por favor,
não pense também, ingenuamente, que o casamento “desliga” o homem de tudo à sua
volta, fazendo-o olhar somente para você. Por favor, também tente não romantizar,
isso não é falta de amor ou desinteresse por você, é fraqueza mesmo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;Homens, por favor, não caiam no
lugar comum de se aproveitar dessa debilidade para desrespeitar sua esposa,
para ceder à segunda olhada, para deixar-se levar por devaneios impuros, para
ser infiel a si, a Deus e à sua esposa. Naufragamos na fé se negligenciamos uma
boa consciência (1Tm 1.19). Desde o início, Deus já nos advertira que o nosso
desejo será contra nós, mas cumpre-nos dominá-lo (Gn 4.7).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;Seria mais fácil se o ser
humano fosse como os pombos. Eles são incapazes de trair o parceiro. Por isso
são símbolos do amor e da fidelidade. Homens e mulheres não traem porque ponderam,
têm valores, desejam pureza, dominam-se, lutam, avaliam as consequências, são
racionais. Mas quando tudo isso falha, acredite, a queda é uma possibilidade
real. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.youtube.com/embed/NHB9h9GYhFM?feature=player_embedded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;O fato é que temos sido
engolidos por um ambiente pós-moderno de permissividade. O isolamento, o culto
à privacidade, a tentação de sustentar a imagem de ser um crente super-santo, e
a falta de comunhão verdadeira entre irmãos agravam o problema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;O sexo é um instrumento de
felicidade que Deus colocou em nossas mãos, mas se mal utilizado, pode se
transformar em instrumento de desgraça. Longe de querer oferecer receita
pronta para solucionar problema tão grave e abrangente, gostaria apenas de compartilhar
a Palavra de Deus contra esse poderoso aparato convidativo que nos assedia a
todo o momento:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;1.&lt;span style=&quot;font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;1Tm 4.15 :::&amp;nbsp;&lt;b&gt;Cuide-se&lt;/b&gt;: Separe um tempo de qualidade para ler e meditar acerca de
textos bíblicos. Quando orar, procure não apenas falar, mas também ouvir o que
Deus tem a dizer;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;2.&lt;span style=&quot;font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Tg 5.16 :::&amp;nbsp;&lt;b&gt;Saia da multidão&lt;/b&gt;: Procure desenvolver sua espiritualidade em um
grupo menor de pessoas, com as quais possa compartilhar dificuldades e ser
visto como indivíduo;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;!--[if !supportLists]--&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;3.&lt;span style=&quot;font-size: 7pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;
&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;Pv
18.24; 27.17 :::&amp;nbsp;&lt;b&gt;Seja apenas humano&lt;/b&gt;: Não precisamos publicar
nossa vida no jornal, mas é essencial que tenhamos pelo menos um amigo (do
mesmo gênero) com o qual possamos conversar sobre qualquer coisa. Sustentar a
imagem falsa (e sempre é falsa) de que somos invencíveis, indestrutíveis,
fortíssimos e superespirituais apenas potencializa nossa vulnerabilidade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Trebuchet MS, sans-serif;&quot;&gt;&amp;nbsp;Ser tentado não é pecado, mas o que fazemos com isso pode ser...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/8173290901546594998/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/05/xxx-apenas-um-clique.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8173290901546594998'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8173290901546594998'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/05/xxx-apenas-um-clique.html' title='X X X ... PARE !!!'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-2794549348603867814</id><published>2013-04-07T23:17:00.000-03:00</published><updated>2015-02-08T16:36:45.802-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Sou porventura eu o guarda do meu irmão? (Caim)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Gostaria de
compartilhar o que tem sido considerado um problema latente na igreja: a
questão do ide, do fazer discípulos &lt;b&gt;&lt;u&gt;versus&lt;/u&gt;&lt;/b&gt;
nossa cultura, nosso modo de viver do final do século 20 e início do século 21.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Vivemos a
cultura do cada um por si. Nunca foi tão realidade o bordão “cada um por si e
Deus por todos”. O individualismo. O egoísmo. É interessante notar o quanto nosso cristianismo tem se amoldado ao que se vivencia no meio secular. Fato que
deveria nos incomodar, afinal somos Igreja e fomos chamados para influenciar o mundo mais do que ser influenciado por ele. Como no meio secular, infelizmente
nosso modo de vida “cristã” tem se amasiado com a adulação do ego e da &lt;i&gt;ensimesmice&lt;/i&gt; (expressão que ouvi pela
primeira vez do pr. Renato Vargens e se refere a tudo que aponta para si mesmo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Já percebeu que
as músicas, como expressões culturais, nos dão boas dicas de como pensa (ou
pensava) o povo em determinada época? A belíssima &lt;i&gt;Castelo Forte&lt;/i&gt;, composta por Lutero, enfatiza a cruel perseguição inquisitorial
por que passou; ele se viu à beira da morte todos os dias da vida depois de
Wittemberg. No tempo da ditadura militar no Brasil, muitos compositores escondiam
suas críticas em metáforas. A julgar que os militares eram lesados e não
perceberiam, acabaram presos ou mortos, e muitos foram exilados (amigos presos, amigos
sumindo assim, pra nunca mais...). Hoje as músicas enfatizam o místico, o
sentir o poder de Deus e o “eu”, a exaltação da &lt;u&gt;minha&lt;/u&gt; fé, da &lt;u&gt;minha&lt;/u&gt;
necessidade, do &lt;u&gt;meu&lt;/u&gt; prazer. Ou seja, a musicalidade de hoje diz: Eu
primeiro, depois eu, e se sobrar alguma coisa pode me dar... Mas não quero falar
de música. Quero tratar de discipulado. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Hoje a nossa
postura como cristãos tem sido a de levar o crente para a igreja e apresentar
ao pastor; depois da pregação torcemos para que ele levante a mão e vá à
frente. Oramos para que seja batizado. Pronto. Fizemos a nossa parte. Temos a
lista dos que “ganhamos pra Jesus”, para provar o quanto somos úteis no Reino
de Deus. Acreditamos na eficácia desse sistema, sem compromisso com o outro,
sem envolvimento de verdade. Sem doação.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Ninguém
saudável deixa um filho de seis meses sozinho à própria sorte. Se tomarmos conhecimento
de tal feito, seremos ágeis em socorrer o pequeno e denunciar o irresponsável. É
disso que estou tratando. Ao nascer de novo, do Espírito, uma pessoa é
recém-nascida, precisa de cuidados especiais e de leite para crescer e
tornar-se madura. Não pode ser deixada exposta a todo tipo de ameaça. (João
3.3-7; 1Pedro 2.2; 1Coríntios 3.1)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Na Consulta
Internacional sobre Discipulado, realizada em set/1999 na Inglaterra, John
Stott chamou a atenção para o “paradoxo estranho e preocupante” da situação
cristã contemporânea. Temos experimentado um crescimento estatístico enorme,
sem o crescimento correspondente no discipulado.&amp;nbsp; Nosso discipulado é superficial.
O teólogo africano Tokunboh Adeyemo acompanha: “A Igreja na África é um
quilômetro de comprimento, mas apenas uma polegada de profundidade.”&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Erc/Desktop/Bom%20dia.docx#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
No Brasil o quadro não é outro. Já somos mais de 30% da população. E daí?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
O site
Christianity Today informa-nos ainda que essa assembleia, representada por 70
organizações de 50 países, propôs colocar discipulado na agenda evangélica
mundial, da mesma forma em que o Congresso de Berlim em 1966 e o Congresso de
Lausanne em 1974 focalizaram nossa energia em evangelismo, missão
global e responsabilidade social. Esperavam que o foco na formação de
discípulos corrigisse o desequilíbrio criado pela nossa leitura truncada da
Grande Comissão. Em Mateus 28, Jesus mandou seus apóstolos a
fazer discípulos de todas as nações e a ensiná-los a
observar tudo o que ele havia ordenado. Evangélicos citam esta passagem quase
tão frequentemente quanto citam João 3.16. Fazer discípulos tem sido
entendido como pregar o evangelho, ajudando um penitente fazer uma oração ou
oferecendo um argumento convincente para a fé cristã. Fazer discípulos inclui
todas essas coisas, mas tem como objetivo a maturidade cristã. “Discipulado”,
disse Adeyemo, “não é informação, é formação do caráter.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A declaração
oficial dessa Consulta definiu discipulado como “&lt;b&gt;um processo que ocorre dentro de relacionamentos responsáveis, durante
um período de tempo com o propósito de trazer crentes à maturidade espiritual
em Cristo&lt;/b&gt;”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Curiosamente
Marcos 3.14 não relata que Jesus chamou os doze para fazer barulho, chamar
pessoas para uma reunião ou qualquer evento. Tampouco para curar ou sentir emoções fortes. Ele chamou os &amp;nbsp;discípulos
para simplesmente &lt;b&gt;estar com ele&lt;/b&gt;. Só depois os enviou para pregar. Esse “estar com ele” nos remete à intimidade, a
convívio, a caminhar junto. Isso é discipular. Tenho plena certeza de que os
doze aprenderam muito mais com o que viram do que com o que ouviram. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
A verdade é que
temos vivido uma crise de caráter na Igreja e poucos têm a coragem de dizer a
um irmão o que disse Paulo:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Tornem-se meus imitadores, como eu o sou de
Cristo. (1Coríntios 11.1&lt;/span&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 9.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Irmãos, sigam unidos o meu exemplo e observem
os que vivem de acordo com o padrão que lhes apresentamos. (Filipenses 3.17&lt;/span&gt;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Podemos estar
agindo como Caim, que respondeu a Deus quando perguntado sobre seu irmão Abel
(depois de tê-lo assassinado): &lt;i&gt;Não sei; sou
eu o guardador de meu irmão?&lt;/i&gt; (Gênesis 4.9)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
É preciso que
caminhemos com nosso irmão até que ele possa ir sozinho, até quando ele possa
conduzir outros. Pode ser até contracultura, mas se quisermos cumprir a
Palavra, tem de ser assim, no caminho, com paciência e humildade. Somos, sim,
responsáveis pelos nossos irmãos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Colaboração do Pr. José Carlos da Silva - PIB de Brasília)&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;
&lt;!--[endif]--&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Erc/Desktop/Bom%20dia.docx#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href=&quot;http://translate.google.com/translate?hl=pt-BR&amp;amp;prev=_t&amp;amp;sl=en&amp;amp;tl=pt&amp;amp;u=http://www.christianitytoday.com/ct/1999/october25/9tc028.html&quot;&gt;http://www.christianitytoday.com/ct/1999/october25/9tc028.html&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/2794549348603867814/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/04/sou-porventura-eu-o-guarda-do-meu-irmao.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/2794549348603867814'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/2794549348603867814'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/04/sou-porventura-eu-o-guarda-do-meu-irmao.html' title='Sou porventura eu o guarda do meu irmão? (Caim)'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-2734120721619861361</id><published>2013-02-12T11:20:00.000-02:00</published><updated>2015-02-08T16:37:16.834-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Por que não preferem sofrer o prejuízo?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;b style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Portanto, se vocês têm questões
relativas às coisas desta vida, designem para juízes os que são da igreja,
mesmo que sejam os menos importantes. Digo isso para envergonhá-los. Acaso não
há entre vocês alguém suficientemente sábio para julgar uma causa entre irmãos?
Mas, ao invés disso, um irmão vai ao tribunal contra outro irmão, e isso diante
de descrentes! O fato de haver litígios entre vocês já significa uma completa
derrota. Por que não preferem sofrer a injustiça? Por que não preferem sofrer o
prejuízo?&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;right&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: right; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;1
Coríntios 6:4-7 NVI&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 6pt 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Esperávamos mais que uma mera entrevista. Pelo carisma,
inteligência e sutileza da Gabi, era previsto um verdadeiro embate, haja vista
que o Silas não leva desaforo para casa. Foi o que aconteceu.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;No dia 3 de fevereiro, ao vivo, no SBT, vimos o líder da
Assembleia de Deus Vitória em Cristo seguro, honesto e comprometido com a
Palavra, e Marília Gabriela provocativa e brava, mas contida e investigativa.
Diante da pressão das câmeras e da hábil jornalista, Silas não cedeu um
milímetro do que acredita. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Mesmo que o pastor Silas não tenha procuração dos evangélicos
(ninguém tem), acho que podemos concordar com ele nisso: &lt;b&gt;(1)&lt;/b&gt; A homossexualidade é uma forma de comportamento que pode ser
revertido, não obstante seja difícil e apesar do CFP&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Oliveiras/Google%20Drive/gabi%20e%20silas%20malafaia.docx#_ftn1&quot; name=&quot;_ftnref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #474747; font-size: 10.5pt; line-height: 115%;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; (há muitos e muitos fatos
que o provam); &lt;b&gt;(2)&lt;/b&gt; A homossexualidade,
à luz da Bíblia, é condição reprovável como qualquer outro pecado. Porque Deus
ama o pecador, deseja conduzir-nos ao arrependimento e restauração; &lt;b&gt;(3)&lt;/b&gt; O ideal é que casais heterossexuais
se incumbam de educar crianças em famílias funcionais. São insubstituíveis as
figuras paterna e materna na formação do ser humano. (No entanto, as adoções
realizadas por outros modelos familiares têm se mostrado mais benéficas do que
a não-adoção e o abandono); &lt;b&gt;(4)&lt;/b&gt; É
preciso ter clareza do que seja homofobia. A todo cidadão brasileiro é livre a
manifestação do pensamento e ninguém será privado de direitos por motivo de
crença religiosa ou de convicção filosófica ou política (Art. 5º CF/88). Homofobia
é ódio, rancor, repugnância, antipatia e repulsa a homossexuais (Dicionário
Aurélio Sec. XXI). Portanto, é preciso pôr a pessoa do homossexual acima das
discussões ideológicas sobre o tema; é possível que todos possamos expressar
opinião sobre estas questões sem acanhamento, independente de credo, raça,
gênero e condição social; e &lt;b&gt;(5)&lt;/b&gt;
Deve-se oportunizar acesso normal de homoafetivos às instituições, e isso
inclui a igreja, respeitando suas escolhas e comportamentos, e estes, em contrapartida,
devem acatar o lugar e as tradições da instituição que eventualmente escolham
associar-se. Tornar lícito que eu possa constranger meu vizinho a mudar seus
hábitos e tradições dentro de sua própria casa é inimaginável, insolente e
perigoso, de ambas as partes.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Criminalizar a homofobia é ótimo. Criminalizar a exposição de
pensamentos e palavras responsáveis é um retrocesso. Fobia é repugnância
invencível, animosidade, antipatia, nojo, asco, ódio. Perseguir, matar,
ofender, ferir, maltratar, hostilizar homossexuais por causa dessa condição é
crime, isso é homofobia. Conversar, argumentar, debater, aduzir, discutir, disputar,
contestar, arguir sobre temas ligados ao comportamento dos que têm atração pelo
mesmo gênero é democracia, é direito constitucional inegociável do brasileiro. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;O pastor Silas Malafaia defendeu bem suas ideias, apesar de
ainda pesar contra ele a versão da Forbes, do patrimônio de 300 milhões que
possuiria (incompatível com seu trabalho e prebendas). Esperamos que se
desvencilhe desse embaraço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Poderíamos ter visto só isso. Mas infelizmente esse episódio
expôs a face feia da discussão ideológica. Causou-nos tristeza o manifesto do
Caio Fábio, que ainda viajando, em Israel, desferiu impropérios aviltantes ao
Silas, nesses termos: “&lt;i&gt;a Gabi foi a profetiza de Deus! Reconheceu as
heresias”; “a Igreja Evangélica tem o líder que é exatamente a cara dela. Se
merecem!”; e ainda “Silas e Evangelho estão tão distantes um do outro como o
diabo está de Jesus”.&lt;/i&gt; E muito
mais.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;O Caio Fábio cometeu deslizes. O Silas, também. Então vamos
lá... Adão, o primeiro, idem. Abrão, também. Davi e Salomão, idem. Pedro, o
apóstolo, também. Paulo, idem. Lutero e Calvino, também. Billy Gram, idem. (Só
para destacar alguns ícones). Eu e você, também. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;O problema é que parece termos perdido um pouco desse senso de
Corpo de Cristo. Caio e Silas fazem parte de comunidades cristãs diferentes e
explicitamente defendem ideologias de fé até antagônicas. Mas ambos professam
crer em Deus Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra; e em Jesus Cristo,
seu único Filho, nosso Senhor; que foi concebido pelo poder do Espírito Santo e
tendo sido morto ressuscitou ao terceiro dia; subiu aos céus, está sentado à
direita de Deus Pai todo-poderoso, donde há de vir a julgar os vivos e os
mortos; ambos creem no Espírito Santo, na remissão dos pecados pelo Sangue de
Jesus e na vida eterna. É isso que os une.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Não se trata de corporativismo ou fisiologismo entre os crentes.
Falo de Corpo. Na Teologia de Paulo, membros de um mesmo corpo não se atacam. A
minha mão direita jamais feriria a esquerda. Isso causa dor no corpo inteiro,
prejudica-o todo. Espero que o pr. Silas prefira sofrer o prejuízo; não revide.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;As diferenças que ambos têm no campo das opiniões deveriam ser
sanadas em foro e linguagem compatíveis com a envergadura desses homens que
aprendemos a ouvir e apreciar. Essa manifestação visceral de raiva do Caio
contra o Silas consterna, macula o Corpo e degenera. Não constrói. Não traz
luz. Causa dano. Despreza a ação do Espírito Santo. Escandaliza. Expõe. É
insensata.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Gostaria que pensássemos sobre esse incidente com lamento, para
que não alimentemos a ideia de que há deuses particulares, que brigam entre si
em favor de seus asseclas.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Cada um pode
desenhar a imagem de Deus e dizer: Ele é assim.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: Georgia, serif; font-size: 14px; line-height: 19px;&quot;&gt;Mas eu não posso agredir o desenhista e dizer&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;: Ele não é assim.&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;“Que o meu
Deus, que eu não sei se é igual ao seu, te perdoe”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;, esta foi
a sentença da Gabi, que acabou sugerindo esse conceito; ao que o Silas
respondeu automaticamente: “&lt;i&gt;Ah&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Ele perdoa, porque sou um pecador...&lt;/i&gt;”. Foi
uma boa entrevista e deveria ter sido só isso. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #474747; font-family: &amp;quot;Georgia&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.5pt;&quot;&gt;Que enfim fique a mensagem de um homem que defende a família sob
os valores eternos da Palavra de Deus, apesar de ser imperfeito. E que o descompasso
do irmão “adversário” seja tomado como breve impetuosidade que um dia será
anulado por pedidos de desculpas [igualmente públicas]. Estamos esperando...&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;
&lt;!--[endif]--&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;ftn1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoFootnoteText&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Oliveiras/Google%20Drive/gabi%20e%20silas%20malafaia.docx#_ftnref1&quot; name=&quot;_ftn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoFootnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
Conselho Federal de Psicologia – Em 1999 o CFP proibiu psicólogos de propor auxílio
aos que desejam deixar o estado homossexual.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/2734120721619861361/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/02/por-que-nao-preferem-sofrer-o-prejuizo.html#comment-form' title='13 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/2734120721619861361'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/2734120721619861361'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/02/por-que-nao-preferem-sofrer-o-prejuizo.html' title='Por que não preferem sofrer o prejuízo?'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>13</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-8761658546236658312</id><published>2013-01-22T08:30:00.000-02:00</published><updated>2015-02-08T16:37:43.983-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Providência</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
Decidimos
passar um sábado em Corumbá/GO, cerca de 120 km de Brasília. Logo que saí de
casa, um “lembrete” me fez voltar para pegar um celular que possui cobertura
melhor na estrada, para deixa-lo com os amigos que nos seguiam em outro carro. Duas
horas depois chegamos ao destino. Por um segundo de distração, fechei a mala do
carro com a chave dentro. Os dois celulares que dispunha e tudo mais, inclusive
documentos, ficaram trancados. O passeio teria terminado ali, exceto por aquele
celular “a mais”. Chamei o chaveiro da seguradora que prontamente resolveu o
problema. Aquele “lembrete” não foi um acaso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Na semana
seguinte tive que ir ao RJ, de avião fretado, a serviço. O piloto me chamou na
cabine para trocarmos telefones e facilitar o retorno. Enquanto ele fazia
anotações, pude dar uma olhada no painel iluminado e na paisagem belíssima à
frente; parecíamos patinar sobre um tapete de nuvens a cerca de 5 km de
altitude, 15 mil pés. Os pilotos estavam atentos, mas sem as mãos no manche
conferiam suas agendas com o avião no piloto automático. Percebi o quanto
confiamos nossas vidas a essas máquinas, engenhosidades humanas. Uma pane
irreversível, uma simples falha de manutenção, rapidamente poria fim à vida de
todos a bordo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Nesse processo,
gostaria de convidá-lo a pensar um pouco sobre a atuação de Deus no mundo. O
que é a providência de Deus? O que é o milagre? Quando Deus realmente interfere?
Será que Ele &lt;b&gt;controla&lt;/b&gt; cada lance? Ou
será que as coisas andam por si mesmas e Deus apenas intervém quando Lhe
interessa; ou jamais intervém?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Segundo
Erickson (1997), a providência de Deus se manifesta com dois objetivos: para &lt;b&gt;preservação&lt;/b&gt; ou para &lt;b&gt;governo&lt;/b&gt;. Os autores bíblicos viram a
mão preservadora de Deus em toda parte. O exemplo do Salmo 104 é contundente, e
sua intenção parece ter sido a de negar a autossuficiência de qualquer ente
criado. Tudo depende de Deus, pois Ele preserva tudo pelo Seu poder. É evidente
que Deus preservou os hebreus. Em diversas ocasiões o povo de Deus esteve em
franca desvantagem, mas prevaleceu. O episódio de Sadraque, Mesaque e Abede-Nego
é patente; o de Daniel e os leões, também. &amp;nbsp;No NT, aprendemos sobre o cuidado de Deus com
as aves, e os homens têm, segundo Mt 6, mais valor do que as aves e as flores.
Portanto, não deveria haver lugar para inquietações, Deus com sua &lt;b&gt;providência&lt;/b&gt; preserva seus filhos, ainda
que não os torne imunes a perigos e provações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Mas há ainda a
ideia da providência como &lt;b&gt;governo&lt;/b&gt;.
Nesse conceito se inclui a preservação, sendo, portanto, mais abrangente. Por
governo de Deus podemos pensar em Sua atividade no Universo, de modo que todos
os acontecimentos cumpram o Seu plano. Assim Deus pode interferir na natureza,
na história humana, na política de uma nação, e até mesmo quando achamos que o
acaso e a sorte são determinantes. Não é absurdo, logo, que Deus intervenha em dados
lançados a esmo, num insight, num encontro casual, se assim quiser, para um
propósito que O satisfaça, sempre de acordo com a bondade e a graça próprios de
Seu caráter.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Apesar disso,
não precisamos pensar que tudo ocorre como resultado de decisões divinas. As
Escrituras e a história mostram que não é bem assim. Acredite, algumas vezes
Deus permite que coisas aconteçam contra a Sua vontade (Lc 13.34). As
consequências dessa “permissividade” não são, por certo, muito agradáveis... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
E o que são
milagres? De forma geral, podemos dizer que é o fato sobrenatural, incomum, que
de forma evidente necessitou de certo “rompimento” das leis naturais para se
concretizar. Milagre é a materialização mais visível da providência de Deus
(seja para preservação ou para governo).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Erickson propõe
uma metáfora: pense na furadeira elétrica que possui um botão de trava, que
quando acionado mantém a furadeira em funcionamento até que alguém o destrave e
faça o que bem quiser. Podemos pensar então que a vontade soberana de Deus
idealizou um sistema que “anda sozinho” e que se auto-preserva, mas que não é
estanque do olhar atento de Deus, que pode intervir sempre que julgar
necessário, interrompendo o fluxo natural das coisas para agir de forma
especial, espantosa ou sobrenatural (milagre). É desse jeito que se estabelece
a providência para governo: Deus não anula os projetos humanos, mas pode subjugá-los
em favor de propósitos maiores, se assim desejar. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
As duas
histórias que contei no início não chegam a ser milagres. A primeira tenho
comigo que sofreu influência de Deus, num simples lembrete. A segunda pode
configurar-se “na furadeira com a trava acionada”. Um avião em voo não fere a
ordem natural das coisas. Mas se aquele avião começasse a cair em pane, talvez
Deus deliberasse “destravar o botão” e realizar algo espantoso, como, aliás, já
fez muitas vezes. Aí sim poderíamos ver mais um milagre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
Então alguém
perguntará: &lt;i&gt;O sistema de coisas (mundo)
está assim por inépcia de Deus, que preferiu não interferir ?&lt;/i&gt; Bem, para
responder a essa pergunta tenhamos em mente Rm 11.33-36 e Jó 42.2. &lt;b&gt;Quem pode afirmar categoricamente que o
status atual no nosso sistema de coisas frustra os altos propósitos de Deus?&lt;/b&gt;
Esta é uma pergunta que inquieta. Em breve podemos explorar melhor esse tema.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 177.0pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #444444; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;background: white; color: #38761d; font-family: &amp;quot;Helvetica&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;Bem sei eu que tudo podes, e que nenhum dos
teus propósitos pode ser impedido.&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;(&lt;/span&gt;Jó
42.2)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: blue; font-family: Helvetica, sans-serif; font-size: x-small; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;span style=&quot;background-color: white; color: blue; font-family: Helvetica, sans-serif; text-align: left;&quot;&gt;(Erickson, Millard J., Introdução à teologia sistemática, São Paulo: Vida Nova, 1997)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/8761658546236658312/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/01/providencia.html#comment-form' title='9 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8761658546236658312'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8761658546236658312'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2013/01/providencia.html' title='Providência'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>9</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-704907862846461456</id><published>2012-11-20T18:56:00.000-02:00</published><updated>2015-02-08T16:38:59.324-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Cada um no seu quadrado</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Não consigo
tocar violão. Quando jogo futebol pareço um analfabeto tentando ler. Não sei
ouvir as pessoas por muito tempo; em segundos, se o assunto não interessar, me
desligo. Como eu gostaria de saber fazer essas coisas, mas não dá.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Eventualmente podemos
ser atraídos para tarefas que realmente não podemos realizar – mas gostaríamos
muito – simplesmente porque não fomos agraciados com o talento necessário. Se
não lidarmos bem com isso, podemos nos sentir incompetentes, sem valor, porque
não gostamos, não queremos ou não sabemos fazer aquilo que apreciamos. Esses
sentimentos não vêm de dentro, vêm de expectativas externas. Bate o sentimento
de “eu não sirvo pra nada”. Aí ficamos atrapalhados com essa turbação e subestimamos
o que podemos realizar com excelência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Ao contrário
disso, desejando “resolver tudo” superestimamos nossa atuação. Parece que se “eu
não fizer, o mundo vai parar”. Vem o sentimento tipo “eu sou o último biscoito
do pacote”. Só que no fundo, mesmo tendo alguma habilidade para aquilo, seria
melhor não se envolver tanto, porque sabidamente há pessoas mais preparadas. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;O ideal seria
nos dedicarmos mais ao que temos paixão, para o que manifestamente nos sentimos
preparados e usados por Deus. Um sinal confiável de que isso acontece é a
reação das pessoas (que nos legitima) e a satisfação que experimentamos na
tarefa. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Se você não
gosta de ensinar, saiba que há mestres talentosos que o farão com excelência.
Se você não foi realmente chamado para evangelizar no fim-do-mundo, não se
amofine, fique onde está; ore, contribua. Pode acreditar, o planeta não ficará
pior sem você por lá. Se você não sabe cantar, não tem voz e é desafinado, um
instrumental pode resolver. Se não consegue dançar, é duro feito um caniço, por
favor não se mova. Não sabe dar bons conselhos, melhor ficar calado (ouvir
também é terapêutico). Deus tem capacitado muitos nessas áreas. Não devemos nos
aventurar a feitos para os quais não estejamos preparados. Apenas diga não.
Reencaminhe. Redirecione. Sem culpa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;É preciso
entender que no Corpo de Cristo não há dons melhores que outros. Em situações
pontuais, uma habilidade pode ser mais útil que as outras, mas não mais
importante.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Ora, vós sois o corpo de Cristo, e
seus membros em particular. E a uns pôs Deus na igreja, primeiramente
apóstolos, em segundo lugar profetas, em terceiro doutores, depois milagres,
depois dons de curar, socorros, governos, variedades de línguas. Porventura são
todos apóstolos? são todos profetas? são todos doutores? são todos operadores
de milagres? Têm todos o dom de curar? falam todos diversas línguas?
interpretam todos? Portanto, procurai com zelo os melhores dons; e eu vos
mostrarei um caminho mais excelente. (1Coríntios 12:27-31)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Acredito que o
melhor dos textos bíblicos para nos libertar de expectativas vazias de nós
mesmos e dos outros é o capítulo 12 de 1Coríntios. Que libertadoras são as
verdades despidas nesse trecho! Ele enfatiza não o que querem que façamos, não
o que desejamos ser, não o que a igreja [institucional] acha que temos que
realizar, mas o que Deus espera de nós. E é isso o que realmente importa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Cada um fique na vocação em que
foi chamado. (1Coríntios 7.20)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Depois de algum
tempo a gente descobre que saber quais são os nossos talentos e dons é tão
importante quanto saber – e aceitar – quais não são. Há pessoas que realmente
não sabem contar piadas (e passam vexame tentando). Para o bem de todos e
felicidade geral da nação é melhor que não nos atrevamos a ir, a fazer, a
tentar ser o que não podemos. O mesmo vale para todos os infinitivos, como treinar,
pastorear, aconselhar, pregar, profetizar, presidir. Há quem faça essas coisas
muito bem. Na verdade, tudo se resume à manifestação da Graça de Deus. Refiro-me
aqui a dons naturais e espirituais. É difícil distinguir o dom natural do saber
cognitivo, de alguma forma esses “saberes” estão conectados. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Não há demérito
nem covardia em assumir que não se é capaz de algum feito, ao contrário, é
inteligente, é assertivo. O demérito está no esquivo, que sabidamente pode
fazer e se omite (Tiago 4.17).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Alguns têm de
ir, outros, ficar. E quem vai não é maior do que o que fica. Outros são alegres,
sorridentes, expansivos e atraentes; mas também há os que são introspectivos,
sisudos e se isolam por opção. Acredite, há coisas que estes realizam muito
melhor do que aqueles. Portanto, “isto não depende do que quer, nem do que
corre, mas de Deus, que se compadece” (Romanos 9.16).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Num desses
cultos de missões vi o pastor constrangido após o testemunho das agruras de um
campo missionário. Ele tentou justificar por que está no “conforto” da cidade
num templo refrigerado, enquanto alguns estão no fogo cruzado na Faixa de Gaza.
Esqueceu-se porém de que Deus destinou cada um para o seu lugar e os capacitou.
Inverta os papéis e tudo vira o caos. Sorte, azar? Claro que não. É tão
desafiador cuidar de pessoas numa comunidade urbana quanto proclamar o &lt;i&gt;kerigma&lt;/i&gt; no Afeganistão. De novo, “cada
um fique na vocação em que foi chamado.” (1Coríntios 7.20). Vivemos e morremos
para Deus; somos do Senhor (Romanos 14.8).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: #0b5394; font-size: large;&quot;&gt;Se prestarmos
atenção, às vezes nos vemos infelizes por não conseguirmos realizar coisas tão
bem quanto o outro (chamamos isso de “inveja santa”). Gostaríamos de fazer bem
aquilo que apreciamos, mas que pode não ser nossa praia. E sem querer,
desvalorizamos os dons que recebemos. Falando de dons espirituais e funções no
Corpo de Cristo, precisamos conhecer qual o nosso lugar, o que fazemos com
excelência para edificação do todo, o que foi colocado em nosso coração como
paixão para cumprirmos com alegria e integridade. Não há alegria maior que
essa, a de encontrarmos o nosso lugar em Deus, nossa razão de viver, a nossa
causa. Como dizem por aí, cada macaco no seu galho, cada um no seu quadrado.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/704907862846461456/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/11/cada-um-no-seu-quadrado.html#comment-form' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/704907862846461456'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/704907862846461456'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/11/cada-um-no-seu-quadrado.html' title='Cada um no seu quadrado'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-6740148363039530294</id><published>2012-10-29T23:44:00.003-02:00</published><updated>2015-02-08T16:39:19.614-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Liturgia</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: left; text-indent: 0px;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Do grego λειτουργία, LITURGIA quer dizer “serviço” ou “trabalho
público”. O culto comunitário cristão, no formato bíblico, preconiza algumas
diretrizes, tais quais: deve ser exclusivamente a Deus - Êx 20.33-6; deve
expressar o melhor para Deus - Sl 33.1-3; deve ser racional, ou seja, a entrega
do corpo casto e puro em sacrifício vivo a Deus - Rm 12.1,2; deve ser um
momento para livre expressão, manifestação de dons e mutualidade - Ef 5.18-21; os
dons espirituais não são pretextos para falta de ordem e confusão - 1Co
14.26,39,40; e deve expressar diversidade e unidade - Cl 3.16,17.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Na vivência da igreja, no entanto, a
despeito de perseguirmos em maior ou menor intensidade essas características,
experimentamos o que nos parece um tanto distante do que a Bíblia instrui.
Temos hora e local predeterminado para as reuniões. Temos hora do louvor, hora
da mensagem (com tempo prévio de duração), hora do ofertório. Temos também hora
da oração, momento dos avisos e participações especiais. Em geral apenas um fala para numerosos ouvintes passivos e silenciosos. O pregador não deve ser interrompido.
Por fim, temos a hora do encerramento, com despedida solene, até o próximo
encontro que repetirá a mesma sequência.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;As liturgias diferem sensivelmente de
uma denominação para outra, de uma comunidade para outra, com nuances até da
cultura local. No entanto, o núcleo desse modelo é retratado em todos os cultos
reformados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;As perguntas que surgem são: De fato
podemos dizer que esse modelo litúrgico corresponde ao modelo bíblico? Será que
de fato o modelo que praticamos oportuniza a expressão da diversidade que há na
igreja? Esse modelo permite a livre expressão e manifestação de dons e
mutualidade? Há alimento e crescimento satisfatório para os irmãos, do ponto de
vista neotestamentário, num modelo que comporta uma classe clerical e
sacerdotal, e no qual ainda subsistem elementos e objetos sagrados?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Observando melhor, veremos que os sistemas
religiosos baseiam-se em rituais e responsabilidades. Com a observância de
rituais da fé o fiel procura agradar a Deus e alcançar a benção. Criaram-se
liturgias com ladainhas, procissões, hierarquias, símbolos, ritos e coreografias, e
consideram-se mais abençoados aqueles que se aderem a esse padrão. Isto é
apenas uma constatação. A Reforma de Lutero - Século XVI – foi importante, mas
não alterou o interior desse sistema. Parece estar evidente que os protestantes
e evangélicos do Século XXI ainda consideram que o melhor cristão é aquele que
observa com dedicação os rituais da fé. Ainda é forte no pensamento religioso
reformado o sentimento de que a pessoa que agrada a Deus é aquela que não falta
aos eventos e procura cumprir as regras.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Precisamos fazer distinção entre
tradição e tradicionalismo. Podemos dizer que tradição
é a fé viva daqueles que já morreram, e&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, serif, &#39;&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;tradicionalismo é a fé morta daqueles
que ainda estão vivos. Jesus quis que seus discípulos soubessem que regras
excessivas e tradicionalismo sempre dificultam o fluir do poder e da vida do
Pai. Apesar disso, a fé reformada ainda se vê amasiada com tradicionalismos,
visíveis na liturgia dos cultos comunitários (há exceções, mas essa talvez seja
a regra).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Existe confusão entre seguir uma
religião e ser discípulo de Jesus. Reuniões dominicais, estudos temáticos,
hinos e orações públicas, embora possam ser agradáveis, comunicam pouco da
essência de Deus. Não quero dizer que devemos abandonar a igreja-instituição ou
promover a implosão em massa de templos, mas que devemos usar esses elementos
apenas como meios facilitadores do caminho ao Pai, como ferramenta para
congregar pessoas, e não como um fim em si mesmo. Isto porque o culto e a
igreja não são lugares onde se pode ir (pelo menos não deveria ser). Culto é
“prestado” e ser igreja é um “estilo de vida”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Se igreja e culto são lugares onde se
pode ir, então se justifica a ilusão de que lá, e somente lá, devemos estar, na
hora marcada, para receber de Deus o que ele pretende nos entregar. E também se
explica o fato de termos tantos crentes dependentes de um “sacerdote”, e apesar
do tempo de conversão ainda serem tão imaturos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;As tradições litúrgicas não são o
entrave em si, mas passam a ser quando se tornam o principal meio pelo qual as
pessoas buscam a Deus e confundem tudo isso com disciplina essencial nessa
busca, e que Deus não vai aceitar o culto se algo sair do&amp;nbsp;&lt;i&gt;script&lt;/i&gt;.
Só pode haver crescimento genuíno em Deus quando há relacionamento pessoal com o
Pai e com as pessoas&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;_ftnref1&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;A revista Época&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;_ftnref2&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;publicou matéria
informando o advento de uma espécie de Nova Reforma protestante. Inspirado no
Cristianismo primitivo, um grupo crescente de irmãos têm orado, criticado a
visão dominante e, sobretudo, trabalhado para retomar as práticas bíblicas –
como acreditam – de culto público e vivência cristã. Seguem as cinco principais
características da visão dominante e a proposta com base nas primeiras
comunidades cristãs:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; class=&quot;MsoNormalTable&quot; style=&quot;border-collapse: collapse; mso-padding-alt: 0cm 0cm 0cm 0cm; mso-yfti-tbllook: 1184;&quot;&gt;
 &lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style=&quot;background: white; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 67.3pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;90&quot;&gt;&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #EDF2F8; border: solid #4F81BD 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 171.7pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;229&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Visão dominante&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #EDF2F8; border-left: none; border: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-left-alt: solid #4F81BD 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 197.0pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;263&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Visão bíblica&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style=&quot;background: white; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 67.3pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;90&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Templo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #A7BFDE; border-top: none; border: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 171.7pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;229&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A igreja é a “Casa de&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Deus&lt;/span&gt;”. As denominações investem muito
  dinheiro na construção de templos confortáveis e em manutenção.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #A7BFDE; border-bottom: solid #4F81BD 1.0pt; border-left: none; border-right: solid #4F81BD 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 197.0pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;263&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Preferem reuniões em casas, em pequenos grupos,
  em cafés, auditórios ou em qualquer lugar de fácil acesso. A “Casa de&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Deus&lt;/span&gt;” é o próprio cristão.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style=&quot;background: white; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 67.3pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;90&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Pastores&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #D3DFEE; border-top: none; border: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 171.7pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;229&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;São considerados “ungidos pelo S&lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;e-nhor&lt;/span&gt;” com acesso preferencial a&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Deus&lt;/span&gt;&amp;nbsp;e às suas revelações. As
  relações são verticais, com base num sistema hierárquico.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #D3DFEE; border-bottom: solid #4F81BD 1.0pt; border-left: none; border-right: solid #4F81BD 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 197.0pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;263&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;São líderes com preparo para aconselhamento e
  ensino, mas as relações são de igual para igual com os leigos. As relações
  são baseadas em ministérios e a liderança é dissociada do poder de mando.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style=&quot;background: white; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 67.3pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;90&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Abordagem&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #A7BFDE; border-top: none; border: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 171.7pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;229&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;É a guerra da “verdade” dos cristãos contra a
  mentira dos não-cristãos. A Bíblia é a arma do convencimento.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #A7BFDE; border-bottom: solid #4F81BD 1.0pt; border-left: none; border-right: solid #4F81BD 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 197.0pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;263&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;São os relacionamentos que conduzem ao interesse
  pelo Cristianismo. A Bíblia é a ferramenta que norteia essas relações.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;
  &lt;td style=&quot;background: white; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 67.3pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;90&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Dízimo&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #D3DFEE; border-top: none; border: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 171.7pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;229&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O fiel contribui na expectativa de que sua
  fidelidade será decisiva para que&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;font-variant: small-caps;&quot;&gt;Deus&lt;/span&gt;&amp;nbsp;resolva
  seus problemas pessoais.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #D3DFEE; border-bottom: solid #4F81BD 1.0pt; border-left: none; border-right: solid #4F81BD 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 197.0pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;263&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A oferta é apresentada como um gesto de gratidão,
  altruísmo e solidariedade. Algumas igrejas aboliram a entrega do dízimo de
  sua liturgia.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;mso-yfti-irow: 5; mso-yfti-lastrow: yes; page-break-inside: avoid;&quot;&gt;
  &lt;td style=&quot;background: white; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 67.3pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;90&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;Sociedade&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #A7BFDE; border-top: none; border: solid #4F81BD 1.0pt; mso-border-top-alt: solid #4F81BD 1.0pt; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 171.7pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;229&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;O “mundo” é mau e a igreja é o único lugar onde
  os crentes podem se proteger de sua influência.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
  &lt;td style=&quot;background: #A7BFDE; border-bottom: solid #4F81BD 1.0pt; border-left: none; border-right: solid #4F81BD 1.0pt; border-top: none; padding: 0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; width: 197.0pt;&quot; valign=&quot;top&quot; width=&quot;263&quot;&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;&amp;quot;serif&amp;quot;&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 10.0pt; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;A igreja é uma espécie de “central de
  treinamentos” para que o fiel exercite seus dons espirituais na vida
  cotidiana.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: 12.0pt; mso-fareast-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-fareast-language: PT-BR;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/td&gt;
 &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;É preciso esforço mental e muita boa
vontade para desculparmos o advento de shows gospel, cultos de libertação, de
revelação, de profecias, de milagres, de cura e outros mais. Cada um com seu
rito ou liturgia próprio. Podemos assentar essas novidades sob o espeque
bíblico? Não seria esse fenômeno fruto da opção deliberada de satisfazer as expectativas das pessoas, em frontal prejuízo do que ensina a Palavra?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Tais práticas revelam o imaginário
religioso que se firmou com raízes profundas na massa que cultua, cuja
releitura mostra-se dificílima, sobretudo porque há interesses envolvidos.
Digo, interesse da classe clerical que não permite negociar seu&amp;nbsp;&lt;i&gt;status&lt;/i&gt;&amp;nbsp;no
sistema; mas também da classe majoritária e submissa dos “leigos” – assim
chamados – que luta pela manutenção de pessoas que possam lhes dizer o que
fazer, e que busquem a Deus e orem por elas quando necessitarem. Isso lhes traz
uma atmosfera de segurança.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;A ideia, contudo, não é trabalhar o fim
do que ora experimentamos, de forma insensível, abrupta e sem o devido cuidado.
O que se propõe é a conclamação de líderes, pastores, mestres e demais obreiros
a que preguem a Palavra. Tão simples como ela se mostra. Fazendo assim, é
possível que a estrutura litúrgica que conhecemos se mantenha (embora eu
duvide), mas ela passará a ser vivenciada em outra perspectiva,
porque terá havido a pretendida &lt;i&gt;ressignificação&lt;/i&gt;, pela transformação que
começará dentro de cada um.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt 141.6pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;Precisamos de
discernimento, não apenas porque o obreiro cristão hoje está cercado de
espiritualidades falsas, mas porque muito do que passa por cristianismo
evangélico é apenas verniz das coisas espirituais. (Paul Stevens, 1998)&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;_ftnref3&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;

&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;_ftn1&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;[1]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Marcos 12.33&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;_ftn2&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;[2]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;Edição nº 638, de
6/8/2010.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;_ftn3&quot;&gt;&lt;sup&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;&#39;, sans-serif, &#39;&#39;, serif;&quot;&gt;[3]&lt;/span&gt;&lt;/sup&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt; Stevens, Paul - A hora e a vez dos leigos (título original: Liberating
the laity) – ABU Editora – São Paulo - SP, 1998, 200 p.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/6740148363039530294/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/10/liturgia.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6740148363039530294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6740148363039530294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/10/liturgia.html' title='Liturgia'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-1958715049529912272</id><published>2012-10-14T07:58:00.002-03:00</published><updated>2012-10-26T09:24:50.768-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Seja o que Deus quiser</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhddUX6zghP88KGbqxyvQp-YC95B1E8VSFJUzdmOzi4G98oAaUldLK78YEh7kGFw7SHND8ttEY2Lksz9RAyKSoM_a413ubIcW4tkrvb_TnZDMQ7OO-HRer1jI5jscGhJpzzSGpRh8StGnct/s1600/flor.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhddUX6zghP88KGbqxyvQp-YC95B1E8VSFJUzdmOzi4G98oAaUldLK78YEh7kGFw7SHND8ttEY2Lksz9RAyKSoM_a413ubIcW4tkrvb_TnZDMQ7OO-HRer1jI5jscGhJpzzSGpRh8StGnct/s320/flor.jpg&quot; width=&quot;297&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;
&lt;i style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Por causa da indignidade da sua cobiça ... seguiu ele o caminho da sua&amp;nbsp;escolha – Isaías 57.17&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-indent: 1cm;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;“Foi a vontade de Deus!”. “Deus sabe o que faz!”.
“Deus escreve certo por linhas tortas!”. “Deus sabe de todas as coisas!”. Todos
nós conhecemos e provavelmente usamos muito essas sentenças.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Virkler
(2007)&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Erc/Google%20Drive/Foi%20a%20vontade%20de%20Deus.docx#_edn1&quot; name=&quot;_ednref1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoEndnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoEndnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;line-height: 115%;&quot;&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
relata um caso nada raro: Um cristão perdeu o emprego durante uma recessão
econômica. Ele e a esposa interpretaram Romanos 8.28 (todas as coisas cooperam
para o bem...) no sentido de que ele perdeu o emprego a fim de que Deus pudesse
dar-lhe um mais bem remunerado. Em consequência disso, ele rejeitou diversas
oportunidades de emprego de remuneração inferior ou igual à que tinha antes, e
permaneceu desempregado por mais de dois anos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Todos
conhecemos alguém que, apesar de ter estudado muito, não passou no
concurso tão sonhado. Ou ainda alguém que gostaria de ter seguido uma
profissão, mas algo não saiu como esperado e hoje é meio frustrado.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Um
amigo da adolescência, um cara muito sincero, orava pedindo um nível de
santidade que lhe permitisse ver a Playboy e não sentir nada, isso no alto de
seus 17 anos de idade. Uma moça, igualmente piedosa, estudava pouco e achava que Deus lhe daria as respostas certas na prova. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Mulheres
e homens realmente acreditam que há um par perfeito, exclusivo, com quem se
casarão no dia em que Deus determinar que se encontrem, naquele lugar, naquela
data e hora, numa cena meticulosamente engendrada pelo divino. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Tudo
isso seria uma poesia se não causasse tanta confusão. Muitos já descobriram que
não é assim que funciona. Tais histórias revelam o fato de que subestimamos
nossas responsabilidades e escolhas. A ideia de que nossas escolhas são
decisivas e determinam o que está por vir assusta muita gente. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;O
Romantismo (Século XIX) parece ter influenciado demais nossa forma de ler os
fatos e a Bíblia. Os autores românticos idealizaram fantasias e desejos de
escapismo, valorizando a subjetividade, as emoções, as forças criativas do
indivíduo e a imaginação popular. Foi bom contra aquele racionalismo extremado,
mas voltemos à realidade... &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Se
por um lado isso é tão simples e verdadeiro, por outro, é exigir demais que
meros mortais como nós escolhamos sempre o que é bom no longo prazo. Isso beira
o impossível. Não temos todas as informações. Dessa forma – fazer o que? – às
vezes lamentamos ainda não terem inventado uma máquina do tempo, para voltar ao
passado e escolher a outra opção. Dar um “Ctrl Z” e seguir em frente. Hollywood
explora isso não é à toa, faz parte do nosso imaginário.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Mas
o cerne aqui não é decidir mal. É decidir com inépcia, confiando na sorte, no
acaso, dar tiro a esmo. Decidir o que dá na cabeça, e &quot;seja o que Deus quiser&quot;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;A
pergunta que surge é: Até onde vai a minha responsabilidade nos acontecimentos
da minha vida? E outra: Até onde Deus dirige e decide os rumos da minha vida?
Permita-me mais essa: Até onde é culpa do diabo os infortúnios da minha vida?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;É
claro que essas perguntas serão respondidas a partir da visão de mundo de cada
um. Portanto, haverá milhares de variantes, válidas e legítimas. Excluindo-se
as fatalidades, boas e más, a verdade é que quase tudo que nos acontece é fruto de
escolhas que fazemos e de suas consequências, nada tendo a ver com Deus e Seus
desígnios, ou com o Diabo e suas patifarias. O que experimento hoje é resultado
das minhas escolhas do passado. E o que vou viver no futuro será resultado do
que decido hoje. Sei que a maioria não gosta dessa abordagem, mas isso não muda
muita coisa. Adão e Eva no Éden já resistiram a essa “lei” e ainda hoje o tema é
mal digerido (Gênesis 3.12-13; 4.7).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large; mso-bidi-font-weight: bold;&quot;&gt;Não vai funcionar sua tentativa de
refutar esse argumento com: “&lt;i&gt;Não cai uma folha de uma árvore nem um fio de
cabelo fora da vontade de Deus&lt;/i&gt;”. Lamento decepcioná-lo. Isso não é ensino
bíblico, é apenas mais uma frase-feita que foi alçada à verdade sagrada como consolo
e recurso para jogar a culpa em alguém (neste caso, Deus). Deus de fato é onisciente e onipotente, mas por amor a nós ele não &lt;i&gt;determina &lt;/i&gt;todas as coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;A
mente de Deus é inescrutável, isto é, ela não pode ser penetrada nem realmente compreendida
(Romanos 11.33-35). Mas podemos ter boas pistas analisando responsavelmente a
Sua Palavra Escrita. É o que temos, e tem sido o bastante há séculos. Deus,
melhor do que ninguém, conhece os limites e responsabilidades da atuação dEle,
afinal foram estabelecidos por Ele mesmo. Ao fazer isso, automaticamente
estabeleceu os nossos. Veja, se não tivessem removido aquela pedra, Lázaro
teria permanecido morto. Tirai a pedra... Tiraram, então, a pedra... (João
11.39, 41). Há aqui uma clara alusão aos limites, nossas escolhas e decisões,
até onde eu vou, a partir de onde Deus segue (e vice-versa), e o que é
responsabilidade de cada um.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;No
exemplo citado – do desempregado – tudo pode ter acontecido como resultado de
negligências. Mas preferimos entender que Deus planejou assim. Se o casamento
termina, preferimos justificar tudo jogando a culpa no outro ou em Deus, que de
alguma forma permitiu. E aí nos consolamos com aquele negócio de &lt;i&gt;vontade permissiva&lt;/i&gt; e&lt;i&gt; vontade soberana&lt;/i&gt; de Deus. E os meus atos, escolhas, no que influenciam?&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Tal
qual Adão, Eva, Caim e outros, preferimos a ideia de que o que está acontecendo
não é minha responsabilidade. É de Deus, do diabo ou de alguém. Subestimamos
nossas deliberações e agimos como se elas não reverberassem até na vida de outros. Lamentamos nossos insucessos transferindo os créditos para Deus ou
o diabo, e vivemos como se fôssemos atores numa novela cujo autor, diretor,
contrarregra, maquiador, figurinista e técnico de pirotecnia fossem um só,
Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Vivemos
anos presos em pecados e vícios implorando a Deus que mude nossas vontades, mas
somos indolentes para atitudes objetivas. A última coisa que consideramos é
mudar o canal, desligar o computador, alterar o itinerário, dar as costas,
confrontar, correr (Gênesis 39.11-12).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Se
meu casamento vai mal, se falo demais, se estou vendo pornografia, se como além do necessário
ou compro o que não posso pagar, isso nada tem a ver com Deus ou o diabo. Tem a
ver com minhas escolhas, e elas são subordinadas à minha noção de responsabilidade.
Somos agentes ativos, muito mais do que espectadores (que assistem na plateia)
ou expectadores (que somente esperam acontecer).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Brinco
provocando pessoas que nos importunam pedindo orações por boa saúde, mas não
fazem nada para melhorar a alimentação e são terrivelmente sedentários (1 Tessalonicenses
5.23). Quando começam a gastar com remédios em vez de roupas novas e viagens,
culpam o &lt;i&gt;devorador&lt;/i&gt; (Tenha a santa
paciência!).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Talvez
isso seja resultado de uma cultura cristã que nos transmitiu um Deus
paternalista, que resolve tudo apesar de nossas escolhas. Um Deus brasileiro
que sempre dá um jeito. A clareza sobre até onde vão nossos limites pode ter sido turvada por nossos próprios pais, que nos impediram
“amorosamente” de colhermos os resultados de nossos equívocos, ainda quando
crianças. Mas esse estilo de vida cobra seu preço.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;; font-size: large;&quot;&gt;Quero
terminar convidando-o a dizer “sim” ou “não” avaliando os resultados (Lucas 14.28-29). Quando der tudo certo, glorifique a Deus que lhe deu
opções, recursos e inteligência para decidir. E se der errado, não culpe outros,
porque agora você já sabe como as coisas realmente funcionam.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 6pt 163.05pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Porque
o ouvido prova as palavras, como o paladar, a comida. O que é direito
escolhamos para nós; conheçamos entre nós o que é bom. – Jó 34.3-4&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;!--[if !supportEndnotes]--&gt;&lt;br clear=&quot;all&quot; /&gt;
&lt;hr align=&quot;left&quot; size=&quot;1&quot; width=&quot;33%&quot; /&gt;
&lt;!--[endif]--&gt;

&lt;br /&gt;
&lt;div id=&quot;edn1&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;file:///C:/Users/Erc/Google%20Drive/Foi%20a%20vontade%20de%20Deus.docx#_ednref1&quot; name=&quot;_edn1&quot; title=&quot;&quot;&gt;&lt;span class=&quot;MsoEndnoteReference&quot;&gt;&lt;!--[if !supportFootnotes]--&gt;&lt;span class=&quot;MsoEndnoteReference&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Calibri&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 11.0pt; line-height: 115%; mso-ansi-language: PT-BR; mso-ascii-theme-font: minor-latin; mso-bidi-font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;; mso-bidi-language: AR-SA; mso-bidi-theme-font: minor-bidi; mso-fareast-font-family: Calibri; mso-fareast-language: EN-US; mso-fareast-theme-font: minor-latin; mso-hansi-theme-font: minor-latin;&quot;&gt;[i]&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,&amp;quot;serif&amp;quot;;&quot;&gt;Virkler, Henry A, &lt;i&gt;Hermenêutica Avançada: princípios e processos
de interpretação bíblica&lt;/i&gt; – São Paulo: Editora Vida, 2007.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoEndnoteText&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/1958715049529912272/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/10/efeito-ou-sina.html#comment-form' title='8 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/1958715049529912272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/1958715049529912272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/10/efeito-ou-sina.html' title='Seja o que Deus quiser'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhddUX6zghP88KGbqxyvQp-YC95B1E8VSFJUzdmOzi4G98oAaUldLK78YEh7kGFw7SHND8ttEY2Lksz9RAyKSoM_a413ubIcW4tkrvb_TnZDMQ7OO-HRer1jI5jscGhJpzzSGpRh8StGnct/s72-c/flor.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>8</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-6126890201441435986</id><published>2012-07-03T23:29:00.001-03:00</published><updated>2015-02-08T16:40:19.308-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Mithós</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://fjblogger.com/fjguaianases/files/2010/07/cavalo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Existem mesmo
mitos evangélicos? Afinal, um povo que prega liberdade em Cristo, busca viver a
verdade e brada “EU SOU LIVRE” não deveria alimentar mitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Antes, uma breve definição do que seja mito. O mito (do grego
μυθóς, lê-se “mithós”) é uma interpretação simbólica de fatos, geralmente com
fundo cultural. O mito procura explicar a realidade e parece lógico, mas sua
argumentação é falsa, seu fundamento é um sofisma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;O
mito pode ser vivenciado através de &lt;u&gt;ritos&lt;/u&gt;. O &lt;u&gt;rito&lt;/u&gt; é o modo de se
pôr em ação o mito na vida da pessoa ou comunidade, em cerimônias, danças,
orações e sacrifícios.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Não confunda com superstição. Superstição liga-se a
misticismo. É a crença sobre relações de causa e efeito que são contrárias à racionalidade.
Por exemplo, no Brasil existe a &lt;b&gt;superstição
&lt;/b&gt;de que quebrar um espelho causa sete anos de azar e o &lt;b&gt;mito&lt;/b&gt; de que comer manga com leite faz mal; a &lt;b&gt;superstição&lt;/b&gt; de bater três vezes na madeira para evitar um mal e o &lt;b&gt;mito&lt;/b&gt; de que se deve evitar tomar banho
depois de comer. Portanto, não troque os conceitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Às vezes, as correntes que nos impedem de sermos livres são
mais mentais do que físicas ou mesmo espirituais. Assim, podemos estar
amarrados a “nada”. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Então, vejamos alguns (somente alguns) mitos evangélicos:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;a)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;A ORAÇÃO DE MADRUGADA É MAIS EFICAZ.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;&lt;b&gt;Origem provável: &lt;/b&gt;&lt;i&gt;(Salmo 88:13) -&amp;nbsp; “Eu, porém, Senhor, tenho clamado a ti, e de
madrugada te esperará a minha oração.”&lt;/i&gt;e &lt;i&gt;(Jó
8:5) –“Mas, se tu de madrugada buscares a Deus, e ao Todo-Poderoso pedires
misericórdia...”&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;O livro de Jó e os Salmos são poéticos, e por isso guardam
bastante linguagem figurada. No imaginário oriental, madrugada era sinônimo de
tribulação e angústia. A escuridão lembra ameaça e grande perigo. Por isso há tantas
referências às madrugadas no Antigo Testamento. É razoável pensar que o salmista queria dizer:
&lt;i&gt;na angústia te esperará a minha oração&lt;/i&gt;.
“Madrugada” (&lt;i&gt;Heb&lt;/i&gt;. &lt;i&gt;Transl&lt;/i&gt;. Shachar), que também se traduz
como “cedo, pela manhã”, também sugere que se deve buscar ao Senhor com
prioridade. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Associa-se a isso a nefasta “teologia do sacrifício”, que
sugere que práticas ascéticas são agradáveis a Deus. Programar orações às 2h da
manhã, renunciando a um sono reparador, dentro dessa perspectiva faz muito
sentido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;De forma geral, talvez seja melhor aproveitar a noite para o descanso
do corpo e da mente, para o dia que virá cheio de desafios e oportunidades. O
mito do “quanto mais sofrido, mais Deus se agrada” deve dar lugar às orações da
manhã, da tarde ou da noite, que têm o mesmo alcance daquelas feitas na
madrugada.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Salmos 127:2) –“Inútil
vos será levantar de madrugada, repousar tarde, comer o pão de dores, pois
assim dá ele aos seus amados o sono.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;b)&lt;/span&gt;&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;ORAR EM SILÊNCIO É MELHOR PORQUE O DIABO NÃO OUVE.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Origem provável: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Lucas 5:22) –“Jesus, conhecendo os seus
pensamentos, respondeu: Que arrazoais em vossos corações?”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;A Bíblia é econômica nesse assunto, por isso o imaginário
religioso cunhou a ideia de que somente alguém onisciente teria condições de
saber o que pensamos. Logo, nem anjos, nem demônios, nem ninguém teria essa
prerrogativa, além de Deus. De Lucas 5:22 (acima) talvez possamos extrair que
somente Deus possa saber o que pensamos, mas é provável que o astuto diabo
consiga mais vantagens do que imaginamos nessa área (Veja II Coríntios
2:10-11). Não podemos ter plena certeza disso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;De qualquer forma, esse mito parece ter nascido do medo do
diabo, e quando se tem medo do diabo e do que ele pode fazer com os filhos de
Deus, uma das situações é verdadeira: (1) superestima da atuação do maligno,
(2) desconfiança no cuidado de Deus e/ou (3) falta de conhecimento da Palavra
de Deus. Quem assim pensa precisa dar uma boa olhada em I João.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Pessoalmente penso que pouco importa se o diabo sabe ou não o
que pensamos. Orar em silêncio ou em brados não faz diferença alguma, porque o
diabo ouvindo ou não, nada poderá contra os intentos de Deus para a Sua Igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(I João 4:4) –“Filhinhos
... maior é o que está em vós do que o que está no mundo.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(I João 5:18) -&amp;nbsp; “Sabemos que todo aquele que é nascido de
Deus ... o maligno não lhe toca.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(I João 3:8b) –“Para
isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Veja também Is 43:13;
2Ts 3:3; Ef 6:16 e 1Jo 5:19).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;c)&amp;nbsp;&lt;b&gt;A ORAÇÃO DE JOELHOS É MAIS PODEROSA.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpFirst&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Origem
provável: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Lucas 22:41) -&amp;nbsp; “E [Jesus] apartou-se deles cerca de um tiro
de pedra; e, pondo-se de joelhos, orava.” e (Efésios 3:14) – “Por causa disto
me ponho de joelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo.” (Veja também
Ed 9:5 e Dn 6:10).&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Dobrar os joelhos para falar com alguém é
sinal de profunda reverência. Ainda hoje pessoas se ajoelham perante os reis e o
papa. Em alguns contextos, ajoelhar-se é sinal de adoração. Não é sem motivo,
portanto, o gesto pessoal de dobrar-se perante o Deus Altíssimo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Mas em torno desse costume criou-se o
mito de que a oração feita de joelhos surte melhor efeito. É comum que a Igreja
faça petições a Deus de pé quando o assunto é simples, e quando a coisa é intricada
pede-se a posição de joelhos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpMiddle&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Biblicamente, o alcance da oração independe
da posição de quem ora, depende apenas de fé. As orações mais célebres que
Jesus e outros fizeram não foram de joelhos. &lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Veja 2Rs 20:2; Jn 2:1; Lc 3:21; Lc
18:13; Jo 17:1; Jo 11:43.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;d)&amp;nbsp;&lt;b&gt;O JEJUM SANTIFICA E ACELERA A RESPOSTA DE DEUS.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Origem
provável: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Neemias 1:4) –“E sucedeu
que, ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei por alguns
dias; e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus.” e&amp;nbsp; (Atos 13:3) –“Então, jejuando e orando, e
pondo sobre eles as mãos, os despediram.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;A abstinência alimentar com fins religiosos tem origem no Dia
da Expiação, que era uma festa anual dos hebreus em que se fazia a purificação
de todos os pecados do povo (Levítico 16.29-30 e 23.26-29). Nesse dia, era
prescrito afligir a alma, com a negação de prazeres ao corpo, incluindo o
alimento. No Antigo Testamento, o jejum sempre esteve ligado à tristeza e ao
luto, e nunca à santificação ou busca por poder. Bem mais tarde, os israelitas
passaram a fazer jejuns interesseiros, no que foram repreendidos por Deus,
através dos profetas Isaías e Zacarias. O jejum com a finalidade de “matar a
carne” surge a partir da influência grega do dualismo de Platão, que sustenta a
oposição entre o material e o espiritual. Nesse contexto, a ascese servirá para
aproximar a pessoa da verdadeira realidade espiritual, ao se sublimar os
impulsos “carnais”. A ideia da mortificação da carne está ausente no Antigo
Testamento.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Com o advento do pentecostalismo, no século XIX, e do
neopentecostalismo, nos anos 1980, o jejum assume um viés ainda menos ortodoxo,
sem amparo bíblico, e tem sido usado para santificação, sacrifício, preparo
para expulsar demônios e outras situações difíceis, subjugar a carne, conseguir
uma bênção específica, busca de uma experiência mais intensa com o Espírito
Santo, pela libertação de pessoas ou de nações ecomo condição à implantação de
decretos divinos (atos proféticos). Mas não há respaldo bíblico sistemático para
nenhuma dessas aplicações.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Ao contrário do que parece, o assunto é simples. A polêmica
surge mais em função de tradições. Portanto, é mito que o asceticismo seja útil
para santificação e resposta de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(Colossenses 2.20-23) –
“Se morrestes com Cristo para os rudimentos do mundo, por que, como se
vivêsseis no mundo, vos sujeitais a ordenanças: não manuseies isto, não proves
aquilo, não toques aquiloutro, segundo os preceitos e doutrinas dos homens?
Pois que todas estas coisas, com o uso, se destroem. Tais coisas, com efeito,
têm aparência de sabedoria, como culto de si mesmo, e de falsa humildade, e de
rigor ascético; todavia, não têm valor algum contra a sensualidade.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Mateus 9.16-17) –
“Ninguém deita remendo de pano novo em vestido velho, porque semelhante remendo
rompe o vestido, e faz-se maior a rotura. Nem se deita vinho novo em odres
velhos; aliás, rompem-se os odres e entorna-se o vinho, e os odres estragam-se;
mas deita-se vinho novo em odres novos, e assim ambos se conservam.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;color: blue; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;e) &lt;b&gt;DIFICULDADE E DOENÇA SÃO SINAIS DE QUE HÁ PECADO.&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Origem provável: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(João 5:14) -&amp;nbsp; “Depois Jesus encontrou-o no templo, e
disse-lhe: Eis que já estás são; não peques mais, para que não te suceda alguma
coisa pior.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Esse texto isolado pode respaldar a ideia de que problemas e doenças são
castigos pelo pecado. Mas essa conclusão é prematura e até ingênua. Aquele
paralítico pode ter ficado assim por causa de atividades ilícitas, mas naquela
época já havia a ideia de que pecados são punidos com doenças, porque ainda não
compreendiam as suas causas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Esse conceito foi firmado na década de 1970, quando surgiu nos Estados
Unidos a doutrina da Confissão Positiva, cujo pai foi Keneth Hagin, falecido em
2003. Kenneth Hagin influenciou muitos, como T. L. Osborn, Benny Himm, John
Osteen, Morris Cerullo e Joyce Meyer, e muitas personalidades no Brasil, a
exemplo de Valnice Milhomens e Silas Malafaia. Essa doutrina propala que devemos
proferir palavras de vitória para ter vitória, determinar para a doença que se
vá para ficar curado e coisas do tipo, além de quebra de maldições, maldições
hereditárias e pecados de geração. Ocorre que essa abordagem não encontra
sustento sistemático na Palavra de Deus e tem causado problemas no meio cristão
evangélico. Sendo uma inverdade (porque o mundo &lt;b&gt;&lt;u&gt;não&lt;/u&gt;&lt;/b&gt; gira em torno do que falamos ou decretamos), não raro há
casos de pessoas confusas, que não “avançam” na vida, apesar de viverem
autoproclamando vitórias. Quando isso acontece, o remédio dessa “teologia” é:
Você está em pecado. Simples assim, impingindo culpa e neuroses de toda
espécie.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Homens e mulheres fiéis, desde tempos remotos, passando pela igreja primeva
até a atualidade, têm sido acometidos por doenças e sérias dificuldades na vida.
Essas ocorrências são normais para quaisquer pessoas, em face das limitações do
nosso corpo e do estado deste mundo, e de maneira nenhuma empalidece o poder de
Deus em nossas vidas. Ironicamente Keneth Hagin morreu por causa de doença. Não
me alegro com esses infortúnios, apenas os cito para evidenciar que doenças não
são evidência necessária de anormalidades em nossas vidas espirituais, e Deus
pode curá-las de assim quiser.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(João 9:3) –“Jesus
respondeu: Nem ele pecou nem seus pais; mas foi assim para que se manifestem
nele as obras de Deus.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(Romanos 7:24) –
“Miserável homem que eu sou! quem me livrará do corpo desta morte?”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(II Timóteo 4:20) –
“Erasto ficou em Corinto, e deixei Trófimo doente em Mileto.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;f)&amp;nbsp;&lt;b&gt;A ORAÇÃO DO PASTOR TEM MAIS PODER.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Origem provável: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Hebreus 13:17) - “Obedecei a vossos
pastores, e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossas almas, como aqueles
que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque
isso não vos seria útil.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;O livro de Atos retrata os feitos do Espírito Santo por meio dos
apóstolos, pondo em relevo o que os primeiros discípulos do Senhor realizaram
em nome de Jesus. Sempre houve e parece que sempre haverá pessoas que nasceram
para liderar e outras que anseiam por ser lideradas. Parece ser inerente a
alguns buscar a segurança de uma “cobertura” que os proteja. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Na Antiga Aliança havia classes sacerdotais. O sistema clerical do
judaísmo contemplava sacerdotes e levitas. Os sacerdotes eram mediadores entre
o povo e Deus, e os levitas cuidavam de todo aparato espiritual e
administrativo da Casa de Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Contudo, Jesus veio reorganizar esse sistema de normas religiosas e
proporcionar um relacionamento novo entre homens e mulheres com Deus, por meio
da fé. Ocorre que no meio cristão ainda persiste a ideia de classes sacerdotais
composta de pessoas especiais, tal qual havia no sistema levítico, recaindo
suas prerrogativas sobre pastores, bispos, apóstolos ou patriarcas. Se a
comunidade aceita esse sistema e recebe tais lideranças como vozes exclusivas
de Deus na igreja, fica fácil a proliferação de crendices e mitos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Nesse contexto, a fé na oração do pastor é uma realidade. A partir do
pressuposto de que ele é especial, nada faz mais sentido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;É preciso que o cristão entenda que vivemos a profecia do sacerdócio
real de todos os crentes. Embora os pastores sejam homens de Deus que merecem
todo o nosso respeito e consideração, a petição dele pode tanto quanto a minha
e a sua. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(Marcos 16:17) –“E
estes sinais seguirão aos que crerem: Em meu nome expulsarão os demônios;
falarão novas línguas.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(I Pedro 2:9) –“Mas vós
sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, o povo adquirido, para
que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua
maravilhosa luz.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(Tiago 5:16) -&amp;nbsp; Confessai as vossas culpas uns aos outros, e
orai uns pelos outros, para que sareis. A oração feita por um justo pode muito
em seus efeitos.&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(Veja também Jl 2.28-29,
At 2.17-18 e At 5.16).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; mso-list: l0 level1 lfo1; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: blue;&quot;&gt;g)&amp;nbsp;&lt;b&gt;PASTOR DIVORCIADO PERDE A UNÇÃO.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;Origem provável: &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000;&quot;&gt;(I Timóteo 3:2) –“Convém, pois, que o bispo
seja irrepreensível, marido de uma mulher, vigilante, sóbrio, honesto,
hospitaleiro, apto para ensinar.”&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Há três interpretações correntes para esse texto. (1) Que pretende afastar
a poligamia, já que no primeiro século em Israel essa prática ainda era legal;
(2) que&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;ser casado&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;era condição&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;para o pastorado&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;; e (3) que era condição para o
pastorado que o candidato tenha se casado uma única vez na vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Além disso, é preciso considerar Mateus 19.9, onde Jesus orienta sobre&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;divórcio, adultério e&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;u style=&quot;background-color: white; font-size: x-large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;repúdio à mulher&lt;/u&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; font-size: large; text-indent: 1cm;&quot;&gt;. Nessas questões não podemos ser
simplistas. É necessário se debruçar sobre o tema para a compreensão do que
Jesus pretendeu ensinar quando tratou do &lt;u&gt;repúdio à mulher&lt;/u&gt;. Não estaria Jesus reprimindo
separações por motivos fúteis e banais? Ou será que Jesus proibira quaisquer
separações conjugais apesar de todo tipo de dificuldades, incompatibilidades, humilhações,
violências, vícios e desrespeitos, mesmo depois de todas as tentativas de
perdão e recomeço?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;O ideal é que não ocorressem divórcios.&amp;nbsp;A vontade de Deus – está
claro – é que o homem casado não se separe. Não podemos fazer apologia ao
divórcio, mas parece-me meninice negar que há casamentos que infelizmente se
tornam insustentáveis.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 0cm; text-align: justify; text-indent: 1.0cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Sou casado há 21 anos com a primeira e mesma esposa, e pretendo
permanecer assim, até que a morte nos separe. Mas por motivos diversos homens e
mulheres de Deus abrem mão de seus matrimônios, e cada caso é uma história. O
imaginário religioso, preconceitos e tradições acabam condenando essas pessoas
ao ostracismo; pessoas que antes eram ferramentas nas mãos de Deus, transformando-as
de um dia para outro em obreiros de segunda linha. Esse é mais um mito que
precisamos reescrever, pois a realidade evidencia outro cenário. O Senhor é Deus
de misericórdia e graça.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(Romanos 14:19) –“Sigamos,
pois, as coisas que servem para a paz e para a edificação de uns para com os
outros.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraph&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(I Coríntios 7:15) – “Mas,
se o descrente se apartar, aparte-se; porque neste caso o irmão, ou irmã, não
esta sujeito à servidão; mas Deus chamou-nos para a paz.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoListParagraphCxSpLast&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; mso-add-space: auto; text-align: justify; text-indent: .1pt;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #cc0000; font-family: Times, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;(I
João 3:20-21) –“Sabendo que, se o nosso coração nos condena, maior é Deus do
que o nosso coração, e conhece todas as coisas. Amados, se o nosso coração não
nos condena, temos confiança para com Deus.”&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/6126890201441435986/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/07/mithos.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6126890201441435986'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6126890201441435986'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/07/mithos.html' title='Mithós'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-2198258143623014378</id><published>2012-06-11T18:48:00.001-03:00</published><updated>2012-06-29T07:52:15.198-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Achado é roubado sim, quando se pode devolver</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot; class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.alunosonline.com.br/upload/conteudo_legenda/1547da3a9f70610512c7900b714b2012.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;298&quot; src=&quot;http://www.alunosonline.com.br/upload/conteudo_legenda/1547da3a9f70610512c7900b714b2012.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Tenho apenas 40 anos. Não vi muita
coisa. Tudo que sei sobre o legendário Getúlio Vargas li em livros, apenas o
que se pôde escrever, é claro. Tudo da Segunda Grande Guerra, do liberalismo
dos anos 1970 e muito da ditadura apenas sinto reverberar, pelos mais
experientes.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Mas alguma coisa estranha tem ocorrido
nos últimos anos. Não sou político, nem partidário de nada que tenha a ver com
governos. Sou apenas um cidadão. Estou falando de patifarias, crias da
corrupção e da proliferação de desmandos que têm se firmado a pretexto de
compensações e reparações. Mas o pior não é isso. É sentir o povo inerte,
silente, impotente. Parece-me que tanta perplexidade tem dado lugar à rendição.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Rui Barbosa, há quase cem anos,
escreveu o célebre texto, já bem conhecido:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;“... Ao lado da
vergonha de mim, tenho tanta pena de ti, povo brasileiro!&amp;nbsp; De tanto ver
triunfar as nulidades; de tanto ver prosperar a desonra, de tanto ver crescer a
injustiça. De tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, o homem
chega a desanimar-se da virtude, a rir-se da honra e a ter vergonha de ser
honesto.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Bem antes, em 1871, o notável lusitano
Eça de Queiroz manifestou-se em tom ainda mais consternado:&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&quot;Estamos
perdidos há muito tempo... O país perdeu a inteligência e a consciência moral.
Os costumes estão dissolvidos, as consciências em debandada... A prática da
vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja
desmentido. Não há instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita...Ninguém
crê na honestidade dos homens públicos. Alguns agiotas felizes exploram. A
classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo
está na miséria. Os serviços públicos são abandonados a uma rotina dormente. O
Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um
inimigo. A certeza deste rebaixamento invadiu todas as consciências.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Será que essa letargia é privilégio do
povo do Brasil? Claro que não. Mas isso é consolo? De tanto ouvir canalhadas de
toda espécie, como num reflexo de autodefesa, tenho me afastado dos jornais.
Não por desejar me afastar das notícias, mas para não lidar com as reações (ou
melhor, a falta delas). Às vezes, tenho a impressão de que os telejornais
tentam nos provocar, mas nada acontece.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Quase ninguém mais vê utilidade em
registrar um boletim de ocorrência (além das tabelas estatísticas), quando nos
roubam o celular ou nos invadem a casa. Há nítida sensação de que não haverá
resposta. Ao contrário, somos constrangidos a melhorar nossa segurança (Sim. A
culpa pelo estupro é da mocinha que usa o jeans apertado e a culpa pelo roubo
do meu carro é minha, que fui “negligente”. Esses são exemplos simples de&amp;nbsp;&lt;i&gt;vitimização&lt;/i&gt;&amp;nbsp;no
processo penal brasileiro, bem acolhido por nossos doutos juristas).&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Os “nobres” cidadãos que receberam
gordas mesadas para votar ao lado do governo no Congresso Nacional estão
prestes a serem absolvidos pela prescrição de seus crimes (manobrinhas no STF).
Um ex-ministro da justiça – sumidade no meio jurídico – está se ocupando na defesa
de um bicheiro que, sob dezenas de provas cristalinas, será acusado por
formação de quadrilha, lavagem de dinheiro, evasão de divisas, contrabando,
corrupção ativa e passiva, peculato, prevaricação e violação de sigilo. E
dane-se a ética. Temos o Legislativo mais caro do mundo, mas que foge de
questões importantes. Um Judiciário lento, igualmente caro, que trabalha meio
período e, talvez por isso, não dá conta da demanda. O Executivo é inchado e
paternalista. Rouba-nos, soberano, direto no contracheque, no posto de
gasolina... Nas três esferas a corruptela graça folgada.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;O salário mínimo vai bem, obrigado.
Está em R$ 622. Mas o auxílio-reclusão já passa dos R$ 915. Ao passo que eu e
você acordamos cedo para ganhar o pão, um detento o ganha de nossas mãos, no
puro ócio. Tentam me convencer de que alimentá-lo é minha responsabilidade (2Ts
3.10-12). Aos detentos, infelizes que não podem ir nem vir (nada mais justo
pelo que fizeram), tem sido garantidos os “saidões” no Natal, Ano Novo, Páscoa,
dia das mães e outras datas comemorativas. E espera-se que voltem (?). Sem
comentários... Nada contra os detentos. Tudo contra essas normas infames.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;O homossexual, o índio, o
afrodescendente e qualquer outro que julgue fazer parte de uma minoria tem tido
tantos privilégios, mas tantos, que ser maioria é constrangedor. Os militares
federais têm sido achacados covardemente por lideranças espúrias que têm se
aproveitado de sua formação moral, que anatematiza qualquer ato que possa
associar-se à indisciplina (mesmo que não seja), sem reação. Nosso país humilha
quem jurou defendê-lo com a própria vida.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Há um clima de injustiça social
instalado, muito evidente, fruto de políticas públicas que, não sabemos direito
o porquê, têm causado desconforto na população.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;(Provérbios 29:2) -
Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra, mas quando o ímpio domina, o
povo geme.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Por causa disso, a ceticismo tem tomado
conta de pessoas de bem. No que devemos crer? Nas balanças do supermercado e
do&amp;nbsp;&lt;i&gt;self-service&lt;/i&gt;? Na temperatura mostrada no relógio digital da rua?
Na promessa de dentes mais brancos em uma semana, estampada nos cremes dentais?
Que o homem pisou na lua? Que as sacolas plásticas destroem o meio-ambiente, e
as embalagens de arroz, feijão, farinha, milho, ervilha e açúcar não? (Que
ingenuidade!). Que a água do planeta vai acabar? Na versão do livro de História
dos nossos filhos? Na data de validade do leite, do pão e do queijo? (Vai tudo
pro lixo depois que expira?). Que os&amp;nbsp;&lt;i&gt;iluminati&lt;/i&gt;dominam as eleições?
Que o sol pode explodir daqui a pouco? Que o mundo vai acabar em 21/12/12? Que
amanhã posso acordar sem rim, numa banheira de gelo? Meu Deus, quanta bobagem!&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Não há confiança mútua entre os entes.
Instalou-se um clima contrário, de insegurança latente, à qual nos submetemos
resignados por mera impotência, esperando que um dia algum super-herói, algum
messias (não o de Nazaré) nos salve. Aliás, estamos mal de heróis; por algum
motivo escolhemos maconheiros, prostitutas, traficantes e ladrões como exemplos
de vida.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Não interessa se evangélicos assumirão
os postos-chave do país. O que precisamos é de homens e mulheres com caráter
irretocável, e uma coisa não tem nada a ver com a outra. Mas deveria. Os
evangélicos mais proeminentes hoje têm suas imagens associadas a superstições,
atos proféticos, gritarias e apego ao dinheiro, atributos inteiramente opostos,
ironicamente, ao “evangelho” que pregam.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Jeremias, milhares de anos antes de
Cristo, perguntou por que o perverso prospera (Jr 12.1). Habacuque (Hc 1.1-4) e
Asafe (Sl 73)&amp;nbsp;também o fizeram. Inquietamo-nos pela percepção de que na
vida de pessoas íntegras, tementes a Deus, algo sempre sai errado, enquanto
pessoas inescrupulosas se dão bem. Chegamos a ter raiva da misericórdia
“excessiva” de Deus, que não age contra alguns, agora.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;(Habacuque 1:4) - Por
esta causa a lei se afrouxa, e a justiça nunca se manifesta; porque o ímpio
cerca o justo, e a justiça se manifesta distorcida.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Os pessimistas dizem que tudo tende a
piorar. Os otimistas “sabem” que tudo é dialética e parte de um processo de
aperfeiçoamento. Os triunfalistas derramam litros de óleo sobre as cidades,
propalando conquistas no “mundo espiritual”, declarando que o Brasil é do
Senhor Jesus. Os místicos dizem que há uma grande conspiração e que só um
alinhamento universal poderá mudar nosso destino. Os moderados simplesmente
aguardam o fim, sabedores de que não precisam remar contra a maré de um mundo
que jaz do maligno.&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Todos devem ter sua parcela de razão.
Mas por fim sobrevivem os lúcidos, que sabem, de verdade, que vivemos o efeito
de uma colonização estúpida, de séculos de negligência com Educação e
infraestrutura, e da cultura do grande-ganho-imediato-oportunista, bem no
estilo brasileiríssimo do “achado não é roubado, quem perdeu foi relaxado”.
Ganância. Malandragem. O episódio vexatório da rede de hotéis do Rio de
Janeiro, para a Rio+20 foi realmente triste (&lt;i&gt;Em tempo: Achado é roubado sim, quando se pode devolver&lt;/i&gt;).&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;Negligenciamos por décadas o cultivo do
amor ao Brasil. Aprendemos que trabalhar é maldição de Deus. Na Alemanha, no
Japão e na França a coisa pública é de todos, aqui o bem público é de ninguém.
Toleramos ladrões e assassinos com menos de 18. Reelegemos senador um homem que
foi execrado do poder quase ontem. Não sabemos cantar o Hino Nacional. Não
sabemos de cor nem as capitais de nossos Estados. Nosso orgulho nacional –
medíocre e fugaz – se limita a vitórias no futebol, a cada quatro anos.&lt;/span&gt;&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;137dbf2b3cc64620_137dbe6974e5247e__GoBac&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;É difícil ver saída. Aliás,&amp;nbsp;&lt;u&gt;no
curto prazo&lt;/u&gt;&amp;nbsp;não há saída. Onde estão os justos?&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 0.0001pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin: 0cm 0cm 0.0001pt 106.2pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: 12pt;&quot;&gt;(Provérbios 29:2) -
Quando os justos se engrandecem, o povo se alegra mas quando o ímpio domina, o
povo geme.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 12pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/2198258143623014378/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/06/achado-e-roubado-sim-se-se-pode.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/2198258143623014378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/2198258143623014378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/06/achado-e-roubado-sim-se-se-pode.html' title='Achado é roubado sim, quando se pode devolver'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-8215522900169158262</id><published>2012-04-28T17:49:00.000-03:00</published><updated>2015-02-08T16:40:45.892-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Simplicidade</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Mais à frente vou relatar uma experiência que se não fosse trágica seria cômica. Antes, porém, quero compartilhar &quot;o que&quot; e &quot;como&quot; poderiam ser os nossos cultos ou reuniões congregacionais. Os conceitos de culto de louvor, culto evangelístico ou culto de oração, tarde do milagre, noite de curas não são bíblicos. Não deveríamos marcar hora e local para Deus fazer aquilo que queremos que Ele faça. Por outro lado, também não precisam ser vistos como aberração nem &quot;coisa do diabo&quot;; são apenas formas que
criamos para cultuar dentro do mínimo de tempo de que dispomos - embora eu ainda ache que há sérios equívocos nisso. O
culto deve ter momentos de júbilo, louvor e dança, adoração, pregação da
palavra de Deus, testemunhos e tempo para comunhão, quando os presentes saem
dos seus lugares, conversam, riem, oram e comem juntos. Tudo dependendo de
nossa disponibilidade em gastarmos tempo para estar juntos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Um bom
conceito de culto público pode ser definido como um conjunto de gestos e
palavras codificados, de valor simbólico, próprio de um determinado grupo
cultural, que expressa a devoção a uma divindade – no caso dos cristãos o
relacionamento, a devoção e o amor ao único Deus, YHWH.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Encontramos
um conceito modelar de culto em 1Co 14:26-40, onde Paulo propõe a&amp;nbsp; participação alegre e enriquecedora dos
irmãos, no estímulo às manifestações da graça de Deus experimentáveis pelo
exercício dos dons e talentos conferidos pelo Espírito Santo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;“Que fareis, pois, irmãos? Quando vos ajuntais, cada um
de vós tem salmo, tem doutrina, tem revelação, tem língua, tem interpretação.
Faça-se tudo para edificação (...) Mas faça-se tudo decentemente e com ordem.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;É forte
no pensamento religioso o sentimento de que a pessoa que agrada a Deus é aquela
que não falta aos cultos e procura cumprir uma lista de regras e mandamentos.
Da mesma forma, é forte também o pensamento de que a pessoa que desagrada a
Deus, resumidamente, é aquela que não frequenta as reuniões de sua congregação
e não se envolve no conjunto de normas internas e eventos promovidos pela
igreja.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Entretanto,
se atentarmos bem, este cenário remonta o sistema farisaico tão criticado por
Jesus. Nenhuma prisão é tão forte quanto o sistema de obrigações religiosas.
Devemos nos lembrar de que uma das lições mais importantes que Jesus ensinou a
seus discípulos é que parem de buscar a vida que vem de Deus por meio de
rituais e obrigações religiosas. Jesus não veio para criar nem melhorar uma
religião; veio para convidar-nos a um relacionamento com ele. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Portanto,
o culto deve encerrar a ideia de estilo de vida. O “momento de culto”, como
conhecemos, em um local (templo) e com hora marcada, deve ser compreendido como
oportunidade de prestigiar a presença de outros de mesma e fé e prática, e
aproveitar essa inigualável experiência para crescimento mútuo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;(Romanos 12:1) – “ROGO-VOS, pois, irmãos, pela compaixão
de Deus, que apresenteis os vossos corpos em sacrifício vivo, santo e agradável
a Deus, que é o vosso culto racional.” &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Agora vamos ao fato trágico e nada cômico. Em
fevereiro de 2010, participei de um culto dirigido por um profeta, no auditório
de uma escola pública da Asa Sul, em Brasília. O contexto era de um retiro de
carnaval. O profeta retirou as sandálias e sentou-se no chão da plataforma à
frente. Com o microfone em punho conversava naturalmente com os ouvintes,
citando de cor textos bíblicos e trazendo a sua visão acerca destes. Contudo,
no decorrer do trabalho, o lugar foi sendo tomado por uma atmosfera de
mistério, induzido por chavões como “Deus quer fazer algo especial aqui...” e
“Você nunca mais será o mesmo depois que sair deste lugar...”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;O profeta
fazia longas pausas nas suas falas e depois balbuciava palavras como se as
tivesse acabado de recebê-las no ouvido, como recados de Deus. Em seguida,
olhou para uma grande janela à sua direita e disse que em minutos entraria um
vento que encheria aquele lugar do poder de Deus, e que quando acontecesse
todos seriam alcançados por graça tão especial que começariam a falar em outras
línguas, num batismo coletivo e irresistível do Espírito Santo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;O que
aconteceu em seguida é fácil deduzir (o tempo estava fresco no início da noite e o tal vento veio mesmo). Foi um alvoroço de gritos, pessoas caídas
no chão, rodopios e choros histéricos, que durou cerca de 10 ou 20 minutos. Em
seguida, recompostos os presentes (?), mandou o pregador que trouxessem água em
copos e jarros, intercalando leituras bíblicas aparentemente desconectadas com
histórias e testemunhos.&lt;i&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;A água
chegou pelas mãos de alguns obreiros e fez-se um “ato profético”. Sob a
orientação detalhada do profeta, todos teriam de beber um pouco daquela água
com fé para serem cheios do Espírito Santo, para experimentarem o que ocorrera
em Atos 2. Fizeram então passar alguns copos de mão em mão, e todos bebiam do
mesmo copo que ia passando, suado e babado, pela crença pia de que esse ato
lhes transmitiria alguma virtude. O que se via desde então eram pessoas caindo
novamente, dançando, ajoelhadas ou deitadas no chão (aparentemente
inconscientes). A tudo eu observava cético e atônito, sem me envolver. Por
vários momentos pretendi sair daquele local, mas por algum motivo - provavelmente curiosidade - preferi ficar, para ver no que iria dar aquele
negócio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Não
satisfeito, o pregador pegou uma jarra com aquela água “ungida” e aspergiu da
plataforma em todos os presentes, com a promessa de que seriam inundados com o
poder de Deus. Em seguida, inacreditavelmente, houve outra previsão de que,
agora da janela da esquerda, viria outro vento para encher o local do assombro
e da graça do Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Neste
momento, lembrei-me dos dizeres de Pedro em 2Pe 2.2: “&lt;b&gt;Desejai afetuosamente,
como meninos novamente nascidos, o leite racional, não falsificado, para que
por ele vades crescendo&lt;/b&gt;.”&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Pedro,
depois de ter sido amorosamente tratado por Jesus, chegou a essa sublime e
madura conclusão. Ele associou o crescimento saudável do crente ao leite
(alimento) racional que se deve desejar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-left: 70.8pt; mso-layout-grid-align: none; text-align: justify; text-autospace: none;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Precisamos de discernimento, não apenas porque o obreiro
cristão hoje está cercado de espiritualidades falsas, mas porque muito do que
passa por cristianismo evangélico é apenas verniz das coisas espirituais. (Paul
Stevens, 1998)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Ah, irmãos, como lamentei tanto afastamento da Palavra... O Evangelho é tão simples. É claro
que a presença singular e poderosa do Senhor, Criador do Universo, Todo
Poderoso, pode nos causar abalos. A estrutura humana é deveras frágil para
suportar tão grande e inimaginável poder. Todavia, não podemos nos entregar ao
ponto de ver roubada a nossa lucidez, não podemos estar absortos seja onde for
e isso inclui os nossos mais elevados momentos de culto ao Senhor. A nossa
racionalidade é também item da criação do Senhor, não é algo das mãos de homens
ou mesmo de demônios, que devamos nos abster para a aproximação com o Deus que
adoramos. Antes devemos nos aproximar do Pai completos, e excluir a
racionalidade desse conjunto é tornarmo-nos incompletos, capados, aleijados
diante do Pai.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;mso-pagination: none; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif; font-size: 10pt;&quot;&gt;Assim,
devemos atentar diligentemente para tudo o que fazemos, em atitude sóbria de
verdadeiro culto racional (seja no templo ou fora dele), especialmente em
momentos de cultos, justamente pelo apelo emocional que pode produzir. Algumas
vezes podemos experimentar fortes emoções e confundi-las com a genuína presença
de Deus. A presença de Deus emociona, [des]estrutura, abala, envolve, mas nem
toda emoção pode ser atribuída à manifestação de Deus.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/8215522900169158262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/04/simplicidade.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8215522900169158262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/8215522900169158262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/04/simplicidade.html' title='Simplicidade'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-6640457505923871577</id><published>2012-04-12T18:33:00.001-03:00</published><updated>2015-02-08T16:41:12.884-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>Para nooossa alegria…</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6.0pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Já são mais de quinze milhões de acessos no YouTube. Se você não viu ou nem sabe do que estou falando, por favor não se inquiete. A única coisa que você está perdendo é uma boa risada, nada mais.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;i&gt;Nos galhos secos de uma árvore qualquer/Onde ninguém jamais pudesse imaginar/O Criador vê uma flor a brotar/Olhai, olhai, olhai/Os lírios cresceram no campo/E o Senhor, nosso Deus/Os tem alimentado para nossa alegria/Para nossa alegria (4x).&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Essa é a singela letra de uma música que marcou época, fez muita gente aprender sobre um Deus que tem o poder de fazer a vida renascer do nada. E, além disso, a sustenta. Tudo por um motivo: PARA NOSSA ALEGRIA. Por indecifrável amor.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Talvez o autor dessa canção tenha se inspirado na belíssima poesia de Jó 14.7-9, misturando pensamentos surgidos das palavras de Jesus em João 17.13, que desejou - e garantiu - “alegria completa” na vida dos seus discípulos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 0px;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;“Porque há esperança para a árvore que, se for cortada, ainda se renovará, e não cessarão os seus renovos. Se envelhecer na terra a sua raiz, e o seu tronco morrer no pó, ao cheiro das águas brotará, e dará ramos como uma planta.” (Jó 14.7-9)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 141.6pt; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 0px;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;text-indent: 35.4pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;“Mas agora vou para ti, e digo isto no mundo, para que tenham a minha&amp;nbsp;&lt;u&gt;alegria completa&lt;/u&gt;&amp;nbsp;em si mesmos.” (João 17.13)&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Infelizmente, por motivos óbvios, essa melodia deixará de ser entoada em nossos cultos por algum tempo. Na esteira desse “sucesso” já fizeram versão incluindo palavras do mais baixo calão possível, numa composição profana que as mistura num mesmo verso com&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Criador, Senhor e Nosso Deus&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Também na esteira desse “sucesso”, convido-o a pensar um pouco sobre a alegria. Felicidade e alegria não são a mesma coisa. Alegria se inclui no fruto do Espírito Santo (nada a ver com felicidade). Aliás, dói nos ouvidos, mas é preciso dizer: Deus não tem compromisso com nossa felicidade. Ele prometeu alegria, e a garante quando experimentamos comunhão com Ele. Felicidade, por sua vez, é um conceito de extrema subjetividade e depende mais da nossa percepção do mundo (cosmovisão) do que de Deus. Alegria não; ela vem de dentro e não tem como explicar. Felicidade passa, alegria fica. Felicidade visita, alegria mora. Encontramos apenas 6 vezes na Bíblia as palavras&amp;nbsp;&lt;u&gt;feliz&lt;/u&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;u&gt;felicidade&lt;/u&gt;, ao passo que&amp;nbsp;&lt;u&gt;alegria&lt;/u&gt;&amp;nbsp;e suas variantes contamos 403 referências. Há pessoas (crentes em Jesus ou não) que se vêem felizes com tão pouco, e há também (crentes em Jesus ou não) os que vivem mergulhadas em lamúrias, infelizes, mesmo cercadas de tudo que &#39;aparentemente&#39; precisam. Logo, felicidade tem a ver com&amp;nbsp;&lt;u&gt;contentamento&lt;/u&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;b style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&quot;Porque nada trouxemos para este mundo, e manifesto é que nada podemos levar dele.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;Tendo, porém, sustento, e com que nos cobrirmos, estejamos com isso contentes.&quot; (1Tm 6.7-8)&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;A palavra grega usada com mais frequência no Novo Testamento para&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;&lt;i&gt;alegria&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;&amp;nbsp;é Χαρά (lê-se:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;Chará ou cará&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;), que quer dizer também gozo, regozijo, estado de alegria. Interessante notar que alegria e carisma têm a mesma raiz (Χάρις, lê-se:&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;Cháris ou cáris&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;), e carisma quer dizer favor, graça, boa vontade, algo de efeitos excepcionais produzidos pela graça divina. Essa compreensão é bem o que a nossa música quer transmitir. Humanamente falando, penso que seria aquela sensação de bem estar integral, apesar de circunstâncias. É segurança, é fé, é vida plena, é tudo de bom.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;Você fica contente (ou feliz) quando seu time ganha ou descontente quando perde. Experimenta-se essas sensações também de forma confusa. Por exemplo: Você fica feliz com uma promoção, e descontente porque terá de se mudar para outra cidade por causa dessa promoção. Você fica descontente porque levaram sua carteira com documentos e dinheiro, e ao mesmo tempo feliz porque lhe pouparam a vida. Contudo, em todos esses momentos é possível que o&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;i style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: x-large; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;Chará&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;esteja presente.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Essa alegria não está subordinada a um evento, nem a um momento, nem a uma bebida, nem a uma tarefa, nem a um sorrido no rosto, nem a qualquer elemento externo. E eu não vou tentar explicar, porque não vou conseguir.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;O maestro Alexei Lisounenko tentou fazer isso e acho que nos deu uma boa pista. Para ele, alegria se traduz em&amp;nbsp;&lt;u&gt;aceitação de si mesmo&lt;/u&gt;. Ele ressalta, contudo, que essa aceitação está longe do conformismo, de aceitar a vida de forma negativa, sem perspectiva de mudança. Apesar de ser uma visão limitada ante o alcance do termo&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;alegria&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;, convenhamos, talvez o maior desafio do ser humano seja a aceitação de si mesmo. Por isso os consultórios de psicologia estão lotados, os livros de autoajuda vendem tanto e as doutrinas orientais oferecem tantos remédios. Desde criança ouvimos críticas cruéis de nossos colegas (como uma autodefesa automática, desviamos a atenção de nós apontando “defeitos” nos outros). Na adolescência, notas muito baixas (e até as altas demais) também causam dificuldades. Na vida adulta, frustrações no emprego e na vida amorosa nos fazem desejar, às vezes, ser tudo menos nós mesmos. É justamente nesse contexto turbulento que Deus se apresenta, disposto a Se desvendar, e assim revelar-nos a nós mesmos, feitos à imagem e semelhança dEle, para NOSSA ALEGRIA. A aceitação de si mesmo nos oferece o ponto de vista que importa, porquanto nos dá a possibilidade de ver-nos como Deus nos vê, e essa é a perspectiva mais real e mais verdadeira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 6pt; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Georgia, &#39;Times New Roman&#39;, serif; font-size: large;&quot;&gt;Bom, de qualquer forma, é consenso que aceitar a si mesmo dá à vida cores mais vibrantes. Esse seria um bom caminho para iniciar a compreensão do que é a alegria, e quem vive nessa perspectiva deve entender mais naturalmente o que disse Jesus em João 7.38 –&amp;nbsp;&lt;i&gt;“Quem crê em mim, como diz a Escritura, rios de água viva correrão do seu interior”.&lt;/i&gt;&amp;nbsp;Tenho comigo que nessa ocasião Jesus tentou, de alguma forma, explicar o que é a&amp;nbsp;&lt;b&gt;&lt;i&gt;alegria&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/6640457505923871577/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/04/para-nooossa-alegria.html#comment-form' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6640457505923871577'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/6640457505923871577'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/04/para-nooossa-alegria.html' title='Para nooossa alegria…'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-736482981515304531</id><published>2012-02-06T22:50:00.001-02:00</published><updated>2015-02-08T16:44:19.491-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>A Lei da Cobiça e da Ganância (ops! Quero dizer “da Oferta e da Demanda”)</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Em&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;E&lt;/span&gt;conomia, a&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Lei da Oferta e da Demanda&lt;/b&gt; é a
que estabelece a relação entre a procura de um produto e a quantidade oferecida
no mercado. A partir dela, é possível descrever o comportamento dos
consumidores na aquisição de bens e serviços, em função de quantidades e
preços. Há períodos em que a oferta de um produto é muito maior do que a
procura. Nesse caso, o preço do produto tende a cair. Quando a procura passa a
ser maior que a oferta, a tendência é o aumento do preço. O equilíbrio acontece
quando oferta e procura se ajustam: o preço estabiliza. Um novo concorrente no
mercado pode desequilibrar essa relação, provocando alterações de preço, e
assim por diante. Existem outros elementos a serem considerados nesta equação, mas
esta é a lógica geral.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Contudo, por mais bela que seja essa doutrina, o que vale na
prática é a chamada &lt;b&gt;teoria do valor-utilidade &lt;/b&gt;(visão&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;utilitarista).
Por ela aprendemos que o valor de um bem se forma pelo lado da demanda, pela
satisfação que o bem representa para o&lt;span class=&quot;apple-converted-space&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;consumidor
(a isso chamarei aqui de COBIÇA). Ou seja, o setor
produtivo/comercial/empresarial possui um radar que detecta rapidamente
qualquer movimento dos consumidores para adquirir/comprar (COBIÇA) e essa “disposição
em consumir” é diretamente proporcional ao preço do produto, não importando se
a oferta suporta ou não a demanda (a isso chamarei aqui de GANÂNCIA). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;COBIÇA é o desejo sôfrego, veemente, de possuir bens materiais,
avidez, cupidez. GANÂNCIA é a ambição de ganho, usura, avareza (de acordo com
os dicionários de Língua Portuguesa).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Trocando em miúdos, o que determina o preço das coisas é a loucura
e a pressa do consumidor em adquiri-las (COBIÇA). Não importa se os meios
produtivos estão ou não preparados para suportar a demanda, se o fornecedor desconfiar
que o cliente deseja muito aquele bem, ele vai usar isso na relação para tentar
extrair o máximo de dinheiro na transação (GANÂNCIA).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;E quando a COBIÇA não está tão evidente, ela é testada. Tente contratar
algum serviço pouco usual, como o conserto de um sapato ou a confecção de um
terno sob medida. A atitude do vendedor provavelmente será, no primeiro momento,
pôr o preço na estratosfera – principalmente se ele descobrir que seu endereço
é nobre e seu cargo é bem remunerado. Depois, dependendo de sua disposição em
pagar, ele baixará o preço devagar até onde puder. Exemplo: o preço inicial do
conserto seria R$ 80,00, mas depois de um minuto de conversa o preço chega a R$
50,00. Ora, se a criatura considera que R$ 50,00 paga o serviço, por que não
deu logo o preço e pronto? Simples, ele sempre tentará ganhar o máximo possível,
mesmo que o preço seja injusto. Se você aceitar, de primeira, pagar os R$
80,00, fique certo de que na próxima ele tentará emplacar R$ 100,00 em algum
lesado. Ou seja, a GANÂNCIA dele não pode encontrar a sua COBIÇA. A sua COBIÇA
estimulará a GANÂNCIA dele.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Por isso um produto recém-lançado custa tão caro. O lojista aposta
na COBIÇA dos consumidores na novidade, o que os torna suscetíveis a pagar
muito mais do que realmente vale (por algo de que provavelmente nem precisem).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Perdoem-me os economistas por eventuais impropriedades aqui aventadas.
O objetivo não é dar aula de Economia, mas demonstrar que a relação de consumo
está intrinsecamente ligada à natureza humana, corrompida, devendo ser
compreendida além de gráficos e estatísticas. Mas para essa conduta há um
preço, pois o Senhor tudo vê... &amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;(Provérbios 28.8) - O que aumenta os seus bens com
usura e ganância ajunta-os para o que se compadece do pobre.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;(Provérbios 21.26) - O cobiçoso cobiça o dia todo, mas
o justo dá, e nada retém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;(Eclesiastes 6.9) - Melhor é a vista dos olhos do que
o vaguear da cobiça; também isto é vaidade e aflição de espírito. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Os preços deveriam ser fixados a partir do custo. Colocam-se numa
planilha os custos de produção variáveis e fixos, como impostos, salários,
matéria-prima, energia, frete, etc., e a margem de lucro que remunere adequadamente
os esforços de produção. Está formado o preço. O lucro virá pela venda em
escala. Mais vendas, mais trabalho, mais lucros (parece justo!). Mas, ao
contrário, é aqui que entra o jogo da COBIÇA x GANÂNCIA, onde prevalece a perseguição
pelo maior preço possível, pelo grande lucro no menor tempo possível, prática
que será desencadeada sempre que houver uma vontade inquieta de comprar do
outro lado do balcão.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Esses dias assistimos matéria no canal Futura, que tratava dos
camelôs no centro do Rio de Janeiro. Foi entrevistado um ambulante que se
orgulhava de ter vendido uma geringonça (pirata, chegada ao Brasil em qualquer
navio oriundo da China) para a esposa do Gilberto Gil, num sinal de trânsito. Quando
percebeu que se tratava da celebridade, que estava ao lado do marido, deduzindo
o volume de sua conta bancária, o camelô não pensou duas vezes e disparou seu
preço: R$ 120,00. Ela comprou sob os protestos do marido. Para resumir, o preço
da coisa era R$ 15,00; certamente já incluída sua razoável margem de lucro. Supondo
que o custo do cacareco tenha sido R$ 10,00, o cara lucrou nada menos que 1200 %...&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Infelizmente, essa cena se repete todos os dias. É o jogo COBIÇA x
GANÂNCIA. Alguns vão morrer elogiando a sagacidade desse ambulante. Outros,
pelo menos vão pensar um pouco sobre a “nobreza” dessa atitude (é nesses que
deposito minhas esperanças). É claro que esse foi um caso isolado, mas em maior
escala a lógica é a mesma.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify; text-indent: 42.55pt;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Uma coisa eu aprendi cedo. Meu preço deve ser um só: aquele que
acho justo. O preço dos outros, não sei, e por isso mesmo vou tentar, a todo
custo, pechinchar e domar minha COBIÇA, pois sei que ela lhes alimenta GANÂNCIAS.
Se o preço for maior do que vale, vou tentar esperar baixar... e vai baixar. Não
quero comprar nada por preço injusto (pior ainda, coisa de que talvez nem
preciso tanto).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;37&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;(Mateus 5.37) - Seja, porém, o vosso
falar: Sim, sim; Não, não; porque, o que passa disto é de procedência maligna. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/blogger.g?blogID=1037269238932099423&quot; name=&quot;4&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;(Provérbios 10.4) - O que trabalha com
mão enganosa empobrece, mas a mão dos diligentes enriquece.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;background: white; margin-bottom: 6.0pt; margin-left: 106.2pt; margin-right: 0cm; margin-top: 4.8pt; mso-line-height-alt: 8.4pt; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: Arial, sans-serif;&quot;&gt;Boas
compras!&lt;span style=&quot;font-size: x-small;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/feeds/736482981515304531/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/02/lei-da-cobica-e-da-ganancia-ops-quero.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/736482981515304531'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/1037269238932099423/posts/default/736482981515304531'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://ercilioribeiro.blogspot.com/2012/02/lei-da-cobica-e-da-ganancia-ops-quero.html' title='A Lei da Cobiça e da Ganância (ops! Quero dizer “da Oferta e da Demanda”)'/><author><name>Unknown</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-1037269238932099423.post-3332412707913615267</id><published>2012-01-22T10:49:00.001-02:00</published><updated>2015-02-05T09:57:52.626-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Amor"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Caridade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cristianismo."/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Libertação"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medo"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Religiosidade"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sacrifício"/><title type='text'>O dízimo</title><content type='html'>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O dízimo, como sabemos, corresponde ao primeiro décimo
da renda entregue a organizações religiosas. Na Idade Média, muitos reis exigiram
o dízimo de seus súditos, como tributo.&lt;span class=&quot;Ttulo1Char&quot;&gt;&lt;span style=&quot;background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: white; background-image: initial; background-origin: initial;&quot;&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Alguns
países europeus autorizaram instituições religiosas a tornar o dízimo obrigatório.
Houve o tempo em que o dízimo era dado à igreja pelo trono (reinos entregavam
10% da arrecadação tributária à igreja). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A sua primeira menção na Bíblia é de cerca de 3500
anos atrás (Gênesis 14.20). Sua aplicação no Antigo Testamento é pacífica, pela
clareza da doutrina, com exaustivas referências. Porém, com base em elementos
históricos, não podemos dizer o mesmo para o ambiente neotestamentário. Um
estudo imparcial sobre o dízimo nos conduzirá a conclusões surpreendentes, e
uma delas é o quanto sua finalidade tem sido distorcida hoje. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Vivemos nos últimos 50 anos um cristianismo místico e
fundamentalista, sobretudo nas igrejas protestantes, resultado do crescimento do
neopentecostalismo, que procura difundir o &lt;i&gt;kerigma&lt;/i&gt;
com forte ênfase no pragmatismo do “ide” (o que é excelente), mas deixa em
“quinto lugar” aspectos históricos fundamentais da doutrina dos apóstolos (o
que é terrível). O resultado disso já sabemos. Essa realidade contribui para
que muitos cristãos deem destaque aos aspectos sobrenaturais da fé e coloquem
de lado o conhecimento, o contexto, a boa hermenêutica e exegese bíblicas. Rejeitar
sem análise abordagens que visam corrigir erros, sobretudo os erros ligados a
práticas fundamentalistas, é fanatismo. Esse triste contexto passou a tomar
forma a partir do século XIX e abriu espaço para correntes, lenços, montes, jejuns,
fogueiras, sais, águas e todo tipo de crendices no evangelicalismo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Esse cenário também contribuiu para se formar uma
redoma dogmática em torno do dízimo. O entendimento reinante sobre o dízimo hoje
tem sido: (1) contribuição obrigatória para o crente que deseja ser fiel, (2)
sua entrega deve ser feita na igreja onde congrega para ser administrado pela
tesouraria, presbitério ou liderança, (3) não importa o que façam com o
dinheiro, isso não deve afetar quem oferta, pois Deus julgará os maus
administradores, (4) os demônios terão livre acesso aos infiéis nos dízimos e
nas ofertas, (5) faz parte dos requisitos para salvação, ou seja, o
não-dizimista não é fiel e portanto deve duvidar de sua salvação, (6) habilita
o crente a ocupar cargos e responsabilidades na igreja, (7) garante autoridade
ao crente na esfera espiritual, (8) deve ser dado com alegria, (9) não é
opcional para aqueles que desejam ser abençoados por Deus, isto é, a pessoa que
opta por não dizimar renuncia as bênçãos de Deus, pelo menos no campo
financeiro, e (10) é sinal de verdadeira conversão e libertação, pois aquele
que não dizima está sendo influenciado por entidades malignas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Deixando de lado por um momento esses aforismos, o que
a Bíblia realmente diz é que o dízimo sempre esteve ligado à ideia de sustento.
Foi o método de Deus para manter a regularidade dos serviços do templo e do
sacerdócio, já que os levitas não podiam possuir herdades nem outra fonte de renda.
Havia ainda “outro” dízimo que era destinado aos pobres. O dízimo,
embora anterior à lei mosaica, foi ratificado por Moisés e passou a ser lei
(Deuteronômio 14). Ao contrário do que podemos pensar, o hebreu entregava
dízimos em estrita obediência à lei, por obrigação. Não era opcional e nem sempre
havia alegria nisso.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;No Antigo Testamento, o dízimo tem sua derradeira
citação quando Malaquias atribui aos que não o entregavam o epíteto de “roubadores
de Deus” (Malaquias 3.8-10). É praticamente nesse trecho que se baseia toda a
doutrina sobre o dízimo hoje. O que poucos levam em conta é que Malaquias foi
contemporâneo de Esdras e Neemias e profetizou exatamente na ocasião de
reconstrução dos muros de Jerusalém. Eis, portanto, o verdadeiro motivo do tom
agressivo do profeta ao se dirigir aos hebreus “insensíveis” à arrecadação de numerário para as obras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O tempo passou. Deus cumpre a promessa de alcançar os
gentios com Sua Graça. Jesus funda a Igreja, que passa a se expressar como Seu Corpo após o advento do Espírito Santo (Atos 2) e anula a importância de um templo para o exercício da fé cristã. Anos depois, Paulo, em Gálatas
5.2-4, ensina: “&lt;i&gt;Eis que eu, Paulo, vos
digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de
novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a
guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela
lei; da graça tendes caído”. &lt;/i&gt;Dessa forma, parece não ser um bom &lt;i&gt;modus&lt;/i&gt; ensinar à Igreja o dever dos 10%
previstos na Lei, com apoio em Deuteronômio ou Malaquias. A Igreja não está
debaixo da Lei. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;No entanto, a pergunta que sempre ressurge e reclama
resposta é: &lt;b&gt;Devo dar o dízimo?&lt;/b&gt; (ou
entregar o dízimo, ou pagar o dízimo, devolver, oferecer, tanto faz). Quem faz
essa pergunta, provavelmente, no fundo, está buscando resposta para outra
pergunta: &lt;b&gt;O que vou ganhar se der o
dízimo?&lt;/b&gt; Cavando mais fundo, talvez a principal questão ainda seja outra: &lt;b&gt;O que acontecerá comigo se eu não entregar
o dízimo?&lt;/b&gt; Assim, muitos o entregam calculado nos centavos, em troca de
alguma coisa ou, pior, por medo. Certamente há pessoas que entregam o dízimo, apenas
para ver a obra de Deus prosperar. Mas é difícil encontrar um dizimista que ouse
deixar de sê-lo para ver o que acontece. O preço pode ser alto demais! Olha o
medo aí.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Como dito, foi-se o tempo em que o dízimo era tributo
estatal. Embora não seja mais, parece continuar sendo “imposto” por algumas
lideranças. É comum igrejas afixarem em quadro de avisos a lista dos fiéis contribuintes
ao mesmo tempo em que convida os infiéis à tesouraria para acerto de seus débitos…
com Deus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Conquanto o Novo Testamento traga boas referências de &lt;u&gt;quando&lt;/u&gt;,
&lt;u&gt;como&lt;/u&gt; e &lt;u&gt;para quê&lt;/u&gt; ofertar, a maioria dos religiosos ensina o dízimo
com base no Antigo Testamento. Assim, acabam incorrendo em erro exegético,
mesmo tratando-o como princípio. Ensina-se o dízimo e a oferta como diferentes
em gênero e grau, e nessa perspectiva o dízimo servirá para repreender o “devorador”,
e seria pela oferta que Deus nos faz prosperar (?).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;No Novo Testamento, ao contrário do que parece, Jesus
jamais recomendou a entrega do dízimo pela Igreja. A passagem de Lucas 11.42 é
dirigida aos judeus e apenas comunica que eles deveriam cumprir a lei
diligentemente, inclusive e principalmente no tocante ao amor e à justiça de
Deus. Hipócritas que eram muitos dos fariseus gostavam de bater no peito proclamando
justiça própria porque entregavam o décimo das picuinhas (hortelã, arruda e
hortaliças), mas expeliam pobres e viúvas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O apóstolo Paulo também não traz orientação quanto ao
dízimo. Hebreus 7, de autoria incógnita, vem tocar no assunto apenas para
argumentar em favor da superioridade do sacerdócio de Cristo sobre Abraão, Melquisedeque
e os levitas. O assunto ali foi outro, nada tendo a ver com o dízimo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Alguns chegam a forçar a interpretação da tragédia de
Ananias e Safira (Atos 5), para fustigar as pessoas quanto a ofertar e dizimar.
Ocorre que essa passagem também nada tem a ver com o dízimo. Aliás, esse trecho
tem a ver com o compartilhamento de bens entre os irmãos, coisa que nem sequer
se discute na igreja hoje, por ser considerado deveras anacrônico (e talvez
seja mesmo). Os irmãos contemporâneos de Ananias e Safira esperavam a volta
iminente de Jesus e foram estimulados a vender suas propriedades &lt;u&gt;voluntariamente&lt;/u&gt;
para compartilharem conforme a necessidade, ou seja, quem tinha mais que o
necessário beneficiaria quem tinha menos. Ananias e Safira, vaidosos, desejando
louvor dos homens, venderam um terreno por um preço e disseram ter vendido por
outro, mentindo ao entregar aos apóstolos o dinheiro do negócio. Morreram
fulminados! O tema aqui é a mentira, a malícia e a irreverência ao Espírito
Santo; nada de dízimo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Outro texto importante é o de Lucas 18.12, que é
justamente um argumento contrário ao legalismo religioso. Jesus dá um “tapa com
luva de pelica” em fariseus hipócritas e, por que não, na Igreja de hoje. Eles
também achavam que jejuando e entregando dízimos conseguiriam um lugar especial
em Deus. A resposta foi boa: &lt;i&gt;qualquer que
a si mesmo se exalta será humilhado, e qualquer que a si mesmo se humilha será
exaltado.&lt;/i&gt; Dar o dízimo ou fazer qualquer outra coisa para barganhar com
Deus, mais uma vez, provou-se grotesco. A ideia de troca associada ao dízimo
sempre foi extremamente perniciosa. Deus não trabalha assim, na base do
toma-lá-dá-cá. O cuidado em apaziguar a divindade com presentes em troca de
proteção tem origem no paganismo antigo, cujos elementos, infelizmente, se
acham em algumas doutrinas cristãs.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Em favor dos dízimos é também evocado Mateus 22.21: …&lt;i&gt;a César o que é de César, e a Deus o que é
de Deus.&lt;/i&gt; Só que Jesus aqui não fala de dízimo; trata da &lt;i&gt;imago dei&lt;/i&gt; (imagem de Deus). Assim como o
&lt;i&gt;estáter&lt;/i&gt; deveria ser entregue a César
porque nele estava gravada a imagem de César, o homem deve dar-se a Deus, pois
nele está também “impressa” a imagem de Deus. Deveriam eles dar a César o que é
de César (o &lt;i&gt;estáter&lt;/i&gt;) e a Deus o que é
de Deus (si mesmos).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Muitas congregações se consideram missionárias, mas em
seus balancetes consta que mais de 80% de suas receitas vão para a manutenção
do templo e honorários dos ministros. A verdade é que os trabalhos de natureza
assistencial e o apoio ao “ide” vivem de orações rápidas e pequenas ofertas
alçadas, quando a maior parcela da dedicação dos irmãos deveria ir para esses objetivos
da Igreja. Enquanto ouvimos sermões num banco macio no frescor do ar
condicionado, os que estão no campo colecionam histórias dramáticas que sempre
incluem dificuldades financeiras (muitos vão às próprias custas).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Assim, muitos líderes empolam o palavreado no culto
para sensibilizar o povo a entregar dinheiro e bens, proferindo bênção aos
fiéis e maldição aos infiéis, com base em textos que não refletem a doutrina
apostólica (Atos 2.42). Se assim não procederem, porão em risco toda a
estrutura –– de finalidade duvidosa –– que carece de cuidados permanentes, num
círculo vicioso (templos, móveis, empregados, ministros, e, em muitos casos,
luxo). A verdade é que tem sido mais prudente ensinar a bênção do dizimar –– e
a maldição do não-dizimar –– do que confiar na liberalidade dos irmãos,
deixando que contribuam conforme dispõe o coração (II Coríntios 9.7). Dessa
forma, mesmo que as pessoas fiquem bravas com a administração, contribuirão do
mesmo jeito para não serem condenadas (por Deus?), e tudo se mantém.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Paulo ensina o que certamente é a melhor posição sobre
a relação preciosa do crente com Deus, Sua Igreja e o dinheiro. É claro que a
Igreja precisa de dinheiro. É óbvio que para as coisas acontecerem há
necessidade de meios materiais. A forma mais saudável e biblicamente esteada
para isso acontecer está em II Coríntios 8 e 9, onde lemos a bela história dos
macedônios, de seu compromisso com a Obra, culminando na conclusão sobre os
resultados da generosidade no ofertar.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;É preciso que o crente neotestamentário entenda, de
uma vez por todas, que a benção é para os que estão em Cristo e que fora dEle
não há chance de obtermos benefícios de Deus, que sonda o coração. O que temos
e somos é pela generosa Graça, não vem das obras da lei para que ninguém se
glorie. O princípio a ser observado não deve ser a entrega de “dez por cento”, mas
o compromisso com a consecução da Obra; esse é princípio subjacente dos dízimos
e das ofertas no Antigo Testamento. Até porque, repetindo Gálatas 5.2-4, se
escolhermos a lei, Cristo de nada nos servirá.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;Separados estaremos de Cristo, se nos justificarmos pela lei, da
graça cairemos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;A Igreja dos três primeiros séculos da Era Cristã não
observava o dízimo. Ao contrário, deixavam as entradas a cargo da liberalidade
dos irmãos e da provisão de Deus. Infelizmente, o dízimo volta gradativamente
nos moldes do Antigo Testamento, no século IV, obrigatório, depois de
associações pouco saudáveis da Igreja com o Estado, firmando-se como doutrina
intocável do Cristianismo medieval e moderno. Até hoje a Igreja Ortodoxa rejeita
o ensino do dízimo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O dízimo, para a Igreja, do jeito que tem sido posto,
com apoio em Deuteronômio 28, Malaquias 3 e outros trechos veterotestamentários,
é anacrônico, é um erro exegético oportunista. Paulo ensina que deve haver
liberalidade, não em percentuais estipulados, mas em alegria e singeleza de
coração, porque Deus ama ao que dá com alegria. É uma deformidade esperar que
um cristão – judeu ou gentio – cumpra a lei, e isso com alegria, sobretudo
porque essa é uma opção pelo afastamento de Cristo (Romanos 6.14).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Quem tem compromisso contribui (se tem renda). Quem
não contribui, e pode fazê-lo, não tem compromisso e ainda não entendeu a
missão da Igreja. A contribuição deve ser feita sem constrangimento. O que não contribui
– e até o que contribui sem alegria – melhor assumir que é descomprometido com
essa missão. A contribuição abençoa o contribuinte porque revela desapego ao
vil metal ao mesmo tempo em que prega, sem falar, que Deus suprirá todas as
coisas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;O crente deve contribuir voluntariamente, consciente
de que a &lt;i&gt;Obra Integral do Evangelho&lt;/i&gt;
depende de recursos financeiros. Não espera bênçãos por isso (não por isso),
porque se assim esperasse, estaria anulando a graça de Cristo, que tudo concede
a quem quer por sua exclusiva indulgência. E se o crente espera bons agouros por
transferir algum dinheiro para a igreja, provavelmente também espera más
notícias caso não entregue seu cheque. A relação Deus/homem/dinheiro não pode
estar debaixo de uma atmosfera de medo. Não pode haver medo nesse negócio, não
se pode lidar com Deus com base no medo (I João 4.18). &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; text-align: justify; text-indent: 1cm;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Então, sigamos os macedônios, que ofereceram muito
mais do que dinheiro, entregaram-se a si mesmos ao Senhor.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 1cm; margin-right: 21.25pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #548dd4; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Também, irmãos, vos fazemos conhecer
a graça de Deus dada às igrejas da Macedônia; porque, no meio de muita prova de
tribulação, manifestaram abundância de alegria, e a profunda pobreza deles
superabundou em grande riqueza da sua generosidade. Porque, segundo o seu poder
(o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente.
Pedindo-nos com muitos rogos que aceitássemos a graça e a comunicação deste
serviço, que se fazia para com os santos. E não somente fizeram como nós
esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao SENHOR, e depois a nós,
pela vontade de Deus. (II Corintios 8:1-5)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 6pt; margin-left: 1cm; margin-right: 21.25pt; margin-top: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;color: #548dd4; font-family: &#39;Times New Roman&#39;, serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;Porque bem sei a prontidão do vosso
ânimo, da qual me glorio de vós para com os macedônios; que a Acaia está pronta
desde o ano passado; e o vosso zelo tem estimulado muitos... Mas enviei estes
irmãos, para que a nossa glória, acerca de vós, não seja vã nesta parte... Portanto,
tive por coisa necessária exortar estes irmãos, para que primeiro fossem ter
convosco, e preparassem de antemão a vossa bênção, já antes anunciada, para que
esteja pronta como bênção, e não como avareza. E digo isto: Que o que semeia
pouco, pouco também ceifará; e o que semeia em abundância, em abundância
ceifará. Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou
por necessidade; porque Deus ama ao que dá com alegria. E Deus é poderoso para
fazer abundar em vós toda a graça, a fim de que tendo sempre, em tudo, toda a
suficiência, abundeis em toda a boa obra; conforme está escrito: Espalhou, deu
aos pobres; a sua justiça permanece para sempre. Ora, aquele que dá a semente
ao que semeia, também vos dê pão para comer, e multiplique a vossa sementeira,
e aumente os frutos da vossa justiça; para que em tudo enriqueçais para toda a
beneficência, a qual faz que por nós se dêem graças a Deus. Porque a
administração deste serviço, não só supre as necessidades dos santos, mas
também é abundante em muitas graças, que se dão a Deus. (II Coríntios 9:1-12)&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 10.5pt;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
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