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	<description>experiências, pensamentos e devaneios de um (ex)geek</description>
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		<title>Acordo ortográfico? Sim!!</title>
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		<comments>http://eternos.org/2010/02/06/acordo-ortografico-sim/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 06 Feb 2010 13:14:48 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Devaneios]]></category>
		<category><![CDATA[acordo ortográfico]]></category>
		<category><![CDATA[Genealogia]]></category>
		<category><![CDATA[ortografia]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes que me acusem de defender uma escolha que não pratico, deixem-me confessar, primeiro, que resistirei enquanto me fôr possível e, mesmo depois de me render ao inevitável, continuarei certamente a cair no erro de escrever como sempre escrevi. Uma norma deste tipo não se adopta de um momento para o outro. A geração de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes que me acusem de defender uma escolha que não pratico, deixem-me confessar, primeiro, que resistirei enquanto me fôr possível e, mesmo depois de me render ao inevitável, continuarei certamente a cair no erro de escrever como sempre escrevi. Uma norma deste tipo não se adopta de um momento para o outro. A geração de transição está destinada a acabar os seus dias sem saber escrever &#8220;correctamente&#8221;.</p>
<p>Porque o defendo, então? Porque a língua evolui. Com ou sem acordo ortográfico, os nossos netos irão utilizar uma escrita tão distinta da actual como a nossa é distinta da dos nossos avós. E não estou a exagerar, a diferença é notória.</p>
<p>Para quem, tem como <em>hobbie</em> a leitura de papéis gastos pelos séculos, isto não é novidade. Para os restantes, talvez seja surpresa. As nossas consoantes mudas são um vestígio da escrita do passado, repleta de letras desnecessárias, herdadas de uma linguagem falada esquecida há séculos.</p>
<p>Alguns exemplos concretos são melhores que qualquer justificação que possa dar. São registos retirados da minha genealogia. A escolha recaiu sobre os textos mais facilmente legíveis &#8211; não foram escolhidos pela &#8220;estranheza&#8221; das palavras.</p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/06022010/1909.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic765" >
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</a>

<p>Em 1909, há 101 anos, escrevia-se assim:</p>
<blockquote><p>Aos vinte e seis dias do <em>mez</em> de setembro do <em>anno</em> de mil novecentos e nove, nesta <em>egreja</em> paroquial d&#8217;Amor, concelho de Leiria, diocese de Coimbra, baptizei solenemente um individuo do sexo femenino a quem dei o nome de Conceição, que nasceu nesta <em>freguezia</em> á uma hora da noite de vinte e um do corrente <em>mez</em> e <em>anno</em>, filha legitima de Manuel Pontes e de Emilia Silva, trabalhadores, <em>naturaes</em>, moradores, paroquianos e recebidos neste <em>logar</em> e <em>freguezia</em> d&#8217;Amor, neta paterna de Jose Pontes e <em>Thomazia</em> de Jesus e materna de Antonio Serra e Joaquina Silva. Foram padrinhos Manuel Rainho Junior, trabalhador e Possidona de Jesus, solteiros, os <em>quaes</em> todos sei serem os proprios. E para constar se lavrou em duplicado este assento que, depois de ser lido e conferido perante os padrinhos, que não sabem escrever, eu só o <em>assigno</em>. Era est supra. O <em>Parocho</em> Joaquim Gonçalves Margalhau</p></blockquote>
<p>Mas não ficarei por aqui.</p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/06022010/1805.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic763" >
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</a>

<p>Em 1805, há 205 anos, era esta a nossa ortografia:</p>
<blockquote><p>Aos vinte e nove de Janeiro de mil <em>outo centos</em> e <em>sinco</em> baptizei e puz os Santos Oleos a Jose fº de Jose Ferrª Rico e sua m<sup>er</sup> Clara dos Ramos da Moita do Boi, <em>netto</em> Paterno de Antonio Ferrª Rico e sua m<sup>er</sup> Rosa Mª dos S<sup>tos</sup> do Cazal dos Loureiros junto a esta Vª e materno de Jose Fr<sup>co</sup> Fazendeiro e de sua m<sup>er</sup> Maria dos Ramos do dº lugar da <em>Mouta</em> do <em>Boy</em>. Padrinhos Jose Leal solteiro, e Fr<sup>ca</sup> dos Ramos do dº lugar da <em>Mouta</em> do <em>Boy</em>. testª M<sup>el</sup> Fr<sup>co</sup> e Jose Fr<sup>co</sup> Fazendeiro da <em>Mouta</em> do <em>Boy</em> de q fiz este assento dia, mez, e era est supra</p></blockquote>
<p>Como podem reparar, também há 200 anos se abusava das abreviaturas. Não é característica exclusiva da geração-SMS.</p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/06022010/1778.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic762" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=762&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="1778" title="1778" />
</a>

<p>Em 1778, há 232 anos:</p>
<blockquote><p>Aos sete de <em>Mayo</em> de mil e setecentos setenta e <em>outo</em> baptizou <em>solemnemente</em> e pôs os santos oleos o R<sup>do</sup> P. Coadjutor Joze Ferreira a Jozé nascido de oito dias, filho de Antonio Ferreira Rico, natural desta <em>Villa</em> e de sua Mulher Roza dos Santos, natural do lugar dos Bonitos, freguezia da Almagreira. Neto Paterno de Manoel Ferreira e de sua Mulher Francisca da Conceição, <em>naturaes</em> desta <em>Villa</em>, e pela parte Materna <em>he</em> <em>Netto</em> de Manoel <em>Gonsalves</em> e de sua Mulher Cristina dos Santos do lugar dos Bonitos da mesma freguezia de Almagreira. <em>Forão</em> Padrinhos Joze Teixeira desta <em>Villa</em>, e testemunhas Sebastião José e Joze Joaquim desta <em>Villa</em>, de que fis este assento, que <em>assignei</em></p></blockquote>
<p>Nem sempre é fácil distinguir os &#8220;s&#8221; dos &#8220;z&#8221;, e desde já peço as minhas desculpas pelos inevitáveis erros de transcrição. O melhor é tentarem ler os originais! <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Em 1708, há 302 anos:</p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/06022010/1708.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic761" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=761&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="1708" title="1708" />
</a>

<blockquote><p>Aos vinte de Fevereiro de mil e<em> sette centos</em> e <em>outo annos</em>, <em>contrahirão</em> Matrimonio in facie ecclesia em minha <em>prezença</em> e das testemunhas abaixo nomeadas, André Gaspar filho que ficou de João Lopes dos Ratos, e <em>Magdalena</em> Domingues filha que ficou de João Domingues das Biqueiras, sendo primeiro corridos os banhos sem impedim<sup>to</sup> e receberão as benções e <em>forão</em> testemunhas Manoel Frz&#8217; Carrisso, Manoel Fr<sup>co</sup> dos Ratos, Antonio Domingues da Foz, e outras m<sup>as</sup> pessoas, e por verdade fiz este assento, que assinei era est supra. O P. Cura João Frz&#8217; de <em>Almeyda</em></p></blockquote>
<p>Finalmente, em 1697, há 313 anos, finais do século XVII:</p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/06022010/1697.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic760" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=760&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="1697" title="1697" />
</a>

<blockquote><p>Aos trinta dias do mes de outubro de mil e seis <em>sentos</em> e noventa e <em>sette</em> <em>annos</em> baptizou e pos os santos oleos o P. M<sup>el</sup> Nunes m<sup>or</sup> na mata da torre a <em>Jozeph</em> fº de Pº <em>Simones</em> e de sua <em>molher</em> <em>Izabel</em> <em>Denis</em> m<sup>res</sup> no Cazal do Bispo <em>freguezia</em> desta <em>parrochial</em> Igr de NSrª da vitoria deste lugar de Famalicão. <em>forão</em> padrinhos M<sup>el</sup> Nunes o <em>mosso</em> e <em>Izabel</em> do Couto fª de Manoel do Couto e de Maria fr<sup>ca</sup> moradores no Cazal do Bispo, em certeza de que fis este acento em que me <em>assiney</em> dia era mes est supra. Lourenco de Almeida.</p></blockquote>
<p>Com ou sem acordo ortográfico, a escrita evolui.</p>
<p>A troca de &#8220;s&#8221; por &#8220;z&#8221; foi uma constante ao longo dos séculos. O mesmo para os &#8220;u&#8221; e &#8220;o&#8221;, os &#8220;ou&#8221; e &#8220;oi&#8221;, os &#8220;ão&#8221; e &#8220;am&#8221; e tantos outros. Os &#8220;y&#8221;, que eram comuns há alguns séculos, desapareceram sem deixar rasto. Uma das surpresas maiores, a meu ver, é a ocorrência, há três séculos, do nome Joseph (e outro que não aparece nestes textos &#8211; Joam). Assim se escrevia, mas fica a questão: como seriam lidos?</p>
<p>Interrogo-me se os mais reticentes em aderir ao novo acordo, estariam dispostos a retroceder a escrever nestes formatos. Afinal de contas, estaríamos a recuperar uma tradição e estaríamos muito longe de abrasileirar a nossa língua!</p>
<p>Sejamos claros: faz tanto sentido escrever &#8220;correcto&#8221; como fazia sentido escrever &#8220;anno&#8221;, ou &#8220;solemnemente&#8221;. Para quê complicar? Se as letras estão lá a mais, então, que saiam&#8230;</p>
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		<title>O Nome do Vento</title>
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		<comments>http://eternos.org/2010/01/24/o-nome-do-vento/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 24 Jan 2010 17:07:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Leituras]]></category>
		<category><![CDATA[fantasia]]></category>
		<category><![CDATA[leitura]]></category>
		<category><![CDATA[livro]]></category>
		<category><![CDATA[patrick rothfuss]]></category>

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		<description><![CDATA[Quando pego num livro de fantasia de um novo autor, não consigo deixar de sentir uma ligeira inquietação. Nos últimos anos, à medida que este género literário vai ganhando adeptos, as obras medíocres (algumas delas conseguindo atingir o patamar de best sellers), têm-se sucedido a uma velocidade vertiginosa.
A dura realidade é muito simples: depois do [...]]]></description>
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</a>

<p>Quando pego num livro de fantasia de um novo autor, não consigo deixar de sentir uma ligeira inquietação. Nos últimos anos, à medida que este género literário vai ganhando adeptos, as obras medíocres (algumas delas conseguindo atingir o patamar de <em>best sellers</em>), têm-se sucedido a uma velocidade vertiginosa.</p>
<p>A dura realidade é muito simples: depois do pioneirismo dos primeiros autores deste género, muito poucos têm trazido algo de novo. Sucedem-se as cópias e a reutilização de ideias mil vezes descritas. Assim, ao ler as primeiras linhas de um autor desconhecido, apenas me ocorre uma pergunta: <em>quem irá este copiar?</em></p>
<p>As generosas críticas ao Nome do Vento fizeram-me acreditar que talvez, (talvez!), <a href="http://www.patrickrothfuss.com/content/author.asp">Patrick Rothfuss</a> tivesse conseguido escrever algo diferente. Será?</p>
<p>A resposta não é simples nem linear.</p>
<p>Uma das críticas que me fez acreditar que <em>A Crónica do Regicida</em> (nome desta trilogia) merecia um olhar mais atento, foi a de <a href="http://www.ursulakleguin.com/UKL_info.html">Ursula K. Le Guin</a> (umas das verdadeiras Autoras de literatura fantástica). Escreveu ela: &#8220;It is a rare and great pleasure to come on somebody writing the way (Patrick Rothfuss does), not only with the kind of accuracy of language that seems to me absolutely essential to fantasy-making, but with real music in the words as well&#8230;. Oh, joy!&#8221;</p>
<p>Por outro lado, algumas críticas com pretensão de positivas, acabam por ter o efeito contrário: &#8220;Os fãs de Harry Potter ansiando por uma nova série excitante não precisarão de procurar além de O Nome do Vento&#8221;, escreveu a Amazon. Palavras que, lamentavelmente, podem ser encontradas na capa da versão portuguesa deste livro.</p>
<p>Dando-lhe o benefício da dúvida, peguei no imenso livro de 966 páginas e dispus-me a lê-lo sem preconceitos.</p>
<p>Não foi à toa que falei de Ursula Le Guin e do Harry Potter. Efectivamente, a comparação com ambos é inevitável &#8211; essencialmente porque o <a href="http://eternos.org/2003/11/12/o-feiticeiro-de-terramar/">Harry Potter tem muito de O Feiticeiro de Terramar de Ursula Le Guin</a>. E, à semelhança de ambos, também o herói de O Nome do Vento é um jovem que sonha ser feiticeiro e ingressa numa escola. À semelhança de Terramar, também a magia de Rothfuss envolve os verdadeiros nomes das coisas. À semelhança do Harry Potter, também o herói desta nova história é órfão. As semelhanças, porém acabam aí.</p>
<p>O Nome do Vento <em>não é</em> literatura infanto-juvenil. Toda esta história se desenrola num ambiente muito mais tenebroso, violento e, por vezes, macabro. Apesar do protagonista ser jovem, as situações para que vai sendo, sucessivamente, arrastado, parecem-me demasiado intensas para um público juvenil.</p>
<p>Esta realidade, de certa forma, dá um novo contorno a toda a trama. Sem receio de invocar imagens de sangue ou sugestões de prostituição, Rothfuss aposta, definitivamente, num público mais exigente, afastando-se radicalmente das suspirantes adolescentes apreciadoras do jovem feiticeiro de J. K. Rowling.</p>
<p>A história é contada a dois tempos, com uma narrativa dentro de outra (e, por vezes, ainda com uma terceira, dentro da segunda!). Na prática, isto significa que temos algumas respostas antes de conhecermos a perguntas ou, dito de outra forma, conhecemos o final sem sabermos como fomos lá parar. Poderia tornar-se confuso, mas o autor consegue tornar clara toda a acção.</p>
<p>No final do primeiro livro da trilogia, a sensação que fica é comum a tantas outras obras separadas em diversos volumes: sabe a pouco. Aqui, no entanto, essa sensação é reforçada pelo nosso conhecimento da história contada a dois tempos.</p>
<p>Sem me querer atrever a ir demasiado longe, a leitura deste primeiro volume, dá-nos a sensação de termos lido o prólogo de uma história que ainda nem começou. São poucos os autores capazes de fazer isto.</p>
<p>Uma nota final para o inevitável filme que surgirá, mais ano menos ano: não será uma conversão fácil e, tenho até algum receio do resultado. Os livros do Harry Potter têm uma estrutura linear, totalmente cinematográfica e um público alvo muito específico. A vida de Kvothe (é esse o seu nome), por outro lado, é contada de trás para a frente e de frente para trás, e envolve a construção de um Universo tão rico como complexo. É possível fazê-lo, obviamente! A <a href="http://www.youtube.com/watch?v=oj61Q5KPues">Bússola Dourada</a> é um exemplo de uma brilhante adaptação. Infelizmente, há também alguns maus exemplos, entre os quais está o infeliz <a href="http://www.youtube.com/watch?v=xHCGk5d3Gsw">Feiticeiro de Terramar</a>.</p>
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		<title>12 meses</title>
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		<comments>http://eternos.org/2009/12/29/12-meses/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 29 Dec 2009 23:47:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fotografia]]></category>
		<category><![CDATA[Memórias]]></category>
		<category><![CDATA[ano]]></category>

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		<description><![CDATA[Ideia: pegar nas 3790 fotos tiradas ao longo de 2009 e escolher uma que ilustre cada um dos meses do ano.
Duas horas depois: a ideia é boa mas bem mais difícil de concretizar do que estava à espera!  
Janeiro
História: 17 de Janeiro. Depois de uma tarde dedicada ao geocaching na zona da Nazaré, uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ideia: pegar nas 3790 fotos tiradas ao longo de 2009 e escolher uma que ilustre cada um dos meses do ano.<br />
Duas horas depois: a ideia é boa mas bem mais difícil de concretizar do que estava à espera! <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Janeiro</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/170109.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic741" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=741&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="170109" title="170109" />
</a>

<p>História: 17 de Janeiro. Depois de uma tarde dedicada ao geocaching na zona da Nazaré, uma última cache, ao cair da noite, levou-nos ao porto. Não a encontrámos, mas ficou esta foto para recordação.</p>
<p><strong>Fevereiro</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/150209.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic740" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=740&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="150209" title="150209" />
</a>

<p>História: 15 de Fevereiro. Quase se repete a história do mês anterior! A companhia era diferente e a cache era outra &#8211; desta vez, foi encontrada!</p>
<p><strong>Março</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/220309.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic743" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=743&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="220309" title="220309" />
</a>

<p>História: 22 de Março. Batalha, a caminho de mais uma cache, o pópó ficou estacionado à sombra de um destes monstros eólicos.</p>
<p><strong>Abril</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/250409.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic745" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=745&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="250409" title="250409" />
</a>

<p>História: 25 de Abril. Convívio com o pessoal do CDP. De bicicleta da Marinha Grande à Praia das Paredes.</p>
<p><strong>Maio</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/020509.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic736" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=736&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="020509" title="020509" />
</a>

<p>História: 2 de Maio. No coração do Alentejo. Mini-férias dedicadas quase por inteiro ao geocaching e à descoberta de lugares únicos.</p>
<p><strong>Junho</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/140609.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic739" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=739&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="140609" title="140609" />
</a>

<p>História: 14 de Junho. Mês com poucas fotos, daí aparecer esta. É uma brincadeira. Eu não tenho bigode. Mas tenho borboletas na parede&#8230; <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>
<p><strong>Julho</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/020709.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic737" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=737&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="020709" title="020709" />
</a>

<p>História: 2 de Julho. Férias. Geocaching na Serra da Estrela. Na foto: Penhas Douradas.</p>
<p><strong>Agosto</strong></p>
<p>sem fotos <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> <strong> </strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Setembro</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/050909.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic738" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=738&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="050909" title="050909" />
</a>

<p>História: 5 de Setembro. Em casa. A Lilia e a Felisbela a jogar Mario Kart na Wii.</p>
<p><strong>Outubro</strong></p>
<p>sem fotos <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':(' class='wp-smiley' /> <strong> </strong></p>
<p><strong><br />
</strong></p>
<p><strong>Novembro</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/221109.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic744" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=744&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="221109" title="221109" />
</a>

<p>História: 22 de Novembro. Trabalhos de Campo I. Se tivesse que escolher uma só foto para representar 2009, esta seria, provavelmente, a escolhida. Peninha.</p>
<p><strong>Dezembro</strong></p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/resumo2009/201209.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic742" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=742&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="201209" title="201209" />
</a>

<p>História: 20 de Dezembro. Tentativa de fotografar alguns organismos do intertidal. Praia do Vale Furado.</p>
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		<title>Avatar</title>
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		<comments>http://eternos.org/2009/12/19/avatar/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 19 Dec 2009 23:18:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Filmes]]></category>
		<category><![CDATA[avatar]]></category>
		<category><![CDATA[dune]]></category>
		<category><![CDATA[filme]]></category>
		<category><![CDATA[james cameron]]></category>

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		<description><![CDATA[
Não me quero alongar demasiado sobre o espectáculo que é este filme. Parece que estamos, efectivamente, perante um marco na história do cinema.
Louvores (inteiramente merecidos) à parte, não posso deixar de referir um pormenor que, para mim, é demasiado evidente: a história de base deste filme, é basicamente a mesma de Dune (David Lynch, 1984).
Embora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://eternos.org/wp-content/uploads/2009/12/avatar1.jpg"><img class="size-medium wp-image-1376 alignnone" title="avatar1" src="http://eternos.org/wp-content/uploads/2009/12/avatar1-300x165.jpg" alt="avatar1" width="300" height="165" /></a></p>
<p>Não me quero alongar demasiado sobre o espectáculo que é este filme. Parece que estamos, efectivamente, perante um marco na história do cinema.</p>
<p>Louvores (inteiramente merecidos) à parte, não posso deixar de referir um pormenor que, para mim, é demasiado evidente: a história de base deste filme, é basicamente a mesma de <a href="http://uk.imdb.com/title/tt0087182/">Dune</a> (David Lynch, 1984).</p>
<p>Embora isso não lhe retire o mérito de ser um filme inovador e um espectáculo visual deslumbrante, a meu ver, ensombra um pouco o que, de outro modo, seria um sucesso irrepreensível&#8230;</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CarlosFranquinho/~4/PVWzAbswmkw" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>As empresas e a biodiversidade</title>
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		<comments>http://eternos.org/2009/11/06/as-empresas-e-a-biodiversidade/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 06 Nov 2009 20:32:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Ambiente]]></category>
		<category><![CDATA[Universidade]]></category>
		<category><![CDATA[biodiversidade]]></category>
		<category><![CDATA[conservação]]></category>
		<category><![CDATA[economia]]></category>
		<category><![CDATA[ecossistemas]]></category>

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		<description><![CDATA[Serviços de Ecossistema – reconhecendo a realidade
Foi necessário percorrer um longo caminho, repleto de obstáculos e percalços, para que o Homem tomasse consciência do que deveria ser óbvio: como fruto da evolução e como mero membro da biodiversidade terrestre, também nós estamos inteiramente dependentes dos serviços dos ecossistemas. Durante milhares de anos, sempre tomámos como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><strong>Serviços de Ecossistema – reconhecendo a realidade</strong></em><br />
Foi necessário percorrer um longo caminho, repleto de obstáculos e percalços, para que o Homem tomasse consciência do que deveria ser óbvio: como fruto da evolução e como mero membro da biodiversidade terrestre, também nós estamos inteiramente dependentes dos serviços dos ecossistemas. Durante milhares de anos, sempre tomámos como garantidos todos os bens e produtos que a Natureza nos oferece, sem questionar a sua disponibilidade ou sem considerar os seus eventuais custos. Como resultado, fomos utilizando abusivamente todos os recursos naturais quase até à sua exaustão, fomos deteriorando os ecossistemas quase até ao ponto de não ser possível a sua recuperação.</p>
<p>Em 1992, no âmbito da Convenção para a Diversidade Biológica, abriram-se, finalmente, as portas para uma maior compreensão da nossa dependência dos ecossistemas e dos passos necessários para a sua preservação.</p>
<p><em><strong>Biodiversidade: transformando a crise em negócio</strong></em><br />
Após a tomada de consciência da necessidade de preservar a biodiversidade como base de sustentação dos serviços de ecossistema, dos quais depende o bem estar humano, surge uma questão incontornável: como aliciar o sector privado a participar activamente nesta preservação? À partida, parecerá algo utópico solicitar às empresas, cujo objectivo é a obtenção de lucro, que invistam capital neste campo sem com isso vislumbrarem quaisquer benefícios a curto prazo.</p>
<p>Se para alguns ramos de actividade, caso da agricultura, da caça ou do turismo, o valor da biodiversidade é intrínseco e inquestionável, para outros sectores, como é o caso de inúmeras industrias e serviços, não é tão fácil encontrar uma relação directa entre a biodiversidade e a actividade exercida. O elemento de ligação são, inevitavelmente, os serviços dos ecossistemas, de que todas as actividades económicas dependem, directa ou indirectamente.</p>
<p>A questão, porém, mantém-se: porquê pagar por um bem ou serviço que se encontra abundantemente disponível e do qual sempre todos puderam usufruir sem contrapartidas? O primeiro passo para responder a esta questão, será avaliar os riscos associados à perda de biodiversidade.</p>
<p>Em primeiro lugar, uma sociedade civil cada vez mais informada e exigente, tenderá a optar, preferencialmente, pelos produtos e serviços de empresas ecologicamente responsáveis. As implicações legais de uma má conduta ambiental, como é o caso da aplicação do principio do poluidor pagador, poderão ter um peso determinante na sobrevivência económica das empresas. Finalmente, o uso sustentável dos recursos biológicos é, em última análise, condição necessária para a sobrevivência de todas as empresas pois, a quebra dos serviços de ecossistema implicará a ruptura do fornecimento de bens indispensáveis.</p>
<p>Por uma simples análise da situação inversa, encontraremos uma oportunidade associada a cada um destes riscos: empresas socialmente responsáveis atraem investimento, os produtos e serviços ecologicamente certificados têm maior procura, uma racional utilização dos recursos traduzir-se-à numa redução de custos.</p>
<p>Compreendendo a necessidade imperativa de conservar a biodiversidade, coloca-se, finalmente, a questão: como o fazer? A multiplicidade de respostas possíveis, dependerá do tipo de empresa e de actividade económica em que se insere. Uma primeira análise desta questão revela duas possibilidades:</p>
<ol>
<li>
<em>O negócio tem impacto na biodiversidade</em>: efectivamente, é virtualmente impossível consolidar uma empresa sem qualquer impacto ambiental, pelo que restará aos seus gestores implementar uma politica de controlo ambiental que reduza ao mínimo os prejuízos ambientais provocados pela sua actividade.</li>
<li>
<em>A biodiversidade é o próprio negócio</em>: caso de empresas que adquirem terrenos com alto valor de biodiversidade com intenção de os preservar, que controlam o acesso a espécies ou habitats mediante um pagamento, ou que fazem a gestão da biodiversidade em determinadas áreas.
</li>
</ol>
<p>E é, finalmente, na relação entre estas duas vertentes que se encerra o novo paradigma da biodiversidade como negócio. Uma vez que é praticamente impossível reduzir a zero os impactos na biodiversidade, as empresas deverão compensar a sociedade investindo em créditos ambientais, ou seja, recorrendo aos prestadores de serviços cujo negócio é a conservação (ou recuperação) da biodiversidade.</p>
<p>De acordo com Mendes Palma, <em>et al.</em>, 2008, “<em>Os mercados para os serviços dos ecossistemas, e da biodiversidade em particular, têm vindo a desenvolver-se consistentemente ao longo da última década. Existe a convicção generalizada entre os diferentes players do sector de que esta é uma área de negócio que irá experimentar um acelerado crescimento na próxima década, como alguns dos exemplos dados anteriormente deixam antever</em>”.</p>
<p>Apesar de não se encontrar uma referência explicita no texto do autor, esta visão dos factos parece apontar, quase na totalidade, para o cenário de “Jardim Tecnológico”, traçado pelo <em><a href="http://www.millenniumassessment.org/en/index.aspx">Millennium Ecosystem Assessment</a></em>. Efectivamente, neste cenário, é encorajada a expansão de mercados em serviços de ecossistemas o que se traduzirá numa solução para o conflito entre a economia e o ambiente. Apesar de ser este, porventura, o mais idílico dos quatro cenários descritos neste relatório das Nações Unidas, não é, porém, isento de desvantagens.</p>
<p>A inevitável tentação para gerir todos os ecossistemas do planeta poderá ter o efeito contrário ao desejado. A visão humana (necessariamente simplista) do mundo natural, poderá pôr em causa a sobrevivência de espécies que, possivelmente, não estariam ameaçadas caso os seus ecossistemas ou habitats se mantivessem totalmente selvagens. Por outro lado, o <em>Jardim Tecnológico</em>, dependerá em larga escala da engenharia ecológica e da biotecnologia, diluindo-se a fronteira entre o natural e o artificial, ou seja, haverá tendência para artificializar a Natureza.</p>
<p>Esta visão de futuro depende, obviamente, das acções no presente. Apesar das preocupações ambientais, entre as quais se encontra a quebra da biodiversidade, se encontrarem na ordem do dia, há inúmeros factores politico-sociais que poderão condicionar as decisões tomadas e, consequentemente, os caminhos a trilhar. É impensável, nos dias de hoje, exigir às empresas dos países em desenvolvimento, que coloquem a biodiversidade no topo das suas prioridades. Muitas vezes, porém, é nesses países que a conservação é mais urgente.</p>
<p>Alguns passos importantes foram dados no bom sentido. Compreendemos hoje a importância dos serviços dos ecossistemas e a sua relação com a diversidade da vida na Terra. Esta informação tem conseguido chegar à sociedade civil e aos decisores económicos. Encontrámos alguns métodos que permitirão atingir um equilíbrio entre o progresso e a conservação. Resta, finalmente, encontrar forma de agir de uma forma global, sem esquecer as especificidades regionais de cada país ou região.</p>
<p>As empresas, assim como os indivíduos, não terão propriamente escolha entre preservar ou não preservar a biodiversidade: a conservação é um imperativo. Falta-nos apenas encontrar o melhor método de o fazer.</p>
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		<item>
		<title>A Batalha do Condestável TP 97 [Batalha] e Yes, I’m a Geotourist [Batalha] (Pt+En)</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/CarlosFranquinho/~3/1_OvGePHYiw/</link>
		<comments>http://eternos.org/2009/07/06/a-batalha-do-condestavel-tp-97-batalha/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 06 Jul 2009 17:45:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontrámos]]></category>
		<category><![CDATA[Geocaching]]></category>
		<category><![CDATA[Batalha]]></category>
		<category><![CDATA[condestável]]></category>
		<category><![CDATA[mosteiro]]></category>

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		<description><![CDATA[GC1ANFW, de touperdido. N 39° 39.58? W 008° 49.61?
GC1RH5R, de tofixe. N 39° 39.51? W 008° 49.48?
Mesmo tratando-se de um local tão familiar como a Batalha, este consegue-nos sempre oferecer uma sensação de descoberta. Por cada novo olhar que lançamos a este mosteiro, descobrimos um novo pormenor, algo em que ainda não tínhamos reparado em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=53fcfbe8-98c9-4420-b148-3d67734dbfdb">GC1ANFW</a>, de <a href="http://www.geocaching.com/profile/?guid=d88e2b9b-415f-49e9-8c1e-88f51f9cd90e&amp;wid=53fcfbe8-98c9-4420-b148-3d67734dbfdb&amp;ds=2">touperdido</a>. N 39° 39.58? W 008° 49.61?</p>
<p><a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=344abb98-6a1c-4237-8b8d-cfce54f7e6fe">GC1RH5R</a>, de <a href="http://www.geocaching.com/profile/?guid=47eaf0ea-cf97-444b-baa4-44abb9672d97&#038;wid=344abb98-6a1c-4237-8b8d-cfce54f7e6fe&#038;ds=2">tofixe</a>. N 39° 39.51? W 008° 49.48?</p>
<p>Mesmo tratando-se de um local tão familiar como a Batalha, este consegue-nos sempre oferecer uma sensação de descoberta. Por cada novo olhar que lançamos a este mosteiro, descobrimos um novo pormenor, algo em que ainda não tínhamos reparado em visitas anteriores, tal é o detalhe e a mestria desta construção. Com ou sem caches, continuará a ser um local de paragem frequente e obrigatória.</p>
<p>E quanto às caches? Ambas simples. <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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		<title>Sá da Bandeira</title>
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		<comments>http://eternos.org/2009/07/05/sa-da-bandeira/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 23:05:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontrámos]]></category>
		<category><![CDATA[Geocaching]]></category>
		<category><![CDATA[Coimbra]]></category>

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		<description><![CDATA[GC1TFMJ, de takssista. N 40° 12.68? W 008° 25.44?
Inúmeras vezes já tínhamos passado por esta avenida sem lançar um segundo olhar ao seu jardim e monumentos. Continuaríamos a fazê-lo, não fosse por esta cache.  
Apesar do adiantado da hora, a localização final estava muito concorrida, pelo que foi necessário um compasso de espera no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=a0d4a837-3336-4ced-9669-65d6aaa1fdd9">GC1TFMJ</a>, de <a href="http://www.geocaching.com/profile/?guid=e18eef0e-54e2-4ec2-b8e3-1f0012f47fa5&amp;wid=a0d4a837-3336-4ced-9669-65d6aaa1fdd9&amp;ds=2">takssista</a>. N 40° 12.68? W 008° 25.44?</p>
<p>Inúmeras vezes já tínhamos passado por esta avenida sem lançar um segundo olhar ao seu jardim e monumentos. Continuaríamos a fazê-lo, não fosse por esta cache. <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Apesar do adiantado da hora, a localização final estava muito concorrida, pelo que foi necessário um compasso de espera no café ao lado até que os <em>muggles</em> abandonassem o local. Depois foi uma questão de lhe meter a mão, <em>logar</em>, e ala para casa que se faz tarde!</p>

<a href="http://eternos.org/wp-content/gallery/gc1tfmj/img_8229-modificada.jpg" title="" class="thickbox" rel="singlepic632" >
	<img class="ngg-singlepic ngg-center" src="http://eternos.org/wp-content/plugins/nextgen-gallery/nggshow.php?pid=632&amp;width=320&amp;height=240&amp;mode=" alt="img_8229-modificada" title="img_8229-modificada" />
</a>

<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CarlosFranquinho/~4/NICGbVqZ_sY" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<title>Terreiro de Sansão</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/CarlosFranquinho/~3/EMHBLIoJBNY/</link>
		<comments>http://eternos.org/2009/07/04/terreiro-de-sansao/#comments</comments>
		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 20:50:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontrámos]]></category>
		<category><![CDATA[Geocaching]]></category>
		<category><![CDATA[Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>
		<category><![CDATA[terreiro]]></category>

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		<description><![CDATA[GC16TT0, de lestro. N 40° 12.64? W 008° 25.75?
Depressa percebemos onde estaria a cache. Já retirá-la do lugar sem dar nas vistas, foi outra história. Com a praça cheia de muggles a apreciar um festival de folclore que por ali se realizava, foi preciso recorrer à máxima discrição&#8230;  
Depois de um inevitável compasso de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=c3763de0-5e28-41b2-b300-e0016e4ccb41">GC16TT0</a>, de <a href="http://www.geocaching.com/profile/?guid=06057115-65dc-4ff6-ab80-9588a0d9043e&amp;wid=c3763de0-5e28-41b2-b300-e0016e4ccb41&amp;ds=2">lestro</a>. N 40° 12.64? W 008° 25.75?</p>
<p>Depressa percebemos onde estaria a cache. Já retirá-la do lugar sem dar nas vistas, foi outra história. Com a praça cheia de muggles a apreciar um festival de folclore que por ali se realizava, foi preciso recorrer à máxima discrição&#8230; <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>
<p>Depois de um inevitável compasso de espera, lá conseguimos meter a mão no sítio e agarrar a dita! <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /> </p>

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								<img title="img_8221-modificada" alt="img_8221-modificada" src="http://eternos.org/wp-content/gallery/gc16tt0/thumbs/thumbs_img_8221-modificada.jpg" width="100" height="100" />
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								<img title="img_8224-modificada" alt="img_8224-modificada" src="http://eternos.org/wp-content/gallery/gc16tt0/thumbs/thumbs_img_8224-modificada.jpg" width="100" height="100" />
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		<title>Portas de São Tiago</title>
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		<pubDate>Sat, 04 Jul 2009 20:35:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontrámos]]></category>
		<category><![CDATA[Geocaching]]></category>
		<category><![CDATA[Coimbra]]></category>
		<category><![CDATA[igreja]]></category>

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		<description><![CDATA[GC16V0G, de lestro. N 40° 12.56? W 008° 25.75?
Num raid nocturno e inesperado à cidade de Coimbra, decidimos fazer duas ou três caches, aproveitando as ruas desertas que contávamos encontrar. Lamentavelmente, havia festa e bailarico em todas as praças da cidade, o que nos dificultou bastante as buscas!  
A igreja de Santiago já nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=28c7cbfa-b3f3-41a3-93ba-4698dfca2102">GC16V0G</a>, de <a href="http://www.geocaching.com/profile/?guid=06057115-65dc-4ff6-ab80-9588a0d9043e&amp;wid=28c7cbfa-b3f3-41a3-93ba-4698dfca2102&amp;ds=2">lestro</a>. N 40° 12.56? W 008° 25.75?</p>
<p>Num raid nocturno e inesperado à cidade de Coimbra, decidimos fazer duas ou três caches, aproveitando as ruas desertas que contávamos encontrar. Lamentavelmente, havia festa e bailarico em todas as praças da cidade, o que nos dificultou bastante as buscas! <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_razz.gif' alt=':P' class='wp-smiley' /> </p>
<p>A igreja de Santiago já nos era conhecida.</p>
<p>Quando à cache, deu luta. O gps estava meio marado e a passagem constante de muggles não ajudava nada. Recorrendo à foto spoiler, porém, lá apareceu.</p>

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		<title>Aventura do Rio Mondego II</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/CarlosFranquinho/~3/ypAp_gGWZnw/</link>
		<comments>http://eternos.org/2009/07/03/aventura-do-rio-mondego-ii/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 13:30:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carlos Franquinho</dc:creator>
				<category><![CDATA[Encontrámos]]></category>
		<category><![CDATA[Geocaching]]></category>
		<category><![CDATA[Caldas da Felgueira]]></category>
		<category><![CDATA[Mondego]]></category>
		<category><![CDATA[rio]]></category>

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		<description><![CDATA[GC1BRTP, de jviajante &#38; auroraboreal. N 40° 29.35? W 007° 51.46?
Não conhecíamos este local e gostámos de o visitar. Sem dúvida que o Mondego é rico em paisagens deslumbrantes. Se lhe associarmos esta calma e sossego, temos os ingredientes para uma tarde bem passada!
Quanto à cache, foi chegar e logar.  
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.geocaching.com/seek/cache_details.aspx?guid=fbe6e050-dd93-48bf-b7eb-314624b9c4bf">GC1BRTP</a>, de <a href="http://www.geocaching.com/profile/?guid=2da4769c-7b69-4a77-a3e2-144b4efac318&amp;wid=fbe6e050-dd93-48bf-b7eb-314624b9c4bf&amp;ds=2">jviajante &amp; auroraboreal</a>. N 40° 29.35? W 007° 51.46?</p>
<p>Não conhecíamos este local e gostámos de o visitar. Sem dúvida que o Mondego é rico em paisagens deslumbrantes. Se lhe associarmos esta calma e sossego, temos os ingredientes para uma tarde bem passada!</p>
<p>Quanto à cache, foi chegar e logar. <img src='http://eternos.org/wp-includes/images/smilies/icon_smile.gif' alt=':)' class='wp-smiley' /> </p>

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