<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-37866358</atom:id><lastBuildDate>Fri, 08 Mar 2024 02:18:52 +0000</lastBuildDate><title>Mi casa está en la frontera</title><description>&quot;Yo no sé dónde soy,&lt;br&gt;&#xa;mi casa está en la frontera,&lt;br&gt;&#xa;y las fronteras se mueven,&lt;br&gt;&#xa;como las banderas&quot;&lt;br&gt;&#xa;(Jorge Drexler)</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Frontera)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>89</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-5536759662865305743</guid><pubDate>Wed, 01 Oct 2008 12:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-10-01T09:38:32.856-03:00</atom:updated><title>Às pessoas mais queridas de nossas vidas</title><description>&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Ya estoy en la mitad de esta carretera&lt;br /&gt;tantas encrucijadas quedan detrás.&lt;br /&gt;Ya está en el aire girando mi moneda&lt;br /&gt;y que sea lo que&lt;br /&gt;sea.&lt;br /&gt;Todos los altibajos de la marea&lt;br /&gt;todos los sarampiones que ya pasé.&lt;br /&gt;Yo llevo tu sonrisa como bandera&lt;br /&gt;y que sea lo que&lt;br /&gt;sea&lt;br /&gt;Lo que tenga que ser, que sea&lt;br /&gt;y lo que no por algo será&lt;br /&gt;No creo en la eternidad de las peleas&lt;br /&gt;ni en las recetas de la felicidad.&lt;br /&gt;Cuando pasen recibo mis primaveras&lt;br /&gt;y la suerte este echada a descansar&lt;br /&gt;yo miraré tu foto en mi billetera&lt;br /&gt;y que sea lo que&lt;br /&gt;sea.&lt;br /&gt;Y el que quiera creer que crea&lt;br /&gt;y el que no, su razón tendrá.&lt;br /&gt;Yo suelto mi canción en la ventolera&lt;br /&gt;y que la escuche quien la quiera escuchar.&lt;br /&gt;Ya esta en el aire girando mi moneda&lt;br /&gt;y que sea lo que&lt;br /&gt;sea.&lt;/em&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;(Jorge Drexler)&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obrigado, obrigado por tudo!&lt;br /&gt;Um grande beijo destes dois andarilhos a todas as pessoas que amamos.&lt;br /&gt;Fiquem com Deus!&lt;br /&gt;Marta e Martim</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/10/s-pessoas-mais-queridas-de-nossas-vidas.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-7889867887155084387</guid><pubDate>Tue, 12 Aug 2008 19:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-08-12T17:44:06.021-03:00</atom:updated><title>Fim de um ciclo, começo de outro</title><description>Depois de dois meses de silêncio, volto a este blog para contar que fiquei sem palavras diante do post deixado abaixo pelo Martim. Não havia mais o que escrever, não havia mais o que dizer frente às palavras mais lindas que um neto poderia escrever sobre sua avó. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, reli o texto dele e novamente me emocionei. Fiquei me perguntando o que ela diria se lesse essa homenagem delicada e sincera do neto. Na verdade, penso muitas vezes no que ela diria se visse esse montão de coisas que vem acontecendo desde sua partida. E nesta terça-feira, dia em que decido encerrar uma etapa, penso que, mesmo com uma pontinha de preocupação, ela me diria que o importante nessa vida é fazer o que se gosta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos ciclos estão se encerrando à minha volta. Pessoas queridas estão dando passos importantes aqui e fora do Brasil. Nessa fase de começos e recomeços, tem de tudo: compras de casa, mudanças de emprego, casamentos bilíngues e malas prontas para o exterior. Tem francesa, russa e suíça casando com brasileiros. Tem cheiro de tinta e caixas espalhadas pela casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se eu contasse para a dona Lucília o furdunço que está por aqui, talvez ela ficasse surpresa com a velocidade das coisas. A partida dela parece ter sido a primeira de muitas mudanças que estavam por vir. Foi o estopim para sairmos da inércia e arregaçarmos as mangas e lutarmos, com força, pela vida que queremos ter.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É, dona Lucília, até na sua despedida você nos ensina!</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/08/fim-de-um-ciclo-comeo-de-outro.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-3175307535979165716</guid><pubDate>Thu, 19 Jun 2008 23:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:19.816-02:00</atom:updated><title>Minha avó se foi</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggFtONw7du4d9G6812RDs7MJVO9YPG5YTxClQnoxTObt61Yw5aEYtXZgspJYKb70wVxKmio1QdW4A-NU8mRWuOSZ6uMv-imUFRvasaRrZ9HLUvYQucyxjM4bT2BGxKbaopmLNRqw/s1600-h/vo.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggFtONw7du4d9G6812RDs7MJVO9YPG5YTxClQnoxTObt61Yw5aEYtXZgspJYKb70wVxKmio1QdW4A-NU8mRWuOSZ6uMv-imUFRvasaRrZ9HLUvYQucyxjM4bT2BGxKbaopmLNRqw/s400/vo.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5213734592613109778&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Minha avó se foi. Se foi depois de 3 semanas de uma agonia que cresceu lentamente. Foi sumindo, enfraquecendo, perdendo a lucidez e a paciência. Mas foi tranqüila, nas horas finais, em paz com o Deus que lhe foi tão companheiro nos 24 anos de viuvez. Foi a ele que recorri, assim como todos da família, na hora de implorar que ela parasse de sofrer. E isso foi atendido, dentro das circunstâncias cruéis do câncer. Minha avó morreu dessa doença maldita, sem ter sentido, porém, a dor insuportável que muitos sentem anos a fio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Preferi pensar que foi assim porque ela era a pessoa que era. Querida, muito querida. Uma pequenina filha de portugueses saída dos confins de São Paulo, tão humilde quanto a periferia onde ela foi criada por um ex-agricultor analfabeto e a madrasta, que substituiu a mãe perdida aos 4 anos. Apesar de endurecidos pela vida, ambos devem ter sido muito bons, pois entregaram ao mundo uma mulher forte, durona, mas doce, amável e generosa demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha avó tinha 86 anos. Perdeu o marido aos 62, um filho, num acidente, aos 57; enfrentou 3 cirurgias no intestino e viveu com o maior bom humor e otimismo que eu já vi em alguém. Repetia incansavelmente frases que viraram bordões da família, como “Eu não tenho assunto para conversar, porque não tenho estudo”. E, com esse jeito, nos acolhia todo fim de semana em que aparecíamos. Cantarolava musiquinhas da Velha Guarda, das quais não sabia os nomes e misturava os intérpretes. Mas ria e ficava feliz. Cuidava das inúmeras plantinhas no quintal com gosto. Me chamava para dizer “Filho, olha que coisa mais linda” quando uma folhinha diferente surgia num lugar inesperado. Assobiava para o passarinho e, quando ele morreu, passou a deixar alpiste na gaiola aberta, para que pardais e rolinhas se esbaldassem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ela ia da Vila Prudente até a Lapa, de trem, para nos visitar de surpresa quando éramos criança. Trazia balas, chocolate e bolachas para nos agradar e continuou fazendo isso até meus 25 anos. Às vezes, nos fazia bolinho de chuva e fritava tiras de massa de pastel. Preparava arroz (sempre papa), feijão e bifes que ela deixara temperados na véspera. Deliciosos. E cozinhava macarrão só para mim enquanto servia bacalhau – que eu não gostava – para o resto da família. Me mimava, mas de um jeito doce, assim como fazia, de modos diferentes, com cada um dos “seus”, como dizia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha avó era cheia de manias. Teimosa como ela só. Mas não deixou que a própria simplicidade, o histórico de subserviência ao pai e ao marido e a tal “falta de estudo” sufocassem a alegria e o carinho que sentia, que emanava dela naturalmente. Aprendeu, já velhinha, a dizer que nos amava – numa auto-superação, mesmo não tendo sido criada para dizer essas coisas e, principalmente, por se arrepender de não tê-las dito aos filhos quando eram pequenos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando eu tinha 7, 8 anos, pedi para que ela me contasse tudo o que sabia. “Assim, como um mágico ensina para um aluno, vó”. Ela obviamente disse que nada sabia, nada teria para ensinar. Mesmo assim, me contou inúmeras histórias do passado, que eu sempre adorei. Mas ela provavelmente não soube que me ensinou a maior coisa que podia, coisa que nenhum conhecimento enciclopédico ou diploma me ensinaria: nada nos torna tão grandes quanto aprender a ter gratidão, pura e simples, pela vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca dá tempo de fazer tudo, mas fiquei satisfeito com tudo o que fiz com e por ela. Curti minha avó, de verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra você, vó:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style: italic;&quot;&gt;“O meu boi morreu,&lt;br /&gt;O que será da vaca?&lt;br /&gt;Pinga com limão, morena,&lt;br /&gt;Cura urucubaca”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fica em paz.</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/06/minha-av-se-foi.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEggFtONw7du4d9G6812RDs7MJVO9YPG5YTxClQnoxTObt61Yw5aEYtXZgspJYKb70wVxKmio1QdW4A-NU8mRWuOSZ6uMv-imUFRvasaRrZ9HLUvYQucyxjM4bT2BGxKbaopmLNRqw/s72-c/vo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-7581520551795513408</guid><pubDate>Wed, 11 Jun 2008 15:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-11T12:26:29.504-03:00</atom:updated><title>A Tempestade</title><description>&lt;strong&gt;Madredeus&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Letra e música de Carlos Maria Trindade&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande nuvem escura vai-se embora&lt;br /&gt;dissolve-se a loucura da tormenta&lt;br /&gt;a maré recua agora plana e lenta&lt;br /&gt;as gaivotas largam terra sem demora&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobrevoam sem ruído o seu rochedo&lt;br /&gt;de tanta vaga e espuma já dormente&lt;br /&gt;enquanto o sol que brilha novamente&lt;br /&gt;lá beija a areia toda já sem medo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui ver&lt;br /&gt;Fui ver&lt;br /&gt;a tempestade&lt;br /&gt;vim a correr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fui ver&lt;br /&gt;Fui ver&lt;br /&gt;a tempestade&lt;br /&gt;vim-te dizer&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destroços de madeira na corrente&lt;br /&gt;deixam ver o que em tempos foi uma proa&lt;br /&gt;pintada de carinho e muitas côres&lt;br /&gt;ao estilo desta nossa boa gente&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fica o drama dos que esperam na falésia&lt;br /&gt;por quem Deus já destinou à eternidade&lt;br /&gt;e é lição que contra Deus não há vontade&lt;br /&gt;fica a fúria calma da grande saudade.</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/06/tempestade.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-8964598716763739789</guid><pubDate>Tue, 20 May 2008 15:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-24T13:43:58.793-03:00</atom:updated><title>Tempo, tempo, mano velho...</title><description>&lt;blockquote&gt;&lt;em&gt;falta um tanto ainda eu sei&lt;br /&gt;Pra você correr macio...&lt;/em&gt;&lt;/blockquote&gt;&lt;br /&gt;(Sobre o Tempo - Pato Fu)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, o tempo voou desde o último post neste blog. Neste intervalo, muita coisa aconteceu. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Fiz 32 anos&lt;br /&gt;- Trabalhei com o Martim no Camaleoa&lt;br /&gt;- Descobri livros novos&lt;br /&gt;- Redescobri livros antigos&lt;br /&gt;- Conheci pessoas queridas&lt;br /&gt;- Falei com velhos amigos&lt;br /&gt;- E, principalmente, voltei a sonhar&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivi coisas muito bonitas nas últimas semanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Vi uma velhinha querida de 86 anos se emocionar com uma serenata&lt;br /&gt;- Pelo telefone, ouvi a voz de outra velhinha amada de 90 anos&lt;br /&gt;- Reativei minha vida de ciclista&lt;br /&gt;- Comecei a ler dentro do ônibus sem ficar enjoada&lt;br /&gt;- Fiquei encantada com as aulas de Psicogerontologia no Cogeae&lt;br /&gt;- Também me encantei com os ensinamentos do Yoga na FMU&lt;br /&gt;- Conheci o maravilhoso Professor Hermógenes&lt;br /&gt;- Tive uma aula incrível com a Lia Diskin&lt;br /&gt;- Aprendi muito com o filho do professor Gharote&lt;br /&gt;- Vi de perto o Ballet Nacional de España no Teatro Alfa&lt;br /&gt;- Chorei com a Eva Yerbabuena no Teatro Municipal&lt;br /&gt;- Fiquei emocionada com &quot;My Blueberry Nights&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tem gente que teme a passagem do tempo. &lt;br /&gt;Eu não. De uns tempos para cá, eu tenho comemorado! :-)</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/05/tempo-tempo-mano-velho.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-7138100560125011960</guid><pubDate>Sat, 22 Mar 2008 11:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-22T20:15:12.081-03:00</atom:updated><title>Clichê latino</title><description>Outro dia, conversando com um amigo querido que, assim como eu, é filho de estrangeiros, fiquei pensando em todos os clichês latinos que existem por aí e na dúzia de bobagens que sempre ouvimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A seguir, três frases realmente irritantes:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Ah, mas você tem uma coisa meio latina!&lt;br /&gt;Resposta: sim, eu, você e todo mundo que vive neste país. Ou você pensa que o Brasil fica onde? &lt;br /&gt;Realmente não entendo o que se passa na cabeça das pessoas quando elas se referem a latinos como habitantes da América hispânica. É como se um sueco dissesse a um austríaco: &quot;ah, mas você tem uma coisa meio européia!&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Então, mas como é lá no seu país?&lt;br /&gt;Resposta: bom, você sabe, pois vive no mesmo país onde eu vivo. &lt;br /&gt;Basta eu dizer que sou filha de bolivianos para virar boliviana. Muitos apagam da cabeça o &quot;filha de&quot; e comentam, empolgados: &quot;nossa, mas você fala português muito bem!&quot;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Você já foi à Colômbia ver a sua família?&lt;br /&gt;Resposta: não, pois a minha família é da BOLÍVIA, não da Colômbia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sei que o ensino no Brasil é uma porcaria e que pouca gente tem noções de geografia. Por isso, quando noto que a pessoa quer aprender, explico mais sobre a Bolívia. Mas o chato é que, muitas vezes, noto um arzinho de superioridade de muitos brasileiros em relação aos países vizinhos. Há um certo desinteresse, uma arrogância velada em comentários preconceituosos que realmente são irritantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quer um exemplo? O futebol. Já reparou que, numa derrota do Brasil frente a seleções de países vizinhos (exceto a Argentina), os comentaristas raramente falam que o time rival jogou bem? É quase sempre assim: ou a equipe brasileira estava desfalcada, ou a arbitragem nos prejudicou, ou o técnico errou na escalação ou a altitude prejudicou os pobres brasileiros. Mas dizer que a outra seleção jogou bem, jamais! Imagine só falar um absurdo desses...todo mundo sabe que futebol só existe no Brasil e na Argentina. Arrogância??? Imaaaaaaagina...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabem o que é engraçado nisso tudo? É que depois, esses mesmos brasileiros visitam a Europa ou os Estados Unidos e descobrem que, na cabeça de quem vive por lá, o Brasil é apenas mais um lugar exótico que faz festa o ano inteiro e rebola até o chão. Não passa de um país colorido e quente da América Latina ou da África.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Kevin Johansen, minha salvação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu adoro a letra da música &quot;Cliche Latino&quot;. É do &lt;a href=&quot;http://www.kevinjohansen.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Kevin Johansen&lt;/a&gt;, um músico talentosíssimo que nasceu no Alasca e vive na Argentina desde os 12 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, para quem não sabe, a palavra pachanga que está no segundo verso é um ritmo musical dançante que tem um apelo exageradamente erótico. Algo como funk ou axé. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Che, gringo, no entendés nada&lt;br /&gt;Pero te gusta, te gusta la pachanga&lt;br /&gt;Pinche gringo, no entiendes nada&lt;br /&gt;Pero te gusta, te gusta la pachanga&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y mueve bien la cintura&lt;br /&gt;Porque sabe que al gringo eso le gusta...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ladino, Cliché Latino, ladrón de gallinas recibido&lt;br /&gt;Eh, Ladino! Cliché Latino, ladrón de gallinas recibido&lt;br /&gt;Y mueve bien la cintura&lt;br /&gt;Porque sabe que al gringo eso le gusta&lt;br /&gt;Y mueve bien la cadera &lt;br /&gt;Porque sabe que al gringo eso lo altera...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosotros también queremos bailar&lt;br /&gt;Pero no al pie de tu son&lt;br /&gt;También queremos gozar&lt;br /&gt;Y no al pie de tu cañón...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cliché Gringo, Cliché Latino! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si me pongo la fruta en la cabeza&lt;br /&gt;Seguro que lloverá cerveza&lt;br /&gt;Si me pongo el sombrero de torero&lt;br /&gt;Seguro que lloverá dinero&lt;br /&gt;Si me pongo algo encima&lt;br /&gt;Seguro que algo lloverá&lt;br /&gt;Si me pongo alguito encima&lt;br /&gt;Seguro que alguien bailará&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estereotipo, estereotipo, estereo,&lt;br /&gt;Tipo estereotipo...(x 2)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosotros también queremos bailar&lt;br /&gt;Y no al pie de tu son &lt;br /&gt;También queremos gozar&lt;br /&gt;Y no al pie de tu cañón&lt;br /&gt;También queremo´encajar&lt;br /&gt;Y no en tu formato...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hey now, enajenao!&lt;br /&gt;Hey now, enajenao! &lt;/em&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/03/clich-latino.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-2508087632807650912</guid><pubDate>Fri, 14 Mar 2008 13:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-24T13:45:34.704-03:00</atom:updated><title>Jequices da classe média</title><description>Todos os dias, quando chego ao trabalho, vejo uma fila interminável na porta de uma loja de chocolates. Motivo: o estabelecimento foi eleito pela revistinha semanal mais lida pela classe média paulistana como um dos melhores da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo bem que estamos perto da Páscoa mas, gente, pelo amor de Deus! Ficar parado na calçada às 7h da manhã ou formar uma longa fila dupla de carros só para comprar ovos de chocolate na lojinha divulgada na revista é muita jequice. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eta povinho besta!</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/03/jequices-do-meu-brasil.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-2378300653404375656</guid><pubDate>Thu, 06 Mar 2008 19:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-06T16:32:58.181-03:00</atom:updated><title>Odeio essa música</title><description>Odeio, odeio, odeio! Ela é detestável, o cara geme de um jeito ridículo, enfim, é um horror.&lt;br /&gt;Mas, confesso, ela me fez chorar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta música foi o maior hit do verão na Europa em 2006. Não houve um canto sequer por onde passamos que ficou imune ao vírus Love Generation. Em Pécs, na Hungria, acho que ouvimos umas duas ou três vezes pelas ruas, era um inferno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que eu choro? Não, não é porque ela é ruim demais. É que sinto saudades, muitas saudades. Presa em frente a um computador, fechei os olhos para me lembrar do vento no rosto da viagem. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ai saudaaaaaaaade! Mas tudo bem, daqui a pouco passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/-iXahMekSBA&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/-iXahMekSBA&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/03/odeio-essa-msica.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-5137211540957516906</guid><pubDate>Mon, 03 Mar 2008 12:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:20.200-02:00</atom:updated><title>Nasceu!</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYiwZFrQCGiamnTNmhbTV8zhLiywoRyEs4jRw7V8OE0nbZU_mkBTw4dX-xq8KVJcxyjy0ss55pfv61_rtjTtxVDbNmH9n8OH0V0PzCmuF48FTMDKEN0OsI60wOzvDdhD6GS8bm/s1600-h/camaleoa.gif&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYiwZFrQCGiamnTNmhbTV8zhLiywoRyEs4jRw7V8OE0nbZU_mkBTw4dX-xq8KVJcxyjy0ss55pfv61_rtjTtxVDbNmH9n8OH0V0PzCmuF48FTMDKEN0OsI60wOzvDdhD6GS8bm/s320/camaleoa.gif&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5173493950241277762&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Esta que vos escreve aprontou mais uma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href=&quot;http://www.camaleoa.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.camaleoa.net/&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O objetivo deste site é abordar assuntos femininos pouco discutidos na maioria dos meios de comunicação. Em vez de dietas, dicas de beleza e maneiras de te fazer entrar no cheque especial todo mês, Camaleoa se propõe a falar de comportamento e consumo consciente de uma maneira mais leve e interessante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como sou trabalhadora do lar e de uma agência de comunicação, só poderei atualizar a Camaleoa uma vez por semana. Ainda assim, manterei o blog, os estudos, os frilas e os trabalhos voluntários. Isso sem falar da vida familiar, da vida social e de todos os projetos pessoais que estão caminhando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mande suas sugestões e reclamações. Quem vai ajudar a dar cara ao site é você!</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/03/nasceu.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYiwZFrQCGiamnTNmhbTV8zhLiywoRyEs4jRw7V8OE0nbZU_mkBTw4dX-xq8KVJcxyjy0ss55pfv61_rtjTtxVDbNmH9n8OH0V0PzCmuF48FTMDKEN0OsI60wOzvDdhD6GS8bm/s72-c/camaleoa.gif" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-111615291763785784</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2008 12:52:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-26T09:55:09.664-03:00</atom:updated><title>Não paro de pensar neste trecho</title><description>É da música &quot;Logo&quot;, do Kevin Johansen. Perfeito para aqueles que falam de sustentabilidade, mas não resistem a uma liquidação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Compre todo ahora porque ahora ya es mañana&lt;br /&gt;Y mañana ya va a ser pasado&lt;br /&gt;Si no compra todo, seguro lo compra otro&lt;br /&gt;Y despues, seguro se lamentará&lt;br /&gt;Todo &quot;on sale&quot;, aproveche que sale temprano&lt;br /&gt;Y sin más demora&lt;br /&gt;Sino compra ahora, va a caer en bancarrota&lt;br /&gt;Espiritual, Intelectual y Emocional!&lt;/em&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/02/no-paro-de-pensar-neste-trecho.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-9103378918640050274</guid><pubDate>Fri, 15 Feb 2008 20:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-15T18:48:40.565-02:00</atom:updated><title>Pie detrás de pie...</title><description>&lt;strong&gt;no hay otra manera de caminar...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando me impaciento, penso nessa frase. Ela está na letra de &quot;12 Segundos de Oscuridad&quot; do Jorge Drexler (pra variar). É óbvia sim, mas duríssima para aqueles momentos em que tudo que a gente quer da vida é uma resposta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No fundo, no fundo, a gente quer que tudo funcione no nosso tempo, como na infância. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Tá chegando, pai?&lt;br /&gt;- Não, filha.&lt;br /&gt;- Falta muito? &lt;br /&gt;- Falta, filha. Dorme, vai...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há dias que me sinto uma menina birrenta. Que quer que o documento do cartório fique pronto a-go-ra! Que se impacienta com as minúcias de processos longos. Que gostaria de ter o controle das coisas e fazer a vida caminhar do jeitinho esperado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que as coisas não funcionam assim mas, para uma criança, é fácil explicar isso. &lt;em&gt;&quot;Filha, está longe porque faltam 480 quilômetros. Chegaremos lá umas cinco da tarde.&quot;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando a gente cresce, quase nunca há respostas. Ninguém sabe dizer por que um papel carimbado pode demorar 30 dias para sair ou por que o quadro clínico de alguém que a gente ama, de repente, muda. Mesmo assim, a gente quer oráculos. E que ainda funcione na nossa velocidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, é isso mesmo. Você, eu, todos nós, às vezes, nos comportamos como minha sobrinha de 3 anos.</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/02/pie-detrs-de-pie.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-9095636272534540344</guid><pubDate>Tue, 05 Feb 2008 21:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:20.514-02:00</atom:updated><title>De bem</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlHPbYFtSdvLPHrPHGl46hwIjC77iQJiAPzxdwNFE5TMB9wto2vyZWc3akXvl0TxzwUasitVvwyGkNkXhZcqR7GJR3DQ-Bq1cQjxCEPaw9YfwnbEWCU4xtFsBDWJciDLd0GYdz/s1600-h/Picture+085.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlHPbYFtSdvLPHrPHGl46hwIjC77iQJiAPzxdwNFE5TMB9wto2vyZWc3akXvl0TxzwUasitVvwyGkNkXhZcqR7GJR3DQ-Bq1cQjxCEPaw9YfwnbEWCU4xtFsBDWJciDLd0GYdz/s320/Picture+085.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5163637291285874306&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Um ano e meio depois da volta ao Brasil, ainda me pego com sensações de uma recém-chegada. Quando entro no sacolão perto de casa e vejo aquela incrível quantidade de frutas sobre as bancadas, sinto uma alegria profunda. Aquela profusão de cheiros e cores me seduz e traz a percepção de que, felizmente, existe algo de bom na vida paulistana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já escrevi muitas vezes sobre a dor da readaptação depois de um longo período fora. O que era feio, aos meus olhos, tornou-se insuportavelmente agressivo na volta. Crianças carentes nas esquinas podiam me levar às lágrimas. Congestionamentos me desesperavam como nunca e o cheiro da cidade embrulhava o meu estômago.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, a vida na fronteira potencializou sensações agradáveis. Aquilo que era bonito antes da viagem transformou-se em algo incrivelmente lindo. As belas árvores e plantas que persistem em meio à degradação de São Paulo me fazem sorrir. As flores que se abrem na janela de casa e o cheirinho de mato depois da chuva me enchem de esperança. Acho que a tempestade, finalmente, está ficando para trás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYc589YFeDGFw3KGfIE66icscXdbiqFo_v6vszy5H1IP-FlT3o4Hjuy0hmAdivusQVCAs1EUp0zaqbJTPyZyHwpRc4sz5HmrWhKBL3-YANZnZJ62-PWB13E6Aa8ljpYFHjDqCU/s1600-h/Picture+038.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgYc589YFeDGFw3KGfIE66icscXdbiqFo_v6vszy5H1IP-FlT3o4Hjuy0hmAdivusQVCAs1EUp0zaqbJTPyZyHwpRc4sz5HmrWhKBL3-YANZnZJ62-PWB13E6Aa8ljpYFHjDqCU/s320/Picture+038.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5163636763004896882&quot; /&gt;&lt;/a&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/02/de-bem.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjlHPbYFtSdvLPHrPHGl46hwIjC77iQJiAPzxdwNFE5TMB9wto2vyZWc3akXvl0TxzwUasitVvwyGkNkXhZcqR7GJR3DQ-Bq1cQjxCEPaw9YfwnbEWCU4xtFsBDWJciDLd0GYdz/s72-c/Picture+085.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-7580716709669235978</guid><pubDate>Thu, 24 Jan 2008 10:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-01-24T17:42:10.003-02:00</atom:updated><title>Fazer diferente</title><description>No começo, me sentia uma idosa. Em outros momentos, uma criança. Tudo porque tomei uma decisão aparentemente simples: usar o mouse com a mão esquerda. Nos primeiros dias, fechava as janelas quando queria apenas minimizá-las. Demorava para selecionar textos e me atrapalhava com os botões. Mas agora, um mês depois do início da experiência, me sinto voando. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que estou usando o mouse com a mão esquerda? Não, não me machuquei. O motivo foi uma entrevista que fiz com um terapeuta corporal. A pauta era sobre como evitar dores pelo corpo, especialmente no trabalho e na correria do dia-a-dia. A recomendação dele, resumidamente, foi a seguinte: não se mantenha no mesmo padrão corporal sempre. Um jeito sutil de dizer para não se acomodar em velhos hábitos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece fácil, mas não é. Alterar movimentos corporais é mexer com a maneira de ver a vida. Talvez por isso as pessoas mais avessas a mudanças mantêm o despertador no mesmo lugar, os chinelos no cantinho de sempre e a escova de dentes ao alcance das mãos até quando estão de olhos fechados. Tudo muito, mas muito chato na minha humilde opinião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este relato pessoal é só para compartilhar um cisquinho das coisas que tenho aprendido nos últimos anos. Para falar que esse nosso insistente distanciamento em relação ao próprio corpo interfere profundamente no nosso comportamento. Parece simples e meio óbvio, eu sei. Mas conhecimento não significa sabedoria. Falar não quer dizer aplicar. E praticar isso, meus caros, é outra história.</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/01/fazer-diferente.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-6588916473627475863</guid><pubDate>Sun, 13 Jan 2008 17:09:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:20.623-02:00</atom:updated><title>Coisas que a gente só ouve quando vira tia - parte 2</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgagyniu1WJwY3iTIcqU3A8tIxl01s64KrHO-wpVz00TfXbsFWqanPVaiF3r0mSqq3_x1EQQ3c8_iNCb03_wjwLUOtx6poT2hr0nHbiRilQBLoNiO_qCE8ZtpsXe-7L-dsNwAWC/s1600-h/pinoquio.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgagyniu1WJwY3iTIcqU3A8tIxl01s64KrHO-wpVz00TfXbsFWqanPVaiF3r0mSqq3_x1EQQ3c8_iNCb03_wjwLUOtx6poT2hr0nHbiRilQBLoNiO_qCE8ZtpsXe-7L-dsNwAWC/s200/pinoquio.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5155015957640392306&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fazendo carinho na Carol, de 3 anos, para ela dormir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Tia, conta uma historinha!&lt;br /&gt;- Qual historinha você quer?&lt;br /&gt;- A do Pinóquio.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, eu não me lembrava direito dos detalhes, mas fingi que sabia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Era uma vez um velhinho chamado Gepeto...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto enrolava, só pensava em entrar no google para pesquisar a trama sobre o boneco de pau que queria ser menino de verdade. Felizmente, a Carol me interrompeu perto da parte que eu não sabia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Tia, conta de novo?&lt;br /&gt;- Claro. Era uma vez um velhinho chamado Gepeto...&lt;br /&gt;- Ah, mas isso você já contou!&lt;br /&gt;- Mas você me pediu para contar de novo. Então estou contando do começo.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(silêncio)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Ah, tia, mas conta aquela parte em que o Pinóquio está na barriga da baleia...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, essa era, justamente, a parte que eu não sabia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;- Conta você, Carol. Essa parte a tia não sabe.&lt;br /&gt;- Tá bom. O Pinóquio vai parar na barriga de uma baleia graaaaaande...&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto ela arregalava o olhos para me contar a parte mais horrorosa da história, eu me perguntava por que, diabos, a gente tenta ser um oráculo para as crianças. Não sei e pronto, oras! &lt;br /&gt;Naquela noite, foi aquele pitoquinho de 3 anos que me ensinou. Aliás, perto dessas criaturinhas lindas, me sinto uma grande idiota.</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/01/coisas-que-gente-s-ouve-quando-vira-tia_13.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgagyniu1WJwY3iTIcqU3A8tIxl01s64KrHO-wpVz00TfXbsFWqanPVaiF3r0mSqq3_x1EQQ3c8_iNCb03_wjwLUOtx6poT2hr0nHbiRilQBLoNiO_qCE8ZtpsXe-7L-dsNwAWC/s72-c/pinoquio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-5383291731282308162</guid><pubDate>Mon, 07 Jan 2008 18:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:20.759-02:00</atom:updated><title>Volta às aulas (1 mês antes)</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIZCxnW35XW8h6XKcg_epYoQP0gHT9b_4cFV2UlpisxYzP_xfirEB5xJWM9Hyd3GmIkTRMgWTsfVuMzxrjMHTzN22rzrvf8s7VhVQVxGMVHSvJWFr_ZxQ-f74neaepm1YZ0OV0/s1600-h/transito.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIZCxnW35XW8h6XKcg_epYoQP0gHT9b_4cFV2UlpisxYzP_xfirEB5xJWM9Hyd3GmIkTRMgWTsfVuMzxrjMHTzN22rzrvf8s7VhVQVxGMVHSvJWFr_ZxQ-f74neaepm1YZ0OV0/s320/transito.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5152805200534187618&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Acabou a festa. Ainda não está o caos no trânsito de dezembro, mas a calma da semana passada já desapareceu. Por isso, eu e o Martim ressuscitamos, antecipadamente, o sentimento de volta às aulas. E a conclusão foi a seguinte: tirando o material escolar novinho em folha, para nós, aquelas primeiras semanas de fevereiro eram uma droga!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sinto muito, mas não fazemos coro com aqueles que dizem morrer de saudades dos tempos de escola. Para mim, em especial, a vida escolar era apenas um mal necessário. Uma embromação que tomava mais da metade dos meus dias, entre ditados, cabeçalhos repetitivos, equações idiotas e muita bitolação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero, de verdade, que nossos filhos tenham uma educação mais ampla e divertida. Que não precisem decorar coisas inúteis ou passar pelo sofrimento do vestibular. Que possam exercitar mais a imaginação e não precisem se contentar apenas com a mente fugindo para algum lugar fora da sala de aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A redenção de tantos anos de estudos chatinhos veio na faculdade. Foi aí que finalmente pude escolher o que queria estudar e fazer. E aí fiz um curso atrás do outro, sem ninguém me exigindo, pressionando ou checando meu boletim escolar. Sem tia Maroca enchendo o saco, nem crianças bestas me azucrinando no recreio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode parecer estranho, mas não troco a vida profissional pelos tempos de escola. Não mesmo!&lt;br /&gt;Ok, ok, sou esquisita mesmo...</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/01/volta-s-aulas-1-ms-antes.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjIZCxnW35XW8h6XKcg_epYoQP0gHT9b_4cFV2UlpisxYzP_xfirEB5xJWM9Hyd3GmIkTRMgWTsfVuMzxrjMHTzN22rzrvf8s7VhVQVxGMVHSvJWFr_ZxQ-f74neaepm1YZ0OV0/s72-c/transito.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-418070820736763030</guid><pubDate>Fri, 04 Jan 2008 15:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:21.553-02:00</atom:updated><title>Coisas que a gente só ouve quando vira tia</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkkCq7UtHhwl8tBH6_a52LYPMii-24EULujunu854SmJKqtD41wut1DHM2wgPI9XGID1iuGsVM2f2NC2W1oGXyUXBA1CyKqq_HNm4Al9TcPttLFV8k7Gco4XLLMm6iDwiSAUok/s1600-h/vilasesamo.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkkCq7UtHhwl8tBH6_a52LYPMii-24EULujunu854SmJKqtD41wut1DHM2wgPI9XGID1iuGsVM2f2NC2W1oGXyUXBA1CyKqq_HNm4Al9TcPttLFV8k7Gco4XLLMm6iDwiSAUok/s200/vilasesamo.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5151641844217556562&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas você não acha que está muito grandinha para gostar de Vila Sésamo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do meu sobrinho Mauricio, de 9 anos, que questionava o meu gosto por programas infantis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois é, Marta, pois é...</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/01/coisas-que-gente-s-ouve-quando-vira-tia.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkkCq7UtHhwl8tBH6_a52LYPMii-24EULujunu854SmJKqtD41wut1DHM2wgPI9XGID1iuGsVM2f2NC2W1oGXyUXBA1CyKqq_HNm4Al9TcPttLFV8k7Gco4XLLMm6iDwiSAUok/s72-c/vilasesamo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-3975631806256153602</guid><pubDate>Tue, 01 Jan 2008 21:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:21.793-02:00</atom:updated><title>Para começar 2008</title><description>Nada como lembrar de um momento feliz de 2007.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXufte2Qy_7RavZslXC7AZl1Jn_2CrbeH6cZ3-pr0Zcs-V_fcwR5rqsDZp0MRLdZCT1Pvv8kdoQod-ooY2sgkxlTKI7YJGCThKQRfL_lKGnBxSlSYi7C-yuHtTpoNOApBvh9Ws/s1600-h/DSC00411.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXufte2Qy_7RavZslXC7AZl1Jn_2CrbeH6cZ3-pr0Zcs-V_fcwR5rqsDZp0MRLdZCT1Pvv8kdoQod-ooY2sgkxlTKI7YJGCThKQRfL_lKGnBxSlSYi7C-yuHtTpoNOApBvh9Ws/s320/DSC00411.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5150625096609574450&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Meus pais fizeram um tour pela Europa pela primeira vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhr9wuZRNVsjgX-Cb3_aqal5x3pkrleheVMwtkszM-C1Iu2zd2X3uEBX9_QnOxZKO71JKnyaoK5epvn2_35XXYfpM3AKriGAO1Dtehp4Xqf2s07OgPVFyok2URwRtFkzxBUdAyr/s1600-h/DSC00415.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhr9wuZRNVsjgX-Cb3_aqal5x3pkrleheVMwtkszM-C1Iu2zd2X3uEBX9_QnOxZKO71JKnyaoK5epvn2_35XXYfpM3AKriGAO1Dtehp4Xqf2s07OgPVFyok2URwRtFkzxBUdAyr/s320/DSC00415.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5150625448796892738&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foi um presente meu e dos meus irmãos pelos 40 anos de casados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este era um sonho antigo que nós tínhamos. Por isso, estou relembrando esse momento especial de nossas vidas. Porque, às vezes, a gente se esquece das coisas que dão certo, dos dias que não pegamos trânsito ou de quando não sentimos uma dorzinha sequer no corpo. A viagem dos meus pais foi algo que deu certo. E é disso que quero me lembrar sempre!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em homenagem aos dois, a música tema do filme &quot;Elsa &amp; Fred&quot;, de Joan Manoel Serrat. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/5vvJOdJvhfU&amp;rel=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/5vvJOdJvhfU&amp;rel=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Hoy puede ser un gran día,&lt;br /&gt;plantéatelo así,&lt;br /&gt;aprovecharlo o que pase de largo,&lt;br /&gt;depende en parte de ti.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dale el día libre a la experiencia&lt;br /&gt;para comenzar,&lt;br /&gt;y recíbelo como si fuera&lt;br /&gt;fiesta de guardar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No consientas que se esfume,&lt;br /&gt;asómate y consume la vida a granel.&lt;br /&gt;hoy puede ser un gran día,&lt;br /&gt;dúro con él.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoy puede ser un gran día&lt;br /&gt;donde todo está por descubrir,&lt;br /&gt;si lo empleas como el último&lt;br /&gt;que te toca vivir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saca de paseo a tus instintos&lt;br /&gt;y ventílalos al sol,&lt;br /&gt;y no dosifiques los placeres,&lt;br /&gt;si puedes, derróchalos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Si la rutina te aplasta&lt;br /&gt;dile que ya basta de mediocridad,&lt;br /&gt;hoy puede ser un gran día&lt;br /&gt;date una oportunidad.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoy puede ser un gran día&lt;br /&gt;imposible de recuperar,&lt;br /&gt;un ejemplar único,&lt;br /&gt;no lo dejes escapar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que todo cuanto te rodea&lt;br /&gt;lo han puesto para tí,&lt;br /&gt;no lo míres desde la ventana&lt;br /&gt;y siéntate al festín.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelea por lo que quieres&lt;br /&gt;y no desesperes si algo no anda bien,&lt;br /&gt;Hoy puede ser un gran día,&lt;br /&gt;y mañana también! &lt;/em&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2008/01/para-comear-2008.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXufte2Qy_7RavZslXC7AZl1Jn_2CrbeH6cZ3-pr0Zcs-V_fcwR5rqsDZp0MRLdZCT1Pvv8kdoQod-ooY2sgkxlTKI7YJGCThKQRfL_lKGnBxSlSYi7C-yuHtTpoNOApBvh9Ws/s72-c/DSC00411.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-6709945898251168232</guid><pubDate>Tue, 25 Dec 2007 19:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-25T18:43:12.345-02:00</atom:updated><title>O Mundo</title><description>Trabalhar com comunicação e criação, às vezes, traz auto-conhecimento. Convocada no trabalho a deixar gravada uma mensagem sobre o que espero da vida daqui a 10 anos numa cápsula do tempo, percebi que tinha uma missão difícil nas mãos. E o pior é que era necessário resumir o meu desejo em apenas uma palavra.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por alguns segundos, fui para dentro. Quase fechei os olhos para me perguntar o que queria do mundo. E a resposta veio da pergunta. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O mundo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Parece simples mas, para mim, a resposta é grande. &lt;br /&gt;Quero desbravar o mundo. Geograficamente e internamente. &lt;br /&gt;Quero descobrir com ou sem mochila nas costas. &lt;br /&gt;Quero continuar a sentir o prazer do vento no rosto. Para mim, isso é felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como o Martim, sou feita de movimento. Descobrir isso foi um presente dos últimos anos. Porque quando a gente sabe o que quer, sabe para onde ir. Apesar de alguns tombos, 2004, 2005, 2006 e 2007 foram anos importantíssimos para nós. E estou muito feliz por conseguir enxergar isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A todos nós, um 2008 com boas novidades. &lt;br /&gt;Elas virão, estou certa disso! :-)</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/12/o-mundo.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-3024910591118372850</guid><pubDate>Sat, 15 Dec 2007 22:43:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:21.974-02:00</atom:updated><title>Músicos talentosos</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiDkME_IdM3bhLrszq5MbHR3T31074ategJznuARDjmcUHzzEsrK2fqgcLwr_lUCwx-OFA4Uy8pHYqKn53HhbYAla7Pwd4xoWbKjTueHRepkp_ib78XNWKpKrnMQ0_2Sgm5dbH/s1600-h/mario_e_drexler.JPG&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiDkME_IdM3bhLrszq5MbHR3T31074ategJznuARDjmcUHzzEsrK2fqgcLwr_lUCwx-OFA4Uy8pHYqKn53HhbYAla7Pwd4xoWbKjTueHRepkp_ib78XNWKpKrnMQ0_2Sgm5dbH/s320/mario_e_drexler.JPG&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5144344888055180834&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A foto acima foi enviada pelo nosso amigo Mario Muñoz (à direita) e foi tirada no último dia 30, em Barcelona, após o show do Jorge Drexler (centro). Um presente de Natal para mim, pois sempre torci que os dois se encontrassem um dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mario é um músico autodidata incrivelmente talentoso que nasceu no Chile e mora há muitos anos no Canadá, onde nos conhecemos. Quando ouvi seus acordes pela primeira vez, num restaurante mexicano, fiquei sensibilizada. No metrô, eu e o Martim voltamos comentando as letras e a musicalidade daquele rapaz que, na época, tinha 23 anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns meses depois, numa festa, me aproximei do Mario com o meu MP3 Player. &quot;Ouça isto.&quot; Era &quot;Don de Fluir&quot;, de Jorge Drexler. De lá para cá, nossa predileção pela música do uruguaio vencedor do Oscar cresceu. E a amizade com o Mario também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em agosto deste ano, recebemos um pacote postado de Paris: o primeiro CD do nosso amigo chileno, chamado &quot;Voy&quot;. No mês seguinte, outro presente chegou ao Brasil. Jorge Drexler, em pessoa, se apresentando num Sesc Pinheiros abarrotado. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Drexler emocionou, cativou e saiu aplaudidíssimo. Mas antes, ganhou o CD do nosso amigo estreante. Das minhas mãos! Gentilmente, me agradeceu com um abraço em um beijo no rosto, enquanto o público vinha abaixo no final da apresentação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensam que a história acabou? Não, ela correu o mundo e foi parar na Espanha. Após o show de Drexler em Barcelona, o colega italiano do Mario (à esquerda na foto) se aproximou do famoso cantor uruguaio e perguntou. &quot;Já ouviu o CD do meu amigo?&quot; Sim, ele estava falando do presente que esta Marta, trêmula naquela noite de setembro, entregou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto fumava, Drexler explicou que estava em turnê e que ainda não tinha arranjado tempo para ouvir o CD. Os três conversaram rapidamente e se despediram calorosamente. &quot;Suerte&quot;, desejou Drexler a Mario. E se foi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dois dias depois, Mario foi convidado para tocar num bar de jazz de Barcelona. &quot;É a sorte do Drexler&quot;, me disse, entusiasmado. &quot;Será meu primeiro show oficial na Espanha&quot;, comemorava. Eu também vibrava. E pensava no refrão de &quot;Todo se Transforma&quot;.&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-style:italic;&quot;&gt;Cada uno da, lo que recibe y luego recibe lo que dá...&lt;/span&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/12/dois-msicos-talentosos.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiDkME_IdM3bhLrszq5MbHR3T31074ategJznuARDjmcUHzzEsrK2fqgcLwr_lUCwx-OFA4Uy8pHYqKn53HhbYAla7Pwd4xoWbKjTueHRepkp_ib78XNWKpKrnMQ0_2Sgm5dbH/s72-c/mario_e_drexler.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-8303302569257501772</guid><pubDate>Sun, 02 Dec 2007 23:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-12-05T11:32:23.234-02:00</atom:updated><title>Gosto de final de festa</title><description>Foi o que senti quando vi o Elói passando pelo portão de embarque internacional rumo a Paris. O clima festivo de reencontros familiares, almoços alegres e muitos brindes durou algumas semanas, mas acabou. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio na volta para casa. Na cabeça, um retrospecto das últimas semanas, dos últimos meses. O forte abraço do Martim e do Elói, o nó na garganta, a precoce saudade. E mais silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, as palavras foram ressurgindo. Voltamos a planejar, a sonhar em voz alta. Era como se já estivéssemos em 2008, mesmo que fosse numa noite de novembro. Enquanto o mundo entrava no clima de festas, nós parecíamos sair dele, num misto de dorzinha e otimismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, ao decorar a nossa árvore de Natal, eu achava engraçado o fato de estar cantarolando com a Ella Fitzgerald &quot;I&#39;ve got my love to keep me warm&quot; numa tarde ensolarada com termômetros marcando 28 graus. Não havia nem a neve da canção, nem a sensação natalina. Mesmo assim, eu me divertia. Nada fazia muito sentido, mas &lt;em&gt;who cares&lt;/em&gt;, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vejam a Ella cantando a música mencionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/qfEHhG1T8C8&amp;rel=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&quot;wmode&quot; value=&quot;transparent&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/qfEHhG1T8C8&amp;rel=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; wmode=&quot;transparent&quot; width=&quot;425&quot; height=&quot;355&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;The snow is snowing, the wind is blowing&lt;br /&gt;But I can weather the storm!&lt;br /&gt;What do I care how much it may storm?&lt;br /&gt;I&#39;ve got my love to keep me warm.&lt;br /&gt;I can&#39;t remember a worse December&lt;br /&gt;Just watch those icicles form!&lt;br /&gt;What do I care if icicles form?&lt;br /&gt;I&#39;ve got my love to keep me warm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Off with my overcoat, off with my glove&lt;br /&gt;I need no overcoat, I&#39;m burning with love!&lt;br /&gt;My heart&#39;s on fire, the flame grows higher&lt;br /&gt;So I will weather the storm!&lt;br /&gt;What do I care how much it may storm?&lt;br /&gt;I&#39;ve got my love to keep me warm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Off with my overcoat, off with my glove&lt;br /&gt;I need no overcoat, I&#39;m burning with love!&lt;br /&gt;My heart&#39;s on fire, the flame grows higher&lt;br /&gt;I will weather the storm!&lt;br /&gt;What do I care how much it may storm?&lt;br /&gt;I&#39;ve got my love, I&#39;ve got my love,&lt;br /&gt;I&#39;ve got my love to keep me warm.&lt;/em&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/12/gosto-de-final-de-festa.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-1726319322929956559</guid><pubDate>Thu, 22 Nov 2007 00:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:22.140-02:00</atom:updated><title>Comprar roupas, um desafio</title><description>&lt;a onblur=&quot;try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}&quot; href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw-51g4cjQkBn6tOYsQOY4a8Wy74q-Wg8_KN7U6pvBghZs7mVSsa9YXXh5MBbuop7rS5Ff98WPXGmzQqG9uKZJJuf84F70XY3nGujzvDq8Yi4FhYAW4rod1BZtWw5rd_NXxFgLhg/s1600-h/roupas.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw-51g4cjQkBn6tOYsQOY4a8Wy74q-Wg8_KN7U6pvBghZs7mVSsa9YXXh5MBbuop7rS5Ff98WPXGmzQqG9uKZJJuf84F70XY3nGujzvDq8Yi4FhYAW4rod1BZtWw5rd_NXxFgLhg/s320/roupas.jpg&quot; alt=&quot;&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5135461176856591490&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Para onde quer que se olhe, ela está sempre lá. A duplinha bata e legging veste adolescentes falantes, moçoilas vistosas e senhoras alegres. Está em escritórios, vitrines e corredores de supermercados. É disputada em saldões no Brás e em lojas de shopping.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em meio a essa febre capinha-de-botijão- com-calça-de-balé, comprar roupas virou uma tarefa árdua. Nunca fui muito fã de compras, é verdade, mas agora esta atividade está ainda mais desgastante. Mesmo que não sejam, exatamente, batas com legging, quase todas as peças que encontro seguem cortes parecidos. São blusas compridas e esvoaçantes com calças agarradas. Para piorar, muitas delas têm estampas de cortina dos anos 70.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu bem que tentei renovar o meu guarda-roupa repleto de peças gastas de 2000 e 2001, mas achei melhor esperar esse furor com batas e túnicas passar. Foi assim com os vestidos trapézio e tamancos holandeses nos anos 90. Um dia, a moda felizmente passou e todo mundo escondeu as fotos daqueles tempos no fundo da gaveta. Daqui a pouco, todo mundo vai se desfazer das capinhas-de-botijão e correr para comprar a próxima porcaria que aparecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu não quero muita coisa. Só gostaria de ter a chance de escolher algo razoável para mim entre uma febre e outra. É pedir muito?</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/11/comprar-roupas-um-desafio.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw-51g4cjQkBn6tOYsQOY4a8Wy74q-Wg8_KN7U6pvBghZs7mVSsa9YXXh5MBbuop7rS5Ff98WPXGmzQqG9uKZJJuf84F70XY3nGujzvDq8Yi4FhYAW4rod1BZtWw5rd_NXxFgLhg/s72-c/roupas.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-8374958457209436345</guid><pubDate>Thu, 08 Nov 2007 12:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-08T10:37:46.862-02:00</atom:updated><title>Impressões, notas e textos interessantes</title><description>Há dias que quero contar/publicar algumas coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Impressão número 1&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que a gente sempre encontra brasileiro babaca quando viaja ao exterior?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Manhã de 28 de outubro. Entramos no elevador do hotel em Santiago e damos de cara com um casal de brasileiros.&lt;br /&gt;- De onde vocês são? - pergunto.&lt;br /&gt;- Ai, vocês são brasileiros! – exclama a moça. Graças a Deus, não agüento mais esse negócio de ouvir gracias, gracias!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ficamos nos perguntando o que, diabos, aquela criatura estava fazendo no Chile?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Impressão número 2&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao ler a notícia abaixo que saiu no &lt;a href=&quot;http://metropoint.metro.lu/20071106_MetroSaoPaulo.pdf&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Publimetro&lt;/a&gt;, finalmente entendi por que, um dia, me perguntaram se a Bolívia ficava perto do Japão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;77% dos brasileiros não acham São Paulo no mapa&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Só 23% dos brasileiros conseguem localizar o Estado de São Paulo&lt;br /&gt;dentro do mapa do país, revela levantamento da empresa de pesquisas&lt;br /&gt;Ipsos com mil pessoas. E metade da população é incapaz de apontar o Brasil em um mapa-múndi – 5% apontam Argentina, República Democrática do Congo ou Chade como se fossem o país onde vivem.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não estou surpresa. Apenas arrasada com o nível de educação no Brasil. Principalmente agora que voltei do Chile.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota número 1 – sobre carne vermelha&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia &lt;a href=&quot;http://casafrontera.blogspot.com/2007/10/blog-action-day.html&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;15 de outubro&lt;/a&gt;, no Blog Action Day, mencionei os malefícios da carne vermelha. Curiosamente, dias depois, recebi um e-mail de uma amiga que mora na França e é especialista em assuntos ambientais. Vejam só o que dizia a mensagem dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; No Brasil, em média, um quilo de carne bovina é responsável por 10 mil&lt;br /&gt;metros quadrados de floresta desmatada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Os 75 milhões de hectares já transformados em pasto, só na Amazônia, representam uma área 50% superior a toda área agrícola do Brasil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Uma fazenda com 5 mil bovinos produz a mesma quantidade de excrementos de uma cidade com 50 mil habitantes, com a diferença de que, nas cidades, o esgoto é minimamente tratado. Nas fazendas, não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; Nos Estados Unidos, metade de toda a energia usada na agricultura é&lt;br /&gt;gasta apenas na criação de gado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; A criação de animais é responsável por 18% e 25% das emissões mundiais de dióxido de carbono e metano, respectivamente. Esses gases são os principais causadores do aquecimento global.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;li&gt; É possível alimentar 40 pessoas com os cereais normalmente usados para gerar apenas 225 g de carne bovina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações em &lt;a href=&quot;http://svb.org.br/vegetarianismo/downloads/livros/index.php&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://svb.org.br/vegetarianismo/downloads/livros/index.php&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para esclarecer: não, não sou vegetariana. Mas acho que é perfeitamente possível reduzir muito o consumo de carne vermelha. Para mim, essa combinação de arroz, feijão e bife é, no mínimo, falta de imaginação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nota número 2 – sobre felinos carentes&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha amiga Bia Levischi tem um blog sobre adoção de gatos abandonados à própria sorte. Quem se interessar, acesse &lt;a href=&quot;http://gatoca.blogspot.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://gatoca.blogspot.com&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Texto – sobre o mundo corporativo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Termino este longo post reproduzindo uma fábula interessante sobre o detestável mundo corporativo. Tão realista, mas tão realista que merece ser lida e relida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao escritório e pegava duro &lt;br /&gt;no trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formiga era produtiva e feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse &lt;br /&gt;supervisionada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita &lt;br /&gt;experiência, como supervisora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de &lt;br /&gt;entrada e saída da formiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os &lt;br /&gt;relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e &lt;br /&gt;controlar as ligações telefônicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também &lt;br /&gt;gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em &lt;br /&gt;reuniões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com &lt;br /&gt;impressora colorida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela &lt;br /&gt;movimentação de papéis e reuniões!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para &lt;br /&gt;a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a &lt;br /&gt;uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma &lt;br /&gt;cadeira especial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma &lt;br /&gt;assistente  (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a &lt;br /&gt;preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento &lt;br /&gt;para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e &lt;br /&gt;cada dia se tornava mais chateada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer &lt;br /&gt;um estudo de clima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, o marimbondo, ao rever as cifras, se deu conta de que a unidade na &lt;br /&gt;qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, &lt;br /&gt;uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um &lt;br /&gt;diagnóstico da situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso &lt;br /&gt;relatório, com vários volumes que concluía : Há muita gente nestaempresa!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida.&lt;/em&gt;</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/11/impresses-notas-e-textos-interessantes.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-595492936462651760</guid><pubDate>Wed, 07 Nov 2007 19:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:22.365-02:00</atom:updated><title>Dias felizes</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieCKevvexL-jf5wgpcKiUx6w1yUjSndSSkGT0U6I0lXfczAI_aBJctGxNogF9E9dn86iqtgAxhq7LHys4rXcDvomzh_Rn5CkAbd8ee3ZaiASMLKWYwTQrMVZAC_vfXoYvz_SrP/s1600-h/Gerbera.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieCKevvexL-jf5wgpcKiUx6w1yUjSndSSkGT0U6I0lXfczAI_aBJctGxNogF9E9dn86iqtgAxhq7LHys4rXcDvomzh_Rn5CkAbd8ee3ZaiASMLKWYwTQrMVZAC_vfXoYvz_SrP/s320/Gerbera.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5130189531250674258&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Quase um mês depois, resolvi dar as caras aqui no blog. As últimas semanas foram lotadas e bem felizes. Dias de famílias reunidas, beijos calorosos e muito amor. Dias de expectativa, comidinhas gostosas e cheiro de novidade. Era como o último capítulo da novela das oito: pessoas queridas reunidas, grandes surpresas, cenas memoráveis e muitas lágrimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para completar, estivemos no Chile na semana passada. Na volta, ao conversar com o Mario, um grande amigo chileno que conhecemos no Canadá, eu disse: estou apaixonada pelo seu país! Ele riu. No fundo, ele deve saber que isto seria inevitável. O país dele é realmente incrível!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram poucos dias entre Santiago, Puerto Montt, Puerto Varas, Chiloe, Frutillar, Petrohue e o vulcão Osorno. Serviu para abrir o nosso apetite e lembrar que, sim, eu e o Martim somos feitos de movimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada como sair por uns dias do massacrante cotidiano paulistano e relembrar dos nossos sonhos! Estamos em ritmo de ano novo e ainda faltam 54 dias para a virada para 2008. Refazendo planos, mudando padrões e pisando fundo. Depois de grandes eventos, parece que a vida flui melhor.</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/11/dias-felizes.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEieCKevvexL-jf5wgpcKiUx6w1yUjSndSSkGT0U6I0lXfczAI_aBJctGxNogF9E9dn86iqtgAxhq7LHys4rXcDvomzh_Rn5CkAbd8ee3ZaiASMLKWYwTQrMVZAC_vfXoYvz_SrP/s72-c/Gerbera.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-5585036948668019496</guid><pubDate>Tue, 16 Oct 2007 00:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-12-09T17:53:22.531-02:00</atom:updated><title>Blog Action Day</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgf5rRjlN36XGUNjjk9d4LED3YXsBHgB4MZmJlto0nDCeNbuzEz9fhdQ4RPU-sf3ZOgoBLZPR-_drq_nzNg07meALTfyd160J4vEXyNdljtKmUUUgqnfjLkyXqDuqU0yRTDw74v/s1600-h/blogday4.jpg&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float:left; margin:0 10px 10px 0;cursor:pointer; cursor:hand;&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgf5rRjlN36XGUNjjk9d4LED3YXsBHgB4MZmJlto0nDCeNbuzEz9fhdQ4RPU-sf3ZOgoBLZPR-_drq_nzNg07meALTfyd160J4vEXyNdljtKmUUUgqnfjLkyXqDuqU0yRTDw74v/s200/blogday4.jpg&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;&quot;id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5122019006528648850&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fazendo coro com todos os blogs do mundo que participam hoje do &lt;a href=&quot;http://www.blogactionday.org/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Blog Action Day&lt;/a&gt;, vou falar sobre meio ambiente, mais especificamente, sobre hábitos de consumo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou começar com um exemplo simples. Não sei quanto a vocês, mas quando eu era criança, refrigerante era algo que só era consumido em festas de aniversário e outras comemorações. Um tio pegava um ou dois vasilhames retornáveis, ia até a esquina e trazia a bebida gaseificada que seria consumida moderadamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, é difícil encontrar uma casa que não tenha uma garrafa PET de dois litros na porta da geladeira. Uns dizem que é por causa das crianças. Outros culpam as visitas que aparecem de vez em quando. E foi assim que o hábito de beber litros e litros de algo ácido, extremamente açucarado e sabidamente maléfico à saúde virou algo normal. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por que estou falando de refrigerantes quando o assunto deveria ser meio ambiente? Porque ele representa bem o comportamento de gado que adotamos. Já parou para pensar em quantas garrafas PET são produzidas para dar conta da mudança de hábito descrita no parágrafo acima?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo sendo light ou diet, essa bebida é uma droga, todo mundo sabe disso. É ácida, provoca cáries, não tem vitaminas, incha o estômago e é repleta de substâncias esquisitas. Ainda assim, mães enchem suas crianças de Coca-Cola, Fanta, Guaraná, H2O e similares. Moças se enganam com rótulos que dizem &quot;zero caloria&quot;, como se o nível calórico fosse mais importante do que o valor nutricional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se a pessoa sequer pensa na qualidade da substância que ingere, imagine se vai avaliar a quantidade de lixo que produz. Pouco adianta defender a reciclagem se o cidadão lota a casa de garrafas PET e outras embalagens inúteis. Pouco adianta plantar árvores se o indivíduo come carne vermelha todos os dias. Para quem não sabe, é preciso desmatar áreas extensas para viabilizar a criação de gado em níveis industriais. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para mim, enquanto as pessoas não pensarem no que comem ou no que enfiam na sacola de compras, quase tudo que está sendo pregado atualmente em campanhas ecológicas não passará de conversa mole. Tão inócua quanto discurso verde em mesa de churrascaria. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viva o vasilhame retornável! &lt;br /&gt;Viva o potinho reaproveitado das nossas tias! &lt;br /&gt;Viva a torta de resto de geladeira!&lt;br /&gt;Viva Estamira!</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/10/blog-action-day.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgf5rRjlN36XGUNjjk9d4LED3YXsBHgB4MZmJlto0nDCeNbuzEz9fhdQ4RPU-sf3ZOgoBLZPR-_drq_nzNg07meALTfyd160J4vEXyNdljtKmUUUgqnfjLkyXqDuqU0yRTDw74v/s72-c/blogday4.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-37866358.post-5175697020360825717</guid><pubDate>Thu, 11 Oct 2007 18:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-11T15:58:14.532-03:00</atom:updated><title>Corrente de Amizade</title><description>Hoje é minha vez de dar vida à Corrente de Amizade entre blogs. Recebi uma homenagem linda da minha amiga Rosana Watson, do blog Mãe Global, e senti vontade de fazer o mesmo às blogueiras que têm me acompanhado nos últimos meses e anos. Vamos lá (por ordem alfabética).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://borderline.zip.net/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;strong&gt;Borderline&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; – Esse é o blog mais desatualizado do planeta. A bela jornalista Andréa Fernandes anda ocupada demais para contar como anda a vida borderline dela. Uma pena! &lt;br /&gt;Dona de um texto excelente e de uma visão crítica apurada, esta pequenina sempre arrasa quando decide postar algo novo. O problema é que, ultimamente, isso acontece a cada passagem de cometa. Por isso, lanço aqui um manifesto: volta, Deinha, voooooolta!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://busycitylife.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Busy City&lt;/a&gt; – O blog da Lucia Salvi é a cara dela. Lá tem de tudo: posts deliciosos, desabafos sinceros, comentários sobre tecnologia, dicas de moda e make-up e um pouco sobre a vida na América do Norte. &lt;br /&gt;A dona Lucia é uma das figuras mais adoráveis que já conheci. Suas predileções vão de Mario Quintana a Pet Shop Boys. Inteligente, sarcástica e divertida, essa analista de sistemas está sempre impecavelmente maquiada e penteada. Perto dela, eu me sinto um ogro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://coisas_da_drica.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Coisas da Drica&lt;/a&gt; – Acompanhe as aventuras de Adriana Lobo nos Estados Unidos, uma jornalista e artista plástica que divide a dor e a delícia de ser estrangeira em posts sinceros e divertidos.&lt;br /&gt;Dona Dricóvski pinta quadros e ama sapos. Recentemente trocou a chuvosa Seattle pela ensolarada Hermosa Beach, na Califórnia. Vai levando a vida assim, com leveza, ao lado do marido e dos gatos da casa. Talvez um dia volte, não sei. O que importa mesmo é hoje. E hoje, as coisas da Drica são felizes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://www.duelosydelicias.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Duelos &amp; Delícias&lt;/a&gt; – Só o nome já vale uma visita, mas, para arrebatar de vez, há uma imagem linda de uma bailaora flamenco no topo da página.&lt;br /&gt;É difícil não se encantar pelo blog da jornalista Ana K. Os textos, às vezes, fluem com suavidade. Outras vezes, batem sem piedade. São profundos, marcados por sensibilidade e inteligência, assim como a autora. &lt;br /&gt;Dona Ana K. é outra sobrevivente do Terra. Uma moça de sorriso doce que sobe nos tacones e dá um olé na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://ladybugbrazil.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Ladybug Brasil&lt;/a&gt; – Se um dia, você quiser conversar com alguém sobre blogs e comunicação digital, não perca tempo. Fale com a jornalista Lucia Freitas, a pessoa mais antenada que conheço. E não pense que o assunto vai morrer nisso. A moça sabe de tudo: anatomia emocional, mercado financeiro, meteorologia, astrologia, física quântica e culinária.&lt;br /&gt;Conheci essa joaninha nos tempos de InvestNews e dei de cara com ela novamente nas aulas sobre Keleman no Instituto Palas Athena. Foi bom voltar a ouvir a gargalhada gostosa dela. Figurinha queridíssima, dona Lucia Freitas arrasa em seu Ladybug Brasil. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href=&quot;http://maeglobal.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Mãe Global&lt;/a&gt; – Talvez a Rosana não saiba, mas tenho profunda admiração por ela. Formada em letras e mãe de duas filhas, a Rosana decidiu que queria mais. E foi assim que ela inaugurou o seu “Mãe Global” e se matriculou em vários cursos ligados a psicologia, saúde e auto-conhecimento. Fuçando, lutando e derrubando barreiras.&lt;br /&gt;No blog dela e da Gladys, você encontrará artigos e reflexões sobre o feminino, saúde e bem-estar. Tudo produzido com sensibilidade, profundidade e inteligência. E isso, tenho certeza, é só o começo.</description><link>http://casafrontera.blogspot.com/2007/10/corrente-de-amizade.html</link><author>noreply@blogger.com (Frontera)</author><thr:total>6</thr:total></item></channel></rss>