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	<description>Tecnologia, Infra-estrutura e Segurança</description>
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			<creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/</creativeCommons:license><image><link>http://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/3.0/</link><url>http://creativecommons.org/images/public/somerights20.gif</url><title>Some Rights Reserved</title></image><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item>
		<title>Acompanhe os gastos de TI do governo via Dashboard</title>
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		<pubDate>Sat, 11 Jul 2009 02:00:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
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		<description><![CDATA[ O CIO dos Estados Unidos Vivek Kundra lançou o dashboard nacional de gastos com TI (IT spending dashboards). Infelizmente não é o nosso governo   
Os painéis fornecem uma visão das despesas por departamento governamental, com gráficos que mostram o desempenho versus cronograma, custos e com a avaliação do CIO de quão bem [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jc3WYNInkzRi1uycGZjMuRn1iyQ/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jc3WYNInkzRi1uycGZjMuRn1iyQ/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jc3WYNInkzRi1uycGZjMuRn1iyQ/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/jc3WYNInkzRi1uycGZjMuRn1iyQ/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/07/image2.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/07/image_thumb1.png" width="98" height="84" /></a> O CIO dos Estados Unidos Vivek Kundra lançou o dashboard nacional de gastos com TI (<a href="http://it.usaspending.gov/">IT spending dashboards</a>). Infelizmente não é o nosso governo <img src='http://checchia.net/wp-includes/images/smilies/icon_sad.gif' alt=':-(' class='wp-smiley' />  </p>
<p>Os painéis fornecem uma visão das despesas por departamento governamental, com gráficos que mostram o desempenho versus cronograma, custos e com a avaliação do CIO de quão bem eles estão e aptos a atingir seus objetivos. </p>
<p>O site interessante foi a plataforma de desenvolvimento do site: construído sobre Drupal e os gráficos são em Flash. As informações são geradas a partir de dados fornecidos pelas agências para o Serviço de Gestão e Orçamento. </p>
<p>Na Predicta, cheguei a fechar um piloto de bashboard para a TI, para o acompanhamento do Service Desk, seguindo a mesma filosofia. O processo de geração do dashboard era simples: Um job mySQL rodava todos os dias, buscando informações de OTRS, RT, Nagios, MRTG, DotProject e outras ferramentas,gerando uma tabela para uso do IT Dashboard. </p>
<p>No Pontofrio, como havia uma equipe de BI, passei a documentação para eles elaborarem. Para quem quiser mais informações sobre o processo de geração, <a href="mailto:daniel at checchia dot net">mail-me</a>. Terei prazer em passar os detalhes.</p>
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		<title>O departamento de TI do futuro vai mesclar o técnico e o estratégico</title>
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		<comments>http://checchia.net/2009/07/o-departamento-de-ti-do-futuro-vai-mesclar-o-tcnico-e-o-estratgico/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2009 22:34:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Mesmo com a disseminação do modelo de terceirização das atividades operacionais do departamento de tecnologia, o CIO vai continuar a depender de arquitetos e desenvolvedores que ajustem as soluções aos negócios

Mesmo que nem todos os gestores tenham percebido, os departamentos de TI têm passado por profundas mudanças conceituais. No entanto, é preciso ressaltar que [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8xO_ygHh_21zsYPLiaJhdgoH1A/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8xO_ygHh_21zsYPLiaJhdgoH1A/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8xO_ygHh_21zsYPLiaJhdgoH1A/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/z8xO_ygHh_21zsYPLiaJhdgoH1A/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/07/02/o-departamento-de-ti-do-futuro-vai-mesclar-o-tecnico-e-o-estrategico"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/07/image.png" width="110" height="59" /></a> </p>
<p><strong><em>Mesmo com a disseminação do modelo de terceirização das atividades operacionais do departamento de tecnologia, o CIO vai continuar a depender de arquitetos e desenvolvedores que ajustem as soluções aos negócios</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p>Mesmo que nem todos os gestores tenham percebido, os <a href="http://cio.uol.com.br/carreira/2009/04/17/carreira-de-cio-a-ruptura-gerada-pela-crise">departamentos de TI têm passado por profundas mudanças </a>conceituais. No entanto, é preciso ressaltar que na <a href="http://cio.uol.com.br/carreira/2009/06/08/como-a-tecnologia-e-o-mercado-vao-influenciar-o-futuro-dos-cios">estrutura corporativa de tecnologia do futuro haverá espaço tanto para profissionais voltados às questões gerenciais quanto àqueles focados em questões técnicas</a>.</p>
<p>Vale lembrar que desde a época da popularização da internet – em meados dos anos 90 – o papel dos profissionais de tecnologia tem mudado consideravelmente. Naquela época, o gerenciamento de redes e de infraestrutura era missão crítica das áreas de TI.</p>
<p>Desenvolver, implementar e operar redes IP, sistemas de comunicação integrada e storage eram os principais desafios das equipes. Em relação aos gestores, eles tinham a missão de coordenar times cada vez maiores e começaram a assumir responsabilidades estratégicas.</p>
<p>Depois do estouro da bolha da internet, a economia vivenciou um período de crescimento moderado e as palavras de ordem para as equipes de TI passaram a ser ‘consolidação’ e ‘otimização’. Os times de tecnologia, por consequência, voltaram seus esforços à redução de custos estruturais da área e começaram a separar as competências técnicas e de gestão – valorizando cada uma delas de acordo com a ocasião.</p>
<p> <span id="more-226"></span>
</p>
<p>Nos dias de hoje, com a disseminação do conceito de outsourcing, os líderes de TI estão dispensando a manutenção de sistemas internos para passar tal função a empresas especializadas. E, ao que tudo indica, essa tendência deve continuar, unindo habilidades estratégicas para negociação de contratos e seleção de prestadores de serviços no conjunto de <a href="http://cio.uol.com.br/carreira/2009/03/31/os-novos-desafios-e-responsabilidades-dos-lideres">pré-requisitos para os gestores</a>.</p>
<p>Embora todas <a href="http://cio.uol.com.br/carreira/999/12/31/cio-ou-tecnico-como-descobrir-a-verdadeira-vocacao">essas mudanças pareçam indicar o fim da carreira técnica</a>, vale destacar que na medida em que surgem novas tecnologias o CIO vai precisar contar com <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/04/09/o-momento-certo-para-contratar-um-arquiteto">arquitetos</a> e desenvolvedores para aplicá-las adequadamente nos negócios. </p>
<p>Um exemplo de tecnologia que aumenta a competitividade das companhias são as comunicações unificadas – utilizadas para integrar sistemas e serviços diferentes. Certamente para alcançar o máximo desempenho dessas soluções, as organizações terão de contratar técnicos que cuidem de sua implementação, arquitetura e estratégia. </p>
<p><font size="2">Johna Till Johnson, Network World/EUA</font></p>
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		<title>Ex-CIO da Força Aérea cita as cinco melhores práticas de segurança</title>
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		<comments>http://checchia.net/2009/06/ex-cio-da-fora-area-cita-as-cinco-melhores-prticas-de-segurana/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 12:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
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John Gilligan, que hoje atua como um dos consultores responsáveis por criar normas para o setor, conta as cinco formas para que as empresas reduzam riscos e economizem recursos

O Consensus Audit Guidelines – documento criado por especialistas com o intuito de determinar as 20 formas de garantir e monitorar a segurança dos sistemas e [...]]]></description>
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<p><strong><em>John Gilligan, que hoje atua como um dos consultores responsáveis por criar normas para o setor, conta as cinco formas para que as empresas reduzam riscos e economizem recursos</em></strong></p>
<p><strong><em></em></strong></p>
<p>O <a href="http://www.gilligangroupinc.com/headlines/2009/20090223-consensus-audit-guidelines-draft-1.0.html">Consensus Audit Guidelines</a> – documento criado por especialistas com o intuito de determinar as 20 formas de garantir e monitorar a segurança dos sistemas e redes de TI – tem ganhado a atenção dos defensores de uma mudança na forma como os líderes da área de tecnologia da informação pensam sobre<a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/02/16/como-manter-os-investimentos-em-seguranca-na-crise/"> segurança</a>.</p>
<p><a href="http://www.gilligangroupinc.com/">John Gilligan</a>, ex-CIO da Força Aérea dos Estados Unidos (entre 2001 a 2005) e que hoje atua como consultor, foi um dos autores do documento. E, segundo ele, apesar de todas as preocupações relacionadas à possibilidade de aumentar custos por conta de investimentos em melhoria na segurança da informação, o tema deve ser prioritário. </p>
<p>Em entrevista à CIO, Gilligan dá cinco recomendações de como as organizações devem tratar a gestão de riscos e, o melhor, o especialista aponta que isso tende a <a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/03/09/corte-custos-sem-matar-o-negocio/">economizar custos com TI</a>. Seguem as cinco dicas:</p>
<p><b>1.&#160;&#160;&#160;&#160; Conhecer a rede</b> – Faça um inventários de todos os equipamentos que compõem a rede corporativa. Grave os endereços IP, o nome das máquinas e a pessoa responsável por elas. Crie também uma lista dos softwares que estão autorizados a rodar nesse ambiente.    <br />Periodicamente teste o inventário de software com o intuito de encontrar novos itens na rede e preste atenção ao atraso para que a ferramenta detecte esse elemento, pois esse é o tempo em que sua infraestrutura ficou vulnerável.</p>
<p><b>2.&#160;&#160;&#160; Teste e verifique</b> – Documente e teste a segurança dos equipamentos antes de implementar laptops, workstations e servidores. Avalie o equipamento durante um mês para garantir que todas as configurações estão corretas. </p>
<p><b>3.&#160;&#160;&#160; Controle o ambiente </b>– Nos diversos pontos de conexão à rede implemente filtros para atrelar o uso dessas portas a necessidades de negócio que já tenham sido documentadas. Use dois fatores para autenticação e criptografia em todos os equipamentos da rede.     <br />Exija também que as pessoas que querem acessar a rede de forma remota utilizem duas camadas de autenticação também.</p>
<p><b>4.&#160;&#160;&#160; Seja desconfiado</b> – Faça auditorias para gravar datas, validade e destinatário de cada software da rede. Monte perfis de atividades comuns e procure e transforme em regras, que permitam enxergar qualquer anomalia. </p>
<p><b>5.&#160;&#160;&#160; Olhe para trás</b> – Rode sistemas para avaliar a vulnerabilidade da rede pelo menos uma vez por semana (de preferência diariamente). Compare essas análises com relatórios anteriores para garantir que os problemas foram solucionados. Instale atualizações críticas do sistema semanalmente.</p>
<p>Faça um relatório diário sobre as contas que foram desabilitadas, bem como aquelas com as senhas que já expiraram. Busque explicações para cada um desses casos e ainda cheque todas as máquinas da rede para garantir todas as atualizações necessárias para evitar ataques.</p>
<p>&#160;</p>
<p><font size="1">Kim S. Nach, CIO/EUA</font></p>
<p><font size="1">Publicada em 30 de junho de 2009 às 08h05</font></p>
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		<item>
		<title>Trabalho remoto: os sete erros mais comuns de segurança</title>
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		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 15:48:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Especialistas mostram os equívocos mais comuns que as pessoas cometem ao trabalhar em home office e apontam as melhores alternativas para essas situações
Por conta da dificuldade de deslocamento nos grandes centros urbanos há uma tendência de que um número maior de profissionais trabalhe de forma remota. No entanto, junto com a ascensão do modelo de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[
<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YrhFsE0p3MkEyJNOyi-T4L5Dczs/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YrhFsE0p3MkEyJNOyi-T4L5Dczs/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YrhFsE0p3MkEyJNOyi-T4L5Dczs/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YrhFsE0p3MkEyJNOyi-T4L5Dczs/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><h4><a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/06/23/trabalho-remoto-os-sete-erros-mais-comuns-de-seguranca"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/06/image10.png" width="114" height="63" /></a><em>Especialistas mostram os equívocos mais comuns que as pessoas cometem ao trabalhar em home office e apontam as melhores alternativas para essas situações</em></h4>
<p>Por conta da dificuldade de deslocamento nos grandes centros urbanos há uma tendência de que um número maior de profissionais <a href="http://cio.uol.com.br/estrategias/2009/05/20/empresa-investe-em-trabalho-100-remoto/">trabalhe de forma remota</a>. No entanto, junto com a ascensão do modelo de ‘home office’ crescem os erros cometidos pelas pessoas em relação à <a href="http://cio.uol.com.br/estrategias/2009/06/17/a-forma-certa-de-montar-uma-politica-de-seguranca-parte-1/">segurança das informações</a>.</p>
<p>Com o intuito de ajudar as empresas nessa empreitada de garantir a segurança das informações corporativas, a revista CSO ouviu dois especialistas no tema e mapeou os principais erros que os funcionários cometem quando trabalham de forma remota.</p>
<p><b>1. Ambiente adequado</b></p>
<p>Acostumado a trabalhar no ambiente doméstico, o jornalista Jeff Zbar entende bem o quão importante é manter a segurança física de seu escritório. Zbar tem hoje um blog sobre o tema (<a href="http://www.chiefhomeofficer.com/">chiefhomeofficer.com</a>) e ainda escreveu diversos livros sobre o assunto, incluindo o Safe@Home: Seven Keys to Home Office Security (ainda sem uma versão traduzida para o português).</p>
<p>Durante a temporada de furacões nos Estados Unidos, Zbar – que mora no Sul da Flórida – utiliza madeira para evitar danos à janela do escritório. Mas a preocupação com a segurança física vai muito além das questões climáticas. O jornalista precisa proteger o ambiente dos seus três filhos e três cachorros.</p>
<p>“Existem coisas que deveríamos prever quando temos um escritório em casa. E se uma criança olhar para a luz verde que sai do botão do computador e decidir tocá-la? Ou e se alguém passar e puxar um cabo sem querer?”, ressalta o jornalista. “Para isso, eu mantenho meu computador em um local no qual ele não pode ser acessado quando estou longe”, acrescenta Zbar, lembrando também que trancar a porta pode ser uma alternativa interessante.</p>
<p>Os aparatos de segurança do especialista incluem ainda um cofre à prova de fogo, no qual ele guarda documentos importantes, e um cortador de papel para eliminar informações confidenciais.</p>
<p><b>2. Itens básicos de rede&#160; </b></p>
<p>“A maioria das pessoas compra o roteador em uma loja de departamento e acha que isso é suficiente para montar uma rede doméstica. O que parece bastante assustador”, diz Derek Krein, CTO da empresa norte-americana Advanced Wireless Networks e especialista em segurança. </p>
<p>De acordo com Krein, a crença de que as redes domésticas não representam um alvo muito comum para criminosos representa um risco para quem trabalha de forma remota. “As pessoas pensam: ‘eu estou em casa e ninguém vai querer acessar meu computador”, cita o CTO. Uma postura que, segundo ele, leva as pessoas a abrir mão de mecanismos para evitar a vulnerabilidade desses ambientes.</p>
<p>Para o CTO, a lista básica de itens para qualquer rede, mesmo que ela seja doméstica, inclui: um firewall e um bom software para coibir vírus e malware. Ele ainda recomenda que quem mantém mais de um computador ligado em rede instale um firewall pessoal em cada um dos equipamentos – alguns sistemas operacionais já incluem esse tipo de funcionalidade.</p>
<p><b>3. Rede Wi-Fi</b></p>
<p>Se, apesar de enxergar a rede dos seus vizinhos, você só acessa sua própria rede Wi-Fi não se iluda: boa parte das pessoas não tem essa mesma ética.</p>
<p>Os especialistas aconselham que quem mantém uma rede wi-fi doméstica tenha algum tipo de encriptação para evitar que outras pessoas acessem o ambiente. “É importante garantir também que os equipamentos que estão ligados às redes wireless estejam configurados de forma adequada para trabalhar com total segurança”, enfatiza Krein, que acrescenta: “Isso pode consumir algum tempo, mas vale a pena”.</p>
<p><b>4. Computador pessoal e profissional</b></p>
<p>Algumas empresas estão sujeitas a leis muito específicas em relação ao manuseio de informações e que podem criar sérios problemas para os profissionais em ‘home office’, caso eles usem o mesmo computador para uso doméstico e profisisonal.</p>
<p>“Se você trabalha com números de cartão de crédito ou para uma empresa de saúde, por exemplo, precisa segregar muito bem os equipamentos usados para trabalho e para atividades pessoais”, considera Krein. </p>
<p>Ele afirma ainda que deixar outra pessoa da família acessar o computador de trabalho é uma prática comum, mas muito errada. “Você não pode deixar seu notebook ou desktop mais vulnerável do que o necessário por conta de acesso a páginas da internet indevidas”, ressalta Jeff Zbar. </p>
<p><b>5. Encontros de negócio     <br /></b></p>
<p>Zbar admite que, raramente, ele encontra clientes ou outras pessoas relacionadas ao trabalho em sua casa, mas prefere realizar as reuniões e encontros de negócio em lugares públicos ou no escritório da sua empresa.</p>
<p>Essa política, de acordo com o jornalista, não só garante a sua segurança- da sua casa e da sua família &#8211; como evita problemas legais. “O que eu faria se alguém que está vindo me encontrar para uma reunião de negócios tiver um acidente durante a viagem?”, questiona Zbar. Ainda segundo ele, sua apólice de seguros não prevê esse tipo de problema com terceiros. </p>
<p><b>6. Backup dos dados</b></p>
<p>A maior parte das pessoas já perdeu documentos do computador por conta de quedas de energia ou problemas com o disco rígido. Portanto, isso prova que realizar o backup de dados é uma coisa extremamente necessária e, o melhor, simples de fazer.</p>
<p>Uma solução óbvia é comprar um disco externo e programar backups manuais a cada semana. De qualquer forma, isso não evita perdas no caso de uma falha do sistema. </p>
<p>Outra opção é adotar uma solução de armazenamento automático.   <br />Krein ainda recomenda ter um estabilizador de energia, bem como baterias extras para o notebook. <b>     <br /></b></p>
<p><b>7. Ambiente de contingência</b></p>
<p>Para os profissionais que trabalham 100% do tempo de forma remoto, o escritório doméstico representa um dos lugares mais importantes. Mas poucos consideram a possibilidade de continuar a trabalhar em certas condições adversas, como um incêndio ou uma enchente, e que obrigam todas as pessoas a deixar a casa por tempo indeterminado.   <br />Com o objetivo de se preparar para o pior, Zbar contratou serviços baseados em cloud computing (computação em nuvem) e que permitem trabalhar de qualquer lugar. </p>
<p><strong>Joan Goodchild, CSO/EUA</strong></p>
<p><a href="http://cio.uol.com.br/gestao/2009/06/23/trabalho-remoto-os-sete-erros-mais-comuns-de-seguranca">http://cio.uol.com.br/gestao/2009/06/23/trabalho-remoto-os-sete-erros-mais-comuns-de-seguranca</a></p>
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		<title>Mantenha o relógio do servidor sempre atualizado, com ou sem horário de verão</title>
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		<pubDate>Sat, 20 Jun 2009 10:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tutoriais]]></category>
		<category><![CDATA[NTP]]></category>
		<category><![CDATA[tutorial]]></category>

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		<description><![CDATA[Depois de enfrentar um certo problema com atrasos e adiantamentos do meu relógio e dos relógios dos servidores que cuido, acabei partindo para a solução de deixá-los sincronizados via NTP, ou seja, sempre na hora certa. Mas como problema pouco é meio de vida, o servidor se recusava a aceitar que ele não deveria estar [...]]]></description>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/R7b2O5zL9RIQLHmIBdLaXKrlPiY/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/R7b2O5zL9RIQLHmIBdLaXKrlPiY/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><blockquote><p>Depois de enfrentar um certo problema com atrasos e adiantamentos do meu relógio e dos relógios dos servidores que cuido, acabei partindo para a solução de deixá-los sincronizados via NTP, ou seja, sempre na hora certa. Mas como problema pouco é meio de vida, o servidor se recusava a aceitar que ele não deveria estar em horário de verão. Baseado nestes pequenos problemas mostro, através <a href="http://www.ultimolog.com/2007/11/20/configurando-sincronizando-o-relogio-por-ntp-com-ou-sem-horario-de-verao/">deste artigo</a>, como configurar e sincronizar os relógios de servidores linux e como funciona a questão do fuso horário. Como dizer para o linux que ele deve usar ou não o horário de verão!”</p>
<p>Por Diego Albuquerque, do <a href="http://www.ultimolog.com/2007/11/20/configurando-sincronizando-o-relogio-por-ntp-com-ou-sem-horario-de-verao/">ultimolog.com</a></p>
</blockquote>
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		<title>Quais as melhores funções para cada geração de profissional</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 15:23:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<category><![CDATA[baby booner]]></category>
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		<description><![CDATA[ 
Depois de identificar as diferenças entre as três gerações que estão nas corporações &#8211; &#8216;baby boomer&#8217;, &#8216;X&#8217; e &#8216;Y&#8217; &#8211; as organizações começam a mapear as atividades mais adequadas para cada uma delas 
As empresas, de forma geral, convivem hoje com três gerações de profissionais: baby boomer, X e Y. O que gera conflitos, [...]]]></description>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qz-y5QsxXHdJ9AQFoV7ersl8XrA/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/qz-y5QsxXHdJ9AQFoV7ersl8XrA/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://cio.uol.com.br/carreira/2009/06/16/quais-as-melhores-funcoes-para-cada-geracao-de-profissional"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/06/image9.png" width="114" height="63" /></a> </p>
<p><strong><em>Depois de identificar as diferenças entre as três gerações que estão nas corporações &#8211; &#8216;baby boomer&#8217;, &#8216;X&#8217; e &#8216;Y&#8217; &#8211; as organizações começam a mapear as atividades mais adequadas para cada uma delas</em></strong> </p>
<p>As empresas, de forma geral, convivem hoje com três gerações de profissionais: baby boomer, X e Y. O que gera conflitos, por conta das diferenças de interesses e objetivos de cada perfil, mas, ao mesmo tempo, permite que as organizações tirem proveito dessa diversidade de atitudes e experiências. </p>
<p>Veja abaixo as características e funções mais indicadas para cada uma das gerações: </p>
<p> <span id="more-220"></span>
</p>
<p><strong>Geração Y</strong>    <br /><strong>Perfil -</strong> Foi a primeira a conviver desde a vida escolar com a tecnologia da informação. Primeiro foram os videogames, computadores domésticos e depois a internet e a velocidade com que circulam informações. Hoje, os adultos da geração são muito disciplinados na busca de uma boa formação, principalmente em disciplinas relacionadas à estratégia e à inovação, e têm mais agilidade para encontrar as informações das quais necessitam. </p>
<p>É uma geração mais individualista e autônoma, que faz questão de colocar sua opinião em destaque e não abre mão de gerenciar sua vida pessoal simultaneamente à profissional. No dia-a-dia do trabalho, não têm medo de trocar informações, compartilhar experiências e possuem uma grande capacidade de inovação. </p>
<p>Entre os pontos fracos está a ansiedade, o imediatismo e o fato de não saberem exatamente como lidar com um momento de crise ou uma bolha de mercado. Outro ponto que as companhias costumam destacar como negativo é a insatisfação que toma conta do profissional no caso de ele não receber uma promoção após o primeiro ano de empresa. </p>
<p><strong>Onde deve trabalhar -</strong> A geração Y costuma ter a preferência das empresas em tipos de projetos nos quais é necessário reestruturar e reorganizar novas ideias. Seu perfil pode ser bastante aproveitado em consultorias voltadas à inovação e ambientes que buscam o desenvolvimento de novas estratégias de mercado. As companhias que realizam terceirização de serviços se beneficiam desse perfil. </p>
<p><strong>Geração X</strong>    <br /><strong>Perfil -</strong> A geração X não cresceu em meio a um ambiente estimulante, mas boa parte dela acaba conseguindo tirar proveito das coisas novas, ainda que não seja com a mesma eficiência. O processo de aprendizado, no entanto, é um pouco mais lento. Os profissionais sentem muito a falta de orientação e treinamento formal para as coisas novas. </p>
<p>No comportamental, a geração X tem um bom equilíbrio entre família e trabalho, mas cuida desses dois elementos de forma separada. Dessa forma, precisa equilibrar seu tempo na empresa para que o trabalho não atrapalhe sua vida e não seja desmotivado. </p>
<p>No cotidiano, tem um pouco de receio de compartilhar suas ideias e experiências com medo de perder crédito por seus trabalhos, tampouco se sente na obrigação de realizar esse tipo de troca. </p>
<p>Apesar de algumas desvantagens no confronto com a geração Y, o profissional tem a grande vantagem de ter atravessado crises e de contar com um conhecimento muito mais amplo de tecnologia. Ele já era adulto quando a revolução da microinformática chegou ao Brasil e com isso consegue ter uma visão de mercado bastante ampla. </p>
<p><strong>Onde deve trabalhar -</strong> A geração X é muito bem aproveitada na implantação e supervisão de projetos já testados, pois possui uma grande habilidade de aprender com as velhas experiências. É uma geração cada vez mais requisitada em um mercado no qual as empresas buscam garantir estabilidade para retomar o crescimento após o arrefecimento da crise. </p>
<p><strong>Baby boomers</strong>    <br /><strong>Perfil -</strong> A geração baby boomer foi a responsável pela criação do termo workaholic, que embora esteja associado a um vício, não tem uma conotação negativa na economia. É um profissional que tem o trabalho como prioridade número um na vida e que possui uma grande lealdade às empresas em que trabalha. O baby boomer não vê problemas em trabalhar anos no mesmo local e tem muita preocupação em seguir a chamada ética corporativa, embora este seja um conceito bastante abstrato nos dias de hoje. </p>
<p>A maior vantagem é mesmo sua grande experiência no mercado, pois é um profissional que enfrentou todas as crises que aconteceram depois da segunda guerra mundial. Com isso, tem uma facilidade muito grande de projetar cenários e planejar retomadas. </p>
<p>De negativo, há sua resistência às mudanças. Baby boomers torcem o nariz para jovens que chegam ao trabalho com fones de ouvido, trajando jeans e camiseta e sentem muita dificuldade de realizar mais de uma tarefa ao mesmo tempo. Não conseguem, por exemplo, gerenciar a própria agenda e cuidar dos negócios ao mesmo tempo. </p>
<p><strong>Onde deve trabalhar -</strong> Por sua grande experiência, são os profissionais que ocupam os postos de maior responsabilidade na empresa, onde as decisões finais são tomadas. A geração tem também um perfil excelente para analisar e implantar processos consolidados, pois sabe como eles funcionam mais do que ninguém.</p>
<p><strong><em>Rodrigo Afonso, repórter do Computerworld</em></strong></p>
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		<title>Pagamento eficiente</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 21:20:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[bancos]]></category>

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		<description><![CDATA[ Enfim, uma boa notícia!
Mensalidades escolares, seguro do carro, condomínio, entre outras faturas somam hoje mais de 2 bilhões de boletos bancários processados em todo o País por ano. O cliente&#160; recebe tudo em papel correndo assim o risco de extravio ou até mesmo de esquecer de pagar a conta . Para acabar com o [...]]]></description>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nrs5TraV16zZ3M0xkhEIqEODqsM/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nrs5TraV16zZ3M0xkhEIqEODqsM/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&amp;id_subcanais=10&amp;id_noticia=24081&amp;pg="><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/06/image7.png" width="123" height="99" /></a> Enfim, uma boa notícia!</p>
<blockquote><p>Mensalidades escolares, seguro do carro, condomínio, entre outras faturas somam hoje mais de 2 bilhões de boletos bancários processados em todo o País por ano. O cliente&#160; recebe tudo em papel correndo assim o risco de extravio ou até mesmo de esquecer de pagar a conta . Para acabar com o problema, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) criou o Débito Direto Autorizado (DDA).&#160; </p>
<p>O serviço, disponível a partir de 19 de outubro, foi apresentado na manhã desta quinta-feira (18/06) durante o Congresso Internacional de Automação Bancária (Ciab-Febraban). Com ele, a informação passa a ser eletrônica, desde que o cliente bancário autorize o não-recebimento de boletos físicos por meio de um termo de adesão junto a sua agência.&#160; A Câmara Interbancária de Pagamentos (CIP), braço tecnológico do projeto, é informada pelo banco de que a pessoa ou empresa é um sacado eletrônico. Assim, no dia seguinte, qualquer cobrança cadastrada já será eletrônica. </p>
<p>O pagamento é debitado na conta-corrente do usuário no momento em que bem entender, diferente do débito automático adotado hoje. O último tem somente 35% de adesão e não possui a vantagem do caráter decisivo do DDA. “A expectativa é de 15% de adesão. Mas dentro do princípio de conveniência, acreditamos que, em três anos, a adesão será entre 30 e 50% dos boletos do Brasil”, aponta Leonardo Demola Ribeiro, do Santander Real.</p>
</blockquote>
<p>Leia o artigo completo na <a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/interna.asp?id_canais=4&amp;id_subcanais=10&amp;id_noticia=24081&amp;pg=">B2B Magazine</a>.</p>
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		<title>Ótimo é inimigo do bom?</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 20:45:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>

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		<description><![CDATA[ 
Há alguns anos atrás trabalhei com um gerente que tinha eta frase como mantra… Muitas vezes a argumentação dele era tão convicta que ficava difícil de convencê-lo que nem sempre isto era possível. Essa famosa expressão do mundo corporativo pode ser, na verdade, o cúmplice do péssimo. Leia mais em artigo que ressalta a [...]]]></description>
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<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-rYYj69l_G3xdhZPUSsHrRp_01A/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-rYYj69l_G3xdhZPUSsHrRp_01A/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://br.hsmglobal.com/notas/53036-%C3%93timo-e-inimigo-do-bom"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/06/image6.png" width="95" height="95" /></a> </p>
<p>Há alguns anos atrás trabalhei com um gerente que tinha eta frase como mantra… Muitas vezes a argumentação dele era tão convicta que ficava difícil de convencê-lo que nem sempre isto era possível. Essa famosa expressão do mundo corporativo pode ser, na verdade, o cúmplice do péssimo. Leia mais em artigo que ressalta a importância de não estimular o comodismo.</p>
<blockquote><p>Durante as últimas décadas – antes, portanto, da atual crise justificar todo tipo de abuso – tem prosperado entre nós um desses movimentos que nascem tímidos, crescem, avançam e, quando nos damos conta, assumem o comando e ditam as regras dos nossos negócios e até das nossas vidas.</p>
<p>Um movimento que nasce de um ditado “popular” de origem aparentemente desconhecida (ao menos pra mim), e que vai conquistando espaço na cabeça das pessoas mais conservadoras ou complacentes, vira mantra no discurso de executivos, marqueteiros e publicitários práticos ou cínicos e alcança, por fim, toda a estrutura das nossas vidas e organizações, incluindo sua direção.</p>
<p>Com o tempo, o que era tático passou a ser estratégico, uma iniciativa esporádica e pontual tornou-se, então, uma forma esperta (ou, como preferem alguns, “criativa”) e permanente de viabilização de ações e objetivos previstos nos planejamentos das empresas, passando, por fim, a constituir a própria estratégia e a condicionar, no nascedouro, toda a sua construção: “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo é inimigo do bom”; “o ótimo…”.</p>
</blockquote>
<p><a href="http://br.hsmglobal.com/notas/53036-%C3%93timo-e-inimigo-do-bom">Leia o artigo completo em HSM</a></p>
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		<title>Socorro! É muita informação</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[iMasters]]></category>
		<category><![CDATA[informação]]></category>

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de Luiz Alberto Ferla
Mergulhado num oceano diário de e-mails, blogs, websites, mensagens de textos, reportagens e relatórios. Assim é o dia-a-dia de um trabalhador da informação, um tipo de profissional que corresponde a 67% da força de trabalho nos Estados Unidos. Se você se enquadra neste perfil, já deve estar ansioso por tirar férias [...]]]></description>
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<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqYZYEwFJYZWzKsO55FCLWQ-Jb0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqYZYEwFJYZWzKsO55FCLWQ-Jb0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqYZYEwFJYZWzKsO55FCLWQ-Jb0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/sqYZYEwFJYZWzKsO55FCLWQ-Jb0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p><p><a href="http://imasters.uol.com.br/artigo/13172"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px 15px 10px 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" align="left" src="http://checchia.net/wp-content/uploads/2009/06/image5.png" width="185" height="64" /></a> </p>
</p>
<p>de <a href="mailto:ferla@knowtec.com">Luiz Alberto Ferla</a><strong></strong></p>
<p>Mergulhado num oceano diário de e-mails, blogs, websites, mensagens de textos, reportagens e relatórios. Assim é o dia-a-dia de um trabalhador da informação, um tipo de profissional que corresponde a 67% da força de trabalho nos Estados Unidos. Se você se enquadra neste perfil, já deve estar ansioso por tirar férias só para se ver livre de todo esse amontoado de dados e, enfim, botar a mão na massa e começar a trabalhar.</p>
<p>A realidade é dura, mas você não está sozinho. Atualmente bilhões de pessoas são diariamente bombardeadas com pelo menos 1.6 gigabyte de informação, segundo um estudo divulgado recentemente pelo professor Roger Bohn, da Universidade da Califórnia. Segundo o The Wall Street Journal, o levantamento do acadêmico &#8211; chamado &quot;How Much Information?&quot; &#8211; conta com verdadeiras pérolas, como os números da rotina de trabalho dos funcionários da IBM: cerca de 400 mil colaboradores da empresa enviam 12 milhões de mensagens instantâneas por dia, fato que resulta em uma perda anual de US$ 900 bilhões por causa desse acúmulo.</p>
<p> <span id="more-211"></span>
<p>Ainda de acordo com o estudo &#8211; que deverá ser lançado este ano -, um profissional que trabalha diretamente com computadores gasta 25% de seu tempo procurando informação, voltando ao trabalho depois desta interrupção e lidando com outros efeitos deste fenômeno dos novos tempos. O problema está ficando sério e começa a afetar a produtividade de muitas empresas. A própria IBM criou diversas ferramentas de relacionamento interno, a fim de que os funcionários criem espaços onde conversem sobre projetos em andamento.</p>
<p>Outra solução encontrada pela empresa foi estabelecer alertas para palavras-chave ou para e-mails de determinadas pessoas, como o do seu chefe. Ela ainda atribuiu filtros para as mensagens, de forma que elas caiam em pastas específicas. E o mais importante: recomendou que seus funcionários utilizem o <em>Não Perturbe</em> quando não querem ou não podem ser interrompidos de realizar uma atividade. Tudo isso com o simples objetivo de não perder o foco no que realmente é importante: o trabalho que deve ser feito.</p>
<p>Como tudo da na vida, esta é mais uma questão que seria resolvida com bom senso. É impraticável e improdutivo ficar várias vezes ao dia verificando e respondendo e-mails ou lendo e enviando informações. Se a pessoa aprende a estabelecer prioridades, vai saber diferenciar o que é mais importante no seu dia. Não tem como, por exemplo, participar de uma reunião com outros colaboradores ou superiores e ficar com o laptop aberto visitando sites ou checando a caixa de e-mails. Além de ser improdutivo para a reunião é um desrespeito com os colegas. O mesmo vale para o celular.</p>
<p>Também não dá para ler tudo que aparece na caixa de e-mails. Quanto menos tempo se tem, mais criteriosa deve ser a seleção do que se lê. Pode-se começar lendo no trabalho o que se refere ao trabalho e em casa ou fora do horário de expediente o que não corresponde à sua empresa. Dê importância e resolva primeiro o que é mais relevante e urgente. Priorize o que depende de você para ter seguimento ao longo do dia e depois vá tratando das outras questões e das que forem surgindo. Também não permita que sua caixa de mensagens seja um amontoado de ações &quot;por fazer&quot;. Crie pastas para os e-mails que deva ler: prioritário, trabalho, responder, ler, pessoal, lazer, vídeos&#8230; É importante se organizar.</p>
<p>Outra atitude é disciplinar as pessoas. Se você recebe vários e-mails de piadas, informações irrelevantes ou correntes, não responda, nem encaminhe. O remetente vai perceber que você não tem tempo para isso ou &quot;não é dessa turma&quot;. Se, por acaso, algum amigo ou colega de trabalho for insistente com mensagens desse tipo, chame sua atenção de forma cordial. Assim você poupará seu tempo evitando até mesmo excluir tais mensagens. O mesmo vale para programas de comunicação instantânea: se você puder falar, deixe o status disponível e estabeleça o contato. Do contrário, fique ausente ou ocupado e não responda se for chamado, assim a outra pessoa entenderá que você realmente não pode falar naquele momento. Também não deixe avisos sonoros ligados para quando você receber e-mail, MSN, Skype.</p>
<p>São pequenas atitudes que podem tornar seu dia e seu trabalho mais produtivo e organizado, sem perder o foco. Assim, você chegará ao final da sua jornada diária sem aquela terrível sensação de que o dia &quot;não rendeu&quot;.</p>
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		<title>Google aposta em banco de dados online</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Jun 2009 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Daniel Checchia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Google]]></category>

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		<description><![CDATA[O Google lançou na semana passada o banco de dados online Fusion Tables, com objetivo de driblar as limitações dos bancos de dados tradicionais e simplificar as operações de relacionamento de informações. 
De acordo com o Computerworld, o Fusion Tables oferece a tecnologia de espaço de dados desenvolvida pela Transformic, empresa adquirida pelo Google em [...]]]></description>
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<p>De acordo com o Computerworld, o Fusion Tables oferece a tecnologia de espaço de dados desenvolvida pela Transformic, empresa adquirida pelo Google em 2005. A tecnologia promete resolver o problema de vários tipos e formatos de dados nas empresas, que gastam dinheiro e esforços para torná-los uniformes, com o objetivo de armazená-los e analisá-los em bases de dados convencionais.</p>
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<p>É possível incluir nas tabelas bidimensionais tradicionais de base de dados, uma terceira coordenada com elementos como reviews de produtos, posts e mensagens do Twitter, além de uma quarta canmada de atualizações em tempo real.</p>
<p>“Se você é a IBM, a Microsoft e Oracle, seu pior pesadelo está vivo. O Google irá criar espaços de dados automaticamente e implementar novos tipos de pesquisa”, afirmou o anúncio de lançamento do buscador.</p>
<p>O Google afirmou que, com a implementação em cloud computing, simplificará também a possibilidade de colaboração em grupos de dados.</p>
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