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&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-GsW1EyLBVsA/TzqeEuKr1mI/AAAAAAAACLc/OqSqH4x8Sas/s1600/220px-Giraffe_standing.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-GsW1EyLBVsA/TzqeEuKr1mI/AAAAAAAACLc/OqSqH4x8Sas/s1600/220px-Giraffe_standing.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Girafa moderna&lt;br /&gt;
(&lt;i&gt;Giraffa camelopardalis&lt;/i&gt;)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
A girafa tem a maior pressão sanguinea do reino animal. Isso porque seu sistema circulatório trabalha nos dois extremos, empurrando o sangue a mais de 4 metros de altura e compensando a pressão e a força da gravidade quando ela abaixa a cabeça para beber água na Serengeti africano.&lt;br /&gt;
Para compreender como isso ocorre é necessário entender como a evolução trabalhou nos últimos 30 milhões de anos.&lt;br /&gt;
Aqui tenho pesquisado literaturas cientificas bastante respeitadas e tenho descrito como a ciência interpreta a evolução dos animais, dentre os aqui já aqui descritos estão os elefantes, felinos, cetáceos, ursos e cães. Todos eles relativamente bem representados em registros fósseis, mas a girafa não segue esse padrão claro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar das girafas serem estudadas a muito tempo, antes e depois de Darwin, ainda sim a evolução da girafa permanece um mistério. Isso ocorre porque as evidencias de sua evolução são bastante controversas como veremos a seguir e nos impede de traçar o caminho preciso de sua evolução.&lt;br /&gt;
Muitos autores tentaram descrever sua evolução. Para o zoólogo Richard Dawkins a questão já esta resolvida, mas como veremos Dawkins apresenta a pior proposta evolucionista para explica a origem do grande pescoço da girafa.&lt;br /&gt;
Compreender a evolução da girafa exige conhecer um pouco da origem dos artiodáctilos.&lt;br /&gt;
O grupo dos artiodáctilos é constituído por animais mamíferos ungulados com número par de dedos nas patas. É um grupo com mais de 200 espécies descritas e engloba os bovinos, a cabra, os camelos, lhamas, gnus, antílopes, o hipopótamo, o porco e a obviamente a girafa.&lt;br /&gt;
Um dos ancestrais mais antigos do grupo dos artiodactilos é o condilartros, uma ordem pré-histórica de mamíferos que surgiu no final do período Cretáceo e desapareceram no Mioceno.&lt;br /&gt;
Compreendem o grupo dos primeiros mamíferos herbívoros da Terra, na qual mantém essa característica até os dias de hoje.&lt;br /&gt;
Cada dedo dos artiodactilos é bem desenvolvido, mas o segundo e o quinto são consideravelmente menores ou simplesmente ausentes.&lt;br /&gt;
Quando ausentes os ossos metapodiais fundem-se em um osso chamado de “canhão” que é único e as unhas se modificam em cascos.&lt;br /&gt;
Quando caminham, os artiodáctilos se apóiam nos dois dedos médios de cada pé, a única exceção é o hipopótamo cujos quatro dedos tocam o chão. Todos os artiodáctilos recentes, salvo o camelo, possuem cascos.&lt;br /&gt;
O caso da girafa é bastante peculiar porque seu sistema fisiológico é tão peculiar que desafia as teorias evolucionistas.&lt;br /&gt;
A principal especialidade da girafa é a circulação sanguinea. Bombear sangue exige câmaras do coração com músculos fortes e resistentes a pressão. &amp;nbsp;O átrio e o ventrículo direito das girafas tem sua musculatura relativamente simples e sem especializações, pois envia o sangue para o pulmão. Entretanto, a musculatura que envolve o átrio e ventrículo esquerdo são extremamente avantajadas já que sua função é enviar o sangue a 4 metros de altura em direção a cabeça. Os vasos das pernas das girafas não se dilatam devido a espessura da pele, então toda pressão sanguinea é neutralizada e o sangue é obrigado a fluir naturalmente pela parte inferior do corpo.&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-4gp7JDyR4kY/TzqeJKS9XWI/AAAAAAAACLs/qGKaKvhX3Ao/s1600/Untitled-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-4gp7JDyR4kY/TzqeJKS9XWI/AAAAAAAACLs/qGKaKvhX3Ao/s1600/Untitled-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: small; text-align: -webkit-auto;"&gt;&lt;b&gt;O fluxo de sangue corre em direção a cabeça. Passa por um orifício das válvulas (membrana em vermelho). Para que o sangue não volte em contra-fluxo no intervalo da diástole a válvula impede a descida do sangue.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Na veia jugular parte da base do pescoço e migra para a cabeça, nela há um agrupamento de válvulas que auxiliam o sangue a subir. Cada válvula é formada por uma pele muito fina e simples, como um hímen feminino que fica disposto de tal forma que quando o sangue caminha para cima passa por um orifício naturalmente e quando a pressão diminui entre os batimentos do coração o sangue não desce porque a válvula impede o contra-fluxo.&lt;br /&gt;
Na base do crânio há um conjunto de vasos cuja parede também não se expandem e neutralizam a pressão sanguinea para que ela não danifique o tecido nervoso.&lt;br /&gt;
Sabendo disso o dilema evolutivo da girafa e seu grande pescoço começa a ser construído. Para isso vamos analisar três linhas de pensamento, a de Ulrich Kutschera, Richard Dawkins e de Kathleen Hunt.&lt;br /&gt;
Para Ulrich Kutschera os registros fósseis podem apresentar claramente os processos evolutivos que moldaram o pescoço dos ancestrais até o da girafa. De fato há muitos registros fósseis de girafideos e artiodactilos que estão ligados a evolução das girafas, mas que não permitem traçar um perfil evolutivo concreto, uma árvore filogenética que retrate com fidelidade a evolução desses animais.&lt;br /&gt;
De acordo com a linha de pensamento de Kutschera o pescoço da girafa teria aumentado gradativamente por processos cumulativos como procede com a idéia de Darwin, sem saltos seguindo a escalada de um monte como diria Dawkins.&lt;br /&gt;
Esse processo poderia permitir microevoluções ao longo de &amp;nbsp;milhões de anos e com o tempo encontraríamos animais com pescoços grandes devido a ação da seleção natural, mas principalmente pela seleção sexual conforme discutiu Georges Mivart e Darwin em 1872. Hoje sabe-se que a seleção natural é o mecanismo mais fraco para explicar a evolução do pescoço das girafas. A seleção sexual explica melhor as razões para tal pescoço embora hajam outras teorias ligadas a termorregulação .&lt;br /&gt;
Portanto o pescoço grande teria uma motivação muito mais ligada a questão da conquista das fêmeas. Assim &amp;nbsp;o pescoço grande adquirido pelos machos seria compartilhado com a fêmea como um “brinde” evolutivo como já documentado na literatura científica.&lt;br /&gt;
De fato, a evolução trabalha de forma cumulativa e geram espécies novas ao longo do tempo, mas esses processos micromutacionais não podem ser enxergados no registro fóssil principalmente na questão do aumento do pescoço. Não porque não existem, mas principalmente porque não ha um registro fóssil de girafa com pescoço média, ainda!&lt;br /&gt;
Há alguns evolucionistas que não acreditam que a seleção sexual tenha sido o principal mecanismo evolutivo no caso das girafas.&lt;br /&gt;
Para tirar as dúvidas a respeito da evolução das girafas foram feitas modelagens matemáticas que pudessem explicar quantas mudanças seriam necessárias para que um animal como a Ocapi de pescoço curto se transformasse em uma girafa.&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ZIynuC8n2xI/TzqeMifNHFI/AAAAAAAACL8/W1yT0EmmE0g/s1600/Untitled-3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ZIynuC8n2xI/TzqeMifNHFI/AAAAAAAACL8/W1yT0EmmE0g/s1600/Untitled-3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ocapi (&lt;i&gt;Okapia johnstoni&lt;/i&gt;)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
A ocapi apesar de ser um membro dos girafideos apresenta um pescoço pequeno e se assemelha mais aos cavalos do que as girafas. O pescoço das ocapias tem cerca de 150 a 170 cm, o das girafas cerca de 390 a 450 cm e o das extintas girafas jumeo cerca de 450 a 580 cm.&lt;br /&gt;
A estimativa feita com base nas micromutaçao e que utilizada pelos criacionistas mostra que se considerarmos um animal intermediário para cada centímetro que o pescoço aumentasse seriam necessários pelo menos 200 indivíduos intermediários considerando uma girafa de pequeno porte até alcançar o tamanho de uma ocapi atual.&lt;br /&gt;
O problema é que essa analise tendenciosa considera cada milímetro um intermediário e o intermediário deve ser representado por uma espécie e não uma medida. A evolução pode não trabalhar de forma tão lenta movendo somente 1 milímetro por vez assim como é improvável modificar um pescoço em metros em uma medida de tempo pequena. Sem saltos mas sem lentidão.&lt;br /&gt;
Assim o mesmo calculo mostra que se as girafas tivessem se originado dos ancestrais dos okapióides seriam necessários mais de 1.000 intermediários.&lt;br /&gt;
Para cada um desses intermediários seria &amp;nbsp;necessário ajustar também o número de genes que chega a 25.000 codificadores de proteínas e devido ao splicing alternativo mais de 90.000 proteínas, 300 ossos associados com 1.000 ligamentos e tendões 4000, 700 músculos, 100 bilhões de neurônios que constituem o sistema nervoso, 100.000 km de vasos sanguíneos todos ajustados para funcionar perfeitamente.&lt;br /&gt;
Isso parece impossível, mas não tem tanta diferença quando comparamos uma ocapia com uma girafa.&lt;br /&gt;
As girafas e ocapias tem o mesmo número de vértebras em seu pescoço, a diferença é o seu tamanho que influencia diretamente sua circulaçao sanguinea, portanto o sistema todo é resultado de uma evolução que sincroniza todo o corpo. Uma modificação do aumento do tamanho do pescoço leva a uma mudança na forma do corpo trabalhar.&lt;br /&gt;
Sob o ponto de vista dessas estimativas tendenciosas nem matematicamente nem experimentalmente seria possível dizer que as girafas evoluíram pelo simples fato de que os registros fósseis das girafas são inconclusivos. Um modelo bastante rígido e incoerente com a situação real não representada o mais próximo do suposto fato.&lt;br /&gt;
Não há intermediários de pescoço de tamanho médio. Isso é de fato um problema, mas não significa que eles não existam, é provável que ainda não tenham sido encontrados. Outro ponto bastante confuso dessa estimativa é que o que caracteriza um intermediário é uma constituição anatomica da espécie anterior e que esta ligada a sua linhagem ou espécie e não a indivíduos. Devesse separar intermediários de gerações.&lt;br /&gt;
Também não significa que há uma falha na evolução como um todo.&lt;br /&gt;
Ela simplesmente não apresenta uma resolução no caso da girafa pela falta de dados, isso caracteriza a evolução como uma ciência e não como um dogma.&lt;br /&gt;
Algumas pessoas argumentariam que a evolução seria um dogma e os modelos explicativos para o caso da girafa seriam apenas uma forma de manipular as evidencias para tendam a suportar a evolução como um todo... &lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2012/02/incompleta-evolucao-das-girafas-tres.html" target="_blank"&gt;CONTINUE LENDO&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name='more'&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De fato a evolução é um fato consolidado pela ciência, mas não por um regime de fé ou falta de evidencias e muito menos porque foi criado por Darwin.&lt;br /&gt;
Há diferentes modelos porque eles oferecem uma resposta simplesmente naturalista a um fenômeno, razão pela qual estamos discutindo aqui três linhas de pensamento distintas.&lt;br /&gt;
Durante anos a evolução das baleias e até mesmo do ser humano apresentou teorias bastante distintas das aceitas hoje no meio acadêmico devido a ausência dos registros fósseis que temos a nossa disposição. O homem já foi mais próximo dos gorilas, e as baleias nunca foram próximas dos peixes-boi como são hoje.&lt;br /&gt;
Apesar de haver milhares de exemplares fósseis de girafideos coletados em milhares de locais do mundo temos um registro quantitativamente muito bom, mas qualitativamente fraco, pois foram encontrados poucos representantes apesar de muitos ossos.&lt;br /&gt;
O papel da Okapia hoje é de um membro de um grupo irmão das girafas pertencente a um gênero especifico e que coevoluiu com as girafas. Sujeitos a mesmo local as pressões seletivas semelhantes obviamente mantiveram características semelhantes mesmo sendo espécies diferentes aparentadas entre si.&lt;br /&gt;
O fato é que até o momento não há evidencias em animais vivos que liguem as girafas a ocapia. Segundo essa linha de pensamento a girafa é um artiodáctilo que se surgiu Mioceno e tinha um ancestral semelhante a um veado chamado de &lt;i&gt;Palaeomerycidae&lt;/i&gt; de 25 ou 20 milhões de anos ou ainda de um ancestral chamado &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Os paleomericidios tinham em geral os membros mais parecidos com o dos modernos bovídeos, búfalos do que com a ocapia, razão pela qual não são classificados como girafídeos embora estejam presentes claramente na evolução dos girafídeos em geral.&lt;br /&gt;
De fato há uma série de girafideos fósseis que ora são mais, ora menos semelhantes a forma das ocapias, então um deles decolou para os limites práticos de uma girafa.&lt;br /&gt;
Atualmente não há um zoólogo especializado em mamíferos que possa afirmar com certeza absoluta que existe uma sequencia lógica de fósseis que mostram a evolução do pescoço de pequeno porte para o pescoço comprido da girafa.&lt;br /&gt;
Para complicar mais, a &lt;i&gt;Giraffa jumae &lt;/i&gt;é um gênero de girafas já extinto cujos representantes eram um grupo de girafas bem maiores que existentes hoje e tem dificultado mais a compreensão da evolução desses animais.&lt;br /&gt;
Seguindo essa visualização não seria possível traçar uma sequencia especifica de fósseis da evolução das girafas e até mesmo porque representantes com pescoços médios não foram encontrados até o momento.&lt;br /&gt;
Esses “buracos” no registro fóssil muitas vezes estão presentes embora seja possível claramente visualizar o animal como resultado de processos evolutivos. Há muitos grupos de animais como uma quantidade esmagadora de material fóssil que ainda sim contém lacunas a serem preenchidas como os foraminíferos, corais, braquiópodes, briozoários, cefalópodes , ostracodes e até mesmo trilobitas.&lt;br /&gt;
O que a classificação biológica pode nos apresentar até o momento é que o &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; faz parte da evolução das girafas e é classificado na superfamília giraffoidea datado do Mioceno médio embora não seja o ramo que originou as modernas girafas. Além desses girafideos ha encaixam-se também as ocapias, &amp;nbsp;&lt;i&gt;Giraffa jumeo&lt;/i&gt; de mais de 12 milhões de anos e o gênero &lt;i&gt;Bohlinia &lt;/i&gt;com duas espécies.&lt;br /&gt;
Como os registros são controversos uma proposta descrita por Dawkins tenta explicar a origem das girafas.&lt;br /&gt;
No seu livro&lt;i&gt; A escalada do monte improvável&lt;/i&gt; Dawkins discute como a seleção natural trabalha com um mecanismo acumulativo e abre uma exceção postulando que a origem do pescoço das girafas é resultado de uma macromutação, uma exceção aberta por ele que não acredita em macromutações.&lt;br /&gt;
Dawkins afirma que uma simples mutação em genes Hox que são responsáveis pela definição estrutural do corpo poderia fazer com que um animal semelhante a ocapia se transforme em um animal como a girafa.&lt;br /&gt;
Girafas e ocapias tem o mesmo número de vértebras no pescoço e uma simples mutação poderia fazer com que as dimensões dessas vértebras aumentassem elevando assim o comprimento do pescoço.&lt;br /&gt;
O gene Hoxc6 &amp;nbsp;é expresso na coluna vertebral, sinalizando onde deve ocorrer a transição entre vértebras cervicais e torácicas. Então se ocorrer um deslocamento da expressão gênica no corpo podemos definir planos corporais diferentes, como pescoços longos e pescoços curtos. Em serpentes o deslocamento foi tão radical que não há formação das vértebras cervicais, perdendo o pescoço e aumentando as torácicas. O mais impressionante de tudo é que este gene é expresso tanto em serpentes quanto em gansos, mudando somente a região onde é expresso de acordo com o que a evolução moldou e prevê sob os aspectos genéticos e moleculares.&lt;br /&gt;
No caso das girafas o caso não é tão simples pelo fato de que o aumento do pescoço tem um efeito drástico em toda sua fisiologia. Portanto, o aumento do pescoço deve ser acompanhado pela modificação das paredes das veias e artérias do pescoço e pernas, o surgimento de válvulas na jugular e o revestimento anterior ao cérebro que neutraliza a alta pressão sanguinea.&lt;br /&gt;
A alteração não é somente uma mudança de plano corpóreo, mas necessita também de novos aparatos, por mais simples que eles sejam. A questão das macromutações é muito variável e portanto não entraremos em detalhes.&lt;br /&gt;
Portanto a idéia de que uma macromutaçao deu origem a girafas não é tão fácil quanto Dawkins afirma embora explique porque não encontramos intermediários nos fósseis. Porém improvável.&lt;br /&gt;
De acordo com a visão de Kathleen Hunt a origem da girafa moderna se inicia na ramificação &amp;nbsp;do grupo dos &lt;i&gt;Eumeryx&lt;/i&gt; semelhantes aos veados e os primeiros girafóideos foram os &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; &amp;nbsp;e depois dos &lt;i&gt;Canthumeryx&lt;/i&gt; ambos do Mioceno. Então seguido pelo &lt;i&gt;Paleomeryx&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Palaeotragus&lt;/i&gt; que apresentavam um pescoço curto e pequenos cornos cobertos de pele. Deste ponto em diante a linhagem das girafas passa pelo Samotherium de pescoço curto com os cornos cobertos de pele dando origem a ocapia ainda no Mioceno e no Plioceno a girafa de pescoço longo moderna. Mas mesmo Kethleen que afirma ter evidencias da evolução do pescoço grande ainda não as apresentou. Portanto a falha permanece.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Criacionistas e o caso das girafas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Os criacionistas não acreditam que a visão de Kathleen Hunt explique como animais de pequeno pescoço deram origem aos animais de grande pescoço e o dilema da falta de fósseis intermediários ainda persiste.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-d5sBkGwucb8/TzqeHSfM6SI/AAAAAAAACLk/wqOapVmnUe0/s1600/Untitled-1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="202" src="http://3.bp.blogspot.com/-d5sBkGwucb8/TzqeHSfM6SI/AAAAAAAACLk/wqOapVmnUe0/s400/Untitled-1.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;De acordo com os criacionistas há alguns problemas com essas afirmações já que a datação do &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; indica que a origem dos cornos semelhantes a dos veados pode ter ocorrido vários milhões de anos mais tarde e portanto pode ou não ser considerado ancestral de &lt;i&gt;Canthumeryx&lt;/i&gt; &amp;nbsp;que é o mais antigo gênero atribuído aos &lt;i&gt;Giraffidae&lt;/i&gt; . Os mais antigos espécimes de &lt;i&gt;Canthumeryx &lt;/i&gt;foram datados entre 18 e 22,8 milhões de anos.&lt;br /&gt;
Os criacionistas ainda afirmam que os &lt;i&gt;Palaeomerycidae&lt;/i&gt; foram descartados como os ancestrais mais antigos das girafas, pois sua datação atinge no máximo 18 milhões de anos, mesmo porque a maioria dos zoólogos concorda que as girafas de pescoço curto que apareceram no Mioceno e extrapolam o limite de 20 milhões de anos. Mas sabemos que os Paleomerycidaesão bem mais velhos que 18 milhões de anos, chegando a 25 milhões de anos.&lt;br /&gt;
As afirmações de Hunt seriam são frágeis porque o &lt;i&gt;Eumeryx&lt;/i&gt; não possuía cornos e apenas um crânio primitivo, portanto eles podem ter surgido no grupo dos girafideos posteriormente como se suspeita.&lt;br /&gt;
Outro fato que poderia pesar é o fato de que os &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; não pertencem a família &lt;i&gt;Giraffidae&lt;/i&gt; e sim a superfamília girafóidea. De fato alguns autores acreditam que os&amp;nbsp;&lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; seja um veado da família &lt;i&gt;Palaeomerycidae&lt;/i&gt; ou até mesmo um artiodactilo do grupo dos &lt;i&gt;Lagomerycidae&lt;/i&gt; e não um girafóideo.&lt;br /&gt;
Os &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; foram datados em 20 &amp;nbsp;milhões de anos, ou seja, o Mioceno Médio.&lt;br /&gt;
Essa datação mostra que o parente mais próximo da girafa de pescoço curto é o &lt;i&gt;Canthumeryx&amp;nbsp;&lt;/i&gt;(22 a 18 m.a) que é datado do começo do Mioceno e seria mais velho que os Climacoceros já que suas datações em algum ponto se sobrepõem. Neste caso, o registro fóssil não bate porque a espécie posterior não pode surgir antes daquele que a originou.&lt;br /&gt;
Portanto a primeira evidencia da girafa está no Mioceno Médio e é corroborada por fósseis de Giraffa priscilla do Mioceno Médio em Ramnagar na Índia e a Bohlinia que tem uma idade máxima calculada até agora de 12 milhões de anos. Todos pertencentes ao controverso grupo de Climatoceros que são classificados hoje como girafóideos.&lt;br /&gt;
Sob essa concepção o &lt;i&gt;Canthumeryx&lt;/i&gt; então é classificado como um artiodactilo comum.&lt;br /&gt;
Como veremos em breve há uma classificação que consegue explicar parcialmente essa confusão e dar uma resposta para a origem dos girafídeos, mas como dito, somente parcial pois o problema do pescoço ainda persiste.&lt;br /&gt;
Da forma com que foi refutada as idéias de Kathleen Hunt os &lt;i&gt;Climacoceras &lt;/i&gt;e a girafa de pescoço longo parecem geologicamente mais próximas deixando o tempo curto para a evolução gradual trabalhar e gerar estágios intermediários. Já que a alegação é de que os&amp;nbsp;&lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; erroneamente foram aproximados da Bohlinia de 12 milhões de anos. As evidencias fosseis reais distanciam esses dois em pelo menos 1omilhões de anos e de fato Kethleen percebe isto, mas os criacionistas não apresentam o Climacoceros com a datação que lhe é respectiva, de 25 a 20 milhões de anos.&lt;br /&gt;
Como sabemos uma macromutaçao é uma explicação para esses casos, mas improvável no caso das girafas e sua fisiologia da circulação sanguinea.&lt;br /&gt;
A maioria dos zoólogos acredita que as girafas de pescoço curto apareceram no Mioceno. Aqui o caso da evolução das girafas de pescoço longo fica mais complicado porque sabe-se da existência que vários outros girafídeos mais antigos que os Climacoceros, como os Zarafa &amp;nbsp;pertencentes ao grupo dos &lt;i&gt;Canthumeryx&lt;/i&gt; no Mioceno tardio da África do Norte.&lt;br /&gt;
No Mioceno tardio grupos de &lt;i&gt;giraffidae&lt;/i&gt; como a&lt;i&gt; Palaeotragus&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Giraffokeryx &lt;/i&gt;respectivamente de 17 e 18 milhões de anos apareceram na Eurásia. &amp;nbsp;Juntamente com essas formas de pescoço curto surgiram &amp;nbsp;as girafas de pescoço comprido na savana africana, como a Honanotherium.&lt;br /&gt;
De acordo com a visão criacionista o Palaeotragus &amp;nbsp;foi datado em 18 milhões anos de idade e não há nenhuma série conhecida de ligações fósseis para qualquer precursor deste gênero e de acordo com as descobertas atuais ele também é vários milhões de anos mais velho do que o ancestral &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Ao compararmos o Palaeotragus e Samotherium &amp;nbsp;vemos que eles são apenas 3,4 milhões de anos distantes um do outro o que pode ser um tempo relativamente curto entre essas espécies que tem somente pescoço curto.&lt;br /&gt;
Sob o ponto de vista evolutivo poderíamos até considerar essa afirmação se buscarmos compreender a origem do pescoço longo, mas no caso de dois animais com pescoços curtos 4 milhões é muito tempo geológico para esses dois animais.&lt;br /&gt;
De fato, no Neogeno outra linha de Girafideos aparece na Eurásia e África, os &lt;i&gt;Sivatheriidae&lt;/i&gt;(&lt;i&gt;Helladotherium, Sivatherium&lt;/i&gt; entre outros).&lt;br /&gt;
Estes eram animais pesados com a estrutura corpórea semelhante a de vacas e com cornos ramificados, sobreviveram até o Pleistoceno.&lt;br /&gt;
Em 1978 um zoólogo chamado Hamilton apontou que em todos estes casos estamos lidando apenas grupos irmãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-_c19JsNeQog/TzqeLQC8zQI/AAAAAAAACL0/rvX6TH-yVYA/s1600/Untitled-22.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="257" src="http://2.bp.blogspot.com/-_c19JsNeQog/TzqeLQC8zQI/AAAAAAAACL0/rvX6TH-yVYA/s400/Untitled-22.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso quer dizer que as girafas são um grupo irmão dos Palaeotragus e os Canthumeryx são um grupo irmão dos &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; é irmão dos &lt;i&gt;Canthumeryx &lt;/i&gt;e das girafas. Sendo assim todos de origem em comum, porém o pescoço grande das girafas apresenta-se como uma sinapomorfia (conjunto dos caracteres que surge ao longo da evolução e mantém-se em diversos grupos taxonômicos distintos, pode ser derivada do ancestral em comum).&lt;br /&gt;
As girafas de pescoço comprido &amp;nbsp;não aparecem primeiramente no Plioceno, seu primeiro representante de fato é a Bohlinia attica &amp;nbsp;de 11,2 milhões anos atrás e a Giraffa priscilla &amp;nbsp; de cerca de 12 milhões de anos no Mioceno Médio.&lt;br /&gt;
Os criacionistas não acreditam na relação entre a Bohlinia e as girafas modernas evidentemente.&lt;br /&gt;
Este problema é fácil de ser resolvido. Para saber porque a Bohlinia tem o pescoço grande como o das girafas modernas é necessário encontrar evidencias no local onde ela se originou, na Ásia e não na África. E isso está de pleno acordo com o conhecimento dos evolucionistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Uma Hipótese evolucionista.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A origem e evolução de girafas modernas (&lt;i&gt;Giraffa camelopardalis)&lt;/i&gt; é obscura como disse certa vez Stephen Jay Gould. Mas essa obscuridade vai diminuindo conforme o avanço das pesquisas, descobertas de novos exemplares e análises comparativas.&lt;br /&gt;
De acordo com a literatura científica mais recente os ancestrais mais próximos das girafas modernas provavelmente evoluíram na Ásia por volta de 12 milhões de anos quando a Bohlinia aparece no registro fóssil com seu pescoço já alongado e/ou mais recentemente possivelmente no sul da Europa central cerca de 8 milhões de anos atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PvOytiyZI7Y/TzqeNZ-gogI/AAAAAAAACME/P0APwrqyDq4/s1600/Untitled-33.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="297" src="http://2.bp.blogspot.com/-PvOytiyZI7Y/TzqeNZ-gogI/AAAAAAAACME/P0APwrqyDq4/s400/Untitled-33.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso é resultado do que começou a cerca de 25 ou 20 milhões de anos com o ancestral &lt;i&gt;Palaeomeryx&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Esse grupo de animais tem diversos representantes, e dentre eles duas subfamílias denominadas de &lt;i&gt;Climacoceratidae&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Canthumerycidae&lt;/i&gt; estando relacionadas com os &lt;i&gt;Dromomerycinae&lt;/i&gt; e&lt;i&gt; Antilocarpinea&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Por parte da família &lt;i&gt;Climacoceratidae&lt;/i&gt; (22 a 20 milhões de anos) originou-se o extinto gênero &lt;i&gt;Sivatherium&lt;/i&gt; composto 4 espécies e gêneros e mais o &lt;i&gt;Climacoceras&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Prolibytherium&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
A família &lt;i&gt;Canthumerycidae&lt;/i&gt; deu origem então as formas intermediárias como, &lt;i&gt;Palaeotragus&lt;/i&gt; (18 milhões de anos) e &lt;i&gt;Giraffokeryx&lt;/i&gt; (12 milhões de anos) do qual o ocapia é o único remanescente vivo hoje.&lt;br /&gt;
Ainda na mesma família originam-se também os &lt;i&gt;Samotherium&lt;/i&gt; (14 milhões de anos) e Bohlinia(12 milhões de anos) representada pela &lt;i&gt;B. attica&lt;/i&gt; ou &lt;i&gt;B. adoumi&lt;/i&gt; que são os parentes mais próximos das girafas modernas.&lt;br /&gt;
Estimulados pela mudança climática, a &lt;i&gt;Bohlinia &lt;/i&gt;entrou na China e no norte da Índia e lá permaneceram até serem extintas a 4 milhões de anos atrás devido a mudanças climáticas.&lt;br /&gt;
Antes de entrarem em extinção seus remanescentes retornaram a África na Etiópia cerca de 7 milhões de anos atrás. Este evento atuou como um gatilho da evolução da girafa pois trouxe uma reformulação de toda vegetação a 8 milhões de anos atraindo os animais.&lt;br /&gt;
Lá as girafas irradiam em várias espécies seqüenciais como a &lt;i&gt;Giraffa jumelo&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;G. gracilis, G. priscilla, G. punjabiensis, G. pygmaea, G. sivalensis&lt;/i&gt; e culminando na &lt;i&gt;G. camelopardalis&lt;/i&gt; no leste da África de onde se dispersou. A girafa moderna &lt;i&gt;Giraffa camelopardalis&lt;/i&gt; já aparece no registro fóssil a mais de um milhão de anos na África Oriental.&lt;br /&gt;
Mesmo assim fica evidente que em um futuro talvez breve a árvore evolutiva das girafas ira mudar já que essa configuração. A principal dificuldade hoje é explicar a origem do grande pescoço que parece ter surgido na transição da Bohlinia attica para as girafas modernas ou até antes. Este animal sofreu grandes migrações e invadiu diferentes nichos sob diferentes condições ambientais e alguns milhões de anos depois retornou a seu local de origem. Isso pode trazer conseqüências grandiosas a sua evolução e pode ser que essas condições &amp;nbsp;expliquem o aumento de um pescoço que já era relativamente grande nas Bohlinia.&lt;br /&gt;
É evidente que a girafa e seu longo pescoço são produtos de processos evolutivos pelo fato de apresentarem estruturas anatômicas que evidenciem, isso como o nervo laríngeo recorrente, ou simplesmente por apresentar fósseis datados em milhões e milhões de anos com características claramente girafídeas. Outro ponto a favor é o simples fato de que muitos outros animais, como elefantes, felinos e baleias tem registros fósseis que claramente retratam seus caminhos evolutivos. Porque a girafa não haveria de ter?&lt;br /&gt;
Há outras classificações em que se encaixa a origem das girafas na infraordem dosPecoras. Na verdade seguem os mesmos exemplares fósseis mas com uma classificação em outros grupos, pois ainda não se tem clareza como separar os ancenstrais dos girafídeos. Muitos registros podem ser classificados em um grupo mas também se encaixam em outros como no caso das superfamílias, famílias ou Sub famílias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O caso da Girafa e o criacionismo&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Três dos textos que consultei para escrever essa reportagem são criacionistas embora tenham suas intenções omitidas durante grande parte do texto.&lt;br /&gt;
Na segunda parte de um desses textos há tópicos dizendo porque a evolução não explica as girafas e porque o Design Inteligente é a melhor explicação.&lt;br /&gt;
Evidentemente nenhum animal foge das explicações evolutivas, em momento nenhum os biólogos evolucionistas afirmam que a girafa não tem uma explicação evolutiva. Nem por isso a melhor explicação é a sobrenatural.&lt;br /&gt;
Muitas vezes as alegações para se reconhecer o criacionismo como ciência são infundadas e até incoerentes, revelando ataques de desmoralização dos biólogos com um tom de mesquinhez e pachorra.&lt;br /&gt;
Se por uma mão a evolução apresenta um modelo explicativo satisfatório é chamada então de dogma religioso, se por outra mão não apresenta modelos de verdade absoluta ou os apresenta de forma incompleta é então caracterizada como frágil e incoerente.&lt;br /&gt;
Isso ocorre mesmo sabendo que para a construção de modelos evolutivos são necessários muitos fatores, dependendo de análises de DNA, registros fósseis que nem sempre são completos e portanto não expressam inicialmente os caminhos do passado de uma espécie.&lt;br /&gt;
Pois está e a graça de se fazer ciência, é isto que a torna interessante, o caminho trilhado para desvendar os mistérios da vida e do universo.&lt;br /&gt;
Cortar caminho criando um sentido reducionista como o criacionismo vem propondo não é ciência é charlatanismo.&lt;br /&gt;
Acreditar no sobrenatural encerra toda e qualquer questão universal pelo simples fato de que tudo pode aquele que nos fortalece.&lt;br /&gt;
Em um dos artigos sobre a girafa o autor oferece razões para mostrar que o projetista pode ser testado, apresentando uma lista de características que corroboram verdadeiros candidatos a designer inteligente.&lt;br /&gt;
Isso é uma máscara para Deus, pois sabe que o designer inteligente é único e não há candidatos. Haveria candidatos se estivemos buscando explicar um determinado fenômeno que unicórnios, extraterrestres e Deus estivessem disputando.&lt;br /&gt;
Uma dessas exigências seria a da Complexidade probabilística elevada. Por exemplo, uma fechadura de combinação com dez bilhões de combinações possíveis tem menos probabilidade de ser aberta por apenas uma chance de alguns ensaios do que uma com apenas 64 mil, portanto um designer inteligente a criou.&lt;br /&gt;
Além desta consideração ser puramente exclusiva pois se um modelo não explica automaticamente o outro é visto como verdade, é possível que em um caso desses o designer inteligente exista, afinal ele pode ser um humano criando um sistema complexo de fechaduras ou de senha. Isso nos iguala a um ser sobrenatural.&lt;br /&gt;
Outra proposta é a dos Padrões Condicionalmente Independentes que trabalha com probabilidades de uma determinada sequencia se repetir em um lançamento de moedas por exemplo.&lt;br /&gt;
É evidente que isso depende do tamanho da sequencia de moedas e o tempo disponível. Uma moeda tem 50% de cair cara ou coroa, então uma sequencia de 5 posições esperadas tem maior chance de sair do que uma sequencia de 10. O tempo também é uma variável.&lt;br /&gt;
No caso da evolução isso é evidente, seria estranho esperar que um Pakicetus com a semelhança de um rato gigante se transformasse cumulativamente em um golfinho em apenas mil anos.&lt;br /&gt;
Como o tempo tem peso menor como variável para a evolução esse processo demorou 65 milhões de anos.&lt;br /&gt;
Seria coerente considerar a existência de um projetista inteligente se encontrássemos um fóssil de uma baleia datado em 2 bilhões de anos, ou seja, o surgimento de um grupo animal multicelular capaz de se fossilizar e que estava presente em um período muito próximo a origem da vida postulada pela ciência. Teríamos então um impasse na proposta Darwiniana já que a complexidade fisiológica e anatomica deste animal surgiu em um momento em que todas as formas de vida eram microscópicas. Não que a complexidade indique progresso evolutivo mas por questões parentais. Quando o tempo não é problema até mesmo sequencias relativamente difíceis seriam possíveis de acontecer.&lt;br /&gt;
Qual a probabilidade de montar um cubo mágico 3x3x3 girando suas peças aleatoriamente?&lt;br /&gt;
Depende! Se o girarmos 80 vezes por minuto durante o tempo de vida média de uma pessoa que é de 70 anos, não seria passaríamos nem perto das 43 quintilhões de combinações diferentes que o cubo mágico de Erno Rubik proporciona.&lt;br /&gt;
Entretanto, se usarmos o tempo de existência do universo que é de 13,7 bilhões de anos seria possível montar o cubo mágico girando-o aleatoriamente quase 3 vezes.&lt;br /&gt;
Probabilidades não fecham a questão da existência de um projetista, nem mesmo na questão evolutiva pelo fato de que animais complexos fisiologicamente como a girafa existirem em um período de tempo geológico recente e pelo fato de que o tempo é uma variável que pesa demais no criacionismo já que sua visão é de um universo com 7 mil anos de idade. Criar um modelo explicativo exige fatores que se aproximam do real e 7 mil anos é irreal no caso da evolução da vida ou da criação do universo de acordo com as datações.&lt;br /&gt;
Os criacionistas erroneamente acreditam que a ciência por si só tem o dever e a obrigação de destruir Deus. A descrença a um projetista, designer, Deus, ou seja lá qual nome se dê a um ser divino não é obtida pelo progresso da ciência.&lt;br /&gt;
A ciência não descarta Deus, ela descarta Gêneses como dono da verdade. Ela mostra que a criação do universo e das formas de vida não ocorreram como descrito na Bíblia pelo simples fato de que há evidencias fortes mostrando o contrário. Também pelo simples fato de que o livro de Gêneses não é uma reportagem de como Deus criou tudo. A ci6encia da respostas naturalistas e não sobrenaturalistas.&lt;br /&gt;
A questão que põem em cheque a existência de Deus vai muito além da área de atuação da ciência.&lt;br /&gt;
E o criacionismo, ou sua máscara design inteligente permanece obscura quanto sua capacidade de ser testável, pois insiste em trabalhar por método de exclusão. Sendo sobrenatural tudo é possível.&lt;br /&gt;
No caso da girafa o autor criacionista afirma que o design inteligente explica melhor a origem das girafas e sugere coletar dados de fósseis e DNA para testar sua hipótese do projetista como uma ciência.&lt;br /&gt;
Sob o ponto de vista científico a evolução da girafa é explicada parcialmente diferente da alegação criacionista de que ela não explica nada. Os fósseis existem e datam milhões de anos, eles tem características de girafídeos. Isso é evidencia o suficiente para sustentar a girafa como fruto da evolução e descarte da visão criacionista pelo fato de estarmos trabalhando na escala de milhões de anos.&lt;br /&gt;
Não faz sentido para um defensor do design inteligente coletar dados de fósseis e DNA para testar a existência de um projetista pelo simples fato de que ele é Deus, e ele pode &amp;nbsp;tudo.&lt;br /&gt;
Coletar dados de fósseis não faz sentido porque sob o ponto de vista criacionista a Terra não passa dos 7 mil anos e portanto toda a explicação parcial ou total que a ciência oferecer baseada nos fósseis estarão erradas já que todas extrapolam o limite de tempo da criação divina.&lt;br /&gt;
Assim o design inteligente não precisa de evidencias científicas ou análises de qualquer material porque o que sustenta a sua verdade é simplesmente a fé de que existe um projetista que criou tudo á 7 mil anos.&lt;br /&gt;
Animais como a Bohlinia não fazem parte do repertório criacionista defensor da idéia de um projetista porque foram extintos a 4 milhões de anos. Teoricamente nem existiram sob a luz criacionista.&lt;br /&gt;
Não há suporte científico algum dizer que o design inteligente explica melhor a origem da girafa pelo fato de que o design a criou por sua vontade como Deus que ele é. Por assim ser não necessita e nem cabe a ele uma análise científica graças ao aprisionamento no dogma da criação. Nem mesmo textos que criticam a evoluçao das girafas tem peso acadêmico.&lt;br /&gt;
Não é preciso explicar a origem da girafa para se crer em Deus, a fé é o mecanismo que garante a vida eterna.&lt;br /&gt;
Os girafídeos evoluíram de alguma forma e a ciência deve e continuará a buscar fósseis e evidencias que elucidem esse mistério, o caso da girafa não é uma exceção as leis Darwinianas, ele é a regra e mostra como a ciência trabalha, com calma e cautela e modelos, não verdades absolutas sem evidencias.&lt;br /&gt;
Os textos criacionistas utilizados para elaborar esta reportagem basearam-se em grandes obras da biologia evolutiva, mas nenhum desses textos foi emitido sob uma forma de artigo científico. São criações independentes uma vez que o criacionismo não é visto como ciência.&lt;br /&gt;
Um desses textos trata do caso da girafa como uma falha da evolução. O notável paleontólogo Stephen J. Gould realmente tem razão ao dizer que a evolução da girafa permanece obscura, mas não significa que a questão seja insolúvel.&lt;br /&gt;
No texto mostra “As Gould concludes,‘the giraffe’s neck cannot provide a proof for any adaptive scenario…” e de fato não há um cenário adaptativo porque as razões que levaram o pescoço dos ancestrais da girafa a crescer, ou da Bohlinia por exemplo, são inconclusivos. As razões podem ser a seleção natural, seleção sexual, prevenção contra predadores ou até mesmo termorregulação.&lt;br /&gt;
De fato o próprio autor deste texto reconhece que “The long necks could have been selected for all these reasons—or none of them”. Se por um lado não há ainda uma resposta convincente conforme os evolucionistas afirmam e de fato não há mesmo, não há razões para crer que automaticamente a solução da questão seja o sobrenatural.&lt;br /&gt;
Se por um lado não há uma girafa de pescoço médio mostrando o “elo perdido” também não há evidências que comprovem a existência de um design inteligente.&lt;br /&gt;
Ainda neste texto o autor cita uma comparação do cariótipo das girafas e de outros 27 artiodactilos que colocou os antilocaprinos mais próximos das girafas do que os outros grupos.&lt;br /&gt;
De fato isso procede, mas não reforça o ceticismo dos criacionistas, pelo contrário.&lt;br /&gt;
De acordo com o artigo On the origin, evolution and phylogeny of giraffes &lt;i&gt;Giraffa camelopardalistanto&lt;/i&gt; o grupo dos climacocerideos quanto os cantumericideos são classificados no grupo dosAntilocaprinea, que estão ligados ao grupo dos dromomecineos que por sua vez é uma de muitas ramificações dos &lt;i&gt;Palaeomerycidae &lt;/i&gt;já citado acima mostra-se como ancestral dos girafideos a mais de 20 milhões de anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;REFERÊNCIAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
G. MITCHELL FRSSAf &amp;amp; J. D. Skinner FRSSAf. On the origin, evolution and phylogeny of giraffes Giraffa camelopardalis. Transactions of the Royal Society of South Africa. Volume 58, Issue 1, 2003.&lt;br /&gt;
Richard Dawkins. A escalada do monte improvável. Companhia das letras. 5a edição de 1998.&lt;br /&gt;
Wolf-Ekkehard Lönnig. The Evolution of the Long-Necked Giraffe (Giraffa camelopardalis L.) – What Do We Really Know? PARTE I. Zurück zur internetlibrary.html. 2010 (Texto criacionista)&lt;br /&gt;
Wolf-Ekkehard Lönnig. The Evolution of the Long-Necked Giraffe (Giraffa camelopardalis L.) – What Do We Really Know? PARTE II. Zurück zur internetlibrary.html. 2010 (Texto criacionista)&lt;br /&gt;
Jerry Bergman. The giraffe’s neck; another icon of evolution falls. 2002. (Texto criacionista)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-1028987331431225404?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/jne6PFNff4I/incompleta-evolucao-das-girafas-tres.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-GsW1EyLBVsA/TzqeEuKr1mI/AAAAAAAACLc/OqSqH4x8Sas/s72-c/220px-Giraffe_standing.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2012/02/incompleta-evolucao-das-girafas-tres.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-491269641082293049</guid><pubDate>Tue, 14 Feb 2012 20:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-14T17:44:47.527-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Calendário Blogado</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ame a si mesmo</category><title>UM EXEMPLO DE AMIZADE - VALE A PENA LEMBRAR</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ArhXECxdy-c/TixyJOclYlI/AAAAAAAAB9A/FGYjpkSl6iU/s1600/calendarioblogado.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-ArhXECxdy-c/TixyJOclYlI/AAAAAAAAB9A/FGYjpkSl6iU/s1600/calendarioblogado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit; font-size: large;"&gt;Em 14 de fevereiro é comemorado o DIA DA AMIZADE.Neste dia vale a pena relembrar de um fato muito importante &amp;nbsp;que marcou &amp;nbsp;historia dentro do companheirismo e amizade vinda do mundo animal, a historia do Leão Cristian.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/z62LjHH194w" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h1 id="watch-headline-title" style="background-attachment: initial; background-clip: initial; background-color: transparent; background-image: initial; background-origin: initial; border-bottom-width: 0px; border-color: initial; border-left-width: 0px; border-right-width: 0px; border-style: initial; border-top-width: 0px; color: #333333; height: 1.1363em; line-height: 1.1363em; margin-bottom: 5px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; max-height: 1.1363em; overflow-x: hidden; overflow-y: hidden; padding-bottom: 0px; padding-left: 0px; padding-right: 0px; padding-top: 0px;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h1&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;b&gt;QUER UM AMIGO PARA A VIDA TODA ?&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-weight: normal;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-quMLjIyYnFM/TixycP48dlI/AAAAAAAAB9E/-2aI_CsJ958/s1600/images+%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-quMLjIyYnFM/TixycP48dlI/AAAAAAAAB9E/-2aI_CsJ958/s1600/images+%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://adotacao.blogspot.com/"&gt;http://adotacao.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://www.adotacao.com.br/"&gt;http://www.adotacao.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;a href="http://adotar-doar-filhote.vivastreet.com.br/adocao-animais"&gt;http://adotar-doar-filhote.vivastreet.com.br/adocao-animais&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;i&gt;"Não me interessa nenhuma religião&amp;nbsp;cujos princípios não melhoram nem&amp;nbsp;tomam em consideração as condições&amp;nbsp;dos animais"&lt;/i&gt; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;Abraham Lincoln&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-491269641082293049?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/uVlbQguquCw/um-exemplo-de-amizade.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-ArhXECxdy-c/TixyJOclYlI/AAAAAAAAB9A/FGYjpkSl6iU/s72-c/calendarioblogado.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/02/um-exemplo-de-amizade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-2318397602372608521</guid><pubDate>Mon, 13 Feb 2012 19:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-14T17:37:22.083-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Olhar Verde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><title>Coruja-buraqueira no Olhar Verde da Semana</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Em mais uma expedição a Santana de Parnaíba nos deparamos
com uma ave típica da região.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
A coruja-buraqueira (&lt;i&gt;Athene
cunicularia&lt;/i&gt;, anteriormente &lt;i&gt;Speotyto
cunicularia&lt;/i&gt;) é conhecida por viver em buracos cavados na terra, apesar de
ter certa técnica para cavar buracos no solo a ave prefere utilizar um já feito
ou abandonado, seja de outra ave da espécie ou de qualquer outro animal, isso
lhe garante menos perda de energia essencial. &lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Ao contrario de outras corujas como a coruja-das-torres&lt;i&gt; &lt;/i&gt;(veja em : &amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2010/02/o-misterio-da-tyto-alba.html" target="_blank"&gt;O mistério da Tyto Alba&lt;/a&gt;) a buraqueira possui o
habito de vida diurno porém &amp;nbsp;evita focos
de alta temperatura durante o dia, podendo viver me regiões como campos,
desertos , pastos e restingas.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Seu habito alimentar é bem diversificado, podem variar desde
pequenos mamíferos , a insetos e repteis.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Vive em média de 9 a 10 anos e pode chegar a medir de 23 a 27
centímetros &amp;nbsp;com uma envergadura entre 53
a 61 centímetros, tamanho bem inferior compara a outras corujas da família &lt;i&gt;Tytonidae&lt;/i&gt;
e &lt;i&gt;Strigidae&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Apesar de ser um pequeno animal com hábitos peculiares a coruja-buraqueira é
digna de beleza e admiração e assim como outras aves ocupa um lugar importante
em nossos olhares.&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-CfyhFBit4VQ/Tzq29OdSAwI/AAAAAAAACMU/3WfOGL-dbwc/s1600/DSC05333.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="297" src="http://2.bp.blogspot.com/-CfyhFBit4VQ/Tzq29OdSAwI/AAAAAAAACMU/3WfOGL-dbwc/s400/DSC05333.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Coruja-buraqueira ( &lt;i&gt;Athene cunicularia &lt;/i&gt;)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Compartilhe conosco os "seus momentos ",&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Envie uma foto com sua marca d'agua e um titulo para &amp;nbsp;contato@cienciablogada.com.br ,&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
conforme o exemplo a cima , sua foto entrará para o Olhar Verde da Semana.As melhores fotos terão &amp;nbsp;direito a expor suas idéias no Canal Voz Consciente do Grupo Atomic e participação especial no quadro Repórter Biólogo.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-2318397602372608521?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/LWsY8IV7ypo/em-mais-uma-expedicao-santana-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-CfyhFBit4VQ/Tzq29OdSAwI/AAAAAAAACMU/3WfOGL-dbwc/s72-c/DSC05333.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2012/02/em-mais-uma-expedicao-santana-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-8769036037833109056</guid><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 20:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T16:17:34.519-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aventura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lazer</category><title>ZEROGRAU ADVENTURE - PARA QUEM GOSTA MESMO DE AVENTURA</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-8HT11b_FR4c/Tx4Oq903_ZI/AAAAAAAACJU/sncUw9ZdbJ0/s1600/zeruu.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-8HT11b_FR4c/Tx4Oq903_ZI/AAAAAAAACJU/sncUw9ZdbJ0/s1600/zeruu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
A &lt;b&gt;ZeroGrau Adventure&lt;/b&gt; é uma empresa de ecoturismo com a missão de proporcionar a seus clientes experiências únicas através do contato direto com a natureza, utilizando como ferramenta informações técnicas de forma simples para que os participantes das atividades possam conhecer a fundo o ambiente no qual estão inseridos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hdV9xOR0XsM/Tx26AGdRwWI/AAAAAAAACHo/-fiG8lgjpgo/s1600/Aquario+01.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://4.bp.blogspot.com/-hdV9xOR0XsM/Tx26AGdRwWI/AAAAAAAACHo/-fiG8lgjpgo/s200/Aquario+01.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aquário de Santos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3DLdXqluLE4/Tx26uNOV0lI/AAAAAAAACHw/CL2Qej8W4A4/s1600/Santos+03.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="132" src="http://1.bp.blogspot.com/-3DLdXqluLE4/Tx26uNOV0lI/AAAAAAAACHw/CL2Qej8W4A4/s200/Santos+03.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Santos - SP&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-VF8a-RfBtLY/Tx27ZnTYuFI/AAAAAAAACH4/TAVpUJFGUsY/s1600/Museu+02.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="142" src="http://4.bp.blogspot.com/-VF8a-RfBtLY/Tx27ZnTYuFI/AAAAAAAACH4/TAVpUJFGUsY/s200/Museu+02.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Museu de Pesca de Santos&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; margin-left: 1em; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-3fPWRQxsMqQ/Tx27qXJeauI/AAAAAAAACIA/LKfDpNTeL-A/s1600/aparecida.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="148" src="http://1.bp.blogspot.com/-3fPWRQxsMqQ/Tx27qXJeauI/AAAAAAAACIA/LKfDpNTeL-A/s200/aparecida.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Aparecida do Norte - SP&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os roteiros oferecidos são elaborados por uma equipe de profissionais de diversas áreas como biologia, gestão ambiental, pedagogia, designer e fotografia, abordando sempre temáticas como a ecologia e história dos locais visitados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PRODUTOS :&lt;span class="Apple-tab-span" style="white-space: pre;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Roteiros Turísticos&lt;br /&gt;
Visitas técnicas&lt;br /&gt;
Birdwatching (em breve)&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;E-MAIL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
contato@zerograuadventure.com.br&lt;br /&gt;
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&lt;b&gt;PÁGINA NO FACEBOOK&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;a href="http://www.facebook.com/zerograuadventure"&gt;http://www.facebook.com/zerograuadventure&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-8769036037833109056?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/WV5JDxz0qsQ/zerograu-adventure-para-quem-gosta-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-8HT11b_FR4c/Tx4Oq903_ZI/AAAAAAAACJU/sncUw9ZdbJ0/s72-c/zeruu.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2012/01/zerograu-adventure-para-quem-gosta-de.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-734637835443258565</guid><pubDate>Mon, 19 Dec 2011 15:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-19T14:33:37.645-02:00</atom:updated><title>A BIOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO SEGUNDO AS TEORIAS EPIGENISTAS E PRÉ-FORMACIONISTAS (COM RESENHA DE LUANA LIMA)</title><description>&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-A_2uZeU_ENo/Tu9eYotwSyI/AAAAAAAACG8/mvvGPBi5Ps8/s1600/homunculus-by-nicolaus-hartsoeker-1694+copy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-A_2uZeU_ENo/Tu9eYotwSyI/AAAAAAAACG8/mvvGPBi5Ps8/s320/homunculus-by-nicolaus-hartsoeker-1694+copy.jpg" width="252" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ilustração do &lt;i&gt;Homunculu&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;criado por &amp;nbsp;Nicolas Hartsoeker&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
por Victor Rossetti e Rafael Souza&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A Epigênese e a pré-formação são duas maneiras de descrever o desenvolvimento individual de um organismo. Erroneamente as pessoas acreditam que as perguntas elementais da humanidade foram exclusivas da religião. Saber de onde viemos, para onde vamos não é monopólio, domínio exclusivo da religião. Filósofos, cientistas, artistas de alguma forma acabam contribuindo em responder com tamanha grandeza de idéias esses enigmas.
No caso da concepção da vida, qual é a sua origem? Será que tudo começa da materia desforme e a forma emerge apenas gradualmente ao longo do tempo? Ou será que já há formação pré-programada, em que o indivíduo apenas ganha tamanho antes de nascer?
A questão central da existência destas duas concorrentes filosóficas é compreender se somos formados, organizados a partir de um início ou se a organização surgem ao longo do tempo.
Em um contexto histórico podemos acompanhar a evolução desses pensamentos.
Aristóteles foi um importante filósofo, mas também interessado diretamente na natureza da vida, um excelente observador da vida marinha dentre tantas outras.
Em uma de suas observações inclusive em embriões de galinhas obteve importantes reflexões a respeito da biologia do desenvolvimento.
Olhando para pintinho e recorrendo a suas interpretações desenvolvidas durante toda sua vida como filosofo e de certa forma na ciência, ele viu um material final e as causas do desenvolvimento de organismos individuais.
O ovo precoce não foi formado. Não era um pintinho formado, mas gradualmente adquiriu forma. Gradualmente adquiriu um coração que começou a bater, e posteriormente outras partes que o tornam um pintinho.
Assim, Aristóteles encaixou essa observação em algumas de suas teóricas do mundo.
Com espécies que se reproduzem sexualmente os organismos a se desenvolver quando os fluidos da mãe e do pai se juntam.
Esta combinação é a causa essencial que inicia o processo de desenvolvimento gradual da vida. Gradualmente, ao longo do tempo, o individuo começa a ganhar forma e surgir.
Assim, para Aristóteles a contribuição materna é a causa material, e sua contribuição para a formação do embrião vinha do sangue menstrual, que ao juntar-se com o sêmen do pai formava a vida. Segundo sua conclusão o sangue menstrual feminino é apenas “o qual gera a vida” e deve ser posta em prática pelo sêmen masculino que é “aquilo que gera a vida.”
Juntos, de acordo com a natureza essencial das espécies, poderiam ter o potencial de tornar um ser real. Os pais, o sexo masculino e feminino servem como “princípios geradores” e cada organismo individualmente começa de novo.
Para Aristóteles, as causas são internas devido a combinação de fluidos.
Seguindo suas próprias propostas filosóficas Aristóteles acreditava que uma vida individual orgânica requer uma alma, que deve estar lá desde o início e que reside no interior do corpo material.
Esta alma orienta o processo gradual de desenvolvimento epigênenico dos organismos. Esta alma é a alma aristotélica e não a alma cristã.
A concepção de alma na tradição cristã bem como outras passagens foram cooptadas de Aristóteles. A idéia de que Deus sempre existiu e não tem origem nem fim é uma criação baseada em princípios filosóficos de Aristóteles.
No Ocidente, quando surgiram as primeiras universidades que diga-se de passagem eram totalmente direcionada aos mais abastados e sujeitas ao regime cristão, ocorre a fusão de elementos da cultural greco-romana, cristãos e germânicos. As obras de Aristóteles são traduzidas para o latim e passam a preencher a filosofia cristã. Sob a influência da Igreja, as especulações se concentram em questões filosófico-teológicas na busca incessante de conciliar fé e razão. E é neste contexto que Santo Agostinho e Santo Tomás de Aquino trazem à luz reflexões fundamentais do pensamento cristão.
A alma para Aristóteles chamada no grego de &lt;i&gt;psyche&lt;/i&gt; e no latim de &lt;i&gt;anima mundi&lt;/i&gt; é representada pelo sopro da vida. Para Aristóteles existia uma sequencia tripla de almas e são conhecidas como alma nutritiva que é atribuída as plantas , a alma sensitiva atribuída aos animais é uma terceira alma denominada “racional” que em conjunto com as outras duas é atribuída aos homens, essas subdividida em três níveis
O nível  vegetativo , que é inteiramente responsável pelo controle mecânico e a química metabólica do corpo. O segundo nível restrito ao nível metabólico e da força vital assim como a alma animal caracterizada pelo movimento autônomo. E o terceiro nível que é o da alma humana, que inclui as almas animais vegetais e caracteriza-se pelo uso da razão.
Esta alma reside na combinação de sêmen masculino e feminino. Os vivos diferem dos mortos por causa das ações de sua alma. Portanto, é a unidade teleológica que tem potencial para dar forma é função gradualmente e internamente a um indivíduo.
Não só Aristóteles estudou embriões. Ao longo de toda a história antiga da ciência pesquisou-se de diversos mecanismos que pudessem auxiliar na descoberta de onde viemos e para onde vamos.
Leonardo da Vinci estudou embriões de vacas, ovelhas e já em sua época demonstrou que todas as características são herdadas igualmente pelos pais, sem pestanejar dizia “a semente da mãe tem poder igual a semente do pai no embrião”. De fato muitos desses antigos pensadores tinham idéias que somente na atualidade foram realmente evidenciadas. O próprio da Vinci tinha uma concepção evolucionista “&lt;i&gt;Natura non può dare moto alli animali sanza strumenti machinali&lt;/i&gt;”
Ao longo do tempo o debate sobra questão da origem da vida, o momento em que ela passa a existir e continuaram e permanecem até hoje.  Quando ocorre a concepção? A vida já esta presente nas células germinativas? Ela fusão dos gametas após o ato sexual? Após a diferenciação celular no décimo quarto dia após o sexo? Quando o sistema nervoso começa a se formar? Quando o indivíduo tem consciência de que ele é um ser vivo? Afina de contas, em que momento a vida começa?
Uma nova concepção de busca sobre quando ocorre a concepção da vida começou a questionar já no século 17/18.
A principal objeção era de que a matéria em movimento por si só não parece ter a capacidade de produzir esses resultados.
Como poderia a matéria se formar quando não havia matéria?
Segundo Aristóteles a matéria e a forma andam juntas, não há forma sem matéria e não há matéria sem forma.
Como poderia a forma emergir e adquirir a capacidade de funcionar sem alguma força vital?
Esse foi o problema para os materialistas durante muito tempo. Essas questões de pesado cunho epistemológico e metafísico não podiam ver na epigenética o surgimento gradual da vida. 
Uma representação popular alternativa surgiu sendo denominada de pré-formationismo, e recorria a explicação a teoria do &lt;i&gt;Homunculu&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Em 1677 Leeuwenhoek e Luiz Hamm viram pela primeira vez um espermatozóide e supuseram que ele tinha uma miniatura de humano dentro (homúnculo) que se desenvolvia quando depositado nos órgãos sexuais femininos. O espermatozóide seria a semente e o óvulo o terreno de plantação. Leeuwenhoek e Hamm provavelmente visualizaram organelas do espermatozóide como se o cromossomo fosse a cabeça e o corpo o núcleo e inferiram tal proposta.
Nicolaas von Hartsoeker deu-nos a imagem em 1694 de um homem minúsculo no esperma, que se tornou o ponto de partida para espermistas. Nem todos pré-formacionistas tomaram concordavam com tal proposta, mas não havia proposta alternativa para competir com a epigênese aristotélica então permaneceu tal proposta.
Ainda no século 18 muitos debates sobre a concepção da vida entre a pré-formação mecanicista materialista e a epigênese ocorreram. Alguns chegaram a afirmar que que para ser um bom cristão deveriamos ser pré-formacionista.
Na obra de Caspar Friedrich Wolff e Charles Bonnet ambos estudaram o desenvolvimento do pintinho embora tivessem concepções diferentes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: justify;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-GQwwBcnYGRc/Tu9l9zk2CKI/AAAAAAAACHM/Wj3NK-b4U2c/s1600/ME0000058605_3.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-GQwwBcnYGRc/Tu9l9zk2CKI/AAAAAAAACHM/Wj3NK-b4U2c/s320/ME0000058605_3.JPG" width="246" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Nicolas Hartsoeker
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Olharam para a mesma coisa e concordaram sobre o que viram, mas suas conclusões eram bem diferentes.
Wolff era um defensor da epigênese e sustentava que a forma surge apenas gradualmente e Bonnet era um pré-formationista que insistia que a forma existe a partir do início de cada organismo e apenas crescia ao longo do tempo.
Em 1859, Charles Robert Darwin estudou embriões e encontrou evidencias claras do compartilhamento de relações históricas entre os seres vivos.
Seguindo o bojo de tal descoberta Ernst Haeckel popularizou o estudo com embriões. Histologistas e embriologistas especialmente na Alemanha e nos Estados Unidos melhoraram rapidamente as técnicas de microscopia para fazer tais observações.
Estas observações, no contexto evolutivo levantaram novas dúvidas e provocou novas respostas. O entendimento da epigênese e pré-formação sofreu grandes transformações e trouxeram novas questões.
Darwin apontou para a embriologia como fundamental para interpretar as relações históricas. No Capítulo 13 da Origem ele cita “&lt;i&gt;Como, então, podemos explicar estes fatores diversos em embriologia, nomeadamente gerais, mas não universais. Há diferença de estruturas entre o embrião e o adulto, de peças no embrião e mesmo nos indivíduo, o que acaba por tornar-se muito diferente e servir para fins diversos, sendo no início deste período de crescimento semelhantes… embriões de espécies diferentes dentro da mesma classe, em geral, mas não universalmente, assemelhando-se uns aos outros&lt;/i&gt;”
Haeckel viu erroneamente supôs que a ontogenia era uma recapitulação breve e rápida da filogenia. Apresentou o desenvolvimento de cada indivíduo como seguindo a seqüência da história evolutiva das espécies daquele organismo do indivíduo. Houve momentos em que o embrião humano teve calda e brotos que nos peixes dão origem as brânquias e assim por diante.&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-vwGMEImYg4k/Tu9k9Yf9NkI/AAAAAAAACHE/uXIkGb-3PEI/s1600/Untitled-2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-vwGMEImYg4k/Tu9k9Yf9NkI/AAAAAAAACHE/uXIkGb-3PEI/s1600/Untitled-2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Trabalho de Haeckel ao estudar embriões.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&amp;nbsp;Trabalho de Haeckel ao estudar embriões.

Em seus livros muito populares que foram amplamente lidos, Haeckel ofereceu imagens de embriologia comparada. Obviamente que as semelhanças embriológicas ocorrem devido ao relacionamento histórico existente entre as espécies, mas não é uma justificativa para o determinismo biológico como foi utilizada.
Langdon Down foi a primeira pessoa a descrever a Síndrome de Down em 1886 e a única explicação plausível nesta época era a ontogenia recapitulando a filogenia. Muitas dessas idéias foram aplicadas erroneamente para justifica prejulgamentos raciais e morais. Dentre os principais estão Paul Broca, Samuel Morton, Alfred Binet, Cesare Lombroso e até o criacionista Louis Agassiz afirmando “&lt;i&gt;Os negros devem ser treinados para o trabalho manual, e os brancos para o trabalho intelectual&lt;/i&gt;”.
Darwin não foi um embriologista, e ele não contribuiu para a nossa compreensão da embriogênese. Nem mesmo Haeckel o fez. Darwin usou embriões para apoiar sua teoria da evolução e ajudar a interpretar as relações evolutivas entre as diferentes formas de vida, e seu uso foi consistente com várias versões de qualquer desenvolvimento epigênico, ou pré-formationista.
&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
A CONCORRÊNCIA DAS TEORIAS - UMA RESENHA DE LUANA LIMA&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Epigênese e Pré-Formacão eram duas linhas de pensamento completamente contrárias e as duas teorias denotam que a procura de respostas para perguntas como, por exemplo, de onde viemos não foi feita exclusivamente por representantes religiosos. No entanto, quando se faz perguntas dessa categoria, tanto a epigênese quanto a pré-formação não devem ser implicadas visto que para sondar a origem da vida faz-se necessário um retrocesso muito grande no tempo geológico, ou seja, um salto enorme de aproximadamente 3 bilhões de anos atrás quando surgiram as cianofíceas e não simplesmente elevar o homem á um pedestal que não é seu por direito, afinal de contas quantos organismos já existiram e ainda existem na linha do tempo geológico muito antes do&lt;i&gt; Homo sapiens&amp;nbsp;&lt;/i&gt;? Quando cita - se as teorias concorrentes de explicação para o desenvolvimento de um organismo, mais precisamente um animal, a abordagem deve ser mais estrita e a pergunta a ser feita não é de onde viemos e sim o que determina a diferenciação de um zigoto num adulto multifacetado.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Epigênese e Pré-Formação contribuíram para, mais tarde, o entendimento das estruturas e da fisiologia do desenvolvimento. Todavia, para que isso acontecesse muitas afirmações foram errôneas.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Muito antes de Cristo já haviam idéias relacionadas á epigênese com a contribuição de Aristóteles. No entanto, verifica-se em suas contribuições uma parcela bastante questionável, ou seja, a concepção de desenvolvimento humano totalmente enviesada, considerando-se que, em sua razão, Aristóteles conjeturava que o ovócito era simplesmente a base material para o surgimento da vida enquanto que o espermatozóide era quem a colocava em prática. Talvez essa percepção tenha sido fundamentada, mesmo que inconscientemente, na conduta da época, afinal de contas por muito tempo a mulher era vista como a empregada do seu homem e o “saco” de carregar bebês e a transformação desse papel recluso só teve início no século XIX, ou seja, muito tempo depois. Enviesamentos á parte, deve-se concordar que, em grande escala, Aristóteles estava certo quando afirmou que era necessária a junção dos “fluidos” femininos e masculinos para a geração da vida. &amp;nbsp;Nota-se também uma contribuição implícita quando o assunto é a diferenciação de mortos e vivos, pois partindo - se do princípio que plantas têm a capacidade de nutrição, animais têm a capacidade de nutrição e sensibilidade e homens têm a capacidade de nutrição, sensibilidade e raciocínio e que tais almas efetuam as ações para manutenção da vida pode-se fazer uma analogia, pois o que Aristóteles chamou de “alma” no cotidiano podemos chamar de metabolismo.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Para a época a explicação de Aristóteles seria plausível Aristóteles não fosse à pergunta que não quer calar: Como haveria diferenciação da matéria numa forma definida se não havia algo que a induzisse? Sendo assim, o surgimento gradual da vida passa a ser explicado por uma “força vital”. No entanto a justificativa metafísica não era suficiente para a outra parcela de estudiosos, pois, mais uma vez, invocava-se o sobrenatural para explicar algo que era físico. &amp;nbsp;O surgimento do pré - formacionismo foi à alternativa da época, porém, a mesma era falha em muitos aspectos. A sugestão de um homúnculo dentro da célula germinativa, seja ela o ovócito ou o espermatozóide, é inconcebível considerando-se o tamanho de uma célula, no entanto faz-se vista grossa a esta questão, pois a tecnologia microscópica era bastante limitada. O pré - formacionismo não poderia explicar as variações fenotípicas tendo em vista que todos os indivíduos deveriam ser totalmente iguais ao seu pai ou sua mãe e também não poderia explicar as deficiências e deformações de um indivíduo levando-se em conta que o pai ou a mãe era perfeito.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
O entendimento das duas teorias, dentro das limitações que cada uma, proporcionou o surgimento de novas teorias relacionadas ao desenvolvimento como, por exemplo, a teoria da recapitulação de Ernest Haeckel. Contudo, mais uma vez, verificam-se falhas nessa nova corrente de pensamento. A asserção de que a ontogenia recapitula a filogenia é, nada mais, que uma generalização. Supondo-se que a recapitulação acontecia totalmente qual seria o determinante para a adição de um novo estágio ao final do último? Esta pergunta faz com que se volte ás explicações metafísicas da epigênese uma vez que, logicamente, não se pode invocar o pré – formacionismo para respondê-la. Neste contexto, encaixa-se melhor a teoria do médico naturalista Karl Ernest Von Baer que estudou as diferenças embriológicas entre espécies e conseguiu estabelecer uma relação entre alguns. A sua afirmação de que a recapitulação ocorre de maneira moderada coincide com o conhecimento atual que se tem de história evolutiva dos taxa.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
Pode-se concluir que a história da epigênese e a pré-formação têm um desfecho similar à história do fisicalismo e do vitalismo na época da revolução científica. O fisicalismo e o vitalismo foram derrotados e ao mesmo tempo renascidos no surgimento do organicismo, a teoria que uniu as duas correntes de pensamento e prosperou. A epigênese e a pré – formação convergiram não numa teoria, mas no entendimento de que após a fecundação e a integração do DNA do espermatozóide ao DNA do ovócito &amp;nbsp; a massa que era uniforme passa a tomar forma diferenciada com a determinação do genoma representando-se, respectivamente, as teorias da epigênese e pré – formação.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
REFERÊNCIAS&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;/div&gt;
Fritjof Capra. &lt;i&gt;A ciência de Da Vinci&lt;/i&gt;. Cultrix/Amaná-kay. 2008.&lt;br /&gt;
Stephen Jay Gould.&lt;i&gt; A falsa medida do Homem&lt;/i&gt;. ED Martins Fontes, 2003.&lt;br /&gt;
Epigenesis and Preformationism. Standford Encyclopedia of Philosophy. First published Tue Oct 11, 2005.&lt;br /&gt;
Ernest Mayr. &lt;i&gt;Isso é biologia&lt;/i&gt;. ED CIA das Letras. 2008&lt;br /&gt;
Stephen Jay Gould. &lt;i&gt;Darwin e os Grandes Enigmas da Vida&lt;/i&gt;.&amp;nbsp;ED Martins Fontes, 2006.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-734637835443258565?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/IGgjygpwulE/biologia-do-desenvolvimento-segundo-as.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-A_2uZeU_ENo/Tu9eYotwSyI/AAAAAAAACG8/mvvGPBi5Ps8/s72-c/homunculus-by-nicolaus-hartsoeker-1694+copy.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/12/biologia-do-desenvolvimento-segundo-as.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-4738331837805777697</guid><pubDate>Thu, 03 Nov 2011 20:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-03T18:45:24.804-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Insetos</category><title>O BESOURO DYNASTES HERCULES E A SUA SUPER FORÇA</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A ordem &lt;i&gt;Coleoptera&lt;/i&gt; demonstra a cada dia ser um dos grupos de seres vivos mais importantes e adaptados do planeta.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-St0M8E9KFqE/TrLnJNySB6I/AAAAAAAACGM/4dSD2-aF7Tw/s1600/hercules.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="400" src="http://2.bp.blogspot.com/-St0M8E9KFqE/TrLnJNySB6I/AAAAAAAACGM/4dSD2-aF7Tw/s400/hercules.jpg" width="155" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;D.hercules&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
Com um catalogo bem amplo que chega na margem de 280.000 espécies descritas, o que representa um total de 23% de toda vida conhecida na Terra.E esse numero se eleva cada vez mais, pois a estudos feitos por pesquisadores modernos &amp;nbsp;que fazem projeções para mais de 350 mil espécies de coleópteros , pois ainda restam milhares de espécies novas a serem catalogadas.&lt;br /&gt;
Alguns desses grupos já foram citados aqui em : &lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/coleopteros-lampirideos-e-sua-conspicua.html#uds-search-results"&gt;Coleópteros lampirídeos e sua conspícua bioluminescência&lt;/a&gt; &amp;nbsp;, &amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2010/11/caruncho-o-besouro-bicudo.html"&gt;Caruncho, o Besouro bicudo&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2011/06/o-besouro-bombardeiro.html"&gt;O besouro-bombardeiro&lt;/a&gt;,&amp;nbsp;mas contudo não se pode passar despercebido a subfamília de scarabídeos conhecida atualmente como &lt;i&gt;Dinastinae&lt;/i&gt;.A esse grupo pertence os maiores escaravelhos do mundo.Dinastídeos são besouros grandes e robustos que apresentam ao longo do seu corpo um enorme par de chifres.Normalmente são conhecidos como besouros-de-chifres ou besouros-rinocerontes.O besouro-hercules (&lt;i&gt;Dynastes hercules&lt;/i&gt;) é do maiores e mais famosos besouros-rinocerontes do mundo, habita bosques tropicais e equatoriais da America Central e Sul.O macho da espécie pode chegar a medir cerca de 17 cm de comprimento incluindo o seu enorme chifre torácico.O &lt;i&gt;D.hercules&lt;/i&gt; é o maior das seis espécies de dinastideos, seu tamanho só é ultrapassado por outras duas espécies de coleópteros , os cerambicídeos : &lt;i&gt;Macrodontia cervicomis&lt;/i&gt; e o grande &lt;i&gt;Titanus giganteus&lt;/i&gt;, ambos podem passa os 17cm e claro se consideramos as antenas , mandíbulas e chifres.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
Os chifres dos dinastideos podem crescer muito chegando a ponto de ficarem maiores do que o próprio corpo do besouro.Esta adaptação é utilizada principalmente durante as lutas com outros machos por uma fêmea na qual o tamanho pode se tornar vantagem ou desvantagem nas batalhas.Já as fêmeas não apresentam chifres e são comparativamente menores do que os machos, uma forte característica de dimorfismo sexual.A fase larval desse besouro pode durar de um a dois anos até que finalmente se transforma na pulpa aonde ocorre a metamorfose na qual emerge o besouro adulto.O padrão de cor da espécie pode ser caracterizado pelos pequenos pontos pretos na região dos élitros.&lt;br /&gt;
O besouro-hercules é considerado o ser mais forte da Terra por seu tamanho , ele é capaz de carregar 850 vezes o seu peso , e por esse e outros motivos que fazem dos dinastídeos , um dos seres mais magníficos do planeta.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-f0-qUaGEjsk/TrL6sSkV-tI/AAAAAAAACGs/ObXXsvqB6Gw/s1600/her.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="262" src="http://3.bp.blogspot.com/-f0-qUaGEjsk/TrL6sSkV-tI/AAAAAAAACGs/ObXXsvqB6Gw/s400/her.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Besouro-hercules macho&amp;nbsp;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-4738331837805777697?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/v6IKM0OSQRc/o-besouro-dynastes-hercules-e-sua-super.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-St0M8E9KFqE/TrLnJNySB6I/AAAAAAAACGM/4dSD2-aF7Tw/s72-c/hercules.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/11/o-besouro-dynastes-hercules-e-sua-super.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-702693198301726282</guid><pubDate>Tue, 25 Oct 2011 18:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-25T16:54:41.861-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Olhar Verde</category><title>FÓSSIL ODONATO NO OLHAR VERDE DA SEMANA</title><description>No Olhar Verde da Semana nossa querida Lucélia Muniz França do blog &lt;a href="http://www.luceliamuniz.blogspot.com/"&gt;Reflexões de Lucélia Muniz&lt;/a&gt; , nos enviou algo muito interessante.A imagem abaixo se trata de um membro da ordem &lt;i&gt;Odonata&lt;/i&gt; já comentado por aqui ( saiba mais em : &lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2011/03/libeulas-no-olhar-verde-da-semana.html"&gt;Libélulas no Olhar Verde&lt;/a&gt; da semana e em : &lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/donzelinhas-no-olhar-verde-da-semana.html"&gt;Donzelinhas no Olhar Verde da Semana&lt;/a&gt; ).Mas o que difere essa imagens às demais é o fato dela estar &amp;nbsp;fossilizada , algo de novo por aqui.&lt;br /&gt;
O fóssil foi encontrado em perfeito estado de conservação e por isso é utilizado como símbolo do Museu de Paleontologia de Santana do Cariri-CE, cidade na qual o registro fóssil foi encontrado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-gdkhD5EbmkM/TqcDwBgWIKI/AAAAAAAACFQ/9HBFrtJhQfs/s1600/ODONATO.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-gdkhD5EbmkM/TqcDwBgWIKI/AAAAAAAACFQ/9HBFrtJhQfs/s1600/ODONATO.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Libélula ( &lt;i&gt;Insecta &lt;/i&gt;:&lt;i&gt; Odonata&lt;/i&gt; )&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;
&lt;b&gt;Compartilhe conosco os "seus momentos ",&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Envie uma foto com sua marca d'agua e um titulo para&amp;nbsp;&amp;nbsp;contato@cienciablogada.com.br ,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
conforme o exemplo a cima , sua foto entrará para o Olhar Verde da Semana.As melhores fotos terão&amp;nbsp;&amp;nbsp;direito a expor suas idéias no Canal Voz Consciente do Grupo Atomic e participação especial no quadro Repórter Biólogo.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-702693198301726282?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/HKb3pn5CFsE/no-olhar-verde-da-semana-nossa-querida.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-gdkhD5EbmkM/TqcDwBgWIKI/AAAAAAAACFQ/9HBFrtJhQfs/s72-c/ODONATO.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/10/no-olhar-verde-da-semana-nossa-querida.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-8435465157284280675</guid><pubDate>Sat, 15 Oct 2011 17:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-15T14:27:56.030-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>O CASO JOHN SCOPES -  A LEI E O PRÓPRIO CRIACIONISMO SE EXPONDO COMO UMA NÃO-CIÊNCIA</title><description>&lt;br /&gt;
por Victor Rosseti&lt;br /&gt;
Existem diversas formas de se construir conhecimento no mundo (&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/07/19/as-limitacoes-dos-sistemas-de-construcao-de-conhecimento/"&gt;AS LIMITAÇÕES DOS SISTEMAS DE CONSTRUÇÃO DE CONHECIMENTO&lt;/a&gt;), cada uma com suas vantagens e seus defeitos. Assim como a religião, a filosofia a ciência e o senso comum tem seus contrapontos.&lt;br /&gt;
Muitas vezes vemos sistemas de construção de conhecimento interferindo na forma de atuação de outros. O caso mais evidente talvez seja o da ciência e religião, ou pelos criacionistas que incoerentemente tentam impor a idéia do designer inteligente como uma ciência em oposição a propostas científicas da física e da biologia recorrendo até as leis. O caso do criacionismo antes de tudo não é um problema religioso, mas sim político como veremos no presente texto, e seu fundamentalismo fere os limites de atuação da religião e sua atuação nas federações.&lt;br /&gt;
Os movimentos fundamentalistas religiosos não são novidades no mundo, e nem exclusivos das religiões abraamicas.&lt;br /&gt;
O caso John Scopes (1900 – 1970) é o clássico de onde podemos retirar um aprendizado grande sob a interferência de sistemas diferentes de produção de conhecimento na qual Stephen Jay Gould chama de Magistérios Não Interferentes (MNI) e como simples mitos podem se tornar fanatismo de pessoas sem a capacidade deste reconhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-G9amVAQcFeg/Tpm_Ly6NuII/AAAAAAAACEk/C1ZnikO76bg/s1600/1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-G9amVAQcFeg/Tpm_Ly6NuII/AAAAAAAACEk/C1ZnikO76bg/s1600/1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;John Scopes&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1925 o carismático professor de matemática e física John Scopes substituiu um professor de biologia fundamentalista em uma escola na cidade do Tennessee nos EUA, gerando um dos casos mais controversos na história do país que se estendem até atualmente.&lt;br /&gt;
Isso ocorre porque William Jennings Bryan (1860 – 1925) proporcionou o maior e mais falho golpe criacionista no inicio dos anos 20 ao dedicar-se profundamente a impedir o ensino da biologia evolutiva nas escolas americanas. Ele recorreu a Lei do Tennessee que criminalizava o ensino da biologia evolutiva e o homem como descendente de uma ordem “inferior” de animais. Não entrarei no mérito da questão sobre superioridade e inferioridade na biologia evolutiva, embora sob o ponto de vista técnico e classificatório esses termos não existam ao se estudar a evolução das espécies. A superioriodade e inferioridade são interpretações no mínimo pejorativas.&lt;br /&gt;
A Lei foi aceita por diversos estados do Sul do país, Scopes sabia da Lei se dispôs a ser cobaia ao aplicar em sala de aula a matéria baseando-se no livro Civic Biology.&lt;br /&gt;
Scopes não foi perseguido por fundamentalistas criacionistas, da mesma forma que não chegou a entrar em uma cela, mas o principal discurso que Bryan adotou foi a alegação de que os seres humanos nem mesmo eram mamíferos.&lt;br /&gt;
Clarence Darrow (1857 - 1938 ) que era conhecido e respeitado nos EUA por ter defendido alguns adolescentes assassinos de Leopold and Loeb no seu julgamento pelo assassinato de Bobby Franks foi quem defendeu John T. Scopes no julgamento que ficou conhecido como “Monkey Trial“.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-KT3B68tqyjc/Tpm_UrKt9LI/AAAAAAAACEs/EnHGRRowobk/s1600/2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-KT3B68tqyjc/Tpm_UrKt9LI/AAAAAAAACEs/EnHGRRowobk/s1600/2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;Clarence Darrow&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Darrow se opunha claramente ao defensor fundamentalista cristão William Jennings Bryan. Darrown era conhecido por seguir claramente uma posição agnóstica que o marcou como um dos mais famosos advogados americanos e defensores dos direitos civis.&lt;br /&gt;
O juiz Raulston permitiu que Darrow pusesse Bryan no banco como testemunha da defesa. O julgamento antes de tudo teve um papel fundamental, o de tornar a cidade conhecida por todo os EUA, inclusive inaugurando a primeira transmissão ao vivo por rádio.&lt;br /&gt;
O juiz não tinha poder para determinar a constitucionalidade do estatuto e a União Americana de Liberdades Civis permitiu então uma condenação menos problemática. Bryan claramente dizia que desejava expulsar o ensino de evolução de sua cidade e o comparava com um ensinamento satanico.&lt;br /&gt;
O caso de John Scopes foi extremamente mal resolvido embora Scopes não tenha sido condenado pelo ensino da evolução. Scopes era culpado da acusação por ter ensinado evolução, mas não com a legitimidade da lei que era inconstitucional. O testemunho de especialistas tornava-se irrelevante para o julgamento e por isso nenhum biólogo evolucionista chegou a dar seu depoimento. Entretanto o juiz permitiu que Bryan testemunhasse como especialista e advogado de acusação.&lt;br /&gt;
Assim, como o caso ficou mal compreendido o juiz retirou todos os depoimentos dos registros.&lt;br /&gt;
Darrow em sua estratégia de defesa conseguiu fazer com que Bryan assumisse que a criação do mundo segundo a bíblia pode ter sido feito em dias cuja o tempo era diferente ao atual e demonstrando que a afirmação do livre-arbítrio de Bryan era baseada em suas crenças pessoais. De fato o criacionismo falha neste momento uma vez que a grande maioria das passagens bíblicas acabam sendo interpretadas segundo a interpretação pessoal de seus seguidores não seguindo em idéia clara e compartilhada entre os membros. Entre os próprios criacionistas existem muitas divergências, muitas delas evidenciadas aqui mesmo nos sites brasileiros onde há discussões entre diferentes idéias contraditórias (isso quando um criacionista permite fazer comentários em seu site, o que é bastante raro. A maioria não permite espaço para discussões o que reflete o caráter absolutista e intolerante da religião criacionista, mesmo quando há espaço para comentários eles são editados ou apagados porque vão contra o cerne da doutrina, excluindo assim qualquer possibilidade de discussão ou de reflexão).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-I1pczs3hKGg/Tpm_ahw20MI/AAAAAAAACE0/JzGCD5m-xGg/s1600/3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-I1pczs3hKGg/Tpm_ahw20MI/AAAAAAAACE0/JzGCD5m-xGg/s1600/3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;William J. Bryan&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o julgamento de Scopes o advogado Bryan morreu. O julgamento Scopes pode ser considerado uma vitoria para a ciência, embora o caso tenha visto como insignificante devido a condenação do juiz que errou ao cobrar uma multa de cem dólares de Scopes.&lt;br /&gt;
Segundo a Lei do Tennessee exige-se que todas as multas acima de cinqüenta dólares devem ser fixadas por um júri. O problema é que nenhum habitante da cidade havia tomado uma multa acima de cinqüenta dólares e este argumento fui utilizado por Darrow para livrar a cara de Scopes.&lt;br /&gt;
Então a condencação de Scopes foi anulada devido a detalhes técnicos, isso porque a equipe de Darrow e do advogado Dudley Field Malone não conseguiu encontrar alguém no estado com competência o suficiente para desafiar o juiz e garantir o procedimento correto.&lt;br /&gt;
O grande golpe de Bryan foi testar a constitucionalidade da lei em relação ao ensino na cidade. Então a Lei do Tennessee limitou o conteúdo de cada livro de biologia de acordo com cada estado.&lt;br /&gt;
A primeira edição do principal livro didático do ensino fundamental em biologia, o Modern Biology de 1921 dos autores Moon, Mann e Otto, anterior ao caso Scopes tratava a evolução em diversos capítulos, e a tratava cientificamente como fato.&lt;br /&gt;
A partir de 1956 o livro tratava da evolução em apenas 18 das 662 paginas e jamais usava a palavra evolução, tornando-a idéia de Darwin uma mera hipótese de desenvolvimento racial.&lt;br /&gt;
Essa situação permaneceu até 1968 quando ocorreu o segundo caso jurídico envolvendo novamente o criacionismo e sua fajuta tentativa de fazer de Deus uma ciência.&lt;br /&gt;
Ocorreu no Arkansas quando a professora Susan Epperson contestou o ensino com base no estatuto, a Suprema Corte alegou a inconstitucionalidade da Lei e do caso com base na Primeira Emenda Americana.&lt;br /&gt;
Como os criacionistas não eram mais capazes de deter o ensino da evolução na escola após o caso Susan Epperson os criacionistas se propuseram como alternativa a evolução, cunhando a fajuta idéia do criacionismo como uma ciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-D6ZeK7b__ZI/Tpm_iTrKuYI/AAAAAAAACE8/H2CBnjlNOhU/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-D6ZeK7b__ZI/Tpm_iTrKuYI/AAAAAAAACE8/H2CBnjlNOhU/s1600/4.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;Susan Epperson&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa foi uma estratégia adotada por criacionistas com a finalidade de burlar a constitucionalidade da Lei americana. Uma alternativa teológica baseada em termos literais da bíblia, ou seja a revelação bíblica de Gênesis como evangelho literal.&lt;br /&gt;
O Filosofo Paulo Ghiraldelli discute em &lt;a href="http://ghiraldelli.pro.br/2011/08/09/religiao-e-estupidez-no-brasil/"&gt;Religião e estupidez no Brasil&lt;/a&gt; como essa interpretação literal da bíblia de certa forma prejudica o ensino nas escolas. Essa interpretação literal incentivada por religiões leva ao empobrecimento intelectual das pessoas no processo de interpretação de textos. Um livro que claramente é simbólico quando passa a ser interpretado literalmente se descontextualiza, s desconecta da sua principal função. Trocando em miúdos, Ghiraldelli vê essa interpretação religiosa como uma forma de emburrecimento das pessoas. Imaginemos interpretarA metamorfose de Kafka literalmente; faz sentido acreditar que um ser humano no passado se transformou em uma barata? Ou será o livro uma mera metáfora ligada ao contexto social?&lt;br /&gt;
A alegação principal dada pelos criacionistas é que agora eles não eram a favor da exclusão do evolucionismo das escolas, mas recorriam a Lei de Tratamento Equivalente/Igualitário da Ciência da Criação e da Ciência da Evolução em Escola Públicas.&lt;br /&gt;
Essa estratégia criacionista auto-promocional a qual Stephen jay Gould classifica como “ridícula” foi acatada por dois estados na década de 70 o caso tomou maiores proporções.&lt;br /&gt;
O caso novamente tomou proporções jurídicas e foi chamado de caso Scopes II.&lt;br /&gt;
Desta vez foi presidido pelo juiz William R. Overton em dezembro de 1981. O juiz declarou a Lei de Tratamento Igualitário novamente inconstitucional em Janeiro de 1982 explicando o que se entende por ciência e o papel da religião com base em um artigo publicado pela revista Science que oportunamente é recorrido por criacionistas.&lt;br /&gt;
O estado do Arkansas sob a liderança de Bill Clinton não recorreu ao caso e o juiz então anulou a lei que também havia sido aplicada no estado de Louisiana. Embora este último tenha recorrido a sentença da Suprema Corte dos EUA em 1987 não permitiu a sua aplicação.&lt;br /&gt;
No caso de Arkansas foram chamados 6 especialistas no assunto para discutir a biologia, evolutiva e a filosofia e história da ciência no interrogatório. Dentre eles estava Stephen Jay gould que testemunhou a favor da evolução e centrou sua tese na distorção criacionista dos trabalhos científicos sobre o tempo geológico e as provas de transformação da evolução.&lt;br /&gt;
Os especialistas se focaram em demonstrar que a proposta criacionista de igualitarismo na realidade era uma máscara para uma expressão cristã baseada no literalismo do livro de Gênesis identificado no caso de Susan Epperson como uma doutrina teológica que violava claramente a Primeira Emenda americana.&lt;br /&gt;
Em uma tentativa desesperada de defender a proposta do criacionismo foi chamado um cientista do Sri Lanka chamado Chandra Wickramasinghe que discordava das idéias de Darwin, mas que surpreendentemente esnobou também da proposta criacionista da Terra Jovem, ou seja, com apenas 10 mil anos de idade.&lt;br /&gt;
Chandra disse que a idéia de Darwin era uma bobagem, e quando perguntado a respeito da idéia do criacionismo respondeu “Bobagem pior ainda”.&lt;br /&gt;
A idéia de Design inteligente foi cunhada no livro Of Pandas and People em 1989 perdurou de tal forma até 2005 no caso Kitzmiller que refutou com certa facilidade o termo na qual até hoje tem sido alvo de críticas e ridicularização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-Kk5T7hmgrXs/TpnBOkFPsII/AAAAAAAACFE/_Oj09i5InN0/s1600/5.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-Kk5T7hmgrXs/TpnBOkFPsII/AAAAAAAACFE/_Oj09i5InN0/s1600/5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O livro Of Pandas and People foi criado pela Fundação para o Pensamento e a Ética é uma entidade cristão americana e no julgamento ao defender o designer inteligente foi demonstrado que o termo designer inteligente não é baseado em textos sagrados e não tem o apelo do sobrenatural, assim o que se entende por designer pode ser Deus, alienígenas ou viajantes do futuro manipulando o passado. Portanto fere o que se entende por ciência e o que se entende até mesmo por religião. Esse foi realmente o desfecho no caso de Kitzmiller&lt;br /&gt;
Em 2005 Tammy Kitzmiller que era mãe de um aluno da escola de Dover decidiu levar o caso à justiça, e argumentou o design inteligente era apenas mais uma nova máscara religiosa para o velho e já conhecido discurso criacionista.&lt;br /&gt;
Os defensores convocaram, como testemunha, diversos especialistas criacionistas como Michael Behe, bioquímico e autor do famoso livro A Caixa Preta de Darwin na qual claramente já mostrei que concorda com Darwin em diversos pontos (Veja em &lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2011/08/descartando-complexidade-irredutivel-do.html"&gt;DESCARTANDO A COMPLEXIDADE IRREDUTÍVEL DO DESIGNER INTELIGENTE&lt;/a&gt;)&lt;br /&gt;
Em seu depoimento, Behe, sob juramento, assumiu não haver qualquer artigo científico revisado que suporte a idéia da existência de um design inteligente.&lt;br /&gt;
Além disso, assumiu que pelo conceito de teoria científica que o Design Inteligente se encaixava na astrologia e também poderia ser considerada como cientificamente válida. O juiz concluiu, desta forma, que o ensino do Design Inteligente era inconstitucional e assim, não mais poderia ser ensinado nas escolas uma vez que não apresentou qualquer exemplo na natureza que suporte tal existência.&lt;br /&gt;
Os criacionistas, reuniram esforços na difícil tarefa de embasar cientificamente suas afirmações e, para isso, procuram aumentar o número de cristãos cientistas pagando altos prêmios, investindo em pesquisas (ou pseudo-pesquisas tendenciosas) criando universidades particulares. Mas nem mesmo no país mais cristão do mundo, muitos deles fundamentalistas, o criacionismo é tratado como ciência. Não motivos científicos, nem legais ou jurídicos para se ver o criacionismo como ciência, mas sim apenas um cristianismo bem mal mascarado pelos fundamentalistas religiosos. Não há problema algum em seguir uma religião desde que (a sua crença não interfira na liberdade do próximo) como afirma Stephen Jay Gould, ela saiba o limite de sua atuação.&lt;br /&gt;
Aqui no Brasil criando associações criacionistas e discussão bíblicas que posteriormente são apresentadas inclusive na internet como se fossem ciência embora até hoje não haja um artigo cientifico que suporte a idéia de um designer inteligente. Muitas dessas argumentações embasadas em especulações e a covarde apelação a mentiras com a intenção de difamar a ciência uma vez que algumas de suas propostas não concordam com o dogma cristão. Embora o criacionismo no Brasil seja pouco representativo e extremamente descentralizado, com diversas vertentes.&lt;br /&gt;
Muitos dos maiores críticos do darwinismo o são devido a sua formação religiosa e não pela formação acadêmica. Um exemplo claro é de William Dembski que tem Ph.D. em filosofia, mestrado em divindade pelo Seminário Teológico de Princeton. Dembski é um cristão ortodoxo praticante, professor de Teologia e Ciência no Southern Baptist Theological Seminary em Louisville, Kentucky, bem como o primeiro diretor do Centro para Teologia e Ciência da escola, professor de pesquisa em filosofia no Southwestern Baptist Theological Seminary, em Fort Worth, Texas.&lt;br /&gt;
A única vantagem que os criacionistas tem é o único Museu Criacionista que foi inaugurado sob muita polemica nos EUA em 2007/8. O Museu da Criação custou US$ 27 milhões e foi criado no Kentucky. Apesar disso ele não foi financiado com dinheiro de pesquisas, já que criacionismo ainda não é visto como ciência, mas sim com verbas particulares da organização cristã Answers in Genesis (Respostas no Genesis). Uma iniciativa cristã desesperada (veja: Museu criacionista é inaugurado nos EUA e causa polêmica).&lt;br /&gt;
Essa organização religiosa montou um parque temático cuja finalidade é distorcer a proposta trazida pela biologia evolutiva. Alguns paleontólogos fizeram uma visita a esse museu após sua inauguração e alegaram que só uma mágica poderia justificar a presença de dinossauros na arca de Noé.&lt;br /&gt;
As maiores incoerências sustentadas pela fé e não pelas evidências diz que os dinossauros teriam se originado de períodos geológicos distintos aos propostos pela paleontologia. Os estegossauros e os heterodontossauros (Jurássico) e o velociraptor (Cretáceo) foram cooptados pelos criacionistas para o a data de cerca de 2 mil trezentos e quarenta e oito anos. Essas datas foram criadas com base na bíblia e negando a datação com base nas evidencias do decaimento radioativo que é o método que se utiliza para datar fósseis. Uma datação especulativa e absoluta.&lt;br /&gt;
Certamente Jesus Cristo entrou em Jerusalém montado em um Stegossauro e um anjo permitiu que o velociraptor de Balão falasse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;NETNATURE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-8435465157284280675?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/z7MoB-htXL8/o-caso-john-scopes-lei-e-o-proprio.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-G9amVAQcFeg/Tpm_Ly6NuII/AAAAAAAACEk/C1ZnikO76bg/s72-c/1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/10/o-caso-john-scopes-lei-e-o-proprio.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-252363819487949242</guid><pubDate>Thu, 29 Sep 2011 23:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-29T20:32:05.101-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Olhar Verde</category><title>O "SOIM" NO OLHAR VERDE DA SEMANA</title><description>&lt;br /&gt;
No Olhar Verde da semana nos deparamos com o Sagui-de-tufos-brancos ou simplesmente “soim” como é conhecido na região nordeste do Brasil.&lt;br /&gt;
Os sagüis são animais de pequeno porte com peso variável entre 300 a 500 gramas, pelagem marrom , branca ou amarela.Muitos apresenta colorações especificas aonde pode variar as cores da cauda e a região da face.&lt;br /&gt;
Pertencente ao gênero &lt;i&gt;Callithrix&lt;/i&gt; na qual possui características similares como, curiosidade, hiperatividade (animais bem ativos) e o habito de vida arbóreo, dificilmente descem ao solo.Normalmente agarra-se nos troncos das arvores verticalmente, utilizando sua cauda como um ponto de equilíbrio.&lt;br /&gt;
A alimentação dos sagüis varia desde insetos , frutos , aracnídeos, pequenos invertebrados e ovos de pássaros.&lt;br /&gt;
Quando se sente ameaçado emite um tipo de guincho bem aguda, esse comportamento é bem eficaz uma vez que esse animal anda em grupo, e essa manifestação sonora acaba servindo de alerta para com os outros membros do grupo.&lt;br /&gt;
Vemos que o soim é um animal bem curioso de se estudar, tanto pela sua beleza ou pelo seu habito de vida, e um desses momentos foi registrado pela professora de ciências econômicas Lucélia Muniz França do blog &lt;a href="http://www.luceliamuniz.blogspot.com/"&gt;Reflexões de Lucélia Muniz&lt;/a&gt;. Residente do estado do Ceará Lucélia registrou o exato momento da aparição do soim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-3KZG4WxUlg8/ToT-WCE_hII/AAAAAAAACD4/wfzF2jxWY6c/s1600/foto+Luc%25C3%25A9lia+Muniz+Fran%25C3%25A7a+copy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="640" src="http://3.bp.blogspot.com/-3KZG4WxUlg8/ToT-WCE_hII/AAAAAAAACD4/wfzF2jxWY6c/s640/foto+Luc%25C3%25A9lia+Muniz+Fran%25C3%25A7a+copy.jpg" width="562" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Sagui-de-tufos-brancos(&lt;i&gt;Callithrix jacchus)&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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Compartilhe conosco os "seus momentos ",&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
Envie uma foto com sua marca d'agua e um titulo para&amp;nbsp;&amp;nbsp;contato@cienciablogada.com.br ,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
conforme o exemplo a cima , sua foto entrará para o Olhar Verde da Semana.As melhores fotos terão&amp;nbsp;&amp;nbsp;direito a expor suas idéias no Canal Voz Consciente do Grupo Atomic e participação especial no quadro Repórter Biólogo.&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="MsoNormal"&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-252363819487949242?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/l0E_UDBjHH4/o-soim-no-olhar-verde-da-semana.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-3KZG4WxUlg8/ToT-WCE_hII/AAAAAAAACD4/wfzF2jxWY6c/s72-c/foto+Luc%25C3%25A9lia+Muniz+Fran%25C3%25A7a+copy.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/09/o-soim-no-olhar-verde-da-semana.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-6802027252845013008</guid><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 21:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-24T12:47:21.879-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>A DIVERSIDADE E EVOLUÇÃO DOS PROBOSCÍDEOS - UM FOCO A BIOLOGIA DOS ELEFANTES.</title><description>&lt;br /&gt;
por Victor Rossetti&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há algum tempo trás os elefantes e rinocerontes eram classificados em uma velha ordem chama de paquidermes, que constituíam um grupo de mamíferos cujo nome caracteriza o tipo de pele desses animais, uma pele bastante espessa de cerca de 2,5 centímetros de altura. De fato, estes animais tem uma pele extremamente espessa e também tem o peso bastante elevado. Há vários exemplos de paquidermes na natureza, os elefantes, rinocerontes, hipopótamos além dos animais extintos, tais como o mastodonte, mamute e o elefante chinês. Atualmente existem três espécies de elefantes: o elefante indiano (&lt;i&gt;Elephas maximus&lt;/i&gt;) e duas espécies de elefantes africanos (&lt;i&gt;Loxodonta africana&lt;/i&gt;, da savana, e &lt;i&gt;Loxodonta cyclotis&lt;/i&gt;, que vive nas florestas).&lt;br /&gt;
Com os rinocerontes o mesmo acontece, há várias subespécies de rinoceronte como o rinoceronte branco e o rinoceronte negro.&lt;br /&gt;
Hoje os elefantes não são mais agrupados com os rinocerontes, tão pouco com base na espessura de sua pele, ganhando uma nova classificação segundo a ordem &lt;i&gt;Proboscídea&lt;/i&gt;, uma ordem de mamíferos placentários, do clado &lt;i&gt;Afrotheria&lt;/i&gt;, que contém apenas uma família vivente, a &lt;i&gt;Elephantidae&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
O grupo ou superordem&lt;i&gt; Afrotheria&lt;/i&gt; foi identificado recentemente por meio de análises genéticas e demonstrou que os elefantes, o peixes-boi (Sirênios), hiráces &lt;i&gt;(Hyracoidea&lt;/i&gt;), toupeiras-douradas e os tenrecos (&lt;i&gt;Afrosoricida&lt;/i&gt;), musaranhos elefantes (&lt;i&gt;Macroscelidaea&lt;/i&gt;) e Aardvark &lt;i&gt;(Tubulidentata&lt;/i&gt;) compartilham relações históricas entre si no que diz respeito a sua biologia evolutiva, cuja linhagem ancestral desses animais surgiu a mais de 105 milhões de anos (esta ultima data refere-se a origem dos &lt;i&gt;Afrotherios&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
A linhagem, que deu origem aos elefantes, hiráces e peixes-boi surgiu a 60 milhões de anos e o que diferencia os elefantes e peixes-boi são 55 milhões de anos. O outro grupo com o restante dos animais se destrinchou em linhagens distintas a 75 e 70 milhões de anos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-e9Op2XYao6o/TnzxdSg0v6I/AAAAAAAACC4/u4GGteKe35c/s1600/foto+1.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-e9Op2XYao6o/TnzxdSg0v6I/AAAAAAAACC4/u4GGteKe35c/s1600/foto+1.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Afrotérios&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui entra uma ressalva interessante sobre o registro fóssil. Os registros que o presente texto aborda são datados em cerca de 37 milhões de anos embora alguns livros retratem a evolução dos proboscídeos/sirênios em um tempo mais distante como demonstrado acima, na casa dos 60 milhões de anos (Caso do livro A grande história da evolução de Richard Dawkins, 2009).&lt;br /&gt;
Isso ocorre porque o registro mais antigo é de cerca de 37 milhões de anos, mas pode sofrer alterações caso seja encontrado novos indícios. De fato, como veremos mais adiante novos registros fósseis da evolução dos elefantes foram ainda encontrado este ano.Outro detalhe importante é que uma datação foi feita com base nos registros fósseis, temos então uma data mais recente e mais precisa, com base na datação feita por análises comparativas de DNA (relógio molecular) como as supracitadas a pouco, há naturalmente uma extensão desta data. O mesmo ocorre com o grupo dos xenartros no livro de Dawkins, que é datado pelo DNA em 95 milhões de anos e no registro fóssil em 65 milhões de anos.&lt;br /&gt;
Ainda sim, pouco se sabe a respeito da evolução ou da origem dos proboscídeos. Isso porque o registro fóssil ainda é bastante escasso principalmente no que se refere aos ancestrais afrotérios e nos ancestrais dos elefantes.&lt;br /&gt;
Isto, claro é uma falha que muitos criacionistas usam para criticar a evolução, e com razão, já que pouco tem se encontrado a respeito desse animal ou pouco se é divulgado.&lt;br /&gt;
Os elefantes conquistaram quase todo o mundo, embora a Austrália ainda seja uma possibilidade relativamente remota uma vez que foram encontrados somente alguns fragmentos de um animal que pode ter sido um elefante.&lt;br /&gt;
A África é o local onde os elefantes surgiram, é onde ocorreu sua maior diversificação, acompanhando a evolução de outros animais também, como os antílopes, zebras e os grandes carnívoros (que são laurasiatérios).&lt;br /&gt;
A principal característica dos elefantes é a tromba, por isso o nome da ordem é proboscídeos, derivado de probóscide.&lt;br /&gt;
A principal função da tromba é obviamente respirar, embora os elefantes utilizam-na em uma amplitude de tarefas muito grande, como beber água.&lt;br /&gt;
Beber água é um grande problema para animais muito alto como os elefantes e girafas. O alimento desses animais cresce em árvore e por essa razão é que os animais são altos e de grande porte.&lt;br /&gt;
As girafas compensaram a busca de alimento com um pescoço que cresceu gradualmente, embora alguns de seus parentes africanos ainda permaneçam com um pescoço relativamente curto. É o caso das ocapias (Okapia Johnston) que ainda vivem na África e são parentes muito próximos das girafas e tem pescoço curto (família&lt;i&gt; Giraffidae&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
Entretanto a água esta disponível muito facilmente para ambos animais. Ajoelhar-se para beber água como fazem os camelos é uma possibilidade, mas para levantar é um grande sacrifício e extremamente desvantajoso em uma savana cheia de predadores famintos.&lt;br /&gt;
A evolução tendeu a favorecer aqueles animais que desenvolveram um sifão para beber água. As girafas tem a extremidade da cabeça o seu sifão, razão pela qual as girafas tem sua cabeça relativamente pequena.&lt;br /&gt;
No caso dos elefantes a cabeça fica na base do sifão e a evolução tendeu a favorecer uma projeção maior, que é a própria tromba. Por isso sua cabeça é relativamente grande, diferente das girafas.&lt;br /&gt;
É provável que a tromba tenha progressivamente se projetado, tornando-se cada vez maior e eficiente a medida que cada centímetro extra tenha sido adicionado, embora isso não signifique que tenha sido útil a cada estágio intermediário, podendo ter funções distintas como pegar objetos, mesmo que ainda tenham sido curtas em um passado remoto.&lt;br /&gt;
O nariz pode ter se alongado permitindo uma maior sensibilidade no olfato como no caso do musaranho-elefante (&lt;i&gt;Rhynchocyon petersi&lt;/i&gt;), ou do macaco &lt;i&gt;Nasalis larvatus&lt;/i&gt; ou até mesmo nas antas (&lt;i&gt;Tapirus ssp&lt;/i&gt;) que não são proboscídeos (e sim perissodactilos) mas tem uma “tromba” flexível, preênsil e com pêlos na qual sente cheiros e até a umidade do ar.&lt;br /&gt;
A tromba ainda sim pode ter tido funções diferentes nos ancestrais dos proboscídeos, como um adorno para atrair o sexo oposto, por exemplo. A probóscide é anatomicamente vista como uma fusão de nariz e lábio superior, alongado e especializado como o apêndice mais importante e versátil de um elefante. A tromba dos elefantes africanos em suas extremidades está equipada de duas saliências sensíveis enquanto os elefantes asiáticas têm apenas uma. Segundo os zoólogos, a tromba do elefante tem cerca de quarenta mil músculos individuais que a torna sensível o suficiente para pegar numa única folha de uma árvore e ao mesmo tempo forte o bastante para destruir ramos e as vezes até árvores inteiras.&lt;br /&gt;
A maior parte dos herbívoros como o elefante possui dentes adaptados a cortar e arrancar plantas. A exceção dos muito jovens ou doentes os elefantes usam a tromba para arrancar a comida e levá-la até à boca.&lt;br /&gt;
Se a comida desejada se encontra alta demais, o elefante enrola a sua tromba no tronco ou em todo o ramo e sacode a planta até a comida se soltar. Um comportamento bastante sofisticado.&lt;br /&gt;
Quando usam a tromba para beber, chupam até quatorze litros de água de uma única cada vez e depois derramam dentro da boca.&lt;br /&gt;
Elefantes também inalam água para despejar sobre o corpo durante o banho, um comportamento também bastante sofisticado adquirido diante da exigência ambiental na quente savana africana.&lt;br /&gt;
Junto com a água o animal despeja também terra e lama, que servirá de protetor solar. Ainda sim o apêndice também é importante nas interações sociais. Elefantes conhecidos cumprimentam-se enrolando as trombas, além de usa-las para brincar, acariciar durante a corte ou cuidado da prole.&lt;br /&gt;
Na complexa sociedade dos elefantídeos uma tromba levantada pode ser um sinal de aviso ou ameaça, em contrapartida uma tromba caída pode ser um sinal de submissão ao alpha que é sempre uma fêmea. A tromba também serve na localização de amigos, inimigos ou fontes de comida.&lt;br /&gt;
As presas dos elefantes atuais são uma projeção dos segundos incisivos. Essa presa é formada por fosfato de cálcio, a chamada apatita e comercialmente é conhecida como marfim (Veja: &lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/07/07/elefantes-podem-ter-em-breve-mesmo-fim-que-mamutes-extincao-com-resenha/"&gt;ELEFANTES PODEM TER, EM BREVE, MESMO FIM QUE MAMUTES: EXTINÇÃO&lt;/a&gt;). Alguns mastodontes antigos tinham projeções dos incisivos inferiores, mas sempre apontadas para frente, o que supõem que tenha uma função extremamente importante. Em algumas espécies antigas as presas eram achatadas e em forma de pá ou curvadas para baixo e poderia ser usada para retirar do solo brotos e tubérculos utilizados na alimentação. A pá pode ter reduzido e favorecido o aumento progressivo da tromba no momento de buscar alimentos.&lt;br /&gt;
Equivocadamente algumas pessoas chamariam isso de pré adaptação, o que é um termo errado, pois a seleção natural não visa inteligentemente pré-adaptar estruturas para lhes dar funções futuramente. O que parece ter acontecido é justamente um processo evolutivo chamado de exaptação, quando uma estrutura que surgiu para uma função específica adquire uma forma que lhe permitiu realizar uma outra função não relacionada com a primeira.&lt;br /&gt;
As presas crescem continuamente; em um adulto crescem aproximadamente 15 cm por ano e muitas vezes são utilizadas para escavar e procurar de água, raízes e sais minerais, além de retirar a casca das árvores, come-las assim como sua polpa. Também podem ser utilizadas para marcar território, marcando árvores ou arrancando seus ramos e ocasionalmente utilizando-os como armas.&lt;br /&gt;
Tanto os machos como as fêmeas dos elefantes africanos têm grandes presas que podem chegar até acima dos 3 m em comprimento e pesar mais de 90 kg.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na espécie asiática, somente os machos têm presas grandes. As fêmeas asiáticas têm presas que são ou muito pequenas e algumas vezes até inexistentes. Os machos asiáticos podem ter presas tão longas como os machos africanos, mas geralmente mais finas e leves.&lt;br /&gt;
As orelhas dos elefantes também são razoavelmente longas, mas sob o ponto de vista fisiológico isso é facilmente interpretado na biologia evolutiva.&lt;br /&gt;
Elefantes africanos acabaram por desenvolver orelhas maiores, pois estão ligadas ao equilíbrio térmico do animal. Isso porque quando maior a orelha maior a área de contato com o meio externo e como essa estrutura é recheada de pequenos vasos sanguíneos parte da temperatura corporal é perdida. Isso é extremamente evidente em um animal que vive em um local tão quente como a África. Elefantes asiáticos tem orelhas muito menores uma vez que na Ásia não faz tanto calor.&lt;br /&gt;
É possível que os ancestrais que tiveram orelhas menores vivessem em lugares cuja &amp;nbsp;temperatura não fosse tão alta, portanto preservaram orelhas menores. Se houver registros de animais com orelhas pequenas, mas mesmo assim encontrados em local africano é de se supor que ou as orelhas estavam ainda em desenvolvimento ou eram pequenas porque a temperatura do continente africano era distinta a da atual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Evolução dos Elefantídeos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a revista &lt;i&gt;Proceedings of the National Academy of Sciences&lt;/i&gt; o ancestral mais antigo dos elefantes tinha hábitos aquáticos.&lt;br /&gt;
Em 2008 esse estudo realizado por cientistas americanos e britânicos analisou resíduos químicos preservados em dentes fossilizados de dois mamíferos extintos da família dos elefantes – o &lt;i&gt;Barytherium&lt;/i&gt; e o &lt;i&gt;Moeritherium&lt;/i&gt;, que viveram no Egito durante o período Eoceno, há 37 milhões de anos. A equipe da Universidade de Oxford e da Stony Brook identificou no esmalte dentário que a alimentação destes animais era baseada em plantas aquáticas e eles tinham modo de vida similar ao dos hipopótamos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hiCUW8eql7Q/Tnzx5bKRWKI/AAAAAAAACDU/cCjKYOx9RPU/s1600/foto+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-hiCUW8eql7Q/Tnzx5bKRWKI/AAAAAAAACDU/cCjKYOx9RPU/s1600/foto+2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Isso reforça a hipótese de que, em algum momento na evolução dos proboscídeos eles tinham uma vida anfíbia, provavelmente vivendo maior parte do tempo na água.&lt;br /&gt;
Os cientistas esperam que o estudo possa oferecer uma melhor compreensão sobre o modo de vida e o comportamento dos elefantes modernos.&lt;br /&gt;
Com bases na genética que estabeleceu a relação próxima entre dugongos e elefantes os paleontólogos passaram a sugerir que os elefantes seriam o resultado atual (e não final) de um ancestral aquático. Hoje os paleontólogos sabem que não existe somente essa versão aquática dos ancestrais dos proboscídeos, mas também exemplares semi-aquáticos.&lt;br /&gt;
Liu, a autora do estudo afirma que um de seus ancestrais não seria completamente aquático, já que não tinha adaptações como membros parecidos com nadadeiras ou corpo alongado. Ainda não está claro quando ou porque o ancestral do elefante teria deixado a água para ter uma vida terrestre. Uma teoria levantada pelos pesquisadores é a de que um possível resfriamento no fim do período Eoceno teria secado os rios e lagos, forçando os animais a viverem na terra.&lt;br /&gt;
Os registros mais antigos que mostram a relação dos elefantes com os peixes-boi é visto no &lt;i&gt;Barytherium&lt;/i&gt; e no &lt;i&gt;Moeritherium&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
O &lt;i&gt;Moeritherium&lt;/i&gt; é talvez o mais antigo ancestral proboscídeo &amp;nbsp;do registro fóssil. Foram datados em 37 milhões de anos e tinha apenas 60 centímetros de altura. Além de terem sido encontrados mais de 5 espécies diferentes deles (&lt;i&gt;M. andrewsi, M. chehbeurameuri, M. gracile, M. lyonsi, M. trigodon&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
Não há certeza se este animal possuía tromba embora possua pequenos vestígios semelhantes a “tromba” de antas. Mesmo assim, sabe-se que suas orelhas e presas eram pequenas.&lt;br /&gt;
Este animal viveu na África no final do Eoceno, e se alimentava de gramíneas dentro da água. Segundo estudos recentes o &lt;i&gt;Moeritherium&lt;/i&gt; é realmente o ancestral comum entre os proboscídeos e os sirênios, apresentando um modo de vida anfíbio, exatamente como os dugongos, porém com características tipicamente probocideas. Uma hipótese para explicar a evolução dos &lt;i&gt;Moeritherium&lt;/i&gt; e do grupo dos &lt;i&gt;Barytherium&lt;/i&gt; remete ao isolamento geográfico da espécie ancestral, tendo um grupo ficado em uma região seca e o outro em uma região com abundância de fontes de água, proporcionando a especiação para os dois grupos de mamíferos.&lt;br /&gt;
O &lt;i&gt;Barytherium&lt;/i&gt; é um proboscídeo também datado do Eoceno em aproximadamente 36 milhões de anos encontrado no norte da África. Ele apresenta um dimorfismo sexual bastante pronunciado. Só existe uma espécie deste animal catalogada no registro fóssil, o &lt;i&gt;Barytherium&lt;/i&gt; grave que foi encontrado na Líbia, Egito e mais recentemente em Oman. Este animal tem sutis semelhanças com os elefantes asiáticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-dmtL2C2WScI/TnzyDLEDaUI/AAAAAAAACDY/DuY95dXOsKs/s1600/foto+3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-dmtL2C2WScI/TnzyDLEDaUI/AAAAAAAACDY/DuY95dXOsKs/s1600/foto+3.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Barytherium&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O &lt;i&gt;Barytherium&lt;/i&gt; tinha oito dentes muito curtos, quatro &amp;nbsp;na mandíbula superior e &amp;nbsp;na inferior que se assemelhavam mais ao dos hipopótamos modernos do que os próprios elefantidios.&lt;br /&gt;
Os pares superiores eram verticais enquanto os pares mais baixos projetado para a frente da boca horizontalmente. Trabalhando essa mecânica mandibular em conjunto &amp;nbsp;eles cortavam &amp;nbsp;plantas. Em 2011 foram encontrados fósseis deste enimais na região de Dhofar em Oman.&lt;br /&gt;
Dentre os proboscídeos extintos há também o &lt;i&gt;Deinotheruim&lt;/i&gt; (&lt;i&gt;Deinotherium bozasi&lt;/i&gt;) datado em mais de 35 milhões de anos, não tinham as presas superiores desenvolvidas, somente as inferiores e projetadas para baixo.&lt;br /&gt;
O &lt;i&gt;Deinotheruim&lt;/i&gt; foi um &amp;nbsp;parente dos elefantes atuais que viveu da metade do Mioceno até grande parte do Pleistoceno e foram contemporâneos dos australopitecineos. Ele mediam cerca de 3,5 a 4 metros de altura, Acredita-se que suas presas eram usadas para arrancar casca dos troncos de árvores, que junto a folhas constituíam sua dieta. Os paleontólogos estimam que ele atingisse uma massa corporal por volta de 14 toneladas o que o coloca como o segundo maior mamífero terrestre de todos os tempos perdendo só para o &lt;i&gt;&lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Indricotherium"&gt;indricotherium&lt;/a&gt;&lt;/i&gt; que pesava em torno das 15 toneladas mas que não tem relação com os elefantes e sim com os periossodáctilos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-QimJT7JWjRM/TnzyZlyFsOI/AAAAAAAACDc/7Aad3jJINg0/s1600/foto+04.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-QimJT7JWjRM/TnzyZlyFsOI/AAAAAAAACDc/7Aad3jJINg0/s1600/foto+04.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Deinotherio&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os &lt;i&gt;Deinotherium&lt;/i&gt; representam exatamente a transição dos ancestrais dos proboscídeos semelhantes aos dugongos para os proboscídeos propriamente ditos, embora provavelmente a linhagem ancestral dos mamutes (&lt;i&gt;Paleomastodon&lt;/i&gt;) já existisse e desfrutava da presença de uma pequena tromba. Representando essa transformação também estava o proboscídeo &lt;i&gt;Eritrea melakeghebrekristosi&lt;/i&gt; que foi datado em 27 milhões de anos e descrito na &lt;i&gt;Proceedings of the National Academy of Sciences&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;
Os Gonfotérios são também membros extintos da ordem dos proboscídeos, que viveram em grande parte no Norte da América no Mioceno e Pleistoceno, foram datados em mais de 24 milhões de anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-9DnrVGrfE2k/TnzyvQthakI/AAAAAAAACDg/gtm5JwAFRxQ/s1600/foto5.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-9DnrVGrfE2k/TnzyvQthakI/AAAAAAAACDg/gtm5JwAFRxQ/s1600/foto5.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Gonfoterium&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alguns também viveram em partes da Eurasia. Acredita-se que colonizou também parte da América do Sul na formação do Istmo de Panamá.&lt;br /&gt;
Os &lt;i&gt;Gomphotherium&lt;/i&gt; também diferem dos elefantes em sua estrutura dental, quase todos tinham 4 presas grandes com características faciais e tamanhos bastante variados.&lt;br /&gt;
No dia 25 de março de 2008 foi encontrado uma escápula de Gonfotério na cidade do Osorno no Chile datado em 12.500 anos aproximadamente. Na cidade de Valdivia, foi encontrado una mandíbula quase completa de um Gonfotério. Em janeiro de 2011, no sítio arqueológico de &lt;i&gt;El Fin del Mondo&lt;/i&gt; em Sonora no México foram encontrados restos de um Gonfotério junto a uma ponta Clovis. Uma linhagem paralela dos Gonfotérios deu origem a um proboscídeo chamado Platytibelodon que viveu na Europa, Ásia e África durante o Mioceno e tinha maxilares longos, lábio superior em forma de tromba. Alimentava-se de plantas aquáticas, que erguia usando sua tromba. Foram encontradas 4 espécies distintas desses animais (&lt;i&gt;Platybelodon branumbrowni, Platybelodon danovi,Platybelodon grangeri, Platybelodon loomis&lt;/i&gt;).&lt;br /&gt;
O Amebelodon (&lt;i&gt;Amebelodon floridanus&lt;/i&gt;) era um parente distante dos atuais elefantes, pertencia ao grupos dos &lt;i&gt;Gomphotheriidae&lt;/i&gt;, viveu há aproximadamente 17 milhões de anos atrás durante o Mioceno onde hoje é a América do Norte (Flórida – EUA), e possuíam além de presas pequenas (menores que as dos atuais elefantes) presas inferiores grandes, as quais eram utilizadas para cavar e arrancar raízes, juntamente com uma tromba achatada, mais larga que a dos elefantes atuais. Pesava cerca de 6 toneladas e tinha 3 metros de altura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-Dbpmx7v4UyU/Tnzy7mBVNJI/AAAAAAAACDk/25YrJz0w9cg/s1600/foto+07.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-Dbpmx7v4UyU/Tnzy7mBVNJI/AAAAAAAACDk/25YrJz0w9cg/s1600/foto+07.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;Amebelodon&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais recentemente podemos citar os mamutes e mastodontes. Atualmente um grupo internacional de cientistas conseguiu decifrar 70% do genoma do mamute peludo (&lt;i&gt;Mammuthus primigenius&lt;/i&gt;) e a tendência agora é recriá-lo. Isso só pode ser obtido graças a avanços recentes nas técnicas de leitura de DNA, ao longo dos últimos 15 anos. As amostras de DNA de mamute estavam fortemente degradadas, mas foram obtidas do pêlo de indivíduos que morreram cerca de 20 mil anos atrás e foram preservados no gelo. Embora o mamute tenha sido mais evidenciado para o mundo nos últimos 12 mil anos sabe-se que a linhagem que deu sua origem iniciou-se a mais de 30 milhões de anos, fruto dos Paleomastodontes de mais de 34 milhões de anos.&lt;br /&gt;
Os mastodontes e mamutes sobreviveram até pouco tempo atrás, cerca de 12 mil anos, quando desapareceram sob motivos que ainda são bastante suspeitos, e talvez tenha alguma relação com a caça feita pelo grupo de homens que viveram no Pleistoceno. Mas o sua morte foi tão recente que ainda é possível encontrar animais perfeitamente bem conservados, congelados no permaforst da Sibéria, por exemplo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-6H2QY1Jtrmc/TnzzDyGm6tI/AAAAAAAACDo/MQ4Axu4yDn8/s1600/foto+8.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-6H2QY1Jtrmc/TnzzDyGm6tI/AAAAAAAACDo/MQ4Axu4yDn8/s1600/foto+8.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;b&gt;&lt;i&gt;Eritreum melakeghebrekristosi&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O&lt;i&gt; Stegodon pigmeu&lt;/i&gt; é um gênero extinto de elefantes que viveu na Ásia no Pleistoceno e tem sua origem datada em 6 milhões de anos. Uma população residual sobreviveu na ilha indonésia de Flores até cerca 12.000 anos, com características muito peculiares. Eles eram extremamente pequenos. Estes animais foram contemporâneos do Homem de Flores, ouHomo floresiensis e foram encontrados vestígios de ossos calcinados junto de acampamentos destes hominídeos, o que sugere que fossem suas presas. Mediam cerca de 1,8 metros de altura e possuía grandes presas curvas as quais acredita-se que eram usadas para cavar, para exibições e até confrontos entre machos.&lt;br /&gt;
Conclui-se que até cerca de 35 milhões de anos os primitivos proboscídeos tinham comportamentos mais próximos aos seus ancestrais que eram os mesmos dos peixes-boi. Isso mostra que anatomicamente e sob o ponto de vista comportamental os peixes-boi tem maiores traços primitivos, ou seja, são mais próximos a versão ancestral do que os elefantes. Sabe-se isso considerando que os ancestrais eram aquáticos como demonstrado nos registros fósseis e isótopos dos dentes mostrando uma mdieta de plantas aquáticas,extremamente semelhante a dos peixes-boi.&lt;br /&gt;
É evidente que após o término do Eoceno e início do Oligoceno o comportamento terrestre foi imposto aos grupos dos primitivos proboscídeos. De uma linhagem terrestre surgem então os &lt;i&gt;Deinoterium&lt;/i&gt;, que já ganham uma anatomia característica a dos elefantídios e posteriormente todos os demais grupos de proboscídeos supracitados acima. Por outro lado uma linhagem manteve comportamentos semelhante ao de seus ancestrais e ao longo de milhões de anos deu origem aos manatis, peixes,boi, vacas marinha, dugongos e assim por diante.&lt;br /&gt;
De fato a transição Eoceno/Oligoceno foi um momento decisivo na evolução dessses afrotérios, uma vez que o ambiente terrestre proporcionou um nicho extremamente novo a ser conquistado pelos sobreviventes de tal catástrofe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referências:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.upali.ch/anatomy_en.html"&gt;&lt;i&gt;- Anatomy of the elephants.&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
- Paul MacKenzie.&lt;i&gt; &lt;a href="http://elephant.elehost.com/About_Elephants/Anatomy/The_Trunk/the_trunk.html"&gt;Elephant Information Repository: The Trunk.&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
- Richard Dawkins.&lt;i&gt; A escalada do Monte improvável&lt;/i&gt;. ED. Companhia das letras. 1998.&lt;br /&gt;
- Richard Dawkins. &lt;i&gt;A grande história da evolução&lt;/i&gt;. ED. Companhia das letras. 2008.&lt;br /&gt;
- K.M. Leong, A. Ortolani, L.H. Graham, A. Savage. &lt;i&gt;The use of low-frequency vocalizations in African elephant (Loxodonta africana) reproductive strategies&lt;/i&gt;. Hormones and Behavior 43 (2003) 433–443&lt;br /&gt;
- National Geographic. &lt;a href="http://news.nationalgeographic.com/news/2006/10/061031-elephants.html"&gt;Elephant “Missing Link” Fossil Found, Study Says&lt;/a&gt;. October, 2006.&lt;br /&gt;
- BBC. &lt;a href="http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/04/080415_cienciaelefanteancestral_np.shtml"&gt;Elefante teria ancestral aquático, sugere estudo&lt;/a&gt;. Abril, 2008.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://main.omanobserver.om/node/51944"&gt;“Bones of Elephant Ancestors Found”&lt;/a&gt;, The Omani Observer, May 22, 2011, retrieved May 22, 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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CONHEÇA OUTROS ARTIGOS DO AUTOR NO SITE :&lt;/div&gt;
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&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;NETNATURE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-6802027252845013008?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/UOXl-HcMDBU/diversidade-e-evolucao-dos-proboscideos.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-e9Op2XYao6o/TnzxdSg0v6I/AAAAAAAACC4/u4GGteKe35c/s72-c/foto+1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/09/diversidade-e-evolucao-dos-proboscideos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-1750651520004331275</guid><pubDate>Fri, 23 Sep 2011 20:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T00:43:55.782-02:00</atom:updated><title>CIÊNCIA BLOGADA AGORA COM PAGINA NA REDE SOCIAL FACEBOOK</title><description>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;
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&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7YcgPdAQYIw/Tnzn2_VrHHI/AAAAAAAACC0/47IhOIxeZvk/s1600/face+blogada+copygg4444444.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="97" src="http://4.bp.blogspot.com/-7YcgPdAQYIw/Tnzn2_VrHHI/AAAAAAAACC0/47IhOIxeZvk/s400/face+blogada+copygg4444444.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;b&gt;Interatividade é sinônimo de evolução.&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
O Ciência Blogada a fim de interagir com a Blogosfera gerou uma pagina na rede social mais conhecida no mundo o “Facebook”.&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Agora será possível você expor as suas idéias e opiniões a qualquer momento,&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
alem de aproveitar o espaço para criar discussão e divulgar seus projetos.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
"Ecoe por um mundo melhor"&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;
&lt;a href="http://www.facebook.com/pages/Ci%C3%AAncia-Blogada/285374494809405?sk=wall"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-qR9SvAFZT14/Tnzh548VOFI/AAAAAAAACCo/ExN6zpDKIPM/s200/facebook-like-buton.jpg" width="199" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;
Curta essa idéia&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-1750651520004331275?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/BNS3YY8hWno/interatividade-e-sinonimo-de-evolucao.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-7YcgPdAQYIw/Tnzn2_VrHHI/AAAAAAAACC0/47IhOIxeZvk/s72-c/face+blogada+copygg4444444.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/09/interatividade-e-sinonimo-de-evolucao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-274470340847765303</guid><pubDate>Sat, 03 Sep 2011 19:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-09-03T16:16:19.507-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Calendário Blogado</category><title>3 de Setembro - Dia do Biologo</title><description>&lt;span id="goog_1797898737"&gt;&lt;/span&gt;&lt;span id="goog_1797898738"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cfbio.gov.br/imagens/dia-biologo-2011.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://www.cfbio.gov.br/imagens/dia-biologo-2011.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;"Parabéns para todos aqueles que estudam e investigam a vida , e fazem do planeta terra um lugar melhor."&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-h4ettNew36I/TmJ0OunxwTI/AAAAAAAACCQ/hbtLKyziX5c/s1600/darwin1.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-h4ettNew36I/TmJ0OunxwTI/AAAAAAAACCQ/hbtLKyziX5c/s200/darwin1.gif" width="151" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Charles Darwin 1809- 1882 (Naturalista)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A compaixão para com os animais é das mais nobres virtudes da natureza humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5GBb6nRzAfk/TmJs7rrIOjI/AAAAAAAACB8/8fuoou0yO44/s1600/byron.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://3.bp.blogspot.com/-5GBb6nRzAfk/TmJs7rrIOjI/AAAAAAAACB8/8fuoou0yO44/s200/byron.gif" width="184" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Lord Bryon 1788 - 1824 (Poéta)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Há um tal prazer nos bosques inexplorados;&lt;br /&gt;
Há uma tal beleza na soltária praia;&lt;br /&gt;
Há uma sociedade que ninguém invade,&lt;br /&gt;
Perto do mar profundo&lt;br /&gt;
e da musica do seu bramir:&lt;br /&gt;
Não que ame menos o homen, mas&lt;br /&gt;
amo mais a Natureza...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-DsiyAZCn17M/TmJzFiyTWgI/AAAAAAAACCM/WMo3PssTv_I/s1600/abraham+lincoln+image.jpg+%25286%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="200" src="http://4.bp.blogspot.com/-DsiyAZCn17M/TmJzFiyTWgI/AAAAAAAACCM/WMo3PssTv_I/s200/abraham+lincoln+image.jpg+%25286%2529.jpg" width="157" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Abraham Lincoln 1809-1865 (Político)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Não me interessa nenhuma religião cujos&lt;br /&gt;
princípios não melhoram nem tomam em&lt;br /&gt;
consideração as condições dos animais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-aYqB-v60swY/TmJtMJPjLBI/AAAAAAAACCA/AXRlrB21XQg/s1600/chico_mendes2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-aYqB-v60swY/TmJtMJPjLBI/AAAAAAAACCA/AXRlrB21XQg/s1600/chico_mendes2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="font-weight: bold;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Chico Mendes 1944 - 1989 (Ambientalista)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
"Se descesse um enviado dos céus&lt;br /&gt;
e me garantisse que minha morte&lt;br /&gt;
iria fortalecer nossa luta até que valeria a pena.&lt;br /&gt;
Mas a experiência nos ensina o contrário.&lt;br /&gt;
Então eu quero viver.&lt;br /&gt;
Ato público e enterro numeroso&lt;br /&gt;
não salvarão a Amazônia. Quero viver."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-_DiImSDa0-o/TmJs6GCB0II/AAAAAAAACBw/Kd31vvwyoxo/s1600/michael_jackson.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="189" src="http://4.bp.blogspot.com/-_DiImSDa0-o/TmJs6GCB0II/AAAAAAAACBw/Kd31vvwyoxo/s200/michael_jackson.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Michael Jackson 1958 - 2009 ( Cantor )&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Cure o mundo faça dele um lugar melhor&lt;br /&gt;
Para você e para mim&lt;br /&gt;
E toda a raça humana há pessoas morrendo&lt;br /&gt;
Se você se importa muito com a vida&lt;br /&gt;
Faça um lugar melhor para você e para mim&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-hfkjg0pg3CM/TmJ7J34HqSI/AAAAAAAACCU/BIQgTI8muHo/s1600/calendarioblogado.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-hfkjg0pg3CM/TmJ7J34HqSI/AAAAAAAACCU/BIQgTI8muHo/s1600/calendarioblogado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;b&gt;CALENDARIO BLOGADO:&lt;br /&gt;
"Nosso mundo jamais será esquecido"&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-274470340847765303?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/A2ptf37YYx0/3-de-setembro-dia-do-biologo.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-h4ettNew36I/TmJ0OunxwTI/AAAAAAAACCQ/hbtLKyziX5c/s72-c/darwin1.gif" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/09/3-de-setembro-dia-do-biologo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-6474220160664066900</guid><pubDate>Wed, 24 Aug 2011 17:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-24T14:05:27.404-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sistema imunológico</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Criacionismo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>DESCARTANDO A COMPLEXIDADE IRREDUTÍVEL DO DESIGNER INTELIGENTE.</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Por Victor Rossetti&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7aQ3i1Q9bbA/TlUqxzadm-I/AAAAAAAACAc/SDZzb55Q2Tk/s1600/Untitled-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="131" src="http://4.bp.blogspot.com/-7aQ3i1Q9bbA/TlUqxzadm-I/AAAAAAAACAc/SDZzb55Q2Tk/s200/Untitled-1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Discutir criacionismo e evolução é chato. Isso porque o assunto é essencialmente a diferença entre ciência e evolução. Se não se é possível aceitar a diferença entre ciência e religião não há como ter um debate rico intelectualmente (veja: &lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/06/29/definicoes-sobre-a-evolucao-e-religiao-compreendendo-o-mecanismo-gerador-de-especies/"&gt;DEFINIÇÕES SOBRE CIÊNCIA E RELIGIÃO. CONCEITOS BÁSICOS PARA UMA DISCUSSÃO INTELECTUALMENTE RICA&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Michael Behe teve sua proposta da complexidade irredutível descartada em 2005 em &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Kitzmiller_v._Dover_Area_School_District"&gt;Kitzmiller v. Dover Area School District&lt;/a&gt;. A corte entendeu que a alegação da complexidade irredutível de Michael Behe foi refutada em trabalhos de pesquisa revisados. Ele foi rejeitado pela comunidade científica em geral já que nunca foi encontrado um exemplar na natureza que combinasse com a complexidade irredutível.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;A complexidade irredutível segundo o livro &lt;i&gt;A Caixa preta de Darwin&lt;/i&gt; de Behe alega que alguns sistemas bioquímicos são irredutivelmente complexos. Isso significa que a remoção de uma das partes destrói a funcionalidade de todo o sistema. Portanto, a complexidade irredutível elimina a possibilidade de um sistema ter evoluído, portanto só pode ter sido obra de um &lt;i&gt;designer inteligente&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Existem muitos criacionistas que cientificamente não encontram uma forma de provar a existência da complexidade irredutível e acabam buscando constantemente e obsessivamente provar que a evolução é uma proposta que não nos serve.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Obviamente que a complexidade irredutível é abraçada pelos criacionistas, o criacionismo mascarado, ou seja, da tentativa de fazer do cristianismo uma ciência. Portanto, a negação do darwinismo é feita primeiramente não porque cientificamente é infundada. Há mais de 150 anos de publicações de artigos científicos evidenciando sistematicamente a evolução. A negação é com base primeiramente no dogma religioso da criação, que está ferido a mais de 150 anos. O que de certa forma é uma grande besteira, uma vez que a criação de Genesis é claramente um texto simbólico, metafórico e que erroneamente é interpretado como literal. Assim, prega-se o absurdo da criação do universo e desses sistemas bioquímicos complexos em míseros 6 dias.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Vejamos o caso do criacionista William Dembsky autor de &lt;i&gt;The Design Inference&lt;/i&gt;. A negação do darwinismo é feita nao com base cientifica mas com base religiosa, porque fere a formação religiosa dele. &amp;nbsp;Antes de ser um cientista Dembsky tem uma formação religiosa forte que reflete até em sua vida academica. Ele foi professor de Teologia e Ciência no Southern Baptist Theological Seminary em Louisville, Kentucky, o primeiro diretor do novo Centro para Teologia e Ciência da escola e Ph.D. em filosofia e mestrado em divindade pelo Seminário Teológico de Princeton e assumidamente cristão ortodoxo praticante. Me parece obvio que um teólogo cristão negue o naturalismo darwiniano não por razões cientificas mas antes de tudo, dogmáticas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Esse descarte da complexidade irredutível em 2005 foi feito porque não foram apresentadas provas concretas que evidenciem a principal proposta criacionista. A evolução tem em seu favor evidências, contribuindo com a proposta de Darwin.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Behe falha em alguns pontos de sua argumentação quando diz que um sistema irredutivelmente complexo não pode ter surgido pela evolução.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Partes isoladas da maquinaria molecular do flagelo das bactérias funcionam isoladamente tendo outras funções, ou funções debilitadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;A irredutibilidade de um sistema pode ser alterada quando uma de suas partes for removida, o que demonstra que um sistema não pode ter evoluído pela adição de partes prontas, mas talvez pela deleção de trechos, adição de múltiplas partes, por exemplo, a duplicação de grande parte ou da totalidade de um sistema ou ainda a exaptação deles (mudanças de funções).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Esses mecanismos já são evidenciados em literatura cientifica e respaldados por mutações genéticas, incluindo a deleção e duplicação genética que são relativamente comuns.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Usemos um outro exemplo. Partimos da idéia de que o flagelo é complexo o suficiente para ser criado ou não pela evolução. Isso porque o flagelo bacteriano é um tubo oco com composto pela proteína flagelina de forma helicoidal, com uma dobra à saída da membrana celular &amp;nbsp;que faz com que a hélice fique virada para o exterior da célula.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;O flagelo bacteriano é ativado por um motor rotativo composto de proteínas, localizado no ponto da membrana interna onde o flagelo tem a sua origem, e é movido por um fluxo de prótons causado por um gradiente de concentrações originado no metabolismo da célula que transporta esses elementos através da membrana e promove movimentações capazes de operar em até 17.000 rpm.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Bem, se pensarmos nos componentes moleculares que formam este flagelo veremos que ele não parece ser tão complexo quando comparado com uma perna.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Uma perna é formada por um conjunto de ossos, como as células osteoblastos, e deposição de cálcio. Na perna há um conjunto de fios que medem e informam ao cérebro a força necessária para se movimentar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Ainda há um conjunto de mais de 12 músculos (na região anterior há o Tibial Anterior, Extensor Comum Longo dos Dedos, Extensor Próprio do Hálux Longo, Fibular Anterior Terceiro. Na região Lateral o Fibular Longo, Fibular Curto. Na região Posterior, o Gastrocnêmio Medial, Gastrocnêmio. Na região lateralo Solear ou Sóleo, Plantar Delgado, Camada Profunda, Poplíteo, Flexor Comum Longo dos Dedos, Flexor Longo do Hálux, Tibial Posterior) que suportam nosso deslocamento. Para a movimentação desses músculos é preciso uma central coordenadora que se chama encéfalo, que faz o controle da movimentação desta perna e seu equilibro.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Na perna a musculatura se contrai e relaxa graças aos comandos do cérebro pela necessidade de se movimentar.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Para se movimentar, o encéfalo informa a placa motora dos músculos da perna através de neurônios do sistema nervoso central e periférico.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Para ocorrer a movimentação o cérebro envia o comando de movimento pelas vias aferentes até a placa motora que estimula o contato sensorial liberando acetilcolina que se liga a receptores nicotínicos dos músculos abrindo canais de cátions gerando potenciais de ação na fibra muscular.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Esse potencial de ação, se propaga até os túbulos T, abre canais de Ca++ na membrana entrando no Reticulo Sarcoplasmático. A entrada de Ca++ no citosol libera o sítio ativo da actina que se liga as cabeças de miosina deslizando os filamentos em movimento de catraca ocorrendo assim a contração muscular. A complexidade da perna é maior que a de um flagelo porque não é um complexo unicamente molecular, mas anatômico, cerebral e molecular.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Se o flagelo bacteriano serve como exemplo de complexidade irredutível, a perna humana também deveria servir, assim como o faro apurado de um cão graças a seu peculiar sistema olfativo, o metabolismo das Sinecoccoccus, a bioquímica mitocondrial, e tudo que tiver alguma ligação química.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Se considerarmos que cada caso é uma evidencia de que há um designer inteligente que criou todos esses milhões de sistemas complexos em 6 dias então estamos reduzindo todas essas peculiaridades ao nível banal.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Dizer que um sistema bioquímico complexo é evidencia de designer inteligente é substituir um mistério por outro. Sob essa alegação poderia dizer que meu sapato é preto não porque foi confeccionado assim, mas porque o designer assim o quis. Assim, qualquer resposta que procuramos, por mais necessária ou medíocre que seja encontra respaldo no reducionismo do designer inteligente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Outra falha no raciocínio de Behe é que se a evolução esta errada então o criacionismo é automaticamente válido.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Não é assim que se faz ciência. Descartar evolução ainda precisa provar que o criacionismo tem explicações melhores. Mesmo se hoje descobríssemos evidencias do designer inteligente como ciência ele não passaria de um paradigma. Um paradigma só substitui outro quando explica melhor o que o anterior explicava. Mas para tal, precisa ser provado, evidenciado no universo da ciência.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Mas o criacionismo não é aceito como ciência, não há departamentos científicos financiados pelo governo que faça pesquisas sobre a existência ou não do designer inteligente. De fato, até nos EUA, pais essencialmente cristão o único museu criacionista criado foi feito com dinheiro particular, de uma entidade criacionista. Isso demonstra que mesmo que a evolução seja descartada, a ciência ainda vai embasar-se em outra proposta cientifica para explicar a evolução da vida.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;A evolução da vida não é uma proposta de Darwin. Ele apenas descreveu um mecanismo que promove essa transformação. Charles Lyell era evolucionista embora não concordasse com a proposta de Darwin. Lamarck era essencialmente evolucionista, mesmo que sua proposta de ensino seja absurda aos olhos atuais O filosofo Anaximandro tinha propostas naturalistas bastante parecida com a de Darwin. Quem não garante que na antiga biblioteca de Alexandria não havia propostas como a de Darwin. Ela foi destruído pelo cristianismo primitivo evidenciado no filme Alexandria (veja:&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/03/14/alexandria-critica-do-filme-com-resenha/"&gt; ALEXANDRIA. CRÍTICA DO FILME&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Outra falha de Behe é que alguns sistemas escolhidos por ele não são essencialmente complexos irredutivelmente. Muitos deles podem manter sua função, apesar de não tão bem, sem várias de suas partes, a ratoeira por exemplo. Até mesmo um flagelo bacteriano pode continuar sendo usado como propulsor mesmo sem algumas partes de suas proteínas. Isso ocorre em algumas proteínas do flagelo de eucariotos (também chamado cilium).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;O sistema imunológico que Behe cita também apresenta falhas. Doenças auto-imunes podem exemplificar isso muito bem. Sistema imunológico funcionando perfeitamente bem inclusive contra o próprio corpo. Veja o exemplo da esclerose múltipla, do vitiligo, problemas em articulações e etc. O Olho já não pode ser visto como um exemplo de complexidade irredutível uma vez que a sua evolução já vem sendo bastante evidenciada (veja: &lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/08/03/a-fascinante-evolucao-do-olho-com-resenha/"&gt;A FASCINANTE EVOLUÇÃO DO OLHO&lt;/a&gt;) e cotidianamente vemos artigos científicos suportanto essas propostas (veja: &lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/07/12/los-ojos-complejos-se-remontan-a-mas-de-500-millones-de-anos-com-resenha/"&gt;LOS OJOS COMPLEJOS SE REMONTAN A MÁS DE 500 MILLONES DE AÑOS&lt;/a&gt; e também &lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/04/12/lula-gigante-detem-o-titulo-de-maior-olho-do-mundo-com-resenha/"&gt;LULA-GIGANTE DETÉM O TÍTULO DE MAIOR OLHO DO MUNDO&lt;/a&gt;).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Existe uma tendência muito forte no cristianismo evangélico de se negar a evolução e justificar-se usando a ciência. Os cientistas cristãos fazem do darwinismo um alvo (mesmo que utópico) a ser derrubado pelo simples fato de que a proposta é naturalista e não mística. Os cientistas que realmente podem apresentar argumentos validos e coerentes opostos ao darwinismo são aqueles que não são cristãos e nem darwinistas. Sem o oportunismo místico existe um debate coerente sob as bases da evolução.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;b&gt;TEDEÍSMO&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;O tedeísmo é a grande chave do debate criacionismo e biologia evolutiva. Isso porque o tedeísmo é justamente a tentativa de fazer da religião uma ciência. Interpretar a proposta da complexidade irredutível como evidencia de uma mente superior sobrenatural.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;O que não é possível, a ciência trabalha com metodologias cientificas e verdades temporárias chamadas paradigmas. A religião trabalha com verdades dogmáticas, absolutas. Assim, no criacionismo a ciência perde seu valor e a religião perde foco para o cientificismo especulativo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;No caso de Behe é ainda mais interessante porque logo no inicio de seu livro A caixa preta de Darwin ele justamente mostra essa perde foco bastante comum nessa mistura inconsequente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;Behe propõe a idéia do criacionismo como ciência embora claramente não veja o designer inteligente como um paradigma e sim uma verdade absoluta e perde o foco da sua posição religiosa uma vez que alega “Acho a idéia de ascendência comum (que todos os organismos tiveram um mesmo ancestral) muito convincente e não tenho razão particular para pô-la em duvida” e também seu ceticismo em relação a idade da Terra “...&lt;i&gt;a Terra foi formada há apenas dez mil anos, uma interpretação Bíblica ainda muito popular&lt;/i&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-7i6vKvQ7SiY/TlUsECfuxlI/AAAAAAAACAg/2F6lCJsvJJA/s1600/Untitled11.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-7i6vKvQ7SiY/TlUsECfuxlI/AAAAAAAACAg/2F6lCJsvJJA/s320/Untitled11.jpg" width="192" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: small; line-height: 18px;"&gt;Caixa preta de Darwin pagina 15&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;Clique na imagem&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: large; line-height: 18px;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; para amplia-la&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;Aqui, retorno ao inicio deste texto ao afirmar que a grande discussão que envolve a criação e a biologia evolutiva esta na incapacidade que as pessoas tem de separar ciência de religião, dogmatismo e paradigmas, misticismo e empirismo. O tedeismo criacionista é infundado porque não segue uma linha de raciocínio especifica, não opta entre a ciência ou a religião e portanto não tem um sistema de construção de conhecimento definido, é ambíguo, portanto, cessa por si mesmo, uma vez fornece indícios auto-destrutivos. Como um cão que corre atrás do próprio rabo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; line-height: 18px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: 'Times New Roman'; line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;CONHEÇA OUTROS ARTIGOS DO AUTOR NO SITE :&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;NETNATURE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: Georgia; font-size: x-small;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: 18px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-6474220160664066900?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/mCXU2gsCQnM/descartando-complexidade-irredutivel-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-7aQ3i1Q9bbA/TlUqxzadm-I/AAAAAAAACAc/SDZzb55Q2Tk/s72-c/Untitled-1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/08/descartando-complexidade-irredutivel-do.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-6402196460282262334</guid><pubDate>Tue, 02 Aug 2011 19:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-08-24T14:03:45.657-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ecossistema</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><title>A ORIGEM E A CARACTERIZAÇÃO MORFOCLIMATICA DA CORDILHEIRA DOS ANDES</title><description>Por Victor Rossetti&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há nada mais impressionante do que os Andes. Não somente sua formação geológica ou suas características fitogeográficas e morfoclimáticas, mas também as tradições. Sob muitos aspectos podem ser mais interessante visitar um país como o Peru ou a Colômbia do que um país europeu como a França. Digo isso devido as características climáticas que podem ser tão formosas quanto as da Grécia mas também pelo encanto de poder andar em uma região de formação geológica tão interessante &amp;nbsp;e com a presença de um povo que faz parte da história de nossa colonização. Não aquela colonização renascentistas, mas a verdadeira colonização das Américas, pelos primeiros povos que viajaram pelo estreito de Bering e majestosamente deram origem a tantos povos como os Yanomamis na fronteira com a Venezuela ou até mesmo as belas canções feitas com aquelas pequenas flautas andinas. Enquanto escrevo este texto escuto Mark Knopfler (Get lucky &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=hPE1A-O7t4I%20e%20So%20far%20from%20the%20Clyde%20http://www.youtube.com/watch?v=eWObmq1RZxg"&gt;http://www.youtube.com/watch?v=hPE1A-O7t4I e So far from the Clyde http://www.youtube.com/watch?v=eWObmq1RZxg&lt;/a&gt;) onde há uma flauta que de longe lembra este espírito andino. Quem dera pudesse estar sentado em uma rocha, mascando uma folha de coca com meu notebook no colo escrevendo em tempo real o que vejo nos Andes.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GHVyzqxfUXk/TjhQPMTGxnI/AAAAAAAAB-k/4eRBjHTnYJ4/s1600/Untitled-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="226" src="http://3.bp.blogspot.com/-GHVyzqxfUXk/TjhQPMTGxnI/AAAAAAAAB-k/4eRBjHTnYJ4/s320/Untitled-1.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A cordilheira dos Andes é uma grande cadeia de montanhas que se estende por 7.500 quilômetros através da grande maioria de países da America do sul vindo desde a Colômbia até a Patagônia. Ela acompanha a costa ocidental da América do Sul, banhada pelo oceano Pacífico bem próxima a uma falha geológica.&lt;br /&gt;
Tem uma largura média é de 240 km embora varie muito ao longo de sua extensão onde é mais evidente na porção central. Neste ponto ela forma um planalto nos países como o Peru, Bolívia e Chile com mais de 600 quilômetros no sentido leste-oeste. Sua altitude média atinge 3.500 metros. O ponto do Aconcágua na Argentina, com 6.962 metros demonstra o seu pico máximo de altura.&lt;br /&gt;
A cordilheira dos Andes é resultado de um choque ocorrido no interior da Terra, entre duas placas tectônicas. Essas placas flutuam no magma incandescente de rocha fundida a uma temperatura de até 1.550°C. As vezes esse material é lançado na superfície terrestre através de fendas e crateras vulcânicas. Essas rochas recebem o nome de xenólitos e os espirros incandescentes são chamamos de materiais piroplásticos.&lt;br /&gt;
O movimento de placas tectônicas é resultado da movimentação dos fluidos interno do planeta Terra. O magma gira e ao girar cria correntes de convecção que empurram as placas em um certo sentido, uma contra a outra, latero-lateralmente ou afastando-as.&lt;br /&gt;
Há milhões de anos, a do Pacífico moveu-se de encontro à placa sul-americana, e como é mais pesada, entrou por baixo fazendo-a subir e dando origem, assim, ao longo encadeamento das elevações que hoje formam a cordilheira dos Andes.&lt;br /&gt;
Durante anos os pesquisadores acreditaram que o soerguimento da cordilheira dos Andes ocorreu lentamente ou seja, um processo gradual. Pesquisas de geológos americanos em 2008 reformulam esta teoria e confirmaram que a cordilheira dos Andes que se estende desde a fronteira com o Caribe à Terra do Fogo, surgiu abruptamente.&lt;br /&gt;
Na teoria mais antiga, os cientistas acreditavam que a cordilheira dos Andes havia nascido há 40 milhões de anos.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9IOValuep9Y/TjhQZwl6KMI/AAAAAAAAB-o/lwbHtU9Wvng/s1600/Untitled-2.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-9IOValuep9Y/TjhQZwl6KMI/AAAAAAAAB-o/lwbHtU9Wvng/s320/Untitled-2.jpg" width="243" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Em evidência a cordilheira no Equador, Peru, Colômbia e Venezuela. Partes brancas mostram as baixas temperaturas das altas altitudes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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Ao haver o choque entre duas placas tectônicas, elas sofrem deformações e a placa mais densa sofre subsidência, ou seja, mergulha internamente no magma incandescente do manto. Neste fenômeno deformacional das placas, há a origem de uma raiz de montanhas que é a deformação negativa de uma convergência entre os continentes. A deformação positiva são as próprias montanhas. Seria uma formação montanhosa para o interior da Terra mergulhada no magma.&lt;br /&gt;
Nessa proposta trazida pelos geólogos a raiz de uma montanha, em vez de sofrer erosão lentamente, se desprende e cai no incandescente manto do interior do planeta. O alívio deste peso resulta no se erguimento, e no caso dos Andes, esse levantamento foi de cerca de quatro mil metros em menos de quatro milhões de anos, sobre o ponto de vista geológico é um soerguimento abrupto.&lt;br /&gt;
As técnicas aplicadas pelos cientistas consistem em determinar a alteração da composição química de uma cadeia montanhosa devido às precipitações pluviais e de neve. Mediante esta análise e de conchas sedimentarias dos Andes, o grupo cientista pôde determinar quando e a que altura esses sedimentos foram depositados. Isso porque nesses eventos é possível que fundos de mar sejam soerguidos até o topo de montanhas como evidenciado nos Andes, ou no livro do paleontólogo A montanha de moluscos de Leonardo da Vinci e até mesmo na montanha com milhares de fósseis encontradas na china. De fato no Brasil é possível formações bastante parecidas. Em alguns locais do estado da Bahia, desde a praia até entre 150 e 200 quilometros para dentro do continente é possível cavar o solo e encontrar conchas e animais fossilizados devido a mudanças do volume de água do oceano em períodos de aquecimento e resfriamento global.&lt;br /&gt;
Um outro exemplo Brasileiro é que a 16 milhões de anos atrás a água do rio Amazonas brotou e foi bloqueada pelos Andes, e demorou 6 milhões de anos para chegar até o Atlântico, a depressão no centro da Amazônia fez surgir um lago imenso que recebe o escoamento do solo rico dos anos a pelo menos 10 milhões de anos. Os Andes diminuíram um pouco seu tamanho e deixaram seus resquícios na Amazônia. Se os Andes não tivessem se formado o Rio Amazonas não teria surgido e mesmo se tivesse surgido seu fluxo seria direcionado para o Pacifico e não o Atlântico.&lt;br /&gt;
O registro das mudanças de altitude mostra que os Andes se elevaram de maneira progressiva durante dezenas de milhões de anos e depois, repentinamente, o maciço montanhoso sofreu um brusco salto entre seis e dez milhões de anos atrás quando teve sua formação geológica e tectônica concluída.&lt;br /&gt;
O estudo foi publicado na revista Science. Com relatórios publicados na revista Earth and Planetary Science Letters.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-vvi9EhX5l2c/TjhQcNJKbsI/AAAAAAAAB-s/uq_rd0JuWPg/s1600/Untitled-3.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://4.bp.blogspot.com/-vvi9EhX5l2c/TjhQcNJKbsI/AAAAAAAAB-s/uq_rd0JuWPg/s320/Untitled-3.jpg" width="236" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Cordilheira na porção Sul da&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;America do Sul.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;É possível visualizar as partes&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp;mais&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;altas&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;e largas com baixa temperatura.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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Do lado oriental os Andes apresentam um declive suave embora na região sul consista em uma série de morros e elevações não muito altas. As suas maiores elevações ocorrem no centro onde esta o Chile e parte da Argentina e uma porção ao norte até a Colômbia formando um alto e largo planalto enxertado por várias cordilheiras e elevados picos vulcânicos ativos e outros extintos. Entre eles o vulcão Ojos Del Salgado com 6.893 metros de altitude, considerado o mais alto vulcão do mundo, situado na fronteira entre Chile e Argentina.&lt;br /&gt;
Os Andes Patagônicos formam um arquipélago rochoso que penetra no continente em forma de uma série de cadeias transversais e montanhas isoladas, cuja altitude vai aumentando à medida que avançam para o norte. Já no Chile e Argentina ou seja do sul até a Bolívia apresenta somente uma única cadeia maciça com mais de 100km de largura. Nele estão os picos mais elevados do sistema, o Aconcágua e o Mercedário com 6.798m.&lt;br /&gt;
Na Bolívia há a maior seção do sistema com duas cadeias quase paralelas que têm entre si o planalto onde se situam o lago Titicaca.&lt;br /&gt;
Na cadeia ocidental que tem 4.950m de altura nascem os afluentes do Madeira que é um braço do Amazonas. No Peru o cadeia é formada por um sistema montanhoso mais complexo com três cadeias paralelas que convergem para a fronteira do Equador, lá realmente esta a nascente do Amazonas&lt;br /&gt;
No Equador os Andes formam duas cadeias montanhosas unidas por várias montanhas transversais com profundos vales e planaltos elevados com grandes números de vulcões&lt;br /&gt;
Na Colômbia os Andes se estendem em forma de leque para o norte, formando três cadeias distintas; uma avançando até o istmo do Panamá onde se finaliza, uma central que finaliza-se morre nas planícies dos rios Cauca e Madalena e a porção oriental que avança em parte da Venezuela e se aplaina na costa do Atlântico.&lt;br /&gt;
A cordilheira é composta por diversos tipos de rochas, havendo, nas regiões próximas aos vulcões, recobrimento de lavas, cinzas e materiais vulcânicos. Em outras porções há o depósito de minerais importantes como o ouro, a prata e o estanho.&lt;br /&gt;
O clima dos Andes é muito depende da latitude e da altitude e portanto é variável. Acima de 2 mil metros a temperatura começa a cair para valores muito baixos a ponto dos seus picos mais elevados se encontrarem sempre cobertos de neve.&lt;br /&gt;
A vegetação é rica e bastante variável com características tropicais. Acima de 1.500m, de altura ocorre um aparente cinturão subtropical que se estende até os 3.300m, onde crescem a chinchona, os fetos e as palmeiras.&lt;br /&gt;
Para o sul onde há pouquíssima chuva e a vegetação é mais pobre e por vezes rasteira e quase exclusivamente formada por liquens.&lt;br /&gt;
A fauna acompanha estas variações, encontrando-se ao norte, jaguares (evidenciado em filmes como Apocalipto), pumas, ursos, onças e macacos, além de grande variedade de pássaros. No sul a fauna empobrece e abrem espaço para o lhama, a alpaca, guanaco, &amp;nbsp;vicunha e o condor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;CONHEÇA OUTROS ARTIGOS DO AUTOR NO SITE :&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;NETNATURE&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
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O Animal que já estava com dificuldades para se alimentar e respirar passou por um tratamento inédito denominado plasmaférese jamais feito em um animal antes, na qual consiste na remoção das células sanguíneas que causam a degeneração dos movimentos.&lt;br /&gt;
O animal passara por uma necropsia na Universidade de São Paulo (USP) e assim que for liberado seu corpo será cremado em São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;“Vou colocar as cinzas dele em um bauzinho, em formato de cabeça de leão, e guardá-lo. Em breve queremos fazer um monumento em homenagem a ele no futuro zoológico que queremos construir em Maringá" revela Raquel Borges (Dona de Ariel).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-FSP9WrRfNeU/TjMM7ncimnI/AAAAAAAAB-Y/r7r30airFKA/s1600/9548_leao-ariel.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-FSP9WrRfNeU/TjMM7ncimnI/AAAAAAAAB-Y/r7r30airFKA/s1600/9548_leao-ariel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O leão morreu aos 3 anos de idade e provocou uma forte onde de solidariedade vinda de varias redes sociais do Brasil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-2925999935351164098?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/ThZLKrDsBI4/morre-aos-3-anos-de-idade-ariel-o-leao.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-KCYc5n3FNk4/TjMM7Kv-GrI/AAAAAAAAB-U/GAHbKf-L1Fg/s72-c/com-doacao-de-internautas-leao-ariel-comeca-a-receber-tratamento-inedito-para-tentar-voltar-a-andar-no-pr-1310555661919_300x300.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/morre-aos-3-anos-de-idade-ariel-o-leao.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-450524521167713286</guid><pubDate>Wed, 27 Jul 2011 18:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-27T15:33:44.043-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Olhar Verde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">risco de extinção</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><title>A triste degradação do Tigre-de-bengala  no Olhar Verde da Semana</title><description>&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Olhar Verde da semana mostra um individuo um pouco diferente , pois os olhares geralmente nos mostra indivíduos pequenos ou flora.Mas para quebrar o tabu &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;vistamos o Zoológico de São Paulo &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e encontramos uma fauna muito ampla de mamíferos , mas o que nos chamou mais a atenção foi o famoso Tigre-de-bengala.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;O Tigre-de-bengala ( &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Panthera tigris tigris&lt;/i&gt; ) pertence ao gênero &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Panthera&lt;/i&gt; da família &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Felidae &lt;/i&gt;e é nativo da Índia, Bangladesh , Nepal e Butão , e nos últimos anos pela caça ilegal e destruição do seu habitat tem sido classificado como “em perigo de extinção” pela União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais (IUCN ou International Union for Conservation of Nature em inglês)&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;, &lt;/i&gt;com uma população estima em menos de 2.500 indivíduos com uma tendência decrescente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Pesando entre 200 a 300kg esse felino pode chegar até 3 metro de comprimento em pode vive até 26 anos em liberdade.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Sua pelagem é de um tom alaranjado com uma variedade de listras marrons escuras e pretas, barriga de pelagem branca e uma cauda branca com anéis pretos.Uma mutação da subespécie &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;tigris, &lt;/i&gt;o Tigre-branco tem uma pelagem branca com listras marrons escuras&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;ou pretas, alguns são inteiramente brancos.O tigre-negro tem uma pelagem negra com listras amareladas ou brancas.A relados da existência de tigres negros que possuem a pele totalmente negra sem nenhuma listra, porem é só um relato, ainda não a comprovação.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-MuTn9XlYf28/TjBWtoMKjjI/AAAAAAAAB9g/QwiOpyQOVMM/s1600/Tiger.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-MuTn9XlYf28/TjBWtoMKjjI/AAAAAAAAB9g/QwiOpyQOVMM/s1600/Tiger.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tigre-de-bengala e suas variações branca e negra&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-iOw3whIMrNo/TjBXFEPYb2I/AAAAAAAAB9k/Vs_t3e_qn8s/s1600/200px-Status_iucn3.1_EN_pt.svg.png" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-iOw3whIMrNo/TjBXFEPYb2I/AAAAAAAAB9k/Vs_t3e_qn8s/s1600/200px-Status_iucn3.1_EN_pt.svg.png" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Ao longo do século passado o número de tigres caíram dramaticamente, nenhuma unidade de conservação atribuída aos tigres de bengala é grande o suficiente &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;para suportar o numero de indivíduos livres.A perda de habitats&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e a incidência em grande escala de caça ilegal são serias ameaças à sobrevivência dessa espécie.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A ameaça mais significativa que contribui para a extinção da população selvagem dos tigres, é o comercio ilegal de peles e partes do corpo escaldado entre a Índia, Nepal e a China.Os governos desses países demoraram para implantar uma ação adequada relacionada ao crime ambiental, a prioridade e compromisso político para crimes desse tipo permaneceu &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;baixa &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;e não possuía investimentos e recursos adequados .&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Porem por ser o símbolo da Índia desde 25 A.C&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;e representado com símbolo do Império Chola de 300 D.C , hoje e designado como o animal oficial da Índia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em 1972 foi criado o “Projeto Tigre” maneira que o&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;governo indiano criou para reverter o declínio da população de tigres e desde então o governo se comprometeu criar varias medidas para reduzir a destruição do habitat natural do Tigre-de-bengala na Índia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Nepal e Butão também estão tomando medidas para diminuir a degradação da espécie .No Butão cientistas encontraram evidencias de uma população mais rica de tigres que o estimado.Armadilhas fotográficas tiraram fotos de um tigre selvagem no alto do Himalaia, na elevação surpreendente &lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;de 13.000 pés ( cerca de 4.000 metros), iatou oferece novas possibilidades para o habitat do tigre adequado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por ser um animal impressionante de beleza incomparável varias ONGs tem o trabalho de prevenir a degradação desse grupo de animais para que o risco de extinção diminua e o habitat desses indivíduos seja ecologicamente e politicamente preservado.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na imagem abaixo vemos o Olhar Verde da Semana.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-kvln2l_NcFo/TjBYqzJavjI/AAAAAAAAB9o/luyRj0KlZBc/s1600/Tigre+Branco.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="296" src="http://1.bp.blogspot.com/-kvln2l_NcFo/TjBYqzJavjI/AAAAAAAAB9o/luyRj0KlZBc/s400/Tigre+Branco.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Tigre-de-bengala branca fotografado no Zoológico de São Paulo&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: center;"&gt;Compartilhe conosco os "seus momentos ",&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Envie uma foto com sua marca d'agua e um titulo para&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;contato@cienciablogada.com.br ,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;conforme o exemplo a cima , sua foto entrará para o Olhar Verde da Semana.As melhores fotos terão&lt;span style="mso-spacerun: yes;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;direito a expor suas idéias no Canal Voz Consciente do Grupo Atomic e participação especial no quadro Repórter Biólogo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-450524521167713286?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/LUEf1Sf9zZQ/triste-degradacao-do-tigre-de-bengala.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-MuTn9XlYf28/TjBWtoMKjjI/AAAAAAAAB9g/QwiOpyQOVMM/s72-c/Tiger.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/triste-degradacao-do-tigre-de-bengala.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-2546643458258245852</guid><pubDate>Sun, 24 Jul 2011 18:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-24T17:01:14.669-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cultura</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Calendário Blogado</category><title>100 anos da descoberta de Machu Picchu</title><description>&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XL5JzF6Sm-w/Tix3-PjRw1I/AAAAAAAAB9Q/e4sjC-mABNY/s1600/calendarioblogado.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; display: inline !important; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-XL5JzF6Sm-w/Tix3-PjRw1I/AAAAAAAAB9Q/e4sjC-mABNY/s1600/calendarioblogado.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Machu picchu está localizada no topo de uma montanha da cordilheira dos Andes no Peru a 2400 metros de altitude e a 112 km da cidade de Cusco.A Primeira Machu picchu foi construída por homens de pele branca há cerca três mil anos atrás. Era conhecida como Ophir. Esse formato de Machu picchu que conhecemos hoje é provavelmente a segunda ocupação da cidade na época que ficou conhecida como Império Inca. Era chamada de Tamputocco. Houve uma terceira grande ocupação da cidade feita por Manco Inca quando fugia dos invasores espanhóis. Ficou conhecida como Vilcabamba Viejo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AbpPaOWdjtw/Tix3vkFOSWI/AAAAAAAAB9M/L2lhxTb9mUE/s1600/machu-picchu.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-AbpPaOWdjtw/Tix3vkFOSWI/AAAAAAAAB9M/L2lhxTb9mUE/s1600/machu-picchu.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Saiba mais em :&amp;nbsp; &lt;a href="http://www.machupicchu.com.br/index.html"&gt;Macchupicchuu.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-2546643458258245852?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/mX3O1ns3jMY/machu-picchu.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-XL5JzF6Sm-w/Tix3-PjRw1I/AAAAAAAAB9Q/e4sjC-mABNY/s72-c/calendarioblogado.jpg" height="72" width="72" /><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2009/07/machu-picchu.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-8531048333268863996</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2011 17:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-23T16:14:25.666-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Meio Ambiente</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>SUPERSTIÇÃO E REVOLUÇÃO INDUSTRIAL : COMO A SOCIEDADE AFETA A BIODIVERSIDADE.</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por Victor Rossetti&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem muitas superstições modernas e antigas que interpretam os animais como presságios e mal olhado. Isso não é de agora, mas data a milhares de anos. Atualmente ainda existe a superstição de que aves dão azar, corujas anunciam a morte, sapos que fazem bruxaria e morcegos vampiros. Algumas dessas espécies são temidas, desprezadas e exterminadas segundo essas mitologias e folclores populares.Da mesma forma que águias e gaviões são símbolos de poder as corujas são vistas como anúncios de morte.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-XbzGpqMYFJ4/TiscHRoq8YI/AAAAAAAAB3o/cl6z1wiQ-g4/s1600/Untitled-1.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="170" src="http://4.bp.blogspot.com/-XbzGpqMYFJ4/TiscHRoq8YI/AAAAAAAAB3o/cl6z1wiQ-g4/s200/Untitled-1.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Na mitologia greco-romana elas eram vistas como símbolo da sabedora graças a deusa Minerva (ou Atena). Na Europa elas são vistas como presságio de morte e bruxaria. No Brasil há 19 espécies de corujas, o grito da suindara (&lt;i&gt;Tyto alba , &lt;/i&gt;conheça a espécie em : &lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2010/02/o-misterio-da-tyto-alba.html"&gt;O misterio da&lt;i&gt; Tyto alba&lt;/i&gt;&lt;/a&gt;) é um anúncio de morte segundo algumas populações ribeirinhas. Os urubus também tem a mesma fama de anuncio da morte. Na áfrica as pessoas acreditam que ao matar escorpiões a pauladas eles se tornam pequenos escorpiõezinhos, lenda retirada pelo fato da fêmea levar os rebentos no dorso. As lendas européias dizem pessoas picadas por que aranhas licosideas (&lt;i&gt;Lycosa erythrognatha&lt;/i&gt;) dançam tarantela, devido a grande quantidade dessa espécie na cidade de Tarento no sul da Itália. Na bíblia há uma passagem que também diz que Nossa Senhora, Jose e o menino Jesus saíram do Egito escondidos numa gruta usando teias de aranha como proteção contra os soldados. Morcegos também são constantemente associados a figuras satânicas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na Amazônia as pessoas acreditam que os botos-cor-de-rosa durante a noite cantam e hipnotizam as mulheres. Assim elas seguem até a beira do rio onde o boto se transforma em um homem e engravida as mulheres.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os repteis como as cobras simbolizam o demônio graças a mitologia judaica-cristã. Existe a crença de que elas hipnotizam as pessoas. Os sapos são tratados como símbolos de bruxaria e são usados em feitiços.Os motivos que lavam a extinção das espécies são bastante diferentes. Crenças e superstições, desmatamento, caça e pesca intensiva, poluição de ecossistemas.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um dos mais cruéis e tristes modos de impactar a população de uma espécie é o processo de desenvolvimento social e tecnológico. Este é o caso dos peixes-boi.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O peixe-boi é o maior mamífero do Brasil. Biologicamente é classificado na ordem dos sirênios sendo parente da vaca-marinha, dugongos, manatis e os dois tipos de peixe-boi, o amazônico (&lt;i&gt;Trichechus inunguis&lt;/i&gt;) e o marinho (&lt;i&gt;Trichechus manatus&lt;/i&gt;). Além disso, há também o peixe boi africano (&lt;i&gt;Trichechus senegalensis&lt;/i&gt;).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A vaca marinha (&lt;i&gt;Hydrodamalis gigas&lt;/i&gt;) foi extinta a mais de 200 anos logo depois de ser descoberta por Georg Steller que passou nove meses no Alaska entre 1741 e 1742. Ela era o maior de todos os sirênios medindo 7,5 metros e pesando até 11 toneladas subindo para respirar a cada 5 minutos. Elas eram animais dóceis e Martim Sauer registrou a morte do último exemplar em 1768 somente 27 anos depois de sua descoberta.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os peixes-boi podem pesar até 500 quilos e alcançar até três metros de tamanho embora já tenha sido registrado animais de mais de 2,3 metros pesando 1.500 quilos. Eles são resultado de mais de 75 milhões de anos de evolução e são os parentes vivos mais próximos dos elefantes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-FeoJb9zQAUs/TiscGyrC6rI/AAAAAAAAB3k/htBMQJOEabg/s1600/Untitled-22.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-FeoJb9zQAUs/TiscGyrC6rI/AAAAAAAAB3k/htBMQJOEabg/s1600/Untitled-22.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Desde 500 anos atrás já não se tem mais registro de sua ocorrência na Bahia e no Sergipe, hoje a estimativa dos pesquisadores indica que não há mais que 500 exemplares no Brasil. Recentemente algumas reportagens mostraram que há uma superpopulação desses animais em cativeiros, sendo cuidado devido a atuação do homem como agente causador de sua caça. É difícil tratar desses animais em cativeiro uma vez que eles precisam diariamente de mais de 140 quilos de capim agulha e mais de 160 quilos de algas. O seu colapso como espécie se da devido a excedente caça que ocorre quando ele sobe a superfície para respirar e pelo fato de demorarem de 9 a 10 anos para atingir a maturidade sexual com uma gestação de 14 meses e o rebento necessita do auxilio da mãe até 2 anos.Depois de adulto comem mais de 50 quilos de capim e devolve a natureza mais de 25 quilos de matéria orgânica.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O peixe boi amazônico ocorre na Colômbia, Equador, Guiana e Peru e logicamente aqui na Amazônia brasileira. &amp;nbsp;O peixe boi marinho ocorre no território dos EUA, Caribe, America central e Brasil até o estado do Espírito Santo pesando entre 500 e 600 quilos.Durante a colonização do país o peixe boi passou a ser caçado com a finalidade de usar sua carne como alimento e o óleo do couro. Os índios que caçavam estes animais para sobreviver faziam de forma sustentável e os colonizadores logo aprenderam a caça-los e a busca intensiva levou a um impacto em sua população.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato em 1658 o padre Antonio Vilela registrou um fluxo de mais de 20 navios por ano que saiam do Amapá em direção a Holanda carregados de carne e gordura desses animais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Entre 1776 e 1778 a Real Pesca Portuguesa contabilizava mais de 58 toneladas de carne por ano e mais de 1613 barris de óleo resultante da matança de mais de 1500 animais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seu couro resistente passou a ser utilizado para a confecção de correias nas maquinas da Revolução industrial.Alexandre Rodrigues Ferreira doutor em Filosofia Natural da Universidade de Coimbra registrou entre 1783 e 1791 chamou atenção para o risco de tamanha matança.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No século XX a nova demanda crucificou mais de 200 mil exemplares amazônicos para sustentar as maquinas brasileiras e européias.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Foram registrados em vídeos e fotos matanças e animais enfileirados em Belém e Manaus.&amp;nbsp;A única forma de trabalhar esse impacto populacional é a educação ambiental, pois ainda hoje há a caça desses animais. A caça é feita com um arpão que é enfiado no nariz do animal quando ele sobe para respirar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Para saber mais :&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-9JQuT0aS7Xg/TischEr-0zI/AAAAAAAAB3s/yY7JbxC4KY0/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/01/09/mais-um-ano-recorde-de-mortes-de-peixe-boi/" target="_blank"&gt;MAIS UM ANO RECORDE DE MORTES DE&amp;nbsp;PEIXE-BOI&amp;nbsp;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black; font-size: 10pt;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: black;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/ambiente/936666-amazonia-tem-superlotacao-de-peixes-boi-em-tanques.shtml"&gt;AMAZÔNIA TEM SUPERLOTAÇÃO DE PEIXES-BOI EM TANQUES&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: x-small;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-GlNyK-G54hc/TiscqZu_FvI/AAAAAAAAB3w/GCwiVww3l1Y/s1600/COLUNA+copy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-GlNyK-G54hc/TiscqZu_FvI/AAAAAAAAB3w/GCwiVww3l1Y/s1600/COLUNA+copy.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: normal; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-family: inherit;"&gt;NETNATURE&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="line-height: 14.25pt; text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="line-height: normal;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-8531048333268863996?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/ZuKjjoUAZdA/supersticao-e-revolucao-industrial-como.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-XbzGpqMYFJ4/TiscHRoq8YI/AAAAAAAAB3o/cl6z1wiQ-g4/s72-c/Untitled-1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/supersticao-e-revolucao-industrial-como.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-1603233167124555711</guid><pubDate>Tue, 19 Jul 2011 16:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-23T17:06:26.146-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Olhar Verde</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><title>Donzelinhas no Olhar Verde da Semana</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No olhar verde da semana novamente nos deparamos com Odonatos.Mas dessa vez o grupo encontrado pertence a família &lt;i&gt;Coenagrionidae&lt;/i&gt; da subordem &lt;i&gt;Zygoptera&lt;/i&gt;.Conhecidos no Brasil como libelinhas ou donzelinhas.Indivíduos desse grupo são facilmente reconhecidos pelo seu tamanho, bem menor comparado com os das libélulas ( sub-ordem &lt;i&gt;Anisoptera&lt;/i&gt; ).A palavra &lt;i&gt;Zygoptera&lt;/i&gt; vem do grego &lt;i&gt;Zygo&lt;/i&gt; ( junto ou emparelhado ) e &lt;i&gt;ptera&lt;/i&gt; ( asas ).Possuem dois pares de asas semelhantes, diferentes das libélulas, cuja as asas traseiras são mais amplas do que as asas anteriores, ou seja quando pousam, mantém as asas juntas e paralelas com o corpo. As donzelinhas podem dobrar as suas asas por cima de &amp;nbsp;da região de suas costas, o que não é possível nas libélulas, porem não podem andar como elas , apenas pousar.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sofrem metamorfose incompleta, as náides (ninfa aquatica) ocorrem em águas lóticas ou lênticas.As fêmeas põe seus ovos na água , ou em vegetação subaquática acumuladas de bromeliáceas ou semelhantes cavidades que estejam cheias de água.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A ninfas são carnívoras, e podem se alimentar de dáfnideos ( um gênero de crustáceos normalmente conhecidos como pulgas d’água ou dáfnias), &amp;nbsp;larvas de mosquito e vários outros organismo subaquáticos de pequeno porte.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No Brasil estão registradas um total de 137 espécies agrupadas em 22 gêneros nesta família, no estado de São Paulo estão registradas 57 espécies em 16 gêneros, e 2 dessas espécies foram fotografas no Parque da Água Branca, Localizado na região da Barra Funda centro de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-b4Iy_XI45iI/TispMJSPaRI/AAAAAAAAB5k/gzJBHeyTvmI/s1600/Dragonfly.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="264" src="http://3.bp.blogspot.com/-b4Iy_XI45iI/TispMJSPaRI/AAAAAAAAB5k/gzJBHeyTvmI/s400/Dragonfly.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Archia sp.&lt;/i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="border-collapse: collapse; font-family: Arial, Verdana, Helvetica, sans-serif; font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;♂&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GKSjrghBPe8/TispREZYobI/AAAAAAAAB5o/-vo8R8QGmdk/s1600/DragonFly+2.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="250" src="http://4.bp.blogspot.com/-GKSjrghBPe8/TispREZYobI/AAAAAAAAB5o/-vo8R8QGmdk/s400/DragonFly+2.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;Archia sp. ♀&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Compartilhe conosco os "seus momentos ",&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Envie uma foto com sua marca d'agua e um titulo para &amp;nbsp;contato@cienciablogada.com.br ,&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;conforme o exemplo a cima , sua foto entrará para o Olhar Verde da Semana.As melhores fotos terão &amp;nbsp;direito a expor suas idéias no Canal Voz Consciente do Grupo Atomic e participação especial no quadro Repórter Biologo.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-1603233167124555711?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/VfXstNWxoTg/donzelinhas-no-olhar-verde-da-semana.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-b4Iy_XI45iI/TispMJSPaRI/AAAAAAAAB5k/gzJBHeyTvmI/s72-c/Dragonfly.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/donzelinhas-no-olhar-verde-da-semana.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-1249697871267216871</guid><pubDate>Fri, 01 Jul 2011 07:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-23T18:57:18.457-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ciência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>Coleópteros lampirídeos e sua conspícua bioluminescência (com resenha de Victor Rossetti)</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b style="mso-bidi-font-weight: normal;"&gt;Por Rafael Souza&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-V3SKm3EfDx0/TitCCfXsd5I/AAAAAAAAB6I/ue27DCW_vJU/s1600/45.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-V3SKm3EfDx0/TitCCfXsd5I/AAAAAAAAB6I/ue27DCW_vJU/s320/45.jpg" width="288" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Vaga-lume&amp;nbsp;&lt;i&gt;(Photinus pyralis)&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Uma das exibições visuais mais espetaculares dos insetos envolve a produção de luz, ou bioluminescência. Entende-se como bioluminescência (do grego "&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;bios&lt;/i&gt;" (vida) e do latim "&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;lumen&lt;/i&gt;" (luz)) a produção e emissão de luz fria feita por um organismo vivo através de diversas reações químicas.Tal fenômeno ocorrem em diversos tipos de organismos vivos, desde os mais simples e microscópicos como bactérias , fungos e dinoflagelados até os maiores e mais visíveis como moluscos, artrópodes e cordados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Os besouros da família &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Lampyridae&lt;/i&gt; &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;( Insecta&lt;/i&gt; : &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Coleóptera&lt;/i&gt; ) conhecidos como vaga-lumes ou pirilampos, possuem no lado ventral próximo ao ápice &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;abdominal uma estrutura luminosa de cor amarelo-esmeralda normalmente ausente nos indivíduos menores.Esta estrutura foi estudada pelo fisiologista francês Raphaël Dubois (1849-1929) que observou que existem duas substancias químicas que interagem para a produção da bioluminescência.Descobriu que os vaga-lumes do gênero &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Photinus&lt;/i&gt; possui uma substancia denominada luciferina (do latim &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;lucifer&lt;/i&gt; , "portador da luz") que reage com uma enzima chamada luciferase que reage quando há entrada de oxigênio nos seus orifícios abdominais. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Acredita-se que o principal finalidade da emissão de luz nos lampirídeos esta relacionada a sinalização de corte e&amp;nbsp; seleção de parceiros.Dependendo da espécie pode se obter variações no tempo de bioluminescência, numero de taxas de pulsos, freqüência de repetição do padrão, ente outros.Eles desenvolveram uma variedade de maneiras para se comunicar com seus companheiros de ralacionamento.Algumas espécies de vaga-lumes dos gêneros &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Photinus&lt;/i&gt; , &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Photuris&lt;/i&gt; e &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Pyractomena , &lt;/i&gt;se distinguem pelos padrões de corte.Os machos voando em busca das fêmeas emitem um único flash bioluminescente, em resposta as fêmeas emitem um outro flash para o macho de sua espécies.Em geral as fêmeas do gênero &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Photinus&lt;/i&gt;&amp;nbsp; não voão , mas isso não impede elas de emitirem o pulso luminoso.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-psvoQ35L62A/TitCFja0jWI/AAAAAAAAB6Y/syJrF-nFlEo/s1600/Untitled-3+copy.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="154" src="http://2.bp.blogspot.com/-psvoQ35L62A/TitCFja0jWI/AAAAAAAAB6Y/syJrF-nFlEo/s200/Untitled-3+copy.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Macho de um vaga-lume&amp;nbsp;&lt;i&gt;P. pyralis&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;em cortejo a &amp;nbsp;uma fêmea.&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Vaga-lumes tropicais , particularmente no sudeste da Ásia, rotineiramente sincronizam seus flashes em grande grupo, esse fenômeno e conhecido como&amp;nbsp; sincronização de fase de ordem espontânea.A sincronização de fase é o processo na qual dois ou mais sinais cíclicos tendem a oscilar com uma seqüência de repetição de relativa fase de ângulos.A sincronização é geralmente aplicada quando a duas formas de onda da mesma freqüência com ângulos de fase idêntica a cada ciclo.No entanto também pode ser aplicada se houver uma relação inteira de freqüência, de tal modo que os sinais cíclicos compartilham uma seqüência de repetição de fase de ângulos ao longo dos demais ciclos consecutivos.Essas relações inteiras são denominadas “línguas de Arnold que se iniciam a partir da bifurcação do mapa circular.Esse comportamento é comum nas selvas da Malásia onde os vaga-lumes( “kelip-kelip” como se pronuncia no idioma malaio ou Bahasa Malásia) conseguem sincronizar suas emissões de luz com tamanha precisão que algumas hipóteses&amp;nbsp; defendem a causa desse comportamento a interação social , dieta e altitude.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-AqWuR9oOmg8/TitCBM2tQiI/AAAAAAAAB6E/j_r2PA72Wtg/s1600/4.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="130" src="http://2.bp.blogspot.com/-AqWuR9oOmg8/TitCBM2tQiI/AAAAAAAAB6E/j_r2PA72Wtg/s200/4.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Larvas de vaga-lume visivelmente &lt;br /&gt;
reconhecidas pela bioluminescência&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Algumas espécies utilizam a bioluminescência para outros fins, como no caso da fêmea carnívora do gênero &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Photurus&lt;/i&gt; . Essas fêmeas são referidas como “femme fatale”, melhor dizendo fêmea fatal. Seu habito oportunista consiste em imitar os flashes de acasalamento de outros vaga-lumes com o único propósito, o da predação.Na maioria dos casos o machos são atraídos dando a entender que são os parceiros adequados , na seqüência são devorados por elas. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A bioluminescência dos lampirídeos esta envolvida tanto na atração de presas quanto ao encontro de parceiros sexuais , e demonstra ser&amp;nbsp; mais uma forte aliada para a sobrevivência desse grupo de insetos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dedicado a : Cleide Tirola&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;BIOLUMINESCÊNCIA - Resenha de Victor Rossetti&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Lúcifer não é mais aquele, o decaído anjo de luz que sofreu mais um rebaixamento. Só que dessa vez sob a perspectiva naturalista. Parte de sua exclusividade mitológica foi roubada por um mecanismo evolutivo natural.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-7UlUubD2muw/TitCEliSmCI/AAAAAAAAB6U/ls1zWwGq05I/s1600/sdsd.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="267" src="http://4.bp.blogspot.com/-7UlUubD2muw/TitCEliSmCI/AAAAAAAAB6U/ls1zWwGq05I/s320/sdsd.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;&lt;i&gt;Arachnocampa&lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;luminosa&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A bioluminescência não é exclusividade de pirilampos, vagalumes e o diabo. Cogumelos brasileiros da Mata Atlântica, amazônicos e outros artrópodes também desfrutam de tal característica peculiar.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na Nova Zelândia os dípteros da espécie &lt;i&gt;Arachnocampa&lt;/i&gt; &lt;i&gt;luminosa&lt;/i&gt; produz uma larva que vive fixa no teto da caverna de Wautona. Este organismo tem suas origens datadas em mais de 300 milhões de anos e também produz bioluminescência. Este díptero produz fios de seda com gotas pegajosas que ficam penduradas como colares nos tetos dessas cavernas. Esta luminescência atrai as presas que ao tocar o cordão pegajoso ficam presas, permitindo que a díptera pesque a sua saborosa refeição.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nos vagalumes e insetos em geral sua bioluminescência é fruto da oxidação de uma substância que ao entrar em contato com o ambiente produz moléculas energizadas que que emitem a luz. A enzima luciferase atua sobre o substrato luciferina, catalizando as reações químicas estimulando essa beleza natural incomensurável.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outro exemplo de ocorrência da bioluminescência ocorre na jequitiranabóia (&lt;i&gt;Fulgora lanternaria&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;F. lampetis&lt;/i&gt; ) brasileira, um homóptero que além de apresentar uma anatomia adaptada a mimetismo apresenta também bactérias fotogênicas que vivem dentro de sua cabeça e emitem luz, fazendo parte até do folclore local onde ocorre.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-pLCZjEM4_7Q/TitCC_W-XiI/AAAAAAAAB6M/-nnwmvwx0rA/s1600/dsdd.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="137" src="http://2.bp.blogspot.com/-pLCZjEM4_7Q/TitCC_W-XiI/AAAAAAAAB6M/-nnwmvwx0rA/s200/dsdd.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Fungo bioluminescente&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;No caso dos fungos o mecanismo parece não ser diferente. Até pouco tempo o conhecimento sobre a diversidade dos fungos bioluminescentes estava concentrado em regiões temperadas do hemisfério norte e na Australásia. Hoje, sabemos que só na Mata Atlântica e na Amazônia há uma grande diversidade deles iluminando as noites estreladas, embora ainda pouco se conheça sobre a biodiversidade de fungos no Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Segundo a revisão feita pelos ecologistas são conhecidas mais de 64 espécies de fungos bioluminescentes no planeta.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O Parque Estadual Turístico do Alto Ribeira (Petar), em São Paulo, é o local onde se conhece o maior número de espécies simpátricas desses curiosos saprófitos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;No total, são sete espécies identificadas (&lt;i&gt;Gerronema viridilucens&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Mycena lucentipes&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Mycena discobasis, Mycena singeri, Mycena luxaeterna, Mycena asterina, Mycena fera&lt;/i&gt;) e uma do gênero Mycena em fase de descrição taxonomica. Na Amazônia ocorre somente um tipo de fungo bioluminescente.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Todas as emissões de luz em fungos são esverdeadas, com comprimento de onda em torno de 530 nanometros e muitas das espécies de fungos bioluminescentes emitem luz apenas do micélio, outras restrita somente ao cogumelo e muito raramente ambas estruturas emitem luz na mesma espécie.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Análises filogenéticas moleculares evidenciaram que os fungos bioluminescentes são polifiléticos, ou seja, representados por algumas linhagens que, em certos casos, evoluíram de forma independente em relação à emissão de luz. De fato a bioluminescência é uma convergência bastante evidente entre insetos e cogumelos e uma série de outros animais que não compartilham relações históricas próximas entre si.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;A bioluminescência em fungos é decorrente de uma reação química que leva à emissão constante de luz e depende sempre da presença de oxigênio para se manifestar. Bastante semelhante aquelas ocorridas em grupos de coleópteros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Além de controlar a cor, muitas lulas, polvos e sépias podem também produzir luz e controlar sua intensidade. Alguns animais utilizam bioluminescência para confundir ou assustar predadores; outros para imobilizar sua presa, e outros ainda, para ludibriar predadores, e facilitar sua fuga ou como isca para atrair suas presas. A bioluminescência também pode ser um meio de comunicação em águas profundas escuras, ou no lusco-fusco marinho, da mesma forma que acontece nos pirilampos e vagalumes.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Esses animais geram luz ao misturar duas substâncias que formam uma terceira, emissora de luz, de maneira análoga ao mecanismo que aciona o pisca-pisca do vaga-lume.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dentro das células fotócitos nos órgãos fotóforos ocorre essa lumionescencia.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-xiKKDcyMk3Q/TitCDXPs6FI/AAAAAAAAB6Q/RZ2GIp3CcO0/s1600/fgfg.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-xiKKDcyMk3Q/TitCDXPs6FI/AAAAAAAAB6Q/RZ2GIp3CcO0/s1600/fgfg.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;A luficerina que pode apresentar-se diferente em organismos diferentes. Ela também reage com o oxigênio na presença de uma enzima, a luciferase e produz uma nova molécula. No oceano, ela normalmente emite um brilho cuja cor varia até o azul.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Pesquisas também têm revelado que essa convergência evolutiva pode estar presente em peixes e pode ser produzida por bactérias que vivem dentro dos órgãos geradores de luz desses animais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outras formas de luminescência podem ocorrer devido a presença da Coelenterazina que geralmente é encontrada em ctenóforos, copépodes cnidários, radiolários e até camarões seguindo um mecanismo bastante parecido com os apresentados acima.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;Escrito por Rossetti e Rafael&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="font-weight: bold; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-1249697871267216871?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/wueovmXCXvg/coleopteros-lampirideos-e-sua-conspicua.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-V3SKm3EfDx0/TitCCfXsd5I/AAAAAAAAB6I/ue27DCW_vJU/s72-c/45.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/coleopteros-lampirideos-e-sua-conspicua.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-4742043973238798060</guid><pubDate>Fri, 01 Jul 2011 05:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-23T19:05:51.424-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Evolução</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>REFORÇANDO O PILAR DA BIOLOGIA</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;por Victor Rossetti&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-hven-c4A5_k/TitEmPMsUgI/AAAAAAAAB6g/pMFLCk88tPk/s1600/rrr.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-hven-c4A5_k/TitEmPMsUgI/AAAAAAAAB6g/pMFLCk88tPk/s1600/rrr.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Sob os aspectos da saúde do Darwinismo, vão bem, de fato, há uma grande quantidade de cientistas dentro do meio acadêmico que já concordam que a evolução é um fato consolidado por mais de 150 anos de evidências.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A proposta cientifica foi embasada pelo livro A origem das espécies que oferece exemplos e mais exemplos de como a seleção natural não aleatória ocorre sobre os indivíduos que compõem uma espécie. A finalidade deste texto é desambiguar aleatoriedade e seleção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato, Darwin apanhou bastante até chegar a tal conclusão proposta (&lt;a href="http://www.blogger.com/.%20-%20http://www.cienciablogada.com.br/2011/06/darwin-antes-do-darwinismo.html?utm_source=BP_recent"&gt;DARWIN ANTES DO DARWINISMO&lt;/a&gt;) e após a síntese neodarwiniana as leis de Mendel mostraram como os fatores responsáveis pelas características da espécie são passados a geração seguinte (&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/2011/06/01/compreender-heranca-mendeliana-e-compreender-heranca-poligenica/"&gt;COMPREENDER HERANÇA MENDELIANA É COMPREENDER HERANÇA POLIGÊNICA&lt;/a&gt;.) e na década de 50 a molécula que carrega tais informações.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;De fato há muita controvérsia a respeito da vida de Darwin, muitas equivocadas, outras superficiais e muitas sensacionalistas (geralmente vinda de jornalistas intrometidos e incompetentes). Algumas pessoas chegam a afirmar que Darwin era ateu, outras que ele se rebelou a Deus porque perdeu uma filha, alguns dizem que seu livro não é claro sobre a origem das espécies e até mesmo não saber diferenciar aleatoriedade de seleção. Pois bem, vejamos as definições.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aleatoriedade é um evento que não segue uma ordem, um propósito, uma causa.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Um processo aleatório, ou randômico é um processo repetitivo cujo resultado não descreve um padrão determinístico. A seleção é um tipo de escolha feita seguindo um critério. A seleção natural é um fenômeno selecionista pelo qual os indivíduos que tem certas vantagens sobre outros ganham o direito de se reproduzir e passar seus genes para a próxima geração.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Estar vivo é estar sujeito a seleção natural, portanto, o simples fato de estar vivo compreende que sua geração é fruto de indivíduos que foram bem sucedidos no ato de passar seus genes para frente e você obrigatoriamente esta sujeito a morrer portanto, deve passar seus genes para frente.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Em (definições de ciência e religião) apresentei alguns exemplos de espécies criadas sob pela seleção natural, que foram visíveis a olho nu e que evidenciam a evolução, embora sejam casos raros de se verem evidenciados (evidencias; aquilo que se vê) já que a evolução trabalha em uma escala temporal superior a de minutos, horas, dias ou anos e sim em Eras.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mesmo assim é possível ver exemplos de espécies surgindo na natureza em casos raros e em casos mais comuns vemos variedades ou ecótipos (ou ainda variações geográficas), conhecidas popularmente como raças.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alias, se raças são criadas dentro de uma espécie por variações porque essas mesmas variações ao longo do tempo não extrapolariam de tal forma a criar uma nova espécie?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Note como muitos argumentos anti-darwinistas atuam da forma “o feitiço vira contra o feiticeiro”.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;O simples fato de encontrarmos uma espécie que deu origem a outra e que pode ser visualizada a olho nu em nossa escala de tempo é um retrato cuspido e escarrado (esculpido em Carrára de acordo com a literatura portuguesa) da evolução, é como dar a sorte de ver uma supernova acontecer.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pois bem, sob a luz da seleção artificial, ou seja, da seletividade não-aleatória feita por um design inteligente (alias o mais inteligente de todo o universo e tudo [supondo que não haja ET’s embora sejam mais prováveis de existir do que um deus] o que há fora dele) que é o homem, as características são escolhidas, ou selecionadas para passar a próxima geração segundo o desejo de quem seleciona, o agricultor ou pecuarista ou agrônomo ou biólogo.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As variações genomicas são aleatórias (mutações), ou seja, genes podem mudar seu padrão de atuação em e refletir-se em outros genes (embora haja estudos que mostrem que determinadas áreas dos cromossomos são mais susceptíveis a mutações).&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-ikvdPDJkzug/TitElSLhZ9I/AAAAAAAAB6c/udRUkirJqug/s1600/gfg.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="213" src="http://4.bp.blogspot.com/-ikvdPDJkzug/TitElSLhZ9I/AAAAAAAAB6c/udRUkirJqug/s320/gfg.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;No caso da seleção natural, ocorre também a seletividade, a todos os indivíduos, afinal eles estão vivos e a seleção é para todos, sem aleatoriedade.A seleção é bastante democrática.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas quem é o agente seletor? Bem, o agente seletor não é um design inteligente humano nem o sobrenatural, pelo contrário é natural, é a natureza. Não há jargão na expressão “pressão seletiva” (se as pessoas pensarem no jargão de forma pejorativa).&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A pressão seletiva existe e é exercida pela comunidade de animais que convivem com a espécie em questão no bioma que ela vive. A relação deste animal com indivíduos da sua espécie e de outras espécies, as questões ambientais e climáticas, a disponibilidade de parceiros sexuais, a disponibilidade de alimento e água, a questão comportamental, o nicho ecológico que o animal preenche, todos se encaixam em pressão seletiva. O jargão é um conjunto de termos específicos usados entre pessoas que compartilham a mesma profissão, portanto para os biólogos esse é um jargão e para os leigos não.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto é realmente a pressõe(s) seletiva(s) que moldam a vida, moldam as bactérias criando superbacterias resistentes, animais sinantrópicos e assim por diante.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A aleatoriedade é um evento que não segue uma ordem, um propósito, uma causa. A seleção natural tem um propósito (inconsciente porque não foi criada por um Deus, basta que os animais existam e os recursos para sua manutenção sejam finitos que a disputa começa, a seleção natural é resultado da existência da vida), manter vivos os diferenciados, essa é a causa e ela segue um padrão, ou uma ordem que é a existência da vida. Aleatoriedade não tem padrão, se a seleção natural fosse aleatória ela agiria somente para alguns indivíduos ou somente a algumas gerações.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A questão da origem da vida não tem a ver com o Darwin, que jamais propôs algum estudo ou algum livro a respeito dela, pode ter especulado alguma vez, mas nada de grande valor cientifico. O estudo da origem da vida e os componentes químicos que a originaram se atrelam a bioquímicos como Stanley Muller, Oparin, Antonio Lazcano e outros bioquímicos e astrobiologos atuais.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Obviamente que se a evolução pelo mecanismo da seleção natural (dentro outros mecanismos evolutivos que há além deste) for descartada sob uma eventual reclassificação e reposicionamento cientifico, é certo que seja sob a luz de conceitos científicos, naturalistas e materialistas. De fato, a queda do darwinismo gerará uma revolução cientifica, a revolução dentro da biologia que tantas pessoas esperam. Eu espero que Darwin seja derrubado para que a biologia avance, para construir novos conhecimentos, embora a proposta de Darwin ainda esteja saudável e com poucos abalos.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou seja, se a evolução não for dirigida por um mecanismo como a seleção natural obviamente que esse fenômeno será dirigido por outro mecanismo que deva ser natural e atue de forma diferente (e que explique melhor o que o modelo anterior explicava ou o que não explicava segundo Thomas Kuhn e a revolução cientifica). Afinal porque haveria de ter um design inteligente para tal fenômeno?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sob a proposta dada pelos criacionistas, ela esta fora de cogitação, de ser adotada porque o criacionismo nem mesmo é considerado ciência no ambiente academico. Basta fazer o teste, entre em algum ambiente acadêmico serio como a USP vá ao laboratório de genética de populações do Dr. Diogo Meyer e diga que a evolução é dirigida por uma entidade sobrenatural. Você perdera sua bolsa da CAPES. Vá ao IAG e diga que a Terra foi criada em 6 dias e que pretende estudá-la sob essa concepção.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Portanto, os abalos que vemos a respeito do darwinismo em sites criacionistas obviamente devem ser interpretados como artículos tendenciosos, oportunistas e sensacionalistas que tendem a apresentar cogitações fora de contexto cientifico com a finalidade de distorcer uma explicação puramente naturalista para um fenomeno natureza e que é rejeitada de forma imparcial e radical somente porque vai contra a mitologia judaica cristã que suporta o cristianismo pseuco-científico que não deveria ter relações com a cristianismo sério.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A grande verdade é que em 2009 quando completou 150 anos de publicação do livro A Origem das espécies os países da europeus fizeram grandes eventos em comemoração nos grandes ambientes acadêmicos do mundo, The Royal Society, Oxford, Harvard e outros lugares do mundo onde o desenvolvimento cientifico é sério.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há quem diga que a evolução vem se tornando um fato consolidado pela ciência, e até o momento parece ser verdade. A questão é, até quando os criacionistas vão ficar especulando e difamando uma explicação cientifica pelo luxo de crer que são os possuidores da verdade absoluta, alias,o que é a verdade?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-fqST6ADzrKc/TitFW9y-YXI/AAAAAAAAB6o/AW_aVB__VOM/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-fqST6ADzrKc/TitFW9y-YXI/AAAAAAAAB6o/AW_aVB__VOM/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
Conheça outros artigos do autor no site:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;NETNATURE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-4742043973238798060?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/oXBnEy7MVk4/reforcando-o-pilar-da-biologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-hven-c4A5_k/TitEmPMsUgI/AAAAAAAAB6g/pMFLCk88tPk/s72-c/rrr.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/07/reforcando-o-pilar-da-biologia.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-488931256616115024</guid><pubDate>Wed, 22 Jun 2011 16:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-24T15:04:02.364-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Olhar Verde</category><title>A probóscide dos hemípteros no Olhar Verde da Semana</title><description>No Olhar Verde da semana dos deparamos novamente com um grupo de indivíduos muito populares em áreas de vegetação arbórea e rasteira “os percevejos”.&lt;br /&gt;
Percevejos são insetos da ordem &lt;i&gt;Hemíptera&lt;/i&gt; , conheça essa ordem de insetos em : &lt;a href="http://www.cienciablogada.com.br/2011/02/percevejos-no-olhar-verde-da-semana.html?utm_source=BP_recent"&gt;Percevejos no Olhar Verde da Semana&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/--0Zav65wOWk/TixZCAEWV6I/AAAAAAAAB6s/HvUpc6xdot4/s1600/Hemiptera+copula.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="300" src="http://2.bp.blogspot.com/--0Zav65wOWk/TixZCAEWV6I/AAAAAAAAB6s/HvUpc6xdot4/s400/Hemiptera+copula.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nesta imagem conseguimos visualizar a probóscide (qualquer estrutura da boca alongada, geralmente aplicada às peças bucais distendidas dos dípteros ou o rostro dos hemípteros.Muitas vezes refere-se à espirotromba dos lepidópteros) com bastante facilidade, mas para facilitar um pouco vamos dar uma ampliada na imagem.&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table align="center" cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="margin-left: auto; margin-right: auto; text-align: center;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-5KaQUItY5u8/Tixcb5H2P3I/AAAAAAAAB6w/gt5CN0WdyJg/s1600/Hemiptera+copula.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="243" src="http://3.bp.blogspot.com/-5KaQUItY5u8/Tixcb5H2P3I/AAAAAAAAB6w/gt5CN0WdyJg/s320/Hemiptera+copula.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Seta indicando a localização da probóscide&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;Nas imagens abaixo vemos imagens tiradas por um microscópio eletrônico de varredura (MEV).O MEV consegue produzir uma imagem em alta resolução da superfície de uma amostra, e devida a forma em que são obtidas conseguem promover imagens com efeito tridimensional.&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-YJ6G4hX5bmw/TixeG3K20XI/AAAAAAAAB60/moG7UwO9-ls/s1600/images.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://3.bp.blogspot.com/-YJ6G4hX5bmw/TixeG3K20XI/AAAAAAAAB60/moG7UwO9-ls/s1600/images.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Figura 1 :&amp;nbsp;&lt;i&gt;Triatoma infestans&lt;/i&gt;,conhecido&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;no Brasil comobarbeiro, ou chupança,&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;vetor do protozoário&amp;nbsp;&lt;i&gt;Trypanossoma&lt;/i&gt;,&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;causador da Doença de Chagas&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-diornEOTxeA/TixeORmPnoI/AAAAAAAAB64/3tovwlkJO0U/s1600/images+%25281%2529.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-diornEOTxeA/TixeORmPnoI/AAAAAAAAB64/3tovwlkJO0U/s1600/images+%25281%2529.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Figura 02 : Segmentos da probóscide,&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&amp;nbsp;que &amp;nbsp;indica que o inseto pode ser fitófago&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Compartilhe conosco os "seus momentos ",&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Envie uma foto com sua marca d'agua e um titulo para &amp;nbsp;contato@cienciablogada.com.br ,&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;conforme o exemplo a cima , sua foto entrará para o Olhar Verde da Semana.As melhores fotos terão &amp;nbsp;direito a expor suas idéias no Canal Voz Consciente do Grupo Atomic e participação especial no quadro Repórter Biologo.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;REFERÊNCIAS :&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;BUZZI, Zundir J; Coletânea de termos técnicos de entomologia, Ed.UFPR 2003.&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Figura 1 : &lt;a href="http://www.sciencephoto.com/"&gt;Sciencephotoslibrary&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;Figura 2 : &lt;a href="http://visualphotos.com/"&gt;Visualphotos.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-488931256616115024?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/JGeTZqBjNTk/proboscide-dos-hemipteros-no-olhar.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/--0Zav65wOWk/TixZCAEWV6I/AAAAAAAAB6s/HvUpc6xdot4/s72-c/Hemiptera+copula.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/06/proboscide-dos-hemipteros-no-olhar.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-8593196389856406672</guid><pubDate>Tue, 21 Jun 2011 22:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-24T15:14:10.639-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>DARWIN ANTES DO DARWINISMO</title><description>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;por Victor Rossetti&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-xOum5x-jK94/TixfZ7ZPIFI/AAAAAAAAB7E/fzvmZWXtpUA/s1600/darwin-desenho.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-xOum5x-jK94/TixfZ7ZPIFI/AAAAAAAAB7E/fzvmZWXtpUA/s320/darwin-desenho.jpg" width="260" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #999999;"&gt;Retrato retirado do Livro que traz&amp;nbsp;retratos ilustrado&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;de celebridadese políticos (16/05/2011)&lt;br /&gt;
Foto: Anita Kunz / Taschen&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Algumas vezes vemos alegações de que Darwin só criou a proposta da seleção natural devido a sua indignação com Deus diante da morte de sua filha, outras afirmam que Darwin não era cientista (embora fosse membro da &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Royal_Society"&gt;The &amp;nbsp;Royal Society&lt;/a&gt;&amp;nbsp;e alguns ainda alegam que Darwin era ateu.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Diante destas afirmações é que escrevo este texto dizendo de onde veio a id;eia da seleção natural e mostrando que cada uma dessa afirmações são falaciosas e oportunistas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Darwin após passar anos a bordo do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Beagle&lt;/i&gt; fazendo a viagem cartográfica junto a comandante Fritzroy junto com o naturalista Robert Mackormik foi coletando material de pesquisa em vários locais do mundo, inclusive passando pelo Brasil.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #555555; font-family: Verdana;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: 12px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;Em uma de suas famosas passagens ele acaba se deparando com tentilhões, aves que se torna símbolo de sua pesquisa e formulação de sua teoria da seleção natural.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Obviamente Darwin não reconheceu os tentilhões como sendo todos parentes de um único tronco em comum embora tenha se deparado com adaptações a alimentação das formas mais variadas, desde trituradores de sementes até caçadores de insetos em cactos, que demanda adaptações muito especificas. A luz desse tronco só veio quando apresentou duas coletas após a volta do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Beagle&lt;/i&gt; a um ornitólogo do Museu britânico que identificou os animais todos como tentilhões.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Em 1836 quando passou pela Austrália Darwin se perguntava Porque Deus em sua superioridade criaria um local como a Austrália, um país com tamanha diversidade de marsupiais mas que não apresentava peculiaridades climáticas ou geográficas alguma pra suporta-las. De fato, ele fez essas perguntas mas jamais se declarou ateu e é bem provável que neste momento o máximo que um cientista poderia propor é que fosse agnóstico, como seu amigo Thomas Henry Huxley, famoso pelo grande debate entre os biólogos evolutivos e os criacionistas Richard Owen e Samuel Wilbforce).&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De volta a Londres, Darwin nunca havia postulado a teoria da evolução, para falar a verdade nem mesmo a proposta da seleção natural havia sido cogitada. Na realidade a idéia da seleção natural veio muito tempo depois da volta do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Beagle&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Na verdade durante os dois primeiros anos de analises de dados coletados através de sua viagem Darwin ainda não encontrava uma explicação para a quantidade de espécies variadas existentes no mundo e como elas tinham tantas peculiaridades.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Nos registros de Darwin foram testadas, analisadas e descartadas muitas idéias e teorias. De fato, Darwin procurou respostas em diversos locais, pesquisando desde filósofos, poetas e até economistas.Uma das idéias que Darwin trabalhou foi a que as espécies surgem com uma duração de vida pré-fixada e percorreu um caminho gradual e desordenado em direção a extinção por competição em um mundo de luta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Darwin teve uma sacada bastante importante quando leu a obra de Adam Smith &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;On the life and writing of Adam Smith e &lt;/i&gt;percebeu a crença básica dos economistas escoceses de que na estrutura social as ações de luta na realidade visão unicamente o êxito reprodutivo. Na visão do estatistico belga Adolf Quetelet encontrou respaldo nas suas idéias ao ver sua afirmações qualitativas reviam a proposta de Thomas Malthus de que a população cresce geometricamente e os recursos alimentares crescem aritmeticamente levando os indivíduos a disputarem a sobrevivência. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De fato Darwin diz em outubro de 1838 &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;&lt;span style="font-size: 10pt;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #999999;"&gt;...quinze meses depois de &lt;span class="apple-style-span"&gt;eu ter iniciado minha pesquisa sistemática, tive oportunidade de ler a visão de Malthus sobre população e me preparar melhor para apreciar a luta pela existência que havia continuamente observado em toda a parte nos hábitos de animais e plantas e, de repente, me chamou a atenção que em circunstâncias favoráveis há variações que tendem a ser preservadas e as negativas a ser destruídas. O resultado do presente seria a criação de novas espécies. Aqui, então, eu tinha finalmente obtido uma teoria com a qual trabalhar”.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;De fato Darwin também encontrou bastante suporte em um cientista social chamado Schweber. A seleção natural surgiu de forma indutiva as coletas que ele fez a bordo do &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Beagle&lt;/i&gt;. De fato Darwin chegou a sua interpretação sob aspectos indutivos e causais. Indutivos porque Darwin trabalhou empiricamente, ou seja com aspectos observacionais em sua viagem e por acumular pacientemente informações a respeito dos locais onde visitou. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Outros evolucionistas tentaram sobre outros meios tentativas falhas de explicar o que Darwin explicou, geralmente baseando-se em tendências de aperfeiçoamento interno e direcionamento tendenciosos. Darwin obviamente cometeu alguns pequenos deslizes em suas afirmações, pois ao tinha recursos que hoje temos. Infelizmente Darwin não conheceu o trabalho de Mendel embora parece que há registros históricos dizendo que ele sabia que havia uma pessoa fazendo experimentos com ervilhas. Mas Darwin não sabia como as características eram passadas para a geração seguinte, ele apenas sabia que a seleção natural tenderia a favorecer aqueles indivíduos mais aptos. E esses indivíduos tendem a passar suas características a próxima geração de uma forma na qual ele não saberia e que só foi descoberta (ou redescoberta) em 1900 com os botânicos K. Correns da Alemanha, E. Tschermak da Áustria e H. de Vries&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: right; text-align: right;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-LfM-040Y0mc/TixfZIv1CRI/AAAAAAAAB68/EJKvJALaXzY/s1600/1-lei-mendel.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-LfM-040Y0mc/TixfZIv1CRI/AAAAAAAAB68/EJKvJALaXzY/s1600/1-lei-mendel.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="font-size: medium; margin-bottom: 0.5em; padding-bottom: 6px; padding-left: 6px; padding-right: 6px; padding-top: 6px; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="padding-top: 4px; text-align: center;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: #666666;"&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="color: white; font-size: small;"&gt;1º Lei de Mendel&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;A teoria de Darwin sobre a seleção natural foi brilhante até onde pôde, mas logo se chocou contra um obstáculo sério. Segundo as observações de Darwin, as características pessoais são passadas dos pais para sua prole em medidas iguais: dessa maneira, uma mãe inteligente e um pai estúpido produziriam filhos de inteligência mediana. Isso colocou um problema para a seleção natural. Pois ainda que um indivíduo "superior" aparecesse em uma espécie, essa característica superior seria gradualmente diluída através da reprodução.Darwin, entretanto, havia suposto que as mudanças evolucionárias aconteciam gradualmente; essa hipótese logo foi provada falsa. William Bateson, na Inglaterra, e Hugo de Vries, na Holanda, descobriram que as espécies parecem evoluir em passos bruscos e descontínuos, chamados por de Vries, em 1900, de mutações.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Por sete anos, de &lt;st1:metricconverter productid="1856 a" w:st="on"&gt;1856 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 1863, Mendel cruzou e produziu híbridos de plantas com características distintas - plantas altas com plantas anãs, ervilhas amarelas com ervilhas verdes e assim por diante. Ele observou com surpresa que tais características não são diluídas nem resultam em meio-termo, mas se mantêm distintas: a prole híbrida de uma planta alta e de uma anã era sempre alto, não de tamanho médio.Quando Mendel misturava os híbridos altos, a geração seguinte retinha as características distintivas encontradas nas plantas "avós": a maioria era alta, porém mais ou menos um quarto delas eram anãs. Da mesma forma, a terceira geração de plantas do cruzamento amarelo/verde eram 75 por cento amarelas e 25 por cento verdes.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: .0001pt; margin: 0cm; text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rjRzsgBmvFY/TixfZscLXAI/AAAAAAAAB7A/FI79fZQbNZo/s1600/2-lei-mendel.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-rjRzsgBmvFY/TixfZscLXAI/AAAAAAAAB7A/FI79fZQbNZo/s320/2-lei-mendel.jpg" width="295" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="background-color: black; color: white;"&gt;&amp;nbsp;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;2º Lei de Mendel&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;Mendel logo deduziu a matemática por trás desse fenômeno. Tanto plantas como os mamíferos, têm dois pais e cada um aparentemente contribui com características para as gerações subseqüentes. Portanto, embora a característica de tamanho pequeno possa desaparecer na segunda geração, ela vai aparecer em alguns indivíduos da terceira; dessa maneira, a segunda geração (híbridos altos) deve ainda conter "instruções" para produzir indivíduos pequenos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mendel chamou isso de &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;lei da segregação&lt;/i&gt; onde as características herdadas são passadas igualmente por cada um dos pais, e, em vez de se misturarem, elas se mantêm separadas, algumas expressas e outras não. Isto é, cada uma das características é gerada por um par de instruções.De acordo com essa lei existe também a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;lei da variação independente&lt;/i&gt; de Mendel, a contribuição de cada pai com um fator é algo governado pelas leis da probabilidade - fatores dominantes não têm maior probabilidade de serem passados adiante do que os recessivos.&lt;b&gt; &lt;/b&gt;As características herdadas também são independentes, ou seja,&amp;nbsp; as instruções para altura não têm nada a ver com as instruções para a cor. (para saber mais sobre as ervilhas:&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Desta forma nasce a &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;Síntese Neodarwiniana ou &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neodarwinismo"&gt;Neodarwinismo&lt;/a&gt; ou ainda &lt;a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%ADntese_evolutiva_moderna"&gt;Síntese evolutiva moderna&lt;/a&gt;)&amp;nbsp;&lt;/i&gt; &lt;span class="apple-style-span"&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;que suportou a proposta de Darwin e vem ganhando força sob os aspectos moleculares com o surgimento da biologia molecular em 1953 e corroborada por evidencias fossilíferas desde antes mesmo de Darwin.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Portanto, Darwin não era ateu embora sua tese tenha dado uma reposta puramente naturalista e materialista. Além disso todo seu trabalho foi baseado em observações e coleta de dados como característico de uma ciência verdadeira, e Darwin não baseou sua teoria em uma afronta a Deus sob a suspeita da morte de sua filha e sim sob aspectos científicos, o que torna Darwin um cientista como Einstein. Note que assim como Darwin falhou em alguns pontos de sua tese Einstein também, afinal as leis da física de Einstein parecem atuar de forma diferente em escalas microscópicas e macroscópicas, evidenciadas pelos físicos que ainda hoje buscam unificar as leis da física.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-1pzLLTl0INU/TixgyBTVf7I/AAAAAAAAB7I/Wv6QJWSnq10/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-1pzLLTl0INU/TixgyBTVf7I/AAAAAAAAB7I/Wv6QJWSnq10/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
Conheça outros artigos do autor no site:&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;NETNATURE&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-8593196389856406672?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/P9VD08ZBC0c/darwin-antes-do-darwinismo.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-xOum5x-jK94/TixfZ7ZPIFI/AAAAAAAAB7E/fzvmZWXtpUA/s72-c/darwin-desenho.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/06/darwin-antes-do-darwinismo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-4459230216170920793</guid><pubDate>Mon, 13 Jun 2011 19:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-24T15:17:43.072-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Natureza</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Animais</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Videos</category><title>O besouro-bombardeiro</title><description>&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/-7PS6X9c6kdg/Tixhr3lA6QI/AAAAAAAAB7M/POyFpXV2HBs/s1600/436px-Pheropsophus_verticalis_01_Pengo.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://3.bp.blogspot.com/-7PS6X9c6kdg/Tixhr3lA6QI/AAAAAAAAB7M/POyFpXV2HBs/s320/436px-Pheropsophus_verticalis_01_Pengo.jpg" width="231" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;&lt;i&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: small;"&gt;Pheropsophus verticalis&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Os besouros bombardeiros são carabídeos (&lt;i&gt;Coleóptera: Carabidae&lt;/i&gt;) pertencentes a subordem Adephaga.Esses besouros são caracterizados pelo aparato de defesa, que quando perturbado o besouro secreta uma espécie de spray químico seguida de um som de estalo em uma rápida explosão de pulsos especiais vinda das glândulas localizada na parte traseira seu abdômen.Essas glândulas armazenam compostos químicos reagentes ( hidroquinona e peróxido de hidrogênio) que quando o besouro se sente ameaçado contrai determinados músculos que forçam a saída de dois desses agentes através de tubos valvulados em uma câmera de mistura contendo H2O e uma mistura de enzimas catalíticas, que quando combinados os reagentes por uma drástica reação química exotérmica que elevam a temperatura próxima do ponto de ebulição da água.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;O acumulo de pressão dentro das câmaras forçam as válvulas de entrada a fechar, protegendo os órgãos internos do besouro.A ebulição do composto gerado torna-se um gás que é expelido através de uma das válvulas de saída para o meio externo com um som alto característico de um estouro.As aberturas das glândulas &amp;nbsp;dos besouros bombardeiros descarregam a excreção com tamanha velocidade em todas as direções e podem acertar o alvo (presa ou predador) com uma precisão considerável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Os danos causados podem ser fatais para alguns insetos e letal para outros e consideravelmente doloroso para a pele humana.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span class="Apple-style-span" style="font-size: large;"&gt;Veja abaixo um vídeo mostrando a ação do besouro bombardeiro &amp;nbsp;:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="349" src="http://www.youtube.com/embed/j-wVFLucTks" width="560"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Referencias :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
BUZZI, Zundir J; Entomologia Didática, Subordem Adephaga, Ed.UFPR 2010.&lt;br /&gt;
BUZZI, Zundir J; Coletânea de termos técnicos de entomologia, Ed.UFPR 2003.&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://bugguide.net/node/view/16725"&gt;BUG GUIDE :&amp;nbsp;Genus Brachinus&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.talkorigins.org/faqs/bombardier.html"&gt;Mark Isaak :&amp;nbsp;Bombardier Beetles and the Argument of Design&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.carabidae.ru/carabidae.htm"&gt;Trees of family Carabidae: &amp;nbsp;Carabidae of the World Database. 2008&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-4459230216170920793?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/kQO0duMUUz8/o-besouro-bombardeiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-7PS6X9c6kdg/Tixhr3lA6QI/AAAAAAAAB7M/POyFpXV2HBs/s72-c/436px-Pheropsophus_verticalis_01_Pengo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/06/o-besouro-bombardeiro.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-8510555139944973438.post-4857572878164651377</guid><pubDate>Fri, 27 May 2011 17:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-07-24T15:30:28.224-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Colunistas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Victor Rossetti</category><title>PRIMATAS ESQUECIDOS PELO TEMPO</title><description>&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;por Victor Rossetti&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-U13nm4RQowA/Tixj3X7TiEI/AAAAAAAAB7Q/E26050x3HxQ/s1600/orangotango.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="199" src="http://4.bp.blogspot.com/-U13nm4RQowA/Tixj3X7TiEI/AAAAAAAAB7Q/E26050x3HxQ/s200/orangotango.jpg" width="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Orangotango (&amp;nbsp;&lt;i&gt;Pongo sp&amp;nbsp;&lt;/i&gt;)&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Oligoceno, entre 34 e 22 milhões de anos.Caracterizados pelo aparecimento de muitos mamíferos, os primeiros cavalos com apenas três dedos e que se fundiram e deram origem ao casco dos cavalos atuais. Surgem também os primeiros elefantes e grandes mamíferos que conhecemos hoje.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O nível de atividade vulcânica era alto e as geleiras da Antártica começavam a se formar, diminuindo assim o volume de água dos oceanos.A Índia se choca com o continente Asiático.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;As angiospermas dominam todo o planeta, mas somente no Mioceno&lt;b&gt; &lt;/b&gt;entre 22 até aproximadamente 5,5 milhões de anos atrás que a nossa jornada começa. A Antártica se forma por completo, dando origem a aquele manto polar na qual conhecemos hoje. Os tubarões atuais se irradiam por todo o globo dando origem a diversas espécies e ecótipos. Hoje são mais de quinhentas espécies, sendo que duzentas delas vivem em oceano profundo, desde o tubarão baleia até o tubarão da Groenlândia cujo comportamento sedentário se modificou graças a atuação do homem em seu habitat.Nesse tempo surgem os primeiros antropóides. Os antropóides ou símios são caracterizados pela ausência de cauda, são “quadrúpedes” e as vezes bípedes, locomovendo-se por braquiação, ou seja, utilizando os nós dos dedos como base para seu caminhar desengonçado, como fazem os gorilas, gibões, chimpanzés e orangotangos. Além disso, apresentavam também uma face ortognata, isso quer dizer que ele tinham uma face projetada para trás, como a nossa. É muito importante dizer que os antropóides não são macacos, quando vamos ao zoológico e vemos um gorila ou um chimpanzé pode ter certeza que&amp;nbsp; eles não são macacos e sim símios, os macacos são totalmente quadrúpedes, geralmente apresentam caudas (salvo algumas espécies), se locomovem aos saltos e apresentam seu focinho longo, chamado prognata, como fazem o&amp;nbsp; macaco prego e muitos outros.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; No Mioceno, mais de 100 espécies diferentes de símios co-existiam onde hoje é a França, China, Quênia, Namíbia e outros locais próximos formando aproximadamente 40 gêneros diferentes. Dentre eles, 14 viveram na África entre 22 e17 milhões de anos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Eles variavam muito em formas e pesos, existindo alguns de 3 quilos, e outros pesando mais que um gorila, como o &lt;i&gt;Afropithecus &lt;/i&gt;ou o &lt;i&gt;Proconsul&lt;/i&gt;. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Este último podia pesar entre 10 e 80 quilos, apresentando pelves e escapulas adaptadas a vida arborícola e com uma mobilidade maior nos pés, mãos, braços e tornozelos quando comparados com outros primatas. Eram contemporâneos aos primatas da Eurásia, os &lt;i&gt;Heliopithecus &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Gripopithecus&lt;/i&gt;.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Por volta de 13 milhões de anos surgem os &lt;i&gt;Sivapithecus &lt;/i&gt;na Ásia e os &lt;i&gt;Dryopithecus &lt;/i&gt;na Europa, o primeiro pode ser ancestral dos primeiros orangotangos.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Todos eles comedores de frutas e com adaptações nos cotovelos para promover fantásticos movimentos com os membros. Um grupo de pesquisa conseguiu identificar alguns pedaços, incluindo mandíbulas, maxilas, dentes e crânio de uma espécie de primata da Grécia chamado &lt;i&gt;Ouranopithecus macedoniensis&lt;/i&gt;. Esse primata viveu por volta de 9 milhões de anos e se alimentava de raízes, sementes e tubérculos vivendo em ambientes relativamente abertos. Estudos foram feitos no tipo de dentição mandibular desse organismo comparando com outros organismos da época como o &lt;i&gt;Afropithecus,&lt;/i&gt; &lt;i&gt;Proconsul, &lt;/i&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Dryopithecus, Lufengpithecus &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Gigantopithecus.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-sCiT39zZrls/Tixj3mncv8I/AAAAAAAAB7U/gqXUUWqakto/s1600/primatas.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="248" src="http://4.bp.blogspot.com/-sCiT39zZrls/Tixj3mncv8I/AAAAAAAAB7U/gqXUUWqakto/s400/primatas.jpg" width="400" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;i&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A aproximadamente 7 milhões de anos os &lt;i&gt;Dryopithecus &lt;/i&gt;dão origem a duas possíveis novas linhagens de primatas, na Grécia surgem os &lt;i&gt;Ouranopithecus &lt;/i&gt;e na Itália os &lt;i&gt;Oreopithecus&lt;/i&gt;. No entanto uma virada brutal no clima acaba extinguindo os primatas da Eurásia e fazendo com que os únicos sobreviventes &lt;i&gt;Sivapithecus &lt;/i&gt;e &lt;i&gt;Dryopithecus &lt;/i&gt;migrassem para a China e sudeste Europeu.Nessa mesma época ocorre a diferenciação de uma linhagem de primatas que daría origem aos chimpanzés e os bonobos.Estudos mostram que essa população em comum ancestral desses dois símios foi dividida em duas populações de acordo com uma mudança de curso do rio Congo na África e fez com que essa população originasse a espécies diferentes com o decorrer dos anos, um fenômeno comum chamado de especiação alopátrica.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Se analisarmos os ossos de um chimpanzé e de um bonobo não acharemos diferença anatômicas muito grandes, pois são idênticos na visão de um leigo, talvez apenas um especialista soubesse dizer essas diferenças entre ambos, mesmo porque externamente um bonobo é um chimpanzé apresentam apenas algumas pequenas mudanças morfológicas como nariz, testa e outras, e comportamentais, pois o estilo de sociedade adotada pelos bonobos não são tão agressivas quanto a dos chimpanzés.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A sociedade estabelecida por um grupo de chimpanzés é chefiada por um macho, que geralmente são agressivos uns com os outros. Diferente dos bonobos, onde a sustentação social deles é dada pela fêmea, e de alguma forma eles utilizam o sexo e a masturbação para aliviar o estresse e a tensão, muitas vezes a masturbação é realizada pelos machos ajudando uns aos outros. Em sua sociedade o sexo não é apenas para a reprodução e sim como uma forma de lazer ou de prazer, sendo feito em várias posições. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-9rz4VCunW0s/Tixj4Zctn_I/AAAAAAAAB7Y/jxGKkVBE1c0/s1600/aegpitos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://2.bp.blogspot.com/-9rz4VCunW0s/Tixj4Zctn_I/AAAAAAAAB7Y/jxGKkVBE1c0/s320/aegpitos.jpg" width="252" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Os orangotangos também se masturbam com frequencia, mas tem peculiaridades muito especiais, são animais mais isolados, mas em alguns locais quando andam em sociedade, se houver muitos machos um orangotango adolescente pode estender mais ainda sua adolescência enquanto não achar espaço para se maturar e vira adulto, pois a presença de muitos machos adultos pode por sua vida em risco, pode gerar competições. Isso envolve uma questão hormonal complexa e pouco estudada. Muitas vezes o orangotango adolescente estupra uma fêmea. Os oragotangos se divergiram dos outros primatas não humanos a quatorze milhões de anos. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Os chimpanzés verdadeiros surgem a aproximadamente 6 milhões de anos atrás, os gorilas a 10 milhões de anos e os gibões por volta de 19 milhões de anos atrás.&amp;nbsp;Por volta de &lt;st1:metricconverter productid="7 a" w:st="on"&gt;7 a&lt;/st1:metricconverter&gt; 8 milhões de anos atrás surge o que seria o primeiro ancestral dos homens. Alguns pesquisadores encontraram um crânio fossilizado que pode pertencer a linhagem que deu origem ao homem, esse crânio foi datado em 29 milhões de anos, e demonstrou que a capacidade mental desses primatas antigos eram limitadas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O nome do organismo é &lt;i&gt;Aegyptopithecus zeuxis&lt;/i&gt; e o fóssil pertencia a uma fêmea sendo que já foi encontrado um macho exemplar, eles apresentam um dimorfismo sexual bem acentuado e tudo indica que sua linhagem já tinha se separado da linhagem dos lêmures apesar de ambos apresentarem um cérebro relativamente do mesmo tamanho, conferindo um córtex visual relativamente amplo, característico de primatas e seu olhos eram típicos de um primata diurno . Mas só pelo fato de encontrarmos registros fósseis de organismos que apresentam uma ou mais características humanas e simiescas já nos da motivo para acreditar que compartilhamos nossa historia &amp;nbsp;com a dos outros animais. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;É por isso que biologicamente somos considerados primatas.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoBodyText" style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-ipDKHzOudDU/TixkTOWm9BI/AAAAAAAAB7c/lcSAkwhKVHM/s1600/net2.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://1.bp.blogspot.com/-ipDKHzOudDU/TixkTOWm9BI/AAAAAAAAB7c/lcSAkwhKVHM/s1600/net2.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://netnature.wordpress.com/"&gt;NETNATURE&lt;/a&gt;&amp;nbsp; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8510555139944973438-4857572878164651377?l=www.cienciablogada.com.br' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CienciaBlogada/~3/T6TgNbQIqLo/primatas-esquecidos-pelo-tempo.html</link><author>noreply@blogger.com (Rafael Souza)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-U13nm4RQowA/Tixj3X7TiEI/AAAAAAAAB7Q/E26050x3HxQ/s72-c/orangotango.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://www.cienciablogada.com.br/2011/05/primatas-esquecidos-pelo-tempo.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

