<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103</atom:id><lastBuildDate>Thu, 17 Oct 2024 14:24:54 +0000</lastBuildDate><title>Ciencia Possivel</title><description></description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>19</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-1412688575157092869</guid><pubDate>Sun, 10 Oct 2010 21:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:44:18.154-07:00</atom:updated><title>Aviso</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: x-large;&quot;&gt;&lt;b&gt;PARA AS PESSOAS QUE NAO SOUBEREM COMO VER A POSTAGEM TODA E SO COLOCAR NO TÍTULO ,QUE VOCE VERÁ TODA A POSTAGEM!&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;color: red; font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;OBS: CIENCIA POSSIVEL&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/aviso.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-3512984208364859401</guid><pubDate>Sun, 10 Oct 2010 21:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:35:25.069-07:00</atom:updated><title>O AQUECIMENTO GLOBAL</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;O aquecimento global traz impactos para a saúde pública de todos         os países e só através da colaboração internacional esse desafio         poderá ser vencido -- é&amp;nbsp;o que alerta a OMS no Dia Mundial da         Saúde 2008, comemorado nesta segunda-feira (7). &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;Entre as recomendações feitas pela agência das Nações Unidas está         o fortalecimento da vigilância sanitária e o controle de         enfermidades infecciosas. Com o aquecimento planetário, as         autoridades de saúde temem que doenças tipicamente tropicais,         como malária e dengue, atinjam os países hoje mais frios do         Hemisfério Norte. No Hemisfério Sul, alagamentos em algumas         regiões podem fortalecer ainda mais essas doenças; em outras, a         seca pode levar à desidratação e à desnutrição.&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;A poluição do ar promete mais casos de asmas, bronquites e outros         problemas de ordem respiratória, além de alergias. Também devem         aumentar os casos de doenças ligadas ao estresse, que afetam         coração, circulação e pulmões. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;A diretora-geral da OMS, Margaret Chan, afirma que se as mudanças         climáticas não forem combatidas, os suprimentos de comida, ar e         água estão sob risco. Ela também recomenda o fortalecimento da         infraestrutura de saúde em países pobres e em desenvolvimento. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;O maior impacto deve ser visto em regiões rurais e remotas, que         serão as primeiras a receber o impacto climático, alerta a OMS.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;iframe allowfullscreen=&#39;allowfullscreen&#39; webkitallowfullscreen=&#39;webkitallowfullscreen&#39; mozallowfullscreen=&#39;mozallowfullscreen&#39; width=&#39;320&#39; height=&#39;266&#39; src=&#39;https://www.blogger.com/video.g?token=AD6v5dzvvw1whqMX2U0ThcnJkr8rycU7J_CZ99qo_iTlfnQ4eh-haCyU4VjoB4aIXkAHgFC_ZYjFpdnQsuukMnUWVQ&#39; class=&#39;b-hbp-video b-uploaded&#39; frameborder=&#39;0&#39;&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/o-aquecimento-global.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-2054093084156115996</guid><pubDate>Mon, 04 Oct 2010 22:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:36:06.804-07:00</atom:updated><title>TV 3D sem óculos especiais</title><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: transparent; border: medium none; color: black; overflow: hidden; text-align: left; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://img440.imageshack.us/img440/4063/51376181.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;TV 3D sem óculos especiais&quot; border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://img440.imageshack.us/img440/4063/51376181.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;A &lt;/b&gt;&lt;b&gt;maioria das televisões que suportam tecnologia 3D requerem o uso de óculos especiais (aprenda aqui como fazer um óculos 3D), mas a empresa de eletrônicos Toshiba apresentou hoje na Ceatec uma linha de TV&#39;s com tecnologia 3D que não necessitam do uso destes óculos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span id=&quot;fullpost&quot;&gt;&lt;br /&gt;
A nova linha, chamada Regza GL, será lançada em Dezembro, no Japão, disponíveis em modelos de 12&quot; e 20&quot; polegadas (&lt;s&gt;apesar de não compensar muito ter uma TV 3D de 12&quot; polegadas&lt;/s&gt;),  e que demorará anos até ser possível desenvolver esta tecnologia com  TV&#39;s maiores e a um preço mais baixo, já que o modelo de 12&quot; polegadas,  chamado de 12GL, custa ¥ 120.000,00 (R$ 2.425), e a 20GL ¥ 240.000,00  (R$ 4.850).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tecnologia usada nesta TV cria 9 imagens com pequenas diferenças entre  si partindo da imagem original, gerando assim efeito tridimensional  visível de qualquer ângulo que se assista.&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/tv-3d-sem-oculos-especiais.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-8105322278426696563</guid><pubDate>Mon, 04 Oct 2010 21:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:36:18.463-07:00</atom:updated><title>Artigo da ‘Unesp Ciência’ aponta falhas do projeto de Código Florestal</title><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;img alt=&quot;Cientistas alegam que, ao tentar minimizar os problemas do agronegócio, a proposta acaba colocando em risco a biodiversidade e os serviços ambientais prestados pela floresta&quot; height=&quot;428&quot; src=&quot;http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/10/04/floresta_br_620.jpg&quot; title=&quot;Cientistas alegam que, ao tentar minimizar os problemas do agronegócio, a proposta acaba colocando em risco a biodiversidade e os serviços ambientais prestados pela floresta&quot; width=&quot;640&quot; /&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;No mês que vem, quando o governo federal anunciar de quanto foi o desmatamento da Amazônia neste ano, é muito provável que ele mostre a menor taxa desde 1988, quando o dado começou a ser medido anualmente pelo Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais). Uma vitória no caminho do compromisso assumido internacionalmente de reduzir o desmatamento para diminuir as emissões de gases de efeito estufa do país. Paralelamente, porém, é provável que o Congresso esteja votando um projeto de lei que substitui o atual Código Florestal – e que muitos pesquisadores e ambientalistas entendem ir na contramão desse compromisso, ao diminuir a proteção às florestas e permitir novos desmatamentos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O Código Florestal vem sendo negligenciado pelos agricultores, por quem fiscaliza e também na pesquisa, praticamente desde que foi criado. Estamos correndo atrás do prejuízo, com pressa e sem o cuidado e rigor necessários ao processo de produção científica&quot;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Gerd Sparovek, da Esalq/USP&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O texto original, de 1965, que sofreu alterações em 1989 e em 2000, dispõe sobre as chamadas APPs (áreas de preservação permanente, como matas ciliares e topos de morro) e a Reserva Legal, ou RL (trechos de propriedades privadas que não podem ser desmatados – a porcentagem varia conforme o bioma). Bastante rigoroso, ele é também largamente desrespeitado, e mais de 80 milhões de hectares de terra no país estão em situação de não conformidade com o código. A proposta de substitutivo elaborada pelo deputado federal Aldo Rebelo (PCdoB-SP), e já aprovada em comissão especial para votação em plenário, flexibiliza esses instrumentos de proteção com a justificativa, entre outras, de regularizar proprietários que infringiram a legislação vigente.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Esse projeto de lei vem sendo amplamente criticado por pesquisadores de diversas áreas diretamente relacionadas à matéria e não há informações que assegurem sua fundamentação científica, seja para as alterações previstas por seus dispositivos, seja como contraposição às objeções levantadas contra ele.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Cientistas alegam que, ao tentar minimizar os problemas do agronegócio, a proposta acaba colocando em risco a biodiversidade e os serviços ambientais prestados pela floresta. Quando questionado sobre o assunto, Aldo diz que ouviu, sim, pesquisadores, sem citar algum nome específico ou mostrar papers publicados. Certa vez, em uma coletiva de imprensa, deixou escapar de onde teria vindo sua consultoria científica: um assessor é biólogo. Mas a própria comunidade científica faz um mea-culpa. Apesar de não faltarem trabalhos que mostrem as consequências das supressões de vegetação nativa previstas, pesquisadores admitem que eles mesmos demoraram para se manifestar sobre a necessidade de modificar o código, inclusive para torná-lo mais efetivo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“O problema da maior parte da pesquisa existente é ela não ser adequadamente direcionada (ou decodificada) para atender demandas vindas da legislação. Não acho correto os pesquisadores afirmarem que existe enorme quantidade de informação disponível se ela não foi, com a ajuda deles, convertida em algo que possa ser útil na discussão”, desabafa Gerd Sparovek, da Esalq (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz), da USP. “O Código Florestal vem sendo negligenciado pelos agricultores, por quem fiscaliza, e também na pesquisa praticamente desde que ele foi criado. Estamos correndo atrás do prejuízo, com pressa e sem o cuidado e rigor necessários ao processo de produção científica, em muito, porque não demos a atenção devida ao problema no passado.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É desse agrônomo o cálculo do tamanho do déficit de vegetação no país. De acordo com o Código Florestal, deveria haver em APPs 103 milhões de hectares (Mha) no país, mas só 59 Mha estão protegidos. Já em Reserva Legal, o déficit é de 43 Mha, diante de 254 Mha previstos. São terras que, pela legislação vigente, deveriam ser recuperadas. O substitutivo proposto por Rebelo exime dessa responsabilidade terrenos, desmatados até 22 de julho de 2008, que sejam considerados áreas rurais consolidadas (com edificações, benfeitorias e atividades agrossilvipastoris), para as quais deverão ser promulgados programas de regularização ambiental em até cinco anos a partir da publicação da lei.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“Não há justificativa nenhuma para isso”, critica o biólogo Carlos Joly, da Unicamp, e um dos coordenadores do programa Biota/Fapesp. “O código foi modificado em 1989, usou-se o avanço do conhecimento científico para aprimorar a versão original e não há por que agora dizer que quem descumpriu até 2008 está anistiado. Tem de exigir a restauração. Temos um conhecimento técnico para que isso aconteça. Tem um custo enorme? Bem, então vamos pensar em maneiras como isso pode ser financiado”, complementa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Essa medida, acreditam pesquisadores ouvidos pela reportagem, pode incentivar novos desmatamentos – perderia o sentido respeitar as regras se no intervalo de alguns anos pode surgir uma nova lei e perdoar os passivos ambientais do passado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Joly organizou em agosto um seminário na Fapesp com pesquisadores de várias áreas do conhecimento para discutir os principais impactos que a alteração do código pode trazer para fauna e flora e para os serviços que a floresta presta em termos de proteção dos recursos hídricos, polinização, dispersão de sementes, etc. São dados já conhecidos há tempos pela academia, mas que foram apresentados juntos (e serão compilados até o final do ano em uma edição da revista Biota Neotropica) para tentar estender a discussão e demover os congressistas da ideia de votar o projeto agora, logo depois das eleições.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“O fato de o código hoje ser tão desrespeitado mostra que de fato tem algo de errado com ele. Precisamos chegar a um consenso, mas para isso precisamos nos basear nas pesquisas. E há lacunas a serem preenchidas, como estudos que mostrem alternativas, que apontem exatamente o tamanho do custo [socioeconômico e ambiental] do desmatamento em relação à recuperação da mata e ao investimento de tecnologias na agropecuária, por exemplo. Mas a tônica é evitar uma votação imediata, porque faltam dados para tomar uma decisão”, defende o ecólogo Jean Paul Metzger, da USP.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Extinção em massa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Em carta publicada em 16 de julho na revista Science, ele, Joly e colegas alertaram que a modificação do código pode levar a um aumento “substancial” de emissões de gás carbônico e à extinção de pelo menos 100 mil espécies. Esse número considera uma eventual perda de 70 milhões de hectares na Amazônia em decorrência da diminuição da Reserva Legal. O projeto de lei prevê que “pequenas propriedades” com até quatro módulos fiscais – o que na região pode passar de 400 hectares – não precisam manter a área. Além disso, em algumas condições, permite que as APPs sejam incluídas no cômputo da RL do imóvel. E autoriza que a recuperação da reserva seja realizada com plantio intercalado de espécies nativas e exóticas, sendo que estas não podem exceder 50% da área total a ser recuperada.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Outra mudança que pode ter implicação direta sobre a biodiversidade é a redução de APPs dos atuais 30 metros para 15 metros nas margens de corpos d’água com menos de 5 metros de largura. “Isso representa mais de 80% dos rios brasileiros”, afirma Joly. Peixes e anfíbios serão os primeiros a sentir as mudanças, de acordo com uma dupla de pesquisadores da Unesp.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A bióloga Lilian Casatti, do Instituto de Biociências, Letras e Ciências Exatas (Ibilce), do câmpus de São José do Rio Preto, que está compilando os trabalhos sobre o impacto na ictiofauna para a Biota Neotropica, lembra que a maioria das espécies de peixes de água doce do país vive nos pequenos riachos, dependendo assim da presença de matas ripárias. A supressão da floresta significa, por exemplo, uma maior incidência de sol na água, aumentando sua temperatura, o que leva a uma proliferação de algas e, por fim, à eutrofização da água, provocando a morte de peixes (veja quadro abaixo).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ela comparou a situação de 95 riachos do noroeste do Estado, escolhidos aleatoriamente – metade estava totalmente desmatada nas margens e metade mantinha alguma preservação. “A diferença era visível. Onde não tinha mata, as espécies exóticas, mais tolerantes, dominavam, substituindo as espécies nativas especialistas.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os peixes maiores, de interesse para a pesca, também podem sentir o impacto da diminuição da mata ciliar. “Se as cabeceiras ficam desprotegidas, a parte mais larga, rio abaixo, vai acabar sofrendo com o assoreamento. Muitas espécies que colocam os ovos no fundo dos rios podem assim ter os filhotes soterrados. Além disso, se o leito está assoreado, o rio perde em volume e, sem as colunas d’água, grandes predadores, como tucunaré, dourado, jaú e pintado, vão perder área.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Também nos menores riachos é onde ocorre a maioria das espécies de anfíbios, lembra Célio Haddad, da Unesp de Rio Claro, que colaborou com Felipe Toledo, da Unicamp, além de outros especialistas, para revisar a mudança do código sob o ponto de vista da conservação de anfíbios. Esses animais se reproduzem na água, mas usam as matas ciliares para abrigo e alimentação. A diminuição de APPs, assim como de Reserva Legal, pode promover redução e fragmentação de habitats, com consequências como endogamia (cruzamento entre parentes, levando à perda de diversidade genética), além de aumento da radiação, promovendo insolação direta sobre os ovos, larvas e girinos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para Haddad, além de não ser “ético o ser humano destruir outros organismos, eliminar espécies”, a perda de anfíbios, assim como pode ocorrer com os peixes, vai alterar o equilíbrio ecológico. Reduzir suas populações significaria ter uma proliferação de insetos, que podem ser praga da agricultura ou transmissores de doenças para o homem, além de diminuir a oferta de alimento para peixes, répteis, aves e mamíferos que predam anfíbios. “Deveríamos estar indo no outro caminho, de reconectar os fragmentos. A proposta vem na contramão de tudo o que a ciência está falando que é para fazer, não só por uma questão de bondade com os organismos, mas para o bem do ser humano”, afirma.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Quanto maior, melhor&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para a manutenção mais efetiva de algumas espécies de animais, aliás, os pesquisadores pedem uma revisão diferente do Código Florestal: que ele fique mais rigoroso. É a conclusão a que chegaram os pesquisadores Carlos Peres e Alex Lees, da Universidade de East Anglia, na Inglaterra, após analisarem populações de aves e mamíferos em 37 fragmentos florestais na região de Alta Floresta (MT), em 2005.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Com o apoio de imagens de satélites, eles definiram as condições de largura e estrutura mínimas necessárias para manter viáveis esses grupos e concluíram que a funcionalidade desses corredores é maior quando eles estão conectados a grandes manchas de matas. Os espaços mais estreitos (com menos de 200 metros de largura) e isolados – condição da maioria das matas que restaram no arco do desmatamento na Amazônia – apresentaram um terço das aves e um quarto dos mamíferos vistos nos fragmentos maiores e mais conectados.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“Qualquer extensão de mata em regiões já muito desmatadas, como grande parte do arco do desmatamento amazônico, cumpre um papel de importância altamente desproporcional na retenção da biodiversidade”, explica Peres. “A largura exigida pelo código vigente representa um mínimo necessário para que esses remanescentes continuem funcionando tanto como corredores ecológicos, amenizando a hostilidade de qualquer paisagem desmatada, quanto como habitat florestal para uma gama de espécies com níveis de especificidade diferenciados.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Resultados semelhantes foram obtidos por Fernanda Michalski, do Instituto Procarnívoros e da Universidade Federal do Amapá, que estudou a eficiência dos corredores para carnívoros de médio porte na mesma região. Seu propósito era verificar que tipos de fragmentos estavam sendo habitados por esses animais, para analisar quão coerente é a nossa legislação em termos de conservação. Descobriu que o tamanho das matas ao longo de cursos d’água é, de longe, o principal determinante para a viabilidade de diversas espécies.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Durante os oito anos em que esteve no norte de Mato Grosso estudando a fragmentação na Amazônia, a pesquisadora não encontrou em áreas florestadas com cerca de 800 hectares animais como queixadas. Em fragmentos de 100 hectares, a probabilidade de ocorrência de onças-pintadas foi inferior a 40%.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Outro impacto importante é no chamado efeito de borda – a vegetação que fica, como o nome diz, na borda de um corredor ou fragmento é sempre mais afetada pelas perturbações externas, como luminosidade, ressecamento do ar e do solo, rajadas de ventos, queimadas, etc. De acordo com Metzger, em artigo publicado na revista Natureza e Conservação sobre as bases científicas do código atual, esses efeitos são mais intensos nos primeiros 100 metros de largura, “o que implica que corredores com menos de 200 metros são formados essencialmente por ambientes de borda, altamente perturbados”, escreve, citando Peres e Lees. Fernanda conta que notou, em trechos de 100 metros no Mato Grosso, “uma grande proporção de árvores mortas, especialmente de grande porte”.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os autores sugerem que as APPs em torno de rios na Amazônia deveriam manter pelo menos 200 metros de área florestada de cada lado para que haja uma plena conservação da biodiversidade. “A manutenção de corredores de 60 m (30 m de cada lado do rio), conforme a legislação atual, resultaria na conservação de apenas 60% das espécies locais”, cita Metzger.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Serviços para o homem&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Em setembro, Fernanda, Peres e o zoólogo Darren Norris, que é doutorando na Unesp de Rio Claro, frisaram em carta na Science que “as reformas poderão levar a perdas irreversíveis à biodiversidade”. Eles reafirmam que a redução dos corredores florestais significa que as paisagens vão perder a capacidade de reter e conectar espécies e de manter a qualidade e o fluxo de recursos hídricos. O empobrecimento do ambiente poderá ser sentido pelas erosões no solo e pela cada vez menor capacidade de captação de água, o que em si pode trazer consequências econômicas, como a desvalorização do preço da terra.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“Há uma relação direta com o funcionamento do ecossistema. A floresta não vai mais funcionar como deveria, não terá mais dispersor de semente nem polinizador. Com isso, tudo o que ela provia, como reduzir assoreamento de rios, diminuir a temperatura local, vai se perder”, complementa Mauro Galetti, da Unesp de Rio Claro e organizador de uma compilação de estudos sobre impactos nos mamíferos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;José Galizia Tundisi, do Instituto Internacional de Ecologia e um dos principais especialistas em recursos hídricos do país, concorda. “Os leigos, em geral, esquecem que a vegetação é parte do ciclo hidrológico. Sem ela, a água não consegue se infiltrar, diminui a capacidade de produção de vapor d’água que depois vai trazer chuva.” Segundo ele, o aspecto mais prático dessa história é que quando há uma vegetação protegendo os mananciais tem-se um custo de tratamento de água menor. “Em algumas áreas do interior de São Paulo onde o manancial está bem protegido, calculamos que o tratamento de mil metros cúbicos custa R$ 2. Quando não há vegetação, isso pode subir para R$ 300.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Sem contar que o maior assoreamento dos rios pode tornar mais frequentes e intensas as inundações rio abaixo, afetando as populações ribeirinhas que moram ao longo do curso d’água. “Transfere-se o ônus da produção agrícola para a população mais carente de centros urbanos”, diz Joly.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Galetti complementa: “É comum a gente ouvir: ‘ah, para que proteger o mico-leão?’. O problema é que ninguém faz o papel do mico-leão. Ele dispersa no mínimo umas cem espécies de plantas, que não têm outros dispersores. Portanto, para ter uma mata ciliar rica, que proteja o rio, é preciso ter o mico-leão. É o papel ecológico de cada espécie no ecossistema”.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ele cita como exemplo um problema que já se observou no sudoeste de São Paulo, onde foi extinto localmente o cervo-do-pantanal (Blastocerus dichotomus) em razão da destruição das várzeas (essas áreas deixam de ser consideradas APPs pelo novo código) para construção de hidrelétricas. Em estudo realizado na área de inundação da usina Sérgio Motta, José Maurício Barbanti Duarte, da Unesp de Jaboticabal, e colegas estimaram uma redução populacional de 80% dois anos após o enchimento do reservatório. “O bicho tenta fugir para algum lugar, acaba indo para os pastos, onde estão os animais domésticos, levando doenças que não existiam ali”, explica Galetti.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A maior parte dos pesquisadores ouvidos na reportagem acredita que o prejuízo aos serviços ambientais pode acabar afetando a própria agricultura. Os danos diretos são erosão e diminuição da oferta de água.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ao longo de dez anos Joly conduziu um projeto na região do rio Jacaré Pepira, em Brotas (SP), onde comparou o grau de erosão entre solos com mata ciliar bem preservada, com pastagem e sem nada. “No último caso, a perda de solo chegou a 15 toneladas/hectare/ano. Na área de pastagem esse valor cai para cerca de 700 kg/ano. Na mata ciliar, não chega a 500 gramas. Claro que ninguém vai deixar o solo nu o ano inteiro, mas, se em vez da pastagem, que é uma cobertura de certa forma homogênea e contínua do solo, tiver uma cultura com plantio intercalado e áreas de solo aberto no meio, aumenta tremendamente a erosão”, explica.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tundisi recorda uma situação similar que ocorreu nos Estados Unidos na década de 1920, na região do Texas. “Ali havia uma grama que protegia as planícies, mantinha a umidade. O governo incentivou a produção de trigo no local. Por alguns anos, tiveram colheitas magníficas. A partir de 1930 o solo começou a se degradar. Sem a grama, ocorreu uma seca e perdeu-se toda uma região. Isso só começou a ser recomposto em 1938/1939, com as florestas plantadas pelo governo Roosevelt. É um exemplo bem claro do que pode acontecer aqui.” (Leia mais no Ponto Crítico, pág. 50.)&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Questionado pela reportagem sobre quais estudos teriam fundamentado as mudanças no Código Florestal, o deputado Aldo Rebelo não citou nomes de pesquisadores, nem publicações científicas. “Nos baseamos em estudos dos consultores da Câmara dos Deputados, engenheiros florestais, biólogos, e outros especialistas que ajudaram inclusive na redação da proposta”, disse. “Promovemos audiências no país inteiro, todos que quiseram se manifestar, o fizeram. Agora, não deu para ouvir pessoalmente esse ou aquele pesquisador. Há muitos pesquisadores.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Ele disse que ouviu “especialmente a Embrapa”, e que um dos pontos mais polêmicos da proposta teria sido referendado pela área ambiental do governo. “A resolução de reduzirmos a mata ciliar nos córregos de 30 para 15 metros foi de acordo com o Ministério do Meio Ambiente”, disse. “Também nos baseamos em estudos de legislação comparada, já que não existe reserva legal em nenhum país do mundo.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“Não foi bem isso”, rebateu João de Deus Medeiros, diretor de Florestas do ministério. “Tínhamos proposto que matas ripárias de rios com largura de até 10 metros tivessem 15 metros, em vez de 30 metros, exclusivamente nos casos de recomposição da vegetação.” Segundo ele, o MMA trabalha num texto alternativo ao do deputado, pois vários pontos são conflitantes com a política do governo federal. “Nossa proposta não pode ser interpretada como flexibilização. Todos os rios de até 10 metros precisam ter 30 metros de mata de cada lado. Não vamos permitir que se rea-lizem novos desmatamentos nas APPs.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Após a reportagem ter reiterado a solicitação de avaliações científicas sobre as consequências ambientais da alteração da lei, o deputado disse que em vez de um corte científico, a reportagem teria um viés político. E, apesar de não ter indicado nenhum cientista favorável ao seu substitutivo, desafiou: “Quero ver se vocês só vão ouvir o grupo de pesquisadores que se opõem à proposta. Parece que sim. Então não é honesto de sua parte dizer que a reportagem será estritamente científica.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mesmo sem o deputado ter apontado pesquisadores e estudos favoráveis ao seu projeto, insistimos. Procuramos a Embrapa para responder à pergunta: é possível manter essa necessária proteção às florestas e ainda atender às demandas de um setor que tem forte apelo para a economia, ao representar quase 30% do PIB nacional?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A dúvida foi espalhada pelo setor ruralista do Congresso a partir de 2009, quando ganhou destaque um estudo feito por Evaristo Eduardo de Miranda, então chefe da Embrapa Monitoramento por Satélite, que sugeriu que faltaria terra para a expansão agrícola no país se fosse cumprida à risca a legislação ambiental, fundiária e indigenista. O trabalho, criticado por ambientalistas e pela academia, acabou não sendo endossado nem mesmo pela Embrapa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Terra de sobra&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“Não há problema, no momento, de falta de terra para expansão da agricultura e pecuária no Brasil”, afirma Celso Manzatto, chefe-geral da Embrapa Meio Ambiente. “Mostramos nos últimos 20 anos que é possível ganhar produtividade sem precisar incorporar novas terras. Não significa, necessariamente, que vamos ter desmatamento zero. O que o país precisa, e ainda não dispõe, é de políticas de ordenamento do território que apontem claramente quais são as áreas a serem ocupadas para a produção agropecuária no futuro.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Procurado pela reportagem, Miranda disse que sustenta seus dados: “Há um problema entre o uso efetivo da terra e o que fala a lei”. Mas afirma que não chegou a ser ouvido na formulação do substitutivo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Já Gerd Sparovek, que fez um mapeamento semelhante de quanto do território deveria estar, ou já é, preservado, defende que não existe necessidade de revisar o código para permitir o desenvolvimento do setor agropecuário. Segundo ele, a agricultura tem espaço para se expandir sobre áreas de elevada e média aptidão agrícola que hoje são ocupadas pela pecuária extensiva (com 1,1 cabeça por hectare). Pelos seus cálculos, encontram-se nestas condições 61 Mha, dentre os 211 Mha ocupados pela pecuária. “Com isso é possível quase dobrar a área agrícola no país”, diz. Hoje a atividade se espalha por 67 Mha.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para garantir esse espaço, seria necessário adotar técnicas de intensificação da pecuária e de integração com a agricultura, que, apesar de já estarem desenvolvidas do ponto de vista técnico, ainda são muito pouco adotadas. Sparovek acredita que a explicação para isso é complexa. “A falta de alternativas de desenvolvimento em outros setores, a ausência de remuneração da floresta em pé, a frouxa fiscalização, a valorização imobiliária de terras depois de desmatadas, a existência de mercado para produtos de desmatamento (carvão vegetal, madeira) e aspectos culturais do uso da terra como reserva patrimonial são, provavelmente, as razões para a contínua expansão da fronteira agrícola no Brasil através do desmatamento”, diz.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Por isso, ele acredita na necessidade de criação de um “gatilho que desencadeie uma nova forma de as coisas acontecerem”, que teria de vir no formato de uma lei ambiental sobre áreas privadas que tenha condições de ser cumprida. “Que seja adequadamente fiscalizada e restrinja de forma muito contundente a abertura ilegal de novas áreas bem como o desmatamento em situações em que ele não se justifica para o estabelecimento de uma agropecuária intensiva.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Apesar de concordar que é possível crescer dessa forma, o ex-ministro da Agricultura Roberto Rodrigues, coordenador do Centro de Agronegócio da FGV, em São Paulo, e professor de Economia Rural da Unesp de Jaboticabal, vê a questão com ressalvas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“Estou convencido de que a integração pecuária-lavoura é algo que vai revolucionar a agricultura do mundo inteiro. É um caminho formidável para ampliar a produção, mas a incorporação de tecnologia é um processo que depende de uma política de renda para o campo que o Brasil não tem ainda. Razão pela qual ampliar a fronteira talvez seja mais barato”, afirma.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“Penso que o crescimento da produtividade, tanto na pecuária quanto na agricultura e na integração das duas atividades, pode resolver o problema do desmatamento da Amazônia. Mas não sei se resolve o problema do Cerrado. Lá é muito barato abrir terra. Então há uma tendência de ampliar essa área”, complementa.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O problema, diz ele, é que o código atual está “desatualizado em função da realidade dos fatos”. “Não estou fazendo juízo de valor se está certo ou errado, mas estou dizendo como é a vida real, não como a gente sonha. Porque é muito mais difícil uma reforma no crédito rural e ter tecnologias que sejam mais sustentáveis entrando rapidamente do que ampliar a fronteira.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Rodrigues afirma que a proposta de Rebelo “tem um mérito enorme de ninguém ter gostado dela”. Para ele, isso significa que ela é equilibrada. Mas criticou o artigo 47, que prevê moratória de cinco anos em que não será permitida a supressão de florestas para o estabelecimento de atividades agropastoris – excetuam-se imóveis que já tenham autorização de corte emitida.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;“O agronegócio sente que o país perde uma oportunidade de crescer”, diz. “Tem de fazer uma lei que seja realista. Se fizer uma lei que estabeleça uma moratória para o desmatamento do Cerrado, mas ela não for acompanhada de instrumentos de política econômica para o campo que permitam o crescimento da tecnologia e o aumento da produção nas áreas já disponíveis, [o desmatamento] vai acontecer.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para Manzatto, o problema é que há uma situação de conflito em algumas regiões que estão na ilegalidade, em especial nos casos considerados de ocupação consolidada (como os arrozais em várzea no sul do país), e é preciso discutir essa ocupação. “E é evidente que tem também um componente social de recomposição dessas áreas que precisa ser dimensionado”, diz.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mas ele admite que nem a Embrapa tem condições de falar em quanto, por exemplo, poderiam ser alteradas as faixas de proteção no país. “Na verdade nós não temos os indicadores e até sugerimos uma moratória de pesquisas para que pudéssemos gerar dados um pouco mais técnicos e embasados para a discussão.”&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte: Ciencia Possivel&lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/artigo-da-unesp-ciencia-aponta-falhas.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-62668180442743488</guid><pubDate>Mon, 04 Oct 2010 21:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:36:37.612-07:00</atom:updated><title>Reunião na China tenta salvar conferência da ONU sobre o clima</title><description>&lt;b&gt;A última rodada de negociações preparatórias para a conferência das  Nações Unidas sobre o clima em Cancún (COP 16), prevista para começar no  final de novembro, foi iniciada nesta segunda-feira (4) na cidade de  Tianjin, no leste da China.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Muitos veem na reunião de seis dias como a última chance de se  encontrar denominadores comuns e salvar os esforços internacionais por  um acordo sobre o clima, fortemente abalados desde a COP 15, a reunião  de 2009 em Copenhague.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  A própria secretária-executiva da convenção da ONU sobre o clima, a  costa-riquenha Christiana Figueres, alertou para a urgência dessa  necessidade.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  &quot;Um avanço concreto em Cancún é uma necessidade crucial para restaurar a  fé e a capacidade dos envolvidos de levarem o processo adiante,  evitando que o multilateralismo seja visto como uma estrada sem fim&quot;,  disse Figueres em seu discurso de abertura em Tianjin.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;foto componente_materia midia-largura-300&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;img alt=&quot;Christiana Figueres, secretária-executiva da convenção da ONU sobre o clima, discursa na abertura da conferência de Tianjin&quot; height=&quot;470&quot; src=&quot;http://s.glbimg.com/jo/g1/f/original/2010/10/04/china_cop_300-2.jpg&quot; title=&quot;Christiana Figueres, secretária-executiva da convenção da ONU sobre o clima, discursa na abertura da conferência de Tianjin&quot; width=&quot;300&quot; /&gt;&lt;b&gt;Christiana Figueres, secretária-executiva da&lt;br /&gt;
convenção da ONU sobre o clima, discursa na&lt;br /&gt;
abertura da conferência de Tianjin&lt;br /&gt;
(Foto: Peter Parks / AFP)&lt;/b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;  A conferência de Copenhague, que começou cercada de expectativas de um  acordo que viesse a substituir o Protocolo de Kyoto (o tratado que prevê  cortes nas emissões dos gases que provocam o efeito estufa e que expira  em 2012), acabou sem qualquer acordo oficial assinado por todos os  países.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Apenas as maiores economias, entre elas, Brasil, China, Índia, Europa e  Estados Unidos, assinaram uma carta de intenções, que estipula um teto  de aquecimento global e prevê um fundo de emergência para países  atingidos pelas mudanças climáticas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;Obstáculos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Ao longo do ano, o processo sofreu outro revés importante com a não aprovação da legislação climática americana pelo Senado.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Os Estados Unidos, por serem historicamente o maiores poluidores -  embora, em números absolutos anuais, tenham sido superados pela China -  estão no centro dos principais impasses nas negociações.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  O país, a única grande economia que não ratificou o Protocolo de Kyoto,  defende a criação de um novo tratado internacional, em vez de uma  continuação de Kyoto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Paralelamente, o grupo de países em desenvolvimento apelidado de Basic -  Brasil, África do Sul, Índia e China - tomou forma e realizou encontros  ao longo do ano, tentando afinar uma posição conjunta.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;Risco&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Para alguns, o encontro em Cancún pode, em vez de restabelecer a  confiança no processo internacional, acabar como a pá de cal dele.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  As reuniões anuais das Nações Unidas levam milhares de representantes  de mais de 190 países, além de cientistas, ativistas a locais tão  díspares como Bali, Nairóbi, Copenhague e Cancún.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Sem avanços, as críticas sobre a quantidade de emissões e dinheiro empenhado no processo ganham força.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Nos Estados Unidos, há cada vez mais gente defendendo acordos paralelos  e legislações nacionais, em vez de um acordo internacional abrangente  nos moldes de Kyoto.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Em Tianjin, negociadores tentarão reduzir o texto negociado, que atualmente tem mais de 70 páginas.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;b&gt;Problemas&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Entre os principais pontos de discórdia estão metas pós-2012 de  emissões de gases que produzem o efeito estufa e como administrar as  verbas de US$ 100 bilhões por ano do fundo de emergência já proposto  pelos países ricos.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  No entanto, tampouco está claro de onde virão bilhões deste fundo.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  O chamado Acordo de Copenhague, adotado por alguns países em 2009,  também estipula como teto para o aquecimento global 2ºC acima da  temperatura pré-industrial.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Este número também precisa ser aceito por outros países para que se  possa começar a pensar em medidas que levem a manutenção deste limite.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;  Cientistas afirmam que as atuais promessas de cortes de emissões  apresentadas pelos integrantes da convenção do clima não evitariam um  aquecimento mais catastrófico.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Editado: Ciencia Possivel &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/reuniao-na-china-tenta-salvar.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-998835226469322163</guid><pubDate>Mon, 04 Oct 2010 21:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:36:59.874-07:00</atom:updated><title>Chega ao Brasil supercomputador para melhorar previsão do tempo</title><description>&lt;h2 style=&quot;color: #cccccc;&quot;&gt;Equipamento de 40 toneladas custou US$ 23 milhões.&lt;br /&gt;
Instalações do Inpe em Cachoeira Paulista vão abrigar aquisição.&lt;/h2&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2UeYpssvQYkbyF72P5c9E8wqsa-mmydQmnEjjsBjzO0xOnIq6hV-crZZqWm5DIsonfB33ofC9Ctg1MDUVPQHb7tsvTPF4AwRRvk8wLwoboS1aG2QC5Ywj3G2kgq-EUdFFLJq8mVA352A/s1600/supercomp_620.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;267&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2UeYpssvQYkbyF72P5c9E8wqsa-mmydQmnEjjsBjzO0xOnIq6hV-crZZqWm5DIsonfB33ofC9Ctg1MDUVPQHb7tsvTPF4AwRRvk8wLwoboS1aG2QC5Ywj3G2kgq-EUdFFLJq8mVA352A/s400/supercomp_620.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h2 style=&quot;color: #cccccc;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style=&quot;color: #cccccc;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Chegou nesta segunda-feira (4) a São José dos Campos o supercomputador  Cray, adquirido nos Estados Unidos ao custo de US$ 23 milhões (R$ 39  milhões, ao câmbio atual) para refinar a capacidade do Instituto  Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) realizar a previsão do tempo. O  equipamento, de 40 toneladas, vai ser usado na unidade do Inpe em  Cachoeira Paulista.&lt;/span&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style=&quot;color: #cccccc;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/h2&gt;&lt;h2 style=&quot;color: black; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;b&gt;Gilberto Câmara, diretor do instituto, explicou que a aquisição faz  parte da das estratégias do instituto para lidar com eventos climáticos  cada vez mais extremos, como as tempestades que causaram enchentes e  deslizamentos no Vale do Itajaí, em Santa Catarina, em 2008.&lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 style=&quot;color: black; font-weight: normal;&quot;&gt;&lt;b&gt;Com capacidade de processamento de dados muito maior, será possível  prever o tempo em uma escala muito pequena, portanto mais precisa. Com a  compra de um dos computadores mais rápidos do mundo para essa tarefa, o  instituto conseguirá saber, por exemplo, a diferença entre a chuva que  poderá cair na Zona Leste e no Centro da cidade de São Paulo.&lt;/b&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/h2&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/chega-ao-brasil-supercomputador-para.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi2UeYpssvQYkbyF72P5c9E8wqsa-mmydQmnEjjsBjzO0xOnIq6hV-crZZqWm5DIsonfB33ofC9Ctg1MDUVPQHb7tsvTPF4AwRRvk8wLwoboS1aG2QC5Ywj3G2kgq-EUdFFLJq8mVA352A/s72-c/supercomp_620.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-7399054782283386536</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 20:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:37:57.744-07:00</atom:updated><title>Vai votar? Conheça a tecnologia da urna eletrônica</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoqPHxCOD91KykgaM8tLakvNyXYvNHV_DtGHR7Lh9ZrO3MKyVCL_U7crifZKt3tleHcIg13mtGUGjv5QggI-yY_PHXKdWxWkuv4tRUXmz7pznVc2tn9DECHBF3bRCmy__qQpSh5CgiKdU/s1600/getaa.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoqPHxCOD91KykgaM8tLakvNyXYvNHV_DtGHR7Lh9ZrO3MKyVCL_U7crifZKt3tleHcIg13mtGUGjv5QggI-yY_PHXKdWxWkuv4tRUXmz7pznVc2tn9DECHBF3bRCmy__qQpSh5CgiKdU/s400/getaa.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;page fontsize p1 printing&quot; id=&quot;SearchKey_Text1&quot;&gt;&lt;b&gt;Neste domingo, mais de 134 milhões de brasileiros vão às urnas  depositar em bytes sua escolha para o futuro do País. Os eleitores foram  se acostumando nos últimos 14 anos a trocar a urna de lona pela urna  eletrônica, garantindo rapidez no processo de votação e a chance de  conhecer, horas depois do fechamento das seções, o resultado da eleição.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O sistema eletrônico de votação foi totalmente desenvolvido no País.  Hardware e software utilizados no dia da eleição foram projetados pelo  Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e por uma equipe formada pela Justiça  Eleitoral, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, Instituto  Tecnológico de Aeronáutica (ITA) e Ministério da Ciência e Tecnologia.  Uma tecnologia que o Brasil exporta. Alguns países da América Latina já  utilizaram nossas urnas nos seus processos eleitorais, como Argentina,  Equador, México e Paraguai. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Mas o que acontece com o seu voto depois que você o digita na urna?  Entre as discussões sobre a segurança do processo e da evolução da  tecnologia nas eleições brasileiras, explicamos como sua escolha sai da  urna e chega aos computadores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O caminho do seu voto&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
A partir do momento que você deposita seu voto na urna, ele inicia uma  longa viagem. Cada voto é depositado de forma aleatória em uma tabela  dentro de um cartão de memória, o que garante o sigilo do seu voto.  Assim que a urna é encerrada, é impresso um boletim de urna, tornando o  resultado de conhecimento público assim que a seção é finalizada. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os votos são gravados em um cartão de memória ou um disquete -  assinado digitalmente e criptografado - e levado até um ponto de  transmissão, normalmente um cartório eleitoral. Já que nenhuma urna é  ligada em rede, esse local é que transmite as informações para o  Tribunal Regional Eleitoral, que confere a assinatura digital, decifra a  mensagem criptografada e totaliza os votos. Os votos para presidente  são enviados para o TSE, que soma os votos do Brasil inteiro. A  tecnologia é tamanha que são processados cerca de 300 mil votos por  minuto. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Depois de contados, os votos são imediatamente publicados na  internet. Os tribunais divulgam as prévias até o momento de conhecer, em  definitivo, o resultado final da eleição.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Segurança&lt;br /&gt;
O que mais preocupa qualquer processo eleitoral - informatizado ou não -  é a segurança. Para garantir total transparência, as urnas e os  programas passam por uma bateria de testes, auditorias e assinaturas  digitais para que não ocorra nenhuma fraude. Mesmo assim, o sistema gera  dúvidas em alguns especialistas. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;A urna eletrônica brasileira é totalmente segura contra ataques de  fora, mas o que preocupa o mundo inteiro é a fragilidade para ataques de  dentro, de pessoas do TSE ou de empresas terceirizadas&quot;, afirma o  professor do Instituto de Computação da Universidade Estadual de  Campinas Jorge Stolfi. Segundo ele, falta uma forma de se fazer a  conferência dos votos sem depender da máquina. Uma das soluções  apontadas por ele seria a impressão do voto. &quot;Não existem dispositivos  que permitam a recontagem dos votos. Se houver suspeita de fraude, não  há como conferir. Se não há como conferir, a urna perde o valor, ela é à  prova de provas&quot;, diz Stolfi.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino,  afirma que o sistema é seguro. &quot;Os programas usados na urna são  assinados digitalmente, e uma das cópias é guardada em um cofre no TSE.  Se houver suspeita de fraude, é feita a conferência com a versão que  está no Tribunal. Se o programa for alterado, a assinatura digital não  vai conferir&quot;, diz o secretário.  Mesmo assim, uma lei aprovada  determinou que, a partir de 2014, a urna terá que imprimir o voto para  uma eventual recontagem.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Além disso, uma votação paralela é realizada no dia da eleição. Até  quatro urnas são sorteadas por Estado, de forma aleatória, e os  equipamentos são levados para um ambiente totalmente controlado por  fiscais, representando a Ordem dos Advogados do Brasil, o Ministério  Público e os partidos políticos. Simultaneamente ao processo de votação,  é feita uma eleição idêntica nesse ambiente, com o controle por imagem  de todos os votos registrados na urna. Assim que termina o processo, os  votos paralelos são apurados para ver se o resultado corresponde ao que  foi digitado. &quot;Até hoje, nenhuma das votações paralelas apontou  discordância&quot;, afirma Janino.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O TSE enfrenta 400 mil ataques de hackers por minuto no dia da  eleição. Uma medida para se defender desse bombardeio foi tomada no ano  passado. Foi dada a oportunidade para que potenciais hackers tentassem  burlar a segurança da eleição. Dos 38 especialistas que tentaram, por  quatro dias, quebrar algum dispositivo de segurança do Tribunal, nenhum  teve sucesso. E as ideias apresentadas por eles ainda deverão contribuir  para o aperfeiçoamento tecnológico da votação.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;As novidades deste ano&lt;br /&gt;
São duas as novidades nas eleições deste ano. A primeira delas é o voto  biométrico. Mais de 1 milhão de eleitores só irão votar depois de serem  identificados pela impressão digital, que foi coletada por um scanner de  alta definição durante este ano. No dia da votação, o leitor biométrico  deverá confirmar a identidade do eleitor, comparando o dado fornecido  com todo o banco de dados registrado nos programas da urna eletrônica,  garantindo mais segurança ao processo. A ideia é que até 2018 todos os  municípios utilizem essa tecnologia.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;Essa tecnologia diminui ainda mais a intervenção humana, que pode  gerar lentidão, erros e fraudes. Em vez do mesário fazer uma análise  subjetiva da documentação e identificação do eleitor. A biometria  elimina a possibilidade de uma pessoa se passar por outra&quot;, afirma  Janino.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A segunda novidade vem resolver um problema do tamanho do Brasil: o  tamanho do Brasil. Mais de 1,2 mil seções em 400 municípios transmitirão  via satélite os votos para totalização. Isso resolve a distância e a  dificuldade de chegar e sair de algumas localidades, que chegam a ficar  inacessíveis por dias. Como um dos objetivos do TSE é garantir a  agilidade do processo eleitoral, se o percurso até um local de votação  levar mais de três horas, um laptop e um aparelho de transmissão vão  enviar as informações aos Tribunais Regionais Eleitorais. A partir daí,  os dados entrarão em uma rede de comunicação de uso restrito, serão  recebidos e totalizados.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Essa tecnologia permite que os votos dos recantos mais afastados do  País possam ser conhecidos mais rapidamente. Com isso, poucas horas  depois do fechamento das urnas, os brasileiros conhecem o futuro do  país. Uma das marcas da democracia digital.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OBS: &lt;/b&gt;Imagem retirada do google&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/vai-votar-conheca-tecnologia-da-urna.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhoqPHxCOD91KykgaM8tLakvNyXYvNHV_DtGHR7Lh9ZrO3MKyVCL_U7crifZKt3tleHcIg13mtGUGjv5QggI-yY_PHXKdWxWkuv4tRUXmz7pznVc2tn9DECHBF3bRCmy__qQpSh5CgiKdU/s72-c/getaa.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-2407216669592069436</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 19:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:38:13.792-07:00</atom:updated><title>Estudo revela que dinossauros eram maiores que o estimado</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjusQOx2IRtRrN9-3-DhhrH36kisC8IgjMFLvGNQm4pfuiAlAXNIhxncMEM3NI-TEpdandEi_QP-MhsqT26KQtBlgc7bAVm1dnEv0ocXsgo2lVN3sTfPy-FW8UQA41USt99NMCaUXq5ogo/s1600/cienciapossivel+dinossauro.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjusQOx2IRtRrN9-3-DhhrH36kisC8IgjMFLvGNQm4pfuiAlAXNIhxncMEM3NI-TEpdandEi_QP-MhsqT26KQtBlgc7bAVm1dnEv0ocXsgo2lVN3sTfPy-FW8UQA41USt99NMCaUXq5ogo/s400/cienciapossivel+dinossauro.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Os dinossauros eram claramente maiores do que o estimado até o momento,  revelam paleontólogos americanos baseados na descoberta de que estes  animais tinham grossas cartilagens. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Segundo trabalhos publicados nesta semana, estas camadas cartilaginosas  podem ter acrescido até 30 centímetors no tamanho dos dinossauros,  alterando sua postura e velocidade de deslocamento. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Esqueletos de dinossauros vão a leilão em Paris&lt;br /&gt;
Dinossauro da Romênia era primo baixinho e troncudo do velociraptor&lt;br /&gt;
Computação gráfica ressuscita paleocrocodilo do interior de SP&lt;br /&gt;
Mais primitivo réptil voador era gaúcho&lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;Nossa investigação com os membros mais próximos dos dinossauros, os  crocodilos e as avestruzes, mostra que eram maiores do que se pensava&quot;,  destaca Casey Holliday, professor de anatomia da Faculdade de Medicina  da Universidade de Ohio, principal autor dos trabalhos publicados na  revista &quot;PLoS ONE&quot;, da Library of Science. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;A extremidade dos ossos longos de muitos dinossauros, como o fêmur e a  tíbia, era arredondada e rugosa, falta côndilo&quot;, destacou o pesquisador.  Por isto, espessas cartilagens formavam estas estruturas e a  articulação, aumentando o tamanho de alguns destes animais. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;Este estudo joga uma nova luz sobre o mecanismo pelo qual répteis e  mamíferos, como os humanos, têm articulações com volumes tão diversos em  matéria óssea e cartilaginosa&quot;, estima o pesquisador.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O estudo comparou articulações de avestruzes e crocodilos com membros  fossilizados de diferentes dinossauros, incluindo o Tiranossauro Rex, o  Alossauro, o Braquiossauro e o Triceratops. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Segundo Casey Holliday, numerosos dinossauros terópodes, como os  tiranossauros, eram ligeiramente maiores que o estimado, mas os  saurópodes, como o tricerátops e o braquiossauro, poderiam ser até 10%  maiores.&lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/estudo-revela-que-dinossauros-eram.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjusQOx2IRtRrN9-3-DhhrH36kisC8IgjMFLvGNQm4pfuiAlAXNIhxncMEM3NI-TEpdandEi_QP-MhsqT26KQtBlgc7bAVm1dnEv0ocXsgo2lVN3sTfPy-FW8UQA41USt99NMCaUXq5ogo/s72-c/cienciapossivel+dinossauro.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-2463657022641889301</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 19:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:38:28.861-07:00</atom:updated><title>Cientistas criam bicho-da-seda transgênico que produz teia de aranha</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrsmZbJGEE2VXh_Utw378MTTZAdESymQLVgqVLzd2JIbXb3HrGp3gvdo-mv5ekXv-4p2kXrFn6zRxdcvZEHor4KJTG-EWkWrmYAiSoiCyoAig5Y2Fxot9TZFPDeT9OWyjekgAbKZ7zjyM/s1600/bicho+da+seda.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;298&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrsmZbJGEE2VXh_Utw378MTTZAdESymQLVgqVLzd2JIbXb3HrGp3gvdo-mv5ekXv-4p2kXrFn6zRxdcvZEHor4KJTG-EWkWrmYAiSoiCyoAig5Y2Fxot9TZFPDeT9OWyjekgAbKZ7zjyM/s400/bicho+da+seda.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Cientistas americanos conseguiram modificar geneticamente bichos-da-seda  para fazê-los produzir teia de aranha, um material conhecido por sua  resistência e elasticidade excepcionais, segundo trabalhos publicados  esta quarta-feira. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Esta técnica abre a via para a produção industrial desta fibra, até  agora restrita a laboratórios e em quantidades muito pequenas. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;China produz porcos clonados para atender consumo interno&lt;br /&gt;
Brasil terá fábrica de camundongos transgênicos&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;
Cientistas do Japão criam macacos transgênicos&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;A pesquisa representa um passo importante no desenvolvimento de fibras  de seda (de qualidade) superior para aplicações médicas e não médicas&quot;,  explicou Malcolm Fraser, professor de biologia da Universidade de  Notre-Dame (Indiana, norte dos EUA) e inventor de uma técnica de  engenharia genética que permitiu este avanço. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O cientista trabalhou em colaboração com a empresa de biotecnologia  Kraig Biocraft e com Randy Lewis, bioquímico da Universidade de Wyoming  (oeste), um dos principais especialistas do mundo em bichos-da-seda.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;Poder produzir fibras de seda com propriedades das teias de aranha é um  dos objetivos chave da ciência de materiais&quot;, acrescentou o pesquisador  em um comunicado. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O fio natural que forma a teia de aranha tem propriedades físicas  excepcionais, entre elas elasticidade e força de tração maiores que a  fibra de seda natural. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A teia de aranha &quot;artificial&quot;, produzida por estes bichos-da-seda  transgênicos, tem as mesmas propriedades que as feitas pelas aranhas,  afirmou o cientista. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Entre as aplicações biomédicas, os autores destes trabalhos mencionaram  fios de sutura mais finos ou fibras para substituir ou reparar tendões e  ligamentos rompidos. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Estas fibras também poderiam ser utilizadas na fabricação de tecidos  mais resistentes e leves, entre outras aplicações industriais possíveis.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/cientistas-criam-bicho-da-seda.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgrsmZbJGEE2VXh_Utw378MTTZAdESymQLVgqVLzd2JIbXb3HrGp3gvdo-mv5ekXv-4p2kXrFn6zRxdcvZEHor4KJTG-EWkWrmYAiSoiCyoAig5Y2Fxot9TZFPDeT9OWyjekgAbKZ7zjyM/s72-c/bicho+da+seda.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-4529731063399830253</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 19:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:38:53.982-07:00</atom:updated><title>Laboratórios promovem &quot;criação&quot; de doenças sexuais, diz artigo</title><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt; Os laboratórios ajudaram a &quot;gerar&quot; quadros clínicos, como a disfunção  sexual feminina, com objetivo de desenvolver um mercado global de novos  remédios, segundo artigo publicado nesta quinta-feira no &quot;British  Medical Journal&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; No texto, o jornalista e acadêmico Ray Moynihan, da Universidade de  Newcastle, na Austrália, mostra as conclusões que chegou enquanto  pesquisava para escrever seu novo livro &quot;Sex, Lies and Pharmaceuticals&quot;.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Artigo científico faz propaganda de droga&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Moynihan questiona a indústria farmacêutica por considerar que  subvenciona &quot;a ciência de uma nova condição conhecida como &#39;disfunção  sexual feminina&#39;&quot;, e diz que este setor contribui para o desenvolvimento  de mercados em nível global para a fabricação de novos remédios. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Em suas pesquisas, o jornalista descobriu que funcionários da indústria  farmacêutica tinham trabalhado com empresas de pesquisas de opinião  pagas para ajudar a &quot;desenvolver&quot; a doença. Pesquisas realizadas teriam  comprovado que este quadro clínico se estendeu. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;DIAGNÓSTICO DÚBIO&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O australiano considera, além disso, que os pesquisadores elaboraram  ferramentas de diagnóstico para convencer as mulheres de que suas  dificuldades sexuais merecem &quot;um rótulo médico e um tratamento&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Desta forma, ele afirma que as estratégias de marketing das empresas  farmacêuticas &quot;estão emergindo na ciência médica de uma forma fascinante  e aterrorizadora&quot;. O jornalista, então, se pergunta se é necessário  encontrar um novo enfoque para definir o distúrbio. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Moynihan cita um empregado de uma empresa que alega que a companhia está  interessada em &quot;acelerar o desenvolvimento de uma doença&quot;, além de  revelar como elas financiam pesquisas que refletem extensão de problemas  sexuais e encontram ferramentas para avaliar as mulheres por seus  supostos &quot;transtornos de desejo sexual hipoativo&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; De acordo com o artigo, muitos dos cientistas ligados a estas atividades  são empregados das empresas farmacêuticas ou têm interesses econômicos  na indústria. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Ao mesmo tempo, outros relatórios científicos realizados sem  financiamentos questionaram se a propagação da disfunção realmente  existiu. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A indústria farmacêutica também tem, atualmente, um papel pioneiro de  &quot;educar&quot; tanto profissionais quanto o público sobre esta condição, de  acordo com o acadêmico. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Moynihan cita como exemplo um curso financiado pela farmacêutica Pfizer  desenvolvido para médicos dos Estados Unidos que argumentaram que até  63% das mulheres sofriam distúrbios sexuais e que a testosterona e o  sildenafil (componente do Viagra) poderiam ajudá-las, se combinados com  terapia. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;Talvez seja hora de reavaliar a forma como o sistema médico define as doenças comuns e recomenda como tratá-las&quot;, sugeriu. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Por outro lado, a médica Sandy Goldbeck-Wood, especialista em medicina  psicossexual, apontou em um comentário à parte no mesmo jornal que &quot;ao  se defrontar com uma mulher chorando, cuja libido desapareceu e que está  aterrorizada de perder o casamento, os médicos podem sentir uma pressão  imensa para fornecer uma solução imediata e efetiva&quot;. &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/laboratorios-promovem-criacao-de.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-1677853501584570970</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 19:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:39:14.332-07:00</atom:updated><title>China lança com sucesso segunda sonda lunar no aniversário do país</title><description>&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt; O segundo satélite de prospecção lunar da China, o Chang E 2, foi  lançado nesta sexta-feira com sucesso da base aeroespacial de Xichang,  na região sudoeste de Sichuan. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Lua encolheu cem metros há cerca de 800 milhões de anos&lt;br /&gt;
Sonda encontra evidência para oceano de magma lunar&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O lançamento aconteceu às 18h59 (7h59 de Brasília), coincidindo com o  61º aniversário da fundação da República Popular da China, comemorado  hoje. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Uma chuva fraca e espessas nuvens acompanharam a operação, que foi transmitida ao vivo pela televisão estatal CFTV.&amp;nbsp; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A segunda sonda lunar chinesa decolou com um foguete que o levará até  sua órbita, cerca de 100 quilômetros da Lua, em aproximadamente cinco  dias. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O Chang E 2, que leva o nome de uma deusa de uma antiga lenda chinesa  que habita a Lua desde tempos imemoráveis, pesa 2,48 toneladas, testará  técnicas de alunissagem e capturará imagens de alta resolução da  superfície lunar.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Trata-se do segundo projeto lunar do país, que em 2007 lançou o Chang E  1, e seu objetivo final é que para o ano 2020 os astronautas chineses  pisem a Lua. &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/china-lanca-com-sucesso-segunda-sonda.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-8171661593773438556</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 19:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:39:54.161-07:00</atom:updated><title>Experimento com palavrões ganha Ig Nobel; conheça outros vencedores</title><description>&lt;b&gt;O Ig Nobel, versão satírica dos prêmios Nobel que elege os trabalhos  mais esdrúxulos e inusitados da ciência, honra neste ano vários  experimentos trabalhosos e cuidadosamente projetados. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Químico transforma ciência em piada na internet&lt;br /&gt;
&quot;Ig Nobel ambiental&quot; elege Canadá como pior país em acordo climático&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;
Estudo mostra que vacas anônimas dão menos leite e leva o Ig Nobel&lt;/b&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Entre as pesquisas há um tratamento para asma que indica passeios de  montanha-russa (prêmio de Medicina) e uma técnica contra escorregões no  solo congelado que consiste em usar as meias sobre os sapatos (prêmio de  Física) --confira relato sobre entrega do prêmio no blog de Ciência. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Outros ganhadores do prêmio Ig Nobel deste ano, porém, conduziram  &quot;testes&quot; não tão bem projetados, como os bancos Lehman Brothers e  Goldman Sachs (pivôs da crise financeira mundial), vencedores do prêmio  de Economia.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Em Química, um dos ganhadores foi a petroleira BP, responsável pelo  vazamento no golfo do México. A BP foi premiada por &quot;derrubar a velha  crença de que óleo e água não se misturam&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;POMPA E CIRCUNSTÂNCIA&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O Ig Nobel, que alega escolher pesquisas que fazem as pessoas &quot;rirem e  depois pensarem&quot;, cresce em pompa a cada ano. Na cerimônia de entrega  ontem à noite, num teatro da Universidade Harvard (EUA), estavam  presentes cinco ganhadores de prêmios Nobel de verdade. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Ao lado deles estavam sentados autores de oito das dez pesquisas  premiadas com o Ig Nobel 2010. Todos custearam a própria viagem para  participar do evento. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Já virou uma tradição no Ig Nobel incluir pesquisas do campo da zoologia  entre as vencedoras. O prêmio de Biologia foi para os chineses que  descobriram a prática do sexo oral entre morcegos. Neste ano, um grupo  de pesquisa foi agraciado pela segunda vez. Toshiyuki Nakagaki e seus  colegas foram premiados por mostrar que micetozoários --micróbios  parentes da ameba que se espalham como bolor-- deixam trilhas que podem  inspirar malhas ferroviárias. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O japonês tinha sido ganhador de um dos prêmios em 2008 por mostrar que  essas criaturas sabem solucionar labirintos. Micro-organismos são alvo  de uma homenagem especial em 2010, a 20ª edição do prêmio. Na cerimônia  de entrega foi executada uma &quot;Ópera Bacteriana&quot;, baseada na história dos  micróbios dos dentes de uma mulher.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i style=&quot;color: red;&quot;&gt;OBS: Clique no titulo para ver todo o texto! &lt;/i&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEja2MvWyvpwdH-t777DpbN27T3B3Cn0-72kDDRQR4K9KsNP3CJIFtt9c_NwUZ1sZxgGP9MYsaWJgVXNvlF_GoWcUi6GN4jAlos0ACGnRovMWy_t_theThympdBpM0Kk9IoxgmdkGPu3PdU/s1600/10274244.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEja2MvWyvpwdH-t777DpbN27T3B3Cn0-72kDDRQR4K9KsNP3CJIFtt9c_NwUZ1sZxgGP9MYsaWJgVXNvlF_GoWcUi6GN4jAlos0ACGnRovMWy_t_theThympdBpM0Kk9IoxgmdkGPu3PdU/s1600/10274244.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PUBLICAR PARA PERECER&amp;nbsp;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Uma das qualidades que os trabalhos vencedores do Ig Nobel têm  demonstrado cada vez mais é o de terem sido publicados em revistas  científicas razoavelmente respeitáveis, depois de passarem pelo crivo de  revisores.Enquanto pesquisadores como Nakagaki ganham páginas de  publicações prestigiosas como a revista &quot;Science&quot;, porém, outros acabam  ficando conhecidos só quando ganham o prêmio. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Para publicar seu estudo no &quot;New Zealand Medical Journal&quot;, Lianne  Parkin, ganhadora em Física, submeteu 30 voluntários ao teste em que  vestiam meias sobre os sapatos para caminhar em uma calçada congelada. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Ilja van Beest, ganhador em Medicina, por sua vez, submeteu 25 asmáticas a passeios de montanha-russa. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Richard Stephens, um dos ganhadores do Ig Nobel da Paz deste ano, provou  que as palavras de baixo calão ajudam quem as profere a aliviar um  momento de dor. Seu experimento comparou o resultado com voluntários que  tinham de praguejar usando palavras educadas. Está tudo no periódico  &quot;Neuroreport&quot;.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
fonte: Ciencia Possivel&amp;nbsp;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/experimento-com-palavroes-ganha-ig.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEja2MvWyvpwdH-t777DpbN27T3B3Cn0-72kDDRQR4K9KsNP3CJIFtt9c_NwUZ1sZxgGP9MYsaWJgVXNvlF_GoWcUi6GN4jAlos0ACGnRovMWy_t_theThympdBpM0Kk9IoxgmdkGPu3PdU/s72-c/10274244.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-6281466412389870711</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 00:36:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:40:08.268-07:00</atom:updated><title>Indústria é acusada de criar doença para vender remédio</title><description>&lt;b&gt;Análise publicada na última edição do &quot;British Medical Journal&quot; acusa a  indústria farmacêutica de ter financiado pesquisas para transformar  falta de desejo feminino em doença. Objetivo: vender remédios. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O texto de Ray Moynihan, professor da Universidade de Newcastle,  Austrália, e jornalista de saúde, diz que a Pfizer financiou cursos em  hospitais dos EUA dizendo que 63% das mulheres têm alguma disfunção  sexual --e que testosterona e sildenafila (componente do Viagra,  medicamento produzido pelo laboratório) seriam úteis para tratar o  problema. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; No Brasil, em junho, a Boehringer apresentou o medicamento Flibanserina  como promessa para a falta de desejo entre as mulheres. No mesmo mês,  conselheiros da FDA (agência reguladora dos EUA) contestaram a eficácia  do &quot;Viagra feminino&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Para o psiquiatra Sérgio Campanella, do Hospital das Clínicas,  congressos que apostem no sucesso definitivo dos remédios só contribuem  para a desinformação. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;A libido não é resolvida a contento pelas substâncias químicas que a  pessoa ingere, mas pela identificação dos fatores psíquicos que estão  por trás dela.&quot;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OUTRO LADO&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A Pfizer informou que &quot;sempre se pauta em dados médicos para falar de  doenças que afetam a população&quot; e que já fez testes com Viagra para o  tratamento de disfunções sexuais femininas, mas que os estudos da  eficácia foram &quot;inconclusivos&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Já a Boehringer disse que os medicamentos pesquisados e desenvolvidos  por ela &quot;são fundamentados em estudos clínicos precisos e de acordo com  protocolos exigidos pelos órgãos reguladores nacionais e  internacionais&quot;. &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/industria-e-acusada-de-criar-doenca.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-2903547752881814498</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 00:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:40:25.703-07:00</atom:updated><title>Formigas derrotam elefantes na África</title><description>&lt;b&gt;Às vezes, até uma formiga é capaz de vencer um elefante. Não se trata de  mais um refrão de autoajuda: é justamente isso que acontece quando  certas espécies desses insetos vivem em acácias. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Pesquisadores notaram que elefantes (Loxodonta africana) das savanas da  África ao sul do Saara, que devoram folhas e galhos de muitas espécies  de árvores, não chegavam perto de um tipo de acácia (conhecida como  Acacia drepanolobium). &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Os cientistas descobriram que quatro espécies de formigas (Crematogaster  mimosae, C. nigriceps, C. sjostedti e Tetraponera penzigi) protegem as  árvores onde moram dos ataques dos elefantes. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A estratégia é simples: elas entram nas trombas e começam a picar e morder suas partes internas. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Ao contrário do couro do elefante, que é muito resistente, a tromba tem muitas terminações nervosas extremamente sensíveis. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Isso não acontece com as girafas. Devido à sua superlíngua, esses  animais conseguem &quot;varrer&quot; as formigas das folhas para se alimentar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Aparentemente, os elefantes são os únicos animais vulneráveis aos ataques.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwlUXvtYE4psrRvyw_9O51T82A8JUATIDElj7KTHl6TWpaYje_6zGYbs8PItPAbzNQtWyBkedCmOLdV0Lwric6a4ZScjSQGbxiHsPTF-HENhIdqCjfPn3iF59we9ycPIXJpGdKZUiGLbA/s1600/1024883.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwlUXvtYE4psrRvyw_9O51T82A8JUATIDElj7KTHl6TWpaYje_6zGYbs8PItPAbzNQtWyBkedCmOLdV0Lwric6a4ZScjSQGbxiHsPTF-HENhIdqCjfPn3iF59we9ycPIXJpGdKZUiGLbA/s1600/1024883.jpeg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;SEM FORMIGAS&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os pesquisadores realizaram um experimento de 12 meses e verificaram  que, sem formigas, os elefantes voltavam a se alimentar normalmente  dessas acácias. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A densidade de árvores e a quantidade de elefantes está diretamente  relacionada na África. Quando as populações dos animais aumentam, a  quantidade de árvores diminui --o que significa redução de absorção de  CO2. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;A cobertura das árvores regula o ecossistema como um todo, incluindo a  absorção de carbono e a dinâmica da alimentação dos bichos&quot;, diz Todd  Palmer, da Universidade da Califórnia, um dos autores do estudo. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Por isso, os pesquisadores estão avaliando a possibilidade de usar as  formigas como barreiras naturais para proteção das árvores.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Editado: Ciencia Possivel &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O estudo foi publicado na revista &quot;Current Biology&quot;. &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/formigas-derrotam-elefantes-na-africa.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjwlUXvtYE4psrRvyw_9O51T82A8JUATIDElj7KTHl6TWpaYje_6zGYbs8PItPAbzNQtWyBkedCmOLdV0Lwric6a4ZScjSQGbxiHsPTF-HENhIdqCjfPn3iF59we9ycPIXJpGdKZUiGLbA/s72-c/1024883.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-4255899053570783977</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 00:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:40:42.312-07:00</atom:updated><title>Bióloga descobre cavalo com tromba que viveu no Brasil</title><description>&lt;b&gt;O termo preferido pelos biólogos, um tanto hermético, é &quot;probóscide  vestibular&quot;. Em português mais castiço: uma tromba modesta. O que, em se  tratando de um cavalo, é bastante esquisito. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Esquisito, mas real, indica a análise de uma bióloga da Unirio (Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro).&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEionO30MGJwleAxH-Yn6XPTc_GICJdcvaL7yoBxNRLKKfWYhjtCjRA4AwGgJuEvSbkyOQN5rZlBx5CwH9H9jNFE1qWxmZIpFPHwRl_-AdCXnAcTVOSOeCIuCmdHukLqKGydl9ZuvedUG7w/s1600/10249199.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;293&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEionO30MGJwleAxH-Yn6XPTc_GICJdcvaL7yoBxNRLKKfWYhjtCjRA4AwGgJuEvSbkyOQN5rZlBx5CwH9H9jNFE1qWxmZIpFPHwRl_-AdCXnAcTVOSOeCIuCmdHukLqKGydl9ZuvedUG7w/s400/10249199.jpeg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A explicação para traços misteriosos do crânio do Hippidion principale,  que viveu no Brasil na Era do Gelo, é ele ter tido uma &quot;trombinha&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;Nos sítios paleontológicos, muitas vezes o Hippidion aparece com o  Equus neogeus, semelhante ao cavalo atual&quot;, diz Camila Bernardes. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; &quot;Se animais com parentesco muito próximo habitam o mesmo local, é porque há diferenças entre eles que minimizam a competição.&quot; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A maior pista veio do osso nasal do crânio do bicho, que é projetado  para a frente. &quot;Pelo crânio, parece um unicórnio&quot;, brinca a bióloga. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O lugar onde se encaixam o osso nasal e o osso maxilar do bicho é  recuado perto do que se vê nos cavalos de hoje, e a região é cheia de  depressões, as chamadas fossas. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; É possível saber, analisando calombos e depressões na estrutura óssea, como eram os músculos de um animal. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Assim, Bernardes concluiu que os músculos responsáveis por erguer o  lábio superior do Hippidion eram bem mais potentes, e capazes de repuxar  o beiço do bicho por uma extensão maior, do que os dos equinos atuais. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A tromba possivelmente ajudava o animal a ser especialista em agarrar e  devorar ramos de pequenos arbustos com o superlábio. Assim, ele não  competia tanto com o Equus, um comedor de grama, como os cavalos atuais. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O bicho tinha patas relativamente curtas. Era parrudo, quase um pônei, e habitava savanas bastante secas. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Seus fósseis foram encontrados em sítios do Piauí à Bahia, no Nordeste, e  em Minas Gerais e no Rio Grande do Sul, além de Peru, Bolívia e  Argentina. A distribuição do Equus neogeus é similar. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Todos os cavalos sul-americanos estavam extintos quando a Era do Gelo  terminou, há 10 mil anos --os cavalos atuais foram &quot;importados&quot; há  poucos séculos. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; As causas do sumiço são controversas. Para uns, grandes herbívoros foram  caçados até a extinção pelos primeiros humanos que chegaram às  Américas. Para outros, a culpa foi das mudanças climáticas, que teriam  gerado perda de habitat. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Editado: Ciencia Possivel &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/biologa-descobre-cavalo-com-tromba-que.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEionO30MGJwleAxH-Yn6XPTc_GICJdcvaL7yoBxNRLKKfWYhjtCjRA4AwGgJuEvSbkyOQN5rZlBx5CwH9H9jNFE1qWxmZIpFPHwRl_-AdCXnAcTVOSOeCIuCmdHukLqKGydl9ZuvedUG7w/s72-c/10249199.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-1601281470304975515</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 00:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:40:58.604-07:00</atom:updated><title>Ancestral gigante de pinguim encontrado no Peru não usava &quot;black-tie&quot;</title><description>&lt;b&gt;Fósseis de um pinguim que viveu 36 milhões de anos atrás, com  aproximadamente 1,50 metro de altura, fornece algumas pistas sobre as  características e a evolução do animal, indicou a paleontologista Julia  Clarke, da Univesidade do Texas, em Austin, nos EUA.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fóssil do maior fêmur de dinossauro é descoberto na Espanha&lt;br /&gt;
Encontrado dinossauro com 15 chifres na cabeça; restos estavam em Utah (EUA)&lt;/b&gt; &lt;b&gt;&lt;br /&gt;
Bióloga descobre cavalo com tromba que viveu no Brasil.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&quot;Antes desse fóssil, não tínhamos evidência sobre as penas, a cor ou as  asas dos pinguins. Tínhamos dúvidas, e esta é a primeira oportunidade  para começarmos a respondê-las&quot;, comentou ela sobre o estudo do fóssil  publicado na revista &quot;Science&quot;.&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3JYIAsT4iWTzXgTCPOPksFv9vFs0tjXDGw_pWVxtUQaRuVOrFTP_Ok-JwsfvrS7SfHzahIfBbBOteBkaHzgXlJlbbb8GBRvhI68sSs7U4QsK_xXPAAi6RYuROVFPAbIyP8peeqlkkNTU/s1600/10274277.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;293&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3JYIAsT4iWTzXgTCPOPksFv9vFs0tjXDGw_pWVxtUQaRuVOrFTP_Ok-JwsfvrS7SfHzahIfBbBOteBkaHzgXlJlbbb8GBRvhI68sSs7U4QsK_xXPAAi6RYuROVFPAbIyP8peeqlkkNTU/s400/10274277.jpeg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Os restos do animal estavam na Reserva Nacional de Paracus, no Peru, e  colaboram com especulações anteriores de que os pinguins desenvolveram a  estrutura corporal e as nadadeiras para nadarem mais rápidos. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; As espécies são altamente adaptadas a ambientes gelados e aquáticos, e  as alterações tanto corporais quando nas asas permitem que nadem  velozmente sem se congelarem. Contudo, até hoje não eram muitos  conhecidos os termos da evolução da espécie.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Por razões que os cientistas ainda não conhecem, a cor padrão dos  pinguins com corpo escuro e a parte frontal branca parece ser também uma  característica adotada recentemente. Segundo os cientistas, a mudança  na propulsão debaixo d&#39;água pode ter afetado os melanossomos  --estruturas celulares que armazenam pigmentos que dão cor à pele-- e  influenciado na cor das penas. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Encontrado na penugem de criaturas vivas, os melanossomos foram achados  em fósseis de aves em 2008. Agora, Clarke e equipe mostram que eles  também podem ajudar a determinar o desenvolvimento evolucionário dos  pinguins. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Os pesquisadores analisaram os fósseis encontrados no Peru e,  aparentemente, as asas e as penas do pinguim antigo parecem muito com o  que vemos nos animais de hoje, mas os melanossomos, não. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Jakob Vinther, um dos primeiros a notar a presença de células da  pigmentação em fósseis, disse que o fato de só poder observar a cor de  organismos extintos já é um marco.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Editado: Ciencia Possivel &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/ancestral-gigante-de-pinguim-encontrado.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg3JYIAsT4iWTzXgTCPOPksFv9vFs0tjXDGw_pWVxtUQaRuVOrFTP_Ok-JwsfvrS7SfHzahIfBbBOteBkaHzgXlJlbbb8GBRvhI68sSs7U4QsK_xXPAAi6RYuROVFPAbIyP8peeqlkkNTU/s72-c/10274277.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-8706025044722956948</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 00:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:41:16.914-07:00</atom:updated><title>Estátua do faraó Amenhotep 3 é localizada no sul do Egito</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Uma equipe de arqueólogos egípcios descobriu uma estátua do faraó  Amenhotep 3 (1410-1372 a. C.) na cidade monumental de Luxor, a 600  quilômetros ao sul do Cairo, informou neste sábado o ministro de Cultura  egípcio, Farouk Hosny. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; Em comunicado divulgado pelo Conselho Supremo de Antiguidades, o  ministro detalhou que a parte posterior de uma estátua dupla desse rei,  esculpida em rocha, foi desenterrada próximo de seu templo, no setor  oeste do rio Nilo. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; A representação de Amenhotep sentado sobre um trono ao lado do deus  Amon, a principal divindade de Tebas, a capital do Egito no Médio  Império (1975-1640 a.C.) e no Novo Império (1539-1075 a.C.), fica onde é  hoje a cidade de Luxor.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgagrUwbm3c55aHA7aMaoGosUJvQKFA0owsj7GLeM2CEXaMNYuZdiR7yM40SykIBm20uQzWNQXphPg62Y19SVOphbmRxcJ8l_6fjIH-T7iS4Nm3KCaYoPxi74bB_bo-oOdhXVs184SvadI/s1600/1027595.jpeg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgagrUwbm3c55aHA7aMaoGosUJvQKFA0owsj7GLeM2CEXaMNYuZdiR7yM40SykIBm20uQzWNQXphPg62Y19SVOphbmRxcJ8l_6fjIH-T7iS4Nm3KCaYoPxi74bB_bo-oOdhXVs184SvadI/s1600/1027595.jpeg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a name=&#39;more&#39;&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A estátua, que mede 1 metro 30 centímetros de altura e 95 centímetros de  largura, leva na cabeça uma coroa dupla que representava o norte e o  sul do Egito e uma peruca. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O secretário-geral do CSA, Zahi Hawass, destacou na nota que a peça  arqueológica &quot;é uma das mais maravilhosas estátuas da realeza faraônica  encontradas ultimamente pela precisão que mostra a escultura e os  detalhes do rosto do Amenhotep 3 &quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Nesse contexto, Hawass disse que a descoberta dessa terceira estátua do  rei nessa região aponta para a possibilidade de que existam mais  estátuas do faraó na zona. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O comunicado adianta que as escavações prosseguem no local para  desenterrar as outras partes da estátua, que calculam possa ter 3 metros  de altura. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Amenhotep 3, que foi um dos mais importantes reis da dinastia 18, foi  pai e avô dos faraós Akhenaton e Tutancâmon, respectivamente&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte: Postagem feita por Ciencia Possivel. &lt;/b&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/estatua-do-farao-amenhotep-3-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgagrUwbm3c55aHA7aMaoGosUJvQKFA0owsj7GLeM2CEXaMNYuZdiR7yM40SykIBm20uQzWNQXphPg62Y19SVOphbmRxcJ8l_6fjIH-T7iS4Nm3KCaYoPxi74bB_bo-oOdhXVs184SvadI/s72-c/1027595.jpeg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-4121096687132947254</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 00:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:41:32.042-07:00</atom:updated><title>Uso de células-tronco contra silicose é seguro em humanos</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; A primeira terapia com células-tronco para tratamento da silicose  -inflamação pulmonar sem cura causada pela inalação de pó de sílica- é  brasileira e acaba de ter sua segurança comprovada. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; Cerca de 6 milhões de pessoas no país estão expostas à inalação contínua  de sílica, principal componente da areia e matéria-prima para o vidro, a  maioria do setor naval e de mineração. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; Pesquisadores da UFRJ (Universidade Federal do Rio de Janeiro)  desenvolveram a técnica, pioneira no mundo, e apresentam hoje os  primeiros resultados no 5º Congresso Brasileiro de Células Tronco, em  Gramado (RS). &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; &quot;A fase um [que comprova a segurança do estudo] está quase terminando e  nós já conseguimos provar que o método é extremamente seguro para os  pacientes&quot;, disse à Folha Marcelo Morales, professor da UFRJ e um dos  coordenadores do projeto. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; Cinco voluntários participaram do experimento, que usa células-tronco retiradas da medula óssea dos próprios pacientes. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; Cada um recebeu apenas uma dose do material, que é injetado diretamente  no pulmão através de uma broncoscopia --espécie de endoscopia pulmonar  que permite acessar diretamente as vias respiratórias. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; O uso da broncoscopia nesse tipo de terapia, de acordo com o cientista, também é inédito no mundo.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; &quot;Uma dose é suficiente para conter o avanço da inflamação durante um  certo período. Nossa pesquisa mostrou que são necessárias várias delas  para o tratamento contínuo e eficaz da silicose&quot;, afirmou o professor. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; Segundo Morales, a quantidade de pacientes ainda é muito pequena para  confirmar os efeitos do tratamento, mas já há indícios de que os  resultados sejam positivos. O tratamento, porém, não tem previsão de  chegar ao mercado nos próximos anos. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; &quot;No teste da esteira, que avalia a capacidade respiratória, eles apresentaram melhora perceptível.&quot; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; Experimentos com animais em laboratório mostraram que a terapia com  células-tronco conteve o avanço da inflamação pulmonar e aumentou  significativamente a capacidade respiratória e a sobrevida das cobaias. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: large;&quot;&gt;&lt;b&gt; A UFRJ também investiga o uso de células-tronco em outras doenças  pulmonares. A equipe já teve resultados positivos no tratamento de  enfisema, asma e síndrome do desconforto respiratório. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/uso-de-celulas-tronco-contra-silicose-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5719252508917131103.post-7765505892158389659</guid><pubDate>Sun, 03 Oct 2010 00:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-10-10T14:41:47.725-07:00</atom:updated><title>Possível vacina contra Aids repercute em jornais do mundo</title><description>&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;A possível descoberta de uma vacina contra o vírus do HIV, causador da  Aids, foi assunto abordado pelos principais jornais e emissoras do mundo  durante a quinta-feira (3). Ontem, pesquisadores norte-americanos  publicaram os &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/folha/ciencia/ult306u619138.shtml&quot;&gt;resultados&lt;/a&gt; de um estudo em um artigo na revista &quot;Science&quot;, no qual apontavam dois anticorpos capazes de aniquilar o vírus. &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; O diário britânico &quot;The Times&quot; classificou a descoberta como o &quot;ponto  fraco&quot; do vírus: &quot;a pesquisa para uma vacina contra o HIV deu um passo  maior com a descoberta do potencial &#39;calcanhar-de-Aquiles&#39; do vírus que  causa a Aids&quot;.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCKodCtKXjyRnskwLizE-psA20Vyk-TWTrVVLhS6ujE8SC3hTLwtOTlAj7JKcNWcQgX8CguGrP2NZZ5eDMZrcFil8jHXOclZ_O0bx-cd42cPLj3BVmLhQE81klBeaNAGWVwcbF2Z-n3cQ/s1600/0924790.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCKodCtKXjyRnskwLizE-psA20Vyk-TWTrVVLhS6ujE8SC3hTLwtOTlAj7JKcNWcQgX8CguGrP2NZZ5eDMZrcFil8jHXOclZ_O0bx-cd42cPLj3BVmLhQE81klBeaNAGWVwcbF2Z-n3cQ/s1600/0924790.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O jornal &quot;The New York Times&quot;, reproduzindo o conteúdo da agência de  notícias Reuters, dizia que &quot;a descoberta de partículas do sistema  imunológico que atacam o vírus da Aids podem finalmente abrir uma  alternativa para produção de uma vacina que deve proteger as pessoas  contra a infecção mortal e incurável&quot;.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Já a revista norte-americana &quot;Time&quot; destacava que, &quot;agora, depois de  mais de 15 anos de tentativas e erros neste campo, os pesquisadores do  Scripps Research Institute e da Iniciativa Internacional de Vacina para  Aids [IAVI, na sigla em inglês], informaram ter descoberto dois novos e  poderosos anticorpos para o HIV, o que potencialmente levarão ao  desenvolvimento de um método para imunização contra o vírus&quot;. &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; Sob título &quot;Um achado relançou a busca por uma vacina contra o HIV&quot;, o  espanhol &quot;El País&quot; observou que se trata de &quot;um retorno aos  laboratórios&quot; lançado alguns anos após os sucessivos fracassos do  protótipo da vacina. &quot;Embora [a pesquisa] seja ainda muito preliminar,  podendo levar mais de dez anos antes de se tornar uma droga que pode ser  usado em larga escala, [a descoberta] demonstra que o corpo humano tem a  capacidade de defender (pelo menos em alguns casos) do vírus.&quot; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; No francês &quot;Le Monde&quot;, &quot;os cientistas agora tentam explorar essas  vulnerabilidades vírus da imunodeficiência (HIV), a fim de desenvolver  novas abordagens para desenvolver uma vacina. A ideia é prevenir a  infecção responsável por mais de 25 milhões de mortes desde 1981. Estes  superanticorpos, chamados &#39;bNAbs&#39;, têm extensas capacidades de  neutralizar o HIV.&quot; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; O diário &quot;Chicago Tribune&quot; destacou, na edição desta sexta-feira, as  características da pesquisa. &quot;Crucial para esta descoberta é o fato de  que os anticorpos miram uma porção do HIV que os pesquisadores não  consideraram na sua pesquisa anterior por uma vacina. Além do mais, o  alvo é uma porção relativamente estável do vírus, que não tem  participação nas extensivas mutações que o HIV faz, a fim de escapar das  drogas antivirais e vacinas experimentais prévias.&quot; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt; A rede de televisão britânica BBC observou que outros quatro anticorpos  já haviam sido encontrados anteriormente. &quot;No entanto, os quatro  trabalharam na proximidade em um lugar do HIV, que comprovou a  dificuldade de exploração dos fabricantes de vacina.&quot; &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWtQWSiNSBQF2prsjGTBb07Sik-U5QiH5JJXLyec0nGESOhvByfgFMCHAben-FQ8v0dxGsVb2Zeu7Swe5YF10thRHfq9WBCbujBQ64sIokS3tyO8QwCZhqKy95j3Wb3pfOgJTAwpot9QU/s1600/0924791.gif&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWtQWSiNSBQF2prsjGTBb07Sik-U5QiH5JJXLyec0nGESOhvByfgFMCHAben-FQ8v0dxGsVb2Zeu7Swe5YF10thRHfq9WBCbujBQ64sIokS3tyO8QwCZhqKy95j3Wb3pfOgJTAwpot9QU/s1600/0924791.gif&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Fonte: Folha Online&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;Editado: ciencia possivel&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt;___________________________________________________________________________________&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://cienciapossivel.blogspot.com/2010/10/possivel-vacina-contra-aids-repercute.html</link><author>noreply@blogger.com (Marcos vinicius)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhCKodCtKXjyRnskwLizE-psA20Vyk-TWTrVVLhS6ujE8SC3hTLwtOTlAj7JKcNWcQgX8CguGrP2NZZ5eDMZrcFil8jHXOclZ_O0bx-cd42cPLj3BVmLhQE81klBeaNAGWVwcbF2Z-n3cQ/s72-c/0924790.gif" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>