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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431</atom:id><lastBuildDate>Sun, 18 Dec 2011 19:18:31 +0000</lastBuildDate><title>Cintura de Orion</title><description /><link>http://cinturadeorion.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Helena)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>238</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/CinturaDeOrion" /><feedburner:info uri="cinturadeorion" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-2651029546899490492</guid><pubDate>Thu, 15 Dec 2011 10:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-15T18:03:49.236-08:00</atom:updated><title>Miss Right vs Miss Right Now</title><description>Hoje disseram a uma amiga minha que ela seria a pessoa perfeita, se ele quisesse "assentar". Ainda que, de certa forma, perceba o que ele quer dizer, são frases destas que não me fazem sentido. Eu percebo mau timing. Percebo um certo plano de vida. Percebo o impacto (e o medo) de uma mudança brusca de sentido. Mas isso não quer dizer que queira ser mais uma a coadunar com tais desígnios. Já há algum tempo que eu própria me debato com o dilema de querer algo que não devo querer - porque não é adequado, porque não "cabe" na minha vida, neste momento. Mas...não consigo deixar de sentir que quando se gosta, gosta-se. ponto. Quando nos sentimos bem com alguém não deveríamos ter de pensar nessas coisas. Não nos deviam fazer escolher entre o nosso "plano" e o "gostar". É bem verdade que esse gostar é efémero. Passa num abrir e fechar de olhos. E deixa marcas. E isso é mesmo o mais difícil. Essas marcas que esse momento fugaz deixa nas nossas vidas - nos nossos corações - são irreparáveis e podem vir a fazer toda a diferença no gostar a seguir. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, se às vezes, racionalizamos e paramos "a tempo", outras alturas há em que simplesmente não conseguimos parar. E levamos as coisas, passo a passo, sempre na expectativa de entender qual é o verdadeiro passo a seguir. Mas, será que parar "a tempo" é mesmo uma solução? Conseguimos mesmo - efectivamente, com toda a verdade - parar um sentimento? Qual é o preferível entre as duas situações: ficar a pensar no que poderia ter acontecido ou deixar acontecer, mesmo que saiamos magoados? E o que é que nos garante que uma dessas soluções é mesmo a melhor? &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tirando este parêntesis, tão cheio de interrogações, sinto-me segura que não devemos mesmo enganar o nosso coração com velhas desculpas de que nas nossas vidas não há espaço para ele. Nem, por outro lado, devemos ficar à espera que o coração de outrem se decida para que nós tenhamos de seguir com as nossas vidas. Sei que não é fácil estar em nenhum dos lados da baliza. Mas, guarda-redes ou ponta-de-lança, devemos sempre dar-nos mais liberdade. Desprender-nos dessa matriz estática que é o nosso "plano de vida". Dizem que as melhores coisas nos acontecem quando menos estamos à espera. Já pensaram na quantidade de oportunidades desperdiçadas, só porque estávamos a seguir a nossa lista de coisas a fazer? Só porque não estava na hora de "assentar", dissemos a uma pessoa fantástica que não... quando deveríamos - e o nosso coração assim o queria - dizer sim. E isso é mesmo aquilo que não cabe na minha cabeça de romântica incurável. Porquê recusar viver algo tão bom quanto o gostar e ser gostado, se o que interessa mesmo é o agora? Porque, ainda que acreditemos que haja um futuro que tem de ser cuidadosamente preparado, o que é desse futuro se não formos felizes neste momento?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-2651029546899490492?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/ybQLwwiwjDQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/ybQLwwiwjDQ/miss-right-vs-miss-right-now.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/12/miss-right-vs-miss-right-now.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-4573259860910310827</guid><pubDate>Fri, 02 Dec 2011 01:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-12-01T09:46:13.514-08:00</atom:updated><title>Milena, pequena costureirinha àgil e tonta</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Milena, pequena costureirinha àgil e tonta, mexe e remexe nos seus sentimentos como se de uma caixa de agulhas se tratasse: com cuidado e morosamente, para não se ferir. Mas o que a pequena ignora é que as agulhas também podem ajudar a curar. Quando colocadas no sítio certo, elas restabelecem o equilíbrio e trazem paz de espírito. A grande questão é que Milena não se atreve a sair do seu confortável cantinho, para conhecer essas curas de que falo. Milena recusa-se a ser mais uma vítima das linhas do destino e permanece fiel ao seu corte. Não inova, não mistura cores e costura sempre os mesmos botões para as mesmas casas. Será que Milena sabe que a máquina de costura pode fazer muito mais que remendar camisas e pedaços vazios de tecido? Alguém lhe devia ensinar a ver outros padrões para além do pautado pelos seus dedos (fr)àgeis. Milena tropeça nas linhas em sobressalto. Não, não. O seu dedal não a pode trair daquela forma. Era tão seguro, tão adequado à sua mão que Milena não quer acreditar que caiu de sua mão&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;, logo quando mais precisa dele. Quem lhe vem dizer que sentir um pouco de dor não faz mal? Alguém diz a esta tola que que não há como fazer linhas direitas, quando o pedal bate fora de ritmo? Milena, por mais que o teu pézinho bata no tempo da tua costura, quando o pedal não quer, o contra-tempo também soa bem. E que mal tem andar em contramão e costurar um botão do outro lado do vestido? Se fica bem, não tem que causar confusão a ninguém. Não és tu, Milena, que desenhas a tua própria roupa? Ou queres que sejam os outros a ditar aquilo que usas? Se tens medo, Milena, continua a costurar. Não páres só porque alguém não gostou do tecido. Tu gostas. E é isso que importa, pequena modista. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-4573259860910310827?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/Q-AlQayPq6c" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/Q-AlQayPq6c/milena-pequena-costureirinha-agil-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/12/milena-pequena-costureirinha-agil-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-4910031524228205076</guid><pubDate>Tue, 29 Nov 2011 06:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-28T15:30:27.872-08:00</atom:updated><title>Entre a razão e o coração</title><description>&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;V&lt;span class="Apple-style-span"&gt;ou sempre barafustar quando me negam uma emoção. É inevitável e é a verdade de quem eu sou. Talvez por isso mesmo as lágrimas vertam mais vezes dos meus olhos. Talvez por isso não chegue a ser feliz por completo. Porque me precipito nas palavras. Porque vivo por impulso. E porque quero sempre negar ao meu amor o mínimo pedaço de razão. Alimento-me das pequenas coisas, das palavras doces e dos afectos. A razão aqui não tem lugar. Tem dias que chego a lamentar esse facto. Mas são breves momentos em que tenho de me remeter ao que o resto do mundo pensa. Desde quando é que é assim tão importante? O que os outros pensam? As etiquetas e as categorias e todas as pré-definições de uma acção, um sentimento, uma forma de vida?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;Não quero uma vida onde um &lt;i&gt;gosto de ti&lt;/i&gt; é tão repugnado pela mente. Tão encostado à parede para que não saia na direcção onde "não deve". Como assim, "não deve"? Se o sentes, está assim tão errado? Talvez eu esteja mesmo errada e as coisas não possam ser como o meu coração quer que elas sejam. Afinal, não sou a única cidadã deste mundo. Mas, por enquanto, prefiro manter-me fiel a quem eu sou. Ainda que as coisas passem por mim, ainda que tenha de morder a língua de quando a quando... prefiro pensar que um dia alguém vai corresponder ao meu coração e não à sua razão.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-4910031524228205076?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/y_UfZndJMZU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/y_UfZndJMZU/entre-razao-e-o-coracao_28.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/11/entre-razao-e-o-coracao_28.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-879620681543386581</guid><pubDate>Fri, 21 Oct 2011 09:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-21T18:35:23.216-07:00</atom:updated><title /><description>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;“- How do you know it’s real? How do you know you really love someone?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span&gt;-&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;You’re terrified of losing him. And even more of having him. “&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;span lang="EN-US"&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-879620681543386581?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/5y80ZnvJ5y8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/5y80ZnvJ5y8/how-do-you-know-its-real-how-do-you.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/10/how-do-you-know-its-real-how-do-you.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-6745467897819661715</guid><pubDate>Fri, 07 Oct 2011 03:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-06T12:49:42.472-07:00</atom:updated><title>O destino existe?</title><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Ou é somente uma desculpa que a nossa mente cria? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Pode o &lt;i&gt;destino&lt;/i&gt; ditar como levar as nossas vidas ou está apenas a criar manobras de diversão à nossa felicidade? Consegue o d&lt;i&gt;estino&lt;/i&gt; negar-nos o presente - com medo do futuro?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;Apetece-me dizer ao &lt;i&gt;destino&lt;/i&gt; - se é que ele existe mesmo - para me deixar sozinha com os seus devaneios. Sim, &lt;i&gt;destino&lt;/i&gt; - se é que existes, não voltes a bater-me à porta com a tua mania do "sou tão engraçado, olha a volta que dei à tua vida!". Porque sabes bem que eu não te consigo negar o meu coração. Sabes que demoro em cada pedacinho de alegria que me atiras. E, mais do que ninguém, tens perfeita noção do quanto adoro cada coincidência que me colocas no caminho. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span class="Apple-style-span"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-6745467897819661715?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/7r83EkzdBn4" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/7r83EkzdBn4/o-destino-existe.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/10/o-destino-existe.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-7667134836698810445</guid><pubDate>Thu, 26 May 2011 06:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-25T15:30:44.623-07:00</atom:updated><title>"Pode alguém ser quem não é?"</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Passamos metade das nossas vidas em busca de liberdade. Liberdade para falar, liberdade para viver, liberdade para amar. Liberdade para as coisas vulgares, como sair à noite, não prestar contas a ninguém, não dar satisfações; liberdade para esticar as pernas e os braços à vontade na nossa cama; liberdade para andar descalço, para não ter horários; liberdade para cantar no duche a plenos pulmões; liberdade para acordar mal disposto. Liberdade para seguirmos as nossas regras, para escolhermos a nossa roupa; liberdade para ouvir a música que nos apetece; liberdade para lermos o jornal que mais nos agrada; liberdade para ver o nosso clube jogar e gritar sempre que há um golo ou chorar de tristeza, se os não houver; liberdade para voltar a casa ao amanhecer; liberdade para dormir até não poder mais ou para dançar até nos doerem os pés.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;...depois, quando temos tudo isso, apercebemo-nos que queremos mais. Mais liberdade. Liberdade para beijar sempre que nos apetece; liberdade de tocar, abraçar; liberdade de sentir as coxas de alguém ao nosso lado, de passar as mãos pelo seu cabelo; liberdade de respirar junto à boca de alguém; liberdade de sorrir apenas com os olhos, de chorar apenas com um abraço; liberdade de entrelaçar as mãos, de dar carinhos sem esperar nada em troca; liberdade de nos prender. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Se passamos o tempo a clamar por liberdade, porquê a estranha e entranhante vontade de pertencer a alguém? &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-7667134836698810445?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/hXJSVxcg0Og" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/hXJSVxcg0Og/pode-alguem-ser-quem-nao-e.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/05/pode-alguem-ser-quem-nao-e.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-5745871936953312828</guid><pubDate>Tue, 26 Apr 2011 07:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-26T16:19:54.719-07:00</atom:updated><title>Hoje vou ser breve...</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Só queria mesmo saber o que é feito da simplicidade do "boy meets girl" e do "love at first sight"? Será que se usou demasiado essa fórmula nas comédias lamechas de Hollywood - tanto, ao ponto que, na vida real em que se inspirava, a receita perdeu efeito?&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-5745871936953312828?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/fWv4eKBnvHY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/fWv4eKBnvHY/hoje-vou-ser-breve.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/04/hoje-vou-ser-breve.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-4775636699535645099</guid><pubDate>Tue, 15 Mar 2011 06:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-14T16:29:52.067-07:00</atom:updated><title /><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"Those three words&lt;br /&gt;I have never heard together&lt;br /&gt;before you made them in your mouth&lt;br /&gt;chewed them soft like sugar Cain&lt;br /&gt;Polished them with your tongue&lt;br /&gt;gave them to me sweet and I swear&lt;br /&gt;Id never get them lost&lt;br /&gt;said how I cant find sleep&lt;br /&gt;I get feed to sing you say&lt;br /&gt;said how my heart grows&lt;br /&gt;at the sight of you&lt;br /&gt;and baby yes&lt;br /&gt;I love you too"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;[from cold cases, episode 45 season 2]&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-4775636699535645099?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/nT9ts-csunY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/nT9ts-csunY/those-three-words-i-have-never-heard.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/03/those-three-words-i-have-never-heard.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-614863169969695942</guid><pubDate>Sun, 13 Mar 2011 02:14:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-12T10:14:20.207-08:00</atom:updated><title /><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;When does saying "I love you" becomes difficult? Why is it that our mouths stop at the very first sign of contentment? Freezing at the sight of forever bliss… Or simply preventing ourselves from stumbling upon pure illusion. That seems to happen even more often than we realize it does. Though it shouldn’t be this hard to just look someone in the eyes and share our soul with them. The worst thing it could follow is… a little “no” word. A small disappointment. See? We seem to never hope for the best. That wonderful moment when someone loves you in return. That beautiful prospect of a life lived in synchrony with another.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;And how do you know when to stop? How do you know when to give it up… and move on to a new illusion? I think it’s because sometimes you are better off with that vision of happiness…that you don’t allow yourself to actually be happy. There’s no way to unplug from the thrill. That pleasure that fills your body whenever you think of it. That’s when the dream overcomes reality. When you wake up with his smell even if he hasn’t spent the night. It’s when you look at the mirror and realize you’re smiling alone– just because he said a kind word. And you keep feeding your imagination with those slight moments together. With those small crumbs of chemistry. And fading instants of laughter.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Finishing each others’ lines isn’t true love. Sharing a few good notions of what life should be… won’t take you to happily ever after. Love at first sight is so overrated…Crazy, sparkling chemistry goes off easily.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Good friendship. Intimacy. Complicity. Passion. That’s nourished over time. And it doesn’t come with a lottery ticket. It comes from living. So don’t be afraid of saying “I love you” whenever you feel like it. Don’t stop yourself from kissing and longing when the right kind of wrong person is in front of you. Love as much as you can. And smile with whoever you want to smile with. Eventually your mind will stop wandering and your heart will begin to love. No expenses made.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-614863169969695942?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/hLaRwP4KMEI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/hLaRwP4KMEI/when-does-saying-i-love-you-becomes.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/03/when-does-saying-i-love-you-becomes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-972208266051523670</guid><pubDate>Fri, 21 Jan 2011 07:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-20T15:46:42.290-08:00</atom:updated><title>you'll never reach the end of the road while you're traveling with me</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Porque quando estamos prestes a cair, há sempre algo ou alguém que nos segura e impede a queda. E se cairmos... é quando nos levantamos que nos sentimos mais vivos!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-972208266051523670?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/r7MtEckJztY" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/r7MtEckJztY/youll-never-reach-end-of-road-while.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/01/youll-never-reach-end-of-road-while.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-3751273803349877801</guid><pubDate>Fri, 14 Jan 2011 06:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-13T14:40:11.663-08:00</atom:updated><title>The moment of anticipation just before the first kiss</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;"... Stare into those eyes. Pupils grow wide and hearts thump fast as brains jolt and thoughts rollercoaster around. Conversation jumbles and stumbles before fading into footnotes as fingers touch and linger, thoughts twist together, and eye contact drifts and sways before catching and connecting as everything goes quiet…"&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;=)&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-3751273803349877801?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/s6BttYBCexg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/s6BttYBCexg/moment-of-anticipation-just-before.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/01/moment-of-anticipation-just-before.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-1104985607304533082</guid><pubDate>Wed, 12 Jan 2011 08:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-12T16:02:26.320-08:00</atom:updated><title>Not knowing</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;A sociedade é feitas de regras. A pessoa constrói-se a cada limite que atinge. E, por cada excepção, avançamos no labirinto da nossa realidade. Se estamos convencidos que esse labirinto é uma estrada com sinais, é porque gostamos de catalogar a vida com as nossas metas pessoais e vemos, a cada esquina, uma oportunidade de virar as coisas do avesso. Ou, apenas, continuar seguindo, certos de que a estrada nos vai levar ao objectivo último. Primariamente, sentimos em cada passo a força de continuar em frente e chegar até ele. Convencemo-nos que é esse o caminho a seguir e fechamos os olhos ao que está à nossa volta. Alguma vez pensamos que é no labirinto que queremos estar? Não. Ninguém quer andar às voltas sem saber onde está. Mas alguma vez chegamos mesmo a saber onde estamos? Mesmo quando chegamos ao fim da estrada e não há mais sinais para nos guiar? Não. Pensamos apenas que atingimos o cume da montanha e damo-nos por satisfeitos. Acampamos. Criamos mais uma realidade e aí ficamos, até que alguém se acomode no nosso mundo. Concordo com as regras e as metas. Acredito nos sinais. Mas prefiro não saber para onde vou. Ou sequer como lá chegar. Longe vai o tempo em que sabia o que queria. Agora, prefiro agarrar-me ao que não quero. Desvio-me da consciência e sigo caminho para o sopé da montanha. Não pode ser esse o fim. Quero voltar ao labirinto. O não saber o que vai acontecer depois de passar a esquina e virar à esquerda no cruzamento é o que me faz seguir. Com medos. Muitos até. E se tiver de voltar atrás, volto. E, de novo, calcorreio as pedras que ousei conhecer em tempos passados. E revisito cada uma delas. Quando dou por mim, estou numa outra realidade. Talvez me fique por essa velha novidade. Talvez não. Mas sigo na mesma, deixando que os outros me traçem metas e esbocem o meu futuro. Podem continuar a fazê-lo. Mas eu é que não sei para onde vou.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-1104985607304533082?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/r-FV6Dfkenk" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/r-FV6Dfkenk/not-knowing.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/01/not-knowing.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-1388144718624403937</guid><pubDate>Mon, 03 Jan 2011 05:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-02T13:07:50.373-08:00</atom:updated><title>Mais 365 dias a viver</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Acho que é nesta altura em que mais reflectimos no que temos feito, no que deixámos por fazer e no que ainda vamos a tempo para fazer. Se é fácil pegar numa folha de papel e traçar objectivos para o novo ano, é dificil determinar com exactidão como concretizar esses mesmos objectivos. Contudo, escrevinhamos mais uma folha ou duas. Guardamo-los na agenda ou dentro de uma caixinha cheia de outros segredos. Decoramo-los e debitamo-los às 12 badaladas, ao sabor das passas. Ou atiramos uma moeda para uma fonte abençoada e é aí mesmo que depositamos as nossas esperanças. Sabem o que fiz este ano? Nada disso. Nem sei ao certo o que pedi, se cheguei mesmo a pedir, na comoção das 12 badaladas e no extâse dos fogos de artifício. Sei o que quero, mas prefiro deixar os meus desejos à solta no universo e não presos a um papel ou uma estratégia. Este ano não quero correr atrás, quero apenas realizar. E começo agora!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-1388144718624403937?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/310ipeqdY_U" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/310ipeqdY_U/mais-365-dias-viver.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2011/01/mais-365-dias-viver.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-2045742444698381837</guid><pubDate>Sun, 12 Dec 2010 07:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-12T15:12:17.241-08:00</atom:updated><title>"Esquecida...</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;...&lt;strong&gt;&lt;em&gt;em cada dia que passa. Nunca mais revi a graça dos teus olhos que eu amei."&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;São as pequenas coisas que causam grandes comoções. "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Agora que lembro as horas ao longo do tempo&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" Nem sempre estar sozinho significa ser sozinho. Contudo, noites há em que o sentimento é inevitável. "&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Desejo voltar a ti, desejo te encontrar&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;" E se as pessoas se esquecerem? "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Má sorte&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;..." Como serão as coisas quando outra pessoa ocupar o espaço outrora preenchido pela minha respiração? Vão rir-se. Vão chorar. Será que vou deixar coisas por fazer? Quantas coisas vão ficar por dizer... "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Foi amor que não retive&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" Ou, ainda aqui, mas como se não estivesse. O coração a bater, mas nem uma ponta de sangue quente para provar que estou viva! "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;E se calhar distraí-me&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;" Ficar pequena num local seguro, para que o mundo não veja o que sinto. Racionalizar os actos, tornar lógico o encontro. Distanciar-me. Até ao ponto que sou apenas um invólucro vazio, sem chama. Sem razão aparente, fiz o mundo esquecer-se de mim e, ao mesmo tempo, continuo a gritar para que não o faça. "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Qualquer coisa que encontrei&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;".&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;span style="font-family:Trebuchet MS;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;[Alfama, Madredeus]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-2045742444698381837?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/ks6KghqA0wU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/ks6KghqA0wU/esquecida.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/12/esquecida.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-4801959620771724007</guid><pubDate>Fri, 24 Sep 2010 04:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-12-11T14:57:35.864-08:00</atom:updated><title /><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sabem aquela sensação de que, aos olhos do senso comum, a vossa vida não podia ser melhor? E, juntando-se a esta, a estranha percepção de que há mais - muito mais - que isto à vossa espera, quando acordam de manhã? Parece tolice, eu sei. Se as coisas estão bem, como podem ficar ainda melhor? Como, alguém me diz, com tanta coisa boa à nossa volta, ainda nos atrevemos a precisar de outras que, francamente, nem sabemos serem verdadeiras? É da nossa natureza. Querer mais, ir mais além. Constante insatisfação. &lt;em&gt;Every now and then&lt;/em&gt;, temos a sorte de sermos trazidos para terra. Um gesto, uma palavra, alguém indicando-nos que &lt;em&gt;aqui&lt;/em&gt; está tudo aquilo que precisamos. Só não sabemos ao certo. É uma pequena borboleta que me incomoda. Daquelas que antecipam todas as grandes mudanças de curso. E é ela que está a causar esta insatisfação, esta inquietude e falta de decisão. Se alguém por aí souber a fórmula para a libertar - ou viver com ela - por favor, erga a mão.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-4801959620771724007?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/T2x8F1upq1U" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/T2x8F1upq1U/sabem-aquela-sensacao-de-que-aos-olhos.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/09/sabem-aquela-sensacao-de-que-aos-olhos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-7306188948950187789</guid><pubDate>Mon, 06 Sep 2010 06:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-09-05T15:11:55.062-07:00</atom:updated><title>Partidas e chegadas</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quando penso no caminho que tenho percorrido até aqui, penso em todas as pessoas que fizeram paragem no meu espaço e todas aquelas que daí saíram. Umas temporariamente. Outras de vez. Muitas nunca chegaram mesmo a partir. Esta semana foi uma semana de partidas e chegadas. Ter de me despedir, uma vez mais, de uma pessoa que não queria ver ir embora nunca foi fácil. E, contudo, não derramei uma lágrima. À excepção de quando recebi uma última mensagem, ainda em solo português. Nesse momento não consegui conter os meus sacos lacrimais. Mas durou pouco - porque, acima de tudo, queria sorrir por essa pessoa. Por ela estar a dar mais um grande passo na sua vida. Admiro-a por isso. Acho-a corajosa por muito mais! Entretanto, quase ao mesmo tempo - ainda que já tendo vindo a aproximar-se nos últimos tempos - uma chegada. Inesperada. Quase sem a prever, mas já adivinhando que assim seria. Uma boa surpresa, sem dúvida, e uma pessoa que claramente já ocupa um espaço considerável. Em alguns pensamentos. Em muitas mensagens de tom quase adolescente. Certamente em alguns momentos já bem passados. Reconheço a diferença entre as várias partidas e chegadas. Mas qual - dos três tipos que descrevi em cima - estas últimas vão ser, ainda é cedo para dizer. Resta-me o optimismo que agora volta a mim, aos poucos, como uma gota de chuva ao percorrer um largo rio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:lucida grande;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-7306188948950187789?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/1G11YH7bPss" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/1G11YH7bPss/partidas-e-chegadas.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/09/partidas-e-chegadas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-6111144215085992416</guid><pubDate>Tue, 24 Aug 2010 03:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-23T12:51:32.747-07:00</atom:updated><title>Bela Adormecida</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já tinha chegado a esta conclusão há algum tempo. Contudo, ou porque não quis admitir a mim própria, ou porque não o quis dizer em voz alta para o mundo, continuei quieta e calada. Permaneci fechada dentro da minha concha e recusei-me a abrir os olhos. Afinal, o trabalho corre bem, a família está feliz, as saídas com os amigos são as mesmas... a paixão pela vida - pela minha vida - é que, de certa forma, mudou. Não me perguntei como ou quando. Não sei bem em que estrada virei, só sei que dei comigo a acordar numa constante incerteza. Adormecida, levantava-me cedo de manhã, falava com as pessoas, dava o meu melhor, jantava, ria, bebia, corria... Mas não estava verdadeiramente a viver. Estava apenas a sobreviver. Ainda estou. Ainda agora sinto que não estou completamente acordada. Mas sei que este dormitar permanente não pode continuar. Despertei para mim e para as coisas fantásticas que tenho - aliás, que quero! - fazer nestas andanças e sei que tenho de colocar um pé à frente do outro para conseguir levantar-me do conforto do meu sono. Só não está a ser fácil... Também ainda não percebi porquê. Tanta dúvida! Suponho que, de alguma forma, seja bom questionarmo-nos de quando a quando. Caso contrário, nunca conseguiremos olhar para dentro e evoluir. Crescer. Mas o meu crescimento já foi demasiado retardado. Às vezes penso que não é possível tantos paradoxos residirem na minha cabeça. Muitos mais no meu coração. Mas eles estão cá para ficar e não há como retirá-los, a não ser confirmar cada uma das suas premissas. Uma a uma. Acordar cada parte de mim aos poucos e regressar ao mundo, de uma vez por todas! Mas hoje ainda não... ainda estou demasiado sonolenta para encarar a luz lá fora.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:georgia;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-6111144215085992416?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/e3HQxjBhjpU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/e3HQxjBhjpU/bela-adormecida.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/08/bela-adormecida.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-5124713709526317463</guid><pubDate>Sat, 14 Aug 2010 04:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-08-13T13:21:14.948-07:00</atom:updated><title>SW'10</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Vamos passar à frente o facto de ter estado ausente este tempo todo e descrever um pouco aquilo que foram sete dos dias mais fantásticos que tive este Verão: SWtmn 2010!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sendo que era a primeira vez, devo dizer que as três sudoesteiras foram muito bem preparadas - sobretudo graças ao maninho de uma delas. Pensamos em todos os pormenores, planeamos a viagem e lá fomos nós para o sudoeste alentejano.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Do primeiro ao último dia, foi sempre a curtir! Levantar (relativamente) cedo, aproveitar o sol na praia de almograve - ou a água fresca do canal - a costa vincentina, os banhos colectivos, a hora da limpeza das casas-de-banho, a hora da hidratação, o vestir apertadinhas nas tendas, o jantar à campista, a preparação do "kit bêbedas" (como o L. lhes chamou!), os concertos, o recinto, o pó, a montanha russa, o suspirar ao longe pelo Palmeirim o convívio com os espanhóis, o convívio com dezenas de pessoas que não conhecemos de lado nenhum, o experimentar de algo novo, M.I.A, James Morrisson, Colbie Caillat, Tiago Bettencourt e os Mantha, Beirut, Mika, David Guetta, as arrumações, o calor, o pneu furado... tudo isto e muito mais fizeram do SW'10 uma semana em grande, como nós merecíamos.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Para o ano há certamente mais - para já ficam as memórias. As melhores memórias ;)&lt;/span&gt; &lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5504991521226685570" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 400px; CURSOR: hand; HEIGHT: 300px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_pN3vhT7TpQk/TGWonzJA_II/AAAAAAAAAMs/cX6SU_Po9JE/s400/183.JPG" border="0" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-5124713709526317463?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/aMbbgmhnX_o" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/aMbbgmhnX_o/sw10.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_pN3vhT7TpQk/TGWonzJA_II/AAAAAAAAAMs/cX6SU_Po9JE/s72-c/183.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/08/sw10.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-2556941605411584041</guid><pubDate>Wed, 12 May 2010 05:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-05-11T14:34:09.243-07:00</atom:updated><title>Lição de vôo</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Já há algum tempo que não sentia as borboletas no estômago. São avassaladoras!! São em demasia e correm tão livremente por todos os cantos que o ar que me entra pelos pulmões começa a ser raro. Tão raro que a minha consciência começa a tomar a forma de uma fantasia louca da qual me parece que não vou acordar nunca. São tóxicas estas borboletas. Envenenam-me de pensamentos irreais e impossíveis. E desta vez eu não quero ter nada a ver com essas fantasias. Quero fugir delas a todo o custo - porque já sei a resposta. Já sei o que cada borboleta traz nas suas asas e, contudo, não arranjo forma de me livrar delas. E não. Também não consigo ir por aí - porque também já sei de mil e uma formas de me livrar delas e, a cada vez que tento, elas voltam com maior intensidade. Queria muito descomplicar esta corda e voltar atrás algumas páginas - perceber onde criei tanto espaço vazio para que se enchesse assim destas borboletas criminosas! Perceber como as deixei entrar, mesmo sabendo que o meu coração não aguentava mais um vôo destes...&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-2556941605411584041?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/7D6T50KuIJM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/7D6T50KuIJM/licao-de-voo.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/05/licao-de-voo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-3849518298441219044</guid><pubDate>Thu, 15 Apr 2010 06:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-04-14T15:51:24.707-07:00</atom:updated><title>Quem</title><description>&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Quem és tu que entras assim na minha vida, instalas-te na minha sala de espera e ocupas toda a minha cama? Quem é essa figura esguia que tem a mania de me torturar nos beijos e de me ocupar a mente pelos breves instantes mais longos dos meus dias? Quem te julgas ao arrumar-me num cantinho conveniente da tua caixa dos segredos? Quem serás para mim, amanhã? E quem és em mim, hoje? Quem é a tua musa, o teu credo, o meu tropeço? Quem é que te sussura as palavras que me dizes ao ouvido? E quem ouve o meu gemido quando me tocas?&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-3849518298441219044?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/y-rKOFwgYWs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/y-rKOFwgYWs/quem.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/04/quem.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-7119271341416543571</guid><pubDate>Tue, 30 Mar 2010 05:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-29T15:02:26.363-07:00</atom:updated><title>Uma dança minha</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Sinto-me uma bonequinha de dança. Nas pontas dos pés, só para te impressionar. E danço, frágil, à mercê das tuas mãos que podem fechar a minha caixinha a qualquer momento. Que podem escurecer o meu mundo a qualquer devaneio da tua vontade. Danço imóvel, para que não fujas do meu olhar. Preso&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt; a esse teu olhar profundo e quente. Calor que me adormece e faz com que as minhas pernas delicadas rodopiem nesse reflexo fugaz do teu querer. Bonequinha de dança, em sintonia com o teu bater de coração. Ritmo que não é frequente ou consistente. Solidez que, ainda assim, não me impede de continuar a mover-me por entre os teus braços. Delírios que te fazem ser tão próximo e, contudo, tão impassível. Assim confundes-me. Não deixes a bonequinha parar de dançar.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-7119271341416543571?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/YaWFM6mb55I" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/YaWFM6mb55I/sinto-me-uma-bonequinha-de-danca.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/03/sinto-me-uma-bonequinha-de-danca.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-4836619207223156389</guid><pubDate>Tue, 23 Mar 2010 06:50:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-22T16:52:55.871-07:00</atom:updated><title>Espontaneidade</title><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Tenho saudades. Em mim e nos outros. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Estou farta de ter de fingir, de tomar uma postura que não é a minha. Preferia quando era assumidamente frágil e doce. Passar os dias a vestir uma segunda pele, só porque não se quer falhar, ou porque preciso de protecção... não é para mim! Estou farta de não poder olhar-te nos olhos, de não poder abraçar ou sorrir como queria. E tenho saudades de quando me procuravas espontaneamente - não como agora, em que "temos de manter" as aparências. E para quê? Para quem? O mais absurdo é que essas aparências só nos servem a nós. A partir do momento em que perdeste a espontaneidade, começaste a perder tudo o resto. Ainda te quero, sim. Mas não tenho a certeza se, agora, não será mais por capricho do que propriamente por vontade. E, se sim, é vontade... é uma vontade envenenada pelos códigos e pela arte. Arte de uma sedução que depressa se começa a desvanecer. E o problema é que, se antes tinha medo de te não ter, agora tenho medo de te não vir a querer... como pensaste que aconteceria. E foi o teu tanto pensar que nos trouxe até este impasse. O tanto planear um encontro que as nossas peles já há muito clamavam... agora corre o risco de se tornar uma mera fugacidade. Que depressa cai em esquecimento ou, pior, se rende ao pudor e nos leva a nunca mais pertencer um ao outro. Quero, mais uma vez, ser espontânea e dizer-te &lt;em&gt;AGORA&lt;/em&gt; o que estou a sentir. Mas a tua duplicidade não o permite... e volta a colocar-me entre dentes. Tal qual a tua espontaneidade. Presa entre as figuras da tua vida.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:courier new;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-4836619207223156389?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/rzD03kBkd8k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/rzD03kBkd8k/espontaneidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/03/espontaneidade.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-8490927014838021823</guid><pubDate>Thu, 04 Mar 2010 05:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-03T13:29:09.347-08:00</atom:updated><title /><description>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;De tudo, ao meu amor serei atento&lt;br /&gt;Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto&lt;br /&gt;Que mesmo em face do maior encanto&lt;br /&gt;Dele se encante mais meu pensamento&lt;br /&gt;Quero vivê-lo em cada vão momento&lt;br /&gt;E em seu louvor hei-de espalhar meu canto&lt;br /&gt;E rir meu riso e derramar meu pranto&lt;br /&gt;Ao seu pesar ou seu contentamento&lt;br /&gt;E assim quando mais tarde me procure&lt;br /&gt;Quem sabe a morte, angústia de quem vive&lt;br /&gt;Quem sabe a solidão, fim de quem ama&lt;br /&gt;Eu possa lhe dizer do amor (que tive):&lt;br /&gt;Que não seja imortal, posto que é chama&lt;br /&gt;Mas que seja infinito enquanto dure&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Vinícius de Moraes&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-8490927014838021823?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/tHj8ssoRiz8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/tHj8ssoRiz8/de-tudo-ao-meu-amor-serei-atento-antes.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/03/de-tudo-ao-meu-amor-serei-atento-antes.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-4017234269331995534</guid><pubDate>Sun, 21 Feb 2010 03:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-20T11:58:55.039-08:00</atom:updated><title /><description>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/y12fAmn8cp4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/y12fAmn8cp4&amp;hl=pt_BR&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-4017234269331995534?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/ssjcA31ny2w" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/ssjcA31ny2w/blog-post.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/02/blog-post.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6949730839857304431.post-462429638722847552</guid><pubDate>Thu, 11 Feb 2010 06:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-10T14:03:07.323-08:00</atom:updated><title /><description>&lt;em&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;M. - Helena. Helena sorri! &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;Eu - Oh... hoje...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:trebuchet ms;"&gt;M. - Vá lá... (pausa para me ver sorrir) Ficas tão melhor a sorrir!&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;^^)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6949730839857304431-462429638722847552?l=cinturadeorion.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CinturaDeOrion/~4/tUHieBGSVRE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/CinturaDeOrion/~3/tUHieBGSVRE/m.html</link><author>noreply@blogger.com (Helena)</author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://cinturadeorion.blogspot.com/2010/02/m.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>

