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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2portuguesefull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><title>Classe dos Jovens da Comunidade Árabe Aberta</title><link>http://classedosjovens.blogspot.com/</link><description>Classe especial dos jovens. Os temas da nossa lição, reuniões e programações da classe dos jovens da comunidade árabe aberta. Tudo para honra e Glória de Deus.</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Comunidade Árabe Aberta)</managingEditor><lastBuildDate>Fri, 13 Nov 2009 18:02:00 PST</lastBuildDate><generator>Blogger</generator><atom:id xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386</atom:id><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">547</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/">25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" type="application/rss+xml" /><feedburner:emailServiceId>ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:feedFlare href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" src="http://o.aolcdn.com/favorites.my.aol.com/webmaster/ffclient/webroot/locale/en-US/images/myAOLButtonSmall.gif">Subscribe with My AOL</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bloglines.com/sub/http://feeds.feedburner.com/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" src="http://www.bloglines.com/images/sub_modern11.gif">Subscribe with Bloglines</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><title>Luta Pelo Poder -Resumo Semanal - 14/11/09 a 14/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/qhABeUa6nJM/luta-pelo-poder-resumo-semanal-141109.html</link><category>Sábado</category><category>14 de novembro</category><category>Luta Pelo Poder</category><category>lição escola sabatina</category><category>Resumo Semanal</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Fri, 13 Nov 2009 18:02:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-8310852080585401937</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;LUTA PELO PODER&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Resumo Semanal 08/11/2009 a 14/11/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY6IBD7j2I/AAAAAAAACjc/pR00_T8_hoc/s1600-h/Jesus3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 238px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY6IBD7j2I/AAAAAAAACjc/pR00_T8_hoc/s320/Jesus3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401568712475774818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Zinaldo A. Santos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-style: italic;font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Editor da Revista Ministério&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em todo agrupamento organizado ou institucionalizado, há sempre o risco de que indivíduos se levantem contra a liderança. Há sempre elementos que se deixam seduzir por algum espírito rebelde e dominador, que os arregimenta em torno do estandarte da revolta. Geralmente, os argumentos que servem como base para tal atitude gravitam em torno de direitos supostamente usurpados ou negados e que precisam ser readquiridos, acusações de supostas ações ditatoriais, absolutistas e centralizadoras, lançadas contra o líder, questionamento de sua capacidade, pretenso desejo de liberdade, reivindicação por democracia, entre outros. No fundo, o que realmente motiva muitos levantes rebeldes é a paixão exacerbada, invejosa, ciumenta, egoísta e doentia, pelo exercício do poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo de Deus não está livre desse perigo. Nunca esteve. Sua história é pontilhada de exemplos da manifestação dele. Um desses exemplos, com suas trágicas consequências, é o embate entre o grupo liderado por Coré (Datã, Abirão e Om) contra Moisés e Arão.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Os revoltosos&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seus ataques desferidos contra a liderança estabelecida por Deus, o inimigo nem sempre se vale de qualquer instrumento humano inexpressivo. Necessita de alguém inteligente, manhoso, hábil, sutil, manipulador, às vezes enérgico, que tenha influência sobre o ânimo de seus semelhantes e uma vontade férrea para levar avante seus projetos. Foi assim que ele escolheu Coré.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coré era descendente de Levi &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 6:16, 18, 21; 1Cr 6:37, 38),&lt;/span&gt; “da família de Coate e primo de Moisés; era homem de habilidade e influência” (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 395). Conforme se pode ver nos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Salmos 42, 44-49, 84, 85, 87 e 88,&lt;/span&gt; os filhos de Coré eram responsáveis pelo ministério da música nos serviços do santuário. Datã e Abirão eram filhos de Eliabe. O nome de Datã não é mencionado em nenhuma outra parte do Antigo Testamento. Há quem pense que Om se tivesse separado do grupo conspirador, pois também não volta a ser mencionado.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;A rebelião (Nm 16:1-14)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quatro argumentos específicos serviram como combustível para a conspiração. Os rebeldes procuraram dar a entender que Moisés e Arão (1) agiam como senhores sobre seus irmãos opondo-se aos seus direitos e privilégios como membros de uma santa congregação (2) no meio da qual o Senhor estava e na qual (3) cada um deles também era santo, consequentemente, (4) qualificado para o sacerdócio. Com a sutileza desses argumentos, os insurgentes conseguiram arregimentar 250 seguidores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse ponto, evidencia-se a verdadeira motivação de Coré: “Embora designado para o serviço do tabernáculo, descontentara-se com sua posição e aspirara à dignidade do sacerdócio. A concessão a Arão e sua casa do ofício sacerdotal, que anteriormente tocava ao filho primogênito de cada família, dera origem a inveja e dissabor...” (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 305). Na verdade, uma reprise da atitude de Lúcifer, no Céu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A egoísta pretensão do exercício de poder sobre o povo, atribuída a Moisés, não se harmoniza com o comportamento desse honrado servo de Deus. Uma análise superficial de sua história é suficiente para convencer qualquer estudioso imparcial das Escrituras, que, longe de usurpar dignidade e responsabilidade, ele tinha-se mostrado disposto a recusá-las quando lhe foram oferecidas. Aquele que tinha sido capaz de dizer a Josué: “Tens tu ciúmes por mim? Tomara todo o povo do Senhor fosse profeta, que o Senhor lhes desse o Seu Espírito!” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:29)&lt;/span&gt; não alimentava sentimentos de apego ao poder nem de domínio sobre o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação do líder ao ataque a ele desferido (v. 4) revela sua profunda decepção diante da falsidade das acusações. Moisés e Arão não se impuseram como líderes do povo. Foram, isto sim, investidos nessa função pelo próprio Deus. Portanto, Coré e seus aliados estavam em desavença contra o próprio Deus. Procuravam arruinar os servos comissionados por Deus, para exaltar a si próprios. Deve ser lembrado que os sediciosos não estavam marginalizados no trabalho de Deus; receberam seu encargo no templo, porém, queriam algo mais que julgavam superior ao que haviam recebido. Talvez fossem ignorantes ou esquecidos do fato de que, na causa de Deus, não existe algo como “posição superior à outra”. Existem ministérios distribuídos a bel prazer do Espírito Santo&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (1Co 12:11)&lt;/span&gt;, todos importantíssimos dentro do plano de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comentando as acusações lideradas por Coré, escreveu R. N. Champlin: “Na verdade, eles não queriam ‘distribuir o poder’. O que eles queriam era a saída de Moisés e de Arão. [...] Não estavam querendo ser delegados. Queriam apossar-se do mando. A maioria das revoltas, dentro e fora da igreja, por algum tempo avança sob falsas alegações como essa. [...] Nem toda a congregação do povo de Israel era santa no sentido sugerido por Coré. Havia os que tinham sido consagrados para cuidar das coisas santas do tabernáculo. Eles eram santos no sentido sacerdotal; mas colocar homens comuns para cuidar de funções sagradas era um abuso contra o intuito e as instituições determinadas por Yaweh. Assim sendo, Moisés defendeu o caráter especial da casta sacerdotal &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16:7).&lt;/span&gt;.. Até hoje, no seio da igreja, embora todos os crentes sejam sacerdotes, nem todos atuam no ministério, e nem todos são ordenados para ocupar funções ministeriais. Jesus é o Cabeça da igreja; os apóstolos originais foram os Seus primeiros-ministros. O Novo Testamento ensina certa ordem de ministério e de autoridade. Não se trata de uma situação em que cada qual age como bem quiser” (O Antigo Testamento Interpretado Versículo Por Versículo, v. 1, p. 666).&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“O Senhor fará saber” (Nm 16:5)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Está claro que a rebeldia capitaneada por Coré, Datã e Abirão atingia, em última análise, os planos, propósitos e determinações de Deus. E os insurgentes não pouparam esforços para difundi-la entre o povo chegando às raias da insanidade, apresentando-lhe Moisés como tendo iludido a todos, tirando-os de uma suposta fácil existência no Egito. “O estado dos sentimentos entre o povo favorecia os desígnios de Coré. Na amargura de seu desapontamento, voltaram-lhes as dúvidas, inveja e ódio anteriores, e de novo dirigiram queixas contra o paciente líder. Os israelitas estavam continuamente a perder de vista que se encontravam sob guia divina. Esqueciam-se de que o Anjo do concerto era seu diretor invisível, e que, velada pela coluna de nuvem, a presença de Cristo ia adiante deles, e dEle Moisés recebia todas as instruções” (EGW, Patriarcas e Profetas, p. 395, 396).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse estado, como poderia o povo decidir qual dos dois grupos estava certo? Moisés propôs o teste definitivo: “Amanhã pela manhã, o Senhor fará saber quem é dEle e quem é o santo que Ele fará chegar a Si; aquele a quem escolher fará chegar a Si” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16:5)&lt;/span&gt;. Aqueles que apoiavam Coré levariam seus incensários cheios de incenso, assim como Moisés e Arão. Então, Deus revelaria quem era Seu escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse gesto de Moisés significava colocar o assunto em boas mãos. “O Senhor fará saber” – não diz uma palavra a seu respeito nem de Arão. A questão gira em torno da escolha do Senhor. Os 250 revoltosos foram postos face a face com o Deus vivo. Foram intimados a comparecer na Sua presença com seus incensários nas mãos, a fim de que todo o assunto pudesse ser inteiramente examinado e definitivamente resolvido diante desse grande tribunal. “Somente quem fosse escolhido pelo Senhor seria capaz de se aproximar dEle... Arão e seus filhos haviam sido escolhidos para o sacerdócio em Israel. A tribo de Levi se tornou uma casta sacerdotal e deveres tinham sido atribuídos aos membros daquela tribo. Yaweh tinha determinado todo aquele sistema, e nenhuma quebra seria tolerada”, diz Champlin (Op. Cit.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fato de Coré ter convidado o povo para testemunhar o evento indica que ele cria sinceramente na legitimidade do seu movimento e que contava com a vitória. Em lugar disso, um terremoto os tragou vivos, juntamente com familiares e os 250 aliados. Porém, o texto de Números 26:11 informa que nem todos os filhos de Coré morreram. De fato, nos tempos de Davi, são mencionados descendentes dele&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (1 Cr 6:22, 23, 38)&lt;/span&gt;. Alguns salmos são atribuídos a esses descendentes.&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Memoriais (Nm 26-36-40)&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante dessa tão assombrosa manifestação divina, seria plausível supormos que a rebelião estivesse erradicada. Mas, não foi assim. Eleazar, filho de Arão, recebeu a incumbência de recolher os incensários dos rebeldes para que fossem transformados em lâminas a fim de cobrir o altar, permanecendo aí como memorial. O Antigo Testamento apresenta outros memoriais rememorativos do amor de Deus, Sua graça e as bênçãos da aliança &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Gn 9:13; 17:10-17; Nm 9:1-4; 15:38-41; Js 4:3-9)&lt;/span&gt;. Há também os memoriais do sábado e da Ceia (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êx 20:8-11; Nm 31:54; Mt 26:13; Lc 22:19).&lt;/span&gt; As lâminas sobre o altar eram memoriais dos resultados daquela insurreição e, consequentemente, permaneceriam como advertência para que ela não se repetisse. Apesar disso, “no dia seguinte, toda a congregação dos filhos de Israel murmurou contra Moisés e contra Arão, dizendo: Vós matastes o povo do Senhor” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16:41).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Então, falou o Senhor a Moisés, dizendo: Levantai-vos do meio desta congregação, e a consumirei num momento; então, se prostraram sobre o seu rosto” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16:44, 45).&lt;/span&gt; Essa foi outra oportunidade para Moisés. A congregação inteira estava outra vez ameaçada de imediata destruição. Tudo parecia irremediável. A longanimidade divina parecia ter-se esgotado, e a espada do juízo estava a ponto de cair sobre toda a assembleia. Então, julgava-se que no próprio sacerdócio que os rebeldes haviam atacado estava a única esperança para o povo; e que os mesmos homens que tinham sido acusados de matar o povo do Senhor eram os instrumentos intercessores diante de Deus em seu favor &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16:45-48).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui se torna bem claro que nada senão o sacerdócio podia valer a um povo rebelde e de dura cerviz. Arão, o sumo sacerdote de Deus, se ergueu entre os mortos e os vivos, e do seu incensário uma nuvem de incenso se elevou à presença de Deus. Aqui ele era figura de “Alguém” superior a ele mesmo – Jesus Cristo –, que havendo efetuado pleno e perfeito sacrifício pelos pecados do Seu povo, está sempre diante de Deus com toda a fragrância de Sua Pessoa e graça. O povo era devedor à intercessão de haver sido preservado das justas consequências da murmuração. Caso tivessem sido tratados meramente com base na justiça, tudo o que lhes restaria era a destruição. Porém, assim como na cruz, na intercessão de Arão e Moises, “a justiça e a paz de beijaram” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Sl 85:10).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como diz o último parágrafo da parte correspondente ao estudo de quinta-feira, “só existem dois tipos de pessoas neste mundo, os vivos e os mortos, não os fisicamente mortos, mas os mortos espiritualmente. [...] Jesus Se põe entre os vivos e os mortos; Ele é a divisa, o ponto de transição de um grupo para outro. Unicamente por meio dEle podemos passar da morte para a vida.”&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O bordão que floresceu&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para que não restassem dúvidas quanto à liderança sacerdotal de Arão, Deus realizou mais um feito milagroso – &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 17.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo reagiu positivamente, afinal, embora o preço tivesse sido demasiadamente elevado. Permanece o fato de que o Senhor não mede esforços para salvar quem quer que seja.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Certamente, nenhum líder terrestre é perfeito e infalível. Se a perfeição fosse critério para liderança, não haveria nenhum líder, a não ser Jesus. Com a falta de perfeição, todo líder está sujeito a alguma crítica. E até podemos dizer que, em alguns casos, é o próprio líder humano estabelecido em alguma função quem peca contra Deus, ao tentar manipular coisas, situações e pessoas, a fim de se manter egoísticamente no poder, esquecido de que o controle de tudo pertence a Deus. Evidentemente, líderes com essa mentalidade, necessitam beber da inesgotável fonte da humildade exemplificada em Cristo Jesus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Fp 2:1-5)&lt;/span&gt;. Somos apenas servos, independentemente da função que ocupemos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Finalmente, os cristãos são chamados a encorajar os líderes espirituais que, embora humanos e falíveis, ainda fazem, pela graça de Deus, seu melhor para levar avante Sua causa. Isso é não apenas um encorajamento para o instrumento humano que lidera, mas também uma expressão de confiança de que o verdadeiro Líder, aquele que faz a História, ainda está no controle.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-8310852080585401937?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/qhABeUa6nJM" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-14T00:02:00.431-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY6IBD7j2I/AAAAAAAACjc/pR00_T8_hoc/s72-c/Jesus3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/luta-pelo-poder-resumo-semanal-141109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Luta Pelo Poder - 13/11/09 a 14/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/CoqINo4gwoo/luta-pelo-poder-131109-141109.html</link><category>13 de novembro</category><category>Sexta</category><category>Luta Pelo Poder</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Thu, 12 Nov 2009 18:08:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-2133504221077328017</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;Sexta, 13 de novembro&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Opinião&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0); font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;Atravessando as ondas bravias&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY1YLl-srI/AAAAAAAACjU/tF7UvUXwHJw/s1600-h/jesus+caminha+sobre+as+%C3%A1guas+e+salva+pedro.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 144px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY1YLl-srI/AAAAAAAACjU/tF7UvUXwHJw/s200/jesus+caminha+sobre+as+%C3%A1guas+e+salva+pedro.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401563492622709426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É fascinante observar as ondas do oceano. Elas podem ser tão bravias, e ao mesmo tempo tão calmas. A princípio, elas podem parecer estar um pouco dormentes. Na verdade, porém, há muitas correntes por baixo que estão esperando para aflorar à superfície.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse mesmo padrão se assemelha à jornada cristã individual e coletivamente. Assim que alguém “atinge” o topo de sua jornada cristã, a luta se torna parte inerente da descida. As lutas não levam em conta a origem, idade, ocupação, credo ou sexo da pessoa. O povo de Deus sempre passou por lutas, e como resultado, muitos deles se tornaram cristãos mais fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lutas internas dentro da igreja também podem ser muito desanimadoras. O rei Davi experimentou isso em primeira mão. Leia o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Salmo 55:12-14&lt;/span&gt;. Ainda hoje há lutas semelhantes. Samanta é uma pessoa recém-convertida. Ela é zelosa por Deus e a única coisa que deseja é servi-Lo. A liderança da igreja notou seu entusiasmo, e dentro de pouco tempo, com treinamento adequado, ela começou a ocupar posições de destaque dentro de sua congregação. Foi desafiador, especialmente para uma aluna de faculdade, mas ela confiou em Deus e se saiu muito bem. Seus colegas, contudo, pensavam diferente. Faziam comentários e observações maliciosas sobre ela. Até zombavam dela dizendo que estava tentando chegar ao Reino por meio de boas obras. Samanta ficou desanimada e começou a questionar a Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ellen White aconselhou: “Sempre que a mensagem de verdade se apresenta às almas com especial poder, Satanás suscita seus instrumentos para disputar sobre qualquer ponto de somenos. ... Quando quer que se comece uma boa obra, há pessoas prontas a suscitar discussões sobre formas e detalhes de técnica, para desviar as mentes das realidades vivas. Quando parece que Deus está prestes a operar de maneira especial em benefício de Seu povo, não se empenhe este em disputas que só trarão ruína das pessoas” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 396).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não devemos ficar surpresos quando as lutas partirem de dentro da igreja. As respostas à vida muitas vezes se encontram dentro das ondas bravias. Quando o mar da vida volta a ficar calmo, compreendemos que adquirimos novas perspectivas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY0O5smJCI/AAAAAAAACjM/4Kc-dhixCrQ/s1600-h/maos-a-obra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 74px; height: 76px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY0O5smJCI/AAAAAAAACjM/4Kc-dhixCrQ/s200/maos-a-obra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401562233688171554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;Mãos à obra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Tenha um diário para anotar textos bíblicos, conversas e experiências por meio das quais Deus parece estar guiando você ou fornecendo a resposta que você estava procurando.&lt;br /&gt;2. Entreviste membros respeitados de sua igreja que impressionam você por serem humildes, apesar de talentosos. Peça-lhes que lhe contem o segredo de permanecerem assim humildes. Anote as respostas para futura referência.&lt;br /&gt;3. Faça a oração “Sonda-me, ó Deus...”, encontrada no &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Salmo 139:23 &lt;/span&gt;e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; 24&lt;/span&gt;, e peça a Ele que lhe mostre se há áreas de rebelião ou orgulho em sua vida que você precisa entregar a Ele.&lt;br /&gt;4. Observe na natureza a ordem em que atuam as criaturas de Deus e o mundo natural. Também note o que acontece quando eventos ou circunstâncias quebram essa ordem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dora Desamour |&lt;/span&gt; Lawrenceville, EUA&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-2133504221077328017?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C1Lq8DOeBPC_1i6QFfqNGyVzHSw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C1Lq8DOeBPC_1i6QFfqNGyVzHSw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C1Lq8DOeBPC_1i6QFfqNGyVzHSw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/C1Lq8DOeBPC_1i6QFfqNGyVzHSw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=CoqINo4gwoo:UfCJKnLH6ok:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=CoqINo4gwoo:UfCJKnLH6ok:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/CoqINo4gwoo" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-13T00:08:00.561-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvY1YLl-srI/AAAAAAAACjU/tF7UvUXwHJw/s72-c/jesus+caminha+sobre+as+%C3%A1guas+e+salva+pedro.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/luta-pelo-poder-131109-141109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Luta Pelo Poder - 12/11/09 a 14/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/AiKKKOUc_ys/luta-pelo-poder-121109-141109.html</link><category>12 de novembro</category><category>Quinta</category><category>Luta Pelo Poder</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 18:09:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-6119485012365284736</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quinta, 12 de novembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; &lt;/div&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Aplicação&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;A arte de abrir mão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYzOAeWPNI/AAAAAAAACjE/XZn7roDW0pE/s1600-h/Jesus_getsemani.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 199px; height: 200px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYzOAeWPNI/AAAAAAAACjE/XZn7roDW0pE/s200/Jesus_getsemani.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401561118815960274" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Do momento em que começamos a pedalar nosso triciclo sozinhos até a primeira volta que damos sozinhos no carro, o senso de controle e poder nos atinge, e apreciamos essa sensação. Podemos dirigir, se quisermos, mas Deus fica desejando e esperando assumir o controle. Se surgem lutas pelo poder sobre determinada questão e achamos que sabemos o melhor caminho a seguir, mas os sinais indicam outra direção, podemos lutar para nos apegar a nossos planos, quando abrir mão deles daria fim à batalha. Uma luta requer dois pontos de vista opostos. Abrindo mão das nossas próprias ideias, nos tornamos livres para ouvir e seguir a direção divina. Agarrar-nos às promessas de Deus, mas não abrir mão de nossas ideias, é como comprar um aparelho de GPS mas parar frequentemente para checar o mapa ou pedir informações. Podemos abrir mão fazendo o seguinte:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Descubra qual é a vontade de Deus por meio do estudo da Bíblia acompanhado de oração &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Rm 10:17; 2Tm 2:15).&lt;/span&gt; Quando você abre mão, a Palavra de Deus se torna sua rede de segurança. Torne a Bíblia pessoal seguindo um plano de leitura. Comece com uma passagem favorita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Decida seguir o caminho de Deus entregando sua vida diariamente a Ele (Sl 37:5; 1Co 15:31).&lt;/span&gt; A luta pelo poder é uma escolha. Sua decisão, a cada dia, a cada hora ou a cada momento pode ser a de permitir que Deus assuma o controle. “Colocar pouca confiança nas próprias ideias não significa que a pessoa precise colocar de lado a inteligência e renunciar à faculdade de escolha. É necessária inteligência para descobrir, a partir da Palavra de Deus e das providências guiadoras de Deus, qual é a vontade divina. Uma vontade fortalecida e purificada por Deus é necessária para a pessoa seguir na direção correta até o fim” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(The SDA Bible Commentary, v. 3, p. 956.).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deleite-se nas alegrias de Deus, e encontre alegria na liberdade que advém quando permitimos que Seu aparelho de GPS assuma o controle &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Sl 1:2; 119:143)&lt;/span&gt;. “O que segue a guia divina encontra a única fonte verdadeira de graça salvadora e real felicidade, e alcançou o poder de comunicar a felicidade a todos em redor de si” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, Mensagens aos Jovens, p. 264). &lt;/span&gt;Demonstre sua entrega. Aja como se estivesse abrindo mão, até que realmente abra mão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYx57IZdbI/AAAAAAAACi8/d4iupqut2pU/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYx57IZdbI/AAAAAAAACi8/d4iupqut2pU/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401559674272708018" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Leia &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 17 &lt;/span&gt;e responda as seguintes perguntas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a. Qual foi a razão para o teste?&lt;br /&gt;b. Como esse teste deveria ser um meio de evitar mais rebelião e consequente condenação?&lt;br /&gt;c. Como a reação do povo revela que, finalmente, eles parecem ter compreendido a mensagem de que só a certas pessoas seria permitido ser sacerdotes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gloria Bell-Eldridge |&lt;/span&gt; Beaufort, EUA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-6119485012365284736?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx045PpHqJV14rCeVG6jbTWMss0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx045PpHqJV14rCeVG6jbTWMss0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx045PpHqJV14rCeVG6jbTWMss0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx045PpHqJV14rCeVG6jbTWMss0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=AiKKKOUc_ys:Hx6_O4dnx8o:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=AiKKKOUc_ys:Hx6_O4dnx8o:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/AiKKKOUc_ys" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-12T00:09:00.406-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYzOAeWPNI/AAAAAAAACjE/XZn7roDW0pE/s72-c/Jesus_getsemani.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/luta-pelo-poder-121109-141109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Luta Pelo Poder - 11/11/09 a 14/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/dt3v-BB6SwM/luta-pelo-poder-111109-141109.html</link><category>Quarta</category><category>11 de novembro</category><category>Luta Pelo Poder</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Tue, 10 Nov 2009 18:02:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-3551135346189796022</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quarta, 11 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Evidência&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;A igreja laodiceana&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYxDQNCd7I/AAAAAAAACi0/MpVbqMS9SWc/s1600-h/Jesus_porta.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYxDQNCd7I/AAAAAAAACi0/MpVbqMS9SWc/s200/Jesus_porta.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401558735036512178" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A lição desta semana está relacionada a uma luta pelo poder, colocando Corá, Datã e Abirão contra Moisés e Arão. A luta pelo poder pode aparecer em todos os relacionamentos. Por que temos pessoas matando um grupo ou outro em nome da religião? É claramente declarado, em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo 20:13&lt;/span&gt;, um preceito dos Dez Mandamentos: “Não matarás.” Onde há qualquer evidência de que Deus deseja que matemos em nome da religião?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hamã não tinha nenhuma evidência contra Mordecai. Então, por que desejava executá-lo? Hamã estava cheio de ciúmes. Planejava executar Mordecai porque este não se inclinava perante ele. A Providência, contudo, interveio naquela noite. Leia &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ester 6.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até o Sinédrio procurou encontrar evidências para desacreditar a Jesus, o Filho de Deus. Leia &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mateus 26:59.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quem falará aos descrentes deste mundo? Será que os cristãos de hoje ainda estarão procurando evidências para seguir a atuação do Espírito Santo antes de sair e falar às pessoas sobre a volta de Cristo? Ou serão achados em falta, e deficientes na fé e no zelo? Virá um tempo em que o Rei do Universo mostrará todas as evidências sobre o bem e o mal. Haverá, então, luta pelo poder?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia fala sobre a igreja laodiceana em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Apocalipse 3:14-22&lt;/span&gt;. Ellen G. White escreveu sobre essa igreja: “Os que não querem agir quando o Senhor os chama, esperando por evidências mais certas e oportunidades mais favoráveis, andarão em trevas, pois a luz será retirada. A luz, uma vez concedida, se rejeitada, pode nunca mais ser repetida” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(The Advent Review and Sabbath Herald, 16 de setembro de 1873).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Que luta pelo poder haverá quando Jesus Se levantar contra Satanás, o inimigo de nossa alma, ao ele tentar provar que merecemos condenação!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYwSYmcR4I/AAAAAAAACis/0_BsOx4d3AQ/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYwSYmcR4I/AAAAAAAACis/0_BsOx4d3AQ/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401557895476955010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;7. &lt;/span&gt;Qual foi a reação do povo aos juízos de Deus contra os rebeldes? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 16:41-50&lt;/span&gt;. O que esse fato deve nos dizer sobre a natureza humana caída?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que esse relato deve nos revelar é que o espírito de rebelião entre alguns do povo não terminou com Corá. Ele permaneceu no acampamento, mesmo depois de tudo o que acontecera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; O que significa a ideia de Arão em pé entre os vivos e os mortos? Nesta cena, como obtemos um vislumbre do que Jesus fez por nós? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 16:48.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Norma P. Brown | &lt;/span&gt;Atlanta, EUA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-3551135346189796022?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8kxoBE44cdol_1Nz2TCFsYbVlZs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/8kxoBE44cdol_1Nz2TCFsYbVlZs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/dt3v-BB6SwM" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-11T00:02:00.421-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYxDQNCd7I/AAAAAAAACi0/MpVbqMS9SWc/s72-c/Jesus_porta.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/luta-pelo-poder-111109-141109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Luta Pelo Poder - 10/11/09 a 14/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/EFuE0g1JvXs/luta-pelo-poder-101109-141109.html</link><category>Terça</category><category>10 de novembro</category><category>Luta Pelo Poder</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Mon, 09 Nov 2009 18:06:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-2231065148244921814</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Terça, 10 de novembro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Testemunho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Conflito no deserto&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYvyn4SrfI/AAAAAAAACik/8c5YoEnVDyE/s1600-h/orando_deserto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 141px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYvyn4SrfI/AAAAAAAACik/8c5YoEnVDyE/s200/orando_deserto.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401557349822541298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Apesar das advertências de Moisés de que Deus destruiria os rebeldes, a rebelião ainda continuou mesmo depois que 14 mil pessoas pereceram quando a terra se abriu e as tragou. Comungando com Deus, Moisés pediu aos filhos de Israel que trouxessem os bordões dos representantes das doze tribos, com o bordão de Arão entre eles, para descobrir quem foi escolhido para liderar os filhos de Israel. Mesmo quando o bordão de Arão floresceu para mostrar que ele era o líder escolhido por Deus, a rebelião continuou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Este prodígio decidiu finalmente a questão do sacerdócio. ... Na rebelião de Corá, vê-se, em um cenário menor, os resultados do mesmo espírito que determinou a rebelião de Satanás no Céu. Foi o orgulho e a ambição que moveram Lúcifer a se queixar do governo de Deus, e procurar subverter a ordem que fora estabelecida no Céu. Desde sua queda, seu objetivo tem sido infundir nas mentes humanas o mesmo espírito de inveja e descontentamento, a mesma ambição de posições e honras. Assim agiu ele na mente de Corá, Datã e Abirão, para suscitar o desejo de exaltação própria, e provocar inveja, falta de confiança e rebelião. Satanás, fazendo-os rejeitar os homens que Deus designara, fê-los rejeitar a Deus como seu líder. Contudo, ao mesmo tempo em que, com sua murmuração contra Moisés e Arão, blasfemavam de Deus, estavam tão iludidos que se julgavam justos, e consideravam como tendo sido dirigidos por Satanás aqueles que fielmente haviam reprovado seus pecados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Não existem ainda os mesmos males que jazem no fundamento da ruína de Corá? ... Semelhantes a Corá e seus companheiros, muitos, mesmo dos professos seguidores de Cristo, estão a pensar, projetar e agir com tanta avidez pela exaltação própria que, para o fim de alcançar a simpatia e o apoio do povo, estão prontos a perverter a verdade, atraiçoando e caluniando os servos do Senhor, e mesmo acusando-os dos motivos vis e egoístas que lhes inspira o próprio coração”&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 403, 404).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYu4uLwBQI/AAAAAAAACic/_be1fKop0oc/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYu4uLwBQI/AAAAAAAACic/_be1fKop0oc/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401556355082355970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As Escrituras se referem a muitos memoriais como sinais visíveis para conservar seu significado continuamente na memória de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Que memorial foi criado a respeito dessa terrível rebelião contra Moisés e Arão? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 16:36-40&lt;/span&gt;. De que especialmente esse memorial deveria lembrar o povo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As placas de bronze no altar eram um memorial preventivo com o fim de evitar que um estranho, ou não descendente de Arão, tentasse usurpar o sacerdócio. Era um memorial, advertindo o povo a não ser como Corá e seu grupo” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16:40).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6.&lt;/span&gt; Que outros memoriais você é capaz de achar na Bíblia, e quais são seus significados? Veja, por exemplo, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êx 20:8-11; Nm 31:54; Mt 26:13; Lc 22:19&lt;/span&gt;. De que maneira os sacrifícios de animais eram um tipo de memorial?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Evadne E. Ngazimbi |&lt;/span&gt; Orlando, EUA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-2231065148244921814?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkrGkvhusX-atbUYsNRO60DSHYQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/RkrGkvhusX-atbUYsNRO60DSHYQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/EFuE0g1JvXs" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-10T00:06:00.145-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYvyn4SrfI/AAAAAAAACik/8c5YoEnVDyE/s72-c/orando_deserto.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/luta-pelo-poder-101109-141109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Luta Pelo Poder - 09/11/09 a 14/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/wS22qf-EhQU/luta-pelo-poder-091109-141109.html</link><category>09 de novembro</category><category>Segunda</category><category>Luta Pelo Poder</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:06:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-8235140815824081818</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Segunda, 9 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Exposição&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Vencendo o inimigo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYt_x8kc1I/AAAAAAAACiU/a-1zNUWozm8/s1600-h/golias-e-davi1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 190px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYt_x8kc1I/AAAAAAAACiU/a-1zNUWozm8/s200/golias-e-davi1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401555376839881554" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gênesis 17:10-17&lt;/span&gt; dá uma breve descrição da aliança de Deus com Abraão e seus descendentes. Deus disse a Abraão que ele e seus filhos herdariam a terra prometida. O Senhor também disse que a promessa era não só para as pessoas que estavam relacionadas com Abraão por nascimento, mas também para aqueles que guardassem a aliança do Senhor. Deus disse, então, que aqueles que faziam parte da família de Abraão, mas se recusassem a fazer o que Deus ordenara não seriam considerados herdeiros da promessa. No Novo Testamento, o Senhor fala sobre aqueles que serão cortados e aqueles que serão enxertados na videira (Jesus Cristo) por causa de Sua fé na Palavra. Podemos ser herdeiros da promessa quando nos lembrarmos de Deus, de Seu Filho, e de tudo que Eles fizeram por nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;O resultado da rebelião (Nm 16, 17). &lt;/span&gt;Em Números lemos sobre o inimigo que entrou no acampamento israelita através de três homens &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16, 17)&lt;/span&gt;. Pela rebelião de Corá, milhares de pessoas tiveram que ser mortas. Por meio dos eventos descritos nesses dois capítulos, aprendemos que Deus nos adverte a ser positivamente influenciados e que, por nossa vez, devemos exercer influência positiva. Ele nos adverte a sermos cuidadosos com as companhias que escolhemos. Aqui vemos claramente como milhares de pessoas foram destruídas porque permitiram que crescesse a semente do mal, plantada em seu coração através de um homem. Para salvar os israelitas que restavam, Deus destruiu os três na raiz. Ele precisava deter a disseminação da doença a fim de salvar os fiéis. Apenas uma pitada de fermento pode levedar toda a massa. Apenas um pequeno pecado pode se espalhar como uma fagulha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Se a rebelião de Corá tivesse sido bem-sucedida naquela ocasião, o resultado teria sido o pior tipo de caos, e o plano de Deus para Israel teria sofrido atraso através de um golpe desastroso.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Lembrando o livramento do Senhor (Js 4:3-9).&lt;/span&gt; Em&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Josué 4:3-9&lt;/span&gt; Deus ensinou os filhos de Israel a vencer o inimigo concentrando-se nAquele que dá a vida. A fim de se lembrarem de que foi o Senhor que os tirou do Egito, Ele os fez remover doze pedras do meio do rio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, o Senhor ainda nos ensina a conservar nossos olhos nEle. O mundo fala sobre autoestima e autoaperfeiçoamento. Contudo, quando nosso principal enfoque passa a ser nosso eu, facilmente nos tornamos egoístas e egocêntricos. Deus desejava impedir que os israelitas pensassem que Josué e eles eram capazes de fazer tudo e qualquer coisa. Em vez disso, desejava que se lembrassem de que Ele era seu líder, Aquele que os tirou do Egito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deus não permitirá que o passado seja esquecido. O ontem tem um significado para hoje. As nações têm força na medida em que se recordam das experiências do passado. ... O povo hebreu sempre era levado a pensar retrospectivamente através da expressão ‘Eu sou o Deus de Abraão, de Isaque e de Jacó’.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Lembrando de Jesus como o Sacrifício (Mt 26:6-13; Lc 22:19). &lt;/span&gt;Numa tentativa de repreender a mulher que ungiu Jesus, um dos discípulos tentou menosprezar o que ela fez. Contudo, Jesus disse que onde quer que o evangelho fosse pregado, ali seria contada a história dela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A oferenda de Maria havia de espalhar sua fragrância, e por sua ação espontânea seriam abençoados outros corações. Estes haveriam de se erguer e cairiam impérios; seriam esquecidos nomes de reis e conquistadores; mas o feito dessa mulher seria imortalizado nas páginas da história sagrada. Enquanto o tempo durasse, aquele partido vaso de alabastro contaria a história do abundante amor de Deus a uma raça caída” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 563).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante a última ceia, Jesus desejava que Seus discípulos novamente concentrassem sua atenção nEle por meio do simbolismo dos alimentos da Páscoa – o pão, Seu corpo, e o vinho, Seu sangue. Quando Seus discípulos, ao longo dos séculos, participam da Comunhão, estão lembrando Seu sacrifício de maneira muito especial. E essa lembrança ajuda a vencer nosso inimigo, Satanás.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0); font-style: italic;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; The Interpreter’s Bible, v. 2. George Arthur Buttrick, ed. (Nashville, Tenn.: Abingdon Press, 1953), p. 222.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Ibid., p. 568, 569.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYoFYuEuaI/AAAAAAAACiM/LqJsgg5W_kc/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYoFYuEuaI/AAAAAAAACiM/LqJsgg5W_kc/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401548876077644194" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eles se rebelaram contra Moisés e Arão, como se esses dois, por si mesmos, houvessem usurpado toda a autoridade, ultrapassado os limites e se exaltado sobre todos os outros, bem como se os tivessem levado ao deserto para matá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Na realidade, porém, contra quem eles estavam se rebelando?&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Nm 16:11&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Note as palavras de Moisés em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 16:28-30.&lt;/span&gt; Qual era a verdadeira questão de Corá, Datã e Abirão?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se esses homens pudessem fomentar uma rebelião mais ampla, quem sabe quais teriam sido as terríveis consequências! Os filhos de Israel, pouco fundamentados no Senhor, como eram, poderiam facilmente ter-se perdido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nafeesa Alexander |&lt;/span&gt; Atlanta, EUA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-8235140815824081818?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/wS22qf-EhQU" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-09T00:06:00.666-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvYt_x8kc1I/AAAAAAAACiU/a-1zNUWozm8/s72-c/golias-e-davi1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/luta-pelo-poder-091109-141109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Luta Pelo Poder - 08/11/09 a 14/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/jHLbdxQxAIE/luta-pelo-poder-081109-141109.html</link><category>Domingo</category><category>08 de novembro</category><category>Luta Pelo Poder</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Sat, 07 Nov 2009 18:08:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-446625563207306664</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;LUTA PELO PODER&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvWWsFFIrfI/AAAAAAAACiE/66_yCYInPtg/s1600-h/luta_anjos.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 248px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvWWsFFIrfI/AAAAAAAACiE/66_yCYInPtg/s320/luta_anjos.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401389012122906098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;“O orgulho vem antes da destruição; o espírito altivo, antes da queda”&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Pv 16:18, NVI).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Prévia da semana: A rebelião contra a liderança de Deus tem conseqüências terríveis para nós e para os que nos rodeiam, mas Deus nos chama para ajudá-Lo intercedendo e oferecendo Sua graça aos pecadores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Domingo, 8 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Por quê? Por quê? Por quê?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As flores estavam desabrochando, os pássaros, pipilando e sua conta no banco, se avolumando. Julian refletia sobre sua vida enquanto dirigia pela estrada em seu novo Porsche Carrera GT. Ele tinha tudo: um carro luxuoso, uma casa magnífica em Hillsborough, relógios para a prática de esportes, relógios feitos por designers europeus, sem mencionar sua preciosa coleção de Rolex. Sua jovem esposa representava a própria definição de beleza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um famoso advogado, possuía os mais eficientes assistentes administrativos, e colegas que achavam que ele era o melhor. Qualquer um pensaria que ele estivesse satisfeito, mas Julian estava longe disso. A única coisa que realmente o incomodava era que ele não era o chefe. Ficava fantasiando sobre as decisões estratégicas que tomaria se estivesse no poder. “Por que as pessoas não conseguem ver que eu sou a pessoa qualificada para isso? Na semana passada não concluí com sucesso uma fusão com outra empresa que nos rendeu um milhão de dólares? Eu fiz o trabalho. Por que o chefe é que deve levar a glória? Por que não posso ser o número um? Por que, por que, por quê?!” Reclamava Julian.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gálatas 5:26&lt;/span&gt; diz: “Nós não devemos ser orgulhosos, nem provocar ninguém, nem ter inveja uns dos outros.” Embora Julian tivesse muitas coisas, ainda tinha inveja do status de seu superior. Sua ganância e orgulho fizeram com que passasse por alto as bênçãos que tinha na vida e se concentrasse, em vez disso, no que os outros tinham que ele não tinha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A situação de Julian é como a história de Corá no livro de Números. Ele estava colocado numa posição de destaque entre os israelitas. Contudo, não podia conceber que Deus apontasse Moisés e Arão como líderes. Ele achava que podia fazer um trabalho melhor. Por fim, ele e todos os que lhe pertenciam ou que estavam associados com ele sucumbiram à fome do seio da terra. A terra abriu sua boca e eles foram engolidos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 16:31, 32)!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como Corá, Julian perdeu tudo. Veja, ele estava tão concentrado no que não possuía, que deixou de refletir sobre as bênçãos que lhe foram concedidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quantas vezes você olhou para o que os outros fazem a fim de determinar seu próprio valor? Deus detesta o orgulho e aborrece a inveja. É importante fundamentarmos nossa segurança e contentamento nas bênçãos que Ele nos concedeu. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Provérbios 3:6&lt;/span&gt; diz: “Lembre de Deus em tudo o que fizer, e Ele lhe mostrará o caminho certo.” Deus deseja que reflitamos sobre Ele e Sua bondade, e quando o fizermos, Ele nos mostrará o caminho especial que preparou para cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvWWhFzpvjI/AAAAAAAACh8/0SFmcfQXseE/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvWWhFzpvjI/AAAAAAAACh8/0SFmcfQXseE/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5401388823339449906" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Que quatro mentiras foram levantadas pelo rebelde Corá e seus cúmplices? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 16:1-3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Que mais havia por trás de sua rebelião? Por que, também, essas eram acusações totalmente falsas? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 16:12-14&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;São incríveis as palavras desses homens, chamando o Egito (o Egito!) de terra “que mana leite e mel”! É surpreendente como o pecado foi tão capaz de perverter seu julgamento a ponto de que o país de sua escravidão e servidão passasse a ser mencionado por eles como representando a Terra Prometida por Deus!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;M. Ann Shillingford |&lt;/span&gt; Orlando, EUA&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-446625563207306664?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1ADcdVSLcoxX76XJTSpG8-w4xs/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1ADcdVSLcoxX76XJTSpG8-w4xs/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1ADcdVSLcoxX76XJTSpG8-w4xs/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/G1ADcdVSLcoxX76XJTSpG8-w4xs/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=jHLbdxQxAIE:mKA10eaUB6U:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=jHLbdxQxAIE:mKA10eaUB6U:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/jHLbdxQxAIE" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-08T00:17:06.546-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SvWWsFFIrfI/AAAAAAAACiE/66_yCYInPtg/s72-c/luta_anjos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/luta-pelo-poder-081109-141109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Planejando de Antemão- Resumo Semanal - 07/11/09 a 07/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/QMJiFAUgEO4/planejando-de-antemao-resumo-semanal.html</link><category>Planejando de Antemão</category><category>Sábado</category><category>07 de novembro</category><category>lição escola sabatina</category><category>Resumo Semanal</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Fri, 06 Nov 2009 18:09:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-2756004315613413767</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;PLANEJANDO DE ANTEMÃO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Resumo Semanal - 01/11/09 a 07/11/09&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut_SK2gIxI/AAAAAAAACh0/lv11O7r6lGk/s1600-h/menino_Jesus.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 240px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut_SK2gIxI/AAAAAAAACh0/lv11O7r6lGk/s320/menino_Jesus.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398548528460997394" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Douglas Reis&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Bacharel em Teologia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Capelão do Colégio Adventista de Joinville&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há alguns anos, estatísticas indicavam que, entre os livros bíblicos, Levítico era o menos lido pelos cristãos. Suponho que a realidade não seja muito diferente em relação a Números. Há várias explicações para o desinteresse pelos livros do Pentateuco. Mencionamos alguns elementos literários que não são bem vistos pelos leitores modernos: enumerações detalhadas (de tribos, territórios ou partes do santuário), extensas listas genealógicas, apresentação de leis estranhas à mentalidade moderna, sem contar sua suposta barbárie (razão pela qual muitos críticos da Bíblia a hostilizam).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, nenhum fator serve de pretexto para que o cristão abandone a leitura bíblica. Basta empenho para se entender a mensagem do Pentateuco, a qual teve origem dentro de determinado ambiente cultural, mas permanece como a vontade divina. Ao analisarmos em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 15&lt;/span&gt; algumas instruções específicas dadas aos israelitas, veremos que, apesar das circunstâncias particulares, o mesmo Deus de amor do Novo Testamento Se faz presente nas páginas escritas por Moisés.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entendermos melhor a questão, tenhamos em mente que o objetivo era levar Israel a um relacionamento adequado com Deus, no contexto da aliança. No capítulo anterior está o relato da incredulidade dos israelitas em relação às promessas de Deus, no episódio dos doze espias. Ainda assim, a possessão de Canaã estava assegurada&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Nm 15: 2, 18)&lt;/span&gt;, desde que o povo não abrisse mão do compromisso feito com Jeová.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gratidão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que Israel era uma população nômade, dependente da agricultura e da pecuária, não causa espanto que as ofertas requeridas pelo Senhor fossem constituídas de produtos agrícolas, bem como de animais. As ofertas expressavam a gratidão por bênçãos recebidas e o reconhecimento de dons concedidos por Deus. Séculos mais tarde, Davi reconheceu que não podemos doar nada a Deus que já não pertencesse a Ele &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1Cr 29:14).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns comentaristas sugerem que cada aspecto da vida e do trabalho estivesse simbolizado nos produtos contidos nas ofertas. Seja como for, o oferecimento de vegetais, farinha e produtos, como óleo e vinho, era proporcional ao tamanho do animal sacrificado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A complexidade daquele sacrifício nos leva a considerar o que temos sacrificado a Deus: Pedro nos fala dos “sacrifícios espirituais”, os quais somos chamados a oferecer&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (1Pe 2:5)&lt;/span&gt;. Para Paulo, o culto racional (ou seja, uma atitude de dedicação integral a Deus) é o sacrifício que Deus requer de cada cristão, experiência que deve ser diária, a começar pela “renovação” da mente (v. 2). Ao nos oferecemos a Deus em sacrifício, teremos cada vez mais motivos para Lhe agradecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outro ponto importante quando consideramos o ritual do santuário é o sacrifício de animais e decorrente derramamento de sangue. O fato nos remete ao papel de Jesus Cristo, o “Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Jo 1:29). &lt;/span&gt;Seu sacrifício valida o louvor que oferecemos a Deus, e também nosso sacrifício em prol de outros &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Hb 13:15, 16).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por meio das ofertas, Deus incentivava Seu povo a cultivar uma atitude grata para com o favor que Ele demonstrava. Igualmente, olhando para o que Deus fez por nós em Cristo e para a oportunidade que nos dá de O servirmos, temos maiores motivos para apresentar um coração grato no altar do Salvador!&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O estrangeiro em sua terra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diversas vezes, faz-se menção ao estrangeiro na Bíblia. Em geral, os povos antigos dividiam a sociedade em classes, que variavam em importância. Desse modo, a vida de um escravo não se comparava à de um cidadão livre, que, por seu turno, era inferior à de alguém pertencente à nobreza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde o Êxodo, Deus incutiu na mente do povo o valor do estrangeiro &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 22:21; 23:9; Dt 10:19). &lt;/span&gt;Para os estrangeiros que viviam no meio de Israel, valiam as mesmas leis &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Lv 17:8-15; Nm 15:16).&lt;/span&gt; Na ética do Pentateuco, surgiu o conceito de “próximo” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Lv 19:18)&lt;/span&gt;, que posteriormente foi expandido por Jesus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Lc 10:25-37)&lt;/span&gt;. As implicações dessa valorização da pessoa humana tiveram forte impacto sobre a construção da mentalidade ocidental: cristãos fundaram hospitais, lutaram contra a escravidão, fundaram governos democráticos e estabeleceram os direitos humanos. Porém, se aplicarmos o conceito apenas à esfera da comunidade cristã em si, teremos valores como respeito, transparência, afetuosidade e aceitação. Os cristãos precisam ser receptivos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fala-se muito hoje do ministério da recepção; muitas vezes até se dá ao assunto um enfoque empresarial, mas as pessoas sabem a diferença de serem recebidas por profissionais (como acontece em hospitais, empresas e hotéis) e se encontrarem com quem revele genuíno interesse e simpatia natural. Uma comunidade acolhedora pode fazer muito para romper barreiras e integrar interessados na família de Deus.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pecados de ignorância&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ignorância a respeito de uma lei não abona alguém que a transgrida. Para mencionar um exemplo: caso um policial me veja entrar com o carro na contramão de uma rua, ainda que eu alegue não conhecer a rua, ou estar perdido, será difícil escapar da multa!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando se trata de Deus, a Bíblia faz distinção entre pecados intencionais e outros cometidos por ignorância – embora ambos sejam ofensivos a Deus. Em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 15 &lt;/span&gt;e em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Levítico 4&lt;/span&gt;, são apresentados os rituais de expiação em prol daqueles que pecavam por ignorância. Tecnicamente, faz-se distinção entre o sacrifício expiatório realizado pelo povo e o realizado por indivíduos. Dois animais eram oferecidos na expiação coletiva, um novilho e um bode &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 15:25-26)&lt;/span&gt;; por indivíduos, apenas um cordeiro de um ano se ofertava (v. 27-29).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Deus, as boas ações não contam, se estiverem divorciadas de bons motivos. Pare e pense: distribuir cestas básicas é uma ação louvável? Você diria “sim”, não é? Mas, e se eu fosse um candidato a prefeito e me deixasse fotografar distribuindo alimentos, ainda seria uma boa ação? É claro que as intenções são determinantes para qualificar as ações. Deus considera que até as melhores realizações humanas, desprovidas de fé, estão contaminadas pelo pecado&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Rm 14:23).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, muitas vezes é impossível determinar a real intenção de alguém. Apenas o Senhor vê com absoluta objetividade o porquê de nossa conduta; afinal, conhecendo profundamente nosso coração&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (1Sm 16:7; Jo 2:24, 25)&lt;/span&gt;, Ele é capaz de aquilatar cada motivação humana. Só nos resta reexaminar constantemente os nossos caminhos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Lm 3:40)&lt;/span&gt; e pedir a Deus que nos dê um coração íntegro&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Sl 51:10).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Pecados de desafio&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escritores como Sam Harris e Christopher Hitchens têm criticado duramente a religião. Para esses e outros autores, toda e qualquer crença é arbitrária, irracional e primitiva. Estariam eles corretos? No momento em que se deparam com textos da Bíblia que aplicam a pena capital a delitos aparentemente banais, mesmo cristãos modernos se veem cercados por questionamentos. Por que Deus Se mostrava tão rigoroso?&lt;br /&gt;No capítulo estudado, encontra-se um exemplo desse rigor: o relato de alguém punido até a morte por apedrejamento. O crime? Ter ajuntado lenha no sábado, revelando claramente a intenção de acender fogo no dia santo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 35:3)&lt;/span&gt;. O flagrante levou o cidadão a ser detido. Após consultar a Deus, o povo agiu, cumprindo a sentença divina&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Nm 15:32-36).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seria isso um abuso da religião? Após o 11 de Setembro, boa parte dos críticos insiste que a religião (seja qual for) leva ao extremismo. O episódio do apedrejamento entraria nessa categoria?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A título de esclarecimento, consideremos a situação de Israel: (1) Para um povo recém-saído do Egito, acostumado à linguagem dura da escravidão, Deus tinha que agir com firmeza, principalmente quando revoltas do próprio povo surgiam com frequência. A disciplina se apresentava sempre necessária; (2) Não nos deve impressionar o uso da pena capital, como se Deus fosse menos exigente hoje. Embora os fiéis não sejam usados atualmente como instrumentos de punição para os pecadores, Deus realizará pessoalmente um juízo, o qual resultará no extermínio perpétuo dos pecadores &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Ap 6:15-17; 20:7-10)&lt;/span&gt;; (3) Havia um efeito moral restritivo na punição; o propósito era impressionar a comunidade no deserto com a santidade da lei divina. Ao mesmo tempo, a pena causava reflexão sobre o tipo de resposta que se deveria dar às exigências de um Deus Santo – o que, por si só, ajudaria a desenvolver nova compreensão, tanto das leis, quanto da graça divina.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Levando em consideração o que foi dito acima, não deve nos escandalizar a firmeza do julgamento do transgressor do sábado. Alguns versículos anteriores já tratam de situações semelhantes: “Mas a pessoa que fizer alguma coisa atrevidamente, quer seja dos naturais quer dos estrangeiros, injuria ao Senhor; tal pessoa será eliminada do meio do seu povo, pois desprezou a palavra do Senhor e violou o Seu mandamento; será eliminada essa pessoa, e a sua iniquidade será sobre ela” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 15:30, 31)&lt;/span&gt;. Com palavras igualmente solenes, o apóstolo Paulo nos adverte a jamais tratar levianamente as obrigações espirituais, porque viver deliberadamente em pecado nos exclui da provisão feita pelo sacrifício de Cristo – e “horrível coisa é cair nas mãos do Deus vivo” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Hb 10:26, 31).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Borlas azuis&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma vez que seguir nosso próprio coração e nossos olhos leva à infidelidade (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 15:39&lt;/span&gt;), o coração deveria ser circuncidado &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Dt 10:16)&lt;/span&gt;, para guardar a lei de Deus, a própria essência de Sua aliança com o povo salvo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Dt 4: 13 e 23).&lt;/span&gt; Vindos de uma cultura idólatra e cercados por pagãos, os israelitas certamente enfrentaram dificuldades em manter seus votos. A fim de prevenir a apostasia, o amoroso Pai decretou que cada israelita adotaria determinados instrumentos para se lembrar do compromisso firmado com Ele. Adotaram-se pequenas caixas com versículos bíblicos amarradas nos umbrais da porta, faixas amarradas no pulso e as borlas azuis&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Dt 6:6-9).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cor azul se associava a Deus. Assim, a arca era envolta em um pano dessa cor; cortinas azuis circundavam o tabernáculo; na roupa do sumo sacerdote havia uma parte azul, etc. O uso da borla azul servia para que cada filho de Abraão estivesse consciente da presença divina &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 15:37-41)&lt;/span&gt;. Também ajudava a distinguir os judeus em ambientes pagãos, estimulando-os a não se conformarem com os costumes contrários à vontade do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como cristãos, temos de fixar-nos atentamente em Jesus, recapitulando Sua trajetória para salvar a humanidade, e, por meio de Seu exemplo, encontrar forças espirituais para prosseguir &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Hb 12:2-3)&lt;/span&gt;. Sua cruz – não o objeto em si, adotado por alguns cristãos – nos lembra constantemente a nossa identidade, porque simboliza o sacrifício e aponta para a reconciliação que Ele trouxe. Sejamos fiéis em nosso trajeto particular e coletivo rumo ao lar prometido.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-2756004315613413767?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/QMJiFAUgEO4" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-07T13:44:27.428-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut_SK2gIxI/AAAAAAAACh0/lv11O7r6lGk/s72-c/menino_Jesus.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/planejando-de-antemao-resumo-semanal.html</feedburner:origLink></item><item><title>Planejando de Antemão - 06/11/09 a 07/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/rU0nZ_AMJ48/planejando-de-antemao-061109-071109.html</link><category>06 de novembro</category><category>Planejando de Antemão</category><category>Sexta</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Thu, 05 Nov 2009 18:03:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-5398842337281421968</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Sexta, 6 de novembro&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Opinião&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Sair da rotina&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut-dYPKH5I/AAAAAAAAChs/bZP_Mvv2YvA/s1600-h/adao_e_eva_006.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut-dYPKH5I/AAAAAAAAChs/bZP_Mvv2YvA/s200/adao_e_eva_006.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398547621521006482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os israelitas haviam caído numa rotina. Haviam vagueado pelo deserto durante tanto tempo, que alguém ficaria em dúvida se eles eram ou não capazes de fazer qualquer outra coisa. Mas Deus os encorajou a olhar para a frente, aos planos que Ele tinha para eles. Em vez de se julgarem miseráveis e sentirem pena de si mesmos, deviam olhar adiante, a seu brilhante futuro, e ficar entusiasmados com ele!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel representa a maneira pela qual as pessoas na igreja de Deus se comportam hoje. Deus estava encorajando os israelitas a ansiar por seu brilhante futuro e a se prepararem para ele. E deseja que nós também façamos o mesmo. Mas é fácil olhar à nossa volta e ficarmos deprimidos com todas as coisas ruins que vemos na igreja. Na próxima vez que você for tentado a fazer isso, pense sobre o que Deus tem preparado para você. Talvez você descubra que Deus tornará isso uma realidade quando você estiver preparado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se escolhermos seguir nosso próprio caminho, lembre-se do que aconteceu com o transgressor do sábado que foi morto &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 15:32-36).&lt;/span&gt; Deus só deseja o que for melhor para nós, e os Dez Mandamentos são as regras de vida que levarão a uma vida longa e à fidelidade. Mas a importância que Deus coloca sobre esses mandamentos é enfatizada aqui pela pena de morte. A desobediência daquele homem não foi prejudicial só para si mesmo, mas poderia ter levado outros a se desviarem. Esse descontentamento poderia facilmente ter-se espalhado por todo o acampamento, levando o povo de Deus ao trilho da rebelião e da desconfiança. Alguns podem considerar Deus muito severo em matar alguém por transgredir o sábado, mas àquela altura da viagem era essencial que todos compreendessem a importância de se guardar os mandamentos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus sabe quão facilmente nos esquecemos, e por isso Ele criou muitos lembretes visuais de Si mesmo e de Seus caminhos. Disse aos israelitas que fizessem certas coisas para que não se esquecessem de como Ele os havia guiado no passado. Em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 15:37-41&lt;/span&gt;, Ele ordenou que colocassem borlas nas pontas das vestes para que se lembrassem de Suas ordens e de sua consagração a Ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não seria também útil colocarmos esses lembretes em nossos próprios caminhos? As ordens de Deus são importantes para você?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut9zhgOwlI/AAAAAAAAChk/W1DV-ENr9Js/s1600-h/maos-a-obra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 68px; height: 70px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut9zhgOwlI/AAAAAAAAChk/W1DV-ENr9Js/s200/maos-a-obra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398546902454026834" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à obra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Usando sua forma artística favorita, crie um lembrete visual para sua casa que lembre você de guardar a lei de Deus. Por exemplo, se você gosta de caligrafia, pode escrever os Dez Mandamentos em papel de pergaminho, colocar uma moldura e pendurar numa parede.&lt;br /&gt;2. Reúna-se com um grupo de sua igreja e distribuam em sua comunidade folhetos sobre os Dez Mandamentos.&lt;br /&gt;3. Decore &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo 20:1-17,&lt;/span&gt; e depois recite a passagem a um amigo ou repita-a em voz alta enquanto trabalha em casa.&lt;br /&gt;4. Convide alguns amigos num sábado à noite para assistirem ao clássico filme Os Dez Mandamentos. Depois, façam uma discussão em grupo sobre o assunto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Joy Thomson | &lt;/span&gt;Perth, Austrália&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-5398842337281421968?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aSdwApkKcP2fuQ12ZvB11GQPtM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aSdwApkKcP2fuQ12ZvB11GQPtM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aSdwApkKcP2fuQ12ZvB11GQPtM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2aSdwApkKcP2fuQ12ZvB11GQPtM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/rU0nZ_AMJ48" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-06T00:03:00.271-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut-dYPKH5I/AAAAAAAAChs/bZP_Mvv2YvA/s72-c/adao_e_eva_006.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/planejando-de-antemao-061109-071109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Planejando de Antemão - 05/11/09 a 07/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/0jrE67i9Gf8/planejando-de-antemao-051109-071109.html</link><category>Planejando de Antemão</category><category>Quinta</category><category>05 de novembro</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Wed, 04 Nov 2009 18:05:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-6732362522547337588</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quinta, 5 de novembro&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Aplicação&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Como se lembrar de não esquecer&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut9TK0gr2I/AAAAAAAAChc/u2E56R4wOSI/s1600-h/adao-e-eva.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 140px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut9TK0gr2I/AAAAAAAAChc/u2E56R4wOSI/s200/adao-e-eva.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398546346609258338" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;s israelitas esqueceram de se lembrar das coisas mais importantes, como o Deus que os tirou do Egito, as ordens que Ele lhes deu, a terra que Ele lhes prometeu. Deus sabia que eles se esqueceriam, portanto, como um cordão amarrado a um dedo, Ele lhes deu um auxílio à memória – algo para ajudá-los a se lembrar, para que não se esquecessem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simples fios de linha amarrados juntos por um cordão azul e presos às pontas de todas as vestes, a fim de que para toda parte que os israelitas se virassem, pudessem se lembrar. Não se esqueça do Deus que ama você. Para os israelitas havia um mar de azul que se movia em contraste com um infindo deserto amarelo. Não se esqueça dos planos que Ele tem para você. Uma borla pendente de uma ponta da roupa. Não se esqueça do que o “Eu Sou” prometeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis aqui quatro coisas que podemos fazer para nos lembrar de não esquecer o que realmente importa:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Amarre a Palavra de Deus nas suas mãos (Dt 11:18).&lt;/span&gt; A maioria de nós usa as mãos para ganhar a vida. Seja digitando num computador ou girando um torno para madeira, as mãos são importantes para criar a vida que você vive. Já pensou se todas as suas ações, todos os atos das suas mãos, pertencessem a Deus?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Prenda a Palavra de Deus na sua testa (Dt 11:18).&lt;/span&gt; Dê a Deus sua vida no aspecto dos pensamentos. O que se passa dentro da sua cabeça determina no que você se concentra e onde coloca sua energia. Imagine como seu futuro seria moldado se você se disciplinasse para constantemente estar em contato com Ele durante o dia; se, como Paulo, você levasse “cativo todo pensamento, para torná-lo obediente a Cristo” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(2Co 10:5, NVI).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Estabeleça prioridades em sua vida (Jr 2:32).&lt;/span&gt; Você valoriza as coisas terrenas acima das celestiais? Então, por certo irá se esquecer de Deus. Escolha, hoje, colocar as prioridades de Deus no topo de sua lista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Conte à próxima geração (Sl 78:4). &lt;/span&gt;Como qualquer bom professor irá lhe dizer, se você deseja saber se realmente aprendeu algo, tente ensiná-lo a outra pessoa. Passando adiante seu conhecimento, fé e compreensão, você invariavelmente irá fortalecer sua própria experiência cristã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut89NA26XI/AAAAAAAAChU/CLcKxRTpcbE/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut89NA26XI/AAAAAAAAChU/CLcKxRTpcbE/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398545969240795506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;9.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Segundo instruções dadas a Moisés, o que o Senhor pediu aos israelitas que prendessem em suas vestes? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 15:38&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aparentemente, o uso de borlas de várias cores era uma prática comum entre os povos antigos do Oriente Médio, e Deus adotou essa prática. A “franja” ou borla era presa aos quatro cantos das vestes exteriores com uma linha azul em cada borla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Que razão foi dada para o uso dessas borlas? Isto é, de que coisas específicas Deus queria que os israelitas se lembrassem? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 15:39-41&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verbo “lembrar-se” aparece duas vezes nestes versos. Cada vez que um israelita visse as borlas, deveria se lembrar de cumprir todos os mandamentos de Deus, e ser santos a Deus (v. 40).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Karen Collum | &lt;/span&gt;Brisbane, Austrália&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-6732362522547337588?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/0jrE67i9Gf8" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-05T00:05:00.960-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut9TK0gr2I/AAAAAAAAChc/u2E56R4wOSI/s72-c/adao-e-eva.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/planejando-de-antemao-051109-071109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Planejando de Antemão - 04/11/09 a 07/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/4xWDZKRh9JM/planejando-de-antemao-041109-071109.html</link><category>Quarta</category><category>04 de novembro</category><category>Planejando de Antemão</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Tue, 03 Nov 2009 18:01:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-4212451357165609826</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quarta, 4 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Testemunho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Natureza humana – ainda a mesma!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut6eNBJwAI/AAAAAAAAChM/W46cOzQnXNA/s1600-h/AdaoEva.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut6eNBJwAI/AAAAAAAAChM/W46cOzQnXNA/s200/AdaoEva.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398543237642829826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O tema se repete, ecoando como um irritante estribilho ao longo dos séculos, seja em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gênesis&lt;/span&gt;, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo &lt;/span&gt;ou hoje – “Fiz as coisas do meu jeito.” Primeiro, prestamos serviço de lábios ao jeito de Deus fazer as coisas, mas depois nossa própria vontade assume o comando. Considere, então, os resultados:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A mistura de gente que com os israelitas subira do Egito era uma fonte contínua de tentação e dificuldades. Professavam ter renunciado à idolatria, e adorar o verdadeiro Deus; mas sua primitiva educação e ensino lhes haviam modelado os hábitos de caráter, e estavam mais ou menos corrompidos pela idolatria e irreverência para com Deus. Eram os que mais frequentemente suscitavam contendas e os primeiros a queixar-se, e contaminavam o acampamento com suas práticas idólatras e murmurações contra Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Logo depois da volta ao deserto, ocorreu um caso de violação do sábado, sob circunstâncias que o tornavam de uma culpabilidade peculiar. O anúncio do Senhor de que deserdaria Israel, despertara um espírito de rebelião. Alguém do povo, irado por ser excluído de Canaã, e decidido a mostrar seu desafio à lei de Deus, atreveu-se a uma transgressão declarada do quarto mandamento, indo apanhar lenha no sábado. ... O ato deste homem foi uma violação voluntária e deliberada do quarto mandamento – pecado este não cometido por inadvertência ou ignorância, mas por presunção. ... Os pecados de blasfêmia e voluntária violação do sábado recebiam o mesmo castigo, sendo igualmente uma expressão de desprezo pela autoridade de Deus” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 408, 409).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acontece tantas vezes – primeiro se aborrece o pecado, depois se tem pena dele, e por fim se o abraça. As seduções podem ser atrativas, mas nos levam para longe de Deus. A escolha de seguir nossos próprios caminhos logo pode se tornar uma revolta aberta contra Deus e Seus caminhos. Não é de admirar que somos aconselhados a “guardar bem as vias de acesso à alma” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 403). &lt;/span&gt;Precisamos estar constantemente cientes de que o inimigo de Deus atacará de maneira furtiva, sutil. Toda a armadura de Deus é vitalmente necessária, a cada hora de cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut55E2ozCI/AAAAAAAAChE/i3yvaGfHIhQ/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut55E2ozCI/AAAAAAAAChE/i3yvaGfHIhQ/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398542599796083746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;7. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Por que o castigo pelo atrevimento parecia tão severo? Como se manifestava a graça em tudo isso? Que lições podemos aprender desse preceito?&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Nm 15:30, 31&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A frase no hebraico é “com punho erguido”, postura de arrogância e rebelião. Israel pecou verdadeiramente “com punho erguido” contra o Senhor em Cades. Mas Deus transformou a sentença de morte em banimento para o deserto. A lição é que os pecados são considerados com muita seriedade pelo Senhor.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Por que o Senhor exigiu que toda a congregação tomasse parte na execução mencionada em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 15:32-36&lt;/span&gt;? Que lição espiritual podemos tirar disso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Evidentemente, Deus estava tentando mostrar a Seu povo a seriedade do pecado. “O salário do pecado é a morte” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Rm 6:23)&lt;/span&gt;. Precisamos estar especialmente cientes do fato de que nossos atos afetam os outros, bem como a nós mesmos, para o bem ou para o mal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Yvonne L. Johnson | &lt;/span&gt;Perth, Austrália&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-4212451357165609826?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EgCdNUCkw1cv2WZgTt8xA3rCJt8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EgCdNUCkw1cv2WZgTt8xA3rCJt8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EgCdNUCkw1cv2WZgTt8xA3rCJt8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EgCdNUCkw1cv2WZgTt8xA3rCJt8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=4xWDZKRh9JM:CwO8gr3DFgk:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=4xWDZKRh9JM:CwO8gr3DFgk:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/4xWDZKRh9JM" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-04T00:01:00.222-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sut6eNBJwAI/AAAAAAAAChM/W46cOzQnXNA/s72-c/AdaoEva.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/planejando-de-antemao-041109-071109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Planejando de Antemão - 03/11/09 a 07/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/t3V5n4pynzo/planejando-de-antemao-031109-071109.html</link><category>Terça</category><category>Planejando de Antemão</category><category>03 de novembro</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Mon, 02 Nov 2009 18:03:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-2790564033416122619</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Terça, 3 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Exposição&lt;/span&gt; &lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Cor que levanta o ânimo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutyZxxb8DI/AAAAAAAACg8/YqQlzLaZ4aM/s1600-h/Volta+de+Jesus.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 151px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutyZxxb8DI/AAAAAAAACg8/YqQlzLaZ4aM/s200/Volta+de+Jesus.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398534365516656690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Quebrando o silêncio (Nm 15:1, 2, 17, 18, 37, 38).&lt;/span&gt; Aquele tinha sido o maior rompimento que os israelitas tinham tido até então com seu Pai e Guia espiritual. Após uma birra coletiva e uma tentativa insana de reivindicar o prêmio prometido, Israel tinha aprontado uma grande trapalhada. Enquanto relutantemente desmontavam o acampamento, o silêncio espiritual deve ter sido ensurdecedor. Quem iria quebrá-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para surpresa deles, foi Deus. Contudo, o fato de ter sido Ele quem quebrou o silêncio não foi a única surpresa. Em vez de uma intimidadora censura ou de palavras tranquilizadoras, Deus apresentou detalhada mensagem sobre sacrifícios e borlas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto os israelitas ouviam a Deus, devem ter se dado conta de que Ele estava reafirmando Sua promessa original de lhes dar a terra. Com o risco real de a comunidade mergulhar em profunda depressão espiritual com relação a seu destino, Deus quebrou o silêncio para reafirmar-lhes Sua promessa e a realidade de que a terra era algo que Ele lhes estava dando, não algo que haviam perdido. Em segundo lugar, essa reiteração das leis de Deus lembrou aos israelitas que Ele ainda estava lhes apontando claramente um modo melhor de vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Ofertas perfumadas de esperança (Lv 7:28-36; Nm 15:1-13; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2).&lt;/span&gt; Essas leis quanto a ofertas queimadas e ofertas voluntárias se pareciam com receitas. Misture um décimo de um efa de farinha com um quarto de hin de azeite e passe grossas fatias de carne de carneiro nessa mistura para produzir uma oferta que tem aroma muito agradável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas instruções quanto a sacrifícios são fascinantes e, surpreendentemente, encorajadoras. Tanto a farinha quanto o vinho subentendem que as pessoas envolvidas em apresentar esses sacrifícios já eram parte de uma comunidade agrícola estabelecida, onde se colhia trigo e se prensava uvas. Portanto, essas leis reafirmam intrinsecamente a promessa de que Israel se estabeleceria na fértil Terra Prometida. Não só isso, mas essas ofertas retratam o fato de que Deus estava convidando Seu povo para participar de uma apetitosa refeição de paz com Ele e com os sacerdotes.&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold;"&gt;1&lt;/span&gt; Esses sacrifícios representavam o perdão e a restauração do relacionamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez isso identifique a verdadeira razão pela qual os sacrifícios eram um aroma agradável a Deus. Em vez de Deus gostar particularmente do cheiro de carne marinada, Ele aprecia a possibilidade de desfrutar de um relacionamento restaurado conosco. É por isso que a vida de Jesus foi tão fragrante para Deus; e é por isso também que somos chamados a espalhar essa mesma fragrância de Cristo onde quer que formos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;O verdadeiro status dos estrangeiros (Nm 15:14-16; Gl 3:26-29; Cl 3:1-11).&lt;/span&gt; Também é revigorante notar quão inclusivo Deus foi nas leis que Ele partilhou com os israelitas. Em muitos lugares do capítulo 15, Ele disse aos israelitas que as mesmas leis quanto às ofertas voluntárias e pacíficas se aplicavam aos estrangeiros que viviam entre eles, da mesma forma que se aplicava a eles. Deus estendeu a eles a paz, assim como Ele a estendia aos israelitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, é possível ver esse inclusivismo com lentes muito mais otimistas do que correspondia à realidade. Na verdade, os estrangeiros não tinham exatamente o mesmo status dos israelitas. Conquanto pudessem desfrutar do mesmo status civil que os judeus nativos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Lv 24:22; Nm 35:15)&lt;/span&gt;, os estrangeiros não partilhavam exatamente do mesmo status religioso.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente em Jesus Cristo são removidas as desigualdades raciais, de gênero e econômicas. Conquanto as leis humanas possam sugerir que os desequilíbrios sociais sejam corrigidos, tais desequilíbrios são plenamente eliminados somente através da obra abarcante de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Pequenos lembretes de identidade (Nm 15:37-40; 1Pe 2:1-9; Ap 1:4-6).&lt;/span&gt; Finalmente, chegamos ao fim de todas essas leis, e o que resta? Leis relativas a borlas! Isso certamente deve ser um exemplo perfeito de leis insignificantes relativas a assuntos periféricos. Mas, pare para considerar o que as borlas representavam. Deus reconhecia quão fácil seria que os israelitas se esquecessem dEle e de Seus caminhos. Portanto, lhes deu uma forma tangível de se lembrarem. O propósito dessas borlas era semelhante ao dos adesivos de carros, vendidos hoje, falando de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Senhor também especificou que as borlas deviam ter um fio azul passando por dentro. Nos tempos do Antigo Testamento, as tintas azul e púrpura eram produzidas com o caracol Murex Trunculus, que vivia no oceano que margeava o Líbano. As pessoas precisavam pegar 12 mil caracóis para fazer apenas 1,4 kg de tinta azul-púrpura, portanto, essa era uma cor muito cara!&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;3&lt;/span&gt; A pessoa precisava ser rica e famosa para usar roupas azul-púrpura.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;4&lt;/span&gt; É interessante descobrir que Deus pediu a Seu povo que vestisse os sacerdotes e decorasse o santuário com material azul-púrpura &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 26:1; 28:5-8; 39:1).&lt;/span&gt; Assim, quando Deus ordenou que todo o Seu povo usasse borlas com um cordão azul, Ele estava dizendo: “Vocês são valiosos e especiais! Vocês são Meu sacerdócio real!” Em meio à rebelião e à potencial depressão espiritual, Deus levantou o ânimo de Seu povo com a cor da prosperidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;font-size:78%;" &gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;1.&lt;/span&gt; The New American Commentary, v. 3-B: Numbers (Nashville, Tenn.: Broadman &amp;amp; Holman Publishers, 2000), p. 245.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;2.&lt;/span&gt; Jacob Milgrom, The JPS Torah Commentary: Numbers (Philadelphia: Jewish Publication Society, 1990), Excursus 34, p. 399.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;3.&lt;/span&gt; Ibid., p. 127.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;4.&lt;/span&gt; Lembre-se de que Lídia era vendedora de roupas azul-púrpura (At 16:14).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutxnzZxyXI/AAAAAAAACg0/7mZGt_tAEeA/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutxnzZxyXI/AAAAAAAACg0/7mZGt_tAEeA/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398533506960836978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Se a congregação percebesse que, como um grupo, havia se desviado dos mandamentos do Senhor, o que deveria ser feito? Qual é o significado do fato de que eles tinham que levar uma “oferta pelo pecado perante o Senhor, por causa do seu erro”?&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Nm 15:22-27&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É interessante que o Senhor distinguia entre as coisas praticadas involuntariamente das que eram deliberadas. Ao mesmo tempo, porém, até mesmo as coisas praticadas sem querer eram consideradas “pecado” e precisavam ser atendidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Como o indivíduo obtinha expiação por seu pecado de ignorância? Qual era a diferença do procedimento do pecado da congregação? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 15:27-29&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Sven Östring |&lt;/span&gt; Perth, Austrália&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-2790564033416122619?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s3RWr8j_fK7NHLmVZNVNdQ7gm98/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s3RWr8j_fK7NHLmVZNVNdQ7gm98/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s3RWr8j_fK7NHLmVZNVNdQ7gm98/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/s3RWr8j_fK7NHLmVZNVNdQ7gm98/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/t3V5n4pynzo" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-03T00:03:00.144-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutyZxxb8DI/AAAAAAAACg8/YqQlzLaZ4aM/s72-c/Volta+de+Jesus.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/planejando-de-antemao-031109-071109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Planejando de Antemão - 02/11/09 a 07/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/b_dz4NZWYjU/planejando-de-antemao-021109-071109.html</link><category>Segunda</category><category>Planejando de Antemão</category><category>02 de novembro</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Sun, 01 Nov 2009 18:02:00 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-1970842122731248362</guid><description>&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Segunda, 2 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Evidência&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;União por meio de uma borla&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutvS8dEGeI/AAAAAAAACgs/liaNvCLYnKE/s1600-h/Apostolos_Jesus.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutvS8dEGeI/AAAAAAAACgs/liaNvCLYnKE/s200/Apostolos_Jesus.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398530949590030818" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A princípio, as leis de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 15&lt;/span&gt; parecem fora de lugar em meio ao resto da narrativa. Essas leis, contudo, revelam um Deus fiel que deseja o companheirismo de Seus filhos e que os chama à obediência após os desastrosos eventos do capítulo 14.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O chamado de Deus à obediência veio na forma de um lembrete físico para os israelitas. Eles deviam incorporar um cordão azul (literalmente “violeta”) em borlas (pingentes), que deviam colocar nas pontas de suas vestes. Essas borlas, com seu cordão azul, deviam ser um constante lembrete: “Farão com que vocês lembrem de todos os Meus mandamentos e os sigam em tudo. Assim, vocês serão um povo separado só para Mim” (versos 39 e 40).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A obediência aos mandamentos de Deus é um sinal de nosso amor por Ele. O sábado era um teste, ou sinal de obediência. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;João 14:21&lt;/span&gt; diz: “A pessoa que aceita e obedece aos Meus mandamentos prova que Me ama. E a pessoa que Me ama será amada pelo Meu Pai, e Eu também a amarei e lhe mostrarei quem sou.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era significativo o fato de que as borlas eram colocadas na barra da roupa. Em tempos antigos, a barra de uma roupa era considerada uma extensão daquela pessoa. Dessa forma, a obediência a Deus era uma extensão da pessoa. Que características e prioridades são uma extensão nossa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estamos vivendo durante um tempo de êxodo espiritual. Aguardamos a terra prometida do Céu. E assim como com os israelitas, Deus deseja ter companheirismo conosco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O companheirismo com Deus forma o alicerce para a obediência e molda nossa atitude para com o ato de doar. Esse não deve ser algo frio, mas (como as ofertas mencionadas em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 15)&lt;/span&gt; deve-se doar o produto puro, o que aponta para Jesus, que Se ofereceu sem mácula a Deus (Hb 9:13, 14).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando seguimos as leis que Deus deseja gravar em nossa mente e escrever em nosso coração, Ele nos dá uma vida abundante. Ele nos chama a viver “em amor, como também Cristo nos amou e Se entregou por nós como oferta e sacrifício de aroma agradável a Deus” (Ef 5:2, NVI).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutuoKxd94I/AAAAAAAACgk/oq5jGRe_oUs/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutuoKxd94I/AAAAAAAACgk/oq5jGRe_oUs/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398530214699333506" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Que mandamentos específicos foram dados à segunda geração de israelitas quando esperavam se estabelecer em Canaã? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 15:14-16&lt;/span&gt;. Como esse mesmo princípio se revelou no Novo Testamento? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Gl 3:26-29; Cl 3:11&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estrangeiros seriam aqueles que, habitando entre os israelitas, aceitassem plenamente a fé e, no caso dos homens, fossem circuncidados apropriadamente. Eles deveriam ser tratados e amados como se fossem israelitas. “A mesma lei” ou “ordenança” se aplicará tanto “a vocês como ao estrangeiro residente” (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 15:16&lt;/span&gt;, NVI). Admirável inclusividade!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Na oração de dedicação, proferida na inauguração do primeiro templo, que pedido fez Salomão a Deus com respeito aos não israelitas? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1Rs 8:41-43.&lt;/span&gt; O que disse Isaías sobre os estrangeiros que buscassem adorar no templo?&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Is 56:6, 7&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Suzanne McDonald | &lt;/span&gt;Perth, Austrália&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-1970842122731248362?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wSzWJDllhLEfO88SETcjTTT_p1s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wSzWJDllhLEfO88SETcjTTT_p1s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wSzWJDllhLEfO88SETcjTTT_p1s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/wSzWJDllhLEfO88SETcjTTT_p1s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=b_dz4NZWYjU:-xr4G_Dko1I:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=b_dz4NZWYjU:-xr4G_Dko1I:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/b_dz4NZWYjU" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-02T00:02:01.192-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SutvS8dEGeI/AAAAAAAACgs/liaNvCLYnKE/s72-c/Apostolos_Jesus.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/planejando-de-antemao-021109-071109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Planejando de Antemão - 01/11/09 a 07/11/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/yDBUsWcHrTI/planejando-de-antemao-011109-071109.html</link><category>01 de novembro</category><category>Planejando de Antemão</category><category>Domingo</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Sat, 31 Oct 2009 19:01:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-6192517535767912496</guid><description>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;PLANEJANDO DE ANTEMÃO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suttmqv3uaI/AAAAAAAACgc/Fn8hU2DvaA8/s1600-h/volta3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 304px; height: 320px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suttmqv3uaI/AAAAAAAACgc/Fn8hU2DvaA8/s320/volta3.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398529089411201442" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;“Em vez disso, eu disse aos seus filhos: ‘Não guardem as leis que os seus antepassados fizeram; não sigam os costumes deles, nem se manchem com os seus ídolos. Eu sou o Senhor, o Deus de vocês. Obedeçam às Minhas leis e aos Meus mandamentos. Façam do sábado um dia sagrado, de modo que seja um sinal da aliança que fizemos. O sábado fará com que lembrem que Eu sou o Senhor, o Deus de vocês’”&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Ez 20:18-20).&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Prévia da semana:&lt;/span&gt; Podemos ser sempre agradecidos poruqe nosso Deus é um Deus de ordem e detalhe tanto em misericórdia como em justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Domingo, 01 de novembro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Será que sou sonâmbula?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu tinha me oferecido para fazer o serviço menos popular em meu local de trabalho. Era no andar de baixo, num lugar frio, sujo e barulhento. Mas eu estaria sozinha, e sabia que precisaria de tempo a sós com Deus. Sempre peço a Deus que esteja comigo, mas depois passo o dia como se Ele estivesse bem longe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Senhor está aqui, Deus?” Perguntei, quando cheguei lá embaixo. Tudo dentro de mim estava alerta para a confirmação de Sua presença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Momentos depois, Kesavan, um colega de trabalho que é Hare Krishna, passou por ali e parou. Ele é gentil, humilde e amável, e já tivemos muitas conversas agradáveis sobre Deus. Nessa ocasião, ele perceptivelmente perguntou se eu tinha me oferecido para fazer esse serviço para poder ler e orar! Começamos a conversar sobre Deus. Exprimi em voz alta o pensamento de que talvez pudéssemos ter uma conversa a três – eu, Kesavan e Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exultamos com a sublimidade dessas ideias, e quando ele se voltou para ir embora, disse: “Agora eu sei que Deus me enviou aqui para conversar com você, porque fui abençoado.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deus! Cultivar a consciência de Sua presença é tão emocionante! Ontem, saí correndo de casa, atrasada para uma programação à noite na igreja. No carro, a música tocava, lamentosa: “Por favor, lembre-se de Mim.” Exatamente nesse momento, eu a vi – a lua, prateada e gloriosa, aparecendo atrás da silhueta de colinas distantes. Parei. “Oh, Deus, sinto muito”, orei. “Ajuda-me a lembrar do Senhor a cada momento do meu dia.” Quão curta é minha memória!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O santuário deve ter sido uma visão incrível no deserto, representando a glória de Deus e contando a história da salvação por meio de seus serviços, sacrifícios e símbolos. Como ele deve ter dirigido os olhos das pessoas para o Céu, enquanto elas viajavam pelo triste deserto em direção à terra prometida. Contudo, mesmo com tudo isso, Deus instruiu os filhos de Israel a usar borlas em suas vestes para lembrá-los de obedecer a Seus mandamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje vivemos num mundo cheio de distrações. Porém, Deus está em toda parte. Ele nos fala através do pôr do sol e do nascer do sol, do arco-íris, do oceano, do surgimento da lua e das amizades. Mesmo assim, algo me diz que talvez eu precise usar uma borla.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesta semana, aprenderemos o que o livro de Números tem a nos ensinar sobre a importância de nos lembrarmos de Deus e sobre a maneira de fazer isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sutrf9-tfuI/AAAAAAAACgM/4P0bO5FEH4I/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sutrf9-tfuI/AAAAAAAACgM/4P0bO5FEH4I/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5398526775291379426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Que ofertas deveriam ser feitas, além das de animais? O que representavam? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 15:1-10, 18-21&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O termo hebraico traduzido como “manjares/cereais” é minchah, que significa oferta ou tributo. Incluía farinha, azeite e vinho, representando a gratidão do ofertante pelas bênçãos de Deus nos campos e colheitas (veja&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Dt 8:18&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Como o apóstolo Paulo aplicou esse conceito nos tempos do Novo Testamento? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rm 12:1; 2Co 2:15, 16; Ef 5:2&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Jenelle Hockley |&lt;/span&gt; Perth, Austrália&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-6192517535767912496?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dvd6xKOkE_tpaGh-IMrnjWzAWXo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dvd6xKOkE_tpaGh-IMrnjWzAWXo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dvd6xKOkE_tpaGh-IMrnjWzAWXo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Dvd6xKOkE_tpaGh-IMrnjWzAWXo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=yDBUsWcHrTI:Fkmp3NEgXhM:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=yDBUsWcHrTI:Fkmp3NEgXhM:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/yDBUsWcHrTI" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-11-01T00:01:00.662-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suttmqv3uaI/AAAAAAAACgc/Fn8hU2DvaA8/s72-c/volta3.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/11/planejando-de-antemao-011109-071109.html</feedburner:origLink></item><item><title>Das Reclamações à Apostasia - 31/10/09 a 31/10/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/39imP2ogyNs/das-reclamacoes-apostasia-311009-311009.html</link><category>Das Reclamações a Apostasia</category><category>31 de outubro</category><category>lição escola sabatina</category><category>Resumo Semanal</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Fri, 30 Oct 2009 19:01:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-2748201139103140801</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;DAS RECLAMACOES A APOSTASIA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Resumo Semanal - 25/10/2009 a 31/10/2009&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suj4iOb_OEI/AAAAAAAACgE/RU4-LpgVE84/s1600-h/crossingtheredsea.png"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 271px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suj4iOb_OEI/AAAAAAAACgE/RU4-LpgVE84/s320/crossingtheredsea.png" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397837420278265922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Diogo Cavalcanti,&lt;br /&gt;bacharel em Teologia e Jornalismo&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Editor&lt;br /&gt;Associado na Casa Publicadora Brasileira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Está na moda reclamar. Reclamamos de produtos com defeito, mau atendimento, serviços decepcionantes, atrasos de entregas, e com razão. Essa é uma atitude esperada quando se quebra uma relação contratual, comercial ou mesmo afetiva. Uma parte se queixa da outra, por não ter cumprido o combinado, ou por não tê-lo feito completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na lição desta semana, que trata de Números 11–14, notamos que o povo de Israel murmurou (reclamou) intensamente contra Deus no deserto. Todavia, veremos que eram murmurações ilegítimas e mereciam a indignada reação de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Buscaremos compreender o que estava por trás dessas murmurações, por que elas foram tão graves aos olhos do Senhor e o que os israelitas perderam com isso. Acima de tudo, veremos a importância de um senso de gratidão e confiança na direção divina, mesmo em meio aos nossos desertos pessoais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pecado da ingratidão&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Queixou-se o povo” – é assim que começa o capítulo 11 de Números. No texto não está expressa a razão específica da reclamação; queixavam-se de sua “sorte” (ARA), de “suas dificuldades” (NVI).&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logicamente, o deserto não era um ambiente recomendável para se fincar uma tenda. Todavia, o Libertadorda nação não prometeu um teletransporte para Canaã. Era necessário que chegassem lá pelas próprias pernas. E o Senhor usou essa jornada como um “processo de disciplina”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;2&lt;/span&gt;, uma aprendizagem de virtudes celestiais e esquecimento dos costumes egípcios. Na caminhada, eles precisavam exercer fé e um senso de dependência de Deus que um oásis não lhes permitiria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, como vimos nos capítulos anteriores de Números, Deus estava mais do que presente entre o povo. Qualquer reclamação sobre alguma ameaça à integridade física da nação seria completamente infundada, pois não lhes faltava alimento, água ou saúde. A vida não era fácil na areia quente, mas não era e nem é impossível, tanto que os beduínos se adaptam bem ao deserto até hoje, constituindo cerca 10% da população do Oriente Médio.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;3&lt;/span&gt; Além disso, a jornada era suavizada pelo cuidado divino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em vez de se alegrarem com a Providência que os libertara e sustentava, deram lugar ao descontentamento. Poderiam raciocinar que a travessia seria passageira: segundo o plano divino, em poucos dias, já adentrariam a Terra Prometida. Qualquer sacrifício seria grandemente recompensado pouco depois. Contudo, muitos se entregaram à insatisfação e ao desânimo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reação divina foi imediata e letal. Fogo irrompeu nas “extremidades do acampamento” (NVI) – um fogo que não tinha o que queimar no deserto, a não ser as murmurações injustas, ingratas e irracionais. Era um fogo justo &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;4&lt;/span&gt;, visto que:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;a) Não era a primeira vez que os israelitas murmuravam &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 14:22)&lt;/span&gt;. Já o haviam feito desde a travessia do Mar Vermelho, mas Deus os havia tolerado por Sua misericórdia e porque Se compadeceu de sua “ignorância e cegueira”;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;b) Uma aliança havia sido feita com eles no Sinai. Deus era oficialmente o Rei da nação, e as murmurações constituíam um ato de rebelião contra Ele;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;c) Essa rebelião consciente deveria ser punida com severidade, “para que Israel fosse preservado da anarquia e ruína”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O fogo surgiu onde as murmurações provavelmente começaram: pelas extremidades, onde os “estrangeiros”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;5&lt;/span&gt; habitavam.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;6&lt;/span&gt;  O povo “clamou a Moisés”, que orou a Deus e o fogo se apagou. O lugar foi chamado de Taberá, “lugar de fogo”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;7&lt;/span&gt;, nome que provém de um verbo hebraico que significa “queimar”, “consumir”, “exterminar”.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;8&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo em seguida, os estrangeiros tornaram ao murmúrio, que se espalhou entre os próprios israelitas. Passaram a chorar de saudades das carnes, peixes, pepinos, melancias, “alhos porós” (NVI) [ou cebolas (BJ­)] e dos alhos que comiam no Egito &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:5). &lt;/span&gt;Faziam-no “em particular, em suas tendas, e também publicamente, ocupados em seus trabalhos e atividades diárias”.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;9&lt;/span&gt; Ou seja, seu passado de escravidão lhes parecia melhor do que a presente liberdade no deserto, contanto que o estômago estivesse cheio. Como Esaú, trocavam sua herança pela comida &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Gn 25:34). &lt;/span&gt;Ao mesmo tempo, desprezaram o maná, alimento que não provia um banquete, mas também não tinha gosto ruim. O maná era um alimento versátil e saboroso &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:7-9; Êx 16:23)&lt;/span&gt;. Além disso, também se alimentavam de produtos de origem animal &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Dt 32:14).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É evidente que os israelitas não reclamavam de uma carência real ou justificável. Parodiando, Deus lhes oferecia um guarda-Sol no deserto, mas eles queriam ar condicionado. Sua murmuração provinha de caprichos e paixões descontroladas. Assim como a deles, nossa disposição moral para o bem é fraca&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Mt 26:36),&lt;/span&gt; fazemos orações egoístas &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;10&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Tg 4:3)&lt;/span&gt; e facilmente cedemos ao desânimo, que se materializa em reclamações injustas contra Deus, a igreja e seus líderes. Lembremos também de que a influência má de uns poucos pode contaminar um grande grupo. Por isso, devemos cultivar o hábito de agir corretamente por nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Precisamos ter consciência de que atravessamos um deserto passageiro, e que nossas lutas são recursos que podemos aproveitar para nosso crescimento na graça. Em meio ao nosso deserto, devemos cultivar o sentimento de gratidão a Deus por Sua providência nas pequenas e grandes coisas.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Pressões na liderança&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ira divina se acendeu “grandemente” contra os israelitas, e Moisés passou a reprovar... a Deus! &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:10)&lt;/span&gt;. Apesar de ser homem humilde na maior parte do tempo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 12:3),&lt;/span&gt; sua impaciência aflorou, e ele passou a questionar o Senhor e a reclamar do peso da liderança (v. 11-14); chegou a pedir a morte! (v. 15). Isso demonstra que até os mais consagrados servos de Deus no passado tiveram suas falhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De certa forma, o relato da impaciência de Moisés é um consolo para cristãos atribulados pela culpa. Não podemos nos cobrar impecabilidade &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1Jo 1; 10)&lt;/span&gt;. Porém, isso não justifica o erro. Momentos negativos como esse devem ser exceção na vida cristã. O relato também é uma evidência de quanto sofrimento desnecessário o povo de Deus causa aos seus líderes, o que torna o trato com os membros da igreja, em “muitos” casos, “insuportável”.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;11&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Yahweh passou por alto o desabafo de Moisés: ordenou a escolha de 70 anciãos para dividirem com ele as responsabilidades pelo povo. Para desempenhar a tarefa e como sinal de que haviam recebido autoridade, começaram a profetizar, o que “pode significar levantar a voz em louvores”.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;12&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seguida, com justa indignação nas palavras, Deus ordenou que o povo se preparasse para comer carne “não um dia, nem dois... nem ainda vinte, mas um mês inteiro”, até que saísse pelo nariz! (v. 19 e 20).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Novamente atrevido, Moisés questionou a capacidade divina de realizar tal milagre (v. 21), e Deus o desafiou a ver que Sua palavra se cumpriria &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:23)&lt;/span&gt;. Ele fez soprar um vento que “trouxe as codornizes do mar” (v. 31a). As codornizes euro-asiáticas são animais de 20 cm a 25 cm de comprimento, e pertencem à família dos faisões e perdizes. São voadoras, e fazem grandes migrações.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;13&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés se havia esquecido de que Deus já tinha feito esse milagre &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 16:13; Sl 105:40)&lt;/span&gt; e que poderia repeti-lo com maior intensidade: “As aves se espalhavam pelo arraial quase caminho de um dia sobre a terra” (v. 31b). Segundo Gleason Archer, a expressão “fez passar” indica que “o vento forçou” as aves a passarem por uma altura suficiente (cerca de um metro) para que os israelitas pudessem capturá-las &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;14&lt;/span&gt;. Árabes capturavam codornizes dessa maneira no início do século XX. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;15&lt;/span&gt; Champlin afirma que muitas delas, devido ao cansaço da migração e da luta contra o vento, poderiam até ter caído no chão. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;16&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo recolheu codornizes por um dia e meio (v. 32), cerca de dez ômeres por pessoa (algo entre 1,9 mil e 2,2 mil quilos).&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt; 17&lt;/span&gt; Mal começaram a comer, uma “praga terrível” os atingiu (v. 33). A violenta reação divina pode ter pelo menos duas explicações: a primeira, que parece forçar o texto, proposta por Samuel Schultz – os israelitas se adiantaram e comeram as codornizes sem as cozinharem &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;18&lt;/span&gt;; a segunda, que não exclui totalmente a primeira, é mais coerente – os israelitas pecaram especialmente por “desejarem a comida dos egípcios” (v. 34), porque cobiçaram as coisas más&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (1Co 10:6)&lt;/span&gt; e por duvidarem do poder divino &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Sl 78:19-21).&lt;/span&gt; O nome do local da praga, Quibrote Taavá, “tumbas de concupiscência” &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;19&lt;/span&gt;, parece confirmar a segunda explicação.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Conflito familiar&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o capítulo anterior, &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 12 &lt;/span&gt;começa com murmurações, não do povo, mas de duas das pessoas mais próximas a Moisés: seus irmãos Arão e Miriã. O cansado líder foi pego de surpresa. Ambos “eram favorecidos com o dom de profecia e, por determinação divina, tinham estado ligados a Moisés no livramento dos hebreus.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;20&lt;/span&gt; Abaixo de Moisés, Arão e Miriã eram os representantes de Deus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Mq 6:4)&lt;/span&gt;. Arão, três anos mais velho que Moisés &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 7:7)&lt;/span&gt;, foi escolhido por Deus para ser seu porta-voz nas comunicações com o faraó e com o povo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 10:8, 16; 16:10)&lt;/span&gt;; mais tarde, foi escolhido como chefe de uma dinastia sacerdotal &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 28:1)&lt;/span&gt;. Além de tudo, Arão sabia o que era suportar a murmuração &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 16:2),&lt;/span&gt; mas agora fazia o mesmo contra seu irmão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Miriã havia desempenhado um papel chave em favor de Moisés, protegendo-o quando bebê (&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êx 2:4)&lt;/span&gt;; também era “abundantemente dotada de dons de profecia e música”, tinha “força de caráter” e, “nas afeições do povo e nas honras do Céu, ela estava apenas abaixo de Moisés e Arão”. No entanto, o mesmo pecado que provocou desentendimento no Céu era alimentado em seu coração.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;21&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O texto indica que Miriã iniciara a murmuração, acusando Moisés por ter se casado com uma “cusita” (pertencente à linhagem de Cuxe, neto de Noé –&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Gn 10:6&lt;/span&gt;, origem associada à Etiópia22). Ou seja, Miriã acusava Moisés de ser casado com uma não israelita, o que comprometia sua autoridade. No entanto, os laços de Zípora, a esposa de Moisés, com o verdadeiro Deus eram inegáveis. Ela era uma descendente de Midiã, filho de Abraão com Quetura &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Gn 25:1-4)&lt;/span&gt;. Seu pai, Jetro, era “sacerdote” de Deus &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 3:1; 18:1, 12).&lt;/span&gt; De forma nenhuma era uma estranha à adoração do Senhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, o que estava por trás da acusação de Miriã e Arão era que as últimas decisões estavam sendo tomadas sem sua consulta – a escolha dos 70 anciãos, por exemplo. Alegaram que o Senhor também falava por meio deles, indicando que tinham direito de questionar Moisés (Nm 12:2). A acusação referente à esposa de Moisés era apenas uma “cortina de fumaça”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;23&lt;/span&gt; por trás da qual se escondiam ciúmes e o desejo de supremacia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar de ter sido usada por Deus em momentos anteriores, Miriã cometeu um gravíssimo erro e influenciou negativamente a Arão. Moisés se calou, pois era “manso” (ARA). &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;24&lt;/span&gt;Deus “ouviu” essas murmurações e chamou os três irmãos para fora da “tenda da congregação”. Ali, vindicou a liderança de Moisés, afirmando que, com ele, a comunicação era “boca a boca” (ARA), “face a face” (NVI) e os questionou por terem se atrevido a criticá-lo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 12:8).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, ambos perceberam a gravidade de seu erro: Miriã ficou coberta de “lepra” (poderia ser qualquer doença de pele), e provavelmente nem conseguia falar; Arão clamou por misericórdia. Moisés, então, se pronunciou pela primeira vez em oração, em favor de Miriã. Deus respondeu que não a ferira para morrer; a “lepra” duraria sete dias, permanecendo como uma lição sobre a gravidade de ter acusado seu irmão e líder de Israel.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O inimigo usa as pessoas mais próximas a nós para nos prejudicar. No entanto, como Moisés, precisamos exercer o silêncio nos momentos certos e responder às agressões com paciência, “vencendo o mal com o bem” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Rm 12:21)&lt;/span&gt;. A rebeldia de Miriã e Arão é um exemplo de quão grave é atacar um líder escolhido por Deus e de como servos fiéis de Deus podem cair, quando se deixam dominar pelo desejo de exaltação própria.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Na fronteira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No capítulo 13, descrevem-se os fatos que compõem o clímax de uma onda de murmurações e incredulidade que teriam consequências trágicas para toda uma geração de israelitas. À beira da morte, Moisés relembrou que a ideia de enviar espiões para Canaã tinha sido dos líderes do povo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Dt 1:22)&lt;/span&gt;. Em Sua sabedoria, Deus lhes atendera o pedido, ordenando a escolha de um príncipe por tribo. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;25&lt;/span&gt; Sua missão era percorrer toda a região da Palestina para verificar os aspectos topográficos, demográficos, econômicos e militares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moisés lhes dera recomendações adicionais: “Sejam corajosos! Tragam fruto da terra” (v. 20 – NVI). Após os quarenta dias de espionagem, nota-se que a segunda recomendação foi obedecida, pois trouxeram um enorme cacho de uva. A primeira, no entanto, foi obviamente ignorada. Começaram seu relatório elogiando a terra laconicamente, não enfatizando nenhuma característica positiva adicional. Após breves palavras de elogio, pronunciaram um triste mas – “mas o povo que lá vive é poderoso, e as cidades são fortificadas e muito grandes” (v. 28).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A notícia caiu como um balde de água fria sobre uma frágil chama de fé e esperança. Os rostos alegres dos israelitas logo se desfiguraram. O pêndulo da emoção foi da expectativa para um profundo desapontamento. Todos começam a gritar até que Calebe pediu silêncio para dizer palavras de encorajamento: “Subamos e tomemos posse da terra. É certo que venceremos!” (v. 30) Por sua vez, os demais príncipes tomaram a palavra, decretando uma derrota de antemão (v. 31 e 32). Na invasão a Canaã, descrita no livro de Josué, percebe-se que poucos eram gigantes e que a terra não devorava seus moradores. Os espias haviam mentido. Calebe e Josué eram a voz da razão baseada na fé. Ainda hoje, Deus precisa de pessoas como Calebe e Josué, que sejam firmes pelo que é certo.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;26&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema do relato dos espias incrédulos foi terem retirado Deus do cenário. “Julgavam as coisas pelo que viam, mas não com a fé”. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;27&lt;/span&gt; Era evidente que, por seus próprios recursos, o povo não conseguiria vencer os cananeus. Nem armas tinham! No entanto, eles não enxergavam o General que jamais perdeu uma batalha e que ia adiante deles. Esqueciam-se de que Deus os libertara do Egito, uma nação mais poderosa do que todos os cananeus juntos. Suas justificativas racionais excluíam o Deus que os acompanhava. Da mesma forma nós, cristãos do século XXI, muitas vezes falamos e agimos como se Deus não estivesse no cenário e tudo dependesse exclusivamente de nós. A qualidade fundamental do cristão, segundo Jesus, é a capacidade de se deixar guiar, como uma criança &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Mt 18:3)&lt;/span&gt;. Aos espias e ao povo faltou essa confiança em Deus, e o resultado foi desastroso.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;De volta ao Egito&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cegos diante da própria loucura, todo o povo “chorou em alta voz” durante toda aquela noite &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 14:1)&lt;/span&gt;. E fizeram queixas horríveis, dizendo que: a) preferiam morrer no Egito ou no deserto; b) Deus tinha o objetivo de fazê-los morrer em combate; c) suas mulheres e filhos seriam tomados como prisioneiros de guerra; d) seria melhor voltar ao Egito (v. 2-3). Desprezando a liderança de Moisés e do Senhor, chegaram a escolher um capitão para voltar à terra de escravidão (v. 4).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A multidão estava descontrolada. Em angústia, Moisés e Arão se prostraram (v. 5). Corajosamente, Josué e Calebe rasgaram suas vestes (um gesto de “profunda consternação e tristeza &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;28&lt;/span&gt;) e fizeram o último apelo ao povo, manifestando a confiança no poder de Deus para colocá-los em Canaã, logicamente dependendo de o povo se arrepender daquela rebeldia e de o Senhor Se agradar deles. Afirmaram que os cananeus estavam desamparados, não deveriam ser temidos, pois seriam devorados “como pão” (v. 8 e 9).  Desde a promessa a Abraão, os cananeus tiveram quatro gerações de misericórdia, e naquele momento já haviam atingido o limite de tolerância divina à iniquidade &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Gn 15:6)&lt;/span&gt;. O povo de Israel seria usado como instrumento de juízo, assim como o fogo foi empregado em Sodoma e Gomorra &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Gn 13:13; 19:24).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda mais enlouquecida, a multidão começou a falar em apedrejar &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;29&lt;/span&gt; os dois fiéis servos de Deus, quando a glória divina irrompeu na “tenda da congregação” (ARA), ou “tenda do encontro” (NVI). Deus, então, falou diretamente a Moisés sobre Sua indignação com o povo que O tratava “com pouco caso” e se recusava a crer nEle, apesar de todos os milagres realizados até então (v. 11). A punição seria a imediata destruição de todo o povo; Moisés seria o pai de uma nova nação.&lt;br /&gt;Ao ouvir isso, Moisés intercedeu pelos israelitas, confiante na misericórdia divina. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;30&lt;/span&gt;Deus ouviu Seu servo, concordou em poupar os israelitas, mas os condenou a serem vítimas de suas próprias palavras: a) como diziam preferir morrer no deserto a entrar em Canaã, isso ocorreria; b) como diziam que as mulheres e filhos seriam presas dos cananeus, somente os de 20 anos ou menos entrariam na Terra Prometida. Aqueles que não murmuraram, como Calebe e Josué, bem como as crianças e jovens, sofreriam pelos erros dos demais. Ao longo de 40 anos vagueariam pelo deserto, cada ano por um dos 40 dias de espionagem em Canaã.&lt;br /&gt;Subitamente, os 10 espias traidores foram mortos por uma praga divina, e todo o povo percebeu quão insanos tinham sido. Seguiu-se uma segunda madrugada de choro, diferente da primeira – um remorso por terem desperdiçado a chance de entrar em Canaã em poucos dias e por amargarem a perspectiva de toda uma vida na areia quente. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;31&lt;/span&gt; Todavia, para muitos, as lágrimas não eram fruto de um arrependimento sincero. Desobedecendo novamente a Deus, decidiram lutar pelas próprias forças contra os cananeus – uma loucura muito maior do que a primeira, pois não tinham o amparo do Senhor. O resultado foi uma vergonhosa derrota (v. 40-45). A desobediência insistente prejudica ainda mais a vida humana.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Conclusão&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um homem viu um garoto rabiscando uma folha de papel, e perguntou:&lt;br /&gt;– O que você está desenhando?&lt;br /&gt;– Estou fazendo um desenho de Deus.&lt;br /&gt;– Você não pode fazer isso, porque ninguém sabe como Deus é.&lt;br /&gt;– Quando eu terminar, as pessoas saberão – respondeu o menino, todo confiante. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;32&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitos tentam pintar Deus de acordo com suas próprias concepções, mas o Deus dos israelitas no deserto não mudou &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Ml 3:6; Hb 13:8).&lt;/span&gt; O Senhor sempre terá aversão ao pecado e a toda sorte de injustiça e murmurações &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1Co 10:10)&lt;/span&gt;. Por outro lado, Sua misericórdia nos convida a refletir e a mudar nossa vida. Como herdeiros espirituais dos israelitas do deserto, precisamos aprender com seus erros e acertos, para renovarmos nossa vida cristã&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (1Co 10:16).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos o “povo do advento”, que segue por um “caminho reto e estreito” em direção à cidade. Uma luz brilha à nossa frente e outra, por trás. Alguns desanimam, outros perseveram. &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;33&lt;/span&gt; Assim como os israelitas, temos um deserto a atravessar, mas uma Canaã celestial para adentrar. Por isso, precisamos conservar nosso foco em Deus, acima de todas as dificuldades e nos manter firmes no caminho, sem desânimo nem dúvida. Nosso dever é estar ao lado daqueles que mantiveram firme sua fé, como Moisés, Josué e Calebe, sempre agindo pelo que é certo e não cedendo às pressões do grupo. Precisamos também cultivar um coração agradecido a Deus por Suas bênçãos e cuidado ao longo da caminhada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;  &lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt; Foram utilizadas siglas para indicar as versões bíblicas utilizadas: ARA (Almeida Revista e Atualizada), NVI (Nova Versão Internacional) e BJ (Bíblia de Jerusalém).&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;2.&lt;/span&gt; White, Ellen. Patriarcas e Profetas. São Paulo: Casa Publicadora Brasileira, 2001. CD-ROM. p. 378.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;3. &lt;/span&gt;Disponível em: &lt;/span&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;. Acesso em 21 de outubro de 2009.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;   &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;4.&lt;/span&gt; White, p. 379.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;   &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;5.&lt;/span&gt; “O termo hebraico assim traduzido [“estrangeiros”] é ‘asapup, que se acha apenas aqui em todo o Antigo Testamento. O termo tem o sentido básico de ‘coleção’, pois estavam em foco aquelas pessoas que haviam sido ‘coletadas’ ao longo do caminho, pessoas indesejáveis, que não pertenciam ao povo de Israel (...)  No Egito, muita outra gente vivia escravizada, e escravos de outras raças que tinham se aproveitado da emancipação dos israelitas para escaparem. Outros podem ter sido meros aventureiros que estavam procurando uma oportunidade para fugir. E também havia meros descontentes, talvez até alguns egípcios que buscavam fortuna (...) Pessoas dessa natureza seriam as primeiras a murmurar; mas é tolice pensar que a murmuração não foi generalizada. Outra palavra está por trás do nome ‘ereb, ‘multidão mista’, que se vê em Êx 12:38; Ne 13:3. Mas a mesma gente está em pauta.” Champlin, R. N. O Antigo Testamento Interpretado. São Paulo: Candeia, 2000. 1ª edição. 1:641.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;   &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;6.&lt;/span&gt; Nichol, Francis D. (ed.) e outros. Comentario Bíblico Adventista Del Septimo Dia. vol 1. Buenos Aires: Casa Editora Sudamericana, 1992. 1:874. Há mais informações sobre os “estrangeiros” em Ex 12:38; Dt 29:11; Js 8:35.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;   &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;7. &lt;/span&gt;Champlin, p. 641.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;   &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;8. &lt;/span&gt;Ibid.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;   &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;9.&lt;/span&gt; Ibid., p. 642&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;10.&lt;/span&gt; Ibid.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;11.&lt;/span&gt; Uma leitura bem humorada e descontraída sobre a relação do ministro com sua congregação pode ser obtida em: Groeschel, C. Confissões de um pastor. São Paulo: Mundo Cristão, 2008. 1ª edição. p. 17. O primeiro capítulo tem como título “Muitos cristãos são insuportáveis”.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;12. &lt;/span&gt;Champlin, 642. cf. Harper (ed.) e outros. Comentário Bíblico Beacon. Rio de Janeiro: CPAD, 2005. 1ª edição. p. 346.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;13.&lt;/span&gt; Horn, Siegfried (ed.) e outros. Diccionario Bíblico Adventista Del Séptimo Dia. 1ª edição. Buenos Aires: Associação Casa Editora Sudamericana, 1995. p. 238.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;14.&lt;/span&gt; Gleason, Archer Jr. Merece Confiança o Antigo Testamento? São Paulo: Vida Nova. 2000. 3ª edição. p. 168.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;15.&lt;/span&gt; “No começo deste século, os árabes que viviam nas circunvizinhanças de El-Arish, ao norte do Sinai, costumavam caçar entre um e dois milhões de codornizes durante a migração do outono, em redes espalhadas para pegar as aves que voavam baixo. Gispen, W. H. Comentar op het Out Testament – Het boek Numeri I-II, 1959, 1964. In Wenhan, G. J. Números. São Paulo: Vida Nova; Mundo Cristão, 1985. 1ª edição. p. 116.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;16.&lt;/span&gt; Champlin, p. 646.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;17.&lt;/span&gt; Ibid.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;18.&lt;/span&gt; Schultz, S. A História de Israel no Antigo Testamento. São Paulo: Vida Nova, 2000. p. 77.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;19.&lt;/span&gt; Ibid.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;20.&lt;/span&gt; White, p. 382.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;21.&lt;/span&gt; Ibid.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;22.&lt;/span&gt; “Cuxe normalmente se refere à Etiópia”. Wenhan, p. 117.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;23.&lt;/span&gt; Ibid.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;24.&lt;/span&gt; A melhor tradução de ‘anaw seria “humilde”; não “manso”. Wenhan, p. 118.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;25.&lt;/span&gt; White, p. 387.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;26.&lt;/span&gt; “Deus precisa de Seus homens em momentos de crise (...) Ele [o servo de Deus] quererá fazer o que é certo, apesar dos votos em contrário.” Champlin, 654. Vale relembrar a clássica citação de Ellen White: “A maior necessidade do mundo é a de homens – homens que se não comprem nem se vendam; homens que no íntimo da alma sejam verdadeiros e honestos; homens que não temam chamar o pecado pelo seu nome exato; homens, cuja consciência seja tão fiel ao dever como a bússola o é ao pólo; homens que permaneçam firmes pelo que é reto, ainda que caiam os céus.” White, E., Educação. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2001. CD-ROM. p. 57.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;27.&lt;/span&gt; Champlin, p. 652.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;28.&lt;/span&gt; Ibid., p. 653.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;29.&lt;/span&gt; “Isto não é apenas um linchamento executado pela multidão (...) a congregação tinha autoridade judicial, e o apedrejamento era reservado para a punição de crimes religiosos importantes (...) e pecados contra a família (...) Josué e Calebe os haviam acusado de se rebelarem contra o Senhor (v. 9); a congregação rejeitou essa acusação como falsa, e propôs que se executasse a pena apropriada para falsas testemunhas.” Wenhan, p. 128.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;30.&lt;/span&gt; “Moisés fez o seu apelo com base na compreensão que tinha do amor divino.” Champlin, p. 655.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;31.&lt;/span&gt; Os israelitas choraram pela “tristeza de serem punidos”. Harper e outros, p. 352.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;32.&lt;/span&gt; Lutzer, Erwin. 10 Mentiras sobre Deus. São Paulo: Vida, 2001. p. 15.&lt;/http:&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: style="font-weight: bold; font-style: italic;" br="" historia="" shtml=""&gt;  &lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;33.&lt;/span&gt; A primeira visão de Ellen White tem que ver com o povo do advento, que segue por um caminho estreito e perigoso. Há paralelos claros entre essa visão e as experiências dos israelitas descritas em Números. Veja: White, E. Primeiros Escritos. Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2001. CD-ROM. p. 14-24.&lt;/http:&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;http: br="" historia="" shtml=""&gt;&lt;/http:&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-2748201139103140801?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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Estava no passado a época em que era uma alegria refletir as características de Deus para os não-crentes do Egito. Os ensinos sobre um Messias vindouro haviam se tornado remotos na mente tanto de jovens quanto de idosos. Contudo, era desejo de Deus chamar a atenção deles de volta para Si. Através de Seu servo Moisés, um tipo de Cristo, e do santuário, que era um modelo do santuário celestial, Deus desejava que Seu povo soubesse que havia só um caminho, e que esse caminho era através do Messias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A síndrome da palavra com “E” (egoísmo) havia feito com que os israelitas se tornassem ambiciosos e perigosamente auto-suficientes. Haviam se tornado independentes de Deus, voltando as costas às Suas leis. Ironicamente, achavam que era Deus que os havia abandonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arquienganador murmurou e reclamou a respeito da posição de direito que Jesus ocupava no Céu; como resultado, instigou rebelião e apostasia entre um terço dos anjos &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ver Ellen G. White, História da Redenção, p. 13-17). &lt;/span&gt;A murclamação (um misto de murmuração com reclamação) exige mais esforço do que simplesmente ouvir a Deus. É como fazer carranca quando poderíamos estar sorrindo. Deus sentia tanto a falta de seu povo que tudo o que Ele desejava era reconciliá-lo consigo através de Jesus. A murclamação deles era um indicativo de que rejeitariam a Jesus em Sua primeira vinda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só acuse alguém aquele que nunca murclamou.... Eu achei que não poderia fazê-lo. Achamos que é nosso dever “massacrar” os israelitas, mas será que somos diferentes? Pense nisso. Murclamamos se uma pessoa canta desafinado ou se a lição da escola sabatina não foi explanada da maneira como achamos que deveria. A murclamação faz com que nos tornemos escravos do diabo&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;.&lt;/span&gt;  &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Provérbios 6:16&lt;/span&gt; diz: “Há seis coisas que o Senhor odeia, sete coisas que Ele detesta” (NVI). Cinco delas são causa de murclamação (veja os versos 17 a 19). O inimigo havia conseguido fazer que os israelitas achassem que tinham direitos. Assim, chegaram a acreditar que podiam existir sem as leis de Deus, esquecendo-se de que a murclamação contra Ele leva ao caos e à anarquia. A síndrome da palavra com “E” é uma via de mão única. Satanás diz: “Eu”; Deus diz: “Nós”. São necessárias duas pessoas para fazer as coisas ao modo de Deus – Jesus e eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suj0VpODBhI/AAAAAAAACf0/0kAbeeloTlA/s1600-h/maos-a-obra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 70px; height: 71px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suj0VpODBhI/AAAAAAAACf0/0kAbeeloTlA/s200/maos-a-obra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397832806082741778" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à obra&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Coloque-se no acampamento israelita com Moisés e o restante de seus parentes. Faça anotações de diário para os seguintes dias: &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êx 14:5-31; 15:22-25; 17:1-7; 32:1-35 &lt;/span&gt;(presumindo que você tenha sobrevivido).&lt;br /&gt;2. Adapte o Cântido de Livramento de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo 15 &lt;/span&gt;à obra de Deus em sua vida.&lt;br /&gt;3. Conte para um amigo de confiança uma ocasião em que você recentemente se rebelou contra Deus e como Ele mostrou Seu amor por você a despeito disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Donna Dennis |&lt;/span&gt; Grand Cayman, Ilhas Cayman&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-5618626939443828950?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBp5mEH4NheuQEUQG01jwxL4Sb8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBp5mEH4NheuQEUQG01jwxL4Sb8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBp5mEH4NheuQEUQG01jwxL4Sb8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YBp5mEH4NheuQEUQG01jwxL4Sb8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=I93QYBu3ECk:fZBQ0ERJ2uA:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=I93QYBu3ECk:fZBQ0ERJ2uA:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/I93QYBu3ECk" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-30T00:05:00.500-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Suj2uwIf9JI/AAAAAAAACf8/pL13AI2_aQU/s72-c/mandamentos1.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/das-reclamacoes-apostasia-301009-311009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Das Reclamações à Apostasia - 29/10/09 a 31/10/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/rNvO0O2bBv8/das-reclamacoes-apostasia-291009-311009.html</link><category>Das Reclamações a Apostasia</category><category>Quinta</category><category>29 de outubro</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Wed, 28 Oct 2009 19:05:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-3642106361450616157</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quinta, 29 de outubro&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Aplicação&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Estar contentes&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujzPIpgKHI/AAAAAAAACfs/zqDNVZnq2DE/s1600-h/Jesus_palavra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 145px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujzPIpgKHI/AAAAAAAACfs/zqDNVZnq2DE/s200/Jesus_palavra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397831594748684402" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Nesta semana, temos visto como a constante reclamação fez com que uma geração inteira de israelitas perdesse a vida no deserto, perdendo igualmente a terra prometida&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Números 11 a 14).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reclamação é resultado de se estar descontente com circunstâncias que geralmente estão além de nosso controle. Sempre parece muito difícil evitar fazer observações que expressem contrariedade, pois fazê-lo é parte de nossa natureza humana pecaminosa. O triste na reclamação é que ela raramente melhora a situação, mas muitas vezes a piora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exatamente como os filhos de Israel, as pessoas hoje têm grande tendência de fazer estardalhaço por muitas coisas. Como seres humanos, às vezes reclamamos quando não conseguimos o que queremos, quando as pessoas ao nosso redor parecem estar muito melhores do que nós, e por uma série de outras razões. Eis aqui alguns passos que podem nos ajudar a mudar o rumo de nossa natureza resmungona:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Aprenda a estar satisfeito com suas capacidades e posses (Fp 4:10-12). &lt;/span&gt;Paulo nos lembra que devemos estar contentes, não importa qual seja nossa situação – quer estejamos num apuro, quer as coisas estejam indo bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Sempre mantenha uma atitude de gratidão (Sl 105:1).&lt;/span&gt; Dar graças é uma das melhores maneiras de contrabalançar o espírito de descontentamento. Conte suas bênçãos e dê graças a Deus por todas as coisas com as quais Ele tem abençoado você, mesmo aquelas que parecem insignificantes. Fazer isso deixará você com bem poucas coisas sobre as quais reclamar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não compare sua situação com a de outras pessoas. Elas têm suas próprias falhas. Em vez disso, identifique suas próprias faltas e acredite que Jesus vai ajudar você a removê-las de sua vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujxv054vuI/AAAAAAAACfk/EHLNDXL6LRw/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujxv054vuI/AAAAAAAACfk/EHLNDXL6LRw/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397829957361123042" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;7.&lt;/span&gt; Leia Números 14.&lt;/span&gt; Qual é a lição espiritual mais poderosa e importante que você pode tirar dessa história? Você sempre faz o mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre todas as coisas horríveis que eles disseram, talvez a pior tenha sido a de escolher um capitão e voltar para o Egito (v. 3, 4). Quando consideramos que o Egito simbolizava a escravidão do pecado, da morte, da alienação de Deus, ter o povo agido como agiu, depois de libertação tão incrível, foi indesculpável.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;8. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Como vemos revelada aqui a misericórdia e graça de Deus com esse povo que se rebelou abertamente contra Ele?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Michael-Henry Parchment | &lt;/span&gt;Grand Cayman, Ilhas Cayman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-3642106361450616157?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2q2Nz8x_KOjPmn1d1JwZNU_8w7E/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2q2Nz8x_KOjPmn1d1JwZNU_8w7E/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2q2Nz8x_KOjPmn1d1JwZNU_8w7E/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/2q2Nz8x_KOjPmn1d1JwZNU_8w7E/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=rNvO0O2bBv8:GuUIFd4A8D0:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=rNvO0O2bBv8:GuUIFd4A8D0:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/rNvO0O2bBv8" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-29T00:05:01.068-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujzPIpgKHI/AAAAAAAACfs/zqDNVZnq2DE/s72-c/Jesus_palavra.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/das-reclamacoes-apostasia-291009-311009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Das Reclamações à Apostasia - 28/10/09 a 31/10/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/TUTbvQtZ2SY/das-reclamacoes-apostasia-281009-311009.html</link><category>Quarta</category><category>Das Reclamações a Apostasia</category><category>28 de outubro</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Tue, 27 Oct 2009 19:01:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-4073390669117697097</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quarta, 28 de outubro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Evidência&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Pessoas antigas, lições modernas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujwxNiGPBI/AAAAAAAACfc/xeF69TC6-gM/s1600-h/moises.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 140px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujwxNiGPBI/AAAAAAAACfc/xeF69TC6-gM/s200/moises.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397828881640471570" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há evidências arqueológicas de que os israelitas fizeram uma jornada de 40 anos pelo deserto? Tem havido poucas descobertas na Península do Sinai que apoiem o relato bíblico de que 600 mil homens e suas famílias passaram todos esses anos ali. Contudo, alguns eruditos apontam essa própria falta de descobertas arqueológicas como evidência da exatidão histórica do relato. Até em tempos modernos, nômades beduínos deixam pouca ou nenhuma evidência de sua existência ao se mudarem para outro local. Então, por que deveríamos esperar encontrar vestígios de grandes acampamentos após se terem passado três mil anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conquanto possamos não ter as evidências concretas que gostaríamos, há muito a aprender da narrativa bíblica. Ler &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 11 &lt;/span&gt;a&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; 14&lt;/span&gt; nos faz lembrar de pais lidando com filhos teimosamente desafiadores. Os israelitas haviam afirmado repetidamente que seriam obedientes &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 19:7, 8; 24:3, 7)&lt;/span&gt;. Quando avançamos um pouco à frente, porém, vemo-los reclamando que não tinham carne para comer&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Nm 11:4)&lt;/span&gt;. E isso ocorreu após a miraculosa provisão diária de maná. Tive que rir da resposta de Deus: “Vocês querem carne? Eu lhes darei carne até que ela saia pelo nariz de vocês!” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:18-20&lt;/span&gt;, paráfrase minha).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vez após vez, Deus teve que disciplinar Seu povo. A punição final foi que os que se queixavam foram barrados da terra prometida, e uma viagem de 11 dias se transformou em 40 anos. No fim de suas vagueações, não foi permitido que ninguém que tivesse acima de 60 anos entrasse em Canaã. A única exceção foram Calebe e Josué, que haviam demonstrado fé no Senhor quando outros não o fizeram. Que triste comentário sobre um povo que havia visto o incrível poder de Deus manifestado tantas vezes!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É fácil olhar para trás, às experiências deles, e censurar as escolhas que os israelitas fizeram. Contudo, a experiência deles deve servir de lembrete de que não estamos imunes às forças do mal que nos tentam a murmurar e reclamar – nem em meio às grandes evidências de direção e provisão de Deus. O único remédio é nos apegarmos a Deus e nos revestirmos de Sua armadura &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Ef 6:11).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujt-yP3x8I/AAAAAAAACfM/HGBXYeB4Vnc/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujt-yP3x8I/AAAAAAAACfM/HGBXYeB4Vnc/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397825816299554754" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Provavelmente, transcorria o mês de setembro; os vinhedos estavam amadurecendo e a segunda colheita de figos havia completado o amadurecimento. A migração dos israelitas havia levado apenas cerca de 11 dias para chegar a Cades-Barneia, próxima à fronteira sul de Canaã. Só podemos imaginar as tremendas ondas de alegria e felicidade que atravessavam a imensa multidão quando se aproximava do objeto de seus sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Que erro o povo cometeu nessa ocasião?&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Dt 1:19-23&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6. &lt;/span&gt;Leia&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Números 13&lt;/span&gt; e responda às perguntas a seguir:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embora o Senhor houvesse concordado em deixar que eles enviassem espias, por que esse foi um meio-termo? Quais foram os frutos desse meio-termo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que a reação da maioria revela sobre o povo, mesmo depois das poderosas manifestações do poder divino?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Abigail Blake Parchment |&lt;/span&gt; Grand Cayman, Ilhas Cayman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-4073390669117697097?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lUHVYr3IgxghUzRhSEWlsaxajgk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lUHVYr3IgxghUzRhSEWlsaxajgk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lUHVYr3IgxghUzRhSEWlsaxajgk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/lUHVYr3IgxghUzRhSEWlsaxajgk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/TUTbvQtZ2SY" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-28T23:34:15.418-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujwxNiGPBI/AAAAAAAACfc/xeF69TC6-gM/s72-c/moises.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/das-reclamacoes-apostasia-281009-311009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Das Reclamações à Apostasia - 27/10/09 a 31/10/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/EeBZT0gR92s/das-reclamacoes-apostasia-271009-311009.html</link><category>Terça</category><category>Das Reclamações a Apostasia</category><category>27 de outubro</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Mon, 26 Oct 2009 19:09:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-5113254364542425080</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Terça, 27 de outubro&lt;/span&gt;  &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Testemunho&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Obediência à vontade de Deus&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujs-UEgX3I/AAAAAAAACfE/iLBclVTIaF8/s1600-h/A+Inven%C3%A7%C3%A3o+do+Cristianismo+-+Mois%C3%A9s.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 141px; height: 200px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujs-UEgX3I/AAAAAAAACfE/iLBclVTIaF8/s200/A+Inven%C3%A7%C3%A3o+do+Cristianismo+-+Mois%C3%A9s.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397824708687191922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“Deus tirou do Egito os israelitas para que os pudesse estabelecer na terra de Canaã como um povo puro, santo e feliz. Para a realização deste objetivo, sujeitou-os a um processo de disciplina, tanto para o seu bem como para o bem de sua posteridade. Estivessem eles dispostos a vencer o apetite, em obediência às Suas sábias restrições, e teriam sido desconhecidas entre eles a fraqueza e a moléstia”&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 378).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um bando de estrangeiros que havia no meio deles encheu-se de gula, e até os próprios israelitas tornaram a queixar-se, e diziam: ‘Ah, se tivéssemos carne para comer!’” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:4).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Deus poderia tão facilmente tê-los provido de carne como de maná; impôs-lhes, porém, uma restrição, para seu bem. Era Seu propósito supri-los de alimento mais adaptado às suas necessidades do que o regime estimulante a que muitos se haviam acostumado no Egito. O apetite pervertido devia ser posto em uma condição mais saudável, a fim de que pudessem usar o alimento originariamente provido ao homem: os frutos da Terra, que Deus dera a Adão e Eva no Éden” (Ibid.).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Afastando-se do plano divinamente indicado para seu regime, sofreram os israelitas grande prejuízo. Desejaram um regime cárneo, e colheram-lhe os resultados. Não atingiram o ideal divino quanto ao seu caráter, nem cumpriram os desígnios de Deus. O Senhor ‘satisfez-lhes o desejo, mas fez definhar a sua alma’ &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Sal. 106:15).&lt;/span&gt; Estimaram o terreno acima do espiritual, e a sagrada preeminência que Deus tinha o propósito de lhes dar não conseguiram eles obter” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, A Ciência do Bom Viver, p. 312).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se tão-somente permitirmos que o Senhor opere em nossa vida para fazer Sua vontade, muitas das adversidades que enfrentamos na vida poderiam ser evitadas. Às vezes, Ele permite que ocorram coisas em nossa vida a fim de que olhemos para Ele e compreendamos que Seu caminho é sempre o melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujr0QyjfnI/AAAAAAAACe8/y2GWfEJWQjo/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujr0QyjfnI/AAAAAAAACe8/y2GWfEJWQjo/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397823436496273010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Zípora notou que o marido parecia muito cansado, e informou isso a seu pai Jetro, que passou a examinar mais detidamente o método de administração de Moisés e sugeriu uma reorganização, nomeando chefes de milhares, de centenas, de cinquenta e de dezenas. O sogro sugeriu que eles poderiam julgar as questões pequenas, e Moisés levaria a Deus os casos maiores. Moisés concordou, e foram escolhidos “homens capazes”, que “julgaram o povo em todo tempo” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 18:13-26)&lt;/span&gt;. Pouco depois, essa iniciativa de Moisés despertou os ciúmes e a inveja de Miriã e Arão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Que características humanas detestáveis foram reveladas por Miriã e Arão? O que essa história vergonhosa nos diz sobre a maneira de Deus ver as atitudes más reveladas por essas pessoas? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 12&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Alecia Kidd-Francis |&lt;/span&gt; Grand Cayman, Ilhas Cayman&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-5113254364542425080?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7wEKxS47RRO5lBlEIeBAnpxpQGU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7wEKxS47RRO5lBlEIeBAnpxpQGU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7wEKxS47RRO5lBlEIeBAnpxpQGU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/7wEKxS47RRO5lBlEIeBAnpxpQGU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=EeBZT0gR92s:lBBVRGkAjz4:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=EeBZT0gR92s:lBBVRGkAjz4:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/EeBZT0gR92s" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-28T23:19:13.998-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/Sujs-UEgX3I/AAAAAAAACfE/iLBclVTIaF8/s72-c/A+Inven%C3%A7%C3%A3o+do+Cristianismo+-+Mois%C3%A9s.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/das-reclamacoes-apostasia-271009-311009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Das Reclamações à Apostasia - 26/10/2009 a 31/10/2009</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/sDPQwS0d4wk/das-reclamacoes-apostasia-26102009.html</link><category>Das Reclamações a Apostasia</category><category>Segunda</category><category>26 de outubro</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Sun, 25 Oct 2009 19:08:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-1152801513171191396</guid><description>&lt;div align="right"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Segunda, 26 de outubro&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Exposição&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Um povo em rebelião&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujqzZEmIUI/AAAAAAAACe0/8pFGoo4HFY8/s1600-h/egito.piramide.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujqzZEmIUI/AAAAAAAACe0/8pFGoo4HFY8/s200/egito.piramide.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397822322027929922" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Os israelitas haviam levantado acampamento no Sinai e haviam começado sua viagem de 11 dias até Cades, que não estava longe das fronteiras de Canaã. No Sinai, haviam entrado num relacionamento de aliança com Deus, prometendo obedecer aos Dez Mandamentos &lt;strong&gt;(Êx 19:8).&lt;/strong&gt; Contudo, &lt;strong&gt;Números 11 a 14&lt;/strong&gt; relata como o povo fez exatamente o oposto. Esses capítulos mostram um povo em rebelião contra o Deus onipotente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Insatisfação no acampamento (Nm 11). &lt;span style="color: rgb(0, 0, 0); font-weight: normal;"&gt;Os&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; israelitas haviam marchado apenas três dias quando começaram a reclamar. Estavam infelizes com a rota tomada e o desconforto físico ao longo do caminho, apesar de saberem que estavam sendo guiados por Deus, que era representado pela nuvem acima deles. Haviam se esquecido rapidamente de que tinha chegado ali por Sua providência e misericórdia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Também começaram a murmurar sobre o maná, o alimento que Deus estava fornecendo. “O Senhor ficou muito irado” &lt;strong&gt;(Nm 11:10),&lt;/strong&gt; pois o povo deixou de aceitar a provisão diária de alimento que Ele fizera para eles. “Estivessem eles dispostos a vencer o apetite, em obediência às Suas sábias restrições, e teriam sido desconhecidas entre eles a fraqueza e a moléstia. Seus descendentes teriam possuído força tanto física como mental. Teriam revelado clara percepção da verdade e do dever, discernimento penetrante e são juízo. Mas sua falta de vontade para se sujeitarem às restrições e reclamos de Deus, os impediu em grande parte de alcançar a elevada norma que o Senhor desejava que atingissem, bem como de receber as bênçãos que Ele estava pronto a lhes conceder”&lt;em&gt;(Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 378). &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Rivalidade entre irmãos? (Nm 12).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Em&lt;strong&gt; Números 11&lt;/strong&gt;, Deus havia permitido a designação de 70 anciãos para partilhar o fardo da responsabilidade quando Moisés clamou em angústia. Os irmãos mais velhos de Moisés, Míriam e Arão, não faziam parte desse grupo. Haviam desempenhado papel importante na formação da nação e durante o Êxodo e, no caso de Arão, este continuava a desempenhar papel importante no ministério sacerdotal. Contudo, Deus havia colocado Moisés numa posição de autoridade sobre eles, e ele tinha um relacionamento especial com Deus. Moisés, diferentemente dos outros no acampamento, tinha o privilégio de falar com o Senhor face a face&lt;strong&gt; (Nm 12:8).&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Míriam e Arão invejaram Moisés e foram suficientemente presunçosos para se compararem com ele. Em sua inveja, atacaram sua esposa cusita, falando com desprezo sobre a ascendência dela. Contudo, isso era mais do que mera rivalidade entre irmãos. Míriam e Arão estavam se rebelando contra Deus ao escolher falar contra o líder que Ele apontara. Entregaram-se a um espírito de exaltação própria e se consideraram melhores do que aquele através de quem Deus escolhera atuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Nossa força, nosso poder (Nm 13).&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Os israelitas finalmente estavam na fronteira de Canaã. O que Deus prometera estava ao alcance da vista. Uma vez mais, porém, foram acometidos de uma moléstia observada anteriormente – amnésia coletiva. Esqueceram-se dos assombrosos milagres que Deus efetuara para livrá-los das garras do Egito. Esqueceram-se de sua experiência do Mar Vermelho. Esqueceram-se de como Deus os havia cuidado e sustentado através de sua experiência no deserto; e se esqueceram de que Deus era quem iria realizar o que prometera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi ideia do povo enviar espias para sondar a terra, não ideia de Deus (Ibid, p. 387). Isso é um claro indicativo de que duvidaram de Suas promessas. A nação a quem Deus havia especialmente Se revelado e com quem havia feito uma aliança, não compreendeu o que Balaão, um profeta pagão, havia profetizado: “Deus não é homem, para que minta; nem filho de homem, para que Se arrependa. Acaso Ele fala, e deixa de agir? Acaso promete, e deixa de cumprir?” &lt;strong&gt;(Nm 23:19, NVI).&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira parte do relatório dos espias sobre a abundância da terra era verdadeira; mas foi eclipsada pelo medo que tiveram do povo poderoso que viram ali. Escolheram olhar com olhos temerosos e sem fé, em vez de olhos cheios de esperança e fé, fortalecidos pela maneira como Deus os estava guiando. Só Josué e Calebe deram um relatório inspirado pela fé em Deus. Canaã foi um presente de Deus, e falando mal dela, o povo estava falando contra Deus e rejeitando o que Ele graciosamente estava lhes oferecendo. Se tão-somente houvessem se lembrado de que o braço do Senhor nunca está encolhido&lt;strong&gt; (Nm 11:23)!&lt;/strong&gt; Quando a força e o poder humano falham, é a ocasião perfeita para que Deus amorosamente demonstre Sua incomparável onipotência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nossa força, nosso poder (Nm 14).&lt;/strong&gt; Calebe e Josué suplicaram ao povo que não se rebelasse contra Deus (Nm 14:9); mas suas súplicas caíram em ouvidos moucos. O povo se preparou para apedrejá-los. A atitude foi de desprezo para com Deus. Continuaram a duvidar dEle e de Seu poder (Nm 14:11).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A contínua rebelião contra Deus resultou na sentença de terem que vaguear durante mais 40 anos no deserto, um ano para cada dia que os espias haviam passado reconhecendo a terra. O povo lamentou esse decreto. Ellen White declara que eles lamentaram mais o juízo do que seus pecados. A ordem para que se retirassem foi para que Deus testasse a submissão deles à Sua vontade (Ibid, p. 391). Contudo, os israelitas permaneceram firmes em sua rebelião. Quando Deus lhes pediu que tomassem a terra, recusaram-se, e quando lhes ordenou que se retirassem, fizeram exatamente o oposto. O exército de Israel foi derrotado porque deixou de compreender que Deus realizaria o que prometeu, não pela força e poder deles, mas por sua estrita obediência a Suas ordens.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujoPoaoXfI/AAAAAAAACes/7u6GoFJpOAM/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujoPoaoXfI/AAAAAAAACes/7u6GoFJpOAM/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5397819508648336882" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando Israel voltou tão cedo para a idolatria e adoração ao bezerro de ouro, Moisés implorou a Deus para que o perdoasse, mas “se não”, ele orou, “risca-me, peço-Te, do livro que escreveste” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 32:32).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Quando Moisés ouviu e viu o povo “chorando” à porta de suas tendas e clamando “quem nos dará carne a comer?” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 11:4)&lt;/span&gt;, como ele reagiu? Por que a atitude de Moisés não se justificava? Onde vemos a humanidade imperfeita desse grande homem de Deus? V. 10-15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Em que outra ocasião a humanidade de Moisés se manifestou? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 11:21-23&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Rockella Smith |&lt;/span&gt; Savannah, Ilhas Cayman &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-1152801513171191396?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/sDPQwS0d4wk" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-28T23:08:55.503-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/SujqzZEmIUI/AAAAAAAACe0/8pFGoo4HFY8/s72-c/egito.piramide.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/das-reclamacoes-apostasia-26102009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Das Reclamações à Apostasia - 25/10/2009 a 31/10/2009</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/ZYWvuTRT_cI/das-reclamacoes-apostasia-25102009.html</link><category>Das Reclamações a Apostasia</category><category>25 de outubro</category><category>Domingo</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Sat, 24 Oct 2009 19:01:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-139424927278530040</guid><description>&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Das Reclamações à Apostasia&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;“Façam tudo sem queixas nem discussões, para que venham a tornar-se puros e irrepreensíveis, filhos de Deus inculpáveis no meio de uma geração corrompida e depravada, na qual vocês brilham como estrelas no Universo” &lt;strong&gt;(Fp 2:14, 15, NVI). &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Prévia da semana:&lt;/strong&gt; Quando enfrentamos problemas e somos tentados a duvidar, Deus nos pede que olhemos para Ele pedindo direção e que passemos a agir com base em Suas promessas. &lt;/div&gt;&lt;div align="right"&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;Domingo, 25 de outubro&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;strong&gt;Introdução&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;A viagem de ônibus de 24 horas&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Para a maioria de nós, a viagem missionária tinha se tornado excitante, cheia de aventuras e até de um certo glamour – atravessar a Europa de avião para ajudar a construir um hospital e dirigir clínicas de saúde na África – um sonho que se tornou realidade para o dedicado grupo de guerreiros cristãos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, ninguém nos falou sobre a viagem de ônibus de 24 horas! Bem, talvez não fossem realmente de 24 horas; mas foi o que pareceu, após estarmos sentados em cima da bagagem e uns dos outros, suando num calor insuportável, nos sentindo como sardinhas no forno, ao viajarmos quilômetro após quilômetro. Quando essa viagem iria terminar? As reclamações fluíram como uma torrente impetuosa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Quando chegaremos lá?” “Por que faz tanto calor?” “Por que vim a esta viagem?” Essas eram as palavras que ressoavam pelo ônibus que transportava esse grupo de jovens do ocidente que fazia uma viagem missionária de Acra, a capital de Gana, no sul do país, até a cidade de Tamale, no norte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contudo, ela finalmente terminou. Terminou numa experiência única – na qual aprendemos a apreciar os prazeres da vida aos quais não dávamos o devido valor, e na qual experimentamos o Espírito Santo atuando através de nosso ministério. E o mais importante, aprendemos que há pessoas que, apesar de terem tão pouco, agradecem a Deus pelo que têm.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muitas viagens que teremos de fazer na vida, e nem todas serão agradáveis. Muitas vezes haverá ocasiões em que será mais fácil reclamar amargamente do que louvar alegremente. Deus, contudo, nos faz um chamado mais elevado. Como Seus seguidores, Ele deseja que nos alegremos “sempre no Senhor”&lt;strong&gt; (Fp 4:4)&lt;/strong&gt;, não importa quais sejam as circunstâncias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nunca sabemos aonde uma viagem pode nos levar; mas se cremos que Deus está ao volante, podemos permitir que Ele tenha pleno controle. Somente então seremos capazes de passar pelas más condições e chegar às bênçãos que nos aguardam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os israelitas que escaparam do Egito passaram a viagem toda até a Terra Prometida reclamando das condições. Por essa razão, aquela geração nunca conheceu sua herança. Ao aprender sobre as experiências deles nesta semana, considere que você tem a oportunidade de aprender com os erros deles, de parar de reclamar e desfrutar a viagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;color:#006600;"&gt;Mãos à Bíblia &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Leia &lt;strong&gt;Números 11&lt;/strong&gt; e responda as seguintes perguntas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que esse incidente nos diz sobre a importância de guardar na lembrança a guia do Senhor no passado?&lt;br /&gt;Como devemos entender a reação do Senhor?&lt;br /&gt;O que podemos aprender desse relato sobre a importância de controlar o apetite?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de todos os milagres que eles haviam testemunhado no Egito e a travessia do Mar Vermelho, sua murmuração representava rebeldia. A influência deles pode ter sido contagiante e destrutiva para a jovem nação. E o fogo do Senhor “consumiu extremidades do arraial” (v. 1). Só a intercessão de Moisés fez cessar o fogo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#006600;"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Angeline Shillingford &lt;/strong&gt; Grand Cayman, Ilhas Cayman &lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-139424927278530040?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJto8rWi2Ijn9jGHNqpKMj3ngWk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJto8rWi2Ijn9jGHNqpKMj3ngWk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJto8rWi2Ijn9jGHNqpKMj3ngWk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/NJto8rWi2Ijn9jGHNqpKMj3ngWk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=ZYWvuTRT_cI:VNH0qDvQX60:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=ZYWvuTRT_cI:VNH0qDvQX60:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/ZYWvuTRT_cI" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-25T17:08:38.222-02:00</atom:updated><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/das-reclamacoes-apostasia-25102009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Trombeta, sangue, nuvem e fogo - Resumo Semanal - 24/10/09 a 24/10/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/hc4oPkwyMpo/trombeta-sangue-nuvem-e-fogo-resumo.html</link><category>Trombeta Sangue Nuvem e Fogo</category><category>Sábado</category><category>24 de outubro</category><category>lição escola sabatina</category><category>Resumo Semanal</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Fri, 23 Oct 2009 19:06:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-8680308100684274750</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;TROMBETAS, SANGUE, NUVEM E FOGO&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;Resumo Semanal 18/10/2009 a 24/10/2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0gFGAXxbI/AAAAAAAACek/eQaKSBeae_8/s1600-h/desertomoises.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 320px; height: 226px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0gFGAXxbI/AAAAAAAACek/eQaKSBeae_8/s320/desertomoises.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394503200543327666" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:85%;" &gt; &lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Marcos De Benedicto, DMin&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:85%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;Editor de livros na Casa Publicadora Brasileira&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;A história do povo de Israel após o êxodo tem muita coisa para nos ensinar. Quem disse que o deserto não tem vida? Talvez até você gostasse de ter vivido naquele tempo, em que coisas incríveis aconteciam com frequência e Deus falava de maneira mais direta com o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A lição desta semana, baseada em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 9 e 10&lt;/span&gt;, fala de “trombetas, sangue, nuvem e fogo”, no contexto da jornada dos israelitas rumo à terra prometida. Paradoxalmente, o povo estava tão perto (na geografia) e tão longe (no coração) do destino! Por isso, Deus precisou instruí-lo e prepará-lo para a mudança. Vamos focalizar alguns aspectos dessa caminhada, começando com a celebração da liberdade.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;O festival da liberdade&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por muito tempo, o Brasil foi colônia de Portugal. Quando conseguiu sua independência, em 1822, instituiu um feriado (7 de setembro) para celebrar a vitória. Muitos países tiveram uma experiência parecida. No caso de Israel, a Páscoa pode ser considerada o “dia da independência”, pois foi instituída para comemorar sua libertação da escravidão no Egito e o nascimento da nação. O interessante é que a primeira Páscoa foi um ato de fé, pois comemorou o que Deus estava para fazer.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;1&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O nome Páscoa (pesach em hebraico) vem do verbo pasach, normalmente traduzido como “passar sobre”, no sentido de proteger. A festa era uma celebração da libertação, mas também da providência de Deus. Por isso, na sequência da Páscoa, já dentro da festa dos pães sem fermento, os israelitas não deveriam comparecer de “mãos vazias” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 23:15; Dt 16:16).&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;2&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Em outras palavras, a Páscoa era uma festa histórica, comemorando o êxodo do povo de Israel do Egito, mas ainda retinha elementos dos festivais agrícolas. Em parte, as festas de Israel e das culturas ao seu redor tinham raízes nos ciclos agrícolas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Páscoa é chamada de festa (hag) somente em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo 34:25 &lt;/span&gt;e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Ezequiel 45:21.&lt;/span&gt; Mas nem por isso deixava de ser uma grande festa. Afinal, quem não gosta de um bom festejo? O costume de festejar é tão antigo quanto a humanidade. A vida em sociedade inclui vários tipos de festas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso de Israel, as festas eram muito mais do que comer e beber. Elas tinham profundo significado religioso. Eram “a expressão ritual de sua vida como a comunidade do povo de Deus”. Através das festas, a fidelidade de Yahweh no passado se tornou a base ritual da esperança dos israelitas para o futuro.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;3&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Das três festas anuais obrigatórias para os hebreus (Páscoa, Pentecostes e Tabernáculos), a Páscoa era a que mais atraía peregrinos. O valor dado a essas festas pode ser visto na própria severidade com que o povo era intimado a participar dos rituais. Independentemente da obrigatoriedade, os israelitas valorizavam muito todas as festas. Esse sentimento era manifestado até por pessoas mais intelectualizadas. Por exemplo, o historiador Josefo dava tanta importância à Páscoa que apoiou a celebração do festival mesmo após a destruição do templo de Jerusalém, no ano 70, podendo inclusive ter participado de sacrifícios em Roma.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;4&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Páscoa aparece em vários contextos do Antigo Testamento, como no Egito antes do êxodo, no Sinai, logo após a entrada em Canaã, no reinado de Salomão, na reforma de Ezequias, na celebração de Josias e no retorno do exílio. Embora fosse uma festa anual, ela é citada principalmente em momentos de mudança na história do povo de Deus, indicando realidades opostas: “escravidão/liberdade” (êxodo), “carência/abundância” (Canaã), “falta da lei/estabelecimento da lei” (Sinai), “santuário temporário/santuário permanente” (deserto), “adoração de muitos/adoração de um” (Ezequias, Josias) e “exílio/terra natal” (retorno do exílio).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase toda a legislação sobre o festival vem do Pentateuco; a exceção é &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ezequiel 45&lt;/span&gt;. Um ponto que vale a pena destacar é que, se a pessoa estivesse impossibilitada de participar da Páscoa devido a alguma impureza, como tocar em cadáver, ela ainda tinha uma segunda chance, pois Deus permitia nova celebração no mês seguinte. Isso mostra que Deus é gracioso. Ele leva em conta nossos imprevistos e sempre nos dá novas oportunidades. Além disso, os estrangeiros residentes que adoravam o Deus verdadeiro podiam participar da festa, enquanto os israelitas não praticantes deveriam ficar de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Páscoa era carregada de simbolismo. Por certo, Deus escolheu esse ritual para celebrar a libertação do êxodo e prefigurar a salvação através de Cristo porque ele tornaria o memorial mais didático, atrativo, pessoal e memorável. Afinal, enquanto “a teologia é para poucos, os símbolos são para todos”, incluindo intelectuais e crianças.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;5&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Páscoa era comemorada no “primeiro mês do ano”, chamado Abibe, que, depois do cativeiro babilônico, foi mudado para Nisan. Isso correspondia ao fim de março ou início de abril do nosso calendário. Mas os preparativos começavam quatro dias antes, o que mostra que devemos fazer as coisas de Deus com ordem e planejamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em certo sentido, a Páscoa continuava com a festa dos pães asmos. Esses festivais não eram sinônimos, mas estavam conectados. Historicamente, as duas festas parecem ter sido unificadas, depois distinguidas e unificadas de novo. Os dois festivais duravam oito dias. Com o tempo, o próprio festival da Páscoa teve alguns ajustes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há muito debate sobre o significado do pão não levedado. O fermento tem sido interpretado como símbolo do pecado, impureza e corrupção moral. Paulo atribui essa conotação negativa ao fermento &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1Co 5:7, 8)&lt;/span&gt;. Mas é importante notar que o consumo de pão sem fermento aparece em várias circunstâncias relacionadas à pressa, em que não havia muito tempo para a preparação &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Gn 19:3; Êx 12:39; 13:6-10).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Páscoa, os hebreus deviam comer “ervas amargas” (literalmente, “coisa[s] amarga[s]”. “Embora não seja conhecido o tipo de ‘erva’ usado no Egito, os judeus da Palestina usaram, mais tarde, duas variedades de alface, uma espécie de cardo, endívia [tipo de chicória] e agrião. Alface e endívia são nativas no Egito e na Palestina. A última pode ser encontrada do começo dos meses de inverno [no hemisfério norte] até o fim de março, e a alface em abril e maio. Isso talvez explique o fato de que os judeus consideravam essas plantas ingredientes necessários da refeição pascal. Quaisquer que fossem as ervas amargas usadas, é óbvio que seu objetivo era lembrar os participantes a respeito de sua servidão e sofrimento amargo na terra do Egito.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;6&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Naturalmente, os alimentos ingeridos na Páscoa eram mais do que apenas ervas amargas e carne de carneiro, assim como os alimentos da Ceia não eram apenas vinho e pão. Eles tinham um significado espiritual. Comer, uma atividade comum e essencial para a vida, pode ser um ato sagrado e tornar-se um ritual religioso. Não por acaso, na Bíblia, o ato de comer é frequentemente associado ao sacrifício. Comer pode ser um gesto de amizade e reconciliação, uma expressão de alegria e gratidão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como destaca a antropóloga Gillian Feeley-Harnik, as refeições representavam o “comportamento apropriado” entre grupos sociais em relação uns aos outros e a Deus. “Quem pode comer o que e com quem é uma expressão direta das relações sociais, políticas e religiosas.” O alimento era “uma das mais importantes linguagens” que os judeus usavam para “expressar relações” entre as pessoas e entre os seres humanos e Deus. No período intertestamentário, as leis dietéticas se tornaram a base para a distinção social entre judeus e não judeus. “Os cristãos do I século d.C., como judeus praticantes, usaram a linguagem do alimento para estabelecer a legitimidade de Jesus e a novidade de sua interpretação da lei, que requeria diferentes tipos de relações entre seres humanos e Deus do que aqueles advogados por outros judeus sectários.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;7&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma discussão acadêmica sobre a questão de a Ceia ser uma espécie de nova Páscoa ou não. Alguns estudiosos acham que se tratava de outro tipo de ritual.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;8&lt;/span&gt; Mas parece não haver dúvida de que a Ceia é a Páscoa cristã. Entre os argumentos apoiando esta ideia estão os seguintes:&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;9&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; 1. Há declarações explícitas nos evangelhos sinóticos indicando essa relação.&lt;br /&gt; 2. A refeição de Jesus e dos discípulos foi feita à noite, como ordenado em relação à Páscoa.&lt;br /&gt; 3. Os participantes ficaram reclinados em vez manter a postura normal de ficar sentados durante as refeições comuns.&lt;br /&gt; 4. Os participantes tomaram vinho, como prescrito para a Páscoa.&lt;br /&gt; 5. A refeição foi encerrada com um hino, o que aponta para o Hallel (recitação de salmos como forma de oração e louvor) no fim da ceia pascal.&lt;br /&gt; 6. Após a Ceia, Jesus foi para o Getsêmani e não para Betânia. Este local ficava fora da área para onde alguém poderia ir durante a noite de Páscoa, enquanto o Getsêmani não ficava.&lt;br /&gt; 7. As palavras ditas por Jesus durante a instituição da Ceia têm paralelo com o costume do oficiante da Páscoa de explicar o significado dessa cerimônia durante o ritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Páscoa tinha que ver com liberdade e, portanto, era um tipo de Cristo, nosso “Cordeiro pascal” e Libertador da escravidão do pecado. A Ceia do Senhor, como Páscoa cristã, também celebra a salvação de Deus. Ambos os rituais foram instituídos para simbolizar realidades muito importantes. Se o ser humano tem o poder de transformar metais e pedras comuns, por exemplo, em símbolos de relações ternas e eternas, o poder de Deus é muito maior! Ele pode pegar um alimento comum e dar-lhe um sentido transcendental.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tanto a Páscoa quanto a Ceia são refeições rituais, com explicações, simbolismos, celebrações periódicas e regras específicas. São memoriais de eventos fundamentais na história do povo de Deus. Ao mesmo tempo em que a Ceia ligava a experiência dos primeiros cristãos com a história judaica, ela os distinguia como povo especial. Embora os rituais fossem diferentes, as funções eram similares. Havia uma conexão histórica, tipológica, ritual e espiritual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ellen White comenta: “Conquanto a instituição da Páscoa apontasse para trás, ao maravilhoso livramento dos hebreus, ela também apontava para a frente, mostrando a morte do Filho de Deus antes que ocorresse. Na última Páscoa que nosso Senhor observou com Seus discípulos, Ele instituiu a Ceia do Senhor em lugar da Páscoa, para que fosse observada em memória de Sua morte. Não tinham mais necessidade da Páscoa, pois Ele, o grande Cordeiro antitípico, estava pronto para ser sacrificado pelos pecados do mundo. O tipo encontrou o antítipo na morte de Cristo.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;10&lt;/span&gt; Na mesma linha, ela enfatiza: “Quando o Salvador rendeu Sua vida no Calvário, cessou a significação da Páscoa, e a ordenança da Ceia do Senhor foi instituída como memorial do mesmo acontecimento de que a Páscoa fora tipo.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;11&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os cristãos, portanto, a Ceia do Senhor tem imenso valor. Trata-se de um evento simples, em que o povo de Deus come e bebe junto, mas com múltiplos e profundos significados. É um convite para encontrar Cristo, se identificar com Ele e unir-se a Ele pela presença do Espírito Santo. Enquanto o primeiro casal pecou e morreu ao comer com incredulidade e desobediência, os crentes recebem vida ao comer/beber com fé e obediência.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Vivendo sob uma nuvem&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muita gente vive tentando descobrir qual é a vontade de Deus. Alguns se perguntam: “Será que devo ir ou ficar? Devo casar ou comprar um carro? Devo estudar teologia ou medicina?” Seria bom se Deus desse uma resposta direta, não é? Pois bem, no tempo de Moisés, isso ocorria. Deus Se manifestava com frequência através de uma nuvem. Isso não quer dizer que Ele esteja mais distante hoje. Significa que deseja que usemos nossa razão e sigamos as instruções dadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De qualquer modo, naquela época, era assim que as coisas funcionavam. Deus Se manifestava de modo visível e quase tangível. A teofania (isto é, a manifestação de Deus) é um motivo recorrente no livro de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo &lt;/span&gt;e também recebe destaque em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números&lt;/span&gt;. A presença de Deus era representada pela nuvem de dia e o pilar de fogo à noite, fenômeno que guiou e protegeu o povo de Israel desde a saída do Egito até a entrada em Canaã e depois sinalizou a presença divina no santuário e no templo. Diz o relato: “Durante o dia o Senhor ia adiante deles, numa coluna de nuvem, para guiá-los no caminho, e de noite, numa coluna de fogo, para iluminá-los, e assim podiam caminhar de dia e de noite. A coluna de nuvem não se afastava do povo de dia, nem a coluna de fogo, de noite” &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 13:21, 22)&lt;/span&gt;. No cânon do Antigo Testamento, a expressão “coluna de nuvem” é usada somente treze vezes, mas o conceito aparece muito mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nosso dia a dia, nuvem geralmente é sinônimo de coisa ruim, especialmente quando uma “nuvem escura” paira sobre a cabeça de alguém. Mas, no caso de Israel, a situação era diferente. Naquele contexto cultural, a manifestação de Deus na nuvem ou no fogo era sinal do favor divino. A nuvem representava proteção, providência, liderança, direção, julgamento quando necessário e descanso. Era, ao mesmo tempo, escudo, ar-condicionado, GPS...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, quando você achar que há uma nuvem sobre sua cabeça, saiba que ela pode ser uma nuvem boa, se fizer você olhar para cima e buscar a direção de Deus. O problema é que, às vezes, somos muito vagarosos ou apressados e não queremos seguir o ritmo da nuvem. Porém, você pode ter certeza de que Deus conhece o ritmo adequado e o melhor caminho. Mesmo quando a nuvem divina guiava o povo pelos lugares mais difíceis, Deus sabia o que estava fazendo, pois Israel não estava preparado para passar pelo caminho mais fácil, no litoral, onde poderia ter que enfrentar inimigos mais fortes. Agora, para seguir a nuvem e viver sob a nuvem, é preciso ter fé e confiança.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo de Israel era muito privilegiado por ter a presença divina em seu meio. Imagine então o privilégio de Moisés, com quem Deus falava face a face (panim el panim)! Somente nos dez primeiros capítulos de Números, a expressão “Deus disse a Moisés” aparece 23 vezes. Não foi por acaso que Moisés argumentou com Deus que, se a presença divina não fosse com o povo, então ele também não iria, pois a presença divina era o diferencial de Israel em relação às outras nações &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 33).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um lugar especial da revelação de Deus a Moisés era a tenda do encontro, ou, como diz o Targum Onqelos, a “tenda do lugar da instrução”. Essa tenda era “uma espécie de ponto de teofania pós-Sinai”.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;12&lt;/span&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt; &lt;/span&gt;Contudo, o plano de Deus não era de Se manifestar apenas a Moisés, mas habitar no meio do povo, no santuário. “O propósito para o êxodo do Egito era que Deus pudesse habitar no meio de Seu povo. A vinda da presença gloriosa de Deus ao recém-construído tabernáculo forma o clímax do livro do &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo (40:34)&lt;/span&gt;.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;13&lt;/span&gt; Se a nuvem era um tipo de templo móvel, o tabernáculo seria “uma espécie de Sinai móvel”.&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;14&lt;/span&gt; Só para lembrar, o Sinai era o monte das revelações de Deus, o lugar em que Ele deu a lei a Moisés e, por extensão, a Israel e ao mundo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, não paramos para apreciar devidamente a importância da presença de Deus conosco, mas deveríamos fazê-lo. Talvez os israelitas piedosos valorizassem mais essa presença do que nós. O templo se tornou tão fundamental na vida espiritual, social e econômica de Israel porque a presença de Deus era percebida ali. “Jerusalém era preciosa para os crentes do Antigo Testamento porque o templo estava lá, e o templo era precioso para eles porque Deus estava lá.”&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;15&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Especificamente, quem estava na nuvem? Em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo 33:20&lt;/span&gt;, a “presença” de Deus é, literalmente, a “face” de Deus. Portanto, a presença de Deus é o próprio Deus. Porém, podemos avançar um pouco mais. Se interpreto corretamente os dados bíblicos, eu diria que a melhor resposta é: o Espírito Santo. Ou seja, Deus manifestava Sua glória na nuvem através do Espírito Santo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note que, em&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Êxodo 14:19&lt;/span&gt; e &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;20,&lt;/span&gt; há uma clara distinção entre o anjo de Deus (mal’ak ha’elohim) e o pilar de fogo e nuvem: “A seguir o anjo de Deus que ia à frente dos exércitos de Israel retirou-se, colocando-se atrás deles. A coluna de nuvem também saiu da frente deles e se pôs atrás, entre os egípcios e os israelitas. A nuvem trouxe trevas para um e luz para o outro, de modo que os egípcios não puderam aproximar-se dos israelitas durante toda a noite.” Isso indica que o anjo de Yahweh não era identificado com a nuvem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Isaías (63:9, 10)&lt;/span&gt;, aparentemente se referindo ao mesmo episódio, também faz uma diferença entre o anjo da presença de Deus e o Espírito Santo: “Em toda a aflição do Seu povo Ele também Se afligiu, e o anjo da Sua presença os salvou. Em Seu amor e em Sua misericórdia Ele os resgatou; foi Ele que sempre os levantou e os conduziu nos dias passados. Apesar disso, eles se revoltaram e entristeceram o Seu Espírito Santo. Por isso Ele Se tornou inimigo deles e lutou pessoalmente contra eles.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse texto, ao lado de outros, como&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Neemias 9:12-20&lt;/span&gt;, que também menciona o “bom Espírito” de Deus instruindo o povo de Israel, permite dizer que o Espírito Santo era a glória divina na forma de uma nuvem. Há uma impressionante correspondência entre o trabalho do Espírito e a função da coluna de nuvem e fogo. Podemos dizer que a nuvem de glória do Antigo Testamento tipificava a presença do Espírito Santo no Novo Testamento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa presença gloriosa de Deus se manifestou de modo especial na vida de Jesus. Diz &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;João (1:14)&lt;/span&gt;: “Aquele que é a Palavra tornou-Se carne e viveu [no grego, skenoo, literalmente ‘tabernaculou’] entre nós. Vimos a Sua glória, glória como do Unigênito vindo do Pai, cheio de graça e de verdade.” E a mesma presença deve se manifestar na vida dos crentes, que são templos nos quais Deus habita e resplandece através do Espírito Santo &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1Co 3:16, 17; 2Co 3:17, 18).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De passagem, vale mencionar que, como adventistas, devemos sempre olhar para o céu em busca da nuvem que, por ocasião da volta de Jesus, manifestará novamente a presença de Deus e nos guiará para a verdadeira terra prometida.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;O toque das trombetas&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como a coluna de nuvem controlava os movimentos do povo, as trombetas também tinham essa finalidade. Além disso, convocavam os líderes, os soldados e o povo para a guerra e a adoração. Toques longos eram usados para reunir todo o povo; toques a rebate eram sinais para a batalha ou a partida. Em tempo de guerra e crise, os toques das trombetas eram como um lembrete a Deus de que Seu povo precisava de ajuda. Ou seja, eram um pedido de socorro, uma oração coletiva. E, em momentos de alegria, o som das trombetas anunciava as bênçãos de Deus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas é bom saber de que trombetas estamos falando, pois havia mais de um tipo de trombeta naquela época. Diferentes instrumentos expressam necessidades, sentimentos e emoções diferentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Bíblia menciona dois instrumentos feitos de chifres de animais: o shofar e o qeren. O toque do shofar, mencionado 72 vezes e geralmente traduzido como corneta e trombeta, foi usado, por exemplo, para advertir o povo sobre a manifestação de Deus no Sinai, sinalizar a queda do muro de Jericó, anunciar a coroação do rei Salomão, relembrar a chegada da lua nova e proclamar o ano do jubileu. Apenas em casos excepcionais, era usado como instrumento musical em si. Apesar disso, é o único instrumento musical antigo ainda usado nas sinagogas judaicas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, este não é o tipo de instrumento que encontramos em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Números 10:1 &lt;/span&gt;e&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; 2&lt;/span&gt;. A trombeta mencionada ali era feita de metal e chamada em hebraico chotzotzerah, palavra que ocorre 28 vezes no plural e uma no singular no Antigo Testamento. Descrevendo a construção dessas trombetas, Josefo&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;16&lt;/span&gt; diz que eram tubos retos, com quase um cúbito de comprimento (cerca de 50 cm), mais grossos do que uma flauta e terminando em formato de sino. Moedas judaicas do II século d.C. retratam trombetas que parecem com a descrição do historiador, embora outra representação de um par de trombetas do templo mostre-as como sendo mais longas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para nós, as trombetas podem já não ser tão importantes, mas elas ainda conservam um simbolismo especial. É ao som da última trombeta, quando Jesus voltar, que os mortos voltarão à vida, os vivos serão transformados e os anjos reunirão os eleitos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Mt 24:31; 1Co 15:52).&lt;/span&gt; Se em alguns lugares os fiéis costumam ser chamados à adoração pelos sinos, no fim dos tempos eles serão convocados pelas trombetas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, para concluir à moda de João no Apocalipse, quem tem olhos olhe para a nuvem e quem tem ouvidos ouça a trombeta. Use todos os sentidos para perceber os movimentos e a direção de Deus.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:78%;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Roy Gane, Bajo la Sombra de la Shekina (Buenos Aires: Asociación Casa Editora Sudamericana, 2009), 37.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;2.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Todas as citações bíblicas são da Nova Versão Internacional.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;3. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;C. E. Armerding, “Festivals and Feasts”, em Dictionary of the Old Testament: Pentateuch, editado por T. Desmond Alexander e David W. Baker (Downers Grove: InterVarsity, 2003), 312.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;4. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Ver Federico M. Colautti, Passover in the Works of Josephus (Leiden: Brill, 2002).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Tamara Prosic, “Passover in Biblical Narratives”, Journal for the Study of the Old Testament 82 (1999):  47. Ver Erwin R. Goodenough, Jewish Symbols in the Greco-Roman Period, edição abreviada (Princeton: Princeton University Press, 1988), 49-51.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;6. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Francis D. Nichol, editor, The Seventh-day Adventist Bible Commentary, edição eletrônica (Hagerstown: Review and Herald, 2002), 1:551.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;7. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Gillian Feeley-Harnik, The Lord’s Table: Eucharist and Passover in Early Christianity (Philadelphia: University of Pennsylvania Press, 1981), 2, 19, 95, 96, 166.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;8. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Ver, por exemplo, os argumentos apresentados por Mark A. Throntveit, “The Lord’s Supper as New Testament, Not New Passover”, Lutheran Quarterly 11 (1997): 271-289. Como diz o título do artigo, Throntveit favorece a ideia de que a Ceia é um testamento da última vontade de Cristo, e não uma nova Páscoa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;9. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Os argumentos a seguir foram listados por Leon Morris, que se baseia, em grande parte, em uma importante obra de Joachim Jeremias sobre o assunto. Os dois autores discutem também os argumentos contrários a esse ponto de vista. Ver Leon Morris, The Gospel According to John, edição revisada (Grand Rapids: Eerdmans, 1995), 684-687; e Joachim Jeremias, The Eucharistic Words of Jesus (Philadelphia: Fortress, 1966).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;10.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; Ellen G. White, “The Life of Christ”, Youth's Instructor, 1o de maio de 1873.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;11. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Ellen G. White, Patriarcas e Profetas (Tatuí: Casa Publicadora Brasileira, 2001 [CD-Rom]), 539.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;12.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; John Durham, Exodus (Waco: Word, 1987), 440.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;13.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; B. T. Arnold e B. E. Beyer, Encountering the Old Testament (Grand Rapids: Baker, 1999), 114.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;14. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;R. E. Averbeck, “Tabernacle”, em Dictionary of the Old Testament: Pentateuch, editado por T. Desmond Alexander e David W. Baker (Downers Grove: InterVarsity, 2003), 824.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;15.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; James M. Hamilton Jr, God’s Indwelling Presence: The Holy Spirit in the Old &amp;amp; New Testaments (Nashville: B &amp;amp; H Academic, 2006), 38.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 0, 0); font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;16. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;Antiguidades 3.12.6.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                        &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-8680308100684274750?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
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Ele perguntou: “Por que não deixam as crianças comerem o pão e beberem o suco?” Expliquei-lhe que ele iria participar quando fosse batizado. Ultimamente, comecei a perceber que a resposta que dei a ele não foi correta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Três meses depois, na Santa Ceia seguinte, a esposa do pastor preparou pão especial semelhante ao pão feito para a Comunhão. Também proveu outro tipo de suco de frutas para as crianças. Então, elas tiveram um ritual na classe delas para que suas professoras pudessem ensinar a elas sobre o sacrifício de Jesus na cruz por seus pecados. Patrick estava feliz por ser envolvido e por aprender importantes lições de sua primeira Santa Ceia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“As crianças precisam ser treinadas desde cedo e obter compreensão desta cerimônia”, nosso pastor disse. Duas importantes lições para mim foram que a salvação é para todos e que nossas crianças devem ser ensinadas sobre Jesus desde o princípio da vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todos podem participar da Santa Ceia, não importando qual seja a denominação ou religião cristã à qual pertencem, porque a promessa da salvação de Deus é dada a todos &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Jo 3:16, 17; Hb 5:9).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se no passado o pecado podia ser perdoado trazendo-se o cordeiro para ser sacrificado perante o Senhor, e se agora o pecado é perdoado reivindicando-se o sacrifício de Cristo na cruz, então podemos nos arrepender e ser salvos. “Cristo é a nossa única esperança. ‘Nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual devamos ser salvos.’ ‘Em nenhum outro há salvação’ &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(At 4:12)&lt;/span&gt;”&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 73).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu filho compreendeu como Deus fez provisão para nós através de Suas maravilhosas promessas de perdão e salvação. Podemos aprender a confiar nessas mesmas promessas maravilhosas que nos são dadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0Xaqr9LrI/AAAAAAAACeU/qa6_NSeJhQE/s1600-h/maos-a-obra.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 71px; height: 72px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0Xaqr9LrI/AAAAAAAACeU/qa6_NSeJhQE/s200/maos-a-obra.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394493675562413746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;Mãos à Obra&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Reflita em sua própria vida de cristão e anote as maneiras pelas quais a direção de Deus tem sido como a nuvem, o fogo ou a trombeta.&lt;br /&gt;2. Faça um esquema cronológico dos eventos de &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Êxodo 14&lt;/span&gt; a&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Números 14.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;3. Leia&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Êxodo 12 &lt;/span&gt;e aliste todos os detalhes que você conseguir descobrir sobre a comemoração da Páscoa, e todas as maneiras pelas quais Jesus cumpriu esses detalhes.&lt;br /&gt;4. Comemore a Santa Ceia com sua família ou alguns amigos chegados num local especial (por exemplo, na praia, lavando os pés no oceano; ou na sala de estar de alguém, após momentos de adoração musical).&lt;br /&gt;5. Planeje uma Festa Ágape para sua próxima Santa Ceia. Esse é geralmente um evento noturno e inclui o lava-pés, uma refeição simples com música para reflexão, a cerimônia da Comunhão e testemunhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Osvald Taroreh | &lt;/span&gt;Jakarta, Indonésia&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-7277183160104893995?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BcqnoFc_HTzAvAMUZw-tT0xVedI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BcqnoFc_HTzAvAMUZw-tT0xVedI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BcqnoFc_HTzAvAMUZw-tT0xVedI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/BcqnoFc_HTzAvAMUZw-tT0xVedI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=olqWyTDTXkE:3uPahz3v9io:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=olqWyTDTXkE:3uPahz3v9io:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/olqWyTDTXkE" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-23T00:02:00.200-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0aWHI7qbI/AAAAAAAACec/IX3YyfyBp0s/s72-c/BOM+PASTOR.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/trombeta-sangue-nuvem-e-fogo-231009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Trombeta, sangue, nuvem e fogo - 22/10/09 a 24/10/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/LcQ_q933gS4/trombeta-sangue-nuvem-e-fogo-221009.html</link><category>Trombeta Sangue Nuvem e Fogo</category><category>Quinta</category><category>lição escola sabatina</category><category>22 de outubro</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Wed, 21 Oct 2009 19:02:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-4462157392866767150</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quinta, 22 de outubro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Aplicação&lt;/span&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;Lembrança de sua salvação&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0UJaXc9PI/AAAAAAAACeM/euEjiGhA-2w/s1600-h/cruz_salvacao.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 174px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0UJaXc9PI/AAAAAAAACeM/euEjiGhA-2w/s200/cruz_salvacao.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394490080588788978" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Páscoa devia lembrar aos israelitas a capacidade de Deus para salvá-los e de Sua promessa de dar-lhes uma nova terra. No Novo Testamento, Jesus deu a Seus discípulos outra lembrança da salvação &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Mt 26:36-43).&lt;/span&gt; Pela descrição desses dois eventos, podemos compreender como enriquecer nossa experiência de comunhão para fortalecer nossa vida espiritual:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Lembre-se de como você aceitou a salvação de Deus (Êx 12:17). &lt;/span&gt;Deus instruiu os israelitas a comemorar anualmente a Páscoa, porque Ele os havia tirado do Egito. Jesus nos tira do pecado. O serviço da Comunhão, portanto, é uma ocasião para relembrarmos que Ele é nosso Salvador, e de como Ele nos salva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Prepare um sacrifício especial (Êx 12:3-6). &lt;/span&gt;Os israelitas sacrificaram um cordeiro sem mácula. Que sacrifício especial podemos fazer? Uma oferta de gratidão? Um sacrifício de tempo e esforço para ajudar alguém necessitado ou ajudar com uma atividade da igreja? Use seu sacrifício para refletir em quão maior foi o sacrifício que Jesus fez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0); font-weight: bold;"&gt;Faça algo especial neste dia (Êx 12:7, 26, 27). &lt;/span&gt;Os israelitas deviam colocar sangue nos batentes das portas. Esse era um testemunho público de sua fé e um símbolo do sangue de Cristo como expiação pelo pecado. Você também pode colocar um “sinal” em sua porta. Esse “sinal” pode dar origem a uma oportunidade de testemunhar de sua fé. Também pense num amoroso caráter cristão como sinal da expiação pelo pecado feita por Cristo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 153, 0);"&gt;Tenha uma refeição especial (Êx 12:8-11). &lt;/span&gt;Participar de uma refeição como a Ceia do Senhor é uma ocasião perfeita para companheirismo e para compartilhar sua gratidão com outros membros da igreja. Ou participe de uma “refeição” “comendo” a Palavra de Deus, quer estudando sozinho, quer com amigos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Repita as promessas de Deus. O Senhor havia prometido aos israelitas que Ele lhes daria a Terra Prometida &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 12:25).&lt;/span&gt; Ele promete que nos dará a terra prometida celestial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0S08tRjzI/AAAAAAAACeE/JvCEOzE1GOM/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 86px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0S08tRjzI/AAAAAAAACeE/JvCEOzE1GOM/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394488629518241586" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;7.&lt;/span&gt; Que características se pode observar na jornada dos israelitas, o povo da aliança, sob a orientação de Deus?&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; Nm 10:11-36&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Note a ordem. Três exércitos tribais seguiam a nuvem e a arca. Então, os levitas, com seus carros, levavam as várias partes do santuário portátil. Vinham, em seguida, mais três exércitos tribais. Depois, vinham os coatitas, carregando as mobílias do santuário. Seis exércitos vinham atrás, protegendo de ataques a retaguarda. Tudo era feito com muita ordem. O caminho mais rápido do Egito até Canaã era pela região costeira “pelo caminho da terra dos filisteus”. Mas Deus sabia que Israel não estava preparado para a guerra &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Êx 13:17). &lt;/span&gt;Consequentemente, quando sinalizou a marcha, a coluna da nuvem levou a nação para o nordeste, pelo deserto de Parã &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(Nm 10:11, 12).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Danny e Rachel Handoko |&lt;/span&gt; Eindhoven, Países Baixos&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-4462157392866767150?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MvJT3lNaSm110fuIXkjL-j0r-3o/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MvJT3lNaSm110fuIXkjL-j0r-3o/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MvJT3lNaSm110fuIXkjL-j0r-3o/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MvJT3lNaSm110fuIXkjL-j0r-3o/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=LcQ_q933gS4:eZiUT7D0mrY:yIl2AUoC8zA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=yIl2AUoC8zA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?a=LcQ_q933gS4:eZiUT7D0mrY:dnMXMwOfBR0"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta?d=dnMXMwOfBR0" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/LcQ_q933gS4" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-22T00:02:00.706-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0UJaXc9PI/AAAAAAAACeM/euEjiGhA-2w/s72-c/cruz_salvacao.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/trombeta-sangue-nuvem-e-fogo-221009.html</feedburner:origLink></item><item><title>Trombeta, sangue, nuvem e fogo - 21/10/09 a 24/10/09</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~3/OMx6BQwiekI/trombeta-sangue-nuvem-e-fogo-211009.html</link><category>Quarta</category><category>21 de outubro</category><category>Trombeta Sangue Nuvem e Fogo</category><category>lição escola sabatina</category><author>noreply@blogger.com (Cibele)</author><pubDate>Tue, 20 Oct 2009 19:04:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7785453344269454386.post-1646281863944588786</guid><description>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Quarta, 21 de outubro&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;Testemunho&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;"Eis o Cordeiro de Deus"&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0R7e5hNEI/AAAAAAAACd8/XzxG2bFYL20/s1600-h/Batismo_de_jesus.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 200px; height: 150px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0R7e5hNEI/AAAAAAAACd8/XzxG2bFYL20/s200/Batismo_de_jesus.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394487642263991362" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“A Páscoa devia ser tanto comemorativa como típica, apontando não somente para o livramento do Egito, mas, no futuro, para o maior livramento que Cristo cumpriria libertando Seu povo do cativeiro do pecado. O cordeiro sacrifical representava ‘o Cordeiro de Deus’, em quem se acha nossa única esperança de salvação. Diz o apóstolo: ‘Cristo, nossa páscoa, foi sacrificado por nós’ &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;(1Co 5:7). &lt;/span&gt;Não bastava que o cordeiro pascal fosse morto, seu sangue devia ser aspergido nas ombreiras; assim os méritos do sangue de Cristo devem ser aplicados à pessoa. Devemos crer que Ele morreu não somente pelo mundo, mas que morreu por nós, individualmente. Devemos tomar para nosso proveito a virtude do sacrifício expiatório”&lt;span style="font-style: italic;"&gt; (Ellen G. White, Patriarcas e Profetas, p. 277).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A salvação dos homens depende de uma contínua aplicação do sangue purificador de Cristo em seu coração. Portanto, a Ceia do Senhor não devia ser observada só ocasionalmente ou anualmente, mas com mais frequência que a Páscoa anual.... Esta solene ordenança comemora um evento muito maior do que o livramento dos filhos de Israel do Egito. Esse livramento era um tipo da grande expiação que Cristo efetuou pelo sacrifício de Sua própria vida para o livramento final de Seu povo” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, Spirit of Prophecy, v. 3, p. 228).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O exemplo de Cristo proíbe exclusão da ceia do Senhor” &lt;span style="font-style: italic;"&gt;(Ellen G. White, O Desejado de Todas as Nações, p. 658).&lt;/span&gt; Por quê? Porque (a) “por Seu Santo Espírito, Cristo ali está para pôr o selo à Sua ordenança. Está ali para convencer e abrandar o coração.... Todo discípulo é chamado a participar publicamente, e dar assim testemunho de que aceita Cristo como seu Salvador pessoal... Todos quantos ali chegam com a fé baseada nEle, serão grandemente abençoados” (Ibid.); (b) “A santa ceia aponta à segunda vinda de Cristo. Foi destinada a conservar viva essa esperança na mente dos discípulos... Nas tribulações, encontravam conforto na esperança da volta de seu Senhor” (Ibid., p. 659); (c) “Receberemos vigor espiritual de cada comunhão. O serviço forma uma viva conexão pela qual o crente é ligado a Cristo, e assim ao Pai” (Ibid., p. 661).&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/StzrZqPJEgI/AAAAAAAACdk/OfVE51PI2QM/s1600-h/maosbiblia.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 60px; height: 87px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/StzrZqPJEgI/AAAAAAAACdk/OfVE51PI2QM/s200/maosbiblia.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5394445279750066690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mãos à Bíblia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; Que pedido Moisés fez a Hobabe, filho de Jetro? Qual foi a resposta dele? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Nm 10:29-32&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui vemos a humanidade de Moisés fraquejando diante do desafio de guiar o povo. O mesmo Deus que abrira o Mar Vermelho também poderia abrir o caminho através dos desertos e prover alimento e água.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;Que evidências temos da humanidade de Jesus? Como se referiam essas evidências às necessidades físicas do Mestre? &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mt 26:36-43&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Até o Salvador sentia, às vezes, necessidade de simpatia e apoio humanos. Embora amasse todos os discípulos, Ele estava mais próximo especialmente de Pedro, Tiago e João. No Getsêmani, Ele pediu que orassem com Ele. No Monte da Transfiguração, os mesmos três dormiram em vez de orar. Mas o Céu enviou Moisés e Elias para encorajar Cristo a avançar com o plano de Sua morte redentora&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; (Lc 9:28–31).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;span style="color: rgb(0, 102, 0);"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Roy Maju Hutasoit | &lt;/span&gt;Bandung, Indonésia&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7785453344269454386-1646281863944588786?l=classedosjovens.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tY3AqOZwvk03wkhUHNjgYlySuak/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/tY3AqOZwvk03wkhUHNjgYlySuak/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ClasseDosJovensDaComunidaderabeAberta/~4/OMx6BQwiekI" height="1" width="1"/&gt;</description><atom:updated xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom">2009-10-21T00:04:00.707-02:00</atom:updated><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_lN_dRAPEHe0/St0R7e5hNEI/AAAAAAAACd8/XzxG2bFYL20/s72-c/Batismo_de_jesus.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://classedosjovens.blogspot.com/2009/10/trombeta-sangue-nuvem-e-fogo-211009.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>
