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	<title>CMilfont Tech</title>
	
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	<description>Além dos limites da WEB!</description>
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		<title>Aumento do conservadorismo</title>
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		<pubDate>Tue, 03 Nov 2009 04:27:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[crowds]]></category>
		<category><![CDATA[crowd]]></category>
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		<description><![CDATA[Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa Crowds.
Eu tenho vários drafts, alguns com meses até, sobre meu projeto de pesquisa e nenhum está pronto, aliás, eu digo até que nem &#8220;rascunho&#8221; ainda são. Li algumas dezenas de artigos, uma pilha de livros e reli outros que tinha lido há mais de 15 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<blockquote><p>Esse artigo é um ensaio para meu projeto de pesquisa <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">Crowds</a>.</p></blockquote>
<p>Eu tenho vários drafts, alguns com meses até, sobre meu projeto de pesquisa e nenhum está pronto, aliás, eu digo até que nem &#8220;rascunho&#8221; ainda são. Li algumas dezenas de artigos, uma pilha de livros e reli outros que tinha lido há mais de 15 anos. Tudo para ter uma boa base sobre o que estou escrevendo, mas vou parar um pouco de escrever drafts e soltar o primeiro artigo que basicamente nasce da improvisação.</p>
<p>Esse post aqui está sendo escrito sem consultar essa fonte bibliográfica e simplesmente está saindo [ou saiu quando eu clicar em "Publish"]. Não tinha pensando em escrever sobre isso [no título do artigo] até o momento.</p>
<p>Durante um tempo eu venho observado que o mundo inteiro, e claro que isso reflete no Brasil, vem dando uma guinada perigosa ao conservadorismo. Pior, estamos nos entregando como cordeiros sem realmente sequer pensarmos no assunto.</p>
<p>Não, não falo em conservadorismo de um <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Edmund_Burke">Burke</a>, me refiro ao estilo raivoso e intolerante da pior espécie, basicamente nascido do pudor religioso.</p>
<p>Vamos dar um salto na década de 80 no Brasil, Chacrinha e suas chacretes hoje seriam rechaçadas e o pessoal da Uniban as chamariam de putas [referência da última semana aqui, não vou colar material, se você não sabe do que estou falando, melhor, nem vale a pena saber].</p>
<p>Olha para o Domingão do Faustão de 89, aliás, olhe para o corpo de balé [deve ser chamado assim],as meninas todas de fio-dental ou maiô bem cavado. Quando eu digo olhe, é porque sei que você vai resgatar da mente [se você nasceu depois, compreenda, não tínhamos Internet, corra pro tubo para entender]. Lembra das roupinhas da Xuxa e suas paquitas?</p>
<p>Vamos voltar um pouco mais, década de 60, era da tanguinha e nascimento do fio dental [sim a coisa é antiga], pessoal pregando paz e amor, pílula e amor livre. O quanto hoje você tolera dessas coisas e o quanto você acha que é tolerável pela sociedade?</p>
<p>Ok, até agora são apenas bobagens, coincidências, dirá um cético.</p>
<p>Vamos aprofundar, já devem ter visto essa foto antiga, não?</p>
<p><img class="alignnone" title="Bin laden family" src="http://img511.imageshack.us/img511/4314/binladenfamily.jpg" alt="" width="598" height="418" /></p>
<p>Quem diria que o procurado number one terrorista religioso andava tão parecido com um membro do Jethro Tull.</p>
<p>Você deve está se perguntando, ou deveria, aonde ele quer chegar com isso?  Ou então, o que tem a ver tecnologia [esse blog], com Crowds [minha pesquisa], com conservadorismo [esse artigo] e o Bin Laden?</p>
<h2>Entendendo o mundo que vivemos</h2>
<p>A sociologia moderna, sobretudo inspirada por Durkheim, acredita que o homem é um animal que só se tornou &#8220;ser-humano&#8221; por causa do coletivo e seu comportamento não é vontade individual e sim estabelecido e moldado pela sociedade. Basicamente isso [claro que com blablablas para se passar em prova de faculdade também].</p>
<p>Agora o que é melhor em Durkheim, e ele foi chamado de conservador por isso, é que os homens são guiados por normas estabelecidas e portanto uma anomia [ausência de leis, regras, convenções, normas ou como você queira chamá-las] causa a perda de identidade coletiva e os indivíduos com isso perderão a capacidade de manutenção da ordem e o caos reinaria.</p>
<p>Indo direto ao ponto, Durkheim disse que: mudanças sucks, ficar como está rocks. Ou seja, você tem uma sociedade moldada pela escola, familia, religião, governo e tantas outras instituições que uma mudança brusca e total afetaria a ordem reinante e o mundo piraria.</p>
<p>O ponto crucial aonde quero chegar nesse artigo é que as mudanças que estão em curso na humanidade não são apenas de ordem política, religiosa ou ideológica.</p>
<p>Há quem se engane que o mundo estava dando uma guinada para a esquerda [hemisfério ideológico que já não se sabe mais o que é] e que agora está dando uma guinada leve para a direita [outro hemisfério tão confuso quanto o outro].</p>
<p>Em vários momentos da história isso já aconteceu, tanto que Dom Pedro II passou bom tempo no poder sabiamente trocando um &#8220;Luzia&#8221; por um &#8220;Saquarema&#8221; a cada turmo e assim apaziguando as torcidas organizadas, ou mantendo-as ocupadas, o que não deixa de ser sábio também.</p>
<p>A política é algo que está se tornando irrelevante nas discussões mundiais e isso é perigoso também, já disseram que mesmo se você não gosta de política, não adianta, vai ser sempre comandado por quem gosta. Pense nisso, Hitler, Stalin e Polpot amavam a política.</p>
<p>As mudanças que ocorrem no mundo são mais brutais, é um choque de placas tectônicas da história, o que <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Alvin_Toffler">Alvin Toffler</a> chamou de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/62618/terceira+onda,+a">Terceira Onda</a>. Não estamos falando apenas de política ou ideologia ou sequer religião, as mudanças são em todas as áreas do conhecimento e relacionamento humano.</p>
<p>Desde a mudança de <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1644179/cauda+longa:+do+mercado+de+massa+para+o+mercado+de+nicho,+a">comportamento de Hit para nicho</a>, o <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1961147/mundo+e+plano:+uma+breve+historia+do+seculo+xxi,+o">achatamento do mundo</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1955787/wikinomics:+como+a+colaboracao+em+massa+pode+mudar+o+seu+negocio">a colaboração entre empresas e pessoas</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/1313125">a sabedoria de centenas de pessoas</a> trabalhando para algo sem remuneração direta que não seja o proprio beneficio desse trabalho, do qual chamamos de <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Crowdsourcing">Crowdsourcing</a>, <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/32162">guerras cirúrgicas</a>, e tantos outros movimentos que combinados subvertem toda a ordem conhecida e principalmente a mais comum dessas ordens, o &#8220;<a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/729019/freakonomics:+o+lado+oculto+e+inesperado+de+tudo+que+nos+afeta">senso comum</a>&#8220;.</p>
<p>Esqueça tudo que você conceituou como sendo o verdadeiro, o real, o certo, como aprendi, o que eu sou e aonde chegarei. Assim você consegue se aproximar de entender como um Facebook, que é apenas uma &#8220;página&#8221; na internet vale mais do que uma indústria da Coca-cola, com suas centenas de trabalhadores, concreto e máquinas que custam milhares de dólares.</p>
<h2>Aonde mora o perigo</h2>
<p>Quando ocorre a transição entre ondas na história, essa transição sempre é violenta e muito combatida, tanto a onda anterior tenta sufocar a nova onda como a nova onda tenta destruir todos os valores e crenças da onda anterior para prevalecer.</p>
<p>Voltando a Durkheim, quando tentamos subverter os valores conhecidos e &#8220;palpáveis&#8221; nós estamos tirando o chão das pessoas, aquilo que elas acreditam. A tendência natural das pessoas é se refugiarem naquilo que conhecem e podem explicar, como religião.</p>
<p>Não que religião explica alguma coisa, mas é algo conhecido. Desde adão e eva, aqueles dois macaquinhas africanos, que todo mundo sabe o que é. O que melhor para um charlatão do que advogar algo que a ciência não pode explicar e fica por isso?</p>
<p>Então, há movimentos curiosos de expansão da igreja católica em áreas tradicionalmente protestantes, islâmicas e protestantes em áreas tradicionalmente católicas e um recrudescimento global em relação à moral [principalmente no sentido sexual] e pudor. O que impressiona e causa espanto é que a tendência seria o oposto, vide a maturidade do feminismo, a expansão dos direitos homosexuais e outras minorias que conseguiram crescer e se fazerem ouvir nas últimas décadas.</p>
<p>Mas o que isso nos preocupa?</p>
<p>Preocupa-me em particular essa queda ao conservadorismo religioso como uma barreira perigosa a transição para a nova onda, nós que trabalhamos com tecnologia, basicamente ciência [pelo menos quando não estamos dando tapinhas na maquina], somos os mais privilegiados pela nova onda, dinheiro brota de fontes inesgotáveis e subverte a economia [ciência da escassez] e cria um <a href="http://www.submarino.com.br/produto/1/3924">admirável mundo novo</a>.</p>
<p>Mas o pior nem é isso, o pior são os direitos individuais, a nova onda é baseada na liberdade e na livre escolha. Digamos que religião não se dá bem com livre escolha, por mais que o &#8220;Free Will&#8221; esteja em sua porta de entrada.</p>
<p>Ora, se o mundo inteiro aceita ter sua liberdade tolhida em troca de um lugar comum que o abrace, a minha liberdade está seriamente ameaçada. Pense nisso com carinho.</p>
<p>Para evitar essa guinada perigosa as pessoas precisam entenderem o mundo que vivem. Sentirem-se seguras com essa nova ordem.  Os que nasceram e cresceram antes da internet vão morrer sem entender, os que nasceram antes e cresceram depois tem uma possibilidade de mudarem junto com o mundo.</p>
<p>Daí você me pergunta: Mas o que podemos fazer?</p>
<p>E eu respondo: não sei! Se soubesse já tinha escrito um paper&#8230; ou um livro de auto-ajuda e ficado rico.</p>
<p>O principal não é encontrar respostas nesse momento e sim formular as perguntas corretas, quando temos uma pergunta nós sabemos como trabalhar na resposta. Entender o mundo que vivemos e identificar mudanças que podem nos prejudicar é importantíssimo. Mais ainda é esclarecer a quem não consegue compreender.</p>
<p>E principalmente, quando xingar aquele crente maluco que fala que Kali Yuga cristão está próximo, igual ao pessoal fazia em 999, lembre-se que ele o legislará daqui a pouco.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K-zke6f9iru67JV_ksAV_D7WnDc/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K-zke6f9iru67JV_ksAV_D7WnDc/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K-zke6f9iru67JV_ksAV_D7WnDc/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/K-zke6f9iru67JV_ksAV_D7WnDc/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Material do terceiro encontro XPCE</title>
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		<comments>http://www.milfont.org/tech/2009/10/27/material-do-terceiro-encontro-xpce/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 27 Oct 2009 11:27:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Projeto de exemplo com Cucumber, Selenium e Rails http://github.com/cmilfont/bddonrails
Para executar o exemplo deve se lembrar de ter o java instalado [de preferência o da SUN] por dependência do Selenium. Execute os comandos abaixo para baixar e rodar a aplicação:
BDD com Cucumber, Selenium e Rails
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]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Projeto de exemplo com Cucumber, Selenium e Rails <a href="http://github.com/cmilfont/bddonrails">http://github.com/cmilfont/bddonrails</a></p>
<p>Para executar o exemplo deve se lembrar de ter o java instalado [de preferência o da SUN] por dependência do Selenium. Execute os comandos abaixo para baixar e rodar a aplicação:</p>
<script src="http://gist.github.com/219501.js"></script>
<div id="__ss_2356178" style="width: 425px; text-align: left;"><a style="font:14px Helvetica,Arial,Sans-serif;display:block;margin:12px 0 3px 0;text-decoration:underline;" title="BDD com Cucumber, Selenium e Rails" href="http://www.slideshare.net/cmilfont/bdd-com-cucumber-selenium-e-rails">BDD com Cucumber, Selenium e Rails</a><object style="margin:0px" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="src" value="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3encontro-091027061527-phpapp01&amp;stripped_title=bdd-com-cucumber-selenium-e-rails" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed style="margin:0px" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slidesharecdn.com/swf/ssplayer2.swf?doc=3encontro-091027061527-phpapp01&amp;stripped_title=bdd-com-cucumber-selenium-e-rails" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<item>
		<title>O maior artigo de todos os tempos sobre como melhor motivar seus desenvolvedores</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/CmilfontTech/~3/BhIcbO06quI/</link>
		<comments>http://www.milfont.org/tech/2009/09/30/o-maior-artigo-de-todos-os-tempos-sobre-como-melhor-motivar-seus-desenvolvedores/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 30 Sep 2009 17:36:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>

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		<description><![CDATA[Pague bem!
]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pague bem!</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/btwJrJAdiebcaYYZYoGrH6TMHgg/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/btwJrJAdiebcaYYZYoGrH6TMHgg/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/btwJrJAdiebcaYYZYoGrH6TMHgg/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/btwJrJAdiebcaYYZYoGrH6TMHgg/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>3º Encontro XPCE – 2º Palestra confirmada</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/CmilfontTech/~3/dvOtteEvpQs/</link>
		<comments>http://www.milfont.org/tech/2009/09/21/3-encontro-xpce-2-palestra-confirmada/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 21 Sep 2009 11:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviour Driven Development]]></category>
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		<category><![CDATA[selenium]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>

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		<description><![CDATA[A grade foi finalizada com a confirmação da segunda palestra para o evento com um profissional experiente falando e demonstrando na prática como desenvolver com Rspec e Cucumber seguindo uma moderna abordagem chamada Behaviour Driven Development.
Palestra: BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec
Resumo: Palestra na forma de &#8220;hands on&#8221; com a construção de uma aplicação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A grade foi finalizada com a confirmação da segunda palestra para o evento com um profissional experiente falando e demonstrando na prática como desenvolver com Rspec e Cucumber seguindo uma moderna abordagem chamada Behaviour Driven Development.</p>
<p><strong>Palestra: </strong><strong>BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec</strong></p>
<p><strong>Resumo:</strong> Palestra na forma de &#8220;hands on&#8221; com a construção de uma aplicação utilizando conceitos de BDD. Outside in development visto na prática através da construção e automação de user stories com Cucumber + Selenium e descrição de comportamento com RSpec e Remarkable</p>
<p><strong>Palestrante: Jefferson Jean Martins Girão</strong><br />
Desenvolvedor no Grupo Tubform (<a href="http://www.grupotubform.com.br/" target="_blank">http://www.grupotubform.com.br</a>) atualmente trabalhando na migração de um ERP industrial de MS FoxPro para Ruby on Rails e Javascript com EXTjs. Tem 4 anos de experiência em desenvolvimento de software já tendo passado por áreas como automação comercial, terceiro setor e gestão pública municipal.</p>
<p>Informações sobre o evento:</p>
<h2>Título: 3º Encontro XPCE &#8211; Comunidade eXtreme Programming do Ceará</h2>
<h2>Local: Faculdade FA7</h2>
<h2>Data: 24 de Outubro</h2>
<h2>Agenda</h2>
<ol>
<li>08:30 as 09:30 &#8211; BDD prático com Cucumber, Selenium e RSpec &#8211; Jefferson Girão</li>
<li>09:30 as 10:00 &#8211; Intervalo</li>
<li>10:00 as 11:00 &#8211; Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium &#8211; Fabrício Lemos</li>
</ol>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pB44zRiXBz0H3Gh9LRgzwmRkWT0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pB44zRiXBz0H3Gh9LRgzwmRkWT0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pB44zRiXBz0H3Gh9LRgzwmRkWT0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/pB44zRiXBz0H3Gh9LRgzwmRkWT0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://www.milfont.org/tech/2009/09/21/3-encontro-xpce-2-palestra-confirmada/feed/</wfw:commentRss>
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		<item>
		<title>Na teoria, é você quem não conhece a prática</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/CmilfontTech/~3/HfMqen29kS0/</link>
		<comments>http://www.milfont.org/tech/2009/09/18/na-teoria-e-voce-quem-nao-conhece-a-pratica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 18 Sep 2009 12:43:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[CMMi]]></category>
		<category><![CDATA[Mps.Br]]></category>
		<category><![CDATA[TDD]]></category>
		<category><![CDATA[Test]]></category>
		<category><![CDATA[Test Driven Development]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<category><![CDATA[testes]]></category>

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		<description><![CDATA[O Dr Alan Kelon [ou quase dr., não sei se já terminou] com a arrogância clássica da academia deu uma aula de engenharia de software a esse pobre AMADOR SEM EDUCAÇÃO que vos escreve.
Se eu fosse um novato, recém integrado na faculdade, sem base acadêmica para duvidar de um Dr. [ou quase] eu estaria destruído [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O <a href="http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4737108H3">Dr Alan Kelon</a> [ou quase dr., não sei se já terminou] com a arrogância clássica da academia <a href="http://alankelon.posterous.com/cmmi-testes-automaticos-pessoas-processo-e-qu">deu uma aula de engenharia de software</a> a esse pobre AMADOR SEM EDUCAÇÃO que vos escreve.</p>
<p>Se eu fosse um novato, recém integrado na faculdade, sem base acadêmica para duvidar de um Dr. [ou quase] eu estaria destruído com minha ignorância.</p>
<p>Esse é o temor que tenho da academia, a sua falta total de pé-no-chão ou conhecimento real daquilo que ensina, é o que me fez abandoná-la e nunca mais pisar por lá.</p>
<p>Tantas citações a obras importantes é típico da academia, mas o discurso que eu gostaria de ouvir não existe:</p>
<p>&#8220;Quando eu implantei CMMi na XPTO&#8230;&#8221;</p>
<p>&#8220;Quando eu trabalhava com RUP, nós&#8230;&#8221;</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 0px; width: 1px; height: 1px;"><span class="profile_header_username">Alan Kelon</span></div>
<h2>Na prática a teoria é outra</h2>
<p>Caro Dr., eu estudei muito sobre isso, li todos esses documentos e até cheguei já a acreditar que eram válidos para garantir a qualidade de um produto. Claro, isso no início desse século quando eu era estagiário e sem conhecimento real.</p>
<p>Depois de passar por implantação de CMMi mais de uma vez, ISO e Mps.Br, foi que aprendi o valor da teoria e como aquilo que está escrito não reflete a realidade na &#8220;engenharia de software&#8221;.</p>
<p>Talvez o que mais me marcou em verificar que não existe engenharia de software [ou ela é ainda muito incipiente] foi ter participado de avaliações ISO em outros setores como indústria, imobiliária e serviços. Fica evidente para todo mundo que a avaliação nesses setores é de processo e não de produto e serviço porque eles tem métricas reais e aplicáveis em suas industrias.</p>
<p>Quando CMMi ou ISO falam em qualidade de produto eles não dizem como fazer e sim o que fazer, essa é a diferença básica entre processo e produto, caro Dr.</p>
<p>Essa bobagem semântica  faz toda a diferença, quando eu avalio a qualidade de um produto como uma garrafa PET, existem métricas reais para testar a qualidade [como por exemplo durabilidade], existe um processo normatizado por órgãos [como ANATEL, ANVISA, e tantos outros] que garantem a qualidade mínima do produto ou serviço.</p>
<p>Esse foi o seu primeiro erro conceitual, dizer que tem que fazer é diferente de dizer &#8220;como&#8221; tem que fazer. &#8220;O que&#8221; é processo, DR. &#8220;Como&#8221; é produto, Dr.</p>
<h2>Testes de Software</h2>
<p>Vou fazer um mea-culpa porque quando escrevo eu sempre esqueço que meus leitores não me conhecem e não podem advinhar o que fica nas entrelinhas, eu não gosto de citar referências por preguiça de sair catalogando nomes de livros e autores [só quando lembro na integra de cabeça e acho importantissimo] e espero que as pessoas não acreditem em uma só linha sem verificar. Como vão verificar, eles acham a referência por si só, não preciso colocar bibliografia nos meus textos.</p>
<p>Esse trecho fica evidente que falho por omissão:</p>
<blockquote><p><span>Há controvérsias sobre testes automáticos garantirem qualidade interna, na verdade, não vejo onde há relação direta. Testes são sim de suma importância, independentemente de serem automatizados ou não, que fique claro, mas não garantem totalmente a qualidade, nem externa e muito menos interna (em breve explicarei o porquê), muito menos é o único método para se conseguir qualidade. Inspeções e revisão de software (e especificações associadas), juntamente com analisadores estáticos, são tão efetivos quanto testes na detecção de defeitos e tem possibilidade maior de melhorar a qualidade interna de produtos de software.</span></p></blockquote>
<p>Quando falo em testes, é óbvio para quem me conhece que estou me referindo sobretudo a TDD e também BDD. Testes por si só não garantem nada, nem sequer que as falhas estão cobertas.</p>
<p>O processo de TDD é que fortalece a qualidade interna do software porque ao você aplicar as práticas desse processo, você se torna minucioso na verificação de coesão, complexidade, acoplamento sem precisar de ferramentas de análise de código.</p>
<p>Eu não estou afirmando que não use ferramentas de análise de código, longe disso, só que essas ferramentas não verificam qualidade real no código, no máximo elas avaliam erros clássicos e mau cheiro no código. É perfeitamente possível escrever um código horroroso e ilegível e passar por todas as ferramentas de análise de código facilmente, isso acontece na prática no cotidiano.</p>
<h2>Como testar?</h2>
<blockquote><p><span>Antes de me dizer, responda-me: Você faz que tipo de teste? Unitário, integração, sistema, aceitação? Testes funcionais, estruturais ou baseados em defeitos? Para testes funcionais, você utiliza classes de equivalência, análise de valor limite, grafo causa-efeito e ainda tenta error-guessing? Para testes estruturais, você aplica grafos de fluxo de controle? Como define seu critério de cobertura de instruções, decisões, condições e caminhos? E quais das métricas já citadas ou quaisquer outras tem adotado? (Zhu, Hall and May, 1997) Se você não tiver uma boa estratégia para cada uma destas táticas, sinto muito informar-lhe, mas VOCÊ NÃO SABE TESTAR SOFTWARE.</span></p></blockquote>
<p><span>Eu não sigo as estratégias do Zhu &#8220;Who?&#8221;, eu sigo um AMADOR SEM EDUCAÇÃO chamado Kent Beck que não é nada científico mas funciona. Sim, eu faço testes unitários, integração, aceitação, stress, carga e o que der mais para fazer com o tempo disponível para entregar o software o mais saudável possível. As ferramentas de análise de cobertura são frágeis e deixam escapar a real cobertura, da qual temos que aplicar triangulação e outras práticas não-acadêmicas criadas por AMADORES SEM EDUCAÇÃO.</span></p>
<p><span>O bacana de tudo são esses números:</span></p>
<blockquote><p><span>Ou seja, mesmo que você tenha 100% de cobertura, você terá apenas garantia de detecção de defeitos em 25% dos casos (Glass, 2002).</span></p></blockquote>
<p><span>Minha vó dizia que os números quebrados tem mais credibilidade, se fosse pelo menos um 25, 37%&#8230; vá lá.</span></p>
<blockquote><p><span>Não estou a par de nenhum estudo rigoroso que mostre relação positiva entre presença de testes automáticos e código mais coeso, desacoplado, limpo, claro e legível também. </span></p></blockquote>
<p>Dr. o mundo não vive de Papers apenas, saia da academia e visite uma empresa que faça TDD e outra que não, o senhor avaliará por si só. Alias, quem deveria fazer esses estudos era a academia, não? Como farão se não saem às ruas?</p>
<blockquote><p><span>Caso alguém tenha, por favor, entre em contato.<span> </span>Gostaria de saber também, se possível, quais processos preocupam-se com qualidade externa em detrimento de qualidade interna. Seriam os processos ágeis?</span></p></blockquote>
<p><span>Todos os processos avaliam qualidade externa pelo que escrevi acima.</span></p>
<p><span>O seguinte trecho quase me faz não responder esse artigo:</span></p>
<blockquote><p><span>Por fim, o PROJETO é a quarto e última variável necessária para construir software, porque planejamento e gerenciamento são nossas únicas armas para controlar a complexidade</span></p></blockquote>
<p><span>O que diabos complexidade tem a ver com planejamento e gerenciamento? </span></p>
<p><span>Desde quando voce planeja a complexidade de um software?</span></p>
<p><span>Fazendo notação matemática do algoritmo?</span></p>
<p><span>Desculpe, mas nem todo mundo tem o tempo do Dr. Knuth para entregar software, precisamos de verificação rápida e não notação matemática e não existe um mecanismo que faça isso antes de ter um software escrito.</span></p>
<blockquote><p><span>Novamente, o projeto pode ser tão detalhado e formal quanto se queira.</span></p></blockquote>
<p><span>Não, DR. O projeto não pode ser tão detalhado e formal quanto o queira, isso eu acreditava antes de fazer coisas reais e ficava apenas em cima de livros, se a engenharia de software realmente existisse, eu tinha mecanismos reais para fazer esse detalhamento, mas hoje esses mecanismos reais não existem.</span></p>
<p><span>Cada vez mais me convenço de que a academia está morta e não produz nada de real, apenas papers repetitivos de bobagens que ninguem lê. </span></p>
<p><span>Deveriam ter terminado a notação formal da orientação a objetos mas estão preocupados demais com &#8220;modelos de qualidade&#8221; [sic] que nunca avaliaram na prática e não fazem idéia de como mensurar.</span></p>
<p><span>Isso não é científico, Dr.<br />
</span></p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TdQOL8IuhlPwRrO3XPvHDL_aj0U/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TdQOL8IuhlPwRrO3XPvHDL_aj0U/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TdQOL8IuhlPwRrO3XPvHDL_aj0U/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/TdQOL8IuhlPwRrO3XPvHDL_aj0U/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Qualidade Interna vs Qualidade Externa</title>
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		<comments>http://www.milfont.org/tech/2009/09/17/qualidade-interna-vs-qualidade-externa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 17 Sep 2009 13:07:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviour Driven Development]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Melhores práticas]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[Métodos Ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[Scrum]]></category>
		<category><![CDATA[Test Driven]]></category>
		<category><![CDATA[XP]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<category><![CDATA[Extreme Programming]]></category>
		<category><![CDATA[scrumbut]]></category>
		<category><![CDATA[Test]]></category>
		<category><![CDATA[Test Driven Development]]></category>
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		<category><![CDATA[xpce]]></category>

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		<description><![CDATA[Processos de desenvolvimento de software são quase todos iguais em termos de práticas e todos podem assumir práticas novas de outros processos, até cascata pode aplicar qualquer prática de XP e Scrum em seu modelo naturalmente.
O que diferencia esses processos não são as práticas, são os valores. O problema é que entender, compreender e adotar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Processos de desenvolvimento de software são quase todos iguais em termos de práticas e todos podem assumir práticas novas de outros processos, até cascata pode aplicar qualquer prática de XP e Scrum em seu modelo naturalmente.</p>
<p>O que diferencia esses processos não são as práticas, são os valores. O problema é que entender, compreender e adotar valores é algo subjetivo que varia de pessoa para pessoa por mais que se tenha princípios bem definidos que conectem as práticas a esses valores.</p>
<p>Diante disso, nenhum processo garante que seu projeto será um sucesso por estar o seguindo, mesmo que seja &#8220;By The Book&#8221;.</p>
<p>Há uma preocupação com o chamado Scrumbut, mas eu já vejo e vi projetos Scrum que não são Scrumbut e mesmo assim o software produzido, por mais ágil que seja, não tem qualidade e no primeiro refactoring você já entra no prejuízo similar a um software desenvolvido em Cascata.</p>
<p>Fato é que esses valores e princípios não garantem software com código coeso, desacoplado, limpo, claro e facilmente lido, ou seja, com qualidade interna.</p>
<p>Hoje minha preocupação em todos os projetos é a qualidade interna do software, não importa que metodologia seja adotada. Qualidade interna garante que o software tem boa saúde e é fácil de ser medida.</p>
<p>Saúde do software é o quão rápido e efetivo ele se recupera de mudanças e o quão limpo ele está de defeitos. Para se recuperar de mudanças o software precisa ser limpo e claro, ser facilmente entendível e lido.</p>
<p>Livre de defeitos é ter uma cobertura de testes que explorem e machuquem o código até descobrir falhas que passam despercebidas.</p>
<p>A grande maioria dos processos se preocupa mais com a qualidade externa do que a interna. Não importa se você faz reuniões em pé, tenha o cliente presente ou faça Scrumban ou até mesmo que você esteja entregando software rápido, nada disso vai garantir qualidade e que não vá ter prejuízo no futuro.</p>
<p>Vender qualidade externa tem um apelo comercial fácil porque você não precisa comprovar a qualidade do software e sim do processo, o discurso é sempre mais elegante do que falar em código, principalmente para alta gerência e burocratas, tanto é que todos os modelos de qualidade reconhecidos avaliam o processo e não o produto.</p>
<p>CMMi, ISO ou seja lá que for, não garantem que o produto será de qualidade e sim que o processo seja e se pararmos para pensar um momento, o processo realmente é de qualidade, temos um conjunto de métodos eficazes para produzir&#8230; processo e não produto.</p>
<p>Um exemplo de qualidade interna de um software são os testes automáticos em suas diversas nuances como unitários, aceitação, integração e funcional, mas não apenas isso, métricas de coesão, cobertura, LOC, complexidade e tantas outras.</p>
<p>No Maré de Agilidade eu fiz questão de enfatizar:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não importa que processo você siga, se é ágil ou não, se você não faz testes de Software vocês está errado em todos.&#8221;</p></blockquote>
<p>Não existe um software sem bateria de testes automáticos com qualidade, isso é lenda. Em mais de 10 anos de profissão o que tenho notado é que a grande maioria, senão todos, são fortemente acoplados e de baixa coesão como consequência da falta de testes. Aplicar testes nesses softwares é uma tarefa quase impossível e proibitiva em relação a custos, sai mais barato fazer um software novo.</p>
<p>Outra coisa que falei no Maré de Agilidade foi:</p>
<blockquote><p>&#8220;Não seja ágil, seja o melhor possível, porque ao procurar ser o melhor você invariavelmente vai se deparar com práticas que o tornam melhor e aí você se tornará ágil&#8221;.</p></blockquote>
<p>Assim como o lema da Rossi: &#8220;Armas não matam pessoas, pessoas matam pessoas&#8221; podemos induzir que: Processos não desenvolvem software, pessoas desenvolvem software!</p>
<p>Ao trabalhar com pessoas, precisamos entender que modelos de negócios como software são de terceira onda [Alvin Toffler aqui] e não da segunda onda [industrialismo]. Qualquer analogia com modelos de segunda onda provocará insuficiência no trabalho dessas pessoas [por isso Lean faz tanto sucesso hoje] e elas precisam estarem motivadas para produzir qualidade interna, coisa que o trabalho sobre qualidade externa não produz.</p>
<p>Esse tema sobre pessoas e processos [como homem/hora] será escrito em outro artigo.</p>
<p>Resumo desse artigo é: Pessoas são responsáveis por produzirem qualidade interna ao produto e não processo, invista nelas.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gfS0cv3rf9UfCrsqD6aTEXly8II/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gfS0cv3rf9UfCrsqD6aTEXly8II/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gfS0cv3rf9UfCrsqD6aTEXly8II/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/gfS0cv3rf9UfCrsqD6aTEXly8II/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Recomendação sobre o JBehave</title>
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		<comments>http://www.milfont.org/tech/2009/09/14/recomendacao-sobre-o-jbehave/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 14 Sep 2009 10:15:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Behaviour Driven Development]]></category>
		<category><![CDATA[DSL]]></category>
		<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
		<category><![CDATA[Métodos Ágeis]]></category>
		<category><![CDATA[Ruby]]></category>
		<category><![CDATA[teste]]></category>
		<category><![CDATA[cucumber]]></category>
		<category><![CDATA[jbehave]]></category>
		<category><![CDATA[rspec]]></category>
		<category><![CDATA[selenium]]></category>

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		<description><![CDATA[Minha recomendação sobre JBehave: use Cucumber!
Depois de quebrar cabeça para conseguir escrever histórias em Java eu resolvi trocar o Jbehave [java] pelo cucumber [ruby] em quase todos os projetos Java [falta só um projeto agora] e o resultado é uma pessoa mais feliz e menos trabalho para resolver coisas simples.
Não façam juízo de valores sobre [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha recomendação sobre <a href="http://jbehave.org/">JBehave</a>: use <a href="http://cukes.info/">Cucumber</a>!</p>
<p>Depois de quebrar cabeça para conseguir escrever histórias em Java eu resolvi trocar o Jbehave [java] pelo cucumber [ruby] em quase todos os projetos Java [falta só um projeto agora] e o resultado é uma pessoa mais feliz e menos trabalho para resolver coisas simples.</p>
<p>Não façam juízo de valores sobre uma linguagem ser superior a outra, isso não existe. A questão é que escrever os passos das histórias no Ruby é muito mais fácil pela natureza da linguagem, como os blocos. Até coisas simples como parsear listas de valores é algo muito complexo e leva tempo, aliás, parsear os parâmetros é sem dúvida o mais trabalhoso do JBehave.</p>
<p>Com JRuby e Cucumber você consegue utilizar o Storyrunner com facilidade, acessando sua API Java normalmente e tem também a integração natural com o Selenium.</p>
<p>Pretendo abordar esses assuntos no <a href="http://www.milfont.org/tech/2009/09/13/3-encontro-xpce-1-palestra-confirmada/">3º encontro da XPCE</a> no dia 24/10, até lá.</p>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g1m_NtITSyT82LLkFNRpEX1Pk_8/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g1m_NtITSyT82LLkFNRpEX1Pk_8/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g1m_NtITSyT82LLkFNRpEX1Pk_8/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/g1m_NtITSyT82LLkFNRpEX1Pk_8/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>3º Encontro XPCE – 1º Palestra confirmada</title>
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		<pubDate>Sun, 13 Sep 2009 13:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[Engenharia de Software]]></category>
		<category><![CDATA[Metodologia]]></category>
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		<description><![CDATA[
Estamos preparando o 3º encontro da comunidade e já confirmamos a primeira palestra com um dos maiores especialistas em testes do Ceará, confiram abaixo:
Palestra: Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium
Resumo: Serão discutidos conceitos e fundamentos de automação de testes funcionais e depois será apresentada a ferramenta multiplataforma para automação de testes de sistemas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<p>Estamos preparando o 3º encontro da comunidade e já confirmamos a primeira palestra com um dos maiores especialistas em testes do Ceará, confiram abaixo:</p>
<p><strong>Palestra: Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium</strong></p>
<p><strong>Resumo</strong>: Serão discutidos conceitos e fundamentos de automação de testes funcionais e depois será apresentada a ferramenta multiplataforma para automação de testes de sistemas web Selenium. Serão mostradas as características da ferramenta e o passo a passo para sua instalação, gravação e execução de suites de testes. Por fim serão discutidas boas práticas de automação de testes de software e de uso da ferramenta.</p>
<p><strong>Palestrante: Fabrício Dias Alves Lemos</strong></p>
<p>Bacharel em Ciência da Computação pela Universidade Federal do Ceará possui seis anos de experiência em desenvolvimento de software, cinco dos quais aplicando técnicas de automação de testes para sistemas do governo federal e estadual. Atualmente atua como analista de tecnologia da Secretaria da Fazenda do Ceará e mantem o blog <a href="http://www.fabriciolemos.org/blog/" target="_blank">http://www.fabriciolemos.org/blog/</a></p>
<p>Informações sobre o evento:</p>
<h2>Título: 3º Encontro XPCE &#8211; Comunidade eXtreme Programming do Ceará</h2>
<h2>Local: Faculdade FA7</h2>
<h2>Data: 24 de Outubro</h2>
<h2>Agenda</h2>
<ol>
<li>08:30 as 09:30 &#8211; Palestra em processo de definição</li>
<li>09:30 as 10:00 &#8211; Intervalo</li>
<li>10:00 as 11:00 &#8211; Automação de Testes Funcionais de Software com Selenium &#8211; Fabrício Lemos</li>
</ol>
<p>Fonte: <a href="http://www.xpce.org/2009/09/13/3%c2%ba-encontro-xpce-1%c2%ba-palestra-confirmada/">XPCE.org</a></div>

<p><a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0oGfB59ov7HmXHgCeCfE6EJtlp0/0/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0oGfB59ov7HmXHgCeCfE6EJtlp0/0/di" border="0" ismap="true"></img></a><br/>
<a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0oGfB59ov7HmXHgCeCfE6EJtlp0/1/da"><img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/0oGfB59ov7HmXHgCeCfE6EJtlp0/1/di" border="0" ismap="true"></img></a></p>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Mande esse texto aos senadores da república!</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/CmilfontTech/~3/G83a04uAeoA/</link>
		<comments>http://www.milfont.org/tech/2009/08/28/mande-esse-texto-aos-senadores-da-republica/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 28 Aug 2009 12:52:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
				<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[offtopic]]></category>
		<category><![CDATA[protesto]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.milfont.org/tech/?p=750</guid>
		<description><![CDATA[Mande esse texto para os senadores da república contra esse projeto de lei imbecil que visa criar cabides eleitoreiros de sindicalistas e mamadores de &#8220;contribuições&#8221;.
Chega de impostos!
Autor
Texto criado por Bruno Luiz Pereira da Silva
http://twitter.com/blpsilva
http://brunopereira.org/
Original
Baseado no post http://tisimples.wordpress.com/2009/07/28/contra-a-regulamentacao-da-profissao-de-analista-de-sistemas/
Emails dos Senadores
adelmir.santana@senador.gov.br, almeida.lima@senador.gov.br, mercadante@senador.gov.br, alvarodias@senador.gov.br, acmjr@senador.gov.br, antval@senador.gov.br, arthur.virgilio@senador.gov.br, augusto.botelho@senador.gov.br, cesarborges@senador.gov.br, cicero.lucena@senador.gov.br, cristovam@senador.gov.br, delcidio.amaral@senador.gov.br, demostenes.torres@senador.gov.br, eduardoazeredo@senador.gov.br, eduardo.suplicy@senador.gov.br, efraim.morais@senador.gov.br, eliseuresende@senador.gov.br, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mande esse texto para os senadores da república contra esse projeto de lei imbecil que visa criar cabides eleitoreiros de sindicalistas e mamadores de &#8220;contribuições&#8221;.<br />
Chega de impostos!</p>
<h2>Autor</h2>
<p>Texto criado por Bruno Luiz Pereira da Silva<br />
<a href="http://twitter.com/blpsilva">http://twitter.com/blpsilva</a><br />
<a href="http://brunopereira.org/">http://brunopereira.org/</a></p>
<h2>Original</h2>
<p>Baseado no post <a href="http://tisimples.wordpress.com/2009/07/28/contra-a-regulamentacao-da-profissao-de-analista-de-sistemas/">http://tisimples.wordpress.com/2009/07/28/contra-a-regulamentacao-da-profissao-de-analista-de-sistemas/</a></p>
<h2>Emails dos Senadores</h2>
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<h2>Assunto</h2>
<p>PROTESTO CONTRA A REGULAMENTAÇÃO DAS PROFISSÕES DE INFORMÁTICA &#8211; PLS607/2007</p>
<h2>Texto</h2>
<p>Prezados Senadores, venho aos senhores protestar contra o projeto de lei PLS607/2007, que busca regulamentar as profissões de informática.</p>
<p>   A minha opinião é semelhante à de milhares de profissionais de destaque na área de Informática, e estamos todos extremamente preocupados com o futuro do mercado de Informática no Brasil. A regulamentação traria irreparáveis danos ao mercado de trabalho no Brasil, pondo em risco uma área na qual o Brasil vem conseguindo conquistar relevância mundial, e que vem melhorando as condições de vida de muitas famílias no país. O mercado de informática funciona muito bem através da auto-regulamentação, que é a prática mundial na área. Modificar a regulamentação é uma péssima idéia pelos motivos a seguir:</p>
<p>Competitividade no cenário global: o Brasil já tem dificuldade para competir com outros países na hora de vender TI por causa da burocracia, dos impostos e da barreira da língua. Coloque mais uma barreira para dificultar, como a regulamentação da profissão de analista de sistemas, e veja investidores começando a olhar para o Kuwait ou Polônia como opções mais lucrativas que o Brasil. Pior, começa a valer muito mais a pena para as empresas brasileiras contratarem serviços de outros países, como a Índia. A regulamentação no Brasil não vai criar e nem proteger empregos. Ela faz os empregos migrarem.</p>
<p>Barreira ao empreendedorismo: no Brasil já é complicado abrir um negócio, porque a lei não te ajuda, os impostos comem todo aquele capital que você preferia transformar em mais empregos. A regulamentação da informática torna as coisas ainda mais complicadas, ainda mais hoje que toda empresa precisa pelo menos um pouco de TI. Obrigado a contratar pessoas com diploma e todos os outros detalhes exigidos pelo Conselho Regional, o empreendedor se torna refém dos preços tabelados causados pela falta de mão de obra.</p>
<p>Barreira à inovação: Países que são pólos efervescentes de inovação em tecnologia como os Estados Unidos e a Índia não criam esse tipo de barreira e é por isso que estão aonde estão. O Vale do Silício (de onde sairam as principais e mais famosas empresas de TI do mundo) não existiria com uma lei que torna mais complicada a captação de talentos. E como uma regulamentação pode definir o que é o mínimo que um profissional deve conhecer em uma área tão dinâmica como tecnologia? Isso acaba tendo o mesmo efeito que o vestibular, em que as pessoas vão investir nesse conjunto mínimo de habilidades, ao invés de se arriscar estudando coisas que poderiam gerar muito mais valor.</p>
<p>Baixa oferta de mão de obra qualificada: a gente já está cansado de ouvir as notícias de que está faltando mão de obra qualificada para preencher as vagas de tecnologia em empresas. Mesmo com a crise isso é verdade, como você pode ver nos sites de ofertas de emprego. Com a regulamentação você torna o número de possíveis candidatos ainda menor. O que começa a tornar interessante terceirizar ou contratar serviços em outros países. Ou fechar as portas. Ou engolir a qualidade baixa de qualquer jeito (você não acha que ter diploma seja sinônimo de qualidade, certo?).</p>
<p>Incentivo à mediocridade: Em informática, uma reserva de mercado só vai servir para proteger os medíocres, os diplomados e que pagam a mensalidade do Conselho Regional em dia, mas que são profissionais de competência questionável. O Brasil possui inúmeros excelentes profissionais que não concluíram curso superior, ou o fizeram em um curso fora da área de Informática. Os bons profissionais atualmente conseguem facilmente se alocar pela meritocracia, pois o mercado é extremamente carente de bons profissionais. A auto-regulamentação do mercado separa os bons profissionais dos profissionais ruins.</p>
<p>Diploma como um fim: a regulamentação parte do pressuposto de que o diploma é um fim, e não um meio para que o sujeito se torne um bom profissional. Como se ao receber o diploma ele se tornasse um analista de sistemas competente. Todos que trabalham na área já conheceram profissionais com diploma que são completamente inaptos. Todos que trabalham na área já conheceram excelentes profissionais que não concluíram curso superior.</p>
<p>   Peço humildemente aos senhores que não conhecem profundamente a área de Informática que não cometam esse enorme erro de regulamentar as profissões de Informática. Devemos buscar a competividade pro Brasil, e não outra reserva de mercado que só nos prejudicará. Vamos tomar como exemplo os países mais evoluídos na área, que têm excelente qualidade e competitividade sem regulamentação. Não à regulamentação e sim ao progresso!</p>

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		<title>Uma semana fora do ar</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Aug 2009 11:29:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>cmilfont</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Eu vou fazer um experimento e depois compartilho com vocês, passar uma semana longe de toda tecnologia que puder.
Não vou ver emails, longe das redes sociais [inclusive o twitter], não assistirei filmes, nem ouvirei música no computador, não lerei ebooks, nada!
Eu tenho uma pesquisa sobre comportamento das multidões e esse é um experimento que pretendo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu vou fazer um experimento e depois compartilho com vocês, passar uma semana longe de toda tecnologia que puder.</p>
<p>Não vou ver emails, longe das redes sociais [inclusive o twitter], não assistirei filmes, nem ouvirei música no computador, não lerei ebooks, nada!</p>
<p>Eu tenho uma <a href="http://www.milfont.org/tech/research/crowds/">pesquisa sobre comportamento das multidões</a> e esse é um experimento que pretendo tentar realizar, depois conto a vocês a motivação e se obtive sucesso, não vai ser fácil.</p>
<p>Quem quiser falar comigo só pelo email cmilfont@milfont.org que olharei uma vez por dia por motivos profissionais, afinal tenho que ganhar dinheiro.</p>

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