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	     <category>Gregos adiam o fim da Odisseia</category>
             <title>Gregos adiam o fim da Odisseia</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/05/19/noticiascontinentes,2842176/gregos-adiam-o-fim-da-odisseia.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 19 Mai 2012 17:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Grécia espera Ulisses de novo</category>
             <title>Grécia espera Ulisses de novo</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/05/12/noticiascontinentes,2838013/grecia-espera-ulisses-de-novo.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[<p>Na quinta-feira passada, 10, diante da crise político-econômica na Grécia, um raro festejo no país era o acendimento em Olímpia da tocha (foto) que avivará o fogo da pira dos Jogos Olímpicos Internacionais de Londres, em julho. É possível que a situação atual grega tenha precedentes na independência moderna do país, proclamada em 1821, separando a nação do Império Otomano. A motivação principal foi a Grande Ideia, um pan-helenismo propondo a restauração do Império Bizantino, com a capital em Constantinopla e anexando desde o atual território turco até ao Sul da Itália.</p><p>&nbsp;</p><p>Essa obsessão por Bizâncio fez com que monarcas gregos a partir de 1832 portassem digitações paralelas de algarismos romanos pós-nome. O derradeiro rei, de 1964 a 1973, era, simultaneamente, Constantino II e XIII, a segunda contagem retroagindo ao imperador bizantino anterior homônimo. </p><p>&nbsp;</p><p>Contudo, a história neogreciana começou numa república efêmera. O conde Joannes Capo d&rsquo;Istria, ex-ministro das Relações Exteriores da Rússia, de 1816 a 1822, sob o czar Alexandre I, tornou-se governador, na prática presidente, da Grécia refundada, de 1827 a 1831, ano em que o assassinaram. Depois de um convite recusado pelo abdicante dom Pedro I do Brasil para se tornar soberano argivo, no ano seguinte, a primeira monarquia, nunca um consenso nacional, é criada, coroando-se o bávaro Otão I. Tentou-se uma segunda república, instável também, de 1924 a 1935, derrubada por golpe monarquista. </p><p>&nbsp;</p><p>No século XX, o Getúlio Vargas de lá foi Eleutherios Venizelos, oito vezes primeiro-ministro, de 1910 a 1933, desengavetando a Grande Ideia. De maneira nenhuma, Eleutherios era parente do atual dirigente do Movimento Socialista Pan-Helênico (Pasok), Evangelos Venizelos. </p><p>&nbsp;</p><p>Na caótica recriação grega, houve os efeitos das duas guerras mundiais no país, da Depressão de 1929, a guerra civil de 1946 a 1949, a reintrodução do reino de 1946 a 1973, a ditadura militar de 1967 a 1974 e, após a redemocratização desse ano, a República Helênica durando até agora, convertendo-se na fase de maior estabilidade relativa em 191 anos da história neogreciana. Mas, comprometida pela era da incerteza depois das eleições de domingo passado, 6. A exemplo da Espanha e da França, os gregos trocaram ciclicamente de monarquia para república. Em 2011, o centro-direitista Mariano Rajoy assumiu, após votação, como primeiro-ministro espanhol, enquanto, também no dia 6, o centro-esquerdista François Hollande foi eleito presidente francês. A conclusão está na preocupante conjuntura castelhana estar menos pior e a francesa, muito melhor do que a grega, cujos partidos majoritários, o Pasok e a Nova Democracia (ND), ficaram sem maioria absoluta conjunta nas urnas. É como se Penélope, novamente, aguardasse Ulisses.</p><p>&nbsp;</p><p><em><strong>Frederico Fontenele Farias Repórter do Núcleo de Conjuntura do <br />O POVO </strong></em></p>]]></description>
             
	     <pubDate>Sáb, 12 Mai 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Juan Carlos após a mancada</category>
             <title>Juan Carlos após a mancada</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/05/05/noticiascontinentes,2833601/juan-carlos-apos-a-mancada.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[<div style="float:left"><img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/05/05/2833601/4.jpg" alt="" /></div><p>Apesar da crise econômica na Espanha e da fratura na bacia, a mancada de fato do rei Juan Carlos I (foto), quando caçou elefantes no Botsuana, está menos em ter perpetrado ato politicamente incorreto para os ecologistas e mais por ter aceitado antes a presidência de honra castelhana do Fundo Mundial para a Natureza (WWF). É uma ONG fundada, entre outros, em 1961, pelo biólogo inglês sir Julian Huxley, irmão do escritor Aldous Huxley. Personalidades que já passaram pelo WWF foram o aviador estadunidense Charles Lindbergh e o príncipe-consorte da Grã-Bretanha, Phillip.</p><p>&nbsp;</p><p>Para se julgar o episódio em termos literalmente realistas, abater a fauna silvestre é recreativo de monarcas desde o passado. Quem for à seção de Diego Velásquez no Museu do Prado, em Madri, pode contemplar, mesmo As meninas fascinando mais os visitantes, o Retrato de Felipe IV em traje de caça, em que o soberano porta um mosquete. Telas vizinhas do precursor de Juan Carlos reconstituem os filhos do rei seiscentista, Baltasar Carlos e Fernando, igualmente vestidos a rigor e mosqueteados para o primeiro cervo à vista. Uma ironia da história é que Juan Carlos foi a um safári em região onde, ciclicamente, a reprodução de proboscídeos foge do controle, autorizando-se o sacrifício deles contra o desequilíbrio ecológico. É o contrário da matança clandestina e predatória, pela mera extração do marfim, o que ameaça o futuro da espécie. O problema pode ser agravado porque, ao contrário do paquiderme asiático, o africano é pouquíssimo domesticado.</p><p>&nbsp;</p><p>Mas, ocorreram exceções até de precursores do ambientalismo entre soberanos. Dos quais o imperador brasileiro dom Pedro II, quando determinou em 1861 o plantio da floresta da Tijuca, no Rio de Janeiro. Outro imperador, o nipônico Hirohito, era botânico, zoólogo e biólogo marinho. Na visita do presidente Ernesto Geisel ao Japão em 1976, ele presenteou Hirohito com peixe fóssil da serra do Araripe. Numa época em que a extração e venda desse patrimônio era liberada.</p><p>&nbsp;</p><p>Juan Carlos está sendo fritado como se tivesse viajado até Madagáscar para pescar o celacanto. Um peixe que, até 1938, se acreditava extinto 80 milhões de anos antes.</p><p>&nbsp;</p><p>O que os monarcófobos de plantão deveriam levar em conta é o estadista de 1981, quando apareceu na televisão, uniformizado de general, condenando a intentona precipitada pelo peripatético coronel da Guarda Civil, Tejero Molina, na invasão ao Parlamento. O rei, na ocasião, assegurou aos espanhóis o direito de serem monarquistas, republicanos, comunistas e até franquistas, entre outras preferências, dentro da democracia. Em relação à favorita dele, a princesa sueco-alemã Corinna zu Sayn-Wittgenstein, que o acompanhou ao Botsuana, é assunto da rainha Sofia, dos filhos e do povo espanhol.</p><p>O rei, pelo menos, já fez mea-culpa.</p><p>&nbsp;</p><p>Recado: Quem considerar este colunista incorreto politicamente por este texto, assegura ele ser um defensor do Tapirus terrestris.&nbsp; </p><p>&nbsp;</p><p><strong>Frederico Fontenele Farias </strong></p><p>fred@opovo.com.br.com.br</p><p>Repórter do Núcleo de Conjuntura do <strong>O POVO</strong></p>]]></description>
             
	     <pubDate>Sáb, 05 Mai 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Deve ganhar Mittellande</category>
             <title>Deve ganhar Mittellande</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/04/28/noticiascontinentes,2829433/deve-ganhar-mittellande.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[<p>No longa-metragem gaulês O último Mitterrand (Le promeneur du champ de Mars), dirigido pelo marselhês filho de armênio com alemã, Robert Guédiguian, em 2005, o personagem-título, interpretado pelo ator maior sósia do biografado, Michel Bouquet, prognosticava: &ldquo;Serei o derradeiro grande presidente francês. Depois de mim, só virão contadores&rdquo;; o que poderia ser mais bem traduzido para burocratas.</p><p>&nbsp;</p><p>Se as pesquisas de opinião forem confirmadas, o igualmente socialista e também François, porém Hollande (foto), será eleito presidente da República Francesa no segundo turno, domingo próximo, 6 de maio. Ele se converterá no primeiro chefe de Estado melhor definido como social-democrata, da Quinta República fundada em 1958, depois dos dois mandatos de François Mitterrand, de 1981 a 1995.</p><p>&nbsp;</p><p>No primeiro turno gálio de domingo passado, 22, provocou susto a terceira votação para Marine Le Pen, candidata da Frente Nacional, da extrema direita. </p><p>Mesmo que de muito maior preocupação tenha sido a segunda posição do pai dela e mais reacionário do que o próprio Adolf Hitler, Jean-Marie Le Pen, no turno inicial da votação presidencial de 2002, ao derrubar para o terceiro lugar o primeiro-ministro socialista Lionel Jospin. Este abandonou a política. A esquerda francesa, manifestando sensatez, ao contrário da canhota ideológica brasileira em pisadas na bola, deu então apoio precavido à reeleição vitoriosa do já presidente, Jacques Chirac.</p><p>&nbsp;</p><p>Entrementes, dentro de uma semana, se a derrota do atual presidente Nicolas Sarkozy for irreversível, o maior perdedor nos dois turnos, de maneira nenhuma, será ele. Mas, o centrista François Bayrou, que ficou na quinta colocação. Na campanha eleitoral de 2007, Bayrou posou de possível solução de consenso na polarização entre Sarkozy e Ségolène Royal, alcançando a terceira votação no primeiro turno. É provável que a opção dele por Sarkozy para o segundo momento, ao invés de Ségolène, então a primeira novidade francesa numa campanha presidencial, tenha contribuído para o seu desgaste político.</p><p>&nbsp;</p><p>Se Hollande for eleito, Ségolène, de sobrenome um tanto evocativo da realeza, se tornará primeira-dama num país de vocação androcrata desde a monarquia. Ao contrário de nações muito mais atrasadas nas mesmas épocas, como Portugal, Espanha, Rússia, China e Madagáscar, os quais tiveram soberanas no cume da hierarquia, nenhuma rainha chefe de Estado foi aclamada na França e só duas consortes tornaram-se regentes: Catarina de Médicis, de 1560 a 1589, e Maria de Médicis, de 1610 a 1614. Em cinco repúblicas desde 1789, houve apenas uma primeira-ministra, Édith Cresson, de 1991 a 1992, no mandato seguinte de Mitterrand. Maior femeofobia, só no Irã. Mesmo que, de maneira nenhuma, fosse uma solução em termos de França e de mundo, Marine Le Pen.&nbsp; </p><p>&nbsp;</p><p><strong>Frederico Fontenele Farias</strong></p><p>fred@opovo.com.br.com.br
 Repórter do Núcleo de Conjuntura do <strong>O POVO</strong> </p>]]></description>
             
	     <pubDate>Sáb, 28 Abr 2012 17:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Brasília poderia ser mais antiga</category>
             <title>Brasília poderia ser mais antiga</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/04/21/noticiascontinentes,2825165/brasilia-poderia-ser-mais-antiga.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[<div style="float:left"><img src="http://imgs.opovo.com.br/app/noticia_132346504881/2012/04/21/2825165/6.jpg" alt="" /></div><p>Neste sábado, 21 de abril, transcorreram os 52 anos da inauguração de Brasília. Mas, o maior destaque no calendário do Distrito Federal em 2012 deveria ser o jubileu de álamo, de 90 anos, da pedra fundamental da futura capital do País, depositada em obelisco no então município goiano de Planaltina, única cidade-satélite brasiliense com existência pré-Novacap do Retângulo Cruls, posterior DF. A entrega do monumento foi a 7 de setembro de 1922, determinada pelo, à época, presidente da República, Epitácio Pessoa.<br /><br />Nos precedentes, de maneira nenhuma, Brasília era projeto inédito no País e no mundo. No Brasil, nos 220 anos do enforcamento de Tiradentes, completados neste 21 de abril, os Inconfidentes pretendiam interiorizar o governo em São João del Rei (MG). A partir do século XIX, houve transferências de capitais estaduais a partir de Aracaju, continuando por Teresina, Belo Horizonte e Goiânia. Pós-Novacap, ergueu-se Palmas, no Tocantins. O então governador de 1979 a 1982, Paulo Maluf, chegou a sugerir outra capital para São Paulo.<br /><br />No exterior, a epopeia dos candangos foi antecedida em cidades novas ou adaptadas e modernizadas. Entre as quais Washington, nos Estados Unidos; Ottawa, no Canadá; Nova Délhi, na Índia; Pretória, na África do Sul; Ancara, na Turquia; e Camberra, na Austrália. Na Índia, no Estado do Punjab, o arquiteto suíço-francês Le Corbusier projetou Chandigarh para substituir Lahore, que na partilha do Hindustão, em 1947, havia ficado para o Paquistão.<br /><br />Após Brasília, foram concluídas Islamabad, no Paquistão; Dodoma, na Tanzânia; Abuja, na Nigéria; Belmopan, em Belize; além de Astana, no Cazaquistão.<br /><br />Outra capital para o Peru ficou só nos planos do primeiro governo de Alan García, de 1985 a 1990. Entre os argentinos, protela-se desde quando em 1850, o futuro presidente de 1868 a 1874, Domingo Faustino Sarmiento, idealizou Argirópolis na ilha de Martín García, na confluência dos rios Paraná e Uruguai. No mandato de Raúl Alfonsín, de 1983 a 1989, ele trabalhou na mudança para Viedma, capital da província de Rio Negro. Foi arquivada pelo sucessor Carlos Menem. Os argentinos tiveram precursores de cidade planejada com La Plata, capital da província de Buenos Aires. Houve até sedes governamentais de prancheta que perderam o privilégio por circunstâncias diferentes: São Petersburgo (chamada de Petrogrado de 1914 a 1924 e Leningrado de 1924 a 1991 ), na Rússia, capital de 1713 a 1728 e de 1732 a 1918; além de Cidade Quezón, nas Filipinas, de 1948<br />a 1976.<br /><br />Recorde-se que quando Brasília estava com a imagem mais desgastada e seu empreendedor, o ex-presidente Juscelino Kubitschek, cassado e tendo direitos políticos suspensos na década de 1960, sugestionou-se para o Brasil livrar-se dela como herança maldita, convertê-la em sede da ONU ou da OEA. </p><p>&nbsp;</p><p><strong>Frederico Fontenele Farias</strong></p><p>fred@opovo.com.br.com.br Repórter do Núcleo de Conjuntura do <strong>O POVO&nbsp; </strong></p>]]></description>
             
	     <pubDate>Sáb, 21 Abr 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Apesar de tudo, pai da Argélia</category>
             <title>Apesar de tudo, pai da Argélia</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/04/14/noticiascontinentes,2820747/apesar-de-tudo-pai-da-argelia.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 14 Abr 2012 17:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Do aerocarro antes de Brasília </category>
             <title>Do aerocarro antes de Brasília </title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/04/07/noticiascontinentes,2816464/do-aerocarro-antes-de-brasilia.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 07 Abr 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Da pisada na bola de Romney</category>
             <title>Da pisada na bola de Romney</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/03/31/noticiascontinentes,2812329/da-pisada-na-bola-de-romney.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 31 Mar 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Antissemitismo cometido na França por semita</category>
             <title>Antissemitismo cometido na França por semita</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/03/24/noticiascontinentes,2807928/antissemitismo-cometido-na-franca-por-semita.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 24 Mar 2012 14:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Tributo a um hemingwayano</category>
             <title>Tributo a um hemingwayano</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/03/17/noticiascontinentes,2803486/tributo-a-um-hemingwayano.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 17 Mar 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Um sombreiro para Putin</category>
             <title>Um sombreiro para Putin</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/03/10/noticiascontinentes,2799167/um-sombreiro-para-putin.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 10 Mar 2012 14:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>O Brasil no sopé do planeta Terra</category>
             <title>O Brasil no sopé do planeta Terra</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/03/03/noticiascontinentes,2794792/o-brasil-no-sope-do-planeta-terra.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 03 Mar 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Espectro de 1975 ronda Austrália</category>
             <title>Espectro de 1975 ronda Austrália</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/02/25/noticiascontinentes,2790608/espectro-de-1975-ronda-australia.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 25 Fev 2012 14:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Da linguagem de "barraqueiro"</category>
             <title>Da linguagem de "barraqueiro"</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/02/18/noticiascontinentes,2787467/da-linguagem-de-barraqueiro.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 18 Fev 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Dos pinguins e focas em alerta</category>
             <title>Dos pinguins e focas em alerta</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/02/11/noticiascontinentes,2782143/dos-pinguins-e-focas-em-alerta.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 11 Fev 2012 17:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Da tragédia de Port Said ao PV</category>
             <title>Da tragédia de Port Said ao PV</title>
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	     <pubDate>Sáb, 04 Fev 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Gingrich quer palanque na Lua</category>
             <title>Gingrich quer palanque na Lua</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/01/28/noticiascontinentes,2774828/gingrich-quer-palanque-na-lua.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 28 Jan 2012 17:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Freeman esqueceu de Paul Robeson</category>
             <title>Freeman esqueceu de Paul Robeson</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/01/21/noticiascontinentes,2771545/freeman-esqueceu-de-paul-robeson.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 21 Jan 2012 14:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Teria sido o nucleotráfico?</category>
             <title>Teria sido o nucleotráfico?</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/01/14/noticiascontinentes,2775128/teria-sido-o-nucleotrafico.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[<br /><p>Um terceiro cientista nuclear iraniano foi assassinado com bomba  no próprio carro, na quarta-feira passada, dia 11, em Teerã. Em janeiro  de 2010, foi morto em situação afim o colega Massud Ali Mohammedi. Em  novembro do mesmo ano, outro especialista, Majid Shahriari. E, agora,  Mustaspha Ahmedi Roshan. As reações aguardadas de antinorte-americanos e  anti-israelenses, como nas ocasiões anteriores, o que já se tornou  lugar-comum, é que teriam sido operações da Agência Central de  Inteligência (CIA) estadunidense ou/e do Mossad, serviço secreto do  Estado judeu.</p><br /><p>Existem questões obscuras que deveriam ser  respondidas mais pelos iranianos. Como é que participantes de um  programa tão estratégico, a exemplo do atômico persa, de um Estado  policial, foram vítimas de tanta falta de segurança pessoal, a ponto de  ter sido fatal a eles? Quando nos Estados Unidos, em 1945, o Projeto  Manhattan montava os artefatos nucleares que seriam lançados em  Hiroshima e Nagasaki, até o cineasta Alfred Hitchcock foi vigiado pelo  Birô Federal de Investigações (FBI).</p><br /><p>O mestre do suspense  rascunhava em Hollywood, à época, junto ao roteirista Ben Hecht, o  argumento do longa-metragem Interlúdio (Notorious), estreado em 1946.  Hitchcock consultou Robert Milikan, Prêmio Nobel de Física em 1923, se  seria possível conseguir um efeito especial de pirotécnica nuclear para o  filme. Por dentro do Projeto Manhattan, Milikan exigiu que o diretor se  calasse sobre o assunto e avisou o FBI, que, justiça se faça, nunca  interrogou o diretor.</p><br /><p>Além disso, acabou-se hoje o mito e a  época de cientistas insubstituíveis. De Albert Einstein a Enrico Fermi,  de Robert Oppenheimer a Wernher von Braun, passando por César Lattes.  Quem calculou que liquidar os iranianos desativaria o programa nuclear  daquele país, então agiu com incompetência sesquipedal.</p><br /><p>Assim  como existem às claras os narcotraficantes, age clandestinamente o  nucleotráfico. Governos de nações que rechaçam o Tratado de  Não-Proliferação Nuclear (TNP), sem tradição físico-química e sob o  embargo econômico pelo Ocidente, das quais a Coreia do Norte e o Irã,  ergueram do nada usinas e/ou laboratórios atômicos, tendo possível apoio  de nucleotraficantes, contrabandeando inclusive tecnologia russa. </p><br /><p>Também  fora do TNP, a Índia, que detonou bombas atômicas em 1974 e 1998, nesse  ano paralelamente ao Paquistão, pelo menos já ganhara um Nobel de  Física em 1930, concedido a Chandrasekhara Raman. Israel, cujo arsenal  pode conter até 300 bombas nucleares, teve como primeiro presidente o  químico Chaim Weizmann. </p><br /><p>O que causa estupefação também é o  presidente do Irã, Mahmud Ahmedinejad (foto), apesar da morte de Roshan,  ter prosseguido a viagem pela América Latina, esta semana. Era dever  dele ter retornado, àquele momento, a Teerã.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
             
	     <pubDate>Sáb, 14 Jan 2012 14:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Lembrai-vos de Woodrow Wilson</category>
             <title>Lembrai-vos de Woodrow Wilson</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2012/01/07/noticiascontinentes,2775127/lembrai-vos-de-woodrow-wilson.shtml</link>
             
               <description><![CDATA[O atual divisionismo no Partido Republicano dos Estados Unidos pode ser o  curinga para uma eventual reeleição do presidente Barack Obama, do  Partido Democrata. Por muito menos do que a crise econômica atual e  odiado pelos norte-americanófobos em geral, George W. Bush foi reeleito  em 2004. Isso quando a intervenção militar no Iraque parecia sem fim. Já  Obama conseguiu concluí-la este ano. Mesmo que a ex-Mesopotâmia, de  maneira nenhuma, tenha ficado pacificada.<br /><p>&nbsp;</p><p>Advertidamente, a  votação deste ano, prevista para o dia 6 de novembro, acontecerá cem  anos e um dia depois da maior derrota sufragístico-moral dos  republicanos, pelo menos em termos de século XX. Era o presidente dos  EUA, do mesmo partido, William Howard Taft, de quem o antecessor de 1901  a 1909, Theodore Roosevelt, da igual sigla, divergia. </p><br /><p>Na  disputadíssima sucessão de 1912, na qual Taft era candidato automático à  reeleição, Teddy Roosevelt, então maior cacique político estadunidense,  decidiu criar o Partido Progressista, ou Partido do Alce. TR conseguiu  27,39% dos votos populares, enquanto Taft almejou 23,16%. Mas, o  ganhador foi o candidato do Partido Democrata, Woodrow Wilson, obtendo  41,83% nas urnas, no primeiro retorno ao poder do agrupamento da mula  desde 1893. Para o Colégio Eleitoral, Wilson venceu em 40 estados, Teddy  em seis e Taft só em dois. Woodrow seria reeleito em 1916, governando  até 1921. TR só teve como alternativa explorar no Brasil, junto ao  coronel Cândido Rondon, o rio da Dúvida, hoje rio Roosevelt, afluente do  Madeira, de 1913 a 1914.</p><br /><p>O problema atual dos republicanos é a  falta de líderes da envergadura tanto de TR quanto de WHT, defeitos e  pecados à parte deles. Dos presidenciáveis de agora, o menos  inexpressivo parece ser Mitt Romney (foto). Há u&rsquo;a mulher concorrendo, a  deputada federal Michele Bachman, a presidenciável mais vistosa desde a  primeira senadora norte-americana, Margaret Chase Smith, pré-candidata  pioneira do país à Casa Branca, em 1964.</p><br /><p>Há um precedente  comprometedor em Romney. De maneira nenhuma, o fato de ser mórmon. O pai  dele, George W. Romney, falecido em 1995, era o presidenciável  republicano mais promissor em 1968, com discurso pelo fim da Guerra do  Vietnã. Depois de ter ido a Saigon, hoje Cidade de Ho Chi Minh e capital  do Vietnã do Sul à época, George mudou de opinião, afirmando que o  conflito necessitava ir até a vitória.</p><br /><p>Voltando aos EUA,  retrocedeu à primeira posição, afirmando que tinha sofrido lavagem  cerebral do então comandante-em-chefe das forças norte-americanas no  Vietnã, general William Westmoreland. Entretanto, Romney pai já estava  queimado como pré-candidato e o episódio acabou contribuindo para eleger  presidente o republicano Richard. M. Nixon àquele ano.</p><p>&nbsp;</p><p><em><strong>Frederico Fontenele Farias - Repórter do Núcleo de Conjuntura do O POVO</strong></em></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
             
	     <pubDate>Sáb, 07 Jan 2012 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Por que os czares duraram mais?</category>
             <title>Por que os czares duraram mais?</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2011/12/17/noticiascontinentes,2359471/por-que-os-czares-duraram-mais.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 17 Dez 2011 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Um escriba do Egito eterno</category>
             <title>Um escriba do Egito eterno</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2011/12/10/noticiascontinentes,2355480/um-escriba-do-egito-eterno.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 10 Dez 2011 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Das embaixadas e das bombas A</category>
             <title>Das embaixadas e das bombas A</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2011/12/03/noticiascontinentes,2348366/das-embaixadas-e-das-bombas-a.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 03 Dez 2011 14:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Egito entre a cara e a coroa</category>
             <title>Egito entre a cara e a coroa</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2011/11/26/noticiascontinentes,2343206/egito-entre-a-cara-e-a-coroa.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 26 Nov 2011 15:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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	     <category>Das idas e vindas do Estado palestino</category>
             <title>Das idas e vindas do Estado palestino</title>
             <link>http://www.opovo.com.br/app/colunas/continentes/2011/11/19/noticiascontinentes,2338093/das-idas-e-vindas-do-estado-palestino.shtml</link>
             
	     <pubDate>Sáb, 19 Nov 2011 17:00:00 -0300</pubDate>
 
      
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