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	<title>Comments for Simon's Site</title>
	
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	<description> Simon Schwartzman's site &amp; blog</description>
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		<title>Comment on Ensino, Formação Profissional e a Questão da Mão de Obra by Paulo Rodrigues</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/XQDzqqsFTEQ/</link>
		<dc:creator>Paulo Rodrigues</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 May 2013 14:52:23 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Simon, como de usual seu texto é muito claro e preciso. Infelizmente, quando se olha de perto ,verifica-se que as organizaçöes educacionais atuam mais como intermediários e comerciantes de diplomas, do que como parceiros das empresas no processo de formação profissional. Têm competência cartorial, mas falta-lhes capacidade de articulação. Pelo lado das empresas encontra-se mais interesse no preenchimento das formalidades que caracterizam a descrição da função, por exemplo, auxiliar administrativo, do que no trabalho que precisa ser de fato realizado. Um estudo aprofundado sobre como funciona de fato o Programa do Jovem Aprendiz permitiria caracterizar como funciona de fato o arranjo existente.
Minha impressão é de que quando se cria um PRONATEC este se destina muito mais a criar um novo espaço de profissionalização, devido a impossibilidade de interferir no arranjo perverso cristalizado em torno de uma iniciativa como a do Programa do Jovem Aprendiz.
Me parece, também, serem grandes as chances do PRONATEC vir a tornar-se apenas uma alternativa para o problema de &quot;muitos caciques e poucos índios&quot; ou um rearranjo em que as partes garantem permanecer em sua zona de conforto, fazendo de conta estar empenhados em mudanças.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Simon, como de usual seu texto é muito claro e preciso. Infelizmente, quando se olha de perto ,verifica-se que as organizaçöes educacionais atuam mais como intermediários e comerciantes de diplomas, do que como parceiros das empresas no processo de formação profissional. Têm competência cartorial, mas falta-lhes capacidade de articulação. Pelo lado das empresas encontra-se mais interesse no preenchimento das formalidades que caracterizam a descrição da função, por exemplo, auxiliar administrativo, do que no trabalho que precisa ser de fato realizado. Um estudo aprofundado sobre como funciona de fato o Programa do Jovem Aprendiz permitiria caracterizar como funciona de fato o arranjo existente.<br />
Minha impressão é de que quando se cria um PRONATEC este se destina muito mais a criar um novo espaço de profissionalização, devido a impossibilidade de interferir no arranjo perverso cristalizado em torno de uma iniciativa como a do Programa do Jovem Aprendiz.<br />
Me parece, também, serem grandes as chances do PRONATEC vir a tornar-se apenas uma alternativa para o problema de &#8220;muitos caciques e poucos índios&#8221; ou um rearranjo em que as partes garantem permanecer em sua zona de conforto, fazendo de conta estar empenhados em mudanças.</p>
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	<item>
		<title>Comment on Como garantir que todos os alunos brasileiros tenham um bom professor todos os dias na sala de aula? by Gilberto Carreiro</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/XMGjNH4YoGE/</link>
		<dc:creator>Gilberto Carreiro</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2013 13:27:37 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4460#comment-1445</guid>
		<description><![CDATA[Carta ao governador de São Paulo
Caro governador.
Quando saí da casa da mãe ainda na década de sessenta, eu tinha um sonho: ser Professor.
E não era um sonho qualquer.
Queria ser o Professor.
Depois de anos de academia cheguei ao que queria.
E ser Professor era a razão da minha vida.
Imaginar que adolescentes com espinhas no rosto seriam os homens de amanhã.
Diligentemente, ainda que com alguns deslizes, fui aprimorando a minha missão de ensinar a pensar.
Não me interessava muito se ele ou ela aprenderia todas as regras gramaticais. Importava mais o Ser que ali estava confiando em mim na construção do seu futuro.
E sempre entendi que devia ensiná-lo a pensar.
Embora fosse regente da Língua Portuguesa, me esmerava para que ele aprendesse Cidadania, Ética e Compromisso.
Posso lhe afirmar que não decepcionei.
Passados trinta e cinco anos de militância no magistério ainda recebo aqui e ali alguma menção sobre o meu trabalho.
Ah! governador, também fui diretor de escola.
Nossa escola, lá no oeste do meu querido estado, numa cidade generosa e bonita por natureza, foi a primeira a fornecer merenda escolar em todos os turnos.
Também, e talvez tenha sido a única que era administrada pelos pais, professores, alunos e coordenada por esse escriba.
Era uma escola quase sem muros e de portões abertos.
Sabe por que?
Porque era uma escola da comunidade.
Aos finais de semana, a quadra de esporte era livre para quem chegasse primeiro e a fila era grande.
Nossos alunos mais humildes recebiam o material escolar da Associação de Pais e Mestres.
Nossas gincanas e o famoso, em toda região, Festival de Poesias, eram aguardado com ansiedade.
A escola não tinha guardas e nem segurança. Nunca sumiu um giz.
Professores abnegados, pais responsáveis e alunos formaram a biblioteca da escola que do Estado recebera apenas duas dezenas de livros.
O médico da cidade ia duas vezes por ano realizar os exames básicos de saúde sem nenhum custo e olha que o mesmo era um pão-duro de primeira.
O Professor Carlos Roberto Vivo, mestre em Ciências, me atazanou tanto a vida que só parou quando viu o seu laboratório quase que completo em se pensando numa escola modesta do interior.
Nós não ficávamos na escola somente no nosso horário. Muitas vezes fazíamos ali mesmo, ao som do violão da Professora Amira um belo de um sarau.
Os nossos alunos que se arriscaram pela vida universitária, não precisaram de cursinho pré-vestibular.  Sabiam e passavam de primeira.
Nosso método consistia na valorização do Ser Humano em formação.
Eu mesmo tinha alunos que jamais escreveriam bem um poema, quiçá um requerimento sem escorregadelas gramaticais e de concordância, mas eram feras em Física, Matemática, Química, História etc.
Não seria eu, um modesto mestre escola que iria reprová-los.
Dava a eles diversas oportunidades para ele completar a nota.
Claro que reprovei muita gente.
Mas conversava com o pai, com o aluno e todo o corpo docente.
Quase sempre ele, o aluno, estava sendo reprovado em outras matérias também.
Tenho até um caso para lhe contar. Reprovei um aluno num ano anterior. No período da matrícula do ano seguinte, ele pediu para o pai descobrir em que período eu daria aula.
O pai pensando que ele queria se livrar de mim tentou argumentar.
Ele disse ao pai que não era isso. Ele queria ser meu aluno novamente.
Final da história? 
Ele fechou as suas notas no terceiro bimestre e foi uma espécie de monitor da classe no resto ano.
Assim como ele outros tantos trilharam o mesmo.  E um deles é desembargador no Tocantins.
Professor é isso, governador.
Nos dão pedras brutas e as transformamos em diamantes.
Mas, sempre há um mas na vida.
Há trinta e cinco anos fui obrigado a abandonar o meu maior sonho.
Sabe por que?
Porque no meu tempo, aluno nos chamava de Senhor e se levantava da cadeira quando entravamos na sala.
Na rua, os pais nos cumprimentavam com admiração e respeito. 
Pais iam a escola para pedir ajuda aos professores em relação ao desempenho dos seus filhos.
Hoje eles vão tirar satisfação do Professor.
Para piorar, buliram na tal de Lei de Diretrizes e Bases da Educação.
Passamos a ser obrigados a aprovar quem não merecia para cumprir uma meta absurda.
Aluno que não passa, governador, nem sempre a culpa é do professor ou da escola. Há um contexto todo a considerar.
As condições de saúde, de alimentação, a situação do núcleo familiar etc.
Deixei o meu sonho para trás, porque não concordava com o modelo que estavam implantando em nome de uma pseudo eficiência e eficácia.
Um fato também pesou. Vislumbrei que com o passar dos anos o salário iria diminuir e eu não teria condições de prover a família.
Tanto é verdade que no tempo que saí do magistério a diferença era a metade.
Hoje, se bobear a diferença chega a três vezes. 
Claro que exerço uma profissão que me orgulha.
Mas nada se compara ao exercício do sagrado magistério.
Nada substitui o alarido dos corredores, a sineta chamando para as salas.
Os rostos ávidos por aprender, a alegria de ter aprendido.
O sorriso de quem, com a nossa ajuda, venceu.
Ah! A escola era pública.
E até hoje tem gente abnegada trabalhando por lá.
Sabia, governador, que pessoas como o Professor Délcio, que deram a vida para criar seres humanos melhores e cidadãos vivem hoje de uma miserável aposentadoria que nem dá para pagar os remédios que a velhice nos obriga a comprar?
E você, governador, com a sua insensibilidade, se acha no direito de tripudiar sobre  a miséria de salário que o Estado lhes paga?
Como ousa? 
Eles fizeram mais pelo país, do que você mesmo vivendo duzentos anos.
Eles merecem de você, governador, um pedido formal e cerimonioso  de desculpas  pelo seu destempero inoportuno e agressivo.
Você deve a eles uma verdadeira política de valorização dos servidores da Educação.  E os alunos também merecem uma nova política de Educação que os prepare para pensar e para o exercício da cidadania plena. Se você não tem ninguém com competência pode me chamar que formarei a melhor equipe do seu governo, com a ajuda de todos aqueles que dia após dia garimpam verdadeiros e brilhantes diamantes.

Antes que você pense que se trata de alguém de qualquer partido político         inimigo, devo informar que sou e sempre fui um democrata social.
Mas minhas referências foram o Governador Covas, o Governador Franco Montoro e aquele ícone sagrado chamado Ulisses.
O nome da Escola deixei por último, governador.
Escola Carlos Celso Lenarduzzi, lá em Santa Albertina.
Hoje ela mais parece um presídio pelos altos muros e grades.
É isso que o povo paulista merece, governador?
Ah! Só depois do pedido de desculpas que escreverei o seu cargo com maiúscula, como o Governador Covas, o Governador Montoro.
O que vejo, governador, é um pobre estado mais rico da federação ficando ainda mais miserável ao tripudiar alguém que ajuda na formação de cidadãos com valores morais e éticos tão esquecidos dos políticos de hoje.
Minhas humildes reverências aos Professores.
Curvo-me ao sagrado que há em cada um de Vocês.
Orgulho-me de, um dia, ter pertencido a essa valorosa classe.
O meu sonho acabou, mas o dos Senhores e das Senhoras devem seguir adiante, de cabeça erguida, sabedores de que estão formando novas gerações.
Não se apequenem com provocações tão ínfimas e desnaturadas.
 			Um ex-professor de uma cidade pequena ao oeste,bem no fim do mapa do meu querido estado: Santa Albertina,”generosa e bonita por natureza”.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carta ao governador de São Paulo<br />
Caro governador.<br />
Quando saí da casa da mãe ainda na década de sessenta, eu tinha um sonho: ser Professor.<br />
E não era um sonho qualquer.<br />
Queria ser o Professor.<br />
Depois de anos de academia cheguei ao que queria.<br />
E ser Professor era a razão da minha vida.<br />
Imaginar que adolescentes com espinhas no rosto seriam os homens de amanhã.<br />
Diligentemente, ainda que com alguns deslizes, fui aprimorando a minha missão de ensinar a pensar.<br />
Não me interessava muito se ele ou ela aprenderia todas as regras gramaticais. Importava mais o Ser que ali estava confiando em mim na construção do seu futuro.<br />
E sempre entendi que devia ensiná-lo a pensar.<br />
Embora fosse regente da Língua Portuguesa, me esmerava para que ele aprendesse Cidadania, Ética e Compromisso.<br />
Posso lhe afirmar que não decepcionei.<br />
Passados trinta e cinco anos de militância no magistério ainda recebo aqui e ali alguma menção sobre o meu trabalho.<br />
Ah! governador, também fui diretor de escola.<br />
Nossa escola, lá no oeste do meu querido estado, numa cidade generosa e bonita por natureza, foi a primeira a fornecer merenda escolar em todos os turnos.<br />
Também, e talvez tenha sido a única que era administrada pelos pais, professores, alunos e coordenada por esse escriba.<br />
Era uma escola quase sem muros e de portões abertos.<br />
Sabe por que?<br />
Porque era uma escola da comunidade.<br />
Aos finais de semana, a quadra de esporte era livre para quem chegasse primeiro e a fila era grande.<br />
Nossos alunos mais humildes recebiam o material escolar da Associação de Pais e Mestres.<br />
Nossas gincanas e o famoso, em toda região, Festival de Poesias, eram aguardado com ansiedade.<br />
A escola não tinha guardas e nem segurança. Nunca sumiu um giz.<br />
Professores abnegados, pais responsáveis e alunos formaram a biblioteca da escola que do Estado recebera apenas duas dezenas de livros.<br />
O médico da cidade ia duas vezes por ano realizar os exames básicos de saúde sem nenhum custo e olha que o mesmo era um pão-duro de primeira.<br />
O Professor Carlos Roberto Vivo, mestre em Ciências, me atazanou tanto a vida que só parou quando viu o seu laboratório quase que completo em se pensando numa escola modesta do interior.<br />
Nós não ficávamos na escola somente no nosso horário. Muitas vezes fazíamos ali mesmo, ao som do violão da Professora Amira um belo de um sarau.<br />
Os nossos alunos que se arriscaram pela vida universitária, não precisaram de cursinho pré-vestibular.  Sabiam e passavam de primeira.<br />
Nosso método consistia na valorização do Ser Humano em formação.<br />
Eu mesmo tinha alunos que jamais escreveriam bem um poema, quiçá um requerimento sem escorregadelas gramaticais e de concordância, mas eram feras em Física, Matemática, Química, História etc.<br />
Não seria eu, um modesto mestre escola que iria reprová-los.<br />
Dava a eles diversas oportunidades para ele completar a nota.<br />
Claro que reprovei muita gente.<br />
Mas conversava com o pai, com o aluno e todo o corpo docente.<br />
Quase sempre ele, o aluno, estava sendo reprovado em outras matérias também.<br />
Tenho até um caso para lhe contar. Reprovei um aluno num ano anterior. No período da matrícula do ano seguinte, ele pediu para o pai descobrir em que período eu daria aula.<br />
O pai pensando que ele queria se livrar de mim tentou argumentar.<br />
Ele disse ao pai que não era isso. Ele queria ser meu aluno novamente.<br />
Final da história?<br />
Ele fechou as suas notas no terceiro bimestre e foi uma espécie de monitor da classe no resto ano.<br />
Assim como ele outros tantos trilharam o mesmo.  E um deles é desembargador no Tocantins.<br />
Professor é isso, governador.<br />
Nos dão pedras brutas e as transformamos em diamantes.<br />
Mas, sempre há um mas na vida.<br />
Há trinta e cinco anos fui obrigado a abandonar o meu maior sonho.<br />
Sabe por que?<br />
Porque no meu tempo, aluno nos chamava de Senhor e se levantava da cadeira quando entravamos na sala.<br />
Na rua, os pais nos cumprimentavam com admiração e respeito.<br />
Pais iam a escola para pedir ajuda aos professores em relação ao desempenho dos seus filhos.<br />
Hoje eles vão tirar satisfação do Professor.<br />
Para piorar, buliram na tal de Lei de Diretrizes e Bases da Educação.<br />
Passamos a ser obrigados a aprovar quem não merecia para cumprir uma meta absurda.<br />
Aluno que não passa, governador, nem sempre a culpa é do professor ou da escola. Há um contexto todo a considerar.<br />
As condições de saúde, de alimentação, a situação do núcleo familiar etc.<br />
Deixei o meu sonho para trás, porque não concordava com o modelo que estavam implantando em nome de uma pseudo eficiência e eficácia.<br />
Um fato também pesou. Vislumbrei que com o passar dos anos o salário iria diminuir e eu não teria condições de prover a família.<br />
Tanto é verdade que no tempo que saí do magistério a diferença era a metade.<br />
Hoje, se bobear a diferença chega a três vezes.<br />
Claro que exerço uma profissão que me orgulha.<br />
Mas nada se compara ao exercício do sagrado magistério.<br />
Nada substitui o alarido dos corredores, a sineta chamando para as salas.<br />
Os rostos ávidos por aprender, a alegria de ter aprendido.<br />
O sorriso de quem, com a nossa ajuda, venceu.<br />
Ah! A escola era pública.<br />
E até hoje tem gente abnegada trabalhando por lá.<br />
Sabia, governador, que pessoas como o Professor Délcio, que deram a vida para criar seres humanos melhores e cidadãos vivem hoje de uma miserável aposentadoria que nem dá para pagar os remédios que a velhice nos obriga a comprar?<br />
E você, governador, com a sua insensibilidade, se acha no direito de tripudiar sobre  a miséria de salário que o Estado lhes paga?<br />
Como ousa?<br />
Eles fizeram mais pelo país, do que você mesmo vivendo duzentos anos.<br />
Eles merecem de você, governador, um pedido formal e cerimonioso  de desculpas  pelo seu destempero inoportuno e agressivo.<br />
Você deve a eles uma verdadeira política de valorização dos servidores da Educação.  E os alunos também merecem uma nova política de Educação que os prepare para pensar e para o exercício da cidadania plena. Se você não tem ninguém com competência pode me chamar que formarei a melhor equipe do seu governo, com a ajuda de todos aqueles que dia após dia garimpam verdadeiros e brilhantes diamantes.</p>
<p>Antes que você pense que se trata de alguém de qualquer partido político         inimigo, devo informar que sou e sempre fui um democrata social.<br />
Mas minhas referências foram o Governador Covas, o Governador Franco Montoro e aquele ícone sagrado chamado Ulisses.<br />
O nome da Escola deixei por último, governador.<br />
Escola Carlos Celso Lenarduzzi, lá em Santa Albertina.<br />
Hoje ela mais parece um presídio pelos altos muros e grades.<br />
É isso que o povo paulista merece, governador?<br />
Ah! Só depois do pedido de desculpas que escreverei o seu cargo com maiúscula, como o Governador Covas, o Governador Montoro.<br />
O que vejo, governador, é um pobre estado mais rico da federação ficando ainda mais miserável ao tripudiar alguém que ajuda na formação de cidadãos com valores morais e éticos tão esquecidos dos políticos de hoje.<br />
Minhas humildes reverências aos Professores.<br />
Curvo-me ao sagrado que há em cada um de Vocês.<br />
Orgulho-me de, um dia, ter pertencido a essa valorosa classe.<br />
O meu sonho acabou, mas o dos Senhores e das Senhoras devem seguir adiante, de cabeça erguida, sabedores de que estão formando novas gerações.<br />
Não se apequenem com provocações tão ínfimas e desnaturadas.<br />
 			Um ex-professor de uma cidade pequena ao oeste,bem no fim do mapa do meu querido estado: Santa Albertina,”generosa e bonita por natureza”.</p>
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	<item>
		<title>Comment on Como garantir que todos os alunos brasileiros tenham um bom professor todos os dias na sala de aula? by Ana Maria de Rezende Pinto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/YRoh450wlXQ/</link>
		<dc:creator>Ana Maria de Rezende Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 06 Apr 2013 21:36:19 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Simon:
Importantíssima  linha de pesquisa.Muito boa a pergunta que orienta a linha de indagação, denso o perfil acadêmico da comissão avaliadora.
Obrigada, pela informação,
Ana Maria Rezende Pinto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Simon:<br />
Importantíssima  linha de pesquisa.Muito boa a pergunta que orienta a linha de indagação, denso o perfil acadêmico da comissão avaliadora.<br />
Obrigada, pela informação,<br />
Ana Maria Rezende Pinto</p>
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	<item>
		<title>Comment on Usos e abusos da avaliação educacional no Brasil by Elizabeth Balbachevsky</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/FyQ8jPlRp54/</link>
		<dc:creator>Elizabeth Balbachevsky</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Mar 2013 14:26:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Há um ponto interessante que apenas recentemente me chamou a atenção na sistemática do qualis, especialmente nas áreas de humanas e afins, que tendem a trabalhar com &quot;listas&quot; de periódicos.  Quando um artigo é publicado em um periódoco que não consta da lista&quot;, ele é classificado em C, independentemente da relevância da revista, seu impacto, etc. Com isso, essa publicação perde relevãncia para a avaliação da CAPES. Essa sistemática tende a reforçar uma estratégia conservadora de publicação que, se de um lado, fragiliza propostas novas de revistas, por outro lado também reforça a baixa visibilidade da produção nacional no ambiente externo. Isso porque  quando colocado diante da alternativa de publicar no exterior em uma revista que ainda não entrou no qualis, e publicar em uma revista nacional bem avaliada, o pesquisador sempre vai preferir a última alternativa....]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Há um ponto interessante que apenas recentemente me chamou a atenção na sistemática do qualis, especialmente nas áreas de humanas e afins, que tendem a trabalhar com &#8220;listas&#8221; de periódicos.  Quando um artigo é publicado em um periódoco que não consta da lista&#8221;, ele é classificado em C, independentemente da relevância da revista, seu impacto, etc. Com isso, essa publicação perde relevãncia para a avaliação da CAPES. Essa sistemática tende a reforçar uma estratégia conservadora de publicação que, se de um lado, fragiliza propostas novas de revistas, por outro lado também reforça a baixa visibilidade da produção nacional no ambiente externo. Isso porque  quando colocado diante da alternativa de publicar no exterior em uma revista que ainda não entrou no qualis, e publicar em uma revista nacional bem avaliada, o pesquisador sempre vai preferir a última alternativa&#8230;.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~4/FyQ8jPlRp54" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
	<feedburner:origLink>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4446&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-1437</feedburner:origLink></item>
	<item>
		<title>Comment on Usos e abusos da avaliação educacional no Brasil by RicardoMenotti</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/BJZkRzObSBI/</link>
		<dc:creator>RicardoMenotti</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2013 00:55:34 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4446#comment-1436</guid>
		<description><![CDATA[RT @sschwartzman: Usos e abusos da avaliação educacional no Brasil : Professores sempre avaliaram seus a... http://t.co/UW56k5VZmk]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RT @sschwartzman: Usos e abusos da avaliação educacional no Brasil : Professores sempre avaliaram seus a&#8230; <a href="http://t.co/UW56k5VZmk" rel="nofollow">http://t.co/UW56k5VZmk</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~4/BJZkRzObSBI" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comment on Usos e abusos da avaliação educacional no Brasil by MarcoAntonioTL</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/DLlKJcdtc9w/</link>
		<dc:creator>MarcoAntonioTL</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 Mar 2013 21:48:42 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4446#comment-1435</guid>
		<description><![CDATA[RT @sschwartzman: Usos e abusos da avaliação educacional no Brasil : Professores sempre avaliaram seus a... http://t.co/UW56k5VZmk]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>RT @sschwartzman: Usos e abusos da avaliação educacional no Brasil : Professores sempre avaliaram seus a&#8230; <a href="http://t.co/UW56k5VZmk" rel="nofollow">http://t.co/UW56k5VZmk</a></p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~4/DLlKJcdtc9w" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
	<feedburner:origLink>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4446&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-1435</feedburner:origLink></item>
	<item>
		<title>Comment on Ação afirmativa no ensino superior brasileiro: a vez de São Paulo by Wille Muriel</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/xZrE0IZRbXU/</link>
		<dc:creator>Wille Muriel</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jan 2013 18:05:15 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4417#comment-1394</guid>
		<description><![CDATA[É interessante Professor,
Vejo a iniciativa mais próxima dos Liberal Arts do que dos communities colleges americanos. Como um programa de nivelamento que talvez possa funcionar, preparando o aluno para o ensino universitário. Vejo mais como um pós-médio preparatório para a carreira universitária. Nunca vi um programa de nivelamento que funcionasse realmente. Então não me perturba a ideia de que ofereçam a mesma formação para todas as pessoas. Talvez seja uma formação niveladora e preparatória. A diferença seria estabelecida no momento em que saíssem do ciclo básico preparatório e ingressassem na formação profissional propriamente dita.
Um abraço.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É interessante Professor,<br />
Vejo a iniciativa mais próxima dos Liberal Arts do que dos communities colleges americanos. Como um programa de nivelamento que talvez possa funcionar, preparando o aluno para o ensino universitário. Vejo mais como um pós-médio preparatório para a carreira universitária. Nunca vi um programa de nivelamento que funcionasse realmente. Então não me perturba a ideia de que ofereçam a mesma formação para todas as pessoas. Talvez seja uma formação niveladora e preparatória. A diferença seria estabelecida no momento em que saíssem do ciclo básico preparatório e ingressassem na formação profissional propriamente dita.<br />
Um abraço.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~4/xZrE0IZRbXU" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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	<item>
		<title>Comment on Ação afirmativa no ensino superior brasileiro: a vez de São Paulo by Guilherme Vellozo Viana</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/1vtJsos6Yk4/</link>
		<dc:creator>Guilherme Vellozo Viana</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 15:35:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4417#comment-1393</guid>
		<description><![CDATA[É cedo, no entanto, para supor o sucesso do sistema. O tal sistema separa, mas desconsidera que alguns estudantes que não entram através das políticas afirmativas também podem ser &#039;despreparados&#039;. O sistema faz, assim, uma pressuposição automática e pragmática. 

É criado com esse sistema um filtro, uma barreira que não existia, que consiste na &#039;transição de ciclo&#039; básico para o profissional. Serão idênticas as oportunidades para ingresso na carreiras para os alunos de ações afirmativas e os outros candidatos? Ou seriam esses alunos das ações afirmativas &#039;orientados&#039; para cursos de menor prestígio? Caso isso ocorra o sistema seria apenas um mecanismo de criar destinos profissionais, separando os que já eram separados, tornando a inclusão uma segregação. 

Não estou afirmando que isso necessariamente ocorra, só atento para o fato, de modo que possa ser observado e avaliado a ocorrência de tal fenômeno. A pior inclusão seria aquela disfarçada de segregação, onde as desigualdades se mantêm através das gerações.]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É cedo, no entanto, para supor o sucesso do sistema. O tal sistema separa, mas desconsidera que alguns estudantes que não entram através das políticas afirmativas também podem ser &#8216;despreparados&#8217;. O sistema faz, assim, uma pressuposição automática e pragmática. </p>
<p>É criado com esse sistema um filtro, uma barreira que não existia, que consiste na &#8216;transição de ciclo&#8217; básico para o profissional. Serão idênticas as oportunidades para ingresso na carreiras para os alunos de ações afirmativas e os outros candidatos? Ou seriam esses alunos das ações afirmativas &#8216;orientados&#8217; para cursos de menor prestígio? Caso isso ocorra o sistema seria apenas um mecanismo de criar destinos profissionais, separando os que já eram separados, tornando a inclusão uma segregação. </p>
<p>Não estou afirmando que isso necessariamente ocorra, só atento para o fato, de modo que possa ser observado e avaliado a ocorrência de tal fenômeno. A pior inclusão seria aquela disfarçada de segregação, onde as desigualdades se mantêm através das gerações.</p>
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	<item>
		<title>Comment on Ação afirmativa no ensino superior brasileiro: a vez de São Paulo by Ana Maria de Rezende Pinto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/brClpSR80yU/</link>
		<dc:creator>Ana Maria de Rezende Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 01:40:40 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Prezado Simon:

Quando li a proposta do Governo Paulista na ‘Folha de São Paulo’, pareceu-me um esforço sério de se aliar a abertura em direção a uma nova clientela á manutenção de um projeto acadêmico de qualidade que marcou a história do ensino superior público do Estado, ao longo do tempo e que tem servido de referência para o ensino privado, sobretudo na área de saúde. Fiquei esperando o comentário de seu blog, que chegou... De fato, esta proposta não contempla a diversidade. Ao contrário tenta qualificar a demanda, de forma que todos que  nela entrem sejam capazes de registrar padrão de qualidade equivalente, na saída.
Atenciosamente,
Ana Maria de Rezende Pinto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezado Simon:</p>
<p>Quando li a proposta do Governo Paulista na ‘Folha de São Paulo’, pareceu-me um esforço sério de se aliar a abertura em direção a uma nova clientela á manutenção de um projeto acadêmico de qualidade que marcou a história do ensino superior público do Estado, ao longo do tempo e que tem servido de referência para o ensino privado, sobretudo na área de saúde. Fiquei esperando o comentário de seu blog, que chegou&#8230; De fato, esta proposta não contempla a diversidade. Ao contrário tenta qualificar a demanda, de forma que todos que  nela entrem sejam capazes de registrar padrão de qualidade equivalente, na saída.<br />
Atenciosamente,<br />
Ana Maria de Rezende Pinto</p>
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	<item>
		<title>Comment on Ação afirmativa no ensino superior brasileiro: a vez de São Paulo by Ana Maria de Rezende Pinto</title>
		<link>http://feedproxy.google.com/~r/ComentriosSobreSimonsSite/~3/CInE-Eg5_a4/</link>
		<dc:creator>Ana Maria de Rezende Pinto</dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 01:22:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=4417#comment-1391</guid>
		<description><![CDATA[Quando li a proposta do Governo Paulista na Folha de São Paulo, pareceu -me  ser única tentativa  séria de se aliar equidade com qualidade- qualificando a demanda. De fato ela não contempla a diversidade, mas tenta abrir a suas portas para um outro perfil de clientela, sem perder de vista seu padrão de qualidade construido  e mantido ao longo do tempo. Será por isto que a denominam por &quot;baronesa&quot;? Traça um sinuoso  e delgado caminho para se chegar até ela?.
Ana Maria de Rezende Pinto]]></description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quando li a proposta do Governo Paulista na Folha de São Paulo, pareceu -me  ser única tentativa  séria de se aliar equidade com qualidade- qualificando a demanda. De fato ela não contempla a diversidade, mas tenta abrir a suas portas para um outro perfil de clientela, sem perder de vista seu padrão de qualidade construido  e mantido ao longo do tempo. Será por isto que a denominam por &#8220;baronesa&#8221;? Traça um sinuoso  e delgado caminho para se chegar até ela?.<br />
Ana Maria de Rezende Pinto</p>
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