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	<title>Comments for Simon's Site</title>
	
	<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon</link>
	<description>Simon Schwartzman's site &amp; blog</description>
	<lastBuildDate>Sun, 17 Jan 2010 23:12:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Comment on A tragédia do Haiti by Simon</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1559&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-697</link>
		<dc:creator>Simon</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 23:12:22 +0000</pubDate>
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		<description>É uma história horrível, só comparável, talvez, com a do Congo sob o rei Leopoldo da Bélgica.  São histórias como estas, precisamente, que fazem a cultura das pessoas, que depois é tão difícil, mas não impossivel, de mudar.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>É uma história horrível, só comparável, talvez, com a do Congo sob o rei Leopoldo da Bélgica.  São histórias como estas, precisamente, que fazem a cultura das pessoas, que depois é tão difícil, mas não impossivel, de mudar.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on A tragédia do Haiti by Luisa</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1559&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-696</link>
		<dc:creator>Luisa</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 22:02:31 +0000</pubDate>
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		<description>Para uma perspectiva mais historica, mostrando porque a historia colonial do Haiti foi pior que em outros lugares (que inclusive pode explicar diferencas culturais que possam existir), ao contrario do que diz Brookes:

http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6281614.ece</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Para uma perspectiva mais historica, mostrando porque a historia colonial do Haiti foi pior que em outros lugares (que inclusive pode explicar diferencas culturais que possam existir), ao contrario do que diz Brookes:</p>
<p><a href="http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6281614.ece" rel="nofollow">http://www.timesonline.co.uk/tol/news/world/us_and_americas/article6281614.ece</a></p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on A tragédia do Haiti by Simon</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1559&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-695</link>
		<dc:creator>Simon</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 18:42:35 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1559#comment-695</guid>
		<description>Carla, é exatamente disto que se trata. O que diz o autor, e eu concordo, é que cultura não  é algo imutável, nem sagrado, e, quando a cultura é ruim, ela precisa ser mudada. E existem culturas ruins, quando, por exemplo, elas favorecem o conformismo, a violência, ou a opressão das mulheres. Que as culturas mudam, não há dúvida, vemos isto na história e nas pessoas todo o tempo. Como mudar uma cultura, é muito mais dificil de responder, mas instituições estáveis, leis que se fazem cumprir e educação podem ter grandes resultados.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Carla, é exatamente disto que se trata. O que diz o autor, e eu concordo, é que cultura não  é algo imutável, nem sagrado, e, quando a cultura é ruim, ela precisa ser mudada. E existem culturas ruins, quando, por exemplo, elas favorecem o conformismo, a violência, ou a opressão das mulheres. Que as culturas mudam, não há dúvida, vemos isto na história e nas pessoas todo o tempo. Como mudar uma cultura, é muito mais dificil de responder, mas instituições estáveis, leis que se fazem cumprir e educação podem ter grandes resultados.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on A tragédia do Haiti by Carla Teixeira</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1559&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-694</link>
		<dc:creator>Carla Teixeira</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 Jan 2010 13:50:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1559#comment-694</guid>
		<description>Olá, professor
Muito obrigada por nos oferecer a leitura de tal artigo, que nos esclareu e muito quanto à realidade do Haiti. 
Mas se entendi bem o autor sugere que alguns aspectos da cultura existente no Haiti sejam substituidos por uma cultura que propicie o desenvolvimento, como a que existe no Harlem, por exemplo. E é aí que reside a minha dúvida: como conceber que se substituam aspectos culturais? O senhor poderia explicar melhor?
Obrigada
Carla</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, professor<br />
Muito obrigada por nos oferecer a leitura de tal artigo, que nos esclareu e muito quanto à realidade do Haiti.<br />
Mas se entendi bem o autor sugere que alguns aspectos da cultura existente no Haiti sejam substituidos por uma cultura que propicie o desenvolvimento, como a que existe no Harlem, por exemplo. E é aí que reside a minha dúvida: como conceber que se substituam aspectos culturais? O senhor poderia explicar melhor?<br />
Obrigada<br />
Carla</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Jacques Schwartzman: a escolha dos reitores by Bruno P. W. Reis</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-692</link>
		<dc:creator>Bruno P. W. Reis</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 21:39:04 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545#comment-692</guid>
		<description>Prezados,
O artigo do Jacques toca num tema que me é caro há muito tempo, sobre o qual também publiquei um pequeno e veemente artigo, no início de 2008, no Boletim da UFMG.
Não resisto à tentação de fazer circular aqui o link para aquele textinho:
http://www.ufmg.br/boletim/bol1599/2.shtml
Abraços,
Bruno.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Prezados,<br />
O artigo do Jacques toca num tema que me é caro há muito tempo, sobre o qual também publiquei um pequeno e veemente artigo, no início de 2008, no Boletim da UFMG.<br />
Não resisto à tentação de fazer circular aqui o link para aquele textinho:<br />
<a href="http://www.ufmg.br/boletim/bol1599/2.shtml" rel="nofollow">http://www.ufmg.br/boletim/bol1599/2.shtml</a><br />
Abraços,<br />
Bruno.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Jacques Schwartzman: a escolha dos reitores by Antonio Augusto Pereira Prates</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-691</link>
		<dc:creator>Antonio Augusto Pereira Prates</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 13:13:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545#comment-691</guid>
		<description>Compatilho da preocupação de jacques Schwartzman e gostaria de colocar a questão da eleição de reitores nas universidades públicas de outra maneira. O problema central da instituição universitária publica no Brasil é o do desempenho na produção de ocnhecimento cientifico com qualidade e não de integração social, com a comunidade que a cerca, ou de democracia interna. Não vejo qualquer dilema, seja de natureza política ou de gestão burocrática no sistema democrático, que uma lista de seis candidatos indicados, prioritariamente pelo corpo docente como estipula a lei dos 70%, seja submetida à ecisão final do Governo. O poder discricionário da elite acadêmica universitária está na possibilidade da escolha de lideranças que satisfaçam os requisitos meritocráticos do cargo. É bom lembrar, que a instituição pública deve, sim, num sistema democrático refletir a "perspectiva ideológica" do governo democtaticamente eleito. A comunidade universitária, como qualquer outro grupo corporativo de natureza pública, deve prestar contas, em última análise, aos representantes legitimamente eleitos para governar o país, e não à lideranças cominitárias que estão no seu entorno espacial. O que é completamente inaceitável é que o ambiente interno das universidade seja completamente tumultuado  pelos interesses político-partidários-eleitoreiros, em nome da "democratização interna" e, segundo,  pela tentativa de utilizar a organização universitária como sistema patrimonial ao recrutar de forma clientelista os quadros que compõesm os cargos de confiança da alta adminstraçaõ universitária. Obviamente, esta última consequência deriva, quase automaticamente, da primeira iniciativa de transformar a eleição de reitor em uma eleição plesbicitária.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Compatilho da preocupação de jacques Schwartzman e gostaria de colocar a questão da eleição de reitores nas universidades públicas de outra maneira. O problema central da instituição universitária publica no Brasil é o do desempenho na produção de ocnhecimento cientifico com qualidade e não de integração social, com a comunidade que a cerca, ou de democracia interna. Não vejo qualquer dilema, seja de natureza política ou de gestão burocrática no sistema democrático, que uma lista de seis candidatos indicados, prioritariamente pelo corpo docente como estipula a lei dos 70%, seja submetida à ecisão final do Governo. O poder discricionário da elite acadêmica universitária está na possibilidade da escolha de lideranças que satisfaçam os requisitos meritocráticos do cargo. É bom lembrar, que a instituição pública deve, sim, num sistema democrático refletir a &#8220;perspectiva ideológica&#8221; do governo democtaticamente eleito. A comunidade universitária, como qualquer outro grupo corporativo de natureza pública, deve prestar contas, em última análise, aos representantes legitimamente eleitos para governar o país, e não à lideranças cominitárias que estão no seu entorno espacial. O que é completamente inaceitável é que o ambiente interno das universidade seja completamente tumultuado  pelos interesses político-partidários-eleitoreiros, em nome da &#8220;democratização interna&#8221; e, segundo,  pela tentativa de utilizar a organização universitária como sistema patrimonial ao recrutar de forma clientelista os quadros que compõesm os cargos de confiança da alta adminstraçaõ universitária. Obviamente, esta última consequência deriva, quase automaticamente, da primeira iniciativa de transformar a eleição de reitor em uma eleição plesbicitária.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Jacques Schwartzman: a escolha dos reitores by Clovis Cavalcanti</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-690</link>
		<dc:creator>Clovis Cavalcanti</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 16:46:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545#comment-690</guid>
		<description>Na Universidade de Siena a votação para reitor é assim: contagem do número
de votos de titulares e adjuntos e um voto para cada uma das outras
categorias de professores, um para os funcionários e um para os alunos.

Abraços,</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Na Universidade de Siena a votação para reitor é assim: contagem do número<br />
de votos de titulares e adjuntos e um voto para cada uma das outras<br />
categorias de professores, um para os funcionários e um para os alunos.</p>
<p>Abraços,</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Jacques Schwartzman: a escolha dos reitores by Renato Janine Ribeiro</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-689</link>
		<dc:creator>Renato Janine Ribeiro</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Dec 2009 15:49:45 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1545#comment-689</guid>
		<description>Cumprimento Jacques Schwartzman pelo artigo e Simon por tê-lo publicado. Não sabia dessa lei sobre os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (que li em http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/92587/lei-11892-08). Acho errada a eleição triparitária. Noto que o diretor geral de campus será eleito da mesma forma. Contudo, o que depreendi das duas leis, a 9192/95 e a 11892/08, é que a primeira continua em vigor, regendo a escolha dos reitores de universidades federais, enquanto a segunda surgiu para regular a eleição dos reitores dos IFECTs. O decreto mencionado por Jacques Schwartzman afeta apenas os IFECTs, segundo o que dele entendi. Não se aplica às IFES. Portanto, a questão que ele levanta (se um decreto pode alterar uma lei) não está em jogo.
O que me parece estar em jogo é, sim, a existência de dois sistemas. No caso dos IFECTs, que são institutos de formação tecnológica, há eleição pelos três segmentos, cada um com o mesmo peso. No caso das IFES, legalmente se mantêm o colégio eleitoral, o peso de 70% para os docentes e a lista tríplice, ainda que desde a gestão Tarso Genro o MEC tenha anunciado que nomearia sempre o mais votado.
Isso coloca vários problemas, que me parecem ser os suscitados por Jacques Schwartzman. Apenas realçaria alguns.
Primeiro. É óbvio que, em termos gerais, as IFES são mais fortes científica e academicamente que os IFECTs, até por terem tradição e além disso por terem como meta a pesquisa. Então, por que os IFECTs têm maior latitude de escolha de seus dirigentes do que as IFES?
Segundo. É evidente, se os IFECTs vão eleger seus reitores, que a pressão será forte para que a lei determine o mesmo para as universidades federais. 
Terceiro. A autonomia das instituições federais sempre me pareceu bastante relativa, mesmo quando elegem seus reitores. Isso, antes de mais nada, porque o MEC, por meio de seus programas, interfere fortemente na vida delas. Quando fui diretor da Capes, via com enorme freqüência os reitores indo a Brasília para negociar sua adesão a propostas que lhes trariam mais dinheiro. 
Talvez até seja bom esse modelo, pelo qual a instituição escolhe seu dirigente e é premiada ou sancionada em função de seu desempenho. Talvez. Mas o controle das IFES por meio de verbas adicionais a seu orçamento não me pareceu tão bom, porque os critérios não são explícitos, ou melhor, porque não é essencialmente um controle de qualidade mas, sim, de adesão a políticas (como p ex o Reuni). Não entro no mérito dessas políticas. Mas me preocupa que a qualidade não seja o foco central desse controle.
Quero deixar claro que não sou contra a escolha, pela instituição, de seu dirigente. Não vejo, nos ministros ou nos governadores, competência científica para escolher melhor do que as comunidades. Mas penso que os professores com doutorado devam ser significativa maioria, e que além disso a autonomia das IES pode estar referida a seu desempenho. Uma IES com excelente histórico, bom diagnóstico de sua situação e projetos bons para o futuro não tem que estar subordinada a nenhum político. Uma IES mais frágil poderia ser acompanhada por algum conselho fortemente científico (e eventualmente social) externo. 

Finalmente, uma dúvida: a lista sêxtupla não foi inventada no ocaso da ditadura militar? Eu tenho uma lembrança de que as listas fossem tríplices e apenas tenha surgido uma legislação federal criando as sêxtuplas com o general Geisel.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Cumprimento Jacques Schwartzman pelo artigo e Simon por tê-lo publicado. Não sabia dessa lei sobre os Institutos Federais de Educação, Ciência e Tecnologia (que li em <a href="http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/92587/lei-11892-08)" rel="nofollow">http://www.jusbrasil.com.br/legislacao/92587/lei-11892-08)</a>. Acho errada a eleição triparitária. Noto que o diretor geral de campus será eleito da mesma forma. Contudo, o que depreendi das duas leis, a 9192/95 e a 11892/08, é que a primeira continua em vigor, regendo a escolha dos reitores de universidades federais, enquanto a segunda surgiu para regular a eleição dos reitores dos IFECTs. O decreto mencionado por Jacques Schwartzman afeta apenas os IFECTs, segundo o que dele entendi. Não se aplica às IFES. Portanto, a questão que ele levanta (se um decreto pode alterar uma lei) não está em jogo.<br />
O que me parece estar em jogo é, sim, a existência de dois sistemas. No caso dos IFECTs, que são institutos de formação tecnológica, há eleição pelos três segmentos, cada um com o mesmo peso. No caso das IFES, legalmente se mantêm o colégio eleitoral, o peso de 70% para os docentes e a lista tríplice, ainda que desde a gestão Tarso Genro o MEC tenha anunciado que nomearia sempre o mais votado.<br />
Isso coloca vários problemas, que me parecem ser os suscitados por Jacques Schwartzman. Apenas realçaria alguns.<br />
Primeiro. É óbvio que, em termos gerais, as IFES são mais fortes científica e academicamente que os IFECTs, até por terem tradição e além disso por terem como meta a pesquisa. Então, por que os IFECTs têm maior latitude de escolha de seus dirigentes do que as IFES?<br />
Segundo. É evidente, se os IFECTs vão eleger seus reitores, que a pressão será forte para que a lei determine o mesmo para as universidades federais.<br />
Terceiro. A autonomia das instituições federais sempre me pareceu bastante relativa, mesmo quando elegem seus reitores. Isso, antes de mais nada, porque o MEC, por meio de seus programas, interfere fortemente na vida delas. Quando fui diretor da Capes, via com enorme freqüência os reitores indo a Brasília para negociar sua adesão a propostas que lhes trariam mais dinheiro.<br />
Talvez até seja bom esse modelo, pelo qual a instituição escolhe seu dirigente e é premiada ou sancionada em função de seu desempenho. Talvez. Mas o controle das IFES por meio de verbas adicionais a seu orçamento não me pareceu tão bom, porque os critérios não são explícitos, ou melhor, porque não é essencialmente um controle de qualidade mas, sim, de adesão a políticas (como p ex o Reuni). Não entro no mérito dessas políticas. Mas me preocupa que a qualidade não seja o foco central desse controle.<br />
Quero deixar claro que não sou contra a escolha, pela instituição, de seu dirigente. Não vejo, nos ministros ou nos governadores, competência científica para escolher melhor do que as comunidades. Mas penso que os professores com doutorado devam ser significativa maioria, e que além disso a autonomia das IES pode estar referida a seu desempenho. Uma IES com excelente histórico, bom diagnóstico de sua situação e projetos bons para o futuro não tem que estar subordinada a nenhum político. Uma IES mais frágil poderia ser acompanhada por algum conselho fortemente científico (e eventualmente social) externo. </p>
<p>Finalmente, uma dúvida: a lista sêxtupla não foi inventada no ocaso da ditadura militar? Eu tenho uma lembrança de que as listas fossem tríplices e apenas tenha surgido uma legislação federal criando as sêxtuplas com o general Geisel.</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Comment on Conditional cash transfers: miths and reality by mario yoshinaga</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1482&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-679</link>
		<dc:creator>mario yoshinaga</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 13:26:47 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1482#comment-679</guid>
		<description>Os beneficios gerados pelos programas assistenciais são necessários, sem dúvida, face às condições de pobreza de parcela considerável da população, seja brasileira, seja mundial.
No Brasil, contudo, existe um desvio de entendimento sobre o programa Bolsa-Familia. Apesar de ter sido idéia do Fernando Henrique, o Lula coloca-se como seu criador e mantenedor. Como mantenedor, tem-se utilizado como condicionante atrelado ao governo lulista, portanto como instrumento politico.
Seria portanto perfeito se, além dos beneficios aos assistidos, ficasse afastado o beneficio dos politicos. Assim, o correto seria que os assistidos ficassem temporariamente ( toda a familia eleitoral) afastado das eleições, isto é, beneficiado não vota. Motivo: conflito de interesses.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os beneficios gerados pelos programas assistenciais são necessários, sem dúvida, face às condições de pobreza de parcela considerável da população, seja brasileira, seja mundial.<br />
No Brasil, contudo, existe um desvio de entendimento sobre o programa Bolsa-Familia. Apesar de ter sido idéia do Fernando Henrique, o Lula coloca-se como seu criador e mantenedor. Como mantenedor, tem-se utilizado como condicionante atrelado ao governo lulista, portanto como instrumento politico.<br />
Seria portanto perfeito se, além dos beneficios aos assistidos, ficasse afastado o beneficio dos politicos. Assim, o correto seria que os assistidos ficassem temporariamente ( toda a familia eleitoral) afastado das eleições, isto é, beneficiado não vota. Motivo: conflito de interesses.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Comment on Políticas educativas e coesão social na América Latina by Antonio Carlos Monteiro de Castro</title>
		<link>http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1501&amp;lang=en-us&amp;cpage=1#comment-678</link>
		<dc:creator>Antonio Carlos Monteiro de Castro</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 21:22:33 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://www.schwartzman.org.br/sitesimon/?p=1501#comment-678</guid>
		<description>Simon:
Felicito a publicação do livro no Chile e,curioso, aguardo a publicação, em breve, no Brasil.
abç.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Simon:<br />
Felicito a publicação do livro no Chile e,curioso, aguardo a publicação, em breve, no Brasil.<br />
abç.</p>
]]></content:encoded>
	</item>
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