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    <title>Notícias - Comex e CIA</title>
    <link>http://www.comexecia.com.br/noticias</link>
    <description>Notícias - Comex e CIA</description>
    <language>pt-br</language>
    <item>
	<title><![CDATA[ Wetzel realiza reestruturação administrativa ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/253/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/wetzel01.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A Wetzel, empresa que atua nos segmentos de alumínio, ferro e eletrotécnica, informou hoje que Norberto Cubas da Silva deixou a função de diretor executivo da companhia e permanecerá apenas no cargo de presidente do conselho de administração.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em comunicado ao mercado, a companhia informou que André Luis Wetzel da Silva, o então vice-presidente, assume a presidência da empresa e José Cláudio Macedo Cardoso ficará como vice-presidente. Na mesma ocasião, foi aceito o pedido de renúncia da diretora executiva Márcia Alves de Oliveira e foi eleito para o cargo Jonas Tadeu Maçaneiro, que já atuava na empresa desde 1990 e atualmente exerce o cargo de superintendente financeiro.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Quais as reais intenções da Ambev ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/252/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/ambev1.gif" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A companhia de bebidas anunciou uma reorganização societária de forma a unificar sua base de ações ordinárias e preferenciais em apenas uma classe – as ordinárias. Dessa forma, as ações preferenciais (AMBV4) serão convertidas em votantes (AMBV3). A operação é um inegável avanço em governança corporativa, alcançando o lema “uma ação, um voto”. Mas o mercado especula se não haveria outra intenção por trás da iniciativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em 7 de dezembro, a Ambev anunciou sua restruturação societária. A medida, de acordo com a companhia, serve para “simplificar a estrutura societária e aprimorar a governança da AmBev, com vistas a aumentar a liquidez para todos os acionistas, eliminar custos operacionais e administrativos da companhia e aumentar a flexibilidade para a gestão de sua estrutura de capital”. A operação terá que ser aprovada pelos acionistas preferencialistas e votantes minoritários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A operação pode se resumir a essa transformação das PNs em ONs. Mas o trabalho do analista é traçar cenários, independentemente se eles irão se materializar ou não. Quais são as possíveis consequências da operação:</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">1)      Reduzir o prêmio de AMBV4 sobre AMBV3. Devido à maior liquidez e à vantagem de receber 10% a mais de dividendos que as ONs, AMBV4 apresentava prêmio de 14,6% sobre AMBV3 em 7 de dezembro. Com o anúncio da operação, no dia 10, as ações ordinárias reduziram o prêmio para apenas 3%. Essa redução do prêmio é benéfica para os acionistas votantes. Assim, caso os antigos controladores da Brahma ou da Antarctica (Fundação Antonio e Helena Zerrener - Instituição Nacional de Beneficência) queiram se desfazer de suas ações, receberão um valor maior do que obteriam antes da operação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">2)      Existir apenas uma companhia listada. Outra possibilidade é que o grupo pretenda reunir todas as suas companhias ao redor do globo em apenas um único veículo listado. Essa alternativa evitaria a dispersão de liquidez entre dois veículos – a Ambev e a ABI (Anheuser-Busch InBev S.A./N.V). A migração para apenas uma ação - AMBV3 - pode facilitar esse processo. A controladora da Ambev, a ABI poderia incorporar a Ambev ou vice-versa. Hoje, considerando múltiplos de mercado como P/L (preço por lucro) e FV/EBITDA para 2013, AMBV4 negocia com prêmio de 41% e 60%, respectivamente, de acordo com o sistema de análise fundamentalista S&P CapitalIQ. Logo, em uma operação dessa natureza feita a valores de mercado, os acionistas de Ambev seriam beneficiados. A decisão de não migrar para o Novo Mercado flexibiliza essa operação, pois do contrário, a companhia teria que fazer uma oferta pelas ações dos minoritários de Ambev. Mas será que o controlador promoveria essa incorporação? Outras companhias de outras indústrias têm feito o inverso, passando a listar suas operações nas Américas, como foi o caso do Santander, abrindo o capital de suas subsidiárias no México e Brasil, e os boatos recorrentes de que a varejista Carrefour abriria o capital de sua filial brasileira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">3)      Aumentar os dividendos recebidos pelo controlador. O controlador possui participação de 61,9% na Ambev (por intermédio de ações preferenciais e ordinárias), mas, devido à diferenciação de dividendos entre ONs e PNs, o sócio majoritário acaba recebendo apenas 61%, de acordo com cálculos da Santander Corretora com base nos dividendos pagos em 2012. Mas será que essa pequena diferença justificaria essa complexa operação?</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">4)      Criar veículo líquido para aquisições. Após a operação, as ações de Ambev terão maior liquidez. Uma ação mais líquida pode servir como moeda de troca para futuras aquisições. Contudo, dois pontos vão contra esse argumento: (i) as ações preferenciais já possuíam liquidez suficiente e havia espaço para emissão de novas ações sem que a companhia ultrapassasse o máximo legal de 2/3 da base acionária em PNs e (ii) a companhia é desalavancada, logo, poderia fazer aquisições, levantando dívida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em>Fonte: Valor Econômico </em><br /></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Emprego na indústria cresce 0,4% em outubro ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/251/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/industria.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O total de empregados na indústria brasileira aumentou 0,4% em outubro em relação a setembro, na série com ajustes sazonais, apontou a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (Pimes), divulgada nesta terça-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na comparação com outubro de 2011, o emprego industrial caiu 1,2%. No acumulado do ano, o indicador recuou 1,4%. Em 12 meses encerrados em outubro, o emprego industrial cedeu 1,2%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A Pimes mostrou que o número de horas pagas na indústria subiu 1,1% em outubro na comparação com setembro, descontando-se os efeitos sazonais. Na comparação com igual mês de 2011, as horas pagas recuaram 1,1%, enquanto o acumulado do ano apontou para uma baixa de 2,1%.  No acumulado em 12 meses, o número de horas pagas caiu 2%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O IBGE observou que a folha de pagamento real teve aumento de 0,1% na passagem de setembro para outubro, já descontando os efeitos sazonais. Em relação a outubro de 2011, a folha de pagamento real subiu 3% enquanto no acumulado do ano o indicador avançou 3,2%. No acumulado em 12 meses, o índice também subiu 3,2%.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ A integração fortalece o Mercosul ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/250/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/bandeira.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, defendeu o aprofundamento da integração do Mercosul como forma de fortalecimento dos países-membro. "Como bloco, somos a quinta maior economia do mundo. A integração nos fortalece. O que pode nos enfraquece é a não união", disse ao discursar na abertura do I Fórum Empresarial do Mercosul, nesta manhã, em Brasília.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O ministro avaliou ainda que o Brasil está na direção certa e registra forte crescimento, comprovado pelos indicadores de investimento no país e acrescentou que, em 2013, o crescimento do PIB brasileiro estará “certamente acima da média mundial”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Durante o fórum, os ministros da Indústria da Argentina, Débora Giorgi, e da Economia do Uruguai, Fernando Lorenzo, também reforçaram a necessidade de ampliar a integração produtiva do bloco econômico. Para o presidente da União da Indústria Argentina, José Ignácio de Mendiguren, a integração "é a única opção possível".</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O fórum reúne empresários sul-americanos que vão levantar sugestões dos diversos setores da economia para incentivar o comércio e o desenvolvimento da região. A principal demanda é implementar ações que facilitem o comércio no bloco.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em 21 anos de existência do Mercosul, o comércio entre os países do bloco (Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai – a entrada da Venezuela ocorreu somente este ano) passou de USS 5 bilhões para USS 50 bilhões.  O Chile, o Equador, a Colômbia, o Peru e a Bolívia estão no grupo como países  associados. Há, ainda, os membros observadores: o México e a Nova Zelândia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Com a Venezuela, o Mercosul reúne 270 milhões de habitantes, o equivalente a 70% da população da América do Sul, cujo Produto Interno Bruto (PIB) chega a US$ 3,3 trilhões, aproximadamente 83,2% do PIB sul-americano, em um território de 12,7 milhões de quilômetros quadrados ou 72% da região.</span></p>

<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br /></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Bolsa vacila com escassez de papéis e excesso de gestores ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/249/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/como_investir_na_bolsa_de_valores.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Uma reclamação está se tornando cada vez mais constante entre gestores de recursos: falta papel para investir. Embora seja ainda mais ouvido de casas independentes, o discurso já surge também entre grandes do varejo. Alguns fatores contribuem para aumentar essa sensação de que há ativos de menos: os juros básicos estão no menor nível histórico, o ano foi muito fraco em ofertas iniciais de ações na bolsa (apenas três IPOs) e as empresas mais líquidas do mercado, boa parte do setor de commodities, passam por um momento pouco animador. Para completar, outros setores importantes, antes tidos como defensivos (caso das companhias de energia elétrica), também foram atingidos por turbulências.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os números dos mercados de gestão e de capitais sugerem, porém, que o problema não é apenas a falta de oferta de ativos. Segundo o ranking de gestão da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima), há 465 gestoras de fundos atuando. Na BM&F Bovespa são 365 companhias listadas, número considerado muito baixo. Além disso, o grupo das companhias que os especialistas entendem como de fato "investíveis" é ainda menor. Alguns gestores falam em algo como 150 - basicamente as "blue chips" e as que estão nos níveis diferenciados de governança.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Dados de outros mercados sugerem que o Brasil tem uma indústria de fundos forte e desenvolvida, mas sem um número de companhias equivalente. Os números da World Federation of Exchanges mostram que a Índia, por exemplo, possui mais de 6,5 mil companhias listadas. Coreia do Sul, China e EUA também tem números elevados de empresas na bolsa. As indústrias de fundos da China e da Índia, porém, têm volumes menores, conforme números do Investment Company Institute.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Num ambiente de juros altos e com um mercado de IPOs mais ativo, essas questões não preocupavam tanto. Agora, o cenário é outro. Além disso, abrir uma gestora de recursos é algo relativamente simples, o que vem multiplicando o número de gestores e torna mais difícil que cada um deles consiga "gerar alfa" - jargão do mercado para os retornos obtidos. Pedro Cerize, sócio da Skopos, resume: "Não tem 'alfa' para todo mundo. O mercado virou um rouba monte", diz. Esse ambiente, no entanto, gera uma competição entre os gestores, o que poderá trazer benefícios ao investidor, como uma eventual redução das taxas de administração.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ MPX prevê captar R$ 900 milhões para Projeto Parnaíba II ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/248/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/mpx.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O diretor financeiro da MPX – empresa do grupo EBX -, Rudolph Ihns, afirmou há pouco que a empresa prevê captar R$ 900 milhões para desenvolver o projeto da usina termelétrica Parnaíba II, no Maranhão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Desse montante, segundo o executivo, R$ 400 milhões serão em debêntures e os outros R$ 500 milhões serão um financiamento com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em reunião com analistas nesta manhã no Rio, o diretor financeiro da MPX afirmou que a empresa está feliz por não estar envolvida na discussão da MP 579, do setor elétrico. Segundo o executivo, o governo trabalha para reduzir as tarifas de energia e tem uma certa pressa para resolver a questão. No entanto, de acordo com ele, as medidas trarão “impactos significativos” para as empresas envolvidas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“Estamos felizes por não participarmos dessa discussão. Essas empresas vão ter impactos significativos”, afirmou durante apresentação na sede da Apimec no Rio. “A impressão que tenho é que os projetos vão ter que ter mais investimentos da iniciativa privada.”</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><em>(Marta Nogueira | Valor)</em></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Programa para setor portuário prevê investimentos de R$ 54 bilhões ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/247/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/edit.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os investimentos anunciados nesta quinta-feira pelo governo para a ampliação e modernização da capacidade portuária passam de R$ 54 bilhões, de acordo com dados apresentados pela Secretaria dos Portos. O órgão ficará responsável pela centralização do planejamento do setor.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Roberto Stuckert Filho/PRPresidenta Dilma Rousseff durante cerimônia de anúncio do Programa de Investimentos em Logística: Portos no Palácio do Planalto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O objetivo do pacote, segundo a presidente Dilma Rousseff, é aumentar a movimentação nos portos, ao modernizar tanto gestão quanto infraestrutura portuárias.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Do investimento total, a estimativa é que R$ 31 bilhões sejam desembolsados até 2014/2015 e outros R$ 23,3 bilhões saiam do papel até 2016/2017.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Ainda estão previstos outros R$ 2,6 bilhões em acessos ferroviários e rodoviários.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O ministro-chefe da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, disse que a menor tarifa será adotada como critério para definir as novas concessões de portos e os novos arrendamentos de terminais públicos. Ele observou que não será mais usado o critério de maior valor de outorga, que predominava até hoje nos arrendamentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Com todos os investimentos feitos, o Palácio do Planalto está confiante em atender à crescente demanda nos portos brasileiros, que subirá de 258 milhões para 975 milhões de toneladas, entre 2009 e 2030, segundo o Plano Nacional de Logística Portuária (PNLP), o estudo contratado pelo governo para subsidiar todas as discussões do pacote.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O ministro-chefe da Secretaria de Portos, Leônidas Cristino, informou também que a decisão da presidente Dilma Rousseff é de relicitar todos os 54 terminais públicos que foram arrendados à iniciativa privada antes da Lei 9.630 (Lei dos Portos). Até ontem à noite, havia indefinição dentro do próprio governo se haveria relicitação ou prorrogação dos contratos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os empresários reagiram imediatamente e saíram do Planalto irritados. “Muitas empresas vão defender seus direitos na justiça”, disse o presidente da Associação Brasileira de Terminais Portuários (ABTP), Wilien Manteli. “A lei 9.630 tem um comando expressivo e determinante de adaptação [prorrogação] dos contratos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Temos que ler a MP e todos os atos complementares. Mas se a expectativa era atrair investimentos, ela vai afastar”, concluiu.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Governo reduz para um ano prazo de empréstimo externo sujeito a IOF ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/246/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/-1.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O governo reduziu para um ano o prazo dos empréstimos externos sujeitos à alíquota de 6% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Até então, os empréstimos com prazos de até dois anos pagavam essa alíquota.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A medida, publicada no Diário Oficial da União nesta quarta-feira, é anunciada um dia após o governo flexibilizar regras para antecipação de receitas de exportação, visando estimular a entrada de dólares no país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A redução do prazo dos empréstimos externos afetados pelo IOF não era esperada no curto prazo e sinaliza que o governo pode estar se antecipando a um cenário mais desafiador para o financiamento de empresas no próximo ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O governo já havia alterado o prazo dos empréstimos sobre os quais incide a alíquota de 6% outras vezes neste ano. Em junho, em meio ao fluxo cadente, o governo decidiu reduzir esse prazo de cinco para dois anos. Em março, o governo tinha elevado os prazos, inicialmente de dois para três anos e, menos de duas semanas depois, de três para cinco anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O IOF passou a ser utilizado como um instrumento de combate ao que o governo chamou de "guerra cambial" em março do ano passado. Na época, o objetivo era conter a valorização do real.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br /></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ BC amplia para 5 anos prazo de antecipação de receitas de exportação ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/245/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/concurso_banco_central_2013.png" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A diretoria colegiada do Banco Central (BC) decidiu em sessão extraordinária realizada na segunda-feira ampliar para cinco anos o prazo entre a contratação de câmbio, por meio de Adiantamento sobre Contrato de Câmbio (ACC), e o embarque de mercadoria ou a prestação de serviços.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os exportadores usam as facilidades do pagamento antecipado para financiar a produção de bens e serviços destinados ao exterior, funcionando como uma espécie de “capital de giro”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As operações de recebimento antecipado de exportação de mercadorias ou de serviços passam a ser limitadas a 1.800 dias, de acordo com a circular 3.617, publicada na manhã desta terça-feira no BC Correio (sistema de informações da autarquia).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em março, por meio da circular 3.580, o BC estipulou o prazo de contrato de 360 dias para “disciplinar” o mercado. Na época, a autoridade monetária explicou que havia operações nessa modalidade com prazo de até dez anos. Ou seja, o mecanismo vinha sendo usado para fazer o que o mercado chama de “carry trade”. Aproveitando-se do diferencial de taxa de juros, o exportador pegava esse dinheiro lá fora, a um custo historicamente baixo, e o aplicava aqui no mercado financeiro, tirando vantagem de juros ainda muito elevados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Agora, depois de “avaliações constantes”, o BC sentiu que tem uma demanda muito forte por esse tipo de operação e resolveu ampliar o prazo, já que o mercado já está “disciplinado”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Ainda continua válida a alteração da circular 3.604, de junho deste ano, que permite que além do próprio importador, instituições do sistema financeiro e outras pessoas jurídicas no exterior ofereçam a possibilidade de recursos para financiamento às exportações. A circular de março havia determinado que apenas os importadores no exterior poderiam fazer esse tipo de operação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A mudança nas regras, que tende a favorecer uma maior entrada de dólares no país, tem efeito imediato sobre o dólar. Às 9h45, a moeda americana caía 0,42%, a R$ 2,111 na venda, após iniciar os negócios em alta e atingir uma máxima de R$ 2,126.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">(Fonte: Murilo Rodrigues Alves | Valor Econômico)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br /></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Vale aprova investimentos para 2013 ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/244/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/vale-1.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O conselho de administração da Vale aprovou o orçamento de investimentos para 2013 no valor de US$ 16,3 bilhões. A maior parcela, de US$ 10,1 bilhões, vai para a execução de projetos, outros US$ 5,1 bilhões serão dedicados à sustentação das operações existentes e US$ 1,1 bilhão serão destinados à pesquisas e desenvolvimento.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O valor total dos investimentos para 2013 é um pouco menor que o de 2012, que deverá alcançar US$ 17,5 bilhões, valor máximo previsto para os próximos anos e abaixo dos US$ 18 bilhões atingidos em 2011.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“As perspectivas de uma expansão moderada da demanda global por minérios e metais no médio prazo requerem rígida disciplina na alocação de capital e maior foco em maximizar eficiência e minimizar custos”, afirmou a empresa em fato relevante.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Segundo a Vale, a prioridade mudou do crescimento marginal de volume para “volumes com eficiência de capital, uma mudança que impacta profundamente a forma de gerir capital”, segundo a companhia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Por área de negócio, a Vale investirá US$ 7,65 bilhões em minerais ferrosos,  US$ 3,78 bilhões em metais básicos, US$ 1,73 bilhão em carvão, US$ 1,33 bilhão em fertilizantes, entre outros.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Dilma confirma anúncio do pacote de portos para a próxima quinta-feira ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/243/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/dilma_rousseff.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A presidente da República, Dilma Rousseff, confirmou para a próxima quinta-feira (6) o anúncio das novas regras para investimentos no setor portuário. De acordo com ela, o setor é fundamental para o ganho de competitividade da economia brasileira e precisa expandir sua capacidade, melhor a qualidade dos serviços e reduzir custos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“Eu já disse a vocês que o Brasil precisa de uma estrutura logística eficiente. Vamos lançar toda uma legislação de portos e conjuntos de investimentos que serão tornados possíveis sempre olhando essa grande parceria entre o governo federal, o estadual e iniciativa privada”, disse a presidente, que inaugurou nesta segunda-feira obras de melhoria e ampliação do Porto do Itaqui, na capital do Maranhão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“Para isso, para fazer com que o Brasil tenha real dimensão para enfrentar as décadas iniciais do século 21, um dos desafios está em portos eficientes. Com eles, vamos melhorar ganhos do setor de agronegócios, vamos reduzir custos industriais e aumentar competitividade”, complementou Dilma.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na semana seguinte ao anúncio do modesto PIB do terceiro trimestre, Dilma disse que o desafio da economia brasileira para ganhar competitividade é “imenso”. De acordo com ela, os investimentos públicos e privados são a “chave para o nosso crescimento sustentável”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A presidente afirmou que as obras fazem parte de um esforço do governo em melhorar a infraestrutura de transportes no país. A União investiu R$ 150 milhões na construção e ampliação de berços de atracação no porto maranhense, cuja administração é bem avaliada pelo Planalto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Segundo adiantou o Valor na semana passada, o programa deve incluir concessões à iniciativa privada para a construção de portos no Amazonas e na Bahia, bem como liberar a construção de terminais privados fora das áreas de portos organizados.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A versão final do pacote de medidas para o setor portuário, segundo apurou o Valor, contemplará investimentos de R$ 50 bilhões a R$ 60 bilhões em novas instalações e ampliação da capacidade existente.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Taxa média de juro cai para nova mínima histórica em outubro ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/242/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/taxadejuros.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A taxa média de juros das operações referenciais de crédito do sistema financeiro caiu 0,6 ponto percentual entre setembro e outubro, atingindo 29,3% ao ano, o menor nível da série histórica calculada pelo Banco Central (BC), com início em junho de 2000. Já a taxa de inadimplência considerando atrasos há mais de 90 dias não cede e permaneceu em 5,9% pelo quarto mês seguido.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os dados foram divulgados nesta quinta-feira pela autoridade monetária. O governo iniciou em abril uma cruzada pela redução das tarifas bancárias. Este é o oitavo mês consecutivo de queda nas taxas médias. O corte acumulado de janeiro a outubro é de 7,8 pontos percentuais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A queda foi um pouco maior nas operações direcionadas às empresas, cujo custo caiu 0,5 ponto percentual no mês passado, para 22,1% ao ano. Para as famílias, a média caiu de 35,8% para 35,4% ao ano. Tanto as taxas médias de juros das pessoas físicas como as das pessoas jurídicas atingiram as mínimas históricas em outubro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O spread bancário (diferença entre as taxas de captação dos bancos e as aplicadas aos clientes) caiu de 22,3 pontos percentuais em setembro para 22 pontos em outubro, também novo piso histórico. Nas operações com pessoas físicas, o spread, que era de 27,9 pontos em setembro, caiu para 27,8 pontos percentuais. As empresas, por sua vez, contrataram crédito com spread de 15 pontos em setembro, ante 15,3 pontos no mês anterior.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Cautela toma conta do mercado, bolsas caem e dólar avança ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/241/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/bolsa_de_valores_size_598.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Passado o breve e frágil efeito positivo do acordo da Grécia com seus credores, os mercados se voltam para as preocupações com a situação fiscal americana e, assim, a cautela volta a tomar conta dos negócios nesta quarta-feira.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em meio às indefinições sobre o tema, pesaram sobre o humor as declarações de Harry Reid, líder da maioria no Senado americano, dizendo que as negociações sobre o “fiscal cliff” (abismo fiscal) tiveram “pouco avanço”. Um porta-voz da Casa Branca negou impasse nas conversas entre os dois partidos, mas não foi suficiente para conter o desânimo de investidores.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O abismo fiscal é uma combinação de mais de US$ 500 bilhões em cortes de gastos e aumento de impostos que podem entrar automaticamente em vigor no início do ano que vem e, assim, prejudicar gravemente a economia americana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em reação, as bolsas europeias voltam a cair, assim como os índices de ações dos Estados Unidos. Por aqui, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) também cede e já perde o nível dos 56 mil pontos. Não fossem as ações das elétricas, que prosseguem no movimento de recuperação após perdas fortes, a queda do Ibovespa poderia ser ainda maior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Por volta de 11h55, o Ibovespa caía 0,65%, para 55.882 pontos. No setor de energia elétrica, a maior alta era de Cesp PNB (4,82%), acompanhada no setor por Cemig PN (3,48%), Eletrobras PNB (1,93%), Transmissão Paulista PN (1,79%) e Copel PNB (0,37%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Também na contramão, B2W ON lidera a lista de valorizações, disparando 9,36% no segundo pregão de forte reação positiva à elevação de recomendação pelo Bank of America Merrill Lynch.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Entre as ações mais líquidas da bolsa brasileira, Vale PNA caía 1,06%, para R$ 35,35; Petrobras PN operava em alta de 0,05%, para R$ 18,52; OGX ON tinha desvalorização de 1,58%, para R$ 4,37; Itaú PN tinha baixa de 0,87%, para R$ 30,74; e Bradesco PN caía 0,94%, para R$ 33,77.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Dólar</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O dólar ganha terreno no mundo, movimento seguido pela cotação por aqui. A alta, contudo, não é suficiente para tirar a cotação do intervalo de R$ 2,08-R$ 2,10, que já é visto como um novo ponto de equilíbrio da banda cambial informal considerada pelo mercado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O dólar à vista subia 0,67%, para R$ 2,094 na venda, na máxima do dia. No mercado futuro, o contrato para dezembro operava em alta de 0,43%, a R$ 2,0945.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Juros futuros</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os juros futuros, por sua vez, operam na expectativa pela decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, firmes no consenso de que a taxa Selic permanecerá inalterada no patamar atual de 7,25% ao ano e que o comunicado após o encontro confirmará as apostas em estabilidade da Selic por um período prolongado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o contrato de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2014 tem taxa de 7,28%, ante 7,29% no ajuste de ontem. DI janeiro/2017 recua de 8,70% para 8,69%. DI janeiro/2015 opera a 7,89%, de 7,93% ontem.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Inflação em SP desacelera na 3ª prévia de novembro, diz Fipe ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/240/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/infla.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor (IPC) desacelerou para 0,64% na terceira quadrissemana de novembro, de 0,70% na segunda semana, de acordo com a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). No mesmo período em outubro, o indicador teve alta de 0,84%. O IPC-Fipe mede a inflação na cidade de São Paulo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na passagem da segunda para a terceira semana, foram registradas taxas menores em três dos sete grupos pesquisados pela Fipe. Alimentação cedeu de 1,21% para 0,85%; habitação, de 0,42% para 0,37%; e transportes, de 0,25% para 0,18%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Por outro lado, outros quatro grupos tiveram variação maior no período: despesas pessoais, de 1,33% para 1,55%; saúde, de 0,46% para 0,51%; vestuário, de 0,96% para 1,45% e educação, de 0,04% para 0,07%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong>Comparação mensal</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na comparação com o mesmo período de outubro, foram registradas também desacelerações em alimentação, que cedeu de 2,28% para 0,85%; habitação, de 0,51% para 0,37%; e transportes, de 0,31% para 0,18%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Outros quatro grupos tiveram variação maior no período: despesas pessoais, de 0,56% para 1,55%; saúde, de 0,21% para 0,51%; vestuário, de 0,45% para 1,45% e educação, de 0,05% para 0,07%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">(Ana Conceição | Valor)</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Últimos dias das consultas públicas sobre negociações com UE e Canadá ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/239/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/canada_eua.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Até hoje (26/11), os interessados do setor privado brasileiro poderão encaminhar manifestações para duas consultas públicas abertas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). A primeira delas, instituída pela Circular n° 44/12, é referente às negociações do Acordo de Livre Comércio entre Mercosul e União Europeia para que o setor privado possa apresentar posicionamento atualizado sobre o tema.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Já a segunda consulta pública, instituída pela Circular n° 45/12, diferentemente da anterior, não trata de negociações em curso e se refere ao eventual lançamento de negociações de um acordo de livre comércio entre Mercosul e Canadá. Para tanto, o governo brasileiro julga necessário obter informações adicionais sobre o interesse do setor privado brasileiro. Até o momento, houve apenas discussões exploratórias entre representantes do Mercosul e do Canadá. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres, destaca a iniciativa como uma forma de atender a uma orientação de governo. “Houve uma orientação clara, do ministro Fernando Pimentel e dos demais ministros que compõem a Câmara de Comércio Exterior, de conduzir os trâmites relacionados a essas negociações com amplo conhecimento e oportunidade de manifestação para o setor privado brasileiro. Essas consultas públicas atendem a essa orientação”, afirmou. A Secex esclarece que todas as informações fornecidas, nas duas consultas públicas, são de caráter sigiloso e serão analisadas para definição da posição brasileira no Mercosul.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;">Mercosul – União Europeia</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A consulta pública sobre as negociações entre Mercosul e União Europeia leva em consideração a necessidade de atualização do posicionamento do setor privado brasileiro, uma vez que a última consulta pública sobre o tema foi realizada, no dia 7 de janeiro de 2011, por meio da Circular nº 1/11.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Por meio do novo processo, as associações e entidades representativas do setor privado brasileiro poderão se manifestar e indicar os códigos da Nomenclatura Comum do Mercosul (NCM) dos produtos representados e o prazo máximo necessário para a desgravação tarifária, com justificativa que embase o posicionamento. A associação ou entidade de classe poderá também indicar os códigos NCM que devem, a seu juízo, ser excluídos do acordo, com apresentação de justificativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-size: small;">Mercosul – Canadá</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na consulta pública sobre Mercosul e Canadá, as entidades e associações poderão indicar interesses ofensivos e defensivos sobre as negociações, destacando a área a que se referem (bens, serviços ou investimentos).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em relação à área de bens, a manifestação deverá destacar os produtos de maior interesse ofensivo ou defensivos, indicando o código NCM, com apresentação de justificativas. O mesmo vale para as áreas de serviços e investimentos, sendo que o código indicado deve ser o da Classificação Central de Produtos (CPC – saiba mais sobre esta classificação).</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Construções de casas sobem em outubro nos EUA ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/238/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/casas.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As construções de imóveis residenciais iniciadas em outubro nos Estados Unidos subiram 3,6%, para uma taxa anualizada de 894 mil unidades, comparados aos 863 mil (dado revisado) de setembro, de acordo com dados divulgados hoje pelo Departamento do Comércio. Economistas previam queda no dado. Na comparação anual, houve aumento de 41,9%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O Departamento do Comércio diz que o furacão Sandy teve um efeito "mínimo" nos números, já que atingiu uma pequena parte do país no final do mês passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As construções de residências familiares (single-family) diminuíram 0,2% em outubro ante setembro, para 594 mil unidades, enquanto os prédios com cinco ou mais unidades chegaram a 285 mil, utilizando a mesma base de comparação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As autorizações para novas construções, indicativo da atividade do setor imobiliário no futuro, caíram 2,7% em outubro, para uma taxa anualizada de 866 mil unidades. Ante outubro de 2011, as permissões subiram 29,8%.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Sobe total de veículos emplacados em novembro ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/237/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/concessionaria_da_citr_en_size_598.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O total de veículos emplacados na primeira metade de novembro subiu 0,22% em relação ao mesmo período do mês passado e alcançou 156 480 unidades, informou nesta terça-feira a Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores (Fenabrave). O resultado contabiliza a comercialização de automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Na comparação com o mesmo período de 2011, as vendas da primeira quinzena de novembro baixaram 7,42%. No acumulado do ano, os emplacamentos destas categorias somam 3 142 332 unidades, o que representa uma elevação de 6,48% sobre igual período do ano passado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Somente os licenciamentos de automóveis e comerciais leves totalizaram 148 655 unidades na metade inicial deste mês, o que representou uma queda de 0,48% sobre a primeira quinzena de outubro e uma retração de 7,24% sobre os quinze primeiros dias de novembro de 2011.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Já as vendas de caminhões e ônibus apresentaram aumento de 15,67% na primeira metade de novembro ante o mesmo período de outubro, com declínio de 10,74% sobre igual base de comparação em 2011. De acordo com a entidade, foram comercializadas 7 825 unidades na primeira quinzena deste mês no país.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em relação a motos, os emplacamentos somaram 65 528 unidades na primeira quinzena de novembro, com redução de 0,25% sobre a primeira metade de outubro e um recuo de 26,59% ante a metade inicial de novembro de 2011.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Nestas bases de comparação, as vendas de implementos rodoviários subiram 13,52% e aumentaram 7,86%, respectivamente. Ao todo, foram vendidos 2 594 implementos na primeira metade de novembro deste ano, informou a Fenabrave.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Ministro do MDIC recebe Conselho Mundial do BC Group ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/236/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/0.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, recebeu nesta terça-feira, 20, em Brasília, Andrew Gould, presidente do conselho mundial do BG Group, que anunciou o compromisso da empresa com investimentos de US$ 30 bilhões no país até 2020. “A BG será o maior investidor estrangeiro do Brasil”, enfatizou Gould.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Líder mundial em produção e exploração de petróleo e gás natural, o grupo BG atua no Brasil em cinco blocos na Bacia de Santos. Em parceria com a Petrobrás, a companhia pretende passar a sua produção diária de 30 mil barris para 600 mil, nos próximos oito anos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Andrew Gould afirmou que a BG Brasil possui um “elevado comprometimento” com o desenvolvimento do país e na promoção de competitividade da indústria brasileira de petróleo e gás. Para isso, a empresa investirá em quatro estruturas estratégicas: meio-ambiente e segurança; investimento social; conteúdo local e pesquisa e desenvolvimento (P&D).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O anúncio de investimentos em P&D junto com empresas nacionais foi uma das iniciativas recebidas com mais entusiasmo pelo ministro. A empresa informou que serão destinados mais de US$ 2 bilhões ao setor até 2025. A estratégia do grupo é estimular a criação de empresas de alta tecnologia no Brasil, que irão oferecer bens e serviços globalmente competitivos, servindo ao Brasil e aos mercados internacionais. “Recebemos com muita alegria esses investimentos”, disse Pimentel.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No Brasil desde 1994, a BG Brasil possui atualmente seis projetos de educação em ciências e matemática e de qualificação profissional no país. E está investindo US$ 100 milhões no financiamento de bolsas de doutorado e pós-doutorado para estudantes brasileiros em universidade estrangeiras por meio do programa do governo federal Ciência Sem Fronteiras.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Fonte: Plano Brasil Maior/Assessoria de imprensa</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Ritmo de investimentos no PAC 2 desacelera no ano ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/235/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/pac3.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em um ano em que a equipe econômica se ocupou em alavancar os investimentos, a execução do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) desacelerou ao longo dos meses. No primeiro semestre, R$ 119,9 bilhões foram executados, avanço de 39% em relação ao registrado nos seis primeiros meses de 2011 - início da segunda etapa do programa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Dados divulgados ontem mostram que esse ritmo caiu para 26% no acumulado até setembro em comparação com igual período do ano passado. A execução nos nove primeiros meses deste ano foi de R$ 181,5 bilhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Com os R$ 61,6 bilhões que entraram na conta de execução do PAC 2 de julho a setembro, o governo federal atingiu a marca de R$ 385,9 bilhões executados na segunda fase do programa, iniciada em janeiro de 2011. Isso representa 40,4% dos R$ 955 bilhões previstos para serem desembolsados até 2014. Até junho, essa taxa era de 34%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">"Do nosso ponto de vista, estamos conseguindo dar conta do que é necessário, mas nunca estamos satisfeitos, não", afirmou a ministra do Planejamento, Miriam Belchior, durante a apresentação do quinto balanço do PAC 2. "A nossa expectativa é sempre superior."</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Para justificar atrasos, Miriam disse que problemas judiciais e greves em obras são "algumas dificuldades" do PAC. Diante disso, uma equipe da Advocacia-Geral da União (AGU) está focada em contornar estes desafios. "Toda vez que um projeto tem problema no Judiciário, a gente tem conseguido resolver isso rapidamente para que as obras sigam no ritmo necessário", afirmou.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Até setembro deste ano, a União desembolsou R$ 26,6 bilhões, com 16% das ações do programa em estado de "atenção" e "preocupante". Até abril, este percentual era de 14%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No segundo ano de programa, foram realizados R$ 26,8 bilhões no eixo de transportes. Esse montante foi aplicado em 1,1 mil km de rodovias, 459 km de ferrovias, 16 empreendimentos em aeroportos, 14 projetos de portos e aquisição de 1,2 mil retroescavadeiras, equipamentos usados em obras de estradas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O balanço do programa aponta que os principais empreendimentos do setor ferroviário enfrentam problemas de atraso nas obras. Dois trechos da ferrovia Norte-Sul, por exemplo, receberam selo de "atenção", mesma situação encontrada na primeira etapa da Ferrovia Oeste-Leste (Fiol), entre Ilhéus e Caetité, na Bahia. O segundo trecho da Fiol, entre Caetité e Barreiras, teve sua execução classificada como "preocupante". O governo considera que outros projetos, como o trem-bala, que interligará as cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Campinas, e a construção da Nova Transnordestina, estariam em ritmo adequado.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No eixo de energia, foram realizados R$ 87,6 bilhões entre 2011 e 2012. Estes recursos foram aplicados em 4,2 mil megawatts (MW) de potência em geração de energia elétrica, 3,3 mil km de linhas de transmissão, 13 subestações e 17 projetos de exploração e produção de petróleo e gás, além de empreendimentos de refino, fertilizantes e indústria naval.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Entre os projetos considerados "preocupantes", está a hidrelétrica de São Manoel, prevista para ser construída no rio Teles Pires (PA-MT), que ficou pelo segundo ano seguido fora do leilão de geração, por falta de licença ambiental. Com o mesmo selo está o programa de modernização e expansão de frota do Estaleiro Superpesa (RJ) de responsabilidade da Petrobras, que pode ser levado a nova licitação, prevista para fim deste mês.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No programa Cidade Melhor, foram gastos R$ 869,3 milhões, entre 2011 e 2012. No mesmo período, o Minha Casa, Minha Vida aplicou R$ 155 bilhões e o Água e Luz para Todos, outros R$ 2,3 bilhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Após o balanço, o ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wagner Bittencourt, disse que ainda não há previsão de definição sobre o anúncio do pacote para o setor de aeroportos. No entanto, a ministra do Planejamento havia dito anteriormente que as medidas para as áreas de portos e aeroportos estão "saindo".</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Vale obtém licença ambiental para expansão da Estrada de Ferro Carajás ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/234/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/vale.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A Vale informou ter recebido licença de instalação, emitida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), para a expansão da Estrada de Ferro Carajás (EFC), que liga as operações de mineração da companhia no Estado do Pará ao terminal marítimo de Ponta da Madeira, no Maranhão.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A licença emitida juntamente à autorização para supressão de vegetação permite o início das obras de expansão da capacidade da estrada de ferro para 230 milhões de toneladas métricas por ano. Segundo a Vale, esse aumento será importante para "proporcionar a extensão da infraestrutura de logística requerida para suportar o projeto Carajás Serra Sul S11D", com capacidade estimada em 90 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A empresa afirma que a licença abre caminho para obras que totalizam 786 km de extensão, com conclusão prevista para 2017, que incluem a duplicação de 559,7 km de ferrovia.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O projeto Ferro Carajás S11D envolve investimento de US$ 19,5 bilhões, sendo US$ 8,1 bilhões na mina de minério de ferro e unidade de processamento em três módulos. O total de US$ 11,4 bilhões serão aplicados na ampliação da infraestrutura de logística, ferrovia e terminal marítimo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O início da produção de minério de ferro está previsto para o segundo semestre de 2016 e a operação à plena capacidade para o fim de 2017, de acordo com a Vale.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"> "A obtenção pela Vale neste ano de mais de 90 licenças ambientais está permitindo não só a continuidade de suas operações de mineração e logística no Brasil, mas sobretudo a viabilização de expressivo salto quantitativo e qualitativo em sua produção futura de minério de ferro, a custos operacionais inferiores aos atuais", afirmou a empresa em comunicado.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ MDIC e Apex-Brasil promovem evento na China ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/233/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/brasilchina1.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) organizam o evento Flavours from Brasil (Sabores do Brasil) que levará vinte empresas brasileiras do setor de alimentos e bebidas à Pequim (China) para promover seus produtos e fazer negócios com compradores chineses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O evento será realizado nos dias 20 e 21 de novembro no hotel Grand Hyatt Beijing e inclui workshops informativos sobre a produção brasileira, além de ações de relacionamento com o objetivo de promover a interação entre os empresários brasileiros e os convidados chineses. São esperados no evento autoridades, empresários, jornalistas e formadores de opinião chineses.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No dia 21 de novembro, serão promovidas rodadas de negócios com compradores da China, Taiwan, Hong Kong e Cingapura. A expectativa é de que sejam realizadas 400 reuniões de negócios entre os empresários brasileiros e aproximadamente 50 compradores estrangeiros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Participarão do evento, que inclui uma coletiva de imprensa para a mídia chinesa, o secretário executivo do MDIC, Alessandro Teixeira, e o subsecretário de Relações Internacionais do Agronegócio e Diretor de Negociações Sanitárias e Fitossanitárias do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Lino Colsera.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Alta do dólar reflete no mercado ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/232/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/reais_e_dolares.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O clima de pessimismo volta a tomar conta dos mercados nesta sexta-feira, o que se reflete em um movimento de alta do dólar na comparação a seus principais pares.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A atenção dos investidores está voltada para o encontro do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, com líderes do Congresso, no qual será discutida a questão do abismo fiscal – pacote bilionário de cortes de gastos e aumento de impostos que pode entrar em vigor no início de 2013 e, assim, afetar gravemente a economia americana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“Sinais de conciliação dos dois lados sugerem alguma tentativa de compromisso, mas os pontos de partida rígidos indicam que não será fácil combinar retórica com realidade”, disse o Credit Agricole Corporate & Investment Bank em nota.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na expectativa pelo evento, investidores optam por uma postura cautelosa, o que amplia a demanda por dólares hoje. No início dos negócios, o dólar comercial sobe 0,44%, para R$ 2,0750 na venda. Na Bolsa de Mercadorias e Futuros (BM&F), o dólar futuro para dezembro tem alta de 0,24%, a R$ 2,0770.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na quarta-feira, a moeda americana havia recuado, interrompendo uma sequência de cinco pregões em alta, em um movimento de realização de lucros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Juros futuros</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Depois da forte puxada dos juros futuros na última sessão, a sessão desta sexta-feira abre espaço para algum ajuste das taxas, especialmente das mais longas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na quarta-feira, o resultado do índice de atividade econômica do Banco Central, o IBC-Br de setembro (queda de 0,52% em relação a agosto), foi considerado a confirmação de um quadro de atividade ainda lenta. Mas, mesmo assim, a inflação não dá sinais de alívio.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">E a preocupação com a evolução do dólar - que já passa os R$ 2,06 - e com a capacidade do governo em cumprir o corte da tarifa de energia elétrica de 20% planejado para o próximo ano só agrava essa percepção.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Na BM&F, o contrato de depósito interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2014 tem taxa de 7,40% na abertura (7,41% na quarta-feira). O DI janeiro/2017 inicia sessão com taxa de 8,81% (8,82% no ajuste de quarta-feira).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><br /></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Diminui imposto de importação para 232 itens ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/231/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A Câmara de Comércio Exterior (Camex) aprovou nesta terça-feira a redução do Imposto de Importação de 232 itens dos setores de mineração, petróleo, bens de capital e automotivo, entre outros, vinculados a mais de 4,5 bilhões de dólares em investimentos, informou o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Houve redução temporária nas alíquotas do imposto de 14 por cento para 2 por cento para bens de capital, e de 16 por cento para 2 por cento para bens de informática e telecomunicação dos itens dos setores beneficiados com o regime de "ex-tarifários".</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Com isso, o total de itens aprovados e incluídos nessa condição especial de tributação até agora no ano chega a 2.696, de acordo com o ministério, ultrapassando o número de concessões aprovadas de janeiro a dezembro do ano passado (2.487).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Mercosul - A Camex também aprovou mudanças na resolução que institui o Grupo Técnico sobre Alterações Temporárias da Tarifa Externa Comum do Mercosul (GTAT-TEC), para que a ampliação da lista de produtos que poderão ter elevação temporária de Imposto de Importação segundo decisão do Conselho Mercado Comum do Mercosul também seja objeto de análise do grupo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A ampliação, aprovada em reunião do conselho do Mercosul em junho deste ano, ainda não está em vigor, porque precisa ser incorporada antes às legislações nacionais dos Estados-membros do bloco comunitário, completou a pasta. A primeira lista, de 100 produtos, já está em vigor desde 1o de outubro, acrescentou.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Exportações brasileiras crescem em novembro ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/230/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/comeximagem.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As exportações brasileiras, nas duas primeiras semanas de (1° a 11), com seis dias úteis, foram de US$ 7,290 bilhões (média diária de US$ 1,215 bilhão). Pela média, houve aumento de 11,6% em relação ao desempenho do mês de novembro de 2011 (US$ 1,088 bilhão).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Neste comparativo, as vendas manufaturados tiveram aumento de 30,8%, com destaques para plataformas de perfuração e exploração de petróleo; aviões; laminados planos; óleos combustíveis; açúcar refinado; suco de laranja não congelado; medicamentos; e veículos de carga. Nos básicos, o crescimento das exportações (5,5%) foi devido, principalmente, ao milho em grão; carne suína e bovina; fumo em folhas; petróleo; e algodão em bruto. As vendas de semimanufaturados decresceram (-9,4%) em virtude de quedas nos embarques de ferro fundido; ouro em forma semimanufaturada; semimanufaturados de ferro e aço; alumínio em bruto; e óleo de soja em bruto.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em relação à média registrada em outubro passado (US$ 989,2 milhões), o aumento nas exportações foi de 22,8%. Houve crescimento das vendas de produtos manufaturados (31,4%) e básicos (26,2%), enquanto decresceram os embarques de semimanufaturados (-2,4%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As aquisições no exterior, em novembro, estão em US$ 6,399 bilhões (média de US$ 1,066 bilhão). Houve expansão de 0,6% na comparação com a média de novembro do ano passado (US$ 1,060 bilhão), com aumento, principalmente, nos gastos com químicos orgânicos e inorgânicos (30,7%); combustíveis e lubrificantes (17,5%); instrumentos de ótica e precisão (9,5%); plásticos e obras (5,2%); e cereais e produtos de moagem (3,1%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Já sobre o resultado verificado em outubro passado (US$ 913,8 bilhão), apontou-se elevação de 16,7% nas compras brasileiras no exterior, especialmente, de combustíveis e lubrificantes (90,5%); químicos orgânicos e inorgânicos (20%); adubos e fertilizantes (19,6%); veículos automóveis e partes (17%); e cereais e produtos de moagem (12,6%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Com esses resultados, a balança registra saldo positivo no mês de US$ 891 milhões (média diária de US$ 148,5 milhões). A corrente de comércio, no período, somou US$ 13.689 bilhões, com resultado médio de US$ 2,281 bilhões.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Ano</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">De janeiro até a segunda semana de novembro, a corrente de comércio totalizou US$ 401,038 bilhões (média diária de US$ 1,848 bilhão), com redução de 3,9% sobre a média do mesmo período do ano passado (US$ 1,923 bilhão).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Nos 217 dias úteis de 2012, o superávit da balança comercial é de US$ 18,262 bilhões (média diária de US$ 84,2 milhões). O resultado é 31% menor que o verificado no mesmo período do ano passado (média diária de US$ 121,9 milhões).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No acumulado do ano, as exportações alcançaram US$ 209,650 bilhões (média diária de US$ 966,1 milhões), resultado 5,5% abaixo do verificado no mesmo período de 2011, que teve média diária de US$ 1,022 bilhão. O acumulado anual das importações está 2,1% menor em relação ao ano passado (média diária de US$ 900,6 milhões). No ano, as compras brasileiras no mercado externo chegam a US$ 191,388 bilhões (média diária de US$ 882 milhões).</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ MDIC cobra normalização do fluxo comercial com Argentina ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/229/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/concurso_mdic_2012.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em reunião realizada dia 8 deste mês, em São Paulo, no escritório do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), a secretária de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), Tatiana Lacerda Prazeres alertou o secretário de Comércio Interior da Argentina, Guillermo Moreno, para a necessidade de que a Argentina adote providências que normalizem o fluxo comercial entre os dois países.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Segundo levantamento do MDIC, com base nos dados do Instituto Nacional de Estatística e Censos da Argentina (INDEC), órgão oficial do governo argentino, de janeiro a setembro deste ano, as exportações brasileiras para o país vizinho caíram 19,4% em relação ao mesmo período de 2011, enquanto, no mesmo comparativo, as vendas dos demais mercados que exportam para a Argentina tiveram retração de 3,4%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“É necessário levar em consideração os efeitos da crise econômica internacional, que provoca uma redução da demanda, mas, ainda assim, setores exportadores brasileiros se queixam de dificuldades operacionais injustificadas para realizar suas vendas para a Argentina”, disse a secretária.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em fevereiro deste ano, o governo argentino estabeleceu um mecanismo adicional para o controle de suas importações – a Declaração Juramentada Antecipada de Importação (DJAI). Segundo o relato de exportadores brasileiros, a demora na concessão desta declaração vem atrapalhando o fluxo das vendas e dificultando a previsibilidade das operações.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Tatiana avaliou que, após reunião realizada no final de junho deste ano, em Mendoza, na Argentina, o comércio apresentou melhoras. No entanto, os obstáculos às vendas de setores brasileiros contribuíram para a perda de participação de mercado (market share) de 3,6%, segundo o levantamento do MDIC, comparando-se os nove primeiros meses de 2011 e o mesmo período de 2012.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“Não é razoável esta perda de mercado quando ela está relacionada a dificuldades operacionais impostas aos exportadores brasileiros sem motivo e sem justificativa plausível”, disse Tatiana.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Segundo o INDEC, entre os setores mais prejudicados com essa perda de mercado estão: linha branca (-10,8%), têxteis e confecções (-7,1%), móveis (-4,7%), máquinas agrícolas (-4%) e autopeças (-2,9%). Entre os que ganharam participação no mercado argentino, de acordo com o instituto de estatística argentino, estão: pneus (2,1%), calçados (1,4%) e carne suína in natura (0,7%).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A secretária avalia, por último, que, mesmo diante das dificuldades apresentadas, é necessário considerar que, em 2012, o volume das exportações brasileiras para a Argentina é o segundo melhor da série histórica do comércio exterior, atrás apenas de 2011, ano em que as vendas brasileiras apresentaram resultados recordes.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Brasil adota medidas para facilitar comércio internacional ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/228/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/pimentelreunio.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A Organização Mundial de Comércio (OMC) reconhece mais explicitamente que o Brasil adotou várias medidas de facilitação do comércio nos últimos meses, e não apenas de restrições a importação ou de defesa comercial, contrariando a percepção comum.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A entidade mostra que de 26 medidas comerciais adotadas pelo país entre meados de maio e de outubro 12 foram de redução temporária de tarifas de importação para 2% sobre dezenas de produtos de informática e telecomunicações, além de sardinhas, coco e outros.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Apenas uma medida foi para aumento de tarifas, de 25% sobre 100 linhas tarifárias, atingindo produtos importantes e causando reação negativa generalizada dos parceiros comerciais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em seu monitoramento periódico sobre o comércio mundial a OMC destaca que o Brasil reduziu tarifas de importação de 2.135 produtos de bens de capital e equipamentos de informática e telecomunicações desde o começo do ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“O relatório da OMC é alentador, porque mostra que, ao contrário da percepção geral, o cenário é de redução de medidas protecionistas no mundo e no Brasil”, afirmou o embaixador brasileiro junto a OMC, Roberto Azevedo. “Isso é ainda mais importante porque continuamos num cenário econômico internacional de grande incerteza”.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Além disso, o Brasil encerrou sete investigações antidumping sem adotar nenhuma sobretaxa adicional sobre as importações examinadas, nos últimos cinco meses – ou seja, sem estabelecer barreira adicional para proteger sua indústria.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A OMC toma cuidado em não considerar que defesa comercial é restrição às trocas, ou seja, protecionismo. Afinal, trata-se de mecanismo autorizado pelas regras comerciais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Certo é que, embora a percepção no exterior seja a de que o Brasil se tornou mais protecionista, procurando defender sua indústria no cenário de real valorizado e de concorrência ainda mais acirrada pela desaceleração econômica global, desta vez as medidas que facilitam o comércio superaram as que supostamente restringem as trocas comerciais.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Cerca de 55% das novas medidas nos últimos cinco meses podem ajudar as exportações e importações, comparado a 45% no relatório de monitoramento anterior, e cobrindo 0,7% das importações de mercadorias dos países do G-20.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As medidas restritivas chegaram a 71 entre maio e outubro, mas a OMC não detalha a origem por país, para não alimentar “clima de acusações” entre os parceiros. O fato é que imediatamente depois, nos comitês específicos da entidade, os países que se sentem afetados apresentam suas reclamações, como forma de pressão inicial.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A OMC projeta expansão do comércio global de apenas 2,5% em volume neste ano, mas alta para 4,5% no ano que vem, ainda abaixo dos mais de 5% na média dos anos anteriores à crise.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><strong><em>Fonte: Valor Econômico </em></strong><br /></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Inflação da China eleva as ações do Japão ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/227/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/japao.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O índice Nikkei 225 progride 0,51% para 8.577,93 pontos e chegou a perder território para próximo de mínimos de Julho. Já o índice Topix avança 0,65% para 722,99 pontos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os ganhos de hoje contrastam com o desempenho recente dos títulos japoneses. O Nikkei recuou na semana passada, depois de o FMI ter revisto em baixa as previsões de crescimento do Japão. O Topix acumula uma queda de 4,7% desde dia 18 de Setembro.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">“Os investidores estão relativamente satisfeitos com o crescimento das exportações da China”, disse o responsável de investimento em activos financeiros do Sumitomo Mitsui Trust Management, Junichi Misawa, citado pela Bloomberg.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Antes de a China ter dado conta de dados da inflação e das exportações, as acções da região da Ásia e Pacífico estavam a oscilar entre ganhos e perdas. O MSCI Ásia – Pacífico chegou a perder 0,1% e a valorizar na mesma proporção, depois de ter acumulado uma perda de 1,5%, na última semana. Dos 10 grupos industriais representados no índice, sete estavam em baixa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No Japão, a fabricante de componentes electrónicos TDK é das que mais contribui para os ganhos, ao valorizar 3,3% para 2.941 ienes. (Fonte)</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Barack Obama derrota Mitt Romney e é reeleito presidente ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/226/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/barack_obama_nelson_400.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O democrata Barack Obama foi reeleito presidente dos Estados Unidos nesta terça-feira (6), após uma campanha muito disputada contra o republicano Mitt Romney.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Obama conseguiu, até a última atualização desta reportagem, 303 votos de um total de 538, contra 206 do rival, segundo projeção da AP.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A festa da vitória já acontece no McCormick Place, em Chicago, onde Obama acompanhou a apuração. (Veja no vídeo acima)</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">"Isto aconteceu graças a vocês, obrigado. Mais quatro anos", disse Obama - um pioneiro em utilizar politicamente as redes sociais - no Twitter.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Quase duas horas depois, Romney, em discurso em Boston, admitiu a derrota.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O democrata foi para a cidade de Illinois, seu reduto eleitoral, acompanhar a apuração, já na noite de segunda-feira (5). Durante a tarde desta terça, reservou espaço para jogar basquete, seu passatempo favorito e também um "ritual" para o líder nos dias de eleições.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As pesquisas de intenção de voto realizadas dias antes da eleição apontavam um empate técnico entre os dois candidatos em âmbito nacional, mas com ligeira vantagem para o presidente nos estados-chaves.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">No complexo sistema eleitoral americano, é o resultado em cada estado é que importa. Ao votar em um candidato, a população na verdade escolhe um colégio eleitoral dentro de seu estado, composto por delegados, que só então elegerá o presidente.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Em todo o país, o colégio eleitoral reúne 538 delegados, de 50 estados e do distrito de Columbia, onde fica a capital Washington.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Antes da eleição, os estados de Nevada (6 delegados), Colorado (9 delegados), Iowa (9 delegados), Wisconsin (10), Ohio (18), Pensilvânia (20), Michigan (16), Virgínia (13), Carolina do Norte (15), New Hampshire (4) e Flórida (29) eram considerados tecnicamente empatados, e oficialmente poderiam ser ganhos por qualquer um dos candidatos. Obama já possuía ligeira vantagem na maior parte deles, menos na Carolina do Norte e na Flórida.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A vitória em Ohio e na Flórida acabou sendo crucial para determinar a vitória de Obama, após um tenso processo de apuração.</span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Piora no cenário externo pode afetar PIB do Brasil em 2013 ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/225/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/pib.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A maior parte dos analistas ainda acredita num crescimento na casa de 4% no ano que vem, mas aumentou o número dos que apostam numa expansão mais modesta, próxima a 3%, dada a expectativa crescente de que o mundo terá mais um ano difícil em 2013. Esse risco de continuidade de um cenário externo adverso no próximo ano terá um impacto negativo sobre o investimento e as exportações, dizem os mais pessimistas. O Banco Fator aposta em crescimento de 3,2% em 2013, o Morgan Stanley, em 2,8%, e a MB Associados, em 3% a 3,5%. Para 2012, os analistas acreditam em avanço próximo a 1,5%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Boa parte do mercado, contudo, acredita em uma alta do PIB em 2013 na casa de 4% ou um pouco mais - o Bradesco estima 4%, a LCA Consultores, 4,4%, e o Itaú, 4,5%. A grande diferença é que esses analistas confiam em uma retomada mais forte do investimento, não acreditando que o quadro internacional impedirá uma alta de 8% a 10% na formação bruta de capital fixo (medida das contas nacionais do que se investe na construção civil e em máquinas e equipamentos).</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Semana passada, o Fundo Monetário Internacional (FMI) reduziu de 3,9% para 3,6% a projeção para o crescimento do mundo em 2013. O economista-chefe do Fator, José Francisco de Lima Gonçalves, nota que esse quadro de menor expansão global vai prejudicar as exportações brasileiras, e a China deve avançar a um ritmo menos expressivo - o FMI reduziu de 8,4% para 8,2% a projeção para o PIB chinês em 2013.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">As perspectivas para as exportações contribuíram para Gonçalves cortar de 4% para 3,2% a estimativa para o crescimento brasileiro em 2013, mas ele se mostra mais pessimista em relação ao investimento. Segundo ele, o cenário mundial contamina os planos de investir das empresas pelo temor do impacto no crescimento doméstico.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Gonçalves também espera que o pacote de concessões ao setor privado só deslanche em 2014, além de acreditar que as desonerações tributárias promovidas pelo governo tiram espaço de um aumento mais forte do investimento público. Por tudo isso, ele estima que a formação bruta de capital fixo vai crescer 1,7% no ano que vem, depois de cair 3,4% neste ano.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O economista-chefe para o Brasil do Morgan Stanley, Arthur Carvalho, também acredita que a recuperação brasileira em 2013 será limitada pelo cenário externo. "As exportações sofrem, mas o canal mais importante é o do investimento", diz Carvalho, que projeta expansão para o PIB no ano que vem de 2,8%. Ele destaca que as projeções do Morgan Stanley para o mundo são mais pessimistas que as de boa parte dos analistas - para a China, o banco espera crescimento de 7,8% em 2013, abaixo dos 8,2% do FMI. Para os EUA, a aposta é de um avanço de 1,4%, enquanto o Fundo estima 2,1%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"> Para Carvalho, esse cenário global adverso afetará os investimentos nos setores de commodities, importantes para a formação bruta de capital fixo no Brasil. Ele tampouco crê numa recuperação robusta dos investimentos na indústria. Os concorrentes estrangeiros, como os asiáticos, continuam oferecendo preços competitivos, mesmo com a desvalorização do real, por terem capacidade ociosa em suas fábricas. Carvalho se diz mais otimista quanto ao Brasil porque o governo passou a adotar medidas mais estruturais, voltadas à redução do custo Brasil, mas acredita que 2013 não será um ano de forte crescimento. Não por acaso, ele e Gonçalves acreditam que os juros ficarão nos atuais 7,25% até o fim do ano que vem.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O economista-chefe da MB Associados, Sérgio Vale, também está mais cauteloso. "Vejo 2013 como transição, justamente porque o cenário internacional ainda estará ruim. O investimento, por exemplo, deverá estar em compasso de espera pelas concessões", diz ele, que tampouco aposta em forte expansão de projetos públicos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Já o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, vê espaço para o Brasil crescer 4% em 2013, ou até um pouco mais. "O meu viés para essa projeção é para cima, principalmente porque há muitos estímulos. Não há porque não acreditar que uma taxa real de juros indo para 1,5% não surtirá efeito." Barros observa que as "desonerações sobre a folha de pagamentos e a autorização para que os Estados aumentem seu endividamento para ampliar investimentos são estímulos difíceis de serem 'imputados' nos modelos, mas que reforçam o viés de alta". Além disso, fatores que atrapalharam o primeiro semestre deste ano, como a quebra de safra de soja, deverão se dissipar nos próximos trimestres.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Para Barros, "sob a hipótese de estabilização ou alguma melhora no cenário global", esse viés mais positivo tende a se materializar. Uma piora externa mais acentuada, contudo, afetaria o Brasil. Ele diz que a correlação entre crescimento doméstico e atividade global é grande e aumentou nos últimos anos, como mostra a evolução das exportações mundiais e do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), um termômetro do PIB (ver quadro acima). Segundo Barros, além do comércio exterior e dos fluxos de capitais, um cenário externo complicado impacta expectativas dos agentes, com reflexo nos investimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O economista Caio Megale, do Itaú, tem uma previsão mais otimista, apostando em expansão de 4,5% para 2013. Ele diz que o quadro global decerto não é animador, mas acredita que ele parou de se deteriorar. Diminuiu o risco de uma ruptura, como um desmantelamento da zona do euro. Com isso, há alguma redução das incertezas, favorecendo investimentos.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Caio afirma que a formação bruta de capital fixo será uma "peça-chave" para que o PIB de 4,5% se concretize, junto com um bom desempenho da economia no quarto trimestre deste ano. Ele acredita que há boas chances de isso ocorrer, dada a profusão de estímulos e o fato de que a retomada já parece mais firme. Por confiar em um PIB mais robusto, o Itaú acredita que a Selic subirá em 2013, fechando o ano em 8,5%.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Diretor de macroeconomia da LCA, Fernando Sampaio diz que, se "o mundo continuar ruim, mas não ficar péssimo", é possível o Brasil avançar com mais força em 2013 - a LCA projeta 4,4%. Ele aposta especialmente numa recuperação expressiva do investimento, com alta de 10,7%. Para Sampaio, há vários fatores que devem impulsionar esse indicador, como os juros baixos do BNDES, o câmbio mais desvalorizado e menos volátil, a queda da Selic e a permissão para os Estados se endividarem mais para investir.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Sampaio vê ainda um espaço para um crescimento razoável do consumo das famílias, de 4,6% em 2013, superior aos 3,6% deste ano. "O mercado de trabalho aquecido deve continuar a amparar o consumo", diz ele, afirmando, porém, que há uma dúvida se o nível de endividamento das famílias afetará o apetite do consumidor, apesar do custo menor dos débitos, graças à queda da Selic e das taxas cobradas pelos bancos. Vale e Gonçalves veem um consumidor mais cauteloso, o que também explica as projeções menores para o PIB. Este último projeta avanço de 3,9% do consumo das famílias em 2013.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Fonte: Valor Econômico <br /></span></p> ]]></description>
    </item>
    <item>
	<title><![CDATA[ Analistas renovam apostas em organizações empresariais ]]></title>
	<link>http://www.comexecia.com.br/noticias/224/</link>
	<description><![CDATA[ 
<span><img src="http://www.comexecia.com.br/thumbs/300x300/ffffffx1/noticias/gestao_3.jpg" /><br />
	<em></em>
</span>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os analistas renovaram as suas apostas em algumas companhias que rechearam a Carteira Valor em outubro. Entre as que mantiveram-se na lista estão empresas com bons resultados no terceiro trimestre, algumas sensíveis a fatores externos e outras aderentes ao horizonte promissor do consumo interno.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">A Petrobras permaneceu no portfólio, recomendada por três corretoras, por conta de perspectivas mais otimistas em relação a uma velha questão que ronda a estatal: o reajuste dos combustíveis. "O aumento da gasolina e, especialmente, do diesel é vital para a empresa. Esperamos que seja feito neste ano", afirma Luiz Caetano, analista da Planner Corretora. Pelos cálculos da instituição, a defasagem entre os preços praticados no Brasil e os valores no mercado internacional chega a 28% no caso do diesel e fica em 8% na gasolina.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Para Pedro Galdi, estrategista da SLW, a recomendação de compra da ação preferencial da petrolífera (PN, sem voto) também se deve ao possível aumento dos combustíveis. "Imaginamos que o reajuste virá entre o fim deste ano e o começo do ano que vem", diz o especialista.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Já a manutenção de Ambev na carteira, indicada por duas corretoras, advém dos bons resultados do terceiro trimestre, os quais, inclusive, surpreenderam alguns analistas. A empresa obteve lucro líquido de R$ 2,5 bilhões no período, 50% superior ao do mesmo intervalo de 2011.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">"A companhia, com seu forte portfólio de cervejas e outras bebidas, continuará apresentando boa rentabilidade e consistente geração de caixa, suportando um bom nível de remuneração aos acionistas, acima do mínimo previsto em estatuto", afirma Clodoir Vieira, economista da corretora Souza Barros. "O segmento premium tem muito espaço para crescer no Brasil e registra uma aceleração no volume de vendas neste ano."</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os analistas da Citi Corretora concordam. Eles destacam as boas perspectivas de aumento do consumo doméstico, sobretudo na divisão de cervejas.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O crescimento interno é um dos fundamentos que fizeram as equipes de três corretoras recomendarem novamente a Kroton. Diante da forte demanda e do suporte indireto dado pelo Programa de Financiamento Estudantil (Fies), a empresa de ensino tem conseguido reajustar seu preço acima da inflação.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">"A companhia é líder no segmento de educação a distância, que possui margens bem superiores quando comparada ao ensino tradicional, e ainda é a maior beneficiada do programa de financiamento estudantil do governo federal, o que contribui para controlar a inadimplência e a evasão dos alunos", afirmam em relatório os analistas da corretora Ativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os bons fundamentos da Telefonica e a vantagem competitiva da empresa em relação à concorrência foram os motivos que levaram duas instituições a recomendar a ação preferencial. "As medidas da Anatel [agência reguladora do setor, que impediu temporariamente algumas operadoras de vender seus planos] não afetaram a Telefonica. Mas muitos investidores não entenderam isso", dizem os especialistas da Planner Corretora. Como resultado, o ganho esperado com dividendos - indicador que varia também de acordo com o preço da ação - chegou a 9,3%. "É algo bem expressivo", afirmam os analistas da Planner. Apenas como base de comparação, o retorno esperado com proventos do Bradesco está perto de 3,5% em 2012.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Assim como no caso da Telefonica, a desvalorização do papel preferencial da Vale foi um dos elementos que motivaram três corretoras a recomendar o ativo. "Acreditamos que os resultados do terceiro trimestre devem levar os investidores a reavaliar o nível de pessimismo", escrevem os analistas da Ativa.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Eles argumentam que, a despeito do cenário externo desafiador e da queda nos preços internacionais, a direção da empresa conseguiu entregar um resultado sólido. "As perspectivas para a companhia são positivas, fundamentadas em um viés de estabilização do preço spot (à vista) do minério de ferro em um patamar abaixo do histórico recente, mas, ainda assim, bastante rentável para a mineradora."</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">Os analistas da Octo Investimentos fazem a mesma avaliação e acrescentam que a companhia está com "baixa alavancagem, valuation atrativo e uma expectativa de retorno com dividendos de 5,5% em 2012". Além disso, a instituição acredita que o problema sobre o pagamento dos royalties deve ser resolvido ainda neste ano, algo que, segundo a corretora, "torna as ações da empresa ainda mais atrativas".</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;">O "bom histórico de disciplina de capital e de execução" dos projetos foi considerado pelos analistas da Citi para manter a CCR na carteira. Segundo eles, a empresa de concessões rodoviárias e operadora de aeroportos no exterior vive um "momento favorável em termos de resultados com alguns projetos, perspectiva de crescimento e um modelo de negócios defensivo contra a inflação". Para a equipe da Octo, a companhia "é uma referência de mercado", com potencial de alta e risco relativo baixo.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-size: small;"><span style="font-size: x-small;"><em><strong>Fonte: Valor Econômico </strong></em></span><br /></span></p> ]]></description>
    </item>
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