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	<title>COMIC&#039;S &#38; DESIGN Blog</title>
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		<title>J. Carlos: designer, cartunista e ilustrador</title>
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		<pubDate>Sun, 19 Aug 2012 13:58:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dnunesbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Editoriais]]></category>

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		<description><![CDATA[Chamam atenção à vivacidade e o prazer com que toda uma geração de artistas cariocas mergulhou na pluralidade de experiências propostas pela modernidade durante o século XIX. Os artistas, seduzidos pelas transformações no campo editorial, trabalharam na criação dos principais semanários ilustrados de grande circulação unindo arte e tecnologia, contribuindo por sua vez na modernização [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2012/08/J-Carlos-Lotação.jpg"><img class="size-full wp-image-397 alignleft" style="margin: 5px;" title="J Carlos - Lotação" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2012/08/J-Carlos-Lotação.jpg" alt="" width="380" height="400" /></a>Chamam atenção à vivacidade e o prazer com que toda uma geração de artistas cariocas mergulhou na pluralidade de experiências propostas pela modernidade durante o século XIX. Os artistas, seduzidos pelas transformações no campo editorial, trabalharam na criação dos principais semanários ilustrados de grande circulação unindo arte e tecnologia, contribuindo por sua vez na modernização do parque gráfico brasileiro.</p>
<p>Dentre nomes como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Raul_Pederneiras" target="_blank">Raul</a>, <a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia_ic/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=3597&amp;cd_item=2&amp;cd_idioma=28555" target="_blank">K.lixto</a>, entre muitos outros, destaca-se João Carlos de Brito e Cunha (1884 &#8211; 1950), popularmente conhecido como J.Carlos que, mesmo diante do fato do design ser estabelecido no Brasil oficialmente  a partir de 1963, com a fundação do ESDI (Escola Superior de Desenho Industrial), pode ser elegido como o melhor exemplo de designer moderno.</p>
<p><img title="Mais..." src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-includes/js/tinymce/plugins/wordpress/img/trans.gif" alt="" /></p>
<p>Contrariando a nossa história, que denomina-o caricaturista, J. Carlos atuou no limiar das novas tecnologias gráficas e fotográficas, contribuindo para projetos de livros, revistas, cartazes e outros. Iniciou sua carreira como ilustrador, no ano de 1902, onde aos 18 anos de idade publicou sua primeira ilustração na revista d&#8217;O Tagarela e no ano seguinte fazia sua primeira capa.</p>
<p>Durante o período de 1908 a 1921, atuou como ilustrador exclusivo da revista Careta a convite de Jorge Schmidt. Em seu ofício na revista, apresentava a cada número, uma charge para a capa e outras seis ilustrações para as matérias do miolo, foi nesta revista que desenvolveu e aprofundou seus conhecimentos do parque gráfico, explorando os recursos oferecidos pelas novas tecnologias e aprimorando seu traço.  Além desta revista, a partir de 1922, atuou como diretor de arte de todas as revistas (O Malho, Para Todos, Tico Tico, etc.) do grupo Pimenta de Mello e Cia, contribuindo na criação ou aprimoramento dos projetos gráficos de cada revista a fim de que cada uma delas, adquirisse identidade e afinidade com seu público, garantindo assim sua assimilação.</p>
<p><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/08/omalho.jpg" target="_blank"><img class="alignright" title="omalho" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/08/omalho.jpg" alt="" width="295" height="391" /></a>Como diretor de arte, J. Carlos conduziu o olhar do leitor através das páginas com a utilização habilidosa do branco do papel, diagramação, técnicas de colagem  e recorte de imagens, revelando claramente as intenções do autor de maneira sofisticada e harmoniosa. Suas experiências fotográficas no campo editorial foram capazes de fazê-la dialogar com ilustrações e textos, a fim criar uma linguagem gráfica moderna e ao mesmo tempo brasileira.</p>
<p>No âmbito de maior evidência de sua carreira, suas charges e ilustrações, J. Carlos destaca em seus desenhos a figura do carioca e seus costumes, como o surgimento da fotografia, do telefone, automóvel, cinema, além de assuntos políticos.</p>
<p>Criou personagens famosos como a Melindrosa, criada em 1920, num misto de ingenuidade e sensualidade retratada na figura de uma garota refinada de olhos redondos, e boca no formato de coração, num batom de cor forte. Além desta, é de sua autoria também muitos dos personagens que figuram a revista infantil <a href="http://blog.comicetdesign.com.br/2011/08/o-tico-tico-1%C2%AA-revista-brasileira-a-publicar-quadrinhos-regularmente/">O Tico Tico</a>, tais como Lamparina, Jujuba, Goiabada, entre outros. É tido também, a título de lenda urbana, que seu personagem Papagaio, serviu de inspiração a Walt Disney para a criação do personagem Zé Carioca, quando este visitava o Brasil a fim de divulgar o filme Fantasia.</p>
<p>J. Carlos faleceu de hemorragia cerebral durante uma reunião com o compositor João de Barro e Braguinha, na qual discutiam sobre ilustrações para a capa do disco musical do compositor.</p>
<h3><strong>Saiba mais sobre o acervo de J. Carlos</strong></h3>
<p><a href="http://editora.cosacnaify.com.br/ObraSinopse/10890/O-design-brasileiro-antes-do-design.aspx" target="_blank">Design Brasileiro: antes do design</a></p>
<p><a href="http://www.itaucultural.org.br/aplicExternas/enciclopedia_IC/index.cfm?fuseaction=artistas_biografia&amp;cd_verbete=3594&amp;cd_item=1&amp;cd_idioma=28555" target="_blank">Itaú Cultural</a></p>
<p><a href="http://www.jotacarlos.org/" target="_blank">Projeto J. Carlos em Revista</a></p>
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		<title>E-Books Gratuitos</title>
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		<pubDate>Wed, 14 Sep 2011 02:40:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dnunesbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Projetos Editoriais]]></category>
		<category><![CDATA[Downloads]]></category>
		<category><![CDATA[e-book]]></category>

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		<description><![CDATA[Os sites Cultura Acadêmica e o Livros Labcom, estão disponibilizando varios e-books para download gratuito. Dentre a vasta lista de opções, o COMICs &#38; DESIGN elegeu uma lista com 8 livros que  competem aos leitores do blog. Espero que gostem. Design e Ergonomia Nesta coletânea são apresentadas diferentes questões, métodos de abordagem e demandas para [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;">Os sites <a href="http://www.culturaacademica.com.br/" target="_blank">Cultura Acadêmica</a> e o <a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/coleccoes.php" target="_blank">Livros Labcom</a>, estão disponibilizando varios e-books para download gratuito. Dentre a vasta lista de opções, o COMICs &amp; DESIGN elegeu uma lista com 8 livros que  competem aos leitores do blog. Espero que gostem.</span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=64" target="_blank">Design e Ergonomia</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Design-e-ergonomia.pdf" target="_blank"><img class="alignleft" style="border: 10px solid black;" title="Design e Ergonomia" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/00.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Nesta coletânea são apresentadas diferentes questões, métodos de abordagem e demandas para a aplicação da Ergonomia no Design. A evolução tecnológica observada nas últimas décadas proporcionou inúmeros benefícios para o aumento na qualidade de vida das pessoas, mas também resultou em vários problemas de interface tecnológica, os quais geram constrangimentos, acidentes, e frustração aos consumidores. Tais questões são analisadas no livro, no qual se destacam temas de grande atualidade, como por exemplo: o uso de equipamentos médico-hospitalares por indivíduos obesos e de cadeiras de rodas por indivíduos idosos; as avaliações ergonômicas de espaços e equipamentos escolares; as dificuldades de leitura em rótulos e bulas de embalagens; o uso de colete de proteção nas atividades policiais, de calçados femininos com salto alto ou da poltrona do motorista de ônibus urbano, entre outros. Os artigos relatam pesquisas desenvolvidas no Programa de Pós-graduação em Design da UNESP, Campus Bauru, e ressaltam a importância da aplicação da ergonomia no design de produtos e sistemas, com a finalidade de se desenvolver tecnologias para melhorar a qualidade de vida humana.</p>
<p><span id="more-209"></span></p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=63" target="_blank">Design e Planejamento</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Design-e-planejamento.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-211" style="border-width: 10px; border-color: black; border-style: solid;" title="Design e Planejamento" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/01.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>Os trabalhos apresentados neste livro resultam da linha de pesquisa O Planejamento de Produto, vinculada ao Programa de Pós-graduação em Design (PPGDesign) da Faculdade de Arquitetura, Artes e Comunicação da UNESP. Demonstram as muitas possibilidades dessa área, partindo dos novos conceitos de Design, muitas vezes chamado de Design Cultural, Design Étnico ou Design Vernacular. Tais designações se referem à produção cultural humana, independente da forma de produção (industrial ou manual) ou do estagio de avanço tecnológico em que se encontra o grupo étnico que o produz. Destacam-se na obra trabalhos sobre o Design Étnico, a Gestão de Design, a pratica profissional, as metodologias dos projetos, o Design de Moda, o Design de Superfície, e ainda as tecnologias computacionais e a arquitetura no design. Olhares diversos como esses permitem vislumbrar novos cenários e sujeitos, com a introdução de tecnologias inovadoras, novos materiais e processos, fatores que devem ser considerados e discutidos quando se ensina, pesquisa e projeta.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=107" target="_blank">Design, empresa e sociedade</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Design-empresa-sociedade.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-medium wp-image-212" style="border-width: 10px; border-color: black; border-style: solid;" title="Design, Empresa e Sociedade" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/02-200x300.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo desta pesquisa foi verificar até que ponto a formação acadêmica ministrada nos cursos de design responde aos anseios da sociedade e do setor produtivo e o de coletar subsídios para a discussão da situação do ensino de design no Brasil e elaboração de estratégias que permitam sua melhoria de maneira a ter profissionais adequados ao desenvolvimento de produtos que, embora com a marca da nossa realidade e cultura, sejam também universais.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.culturaacademica.com.br/catalogo-detalhe.asp?ctl_id=50" target="_blank">História e comunicação na nova ordem internacional</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Hist%C3%B3ria-e-comunica%C3%A7%C3%A3o-na-nova-ordem-internacional.pdf" target="_blank"><img class="alignleft" style="border-width: 10px; border-color: black; border-style: solid;" title="História e comunicação na nova ordem internacional" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/03.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>O livro estabelece pontos de encontro entre a História e a Comunicação, analisando a trajetória recente dessas duas áreas no intuito de identificar suas possibilidades de convergência. Indica também, por outro lado, a necessidade de se atentar para as diferenças entre ambas, sem que isso represente, necessariamente, um antagonismo irreversível. Privilegiando a História do Tempo Presente e as Teorias da Comunicação, o livro salienta a importância do diálogo entre historiadores e teóricos da comunicação. Segundo o autor, as duas áreas podem contribuir à sociedade como ferramentas de desconstrução de discursos, idéias e versões. Por meio de um estudo de caso &#8211; os atentados de 11 de setembro, noticiados pelos periódicos Veja e Le Monde Diplomatique &#8211; sua pesquisa evidencia a importância de alguns procedimentos usados na comunicação para a História do Tempo Presente.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/livro.php?l=56" target="_blank">Blogs e a fragmentação do espaço público</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/blogs_fragmentacao_espaco_publico.pdf" target="_blank"><img class="size-full wp-image-232 alignleft" style="border-width: 10px; border-color: black; border-style: solid;" title="Blogs e a fragmentação do espaço público" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/06.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>As possibilidades permitidas pelos blogs colocam-nos perante um alargamento do espaço público, no âmbito da apresentação de diferentes pontos de vista sobre determinados assuntos. Simultaneamente, a comunicação é feita de forma cada vez mais segmentada e consequentemente fragmentada. A fragmentação referida neste livro manifesta-se sobretudo através da publicação individual permitida pelas potencialidades destas ferramentas comunicacionais e é justificada em cinco capítulos. A fragmentação do espaço público, o regresso de uma subjectividade opinativa, a relação entre blogues e jornalismo, a presença destas ferramentas nas mais diversas áreas e a emergência de novas identidades são as principais temáticas abordadas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/livro.php?l=53" target="_blank">Corpo e Sentido: Estudos Intersemióticos</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Corpo_e_sentido.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-229" style="border-width: 10px; border-color: black; border-style: solid;" title="Corpo e Sentido Estudos Intersemióticos" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/04.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>A ambição da semiótica é a de dizer aquilo que as coisas são, isto é, analisar as suas formas de vida, a partir da construção das suas formas de sentido. De acordo com este princípio de definição, os novos discursos da significação têm alargado, progressivamente, o seu campo de análise impondo novos objectos semióticos – como a corporeidade &#8211; que, por sua vez, fazem gerar ou são gerados por novos instrumentos de análise. Em “Corpo e Sentido. Estudos Intersemióticos” desenvolve-se uma análise das produções de sentido de que o corpo é alvo a partir de diferentes linguagens disciplinares – do design às biotecnologias – o que tende a implicar uma reflexão semiótica sobre as formas de organização social contemporâneas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/livro.php?l=55" target="_blank">Comunicação e Ética: o sistema semiótico de Charles S. Peirce</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Comunicacao_etica.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-231" title="Comunicação e Ética: o sistema semiótico de Charles S. Peirce" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/05.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>Comunicação e Ética. O Sistema Semiótico de Charles S. Peirce começa por apresentar a filosofia de Peirce como um sistema cuja arquitectónica repousa na doutrina das categorias. Fazê-lo, representa só por si um desafio, pois este nunca escreveu uma obra que sumariasse a totalidade do seu pensamento, e o corpus peirceano é vasto e assistemático na sua apresentação.</p>
<p style="text-align: justify;">O ensaio ocupa-se também da influência exercida por Peirce no filósofo alemão Karl-Otto Apel, e no papel decisivo que essa influência desempenhou na Ética da Discussão apeleana. Após reconstruir a filosofia de Peirce vista como sistema, através da sua doutrina das categorias, ocupa-se depois da sua Metafísica – um tema só muito recentemente reabilitado no campo dos estudos peirceanos – descrevendo os seus aspectos essenciais, e o modo como a Metafísica pode ser considerada a pedra angular da arquitectónica do sistema peirceano.</p>
<p style="text-align: justify;">Após esta avaliação, é perspectivada a reconstrução de uma Ética Peirceana, um projecto que poderia resolver o impasse que o debate ético contemporâneo enfrenta. Por um lado, a Ética da Discussão mostra-se impotente para resolver o problema do agenciamento humano, da motivação, e do facto de o comportamento humano nem sempre ser racional. Por outro, a Ética das Virtudes, inspirada no neo-aristotelismo de MacIntyre, procura resolver a questão do telos da acção humana, mas fá-lo perdendo a possibilidade da identificação universal dos seus agentes, confinando a prática ética a comunidades e formas de vida particulares. Assim, neste impasse, encontramos de um lado estrito universalismo e presunção de racionalidade, eliminando tudo o que lhe escapa; de outro, telos particulares que alimentam a acção mas que não são universalizáveis, nem necessariamente compatíveis entre si.</p>
<p style="text-align: justify;">Comunicação e Ética. O Sistema Semiótico de Charles S. Peirce procura mostrar como um retorno a Peirce e à sua concepção de Sentimentalismo – uma ética do sentimento devotada a rendering the world more reasonable –, e que só pode ser plenamente compreendida no quadro da sua filosofia, e à luz da Metafísica e da concepção de Ciência Normativa e de Pragmatismo, permitiria ultrapassar tanto as dificuldades da Ética da Discussão como as da Ética das Virtudes.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/livro.php?l=70" target="_blank">Semiótica: A lógica da comunicação</a></h2>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/Semiótica_logica_comunicacao.pdf" target="_blank"><img class="alignleft size-full wp-image-233" style="border-width: 10px; border-color: black; border-style: solid;" title="Semiótica: A lógica da comunicação" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/09/07.jpg" alt="" width="160" height="240" /></a>São dois os factores que, a meu ver, demarcam os estudos semióticos contemporâneos face aos antigos e, simultaneamente, instituem a semiótica como ciência. O primeiro factor é a definição do lugar dos estudos semióticos no contexto dos estudos científicos: a semiótica é enquadrada epistemologicamente. (&#8230;) O outro factor importante na instituição contemporânea da semiótica foi indubitavelmente a sua sistematização. Hoje a semiótica como qualquer ciência estabelecida subdivide-se em disciplinas. (&#8230;) A sistematização da semiótica enquanto acto científico é acompanhada obviamente por uma compendiação escolar da mesma. Os manuais de semiótica, as obras de introdução, multiplicam-se. A semiótica estabeleceu-se definitivamente como disciplina curricular de diversos cursos superiores. Esta é a imagem mais visível da sistematização da semiótica e que, <em>last but not least</em>, a justifica como ciência do século XX, apesar da sua tradição milenar.</p>
<p style="text-align: justify;">Interessou-se pelo material disponibilizado? Então acesse <a href="http://www.culturaacademica.com.br/" target="_blank">Cultura Acadêmica</a> e o <a href="http://www.livroslabcom.ubi.pt/coleccoes.php" target="_blank">Livros Labcom</a> e confira todo o acervo, vai que encontra algum livro que te interesse e não foi indicado aqui. Aliás, caso encontre algum livro que ache que o COMICs &amp; DESIGN devesse indicar, mande o link dele para nós que publicaremos a sua dica, caso seja conveniente.</p>
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		<title>O Tico-Tico: 1ª revista brasileira a publicar quadrinhos regularmente</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 02:11:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dnunesbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[HQs]]></category>
		<category><![CDATA[Cartum]]></category>

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		<description><![CDATA[A revista infantil O Tico Tico, foi um projeto desenvolvido por Renato de Castro, Cardoso Júnior e Manuel Bonfim. Estreara em 11 de outubro de 1905 com uma tiragem de 21 mil exemplares. Inspirada em revistas européias do mesmo gênero,  como a francesa La Semaine de Suzette, caracterizava-se pelo aspecto pedagógico que perdurou pelos 57 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A revista infantil O Tico Tico, foi um projeto desenvolvido por Renato de Castro, Cardoso Júnior e Manuel Bonfim. Estreara em 11 de outubro de 1905 com uma tiragem de 21 mil exemplares.</p>
<p><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Sem-Título-2.jpg"><img class="size-full wp-image-390 aligncenter" title="Sem Título-2" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Sem-Título-2.jpg" alt="" width="700" height="272" /></a></p>
<p><span style="text-align: justify;">Inspirada em revistas européias do mesmo gênero,  como a francesa </span><em style="text-align: justify;">La Semaine de Suzette</em><span style="text-align: justify;">, caracterizava-se pelo aspecto pedagógico que perdurou pelos 57 anos de sua existência.  Essa preocupação pedagógica se justificava na variedade de seções que abordavam aspectos da vida social, assim como a linguagem coloquial presente em suas páginas. Tudo para reforçar o compromisso editorial com a educação das gerações futuras e ampliação da população letrada.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-112"></span></p>
<p><a href="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Ticotico.jpg"><img class="aligncenter" title="Ticotico" src="http://blog.comicetdesign.com.br/wp-content/uploads/2011/08/Ticotico.jpg" alt="" width="730" height="460" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar das histórias em quadrinhos terem surgido no Brasil, pelas mãos do ítalo-brasileiro <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Angelo_Agostini" target="_blank">Angelo Agostini</a>, ainda no ano de 1869, a revista O Tico Tico foi a primeira revista brasileira a publicar quadrinhos regularmente. Numa época onde os quadrinhos ainda se firmavam no país, a publicação reservava um generoso espaço para as HQs. Em suas diversas edições, cartunistas como  Ângelo Agostini, Alfredo Storni, J.Carlos, Paulo Afonso entre outros marcaram presença apresentando personagens e histórias variadas do cotidiano brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify;">A citar dois exemplos, Ângelo Storni, retratou histórias dos costumes da época ao criar uma família de classe médica carioca, composta por: Zé Macaco, marido paciente e que satisfazia a todos os anseios da esposa, Faustina, uma mulher que defendia o direito do voto e igualdade às mulheres, Baratinha e outros personagens crianças da revista, que aprontavam peraltices.</p>
<p style="text-align: justify;">Em O Talento de Juquinha, de autoria de J.Carlos, o menino Juquinha junto de uma trupe de coadjuvantes não menos interessantes, como Jujuba, Lamparina e Gury (primeiro personagem negro nos quadrinhos brasileiros), vivem suas aventuras e aprontam das suas presepadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 1934, o lançamento da revista Suplemento Infantil por Adolfo Aizen, inaugurou a nova fase das histórias em quadrinhos no país. O sucesso desta, abriu espaço para outras publicações do mesmo gênero, como <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/O_Globo_Juvenil" target="_blank">O Globo Juvenil</a> e <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Gibi_(revista_das_Organiza%C3%A7%C3%B5es_Globo)" target="_blank">O Gibi</a>.  E os personagens ingênuos de O Tico Tico, perderam espaço para desbravadores de novos mundos, homens mascarados e super-heróis.</p>
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		<title>Briefing &#8211; soluções a partir do problema</title>
		<link>http://blog.comicetdesign.com.br/2011/07/briefing-solucoes-com-base-nos-problemas/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Jul 2011 01:12:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>dnunesbr</dc:creator>
				<category><![CDATA[Design]]></category>
		<category><![CDATA[Gestão e Metodologia de Projetos]]></category>
		<category><![CDATA[Artigo]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto]]></category>

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		<description><![CDATA[Toda necessidade do contato de um cliente a um designer pressupõe da necessidade de uma solução visual a fim de elucidar um problema. Para tanto, identificar o problema e esclarecer todos os detalhes que o envolve é receita para o sucesso. É na origem do problema que arte e design tornam-se distantes, tomando novas dimensões. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Toda necessidade do contato de um cliente a um designer pressupõe da necessidade de uma solução visual a fim de elucidar um problema. Para tanto, identificar o problema e esclarecer todos os detalhes que o envolve é receita para o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">É na origem do problema que arte e design tornam-se distantes, tomando novas dimensões. Na arte, o problema é estabelecido pelo próprio artista, que expõe suas ideias sem necessidade de apelo estético ou semiótico, é fazer a arte pela arte&#8230; uma necessidade de autoexpressão. No design o problema é externo ao designer, que propõe soluções ao problema de acordo às necessidade deste terceiro, normalmente repre¬sentado na figura do cliente.</p>
<p style="text-align: justify;">A fim de satisfazer as necessidades do cliente e solucionar seu problema, cabe ao designer a habilidade de identificar e caracterizar de maneira significativa o problema de seu cliente. A ênfase na etapa de identificação e caracterização deste problema é responsável pela boa execução do projeto, suas necessidades para com seu público e para com a sociedade em geral.</p>
<p style="text-align: justify;"><span id="more-55"></span></p>
<p style="text-align: justify;">O Briefing é a ferramenta utilizada para registrar detalhadamente as necessidades e características do projeto. Trata de uma coleta de informações capazes de descrever o problema, as características e necessidades do público e da solução visual a ser criada. Se desenvolver um projeto de design fosse comparado ao processo de preparo de uma receita culinaria, o briefing seria a receita e conteria todos os ingredientes e fórmulas para se alcançar o sucesso.</p>
<p style="text-align: justify;">Não existem fórmulas perfeitas para a criação de um briefing, muitos fatores aleatórios e específicos que variam de projeto a projeto são levados em conta, tornado fórmulas e modelos ineficazes. Ressalta-se porém, que um bom briefing deve conter informações específicas e estratégicas sobre o mercado, o projeto e o cliente, algumas dessas informações são melhor esclarecidas abaixo:</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Mercado</strong></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong></strong><span class="Apple-style-span" style="font-size: 13px; font-weight: normal;"><strong>Exclarecer o perfil do consumidor:</strong> determinar a faixa etaria, renda media, classe social, sexo, estilo de vida, anseios, e todas outras mais que você ou seu cliente determinarem necessarias para melhor esclarecer as características do projeto;</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exame detalhado do setor do mercado: </strong>esclarecer quem são os concorrentes diretos e indiretos do produto de seu cliente, quais as vantagens competitivas do seu cliente frente aos concorrentes, qual o capital de giro financeiro do setor de mercado e do produto, etc;</p>
<h1 style="text-align: justify;">Projeto</h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Definir as pessoas-chave e suas responsabilidades:</strong> identificar a entidade “proprietária” do projeto, o responsável por arcar com os encargos financeiros, por tomar as principais decisões, são algumas das questões relevantes dessa sessão do documento. É nesta fase também que são definidos quais entidades são capazes de influenciar as fases do projeto e comprometê-lo, cabendo recorrer à essas entidades a fim de tornar-lo íntimo do projeto e tomar parte de suas opiniões sobre o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Definição de prazos, orçamentos e custos: </strong>identificar esses fatores são cruciais para utilizar o Briefing como ferramenta de planejamento estratégico e agenda de objetivos a serem cumpridos e apresentados em determinados prazos. Às definições de orçamentos e custos cabe conferir a viabilidade de se desenvolver o projeto.</p>
<h1 style="text-align: justify;"><strong>Cliente</strong></h1>
<p style="text-align: justify;"><strong>Esclarecer os objetivos do projeto: </strong>nessa parte, cabe entender e esclarecer algumas questões do projeto junto ao cliente tais como:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Por que é necessário esse projeto? (É passível que o cliente acredite que precisa de um novo catálogo de produtos, e no limiar dessas questões você identifique que ele precisa revitalizar sua marca);</li>
<li>Qual o motivo da periodicidade deste projeto?</li>
<li>Quais são os resultados estimados a serem alcançados com a resolução desse projeto?</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>Identificar a Missão, Visão e Valores:</strong> identificar esses três conceitos de marketing na filosofia da empresa e do produto/serviço são cruciais para desenvolver a comunicação eficiente das soluções desenvolvidas.</p>
<p style="text-align: justify;">A finalizar, este artigo não tem como objetivo profetizar um modelo perfeito de Briefing, mas despertar a curiosidade dos leitores para algumas características que devem compor um bom Briefing e que nem sempre são levados em conta.</p>
<h2 style="text-align: right;">Bibliografia</h2>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.blucher.com.br/livro.asp?Codlivro=04381" target="_blank">Briefing: gestão do projeto de design</a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.campus.com.br/site/produtos/Detalhe-produto.aspx?tid=61083&amp;seg=6&amp;isbn=9788535238624&amp;cat=244&amp;origem=Busca" target="_blank">Design Thinking</a></p>
<p style="text-align: right;"><a href="http://www.editorasenacsp.com.br/portal/produto.do?appAction=vwProdutoDetalhe&amp;idProduto=19760" target="_blank">Valor do Design</a></p>
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