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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CE8CRns4cSp7ImA9WhRTE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5283387815679201899</id><updated>2011-11-03T15:54:27.539-02:00</updated><category term="comunicação" /><category term="credibilidade" /><category term="instituições" /><category term="empresas" /><category term="reputação" /><category term="ambiente de negócios" /><category term="estratégia" /><title>Comunicação Institucional</title><subtitle type="html">Como gerenciar sua imagem junto à opinião pública.</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/" /><author><name>Alex Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04513787850803595645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-2JmB4QaNjeA/TqAOV32PNLI/AAAAAAAABas/BgP62X0FYek/s220/alexis25-09-2011-a001d.jpg" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>5</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/ComunicaoInstitucional" /><feedburner:info uri="comunicaoinstitucional" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>ComunicaoInstitucional</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:browserFriendly></feedburner:browserFriendly><entry gd:etag="W/&quot;D08CRX4yeyp7ImA9WxRRFEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5283387815679201899.post-4646169817392234751</id><published>2008-09-26T15:45:00.002-03:00</published><updated>2008-09-26T16:04:24.093-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-09-26T16:04:24.093-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estratégia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reputação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comunicação" /><title>Guia prático para uma estratégia de comunicação organizacional eficiente</title><content type="html">Que a comunicação empresarial é fundamental para o bom funcionamento de qualquer organização, CEOs do mundo inteiro já sabem. Mas, o que é necessário para conseguir definir uma estratégia organizacional eficiente? Em qualquer estratégia comunicacional é indispensável estabelecer muito claramente três fatores: o objetivo da comunicação, os recursos disponíveis e a reputação da empresa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ninguém faz um movimento ou diz uma palavra sem um objetivo em mente. É igual em uma grande empresa. Uma mensagem não é planejada ou enviada por ela sem um objetivo muito claro – mesmo que seja somente, informar os acionistas. Logo, para montar uma estratégia de comunicação, é preciso estabelecer de forma clara qual o motivo de tal comunicação. Só com um alvo é possível mirar no lugar certo. O objetivo de uma mensagem é a resposta esperada do público quanto a ela, e é visando esta resposta que se pode começar a trabalhar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A disponibilidade de recursos se refere a três coisas: dinheiro, recursos humanos e tempo. Quanto a eles, as ordens são razoavelmente simples: não seja pão-duro em nenhum dos itens. Seja qual for o dinheiro necessário para transmitir uma mensagem claramente, tenha certeza que é uma quantia menor do que o necessário para consertar uma comunicação mal feita, remediar os efeitos de uma mensagem entendida errado. Os recursos humanos funcionam baseados no mesmo princípio. Poucos funcionários, por vezes mal capacitados, não conseguem fazer um bom serviço. Logo, a comunicação acaba por ser mal feita, e gerando problemas de diversas naturezas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim como o dinheiro e os recursos humanos, o tempo também deve ser ministrado de acordo com a necessidade. Quanto tempo é preciso para que esse trabalho seja bem feito? Não adianta fazer em 2 meses o que demanda 6 meses de trabalho: essa solução de curto prazo trará problemas futuros muito mais caros e demorados de serem resolvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A reputação é um aspecto que demanda vigilância permanente. Independentemente do tempo, dinheiro e trabalho investidos em uma estratégia de comunicação, se a empresa tiver uma reputação limitada, ou não tiver credibilidade, o esforço terá sido em vão. A reputação é a imagem que o público tem de uma empresa ou organização, não importando qual é a realidade da situação. Ela define se toda sua estratégia será eficaz, ou jogada por água abaixo. Para exemplificar, falemos em nível de universidade. Em um escândalo a respeito de venda de drogas dentro do campus, uma instituição do nível e fama da USP se defenderia muito melhor e esqueceria o fato muito mais rapidamente do que uma faculdade como a Sociesc – faculdade privada de pequeno porte, da cidade de Joinville, SC – mesmo que, em se tratando da Sociesc, o escândalo atingiria somente dimensão local, não nacional. Isso porque, enquanto a USP tem uma boa reputação nacional, a Sociesc tem reputação limitada, regional, e não tão bem solidificada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mensagem de uma empresa sem credibilidade é ignorada pelo público e, a de uma organização de reputação limitada, simplesmente não é vista. Já uma empresa de sólida reputação supera mais rapidamente e com menos esforços um tempo de crise, pois sua tentativa de comunicação e diálogo com o público – consumidores e funcionários – é visto com bons olhos pelos mesmos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5283387815679201899-4646169817392234751?l=comunicacao-institucional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/feeds/4646169817392234751/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5283387815679201899&amp;postID=4646169817392234751&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/4646169817392234751?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/4646169817392234751?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/2008/09/guia-prtico-para-uma-estratgia-de.html" title="Guia prático para uma estratégia de comunicação organizacional eficiente" /><author><name>Ariane Olsen</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYFRX04eSp7ImA9WxRTGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5283387815679201899.post-2442489677643532052</id><published>2008-09-08T14:48:00.001-03:00</published><updated>2008-09-08T14:48:34.331-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-09-08T14:48:34.331-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="credibilidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="reputação" /><title>Gerência de Reputação e Credibilidade</title><content type="html">&lt;p&gt;&amp;quot;Reputa&amp;#231;&amp;#227;o&amp;quot; &amp;#233; a percep&amp;#231;&amp;#227;o que um p&amp;#250;blico tem da organiza&amp;#231;&amp;#227;o. Como toda percep&amp;#231;&amp;#227;o, ela nem sempre se relaciona com a realidade. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Solidez da empresa, confiabilidade da comunica&amp;#231;&amp;#227;o, qualidade dos produtos, excel&amp;#234;ncia no atendimento ao cliente, respeito aos interesses dos acionistas, todos esses s&amp;#227;o fatores que podem integrar a reputa&amp;#231;&amp;#227;o de uma empresa. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dependendo do p&amp;#250;blico-alvo, a reputa&amp;#231;&amp;#227;o de uma empresa pode variar entre um predom&amp;#237;nio dos aspectos positivos ou negativos, a neutralidade e, at&amp;#233; mesmo, a indiferen&amp;#231;a, que equivale &amp;#224; aus&amp;#234;ncia de reputa&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um componente importante da reputa&amp;#231;&amp;#227;o que est&amp;#225; sob controle direto da comunica&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; a credibilidade. Enquanto a indiferen&amp;#231;a pode ser considerada um fator s&amp;#233;rio, a perda de credibilidade costuma ser muito mais dif&amp;#237;cil de contornar. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Usando uma met&amp;#225;fora, um p&amp;#250;blico indiferente &amp;#233; uma &amp;quot;folha de papel em branco&amp;quot; em que a empresa tem a oportunidade de &amp;quot;escrever&amp;quot; o que quiser, a partir do zero. J&amp;#225; um p&amp;#250;blico que, de antem&amp;#227;o, julga ter motivos para duvidar de tudo o que a empresa disser, equivale a um livro repleto de informa&amp;#231;&amp;#245;es negativas em que voc&amp;#234; s&amp;#243; pode escrever nas margens ou nas entrelinhas, sem possibilidade de &amp;quot;apagar&amp;quot; o que j&amp;#225; foi escrito. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma organiza&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o deve, portanto, esperar por uma crise para &amp;quot;escrever sua pr&amp;#243;pria hist&amp;#243;ria&amp;quot;. A maneira mais simples de lidar com crises de comunica&amp;#231;&amp;#227;o envolve dispor de um &amp;quot;capital de credibilidade&amp;quot; junto a seus p&amp;#250;blicos priorit&amp;#225;rios. Assim, quando os problemas surgirem, suas respostas ser&amp;#227;o recebidas com maior boa-vontade por esses p&amp;#250;blicos. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um exemplo &amp;#233; o caso das Igrejas Evang&amp;#233;licas. Embora sejam &lt;a href="http://www.google.com.br/search?&amp;amp;q=igreja%20evang&amp;eacute;lica%20den&amp;uacute;ncia"&gt;alvo de den&amp;#250;ncias freq&amp;#252;entes&lt;/a&gt;, o fato &amp;#233; que elas gozam de forte credibilidade junto a seus fi&amp;#233;is e, assim, suas prontas respostas a essas den&amp;#250;ncias encontram grande aceita&amp;#231;&amp;#227;o tanto entre seus p&amp;#250;blicos quanto entre a popula&amp;#231;&amp;#227;o em geral, de modo que sua &lt;a href="http://veja.abril.com.br/idade/exclusivo/evangelicos/contexto02.html"&gt;base de fi&amp;#233;is n&amp;#227;o p&amp;#225;ra de crescer&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro exemplo foi o papel da Parmalat na &lt;a href="http://www.otempo.com.br/otempo/noticias/?IdNoticia=60005"&gt;crise do leite adulterado&lt;/a&gt;. Embora sua rea&amp;#231;&amp;#227;o possa ser considerada fraca diante das dimens&amp;#245;es do esc&amp;#226;ndalo, seus longos anos de investimento em comunica&amp;#231;&amp;#227;o retornaram sob a forma de r&amp;#225;pida dissocia&amp;#231;&amp;#227;o de seu nome do epis&amp;#243;dio. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O lado mais importante da ger&amp;#234;ncia de reputa&amp;#231;&amp;#227;o e credibilidade &amp;#233; a coer&amp;#234;ncia entre mensagens e a&amp;#231;&amp;#245;es. O p&amp;#250;blico n&amp;#227;o deve perceber &amp;quot;sinais trocados&amp;quot; entre o que a empresa diz e o que ela faz. Por esse motivo, &amp;#233; preciso aferir qual &amp;#233; a reputa&amp;#231;&amp;#227;o atual e qual a reputa&amp;#231;&amp;#227;o desejada, trabalhar para reduzir essas discrep&amp;#226;ncias e aferir regularmente a evolu&amp;#231;&amp;#227;o de sua reputa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5283387815679201899-2442489677643532052?l=comunicacao-institucional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/feeds/2442489677643532052/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5283387815679201899&amp;postID=2442489677643532052&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/2442489677643532052?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/2442489677643532052?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/2008/09/gerncia-de-reputao-e-credibilidade.html" title="Gerência de Reputação e Credibilidade" /><author><name>Alex Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04513787850803595645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-2JmB4QaNjeA/TqAOV32PNLI/AAAAAAAABas/BgP62X0FYek/s220/alexis25-09-2011-a001d.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkAGQ3k-fip7ImA9WxdXEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5283387815679201899.post-5199069512297934061</id><published>2008-04-22T14:56:00.002-03:00</published><updated>2008-06-22T19:45:22.756-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-06-22T19:45:22.756-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="empresas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estratégia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ambiente de negócios" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="instituições" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comunicação" /><title>Quatro princípios que devem orientar a gerência de sua comunicação</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;em&gt;1 - O ambiente de negócios está em constante mutação.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;É preciso mais do que entender esse fato: você deve agir e orientar todas as suas ações com base nesse pressuposto. O treinamento gerencial, em geral, ao focalizar a execução de projetos individuais, não oferece a capacidade de perceber a influência das mutações do quadro geral do ambiente em mutação sobre a imagem da empresa junto a diferentes públicos. O resultado pode ser uma lenta degradação da imagem da empresa a longo prazo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por exemplo, está cada vez mais dificíl ignorar a crescente consciência ambiental dos mercados consumidores. Embora, hoje, você possa adiar por um mês, seis meses, ou uma ano, a adoção de um programa de "marketing verde", o fato é que as empresas que estão respondendo agora a essa mudança, ou já investem há mais tempo nessa estratégia, já estão colhendo hoje os frutos de seu investimento. Continuar parado indefinidamente, ignorando essa mutação inevitável e explosiva do mercado, no mínimo servirá para deixar sua empresa em desvantagem com relação aos concorrentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;2 - A adaptação ao ambiente também é ação sobre o ambiente&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A idéia de adaptação está normalmente associada à noção de reatividade: primeiro ocorre a mudança ambiental, depois a empresa muda para acompanhar a mutação.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na verdade, a empresa precisa ver a si mesma como um agente de mudança. Toda a sua comunicação deve ser &lt;a href="http://www.soartigos.com/articles/353/1/PLANEJAMENTO-e-EXECUCAO/Page1.html"&gt;planejada&lt;/a&gt; para interferir sobre o ambiente de uma maneira tal que ele se torne cada vez mais favorável aos seus interesses. Bloquear ou amenizar impactos negativos é apenas parte do processo de gestão da comunicação empresarial. Antes disso, você deve se preocupar em gerar impactos positivos sobre o seu ambiente de negócios.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;3 - Quando nada é feito, tudo tende a piorar em vez de melhorar&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esse princípio pode parecer pessimista mas, na realidade, é uma convocação à ação. Problemas surgirão em toda a trajetória de sua empresa e uma atitude meramente reativa ou passiva não ajuda a resolvê-los.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muitas organizações confiam na "memória curta" e julgam que é uma boa estratégia "deixar a poeira a assentar". O fato é que a poeira - a lembrança de fatos negativos em que a empresa esteve envolvida -nunca assenta por completo. E se você deixar acumular poeira sobre poeira, a solução vai se tornando cada vez mais difícil ao longo do tempo, até se tornar impossível, pois na primeira crise que enfrentar, toda a "poeira" de fatos anteriores será levantada novamente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;em&gt;4 - A comunicação é parte integrante da estratégia empresarial&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Queira você ou não! A estratégia empresarial é a decisão sobre o que a empresa é, o que ela faz, para quem e como pretende ganhar dinheiro com isso. É, portanto, uma decisão sobre a "personalidade de negócios" da empresa, a transformação de uma pessoa fictícia (coletiva, jurídica, organizacional) em uma entidade real, palpável, dotada de idéias e propostas. Se você decidiu não definir no âmbito da estratégia empresarial qual será a voz de sua empresa, deixando a critério de subordinados ou empresas terceirizadas a tarefa de definir o conteúdo e a forma de suas mensagens, não terá do que reclamar quando seus diferentes públicos tiverem, cada um deles, uma idéia diferente e contraditória sobre o que sua empresa realmente é.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5283387815679201899-5199069512297934061?l=comunicacao-institucional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/feeds/5199069512297934061/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5283387815679201899&amp;postID=5199069512297934061&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/5199069512297934061?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/5199069512297934061?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/2008/04/quatro-princpios-que-devem-orientar.html" title="Quatro princípios que devem orientar a gerência de sua comunicação" /><author><name>Alex Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04513787850803595645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-2JmB4QaNjeA/TqAOV32PNLI/AAAAAAAABas/BgP62X0FYek/s220/alexis25-09-2011-a001d.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0EBRH87fyp7ImA9WxZbFkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5283387815679201899.post-545158822752395438</id><published>2008-04-19T11:34:00.001-03:00</published><updated>2008-04-19T11:34:15.107-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-04-19T11:34:15.107-03:00</app:edited><title>Teoria da Comunicação e Comunicação Empresarial</title><content type="html">Você provavelmente já conhece aquele famoso esquema que descreve a &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;comunicação interpessoal&lt;/span&gt; nos seguintes termos: um Emissor (E) codifica (cf) uma Mensagem e a transmite através de um Canal (C) a um Receptor (R) ou Destinatário (D). O processo todo ocorre em um Ambiente (A) que pode produzir Ruído (r) e outras interferências na decodificação (df) da mensagem. O Receptor envia de volta um sinal chamado Feedback (F) que confirma o recebimento da mensagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esquematicamente:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ecf----&amp;gt;M-----&amp;gt;dfR(D)&lt;br /&gt;_________C__________&lt;br /&gt;&amp;nbsp; r&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;  &amp;nbsp;&amp;nbsp;  r&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; r&lt;br /&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; A&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;comunicação empresarial&lt;/span&gt;, embora estruturalmente idêntica à comunicação interpessoal, os fatores são bastante complexos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Emissor&lt;/span&gt;: É uma entidade impessoal, uma instituição, uma organização. É preciso identificá-la e dar-lhe uma "voz" própria capaz de dotá-la de "personalidade".&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Codificação&lt;/span&gt;: Em geral, os responsáveis pela codificação da mensagem empresarial são múltiplos e envolvem, muitas vezes, agentes externos à instituição, como agências de propaganda e assessores de imprensa.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mensagem&lt;/span&gt;: Tanto a forma como o conteúdo são resultado de intensa negociação entre os diversos atores envolvidos.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Canal&lt;/span&gt;: As organizações podem empregar, e normalmente o fazem, múltiplos canais de comunicação simultaneamente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ambiente&lt;/span&gt;: O ambiente em que ocorre a comunicação empresarial é extremamente complexo e, no caso de formas impessoais de comunicação como a propaganda, podem ser tantos quantos forem os receptores da mensagem.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Ruído&lt;/span&gt;: As fontes de ruído são inúmeras e derivam da própria complexidade do ambiente.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Receptores/Destinatários&lt;/span&gt;: Enquanto, na comunicação interpessoal, normalmente os receptores e os destinatários são a mesma pessoa, na comunicação empresarial é muito freqüente que uma mensagem seja recebida (receptores) por pessoas a quem não se queria atingir, enquanto algumas pessoas a quem ela se dirigia originalmente (destinatários) não conseguem recebê-la.&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Decodificação&lt;/span&gt;: Como os receptores da comunicação empresarial são múltiplos, são freqüentes os mal-entendidos e outros problemas relativos à compreensão da mensagem recebida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, todas as técnicas da comunicação empresarial, institucional ou organizacional são desenvolvidas para ajustar-se à complexidade do elementos do processo comunicativo em larga escala, como o descrevemos. O primeiro passo de um profissional responsável por um projeto de comunicação é levantamento do modo como os fatores se aplicam ao caso que tem em mãos, de modo a formular uma estratégia que seja eficiente no contexto específico que se vai enfrentar.&lt;div class="flockcredit" style="text-align: right; color: #CCC; font-size: x-small;"&gt;Blogged with the &lt;a href="http://www.flock.com/blogged-with-flock" style="color: #999; font-weight: bold;" target="_new" title="Flock Browser"&gt;Flock Browser&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5283387815679201899-545158822752395438?l=comunicacao-institucional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/feeds/545158822752395438/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5283387815679201899&amp;postID=545158822752395438&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/545158822752395438?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/545158822752395438?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/2008/04/teoria-da-comunicao-e-comunicao.html" title="Teoria da Comunicação e Comunicação Empresarial" /><author><name>Alex Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04513787850803595645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-2JmB4QaNjeA/TqAOV32PNLI/AAAAAAAABas/BgP62X0FYek/s220/alexis25-09-2011-a001d.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EESXY8fCp7ImA9WB9SGUg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-5283387815679201899.post-3886876216744586414</id><published>2007-10-09T16:45:00.001-03:00</published><updated>2007-10-09T16:53:28.874-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2007-10-09T16:53:28.874-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="empresas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="instituições" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comunicação" /><title>Comunicação Institucional: uma introdução.</title><content type="html">&lt;div align="left"&gt;O objetivo deste blog é disponibilizar conhecimento atual e cientificamente fundamentado para todas as pessoas interessadas em aprender mais sobre as técnicas comunicação para empresas, organizações sem fins lucrativos, instituições governamentais, cidades, políticos, celebridades, enfim, todos os agentes sociais que tenham necessidade de administrar eficiente e eficazmente sua imagem perante a opinião pública. Ao longo deste blog, apresentaremos conceitos teóricos, estudos de casos, aplicações práticas e, principalmente, deixaremos o espaço sempre aberto para discussões e diferentes pontos-de-vista. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5283387815679201899-3886876216744586414?l=comunicacao-institucional.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/feeds/3886876216744586414/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5283387815679201899&amp;postID=3886876216744586414&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/3886876216744586414?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/5283387815679201899/posts/default/3886876216744586414?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://comunicacao-institucional.blogspot.com/2007/10/comunicao-institucional-uma-introduo.html" title="Comunicação Institucional: uma introdução." /><author><name>Alex Oliveira</name><uri>http://www.blogger.com/profile/04513787850803595645</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="25" height="32" src="http://1.bp.blogspot.com/-2JmB4QaNjeA/TqAOV32PNLI/AAAAAAAABas/BgP62X0FYek/s220/alexis25-09-2011-a001d.jpg" /></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>

