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	<title>Comunidade de Saúde em Rede</title>
	
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		<title>Organizações americanas se unem para que todos os médicos passem a fazer uso do e-prescribing</title>
		<link>http://saudeconectada.com.br/2010/07/21/organizacoes-americanas-se-unem-para-que-todos-os-medicos-passem-a-fazer-uso-do-e-prescribing/</link>
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		<pubDate>Wed, 21 Jul 2010 13:30:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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A National ePrescribing Patient Safety Initiative (NEPSI), uma iniciativa de diferentes organizações de Saúde nos Estados Unidos, está liderando um projeto digno de atenção: uma campanha para que todos os médicos americanos usem um software de prescrição eletrônica, o e-prescribing. Mais do que fazer campanha, a NEPSI passou a oferecer aos seus associados um software [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-884" src="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/pills_-e1279637916884.jpg" alt="" width="510" height="340" /></p>
<p>A <a href="http://www.nationalerx.com/">National ePrescribing Patient Safety Initiative (NEPSI)</a>, uma iniciativa de diferentes organizações de Saúde nos Estados Unidos, está liderando um projeto digno de atenção: uma campanha para que todos os médicos americanos usem um <strong>software de prescrição eletrônica</strong>, o <em>e-prescribing</em>. Mais do que fazer campanha, a NEPSI passou a oferecer aos seus associados um software de prescrição eletrônica (<em>e-prescribing</em>) gratuito.</p>
<p>A razão por trás da iniciativa são os <strong>erros médicos</strong> de prescrição, uma discussão de longa data. Mais precisamente, desde 1999, quando o <a href="http://www.iom.edu/">Institute of Medicine (IOM)</a> afirmou que morrem, anualmente, entre 44 mil a 98 mil americanos devido a erros médicos e 7 mil devido a <strong>erros de medicação</strong>. Já naquela época começaram os estudos para oferecer soluções à questão e as prescrições eletrônicas são consideradas fator contribuinte para a <a href="http://scielo.isciii.es/pdf/pharmacy/v4n1/pt_original3.pdf">segurança de pacientes hospitalizados</a>, além de evitar <strong>erros provocados pela ilegibilidade da receita e de dosagem</strong>.</p>
<p>Na Inglaterra, um estudo identificou que 15% das prescrições apresentam um ou mais erros. Outros estudos apontam os efeitos adversos provocados pela prescrição errônea. O Winterstein et AL, em 2004, mostrou que 72% dos erros de medicação acontecem na prescrição, seguidos pela administração (15%), dispensação (7%) e transcrição (6%).</p>
<p><strong>E-prescribing na realidade brasileira</strong><br />
<em>No Brasil, poucos são os dados sobre o tema, mas quem nunca teve uma ou muitas receitas médicas ilegíveis em mãos?</em></p>
<p>Se a prescrição fosse eletrônica, com o uso de computador ou palmtop, a mesma seria enviada para a farmácia eletronicamente. Para nós, ainda parece uma realidade do futuro. Mas basta que o Governo, ou uma iniciativa como a da NEPSI nos Estados Unidos, apareça para que o cenário mude rapidamente, pois a <strong>tecnologia já está disponível</strong> no mercado.</p>
<p>E as vantagens seriam inúmeras. O <em>e-prescribing</em> pode melhorar a<strong> eficiência no atendimento</strong>, diminuir erros e melhorar a obediência aos formulários de gerenciamento médicos. Além disso, oferece <strong>informações importantes de apoio à decisão médica</strong>, com opções de escolha de medicamentos, alternativas para um medicamento receitado, possíveis efeitos colaterais, informações sobre a droga que está sendo receitada, alertas sobre erros de dosagem, entre outras informações.</p>
<p>Em uma pesquisa com médicos que usam <em>e-prescribing</em>, de acordo com o blog <a href="http://infomedpsf.wordpress.com/2009/12/27/prescricao-eletronica-2/">Informática Médica no PSF</a>, 75% dos médicos indicam que o sistema eletrônico pode diminuir erros, 70% cita <strong>aumento de produtividade</strong>, 60% indica potencial em diminuir recusas a ajudar paciente a assumir mais responsabilidade, e 50% acredita que pode diminuir o tempo de consulta e o número de pacientes que procuram serviço sem necessidade.</p>
<p>Se as vantagens são tantas, por que ainda não está sendo disseminado com tanta força? As dificuldades parecem estar centradas principalmente nos custos. E é por isso que a iniciativa da NEPSI em oferecer um software gratuito merece tanto destaque.  Muito provavelmente, o grupo por trás se responsabiliza pela manutenção do sistema,uma das partes mais importantes e que implica em altos custos.</p>
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		<title>Integrando o sistema de saúde de um país inteiro?</title>
		<link>http://saudeconectada.com.br/2010/07/15/integrando-o-sistema-de-saude-de-um-pais-inteiro/</link>
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		<pubDate>Thu, 15 Jul 2010 13:15:31 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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Atento à qualidade do sistema de saúde de seu país, o Serviço Nacional de Saúde da Escócia (NHS) tem investido na melhoria dos serviços oferecidos aos cidadãos escoceses. Para alcançar esse objetivo, decidiu integrar todo o sistema de saúde do país. Sua mais recente aposta foi a ferramenta Ensemble, em associação ao sistema TrakCare, solução [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><a href="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/501445202_46f9b0af47_z.jpg"></a></p>
<p><a href="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Integrar.jpg"></a></p>
<p style="text-align: left;"><a href="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Integrar-copy.jpg"></a><a href="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Integrar2-e1279140020615.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-869" title="Integrar2" src="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Integrar2-e1279140020615.jpg" alt="" width="510" height="347" /></a><a href="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/Integrar1.jpg"></a></p>
<p style="text-align: left;">Atento à <strong>qualidade do sistema de saúde</strong> de seu país, o <a href="http://www.nhsnss.org/pages/about/about_us.php">Serviço Nacional de Saúde da Escócia (NHS)</a> tem investido na melhoria dos serviços oferecidos aos cidadãos escoceses. Para alcançar esse objetivo, decidiu <strong>integrar</strong> todo o sistema de saúde do país. Sua mais recente aposta foi a ferramenta <a href="http://www.intersystems.com.br/isc/ensemble/index.csp">Ensemble</a>, em associação ao sistema <a href="http://www.intersystems.com.br/isc/trakcare/index.csp">TrakCare</a>, solução já utilizada no país &#8211; ambas ferramentas da <a href="http://www.intersystems.com.br/isc/index.csp">InterSystems</a>.</p>
<p style="text-align: left;">Mas como essas ferramentas serão capazes de integrar um país inteiro?</p>
<p>De acordo com a <a href="http://www.scotland.gov.uk/Publications/2008/08/27103130/0">Better Health, Better Care Action Plan and the eHealth Strategy 2008 – 2011</a>, a Ensemble <strong>facilitará a gestão de serviços</strong>, uma vez que melhora o fluxo de informações clínicas e não-clinicas entre todos os envolvidos no setor da saúde – hospitais, laboratórios, clínicas, seguradoras e operadoras de assistência médica – trazendo <strong>mais eficiência</strong> <strong>e qualidade</strong> aos processos. Consequentemente, beneficiará o paciente escocês, <strong>aumentando a segurança</strong> no fluxo de seus dados assim como de seus resultados clínicos.</p>
<p>Já o sistema TrakCare, permite<strong> maior agilidade no atendimento</strong>, além de dar assistência aos profissionais de saúde. Trata-se de um <strong>sistema avançado de informação de saúde</strong> centrada no paciente. Ou seja, um único <a href="http://saudeconectada.com.br/2010/07/07/prontuario-eletronico-substitui-o-papel/">prontuário médico eletrônico</a>, que pode ser acessado pelos profissionais de saúde, no ponto de atendimento ao paciente, independentemente do local em que o prontuário tenha sido gerado. Dessa forma, o paciente será atendido em todo território nacional com todas as informações e histórico <strong>ao alcance de qualquer médico</strong>.</p>
<p>O aprimoramento e a busca pela eficiência nos atendimentos e na qualidade dos serviços prestados poderão tornar a Escócia um <strong>exemplo a seguir</strong>, inclusive para o Brasil.</p>
<p>E você, o que acha? Diante dos investimentos em saúde na Escócia, acredita <strong>ser possível</strong> a integração do sistema de saúde em todo o território brasileiro?</p>
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		<title>Prontuário eletrônico substitui o papel</title>
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		<pubDate>Wed, 07 Jul 2010 13:52:22 +0000</pubDate>
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Em breve você vai poder dizer apenas seu nome em um hospital da rede pública para ter acesso a um banco de dados completo com seu histórico médico. Todos os seus exames, receitas médicas e demais informações ficarão disponíveis para serem consultados via internet, de qualquer lugar. Isso é, se o projeto de lei PLS 474/08 [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cc2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-834" title="Portuário Eletrônico" src="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/07/cc2.jpg" alt="" width="490" height="300" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Em breve você vai poder dizer apenas seu nome em um hospital da rede pública para ter acesso a um banco de dados completo com seu histórico médico. Todos os seus exames, receitas médicas e demais informações ficarão disponíveis para serem consultados via internet, de qualquer lugar. Isso é, se o projeto de lei <strong>PLS 474/08</strong> for aprovado! Ele já está em trâmite no Senado para alterar a <strong>Lei nº 8.080</strong>, também conhecida como <a title="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8080.htm" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L8080.htm" target="_blank">Lei Orgânica da Saúde</a>. Com o projeto aprovado, haverá a implantação de um sistema integrado entre todos os hospitais que atendem pelo SUS.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">Enquanto isso não acontece, o primeiro passo para o projeto de lei já está dado: alguns hospitais do país já têm adotado a tecnologia do <strong>Prontuário Eletrônico do Paciente</strong> (PEP), um sistema desenvolvido pela <a title="http://www.intersystems.com.br/isc/index.csp?org=http://www.google.com.br/search" href="http://www.intersystems.com.br/isc/index.csp?org=http://www.google.com.br/search" target="_blank">InterSystems</a>, em parceria com médicos e enfermeiras. Com ele, além de melhorar a qualidade do atendimento, o hospital diminui o uso do papel e reduz custos com materiais e medicamentos, tornando a gestão mais eficiente e sustentável. Já são cinco instituições públicas de saúde que contam com o sistema, mais de 7 mil profissionais que o acessam via internet todos os dias, contabilizando 1,7 milhão de prontuários registrados.</p>
<p style="text-align: justify;">
<p style="text-align: justify;">O <a title="http://www.saude.df.gov.br/005/00502001.asp?ttCD_CHAVE=8109" href="http://www.saude.df.gov.br/005/00502001.asp?ttCD_CHAVE=8109" target="_blank">Hospital Regional da Asa Norte</a>, situado em Brasília (DF), foi o mais recente a adotar o PEP, que foi implementado em apenas 75 dias. Desde a última quarta-feira, todos os processos de atendimento no hospital passaram a ser geridos por meio de prontuários eletrônicos, desde a entrada do paciente no hospital até a prescrição feita pelo médico.</p>
<p style="text-align: justify;">O projeto da InterSystems prevê ainda a implementação de prontuários eletrônicos em 17 hospitais e 63 centros de saúde, até maio do ano que vem, levando esse benefício a aproximadamente 2,5 milhões de brasileiros. No futuro, o sistema poderá se estender a farmácias e consultórios. &#8220;Conseguimos reduzir em 50% o desperdício de medicamentos e sua má administração&#8221;, explica Fernando Vogt, diretor de Negócios em Saúde da InterSystems. Segundo ele, os benefícios do sistema <em>paperless</em> vão além da redução de custos: &#8220;Também reduzimos o número de exames realizados sem necessidade pelos pacientes, o que gerou uma boa economia de recursos e tempo&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais sobre o prontuário eletrônico e outros assuntos relacionados é só <a title="http://feeds.feedburner.com/ComunidadeDeSadeEmRede" href="http://feeds.feedburner.com/ComunidadeDeSadeEmRede" target="_blank">acompanhar o nosso blog</a>.</p>
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		<title>A informatização do setor de saúde em ritmo acelerado</title>
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		<pubDate>Thu, 01 Jul 2010 19:29:50 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O uso da TI no setor da saúde tem gerado benefícios a todos envolvidos &#8211; hospitais, clínicas, laboratórios, seguradoras e operadoras de assistência médica &#8211; dando maior agilidade, eficiência e qualidade aos processos.
A informatização do setor está em ritmo acelerado devido a entrada do padrão TISS (Troca de Informações de Saúde Suplementar), responsável pela padronização de guias e demonstrativo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O uso da <strong>TI </strong>no setor da saúde tem gerado benefícios a todos envolvidos &#8211; hospitais, clínicas, laboratórios, seguradoras e operadoras de assistência médica &#8211; dando maior agilidade, <strong>eficiência</strong> e <strong>qualidade</strong> aos processos.</p>
<p>A informatização do setor está em ritmo acelerado devido a entrada do padrão <strong>TISS</strong> <strong>(Troca de Informações de Saúde Suplementar)</strong>, responsável pela padronização de guias e demonstrativo de pagamentos entre as operadoras de planos de saúde e prestadores de serviço. Esse padrão é uma exigência da <strong>ANS (Agência Nacional de Saúde) </strong>em concordância com as normas da <strong>ABNT</strong> no que diz respeito à <strong>informatização</strong> do setor de saúde.</p>
<p>Em matéria publicada na revista TI Inside, é possível entender como a TI fornece <strong>soluções</strong> para atendimento de pacientes e auxilia na <strong>gestão hospitalar</strong>, clínica ou laboratorial, inclusive <strong>reduzindo custos</strong>.</p>
<p>Para saber mais sobre o assunto, basta visualizar abaixo a matéria na íntegra ou então visitar a página do Saúde Conectada no <a href="http://www.scribd.com/saudecomunidade">Scribd</a>, caso esteja vendo esse post por um leitor de feeds.<br />
<a style="margin: 12px auto 6px auto; font-family: Helvetica,Arial,Sans-serif; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; font-size: 14px; line-height: normal; font-size-adjust: none; font-stretch: normal; -x-system-font: none; display: block; text-decoration: underline;" title="View TI Inside - Prescrição: Use TI na saúde! on Scribd" href="http://www.scribd.com/doc/33775376/TI-Inside-Prescricao-Use-TI-na-saude">TI Inside &#8211; Prescrição: Use TI na saúde!</a> <object id="doc_40571281440652" style="outline: none;" classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="100%" height="500" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="name" value="doc_40571281440652" /><param name="data" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="wmode" value="opaque" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="FlashVars" value="document_id=33775376&amp;access_key=key-5nrlw8b3w38rsfrygl3&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><param name="src" value="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><param name="flashvars" value="document_id=33775376&amp;access_key=key-5nrlw8b3w38rsfrygl3&amp;page=1&amp;viewMode=list" /><embed id="doc_40571281440652" style="outline: none;" type="application/x-shockwave-flash" width="100%" height="500" src="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" flashvars="document_id=33775376&amp;access_key=key-5nrlw8b3w38rsfrygl3&amp;page=1&amp;viewMode=list" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" bgcolor="#ffffff" wmode="opaque" data="http://d1.scribdassets.com/ScribdViewer.swf" name="doc_40571281440652"></embed></object></p>
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		<title>Burocracia na Medicina</title>
		<link>http://saudeconectada.com.br/2010/06/24/burocracia-na-medicina/</link>
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		<pubDate>Thu, 24 Jun 2010 14:17:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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A burocracia toma mais de um terço  do tempo de médicos durante o período de atendimento, mais precisamente  39% das horas. Esse foi o resultado de uma pesquisa divulgada  recentemente pelo The New York Times,  na matéria Doctors and  Patients, lost in paperworks. A pesquisa concluiu que se não  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-753" title="Burocracia na Medicina" src="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/pilhas_papel.jpg" alt="" width="500" height="259" /></p>
<p>A burocracia toma mais de um terço  do tempo de médicos durante o período de atendimento, mais precisamente  39% das horas. Esse foi o resultado de uma pesquisa divulgada  recentemente pelo <a href="http://www.nytimes.com/" target="_blank">The New York Times</a>,  na matéria <a href="http://www.nytimes.com/2010/04/08/health/08chen.html" target="_blank">Doctors and  Patients, lost in paperworks</a>. A pesquisa concluiu que se não  houvesse a burocracia, os pacientes poderiam ter 40% a mais de tempo com  o médico para investigações mais completas.</p>
<p>Outra pesquisa,  citada pela mesma reportagem, aponta o aumento da burocratização entre  residentes de medicina. Nesse caso, os dados indicam que estudantes  perdem duas vezes mais tempo com documentação atualmente do que duas  décadas atrás.</p>
<p>Os indicativos são um convite para a reflexão  sobre os processos e o cotidiano da área médica. Será que não podemos  eliminar boa parte da burocracia para que os médicos dediquem um tempo  maior no que realmente nos interessa, a saúde do paciente?</p>
<p>Esse  tempo perdido fica ainda mais complexo quando estamos lidando com as  necessidades de documentações exigidas pelos diferentes planos de saúde.  Diariamente, inúmeros pedidos de exames ainda são negados ou têm que  retornar para o médico por erro ou falta de preenchimento.</p>
<p>Essa  dificuldade e muitas outras vêm sendo vencidas pelo uso de tecnologias  de informação pelos médicos. Hoje, por exemplo, a internet oferece  possibilidades muito maiores de aprendizado aos estudantes. A base de  dados da MEDLINE, mantida pela <a href="http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/" target="_blank">Biblioteca Nacional de  Medicina</a> dos EUA, possui nada menos que 19 milhões de referências  bibliográficas, com resumos, desde 1970, disponíveis online.  <strong></strong></p>
<p><strong>A  solução</strong></p>
<p>O registro eletrônico de informações médicas sobre os  pacientes, feitos internacionalmente de forma unificada e integrada a  hospitais, laboratórios e consultórios parece ser a melhor solução, o  que não elimina as dificuldades para implantação. A reportagem da <a href="http://www.informaticamedica.org.br/informaticamedica/n0102/hogarth.htm" target="_blank">Revista  Informática Médica</a> esclarece pontos importantes sobre as  dificuldades de uso do registro eletrônico. O principal é cultural,  depois vem a necessidade de padronização e unificação dos sistemas: <em> </em></p>
<p><em>“(&#8230;)  para substituir inteiramente o papel pelo computador é preciso ocorrer  uma verdadeira revolução cultural no ambiente profissional e na cabeça  dos médicos e enfermeiros, que devem ser usuários diretos do computador e  responsáveis pela informação que será colocada maciçamente lá dentro.”</em></p>
<p>Outro  problema é a necessidade de uma linguagem padronizada universalmente.  No Brasil há alguns movimentos para isso, mas não é o suficiente. Por  isso, sistemas com o intuito de informatizar a linguagem da Medicina têm  surgido nos EUA e na Europa. A reportagem aprofunda-se mais ainda no  cenário atual:  <em></em></p>
<p><em>“Geralmente, as diferentes empresas e instituições  desenvolvem os seus próprios sistemas, ou compram sistemas  incompatíveis entre si no mercado, e eles não se comunicam, dificultando  a formação de redes de saúde. Por isso, está em andamento um esforço  grande de conseguir uma linguagem comum entre os sistemas.”</em></p>
<p>Muitos  fatores demonstram as vantagens do uso da tecnologia na área de saúde e  a globalização torna necessária a criação de padrões internacionais  para uma unificação de sistemas em todo mundo. Não há dúvidas que vamos  chegar ao ponto em que as redes de comunicação farão parte do dia a dia  do médico, assim como o estetoscópio. O que ainda não se sabe é quando e  como se dará esse processo. O movimento de quem se preocupa com isso  tem sido nessa direção, de sugerir caminhos.</p>
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		<title>Vacina para fumantes</title>
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		<pubDate>Mon, 14 Jun 2010 21:08:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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O cigarro é o segundo causador de mortes,  segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), só perdendo para a  hipertensão. E, mesmo diante desse dado ou das proibições de fumar em  ambientes fechados, muitos não conseguem libertar-se do vício. Os  tratamentos que existem incentivam a parar por meio da redução do [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-746" title="vacina_cigarro" src="http://saudeconectada.com.br/wp-content/uploads/2010/06/vacina_cigarro.jpg" alt="" width="500" height="332" /></p>
<p>O cigarro é o segundo causador de mortes,  segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), só perdendo para a  hipertensão. E, mesmo diante desse dado ou das proibições de fumar em  ambientes fechados, muitos não conseguem libertar-se do vício. Os  tratamentos que existem incentivam a parar por meio da redução do uso de  cigarros e, na prática, são inúmeros os casos de ex-fumantes que voltam  a fumar.</p>
<p>Essa é atual situação dos dependentes do tabaco, mas um  olhar diferenciado fez surgir uma esperança, prometida para estar  disponível no mercado em 2012. Recentemente, uma equipe de pesquisadores  da Universidade de Michigan, nos EUA, iniciou estudos clínicos para uma  vacina anti-fumo, denominada NicVAX.</p>
<p>Até então, todos os  tratamentos contra a nicotina atuavam no sistema nervoso central. A <a href="http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2010/05/28/cientistas-testam-primeira-vacina-para-parar-de-fumar-916719466.asp" target="_blank">nova  vacina</a> atua no sangue e impede que a nicotina passe para o cérebro e  ocasione a sensação de prazer para fumantes. As primeiras fases dos  ensaios clínicos mostraram que a vacina é capaz de criar esse mecanismo  evitando a retomada do vício.</p>
<p>A Nabi Biopharmaceuticals é o  grupo por trás do projeto e ainda não divulgou efeitos colaterais da  vacina, mas afirma que os efeitos são menores, já que ela não atua no  sistema nervoso central.</p>
<p><strong>Prevenir é a melhor opção</strong></p>
<p>Mais  do que um tratamento eficaz, o conceito inovador dessa vacina é que ela  pode ser uma opção para prevenir as doenças causadas pelo cigarro, tais  como o câncer de pulmão (87% das mortes por câncer de pulmão ocorrem  entre os fumantes), doenças cardíacas (fumantes têm 70% a mais risco),  problemas com circulação sanguínea, entre outras.</p>
<p>Mas, para isso,  é necessária uma mudança cultural no brasileiro, que tem o costume de  só procurar um médico para tratamentos de doenças e <a href="../2010/02/22/existe-cura-para-a-falta-de-prevencao-dos-brasileiros/" target="_blank">não  para prevenção</a>. Segundo um estudo da Agência Nacional de Saúde  Suplementar (<a href="http://www.ans.gov.br/" target="_blank">ANS</a>), o perfil de  mortalidade dos brasileiros é similar entre os cidadãos atendidos pelo  SUS e aqueles que pagam por um plano de saúde. Em ambos os casos, as  doenças do aparelho circulatório aparecem como a principal causa de  morte (31%), seguida das <a href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Neoplasia" target="_blank">neoplasias</a>,  responsável por 22% das mortes.</p>
<p>A razão de tal similaridade  demonstra que o problema não é financeiro e sim falta de prevenção,  somada à necessidade de uma <a href="../2009/03/20/cidadania-digital-e-saudavel/" target="_blank">rede  de saúde integrada</a>. Uma das saídas é investir em soluções como o  sistema do <a href="http://www.intersystems.com.br/isc/sobre/newsletterMostra.csp?NewsletterID=182&amp;NoticiaID=692&amp;CSPCHD=00000000000b36achyqw003772817828" target="_blank">Cartão  de Saúde do Cidadão</a>, implantado no Distrito Federal. Prontuários  eletrônicos podem ser o caminho mais óbvio para evitar gastos com saúde  partindo do princípio da prevenção. Vale ressaltar que a tecnologia da  informação está ai, disponível de inúmeras formas, e muitas vezes não é  utilizada em todo o seu potencial. Assim como um olhar inovador gerou  uma vacina preventiva, o Brasil precisa de um olhar diferenciado, novo,  para ter um sistema de saúde preventivo nacional.</p>
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		<title>Como o médico pode se manter bem informado?</title>
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		<pubDate>Fri, 14 May 2010 18:37:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O genoma humano  foi decodificado. Descobriu-se que a terapia hormonal para mulheres na  meia idade aumenta o risco de acidentes cardiovasculares. Essas são  apenas duas das importantes pesquisas publicadas na última década. A  cada ano são feitas novas descobertas científicas na área da medicina e  da farmacologia. Direta ou indiretamente, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O genoma humano  foi decodificado. Descobriu-se que a terapia hormonal para mulheres na  meia idade aumenta o risco de acidentes cardiovasculares. Essas são  apenas duas das importantes pesquisas publicadas na última década. A  cada ano são feitas novas descobertas científicas na área da medicina e  da farmacologia. Direta ou indiretamente, a maioria delas interfere  principalmente nos tratamentos oferecidos aos pacientes. <strong>Com tanta  tecnologia, acesso a publicações científicas médicas, mídias sociais,  como o médico pode se manter bem informado? </strong></p>
<p>Essa é uma questão  importantíssima para a carreira do profissional e para a saúde de seus  pacientes. Pensar nesse dilema pode até causar um certo desespero. <strong>Mas  as novas formas de comunicação podem oferecer uma sugestão de resposta.</strong> E  até o Ministério da Saúde percebeu o potencial delas.</p>
<p>Sobre as  notícias oficiais brasileiras relacionadas à saúde, os profissionais  podem se atualizar por meio das mídias sociais. O Ministério da Saúde  possui páginas no <a href="http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=ls&amp;uid=5621934356887696255" target="_blank">Orkut</a>,  <a href="http://www.facebook.com/ministeriodasaude" target="_blank">Facebook</a> e <a href="http://twitter.com/minsaude" target="_blank">Twitter</a>. Para tirar dúvidas sobre  a campanha de vacinação contra o vírus H1N1 criou inclusive uma conta  no <a href="http://www.formspring.me/minsaude" target="_blank">Formspring</a> – site no  qual qualquer pessoa posta uma pergunta, mas só o dono da conta pode  responder. Já a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (<a href="http://portal.anvisa.gov.br/" target="_blank">Anvisa</a>), que regula medicamentos  e alguns tratamentos, possui uma área no seu site apenas para informes e  outra para notícias referentes a suas ações.</p>
<p>De acordo com uma  matéria publicada no site <a href="http://www.diariodasaude.com.br/news.php?article=medicos-metas-para%20-se-manterem-atualizados&amp;id=5086" target="_blank">Diário  da Saúde</a>, <strong>os médicos conseguiriam manter-se mais bem informados com  o ritmo das descobertas científicas se usassem um plano de carreira  para tal. </strong>Essa conclusão foi publicada em um estudo na revista  científica <a href="http://www.elsevier.com/wps/find/journaldescription.cws_home/717484/description#description" target="_blank">Academic  Pediatrics</a>. A pesquisa analisou se &#8220;os residentes em pediatria  sabem como desenvolver planos de profissionalização para se manter a par  das últimas novidades na prática médica&#8221;.</p>
<p>Participaram da  pesquisa médicos residentes &#8211; profissionais formados que estão se  especializando &#8211; de 46 dos programas de residência em pediatria nos  Estados Unidos, o que corresponde a 23% do total. Cerca de 1.000 dos  1.700 residentes de pediatria de todo o país foram entrevistados. <strong>Apenas  26% dos entrevistados disseram monitorar seu próprio desenvolvimento  para atingir objetivos na aprendizagem. </strong>Dessa forma, a pesquisa concluiu  que o acompanhamento do processo de aprendizagem continuada é mais  relevante para manter os médicos atualizados com as últimas descobertas  científicas e com as últimas técnicas disponíveis.</p>
<p>Resumindo, a  melhor maneira de se manter em dia com o que há de mais novo é escrever  planos realizáveis de acompanhamento do que é publicado na área e de  aprendizado de novas técnicas. Em seguida, seguir os planos, claro.  Apesar de ser realizada com residentes em pediatria, <strong>o resultado pode  ser aplicado para qualquer profissional. </strong></p>
<p>Manter-se conectado com os colegas da área também pode ser uma  maneira de trocar novidades. Assim, para os conectados, o segredo é  fazer um plano de estudos, segui-lo e utilizar ao máximo as redes com os  amigos. <strong>Trocar experiências nunca é demais. </strong>O canal para isso? As mil e  uma possibilidades da internet.</p>
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		<title>Telemedicina: o poder de mudar a sua vida</title>
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		<pubDate>Fri, 07 May 2010 18:59:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Talvez, você  nunca tenha ouvido falar em telemedicina. Mas saiba que ela ganhou força  com as novas tecnologias e pode ser extremamente útil para sua vida. O  que seria isso? São chamados de telemedicina todos os serviços prestados  por profissionais da área da saúde por meio de tecnologias de  informação [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Talvez, você  nunca tenha ouvido falar em telemedicina. Mas saiba que ela ganhou força  com as novas tecnologias e pode ser extremamente útil para sua vida. O  que seria isso? <strong>São chamados de telemedicina todos os serviços prestados  por profissionais da área da saúde por meio de tecnologias de  informação e de comunicação.</strong> Geralmente, ela é colocada em prática  quando o paciente está muito distante ou quando a locomoção entre  pacientes, estudantes da área da saúde ou médicos é complicada. Ela pode  ser uma consulta online, videoconferência médica ou educação à  distância.</p>
<p>De acordo com a <a href="http://rute.rnp.br/" target="_blank">Rede  Universitária de Telemedicina</a> – uma iniciativa para apoiar a  implementação da prática nos hospitais universitários –, as ações na  área de saúde, no Brasil, são realizadas desde a década de 1990, mas de  forma tímida. “Um país com dimensões continentais, no entanto, tem muito  a ganhar com a formação e a consolidação de redes colaborativas  integradas de assistência médica à distância<strong>. Benefícios como a redução  dos custos com transportes e comunicações e a possibilidade de levar a  medicina especializada a regiões remotas do país fazem enorme  diferença</strong>”, destaca o site.</p>
<p>O Rio de Janeiro, percebendo as  diversas possibilidades da telemedicina, implantou um novo sistema. Os  exames realizados pelo Programa Saúde da Família serão encaminhados, via  internet, para o <a href="http://www.biohard.com.br/mcouto/" target="_blank">Hospital  Municipal Miguel Couto</a>, onde especialistas ajudarão no diagnóstico.  “<strong>A novidade faz parte da estratégia da Secretaria Municipal de Saúde em  diagnosticar doenças com maior rapidez sem necessidade de o paciente  esperar por um consulta da rede pública</strong>”, publicou a médica Leandra  Alum, no blog Tecnologia da Informação e Medicina.</p>
<p>Nesse caso,  as pessoas que moram em cidades do mesmo porte que Rio de Janeiro e de  São Paulo podem ter esse benefício já. Imagine ter realizado os exames  em um laboratório, sendo que já havia passado por consulta com o médico  que os solicitou. Em seguida, o resultado e as imagens seriam  disponibilizados, pelo laboratório, na internet. O paciente entraria em  contato com o médico, repassando por e-mail o resultado dos exames e, em  seguida, teria o atendimento online. <strong>Não haveria horas perdidas no  deslocamento, estresse no trânsito e paciência na sala de espera do  profissional. </strong></p>
<p>Com relação a epidemias, como a que era esperada  com a gripe H1N1, a telemedicina seria relevante para a saúde de toda a  população. Se fosse constatado que uma pessoa adquiriu a doença, o  paciente poderia permanecer em casa, mas sendo monitorado por médicos  via internet. Se piorasse, voltaria para o hospital para receber novo  tratamento. No blog <a href="http://muitasauva.blogspot.com/" target="_blank">Muita  Saúva</a>, o autor Renato Okano cita outro exemplo, o de doentes  crônicos.“Há inúmeros equipamentos no mercado que já fazem integração,  via internet ou discagem direta ao centro de cuidados, dos dados do  paciente com as bases de dados de instituições que cuidam deles.  Monitores de pressão, de glicose e de peso, por exemplo, já são uma  realidade, e a integração já está se concretizando”, <a href="http://muitasauva.blogspot.com/2010/02/telemedicina-e-doentes-cronicos.html" target="_blank">escreveu</a>.</p>
<p>Com a telemedicina, o paciente poderá ser atendido melhor, com  mais rapidez e exclusividade. <strong>As vantagens são maiores ainda, em um país  com dimensões continentais, como o Brasil. </strong>Cerca de 15% da população  (mais de 192 milhões de habitantes) ainda vive em locais afastados. A  telemedicina, em terras brasileiras, significa democratizar a saúde,  fornecer melhor qualidade de vida para todos de forma igualitária e,  claro, economia para investir em mais saúde.</p>
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		<title>As mentiras que os pacientes contam</title>
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		<pubDate>Thu, 29 Apr 2010 20:16:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Já diz o ditado: “Quem conta  um conto, aumenta um ponto”. Quem nunca foi ao médico e deu uma  exageradinha nos sintomas? Ou, simplesmente, omitiu uma informação que  considerava irrelevante? Ou, como quem não quer nada, disse mentirinhas  como &#8220;eu não fumo&#8221;, &#8220;não bebo&#8221; ou &#8220;pratico exercícios físicos  regularmente&#8221;? Há [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Já diz o ditado: “Quem conta  um conto, aumenta um ponto”. <strong>Quem nunca foi ao médico e deu uma  exageradinha nos sintomas? Ou, simplesmente, omitiu uma informação que  considerava irrelevante?</strong> Ou, como quem não quer nada, disse mentirinhas  como &#8220;eu não fumo&#8221;, &#8220;não bebo&#8221; ou &#8220;pratico exercícios físicos  regularmente&#8221;? Há o caso de uma mãe que jurou para o pediatra que o  filho bebê se alimentava corretamente. Disse que não entendia porque ele  estava acima do peso, mas não contou que dava doce para a criança  comer. “Todo paciente mente”, lembra com frequência a sarcástico Dr.  House, na série de TV de mesmo nome.</p>
<p>Segundo uma recente <a href="http://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/2010/04/pesquisa-comprova-que-homens-mentem-no-consultorio.html" target="_blank">pesquisa  realizada em São Paulo</a>, <strong>30% dos pacientes admitiram que não contam  tudo o que deveriam aos médicos.</strong> Tanto é verdade, que o escritor e  médico Moacyr Scliar <a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default.jspx?uf=1&amp;local=1&amp;action=getVidaMateria&amp;newsID=a2642845.xml&amp;treeName=Vida&amp;section=vida&amp;origem=vida&amp;capaId=vida" target="_blank">relatou  no Jornal Zero Hora</a> uma “pegadinha” feita pela Escola de Medicina  Johns Hopkins, faculdade americana entre as mais respeitadas do mundo:  “Médicos tratavam pacientes com problemas respiratórios fornecendo-lhes  um inalador para ser usado três vezes ao dia. Acontece que o aparelhinho  tinha um dispositivo que registrava o número de vezes que isso  realmente acontecia. Só 15% dos pacientes estavam cumprindo a  prescrição. E 14% até esvaziava o nebulizador para enganar melhor o  médico”.</p>
<p>Até o bem humorado José  Simão, colunista da Folha de  S. Paulo e da rádio BandNews, confessou em texto publicado no site do  Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo: <a href="http://www.cremesp.com.br/?siteAcao=Revista&amp;id=181" target="_blank">Eu minto  para os médicos!</a> Os pacientes mentem – ou omitem – por diversos  motivos. <strong>Alguns acham irrelevante contar seus maus hábitos com relação à  saúde.</strong> Outros têm vergonha de assumir situações como, por exemplo, uma  relação extraconjugal. Existem aqueles que desconfiam do profissional.  Mesmo assim, essa não é a melhor escolha, já que toda informação é  relevante para o diagnóstico.</p>
<p>Mas pior quando a mentira é   publicada na internet. Imagine as consequências se, em seu próprio blog,  um paciente <a href="http://www.kevinmd.com/blog/2010/04/patient-stories-web-real.html" target="_blank">mentir  sobre o tratamento ou seus sintomas</a>. De acordo com pesquisa  publicada no site do <a href="http://www.pewinternet.org/Reports/2009/8-The-Social-Life-of-Health-Information/03-Social-Media-and-Health/1-Many-seek-a-justintime-someonelikeme-but-few-post-their-own-stories.aspx?r=1" target="_blank">Centro  de Pesquisas Pew</a>, entre 59% dos pacientes doentes, 41% disseram ter  lido experiências de pessoas com o mesmo problema em grupo de notícias  online, sites e blogs. Outra pessoa, com o mesmo problema, pode ser  influenciada por essas inverdades escritas. <strong>E pior, prejudicar-se por  isso.</strong></p>
<p>No entanto, as consequências dessas mentirinhas contadas  aos médicos podem ser perigosas para a própria saúde. No texto citado  acima, Scliar exemplifica. “A pessoa não conta que está tomando certo  tipo de medicação. O médico prescreve um remédio, há uma interferência  medicamentosa com o medicamento que o paciente está tomando e aí reações  graves podem ocorrer”, escreveu.<strong> Omitir a verdade pode dificultar um  diagnóstico, impedir um tratamento adequado e, inclusive, prejudicar a  cura do problema. </strong>Além disso, descoberta a mentira ou a omissão, como o  médico poderá confiar nas informações futuras transmitidas pelo mesmo  paciente?</p>
<p>Se o médico for experiente ou já familiarizado com o  paciente, poderá perceber essas “mentirinhas”. O que será positivo para o  diagnóstico ou tratamento. <strong>No entanto, nem todos os profissionais  possuem essa capacidade e, como seres humanos, estão sujeitos a errar na  suposição.</strong> O melhor para a saúde é deixar a vergonha, pudor,  preconceito, preguiça ou presunção do lado de fora do consultório e  contar a verdade. Afinal, “a mentira tem perna curta”. E ninguém quer,  para si, um nariz de Pinóquio.</p>
<p style="text-align: center;">*************</p>
<p><em><strong>Posts relacionados:</strong></em></p>
<ul>
<blockquote>
<li><a href="http://saudeconectada.com.br/2010/04/15/medicos-devem-pesquisar-sobre-seus-pacientes-na-internet/" target="_blank">Médicos devem pesquisar sobre seus pacientes na internet?</a></li>
<li><a href="http://saudeconectada.com.br/2010/03/11/medico-x-paciente-quem-sai-ganhando/" target="_blank">Médico x paciente: quem sai ganhando?</a></li>
<li><a href="http://saudeconectada.com.br/2009/07/15/como-melhorar-a-comunicacao-entre-medicos-e-pacientes/ " target="_blank">Como melhorar a comunicação entre médicos e pacientes?</a></li>
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</ul>
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<a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/ComunidadeDeSadeEmRede?a=iGyop25TkT8:QmihN9EB0lU:F7zBnMyn0Lo"><img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/ComunidadeDeSadeEmRede?i=iGyop25TkT8:QmihN9EB0lU:F7zBnMyn0Lo" border="0"></img></a>
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		<title>Pacientes do SUS poderão ter prontuário eletrônico</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 16:03:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Johnny Systems</dc:creator>
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Imagine  chegar em qualquer unidade do Sistema Único de Saúde (SUS), falar seu  nome e&#8230; pronto! Todos os exames, as informações sobre sua saúde e seu  histórico médico constarem em um banco de dados no computador. Além  disso, ter a possibilidade de checar em qualquer lugar, pela internet, o  resultado [...]]]></description>
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<p>Imagine  chegar em qualquer unidade do Sistema Único de Saúde (SUS), falar seu  nome e&#8230; pronto! Todos os exames, as informações sobre sua saúde e seu  histórico médico constarem em um banco de dados no computador. Além  disso, ter a possibilidade de checar em qualquer lugar, pela internet, o  resultado dos exames e as receitas médicas. <strong>Seria ideal e isso está  prestes a virar realidade.</strong></p>
<p>Existe um projeto de lei, o <strong>PLS  474/08</strong>, que prevê o uso de prontuário eletrônico para pacientes do SUS.  De acordo com o projeto, o sistema também deve ter um cadastro nacional  de usuários, profissionais de saúde e de unidades de saúde públicas e  privadas. <strong>O projeto, criado em 2008, foi aprovado esse ano pela Comissão  de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do  Senado.</strong></p>
<p>O projeto altera a <a href="http://www.planalto.gov.br/ccivil/LEIS/l8080.htm" target="_blank">Lei nº 8.080</a>,  de 19 de setembro de 1990, também conhecida como Lei Orgânica da Saúde.  Ela regula as ações e os serviços de saúde em todo o Brasil. Assim, há  ainda um caminho burocrático a ser seguido. O projeto precisa da  aprovação da <a href="http://webthes.senado.gov.br/bin/gate.exe?f=tocn&amp;p_toc=tocn&amp;p_doc=recordn&amp;p_d=SILN&amp;p_op_all=E&amp;p_SortBy1=DINV&amp;p_Ascend1=no&amp;p_SortBy2=SASS&amp;p_Ascend2=no&amp;p_lang=english&amp;expr=ALL&amp;p_s_ALL=@DOCN+E+Comissoes%5bNV01%5d+E+Permanentes%5bNV02%5d+E+CAS%5bNV03%5d+E+Pautas%5bNV04%5d+E+P" target="_blank">Comissão  de Assuntos Sociais do Senado</a> (CAS), para, em seguida, ser enviado à  Câmara dos Deputados. <strong>Mas para que tanto trabalho?</strong></p>
<p>Incorporar a  tecnologia à saúde é tão importante que até o presidente dos Estados  Unidos, Barack Obama, debate o tema. Em seu discurso de posse, <strong>ele disse  que um prontuário eletrônico reduzirá as taxas de erro e os custos do  sistema de saúde. </strong>“E isso vai levar a uma economia de bilhões de dólares  e de incontáveis vidas”, <a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/2009/01/26/obama-promete-investimento-em-tecnologia-para-estimular-economia/" target="_blank">afirmou  o presidente</a>.</p>
<p>Além de ajudar a fortalecer a economia, os  prontuários eletrônicos trazem benefícios facilmente visíveis por todos.  <strong>São vantagens que impactam diretamente na vida do paciente.</strong> Isso porque  o atendimento será mais eficiente, respeitará os profissionais de saúde  e trará <a href="../2010/03/03/setor-publico-investe-em-tecnologia-para-garantir-qualidade-de-vida/" target="_blank">mais  conforto ao paciente</a>.</p>
<p>Enquanto o projeto não sai do papel é  preciso ser paciente de verdade. É possível esperar ele ser aprovado, o  que deve acontecer em breve, e se preparar para – por que não? – nos  tornarmos uma Dinamarca. <strong>O país europeu é referência na área, pois  possui o sistema de saúde mais avançado na área tecnológica. </strong>Do outro  lado do Atlântico, é possível até <a href="../2010/01/28/podemos-nos-tornar-uma-dinamarca-na-gestao-de-saude/" target="_blank">consultar  o médico pela internet</a>. O futuro que aguarde o Brasil.</p>
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