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	<title>Comunidade - Grupo Foco</title>
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		<title>A força de uma cultura</title>
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		<pubDate>Mon, 16 Jul 2012 18:26:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Administrador do Blog</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                       Por Eugênio Mussak* No mês passado, aconteceu o primeiro lançamento da Apple pós-Steve Jobs. O carisma dele não estava no palco, mas o legado de suas ideias e o seu jeito de ser estavam lá, intactos. Tim Cook, atual presidente da Apple, fez uma apresentação minimalista e até procurou se vestir de modo parecido [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                       <img class="alignnone  wp-image-4451" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/cultura-organizativa.jpg" alt="" width="376" height="277" /></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Por Eugênio Mussak*</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">No mês passado, aconteceu o primeiro lançamento da Apple pós-Steve Jobs. O carisma dele não estava no palco, mas o legado de suas ideias e o seu jeito de ser estavam lá, intactos. Tim Cook, atual presidente da Apple, fez uma apresentação minimalista e até procurou se vestir de modo parecido ao de Jobs. É impressionante a força da cultura de uma empresa, quando ela tem seus atributos bem claros e é praticada pelos seus funcionários.</p>
<p style="text-align: justify;">A cultura de uma organização é o conjunto de crenças e princípios que definem o comportamento das pessoas que trabalham nela ou que se relacionam com ela. É o recurso psicológico da companhia, tão necessário quanto os recursos materiais para a execução da estratégia da empresa. Jobs deixou na Apple pelo menos quatro ícones culturais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O foco</strong> – Quando retornou à Apple, Jobs encontrou a empresa perdida em um grande número de projetos que competiam entre si. &#8220;Toneladas de produtos, a maioria de má qualidade&#8221;, em suas próprias palavras. Ele definiu que a empresa teria apenas quatro produtos: um computador de mesa e um laptop de uso profissional e o mesmo par para uso pessoal. Assim acabou com a dispersão de energia. O resultado foi aumento de eficiência e de qualidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A excelência </strong>– A obsessão com a excelência garantiu o posicionamento da Apple. Jobs definiu que o belo era importante. Os designers ganharam status, os engenheiros tiveram de se submeter a seus caprichos. O resultado foi o encontro da alta tecnologia com a arte.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A confiança</strong> – Na Apple cada pessoa está preocupada em fazer apenas seu trabalho porque tem absoluta certeza de que cada colega está fazendo o seu, da melhor maneira. A confiança é o atributo mais poderoso para a construção de uma verdadeira equipe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> A paixão</strong> – Os nerds de Cupertino, cidade sede da Apple, são apaixonados pela empresa, ainda que o nível de exigência prejudique a qualidade de vida. É fácil se apaixonar por uma ideia que está mudando o mundo e, claro, sentir-se fazendo parte dessa revolução. Steve Jobs disse que não gostava de colocar botões de liga/desl iga em seus equipamentos, pois achava que eles não deveriam ser desligados nunca. Ele não está mais aqui, mas nenhum botão será capaz de desligar a cultura que ele criou para a Apple. Essa continua, pois é maior que o homem que a criou.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>*Eugenio Mussak é educador e escritor, formado em Medicina na UFPR com especialização em Fisiologia Humana, é professor da FIA-USP e da Fundação Dom Cabral. Membro do Conselho de Administração da Associação Brasileira de Recursos Humanos, autor de vários livros, entre os quais Metacompetência, Liderança em Foco, Caminhos da Mudança e Pensamento Estratégico para Lideres de Hoje e Amanhã e atualmente é colunista das revistas Você S.A. e Vida Simples da Editora Abril.</em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://vocesa.abril.com.br/desenvolva-sua-carreira/materia/artigos-eugenio-mussak-forca-cultura-689096.shtml" target="_blank">Você S/A</a></strong></p>
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		<title>Sentir falta de reconhecimento profissional pode ser sinal de imaturidade</title>
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		<pubDate>Fri, 06 Jul 2012 19:22:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                   Muitos profissionais reclamam por se sentirem invisíveis ou ignorados no ambiente de trabalho. Essa situação, porém, pode ser tanto culpa da empresa, representada pelo chefe e pela equipe, como do próprio profissional. Para a palestrante e consultora de recursos humanos, Meiry Kamia, são basicamente duas situações. Pode acontecer que os membros da equipe e [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                                   <img class="alignnone  wp-image-4445" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/R7-Reconhecimento.jpg" alt="" width="248" height="260" /></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos profissionais reclamam por se sentirem invisíveis ou ignorados no ambiente de trabalho. Essa situação, porém, pode ser tanto culpa da empresa, representada pelo chefe e pela equipe, como do próprio profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">Para a palestrante e consultora de recursos humanos, Meiry Kamia, são basicamente duas situações. Pode acontecer que os membros da equipe e até o chefe estejam adotando uma postura proposital, no sentido de excluir, conscientemente, o funcionário. Quando isso acontece, pode ser considerado, inclusive, como uma modalidade de assédio moral.</p>
<p style="text-align: justify;">“O assédio moral se configura quando o chefe, por exemplo, desqualifica o subordinado de forma proposital. Ele ignora, isola e finge que a pessoa não existe”, explica Meiry. Porém, é preciso certo cuidado nesse tipo de avaliação. Como envolve a percepção humana, é possível que o profissional esteja enxergando de maneira errada a situação.</p>
<p style="text-align: justify;">Para provar que realmente existe uma situação de assédio moral, é preciso de testemunhas. “No assédio moral, tem que ter provas e testemunhas. Outras pessoas precisam confirmar que estão te isolando”, diz a consultora. Essa confirmação é preciso porque se o próprio profissional estiver se sentindo mal com ele mesmo, ele pode estar projetando seu estado emocional para fora. Assim, ele pode estar vendo uma situação que não existe.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Não espere pelo reconhecimento</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Além do assédio moral, há muitos que reclamam que não são suficientemente reconhecidos por seus líderes. Ou seja, apesar de serem dedicados e de fazer um bom trabalho, seus chefes nunca parabenizam seu trabalho. Segundo a consultora, isso é um defeito profissional.</p>
<p style="text-align: justify;">“Querer reconhecimento é problema de maturidade profissional. Não podemos trabalhar esperando isso. Essa é uma postura de pessoa imatura”, avalia Meiry. Na prática, se você está frustrado, desanimado ou insatisfeito porque seu chefe não fica elogiando seu trabalho o tempo topo, o problema é você e não ele.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa necessidade constante de reconhecimento não é comportamento de profissional. A pessoa madura tem autonomia e capacidade suficiente para saber quando fez um bom trabalho e quando não fez. Se o chefe elogiar, será um bônus, mas viver em função disso, é um erro.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, se você é o tipo de pessoa que reclama constantemente da sua empresa pois não recebe elogios suficientes, vale a pena repensar sua postura. A função do chefe é dar feedback, ou seja, ajudar a equipe a se desenvolver, pontuando os erros e mostrando o caminho certo e não ficar agradando.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2479471-sentir+falta+reconhecimento+profissional+pode+ser+sinal+imaturidade" target="_blank">Portal InfoMoney</a></strong></p>
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		<title>O passo a passo para um bom feedback</title>
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		<pubDate>Mon, 02 Jul 2012 17:57:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                             Receber uma crítica não fácil, mas fazer a crítica nem sempre é tarefa das mais simples. Basta fazer um levantamento mental: quantos chefes você já teve que eram mestres na arte de dar o famoso feedback? E você, sabe dizer o que realmente significa a expressão? Feedback, segundo o especialista em gestão comportamental aplicada [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                             <img class="alignnone  wp-image-4437" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/07/feedback.png" alt="" width="303" height="226" /></p>
<p style="text-align: justify;">Receber uma crítica não fácil, mas fazer a crítica nem sempre é tarefa das mais simples. Basta fazer um levantamento mental: quantos chefes você já teve que eram mestres na arte de dar o famoso feedback? E você, sabe dizer o que realmente significa a expressão?</p>
<p style="text-align: justify;">Feedback, segundo o especialista em gestão comportamental aplicada ao mundo dos negócios Luiz Fernando Garcia, não é queixa, bronca, conselho ou mesmo lição de moral. Ele é, na verdade, (ou deveria ser) uma ferramenta para que comportamentos impróprios sejam alterados e as relações entre pessoas se tornem mais fáceis.</p>
<p style="text-align: justify;">“Muitas vezes, a conversa que tinha como intenção ajeitar as coisas tem o efeito contrário e apenas coloca mais lenha na fogueira”, diz Garcia.</p>
<p style="text-align: justify;">A psicóloga Fela Moscovici, autora de livros sobre o tema, aponta dois caminhos essenciais para que o “tiro não saia pela culatra”: ser descritivo, em vez de avaliativo, e ser específico, em vez de generalista.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser descritivo significa ir direto aos fatos, sem julgamentos à atitude dos envolvidos. Dizer “aquele equipamento que custou 20 mil reais” é melhor que dizer “aquele equipamento que custou uma fortuna”. Para ser a específico, descreva situações em que a outra pessoa tenha agido de maneira inadequada, sem a utilização de expressões generalistas como “você foi grosseiro” ou “você não sabe guardar dinheiro”. O mesmo vale para as situações em que o funcionário agiu da maneira correta.</p>
<p style="text-align: justify;">Outra dica importante para um “feedback bem dado” é a montagem de um pequeno roteiro. “É necessário que haja respeito entre os envolvidos, com o desejo real de que o outro apenas melhore. Por isso, jamais entre em uma conversa de feedback achando que é o dono da verdade. Sempre há os dois lados”, avalia Garcia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://epocanegocios.globo.com/Inspiracao/Carreira/noticia/2012/06/7-passos-para-um-bom-feedback.html" target="_blank">Época Negócios</a></strong></p>
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		<title>Como a procrastinação pode ser útil para a sua carreira</title>
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		<pubDate>Tue, 26 Jun 2012 18:38:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                      Com cenários que mudam à velocidade da luz, o mundo corporativo demanda profissionais capazes de tomar decisões no mesmo ritmo. Mas, essa valorização da rapidez e o foco no curto prazo podem estar induzindo toda uma geração ao erro. Ou pior: reduzindo o potencial de ganho das empresas e tornando a vida das pessoas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                      <img class="alignnone  wp-image-4429" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/06/size_590_relogio-quebrado-tesoura.jpg" alt="" width="356" height="236" /></p>
<p style="text-align: justify;">Com cenários que mudam à velocidade da luz, o mundo corporativo demanda profissionais capazes de tomar decisões no mesmo ritmo. Mas, essa valorização da rapidez e o foco no curto prazo podem estar induzindo toda uma geração ao erro. Ou pior: reduzindo o potencial de ganho das empresas e tornando a vida das pessoas mais infeliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos é o que afirma o escritor <a href="http://frankpartnoy.com/" target="_blank">Frank Partnoy,</a> ex-investidor do Morgan Stanley, no livro “<a href="http://frankpartnoy.com/wait/" target="_blank">Wait: the art and science of delay</a>” (Editora PublicAffairs), que deve chegar às livrarias americanas na próxima semana.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base em pesquisas econômicas e até na neurociência, o autor defende que boas escolhas demandam tempo e um olho no longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Warren Buffet e a procrastinação</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O caso mais contundente (e bem-sucedido) dessa teoria é o do megainvestidor <strong>Warren Buffet</strong>. De acordo com o autor do livro, entre outros fatores, o sucesso do CEO da Berkshire Hathaway e dono da terceira maior fortuna do mundo, segundo a lista de bilionários da Forbes, pode estar no hábito de procrastinar decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">“Warren Buffet diz que uma chave para o seu sucesso como investidor é adiar decisões. Como ele afirmou, ‘nós não somos pagos por atividade, [somos pagos] apenas para estar certos. O quanto pudermos esperar, iremos esperar definitivamente’”, cita Partnoy no livro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resista ao doce e vire um CEO</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A ideia que explica a postura cautelosa de Buffet não é exclusiva do homem que detém uma fortuna de mais de 40 bilhões de dólares. Tampouco da espécie humana.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o autor, muitos cachorros podem aprender a suprimir suas reações instintivas de abocanhar um alimento por 10 ou 20 segundos em nome de ter uma comida melhor depois. E, acredite, isso pode trazer mais lições para a sua carreira do que você imagina.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com resultados obtidos em pesquisas feitas pelo psicólogo Michael Mischel, professor da Universidade de Stanford (EUA), o mesmo senso de autocontrole pode ter levado pessoas que resistiram a uma sobremesa no passado a cargos de liderança no presente.</p>
<div>
<div>
<p style="text-align: justify;">Segundo ele, crianças que conseguem resistir à tentação de comer um doce para ter uma recompensa maior no futuro têm mais condições de desenvolver uma carreira bem-sucedida do que as impacientes.</p>
<p style="text-align: justify;">Para provar isso, Mischel ofereceu um marshmallow a cada criança com uma regra clara: ela deveria esperá-lo sem comer o doce. Se não cedesse à tentação, ganharia como prêmio mais um doce.</p>
<p style="text-align: justify;">Anos mais tarde, em 1981, as crianças que foram mais pacientes apresentaram uma postura mais positiva durante a adolescência. Eram mais motivadas, persistentes em situações difíceis e capazes de atrasar alguma recompensa em favor de seus objetivos de longo prazo. Características típicas de um bom presidente de empresa.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>A trajetória antecipada da bola</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que permite que Buffet demore tanto para fazer uma escolha, um cachorro esperar por mais comida e uma criança suportar o martírio de olhar para um doce sem poder comê-lo é a visão de longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com o especialista, a cachorra que ilustra a capa do livro (e não abocanha o biscoito sobre o nariz dela) está de olho no futuro: em prol de uma recompensa melhor, ela posterga o prazer &#8211; e dribla os próprios instintos.</p>
<p style="text-align: justify;">Na hora de tomar uma decisão, todas as pessoas deveriam seguir o exemplo dos tenistas profissionais: projetar a trajetória da bola antes de fazer o saque.</p>
<p style="text-align: justify;">Vale a pena também assumir uma postura semelhante ao personagem Griffin (Michael Stuhlbarg), do filme “MIB: Homens de Preto 3”, que está em cartaz nos cinemas. No filme, Griffin tem o poder de vislumbrar, no presente, todos os cenários futuros possíveis e quais ações podem desencadear cada um deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, não é preciso ser vidente ou alienígena para aplicar o hábito de projetar as consequências de suas decisões atuais no futuro. Bastam estudos consistentes, planejamento estratégico e tempo. Sim, tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">A “procrastinação” (se é que podemos chamar assim) de Buffet não é improdutiva, segundo o autor. Enquanto espera o tempo certo para tomar decisões, ele faz de tudo para estar pronto para as negociações.</p>
<p style="text-align: justify;">“Embora Buffet trabalhe constantemente, ele não está sempre comprando ou vendendo. Ele não reage a tudo que vê. Em vez disso, ele posterga suas reações o tanto quanto é possível. Sua visão de curto prazo é baixa. Ele está focado no longo prazo”, afirma Partnoy, em um dos trechos do livro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/como-procrastinar-decisoes-pode-alavancar-sua-carreira" target="_blank">Portal Exame</a></strong></p>
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		<title>5 passos simples para tornar o seu trabalho sustentável</title>
		<link>http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/index.php/2012/06/20/5-passos-simples-para-tornar-o-seu-trabalho-sustentavel/</link>
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		<pubDate>Wed, 20 Jun 2012 19:08:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                       Um dos assuntos mais discutidos ultimamente, especialmente com a chegada da Rio+20, é a sustentabilidade. Que cada um deve fazer a sua parte todos já estão cansados de saber, mas como fazer isso durante o trabalho? Você não precisa de muito para ajudar o meio ambiente. Alguns pequenos gestos já são suficientes para que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                       <img class="alignnone  wp-image-4421" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/06/escritorio.jpg" alt="" width="361" height="253" /></p>
<p style="text-align: justify;">Um dos assuntos mais discutidos ultimamente, especialmente com a chegada da Rio+20, é a sustentabilidade. Que cada um deve fazer a sua parte todos já estão cansados de saber, mas como fazer isso durante o trabalho?</p>
<p style="text-align: justify;">Você não precisa de muito para ajudar o meio ambiente. Alguns pequenos gestos já são suficientes para que você possa dormir com a consciência tranquila, mesmo no escritório durante o expediente. Confira 5 passos simples para transformar o seu trabalho em algo sustentável:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Tenha uma caneca</strong><br />
Deixe uma caneca no escritório para que você possa usá-la no lugar dos copos de plástico. Se você não toma café ou chá e acredita que uma caneca é exagero no escritório, pense em uma garrafinha na qual você possa acondicionar a água e deixar de lado os copos descartáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Esqueça o carro</strong><br />
Passar horas no trânsito também acaba com a sua saúde, então procure unir o útil ao agradável e deixe o carro de lado. Pegue carona com alguém do seu trabalho que mora perto de você, combine de encontrá-lo em alguma estação do metrô. Outra opção é ir trabalhar de bicicleta.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Use a opção “Visualizar a impressão”</strong><br />
A maioria das folhas que gastamos no trabalho são aquelas impressões que dão errado por falta de configuração de página. Para evitar esse tipo de problema, quando for imprimir qualquer coisa, use sempre a opção “Visualizar a impressão” e corrija os possíveis erros antes de enviar o documento à impressora.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Desligue o que não estiver em uso</strong><br />
Com qual objetivo você mantém o seu computador ligado durante a noite, depois que deixa o escritório? Você não vai morrer se perder 5 minutos esperando seu computador ligar pela manhã, assim como a lâmpada e outros aparelhos eletrônicos. Quando finalizar o seu turno, desligue tudo aquilo que não estiver em uso e incentive seus colegas a fazerem o mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Recicle seu lixo eletrônico</strong><br />
Se você trocou de celular, computador ou até mesmo uma parte pequena desses objetos, como uma bateria ou uma caixinha de som, recicle isso. Encontre pontos de coleta e entregue o lixo eletrônico para reciclagem. Dessa maneira, você não acumula material sem valor e não agride o meio ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2012/05/21/934548/5-passos-simples-tornar-seu-trabalho-sustentavel.html" target="_blank">Universia Brasil</a></strong></p>
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		<title>Confira a edição mais recente do jornal &#8220;Notícias em Foco&#8221;!</title>
		<link>http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/index.php/2012/06/15/confira-a-edicao-mais-recente-do-jornal-noticias-em-foco-2/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Jun 2012 19:35:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                     A 25ª edição do jornal &#8220;Notícias em Foco&#8221; traz um especial sobre datas importantes que são celebradas no mês de junho! Boa leitura! Acessem o jornal clicando aqui!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                                     <img class="alignnone  wp-image-4412" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/06/grupo-foco.gif" alt="" width="247" height="152" /></p>
<p style="text-align: justify;">A 25ª edição do jornal &#8220;Notícias em Foco&#8221; traz um especial sobre datas importantes que são celebradas no mês de junho!</p>
<p style="text-align: center;"><strong><em>Boa leitura!</em></strong></p>
<p style="text-align: center;"><em><strong>Acessem o jornal <a href="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/06/Noticias-em-Foco-Junho-2012.pdf" target="_blank">clicando aqui</a></strong><strong>!</strong></em></p>
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		<title>4 hábitos ruins no trabalho e como lidar com eles</title>
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		<pubDate>Mon, 11 Jun 2012 18:55:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
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		<description><![CDATA[                             Pense no perfil de um excelente profissional. Provavelmente, ele não é preguiçoso ou sem foco, certo? Tampouco excessivamente competitivo ou ansioso. Mesmo porque essas características psicológicas podem gerar problemas físicos. É só pensar naquele seu colega de trabalho que tem gastrite ou pressão alta – as chances são grandes de a causa ser psicossomática. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                             <img class="alignnone size-full wp-image-4404" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/06/k.jpg" alt="" width="300" height="300" /></p>
<p style="text-align: justify;">Pense no perfil de um excelente profissional. Provavelmente, ele não é preguiçoso ou sem foco, certo? Tampouco excessivamente competitivo ou ansioso. Mesmo porque essas características psicológicas podem gerar problemas físicos. É só pensar naquele seu colega de trabalho que tem gastrite ou pressão alta – as chances são grandes de a causa ser psicossomática.</p>
<p style="text-align: justify;">Algumas características e hábitos não só são mal vistos no ambiente profissional como podem, sim, gerar problemas maiores de saúde para o funcionário. Entenda quatro sintomas, suas causas e como lidar com eles.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sono e Preguiça</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O corpo tem um relógio biológico que funciona muito com base na iluminação do dia e no escuro da noite. “De dia, liberamos o hormônio cortisol, que nos prepara para o enfrentamento da rotina. À noite, o hormônio melatonina começa a agir para indução do sono”, explica o médico Artur Zular, consultor científico do Instituto Qualidade de Vida.</p>
<p style="text-align: justify;">Na prática, alterações nesse relógio biológico – como acordar antes do sol nascer ou insistir em se manter acordado até altas horas da noite, podem afetar o funcionamento desses hormônios, deixando a pessoa com sono durante o horário comercial. Pessoas que trabalham à noite, fazem plantões ou trabalham em turnos sofrem mais com isso.</p>
<p style="text-align: justify;">Também é importante levar em consideração outros transtornos que podem estar causando sono em horários indevidos. “A pessoa pode estar com depressão não diagnosticada, por exemplo. Ela também pode ter transtornos como anemia e hipotireoidismo, que dão fraqueza e cansaço”, diz Duílio Antero de Camargo, psiquiatra do Hospital das Clínicas de São Paulo e médico da Associação Nacional de Medicina do Trabalho (ANMT).</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Como lidar</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Camargo, é importante passar por uma avaliação médica para determinar se o trabalhador “preguiçoso” não tem, na verdade, algum transtorno físico. “Se o problema for o trabalho em turnos ou à noite, o jeito é passar por uma readaptação, ou talvez mudar seu horário”, fala.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem precisa lidar com o sono e não encontrou a causa da preguiça na medicina, Zular é bem direto na dica: “café”. Ele explica que cafeína é um excelente estimulante. Por dia, pode-se tomar 4 a 5 xícaras pequenas da bebida. “Quem não gosta de café pode tomar refrigerante de cola, que equivale a duas xícaras. Chocolate também funciona. Mas é preciso tomar cuidado com essa mistura para não ultrapassar a dose diária recomendada”, alerta.</p>
<p style="text-align: justify;">Além de tirar a sonolência, o café estimula a cognição e memória. Para quem não tem diabetes, até o açúcar pode ser benéfico.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Impaciência e ansiedade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Apesar de muitas vezes serem usadas como sinônimos, as palavras têm significados diferentes. “A impaciência tem relação com a urgência do tempo”, explica Zular. “Já a ansiedade se relaciona com o sofrer por antecipação”.</p>
<p style="text-align: justify;">A impaciência tem um componente bastante cultural, da criança que não aprende que precisa esperar. Já a ansiedade pode produzir uma dificuldade em se lidar com o tempo, gerar estresse, angústia e até sintomas físicos, como pressão arterial elevada.</p>
<p style="text-align: justify;">A ansiedade é normal e as pessoas costumam ter alguns sintomas mais leves relacionados à tensão. O problema é quando eles se intensificam (sudorese, tremores, falta de ar e taquicardia) e acabam se tornando crônicos. “Ansiedade crônica deixa marcas físicas, pois o corpo não aguenta tamanho esgotamento”, afirma Camargo.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Como lidar</em></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na hora da tensão, alguns alimentos e bebidas (como o chocolate e o suco de maracujá, por exemplo), podem ajudar a lidar com um ataque de ansiedade. Se a questão é crônica, porém, e começa a afetar o seu dia a dia, é preciso passar por uma avaliação médica.</p>
<p style="text-align: justify;">Os dois especialistas reiteram a importância de acompanhamento psicológico para se trabalhar as causas da ansiedade. “O médico vai desconstruir o modelo mental desse paciente ansioso”, conta Zular. E ele completa: “Essa pessoa muito ansiosa está vivendo em outra realidade, uma na qual os efeitos e sintomas são desproporcionais às causas”.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o médico Camargo, que faz parte da Associação Nacional de Medicina do Trabalho, é importante notar que as causas dessa tensão podem vir do próprio emprego: sobrecarga de trabalho, excesso de meta, relacionamentos complicados. “Às vezes, é preciso tratar a pessoa, e para isso temos tranquilizantes e antidepressivos, mas às vezes também precisamos tratar a empresa”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Excesso de competitividade</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os novos modelos de gestão exigem, sim, um profissional mais agressivo e competitivo. Esse é um comportamento incentivado. “Mas o que importa mais: competência ou competitividade?”, questiona Artur Zular.</p>
<p style="text-align: justify;">Claro que competência é mais importante e ser melhor que o outro pode ser desgastante, especialmente se a competição torna o clima da empresa menos colaborativo. “A pessoa competente compete consigo mesma, tem autocrítica”, diz Zular.</p>
<p style="text-align: justify;">Ambos especialistas concordam que a característica da competitividade é um fenômeno psicossocial, ou seja, cultural. “Não tem nada a ver, por exemplo, com testosterona. Testosterona implica em agressividade, não competição”, desmistifica Zular.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Como lidar</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Para Zular, é difícil mudar a personalidade de alguém muito competitivo: “Essa pessoa terá de ser treinada. Ela primeiro precisa se perceber como extremamente competitiva, depois adequar seus processos mentais e por fim mudar seus atos, não necessariamente sua essência”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;">O psiquiatra Camargo também concorda com a importância da terapia em casos de competição extrema, para que a pessoa tenha consciência dos limites. “É preciso trabalhar a empresa, também, que tem responsabilidade pelo clima de extrema competição que promove”, completa.</p>
<p style="text-align: justify;">O especialista dá algumas dicas que podem ajudar a amenizar a necessidade de competir e brigar no ambiente de trabalho: “Busque válvulas de escape e recarregue suas baterias. Vale atividade física, espiritualidade, buscar apoio familiar e social e até agrados na alimentação”, sugere. Isso evita que, com tanto estresse, a pessoa exploda (cause brigas e seja agressiva) ou imploda (desenvolva doenças crônicas psicossomáticas).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Falta de foco</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Já aconteceu de você não estar com sono, não estar cansado, mas também não conseguir manter sua atenção no trabalho a ser feito? Qualquer coisa parece mais interessante do que a tela do seu computador nesses momentos. Em alguns dias isso é normal, sim. O problema é quando a falta de foco se torna algo constante no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">“Falta de foco é poluição mental”, explica o médico Artur Zular. “Ela é gerada por fragmentos de outros dias e lugares que ficam na sua cabeça. Você lê um texto, mas com ele concorrem outros assuntos com os quais você precisa lidar”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa desatenção também pode ser sintoma de doenças mais graves, como Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade ou depressão. “Esquecimento e apatia são sintomas comuns da depressão”, descreve Camargo.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Como lidar</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Assim como com outros sintomas, a falta de foco pode ser indicativa de doenças mais graves. Por isso, é essencial que se passe por uma avaliação médica.</p>
<p style="text-align: justify;">Se, por outro lado, você não consegue se concentrar por conta de algum problema pessoal, a solução é “se despoluir”. “Se for algo que você puder resolver, peça licença para o chefe e lide com o problema. Caso contrário, tente usar o trabalho como distração do problema – em vez de ser o oposto”, diz Zular.</p>
<p style="text-align: justify;">A falta de foco pode ser sinal de que falta, na realidade, estímulo para se trabalhar. Segundo Camargo, um desgaste no trabalho pode ser resolvido com alterações: novos projetos, funções e tarefas que estimulem o funcionário.</p>
<p style="text-align: justify;">“Há meios artificiais, também, para concentração, como café e medicação”, diz Camargo. Ele, assim como Zular, sugere que a pessoa treine seu comportamento para saber priorizar tarefas. “Se está difícil de prestar atenção no trabalho, tire os ladrões de tempo e as distrações da sua frente”, completa Zular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/4-habitos-ruins-no-trabalho-e-como-lidar-com-eles" target="_blank">Portal Exame</a></strong></p>
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		<title>&#8216;É brincando que se aprende&#8217;: aprimore habilidades durante o lazer</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jun 2012 18:23:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
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		<description><![CDATA[                                  No horário de lazer, a recomendação dos especialistas em desenvolvimento de carreira é de que o profissional aproveite o tempo, mesmo que seja bastante limitado, para relaxar e se desligar do trabalho. Isso permite recarregar as energias para voltar à ativa ainda mais disposto e cheio de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                                  <img class="alignnone  wp-image-4388" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/06/lazer_trabalho.jpg" alt="" width="234" height="241" /></p>
<p style="text-align: justify;">No horário de lazer, a recomendação dos especialistas em desenvolvimento de carreira é de que o profissional aproveite o tempo, mesmo que seja bastante limitado, para relaxar e se desligar do trabalho. Isso permite recarregar as energias para voltar à ativa ainda mais disposto e cheio de ideias.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, apesar de ser intitulado como horário de lazer, você sabia que é possível aproveitar esse momento combinando o descanso com o aprimoramento de competências? É o famoso ócio criativo.</p>
<p style="text-align: justify;">As pessoas acreditam que só é possível se desenvolver no ambiente corporativo, e que o lazer não traz retorno nenhum em termos de aperfeiçoamento profissional, segundo explica o professor de psicologia aplicada do Insper, Armando Ribeiro. Grande erro. O momento de lazer deve ser encarado como um tempo para “brincar com as competências”, diz o professor.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Erre o quanto quiser</strong></p>
<p style="text-align: justify;">É brincando que você pode exercitar a competência que quiser e com uma grande vantagem: você pode errar, sem medo. O momento de lazer é um período informal, no qual você não tem nenhuma pressão ou obrigação, já que não está no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Um simples jogo de futebol pode ser encarado como uma verdadeira escola. Você pode treinar ser um líder ou, por exemplo, ser o organizador, trabalhando várias competências de uma só vez. Você pode exercitar sua habilidade de lidar com a frustração e com pessoas que não mostram comprometimento.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, a grande dica para fazer do lazer um momento de aprendizado e aprimoramento é saber o que você quer – e precisa – aprimorar. Já ouviu aquela frase: “se você não sabe para onde quer ir, qualquer lugar serve”? Pois bem. Se você não identificou suas falhas e não sabe quais habilidades e competência precisa desenvolver, a estratégia de aproveitar o lazer para isso perde totalmente a eficácia.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Quem é você e o que você quer?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O que aprimorar, então? Algo que todos os profissionais devem considerar é o autoconhecimento. Nos horários de lazer, portanto, que tal fazer terapia? O professor explica que não é preciso adoecer ou passar por alguma situação difícil na vida para procurar um terapeuta. Esse profissional pode ajudá-lo a se conhecer melhor, ou seja, entender quais são suas fraquezas e seus pontos fortes.</p>
<p style="text-align: justify;">O coach também pode te ajudar no processo de autoconhecimento. À medida que você se conhecer melhor, fica mais fácil se desenvolver. De todo modo, usar o momento de lazer para fazer um mergulho dentro de você mesmo pode trazer muitos resultados positivos. Quem sabe você não descobre que está estagnado na carreira porque não está na profissão certa?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Desenvolvendo as competências</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando você já sabe o que precisa desenvolver, é hora da ação. Liderança, por exemplo, é uma das competências mais exigidas pelas organizações nos dias atuais. Então, quando for reunir os amigos para um jogo de futebol ou uma partida de pôquer, faça isso pensando em como você pode ser o líder.</p>
<p style="text-align: justify;">“Os jogos podem ser encarados como muito mais do que simples jogos”, diz Ribeiro. “Você pode transformar essa atividade em uma oportunidade de exercitar a liderança, organizar o encontro e motivar as pessoas”, sugere o professor. Lembrando que você pode errar e que não há nenhuma pressão para mostrar resultados e números.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trabalhando em equipe com a família</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Em casa, no ambiente familiar, você também tem uma grande oportunidade de aperfeiçoar suas habilidades de trabalhar em equipe. Sua família, mais do que esposa, filhos, cunhados e sogros, também é um time. É possível criar situações em que você não se coloca no papel de pai – ou mãe – que manda em casa, mas que influencia as pessoas com bons argumentos.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em casa, com os filhos, a pessoa pode debater assuntos veiculados recentemente pela mídia. Nessa ocasião, ela trabalha sua capacidade de argumentar, e sua habilidade de se comunicar e expressar ideias”, explica o professor. Ao defender opiniões e – principalmente – aceitar as ideias dos outros, você se torna uma pessoa mais flexível, outra habilidade exigida pelas empresas.</p>
<p style="text-align: justify;">O professor destaca essa relação entre família e trabalho. Cada pessoa é uma só, e não pode se comportar de uma forma no trabalho e de outra em casa. “Quando a pessoa é uma coisa no trabalho e outra em casa, isso gera muito estresse”, diz o psicólogo. O estresse acontece, basicamente, pois quanto mais papeis temos que entrar, mais desgaste isso gera.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Trabalho voluntário</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O professor também se lembra do trabalho voluntário, que é a união de diversas coisas: comprometimento social, lazer e momento para aprimorar, novamente, suas competências.</p>
<p style="text-align: justify;">O objetivo desse trabalho não é a renda, mas sim aprender a se comunicar com pessoas diferentes e assumir papeis que você não assume no trabalho. “Um diretor de uma empresa pode ser subordinado de alguém em um trabalho voluntário”, diz o professor. Trocar de papeis pode agregar bastante para quem sabe tirar proveito dessa oportunidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2436027-brincando+que+aprende+aprimore+habilidades+durante+lazer" target="_blank">Portal InfoMoney</a></strong></p>
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		<title>Como manter a forma física (e mental) no trabalho</title>
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		<pubDate>Thu, 31 May 2012 17:33:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>
		<category><![CDATA[Networking]]></category>

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		<description><![CDATA[                           As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas, fica um aviso aos craques nesse tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais. De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                           <img class="wp-image-4379 alignnone" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/3A952B742EB977E8284B58693D926.jpg" alt="" width="313" height="294" /></p>
<p style="text-align: justify;">As desculpas para abdicar das horas dedicadas para qualquer atividade física além do expediente podem ser inúmeras. Mas, fica um aviso aos craques nesse tipo de justificativa: é possível cuidar da saúde mesmo quando se trabalha demais.</p>
<p style="text-align: justify;">De acordo com especialistas, algumas mudanças pontuais na rotina de trabalho são suficientes para abandonar o sedentarismo e contribuir para uma vida mais saudável.</p>
<p style="text-align: justify;">“O corpo agradece qualquer atitude que você faça para ele. E a mente mais ainda. Você se sente dono do seu destino”, diz Artur Zular, consultor científico do Intituto de Qualidade de Vida (IQV) e diretor científico do Departamento de Psicossomática da Associação Paulista de Medicina.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, acene um adeus para a preguiça e confira as dicas para manter a forma física e mental mesmo quando você trabalha demais:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>1. Vá de tênis</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Independente do<em> dress code</em> da empresa, lugar de sapato é na bolsa ou na gaveta. Pelo menos, no percurso até o trabalho, aconselham os especialistas. No lugar? Tênis e disposição para caminhar.</p>
<p style="text-align: justify;">Sim. Isso mesmo. Se você vai de carro e a empresa não possui estacionamento próprio, deixe seu carro a algumas quadras da companhia. Se o transporte público é a sua opção, desça um ponto de ônibus antes da parada mais próxima do escritório.</p>
<p style="text-align: justify;">A prática pode até se tornar uma ótima estratégia para driblar a raiva em dias de recorde de trânsito. “Quando o trânsito estiver caótico, em vez de digladiar uma hora, não tenha medo de deixar o carro pelo caminho, ir a pé e enxergar a situação com uma postura diferente”, diz Guilherme Ribeiro, diretor da Regus Brasil.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2. Elevador? Só para os fracos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Mesmo durante o expediente, é possível abdicar do sedentarismo e praticar uma atividade física. Como? Dando adeus para o elevador e desbravando os degraus das escadas do prédio em que você trabalha.</p>
<p style="text-align: justify;">Fica assustado só em pensar na ideia? Então, acalme-se. Não é preciso subir de uma vez todos os degraus que separam o andar em que você trabalha do térreo. Ao contrário. De acordo com o especialista, a ideia é adicionar essa prática aos poucos à sua rotina. Novamente, aos poucos – para que você não morra do coração no segundo lance de escadas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Na descida todo santo ajuda, na subida, a coisa muda”, brinca Zular. Por isso, a fórmula é simples: para cada degrau que você subir, desça dois. Assim, se você trabalha no 10º andar, suba um andar pelas escadas e depois pegue o elevador. Na hora de voltar, desça dois lances de escadas para então recorrer ao elevador.</p>
<p style="text-align: justify;">Aumente a dose de escada de maneira progressiva na sua rotina. A cada semana, suba um andar a mais e desça dois, além daqueles que já foram desbravados.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3. Coloque a vida em ordem</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Arrumar a mesa, as gavetas e as prateleiras do escritório deve entrar para sua lista de atividades semanais. Isso mesmo. Além de garantir gasto calórico, essa prática também contribui para sua sanidade mental.</p>
<p style="text-align: justify;">“Não faz bem para a cabeça trabalhar em um ambiente sujo e bagunçado. Você precisa estar focado”, diz Zular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4. Desligue-se por três minutos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Quando a rotina pesar sobre seus ombros, pare. Feche os olhos por três minutos e medite. “Não precisa recitar um mantra, nem se sentar na posição de lótus”, brinca o consultor do IQV. Basta sentar em uma posição ereta, fechar os olhos (ou olhar para o horizonte) e fazer respirações profundas e expirações lentas.</p>
<p style="text-align: justify;">“Solte o ar lentamente como se tivesse um canudinho na boca”, diz o especialista. Nesse período, pense em um lugar de que você gosta. “Isso acalma o coração, diminui a adrenalina, o cortisol e o ritmo da frequência cardíaca, além de baixar a pressão arterial e estimular a liberação de neurotransmissores com efeito depressivo”, enumera Zular.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5. Coloque papas na língua</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não fale mal de ninguém. Não fofoque. Não alimente a rádio peão. Os três mandamentos básicos do bom relacionamento corporativo também são essenciais para manter sua boa forma emocional. Ao burlá-los, explica o consultor do IQV, “você gera um clima ruim de trabalho que afeta você também”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6. Elogie e faça amigos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Comprometa-se consigo mesmo a elogiar (de maneira sincera) pelo menos uma pessoa todos os dias. “Crie e seja responsável pelo melhor clima organizacional”, diz Zular. “Isto torna o ambiente agradável e diminui o estresse”, completa Ribeiro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7. Seja menos competitivo</strong></p>
<p>É essencial colocar a vontade de ser melhor que os outros de lado e focar em ser mais competente – sem se preocupar com o quanto eles são bons no que fazem ou não.</p>
<p style="text-align: justify;">“É muito melhor trabalhar com várias pessoas boas do que ser o único bacana rodeado por medíocres”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8. Gargalhe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os mal-humorados que nos perdoem, mas bom-humor é fundamental. Tanto para tornar o ambiente ao redor mais leve quanto para equilibrar o caos que teima em persistir dentro de todos nós. “Ao rir, você faz ginástica respiratória e há liberação de endorfina”, diz o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9. Aproveite o dia</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Se a sua empresa possui refeitório, uma vez por semana, planeje-se para almoçar fora e aproveitar o dia. “Vale a pena sair. E, se for, que seja à pé. Se o restaurante fica a 500 metros da empresa, entre ida e volta, você terá andado 1 quilometro”, diz Ribeiro, da Regus. “No final do ano, isso faz diferença”.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o gasto calórico não é o único benefício dessa prática. “As pessoas, geralmente, ficam presas no escritório e não sabem se está fazendo sol ou se está chovendo. Sair desse ambiente contribui para quebrar a rotina e desestressar”, afirma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10. Almoço é sagrado (e ponto)</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nessa toada, crie uma lei sagrada para a sua vida: nunca deixe um almoço sequer de lado. Tampouco aproveite esse momento direto da sua mesa de trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se você come dentro do escritório, provavelmente comerá rápido, não fará a digestão de uma maneira adequada. Estará comendo enquanto lê um e-mail. OU seja, não teve um tempo para relaxar”, lista Ribeiro. “Você deve aproveitar a cultura brasileira, que valoriza o almoço, e se dedicar para uma refeição saudável”.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11. Não subestime as refeições pequenas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Valorizar o almoço não significa, contudo, que você deve nutrir toda a fome do mundo para esse momento e, no bom português, “colocar o pé na jaca”. Ao contrário.</p>
<p style="text-align: justify;">“Se você toma café da manhã às 6h, às 10h já está morrendo de fome. Se você deixa para comer apenas no almoço, isso compromete a atenção e aumenta as chances de doenças gástricas”, afirma Zular.</p>
<p style="text-align: justify;">O ideal, de acordo com o especialista, é fazer pequenas pausas para um lanche entre as grandes refeições. Frutas, duas ou três bolachas de água e sal, um sanduíche de peito de peru com queijo branco são alguns exemplos de boas pedidas para esse período.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12. Hidrate-se</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Não faça da garrafa ou jarra de água apenas mais um objeto de decoração da sua mesa. Antes, discipline-se para tomar, pelo menos, 2 litros de líquidos durante o dia. Desses, no mínimo, 1 litro deve ser de água mineral.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando você sente sede, já está 5% desidratado. Por isso, o correto é ofertar água em abundância durante todo o dia”, diz Zular. Se você trabalha em ambiente com ar condicionado, a atenção deve ser redobrada. “O ar condicionado desidrata o ambiente”, diz.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas, cuidado: os líquidos devem ser ingeridos longe das refeições. “A capacidade gástrica do nosso organismo é de 500 ml. Se você bebe um refrigerante enquanto come, acaba comendo mais e a digestão é dificultada”, explica.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>13. Levante-se</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, também não valem todos esses cuidados se você passar o dia preso à cadeira e ao computador. Por isso, ligue o cronômetro, levante-se a cada 40 minutos e faça alongamento. Essa simples rotina pode evitar diversos problemas de saúde no futuro, como trombose venosa profunda e dores no nervo ciático, entre outros.</p>
<p style="text-align: justify;">“Quando estiver sentado, alongue a panturrilha, esticando as pernas e direcionando a ponta dos pés para o próprio corpo. Depois, estique os braços na hora de se levantar”, descreve o especialista.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://exame.abril.com.br/carreira/noticias/13-dicas-para-manter-a-forma-fisica-e-mental-no-trabalho?page=2&amp;slug_name=13-dicas-para-manter-a-forma-fisica-e-mental-no-trabalho" target="_blank">Portal Exame</a></strong></p>
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		<title>Está difícil manter o foco? Veja algumas dicas para recuperá-lo!</title>
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		<pubDate>Tue, 22 May 2012 17:41:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Tatiana Kielberman</dc:creator>
				<category><![CDATA[Atualidades]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira]]></category>
		<category><![CDATA[Dicas]]></category>

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		<description><![CDATA[                               Por mais que você goste do seu trabalho, ficar oito horas dentro de um escritório, sentado em frente a um computador, é o cenário perfeito para a dispersão, o que, consequentemente, acaba por impactar a produtividade e a qualidade do trabalho. Ter foco significa gerir alguns processos. Mas, se há desconforto, seja na vida [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">                               <img class="alignnone  wp-image-4371" title="" src="http://blog.grupofoco.com.br/comunidade/wordpress/wp-content/uploads/2012/05/trabalho_escravo_carreira_ti.gif" alt="" width="267" height="292" /></p>
<p style="text-align: justify;">Por mais que você goste do seu trabalho, ficar oito horas dentro de um escritório, sentado em frente a um computador, é o cenário perfeito para a dispersão, o que, consequentemente, acaba por impactar a produtividade e a qualidade do trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ter foco significa gerir alguns processos. Mas, se há desconforto, seja na vida pessoal ou na profissional, certamente a pessoa terá uma diminuição dessa capacidade.</p>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, esse não é um panorama sem solução, pois algumas medidas simples podem ajudar o profissional a se dispersar menos. Confira:</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Reflita:</strong> ao perceber que a perda de foco é recorrente, procure fazer uma reflexão, respondendo a três perguntas. A primeira é “o que me incomoda internamente?”. Ou seja, analise se você está com alguma dor, algum problema de saúde, ou mesmo emocional, que pode estar tirando sua atenção.</p>
<p style="text-align: justify;">A segunda pergunta é a seguinte: “o que me incomoda externamente?”. Nesse caso, deve-se analisar o ambiente e os relacionamentos, tanto os pessoais como os profissionais. Já a terceira e última pergunta “como vou lidar com isso?” deve buscar respostas para resolver as situações.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Lista de aturação:</strong> a segunda medida é fazer a chamada lista de aturação, que nada mais é do que listar tudo que você está “aturando”. Assim, pegue uma folha e escreva, por exemplo, itens que precisam de conserto na sua casa, pois esse tipo de coisa vem à mente quando a pessoa está trabalhando.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, se há algo precisando ser arrumado ou modificado no trabalho, faça também uma lista para esse ambiente e procure o responsável para verificar se é possível resolver o problema.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Exercício físico:</strong> os exercícios físicos também são aliados de quem quer manter o foco, especialmente se a profissão da pessoa exige mais o trabalho intelectual. Além disso,  é interessante que a pessoa caminhe um pouco de tempos em tempos para ajudar a manter o foco no trabalho.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Presenteie-se:</strong> por fim, o excesso de atividades e, sobretudo, de adversidades enfrentadas no trabalho também ajuda as pessoas a se dispersarem. Portanto, presenteie-se, faça algo de que gosta, pois isso ajudará a manter o foco da próxima vez em que você enfrentar uma situação parecida.</p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Sucesso!</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: <a href="http://www.infomoney.com.br/carreiras/noticia/2438207-esta+dificil+manter+foco+veja+algumas+dicas+para+recupera" target="_blank">Portal InfoMoney</a></strong></p>
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