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	<description>Contos Eróticos</description>
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		<title>Brincadeiras levadas a sério – Cap 1 – A prima</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ContosE]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Mar 2016 14:26:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Heterosexuais]]></category>
		<category><![CDATA[Incesto]]></category>
		<category><![CDATA[Brincadeiras]]></category>
		<category><![CDATA[Prima]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[Prazer, sou Jeferson, 23 anos, Carioca. Tudo começou com brincadeiras de crianças, eu tinha por volta de 16 e ela quase isso, eu virgem, porém já consumia todo tipo de pornografia e ela, semi-inocente, porém totalmente virgem. Eramos vizinhos, compartilhamos a infância, conforme nossos corpos iam se desenvolvendo, nossas intenções também. Aquela velha história que ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Prazer, sou Jeferson, 23 anos, Carioca.</p>
<p>Tudo começou com brincadeiras de crianças, eu tinha por volta de 16 e ela quase isso, eu virgem, porém já consumia todo tipo de pornografia e ela, semi-inocente, porém totalmente virgem.</p>
<p>Eramos vizinhos, compartilhamos a infância, conforme nossos corpos iam se desenvolvendo, nossas intenções também. Aquela velha história que os garotos demoram a ficar maduros em relação as meninas, não aconteceu comigo. Pelo contrário, tudo que fiz foi planejado e eficaz.</p>
<p>Pensem em Stephanie, uma garota virgem, porém criando suas malicias. Mais ou menos 1,60 , em um tom mais branco que vocês possam imaginar, cabelos lisos e longos, olhos pretos que quase não causavam reflexo. Seios ainda em desenvolvimento porém lindos, quase que um convite para mim. Não era magra, mas não era acima do peso. Sua bunda condizia com seu corpo, porém tinha um leve destaque por ser empinada.</p>
<p>Já eu, um cara normal, 1,70, branco, nem gordo nem magro, com uma rola média, apenas 17 cm, o que para ocasião se tornou perfeito.</p>
<p>Voltando a história, não sei se na região de vocês existia essa brincadeira, aqui no RJ se chama Carniça. Consiste em pular sobre o corpo da outra pessoa, mas com várias modificações que tornam o jogo interessante. Por exemplo, existiam punições caso não conseguisse, como tapas na bunda, dedadas, encoxadas&#8230;. Há um detalhe importante, ela é minha prima, não tão próxima, mas sempre foi tratada como tal. O que me deixava ainda mais com desejo. Há semanas ela era objeto de minhas punhetas intermináveis durante a tarde e antes de dormir.</p>
<p>Então tive a ideia de chama-la para brincar, mas desta vez só nós dois. Ela rapidamente aceitou e fomos brincar em um lugar mais reservado. Comecei aos poucos criar novas regras, permitindo que eu fizesse o que queria. E pra minha surpresa ela não só aceitou, como também criou algumas.</p>
<p>As primeiras foram as já citadas, usei e abusei daquela bundinhas gostosa. E aos poucos vi que ela curtia. No segundo dia, fomos para os peitos, ainda pequenos, mas comecei a apalpá-los, até que algo novo aconteceu. Ela simplesmente fechou os olhos enquanto eu apalpava, não conseguindo segurar o prazer. Eu em um ato ousado, pus sua mão na minha pica extremamente ereta, o que a assustou. Ela ficou sem graça e pediu pra ir embora.</p>
<p>Achando que tinha estragado tudo, no mesmo dia a noite, recebi um SMS perguntando se eu queria brincar amanha de novo. Não contive o sorriso, e disse que sim, complementando se podia ser na minha garagem. Ela prontamente, confirmou.</p>
<p>Então chegado o dia, os dois um pouco sem graça, começamos, mas logo percebi um clima de tesão no ar, então pedi pra ela abaixar um pouco a calça, e pra minha surpresa ela nem contestou, abaixou até as coxas. Meu pau estourava na cueca,comecei a passar a mão com vontade naquela bunda branquinha, não me contive e dei beijos nela, totalmente fora de si. Abaixei a calcinha e cai de boca. Chupei com toda minha inexperiencia, seu rabo, buceta, nossa ainda com seus pelinhos, o que ainda me excitava mais.</p>
<p>Após alguns minutos e silêncio completo, levantei e perguntei o que ela queria. Ela disse que queria ver o meu pau. Eu logo joguei ele pra fora.</p>
<p>Com olhar meio curioso e em dúvidas do que fazer, peguei a mão dela e simulei uma punheta, pra ela conhecer a cabecinha, ver como é quente. Ela perguntou o que eu queria, e eu disse que queria um beijo nele.</p>
<p>Ela se ajoelhou e começou dando selinhos na cabecinha, ela disse que tinha um cheiro forte, mas que era bom e ruim ao mesmo tempo. Então pedi pra ela fechar os olhos e abrir a boca, ela sorriu e o fez. Eu segurei a cabeça dela, e levei até a minha pica espumando porra.Quando o sentiu na garganta ela abriu os olhos esbugalhados, o que não me impediu de começar um vai e vem. E mesmo ela não chupando bem, e roçando os dentes as vezes, dei aquela gozada grossa. Se você que está lendo é homem sabe, aquela porra bem viscoza, que fica um cheiro forte, aquela que voce sente esguichar.</p>
<p>Ela cuspiu e engoliu um pouco, disse que o gosto era estranho, eu disse que aos poucos ela ia gostar.Em seguida ficamos naquele clima sem graça e fomos pra casa.</p>
<p>É claro que teve mais, mas acredito que já esteja longo. Se chegou até aqui, e sentiu prazer, seja você homem ou mulher, gostaria do seu feedback. Obrigado</p>
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		<title>A garçonete e o bombeiro cantor.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ContosE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Feb 2016 14:10:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Heterosexuais]]></category>
		<category><![CDATA[Bombeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Cantor]]></category>
		<category><![CDATA[Garçonete]]></category>
		<category><![CDATA[Safada]]></category>
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					<description><![CDATA[Amanda sempre foi independente, dona de si e sempre decidiu quem, quando e como algumas coisas iria acontecer na sua vida. Ela trabalhava como garçonete em um barzinho onde havia música ao vivo. Muitos cantores passaram pelo palco do bar, porém somente um, o Carlos, homem alto, musculoso e sensual, consegui chamar a sua atenção. ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Amanda sempre foi independente, dona de si e sempre decidiu quem, quando e como algumas coisas iria acontecer na sua vida. Ela trabalhava como garçonete em um barzinho onde havia música ao vivo. Muitos cantores passaram pelo palco do bar, porém somente um, o Carlos, homem alto, musculoso e sensual, consegui chamar a sua atenção. Assim como ela o flertava, enquanto servia um cliente ou outro, ele também fazia o mesmo, mandando-lhe muitos recados através das suas canções românticas e aconteceu que no final do expediente de mais um show entregou-lhe o número do seu telefone. No dia seguinte, levantou a ficha dele e descobriu que era solteiro convicto, cantor nas horas livres, bombeiro e trabalhava na segurança do clube mais badalado da cidade, ou seja, pacote perfeito para uma mulher levar para cama para ter seu fogo apagado por uma mangueira boa, grande e grossa. A noite foi trabalhar com segundas intenções, na esperança de encontra-lo, mas para sua decepção não o encontrou. Porém teve uma surpresa, ele deixou, uma orquídea linda com um cartão dizendo que aguardava sua ligação. Para um cafajeste ele passou se apresentar como um conquistador, daí disse: &#8220;é esse homem para quem eu quero dar meus dois buraquinhos&#8221;. Resolveu ligar, papearam um pouco e ele a convidou conhecer um espaço exclusivo e reservado para poucos no clube que trabalhava. A conversa ficou só nisso, mas, Amanda, garota muito experta bolou um plano para ter aquele bombeiro apagando o seu fogo. Era final de semana e como estava de folga do serviço, naquele domingo ensolarado, pegou o seu biquíni predileto com parte de baixo lisa, branca, e a de cima com estampas coloridas e como havia se depilado no dia anterior, estava se sentindo muito segura e sexy. Apanhou seu chapéu, uma toalha, protetor solar, seus óculos de sol e partiu para reduzir seu bombeiro salva-vidas predileto. Chegando lá, preferiu entrar primeiro na piscina grande, onde havia muitas pessoas. Mergulhou e deliciava-se com a sensação de frescor em pleno verão. Foi até o canto e ficou observando percorrendo a todos com os olhos, avistou-o no seu posto de observação. Ele era moreno, forte, alto, usava bigode, corpo liso, estava com uma sunga preta e pelo volume se percebia que a mangueira era grande grossa. Resolveu esperar o momento para atacar e fazer uma surpresa. Não demorou muito. Mergulhou até perto de onde ele estava orientando alguns adolescentes como se comportarem na água e quando saiu acabou esbarrando nele, de propósito, claro. Ele a segurou, por instinto, com braços fortes, mas suaves, achando que ela estava se afogando ou algo assim. Cruzaram um olhar fulminante e ambos sorriram, afinal, nada de mal havia acontecido, pelo contrário, uma energia estranha e contagiante havia tomado conta dos dois naquele momento, energia semelhante a que havia acontecido no bar enquanto ele cantava e ela servia os clientes. Tem coisas na vida que tornam as palavras realmente dispensáveis. Eles se sentiram à vontade um com o outro. O bombeiro conhecia muito bem o lugar e tinha bons contatos lá dentro. Conversaram por alguns minutos e então ela foi convidada a conhecer uma outra piscina que havia num lugar mais reservado, frequentada somente por pessoas intimas. Ela aceitou. Entretanto, nesse momento seu biquíni não estava mais molhado apenas porque estavam dentro da água, estava molhado de tesao. Foram até um lugar de acesso privado, fechado, disponível para poucos. Ele conhecia o dono do local e tinha as costas quentes, podia ir e vir como quiser e com quem quisesse. Ele entrou primeiro e a convidou esticando a mão e fazendo cara de puto. Ela retribuiu o olhar com cara de safada e entrou em seguida. Ambos sabiam o que queriam, não havia dúvidas, frescuras nem joguinhos. Queriam trepar! Aproximaram-se, ela colocou as mãos sobre o peitoral dele, que por sua vez a agarrou pela cintura com firmeza. Começaram a se beijar com uma fúria de dois apaixonados, como se o dia não fosse acabar, como se não houvesse mais tempo para ser feliz. A química rolou, como era de se esperar. O pau dele começou a inchar e parecia não caber mais na sunga. Ela encostou seu corpo no dele e sentiu o seu volume. O bombeiro, percebendo que ela estava entregue, pegou-a pelas coxas e a fez montar nele. Amanda fervia de tesão, esfregava a sua bocetinha na pica grossa dele, remexendo e rebolando feito uma vadia. Ela adorava uma sacanagem. E ele já estava no ponto de meter, o pau latejando, duro como rocha, com as veias pulsando o veneno que mais tarde ela beberia e a faria morrer de prazer. Então, sem aguentarem mais esperar, ele arrancou aquela vara enorme para fora e olhou para ela. Como toda vagabunda bem prendada &#8211; e tomem isso como um elogio -, não foi preciso dizer palavra, ela desceu, prendeu a respiração e começou a chupá-lo debaixo da água. Mamava o quanto suportava e subia tomar ar, descia novamente, colocava tudo na boca, punhetava e voltava. A danada sabia fazer o serviço bem feito. O bombeiro já estava ficando louco, então a encostou numa beirada da piscina, tirou o biquíni de lado e carcou com força a sua mangueira cheia de fogo nela. Amanda, escorada e empinada ao máximo, rebolava e socava a bunda na piroca do moreno. O cara metia com vontade, lutando contra a pressão da água, e então resolveu provocá-la, colocou dois dedos na boca dela. Enquanto ela chupava os dedos dele, levava uma carcada por trás. Ela mordia e babava. Que trepada deliciosa. Quando ele percebeu que não iria mais aguentar, subiu na borda da piscina, sentou-se, e enquanto se masturbava, ela veio abocanhando tudo, desejando como nunca sorver todo aquele leite. E assim foi. Ele jorrava porra para cima e ela bebia tudo com uma velocidade de perita, profissional, dedicada, deliciada. Ao término, sorriram um para o outro, sabendo, ambos, que a missão estava cumprida. Pelo menos para ele. O que o bombeiro não sabia é que não havia conseguido acabar com o incêndio que ainda tomava conta dela. Voltaram para a parte central do clube. Ele foi para a piscina. Amanda ficou tomando sol, bebendo e olhando as pessoas. Seu corpo trepidava por dentro. Faltava-lhe algo. Depois de algumas horas, trocou-se e foi embora. Chegando em casa, entrou no banheiro, olhou para o chuveirinho e sentiu que sua calcinha estava ficando molhadinha novamente&#8230; (continua).</p>
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		<title>A madrugada em que minha irmã e eu espiamos nossos pais</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ContosE]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Jan 2016 12:17:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Incesto]]></category>
		<category><![CDATA[Irmão e irmã]]></category>
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					<description><![CDATA[Aconteceu em uma madrugada de sábado. -Corre marcos, eles estão fazendo agora. – Murmurou Michele ao entrar em meu quarto, e sem demoras a segui por entre os escuros corredores da casa. Não dava para acreditar no que minha irmã me mostrara. Observando por entre as finas frestas da porta entre aberta do quarto de ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Aconteceu em uma madrugada de sábado.</em></p>
<p>-Corre marcos, eles estão fazendo agora. – Murmurou Michele ao entrar em meu quarto, e sem demoras a segui por entre os escuros corredores da casa. Não dava para acreditar no que minha irmã me mostrara.</p>
<p>Observando por entre as finas frestas da porta entre aberta do quarto de nossos pais, Michele e eu espiávamos escondido, o que até então eu duvidava: mamãe e papai fudendo alucinadamente; ela pulava e rebolava em seu cacete, mexia os seios e soltava gemidos que de onde estávamos conseguíamos ouvir.</p>
<p>-Eu não te falei que dava pra ver?! – falou minha irmã antes de voltar sua atenção ao casal erótico que transava dentro do aposento.</p>
<p>Era estranho presenciar aquilo, até porque mesmo sabendo que eles transavam ver com os próprios olhos me parecia mais uma inversão de realidades do que qualquer coisa, e o pior de tudo era o misto de estranheza que invadia meu corpo; um misto de nojo e excitação que me hipnotizou naquele momento e não me fez perceber minha ereção encostar na bunda de minha irmã, que estava em minha frente.</p>
<p style="text-align: justify;">-Ei tarado, pode virar essa pica pra lá.</p>
<p style="text-align: justify;">-Desculpa, não tive a intenção.</p>
<p style="text-align: justify;">Pelo menos rolaram mais uns dez minutos de sexo antes de papai começar a se contorcer e notarmos que ele havia gozado.</p>
<p style="text-align: justify;">-Eles podem querer usar o banheiro, vamos embora.</p>
<p style="text-align: justify;">E meio que dando pequenos gargalhadas Mia me puxou pelo braço nos guiando de volta a meu quarto.</p>
<p style="text-align: justify;">-Caralho!!! Como tu ficou sabendo disso? Tu fica espiando eles sempre?</p>
<p style="text-align: justify;">-Claro que não, só que um dia me acordei de madrugada com muita sede e acabei escutando eles fudendo. – explicou minha irmã enquanto amarrava os cabelos curtos. – E além do que, espiar o que os outros nunca vão te mostrar é uma arte.</p>
<p style="text-align: justify;">Michele, ou simplesmente Mia era assim; direta e tão sincera que chegava a assustar, ela é minha irmã mais nova, mas às vezes falava tanta coisa sobre sexo que parecia já ter vivido muitos anos a mais que eu. A garota era sapeca em relação ao assunto e quase tudo parecia ser ambíguo para ela, e devo confessar aqui que isso acabava reforçando meu imaginário, digo reforçando porque antes mesmo de ser safadinha sua aparência já colaborava para eu ter uma singela fantasia erótica com ela, pois Mia era uma verdadeira ninfeta bem magrinha e cheia de curvas, com seios pequenos e uma adiposa bundinha que me fazia pirar quando a rebolava.</p>
<p style="text-align: justify;">-Nossa tu ficou de pau duro naquela hora e ainda encostou na minha bunda. Tu não dispensa nem tua irmã. – não respondi nada, fiquei calado e envergonhado demais para tentar me explicar. – Lembra quando te peguei batendo punheta lá na casa da titia?</p>
<p style="text-align: justify;">-Vai dormir, já são quase duas da manhã. – Ordenei.</p>
<p style="text-align: justify;">-Espiar é uma arte maninho.</p>
<p style="text-align: justify;">Mia então rodou pelo quarto, chegou até a porta e voltou falando baixinho algo que só poderia sair da boca dela.</p>
<p style="text-align: justify;">-Se tu deixar eu te ver batendo punheta deixo tu ver qualquer parte de meu corpo.</p>
<p style="text-align: justify;">Dei um salto para trás e perguntei se ela estava louca, ela sorriu e disse que não estava brincando, que era pegar ou largar e que já tinha me notado olhando para sua bunda inúmeras vezes. Fiquei então pensando se isso não seria alguma pegadinha de Michele e olhei fixamente em seus olhos.</p>
<p style="text-align: justify;">-Tu está de brincadeira comigo, não é?</p>
<p style="text-align: justify;">-Porra tu parece leso, olha aqui.</p>
<p style="text-align: justify;">Michele sem demoras retirou a camisola que vestia, ficando somente de calcinha, me mostrando seus pequenos peitinhos que estavam com os biquinhos salientados, talvez pelo frio que fazia. Logo depois se sentou sobre minha cama e levantou os braços colocando-os sobre a cabeça: “Pode olhar”</p>
<p style="text-align: justify;">Não tinha como pensar duas vezes, eu não podia pensar duas vezes. Havia desejado aquela imagem por um tanto tempo que perder essa oportunidade seria burrice, então decidi arriscar.</p>
<p style="text-align: justify;">-Tu quer que eu bata punheta?</p>
<p style="text-align: justify;">Ela sorriu.</p>
<p style="text-align: justify;">-Sim seu burro.</p>
<p style="text-align: justify;">Não era a primeira vez que Mia pedia uma coisa dessas, logo quando me flagrou masturbando jogou varias indiretas para ver se eu topava, mas até encarei como brincadeira, porém aquela madrugada as coisas pareciam muito reais. Engoli um seco e abaixei o short junto da cueca.</p>
<p style="text-align: justify;">-Tira a camiseta também. Melhor ainda, fica pelado. –Falou minha irmã.</p>
<p style="text-align: justify;">E muito constrangido eu atendi seu mandado, retirei todas as peças que trajava, ficando completamente nu. Meu pau estava pulsando de tanto tesão e ao vê-lo assim Michele pareceu admira-lo, olhando fixamente para ele por alguns segundos como se matasse uma antiga curiosidade.</p>
<p style="text-align: justify;">-Será que tu pode me ajudar? – pedi com um sorriso sínico.</p>
<p style="text-align: justify;">-Bater pra ti? Nem pensar. Eu acho que&#8230;. &#8211; Nesse momento uma coisa estranha aconteceu, Michele interrompeu a fala e olhou para o teto, como se pensasse em alguma coisa. – Olha vou fazer uma coisa, mas se tu tentar me agarrar eu grito.</p>
<p style="text-align: justify;">**A calcinha foi retirada**</p>
<p style="text-align: justify;">Sua boceta era maravilhosa, totalmente sem pelos e com os lábios bem vermelhos, se não falasse tanto sobre sexo até arriscaria dizer que era virgem, principalmente quando se arreganhou e me expôs como era fechadinha sua grutinha.</p>
<p style="text-align: justify;">Era minha vez de agir, não poderia demorar mais e mesmo que isso me constrangesse profundamente comecei a punhetar à medida que estudava a corpo natural de Michele. Não sei explicar direito, eu estava extremante excitado com os contornos de Mia bem em minha frente e incrivelmente envergonhado por ela ser minha irmã. E para efetivar meu estado de exaltação sexual, Mia começa a acariciar seus peitinhos e logo depois o clitóris à medida que sussurrava suavemente: “Vai maninho, vai&#8230;”.</p>
<p style="text-align: justify;">Juro que tentei manter a calma, tentei manter o controle, mas a masturbação de minha irmã era demais para minha sanidade, e com um atrevido movimento fui em direção a Michele, que me parou com seu pé apoiando sobre meu peito.</p>
<p style="text-align: justify;">-Ei, te acalma, já disse: se tu tentar alguma coisa eu grito.</p>
<p style="text-align: justify;">-Eu só estava brincando também.</p>
<p style="text-align: justify;">-Sei&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Ela sorriu mais uma vez e como era de se esperar, vindo exatamente dela, Mia se colocou de quatro e voltou a se tocar, dizendo frases depravadas: “Nossa mano, que gostoso, vai, vai.”</p>
<p style="text-align: justify;">Continuei a punhetar mais forte a cada segundo enquanto minha irmã se contorcia naquela cama alucinadamente, estava muito bom, mesmo sendo só uma masturbação. Era gostoso, incestuoso, erótico e depravado. Não sabia quanto tempo mais ia aguentar naquela situação, mas Mia confirmou com seu ato seguinte que não seria por muito tempo. E como se fosse sua última cartada ela arreganha uma de suas gordas nádegas confessando seu escuro cuzinho impecavelmente primoroso.</p>
<p style="text-align: justify;">-Imagina tu metendo aqui dentro.</p>
<p style="text-align: justify;">Comecei a me contorcer e a gozar com toda a força, e com muita habilidade Michele se virou de frente novamente. Porém foi inevitável minha porra não espirrar toda em cima dela, melando-a na barriga.</p>
<p style="text-align: justify;">Um grande silêncio tomou conta de nós, um tão profundo que parecia se arrastar por mil anos a cada segundo, um tão intenso que palavras não poderiam quebrar, apenas sorrisos; e foi o que aconteceu: Mia sorriu, mas não delicadamente, seu rosto esboçava uma alegria maquiavélica que surpreendia.</p>
<p style="text-align: justify;">-Tu é mesmo punheteiro, não dispensa ninguém. Fica de pau duro vendo a mãe transar e ainda bate punheta na frente da irmã. Tu é um Édipo mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Fiquei tão envergonhado que não respondi. Michele então saiu do quarto rindo em direção ao banheiro.</p>
<p style="text-align: justify;">Dessa vez eu tinha me queimado feio com Michele. Não conseguia entender o que tinha feito, acabei caindo em mais uma de suas brincadeiras devassas. Poderia ela contar isso para alguém? Decidi então tirar as duvidas e conversar com ela de uma vez.</p>
<p style="text-align: justify;">Fui até o banheiro e respirei fundo antes de abrir vagarosamente a porta. E o que vi acabou sendo mais surpreendente do que a cena de meus pais transando: Michele estava em frente ao espelho; tocava em minha porra que se encontrava alojada em sua barriga e levava a boca logo em seguida, espalhava um pouco também no mamilo enquanto disseminava pelo resto do abdômen.</p>
<p style="text-align: justify;">No final das contas Michele tinha razão: espiar o que os outros nunca vão te mostrar é uma arte.</p>
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		<title>Tudo começou no curso de depilação (lesbianismo)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[ContosE]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Dec 2015 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Lésbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Sexo]]></category>
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					<description><![CDATA[Solange se inscreveu em um curso de depilação intima no o intuito de melhorar a renda familiar nesses tempos de crise econômica. Logo no primeiro dia de aula, chegou atrasada, mas foi muito bem recebida pela professora, uma mulher linda de mais ou menos 30 anos, pele branquinha, cabelo loiro bem curtinho, com um sorriso ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Solange se inscreveu em um curso de depilação intima no o intuito de melhorar a renda familiar nesses tempos de crise econômica. Logo no primeiro dia de aula, chegou atrasada, mas foi muito bem recebida pela professora, uma mulher linda de mais ou menos 30 anos, pele branquinha, cabelo loiro bem curtinho, com um sorriso contagiante, corpo de miss. A turma era composta de oito mulheres querendo aprender os mistérios da depilação com cera. As aulas eram teóricas e práticas, onde uma aluna iria receber e praticar na outra as técnicas estudadas.</p>
<p>A professora muito atenciosa foi ensinando tudo e a turma anotando querendo aprender todos os detalhes. Como Solange chegou atrasadas a professora pediu para que ficasse mais um pouco depois da aula, para que pudesse anotar as informações iniciais e tirar a dúvidas, etc… Assim que as outras alunas foram embora a professora a chamou e a mandou tirar a roupa, inclusive a calcinha e deitar-se na maca. Solange não entendeu o porquê já que a primeira aula era teórica, mas deitada, nervosa e meio excitada foi fazendo o que a professora mandava.</p>
<p>Ela lhe disse que a pele da virilha é muito sensível e por isso antes da depilação era necessário massagear um pouco com um creme hidratante e assim se aproximou de Solange e tocou com as mãos na xoxotinha dela fazendo movimentos de cima para baixo com o tal creme. Ao sentir a mão subindo e descendo lentamente o seu sexo deu sinais de vida e ela balbuciou algo como um “uhumm”, sentindo um calor passando por todo seu corpo, se concentrando naquele ponto central, chegando a doer… nisso ela notou um leve sorriso no canto dos lábios da professora que disse “abre as pernas pra mim, abre, abre um pouquinho mais….assim…hummm…tá bom…”</p>
<p>Como que hipnotizada com o que estava acontecendo, Solange sentia as mãos hábeis da professora abrindo suas coxas expondo sua bucetinha que pulsava denunciado que estava gostando. A professora sorriu e quando Solange percebeu já estava com a xaninha sendo chupada de uma forma deliciosa, bem que já tinham lhe falado que era muito gostoso ser chupada por outra mulher, e ali estava ela de pernas arreganhada se contorcendo toda e gemendo com a língua de outra mulher enfiada na sua bucetinha em um vai e vem cadenciado arrancando-lhe suspiros e gemidos de prazer e gozo que não tardou acontecer, tal era a intensidade da massagem, aliás, diga-se de passagem, verdadeiras caricias em seu sexo.</p>
<p>Depois desse primeiro gozo, a professora lhe deu um beijo gostoso na boca. O beijo foi firme, quente, do jeito que ela imaginava. Solange gemeu forte, queria mais, ela a atendeu, indo até os seus seios que estavam duros de desejo, e ficou alguns minutos brincando com os mamilos entumecidos. A professora se sentou e a puxou para que ela se sentasse em seu colo de pernas abertas, completamente nua e febril Solange sentiu uma língua quente correr pelo meu pescoço, enquanto virava a cabeça para trás dando total liberdade a amante. Ofereceu seus seios com os bicos túrgidos, para serem sugados e ela não se fez de rogada, chupou um de cada vez, e depois apertando com firmeza os dois juntinhos, chupava com barulhinho os dois ao mesmo tempo. Solange se deliciava, estava totalmente entregue a ela. Depois foi a sua vez de retribuir as caricias recebidas, chupando os peitinhos de biquinhos rosinhas da professora que pediu para ser chupada. Ela mesmo foi guiando a cabeça de Solange que enfiou a língua, na sua xaninha bem depiladinha, lambendo e colocando fundo um dedo no rabinho, e a professorinha louca, gemia, rebolava, se contorcia pedindo para ser chupada com mais pressão e Solange, aluna dedicada e prestativa chupava e enfiava os dedos no rabo fazendo movimento de entra e sai, até que a professora não aguentou mais e gozou na sua boca e ela a chupou e lambeu tudinho até ela ficar toda molinha desfalecida na maca.</p>
<p>Depois de recuperar as energias Solange retirou as mãos da professora delicadamente dos seus seios e a abraçou e beijou seu rosto chegando perto do seu ouvido disse “me come, por favor, me come forte, com vontade”. Aquilo acendeu a ambas por dentro, porque rapidamente Solange sentiu os dedos firmes da professora tocando-a, escorregando do clitóris até a entrada da vagina, várias vezes e muito rápido como se fosse uma maquininha e depois sentiu uma boca na sua boca abafando os gemidos, que eram muitos. Com a língua em sua boca e os dedos na vagina, a professora ia fazendo movimentos de entra e sai, fudendo a aluna delicadamente que subia e descia e rebolava em seus dedos, pois queria o orgasmo a todo custo. A maca era pequena e atrapalhava um pouco, as pernas dobradas também, mas era muito excitante aquilo tudo. Solange segurou o rosto da professora olhou nos seus olhos azuis, brilhantes, acesos; tocou seus lábios bem devagar, sentindo que vinha de dentro dela uma tempestade, encostou a boca no seu ouvido e avisou que ia gozar, então a professora intensificou o movimento, mordiscando a orelha, e dizendo “goza, amor, goza igual a uma putinha, vai, goza para mim…” e Solange gozou igual uma louca com uma desconhecida, com uma mulher, numa sessão de depilação… Solange queria mais, queria tocá-la, dar prazer, retribuir a gozada, mas naquele dia não foi possível, pois a professora a lembrou que tinha outros clientes, e assim ela teve que se levantar e se recompor se vestiu a contra gosto, olhou no espelho e alguns pelinhos da xoxota ainda estavam lá.</p>
<p>A professora a virou e perguntou se queria aulas particulares em sua casa… Solange falou que telefonaria se fosse o caso, ela anotou o número na agenda e Solange foi para casa feliz. Para quem nunca pensou em transar com mulheres Solange se surpreendeu e recomenda, pois é muito gostoso ser chupada por uma boca feminina. Ao chegar em casa, contou tudo para o seu marido que ficou de pau duro de tanto tesão e a pegou com força e falou: “agora que você sentiu o que é transar com uma mulher, vai sentir o meu pau entrando nessa tua xotinha para o serviço ficar completo, minha putinha totosa, vem cá, vem… e tirando o pau para fora o ofereceu para ser chupado. Depois ele a comeu de uma forma desesperada, metia sem pena, socava sua pica, até que a colocou de quatro e começou a arregaçar seu cuzinho, tirando e enfiando no seu rabo, fazendo muita pressão e não demorou muito gozaram juntinhos. Seu marido, com segunda intenções, a fez prometer que seria uma boa aluna e se formar no curso para se tornar uma boa profissional na arte da depilação e também que iria convidar a professorinha para uma aula particular onde elas duas seriam suas professoras e ele seria o aluno aplicado claro.</p>
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		<title>INCESTUOSOS &#8211; capítulo 01</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Jun 2015 08:39:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Incesto]]></category>
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					<description><![CDATA[Definitivamente jamais pensei que algo parecido pudesse acontecer envolvendo a mim e aos meus pais&#8230; Meus próprios pais que me criaram e me protegeram&#8230; Uma situação tão inusitada, surreal, proibida até, afinal, o incesto não é visto com bons olhos na nossa cultura. É condenado pela lei, pela moral ou pela religião, causando reações abjetas ...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><strong><em>Definitivamente jamais pensei que algo parecido pudesse acontecer envolvendo a mim e aos meus pais&#8230; Meus próprios pais que me criaram e me protegeram&#8230; Uma situação tão inusitada, surreal, proibida até, afinal, o incesto não é visto com bons olhos na nossa cultura. É condenado pela lei, pela moral ou pela religião, causando reações abjetas e de repugnância&#8230;</em></strong></p>
<p>Me chamo Pedro, tenho 19 anos e moro com meus pais na zona sul do Rio de Janeiro, mais precisamente em uma área privilegiada do bairro do Leblon, local, inclusive, onde vivo desde que nasci graças aos esforços tanto de meu pai, quanto de minha mãe que, apesar de serem oriundos de famílias cariocas abastadas e terem crescido rodeados de conforto e estabilidade financeira __ infelizmente um privilégio de poucos dentro desse nosso país __, nunca se acomodaram com as regalias que a vida lhes ofereceu, pelo contrário, aproveitaram as oportunidades as quais tiveram acesso e, cada um a seu modo, lutou para conquistar o seu lugar ao sol. Márcio Antônio, meu pai, tornou-se um renomado desembargador, competente, reconhecido e respeitado por seus colegas e por pessoas que orbitam dentro do universo da Justiça, enquanto dona Marta, minha coroa, firmou-se como uma empresária de sólida e incontestável reputação, fundadora de uma rede de hotéis bastante conhecida não só aqui no Brasil, como também em alguns países no exterior. Tenho muito orgulho do exemplo de perseverança que eles representam para mim, e isso sem falar na dedicação e preocupação que os dois tem em estar presentes na minha vida, pois mesmo com suas profissões tomando uma boa parte do tempo de cada um, ambos buscam oferecer o amor filial do qual quase todos os meus amigos reclamam a falta.</p>
<p>Me considero um jovem contemporâneo, sem excessos ou extravagâncias. Tenho minhas responsabilidades e as abraço sem pestanejar; já estou cursando o terceiro período da faculdade de Direito; estou batalhando por um estágio; estou aprimorando meu inglês (pretendo fazer um intercâmbio nas próximas férias) e recentemente comecei a frequentar aulas de espanhol. Desde pequeno aprendi que se deve ter foco e bagagem o suficiente para enfrentar o futuro, principalmente o futuro dentro desse mundo psicodélico em que vivemos, onde a concorrência se torna cada vez mais acirrada e até mesmo injusta diante de uma total inversão de valores&#8230; Mas apesar de todo o corre-corre (tem dias que 24 horas não são suficientes para mim) eu consigo encontrar tempo para me divertir, relaxar, fazer jus aos meus dezenove anos, e para isso conto com amigos bastante descolados e animados __ a maioria deles é da mesma faculdade que a minha __ que buscam aproveitar cada instante de liberdade do preconizado lado bom da vida, saindo para baladas, passeios, viagens, shoppings&#8230;</p>
<p>Minha vida privada e/ou sentimental, no meio de todo esse turbilhão, ainda não foi bem definida. Não me culpo e ainda não vejo esse item como algo desesperador que se precisa alcançar a qualquer custo. Já namorei, uma única vez, no ano passado, com a irmã de uma das minhas amigas. Não deu certo e por incrível que possa parecer, até que durou muito tempo: cinco meses foi o limite da minha paciência diante dos estrelismos daquela menina mimada; estou solteiro desde então, me permitindo apenas aproveitar os famosos “ficantes” das noitadas, cujos beijos e abraços terminam ao amanhecer na porta de uma boate&#8230; Quanto ao sexo, digamos que apenas carrego no meu currículo três experiências até hoje: a primeira aconteceu com o filho de um vizinho, devíamos ter uns 12, 13 anos, e não passamos da modalidade do sexo oral, cada um chupando (ou aprendendo) a chupar o pau do outro; a segunda, com a minha ex-namorada e a terceira com um professor do segundo período da faculdade, casado e com filhos. Um lance que rolou não mais que meia dúzia de vezes, pois ele não demorou em se dizer arrependido e confuso com o que eu despertava dentro dele, e que o mais correto seria nos afastarmos e convivermos tão somente como aluno e professor&#8230; Engraçado, ele nunca reclamou das vezes em que sentiu meu pau despertar do dentro rabo dele, pelo contrário, se vangloriava um herói por encarar meus 21,5cm sem pestanejar&#8230; Vai entender&#8230;</p>
<p>Enfim, minha vida sexual vem se resumindo nos últimos tempos ao inestimável cinco contra um, onde por mais que eu bote leite fora, bata punheta desesperadamente igual a um prisioneiro detido em uma torre (se aquelas paredes do banheiro da faculdade falassem&#8230;), não consigo diminuir a voltagem do meu tesão. Sei que os hormônios em um rapaz da minha idade são produzidos aos borbotões; eu costumo imaginar que dentro do meu saco existe uma produção sim, mas em massa, uma fábrica que não para nunca, 24 horas por dia, sete dias por emana, e eu que me vire para conviver com seu produto final, que dê meu jeito, afinal, como resultado desse estoque exacerbado, minha pica vira e mexe ganha vida, sem aviso prévio, algumas vezes em lugares absurdos, que não tem nada a ver, sem qualquer estímulo para que isso aconteça.</p>
<p>Não pretendo vender uma imagem machista e chauvinista no que diz respeito à minha anatomia, mas também não posso deixar de reconhecer que a natureza me abençoou. Tenho consciência de que o tamanho do &#8220;meu amigo&#8221; está acima do padrão do pênis dos brasileiros, e não sou hipócrita em tentar negar isso com aquele discursinho de falsa modéstia, pelo contrário, durante as preliminares das relações sexuais que eu tive, sempre incentivei os usuários a fazer bom uso dele, e se fosse o caso de quererem admirá-lo, idolatrá-lo, não seria eu a impedir&#8230;</p>
<p>Realmente não quero construir aqui uma narrativa <em>a lá Marques de Sade</em>, pautada em uma ideia de que o sexo, pra mim, é algo tão normal como beber um copo de água&#8230; Tenho minhas neuras, minhas limitações, como qualquer ser humano sobre a face da terra. Por incrível que possa parecer, sou uma pessoa tímida, acreditem, principalmente dentro de casa, apesar da abertura que meus pais sempre me deram, me falando sobre sexo da maneira mais natural do mundo, sem eufemismos ou metáforas, desmistificando o tabu que esse assunto geralmente causa, demonstrando, inclusive, o quão desencanados são: meu pai sempre sai do banho enrolado na toalha e passeia pela casa sem qualquer problema, e minha mãe, de vez em quando, anda de calcinha e sutiã,  sai do banho também seminua, e as vezes a vejo atravessar o corredor do segundo andar sem qualquer peça de roupa para buscar algo que esqueceu no banheiro quando está trocando de roupa para sair&#8230; Reconheço que todas as vezes que presencio essas ações (ou reações?) eu me retraio, me fecho dentro de mim. Jamais tive coragem de andar sem camisa dentro de casa, por mais calor que pudesse estar, e muito menos ousar ficar de cueca diante do meu pai e da minha mãe&#8230; É inerente: acabo vinculando todo esse movimento a uma espécie de prelúdio sexual, onde acredito que estaria lhes faltando com o respeito e quem sabe sugerindo algo que extrapolasse os limites do parentesco filial. Eu reconheço nisso sinais gritantes de um complexo de Édipo mal resolvido, e não nego, categoricamente, pois até hoje (agora com menos intensidade) imagino os dois sendo fodidos por mim&#8230;</p>
<p>Meu pai tem 58 anos, é um homem alto, visivelmente acima do peso, detentor de uma barriguinha (isso mesmo, no diminutivo é como ele a trata) que mais parece estar no sexto mês de gravidez, um pouco cabeludo, traz no rosto marcas que o tempo está passando e decidiu assumir os cabelos brancos precoces que estão surgindo, roubando-lhe o charme da cabeleira grisalha que ostenta com tanto orgulho. Às vezes é difícil de acreditar que ele já foi um rato de academia nos tempos de sua juventude; já minha mãe, nos altos dos seus 52 anos, também já teve um corpo escultural no passado. As fotos que ela guarda com orgulho dos tempos em que frequentava as praias cariocas dentro dos biquines da moda, comprovam isso, mas hoje sua estrutura física é bem comum, se posso assim dizer. Dona Marta não é uma mulher alta, também está acima do peso, não tanto quanto o meu pai, já faz uso do botox sem qualquer problema em assumir isso, além de manter os cabelos relativamente longos, sempre em um tom de louro discreto. Quanto a mim busco manter meu corpo da melhor maneira possível, até mesmo por incentivo dos dois, que sempre me ensinaram sobre a necessidade de se ter uma mente sã ligada a um corpo são _ por fora e por dentro _ principalmente enquanto se é bem jovem; dessa forma, desde os 16 anos, venho me tornando cada vez mais adepto da natação, da musculação, do judô, e atualmente ensaio algumas aulas de boxe, mas ainda não sei se vou conseguir encaixar essa modalidade na minha agenda. Com todos esses exercícios acabei adquirindo uma silhueta musculosa, sem exageros ou excessos, um corpo legal, bem torneado. Sou alto, 1.86m, branco, cabelos pretos, bochechas avermelhadas, costas largas e musculosas, coxas bem desenvolvidas. Dizem que sou bonitinho e já ouvi dizer que eu possuo um apelo de sedução que excita a todos que se dispõe a me apreciar os olhos do desejo&#8230;</p>
<p>Ah. Antes de prosseguir, gostaria de informar que sou filho único.</p>
<p>Minha aventura incestuosa aconteceu no último carnaval, na noite de segunda feira. Eu estava tomando banho, entregue, claro, à minha sessão tradicional de punheta, quando fui surpreendido pelas batidas fortes do meu pai na porta do banheiro pedindo para que eu a abrisse, pois precisava mijar, afinal, as cervejas que vinha tomando enquanto assistia aos desfiles de escolas de samba, começavam a pesar em sua bexiga. Argumentei sobre o banheiro do segundo andar, mas ele me lembrou, entre os dentes e soltando alguns palavrões, que o mesmo estava interditado. Fiquei puto, detestava ser interrompido, principalmente durante os meus devaneios sexuais, mas não tive outra escolha a não ser me preparar para abrir a famigerada porta, aliás, trancá-la sempre foi motivo de discórdia entre mim e meus pais: eles sempre se banham com ela destrancada, sem nenhum problema, e eu, claro, faço questão de travá-la da melhor forma possível. Jamais me sentiria a vontade com a possibilidade de um dos dois invadir o banheiro e me ver pelado, pior ainda, ser flagrado me masturbando&#8230;</p>
<p>Desliguei o chuveiro e as batidas na porta só aumentavam. Pedi um instante, olhei para o meu pau que ainda estava em processo de amolecimento após o “coito interrompido” e busquei pela minha toalha para me enrolar, mas não a encontrei, e também nenhuma outra, nem a de rosto estava onde deveria estar. Conclui imediatamente que elas haviam sido postas para lavar e a empregada esqueceu-se de repô-las; já havia acontecido isso antes, mas das outras vezes não estava sendo pressionado, e eu terminava meu banho tranquilamente para então gritar minha mãe ou meu pai para que me entregassem uma&#8230;</p>
<p>Meu tempo estava se esgotando. O que podia fazer? Meu pai quase colocando a porta abaixo e eu sem ter com o que me cobrir. Tenso, abri o cesto de roupa suja e apanhei minha bermuda que havia depositado ali antes de entrar no banho. Tentei colocá-la numa fração de milésimos de segundos, mas os murros na porta me deixaram mais nervoso e eu me enrolei, quase caindo no chão&#8230; Enfim, não tinha mais o que fazer e então abri a porta, nu, com uma das mãos escondendo minha virilha e o pouco que ainda restava da minha ereção, enquanto vi meu pai passar por mim igual a um foguete para esvaziar sua bexiga sem demora&#8230; Me espremi no canto da parede na tentativa de parecer o mais invisível possível ao mesmo tempo em que me esgueirava por ela, como uma lagartixa, até conseguir alcançar o boxe, onde entrei num salto e o fechei logo em seguida, como se minha vida estivesse correndo perigo. Fiquei parado, a mão ainda cobrindo meu sexo, esperando meu pai acabar o que estava fazendo. Não demorei a ouvir o som da descarga e depois da água na pia escorrendo. Respirei aliviado. Era só aguardar mais um pouco para a porta do banheiro bater e eu, enfim, poder fechá-la e continuar com o meu banho, em paz&#8230; Ledo engano. De repente a porta do boxe se abriu e meu pai apareceu à minha frente, de supetão, me surpreendendo e me assustando, o que me fez derrubar o xampu e alguns outros produtos que ficavam pendurados ali, perto do chuveiro.</p>
<p>__ Por favor, Pedro, vê se deixa a merda dessa porta aberta. Estamos, eu e sua mãe, tomando cerveja e você sabe que o banheiro lá em cima está quebrado&#8230;</p>
<p>Por um instante fiquei sem saber o que fazer. Responder ao meu pai, plantado, em pé, na minha frente, encarando minha nudez, apesar de ter minhas mãos cobrindo minha virilha, ou resgatar aquelas coisas caídas no chão? Decidi me abaixar para catar tudo aquilo, pois assim teria um motivo para não olhar para ele. Enquanto me inclinava, tomando o cuidado de manter as mãos onde estavam até alcançar o chão, acenei com a cabeça para deixar claro que eu havia entendido a ordem dada, e qual não foi minha surpresa ao ouvir uma sonora gargalhada acompanhada de um  inesperada observação: <em>“Que sacão é esse aí rapaz?</em>” Ergui minha cabeça imediatamente na direção do rosto do meu pai e me levantei sem demora, deduzindo que ele havia visto meu saco pendurado enquanto eu ia me abaixando.</p>
<p>__ Dizem que quem tem saco grande, o resto é pequeno __, ele completou com outra gargalhada __ Isso se aplica a você, Pedro?</p>
<p>Não consegui encará-lo. Me mantive cabisbaixo, apertando minhas mãos ainda mais contra meu pau e fechando minhas pernas, quase me desequilibrando para me manter em pé.</p>
<p>__ Não sei a quem você puxou com toda essa vergonha __ ele disse, me forçando a encará-lo __ Vamos lá, deixa ver __ falou fazendo sinal com o nariz para a minha virilha __ Deixa eu ver se o que dizem é verdade.</p>
<p>Eu praticamente enfartei e minhas bochechas com certeza devem ter ficado tão vermelhas quanto um tomate. Num milésimo de segundos me veio à mente, não sei por que, as vezes em que havia batido punheta imaginando que estava comendo minha mãe e meu pai. Balancei a cabeça na intenção de expulsar aquela lembrança recorrente, teimosa e mais fora de hora para aparecer&#8230; Não consegui, claro. Lei de Murphy e lei da Mãe da Natureza: sem demora o meu corpo reagiu. Minha pica começou a crescer entre as minhas mãos e meu pai, obviamente, percebeu, não demorando a me fazer tirá-las da frente, se deparando com minha anatomia, incontrolável, a caminho do seu ápice.</p>
<p>__ Caralho, Pedro. Que isso, meu filho? __ ele perguntou, sem tirar os olhos do meu cacete, rindo, mas com um brilho estranho nos olhos __ A quem tu puxaste menino?</p>
<p>Definitivamente eu não conseguia pensar em nada. Branco total. Apenas tentei colocar minhas mãos de volta sobre o meu cacete já duro (puta que pariu), mas com um gesto abrupto, meu pai me impediu, segurando-as para o alto, e para completar a situação vexatória, ele fez algo pior ainda: chamou minha mãe. Meneei a cabeça, rogando, em silêncio, com o olhar, para que ele não fizesse aquilo.</p>
<p>__ Qual o seu problema, Pedro? __ ele perguntou enquanto segurava minhas mãos com força, alternando o seu olhar entre o meu rosto e o meu cacete __ Sua mãe já cansou de ver isso daí&#8230; Ela só vai se assustar um pouco com o tamanho da criança __ disse, com um sorriso cínico se formando no canto dos lábios.</p>
<p>Não demorou muito e minha mãe cruzou a porta do banheiro, trazendo consigo uma lata de cerveja, que virou um pouco na boca antes de parar em frente ao boxe e se deparar comigo, nu, com o pau duro. Baixei os olhos na direção do chão morrendo de vergonha e de raiva por não conseguir dominar o meu próprio órgão sexual. Que merda o meu subconsciente estava fazendo comigo?</p>
<p>__ Você imaginava isso, Marta? Olha o tamanho do nosso filho&#8230;</p>
<p>__ Com certeza ele não te puxou __ minha mãe respondeu, deixando escapar uma risada forte.</p>
<p>__ Deixa de ser ridícula.</p>
<p>Os dois então se entregaram a uma gargalhada zombeteira. Bem devagar levantei a cabeça e vi minha mãe alternando a lata de cerveja ora na sua boca, ora na boca de meu pai; os dois se entreolhavam com um ar de cumplicidade, que de tão absurda, beirava o palpável. Tentei aproveitar aquele momento de descontração para desvencilhar minhas mãos da “prisão” que meu pai as tinha colocado, mas ele, percebendo o meu gesto, as manteve no alto, segurando-as com mais força ainda. Nossos olhos, então, se cruzaram e vi seu semblante de escárnio ser substituído por um aspecto de legítima cobiça&#8230; Cada linha de seu rosto respeitava criteriosamente aquela transformação, sem pressa. Um silêncio pesado passou a predominar dentro do boxe. De repente meu pai soltou minhas mãos e instantaneamente envolveu o meu cacete, enérgico, me deixando surpreso, aterrado, não me dando a menor chance para qualquer reação contrária.</p>
<p>__ O que o senhor está fazendo? __ tomei coragem pra perguntar, mas não sei se realmente verbalizei minha curiosidade ou ela apenas figurou em minha mente.</p>
<p>O silêncio permanecia. As nossas respirações, ofegantes. Olhei para minha mãe e ela, arqueando uma de suas sobrancelhas, deu de ombros, avalizando as ações de meu pai. Logo senti um liquido gelado correr por cada centímetro do meu pau e escorrer pelo meu saco, me arrepiando dos pés a cabeça. Minha mãe tinha acabado de derramar cerveja sobre ele.</p>
<p>__ Marta, não é legal desperdiçar cerveja desse jeito&#8230; __ meu pai sugeriu, irônico, sem tirar os olhos de cima de mim.</p>
<p>De novo o liquido de dentro da lata sobre mim, mas dessa vez minha mãe o derramou sobre o meu peito. A cerveja escorreu rapidamente, deixando seu rastro e seu cheiro forte, que se misturaram com o suor que começava a brotar dos meus poros.</p>
<p>__ Nosso filho está bonito, não é não, Marta? __ meu pai perguntou, mas sem se virar para minha mãe, me encarando, sem largar o volume da minha pica que só fazia crescer dentro das suas mãos. Minha respiração acelerou diante do olhar libidinoso que vi perpassar no rosto dele. Engoli em seco e não consegui reagir quando o vi se aproximando, encostando seus lábios nos meus, forçando sua língua para dentro da minha boca, me beijando&#8230; Meu coração disparou, assim como minha circulação sanguínea aumentou, refletindo diretamente na minha ereção, que alcançou uma rigidez que até eu mesmo desconhecia. Reagi, enfim, levantando meus braços na intenção de afastar meu pai, mas fui surpreendido quando senti uma boca se fechando em torno do meu cacete. Todo o meu corpo estremeceu.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8212; continua &#8212;</p>
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