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	<title>CONTRATE News</title>
	
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	<description>Notícias para síndicos e condomínios. Administração de Condomínios.</description>
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		<title>Prejuízo com gastos de água em condomínios pode chegar a 30%</title>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 18:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água e Energia]]></category>

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		<description><![CDATA[A conta do consumo de água é a segunda maior despesa mensal em condomínios residenciais. Fica atrás apenas da folha de pagamento dos funcionários. Esse gasto, entretanto, poderia ser muito menor, mas a prática de procedimentos inadequados para a manutenção de áreas comuns e o fato de não existirem medidores individuaus em uma grande parcela dos prédios contribui para que os prejuízos com gasto de água em condomínios sejam grandes....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/121111-agua.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-95" title="121111-agua" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/121111-agua-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A conta do consumo de água é a segunda maior despesa mensal em  condomínios residenciais. Fica atrás apenas da folha de pagamento dos  funcionários. Esse gasto, entretanto, poderia ser muito menor, mas a  prática de procedimentos inadequados para a manutenção de áreas comuns e  o fato de não existirem medidores individuaus em uma grande parcela dos  prédios contribui para que os prejuízos com gasto de água em  condomínios sejam grandes.</p>
<p>Segundo um estudo realizado pela  administradora Lello, em condomínios residenciais com as mesmas  características, como número de apartamentos, metragem e equipamentos  disponíveis nas áreas comuns, a diferença na conta mensal pode chegar a  30%.</p>
<p>Ainda segundo a Lello, o consumo de água representa cerca de  15% do total das despesas condominiais. A administradora calcula em R$  4,5 mil por mês a média do gasto em um condomínio padrão, com 64  apartamentos, dois elevadores e seis funcionários.</p>
<p><em>FONTE: (da redação, com informações do Portal Exame)</em></p>
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		<title>Poluição sonora no condomínio: saiba como se defender</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 13:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio]]></category>
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		<category><![CDATA[síndico]]></category>
		<category><![CDATA[sonora]]></category>

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		<description><![CDATA[Em todas as grandes cidades, o barulho em condomínios incomoda, e muito. Desde ruídos internos como vizinhos andando com sapatos de salto dentro da sua unidade, ou até mesmo um caminhão sendo descarregado perto da sua janela.  Mas quando o condomínio é perturbado também por algum barulho externo, cabe ao síndico resolver a situação e possibilitar um alívio aos condôminos. A lei federal nº 3.688 de 23 de outubro de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/falante15102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-90" title="falante15102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/falante15102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em todas as grandes cidades, o barulho em condomínios incomoda, e muito. Desde ruídos internos como vizinhos andando com sapatos de salto dentro da sua unidade, ou até mesmo um caminhão sendo descarregado perto da sua janela.  Mas quando o condomínio é perturbado também por algum barulho externo, cabe ao síndico resolver a situação e possibilitar um alívio aos condôminos.</p>
<p>A lei federal nº 3.688 de 23 de outubro de 1941, pertencente ao capítulo IV que diz respeito ao direito à paz pública, foi reforçada em muitas cidades, como no caso do PSIU em São Paulo e a central de Poluição Sonora, no Rio de Janeiro.  Mas este tipo de programa visa cooperar no ruído, mas não o silêncio completo.</p>
<p>Segundo a lei federal, o horário de descanso começa às 22h e termina às 8h. Devido a isso não é permitido construções ou reformas nos seguintes horários. Mas há, porém, casos de empresas ou setores públicos que praticam esta atividade durante o período proibido, por causar transtorno na hora livre. Caso isto aconteça perto de residências, o morador deve entrar em contato com a empresa para questioná-lo sobre a necessidade do serviço naquela hora, ou se o problema não for solucionado ligar diretamente à polícia para avaliação.</p>
<p>Há algumas alternativas que regem na hora do barulho constante, como o caso dos vidros anti-ruídos. Outra possibilidade é acionar o síndico ou a administradora para que eles iniciem um diálogo com o batalhão da área, podendo assim pedir viaturas no local.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>FONTE: (da Redação, com informações da Revista Condomínio &amp; etc)</em></p>
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		<title>Dicas para fazer sua mudança com tranquilidade</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=86</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 13:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado imobiliário brasileiro passa por fase de muito aquecimento. Não é fácil encontrar um condomínio bom e barato para morar. Depois de localizar o imóvel pretendido, o novo condômino precisa providenciar a sua mudança. Fazer a mudança de acordo com as regras do prédio é o primeiro passo para ser bem recebido e para manter um bom relacionamento com os vizinhos, que pode se prolongar por anos. Autorização de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/mudan14102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-87" title="mudan14102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/mudan14102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O mercado imobiliário brasileiro passa por fase de muito aquecimento. Não é fácil encontrar um condomínio bom e barato para morar. Depois de localizar o imóvel pretendido, o novo condômino precisa providenciar a sua mudança. Fazer a mudança de acordo com as regras do prédio é o primeiro passo para ser bem recebido e para manter um bom relacionamento com os vizinhos, que pode se prolongar por anos.</p>
<p><strong>Autorização de entrada<br />
</strong>O primeiro passo para a mudança é obter uma autorização de entrada. Em geral, essa autorização é obtida na administradora do condomínio. Obter essa autorização é mais fácil caso o novo morador seja proprietário do imóvel – nesse caso, a administradora já possui os dados necessários. Caso não seja, será necessário apresentar alguns documentos, como o contrato de locação.</p>
<p>De posse da autorização, o condômino deve se dirigir ao condomínio. Lá, ele entrega a autorização e marca a data da mudança. Há condomínios que requerem a marcação da data com no mínimo 48 horas de antecedência. Procure conhecer qual é o horário permitido para mudanças, de acordo com o regimento do prédio.</p>
<p>Em geral, de modo a não atrapalhar o funcionamento do prédio, o horário é das 8 às 17 horas, de segunda à sexta. Alguns condomínios permitem que a mudança seja feita também aos sábados. Dificilmente poderá haver mudança em um domingo ou feriado.</p>
<p><strong>Caminhão<br />
</strong>Outra informação que o condômino precisa saber é se existe lugar para estacionar um caminhão de mudanças ao lado do condomínio. Caso seja um condomínio horizontal, a questão é mais simples, já que há mais espaço.<br />
Em condomínios verticais, a questão pode se complicar. Nesse caso, é preciso avisar à empresa de mudança da situação, a fim de combinar um modo que não gere multas e nem atrapalhe o carregamento dos objetos. Dependendo do caso, pode ser necessário até mesmo ligar para a prefeitura.</p>
<p>Também cumpre verificar se não haverá nenhuma feira ou outro evento no local no dia em que se pretende realizar a mudança.</p>
<p><strong>Transportadoras<br />
</strong>A contratação de uma transportadora é o próximo passo a ser realizado. É preciso levar em conta as exigências da mudança, como o número de objetos transportados, e os preços cobrados por cada empresa.</p>
<p>Na maior parte das cidades, há pessoas que fazem o famoso “carreto”, que nada mais é do que a mudança feita em um veículo de menor porte. Dependendo do tamanho da mudança pretendida, o carreto pode ser ideal.</p>
<p>Em caso de mudanças maiores, será necessário contratar uma transportadora já estabelecida no mercado.</p>
<p><strong>Espaços<br />
</strong>Outra dica importante é descobrir se os móveis que serão transportados podem ir pelo elevador ou se será necessário utilizar as escadas. As escadas são usadas quando alguns móveis não podem ser desmontados e não cabem dentro do elevador.</p>
<p>Às vezes as próprias transportadoras realizam uma inspeção nos locais em que serão realizadas as mudanças, mas há casos também, especialmente em mudanças menores, nos quais é o morador quem deve fazer isso.</p>
<p>De posse de uma trena, o novo condômino pode medir o tamanho do elevador, da porta de entrada, de corredores e do móvel e fazer as contas para verificar esse dado. Algumas empresas que fazem mudanças cobram valores mais em conta quando descobrem que não será preciso usar escadas. Afinal, é preciso tempo e muito esforço para subir, por exemplo, uma cama para o décimo andar por uma escada.</p>
<p><strong>Objetos<br />
</strong>O preço cobrado pelas transportadoras também depende da quantidade de móveis e outros objetos que devem ser transferidos. Quanto maior o tamanho da mudança, maior o preço.</p>
<p>A empresa também tem o direito de cobrar taxas pelo transporte de determinados objetos, especialmente aqueles que são frágeis. Daí a importância de fazer um levantamento básico do que será transportado.</p>
<p>É válido também informar se existem objetos não comuns na mudança, como um piano de cauda, para que a transportadora esteja ciente do que será necessário fazer. Isso evita dores de cabeça, já que se tem certeza que a empresa fará a mudança de tudo, não deixando nenhum objeto para ser transportado de outro modo.</p>
<p>O ideal também é que o próprio inquilino possa transportar alguns objetos, como livros, roupas e pequena mobília. Essa prática evita sobrecarregar quem faz o transporte e contribui para um preço menor no final.</p>
<p><strong>Dentro do condomínio<br />
</strong>Na hora do transporte dentro do condomínio, é a empresa que é a responsável por danos causados na portaria, elevadores e outros locais. Embora o ideal seja que nenhuma avaria seja cometida, as mudanças estão entre as principais causas de danificações na portaria. Lâmpadas quebradas e riscos nos elevadores são também menos raros do que se pensa.</p>
<p>Caso isso ocorra, quem arcará com o prejuízo é a empresa transportadora. Para isso, é fundamental que o novo morador tenha firmado um contrato escrito com a empresa. De posse de um contrato, será mais fácil obter o pagamento dos danos cometidos. A orientação que é a empresa a responsável por arcar com esses custos está no Código Brasileiro do Consumidor.</p>
<p>Entretanto, diversos regimentos internos apontam que os danos serão cobrados do morador. Essas cláusulas existem para evitar que o dano fique sem ser pago. Ou seja, se a empresa não se assumir responsável, quem arcará com o custo é o novo inquilino. Daí a importância de um contrato.</p>
<p>Também é bastante útil, dentro do condomínio, revestir o elevador de serviços com um acolchoado e, caso o inquilino não esteja presente, informar o nome das pessoas que farão a mudança à portaria.</p>
<p><strong>Primeiros dias<br />
</strong>Após realizada a mudança, o novo inquilino já pode desfrutar do seu imóvel. Em relação ao condomínio, o ideal é que ele procure se informar de seus direitos e obrigações logo na chegada. Infelizmente, são poucos os condomínios que distribuem cartilhas contendo as regras básicas do que pode ou não ser feito.</p>
<p>Assim, nos primeiros dias, é comum que existam algumas dificuldades de adaptação ao novo ambiente. Em alguns condomínios, por exemplo, é proibido entrada de qualquer profissional para fazer qualquer serviço aos sábados e domingos. Se não souber disso, o condômino pode contratar uma faxineira para vir ao sábado e essa ser barrada na portaria, por estar ali em dia proibido.</p>
<p>É dever do condômino se adaptar ao regimento e à convenção do prédio. Para facilitar a adaptação e impedir desentendimentos, o condomínio pode providenciar uma lista de direitos e obrigações.</p>
<p>O novo inquilino pode também, em seus primeiros dias, dar uma volta pela região em que está localizado o imóvel, a fim de descobrir onde estão farmácias, hospitais e outros serviços úteis em caso de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: Da Redação do Licitamais</p>
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		<title>Condomínios têm 3 meses para obter Certificação Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 17:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O prazo determinado pela Caixa Econômica Federal para que condomínios e administradoras obtenham a Certificação Digital para conseguirem acesso ao Conectividade Social &#8211; portal que facilita o relacionamento com o banco &#8211; está se esgotando. Faltam menos de 3 meses. Os principais serviços disponibilizados pelo site são o recolhimento do FGTS, acompanhamento das informações do Imposto de Renda e emissão e resgate de notas fiscais. O portal também permite que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/digital_11102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-83" title="digital_11102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/digital_11102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O prazo determinado pela Caixa Econômica Federal para que condomínios e administradoras obtenham a Certificação Digital para conseguirem acesso ao Conectividade Social &#8211; portal que facilita o relacionamento com o banco &#8211; está se esgotando. Faltam menos de 3 meses. Os principais serviços disponibilizados pelo site são o recolhimento do FGTS, acompanhamento das informações do Imposto de Renda e emissão e resgate de notas fiscais. O portal também permite que documentos digitais sejam assinados com a mesma validade jurídica de um documento impresso. A Caixa abriu um canal exclusivo para atender às administradoras de condomínios, por conta da demanda muito grande. Para conseguir a Certificação Digital, basta acessar o endereço https://conectividade.caixa.gov.br. O processo de aquisição é simples e rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: (da redação, com informações da Folha do Condomínio e do Secovi-SP)</p>
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		<title>Pára-raios para a proteção dos condomínios</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=79</link>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 12:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manutenção e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[Em São Paulo, a lei 11.228/98 do Código de Obras e Edificações do Município obriga condomínios de prédios com altura superior a 12 metros a utilizarem um sistema de proteção contra raios, seguindo a Norma Técnica Oficial. Na capital paulista, o Contru (Departamento de Controle de Uso de Imóveis) realiza vistorias a partir de denúncias. Mesmo todo mundo achando que um raio nunca cai no mesmo lugar, o equipamento pode...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/raio-08102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-80" title="raio-08102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/raio-08102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em São Paulo, a lei 11.228/98 do Código de Obras e Edificações do Município obriga condomínios de prédios com altura superior a 12 metros a utilizarem um sistema de proteção contra raios, seguindo a Norma Técnica Oficial. Na capital paulista, o Contru (Departamento de Controle de Uso de Imóveis) realiza vistorias a partir de denúncias.</p>
<p>Mesmo todo mundo achando que um raio nunca cai no mesmo lugar, o equipamento pode evitar muitos problemas, pois ninguém pode negar que ele cai com uma tensão bem alta, chegando a 300 mil ampéres.</p>
<p>Segundo Evandro Ferraz, pesquisador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em entrevista para a revista Direcional Condomínios, estudos apontam um aumento de descargas elétricas nos centros urbanos. “Se um raio cair em um local sem o pára-raios, a corrente vai percorrer a própria edificação e pode alcançar locais em que estejam pessoas”, ressalta Ferraz.</p>
<p>A Norma Regulamentadora NBR 5419/05 estabelece regras para a projeção de sistema de pára-raios, instalação e manutenção. Existem dois tipos comuns de pára-raios, o método “Franklin”, que conta com quatro pontas na extremidade e a “Gaiola de Faraday”, um anel de cabo de cobre. Mas antes de o síndico instalar o sistema, é imprescindível contratar um projetista para uma análise do método adequado.</p>
<p>Tem que haver uma vistoria no condomínio pelo menos a cada seis meses. “É preciso estar atento com a oxidação, verificar se o pára-raios está em um estado avançado de deterioração e se as hastes metálicas estão em bom estado”, aconselha o pesquisador.</p>
<p><em>FONTE: (da Redação LicitaMais, com informações da Revista Direcional Condomínios)</em></p>
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		<title>Ar-condicionado em prédios pode causar riscos à saúde</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=76</link>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 16:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manutenção e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[No 41° Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia, em Curitiba, pesquisadores discutiram a Síndrome do Edifício Doente, que é responsável por afastar vários funcionários de prédios que utilizam o sistema de ar-condicionado. O sistema de ar-condicionado central, que exige janelas fechadas o tempo inteiro ou até mesmo lacradas, provoca nas pessoas que frequentam este tipo de ambiente problemas respiratórios. Com a comprovação de uma contaminação do ar interno em um hotel da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/ar_05102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-77" title="ar_05102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/ar_05102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>No 41° Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia, em Curitiba,  pesquisadores discutiram a Síndrome do Edifício Doente, que é  responsável por afastar vários funcionários de prédios que utilizam o  sistema de ar-condicionado. O sistema de ar-condicionado central, que  exige janelas fechadas o tempo inteiro ou até mesmo lacradas, provoca  nas pessoas que frequentam este tipo de ambiente problemas  respiratórios.</p>
<p>Com a comprovação de uma contaminação do ar interno em um hotel da Filadélfia em 1976,<br />
a  Organização Mundial de Saúde reconheceu a existência da Síndrome do  Edifício Doente. Lá foi identificada uma bactéria em água parada que  havia sido aspirada pelo ar-condicionado e causado pneumonia e mortes  nos funcionários.</p>
<p>No Brasil, a OMS estabelece que a síndrome está  instalada no ambiente quando houver 20% de queixa nos frequentadores. O  especialista Roberto Campos Meirelles, participante do congresso,  recomenda manter a manutenção do sistema de ar-condicionado em dia e que  os condomínios empresariais mantenham suas janelas abertas por pelo  menos uma hora diária, como forma de melhorar a circulação de ar.</p>
<p><em>FONTE: LicitaMais (da Redação, com informações da Tribuna do Norte)</em></p>
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		<title>Internet e tecnologia elevam participação na reunião de condomínio</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=69</link>
		<comments>http://www.contrate.com/blog/?p=69#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 16:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assembléia Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Assembleia virtual para condomínios auxilia no comparecimento e facilidade das discussões condominiais Com a internet e o uso de novas tecnologias, o dia a dia ficou mais fácil. Segundo dados do Ibope, mais de 77 milhões de brasileiros têm acesso à internet. Hoje em dia, até os condomínios têm buscado soluções tecnológicas visando aumentar a participação nas reuniões de condomínios. “A internet está presente em praticamente tudo. A era digital...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/tecnologia_336114911.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-71" title="tecnologia_336114911" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/tecnologia_336114911-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong>Assembleia virtual para condomínios auxilia no comparecimento e facilidade das discussões condominiais</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Com  a internet e o uso de novas tecnologias, o dia a dia ficou mais fácil.  Segundo dados do Ibope, mais de 77 milhões de brasileiros têm acesso à  internet. Hoje em dia, até os condomínios têm buscado soluções  tecnológicas visando aumentar a participação nas reuniões de  condomínios.</p>
<p>“A internet está presente em praticamente tudo. A  era digital trouxe facilidades inclusive para os condomínios”, afirma o  advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de  condomínios da Primar Administradora de Bens.</p>
<p>A assembleia  virtual vem sendo uma das principais ferramentas que auxiliam síndicos e  administradores de condomínios. Diversos condomínios, em todo o Brasil,  vêm utilizando a ferramenta e colhendo bons frutos – o principal deles é  a democratização do diálogo e o aumento na participação.</p>
<p>Carlos  Henrique Cêra, diretor da Superlógica, especializada em soluções para  gestão de condomínio, criadora da Assembleia Virtual LicitaMais [link] e  mantenedora do portal LicitaMais, afirma que “a assembleia virtual é  relevante não porque é moderna ou porque usa tecnologia de ponta, mas  porque amplia o diálogo e conscientiza os vizinhos de seus direitos e  deveres mais básicos dentro de sua comunidade”.</p>
<p>“As reuniões  presenciais são sempre longas, muitas vezes com discussões acaloradas  entre vizinhos e com um número de participantes muito reduzido. A  maioria justifica a ausência por causa do trabalho ou compromissos  marcados anteriormente, como viagens e reuniões profissionais”, aponta  Freitas.</p>
<p>“A ideia inicial era aumentar a participação nas  assembleias de condomínio, que andavam vazias, mas a plataforma foi mais  além. Já nas primeiras sessões percebemos que tínhamos, sem querer,  descoberto uma ferramenta gerencial muito mais ampla”, relata Carlos, da  Superlógica.</p>
<p>Segundo a Superlógica, mais de 13 mil condôminos,  em 350 condomínios, utilizam a ferramenta. Em média, a participação dos  moradores em assembleias presenciais é de cerca de 10%. Com a assembleia  virtual, esse número chega a 70%.</p>
<p>As vantagens do uso da  assembleia virtual são várias. Uma delas é a possibilidade de o  condômino poder acessar o sistema e participar das discussões de  qualquer lugar.</p>
<p><strong>Legalidade<br />
</strong>Em termos legais,  pode haver algum impedimento para o uso da assembleia virtual? Para  Dayane Fanti, da Fanti Advogados, “não há qualquer impedimento para uso  da assembleia virtual, desde que sejam feitas as adaptações legais  necessárias, como, por exemplo, alteração da convenção em caso de  assembleias 100% virtuais, utilização de assinatura digital ou mesmo de  procuração (proxy) para validação dos votos”.</p>
<p>Dayane entende  que, no caso do uso do sistema híbrido, ou seja, virtual e presencial,  não há necessidade de alteração da convenção, pois a utilização do  sistema pelo condômino, neste caso, é facultativa.</p>
<p>Ela entende  que, por outro lado, se o condomínio optar pela assembleia 100% virtual,  aí sim há a necessidade da alteração da convenção, “pois tal situação  implicaria na obrigatoriedade de uso do novo sistema pelo condômino, que  somente pode ser imposto após deliberação e alteração das normas  internas do condomínio”.</p>
<p>A advogada da Fanti Advogados esclarece  ainda que o importante é que as pessoas envolvidas entendam a  plataforma e seu objetivo principal, que é o aumento da participação dos  condôminos na vida do seu condomínio. “E que tenham as informações  necessárias para bem utilizá-la, pois a implementação de ferramentas  tecnológicas de gestão de condomínio traz, sempre, mais benefícios do  que malefícios aos usuários e administradores”, finaliza.</p>
<p><strong>Como funciona<br />
</strong>O  sistema funciona da seguinte maneira: os condôminos são convidados, via  e-mail, a fazerem um cadastramento e, uma vez inscritos, passam a  participar da elaboração da pauta e das votações. Qualquer condômino tem  direito de sugerir melhorias para o condomínio e cada sugestão é  analisada e discutida por todos.</p>
<p>Quando chega a hora de votar um  determinado assunto, o próprio sistema emite as procurações com a  intenção de voto, o que permite que mesmo os condôminos que não estejam  presentes fisicamente durante a votação tenham seus votos garantidos.</p>
<p>A  ferramenta também permite a realização de assembleias híbridas (aquelas  nas quais o condômino escolhe participar virtualmente ou  presencialmente), assim como assembleias 100% virtuais com a utilização  de certificados digitais para dar validade jurídica aos votos.</p>
<p>“Com  a criação desta plataforma buscamos melhorar a interação entre os  moradores e a administração dos condomínios, além de permitir a  otimização do tempo e maior participação de todos, já que não será mais  necessário participar das assembleias presenciais. Com o tempo,  acreditamos que as assembleias passarão por um processo evolutivo e  chegarão a ser realizadas apenas virtualmente”, finaliza Carlos, da  Superlógica.</p>
<p><strong>A assembleia virtual para condomínios em cinco passos<br />
</strong>1.       O síndico coleta o endereço de e-mail dos condôminos;<br />
2.        Os condôminos são convidados por e-mail a participar e preenchem uma  ficha de cadastro, escolhendo login e senha para acessos futuros ao  sistema;<br />
3.       A partir daí, os moradores podem debater e votar nos assuntos propostos, além de sugerir novos temas para discussão;<br />
4.        O síndico ou administrador acompanha e gerencia as discussões e  votações, de modo a torná-las mais dinâmicas e efetivas;<br />
5.       Ao  final do processo, o próprio sistema emite as procurações com a intenção  de voto, proporcionando que quem não puder estar presente nas  assembleia presenciais e obrigatórias tenha seu voto validado.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: Da redação do LicitaMais</p>
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		<title>Condomínios devem separar o lixo</title>
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		<pubDate>Fri, 30 Sep 2011 01:41:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Reciclagem]]></category>

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		<description><![CDATA[O lixo é um problema que atinge a todos, desde o meio ambiente até os seres humanos. Para que a produção de resíduos cause o mínimo impacto possível, a adesão dos moradores e votações em assembleias são fundamentais para que o lixo seja destinado corretamente. Quanto mais cresce o consumo, mais lixo será produzido. Uma solução para esse quebra-cabeça é a separação de materiais e a coleta seletiva. Mas não...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/ideia-reciclagem_223829092011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-62" title="ideia-reciclagem_223829092011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/ideia-reciclagem_223829092011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O lixo é um problema que atinge a todos, desde o meio ambiente até os seres humanos. Para que a produção de resíduos cause o mínimo impacto possível, a adesão dos moradores e votações em assembleias são fundamentais para que o lixo seja destinado corretamente.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto mais cresce o consumo, mais lixo será produzido. Uma solução para esse quebra-cabeça é a separação de materiais e a coleta seletiva. Mas não são todas as cidades que aderiram à prática.</p>
<p style="text-align: justify;">Os condomínios também podem e devem se adequar, mobilizando os moradores para que separem o lixo e, dessa forma, tornar mais fácil a coleta seletiva. Uma forma da ideia sair do papel é formar um grupo responsável pelo programa, que seriam os líderes do projeto.</p>
<p style="text-align: justify;">“Em algumas cidades a legislação é rígida e prevê punições, como multas, para os moradores que não separarem o lixo corretamente”, afirma Bárbara Silva Freitas, responsável pela área financeira e administrativa da Primar Administradora de Bens.</p>
<p style="text-align: justify;">A separação pode ser feita em latas separadas por cor: azul para papel/papelão, vermelho para plástico, verde para vidro e amarelo para metal. Restos de comida são considerados lixo orgânico e não devem ser destinados à coleta seletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns fatores precisam ser analisados para que o projeto possa ser implementado nos condomínios. O edifício ou loteamento deve ter um local disponível para armazenar o material até o dia em que as pessoas responsáveis irão buscar. Além disso, a compra de latões específicos, com cores adequadas, deve ser realizada para que haja organização no processo.</p>
<p>FONTE: LicitaMais</p>
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		<title>Compro gás em Kg, mas os medidores estão em m3. Como converter Kg pra M3?</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 23:33:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[FAQ]]></category>

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		<description><![CDATA[A densidade média do GLP é 2,50 kg/m³, portanto, 1m³ de GLP pesa 2,50 kg (a 15 °C e à pressão atmosférica). 1. Decobrir o custo do gás por Kg: A nota fiscal do servidor de gás, deve conter esta informação. Caso contrário divida o valor total da nota fiscal pelo valor total de Kg comprado. O resultado será o custo do gás por Kg. 2. Descobrir o custo do gás...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/gas-2.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-57" title="gas-2" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/gas-2-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A densidade média do GLP é 2,50 kg/m³, portanto, 1m³ de GLP pesa 2,50 kg (a 15 °C e à pressão atmosférica).</p>
<p><strong>1. Decobrir o custo do gás por Kg:</strong><br />
A nota fiscal do servidor de gás, deve conter esta informação. Caso contrário divida o valor total da nota fiscal pelo valor total de Kg comprado. O resultado será o custo do gás por Kg.</p>
<p><strong>2. Descobrir o custo do gás por M3:<br />
</strong>Se você multiplicar o custo do Kg de gás por 2,5 vai obter o custo do gás por m3.</p>
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		<title>Tecnologia aposenta o controle remoto no condomínio</title>
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		<pubDate>Wed, 28 Sep 2011 09:00:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Para aumentar a segurança de condomínios, tanto residenciais quanto empresariais, sistemas de alta tecnologia de abertura de portões estão se popularizando. Atualmente, um condomínio que deseja tornar o acesso às suas dependências mais seguro conta com ao menos 3 opções. Cartões de proximidade, tecnologia RFID ou controle biométrico estão disponíveis como soluções práticas e razoavelmente em conta, mesmo para condomínios residenciais. Os cartões de proximidade já são utilizados há mais...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/rfid-controle-acesso.jpg"><img title="rfid-controle-acesso" class="alignleft size-thumbnail wp-image-48" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/09/rfid-controle-acesso-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">Para aumentar a segurança de condomínios, tanto residenciais quanto empresariais, sistemas de alta tecnologia de abertura de portões estão se popularizando. Atualmente, um condomínio que deseja tornar o acesso às suas dependências mais seguro conta com ao menos 3 opções.</div>
<div style="text-align: justify;">Cartões de proximidade, tecnologia RFID ou controle biométrico estão disponíveis como soluções práticas e razoavelmente em conta, mesmo para condomínios residenciais.</div>
<div style="text-align: justify;">Os cartões de proximidade já são utilizados há mais tempo. Eles permitem destravar o portão com a chegada do morador, que passa o cartão pelo leitor instalado ao lado da entrada. O sistema dá mais segurança porque é impossível efetuar a abertura do portão sem o cartão, feito em geral de PVC, com um código de barras ou tarja magnética.</div>
<div style="text-align: justify;">Entretanto, os críticos do uso desse cartão argumentam que ele é facilmente clonável e que torna o acesso ao condomínio lento. De fato, para que o portão seja aberto, é necessário que o morador aproxime o carro e abra a janela do automóvel. Às vezes, o morador precisa até mesmo descer do veículo, o que não é seguro em muitas cidades.</div>
<div style="text-align: justify;">A tecnologia RFID, que usa radiofreqüência (UHF), permite maior segurança. Segundo Alexandre Vieira dos Santos, da Taggen RFID Solutions, um cartão que utilize essa tecnologia é mais difícil de ser clonado. “Como é a onda de rádio que sensibiliza o cartão para que as informações sejam nele gravadas, a clonagem é bem mais difícil”, afirma.</div>
<div style="text-align: justify;">Uma vantagem adicional do sistema RFID é a possibilidade de permitir a abertura do portão sem que o usuário tenha de abrir a janela do veículo. O motorista teria apenas de mostrar uma “bolachinha”, que pode levar até mesmo na carteira ou deixar no porta-luvas, para que o portão abra. Ou poderia deixar o acionador grudado no vidro de seu carro, muitas vezes de forma imperceptível. Nesse caso, a abertura do portão é acionada de dentro do carro, sem necessidade de abrir o vidro, o que é mais seguro.</div>
<div style="text-align: justify;">Embora semelhante ao sistema do Sem Parar, o sistema RFID para condomínios não é idêntico ao do encontrado em rodovias. “Ninguém quer que o portão do condomínio abra a 50 metros da localização do seu carro”, comenta Santos.</div>
<div style="text-align: justify;">Em comparação ao sistema dos cartões de proximidade, o custo da tecnologia RFID é um pouco maior. “O custo depende muito do tipo de abertura que se vai utilizar, do tipo de cancela”, explica Santos.  Desconsiderando a cancela, o sistema sairia por volta de 8 a 9 mil reais. Com uma cancela boa, necessária para que o sistema não seja interrompido, haveria um investimento adicional de 2 a 7 mil reais.</div>
<div style="text-align: justify;">Uma opção interessante disponível aos usuários do sistema é a possibilidade de criar uma vaga no estacionamento que sinalize a necessidade de disparar alguma ação de pânico. Caso o usuário seja coagido a adentrar o prédio, poderá parar o carro em uma vaga que não é a dele, mas a específica para avisar a portaria de que algo estranho se passa. Essa vaga, previamente preparada, conta com uma antena de leitura de alta freqüência. “Se alguém parar ali, já será possível à portaria saber que se trata de alguma ação ilícita”, diz Santos.</div>
<div style="text-align: justify;">Quem quiser ir além da opção do RFID pode instalar um sistema de controle biométrico. Segundo Andréia Carvalho, da Control ID, já existem condomínios residenciais que fazem uso desse sistema.</div>
<div style="text-align: justify;">Para utilizar o controle biométrico, o morador deve cadastrar a sua digital no sistema. Na hora do uso, ao chegar à frente do portão, ele passa o dedo pela tela. “Não há necessidade de cartão, que você pode perder”, diz Carvalho.  Segundo ela, o custo de um sistema biométrico depende muito de em qual estrutura ele será instalado, se em uma cancela ou em uma porta.</div>
<div style="text-align: justify;">Há ainda quem argumente que o melhor a fazer é utilizar 2 sistemas. Assim, ao chegar ao condomínio, o morador poderia passar pelo primeiro portão pelo sistema RFID, e, já dentro do prédio, com o portão já fechado, fazer uso do sistema biométrico.</div>
<div style="text-align: justify;">Sempre é bom lembrar, além disso, que a velocidade de abertura dos portões não depende apenas do sistema utilizado. Depende, principalmente, se o portão é aberto por um ou dois motores. O tempo de abertura de um portão com 2 motores é, em média, de 7 segundos, metade do tempo de abertura de um portão com motor único.</div>
<div style="text-align: justify;">FONTE: Da Redação do LicitaMais</div>
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