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	<title>CONTRATE News</title>
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	<description>Notícias para síndicos e condomínios. Administração de Condomínios.</description>
	<lastBuildDate>Mon, 21 Jan 2013 16:09:43 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Paisagismo embeleza e valoriza os condomínios</title>
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		<pubDate>Mon, 21 Jan 2013 14:25:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>

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		<description><![CDATA[A localização, área, qualidade da construção e orientação são fatores determinantes para se chegar ao valor do imóvel. Porém, mesmo todos esses requisitos sendo positivos, um paisagismo planejado, com manutenção adequada, pode valorizar o empreendimento entre 10% e 30%, segundo estudos do mercado imobiliário. Esses estudos comprovam a importância que deve ser dada ao jardim e a sua manutenção. Atualmente, o paisagismo virou sinônimo de qualidade de vida. Segundo Patrícia...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<p><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2013/01/paisagismo-e1358778181333.jpg"><img class="size-full wp-image-132 alignleft" title="paisagismo" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2013/01/paisagismo-e1358778181333.jpg" alt="" width="450" height="150" /></a></p>
<p>A localização, área, qualidade da construção e orientação são fatores determinantes para se chegar ao valor do imóvel. Porém, mesmo todos esses requisitos sendo positivos, um paisagismo planejado, com manutenção adequada, pode valorizar o empreendimento entre 10% e 30%, segundo estudos do mercado imobiliário.</p>
<p>Esses estudos comprovam a importância que deve ser dada ao jardim e a sua manutenção. Atualmente, o paisagismo virou sinônimo de qualidade de vida. Segundo Patrícia S. Cosignani, arquiteta e paisagista, por meio de um estudo paisagístico é possível criar ambientes mais agradáveis, com espaços de convivência, aproveitando de maneira eficiente as áreas de uso comum nos condomínios.</p>
<p>Segundo ela, nos condomínios, normalmente o projeto é desenvolvido sobre laje, que geralmente serve de cobertura para as garagens nos subsolos. “Isso requer cuidados especiais com a impermeabilização dessas lajes. Elas devem ser feitas com manta asfáltica e sempre com a consultoria de empresa especializada”, explica Patrícia.</p>
<p>A paisagista lembra também que é preciso ter cuidado quanto às espécies escolhidas para a composição dos jardins, principalmente com o porte, raízes e a insolação. Por isso é importante a consultoria de um profissional qualificado, seja ele arquiteto ou paisagista.</p>
<p>Lembrando que sempre é necessário realizar reuniões entre os condôminos para se discutir as possíveis intervenções paisagísticas e reformas.</p>
<p><strong>Dicas para um jardim lindo o ano todo</strong></p>
<p>- Utilize espécies de plantas que se adaptam ao clima e que florescem em estações diferentes, preservando a harmonia do jardim o ano todo;</p>
<p>- As plantas perenes, que não perdem folhas no outono e inverno, ficam sempre verdes, florescem em épocas específicas do ano e são de fácil manutenção;</p>
<p>- Tome cuidado com a escolha do tipo das espécies de plantas. Existem plantas que não combinam entre si;</p>
<p>- Varandas e terraços de apartamentos podem ser transformados em áreas de lazer, com o uso de fontes e sistemas de iluminação;</p>
<p>- A instalação de decks, pérgolas, bancos e fontes, pode deixar o ambiente mais atrativo. Para ampliar o contato com a natureza também é possível plantar árvores frutíferas, que atraem pássaros e borboletas;</p>
<p>- As hortas domésticas também são uma alternativa que se adaptam em casas e apartamentos. Em um quintal amplo ou em uma floreira podem ser cultivadas ervas e temperos para o dia a dia.</p>
<p>FONTE: <strong>Da Redação do Condoworks</strong></p>
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		<title>Condomínio Edilício &#8211; Parte 1</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=121</link>
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		<pubDate>Thu, 28 Jun 2012 23:40:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Vídeos]]></category>

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		<description><![CDATA[Fonte: Enviado por TVCARTORIO em 10/01/2010 Programa exibido na Tv Justiça em 13/07/2009. Apresentação: Dr. Alan Borges. Convidado: Prof. Elcio Nacur Rezende: Titular de Direito Civil em Belo Horizonte. UNA BH MG. Condomínio Edilício: As leis que regem os direitos e deveres de quem convive em condomínios e o papel dos cartórios da regulação dos estatutos dos mesmos condomínios. Uma grande parte da população das cidades, vive hoje, em condomínios de casas...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">
<object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/9jjYeHZyA0I" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/9jjYeHZyA0I"></embed></object></p>
<p style="text-align: left;">Fonte:</p>
<p id="watch-uploader-info">Enviado por <a dir="ltr" rel="author" href="http://www.youtube.com/user/TVCARTORIO">TVCARTORIO</a> em 10/01/2010</p>
<div id="watch-description-text">
<p id="eow-description">Programa exibido na Tv Justiça em 13/07/2009.<br />
Apresentação: Dr. Alan Borges.<br />
Convidado:<br />
Prof. Elcio Nacur Rezende: Titular de Direito Civil em Belo Horizonte. UNA BH MG.<br />
Condomínio Edilício: As leis que regem os direitos e deveres de quem convive em condomínios e o papel dos cartórios da regulação dos estatutos dos mesmos condomínios.<br />
Uma grande parte da população das cidades, vive hoje, em condomínios de casas e apartamentos.<br />
As relações entre os moradores nem sempre é pacífica, e nem sempre se pode contar com o bom senso na resolução dos problemas.<br />
Do cachorro que incomoda, ao morador que atraza ou não paga o condomínio, sempre há um probleminha a ser resolvido.</p>
</div>
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		<title>Conviva em harmonia com seus vizinhos</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=112</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Jun 2012 18:53:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Gestão]]></category>

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		<description><![CDATA[Evite problemas em condomínios utilizando doses de bom humor, paciência e respeito São Paulo &#8211; “As pessoas são muito difíceis”, sentencia o síndico profissional Renato Daniel Tichauer. Para ele, a origem da maioria dos problemas de convivência em prédios e condomínios é complexa e difícil de mudar da noite para o dia. Bom senso e bons modos ainda são a receita básica para evitar dores de cabeça que podem até...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2012/06/edif2206121537.jpg"><img class="alignleft" title="edif2206121537" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2012/06/edif2206121537-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Evite problemas em condomínios utilizando doses de bom humor, paciência e respeito</h4>
<div id="HOTWordsTxt" style="text-align: justify;">
<p>São Paulo &#8211; “As pessoas são muito difíceis”, sentencia o síndico profissional Renato Daniel Tichauer. Para ele, a origem da maioria dos problemas de convivência em prédios e condomínios é complexa e difícil de mudar da noite para o dia. Bom senso e bons modos ainda são a receita básica para evitar dores de cabeça que podem até virar onerosos processos judiciais.</p>
<p><strong>As principais reclamações de moradores de apartamentos</strong></p>
<p>Barulho, desrespeito com funcionários, estacionamento impróprio na garagem, animais de estimação mal-educados, convivência com crianças e adolescentes na área de lazer são as principais reclamações da maioria dos moradores.</p>
<p>“As pessoas não entendem que morar em condomínio é dividir a propriedade”, lembra Roseli Schwartz, autora de “Revolucionando o Condomínio”, da editora Saraiva. “Respeito pelo o outro é fundamental”, reforça.</p>
<p><strong>Para que serve um síndico?</strong><br />
Tichauer, que trabalha há dez anos como síndico – cargo que ainda não é reconhecido como profissão – hoje cuida de cinco condomínios das mais diversas classes. “Os problemas se repetem”, constata o economista, de 56 anos, que “sabe um pouco de cada coisa”, tem muito jogo de cintura, “sempre” cumpre as regras, já recebeu ameaça de morte de um morador e teve de intervir em uma tentativa de suicídio. Sua estratégia para administrar conflitos: conversar primeiro, notificar depois e multar apenas em último caso.</p>
<p>“O síndico é um facilitador social. Tem que ser uma pessoa com perfil conciliatório”, afirma o advogado Alexandre Macedo Marques, diretor de ensino da Assosíndicos (Associação dos Síndicos de Condomínios Residenciais e Comerciais de São Paulo).</p>
<p><strong>Sem estatuto e regras claras não é possível viver em paz</strong><br />
Antes mesmo de uma reclamação chegar ao síndico, no entanto, o ideal é que os envolvidos tentem conversar e, nessa hora, as normas do prédio são o melhor guia para evitar brigas.</p>
<p>“Um condomínio bem administrado tem um estatuto detalhado que deve ser conhecido e obedecido por todos”, ensina a consultora de etiqueta Ligia Marques, autora de “Etiqueta e Marketing Pessoal”, “Etiqueta 3.0” entre outros.</p>
<p>O apartamento de cima está com vazamento e tem goteira no seu? O cachorro do 302 late muito à noite? O lixo da vizinha ficou no corredor do andar? Essas situações têm como ser gerenciadas com a ajuda do estatuto do prédio e de doses generosas de diálogo. Às vezes, a goteira é só um entupimento sem maiores consequências, o animal de estimação pode estar sem exercício físico e/ou precisando de um pouco mais de atenção e a vizinha é moradora nova e não sabia onde colocar o lixo.</p>
<p><strong>Política de boa vizinhança</strong><br />
“Não é à toa que política de boa vizinhança tem esse nome. Para viver bem em um prédio é fundamental que existam políticas claras e regras bem definidas. Ao mesmo tempo, essa convivência é um tremendo exercício de flexibilização”, avisa a especialista em etiqueta Cláudia Matarazzo, autora de “Etiqueta sem frescuras”, da editora Planeta.Deveria ser simples, não é? Para algumas pessoas, no entanto, não é. Roseli conta o caso de uma moradora que foi parar na Justiça por causa de uma goteira. O pinga-pinga constante, decorrente de um problema no apartamento de cima, começou a deixá-la perturbada, a ponto de ter que tomar medicamento para dormir. O problema era trivial, a troca da junta do ralo do banheiro já resolveria o transtorno, mas a moradora do apartamento com vazamento recusava-se a permitir a entrada no local. Depois de comprovar judicialmente os custos que teve com tratamentos psiquiátricos, pediu indenização por danos morais e ganhou a causa. “Uma coisa que era simples de resolver virou uma problema enorme totalmente sem necessidade”, diz Roseli.</p>
<p><strong>Confira os 20 conselhos básicos para viver em paz num apartamento:</strong></p>
<p><strong>Para começo de conversa, cumprimente sempre seus vizinhos.</strong> Seja simpático e gentil. Isso não custa nada e vai garantir sua boa imagem perante todos;</p>
<p><strong>Antes de comprar ou alugar um imóvel, conheça as regras que regem o condomínio.</strong> Lembre-se que ainda que você não concorde com algumas delas, terá que obedecê-las porque elas foram decididas pela maioria;</p>
<p><strong>Frequente as reuniões de condomínio por mais chatas que possam parecer,</strong> pois é lá que os assuntos de interesse de todos são discutidos e votados. Quem não comparece fica sem condição de discutir depois;</p>
<p><strong>Evite comentar fatos da vida alheia com qualquer pessoa.</strong> Fofocas geram discussões e brigas;</p>
<p><strong>Respeite os empregados do condomínio e o trabalho que eles fazem.</strong> Jamais solicite trabalhos particulares em horário de serviço no condomínio;</p>
<p><strong>Barulho só até às dez da noite e depois das oito da manhã.</strong> Nesse intervalo, respeite o silêncio;</p>
<p><strong>Se fizer uma festa em seu apartamento e houver barulho, comunique o síndico e os vizinhos com antecedência</strong> e lembre-se de compensar a paciência dos vizinhos de alguma forma, como presenteando-os com docinhos ou flores, por exemplo;</p>
<p><strong>Evite andar de salto dentro do apartamento,</strong> sobretudo se o isolamento acústico do prédio não for lá essas coisas;</p>
<p><strong>Trafegue com animais e compras somente pelo elevador de serviço.</strong> Animais, sempre que possível, devem permanecer no colo, você nunca sabe quem tem pavor de bichos. Caso perceba que a pessoa que entrou no elevador tem medo, segure ainda mais firme seu animal e procure tranquilizar o vizinho;</p>
<p>Se, ao contrário, for você que está entrando no elevador com o cachorro e já tiver algum morador, é gentil <strong>perguntar antes se a pessoa se incomoda com a presença do animal;</strong></p>
<p><strong>Jardins, playground e áreas comuns não são quintal de cachorro.</strong> Passeios com animais devem ser feitos na rua e, é claro, saquinho na mão para recolher as fezes do bichinho;</p>
<p><strong>Não caia na armadilha de entrar em discussões com vizinhos.</strong> Diante de qualquer provocação mantenha-se calmo e comunique o fato ao síndico, que deverá tomar providencias;</p>
<p><strong>Jamais, em hipótese alguma, chame a empregada da vizinha para trabalhar na sua casa;</strong></p>
<p><strong>Faça uma lista com os nomes das pessoas para deixar na portaria quando for usar o salão de festas.</strong> Deixe o local como o encontrou após a festa: vazio e com as coisas no lugar. A limpeza fica por sua conta;</p>
<p><strong>Atente para que a decoração do seu hall de entrada não incomode o vizinho</strong> (se for um hall comum). Idealmente, é sempre melhor tentar fazer alguma coisa em conjunto. Convidar para um cafezinho e sondar as preferências do outro costuma funcionar;</p>
<p><strong>Sempre devolva o carrinho de compras do prédio ao local em que fica disponível a outros condôminos;</strong></p>
<p><strong>Não circule em trajes de banho pelo prédio.</strong> Use canga ou equivalente;</p>
<p><strong>Não segure a porta do elevador enquanto conversa;</strong></p>
<p><strong>Quando dois carros se encontram, o que está entrando na garagem tem a preferência;</strong></p>
<p><strong>Estacione dentro de sua faixa na garagem e não use a vaga como depósito.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"> <em>As informações são de Julia Baptista, do IG </em></p>
</div>
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		<title>Prejuízo com gastos de água em condomínios pode chegar a 30%</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=94</link>
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		<pubDate>Sat, 12 Nov 2011 18:53:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Água e Energia]]></category>

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		<description><![CDATA[A conta do consumo de água é a segunda maior despesa mensal em condomínios residenciais. Fica atrás apenas da folha de pagamento dos funcionários. Esse gasto, entretanto, poderia ser muito menor, mas a prática de procedimentos inadequados para a manutenção de áreas comuns e o fato de não existirem medidores individuaus em uma grande parcela dos prédios contribui para que os prejuízos com gasto de água em condomínios sejam grandes....]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/121111-agua.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-95" title="121111-agua" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/11/121111-agua-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>A conta do consumo de água é a segunda maior despesa mensal em  condomínios residenciais. Fica atrás apenas da folha de pagamento dos  funcionários. Esse gasto, entretanto, poderia ser muito menor, mas a  prática de procedimentos inadequados para a manutenção de áreas comuns e  o fato de não existirem medidores individuaus em uma grande parcela dos  prédios contribui para que os prejuízos com gasto de água em  condomínios sejam grandes.</p>
<p>Segundo um estudo realizado pela  administradora Lello, em condomínios residenciais com as mesmas  características, como número de apartamentos, metragem e equipamentos  disponíveis nas áreas comuns, a diferença na conta mensal pode chegar a  30%.</p>
<p>Ainda segundo a Lello, o consumo de água representa cerca de  15% do total das despesas condominiais. A administradora calcula em R$  4,5 mil por mês a média do gasto em um condomínio padrão, com 64  apartamentos, dois elevadores e seis funcionários.</p>
<p><em>FONTE: (da redação, com informações do Portal Exame)</em></p>
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		<title>Poluição sonora no condomínio: saiba como se defender</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=89</link>
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		<pubDate>Sat, 15 Oct 2011 13:03:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Jurídico]]></category>
		<category><![CDATA[condomínio]]></category>
		<category><![CDATA[notícias]]></category>
		<category><![CDATA[poluição]]></category>
		<category><![CDATA[síndico]]></category>
		<category><![CDATA[sonora]]></category>

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		<description><![CDATA[Em todas as grandes cidades, o barulho em condomínios incomoda, e muito. Desde ruídos internos como vizinhos andando com sapatos de salto dentro da sua unidade, ou até mesmo um caminhão sendo descarregado perto da sua janela.  Mas quando o condomínio é perturbado também por algum barulho externo, cabe ao síndico resolver a situação e possibilitar um alívio aos condôminos. A lei federal nº 3.688 de 23 de outubro de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/falante15102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-90" title="falante15102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/falante15102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em todas as grandes cidades, o barulho em condomínios incomoda, e muito. Desde ruídos internos como vizinhos andando com sapatos de salto dentro da sua unidade, ou até mesmo um caminhão sendo descarregado perto da sua janela.  Mas quando o condomínio é perturbado também por algum barulho externo, cabe ao síndico resolver a situação e possibilitar um alívio aos condôminos.</p>
<p>A lei federal nº 3.688 de 23 de outubro de 1941, pertencente ao capítulo IV que diz respeito ao direito à paz pública, foi reforçada em muitas cidades, como no caso do PSIU em São Paulo e a central de Poluição Sonora, no Rio de Janeiro.  Mas este tipo de programa visa cooperar no ruído, mas não o silêncio completo.</p>
<p>Segundo a lei federal, o horário de descanso começa às 22h e termina às 8h. Devido a isso não é permitido construções ou reformas nos seguintes horários. Mas há, porém, casos de empresas ou setores públicos que praticam esta atividade durante o período proibido, por causar transtorno na hora livre. Caso isto aconteça perto de residências, o morador deve entrar em contato com a empresa para questioná-lo sobre a necessidade do serviço naquela hora, ou se o problema não for solucionado ligar diretamente à polícia para avaliação.</p>
<p>Há algumas alternativas que regem na hora do barulho constante, como o caso dos vidros anti-ruídos. Outra possibilidade é acionar o síndico ou a administradora para que eles iniciem um diálogo com o batalhão da área, podendo assim pedir viaturas no local.</p>
<p style="text-align: justify;"><em>FONTE: (da Redação, com informações da Revista Condomínio &amp; etc)</em></p>
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		<title>Dicas para fazer sua mudança com tranquilidade</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=86</link>
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		<pubDate>Fri, 14 Oct 2011 13:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Imóveis]]></category>

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		<description><![CDATA[O mercado imobiliário brasileiro passa por fase de muito aquecimento. Não é fácil encontrar um condomínio bom e barato para morar. Depois de localizar o imóvel pretendido, o novo condômino precisa providenciar a sua mudança. Fazer a mudança de acordo com as regras do prédio é o primeiro passo para ser bem recebido e para manter um bom relacionamento com os vizinhos, que pode se prolongar por anos. Autorização de...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/mudan14102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-87" title="mudan14102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/mudan14102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O mercado imobiliário brasileiro passa por fase de muito aquecimento. Não é fácil encontrar um condomínio bom e barato para morar. Depois de localizar o imóvel pretendido, o novo condômino precisa providenciar a sua mudança. Fazer a mudança de acordo com as regras do prédio é o primeiro passo para ser bem recebido e para manter um bom relacionamento com os vizinhos, que pode se prolongar por anos.</p>
<p><strong>Autorização de entrada<br />
</strong>O primeiro passo para a mudança é obter uma autorização de entrada. Em geral, essa autorização é obtida na administradora do condomínio. Obter essa autorização é mais fácil caso o novo morador seja proprietário do imóvel – nesse caso, a administradora já possui os dados necessários. Caso não seja, será necessário apresentar alguns documentos, como o contrato de locação.</p>
<p>De posse da autorização, o condômino deve se dirigir ao condomínio. Lá, ele entrega a autorização e marca a data da mudança. Há condomínios que requerem a marcação da data com no mínimo 48 horas de antecedência. Procure conhecer qual é o horário permitido para mudanças, de acordo com o regimento do prédio.</p>
<p>Em geral, de modo a não atrapalhar o funcionamento do prédio, o horário é das 8 às 17 horas, de segunda à sexta. Alguns condomínios permitem que a mudança seja feita também aos sábados. Dificilmente poderá haver mudança em um domingo ou feriado.</p>
<p><strong>Caminhão<br />
</strong>Outra informação que o condômino precisa saber é se existe lugar para estacionar um caminhão de mudanças ao lado do condomínio. Caso seja um condomínio horizontal, a questão é mais simples, já que há mais espaço.<br />
Em condomínios verticais, a questão pode se complicar. Nesse caso, é preciso avisar à empresa de mudança da situação, a fim de combinar um modo que não gere multas e nem atrapalhe o carregamento dos objetos. Dependendo do caso, pode ser necessário até mesmo ligar para a prefeitura.</p>
<p>Também cumpre verificar se não haverá nenhuma feira ou outro evento no local no dia em que se pretende realizar a mudança.</p>
<p><strong>Transportadoras<br />
</strong>A contratação de uma transportadora é o próximo passo a ser realizado. É preciso levar em conta as exigências da mudança, como o número de objetos transportados, e os preços cobrados por cada empresa.</p>
<p>Na maior parte das cidades, há pessoas que fazem o famoso “carreto”, que nada mais é do que a mudança feita em um veículo de menor porte. Dependendo do tamanho da mudança pretendida, o carreto pode ser ideal.</p>
<p>Em caso de mudanças maiores, será necessário contratar uma transportadora já estabelecida no mercado.</p>
<p><strong>Espaços<br />
</strong>Outra dica importante é descobrir se os móveis que serão transportados podem ir pelo elevador ou se será necessário utilizar as escadas. As escadas são usadas quando alguns móveis não podem ser desmontados e não cabem dentro do elevador.</p>
<p>Às vezes as próprias transportadoras realizam uma inspeção nos locais em que serão realizadas as mudanças, mas há casos também, especialmente em mudanças menores, nos quais é o morador quem deve fazer isso.</p>
<p>De posse de uma trena, o novo condômino pode medir o tamanho do elevador, da porta de entrada, de corredores e do móvel e fazer as contas para verificar esse dado. Algumas empresas que fazem mudanças cobram valores mais em conta quando descobrem que não será preciso usar escadas. Afinal, é preciso tempo e muito esforço para subir, por exemplo, uma cama para o décimo andar por uma escada.</p>
<p><strong>Objetos<br />
</strong>O preço cobrado pelas transportadoras também depende da quantidade de móveis e outros objetos que devem ser transferidos. Quanto maior o tamanho da mudança, maior o preço.</p>
<p>A empresa também tem o direito de cobrar taxas pelo transporte de determinados objetos, especialmente aqueles que são frágeis. Daí a importância de fazer um levantamento básico do que será transportado.</p>
<p>É válido também informar se existem objetos não comuns na mudança, como um piano de cauda, para que a transportadora esteja ciente do que será necessário fazer. Isso evita dores de cabeça, já que se tem certeza que a empresa fará a mudança de tudo, não deixando nenhum objeto para ser transportado de outro modo.</p>
<p>O ideal também é que o próprio inquilino possa transportar alguns objetos, como livros, roupas e pequena mobília. Essa prática evita sobrecarregar quem faz o transporte e contribui para um preço menor no final.</p>
<p><strong>Dentro do condomínio<br />
</strong>Na hora do transporte dentro do condomínio, é a empresa que é a responsável por danos causados na portaria, elevadores e outros locais. Embora o ideal seja que nenhuma avaria seja cometida, as mudanças estão entre as principais causas de danificações na portaria. Lâmpadas quebradas e riscos nos elevadores são também menos raros do que se pensa.</p>
<p>Caso isso ocorra, quem arcará com o prejuízo é a empresa transportadora. Para isso, é fundamental que o novo morador tenha firmado um contrato escrito com a empresa. De posse de um contrato, será mais fácil obter o pagamento dos danos cometidos. A orientação que é a empresa a responsável por arcar com esses custos está no Código Brasileiro do Consumidor.</p>
<p>Entretanto, diversos regimentos internos apontam que os danos serão cobrados do morador. Essas cláusulas existem para evitar que o dano fique sem ser pago. Ou seja, se a empresa não se assumir responsável, quem arcará com o custo é o novo inquilino. Daí a importância de um contrato.</p>
<p>Também é bastante útil, dentro do condomínio, revestir o elevador de serviços com um acolchoado e, caso o inquilino não esteja presente, informar o nome das pessoas que farão a mudança à portaria.</p>
<p><strong>Primeiros dias<br />
</strong>Após realizada a mudança, o novo inquilino já pode desfrutar do seu imóvel. Em relação ao condomínio, o ideal é que ele procure se informar de seus direitos e obrigações logo na chegada. Infelizmente, são poucos os condomínios que distribuem cartilhas contendo as regras básicas do que pode ou não ser feito.</p>
<p>Assim, nos primeiros dias, é comum que existam algumas dificuldades de adaptação ao novo ambiente. Em alguns condomínios, por exemplo, é proibido entrada de qualquer profissional para fazer qualquer serviço aos sábados e domingos. Se não souber disso, o condômino pode contratar uma faxineira para vir ao sábado e essa ser barrada na portaria, por estar ali em dia proibido.</p>
<p>É dever do condômino se adaptar ao regimento e à convenção do prédio. Para facilitar a adaptação e impedir desentendimentos, o condomínio pode providenciar uma lista de direitos e obrigações.</p>
<p>O novo inquilino pode também, em seus primeiros dias, dar uma volta pela região em que está localizado o imóvel, a fim de descobrir onde estão farmácias, hospitais e outros serviços úteis em caso de emergência.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: Da Redação do Licitamais</p>
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		<title>Condomínios têm 3 meses para obter Certificação Digital</title>
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		<pubDate>Tue, 11 Oct 2011 17:32:10 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>

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		<description><![CDATA[O prazo determinado pela Caixa Econômica Federal para que condomínios e administradoras obtenham a Certificação Digital para conseguirem acesso ao Conectividade Social &#8211; portal que facilita o relacionamento com o banco &#8211; está se esgotando. Faltam menos de 3 meses. Os principais serviços disponibilizados pelo site são o recolhimento do FGTS, acompanhamento das informações do Imposto de Renda e emissão e resgate de notas fiscais. O portal também permite que...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/digital_11102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-83" title="digital_11102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/digital_11102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>O prazo determinado pela Caixa Econômica Federal para que condomínios e administradoras obtenham a Certificação Digital para conseguirem acesso ao Conectividade Social &#8211; portal que facilita o relacionamento com o banco &#8211; está se esgotando. Faltam menos de 3 meses. Os principais serviços disponibilizados pelo site são o recolhimento do FGTS, acompanhamento das informações do Imposto de Renda e emissão e resgate de notas fiscais. O portal também permite que documentos digitais sejam assinados com a mesma validade jurídica de um documento impresso. A Caixa abriu um canal exclusivo para atender às administradoras de condomínios, por conta da demanda muito grande. Para conseguir a Certificação Digital, basta acessar o endereço https://conectividade.caixa.gov.br. O processo de aquisição é simples e rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: (da redação, com informações da Folha do Condomínio e do Secovi-SP)</p>
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		<title>Pára-raios para a proteção dos condomínios</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2011 12:56:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Em São Paulo, a lei 11.228/98 do Código de Obras e Edificações do Município obriga condomínios de prédios com altura superior a 12 metros a utilizarem um sistema de proteção contra raios, seguindo a Norma Técnica Oficial. Na capital paulista, o Contru (Departamento de Controle de Uso de Imóveis) realiza vistorias a partir de denúncias. Mesmo todo mundo achando que um raio nunca cai no mesmo lugar, o equipamento pode...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/raio-08102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-80" title="raio-08102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/raio-08102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>Em São Paulo, a lei 11.228/98 do Código de Obras e Edificações do Município obriga condomínios de prédios com altura superior a 12 metros a utilizarem um sistema de proteção contra raios, seguindo a Norma Técnica Oficial. Na capital paulista, o Contru (Departamento de Controle de Uso de Imóveis) realiza vistorias a partir de denúncias.</p>
<p>Mesmo todo mundo achando que um raio nunca cai no mesmo lugar, o equipamento pode evitar muitos problemas, pois ninguém pode negar que ele cai com uma tensão bem alta, chegando a 300 mil ampéres.</p>
<p>Segundo Evandro Ferraz, pesquisador do INPE (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais), em entrevista para a revista Direcional Condomínios, estudos apontam um aumento de descargas elétricas nos centros urbanos. “Se um raio cair em um local sem o pára-raios, a corrente vai percorrer a própria edificação e pode alcançar locais em que estejam pessoas”, ressalta Ferraz.</p>
<p>A Norma Regulamentadora NBR 5419/05 estabelece regras para a projeção de sistema de pára-raios, instalação e manutenção. Existem dois tipos comuns de pára-raios, o método “Franklin”, que conta com quatro pontas na extremidade e a “Gaiola de Faraday”, um anel de cabo de cobre. Mas antes de o síndico instalar o sistema, é imprescindível contratar um projetista para uma análise do método adequado.</p>
<p>Tem que haver uma vistoria no condomínio pelo menos a cada seis meses. “É preciso estar atento com a oxidação, verificar se o pára-raios está em um estado avançado de deterioração e se as hastes metálicas estão em bom estado”, aconselha o pesquisador.</p>
<p><em>FONTE: (da Redação LicitaMais, com informações da Revista Direcional Condomínios)</em></p>
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		<title>Ar-condicionado em prédios pode causar riscos à saúde</title>
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		<pubDate>Wed, 05 Oct 2011 16:37:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Manutenção e Obras]]></category>

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		<description><![CDATA[No 41° Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia, em Curitiba, pesquisadores discutiram a Síndrome do Edifício Doente, que é responsável por afastar vários funcionários de prédios que utilizam o sistema de ar-condicionado. O sistema de ar-condicionado central, que exige janelas fechadas o tempo inteiro ou até mesmo lacradas, provoca nas pessoas que frequentam este tipo de ambiente problemas respiratórios. Com a comprovação de uma contaminação do ar interno em um hotel da...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/ar_05102011.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-77" title="ar_05102011" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/ar_05102011-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a>No 41° Congresso Brasileiro de Otorrinolaringologia, em Curitiba,  pesquisadores discutiram a Síndrome do Edifício Doente, que é  responsável por afastar vários funcionários de prédios que utilizam o  sistema de ar-condicionado. O sistema de ar-condicionado central, que  exige janelas fechadas o tempo inteiro ou até mesmo lacradas, provoca  nas pessoas que frequentam este tipo de ambiente problemas  respiratórios.</p>
<p>Com a comprovação de uma contaminação do ar interno em um hotel da Filadélfia em 1976,<br />
a  Organização Mundial de Saúde reconheceu a existência da Síndrome do  Edifício Doente. Lá foi identificada uma bactéria em água parada que  havia sido aspirada pelo ar-condicionado e causado pneumonia e mortes  nos funcionários.</p>
<p>No Brasil, a OMS estabelece que a síndrome está  instalada no ambiente quando houver 20% de queixa nos frequentadores. O  especialista Roberto Campos Meirelles, participante do congresso,  recomenda manter a manutenção do sistema de ar-condicionado em dia e que  os condomínios empresariais mantenham suas janelas abertas por pelo  menos uma hora diária, como forma de melhorar a circulação de ar.</p>
<p><em>FONTE: LicitaMais (da Redação, com informações da Tribuna do Norte)</em></p>
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		<title>Internet e tecnologia elevam participação na reunião de condomínio</title>
		<link>http://www.contrate.com/blog/?p=69</link>
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		<pubDate>Mon, 03 Oct 2011 16:50:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>admin</dc:creator>
				<category><![CDATA[Assembléia Virtual]]></category>

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		<description><![CDATA[Assembleia virtual para condomínios auxilia no comparecimento e facilidade das discussões condominiais Com a internet e o uso de novas tecnologias, o dia a dia ficou mais fácil. Segundo dados do Ibope, mais de 77 milhões de brasileiros têm acesso à internet. Hoje em dia, até os condomínios têm buscado soluções tecnológicas visando aumentar a participação nas reuniões de condomínios. “A internet está presente em praticamente tudo. A era digital...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><em><a href="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/tecnologia_336114911.jpg"><img class="alignleft size-thumbnail wp-image-71" title="tecnologia_336114911" src="http://www.contrate.com/blog/wp-content/uploads/2011/10/tecnologia_336114911-150x150.jpg" alt="" width="150" height="150" /></a><strong>Assembleia virtual para condomínios auxilia no comparecimento e facilidade das discussões condominiais</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">Com  a internet e o uso de novas tecnologias, o dia a dia ficou mais fácil.  Segundo dados do Ibope, mais de 77 milhões de brasileiros têm acesso à  internet. Hoje em dia, até os condomínios têm buscado soluções  tecnológicas visando aumentar a participação nas reuniões de  condomínios.</p>
<p>“A internet está presente em praticamente tudo. A  era digital trouxe facilidades inclusive para os condomínios”, afirma o  advogado imobiliário Carlos Samuel de Oliveira Freitas, diretor de  condomínios da Primar Administradora de Bens.</p>
<p>A assembleia  virtual vem sendo uma das principais ferramentas que auxiliam síndicos e  administradores de condomínios. Diversos condomínios, em todo o Brasil,  vêm utilizando a ferramenta e colhendo bons frutos – o principal deles é  a democratização do diálogo e o aumento na participação.</p>
<p>Carlos  Henrique Cêra, diretor da Superlógica, especializada em soluções para  gestão de condomínio, criadora da Assembleia Virtual LicitaMais [link] e  mantenedora do portal LicitaMais, afirma que “a assembleia virtual é  relevante não porque é moderna ou porque usa tecnologia de ponta, mas  porque amplia o diálogo e conscientiza os vizinhos de seus direitos e  deveres mais básicos dentro de sua comunidade”.</p>
<p>“As reuniões  presenciais são sempre longas, muitas vezes com discussões acaloradas  entre vizinhos e com um número de participantes muito reduzido. A  maioria justifica a ausência por causa do trabalho ou compromissos  marcados anteriormente, como viagens e reuniões profissionais”, aponta  Freitas.</p>
<p>“A ideia inicial era aumentar a participação nas  assembleias de condomínio, que andavam vazias, mas a plataforma foi mais  além. Já nas primeiras sessões percebemos que tínhamos, sem querer,  descoberto uma ferramenta gerencial muito mais ampla”, relata Carlos, da  Superlógica.</p>
<p>Segundo a Superlógica, mais de 13 mil condôminos,  em 350 condomínios, utilizam a ferramenta. Em média, a participação dos  moradores em assembleias presenciais é de cerca de 10%. Com a assembleia  virtual, esse número chega a 70%.</p>
<p>As vantagens do uso da  assembleia virtual são várias. Uma delas é a possibilidade de o  condômino poder acessar o sistema e participar das discussões de  qualquer lugar.</p>
<p><strong>Legalidade<br />
</strong>Em termos legais,  pode haver algum impedimento para o uso da assembleia virtual? Para  Dayane Fanti, da Fanti Advogados, “não há qualquer impedimento para uso  da assembleia virtual, desde que sejam feitas as adaptações legais  necessárias, como, por exemplo, alteração da convenção em caso de  assembleias 100% virtuais, utilização de assinatura digital ou mesmo de  procuração (proxy) para validação dos votos”.</p>
<p>Dayane entende  que, no caso do uso do sistema híbrido, ou seja, virtual e presencial,  não há necessidade de alteração da convenção, pois a utilização do  sistema pelo condômino, neste caso, é facultativa.</p>
<p>Ela entende  que, por outro lado, se o condomínio optar pela assembleia 100% virtual,  aí sim há a necessidade da alteração da convenção, “pois tal situação  implicaria na obrigatoriedade de uso do novo sistema pelo condômino, que  somente pode ser imposto após deliberação e alteração das normas  internas do condomínio”.</p>
<p>A advogada da Fanti Advogados esclarece  ainda que o importante é que as pessoas envolvidas entendam a  plataforma e seu objetivo principal, que é o aumento da participação dos  condôminos na vida do seu condomínio. “E que tenham as informações  necessárias para bem utilizá-la, pois a implementação de ferramentas  tecnológicas de gestão de condomínio traz, sempre, mais benefícios do  que malefícios aos usuários e administradores”, finaliza.</p>
<p><strong>Como funciona<br />
</strong>O  sistema funciona da seguinte maneira: os condôminos são convidados, via  e-mail, a fazerem um cadastramento e, uma vez inscritos, passam a  participar da elaboração da pauta e das votações. Qualquer condômino tem  direito de sugerir melhorias para o condomínio e cada sugestão é  analisada e discutida por todos.</p>
<p>Quando chega a hora de votar um  determinado assunto, o próprio sistema emite as procurações com a  intenção de voto, o que permite que mesmo os condôminos que não estejam  presentes fisicamente durante a votação tenham seus votos garantidos.</p>
<p>A  ferramenta também permite a realização de assembleias híbridas (aquelas  nas quais o condômino escolhe participar virtualmente ou  presencialmente), assim como assembleias 100% virtuais com a utilização  de certificados digitais para dar validade jurídica aos votos.</p>
<p>“Com  a criação desta plataforma buscamos melhorar a interação entre os  moradores e a administração dos condomínios, além de permitir a  otimização do tempo e maior participação de todos, já que não será mais  necessário participar das assembleias presenciais. Com o tempo,  acreditamos que as assembleias passarão por um processo evolutivo e  chegarão a ser realizadas apenas virtualmente”, finaliza Carlos, da  Superlógica.</p>
<p><strong>A assembleia virtual para condomínios em cinco passos<br />
</strong>1.       O síndico coleta o endereço de e-mail dos condôminos;<br />
2.        Os condôminos são convidados por e-mail a participar e preenchem uma  ficha de cadastro, escolhendo login e senha para acessos futuros ao  sistema;<br />
3.       A partir daí, os moradores podem debater e votar nos assuntos propostos, além de sugerir novos temas para discussão;<br />
4.        O síndico ou administrador acompanha e gerencia as discussões e  votações, de modo a torná-las mais dinâmicas e efetivas;<br />
5.       Ao  final do processo, o próprio sistema emite as procurações com a intenção  de voto, proporcionando que quem não puder estar presente nas  assembleia presenciais e obrigatórias tenha seu voto validado.</p>
<p style="text-align: justify;">FONTE: Da redação do LicitaMais</p>
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