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	<title>Portal do Cooperativismo Financeiro</title>
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	<description>Informações sobre as cooperativas de crédito</description>
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	<title>Portal do Cooperativismo Financeiro</title>
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		<title>A Evolução da Governança no Cooperativismo Financeiro, por Álvaro Link</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2026 16:57:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[gestão]]></category>
		<category><![CDATA[governança]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">A Evolução da Governança no Cooperativismo Financeiro: o Lugar da Governança e o Lugar da Gestão</p>
<p style="text-align: justify;">A governança corporativa não é um conceito estático. Ao longo das últimas décadas, ela evoluiu significativamente, impulsionada pela crescente complexidade dos negócios, pelas exigências regulatórias e pela necessidade de profissionalização das organizações. Instituições como o Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC) contribuíram para consolidar um conjunto de boas práticas que hoje se tornaram indispensáveis para organizações que desejam crescer de forma sustentável e perene.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O cooperativismo também percorreu e percorre essa trajetória evolutiva. Especialmente no cooperativismo financeiro, as cooperativas passaram a competir em uma das indústrias mais desafiadoras e reguladas do mundo: a indústria financeira. Inseridas em um ambiente marcado por transformações econômicas, sociais, tecnológicas e regulatórias cada vez mais intensas, precisaram adaptar suas estruturas, processos, lideranças e modelos de governança.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Um Mundo em Ponto de Inflexão</h2>
<p style="text-align: justify;">Essa necessidade de evolução torna-se ainda mais evidente no momento histórico que atravessamos. Vivemos um ponto de inflexão sem precedentes, impulsionado pela inteligência artificial, pela cibernética, pela computação quântica, pela hiper conectividade e pela aceleração exponencial das mudanças. O futuro tornou-se mais difícil de prever, os ciclos de transformação ficaram mais curtos e as decisões passaram a produzir impactos mais amplos e mais rápidos. Nesse contexto, a sustentabilidade das organizações depende menos da capacidade de repetir fórmulas de sucesso do passado e mais da capacidade de interpretar sinais, antecipar cenários, adaptar-se continuamente e tomar decisões de forma inteligente.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Das Origens à Profissionalização da Gestão</h2>
<p style="text-align: justify;">Nos primórdios da organização sistêmica do cooperativismo financeiro, quando surgiram os primeiros sistemas cooperativos, a governança era representada principalmente pelo presidente e pelo conselho eleitos pelos associados. Naquele contexto, as cooperativas possuíam um número reduzido de sócios e operavam em um ambiente significativamente menos complexo. O papel central da governança era representar os interesses dos associados e assegurar a condução institucional da organização.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Com o passar do tempo, entretanto, a realidade mudou. O crescimento das cooperativas, a ampliação da escala dos negócios, o aumento das exigências regulatórias, especialmente por parte do Banco Central do Brasil, e a própria sofisticação do mercado exigiram novos níveis de profissionalização.</p>
<p style="text-align: justify;">Foi nesse cenário que surgiu a figura do gestor profissional. Primeiro vieram os gerentes gerais, depois os superintendentes, e mais tarde, os diretores executivos ou CEOs, já como estatutários eleitos pelo Conselho de Administração. Esses profissionais passaram a assumir responsabilidades cada vez maiores para responder à crescente complexidade do ambiente de negócios. Em muitos casos, acabaram absorvendo atribuições que, à luz das modernas práticas de governança, pertencem ao Conselho de Administração e à Presidência deste Conselho.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O Diretor Executivo, ou o grupo Diretor, passou não apenas a liderar a operação, mas também a formular estratégias, influenciar cultura, preservar a essência organizacional e representar institucionalmente a cooperativa. Não porque essa fosse necessariamente a estrutura ideal, mas porque era a estrutura possível diante do estágio de maturidade da governança naquele momento histórico.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A Maturidade da Governança e a Clareza de Papéis</h2>
<p style="text-align: justify;">Entretanto, a evolução das boas práticas demonstra que a sustentabilidade das organizações depende não apenas da divisão de papéis, mas da clareza conceitual sobre suas responsabilidades. Se, nos primórdios do cooperativismo sistêmico, o presidente e os conselheiros exerciam predominantemente a função de representação dos associados, hoje essa interpretação exige amadurecimento.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O conselho continua legitimado pelos associados e responsável perante eles. Contudo, sua missão principal não é representar desejos circunstanciais ou interesses imediatos. Sua responsabilidade é representar o negócio cooperativo e zelar por sua sustentabilidade no longo prazo.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa distinção é fundamental. O associado vive simultaneamente duas dimensões, a de dono e a de usuário. Naturalmente, a dimensão de usuário tende a desejar melhores condições, menores custos e mais benefícios. Entretanto, a governança precisa equilibrar essas expectativas com a preservação da capacidade econômica, financeira e institucional da cooperativa. Sua responsabilidade não é agradar momentaneamente, mas garantir que a organização permaneça forte, relevante e sustentável para as futuras gerações de associados.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O Papel da Governança</h2>
<p style="text-align: justify;">É nesse contexto que a governança precisa ocupar plenamente seu espaço.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Cabe à governança exercer o pensamento estratégico, refletindo sobre cenários, tendências, riscos, oportunidades e caminhos que assegurem a perenidade da organização. Cabe também definir, proteger e fortalecer a cultura desejada, estabelecendo valores, comportamentos, identidade institucional e preservando a essência do modelo cooperativo. Além disso, cabe atuar como guardiã da eficiência organizacional, acompanhando resultados, riscos, compliance, experiência do associado, processos e a sustentabilidade competitiva do negócio.</p>
<h2 style="text-align: justify;">O Papel da Gestão</h2>
<p style="text-align: justify;">A gestão, por sua vez, possui uma missão igualmente nobre e desafiadora, que é a de transformar direcionamentos em realidade.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O pensamento estratégico da governança deve converter-se em planejamento estratégico. A cultura desejada deve traduzir-se em rituais, comunicação, desenvolvimento de lideranças, alinhamento de entendimento e fortalecimento do pertencimento. As expectativas de eficiência e sustentabilidade devem materializar-se em melhorias contínuas, inovação, excelência operacional, qualidade de atendimento e geração de resultados.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a governança define o &#8220;o quê&#8221; e o &#8220;por quê&#8221;, a gestão é responsável pelo &#8220;como&#8221;.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Essa distinção não reduz a importância de nenhum dos lados. Pelo contrário. Ela fortalece ambos.</p>
<h2 style="text-align: justify;">A Profissionalização da Governança</h2>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma que a gestão precisa se profissionalizar para executar, a governança precisa se profissionalizar para pensar, direcionar e acompanhar. E isso exige suporte técnico, metodologia, inteligência e mecanismos adequados de funcionamento.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Nesse contexto, ganham relevância estruturas de apoio à governança, como as áreas especializadas de governança corporativa, representadas por funções como a Gerência de Governança ou Governance Officer, e os comitês temáticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Comitês enxutos, compostos idealmente por quatro ou cinco integrantes, podem aprofundar discussões e ampliar a capacidade analítica do conselho. Um Comitê de Estratégia pode concentrar-se nos cenários futuros e nos movimentos do ambiente competitivo. Um Comitê de Cultura e Pessoas pode dedicar-se à construção do espírito organizacional e ao desenvolvimento da liderança que atenda a expectativa deste alinhamento proposto. Um Comitê de Eficiência pode acompanhar desempenho, processos, estrutura, compliance, riscos e experiência dos associados.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Especialistas externos podem contribuir como mentores e provocadores dessas reflexões. Da mesma forma, colaboradores internos vocacionados podem ajudar a internalizar conceitos, aprofundar análises e transformar possibilidades em recomendações estruturadas. Os comitês não substituem o conselho. Sua função é qualificá-lo, ampliando a profundidade das discussões e a qualidade das decisões que, em última instância, permanecem sob responsabilidade do conselho.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao fortalecer esses mecanismos, a governança deixa de ser apenas uma instância formal e passa a exercer plenamente seu papel como agente de direcionamento, adaptação e sustentabilidade organizacional.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Estratégia, Cultura e Eficiência: Dimensões Complementares</h2>
<p style="text-align: justify;">No fundo, o desafio contemporâneo não é decidir se estratégia pertence à governança ou à gestão. O desafio é compreender que estratégia é uma palavra ampla, composta por dimensões complementares.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O pensamento estratégico pertence à governança. A execução estratégica pertence à gestão.</p>
<p style="text-align: justify;">Da mesma forma, a cultura também possui duas dimensões. A governança define seu espírito. A gestão transforma esse espírito em prática.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A eficiência segue a mesma lógica. A governança acompanha, questiona e direciona. A gestão executa, aprimora e entrega.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando esses papéis estão claros, não há sobreposição nem lacunas. Há complementaridade.</p>
<h2 style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Complementaridade e Maturidade Organizacional</h2>
<p style="text-align: justify;">E é justamente essa complementaridade que permitirá ao cooperativismo enfrentar os desafios de um mundo cada vez mais complexo, tecnológico e imprevisível, preservando sua essência, fortalecendo sua identidade e ampliando sua capacidade de gerar valor para associados, colaboradores e comunidades.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A maturidade organizacional nasce quando governança e gestão compreendem profundamente seus papéis, respeitam seus limites, potencializam suas competências e atuam de forma integrada em favor de um propósito comum: construir organizações capazes de prosperar não apenas no presente, mas também no futuro que já começou.</p>
<hr />
<p>Álvaro Link é Presidente do Cons. de Adm. da Sicredi Caminho das Águas</p>
<p>Fonte: linkedin.com</p>
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		<title>Organização é essencial para sair de férias com tranquilidade</title>
		<link>https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/organizacao-e-essencial-para-sair-de-ferias-com-tranquilidade/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 12:19:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Sicredi]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira Cooperativa]]></category>
		<category><![CDATA[planejamento financeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Seja</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Seja no fim ou no meio do ano, o período de férias é sempre esperado pelas pessoas, e para não sofrer com imprevistos, serviços como seguros ajudam muito no planejamento</p>
<p style="text-align: justify;">As férias costumam começar muito antes da viagem. Neste período, muitas famílias aproveitam a pausa nas atividades para visitar parentes, pegar a estrada ou organizar alguns dias de descanso. A preparação inicia com a escolha do destino, busca por passagens, reserva da hospedagem, e a contagem regressiva das crianças ou até mesmo a expectativa de sair um pouco da rotina. Mas, entre planos, roteiros e malas, uma parte importante nem sempre recebe a mesma atenção: o planejamento financeiro e a proteção contra imprevistos.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">É justamente essa época que concentra o turismo em família. Um levantamento feito pela MindMiners com 1.501 brasileiros mostrou que 73% dos entrevistados que pretendiam viajar nas férias de inverno tinham preferência por destinos nacionais, sendo 45% para outros estados e 28% dentro do próprio estado de origem. O principal motivo das viagens era relaxar e descansar, citado por 54% dos entrevistados. Entre famílias com filhos, 39% disseram buscar boas lembranças e momentos de conexão em família.</p>
<p style="text-align: justify;">Para especialistas do Sicredi, viver as férias com tranquilidade também passa pelas escolhas feitas antes de sair de casa. Por isso, a educação financeira, um dos pilares da instituição, está presente na orientação para que cada família planeje o período de descanso de acordo com sua realidade, considerando o orçamento, o uso consciente dos recursos e os imprevistos que podem surgir no caminho.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A partir desse cuidado, alguns produtos e serviços financeiros podem apoiar diferentes momentos das férias, da proteção da residência e do veículo à organização dos gastos da viagem. Para quem pretende pegar a estrada, soluções de mobilidade, como a tag de passagem, podem trazer mais praticidade ao trajeto, inclusive em sistemas de livre passagem, conhecidos como Free Flow, em que o veículo não precisa parar em praças com cancela e a cobrança é feita de forma eletrônica.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Proteção no roteiro</h2>
<p style="text-align: justify;">Segundo a consultora de Negócios do Sicredi, Danielle Donda Rampini, o planejamento das férias deve considerar as necessidades de cada família. Entre os pontos de atenção estão a segurança e conforto da própria viagem, a proteção da residência, os cuidados com o veículo, a segurança durante o deslocamento e a organização dos gastos para o período de descanso. Entre as soluções que podem apoiar esse planejamento está o <strong>Seguro Viagem</strong>, indicado para deslocamentos nacionais e internacionais. A proteção conta com planos personalizados e pode incluir cobertura para despesas médicas, hospitalares e odontológicas, prorrogação de estadia, traslado médico e proteção em casos de extravio, atraso ou danos à bagagem, conforme as condições contratadas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Além das coberturas, o produto oferece central de atendimento 24 horas e pode ser contratado de forma digital, pelo site ou aplicativo do Sicredi, com possibilidade de pagamento via Pix ou parcelamento em até 12 vezes no cartão. A facilidade de contratação ajuda quem deseja organizar a viagem com antecedência e aqueles que precisam contratar a proteção de forma mais prática antes do embarque.</p>
<p style="text-align: justify;">Para quem vai deixar a casa fechada durante alguns dias, o <strong>Seguro Residencial</strong> é uma opção importante e não deve ficar de fora do planejamento. Ele ajuda a proteger o imóvel em situações como incêndio, queda de raio, explosão, danos elétricos, roubo, furto, vendaval e outros eventos previstos em apólice. Dependendo da cobertura contratada, também pode incluir assistências emergenciais, como chaveiro e eletricista. O cuidado com a residência é importante porque, durante as férias, muitas famílias passam mais tempo fora de casa. Ter essa proteção permite que o período de descanso seja vivido com mais tranquilidade, reduzindo a preocupação com o que ficou para trás.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Para as viagens de carro, além da revisão do veículo antes de pegar a estrada, o <strong>Seguro Auto</strong> ampara situações como colisão, roubo, furto, incêndio e necessidade de assistência 24 horas, conforme as coberturas contratadas. Em trajetos mais longos, esse tipo de proteção pode fazer diferença diante de imprevistos durante o deslocamento.</p>
<p style="text-align: justify;">A<strong> tag de passagem</strong> também pode ajudar quem pretende viajar por rodovias pedagiadas. Um adesivo eletrônico é instalado no para-brisa do veículo. Ao passar por pedágios ou estacionamentos credenciados, o sistema identifica a tag automaticamente e a cobrança é feita sem a necessidade de pagamento manual no local.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">“No Sicredi, a Tag de Passagem é debitada diretamente da conta do associado, mediante saldo disponível. Ela pode ser utilizada em pedágios convencionais, em trechos com Free Flow, que é o sistema de pedágio sem cancela, e em estacionamentos credenciados. É uma solução pensada para trazer mais praticidade à rotina e às viagens”, explica a consultora de Meios de Pagamentos do Sicredi, Renata Bomtempo.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela reforça que a tag é vinculada a um único veículo e não pode ser transferida para outro carro. Não funciona para motos. Em períodos de maior movimento nas estradas, como as férias escolares, esse tipo de organização pode tornar o deslocamento mais prático e ajudar no controle dos gastos da viagem.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 80px;">Outro ponto que pode entrar no planejamento é a proteção da família para além do período da viagem. O <strong>Seguro de Vida</strong> do Sicredi reúne coberturas que podem ser acionadas em diferentes situações, conforme o plano escolhido, como invalidez por acidente, diagnóstico de doenças graves, despesas médicas, hospitalares e odontológicas decorrentes de acidente e diária por incapacidade temporária. Além da cobertura financeira, o produto oferece assistências voltadas à rotina, como serviços emergenciais para a casa, assistência pet, descontos em farmácias, suporte nutricional, apoio educacional para filhos e acesso a consultas e exames médicos, conforme a modalidade contratada. Em algumas modalidades, o segurado também participa de sorteios mensais, com premiações que podem chegar a R$ 100 mil.</p>
<p style="text-align: justify;">Para Danielle Rampini, o mais importante é que cada família avalie a própria realidade antes de viajar. “As férias são um momento de descanso, mas precisam ser planejadas. Quando a família se organiza antes, consegue entender melhor o orçamento, escolher as proteções que fazem sentido e aproveitar esse período com mais segurança e tranquilidade”, destaca.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A orientação é que o planejamento seja feito com antecedência, considerando o tipo de viagem, o destino, o meio de transporte, a duração e as necessidades da família. Além de evitar imprevistos, o cuidado também permite que as férias sejam aproveitadas com mais consciência financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">As opções de seguros, coberturas disponíveis e formas de contratação podem ser consultadas no site: <a href="https://www.sicredi.com.br/site/seguros/para-voce/" target="_blank" rel="noopener">https://www.sicredi.com.br/site/seguros/para-voce/</a>, no aplicativo do Sicredi, pelo menu Seguros, ou diretamente nas agências.</p>
<p style="text-align: justify;">Saiba mais sobre a tag de passagem em <a href="https://www.sicredi.com.br/site/pagamentos/para-voce/tag-passagem/" target="_blank" rel="noopener">https://www.sicredi.com.br/site/pagamentos/para-voce/tag-passagem/</a> .</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sobre o Sicredi</h2>
<p style="text-align: justify;">O Sicredi é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Nos estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá, Roraima, e algumas cidades de Goiás, o Sicredi está presente em 261 municípios e possui 361 agências, para o atendimento a mais de 1,6 milhão de associados.</p>
<p style="text-align: justify;">Site do Sicredi: <a href="http://www.sicredi.com.br/site" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui</a></p>
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		<title>O Cooperativismo em Rede Nacional: um novo capítulo na comunicação do setor, por Luis Cláudio</title>
		<link>https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/o-cooperativismo-em-rede-nacional-um-novo-capitulo-na-comunicacao-do-setor-por-luis-claudio/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2026 11:41:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB)]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cooperativismodecredito.coop.br/?p=37877</guid>

					<description><![CDATA[<p>Durante</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Durante décadas, o cooperativismo brasileiro esteve presente na mesa dos consumidores sem, necessariamente, ser reconhecido por eles. Leite, café, frutas, carnes, arroz, mel, vinhos, derivados lácteos e inúmeros outros alimentos produzidos por cooperativas fazem parte da rotina de milhões de famílias. Ainda assim, poucas pessoas associam esses produtos ao modelo cooperativista.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Essa realidade ganhou um importante contraponto no mais recente episódio do MasterChef Brasil, que trouxe para o centro do programa produtos de cooperativas brasileiras e apresentou ao grande público a campanha “Escolha o Coop”, do Sistema OCB.</p>
<p style="text-align: justify;">Mais do que uma ação de merchandising, o episódio representou um marco para a comunicação do cooperativismo nacional.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Ao integrar ingredientes produzidos por cooperativas ao principal reality gastronômico do país, o programa conseguiu fazer aquilo que campanhas institucionais, muitas vezes, encontram dificuldade para alcançar: apresentar o cooperativismo de forma natural, próxima e compreensível para milhões de brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify;">Em vez de explicar o cooperativismo, o programa mostrou o cooperativismo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Essa diferença é fundamental.</p>
<p style="text-align: justify;">A comunicação contemporânea valoriza experiências, histórias e conexões emocionais. O público não deseja apenas receber informações; deseja compreender como determinado tema faz parte da sua vida cotidiana. E foi exatamente isso que aconteceu durante a prova exibida pelo MasterChef.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Enquanto os participantes preparavam seus pratos, milhões de espectadores descobriram que muitos dos ingredientes utilizados eram produzidos por cooperativas espalhadas pelo Brasil. Mais do que marcas, conheceram um modelo de negócio baseado na cooperação, no desenvolvimento regional, na geração de renda e na valorização das pessoas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Um desafio histórico da comunicação cooperativista</h2>
<p style="text-align: justify;">Embora o Brasil possua um dos sistemas cooperativistas mais robustos do mundo, sua presença na percepção do consumidor ainda é pequena quando comparada ao impacto econômico que representa.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">As cooperativas respondem por parcela significativa da produção agropecuária nacional, movimentam bilhões de reais, geram empregos, promovem inclusão financeira, oferecem assistência técnica aos produtores e impulsionam o desenvolvimento de milhares de municípios.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda assim, boa parte da população desconhece que consome diariamente produtos originados desse modelo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Esse talvez seja um dos maiores desafios do movimento cooperativista: deixar de ser apenas relevante economicamente para tornar-se reconhecido socialmente.</p>
<p style="text-align: justify;">É justamente nesse contexto que iniciativas como a campanha “Escolha o Coop” ganham enorme importância.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Mais do que incentivar a compra de produtos cooperativos, a campanha busca despertar consciência. Ao optar por um produto de cooperativa, o consumidor fortalece produtores, distribui renda, impulsiona economias locais e contribui para um modelo empresarial que reinveste seus resultados nas próprias comunidades.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Comunicação que gera pertencimento</h2>
<p style="text-align: justify;">O grande mérito da ação realizada no MasterChef foi aproximar o cooperativismo do cotidiano das pessoas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Sem discursos técnicos. Sem excesso de informações. Sem transformar a cooperação em um conceito distante.</p>
<p style="text-align: justify;">O programa mostrou que cooperativas estão presentes na alimentação, na agricultura, na indústria e na vida dos brasileiros.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Esse tipo de inserção possui um efeito que vai muito além da audiência.</p>
<p style="text-align: justify;">Ela cria identificação.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Gera curiosidade. Estimula conversas. E amplia o conhecimento sobre um movimento que, embora centenário, ainda precisa conquistar espaço na comunicação de massa.</p>
<p style="text-align: justify;">Em tempos de excesso de informação e disputa constante pela atenção do público, ocupar um espaço em um programa de alcance nacional representa uma oportunidade rara para fortalecer a imagem institucional do cooperativismo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Mais do que divulgar produtos, o episódio ajudou a comunicar propósito.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Um legado para além da televisão</h2>
<p style="text-align: justify;">A participação do Sistema OCB no MasterChef demonstra uma evolução importante na estratégia de comunicação do cooperativismo brasileiro.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Ao levar o movimento para um ambiente de entretenimento, a mensagem deixa de dialogar apenas com quem já conhece o setor e passa a alcançar consumidores que talvez nunca tenham ouvido falar sobre cooperativas.</p>
<p style="text-align: justify;">É um movimento estratégico.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Afinal, comunicar não é apenas falar para quem já acredita.</p>
<p style="text-align: justify;">É construir pontes com quem ainda não conhece.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Se o cooperativismo deseja ampliar sua relevância nas próximas décadas, iniciativas como essa tendem a se tornar cada vez mais necessárias: aproximar o setor da sociedade, traduzir seus valores em experiências reais e mostrar que, por trás de cada produto cooperativo, existe uma história de colaboração, desenvolvimento e impacto positivo.</p>
<p style="text-align: justify;">O episódio do MasterChef evidencia que o cooperativismo brasileiro possui excelentes histórias para contar. Talvez faltassem apenas os palcos certos.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Desta vez, encontrou um dos maiores deles.</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns ao <a href="https://somoscooperativismo.coop.br/institucional/ocb" target="_blank" rel="noopener">Sistema OCB</a> pela iniciativa e pela sensibilidade de compreender que comunicar o <a href="/cooperativismo/" target="_blank" rel="noopener">cooperativismo</a> também é uma forma de fortalecer o próprio movimento. Ao levar a campanha “Escolha o Coop” para milhões de brasileiros, a organização contribui para aproximar a sociedade de um modelo econômico que transforma pessoas, comunidades e o país.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Luis Cláudio Silva é Sócio-Fundador da MundoCoop</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: mundocoop.com.br</p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/o-cooperativismo-em-rede-nacional-um-novo-capitulo-na-comunicacao-do-setor-por-luis-claudio/">O Cooperativismo em Rede Nacional: um novo capítulo na comunicação do setor, por Luis Cláudio</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
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		<item>
		<title>Plano Safra pode bater recorde, mas a dúvida está nos juros</title>
		<link>https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/plano-safra-pode-bater-recorde-mas-a-duvida-esta-nos-juros/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:05:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[agronegócio]]></category>
		<category><![CDATA[equalização de juros]]></category>
		<category><![CDATA[Plano Safra]]></category>
		<category><![CDATA[taxas de juros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O</p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/plano-safra-pode-bater-recorde-mas-a-duvida-esta-nos-juros/">Plano Safra pode bater recorde, mas a dúvida está nos juros</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O governo federal deve anunciar nos próximos dias o Plano Safra 2026/27, que entrará em vigor em 1º de julho. As sinalizações feitas por representantes do setor agropecuário e integrantes do governo apontam para um programa superior ao da temporada anterior, podendo estabelecer um novo recorde em volume de recursos destinados ao financiamento da produção rural.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A expectativa de ampliação do crédito ocorre em um momento em que o agronegócio brasileiro segue desempenhando papel estratégico na economia nacional, demandando recursos para custeio, investimento, armazenagem e comercialização. Entidades representativas do setor defendem um Plano Safra mais robusto, capaz de atender às crescentes necessidades de financiamento dos produtores rurais.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, especialistas destacam que o principal indicador do novo programa não será necessariamente o valor total anunciado. A atenção do mercado está voltada para outro aspecto: a disponibilidade efetiva de crédito com taxas de juros favorecidas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Nos últimos anos, o volume global de recursos disponibilizados pelo Plano Safra aumentou de forma significativa. Porém, uma parcela relevante dessas operações passou a ser contratada por meio de fontes vinculadas ao mercado, refletindo tanto a elevação dos juros na economia quanto as restrições fiscais enfrentadas pelo governo federal.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, ganha importância a chamada equalização de juros, mecanismo pelo qual o Tesouro Nacional compensa instituições financeiras para que possam oferecer financiamentos a taxas inferiores às praticadas no mercado. Quanto maior o volume de recursos destinados a essa finalidade, maior tende a ser a oferta de crédito rural com condições mais acessíveis aos produtores.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A discussão torna-se ainda mais relevante diante do atual cenário econômico. Com taxas de juros ainda elevadas, ampliar a oferta de crédito subsidiado exige um esforço fiscal considerável. Por isso, o desafio do governo será equilibrar a necessidade de apoiar a produção agropecuária com as limitações orçamentárias existentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro tema que deve ganhar espaço no novo ciclo é a crescente participação dos instrumentos privados no financiamento do agronegócio. Títulos do setor, fundos de investimento, CPRs e outras modalidades de crédito vêm ampliando sua presença no campo, complementando os recursos tradicionais disponibilizados pelo Plano Safra.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Além do crédito, o mercado acompanha as discussões relacionadas ao seguro rural, à gestão de riscos climáticos e aos critérios socioambientais que vêm assumindo papel cada vez mais relevante na concessão de financiamentos. Eventos climáticos extremos registrados nos últimos anos reforçaram a importância desses mecanismos para a sustentabilidade econômica da atividade agropecuária.</p>
<p style="text-align: justify;">Diante desse cenário, a expectativa em torno do Plano Safra 2026/27 é positiva. Entretanto, a avaliação do setor dependerá menos do volume total anunciado e mais das condições efetivas de acesso aos recursos. Para o produtor rural, o que realmente faz diferença é a combinação entre disponibilidade de crédito, taxas competitivas e segurança para investir na próxima safra.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Em outras palavras, mais importante do que o tamanho do programa será a capacidade de transformar os bilhões anunciados em financiamento acessível e disponível para quem produz.</p>
<hr />
<p>Elaborado pelo Portal do Cooperativismo Financeiro – cooperativismodecredito.coop.br</p>
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		<title>Consenso excessivo trava decisões nas empresas</title>
		<link>https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/consenso-excessivo-trava-decisoes-nas-empresas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 17:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[assertividade]]></category>
		<category><![CDATA[efetividade]]></category>
		<category><![CDATA[Liderança]]></category>
		<category><![CDATA[Piero Franceschi]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O</p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/consenso-excessivo-trava-decisoes-nas-empresas/">Consenso excessivo trava decisões nas empresas</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O <strong>consenso excessivo trava decisões nas empresas</strong> e está no centro de uma crescente crise de liderança nas organizações modernas. A reflexão, baseada no artigo de <strong>Piero Franceschi, CEO e Partner na StartSe</strong>, evidencia que a busca por alinhamento total frequentemente compromete a qualidade das decisões e reduz a capacidade de execução.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>A crise de assertividade da liderança</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">De acordo com Piero Franceschi, um dos principais equívocos da liderança contemporânea é acreditar que consenso gera decisões melhores. Na prática, o que se observa é o oposto: líderes passam a priorizar o conforto coletivo em detrimento da efetividade.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Em vez de buscar clareza, busca-se concordância. Em vez de enfrentar tensões, administra-se a percepção. Com isso, decidir corretamente perde espaço para a tentativa de não desagradar, enfraquecendo o papel da liderança e reduzindo o impacto das decisões.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse movimento altera profundamente a dinâmica organizacional, especialmente porque toda transformação envolve conflito, redistribuição de poder e perdas — elementos que muitas empresas tentam evitar.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>A epidemia de hesitação decisória</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Como consequência, instala-se uma verdadeira <strong>epidemia de hesitação decisória</strong>. As decisões deixam de ser tomadas com firmeza e passam a ser:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Postergadas em reuniões sucessivas</li>
<li>Diluidas entre múltiplas lideranças</li>
<li>Transferidas para comitês e fóruns</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">O resultado é um ambiente de “movimento sem avanço”. Há discussões, registros e participação ativa, mas pouca direção estratégica. Com isso, decisões perdem timing, clareza e impacto.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Quando o consenso vira proteção</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Outro ponto crítico destacado por Franceschi é que o consenso deixa de ser uma ferramenta legítima de construção coletiva e passa a funcionar como um mecanismo de autoproteção política.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse cenário:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Discordar se torna um risco reputacional</li>
<li>Concordar vira estratégia de proteção</li>
<li>Posicionar-se exige assumir exposição</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Surge, então, um ambiente onde decisões são simuladas, mas não assumidas. Todos aparentam alinhamento, porém poucos estão realmente comprometidos com a execução.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Comitês demais, decisões de menos</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">A proliferação de comitês é outro sintoma claro dessa dinâmica. Embora úteis em determinados contextos, esses fóruns acabam sendo utilizados para diluir responsabilidades.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Consequentemente, a responsabilidade se dispersa até desaparecer. Estruturas complexas passam a substituir a coragem de decidir, criando ambientes confortáveis, porém pouco produtivos.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Como retomar a capacidade de decisão</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Reverter esse cenário exige mudança de mentalidade e postura. O artigo de Piero Franceschi sugere caminhos práticos para reconstruir a cultura decisória:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li><strong> Buscar clareza em vez de unanimidade</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">O consenso absoluto é raro. Lideranças eficazes priorizam clareza de direção, definição de próximos passos e transparência sobre divergências.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="2">
<li><strong> Definir responsáveis claros</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Decisões sem donos tendem à inação. É essencial estabelecer quem opina, quem recomenda e quem decide, garantindo responsabilidade e agilidade.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="3">
<li><strong> Estimular coragem</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Ambientes que penalizam o erro incentivam a omissão. É necessário valorizar a tomada de risco consciente e a responsabilidade pelas escolhas.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="4">
<li><strong> Reduzir a burocracia</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Reuniões devem existir para decidir. Menos fóruns e mais objetividade aumentam a velocidade organizacional.</p>
<ol style="text-align: justify;" start="5">
<li><strong> Focar na execução</strong></li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Decidir não é suficiente. É fundamental assegurar que as decisões sejam implementadas com consistência e foco em resultados.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>Um alerta para as organizações</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">O <strong>consenso excessivo trava decisões nas empresas</strong> e contribui para um ambiente de baixa responsabilidade e pouca efetividade. Como alerta Piero Franceschi, CEO e Partner na StartSe, quando ninguém quer assumir riscos sozinho, o resultado é claro: decisões deixam de acontecer.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Fortalecer a capacidade de decisão é, portanto, uma exigência estratégica para organizações que desejam evoluir em cenários cada vez mais complexos e dinâmicos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img src="https://s.w.org/images/core/emoji/17.0.2/72x72/1f449.png" alt="👉" class="wp-smiley" style="height: 1em; max-height: 1em;" /> Confira o artigo original de Piero Franceschi: <a href="https://www.linkedin.com/pulse/busca-improdutiva-pelo-consenso-piero-franceschi-axl7e?utm_source=share&amp;utm_medium=member_ios&amp;utm_campaign=share_via">https://www.linkedin.com/pulse/busca-improdutiva-pelo-consenso-piero-franceschi-axl7e?utm_source=share&amp;utm_medium=member_ios&amp;utm_campaign=share_via</a></p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><strong>Elaborado pelo Portal do Cooperativismo Financeiro &#8211; cooperativismodecredito.coop.br</strong></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Cooperativas do mundo escolherão novo presidente da ACI em setembro</title>
		<link>https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/cooperativas-do-mundo-escolherao-novo-presidente-da-aci-em-setembro/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 11:04:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[ACI - Aliança Cooperativa Internacional]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Aliança Cooperativa Internacional (ACI)]]></category>
		<category><![CDATA[Ariel Guarco]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A</p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/cooperativas-do-mundo-escolherao-novo-presidente-da-aci-em-setembro/">Cooperativas do mundo escolherão novo presidente da ACI em setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">A <a href="https://ica.coop/" target="_blank" rel="noopener">Aliança Cooperativa Internacional</a> (ACI) iniciou oficialmente o processo de renovação de sua liderança global. Durante a Assembleia Geral realizada de forma virtual em 19 de junho, representantes de 156 organizações de 40 países aprovaram o calendário eleitoral que culminará na escolha do próximo presidente da entidade durante a Conferência Global da ACI, marcada para setembro, no Panamá.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A eleição ocorrerá em 15 de setembro de 2026 e definirá a liderança da principal organização representativa do cooperativismo mundial. O prazo para apresentação de candidaturas aos cargos de presidente e diretor global encerra-se em 17 de julho.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente, a <a href="/cooperativismo-2/aci-alianca-cooperativa-internacional/" target="_blank" rel="noopener">ACI</a> é presidida pelo argentino Ariel Guarco, eleito pela primeira vez em 2017, durante a Assembleia Geral realizada em Kuala Lumpur, na Malásia. Ao longo de sua gestão, Guarco liderou a organização em um período marcado pelo fortalecimento da presença internacional do cooperativismo, pela ampliação do diálogo com organismos multilaterais e pela mobilização em torno do Ano Internacional das Cooperativas de 2025, proclamado pela Organização das Nações Unidas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Além das definições eleitorais, a Assembleia Geral aprovou alterações nos Estatutos e Regulamentos Internos da organização, resultado de um processo de revisão iniciado após solicitações apresentadas pelos membros na assembleia anterior. As mudanças buscam aprimorar aspectos de governança, representatividade e funcionamento institucional.</p>
<p style="text-align: justify;">Os delegados também aprovaram as demonstrações financeiras de 2025. A ACI registrou receita total de 5,4 milhões de euros, superior aos 5,2 milhões de euros obtidos em 2024, e encerrou o exercício com superávit de aproximadamente 370 mil euros.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Durante a reunião foram ainda anunciadas novas composições no Conselho Global da entidade e apresentados os preparativos para a Conferência Global da ACI, que reunirá lideranças cooperativistas de todos os continentes no Panamá entre os dias 13 e 18 de setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao apresentar o evento, o presidente da Cooperativas das Américas (ACI Américas), José Alves de Souza Neto, destacou a importância do encontro para o futuro do movimento cooperativista internacional. Além da eleição da nova liderança global, a conferência deverá debater os desafios e oportunidades para o cooperativismo na próxima década.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Fundada em 1895, a ACI representa mais de 300 organizações cooperativas em mais de 100 países, sendo reconhecida como a principal voz do cooperativismo junto às organizações internacionais.</p>
<hr />
<p style="margin: 0cm 0cm 9.0pt 0cm;"><b><span style="font-size: 12.0pt; font-family: Aptos; color: black;">Elaborado pelo Portal do Cooperativismo Financeiro &#8211; cooperativismodecredito.coop.br</span></b></p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/cooperativas-do-mundo-escolherao-novo-presidente-da-aci-em-setembro/">Cooperativas do mundo escolherão novo presidente da ACI em setembro</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Comme d’habitude ou My Way? O que seremos?, por Silvio Giusti</title>
		<link>https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/comme-dhabitude-ou-my-way-o-que-seremos-por-silvio-giusti/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 22:40:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Silvio Giusti]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://cooperativismodecredito.coop.br/?p=37837</guid>

					<description><![CDATA[<p>Você</p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/comme-dhabitude-ou-my-way-o-que-seremos-por-silvio-giusti/">Comme d’habitude ou My Way? O que seremos?, por Silvio Giusti</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Você já deve ter ouvido a música “My Way”. Pois então, esses dias me veio à mente traçar um paralelo sobre essa música e o nosso cooperativismo. Importante saber que a origem dessa música é francesa e, fez grande sucesso na Europa, na voz de Claude François, em 1967. Mas, Paul Anka fez uma releitura da versão em francês, manteve a música e alterou sutilmente a letra para fazer brilhar na voz de Frank Sinatra e, a partir daí o mundo todo conheceu “My Way”, inclusive na voz de Elvis.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Segundo dados de streaming para cada 1 vez que a versão francesa tocou, 50 vezes foram tocadas na versão em inglês. Enquanto a primeira tocou dezenas de milhões de vezes, a segunda tocou bilhões de vezes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Mas o que isso tem a ver com o nosso cooperativismo?</h2>
<p style="text-align: justify;">Bom, no meu paralelo vejo similaridade entre a música “Comme d’habitude” e o nosso cooperativismo. Pois em ambos encontramos originalidade, força, emoção, beleza e perfeição, contudo, em se tratando de alcance, penetração, capacidade de ser amplamente reconhecidos, ambos ficaram num espaço reduzido, diante do tamanho do seu potencial.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Assim como na música de Claude François, o cooperativismo está presente no dia a dia das pessoas de forma quase invisível (no café, no leite, na salada, na energia, no crédito, no transporte, na saúde…), mas é vivido “como de costume”, sem que as pessoas percebam a profundidade e a capacidade transformadora do modelo.</p>
<p style="text-align: justify;">Nosso modelo é resiliente e humano, mas por ser pouco compreendido, por vezes, acaba sendo visto como algo local ou setorial, sem o brilho e a grandiosidade que merece. Nosso ‘idioma’, com termos próprios muitas vezes usa uma linguagem técnica, burocrática e interna (“doutrina”, “sobras”, “cota-parte”, “ato cooperativo”). É como uma música linda cantada em um idioma que boa parte do mundo não entende.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Talvez precisemos de uma “releitura de Paul Anka” para atingir os outros 7 bilhões de pessoas no mundo e escalar como o sucesso de Sinatra. Não quero ser herege, mas, entendo que há grandes espaços para uma abordagem mais direta e assertiva, com base em uma profunda revisão do que somos e como podemos de fato ser percebidos. Não se trata de colocar a essência em ‘xeque’, pelo contrário, é sobre lapidar ela e fazê-la naturalmente transbordar a vista de quem a vê. Sabe quando você ouve o canto de um Bem-te-vi? Você não precisa necessariamente ver ele, mas você sabe que é ele, pois seu cérebro reconhece naturalmente o seu canto. É disso que estou falando!</p>
<p style="text-align: justify;">Para que uma ideia se torne global, ela precisa de intérpretes de peso e uma marca forte. O cooperativismo precisa ocupar os palcos locais e globais com a mesma confiança de Sinatra no Madison Square Garden ou Elvis no International Hotel, mostrando que é um modelo de negócios moderno e competitivo, não apenas uma alternativa romântica. Veja que My Way não é sobre o que acontece com você, é sobre o que você faz acontecer. O cooperativismo precisa deixar de ser visto como “ajuda mútua por necessidade” para ser percebido como “autonomia por escolha”. É o “I did it my way” (Eu fiz do meu jeito), cantado como “We do it our way” (nós fazemos do nosso jeito), um jeito inteligente e coletivo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Da mesma forma, precisamos universalizar nosso discurso, evidenciando os efeitos positivos da “liberdade econômica e impacto social”, convertendo conceitos técnicos em um hino de empoderamento com propósito de vida e prosperidade coletiva.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, é fundamental entender que embora nossa essência seja indissociada do nós. Não existe o ‘nós’ sem o ‘eu’. Portanto, é elementar focar no resultado individual dentro do objetivo coletivo. Assim como na música, onde o indivíduo se orgulha de sua trajetória, o cooperado deve saber e sentir que o sucesso da cooperativa é a prova da sua própria inteligência, autonomia e consciência.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">E ainda, é vital recordar Darwin e nos adaptarmos (com maior velocidade) ao contexto cultural que se molda e remolda. “My Way” funcionou porque falava a língua da cultura da época. O cooperativismo precisa falar a língua da sustentabilidade (ESG), da economia compartilhada, do impacto local e da tecnologia para ressoar com as novas gerações.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, o cooperativismo é a melodia mais bonita no que se refere a construir um mundo mais justo, equitativo, produtivo e com prosperidade compartilhada, mas diante de seu gigantesco potencial podemos dizer que ainda está sendo cantado em um “palco de bairro”. Transformá-lo em “My Way” significa dar a ele a narrativa de vitória que o mundo está ansioso para ouvir.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O cooperativismo não é sobre “fazer como de costume”; é sobre provar para o mundo que nós fazemos de um jeito onde todos ganham! “E o nosso jeito, o jeito coop”.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Silvio Giusti é Consultor sênior, palestrante e articulista em cooperativismo</p>
<p>Fonte: mundocoop.com.br</p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/comme-dhabitude-ou-my-way-o-que-seremos-por-silvio-giusti/">Comme d’habitude ou My Way? O que seremos?, por Silvio Giusti</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
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		<title>Cooperativas do Sicredi participam de missão internacional para fortalecimento do cooperativismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2026 10:45:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sicredi]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira Cooperativa]]></category>
		<category><![CDATA[Intercooperação]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Representantes</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Representantes de oito cooperativas que integram o Sicredi, primeira instituição financeira cooperativa do Brasil, participaram, entre os dias 25 e 29 de maio, de missão realizada pelo Sistema Ocergs e Casa Cooperativa de Nova Petrópolis à cidade de Sunchales, Capital Nacional do Cooperativismo da Argentina. Os participantes integram o Comitê Geração C RS, que objetiva formar jovens preparados para assumir papéis de liderança e contribuir para a continuidade do cooperativismo gaúcho.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Ao todo, representantes de 38 cooperativas gaúchas participaram da experiência, que também contou com o apoio da Casa Cooperativa de Sunchales. Durante cinco dias, os jovens tiveram a oportunidade de conhecer de perto um dos ecossistemas cooperativistas mais consolidados da América Latina. “Esta foi uma oportunidade de colocarmos em prática um dos princípios do cooperativismo: a intercooperação. Independentemente do segmento, as trocas foram muito ricas para todos, já que representamos o berço do cooperativismo no Brasil e pudemos visitar a referência argentina que é Sunchales. Aqui e no Rio Grande do Sul, as pessoas respiram cooperativismo”, explica a Assessoria de Comunicação de Marketing da Sicredi Ibiraiaras RS/MG, Francieli de Assis.</p>
<p style="text-align: justify;">A programação contemplou a visita a cooperativas escolares, consideradas exemplos de formação de lideranças e cidadania. Os jovens conheceram a Cooperativa Escolar Unidos Para Ayudar, a Cooperativa Escolar Manos Solidarias en Acción, a Cooperativa Sunchalita Ltda, do Colégio San José, e a cooperativa escolar da instituição ICES Experiencia Joven. A programação também incluiu visitas à Cooperativa Ganadera de Sunchales, responsável pela fabricação e distribuição diária de aproximadamente 100 toneladas de ração para gado, além da comercialização de animais de corte e leite. Outro destaque foi o encontro com a FECOPES, federação que reúne 18 cooperativas escolares argentinas e promove atividades sociais, comunitárias e educacionais.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">A missão também contou com a participação da analista de Desenvolvimento Cooperativista do Sistema OCB, Rosana Siqueira, que ressaltou o protagonismo dos jovens gaúchos. Além da Sicredi Ibiraiaras RS/MG, integraram a missão: Sicredi Conexão, Sicredi Raízes RS/SC/MG, Sicredi Vale do Rio Pardo, Sicredi Região da Produção RS/SC/MG, Sicredi Região Centro RS/MG, Sicredi Aliança e Sicredi Altos da Serra RS/SC.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Sobre o Sicredi</h2>
<p style="text-align: justify;">O <a href="/cenario-mundial/cenario-brasileiro/sistema-sicredi/" target="_blank" rel="noopener">Sicredi</a> é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados, que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o <a href="https://www.sicredi.com.br/home/" target="_blank" rel="noopener">Sicredi</a> está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.</p>
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		<title>Investimentos: a melhor aplicação ainda é o conhecimento, por Marcelo Hoffmeister</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 11:03:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Unicred]]></category>
		<category><![CDATA[Cooperativismo Financeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Financeira]]></category>
		<category><![CDATA[investimentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O brasileiro nunca teve tantas possibilidades para investir quanto agora. A digitalização dos serviços financeiros, impulsionada por iniciativas como o Pix, pela expansão das fintechs e pelo avanço das plataformas digitais, democratizou o acesso a produtos que antes estavam restritos a uma parcela menor da população. Hoje, em poucos cliques, é possível aplicar recursos, acompanhar investimentos em tempo real e acessar informações sobre o mercado financeiro.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Paradoxalmente, essa facilidade trouxe um novo desafio: escolher. Redes sociais, influenciadores financeiros, aplicativos e plataformas especializadas disputam a atenção do investidor com promessas de rentabilidade e oportunidades. Nesse cenário, o risco não está apenas em fazer uma escolha equivocada, mas em tomar decisões sem considerar objetivos, prazo e tolerância ao risco.</p>
<p style="text-align: justify;">Antes de decidir onde aplicar o dinheiro, é preciso compreender que não existe uma única resposta certa para todos os perfis. A melhor alternativa depende, antes de tudo, de três perguntas fundamentais: qual é o objetivo do investimento; em quanto tempo esse recurso será necessário; e quanto risco o investidor está disposto a aceitar.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Recursos destinados à reserva de emergência, por exemplo, exigem liquidez e segurança, enquanto objetivos de médio e longo prazo podem permitir estratégias mais diversificadas. É preciso ir além da busca pelo produto com maior rentabilidade aparente e avaliar se a aplicação está alinhada ao momento de vida e às necessidades de cada pessoa.</p>
<p style="text-align: justify;">Nesse contexto, a educação financeira assume papel cada vez mais relevante. Quanto maior o acesso às ferramentas financeiras, maior deve ser a capacidade de compreender suas características, oportunidades e riscos. Informação sem conhecimento pode gerar decisões precipitadas; conhecimento transforma informação em escolhas conscientes.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O cooperativismo financeiro tem contribuído para esse processo ao promover orientação, planejamento e acompanhamento próximo dos investidores. Na <a href="/cenario-mundial/cenario-brasileiro/sistema-unicred/" target="_blank" rel="noopener">Unicred</a>, esse compromisso também se reflete a partir da ZIIN, Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários (DTVM) que oferece um portfólio diversificado e suporte especializado para auxiliar os cooperados em sua jornada de investimentos.</p>
<p style="text-align: justify;">Identificar a melhor maneira de investir e capitalizar seus recursos é um desafio para todos. O cooperativismo se coloca ao lado da sociedade como instrumento para auxiliar na busca do bem-estar econômico e da prosperidade. Afinal, investir é menos sobre seguir tendências e mais sobre construir caminhos consistentes para o futuro.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;">Marcelo Hoffmeister é Diretor Regional de Negócios da Unicred do Brasil</p>
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		<title>Sicredi reduz em 14% a emissão de gases de efeito estufa em suas operações</title>
		<link>https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/sicredi-reduz-em-14-a-emissao-de-gases-de-efeito-estufa-em-suas-operacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Léa Heckler]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2026 10:30:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sicredi]]></category>
		<category><![CDATA[Gases de Efeito Estufa (GEE)]]></category>
		<category><![CDATA[Instituição Financeira Cooperativa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Comprometidas</p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/sicredi-reduz-em-14-a-emissao-de-gases-de-efeito-estufa-em-suas-operacoes/">Sicredi reduz em 14% a emissão de gases de efeito estufa em suas operações</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;">Comprometidas em reduzir os impactos ambientais negativos, cooperativas que atuam em MT e no Norte do país registram diminuição, mesmo em ano de expansão</p>
<p style="text-align: justify;">O Sicredi em Mato Grosso, Pará, Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá, Roraima e algumas cidades de Goiás, área de atuação da Central Sicredi Centro Norte, reduziu em 14% as emissões de gases de efeito estufa em suas operações na região em 2025, na comparação com o ano anterior. A redução ocorreu em um ano de expansão das cooperativas na região, que registrou avanço no número de agências, na base de associados e nos resultados.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Para se ter uma ideia, hoje são 361 agências em 261 municípios nesses estados, com atendimento a mais de 1,6 milhão de associados. A atuação está alinhada a compromissos assumidos pela instituição financeira cooperativa, que desde 2020 é signatária do Pacto Global, iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU) que reúne princípios, diretrizes e ferramentas voltadas à promoção do desenvolvimento sustentável e da cidadania.</p>
<p style="text-align: justify;">Para o diretor executivo do Sicredi, Seneri Paludo, o resultado conquistado reforça a importância de olhar para a sustentabilidade como parte estratégica do negócio. “Uma operação mais eficiente é também uma operação mais sustentável. Esse resultado mostra que estamos crescendo com planejamento, melhorando processos e diminuindo impactos sem deixar de ampliar sua atuação junto aos associados e comunidades”, afirma o executivo.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Ele acrescenta que esse equilíbrio fortalece a perenidade do modelo de negócio cooperativo, que alia crescimento econômico ao desenvolvimento social. “Sabemos que o desafio que enfrentamos é grande, porém acreditamos na adoção de soluções que vão além e refletem outros aspectos da vida das comunidades onde estamos, gerando impactos positivos para todos”, destaca Seneri.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Inventário de Emissões de GEE</h2>
<p style="text-align: justify;">Anualmente, o Sicredi realiza o levantamento das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) geradas pelas cooperativas e pelo Centro Administrativo Sicredi (CAS), a nível nacional. Essas informações são reunidas no Inventário Sistêmico de Emissões, elaborado com base na metodologia do Programa Brasileiro GHG Protocol. O inventário contempla 3 escopos e recebe o Selo Ouro, reconhecimento que atesta a transparência e a qualidade técnica das informações apresentadas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">O levantamento ajuda a identificar a origem das emissões e quais pontos podem ser melhorados. Os dados permitem que a instituição acompanhe sua evolução ano a ano, e encontre oportunidades para tornar suas atividades mais eficientes, sustentáveis e com menor impacto ambiental. Nesses estados, as emissões totais baixaram de 4.196,78 tCO₂e em 2024 para 3.617,94 tCO₂e em 2025, uma redução de 14%. A sigla tCO₂e significa “toneladas de CO₂ equivalente”, e é usada para traduzir, em uma única medida, o impacto de diferentes gases de efeito estufa. Isso facilita a comparação dos dados e permite acompanhar se as emissões aumentaram ou diminuíram ao longo do tempo.</p>
<p style="text-align: justify;">O resultado revela que as cooperativas do Sicredi na região conseguiram reduzir os impactos ambientais ligados às suas atividades, mesmo em um período de crescimento da presença física, dos resultados e da base de associados. Entre os principais destaques está a redução das emissões relacionadas ao consumo de energia elétrica, que passaram de 594,93 tCO₂e para 333,06 tCO₂e, uma queda de 44% em relação ao ano anterior. O desempenho está ligado ao uso mais consciente de energia nas unidades, à adoção de boas práticas e ganha ainda mais destaque considerando a expansão das usinas fotovoltaicas da construídas pelo Sicredi. São 4 usinas solares (2 em MT, 1 no PA e 1 no AC), com capacidade para geração de 22,2 gigawatts (GW) de energia, o suficiente para abastecer 5,3 mil residências. A energia gerada é usada para abastecer agências e sedes administrativas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Também houve queda nas emissões diretas de carbono, relacionadas a fontes controladas pela própria instituição. Nesse grupo, que inclui aparelhos de ar-condicionado, extintores de CO₂ e veículos próprios, cujas emissões caíram 14% (de 2.030,86 tCO₂e em 2024 para 1.741,71 tCO₂e em 2025). As emissões indiretas, ligadas a atividades como viagens, resíduos, transporte de malotes e deslocamentos recuaram 2% (de 1.570,99 tCO₂e para 1.543,17 tCO₂e no mesmo período).</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo o assessor de Sustentabilidade do Sicredi, Matheus Stevanin, o desempenho evidencia que a expansão da instituição está diretamente associada a práticas de gestão cada vez mais responsáveis. Para ele, os resultados confirmam que é possível conciliar crescimento com compromisso socioambiental. “A redução das emissões de carbono demonstra que avançamos em uma agenda alinhada à essência do cooperativismo, voltada à promoção do desenvolvimento com responsabilidade, eficiência e atenção aos impactos gerados. Estamos ampliando nossa atuação junto aos associados e comunidades, ao mesmo tempo em que otimizamos processos para reduzir o impacto ambiental das atividades”, afirma.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Ação ambiental nas comunidades</h2>
<p style="text-align: justify;">Além do acompanhamento das emissões, as cooperativas do Sicredi na região desenvolvem iniciativas ligadas à sustentabilidade e preservação ambiental. Uma delas é o Programa Recuperando Nascentes, criado em 2012 pela Sicredi Integração Mato Grosso, Amapá e Pará, com sede em Rondonópolis. A iniciativa promove a recuperação de nascentes em propriedades rurais por meio do plantio de mudas nativas e da recomposição de matas ciliares. O trabalho envolve associados, produtores, colaboradores, voluntários e comunidade, com ações que vão desde a orientação técnica até o acompanhamento das áreas recuperadas.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Desde o início do programa até maio deste ano, cerca de 159 mil mudas já foram plantadas e mais de 10 mil voluntários participaram das ações. A recuperação da vegetação nesses locais contribui para o aumento do volume de água nas nascentes, o equilíbrio ambiental e o uso sustentável dos recursos naturais. Para saber mais sobre o projeto, acesse: <a href="https://www.sicredi.com.br/coop/integracaomtappa/juntos-pelo-meio-ambiente/" target="_blank" rel="noopener">https://www.sicredi.com.br/coop/integracaomtappa/juntos-pelo-meio-ambiente/</a>.</p>
<h2 style="text-align: justify;">Dia Mundial do Meio Ambiente</h2>
<p style="text-align: justify;">Junho é reconhecido mundialmente como um período de conscientização sobre a preservação ambiental e o uso responsável dos recursos naturais, tendo como principal marco o Dia Mundial do Meio Ambiente, celebrado no dia 5, data instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) em 1972.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">No Sicredi, esse cuidado está relacionado à forma de atuação da instituição financeira cooperativa, que há mais de 120 anos trabalha com foco no desenvolvimento das comunidades. A cada ano, a instituição aprimora processos para crescer de maneira responsável, com atenção aos impactos gerados por suas atividades.</p>
<p style="text-align: justify;">Para saber mais sobre como o Sicredi transforma sustentabilidade em ações práticas para associados, comunidades e meio ambiente, basta acessar o Relatório de Sustentabilidade: <a href="https://www.sicredi.com.br/media/produtos/filer_public/2026/04/02/relatorio_de_sustentabilidade_sicredi_2025_final_versao_digital_02abr26.pdf" target="_blank" rel="noopener">https://www.sicredi.com.br/media/produtos/filer_public/2026/04/02/relatorio_de_sustentabilidade_sicredi_2025_final_versao_digital_02abr26.pdf</a></p>
<h2 style="text-align: justify;">Sobre o Sicredi</h2>
<p style="text-align: justify;">O <a href="/cenario-mundial/cenario-brasileiro/sistema-sicredi/" target="_blank" rel="noopener">Sicredi</a> é uma instituição financeira cooperativa comprometida com o crescimento de seus associados e com o desenvolvimento das regiões onde atua. Possui um modelo de gestão que valoriza a participação dos mais de 10 milhões de associados que exercem o papel de donos do negócio. Com mais de 3 mil agências, o Sicredi está presente fisicamente em todos os estados brasileiros e no Distrito Federal, disponibilizando uma gama completa de soluções financeiras e não financeiras.</p>
<p style="text-align: justify; padding-left: 40px;">Nos estados de Mato Grosso, Pará, Rondônia, Acre, Amazonas, Amapá, Roraima, e algumas cidades de Goiás, o Sicredi está presente em 261 municípios e possui 361 agências, para o atendimento a mais de 1,6 milhão de associados.</p>
<p style="text-align: justify;">Site do Sicredi: <a href="http://www.sicredi.com.br/site" target="_blank" rel="noopener">Clique aqui</a></p>
<p>O post <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br/2026/06/sicredi-reduz-em-14-a-emissao-de-gases-de-efeito-estufa-em-suas-operacoes/">Sicredi reduz em 14% a emissão de gases de efeito estufa em suas operações</a> apareceu primeiro em <a href="https://cooperativismodecredito.coop.br">Portal do Cooperativismo Financeiro</a>.</p>
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