<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374</id><updated>2024-10-05T01:11:10.715-03:00</updated><category term="Curiosidades"/><category term="Universo"/><category term="Sistema Solar"/><category term="Planetas"/><category term="Via Láctea"/><category term="Galáxia"/><category term="Sol"/><category term="Terra"/><category term="Lua"/><category term="Estrela"/><category term="Vida Extra-terrestre"/><category term="Satélites"/><category term="Sondas/Satélites"/><category term="Ameaça"/><category term="Módulos Espaciais"/><category term="Dados"/><category term="Teorias"/><category term="Planeta Anão"/><category term="Cometa"/><category term="Planetóides"/><category term="Brasil"/><title type='text'>Cosmos Sul</title><subtitle type='html'>A espaçonave que desvenda os mistérios do Universo...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>358</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-3906224647305289219</id><published>2014-11-28T09:22:00.001-02:00</published><updated>2014-11-28T13:56:01.744-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Terra"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Escudo invisível de energia é encontrado quilômetros acima da Terra</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Uma equipe liderada pela Universidade do Colorado Boulder (UC-Boulder) descobriu um escudo invisível cerca de 11,5 mil quilômetros acima da Terra, que bloqueia os chamados “elétrons assassinos”. Estas partículas ricocheteiam em torno do planeta a uma velocidade próxima à da luz e são conhecidas por ameaçar astronautas, fritar satélites e degradar sistemas espaciais durante intensas tempestades solares. Um artigo sobre o assunto foi publicado na revista “Nature”.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A barreira contra o movimento de partículas foi descoberta nos cinturões de radiação de Van Allen, dois anéis em forma de rosquinha localizados acima da Terra que são preenchidos com elétrons de alta energia e prótons. Segurados no lugar pelo campo magnético da Terra, os cinturões de radiação de Van Allen se expandem e encolhem periodicamente em resposta a distúrbios de energia vindos do sol.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A primeira descoberta significativa da era espacial, os cinturões de radiação de Van Allen foram detectados em 1958 por James Van Allen e sua equipe da Universidade de Iowa. Descobriu-se que eles são compostos de um cinto interior e um exterior, se estendendo até 40 mil quilômetros acima superfície da Terra. Em 2013, Daniel Baker, diretor do Laboratório para Física Atmosférica e Espacial da UC-Boulder – que recebeu seu doutorado sob Van Allen – liderou uma equipe que usou as sondas de Van Allen lançadas pela NASA em 2012 para descobrir um terceiro e transitório “anel de armazenamento” entre os cinturões interior e exterior de radiação de Van Allen que parece ir e vir de acordo com a intensidade do clima espacial.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O mais recente mistério gira em torno de um limite “extremamente afiado” na borda interna do cinturão externo a aproximadamente 11,5 mil quilômetros de altitude que parece bloquear os elétrons ultra-rápidos de ultrapassar o escudo e se mover mais profundamente na atmosfera da Terra. &lt;em&gt;“É quase como estes elétrons estivessem sendo batendo em uma parede de vidro no espaço”,&lt;/em&gt; disse Baker, o principal autor do estudo.&lt;em&gt; “É um pouco parecido com escudos criados por campos de força em ‘Star Trek’ que eram usados para repelir armas alienígenas, estamos vendo um escudo invisível bloqueando esses elétrons. É um fenômeno extremamente intrigante.”&lt;/em&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A equipe acreditava inicialmente que os elétrons altamente carregados, que ficam girando em torno da Terra a uma velocidade de mais de 160 milhões de metros por segundo, lentamente chegariam à parte de baixo da atmosfera superior e, gradualmente, seriam dizimados pelas interações com moléculas de ar. Mas, explica o cientista, a barreira impenetrável vista pelas sondas de Van Allen pára os elétrons antes deles chegarem a este ponto.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A equipe analisou uma série de situações que possam criar e manter tal barreira. Eles tentaram descobrir se ela tem a ver com as linhas do campo magnético da Terra, que prendem e controlam prótons e elétrons, jogando-os entre os pólos da Terra como contas em um colar. Também foi analisado se os sinais de rádio dos transmissores humanos na Terra poderiam estar dispersando os elétrons carregados na barreira, impedindo seu movimento descendente. Segundo Baker, nenhuma das explicações foi suficiente.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;“A natureza abomina gradientes fortes e geralmente encontra maneiras de suavizá-los, por isso, seria de esperar que alguns dos elétrons relativísticos se movesem para dentro e alguns para fora”,&lt;/em&gt; afirma Baker. &lt;em&gt;“Não é óbvio como os lentos processos graduais que devem estar envolvidos no movimento dessas partículas podem conspirar para criar um limite persistente tão acentuado neste local no espaço.”&lt;/em&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Outro cenário é que a gigantesca nuvem de gás frio e eletricamente carregado chamado plasmasfera, que começa aproximadamente 965 quilômetros acima da Terra e se estende a milhares de quilômetros para o exterior cinturão de Van Allen, esteja espalhando os elétrons na fronteira com ondas eletromagnéticas de baixa frequência que criar um “chiado” plasmasférico. O pesquisador conta que o chiado soa como ruído branco quando jogado sobre um alto-falante.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-x6tVJtkcZoE/VHhaz90ep7I/AAAAAAAALwI/4uCnEag0uaw/s1600-h/q%25255B4%25255D.gif&quot;&gt;&lt;img title=&quot;q&quot; style=&quot;float: none; margin-left: auto; display: block; margin-right: auto&quot; alt=&quot;q&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-ijOk8mmYKeI/VHha4ydpwPI/AAAAAAAALwQ/hY0x48nK5cc/q_thumb%25255B2%25255D.gif?imgmax=800&quot; width=&quot;620&quot; height=&quot;348&quot;&gt;&lt;/a&gt;  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O gif animado acima mostra como as partículas se movem através cinturões de radiação da Terra, estas enormes rosquinhas ao redor do nosso planeta. A esfera no meio mostra a nuvem de material mais frio, plasmasfera. A nova pesquisa mostra que a plasmasfera ajuda a manter os elétrons rápidos dos cinturões de radiação afastados da Terra.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Enquanto Baker disse que o chiado plasmasférico pode desempenhar um papel na barreira espacial enigmática, ele acredita que há mais a ser descoberto. &lt;em&gt;“Eu acho que a chave aqui é continuar observando a região em detalhes, o que podemos fazer por causa dos instrumentos poderosos das sondas de Van Allen. Se o sol realmente atinge a magnetosfera da Terra com uma ejeção de massa coronal, suspeito ele vai quebrar o escudo por um período de tempo “,&lt;/em&gt; disse Baker.  &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://phys.org/news/2014-11-star-trek-like-invisible-shield-thousands.html&quot;&gt;Phys.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/3906224647305289219/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/11/escudo-invisivel-de-energia-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3906224647305289219'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3906224647305289219'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/11/escudo-invisivel-de-energia-e.html' title='Escudo invisível de energia é encontrado quilômetros acima da Terra'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-ijOk8mmYKeI/VHha4ydpwPI/AAAAAAAALwQ/hY0x48nK5cc/s72-c/q_thumb%25255B2%25255D.gif?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-7615465065667401116</id><published>2014-10-21T09:18:00.001-02:00</published><updated>2014-10-21T09:18:23.108-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Terra"/><title type='text'>Campo magnético da Terra poderá se inverter em 100 anos</title><content type='html'>&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Calma, n&amp;#227;o &amp;#233; t&amp;#227;o bizarro quanto parece. O campo magn&amp;#233;tico da Terra est&amp;#225; em constante mudan&amp;#231;a e aproximadamente a cada 200 a 300 mil anos, o norte e o sul se invertem completamente. No momento, estamos atrasados &amp;#8203;&amp;#8203;para esse troca-troca e cientistas dizem agora que isso poderia acontecer em um per&amp;#237;odo de tempo t&amp;#227;o curto quanto 100 anos, potencialmente alterando a vida de maneiras inesperadas.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Por muito tempo, acreditou-se que essas revers&amp;#245;es levavam at&amp;#233; 7 mil anos para se completarem, de acordo com um estudo de 2004 financiado pela National Science Foundation. Por&amp;#233;m, ao longo dos &amp;#250;ltimos anos, outros cientistas sugeriram que as mudan&amp;#231;as ocorreram em velocidades nunca antes imaginadas.&lt;br&gt;
Um estudo nov&amp;#237;ssimo, publicado no &amp;#8220;Geophysical Journal Internacional&amp;#8221; e realizado por uma equipe de cientistas da Europa e dos EUA, chama ainda mais aten&amp;#231;&amp;#227;o para essas mudan&amp;#231;as, sugerindo que a &amp;#250;ltima virada de 180 graus, que teria acontecido 786 mil anos atr&amp;#225;s, levou apenas cerca de 100 anos.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Mas como eles conseguem estudar mudan&amp;#231;as no campo magn&amp;#233;tico que remontam a centenas de milhares de anos? Testando camadas de cinzas depositadas por erup&amp;#231;&amp;#245;es vulc&amp;#226;nicas de 10 mil anos, encontradas em um leito de um lago, perto de Roma.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Segundo um comunicado da Universidade de Berkeley, na Calif&amp;#243;rnia, as dire&amp;#231;&amp;#245;es do campo magn&amp;#233;tico est&amp;#227;o &amp;#8220;congeladas&amp;#8221; nessas camadas de cinza, que poderiam ser datadas de forma confi&amp;#225;vel para saber quando as revers&amp;#245;es ocorreram e quanto tempo elas levaram para ser conclu&amp;#237;das. &amp;#8220;N&amp;#243;s n&amp;#227;o sabemos se a pr&amp;#243;xima invers&amp;#227;o vai ocorrer de repente, como esta, mas tamb&amp;#233;m n&amp;#227;o sabemos se n&amp;#227;o vai [acontecer de repente]&amp;#8220;, diz Paul Renne, um dos autores do estudo e professor da institui&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&amp;#8220;&amp;#201; incr&amp;#237;vel a rapidez com que essa revers&amp;#227;o aconteceu&amp;#8221;, afirma a estudante Courtney Sprain. &amp;#8220;Os dados paleomagn&amp;#233;ticos s&amp;#227;o muito bem feitos. Este &amp;#233; um dos melhores registros que temos at&amp;#233; agora do que acontece durante uma revers&amp;#227;o e qu&amp;#227;o rapidamente essas invers&amp;#245;es podem acontecer&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Sabemos h&amp;#225; muito tempo que o campo magn&amp;#233;tico da Terra est&amp;#225; mudando. Sabemos, por exemplo, que o Polo Norte se moveu 965 quil&amp;#244;metros nos &amp;#250;ltimos 200 anos, aproximadamente. Sabemos tamb&amp;#233;m que, como observado recentemente por tr&amp;#234;s sat&amp;#233;lites da Ag&amp;#234;ncia Espacial Europeia, o campo magn&amp;#233;tico da Terra est&amp;#225; enfraquecendo em algumas &amp;#225;reas e se fortalecendo em outras. Sabemos, ainda, que as correntes de mudan&amp;#231;as j&amp;#225; est&amp;#227;o gerando altera&amp;#231;&amp;#245;es em nosso mundo humano: aeroportos que nomeiam suas pistas baseados em dire&amp;#231;&amp;#245;es da b&amp;#250;ssola recentemente foram obrigados a mudar o nome e repint&amp;#225;-las devido ao fen&amp;#244;meno.&lt;br&gt;
&amp;#8220;&amp;#201; incr&amp;#237;vel a rapidez com que essa revers&amp;#227;o aconteceu&amp;#8221;, afirma a estudante Courtney Sprain. &amp;#8220;Os dados paleomagn&amp;#233;ticos s&amp;#227;o muito bem feitos. Este &amp;#233; um dos melhores registros que temos at&amp;#233; agora do que acontece durante uma revers&amp;#227;o e qu&amp;#227;o rapidamente essas invers&amp;#245;es podem acontecer&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Sabemos h&amp;#225; muito tempo que o campo magn&amp;#233;tico da Terra est&amp;#225; mudando. Sabemos, por exemplo, que o Polo Norte se moveu 965 quil&amp;#244;metros nos &amp;#250;ltimos 200 anos, aproximadamente. Sabemos tamb&amp;#233;m que, como observado recentemente por tr&amp;#234;s sat&amp;#233;lites da Ag&amp;#234;ncia Espacial Europeia, o campo magn&amp;#233;tico da Terra est&amp;#225; enfraquecendo em algumas &amp;#225;reas e se fortalecendo em outras. Sabemos, ainda, que as correntes de mudan&amp;#231;as j&amp;#225; est&amp;#227;o gerando altera&amp;#231;&amp;#245;es em nosso mundo humano: aeroportos que nomeiam suas pistas baseados em dire&amp;#231;&amp;#245;es da b&amp;#250;ssola recentemente foram obrigados a mudar o nome e repint&amp;#225;-las devido ao fen&amp;#244;meno.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Ent&amp;#227;o, n&amp;#227;o &amp;#233; nenhuma surpresa que a virada possa ser iminente &amp;#8211; e, sim, que uma verdadeira invers&amp;#227;o completa possa acontecer t&amp;#227;o rapidamente. E, como sugere o estudo, ela poderia realmente mudar a forma como vivemos na Terra. Por exemplo, um campo enfraquecido significa menos prote&amp;#231;&amp;#227;o para os seres humanos contra os raios nocivos que causam c&amp;#226;ncer, o que significa que a taxa de c&amp;#226;ncer provavelmente iria aumentar. Al&amp;#233;m disso, o impacto infraestrutural de um campo invertido tamb&amp;#233;m poderia ser enorme, causando problemas com a rede el&amp;#233;trica e outros sistemas sens&amp;#237;veis.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Para n&amp;#243;s, seres humanos de vida breve, essas mudan&amp;#231;as geol&amp;#243;gicas normalmente t&amp;#234;m escalas inimagin&amp;#225;veis &amp;#8211; algo naquela escala de &amp;#8220;trocentos milh&amp;#245;es de anos&amp;#8221;. &amp;#201; fascinante saber que embora n&amp;#243;s provavelmente n&amp;#227;o testemunhemos uma mudan&amp;#231;a dessa magnitude, &amp;#233; poss&amp;#237;vel que algum outro homo sapiens o fa&amp;#231;a.&lt;/p&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/7615465065667401116/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/10/campo-magnetico-da-terra-podera-se.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/7615465065667401116'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/7615465065667401116'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/10/campo-magnetico-da-terra-podera-se.html' title='Campo magnético da Terra poderá se inverter em 100 anos'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-1074105444379640042</id><published>2014-10-20T02:31:00.001-02:00</published><updated>2014-10-20T02:31:40.011-02:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cometa"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planetas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Solar"/><title type='text'>Cometa passa de raspão em Marte</title><content type='html'>&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Um cometa do tamanho de uma pequena montanha passou raspando por Marte neste domingo, um encontro que acontece uma vez a cada milh&amp;#227;o de anos.&lt;br&gt;
O cometa, conhecido como Siding Spring (C/2013 A1), chegou ao ponto mais pr&amp;#243;ximo de marte &amp;#224;s 18h27 deste domingo (19.10.2014), passando pelo Planeta Vermelho a uma velocidade de 203.000 km/h.&lt;br&gt;
Ele ficou a uma dist&amp;#226;ncia de 139.500 km de Marte, menos da metade da dist&amp;#226;ncia entre a Terra e a Lua.&lt;br&gt;
Segundo cientistas, a passagem do cometa ofereceu uma oportunidade &amp;#250;nica de estudo do seu impacto sobre a atmosfera marciana. &quot;&amp;#201; uma &amp;#243;tima oportunidade de aprendizado&quot;, comemorou Nick Schneider, da miss&amp;#227;o da sonda Maven em Marte.&lt;br&gt;
O cometa foi descoberto por Robert McNaught no observat&amp;#243;rio australiano Siding Spring, em janeiro de 2013. Acredita-se que ele tenha se originado bilh&amp;#245;es de anos atr&amp;#225;s, na Nuvem de Oort, uma regi&amp;#227;o distante do espa&amp;#231;o de onde partem cometas que &quot;permanecem inalterados desde os primeiros dias do Sistema Solar&quot;, segundo a Nasa.&lt;br&gt;
O cometa viajou mais de 1 milh&amp;#227;o de anos para fazer esta primeira parada em Marte, e s&amp;#243; ir&amp;#225; retornar dentro de outro milh&amp;#227;o de anos, assim que completar uma volta ao redor do Sol.&lt;br&gt;
Antes de o cometa entrar na &amp;#243;rbita do Planeta Vermelho, a Nasa reposicionou as naves Mars Reconnaissance Orbiter, Mars Odyssey e Maven, para evitar danos &amp;#224;s mesmas causados pelos res&amp;#237;duos do Siding Spring.&lt;/p&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/1074105444379640042/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/10/cometa-passa-de-raspao-em-marte.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/1074105444379640042'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/1074105444379640042'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/10/cometa-passa-de-raspao-em-marte.html' title='Cometa passa de raspão em Marte'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-8148729995768609262</id><published>2014-09-22T11:01:00.001-03:00</published><updated>2014-09-22T11:01:10.634-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Moléculas no Espaço </title><content type='html'>&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;No jato emitido por uma estrela jovem, uma equipe internacional de astr&amp;#244;nomos detectou mol&amp;#233;culas simples, mas aparentemente especiais. Os &amp;#225;tomos de carbono, nitrog&amp;#234;nio e oxig&amp;#234;nio est&amp;#227;o ligados da mesma maneira encontrada nas prote&amp;#237;nas &amp;#8212; mol&amp;#233;culas mais complexas, essenciais &amp;#224; vida. &lt;i&gt;&amp;#8220;Isso mostra que mol&amp;#233;culas que est&amp;#227;o nos seres vivos podem ser produzidas a partir de compostos mais simples presentes no meio interestelar, cujas condi&amp;#231;&amp;#245;es f&amp;#237;sicas e qu&amp;#237;micas s&amp;#227;o drasticamente diferentes daquelas na Terra&amp;#8221;&lt;/i&gt;, explica Edgar Mendoza, do Observat&amp;#243;rio do Valongo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), primeiro autor do estudo aceito m&amp;#234;s passado para publica&amp;#231;&amp;#227;o na revista MNRAS. Mendoza e sua orientadora de doutorado, Heloisa Boechat-Roberty, colaboraram com mais quatro astr&amp;#244;nomos para realizar um estudo observacional que revelou a presen&amp;#231;a de mol&amp;#233;culas que podem ser precursoras de vida, ou prebi&amp;#243;ticas, dentro de um jato de g&amp;#225;s e poeira impulsionado por uma protoestrela denominada L1157-mm, a aproximadamente 800 anos-luz de dist&amp;#226;ncia da Terra. Usando dados do telesc&amp;#243;pio internacional IRAM 30m, localizado na Espanha, a equipe identificou uma abund&amp;#226;ncia relativamente alta de mol&amp;#233;culas prebi&amp;#243;ticas, especialmente a formamida, numa regi&amp;#227;o quimicamente complexa onde um jato de g&amp;#225;s e poeira interage com o g&amp;#225;s nativo, frio e denso que alberga o objeto protoestelar. Mendoza explica que ainda n&amp;#227;o se sabe exatamente como essas mol&amp;#233;culas s&amp;#227;o produzidas de forma t&amp;#227;o eficiente nessas zonas de choque. O grupo suspeita, entretanto, que resultam de rea&amp;#231;&amp;#245;es qu&amp;#237;micas na superf&amp;#237;cie congelada de gr&amp;#227;os de poeira, uma hip&amp;#243;tese que esperam testar no Laborat&amp;#243;rio Nacional de Luz S&amp;#237;ncrotron, em Campinas, no pr&amp;#243;ximo ano.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/--iBWxErhgTo/VCArpF8zbqI/AAAAAAAAKvc/w0nNI1pKfN4/s1600/photo-0.5229123412924175.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/--iBWxErhgTo/VCArpF8zbqI/AAAAAAAAKvc/w0nNI1pKfN4/s640/photo-0.5229123412924175.jpg&quot;&gt; &lt;/a&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/8148729995768609262/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/moleculas-no-espaco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/8148729995768609262'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/8148729995768609262'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/moleculas-no-espaco.html' title='Moléculas no Espaço '/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/--iBWxErhgTo/VCArpF8zbqI/AAAAAAAAKvc/w0nNI1pKfN4/s72-c/photo-0.5229123412924175.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-1030167460477020073</id><published>2014-09-18T00:04:00.001-03:00</published><updated>2014-09-18T00:04:11.032-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Galáxia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Buraco negro gigante habita centro de uma galáxia anã ultracompacta</title><content type='html'>&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Um buraco negro supermaci&amp;#231;o, com uma massa equivalente a 21 milh&amp;#245;es de vezes a do nosso Sol, foi descoberto no centro de uma gal&amp;#225;xia an&amp;#227; ultracompacta chamada M60-UCD1, revelou nesta quarta-feira (17) uma equipe internacional de astr&amp;#244;nomos na revista Nature.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Este &amp;#233; o menor objeto mais brilhante conhecido a ter um buraco negro supermaci&amp;#231;o&quot;, &lt;/i&gt;declarou Anil Seth, principal autor do estudo.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Esta descoberta sugere que muitas outras gal&amp;#225;xias an&amp;#227;s ultracompactas tamb&amp;#233;m podem conter buracos negros supermaci&amp;#231;os, o que, portanto, seria mais comum do que se pensava anteriormente.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Os buracos negros supermaci&amp;#231;os t&amp;#234;m mais de um milh&amp;#227;o de vezes a massa do nosso Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;O buraco negro encontrado no centro da gal&amp;#225;xia M60-UCD1 gra&amp;#231;as ao observat&amp;#243;rio astron&amp;#244;mico Gemini e ao telesc&amp;#243;pio espacial Hubble, tem uma massa equivalente a 21 milh&amp;#245;es de massas solares. Ela representa 15% da massa total da gal&amp;#225;xia que abriga (140 milh&amp;#245;es de vezes a do Sol).&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Em compara&amp;#231;&amp;#227;o, o buraco negro supermaci&amp;#231;o no centro da nossa gal&amp;#225;xia, a Via L&amp;#225;ctea, tem uma massa cinco vezes menor, o equivalente a 4 milh&amp;#245;es de vezes a do Sol. Ou seja, menos de 0,01% da massa total da Via L&amp;#225;ctea, estimada em 50 bilh&amp;#245;es de vezes a do Sol.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Buracos negros supermaci&amp;#231;os j&amp;#225; foram descobertos em outras gal&amp;#225;xias an&amp;#227;s. &lt;i&gt;&quot;No entanto, a M60-UCD1 est&amp;#225; claramente fora do lugar, ela &amp;#233; muito mais compacta e seu buraco negro mais maci&amp;#231;o&quot;,&lt;/i&gt; ressalta Amy Reines, da Universidade de Michigan (EUA), em um editorial tamb&amp;#233;m publicado pela Nature.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Os astr&amp;#244;nomos prop&amp;#245;em um cen&amp;#225;rio para explicar a sua surpreendente descoberta.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Eles acreditam que a gal&amp;#225;xia an&amp;#227; M60-UCD1, localizada na constela&amp;#231;&amp;#227;o de Virgem, a cerca de 54 milh&amp;#245;es de anos-luz da Terra, pode ter sido uma gal&amp;#225;xia muito mais maci&amp;#231;a, &quot;com talvez 10 bilh&amp;#245;es de estrelas&quot; e um buraco negro proporcional. Mas teria sido despojada de todas as suas estrelas exc&amp;#234;ntricas por uma gal&amp;#225;xia ainda mais maci&amp;#231;a, a M60.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;&lt;i&gt;&quot;Isso pode ter acontecido h&amp;#225; 10 bilh&amp;#245;es de anos. N&amp;#243;s n&amp;#227;o sabemos&quot;&lt;/i&gt;, disse Anil Seth.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;O buraco negro supermaci&amp;#231;o que abriga a M60 &amp;#233; &quot;um monstro&quot; com uma massa equivalente a 4,5 bilh&amp;#245;es de vezes a do Sol&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-MoERBlTU3NI/VBpLqGPbZYI/AAAAAAAAKpc/rXfSLRoybeU/s1600/17set2014---cientistas-podem-ter-encontrado-a-galaxia-mais-densa-no-universo-proximo-conhecida-como-m60-ucd1-ela-esta-localizada-proximo-a-uma-galaxia-eliptica-ngc-4649-tambem-chamada-m60-cerca-de-54-1410994965784_615x470.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-MoERBlTU3NI/VBpLqGPbZYI/AAAAAAAAKpc/rXfSLRoybeU/s640/17set2014---cientistas-podem-ter-encontrado-a-galaxia-mais-densa-no-universo-proximo-conhecida-como-m60-ucd1-ela-esta-localizada-proximo-a-uma-galaxia-eliptica-ngc-4649-tambem-chamada-m60-cerca-de-54-1410994965784_615x470.jpg&quot;&gt; &lt;/a&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/1030167460477020073/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/buraco-negro-gigante-habita-centro-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/1030167460477020073'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/1030167460477020073'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/buraco-negro-gigante-habita-centro-de.html' title='Buraco negro gigante habita centro de uma galáxia anã ultracompacta'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-MoERBlTU3NI/VBpLqGPbZYI/AAAAAAAAKpc/rXfSLRoybeU/s72-c/17set2014---cientistas-podem-ter-encontrado-a-galaxia-mais-densa-no-universo-proximo-conhecida-como-m60-ucd1-ela-esta-localizada-proximo-a-uma-galaxia-eliptica-ngc-4649-tambem-chamada-m60-cerca-de-54-1410994965784_615x470.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-6516602611277884811</id><published>2014-09-13T02:00:00.001-03:00</published><updated>2014-09-13T02:00:47.914-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sol"/><title type='text'>Tempestade solar já atinge a Terra e astronauta na ISS capta aurora boreal</title><content type='html'>&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;O astronauta americano Reid Wiseman, que est&amp;#225; na Esta&amp;#231;&amp;#227;o Espacial Internacional, postou nesta sexta-feira (12) uma foto que mostra a aurora boreal sobre parte da Terra, fen&amp;#244;meno resultante de duas tempestades solares magneticamente carregadas que atingem o planeta desde esta quinta (11).&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Em sua conta no Twitter (@astro_reid), Wiseman escreveu &amp;#8220;As lindas auroras est&amp;#227;o voltando. Um retorno bem-vindo de fato!&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;A aurora boreal &amp;#233; resultado da energia liberada por campos magn&amp;#233;ticos solares. Na Terra, essa energia interage com oxig&amp;#234;nio e nitrog&amp;#234;nio para produzir um show de luzes vermelhas, verdes e roxas.&lt;br&gt;
Apesar da beleza das &quot;luzes do norte&quot;, a Administra&amp;#231;&amp;#227;o Nacional Oce&amp;#226;nica e Atmosf&amp;#233;rica dos Estados Unidos (NOAA) emitiu alerta sobre a pot&amp;#234;ncia das eje&amp;#231;&amp;#245;es de massa coronal (ou CMEs, na sigla em ingl&amp;#234;s), que podem causar interrup&amp;#231;&amp;#245;es em sinais de GPS, comunica&amp;#231;&amp;#245;es por r&amp;#225;dio e transmiss&amp;#245;es de energia.&lt;br&gt;
Individualmente, as tempestades n&amp;#227;o justificariam advert&amp;#234;ncias especiais, mas o curto intervalo at&amp;#237;pico e sua rota direta para o planeta levou o &amp;#243;rg&amp;#227;o a divulgar comunicado.&lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;A aurora boreal pode ser vista principalmente em regi&amp;#245;es da Noruega, Su&amp;#233;cia, Dinamarca, Finl&amp;#226;ndia, R&amp;#250;ssia, parte da Am&amp;#233;rica do Norte e na Esc&amp;#243;cia.&lt;br&gt;
Segundo a NOAA, a navega&amp;#231;&amp;#227;o a&amp;#233;rea e as plataformas petrol&amp;#237;feras tamb&amp;#233;m podem ser afetadas nestas regi&amp;#245;es devido ao fen&amp;#244;meno espacial.&lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-6wVc5aKqIqo/VBPPe5K37dI/AAAAAAAAKgA/TFpjaY9VxMk/s1600/solar--explosoes.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-6wVc5aKqIqo/VBPPe5K37dI/AAAAAAAAKgA/TFpjaY9VxMk/s640/solar--explosoes.jpg&quot;&gt; &lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-Mjnw5G-rhTU/VBPPfm7B2yI/AAAAAAAAKgE/WX9iejEpdXI/s1600/aurora2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-Mjnw5G-rhTU/VBPPfm7B2yI/AAAAAAAAKgE/WX9iejEpdXI/s640/aurora2.jpg&quot;&gt; &lt;/a&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/6516602611277884811/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/tempestade-solar-ja-atinge-terra-e.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/6516602611277884811'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/6516602611277884811'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/tempestade-solar-ja-atinge-terra-e.html' title='Tempestade solar já atinge a Terra e astronauta na ISS capta aurora boreal'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-6wVc5aKqIqo/VBPPe5K37dI/AAAAAAAAKgA/TFpjaY9VxMk/s72-c/solar--explosoes.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-6641587025227232782</id><published>2014-09-11T12:51:00.001-03:00</published><updated>2014-09-11T12:52:01.436-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planetas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sondas/Satélites"/><title type='text'>Precisa-se de Borracheiro</title><content type='html'>&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;O deserto marciano tem sido inclemente com nossa intr&amp;#233;pida exploradora Curiosity. O jipe-rob&amp;#244; da Nasa, que completou recentemente dois anos no planeta vermelho, est&amp;#225; sofrendo com a radia&amp;#231;&amp;#227;o ultravioleta, as tempestades de areia e, principalmente, com dificuldades inesperadas de se deslocar pelo solo marciano. A despeito da poeira acumulada em toda parte, o que tem tirado o sono dos engenheiros s&amp;#227;o as avarias nas rodas do ve&amp;#237;culo, onde buracos, rasgos e fissuras t&amp;#234;m se tornado mais comuns do que o esperado. &lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;Logo que perceberam o ac&amp;#250;mulo de danos, os pesquisadores come&amp;#231;aram testes complementares aqui na Terra. Cerca de um ano depois, j&amp;#225; temos algumas respostas &amp;#8211; e n&amp;#227;o, n&amp;#227;o se trata de sabotagem de homenzinhos verdes. Os estragos s&amp;#227;o causados pelo excesso de fadiga ocasionada pelo deslocamento do jipe-rob&amp;#244; sobre leitos muito duros de rochas e pela press&amp;#227;o de rochas pontiagudas, em decorr&amp;#234;ncia da estrutura da pr&amp;#243;pria sonda. &lt;/p&gt;
&lt;p dir=&quot;ltr&quot;&gt;O problema ainda n&amp;#227;o afetou diretamente a mobilidade da Curiosity. Por&amp;#233;m, para prolongar a vida &amp;#250;til das rodas, diversas medidas t&amp;#234;m sido tomadas: a velocidade de deslocamento do ve&amp;#237;culo foi diminu&amp;#237;da e seu caminho at&amp;#233; o Mount Sharp, seu destino final, tem sido escolhido com mais cuidado. Al&amp;#233;m disso, mudan&amp;#231;as no software que divide o peso do jipe-rob&amp;#244; sobre as rodas foram feitas e at&amp;#233; medidas como dirigi-la de marcha a r&amp;#233; t&amp;#234;m sido tomadas para diminuir os danos &amp;#224;s rodas dianteiras, mais avariadas. &lt;/p&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-badTAiM_N-M/VBHFAjuMSCI/AAAAAAAAKfw/m320pbMMUZM/s1600/photo-0.6271154402151403.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt; &lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-badTAiM_N-M/VBHFAjuMSCI/AAAAAAAAKfw/m320pbMMUZM/s640/photo-0.6271154402151403.jpg&quot;&gt; &lt;/a&gt; &lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/6641587025227232782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/o-deserto-marciano-tem-sido-inclemente.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/6641587025227232782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/6641587025227232782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/09/o-deserto-marciano-tem-sido-inclemente.html' title='Precisa-se de Borracheiro'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-badTAiM_N-M/VBHFAjuMSCI/AAAAAAAAKfw/m320pbMMUZM/s72-c/photo-0.6271154402151403.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-4782544516940412127</id><published>2014-04-18T18:38:00.001-03:00</published><updated>2014-04-18T18:38:41.067-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planetas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Terra"/><title type='text'>Encontrado o exoplaneta mais parecido com a Terra até agora</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Pela primeira vez, os cientistas da NASA encontraram um planeta com praticamente o mesmo tamanho da Terra e dentro da zona habitável de sua estrela, uma combinação de fatores que faz com que ele seja praticamente um “primo” da Terra. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A descoberta foi feita usando o Kepler Space Telescope, e vem a confirmar que existem planetas de tamanho próximo à Terra orbitando a zona habitável de suas estrelas. Os outros planetas encontrados na zona habitável eram pelo menos 40% maiores que a Terra. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O planeta chama-se Kepler-186f, o que significa que ele orbita a estrela Kepler-186, e é o quinto mais próximo da sua estrela. Por enquanto, não se sabe qual a sua massa ou composição, mas sabemos que ele tem 1,1 vezes o tamanho da Terra, e tem uma órbita de 130 dias. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-frsY94nBmCg/U1GbS0uYyzI/AAAAAAAAJZo/e965ohT8jFY/s1600-h/diagram-kepler-186f1%25255B5%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;diagram-kepler-186f1&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;diagram-kepler-186f1&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-yE6gYnX-Qjs/U1GbXYmbKCI/AAAAAAAAJZw/P4-1tQodPH0/diagram-kepler-186f1_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1404&quot; height=&quot;792&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Apesar de estar na zona habitável, Kepler-186f recebe de sua estrela apenas um terço da energia que a Terra recebe do sol, o que coloca o planeta quase na borda da zona habitável. A luz do meio-dia neste planeta deve ser comparável à luz na Terra uma hora antes do pôr-do-sol. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mesmo recebendo 1/3 da energia e tão pouca luz, não dá para dizer qual a temperatura na superfície do planeta, já que esta depende da composição da atmosfera, que é ainda desconhecida. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A estrela Kepler-185 é uma estrela anã e está a 500 anos-luz do sol, na constelação de Cygnus. Cerca de 70% das estrelas da Via Láctea são deste tipo. Com idade estimada em mais de 4 bilhões de anos, as perspectivas do planeta poder sustentar vida são boas. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Foram encontrados até agora cinco planetas orbitando Kepler-186, os quatro primeiros com órbitas durando 4, 7, 13 e 22 dias – eles estão muito próximos da estrela para que a água permaneça líquida na sua superfície. Também são muito quentes e tem tamanho não maior que 1,5 vezes o tamanho da Terra.&lt;/p&gt; &lt;div id=&quot;scid:5737277B-5D6D-4f48-ABFC-DD9C333F4C5D:3e250103-437f-463b-9adf-454e52dd138f&quot; class=&quot;wlWriterEditableSmartContent&quot; style=&quot;width: 604px; float: none; padding-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px auto; display: block; padding-right: 0px&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;object width=&quot;604&quot; height=&quot;339&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/J2ohX-hOGpQ?hl=en&amp;amp;hd=1&quot;&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/J2ohX-hOGpQ?hl=en&amp;amp;hd=1&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; width=&quot;604&quot; height=&quot;339&quot;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.jpl.nasa.gov/news/news.php?release=2014-119&quot;&gt;Nasa JPL&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.nasa.gov/ames/kepler/nasas-kepler-discovers-first-earth-size-planet-in-the-habitable-zone-of-another-star/&quot;&gt;NASA Ames&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://www.space.com/25530-earthsize-exoplanet-kepler-186f-habitable-discovery.html&quot;&gt;Space.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/4782544516940412127/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/04/encontrado-o-exoplaneta-mais-parecido.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4782544516940412127'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4782544516940412127'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/04/encontrado-o-exoplaneta-mais-parecido.html' title='Encontrado o exoplaneta mais parecido com a Terra até agora'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-yE6gYnX-Qjs/U1GbXYmbKCI/AAAAAAAAJZw/P4-1tQodPH0/s72-c/diagram-kepler-186f1_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-3327390910192817168</id><published>2014-03-20T21:45:00.001-03:00</published><updated>2014-03-20T21:45:52.844-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planetas"/><title type='text'>Novo canal em Marte intriga cientistas. Por que ele está lá?</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-btjithg4Rlw/UyuLt9nx3VI/AAAAAAAAI2Q/16YncHxJCZg/s1600-h/thumb-160352-marte-resized%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;thumb-160352-marte-resized&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;thumb-160352-marte-resized&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-C5y-pYa14Hg/UyuLvQbnCoI/AAAAAAAAI2Y/4zYUpin9EZI/thumb-160352-marte-resized_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1404&quot; height=&quot;943&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Astrônomos do mundo inteiro estão com os olhos voltados para a Marte. Tudo por conta da formação de um novo canal nas terras altas na parte sul do planeta. Presente em fotos divulgadas pela NASA, o acidente geográfico é de origem desconhecida. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&quot;Acidentes geográficos como canais e ravinas são comuns em Marte&quot;, afirmou a NASA em seu site. Nas imagens, é possível ver que o novo canal é, na verdade, um prolongamento de outro maior e que já exisitia antes. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A foto que revela a formação do canal é de maio de 2013, mas só foi divulgada ontem pela NASA. Num registro de novembro de 2010, a formação não aparece. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo a agência espacial americana, a hipótese mais provável é que a fenda no terreno tenha se formado em função do congelamento de reservas de dióxido de carbono, o popular gelo seco.&lt;br&gt;As imagens foram registradas por uma câmera acoplada à sonda Mars Reconnaissance Orbiter (MRO). No mês passado, foram divulgadas fotos feitas pela MRO que apontavam indícios de água em Marte, outra possível razão para formação de canais no planeta. &lt;/p&gt; &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://info.abril.com.br/noticias/ciencia/2014/03/novo-canal-em-marte-intriga-cientistas-por-que-ele-esta-la.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Abril&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/3327390910192817168/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/novo-canal-em-marte-intriga-cientistas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3327390910192817168'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3327390910192817168'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/novo-canal-em-marte-intriga-cientistas.html' title='Novo canal em Marte intriga cientistas. Por que ele está lá?'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-C5y-pYa14Hg/UyuLvQbnCoI/AAAAAAAAI2Y/4zYUpin9EZI/s72-c/thumb-160352-marte-resized_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-5000739593148723088</id><published>2014-03-20T21:30:00.001-03:00</published><updated>2014-03-20T21:31:46.039-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Satélites"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Solar"/><title type='text'>Um mapa do outro mundo</title><content type='html'>&lt;p&gt;Ganimedes é um mundo curioso. Descoberto por Galileu em 11 de janeiro de 1610, ele é a maior lua do sistema de satélites naturais de Júpiter. Aliás, com mais de 5.200 quilômetros de diâmetro, Ganimedes é a maior lua do Sistema Solar e junto com Io, Europa e Calisto, forma o conjunto de satélites galileanos. Os satélites galileanos têm uma importância histórica muito grande, pois Galileu usou sua descoberta como um argumento de que outros sistemas planetários poderiam existir, ou seja, não apenas o Sol teria um cortejo de astros o circulando. Ainda que não fosse uma estrela rodeada por planetas, nesse caso. &lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-RYKq5Dp75tg/UyuIap5eyEI/AAAAAAAAI18/FeFtmE2FFdI/s1600-h/ganimap%25255B4%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ganimap&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;ganimap&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-bzn8xpiByqA/UyuIb3VWE0I/AAAAAAAAI2E/mNeOg8DoMTU/ganimap_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1404&quot; height=&quot;745&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;Cada um dos satélites galileanos possui uma característica marcante: Europa tem uma casca de gelo espessa e por baixo dela um oceano liquefeito pelas forças gravitacionais de Júpiter. Io é um mundo com vulcões ativos cuspindo enxofre. Calisto é a segunda maior lua do sistema de Júpiter e a terceira do Sistema Solar, atrás de Titã, que parece possuir um núcleo rochoso, uma camada de gelo e por cima de tudo uma crosta rochosa. &lt;p&gt;Ganimedes por sua vez possui um núcleo de ferro líquido, similar ao da Terra, um manto de silicatos e por cima uma camada extensa de gelo. Por cima de tudo uma crosta de gelo e rocha. O calor do núcleo de ferro derretido seria capaz de manter parte da camada interna de gelo sob forma líquida, criando um oceano subterrâneo. Todas essas suposições são baseadas nas missões Voyager e Galileo, que estudaram Júpiter e seus sistemas de satélites. Elas também foram responsáveis pela descoberta do campo magnético de Ganimedes, fazendo com que ela seja a única lua conhecida com essa característica. &lt;p&gt;As imagens das sondas Voyager (1979) e Galileo (1995-2003) foram agora compostas em um atlas geológico de Ganimedes. Todas as fotos disponíveis dessas missão foram compiladas e agregando as informações obtidas dos sobrevoos da Galileo, foi possível construir um mapa das estruturas geológicas da superfície dessa lua. &lt;p&gt;O atlas de Ganimedes, o primeiro de um corpo celeste mais distante que a Lua, revelou um aspecto interessante da sua evolução geológica. A superfície de Ganimedes possui dois tipos de terreno, um mais antigo, com um aspecto escuro e cravejado de crateras, e outro um pouco mais jovem, de aspecto mais claro e cortado por encostas e vales longos. &lt;p&gt;Com esse mapeamento também foi possível estabelecer que Ganimedes passou por três eras geológicas distintas. A primeira dominada pela produção de crateras de impacto, a segunda por um intensa atividade tectônica, provavelmente por causa da movimentação de seu oceano interno e a terceira caracterizada por um forte declínio na atividade geológica em geral. &lt;p&gt;Esse novo atlas será muito útil na análise da superfície de outros satélites compostos de gelo, pois todas as estruturas esperadas para esse tipo de terreno podem ser encontradas em Ganimedes. &lt;p&gt;O mapa compilado pelo Centro de Ciência em Astrogeologia do Departamento de Supervisão Geológica dos EUA pode ser baixado aqui: &lt;a href=&quot;http://pubs.usgs.gov/sim/3237/&quot;&gt;http://pubs.usgs.gov/sim/3237/&lt;/a&gt;  &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/platb/observatoriog1/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Observatório G1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/5000739593148723088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/um-mapa-do-outro-mundo.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/5000739593148723088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/5000739593148723088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/um-mapa-do-outro-mundo.html' title='Um mapa do outro mundo'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-bzn8xpiByqA/UyuIb3VWE0I/AAAAAAAAI2E/mNeOg8DoMTU/s72-c/ganimap_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-8915801203706905387</id><published>2014-03-20T21:26:00.001-03:00</published><updated>2014-03-20T21:26:51.669-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil"/><title type='text'>O Brasil e os megatelescópios</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O mundo da astronomia vive hoje uma corrida pela construção do primeiro megatelescópio. Atualmente, os maiores telescópios ópticos usados têm o diâmetro na casa dos oito metros. De tempos em tempos a tecnologia empurra esse valor para cima. Na década de 1980 tivemos os telescópios da classe de quatro metros, como o UKIRT e o CFHT no Havaí e o Blanco no CTIO, Chile. Já a década de 1990 viu o comissionamento dos telescópios de classe de oito metros, como os VLTs no Chile, os Kecks no Havaí e o Gemini em ambos hemisférios. O telescópio de Monte Palomar tem um espelho com cinco metros de diâmetro, que foi construído em 1949 com a tecnologia da época, ou seja, ele é um bloco único de vidro espelhado. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-qhik8x8aJyQ/UyuHRVbxRXI/AAAAAAAAI1s/BGheHNyQIps/s1600-h/GMT-1-medium%25255B4%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;GMT-1-medium&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;GMT-1-medium&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-pUKFKLIsdhs/UyuHSWtVOGI/AAAAAAAAI10/W_PmDbZnCIY/GMT-1-medium_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;458&quot; align=&quot;left&quot; height=&quot;329&quot;&gt;&lt;/a&gt;Agora, vivemos a época de planejar e construir os telescópios da próxima geração, chamados de um modo mais genérico de telescópios gigantes ou megatelescópios. Temos atualmente três projetos em desenvolvimento: o Telescópio Gigante de Magalhães (GMT, na sigla em inglês) com 25 metros de diâmetro; o Telescópio de Trinta Metros (TMT, em inglês) que, como seu nome diz, terá 30 metros diâmetro; e o E-ELT, sigla em inglês para Telescópio Europeu Extremamente Grande, que deverá ter uns 39 metros. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os avanços da ciência vão empurrando esses limites constantemente, mas a tecnologia não consegue acompanhar tão prontamente e, por vezes, é preciso esperar 10, 20 anos entre uma geração e outra de telescópios. Hoje, a demanda por instrumentos gigantescos como esses é ditada pela pesquisa de exoplanetas, energia escura e dos primórdios do Big Bang, principalmente. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Só que construir um Leviatã desses é tarefa muito cara para uma instituição ou um país bancarem sozinhos. A solução é criar consórcios, juntando sócios que dividam o valor da construção e operação dos observatórios. Na verdade isso já acontece faz tempo. O mais famoso desses consórcios, o Observatório Europeu do Sul (ESO em inglês), é uma associação de 14 países europeus que opera há 50 anos dois complexos de observatórios no Chile. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Dos três megaprojetos, o GMT é o que está em estado mais avançado, com três dos sete espelhos já prontos. Mas, na real, nenhum dos consórcios está fechado. Nem mesmo o ESO. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O TMT está previsto para ser construído no Havaí e aí já começam os problemas, já que os havaianos consideram o local da construção como terreno sagrado. O consórcio envolve atualmente seis sócios, recebeu uma forte injeção de recursos de uma fundação e tem previsão de iniciar suas operações em 2022. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Tanto o ELT, quanto o GMT serão construídos no Chile. O Cerro Armazones foi escolhido para sediar o ELT, mas atualmente os membros do ESO não possuem todo o dinheiro para construí-lo. E aí que entre o Brasil na jogada. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No final de 2010, o então ministro da Ciência e Tecnologia foi procurado pelo diretor do ESO com a proposta de fazer o Brasil se tornar o último membro da associação. Assinado o protocolo de intenções, o Brasil se tornou um membro em ascensão e, desde janeiro de 2011, nós já fazermos parte do ESO. Membro em ascensão significa que qualquer astrônomo brasileiro pode pedir tempo em qualquer um dos vários telescópios mantidos pelo consórcio, mas ainda não pode participar dos conselhos diretivos. Isso só vai ocorrer quando o Congresso Nacional ratificar o acordo. Esse trâmite é necessário, pois se trata de um acordo entre países, então é preciso que isso se dê através do parlamento. Só que o convite não veio sem segundas intenções. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Para se tornar membro efetivo, além da aprovação pelo Congresso, o país tem de desembolsar algo em torno de R$ 560 milhões. Ao longo de 10 anos, a estimativa é que os gastos cheguem a mais de R$ 1 bilhão. Mas esse não é o total dos gastos, pois é preciso pagar uma anuidade que varia de país para país. Ela depende de uma conta que envolve o tamanho do PIB e da comunidade de astrônomos do país membro. Hoje, o Brasil seria o terceiro maior contribuinte (atrás da Alemanha e da França) e algumas projeções mostram que em 15, 20 anos teríamos a maior anuidade entre os sócios. Só que essa dinheirama toda não garante o uso dos telescópios do ESO. Fazer parte do ESO apenas garante o direito de pedir tempo de telescópio, através de propostas submetidas a cada seis meses. As propostas de todos os países são analisadas e o tempo é distribuído entre as melhores, sem distinção da nacionalidade delas. Isso significa que, mesmo pagando, um país pode não ter nenhuma proposta atendida. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;E aí vem o ponto crítico para o ELT. Sem a adesão brasileira ele não sai e o ESO não parece disposto a aceitar outro candidato a membro efetivo. Com um custo estimado em 1,2 bilhões de euros e previsto para entrar em operação em 2021, o ELT começa a ficar ameaçado com o atraso brasileiro. Se até 2015 o Congresso brasileiro não se posicionar a respeito, o cronograma da construção estará seriamente ameaçado e é bem possível que o ESO desista de esperar. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Já o GMT é um consórcio que tem atualmente 10 sócios, entre universidades e institutos de pesquisa, e tem como meta estar funcionando em 2020. O espelho principal do telescópio será, na verdade, uma composição de sete espelhos de 8,4 metros de diâmetro que dará uma área coletora equivalente a de um único espelho de 22 metros. Três espelhos já foram fabricados e estão sendo finalizados e tudo leva a crer que esse deve ser mesmo o primeiro a ser inaugurado. E o que o Brasil tem a ver com esse projeto? &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a demora na ratificação da adesão ao ESO e com os demais consórcios finalizando o processo de captação de recursos, estávamos assistindo a astronomia brasileira perder o acesso à nova geração de telescópios. Para tentar evitar que essa tragédia acontecesse, um grupo de astrônomos de instituições científicas baseadas no estado de São Paulo (no qual eu me incluo) enviou uma proposta à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) solicitando US$ 40 milhões para se associar ao GMT. Essa verba garantiria o acesso a 4% do tempo, 12 ou 13 noites por ano. Isso não é pouco, mas o melhor é que esse tempo seria administrado por brasileiros e distribuído para astrônomos brasileiros. Na verdade, por se tratar de um projeto para a Fapesp, o acesso seria de astrônomos baseados em São Paulo, mas é claro que ele poderia se estender aos colegas de outros estados através de colaborações científicas. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A proposta passou por um processo de análise por assessores internacionais, que deram pareceres extremamente favoráveis, mas a resposta final ainda não foi dada. Nesta semana, a revista Nature publicou uma reportagem informando que a Fapesp deve anunciar o resultado da proposta agora em abril. Para essa mesma reportagem, a revista quis saber minha opinião a respeito dessa adesão. O fato de possuirmos uma quantidade fixa de tempo de telescópio, com a capacidade de podermos administrá-la da forma que quisermos é, para mim, fundamental. Pesquisadores em início de carreira, ou até mesmo estudantes, poderão ter acesso mais fácil a um telescópio de ponta. Assim tem sido com o consórcio Gemini, com uma participação de 6%, ou o SOAR, com 30% do tempo. Essa estratégia alavancou o desenvolvimento de centros novos e programas de pós-graduação. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quanto ao resultado, estou bem otimista. O projeto está bem escrito e todos os pontos levantados durante a análise foram muito bem explicados, inclusive as oportunidades de participação na construção do observatório e o fornecimento de instrumentos. O jeito é esperar e torcer pela aprovação. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://g1.globo.com/platb/observatoriog1/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Observatório G1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/8915801203706905387/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/o-brasil-e-os-megatelescopios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/8915801203706905387'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/8915801203706905387'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/o-brasil-e-os-megatelescopios.html' title='O Brasil e os megatelescópios'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-pUKFKLIsdhs/UyuHSWtVOGI/AAAAAAAAI10/W_PmDbZnCIY/s72-c/GMT-1-medium_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-382380531560324851</id><published>2014-03-20T21:22:00.001-03:00</published><updated>2014-03-20T21:22:26.971-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Módulos Espaciais"/><title type='text'>Novidades do Yutu</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-nd8j2oY19mo/UyuGPbIdLTI/AAAAAAAAI1c/S5yBKtv3_Go/s1600-h/Yutu_ChangE_3_Lua_art1%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;Yutu_ChangE_3_Lua_art1&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;Yutu_ChangE_3_Lua_art1&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-hzgnIDD9EMk/UyuGQHI510I/AAAAAAAAI1k/I0sVVcON_tQ/Yutu_ChangE_3_Lua_art1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;554&quot; align=&quot;left&quot; height=&quot;313&quot;&gt;&lt;/a&gt;O jipe chinês Yutu está prestes a acordar do seu terceiro período de hibernação na superfície lunar. Abastecido por painéis solares, o jipe literalmente se encolhe durante as noites lunares, que duram 14 dos dias terrestres, para conservar o calor interno. Sempre que a noite lunar se aproxima, os painéis solares do jipe se dobram, melhorando o isolamento térmico e mantendo o calor gerado por baterias nucleares. Isso mantém os circuitos eletrônicos funcionando, fazendo com que eles sobrevivam às temperaturas que podem chegar a -150 graus Celsius. Deveria ser assim. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na sua segunda noite na Lua, os painéis solares não responderam ao comando para se fecharem, ameaçando os sistemas eletrônicos. Apesar de ter sido dado como morto, o jipe enviou sinais de telemetria quando acordou de sua segunda hibernação no dia 12 de fevereiro. A agência espacial chinesa não forneceu muitas informações sobre a origem do problema, mas a suspeita de sempre, a poeira lunar, foi apontada por especialistas estrangeiros como a principal culpada pelo problema. A missão Apolo mostrou que a poeira se adere a tudo e é praticamente impossível de se limpar, pois é carregada eletricamente. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As investigações posteriores mostraram um mal funcionamento na unidade de controle de movimento do jipe. A falha nessa unidade impediu que os painéis se dobrassem como planejado, o que fez os circuitos do Yutu sofrerem com as baixas temperaturas da noite lunar. Nesse momento o jipe está terminando sua terceira noite e os técnicos chineses aguardam para saber da integridade dos sistemas novamente. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mesmo que o jipe acorde novamente, sua missão científica está perdida, pois a ideia era que ele explorasse as imediações do módulo de pouso Chang’e-3. Mesmo com os instrumentos funcionais, o Yutu só vai poder investigar o local onde está parado. Já o módulo de pouso está plenamente funcional, exceto sua câmera panorâmica, que não funciona mais, conforme o previsto. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Agora que o problema foi identificado – ao menos é o que parece -, os técnicos chineses devem estar trabalhando no réplica do Yutu que será lançada na missão Chang’e-4. Com lançamento previsto para dezembro do ano que vem, a missão do Yutu-2, como está sendo chamado informalmente, deve ser mais ambiciosa. Enquanto isso, o cronograma da missão Chang’e-5, que prevê não só um pouso controlado, mas também a coleta de amostras do solo e o envio delas para a Terra, está correndo normalmente. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Apesar da missão científica do Yutu ter sido encerrada prematuramente, os técnicos chineses aguardam pelo despertar do jipe para avaliar a resistência dos circuitos eletrônicos quando expostos a temperaturas tão baixas. Toda informação será útil para preparar as missões futuras. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;//g1.globo.com/platb/observatoriog1/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Observatório G1&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/382380531560324851/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/novidades-do-yutu.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/382380531560324851'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/382380531560324851'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2014/03/novidades-do-yutu.html' title='Novidades do Yutu'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-hzgnIDD9EMk/UyuGQHI510I/AAAAAAAAI1k/I0sVVcON_tQ/s72-c/Yutu_ChangE_3_Lua_art1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-4601876505466381142</id><published>2013-10-16T10:14:00.001-03:00</published><updated>2013-10-16T10:14:18.381-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planetas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>O planeta solitário que vaga sem sistema solar</title><content type='html'>&lt;p&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-8E8zpeos3zQ/Ul6RIa5r7SI/AAAAAAAAHIQ/yN0H7oqDkRI/s1600-h/131010121910-pso-j318-5-22-story-top-600x337%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;131010121910-pso-j318-5-22-story-top-600x337&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;131010121910-pso-j318-5-22-story-top-600x337&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-ch6L5OQ1ap8/Ul6RJgOxwFI/AAAAAAAAHIY/srYjNc6cCVE/131010121910-pso-j318-5-22-story-top-600x337_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1404&quot; height=&quot;792&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p&gt;PSo J318.5-22 é jovem (para um planeta). E, mesmo sendo praticamente um recém-nascido, ele vaga sozinho pelo espaço, sem uma “estrela-mãe”. &lt;p&gt;Recentemente descoberto, e com um nome esquisito, este planeta de cerca de 12 milhões de anos de idade está a aproximadamente 80 anos-luz da Terra e é bastante parecido com os gigantes gasosos que orbitam outras estrelas jovens. &lt;p&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p&gt;O fato dele estar flutuando pelo espaço sem uma estrela o torna um planeta mais fácil de estudar, permitindo compreender como funciona um gigante gasoso em seus primeiros anos. “Nunca vimos antes um objeto flutuando livre que se parecesse com este”, diz o dr. Michael Liu, do Instituto de Astronomia da Universidade do Havaí em Manoa (EUA), chefe da equipe internacional que descobriu o planeta. &lt;blockquote&gt; &lt;p&gt;&lt;em&gt;“Ele tem todas as características de planetas jovens encontrados orbitando outras estrelas, mas está vagando sozinho. Eu sempre me perguntava se este tipo de objeto solitário existia, e agora eu sei que existem”, conta.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p&gt;Com todas as características de um planeta que orbita uma estrela jovem, ou seja, uma estrela de menos de 200 milhões de anos, PSO J318.5-22 foi descoberto no meio de dados obtidos pela pesquisa do Pan-STARRS 1 (PS1), feita no telescópio Haleakala, em Maui. &lt;p&gt;Enquanto procuravam pela assinatura de “estrelas fracassadas”, as anãs marrons, os pesquisadores se depararam com a assinatura de calor do planeta, que tem apenas seis vezes a massa de Júpiter. Estudos posteriores feitos com um telescópio infravermelho mostraram que não se tratava de uma anã marrom, mas de um planeta jovem. &lt;p&gt;Nos dois anos seguintes à descoberta, os astrônomos observaram a posição do planeta, o que permitiu determinar a sua distância da Terra, e sua trajetória. Pelas características, ele pertence a um grupo de jovens estrelas móveis, Beta Pictoris, que se formou cerca de 12 milhões de anos atrás. &lt;p&gt;A estrela que dá nome ao grupo, Beta Pictoris, também tem seu planeta gasoso gigante, mas PSO J318.5-22 parece ter uma massa ainda menor do que este último – e segue sua viagem solitária pelo universo. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://edition.cnn.com/2013/10/10/tech/space-new-planet/index.html&quot;&gt;CNN&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/4601876505466381142/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/10/o-planeta-solitario-que-vaga-sem.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4601876505466381142'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4601876505466381142'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/10/o-planeta-solitario-que-vaga-sem.html' title='O planeta solitário que vaga sem sistema solar'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-ch6L5OQ1ap8/Ul6RJgOxwFI/AAAAAAAAHIY/srYjNc6cCVE/s72-c/131010121910-pso-j318-5-22-story-top-600x337_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-416499640983422727</id><published>2013-09-19T11:31:00.001-03:00</published><updated>2013-09-19T11:31:27.096-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ameaça"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Solar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Hubble fotografa monstro flamejante de 1 ano-luz de comprimento</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-7sVUxP_0WqI/UjsKuTmyFfI/AAAAAAAAHGc/LOiPkqSXZjQ/s1600-h/hubbleseesac%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;hubbleseesac&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;hubbleseesac&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-PxyzndTlaV0/UjsKvZUKlpI/AAAAAAAAHGk/17oK6HU4uW0/hubbleseesac_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;844&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta imagem surreal mostra uma gigantesca nuvem de gás e poeira (que, na opinião deste que vos escreve, se parece um pouco com uma lagarta a caminho de sua refeição) e uma estrela que está sendo “devorada” por uma radiação ultravioleta extrema, vinda de 65 das mais quentes e brilhantes estrelas já registradas. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As estrelas, do tipo O, estão a 15 anos-luz para a direita da imagem. Elas estão junto com outras 500 estrelas do tipo B, menos brilhantes, e formam o grupo chamado de “associação Cygnus OB2″. A massa do grupo todo é 30.000 vezes maior que a do nosso Sol. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A “lagarta” se chama IRAS 20324+4057 e é na verdade uma proto-estrela nos estágios iniciais de evolução. Na etapa em que se encontra, ela está “coletando” material da nuvem que a rodeia para formar sua massa estelar, e ao mesmo tempo está perdendo o envelope de matéria para o vento (sim, há vento no espaço) causado pelo grupo Cygnus OB2. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta e outras proto-estrelas normalmente acabam por formar estrelas com massa entre 1 e 10 massas solares, mas, por causa da radiação de Cygnus OB2, sua massa será bem menor. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A imagem acima é composta por dados capturados pela &lt;em&gt;Hubble Advanced Camera for Surveys&lt;/em&gt; em 2006, e por dados capturados pelo &lt;em&gt;Isaac Newton Telescope&lt;/em&gt; em 2003. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A IRAS 20324+4057 está a uma distância de 4.500 anos-luz do sistema solar, na constelação Cygnus. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://hubblesite.org/newscenter/archive/releases/2013/35/image/a/&quot;&gt;HubbleSite&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://phys.org/news/2013-08-hubble-cosmic-caterpillar.html&quot;&gt;Phys.Org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/416499640983422727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/09/hubble-fotografa-monstro-flamejante-de.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/416499640983422727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/416499640983422727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/09/hubble-fotografa-monstro-flamejante-de.html' title='Hubble fotografa monstro flamejante de 1 ano-luz de comprimento'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-PxyzndTlaV0/UjsKvZUKlpI/AAAAAAAAHGk/17oK6HU4uW0/s72-c/hubbleseesac_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-5383704174239090625</id><published>2013-09-19T11:26:00.001-03:00</published><updated>2013-09-19T11:26:04.298-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Nosso universo foi criado por um buraco negro de quatro dimensões?</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-2WDKJRgS8jo/UjsJd_xCogI/AAAAAAAAHGM/MoGo5R5-AF8/s1600-h/original1%25255B4%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;original1&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;original1&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-4E0gZ2zks3o/UjsJeqXXw4I/AAAAAAAAHGU/kEWCRYxPX6A/original1_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;990&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com base no que sabemos do nosso universo, muitos cosmólogos – e um popular seriado de televisão – acreditam que tudo começou com o Big Bang. Entretanto, muitas questões permanecem. É por isso que um astrofísico canadense sugeriu que há uma outra possibilidade: talvez nosso universo tenha começado com um buraco negro 4D. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Escrevendo na revista Nature, a jornalista especializada em ciência Zeeya Merali explica a teoria sugerida pelo astrofísico Niayesh Afshordi, do Instituto Perimeter de Física Teórica. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Segundo ela, o modelo padrão do Big Bang indica que o universo explodiu a partir de um ponto infinitamente denso, também conhecido no meio científico como uma “singularidade”. “Ninguém sabe, porém, o que teria provocado essa explosão: as leis conhecidas da física não podem nos dizer o que aconteceu naquele momento”, escreve. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Afshordi e seus colegas acreditam que o nosso universo tridimensional é apenas uma membrana que flutua através de um universo maior – este com quatro dimensões espaciais. A equipe de Ashfordi percebeu que, se esse universo maior contém suas próprias estrelas de quatro dimensões, algumas delas podem entrar em colapso, formando buracos negros 4D, da mesma forma que as estrelas maciças do nosso universo o fazem: elas explodem como supernovas, violentamente ejetam suas camadas exteriores, enquanto as camadas interiores se transformam em um buraco negro. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em nosso universo, um buraco negro é limitado por uma superfície esférica chamada de horizonte de eventos. Enquanto que, no espaço tridimensional comum, é preciso um objeto bidimensional (uma superfície) para criar uma fronteira dentro de um buraco negro, no universo maior, parte do horizonte de eventos de um buraco negro 4D seria um objeto 3D – uma forma chamada de hiperesfera. Quando a equipe de Afshordi estudou o modelo da morte de uma estrela 4D, eles descobriram que o material ejetado formaria uma membrana tridimensional que envolveria o horizonte de eventos 3D, e se expandiria lentamente. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os autores argumentam que o universo 3D em que vivemos pode ser apenas uma espécie de membrana, cujo crescimento é detectado pelos cientistas como expansão cósmica, de uma estrutura maior. “Os astrônomos medem essa expansão e extrapolam ao afirmar que o universo começou com um Big Bang – isso é apenas uma miragem”, afirma Afshordi. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A teoria de Afshordi poderia ajudar na explicação da temperatura uniforme do universo (que permanece sendo um mistério). Suas ideias também podem fornecer pistas para a compreensão do famoso evento do Big Bang. O que desencadeou esse hipotético evento, que teria transformado uma singularidade em uma enorme explosão, sempre em expansão? &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;“Pelo que todos os físicos afirmam, dragões poderiam ter surgido voando para fora dessa singularidade”, diz Afshordi. O ponto positivo da nova teoria do canadense é de fato explicar a explosão inicial e suas consequências. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://io9.com/was-our-universe-created-by-a-four-dimensional-black-ho-1320660418&quot;&gt;io9&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/5383704174239090625/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/09/nosso-universo-foi-criado-por-um-buraco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/5383704174239090625'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/5383704174239090625'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/09/nosso-universo-foi-criado-por-um-buraco.html' title='Nosso universo foi criado por um buraco negro de quatro dimensões?'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-4E0gZ2zks3o/UjsJeqXXw4I/AAAAAAAAHGU/kEWCRYxPX6A/s72-c/original1_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-2606524741272794845</id><published>2013-08-20T12:14:00.001-03:00</published><updated>2013-08-20T12:14:21.936-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Astrônomos descobrem um campo magnético incrivelmente forte</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-MuqXOaMw1Fw/UhOHvEHvulI/AAAAAAAAHA8/uCnARV6bmgo/s1600-h/1%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;1&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;1&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-2eMD6cFBMJU/UhOHwJwjATI/AAAAAAAAHBE/-ik52tU1Bxc/1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;735&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O núcleo morto de uma estrela massiva está produzindo um dos campos magnéticos mais poderosos já registrados pelos cientistas. Medindo apenas 12 quilômetros de diâmetro, o “magnetar” está exercendo uma força 20 trilhões de vezes maior que um ímã de geladeira. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quando os astrônomos descobriram a estrela morta em junho de 2009, batizada de SGR 0418 5729, suas medições iniciais indicaram um campo magnético excepcionalmente baixo. Uma nova análise realizada com o telescópio espacial XMM-Newton da ESA (agência espacial europeia) mostrou que o magnetar, um tipo particular de estrela de nêutrons, possui na verdade uma atração magnética incrível. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Remanescentes magnéticos de estrelas massivas&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-WhHgGq9-SGY/UhOHw_lpKDI/AAAAAAAAHBM/9Ao0Vw6-_Qw/s1600-h/2%25255B4%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;2&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;2&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-knDz8tm23yg/UhOHxv-EDBI/AAAAAAAAHBU/BWEspJkauGQ/2_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;1304&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Estrelas de nêutrons são os restos de estrelas maciças que entraram em colapso depois de queimar todo o seu combustível e se tornaram uma supernova. Elas são objetos extremamente densos, abarrotados com mais massa do que o nosso sol em um espaço do tamanho de uma cidade – com entre 10 e 20 km de diâmetro. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Algumas estrelas de nêutrons passam, numa parte breve de sua existência, a agir como um magnetar – assim nomeados por conta de seus campos magnéticos extremamente intensos, que são bilhões de vezes maiores do que aqueles produzidos por imagens de ressonância magnética. De vez em quando, esses magnetars entram em erupção com explosões de radiação de alta energia. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Medições iniciais do SGR 0148, que fica a cerca de 6.500 anos-luz da Terra, indicaram uma força magnética de 6×10¹² gauss – cerca de 100 vezes abaixo do que normalmente se observa em magnetares. “Gauss” é a unidade padrão utilizada para medir campos magnéticos. Um ímã do refrigerador típico carrega cerca de 50 Gauss, e uma máquina de fMRI (ressonância magnética funcional) cerca de 70.000 gauss. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A observação do estranho e inesperado campo magnético fraco do SGR 0148 tinha a ver com a forma como ele foi medido. Magnetares giram um pouco mais lentamente do que estrelas de nêutrons, mas ainda podem fazer uma rotação completa em poucos segundos. Astrônomos podem determinar a força magnética pela medição da velocidade à qual a rotação está diminuindo, mas esta técnica não permite medições mais detalhadas. &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Medindo o monstro magnético&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Uma técnica nova, desenvolvida por Andrea Tiengo, do Instituto Universitário Studi di Superiori em Pavia, Itália, envolve a medição das variações do espectro de raios-X do magnetar em intervalos de tempo muito curtos, cada vez que gira. Isto permite análises muito mais detalhadas e precisas – que revelam, potencialmente, o maior campo magnético já observado pela ciência. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-Qukx3TVrYT0/UhOHyPw66YI/AAAAAAAAHBc/738hoM6Xodk/s1600-h/3%25255B4%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;3&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;3&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-p9bJD574uFg/UhOHy0Vp3CI/AAAAAAAAHBk/zeBXZjuX0ws/3_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;735&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Usando a nova técnica, SGR 0148 apresentou um campo magnético superforte e retorcido, atingindo 1×10¹⁵ gauss em uma pequena região da superfície – com algumas centenas de metros de diâmetro. Isso é mais do que um quatrilhão de Gauss.  &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://io9.com/astronomers-discover-an-insanely-strong-magnetic-field-1147955133&quot;&gt;Io9&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/2606524741272794845/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/astronomos-descobrem-um-campo-magnetico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/2606524741272794845'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/2606524741272794845'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/astronomos-descobrem-um-campo-magnetico.html' title='Astrônomos descobrem um campo magnético incrivelmente forte'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-2eMD6cFBMJU/UhOHwJwjATI/AAAAAAAAHBE/-ik52tU1Bxc/s72-c/1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-4636578774251472429</id><published>2013-08-16T13:30:00.001-03:00</published><updated>2013-08-16T13:30:37.650-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><title type='text'>Conheça o “cemitério” de cometas</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-SzkaNzZiQVA/Ug5Tpu_MCxI/AAAAAAAAHAg/Z-GO3OzKdY0/s1600-h/acometarygra-600x986%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;acometarygra-600x986&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;acometarygra-600x986&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-tZfzUkFeVZk/Ug5Tq_4kIoI/AAAAAAAAHAo/PseLHCS0-HY/acometarygra-600x986_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;2141&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em uma certa região do nosso sistema solar, há mais de um milhão de cometas que se tornaram inativos há milhões de anos – e, surpreendentemente, alguns “voltaram à vida” depois desse longo período.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Recentemente, uma equipe de cientistas da Universidade de Antioquia (Colômbia) decidiu investigar essa região, localizada entre as órbitas de Marte e Júpiter. “Encontramos um cemitério de cometas”, explica o astrônomo Ignacio Ferrin, líder do grupo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Vida, morte e ressurreição&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quando um asteroide (um objeto composto por rocha, gelo e impurezas e que normalmente tem pelo menos alguns quilômetros de extensão) chega a uma certa distância do sol, ele entra em órbita e ganha velocidade, e os ventos solares fazem com que o gelo evapore e se transforme em uma “cauda” – o asteroide, então, se torna um cometa. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Eventualmente, o cometa colide com algum obstáculo (ou sofre a ação de uma força contrária) e desacelera, perdendo a “cauda” e vagando lentamente pelo espaço. “Imagine todos esses asteroides orbitando o sol por eras, sem indícios de atividade”. De acordo com Ferrin, porém, “alguns deles não são rochas mortas, afinal de contas, cometas dormentes podem voltar à vida se a energia que recebem do sol aumenta um pouco” – o que acontece, por exemplo, quando as órbitas de Marte ou Júpiter fazem com que se aproximem do sol. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A equipe encontrou 12. “Esses objetos são os ‘cometas Lázaros’, que retornam à vida depois de permanecerem dormentes por milhares ou até mesmo milhões de anos. Potencialmente, qualquer um dos milhares de vizinhos silenciosos pode fazer a mesma coisa”. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se isso acontecer, será a repetição do “passado glorioso” da região, que, de acordo com as hipóteses levantadas por Ferrin e sua equipe, era habitada por incontáveis cometas ativos. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://phys.org/news/2013-08-cometary-graveyard.html&quot;&gt;hys.org&lt;/a&gt;, &lt;a href=&quot;http://mnras.oxfordjournals.org/content/early/2013/07/30/mnras.stt839.full&quot;&gt;Monthly Notices of the Royal Astronomical Society&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/4636578774251472429/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/conheca-o-cemiterio-de-cometas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4636578774251472429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4636578774251472429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/conheca-o-cemiterio-de-cometas.html' title='Conheça o “cemitério” de cometas'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-tZfzUkFeVZk/Ug5Tq_4kIoI/AAAAAAAAHAo/PseLHCS0-HY/s72-c/acometarygra-600x986_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-3262284795414497167</id><published>2013-08-09T16:12:00.001-03:00</published><updated>2013-08-09T16:13:19.463-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Ameaça"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Solar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sol"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Terra"/><title type='text'>O campo magnético do sol está prestes a inverter</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-xv7F3ANOhQo/UgU_M8KpTLI/AAAAAAAAG-o/ltVJLiypOSU/s1600-h/AF3BD7ED62CFD7DC7DBFF745F24EF8_h316_w628_m5_cMFlijCqz%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;AF3BD7ED62CFD7DC7DBFF745F24EF8_h316_w628_m5_cMFlijCqz&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;AF3BD7ED62CFD7DC7DBFF745F24EF8_h316_w628_m5_cMFlijCqz&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-sHQuxldAlGY/UgU_ObFQLmI/AAAAAAAAG-w/JUvDSjnYt5U/AF3BD7ED62CFD7DC7DBFF745F24EF8_h316_w628_m5_cMFlijCqz_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;620&quot; align=&quot;left&quot; height=&quot;315&quot;&gt;&lt;/a&gt;Algo bem grande está prestes a acontecer no sol. Segundo as medições de observatórios da Nasa, o vasto campo magnético do astro está prestes a virar. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;em&gt;“Parece que estamos a não a mais do que três ou 4 meses de distância de uma completa inversão de campo”, diz o físico solar Hoeksema Todd, da Universidade de Stanford. “Esta mudança terá efeito cascata em todo o sistema solar”.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O sol muda a polaridade do campo magnético aproximadamente a cada 11 anos. Acontece durante o pico de cada ciclo solar, quando o dínamo magnético interno do sol se reorganiza. A reversão que está por vir marcará o ponto médio do ciclo solar de número 24. Metade do “máximo solar” (quando o sol chegar ao ápice do seu ciclo) já terá acontecido, com ainda metade por vir. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Hoeksema é diretor do Observatório Solar Wilcox, de Stanford, um dos poucos observatórios do mundo que monitoram os campos magnéticos polares do sol. Os polos são os anunciadores de uma mudança. Assim como os cientistas observam as regiões polares aqui da Terra para perceber se há sinais de mudança climática no nosso planeta, os físicos solares fazer a mesma coisa com o sol. Os magnetogramas em Wilcox tem feito o rastreamento do magnetismo polar do sol desde 1976 – e já registraram três grandes reversões, com a previsão de uma quarta para um futuro próximo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O físico solar Phil Scherrer, também da Universidade de Stanford, descreve o que acontece: “Os campos magnéticos polares do sol enfraquecem até chegar a um nível zero. Em seguida, surgem novamente com a polaridade oposta. Esta é uma parte regular do ciclo solar”, explica. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A inversão do campo magnético do sol é, literalmente, um grande evento. O domínio de influência magnética do sol (também conhecido como a “heliosfera”) se estende em bilhões de quilômetros além de Plutão. As mudanças na polaridade, portanto, interferem em todo o nosso sistema solar, até as sondas Voyager, na porta do espaço interestelar. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quando os cientistas falam sobre reversões de campo solares, a conversa muitas vezes gira em torno da “folha de corrente”. A folha de corrente é uma superfície extensa projetada para fora do equador do sol, onde o campo magnético rotativo do sol lentamente induz uma corrente elétrica. A força da corrente em si é pequena, apenas um décimo de bilionésimo de ampère por metro quadrado (0,0000000001 amps/m²), mas isso já é muito importante. A corrente flui através de uma região de 10 mil km de espessura e milhares de quilômetros de largura. Eletricamente falando, toda a heliosfera está organizada em torno dessa enorme folha. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Durante a inversão de campo, a folha de corrente se torna muito ondulada. Scherrer compara as ondulações com as costuras em uma bola de beisebol. Como a Terra orbita o sol, nós mergulhamos dentro e fora da folha. Estas transições de um lado para o outro podem provocar tempestades espaciais em torno do nosso planeta. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os raios cósmicos também são afetados. Eles são partículas de alta energia aceleradas quase à velocidade da luz por explosões de supernovas e outros eventos violentos na galáxia. Os raios cósmicos são um perigo para os astronautas e as sondas espaciais, e alguns pesquisadores dizem que eles podem até afetar a nebulosidade e o clima da Terra. A folha de corrente age como uma barreira para os raios cósmicos, desviando-os quando eles tentam penetrar no interior do sistema solar. Uma folha ondulada e meio crespa age melhor como um escudo contra essas partículas energéticas vindas do espaço profundo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a aproximação da inversão de campo, os dados vindos de Wilcox mostram que os dois hemisférios do sol estão fora de sincronia. “O polo norte do sol já mudou de sinal, enquanto o polo sul está correndo para recuperar o atraso”, diz Scherrer. “Em breve, no entanto, ambos os polos estarão revertidos, e a segunda metade do máximo solar terá em andamento”. Quando isso acontecer, Hoeksema e Scherrer compartilharão a notícia com seus colegas e com o público.  &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://phys.org/news/2013-08-sun-magnetic-field-flip.html#jCp&quot;&gt;Phys.org&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/3262284795414497167/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/o-campo-magnetico-do-sol-esta-prestes.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3262284795414497167'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3262284795414497167'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/o-campo-magnetico-do-sol-esta-prestes.html' title='O campo magnético do sol está prestes a inverter'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-sHQuxldAlGY/UgU_ObFQLmI/AAAAAAAAG-w/JUvDSjnYt5U/s72-c/AF3BD7ED62CFD7DC7DBFF745F24EF8_h316_w628_m5_cMFlijCqz_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-2620010400666273455</id><published>2013-08-09T16:08:00.001-03:00</published><updated>2013-08-09T16:08:39.806-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sol"/><title type='text'>Foto: confira a imagem mais clara já feita de uma mancha solar</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-oasXP8BeGOw/UgU97jXgAFI/AAAAAAAAG-U/ccHn2aw12kQ/s1600-h/ku-bigpic%25255B3%25255D.png&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ku-bigpic&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;ku-bigpic&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-jox37fbIXCs/UgU-MxkjSQI/AAAAAAAAG-c/6wWvu8rezqk/ku-bigpic_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;1519&quot;&gt;&lt;/a&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A imagem sem precedentes foi divulgada recentemente por cientistas do Big Bear Solar Observatory (BBSO), nas montanhas a leste de Los Angeles, Califórnia. Capturada pelo chamado Novo Telescópio Solar (também conhecido como “NST”, na sigla em inglês), a fotografia é uma das primeiras a ser registradas pelo NST utilizando o recém-equipado Espectômetro Visível de Imagem (VIS). &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Trata-se da nova recordista no quesito imgem mais detalhada de manchas solares já obtida em luz visível – a campeã anterior também havia sido fotografada pelo NST, no ano de 2010. O telescópio de 1,60 metros, apesar do nome, tem feito observações há mais de cinco anos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;“Com o VIS, as camadas da atmosfera solar, desde a fotosfera até a cromosfera, podem ser monitoradas praticamente em tempo real”, afirma Wenda Cao, professor de física no Instituto de Tecnologia de New Jersey e diretor do observatório BBSO. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;“Com a resolução inédita do Novo Telescópio Solar do BBSO, muitas características até então desconhecidas das manchas solares, percebidas apenas em pequena escala, podem agora ser observadas por nós”, conta Cao. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na imagem que ilustra esta matéria, por exemplo, os pesquisadores estão particularmente interessados na interface que conecta o núcleo escuro da mancha solar (a umbra) e região brilhantes, de formato similar a uma pétala de flor, que a cerca (a penumbra). &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Esta é a mais clara e mais detalhada imagem de uma mancha solar já obtida em luz visível. Estas estruturas ultramagnéticas são consideradas cruciais para proteger a Terra de um clima espacial potencialmente ameaçador para nós – e são fotos como essas que nos ajudarão a entender melhor o risco. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;As manchas solares são regiões que possuem a aparência muito mais escura do que a área circundante devido à atividade magnética extrema. O aumento repentino do magnetismo bloqueia o fenômeno de convecção na área, o que provoca uma queda na temperatura da superfície. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Devido ao fato de serem entre mil e 3 mil graus mais frias do que as demais partes da superfície do sol, as manchas se tornam o que é conhecido como um corpo negro – o que explica sua aparente escuridão. As manchas parecem negras quando as comparamos com outros pontos do sol. No entanto, se as isolarmos desse contexto, elas ainda seriam mais brilhante do que praticamente qualquer coisa que existe na Terra. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por causa da elevada atividade magnética, as manchas solares causam outros fenômenos, como as tempestades solares, que podem prejudicar satélites e até mesmo expor as pessoas em aviões à radiação. O clima espacial pode, em sua forma mais extrema, ter consequências ainda mais destrutivas na Terra. Ou seja, quanto mais entendermos sobre como esses sistemas funcionam, melhor. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://io9.com/behold-the-clearest-photo-of-a-sunspot-ever-taken-1054493465&quot;&gt;Io9&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/2620010400666273455/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/foto-confira-imagem-mais-clara-ja-feita.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/2620010400666273455'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/2620010400666273455'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/foto-confira-imagem-mais-clara-ja-feita.html' title='Foto: confira a imagem mais clara já feita de uma mancha solar'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/-jox37fbIXCs/UgU-MxkjSQI/AAAAAAAAG-c/6wWvu8rezqk/s72-c/ku-bigpic_thumb%25255B1%25255D.png?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-4593825132933743163</id><published>2013-08-07T15:29:00.001-03:00</published><updated>2013-08-07T15:34:10.462-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dados"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Módulos Espaciais"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planetas"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Solar"/><title type='text'>As 6 maiores descobertas da Curiosity depois de um ano em Marte</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;É incrível de se pensar que faz um ano desde que o rover Mars Curiosity fez seu pouso absolutamente radical no planeta poeirento e vermelho, Marte. Depois de uma viagem sem problemas e um pouso complicado, o laboratório móvel Mars Science Laboratory começou sua jornada pelo planeta, e a NASA começou a anunciar descoberta após descoberta.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em alguns casos os eventos são hilários, em outros representaram novidade completa, e mesmo quando velhas previsões se confirmaram, o resultado não foi menos espetacular. Veja aqui alguns dos eventos fantásticos deste último ano. &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Marte teve uma atmosfera rica em oxigênio 4 bilhões de anos atrás&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-w6L7MTh7j6E/UgKTAXm7gkI/AAAAAAAAG8M/2whVIMH9M-8/s1600-h/1%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;1&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;1&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-WCb8WFlyacc/UgKTBLCYpGI/AAAAAAAAG8U/mD33czlNOQ0/1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;735&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Na metade de junho foi anunciada a descoberta de que Marte já teve uma atmosfera quase igual à atmosfera terrestre em termos de porcentagem de oxigênio. Com esta descoberta, a probabilidade de que em algum momento no passado Marte teve vida ficou maior. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O mais incrível é que, pelo período, Marte teve uma atmosfera rica em oxigênio quase um bilhão de anos antes que a atmosfera terrestre tivesse se formado. De uma certa forma, Marte passou também a ser visto como um possível futuro para o nosso planeta, como a Terra poderá se tornar em alguns bilhões de anos. &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;A vida primitiva poderia ter sobrevivido em Marte&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-niKLJIFpAK8/UgKTB03mNmI/AAAAAAAAG8c/buGgIvy4_RI/s1600-h/2%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;2&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;2&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-dVGx1pWORSE/UgKTCrHnaTI/AAAAAAAAG8k/X8TivnShiPM/2_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;735&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Após a análise de algumas amostras de rochas, a NASA descobriu uma parte cinzenta de Marte que já teve condições favoráveis para a vida. Eram amostras contendo enxofre, nitrogênio, hidrogênio, oxigênio, fósforo e carbono. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Além disso, os minerais contidos na lama provavelmente se formaram a partir da reação de água doce com rochas ígneas (que também foram encontradas nas amostras). &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os minerais resultantes formam uma mistura de minerais oxidados, menos oxidados e não oxidados. Para Paul Mahaffy, principal pesquisador da Análise de Amostras em Marte, eles poderiam prover energia química para micro-organismos. &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Compostos de carbono foram encontrados, mas isso ainda não é motivo para festa&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-3R5vrxh4B6o/UgKTDc-UwbI/AAAAAAAAG8s/VNps8py5D3s/s1600-h/3%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;3&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;3&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-5_xXew5HkA8/UgKTElN4ZcI/AAAAAAAAG80/na8Uq7KnQEo/3_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;979&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Assim que a primeira análise de solo feita pela Curiosity foi publicada, a internet enlouqueceu com a notícia de que a amostra continha compostos de carbono. Afinal de contas, carbono significa vida, certo? &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Não exatamente. Um ponto importante da história é que as amostras foram testadas no laboratório à bordo da Curiosity. Elas foram aquecidas em um tipo de forno miniatura, e não está bem claro se os traços de carbono encontrados eram da superfície de Marte ou restos de uma contaminação terrestre. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Mesmo se pensarmos pelo lado positivo, se o carbono fosse da superfície marciana, isso não é o suficiente para sugerir vida no planeta, já que o mesmo elemento está presente em fontes inorgânicas, como rochas carbonatadas. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por enquanto, não é possível dizer definitivamente que não poderia ter havido vida em Marte, mas com certeza muita agitação é prematura. &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;A radiação impossibilita uma viagem a Marte com a tecnologia atual&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O detector de radiação do Curiosity (RAD, “Radiation Assessment Detector”) mediu a radiação de Marte e os dados obtidos forçaram a NASA a reconsiderar a efetividade de seus escudos antirradiação atuais. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A exposição à radiação, medida em Sieverts (Sv), aumenta o risco de câncer. A exposição a 1 Sv aumenta em 5% o risco de desenvolver a doença. O limite aceitável da NASA, para seus astronautas, é de um aumento de 3% no risco. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O RAD detectou uma média de 1,8 miliSV por dia em sua viagem à Marte. A dose acumulada da viagem, de acordo com Cary Zeitlin, principal cientista do Southwest Research Institute (SwRI, Instituto de Pesquisa do Sudoeste) em San Antonio, seria equivalente a ter um exame de tomografia computadorizada de corpo inteiro a cada cinco ou seis dias. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Além disso, atualmente as espaçonaves não são muito boas para proteger seus ocupantes dos raios cósmicos galácticos. &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;O que é este objeto brilhante em Marte?&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-P4kc717MI0M/UgKTFUQlsEI/AAAAAAAAG88/MRKoD705V_E/s1600-h/4%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;4&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;4&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/--IiOX_I-D1o/UgKTGgtEAOI/AAAAAAAAG9E/u-3cWzMGMH8/4_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;735&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em fevereiro, a sonda Curiosity estava fotografando a paisagem quando descobriu um estranho objeto brilhante e claro, que colocou em polvorosa a internet. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Poderia ser qualquer coisa, exceto que, infelizmente, não era. Segundo a análise da NASA, trata-se apenas de uma rocha erodida pelo vento. Mas há quem não se convença com a “explicação oficial”. &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;O pênis gigante de Marte&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-AJqn_DIIvnE/UgKTHSBAY8I/AAAAAAAAG9M/5Hvn1gssv-M/s1600-h/5%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;5&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;5&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-17yhok6F4Y0/UgKTILVknbI/AAAAAAAAG9U/3mpwLVYLX5o/5_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;735&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quanto mais se estuda, mais se percebe que há coisas que simplesmente ainda não sabemos. Por exemplo, veja este enorme pênis espacial. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;De onde ele veio? Será que a sonda Curiosity conseguiu encontrar uma maneira para liberar sua frustração sexual? &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Algumas perguntas é melhor que fiquem sem resposta. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://gizmodo.com/curiositys-greatest-hits-in-its-one-year-on-mars-1029853730&quot;&gt;Gizmodo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/4593825132933743163/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/as-6-maiores-descobertas-da-curiosity.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4593825132933743163'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4593825132933743163'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/as-6-maiores-descobertas-da-curiosity.html' title='As 6 maiores descobertas da Curiosity depois de um ano em Marte'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-WCb8WFlyacc/UgKTBLCYpGI/AAAAAAAAG8U/mD33czlNOQ0/s72-c/1_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-4333709576744466665</id><published>2013-08-05T13:40:00.001-03:00</published><updated>2013-08-07T15:44:46.428-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teorias"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>O que existia antes do Big Bang?</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-3U3FbtWyebI/UgKVlyBiJHI/AAAAAAAAG90/-4P5kvbOyCU/s1600-h/p018j4ty%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;p018j4ty&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;p018j4ty&quot; src=&quot;http://lh6.ggpht.com/-JT4k6VHxJrw/UgKVmyWo1JI/AAAAAAAAG98/sS3jTLbWaP0/p018j4ty_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;643&quot; align=&quot;left&quot; height=&quot;363&quot;&gt;&lt;/a&gt;Será que algum dia saberemos o que aconteceu antes do Big Bang? Esta não é uma questão apenas filosófica: há alguns aspectos que podem vir a ser cientificamente testados.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por muito tempo o homem achou que o Universo – por definição, tudo que tem existência física – era de idade infinita, ou com uma idade que poderia ser medida em gerações humanas, como contado por muitas mitologias. Porém, graças aos estudos da taxa de expansão do Universo, sabemos que há cerca de 13,8 bilhões de anos tudo que podemos observar veio de uma expansão a partir de um ponto menor que um átomo, o Big Bang.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O modelo do Big Bang é a melhor explicação que temos para a aparência do cosmos atual, mas ele tem suas limitações – como o fato de que não responde a algumas perguntas fundamentais, como “o que veio antes do Big Bang?” (se é que veio alguma coisa). Mas antes de tentar entender as possíveis respostas, é preciso primeiro entender a pergunta.  &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Inflação&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Universo pode ser definido como tudo o que existe em um sentido físico, mas nós podemos observar apenas uma parte dele. Olhando ao redor vemos galáxias por todos os lados, e elas todas se parecem umas com as outras, não há uma direção especial no espaço… Isso significa que o Universo não tem “bordas” (ou um centro).  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se fossemos movidos instantaneamente para uma galáxia distante, veríamos um cosmos semelhante ao que vemos da Terra, com um raio efetivo de 46 bilhões de anos-luz. Não podemos ver além desse raio, não importa onde estejamos posicionados.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Por vários motivos os cosmologista acreditam que o Universo sofreu um processo de inflação em seus primórdios – uma expansão rápida logo após o Big Bang. Com a expansão, veio o resfriamento, e, passados cerca de 380.000 anos do Big Bang, o Universo ficou transparente, e a luz daquela época pode ser percebida hoje como a radiação cósmica de fundo (CMB, na sigla em inglês de &lt;em&gt;Cosmic Microwave Background&lt;/em&gt;).  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Essa radiação foi examinada por meio de telescópios espaciais como o COBE, WMAP e, mais recentemente, o Planck, e cientistas perceberam que ela é bastante suave, mas não totalmente uniforme: contém irregularidades que eram minúsculas e ficaram imensas com a inflação, e se tornaram as sementes para os objetos em larga escala, como galáxias e grupos de galáxias vistos hoje.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Existem várias versões possíveis para a inflação, mas o ponto essencial é que as flutuações aleatórias de temperatura e densidade produzidas pelo Big Bang foram suavizadas pela expansão rápida, como um balão murcho e enrugado se torna um objeto liso quando inflado. Mas a inflação teria acontecido tão rápido que o Universo passou a ter regiões desconectadas – universos paralelos – que podem até mesmo ter leis físicas diferentes.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A inflação produziria muitas ondas gravitacionais – flutuações na estrutura do espaço e tempo – que por sua vez deixariam as marcas na radiação cósmica de fundo. As ondas gravitais no início do Universo teriam agitado o espaço-tempo, criando um ambiente que distorceu a emissão de luz.  &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Universos de bolso&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Entretanto, nada disso nos informa o que veio antes do Big Bang. Em muitos modelos inflacionários, bem como em teorias do Big Bang mais antigas, este é o único Universo que existe, ou, pelo menos, o único que podemos observar.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Uma exceção é o modelo conhecido como inflação eterna. Nele, o Universo Observável é parte de um “Universo de bolso”, uma bolha em uma enorme espuma de inflação. Na nossa bolha particular, a inflação começou e parou, mas em outros universos desconectados do nosso a inflação pode ter propriedades diferentes. A inflação eterna esvaziou as regiões fora das bolhas, eliminando toda a matéria ali – não há estrelas, galáxias ou qualquer coisa reconhecível.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se a inflação eterna está correta, o Big Bang é a origem do nosso universo-bolha, mas não de todo o Universo, que pode ter uma origem muito anterior. Se algum dia tivermos evidências dos multiversos, elas serão indiretas, mesmo com a confirmação da inflação feita pelo telescópio Planck e outros. Em outras palavras, a inflação eterna pode responder sobre o que precedeu o Big Bang, mas ainda vai deixar a questão da origem última fora de alcance.  &lt;h3 align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;font style=&quot;font-weight: bold&quot;&gt;Ciclos de trilhões de anos&lt;/font&gt;&lt;/h3&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Muitos cosmologistas consideram o modelo inflacionário como o pior modelo que temos. As propriedades gerais da inflação são interessantes, graças à sua utilidade para resolver problemas difíceis em cosmologia, mas certos detalhes são complicados. O que causou a inflação? Como ela começou e quando terminou? Se a inflação eterna está correta, quantos universos-bolha podem existir com propriedades semelhantes às do nosso? Houve um “Big Bang Maior” que originou o multiverso? E, finalmente (o que diferencia a ciência da filosofia), podemos testar estas hipóteses?  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Existe uma alternativa ao modelo inflacionário, que evita estas questões, e responde o que havia antes do Big Bang. Se o modelo de universo cíclico de Paul Steinhardt e Neil Turok estiver certo, o Universo reside dentro de um vazio em uma dimensão maior. Junto do nosso universo há um universo paralelo que não podemos observar diretamente, mas que está conectado com o nosso pela gravidade.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O Big Bang não seria o início, mas um momento em que duas “branas” (termo que deriva de “membranas”) colidiram. O Universo no modelo cíclico está entre períodos em que as branas estão se afastando, com expansão acelerada, e novos Big Bangs estariam em períodos em as branas colidem novamente. Como cada ciclo levaria trilhões de anos para se completar, o universo seria infinitamente velho, evitando os problemas filosóficos dos modelos inflacionários.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Embora o universo cíclico não seja popular entre os cosmologistas, ele pelo menos poderia ser descartado pela observação: se a “assinatura gravitacional” da inflação for encontrada, o modelo cíclico já era… mas o modelo cíclico, por sua vez, não está completo – ele não explica quanta energia escura há no universo, por exemplo. E atualmente não há evidência física que o diferencie dos modelos inflacionários.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Se você acha que todas estas opções são espantosas, pode ter certeza de que os cientistas pensam o mesmo. Como o universo observável está em expansão acelerada, sem sinal de que vá entrar em colapso mesmo no futuro mais distante, por que haveria um cosmos com um início mas sem um fim semelhante? Se a inflação ou o Big Bang apaga as informações sobre o que veio antes (se é que algo veio), será que não estamos discutindo quantos anjos poderiam dançar &lt;em&gt;Gangnam Style&lt;/em&gt; na cabeça de um alfinete? Mesmo se a inflação eterna ou o modelo cíclico forem corretos, eles colocam a questão da origem de tudo no campo do que não pode ser testado.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Em dez ou cem anos, as questões e métodos que usamos para responder estas questões provavelmente terão evoluído. Por enquanto, ainda não está claro como podemos saber o que precedeu o Big Bang.  &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.bbc.com/future/story/20130502-what-came-before-the-big-bang&quot;&gt;BBC&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/4333709576744466665/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/o-que-existia-antes-do-big-bang.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4333709576744466665'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4333709576744466665'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/o-que-existia-antes-do-big-bang.html' title='O que existia antes do Big Bang?'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/-JT4k6VHxJrw/UgKVmyWo1JI/AAAAAAAAG98/sS3jTLbWaP0/s72-c/p018j4ty_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-3396572373218004295</id><published>2013-08-01T17:52:00.001-03:00</published><updated>2013-08-07T15:43:25.409-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Galáxia"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Hubble encontra velha e misteriosa galáxia espiral</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-u76Kj2gyvWg/UgKVQNVFx0I/AAAAAAAAG9k/aNlQg12V-nY/s1600-h/130726135822-large%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;130726135822-large&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; padding-top: 0px; padding-left: 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;130726135822-large&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-LzUPygVtXvg/UgKVSEckPFI/AAAAAAAAG9s/S-jq9wZQR0Y/130726135822-large_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1304&quot; height=&quot;1326&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Um turbilhão cósmico impressionante foi observado pelo Telescópio Espacial Hubble, da NASA. A formação inusitada se encontra no centro da galáxia NGC 524, localizada na constelação de Peixes, a cerca de 90 milhões de anos-luz da Terra.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A NGC 524 é uma galáxia lenticular. Acredita-se que essas galáxias lenticulares são um estado intermediário na evolução galáctica – não são nem elípticas nem espirais. As galáxias espirais são “de meia-idade”, com grandes braços em formato de roda, contendo milhões de estrelas. Junto com essas estrelas, se localizam grandes nuvens de gás e poeira, que, quando suficientemente densas, formam o ambiente ideal para novas estrelas nascerem. Quando todo o gás se esgota ou se perde no espaço, os braços gradualmente vão desaparecendo, e consequentemente a forma espiral começa a enfraquecer.  &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;ins&gt;&lt;ins&gt;&lt;/ins&gt;&lt;/ins&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No final deste processo, o que resta é uma galáxia lenticular – um disco brilhante cheio de velhas estrelas vermelhas, rodeadas por o pouco de gás e de poeira que a galáxia foi capaz de manter. Esta imagem mostra a forma da NGC 524 em detalhe, formada pelo gás restante circundando o centro da galáxia. As observações revelam que esta galáxia ainda mantém algum movimento em espiral, explicando sua estrutura complexa.  &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.sciencedaily.com/releases/2013/07/130726135822.htm&quot;&gt;Science Daily&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/3396572373218004295/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/hubble-encontra-velha-e-misteriosa.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3396572373218004295'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/3396572373218004295'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/hubble-encontra-velha-e-misteriosa.html' title='Hubble encontra velha e misteriosa galáxia espiral'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-LzUPygVtXvg/UgKVSEckPFI/AAAAAAAAG9s/S-jq9wZQR0Y/s72-c/130726135822-large_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-2209361662174216316</id><published>2013-08-01T17:47:00.001-03:00</published><updated>2013-08-01T17:49:05.101-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Estrela"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sistema Solar"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Sol"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Teorias"/><title type='text'>Descubra como será a morte do sol</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Não se preocupe, leitor, que o cenário a seguir deve acontecer daqui a cerca de 1,1 bilhão de anos. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Antes, porém, o sol vai começar a mudar. À medida que o combustível de hidrogênio presente em seu núcleo é usado, a queima se espalhará para fora, em direção à superfície. Isso deixará o sol ainda mais brilhante. E o aumento da radiação vai ter um efeito devastador sobre o nosso planeta. Acompanhe pelas imagens como a Terra ficará: &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: none; margin-left: auto; display: block; margin-right: auto&quot; alt=&quot;original&quot; src=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2013/07/original4-600x464.jpg&quot; width=&quot;1200&quot; height=&quot;928&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A temperatura média da superfície do nosso planeta aumentará e passará de cerca de 20°C para aproximadamente 75°C. Os oceanos vão evaporar e o planeta vai se tornar um gigantesco deserto sem vida.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-y35A-ctWrHA/UfrJRddXvDI/AAAAAAAAG68/ouGKE12xp2U/s1600-h/ku-xlarge-14-600x731%25255B6%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ku-xlarge-14-600x731&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;ku-xlarge-14-600x731&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-9yxMWQO0r6o/UfrJSL4WoaI/AAAAAAAAG7E/LaMf0Qbl31g/ku-xlarge-14-600x731_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1204&quot; height=&quot;1464&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Finalmente, daqui a cerca de 1,1 bilhões anos, o sol vai ficar quase inteiramente sem hidrogênio. Quando o sol utiliza o hidrogênio para gerar energia, ele o transforma em hélio. Depois de todos esses anos, o núcleo do sol estará repleto de sobras de hélio, que o tornará instável, uma vez que ele começaria a entrar em colapso por causa do seu próprio peso. O núcleo do sol, consequentemente, vai se tornar ainda mais denso e mais quente. Quando isso acontecer, o sol vai inchar uma vez e meia o seu tamanho normal e se tornar mais de duas vezes mais brilhante do que é agora.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh6.ggpht.com/-6wso7F-3G6s/UfrJS65IalI/AAAAAAAAG7M/w3FisCSt-So/s1600-h/ku-xlarge-22-600x409%25255B5%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ku-xlarge-22-600x409&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;ku-xlarge-22-600x409&quot; src=&quot;http://lh4.ggpht.com/-fIIgyNSQLYE/UfrJTYC86BI/AAAAAAAAG7U/KBB6jXygUNM/ku-xlarge-22-600x409_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1204&quot; height=&quot;823&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;o longo dos 700 milhões de anos seguintes, o sol não vai ficar mais brilhante. No entanto, o astro continuará a crescer. Ele vai passar a ter duas vezes o seu tamanho atual. Nesse processo, o sol vai até esfriar um pouco. A partir da superfície seca da Terra, o sol parecerá uma enorme bola laranja pendurado no céu nebuloso. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Com a idade de cerca de 1,2 bilhão anos, o sol vai perder mais de um quarto da massa de sua superfície exterior, apesar de continuar inchando. Com um sol de menor massa para atraí-los, os planetas e suas órbitas mudarão. Vênus vai se tornar tão distante como a Terra é agora, enquanto nosso planeta vai se mover para ainda mais longe. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Eventualmente, o sol em crescente constante se tornará uma estrela gigante vermelha – e se tornar 166 vezes maior do que o sol que conhecemos hoje. Isto é quase tão grande quanto a extensão da órbita da Terra atualmente. Os planetas Mercúrio e Vênus serão devorados pelas chamas da estrela gigante. As montanhas da Terra vão se derreter e escorrer como a lava de um vulcão. O gigantesco sol vermelho vai dominar mais da metade do céu visível aqui da Terra. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: none; margin-left: auto; display: block; margin-right: auto&quot; alt=&quot;ku-xlarge (3)&quot; src=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2013/07/ku-xlarge-31-600x450.jpg&quot; width=&quot;1200&quot; height=&quot;901&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Enquanto todo esse processo selará a morte dos planetas que se encontram próximos ao sol, o crescimento dele trará nova vida para os mundos mais distantes. Os blocos de gelo derreterão na lua Europa, do planeta Júpiter, sob o calor inédito do sol gigante.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: none; margin-left: auto; display: block; margin-right: auto&quot; alt=&quot;ku-xlarge (4)&quot; src=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2013/07/ku-xlarge-41-600x450.jpg&quot; width=&quot;1200&quot; height=&quot;900&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Plutão também se aquecerá com a luz e o calor da nova forma do sol, que será ainda maior visto em seu céu do que hoje é aqui na Terra. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Quando o sol atingir seu tamanho máximo, já como uma estrela gigante vermelha, o núcleo de hélio vai chegar a uma temperatura de 100 milhões de graus. Isso é quente o suficiente para desencadear a fusão do hélio. Quando a fusão acontecer, os átomos de hélio serão triturados juntos, libertando grandes quantidades de energia no processo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No começo, vai parecer como se o sol tivesse obtido um novo sopro de vida. Ele vai diminuir de tamanho, embora nunca vá voltar a ter menos do que dez vezes o seu tamanho atual. Terá início um período de duração de mais ou menos 110 milhões anos, durante o qual poucas mudanças ocorrerão. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Assim como o hélio é criado quando átomos de hidrogênio são fundidos, novos elementos são produzidos com a fusão do hélio: mais precisamente nossos conhecidos carbono e oxigênio. Com o acúmulo destes elementos no núcleo do sol, novas reações acontecerão lá dentro. Aí, novamente, o sol vai inchar até duplicar o seu tamanho. Finalmente, o hélio do núcleo acabará. O carbono e o oxigênio vão entrar em colapso, mas não será o suficiente para desencadear novas reações de fusão. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-s7jtv9AT2hs/UfrJUL6WEfI/AAAAAAAAG7c/vEzOPDgnKhM/s1600-h/ku-xlarge-5-600x464%25255B4%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ku-xlarge-5-600x464&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;ku-xlarge-5-600x464&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-0W1mG0-iok0/UfrJUzCJQsI/AAAAAAAAG7k/2piZUbEqwq8/ku-xlarge-5-600x464_thumb%25255B2%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1204&quot; height=&quot;934&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Sem combustível, o sol vai se aproximar do início de seu fim. Ele vai crescer ainda mais com os “últimos suspiros” de hélio e hidrogênio. No final, ele estará 180 vezes maior do que o sol que conhecemos e milhares de vezes mais brilhante. Enormes quantidades de sua atmosfera serão lançadas para o espaço, até que quase metade de sua massa seja perdida. A perda de massa fará com que os planetas Vênus e Terra – que, nesse ponto, serão pouco mais do que cinzas queimadas – se distanciem ainda mais.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh3.ggpht.com/-Jm-aR93-CYk/UfrJVdNjpVI/AAAAAAAAG7s/dORT3sfQDNQ/s1600-h/ku-xlarge-6-600x450%25255B5%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;ku-xlarge-6-600x450&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: none; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin-left: auto; border-left: 0px; display: block; padding-right: 0px; margin-right: auto&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;ku-xlarge-6-600x450&quot; src=&quot;http://lh5.ggpht.com/-S4K4TLWUkLo/UfrJV3zD3eI/AAAAAAAAG70/rIDpW098Y9g/ku-xlarge-6-600x450_thumb%25255B3%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;1204&quot; height=&quot;904&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A fina camada de remanescente de hélio que rodeia o núcleo de carbono e oxigênio se tornará instável. O sol começará a pulsar violentamente, como a luz da sirene de um carro de polícia. Toda vez que ele pulsar, perderá mais massa. O pulso final levará o último pedaço da superfície externa do sol. Tudo o que sobrará será o núcleo nu. Esta será uma esfera do tamanho aproximadamente igual ao da nossa Terra. Porém, será extremamente quente, embora seja apenas um calor residual (ou seja, não haverá mais fonte de calor para substitui-lo à medida que for sendo perdido). Será como uma brasa de uma churrasqueira, lentamente perdendo o calor até que, eventualmente, se tornará uma esfera cinza e fria.&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;img style=&quot;float: none; margin-left: auto; display: block; margin-right: auto&quot; alt=&quot;ku-xlarge (7)&quot; src=&quot;http://hypescience.com/wp-content/uploads/2013/07/ku-xlarge-7-600x450.jpg&quot; width=&quot;1200&quot; height=&quot;900&quot;&gt;&lt;/p&gt; &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No final, teremos uma estrela anã branca – que, em algum momento do passado, já foi nosso sol, além de uma Terra cinza e queimada, onde só restarão destroços do nosso antigo planeta. &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://io9.com/what-the-death-of-the-sun-will-look-like-471796727&quot;&gt;io9&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/2209361662174216316/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/descubra-como-sera-morte-do-sol.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/2209361662174216316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/2209361662174216316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/08/descubra-como-sera-morte-do-sol.html' title='Descubra como será a morte do sol'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/-9yxMWQO0r6o/UfrJSL4WoaI/AAAAAAAAG7E/LaMf0Qbl31g/s72-c/ku-xlarge-14-600x731_thumb%25255B4%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-4446391892126190199</id><published>2013-07-31T12:43:00.001-03:00</published><updated>2013-07-31T12:43:30.278-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Universo"/><title type='text'>Segundo nova teoria, o universo não está expandindo, mas sim ganhando massa</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh5.ggpht.com/-HqMOH2VW3ZE/Ufkwnqlx5qI/AAAAAAAAG5g/cL4K3oloRi4/s1600-h/bullet-galaxy-cluster%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;bullet-galaxy-cluster&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;bullet-galaxy-cluster&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-hP-nvvcnUho/UfkwoGdZfhI/AAAAAAAAG5o/yDP0ij5GAZs/bullet-galaxy-cluster_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;505&quot; align=&quot;left&quot; height=&quot;365&quot;&gt;&lt;/a&gt;Por essa ninguém esperava. Segundo a nova teoria de um cosmólogo, o universo não está realmente em expansão, como a teoria padrão sugere. Em vez disso, os efeitos de desvio para o vermelho (“redshift”, em inglês) que os astrônomos veem pode significar que o universo inteiro está apenas ganhando mais massa, enquanto permanece fixo no lugar, ou até mesmo se contrai. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A teoria, do físico Christof Wetterich, da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, ainda não foi revisada por outros cientistas, segundo informações do periódico “Nature News”. Curiosamente, a revista científica também relata que a ideia não pode ser testada, uma vez que as massas são medidas umas em relação às outras. Ou seja, mesmo se o universo estivesse ganhando massa, nós nunca saberíamos, porque todas as massas ainda seriam iguais em comparação com as outras. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No entanto, Wetterich garante que sua ideia não é inútil. Segundo ele, trata-se de uma outra maneira de olhar para o universo, o que é sempre bem vindo, além de ser uma teoria que ajuda a explicar algumas previsões preocupantes a partir da ideia de expansão padrão. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O fato de o universo ganhar massa pode criar um fenômeno que os astrônomos veem todos os dias: o efeito do desvio para o vermelho da luz vinda de galáxias distantes. Atualmente, os astrônomos interpretam esse desvio como um sinal de que o universo está se expandindo. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Outros físicos também já se manifestaram sobre a ideia de Wetterich. Alguns dizem que vale a pena considerar, além de ser um pensamento válido para agitar as opiniões dos cosmólogos. Outros não estão tão convencidos assim.  &lt;blockquote&gt; &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.popsci.com/science/article/2013-07/new-theory-universe-isnt-expanding-its-just-gaining-mass&quot;&gt;Pop Sci&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/4446391892126190199/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/07/segundo-nova-teoria-o-universo-nao-esta.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4446391892126190199'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4446391892126190199'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/07/segundo-nova-teoria-o-universo-nao-esta.html' title='Segundo nova teoria, o universo não está expandindo, mas sim ganhando massa'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-hP-nvvcnUho/UfkwoGdZfhI/AAAAAAAAG5o/yDP0ij5GAZs/s72-c/bullet-galaxy-cluster_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-8060736444303450374.post-4074370165597380906</id><published>2013-07-31T12:40:00.001-03:00</published><updated>2013-07-31T12:40:37.607-03:00</updated><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curiosidades"/><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planetas"/><title type='text'>O mistério dos cinturões de Van Allen</title><content type='html'>&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://lh4.ggpht.com/-yhYQs_qY8no/Ufkv8Ycd8yI/AAAAAAAAG5Q/obBiiRvYYBo/s1600-h/article-2379004-1B01C0E8000005DC-880_634x470-600x444%25255B3%25255D.jpg&quot;&gt;&lt;img title=&quot;article-2379004-1B01C0E8000005DC-880_634x470-600x444&quot; style=&quot;border-top: 0px; border-right: 0px; background-image: none; border-bottom: 0px; float: left; padding-top: 0px; padding-left: 0px; margin: 0px 8px 0px 0px; border-left: 0px; display: inline; padding-right: 0px&quot; border=&quot;0&quot; alt=&quot;article-2379004-1B01C0E8000005DC-880_634x470-600x444&quot; src=&quot;http://lh3.ggpht.com/-JSskZeU-V3Y/Ufkv88661NI/AAAAAAAAG5Y/QbTo1M2JRQY/article-2379004-1B01C0E8000005DC-880_634x470-600x444_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800&quot; width=&quot;625&quot; align=&quot;left&quot; height=&quot;465&quot;&gt;&lt;/a&gt;Em 1958, cientistas da NASA descobriram dois círculos de partículas ao redor da Terra, batizados como “cinturões de Van Allen” (em homenagem a um dos responsáveis pelo estudo). Mais de 50 anos depois, descobriram o que “alimenta” esses círculos – algo que pode ajudar a entender fenômenos similares que ocorrem com outros planetas. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Embora não sejam imponentes como, digamos, os anéis de Saturno, os cinturões podem ser perigosos: suas partículas são tão numerosas e viajam a velocidades tão altas que satélites precisam usar escudos para evitar danos em partes menos resistentes. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;De onde vêm essas partículas? Como ganham velocidade? Havia duas hipóteses: ou elas seriam “capturadas” ao sair da magnetosfera da Terra e acelerariam no processo; ou elas seriam resultado de fenômenos que ocorrem dentro dos cinturões. Em 2012, a NASA enviou duas sondas e descobriu que, a princípio, a hipótese correta é a segunda. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;No interior dos cinturões de Van Allen, os elétrons de atómos que os compõem são arrancados por forças elétricas, ganhando velocidade. Esses elétrons supervelozes são a parte principal dos turbilhões. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Essa descoberta foi possível graças a uma tempestade solar que arrancou boa parte dos elétrons. Se eles viessem da Terra, levaria semanas até que o número voltasse ao normal. Contudo, a “recuperação” levou menos de 24 horas. &lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Os pesquisadores acreditam que essa aceleração “interna” ocorre também em cinturões de radiação ao redor de Júpiter e Saturno. &lt;p align=&quot;right&quot;&gt;Fonte: &lt;a href=&quot;http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-2379004/Mystery-radiation-belts-surround-Earth-finally-solved--55-years.html&quot;&gt;Daily Mail UK&lt;/a&gt;  </content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://cosmossul.blogspot.com/feeds/4074370165597380906/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/07/o-misterio-dos-cinturoes-de-van-allen.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4074370165597380906'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/8060736444303450374/posts/default/4074370165597380906'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://cosmossul.blogspot.com/2013/07/o-misterio-dos-cinturoes-de-van-allen.html' title='O mistério dos cinturões de Van Allen'/><author><name>Pablo Lopez</name><uri>http://www.blogger.com/profile/16910338089589031198</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='24' src='http://1.bp.blogspot.com/-cJTcAVpm7NU/Tm-6Igb94pI/AAAAAAAADvc/u6jExSnkuec/s220/Pablo%2BEdited.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/-JSskZeU-V3Y/Ufkv88661NI/AAAAAAAAG5Y/QbTo1M2JRQY/s72-c/article-2379004-1B01C0E8000005DC-880_634x470-600x444_thumb%25255B1%25255D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>