<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758</atom:id><lastBuildDate>Thu, 17 Apr 2025 22:49:24 +0000</lastBuildDate><category>Macedo</category><category>Cousas Transmontanas</category><category>Notícias da Semana</category><category>Tradições</category><category>Cousas</category><category>Lamas</category><category>Linha do Tua</category><category>Clube Atlético</category><category>Azibo</category><category>Escola</category><category>25 de Abril</category><category>Rali</category><category>Alustro</category><category>Morais</category><category>Pires Cabral</category><category>Poética</category><category>Saúde</category><category>feira de s. pedro</category><category>Eleições</category><category>INEM</category><category>Justiça</category><category>Agrupamento 602</category><category>Apiocasião</category><category>Arrifana</category><category>Associação Terras Quentes</category><category>Bagueixe</category><category>Balsemão</category><category>Bandas</category><category>Banreses</category><category>Bispo Bragança-Miranda</category><category>Bombeiros</category><category>Brinço</category><category>Coral Macedense</category><category>Cortiços</category><category>Dia da Mãe</category><category>Escuteiros</category><category>Feira da Caça</category><category>IP4</category><category>Magalhães</category><category>Mogrão</category><category>Museu de Arte Sacra</category><category>Natal</category><category>Pauliteiros</category><category>Salselas</category><category>São Pedro</category><category>Talhas</category><category>Vale da Porca</category><title>Cousas de Macedo de Cavaleiros</title><description></description><link>http://masaedo.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>398</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-611105346511957614</guid><pubDate>Thu, 24 Sep 2020 22:54:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-25T16:39:11.153+01:00</atom:updated><title>As &quot;senaras&quot; e a Praça dos Segadores</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguQE-GKmtBtHybYeGLRXVpQ1NESQWMzJtfDpaW5NkNQH9nRfZEhqxFRyPPz0lkZQ9dfThXVGvuWWMi8YhCN_OMwIOMAB0FyFLLtpxztvCWa_mkLwADvYCVCit5FVoX67ZH-sDofm-LX5I/s720/Pra%25C3%25A7a+Segadores.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;509&quot; data-original-width=&quot;720&quot; height=&quot;283&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguQE-GKmtBtHybYeGLRXVpQ1NESQWMzJtfDpaW5NkNQH9nRfZEhqxFRyPPz0lkZQ9dfThXVGvuWWMi8YhCN_OMwIOMAB0FyFLLtpxztvCWa_mkLwADvYCVCit5FVoX67ZH-sDofm-LX5I/w400-h283/Pra%25C3%25A7a+Segadores.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Nem tudo são espinhos no âmbito da Cultura. Também há pétalas, e de menosprezos não incitando os espinhos, preferível é valorizar as segundas. E louvores à escolha do nome de um evento, ainda que fora de época, vivas à originalidade, maior louvor à homenagem aos nossos segadores (e aos que do exterior provinham), e maior ainda à lembrança de que o meu concelho, &quot;politiquices&quot; à parte, era conhecido como o &quot;concelho da fouce&quot;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Honestamente, muito apreciaria &quot;fitchar a matraca&quot;, de convulsões não afectaria as sensibilidades dos &quot;toca e foge&quot;, e sinal seria de que finadas estavam as adulterções à história da minha cidade e do meu concelho. Mas, &quot;c&#39;um catantcho&quot;, tal desiderato não permitem. Porque a excelsa Comissão Científica, aquela à qual queriam submeter-me em clara vertigem de político arremesso, insiste em &quot;cada cagadela, sua troca&quot;, em (in)feliz deturpação de um paralelo e semelhante &quot;cada tiro, seu melro&quot;. De incondicional apoio a cada manifestação cultural que eleve o meu concelho, a minha cidade, naturalmente aplaudo qualquer despertar de consciências que altere o panorama cultural da minha terra. Mas...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;De inquestionável apreço ao intocável trabalho de Antônio Houaiss, não obstante ter contribuído para um &quot;aborto&quot; ortográfico que deturpou latinos étimos, aí incluída a adulteração do nosso &quot;António&quot;, e de não menor qualidade o fantástico trabalho do ISCTE, uma Comissão Científica, de regras tantas de submissão a monografias, teses, artigos e demais dissertações, deveria ter optado por outras citações sobre etimologia. Da presunção a verborreia, a bibliografia a propósito de &quot;sernas&quot;, &quot;senaras&quot; e demais heranças pré-latinas do nosso idioma, abundante não sendo, ultrapassa qualquer &quot;Ciberdúvidas&quot;, embora, repita-se e sublinhe-se, o link seja um excelente auxiliar na compreensão. Bastaria ter recorrido ao &quot;abominável&quot; volume onde constam umas não menos &quot;abomináveis&quot; tiradas acerca da origem do nome Cernadela. E por lá se perceberia a referenciada hipotética origem a partir de um dueto de étimos celtas, e a respectiva bibliografia que sustenta tais &quot;aberrações&quot;...&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, por aqui não iria o gato às filhós. Mas já vai quando se lê que os sazonais trabalhadores nas ceifas se &quot;juntavam na Praça dos Segadores&quot;. E aí até a porca torce o rabo... Porque dizem os peritos em História Contemporânea da minha cidade que, de facto, se juntavam na Praça Agostinho Valente ou, alternativamente, no antigo Largo dos Paços do Concelho, onde hoje se situa o Largo Manuel Pinto de Azevedo. &quot;Bá&quot;, sabemos que é tudo perto, mas, repetindo anterior tirada, a César o que é de César. Em justa homenagem aos que vinham munidos de &quot;seitouras&quot; e &quot;dedeiras&quot; em busca de jeiras, não apenas num &quot;dos maiores centros de produção de cereais do País&quot;, mas naquele que apenas era suplantado em ceralífera produção pelo alentejano concelho de Beja. Coisa de somenos importância, dirá a Comissão Científica da Cultura...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E em louvores permanecendo, cá não estou apenas para &quot;massacrar&quot; a Chancelaria. De &quot;bez&#39;im quando&quot;, não desvalorizando a habitual e recorrente falta de rigor, valorizar se devem as iniciativas que tragam algum oxigénio à cidade. E venham de lá mais &quot;Senaras&quot; e outras orçamentais dotações para a Cultura.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/09/as-senaras-e-praca-dos-segadores.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEguQE-GKmtBtHybYeGLRXVpQ1NESQWMzJtfDpaW5NkNQH9nRfZEhqxFRyPPz0lkZQ9dfThXVGvuWWMi8YhCN_OMwIOMAB0FyFLLtpxztvCWa_mkLwADvYCVCit5FVoX67ZH-sDofm-LX5I/s72-w400-h283-c/Pra%25C3%25A7a+Segadores.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-4622898173692766447</guid><pubDate>Tue, 22 Sep 2020 00:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-23T18:29:16.261+01:00</atom:updated><title>O Santo Ofício da Chancelaria da &quot;Coltura&quot; e a perseguição aos &quot;judeus&quot; ATQ, Studia e APOLA</title><description>&lt;p&gt;E porquê à baila trazer a morta e retorcida Santa Inquisição? Apenas porque, de tempos outros, 480 anos se cumprem sobre o seu primeiro auto-de-fé realizado em Portugal. Uma atrocidade que a Chancelaria&amp;nbsp; da &quot;Coltura&quot; tenta agora reavivar. Nessa fogueira das vaidades, onde afincadamente procura queimar tudo o que se lhe oponha, aí incluídos os seus pares, os seus subordinados e tudo o que se mova contra a sua douta vontade, ignorantes há, nos quais orgulhosamente me incluo, que receio não têm do &quot;strafogueiro&quot; e das &quot;gabelas de guiços&quot;. E, da ignorância o atroz conhecimento, desconheço a existência, de vigésimo primeiro o século, de Comissários ou Familiares do Santo Ofício, ainda que pretendentes pareça haver. Poderia até medo ter, de genéticos estudos, por aqui perdido anda um &quot;dezcontchabado&quot; gene judeu que poderia conduzir-me à purificação pelo fogo. E de entusiasmo de não licenciado em História, já ia &quot;botar-me&quot; a fazer uma pequena dissertação sobre haplogrupos, genótipos e fenótipos, e demais barbaridades, mas &quot;albidei-me&quot; que, assumidas posturas da Chanceler, só o poderei fazer perante licenciados na área das Ciências. Humildemente me penitencio pela ousadia...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;As atrocidades da Chancelaria da &quot;Coltura&quot; sucedem-se... Mantendo reféns os seus parceiros, de proferidas ameaças de demissão seguindo o exemplo do mentor. E até o interior do aparelho anda em bolandas à custa disso... E tenho pena, porque há pessoas com um incomensurável valor que agrilhoadas permanecem...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, expliquemo-nos, para os mais incautos leitores.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tudo começa pelas intestinas guerras que fecham museus. Mas os museus, da esquerda o slogan, &quot;são do povo&quot;! E foram pagos pelo erário público, &quot;dinheiro do povo&quot;. Não são pertença de uma qualquer elite escudada por detrás de castas, na imensa sabedoria que apenas é apanágio de uma limitada e ultrapassada &quot;esquerdalha salazarista&quot;. Sei bem da azia provocada pela Associação Terras Quentes. Uma entidade constituída por nomes incontornáveis da Arqueologia, da História, da História de Arte e que, espantem-se os deuses, até tem ou teve veterinários, filósofos, antropólogos, gestores e bioquímicos na imensa lista de contribuidores para o desenterrar da incomparável História Macedense. Porém, a Chancelaria, ao abrigo de guerras estritamente pessoais, quer ocultar esse legado valioso, oferecendo de bandeja o resultado desse trabalho aos amigalhaços das castas. Por alguns é sabido que, pessoalmente, até teria legitimidade para &quot;desancar&quot; nalgumas posturas da ATQ, mas de parcialidades não vivo, e de reconhecer não deixo o magnífico trabalho que fizeram em prol da História do MEU concelho. Na imensidão do que este não licenciado em História sabe sobre o território, há uma dívida de gratidão enorme aos Carlos Mendes, aos Senna Martinez, às Elsa Luís, aos Hélder Ventura, aos Sanches Baena, aos Manuel Cardoso e a tantos outros que têm o seu nome gravado a letras de ouro nos anais da história macedense. Coisa a que o nome da Chanceler não ficará, certamente, associado...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois, vem o resultado da dita imensidão. Sei que o conhecimento provindo das &quot;não castas&quot; incomoda a Chancelaria. Desde o primeiro volume da colecção &quot;Studia Masaedensis&quot;, relativo à freguesia de Lamas, que a Santa Inquisição da &quot;Coltura&quot; procurou bloquear o projecto. Uma pausa façamos para os desconhecedores da &quot;cousa&quot;. Afinal, o que é a Studia Masaedensis?&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um dia, depois de mais uma palestra que incidiu sobre História Macedense, por parte deste não licenciado em História, a convite de uma &quot;mera&quot; Faculdade de Letras, um excelso Historiador que&amp;nbsp; qualquer Comissão Científica invejaria, lançou o repto. «Caro Rui, não acha que é hora de presentear os seus conterrâneos com esse acumular de conhecimento?». Na humildade de um não licenciado em História, retorqui: «Talvez um dia, mas não posso esquecer-me dos pruridos que isso poderá gerar por não ser essa a minha área de formação». Na sua imensa sabedoria, insistiu: «Já dei muitas aulas, já proferi muitas palestras, e confesso-lhe que é raro ver alguém que tenha um conhecimento tão abrangente, tão sedimentado e tão seguro sobre a História Local. Não queira um dia levar esse conhecimento consigo. Será um desperdício e, até, uma falta de respeito pelos seus conterrâneos». Senti-me, obviamente, lisonjeado e... nasceu a Studia Masaedensis. Um filho nascido de 25 anos de uma paixão por uma terra e um concelho que, diziam, não tinha história. Contudo, ao longo desses 25 anos fui descobrindo que, não apenas tinha história, como a que continha nada ficaria a dever a um autêntico Manual de História de Portugal. E depois veio o primeiro desafio: escrever a História de Lamas. E porque não escrever a história das restantes freguesias?...&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas, não há bela sem senão... Um projecto deste quilate não poderia ser levado a cabo sem o apoio institucional das Juntas de Freguesia e da Câmara Municipal. De amor incondicional pela sua terra, o senhor Presidente da Junta de Freguesia de Lamas informou que, de acordo com os seus pares, a Junta daria o apoio possível. E para colaterais efeitos políticos evitar, recurso fez à Câmara Municipal para apadrinhar a causa. Lembra-se, Senhora Chanceler? Recorda-se da forma como negou apoio à magnífica história de Lamas? Lembra-se da excelsa resposta negativa que foi dada ao seu Presidente de Junta? Lembra-se, Senhora Chanceler? Claramente, foi desde logo percebida a motivação por detrás da negação... Porém, como dos fracos não reza a história, e relembrando as sábias palavras de quem sabe de História como poucos, decidi prosseguir com a empreitada. E a Lamas, seguiram-se Lamalonga, Macedo, Sesulfe, Cortiços, Chacim, Peredo, Bornes e Burga, Grijó, Vale Benfeito, Podence e Santa Combinha, Vale da Porca (e Banreses), Castelãos e Vilar do Monte. Sempre sem o apoio da Câmara Municipal, facto que muito me entristece, por não ver o brasão do MEU município associado aos logotipos das Juntas de Freguesia e de todas as entidades que apoiam logisticamente a edição.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Da persistência a genética, e após algumas recomendações de dignos Macedenses, no início do ano foi contactado o Senhor Vereador, amigo de longa data, no sentido de perceber a sensibilidade da Câmara Municipal para acolher um tão arrojado projecto. Da forma mais louvável, transmitido foi o apoio pessoal ao projecto, tendo sido acrescentado, de forma politicamente responsável, que a decisão acerca de um eventual apoio teria de passar pela senhora Vereadora responsável pelo Pelouro da Cultura. E o contacto, da forma mais respeitosa possível, passou a ser com a pessoa indicada. No entanto...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Senhora Chanceler, lembra-se que, mesmo com a intervenção meritória do seu parceiro de Executivo, o qual dignamente percebeu a importância de um projecto deste calibre, esteve mais de um mês sem responder ao e-mail que lhe enviei? Lembra-se de se ter desculpado através da demissão do anterior Vice-Presidente, culpando-o por lhe ter deixado imenso trabalho em mãos? Lembra-se de não me ter devolvido uma chamada, que prometeu, apresentando a mais esfarrapada de todas as desculpas com que já fui presenteado por um autarca, escrevendo que tinha perdido o meu contacto? Sabe quantas pessoas o têm em Macedo? Caso não se lembre, partilho, textualmente, o e-mail que me enviou:&lt;/p&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;&quot;Antes de mais, reitero o meu pedido de desculpas pela demora da resposta e aproveito o ensejo para me desculpar, também, pelo facto de lhe responder por esta via, ao contrário do combinado, mas não gravei&amp;nbsp;o seu número e, por&amp;nbsp;isso, não lhe posso telefonar.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background-color: white; color: #222222; font-family: Arial, Helvetica, sans-serif; font-size: small;&quot;&gt;No que tange à sua solicitação, lamento informar que, por questões de orçamento, não nos podemos comprometer&amp;nbsp;com um apoio pecuniário à edição da obra.&quot;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;E por aqui ficou a tentativa de obter algum apoio do MEU município, salientando que nunca mencionei apoios pecuniários, mas sim aquilo que é feito pelas Juntas de Freguesia, as quais adquirem um número acordado de livros a um valor meramente simbólico para os orçamentos públicos. Todavia, como o povo inteligente é, começou o interrogatório acerca da omissão do brasão do município nas contracapas dos livros editados. E, ousadia das mentes, acusado fui de, maquinalmente, estar a bloquear a instituição por motivações politicas. Ora essa! Reitero que o maior prazer que poderia ter era ver o MEU município como uma das entidades constantes nos apoios institucionais! Reiterando, em simultâneo, a gratidão que sinto perante as entidades que, de forma inabalável, têm apoiado as edições, e não negando que o MEU município, não obstante ser convidado para todas as apresentações, se tem recusado a conceder qualquer apoio para as ditas.&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Gratidão que é extensível ao Senhor Presidente da Câmara Municipal, o qual, tendo percebido a importância do projecto, ja marcou presença em três das apresentações públicas, tendo, após uma delas, amavelmente solicitado uma reunião para debater um eventual apoio. Reunião essa à qual, responsavelmente, acedi em marcar presença. No entanto, por outros compromissos, informado fui que a mesma decorreria sem a sua presença, tendo sido delegada a condução da dita reunião na Senhora Vice-Presidente e no Senhor Vereador. Novamente acedi, acrescentando que esperaria que os mesmos estivessem devidamente mandatdos para tal.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No entanto... Lembra-se de me dizer, nessa mesma reunião que, amavelmente o repito, o Senhor Presidente solicitou, que o mesmo apenas a tinha avisado no próprio dia para a dita reunião, colocando com isso em causa o próprio líder da Autarquia? Lembra-se de me dizer que seria capaz de ponderar um apoio à edição acerca da História das nossas, que não suas, freguesias, apenas e só se a mesma fosse submetida a uma Comissão Científica? Constituída por quem? Pelos que escrevem o Boletim Municipal, onde a História e o Património surgem permanentemente adulterados? Pelos que aprovaram a aquisição, para a Biblioteca Municipal, de 4 meros exemplares de duas das freguesias já editadas? Tem a certeza de que não os quer retirar do catálogo? Não vão os mesmos conspurcar com desconhecimento as mentes dos utilizadores que corram o risco de ler as barbaridades por lá escritas... Já agora, porque não submete à sua douta Comissão Científica os 13 volumes já editados? Instância última, não voltarão a cometer as atrocidades que vêm escritas no Boletim Municipal ou noutras publicações. Provavelmente, não voltarão a adulterar a História da Real Fábrica de Sedas, não insistirão em colocar a Necrópole do Sobreirinho em Edroso, não recorrerão mais à Wikipédia para uns &quot;copy-paste&quot; sobre Bornes, numa quase interminável lista que contraria o respeito pelos habitantes e descendentes do concelho.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Chamemos os bois pelos nomes... O apoio só não existe porque o autor não faz parte do círculo &quot;esquerdalho-salazarista&quot; que a suporta. Aquele mesmo que afirmou que &quot;para aquele gajo, nem um euro da Câmara&quot;. Mas não se preocupe. Daqui por uns anos ninguém se lembrará de si, nem dos mentores da Chancelaria. De mim também não, com toda a probabilidade. Mas as centenas de livros que já foram colocados em circulação permanecerão, e toda a gente, tal como agora, se questionará porque não surge por lá, por culpa de um narcísico paradoxo, o brasão do Município... E por lá subsistirão os nomes das Juntas de Freguesia e outras entidades que não acolitaram a tacanhez...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por mencionar outras entidades... Uma das que apoiou a edição do livro sobre a freguesia de Lamalonga, diz-me o mindinho dedo, recebeu &quot;ordem de expulsão&quot; das suas instalações? Eu sei que o Rio Tejo por lá não corre, passa-lhe ao lado o magnífico Tuela. Não bastava já à Chancelaria ter assassinado um dos eventos de referência no Noroeste concelhio, a Feira Romana? Agora a APOLA, Associação por Lamalonga, também entrou nos cadernos de perseguidos pela Santa Inquisição?... Perante isto, os meus mais recônditos fantasmas do medo inquisitorial fazem-me temer pela segurança das Juntas de Freguesia e das restantes entidades que apoio deram aos restantes volumes. Haverá mais algum decreto de expulsão?... Ou resumir-se-á a habitual prática do ostracismo?...&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ah! E existencial dúvida... Para lá da &quot;Coltura&quot;, também a Educação faz parte da Chancelaria, certo? Em relação à qual me disse, em plena reunião onde tentou humilhar-me, que era a sua prioridade. Mas então, atentando na última reunião pública de Câmara, foi de férias quando começou o novo ano lectivo?... Se trata assim as prioridades, entendo porque é a Cultura assim tratada...&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, de instituídos medos, vão os conterrâneos apelando à intrepidez, mesmo que, confessor não sendo, confidenciados são os receios das represálias, «só não ponho um &quot;Gosto&quot; porque ainda sofro as consequências, sabes como é». Mas &quot;atão&quot;, regressámos ao Reino do Medo? Oh Torga, ressuscita lá o Reino Maravilhoso! E, deferências tantas, explica lá, &quot;se faxabor&quot;, o conceito a uns iluminados de moçárabe influência que tanto o deturpam.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/09/o-santo-oficio-da-chancelaria-da-coltura.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-9061032826013254286</guid><pubDate>Wed, 16 Sep 2020 00:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-16T02:25:39.369+01:00</atom:updated><title>A Sacra Arte da &quot;Coltura&quot;</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFPdGnuHdfP9l86OGnft9FTAieeuD0LPbFwqiMRRzIuxcXOslzxccj-rlVxEfZDo_i-UFlaax8VCNZtWeCB5LcWMai1KVLM06fp7TsSOC-i-OW6XWXGyviTLZpJ4wpJJUBb8dZ8ona5pQ/s411/Feira+S.+Pedro+85+Casa+Falc%25C3%25A3o.JPG&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;270&quot; data-original-width=&quot;411&quot; height=&quot;263&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFPdGnuHdfP9l86OGnft9FTAieeuD0LPbFwqiMRRzIuxcXOslzxccj-rlVxEfZDo_i-UFlaax8VCNZtWeCB5LcWMai1KVLM06fp7TsSOC-i-OW6XWXGyviTLZpJ4wpJJUBb8dZ8ona5pQ/w400-h263/Feira+S.+Pedro+85+Casa+Falc%25C3%25A3o.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Exma. Senhora Chanceler da Coltura de Macedo de Cavaleiros,&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Provavelmente a sua Comissão Científica nunca lhe terá falado em Emília Viotti da Costa. Fique descansada, de legados tantos, na sacra arte influente não foi, nem de vandalismos culturais profanará a culta vontade recheada a colectivas mostras num Museu que parido foi para enaltecer as virtudes do meu concelho. Meu, como de tantos, que seu não é, nem na aparência de adoptiva terra que respeitar não sabe. Desculpe a arrogância de um humilde servo que vergar o costado não faz, que a Duquesa de Abrantes, napoleónicos tempos de Junot, nestas terras xísticas influência não teve.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas regressemos à Emília, Professora Doutora Emília, se favor faz, na eloquência de célebre tirada na qual afirmava que &quot;Um povo sem memória é um povo sem história. E um povo sem história está fadado a cometer, no presente e no futuro, os mesmos erros do passado&quot;. Pública e encarecidamente lhe peço: &quot;Não foda a história e a cultura do meu concelho e do meu povo&quot;. Porque, tentar foder-me a mim, numa reunião amavelmente solicitada pelo Senhor Presidente, ainda vá que não vá. Tentar aplicar a já tão propalada arrogância narcísica, dos seus pares a confidência, com um humilde servo Macedense, na trajectória errada ao servo, de eloquente repetição, ainda vá que não vá. Mas, como diria Shakesperare um &quot;foda-se&quot;? Talvez um &quot;Fuck you, Macbeth&quot;? Ou em variante exclusiva, &quot;Go and fuck yourself, Hamlet&quot;?... &quot;Peis, ma num tibu nium tio tchamado Cláudio&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porque não cumpre as suas exímias e intocáveis ameaças alicerçadas no seu correlegionário e mentor, deixando órfãos aqueles que, das pedras paridos, ainda me deixam o benefício da dúvida em relação ao bem que querem à sua terra (deles que não sua, de confusões pronominais não vá o diabo tecê-las... Diabo? Ups...).&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Instância última, de respeito público assumido, ainda aceito que contratem candidatos estrelados, de eficiência inquestionável na preservação do público património. Menos quando vejo o «rex inutilis» como povoador... Ou outros desvios redundantes dirigidos a &quot;ignóbeis&quot; da História como eu. Coisa típica, o meu ex-colega Tchico também tinha esses desvarios, resquícios do antagonismo, por isso gostava da coerência do meu Amigo irmão do dos submarinos, e da Marisa, grande Mulher essa, de ostracismos não obliterava os abraços, na presença das divergências os ditos. Mas isso é respeito, &quot;respect&quot;, em britânicas licenciaturas...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E já me desviei do Museu de Arte Sacra.... &quot;Rais&#39;parta&quot;... Conheceu o Eng. Luís Vaz? O visionário da Casa Falcão? Esse mesmo, MEU Presidente, como o Comendador, o Beraldino, o Duarte, o Benjamim. Conheceu o Manuel Cardoso e o Carlos Mendes? Oh, insanidade minha, como não haveria de conhecer? Então não está em pleno processo de revisão de inteligências? Sei, Senhora Doutora de Inglês (como se diz &quot;Macedo não presta, no douto idioma britânico&quot;? Ai os &quot;pupils&quot; que dão com a língua nos dentes...), que preparada está para adulterar a realidade histórica e cultural da MINHA terra (acaso já me viu a tentar deturpar a história ribatejana?). Sei que, na reunião que tivemos a pedido do Senhor Presidente, inverteu todo o processo que o irá prejudicar... Mas, afinal, não está já fora da próxima lista candidata à MINHA Câmara Municipal? Porque não investe o seu douto conhecimento na SUA terra e leva as doutas exposições colectivas para a Beira-Tejo?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O Museu de Arte Sacra de Macedo de Cavaleiros (essa mesma terra, &quot;abominável terra&quot;, em relação à qual afirmou, perante alunos, que a melhor coisa que tinha era a placa de saída) nasceu para exaltar a riquíssima arte sacra do concelho. Nasceu para proporcionar às suas gentes um conhecimento sobre a insofismável riqueza do seu património religioso. Não questionando o gosto (ou a falta dele), peço-lhe o favor de não adulterar os valores da MINHA terra, do MEU concelho. E, não querendo ser abusivo, porque não segue o seu próprio conselho, seguindo pela placa de saída? Da forma como a sua Comissão Científica confunde Comunhas com Edroso, a ribeira de Chacim com o rio Azibo, deixo-lhe a alternativa de seguir pela indicação que menciona a A4 ou, em alternativa, também poderá seguir pelo IP2. Desde que vá adulterar a &quot;Coltura&quot; para regiões mais meridionais, onde o seu braço &quot;esquerdalho-salazarista&quot; terá, estou seguro, um melhor acolhimento, indiferente me é o percurso.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Um último pedido: deixe os homens trabalhar (nada de instintos machistas, surge a advertência apenas porque os seus parceiros de &quot;coligação&quot; são de masculino sexo... E, responsavelmente, abre a porta à Sónia, prova provada de que o comentário nada tinha de componente reprovável). Pode ser que as birras narcísicas terminem e a &quot;coltura&quot; passe a ser vista com Cultura.&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com os melhores cumprimentos MACEDENSES, na expectativa de que &quot;inda&quot; deixe o Benjamim e o Rui (e a Sónia) fazerem &quot;algua cousita pur a nha terra parideira, q&#39;ela bem no merece&quot;. E &quot;ó depeis, o pobo lá botará as cruzes nuas liztas adonde o sou nome já stará albidado&quot;...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Yours sincerely&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;The abominable man from behind the hills&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/09/a-sacra-arte-da-coltura.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjFPdGnuHdfP9l86OGnft9FTAieeuD0LPbFwqiMRRzIuxcXOslzxccj-rlVxEfZDo_i-UFlaax8VCNZtWeCB5LcWMai1KVLM06fp7TsSOC-i-OW6XWXGyviTLZpJ4wpJJUBb8dZ8ona5pQ/s72-w400-h263-c/Feira+S.+Pedro+85+Casa+Falc%25C3%25A3o.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-3954660168634370881</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2020 23:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-15T01:22:09.994+01:00</atom:updated><title>Os melros da Comissão Científica do &quot;P&#39;louro da Coltura&quot;</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJRqYDebRyHsZ0rs8OUwYfhHsPTFuOESrcSZb7TPjM0uP7YyAwjXIyWgS437_7gy9xRSg8DsUGLo4RTGPDaiQluPZwbmAEq936hlq65iU6FEasrKQw6pRvLXMm0JoM8PLF-kpYi3ccp-U/s511/vagamundos.png&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;511&quot; data-original-width=&quot;505&quot; height=&quot;500&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJRqYDebRyHsZ0rs8OUwYfhHsPTFuOESrcSZb7TPjM0uP7YyAwjXIyWgS437_7gy9xRSg8DsUGLo4RTGPDaiQluPZwbmAEq936hlq65iU6FEasrKQw6pRvLXMm0JoM8PLF-kpYi3ccp-U/w494-h500/vagamundos.png&quot; width=&quot;494&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;De confissões o prólogo, &quot;arrepia-se-m&#39;aspinha&quot; sempre que olho para uma publicação e &quot;bêjo a nha terra&quot; enaltecida. De frustrações tamanhas, cansado estou dos mediáticos da social comunicação a perguntarem-me se &quot;Macedo se afudou no Azibo&quot;... Fico &quot;um cibo spritado&quot; com as interrogações, apenas porque &quot;le boto miúda proa na terra parideira&quot;...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas de irreprimíveis arrepios se me preenche a alma, se alma tenho, na crença do infinito se alimenta, &quot;q&#39;ó corpo, mou filho, já deve estar racontra...cosido co butelo, co&#39;as casulas, co&#39;as tchouriças&quot; e demais acepipes de uma terra única. E &quot;que mim gozto d&#39;um cibinho de centêo, untado c&#39;um tantinho d&#39;azeite, e uas alcaparras temp&#39;radinhas, c&#39;um dasquéis caldos de balulas mastragadas co&#39;a hórtaliça... e ua seladinha de beldroegas ou d&#39;azedas&quot;... Do pecado mortal se alimentam também as entranhas... &quot;Abonda daí o farragatcho pra tchigar as brasas ó pote&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&quot;E ós melros&quot;... Não os da ornitologia, mas os do ditado, no cada tiro seu... Também poderíamos chamar os pardais, mas acabou-se o milho, e o primeiro já não podemos chamar à liça... Mas chega de &quot;trocadalhos&quot;, do &quot;carilho&quot; os dizem, nas quase insondáveis atoardas da promoção &quot;coltoral&quot;. Sejamos objectivos, na objetividade insofismável de um pseudo-careto, paixões tantas pela genuinidade, que a virgindade da essência foi perdida em tempo único, no inesquecível uso de fato colorido e máscara diabólica emprestados, juventude ida de pulos e algazarras tantas, &quot;no mêo dos mous de Podence&quot;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E bem ali ao lado, segundo veiculado pela Vaga Mundos, &quot;aproveite para conhecer a Fraga da Pegada, um geossítio com
gravuras e incrustações que datam da Idade do Ferro e da Idade Média&quot;... Elevações ao blogue de viagens, de peixe vendido como vendido lhe foi, poupanças à aleivosia da Comissão Científica queria, mas a gestão da Chanceler da &quot;Coltura&quot; permissão não me dá... &quot;Atão a Cumissão num besit&#39;ós sítios nim oube os que déis sabim?&quot;. E &quot;bota lá maiz&#39;uas mangações ó pobo&quot;! Antes de tentarem (sim, tentarem) promover o território não fazem os TPC? Ou deturpam a abreviatura estudantil, metamorfoseando-a num &quot;ide TPC, Todos Pró C..., que sois uma cambada de ignorantes perante a nossa excelsa Comissão Científica&quot;! Ilustríssima Senhora Chanceler da &quot;Coltura&quot;, os seus apaniguados não lhe transmitiram a datação cronológica das gravações da Fraga da Pegada? Há um tempo antes da dita Idade do Ferro... Instância última, caso não creia no constante no &quot;Podence &amp;amp; Santa Combinha - Universo de Caretos, Terras de Abades&quot;, à bibliografia disponível recorrer poderá, de licenciados em Arqueologia está repleta...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Quase ao lado, mortífera peste ao legado, &quot;A Praia da Ribeira, vencedora das 7 Maravilhas Praias de
Portugal, tem relvado, parque infantil e campos de jogos onde até há lugar para
campeonatos de voleibol de praia&quot;. Há? Existencial dúvida da ignorância...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A página virando, de saltos quilométricos a jornada, Chacim como próxima paragem... &quot;Não deixe
também de visitar a Igreja Matriz (Igreja de São Sebastião e Santa Eufémia), a
Capela do Desterro, o Pelourinho e de atravessar o riacho pelas pontes
medievais do Bairrinho e da Paradinha.&quot;... &quot;Bô, ora c&#39;uma deztas&quot;!!! Voltaram à Wikipédia? A sua Comissão Científica não sabe que a igreja é dedicada à mártir Santa Comba? E, descendo um &quot;cibinho&quot;, de facto atravessa-se o riacho pela ponte do Bairrinho. E, num saltinho de &quot;quilometrozecos&quot;, nada de transcendente para quem conhece o território via Google Maps, a ponte da Paradinha atravessa o &quot;riacho&quot; do Azibo.&quot;Bá, é só um tantinho dezbiado e fica na mesma freguesia&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Depois atravessamos a serra e há um percurso que &quot;tem início e fim na aldeia de Vilar do Monte, passa pelo Convento Jesuíta&quot;... Confirma-se, de facto, que os Jesuítas por estas bandas andaram. Bastaria terem lido os volumes correspondentes a Castelãos &amp;amp; Vilar do Monte, Cortiços e Grijó, de recurso à Comissão Científica teria poupado as gastas teclas do meu computador de não licenciado em História... &quot;Bá, prontos&quot;... Tivemos conventos, &quot;sim, s&#39;nhora&quot;, em Sesulfe e Fornos de Ledra. E em Chacim, onde se mantém no activo. &quot;Ó depeis, que mai fai, maiz&#39;um menoz&#39;um&quot;? Se a seguir a uma quinta, pode vir uma Sexta, porque não pode a excelsa Comissão, detentora de não menos excelsa sabedoria sobre o território, &quot;botar&quot; mais um convento? Para exaltar o meu reduzido &quot;knowledge&quot;, até podem inventar a Companhia de Jesus feminina...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E &quot;prontos&quot;, a seguir regressamos à sede de concelho. Onde nos é sugerido: &quot;Visite a Igreja Matriz de São Pedro (a antiga)&quot;... Da próxima vez que me deslocar à terra parideira, seguindo as irrefutáveis sugestões da &quot;Coltura&quot;, qual&amp;nbsp; Indiana Jones de modernos tempos, percorrerei as artérias da &quot;nha bila&quot;, armado em Salteador da Nova Igreja Matriz de São Pedro Perdida...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E gratidão à VagaMundos pela promoção à minha terra parideira. Caso eu fosse a Abrantes, também venderia o peixe do Tejo como mo vendessem...&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/09/os-melros-da-comissao-cientifica-do.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJRqYDebRyHsZ0rs8OUwYfhHsPTFuOESrcSZb7TPjM0uP7YyAwjXIyWgS437_7gy9xRSg8DsUGLo4RTGPDaiQluPZwbmAEq936hlq65iU6FEasrKQw6pRvLXMm0JoM8PLF-kpYi3ccp-U/s72-w494-h500-c/vagamundos.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-3629573706721691668</guid><pubDate>Sat, 12 Sep 2020 16:41:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-12T18:09:51.636+01:00</atom:updated><title>As descoordenadas geográficas da &quot;Coltura&quot;</title><description>&lt;p&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXISO7df_g4fugIZJg7mW-G1PU9kIURiy0VoEAvgg5XO1taexGtvYNPT9rpTKWg2spRD66GeXv4VZGs020dlI8rE7M9hQ2t_F66I75bmU4h3o-gzHER6GSn3UDy1cAi-HHJzjMV4905b8/s1194/119068389_3334483119945253_2622904512374854288_n+%25281%2529.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;843&quot; data-original-width=&quot;1194&quot; height=&quot;354&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXISO7df_g4fugIZJg7mW-G1PU9kIURiy0VoEAvgg5XO1taexGtvYNPT9rpTKWg2spRD66GeXv4VZGs020dlI8rE7M9hQ2t_F66I75bmU4h3o-gzHER6GSn3UDy1cAi-HHJzjMV4905b8/w500-h354/119068389_3334483119945253_2622904512374854288_n+%25281%2529.jpg&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Oh estarrecimento da alma!... Então queriam submeter-me a esta Comissão Científica?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Enquanto, agradavelmente, folheava o último MACEDO NÃO PARA, chegada que estava a página 12, os sentidos visuais, em momentâneo arrepio, confrontados que foram com uma deslocada fotografia no artigo sobre a União das Freguesias de Espadanedo, Edroso, Murçós e Soutelo Mourisco. Ao choque inicial, sobrepôs-se a ideia de que deveria ser um equívoco gráfico, daqueles que acontecem a quem faz. Mas não, santa inocência! Então, se Bornes e Chacim já tinham sido historicamente mal tratados nas páginas anteriores, porque não haveria de manter-se a coerência? &quot;Bamos lá atão indrominar os póbos da serra!&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Procuro diminuir a minha ignorância percorrendo o texto, nesta insaciável vontade de conhecer cada vez melhor o meu concelho. Já o filósofo Platão dizia, &quot;tudo o que sei devo-o à minha ignorância&quot;. E detenho-me logo na expressão&quot;a aldeia mais pequena de Portugal&quot;, numa referência a Soutelo Mourisco. Os meus parcos conhecimentos dizem-me que, nem à data referenciada de 2013, tal se aplicava. Quer dizer, expliquemo-nos: com efeito, era a freguesia mais pequena de Portugal em termos populacionais. Todavia, não vá a minha ignorância trair-me, talvez os conceitos tenham mudado entretanto e, futuramente, veja o nome administrativo alterado para União das Aldeias de Espadanedo, Edroso, Murçós e Soutelo Mourisco. Mas. nesse caso, o que faríamos com Valongo, Bousende, Vilar Douro e Cabanas?... Mas adiante, que não é o equívoco erro de palmatória...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Prossegue a dissertação, dando destaque, a &quot;bold&quot;, à Igreja Matriz em estilo barroco na aldeia de Edroso. Acreditando nos licenciados em História de Arte, o tal de barroco apenas pode encontrar-se no interior do templo. Porque o exterior, minha cara Comissão Científica do &quot;P&#39;louro da Coltura&quot;, é quinhentista, aí incluído um conjunto de pedras incrustadas na parede lateral da igreja que nos remetem para tempos medievais. Mas entendo... Talvez a dita Comissão Científica se tenha equivocado (de novo), nunca tenha visitado Edroso, nem tenha percorrido a bibliografia disponível... Ou percorreu, e confundiu o barroco de Murçós ou Bousende, ou o tardo-barroco de Soutelo Mourisco, e &quot;bota lá disto, q&#39;ó que serbe pra uas debe serbir prás outras&quot;! Coitado do incauto viajante que, interessado em património, e procurando a enorme rota do barroco no concelho, siga as instruções emanadas pela &quot;Coltura&quot;. No mínimo, ficará atónito na presença da fachada &quot;barroca&quot; da igreja de Edroso... E porque omitiram as restantes e magnificas igrejas da União das Freguesias? Ah! E conhecem um dos exemplares mais belos de arquitectura religiosa em capelas, situado no local onde existiu uma outra aldeia, quase à entrada de Edroso? E não vou &quot;botar-me&quot; a falar de sítios arqueológicos no território... &quot;Num se me fitchab&#39;á matraca&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Mas a cereja no topo do bolo estava reservada para o texto referente à tal foto que ladeia, na página dedicada à União das Freguesias, a da frontaria da igreja de Edroso. Porque a tal foto refere-se à Necrópole do Sobreirinho, a qual, segundo os mínimos conhecimentos geográficos e arqueológicos que possuo, se situa em Comunhas, na vizinha freguesia de Ferreira. Acrescenta o dito texto: &quot;Nesta aldeia (Edroso) pode visitar a Necrópole do Sobreirinho&quot;... Eu sei que se situa a meio caminho entre Comunhas e Edroso, mas... Regresso ao incauto viajante em busca do magnífico património concelhio, seguindo as instruções do boletim, perdido pelo meio de Edroso a perguntar pela dita necrópole... Terá havido um deslocamento do sítio arqueológico ou houve alguma reorganização administrativa que desconheço? Porque, na minha modesta opinião, isto é uma falta de respeito em relação a Edroso e a Comunhas, na vizinha freguesia de Ferreira... A César o que é de César...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Por mencionar respeito (ou a falta dele)... Então, depois do processo que se resume à selvática tentativa de &quot;assassinar&quot; a Associação Terras Quentes, fechando museus da sua responsabilidade, retirando-os das suas instalações, cortando-lhes os apoios e ostracizando-os ao abrigo de uma perseguição que faz recuar aos tempos do Santo Ofício, têm o desplante de a mencionar no &quot;boletim oficial&quot;? De facto, que tiro no pé esta minimalista homenagem a quem desenterrou o passado do concelho... De facto, muito do que sei (sabemos) sobre a história do nosso concelho deve-se a essa associação à qual a &quot;Coltura&quot; pretende injectar algo mais virulento do que o tão propalado COVID. De facto, só conseguem &quot;botar faladura&quot; acerca da Necrópole do Sobreirinho ou do Povoado do Bovinho porque alguém foi destemido e teve a coragem de os estudar. Mas como agora há uma Comissão Científica que o melhor que consegue é adulterar a nossa história e o nosso património, que se dane todo e aquele que queira trazer alguma luz às nossas populações...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A finalizar... Pergunta inocente, na inocência de quem conhece as 66 aldeias do nosso concelho: então Espadanedo não tem património que mereça ser realçado no boletim oficial? Excelentíssima Chancelaria da &quot;Coltura&quot;, conhecem a igreja de São Miguel? E o seu espaço envolvente?... E o magnífico percurso que vai de Soutelo Mourisco a Vilar Douro e depois até Cabanas? E já alguma vez se atreveram a fazer um desvio a Valongo (não o do litoral, o nosso mesmo)?... Já percorreram as entranhas da serra, num entardecer onde se vê a epiderme da terra enrugada pelo últimos raios de sol?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Talvez a Comissão Científica que arrastou Comunhas para fora do seu território o desaconselhe. Dessa forma, continuará o &quot;P&#39;louro da Coltura&quot; na sua cruzada contra aqueles que, de facto, valorizam e sabem valorizar a história e o património de um território ímpar. Do &quot;pouquetchinho&quot; que sei sobre história contemporânea, não era a &quot;outra senhora&quot; que insistia em manter as populações ignorantes, sob ameaças e manipulaçoes constantes? O &quot;lápis azul&quot; parece ter adquirido outras cores, mais estreladas, mais avermelhadas, numa vã tentativa de castrar o espírito crítico daqueles que não acreditam em neo-Tarrafais ou neo-Peniches...&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/09/as-descoordenadas-geograficas-da-coltura.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXISO7df_g4fugIZJg7mW-G1PU9kIURiy0VoEAvgg5XO1taexGtvYNPT9rpTKWg2spRD66GeXv4VZGs020dlI8rE7M9hQ2t_F66I75bmU4h3o-gzHER6GSn3UDy1cAi-HHJzjMV4905b8/s72-w500-h354-c/119068389_3334483119945253_2622904512374854288_n+%25281%2529.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-2203357241117359614</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2020 23:33:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-12T00:33:00.899+01:00</atom:updated><title>Mais atoardas do excelso Pelouro da &quot;Coltura&quot;</title><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuG9vhQRIrAu19X8IGCK7M8DrNrEzUY4BrMBXd-Wl4-ciuu16tkeeyqzeI2trkl1Ow4UQg4RF-vMiJfB3sAXOdkLVx5xcG2JNLUcBiaEUF5nTU9tH642pc0NrP-dFweae1SEbiptoq3uU/s652/ChacimCapaII.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;652&quot; data-original-width=&quot;392&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuG9vhQRIrAu19X8IGCK7M8DrNrEzUY4BrMBXd-Wl4-ciuu16tkeeyqzeI2trkl1Ow4UQg4RF-vMiJfB3sAXOdkLVx5xcG2JNLUcBiaEUF5nTU9tH642pc0NrP-dFweae1SEbiptoq3uU/s320/ChacimCapaII.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&quot;Rais&#39;parta&quot;! Poderiam ter optado por qualquer freguesia &quot;pra botar&quot; no MACEDO NÃO PARA (para quê?...).. &quot;Ma não, queis são guitchos!&quot;... Foram logo optar por Bornes, Chacim, Lamas e a União das Freguesias de Espadanedo, Edroso, Murçós e Soutelo Mourisco! De científicas comissões, &quot;toma lá que já as bais a mamar&quot;, que quem domina o concelho &quot;semos&quot; nós, e &quot;mandemos&quot; na história do dito, que nós é que sabemos da poda... E já veremos como te &quot;bais amanhar&quot;... Pois... As três primeiras já fazem parte do cardápio que o &quot;P&#39;louro da Coltura&quot; quer, à força de muitas forças, rumores das neblinas da serra, enviar para a fogueira das vaidades, qual Inquisição dos tempos modernos. Quanto à incomparável união da serra, louvores aos seus responsáveis, no forno já está, na grandiosidade dos séculos que lhe pinta as entranhas. Se sobre o &quot;Bornes wikipédico da Coltura&quot; parecemos já estar conversados, na sagacidade da sabedoria popular, cada cavadela, sua minhoca, de deturpações minhas, na &quot;Coltura&quot;, a cada cagadela sua troca. Ou, na pretensa arrogância do avaliado, quando a &quot;Coltura&quot; estiver a descascar as maçarocas do milho, já este ignóbil fez pipocas...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ora, regressemos ao repetidamente magnífico MACEDO NÃO PARA... E a Chacim... «A história do concelho de Macedo de Cavaleiros cruza-se a (este &quot;a&quot; está mesmo lá) com a história de Chacim...». Até aqui, nada a opor. É &quot;berdade, berdadinha&quot;... E prossegue a dissertação com «...uma pequena freguesia que hoje tem cerca de 265 habitantes, mas que até 1853 foi a sede do município»... &quot;Oh c&#39;um caralhitchas! Mas atão algua freguesia do mou concelho pode ser tchamada de piquena? Bô???!!!&quot;. Porém, que &quot;num troç&#39;á porc&#39;ó rabo por ua cousa assim&quot;... Mas, e &quot;atão Cortiços&quot;? Era sede do quê? Em regressão temporal até ao tal ano de 1853, o concelho de Macedo de Cavaleiros foi parido inicialmente com 32 freguesias (digo eu, que não faço parte da Comissão Científica da &quot;Coltura&quot;): uma desanexada do concelho de Bragança, outra do de Izeda, duas do de Torre de D. Chama, onze do extinto concelho de Chacim e... dezassete do extinto concelho de Cortiços. DEZASSETE!!! Mas perdoe-se o lapso, porque dizem os documentos oficiais que, formalmente, o neófito concelho foi formado à custa de Chacim, mesmo que os conterrâneos de Cortiços possam ficar &quot;imbutchinados&quot; pela secundarização política, coisa que não merecem, de facto. Afinal, foram os maiores contribuidores para a nova divisão administrativa...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E prossegue a douta dissertação sobre a nobre Chacim, fazendo referência ao Real Filatório. Reconheço que o nome é pomposo... R E A L&amp;nbsp; F I L A T Ó R I O... No entanto, em documento oficial algum, tempos outros de régias vontades, o dito vem referenciado como tal. Na tacanhez do emanado pelo &quot;mais vale parecê-lo que sê-lo&quot;, nós tínhamos uma REAL FÁBRICA DE SEDAS, não um tal de Real Filatório! O tal de filatório era a máquina de fiação... Em relação ao qual se refere o boletim oficial: «O trabalho de investigação realizado por vários investigadores do nosso país não parece ter revelado, até ao momento, a existência desta dobadoura mecância sendo o trabalho realizado manualmente pelas mulheres». &quot;Jesus Cristo, balha-me Deus No&#39;Senhor&quot;!... Os investigadores a que se referem fazem parte da vossa Comissão Científica? Que desapontamento... Começo a desejar ter-me submetido à dita Comissão Científica proposta pela senhora Chanceler da &quot;Coltura&quot;... Desconheço se em terras nas quais o desprezível Junot foi nomeado Duque por Napoleão terá havido seda. Mas houve uma escritora, esposa do dito, ao que parece, sob o pseudónimo de Duquesa de Abrantes. Não deve a douta ter reparado que o dito filatório foi construído em Lisboa e transportado, sob escolta militar, até Chacim, lá para o longínquo mês de Julho de 1787... Pois... Era de madeira, e perecível é a dita... Ah! E depois da venda em hasta pública, o dito filatório, se ainda se mantivesse nas instalações, deve ter sido consumido pelo fogo que assolou o complexo transformado, entretanto, em estábulo...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Um tal de complexo em relação ao qual, diz o boletim oficial: «A fábrica laborou até 1807, aquando das primeiras invasões francesas»... Dizem os ignorantes não constituintes da dita Comissão Científica que a Real Fábrica de Sedas ainda laborava em 1820. E que só encerrou definitvamente em 1834. Coisa de somenos importância. Afinal acertaram no século em que fechou a laboração... Desconheço é se acertaram quando dizem que «A investigação levou à classificação do edifício por parte do IPPAR». &quot;Bô? Adonde é q&#39;stá o Decreto?»...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&quot;E ó depeis&quot;... A história de Chacim é de tal forma grandiosa que o primeiro volume, &quot;Chacim - Espaço de Lendas, Terra do Mordomo-mor do Rei&quot;, só nos faz viajar até ao séc. XVI. Embora assim seja, aconselharia vivamente a &quot;Coltura&quot; a passar-lhe uma vista de olhos... Talvez no próximo MACEDO NÃO PARA pedissem desculpa aos chacinenses pelos ultrajes... E pela omissão do tanto que Chacim possui... D. Nuno Martins de Chacim, o tal que, conjuntamente com o primo Mendo Gonçalves, deu o epíteto &quot;dos Cavaleiros&quot; a Macedo (o &quot;de Cavaleiros&quot; é adulteração do séc. XIX), deverá estar a desembainhar a espada neste momento...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/09/mais-atoardas-do-excelso-pelouro-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhuG9vhQRIrAu19X8IGCK7M8DrNrEzUY4BrMBXd-Wl4-ciuu16tkeeyqzeI2trkl1Ow4UQg4RF-vMiJfB3sAXOdkLVx5xcG2JNLUcBiaEUF5nTU9tH642pc0NrP-dFweae1SEbiptoq3uU/s72-c/ChacimCapaII.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-1848383902145950795</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2020 00:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-11T16:00:46.732+01:00</atom:updated><title>O conhecimento wikipédico do Pelouro da &quot;Coltura&quot; </title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjep7fjSS0lhs-OSm3S2IaqQOerGfxWXCf0UkcufyQMVY2q7c-n40zrGkBOgxEctBeVQzM3FsU8VDsf-qcVKfhQG94RW_VoIWzNWPgOn1Uc5JdaAA2pC6eXS64WGzSeinzvnXbZ6vsDOSM/s652/Bornes%2526BurgaCapa.jpg&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;652&quot; data-original-width=&quot;392&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjep7fjSS0lhs-OSm3S2IaqQOerGfxWXCf0UkcufyQMVY2q7c-n40zrGkBOgxEctBeVQzM3FsU8VDsf-qcVKfhQG94RW_VoIWzNWPgOn1Uc5JdaAA2pC6eXS64WGzSeinzvnXbZ6vsDOSM/s320/Bornes%2526BurgaCapa.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Ou deixa ver se consigo traduzir isto para «de wikipedique quenouledege ofe de area ofe &quot;colture&quot;» (ofe mai taune, ofe corse). Macarrónicas elipses de superfícies não cónicas, numa vertente plana de eixos... Ops... Já estou a divagar por áreas que assumi não serem as minhas e, disparate por disparate, o melhor é ficar pela disparatada corrupção iletrada de um idioma universal. Dúvidas tantas, de corrupios a vontade, que melhor é não adensar muito a escrita, de acusações derivadas, não vão ressuscitar o meu serralheiro favorito, de nobel condecoração, e acusá-lo de não ser licenciado na materna língua camoniana. Descansa, José, que a jangada de pedra aportou ao território de Guerra Junqueiro, Trindade Coelho e, mais recentemente, Rentes de Carvalho. E sofreu um inusitado desvio, deixando o inevitável Torga do outro lado, fixando-se em terras de Sancirilo, queria dizer, A. M. Pires Cabral. A propósito, todos deveriam ler Sancirilo. Qual 1984, qual Admirável Mundo Novo, qual Triunfo dos Porcos (ainda que lhe tenham adulterado a tradução original)? O bem nosso Pires Cabral, qual Nostradamus dos tempos modernos, colocou a pena em forma de profecia... Mas, paciência aos santos, também não sou letrado em Literatura... De meter a foice em seara alheia, ainda me arrisco a nova comissão examinadora... Mas adiante, que vai a cenoura atrás do burro, ou o inverso, que &quot;mai fai&quot;...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Descansem que, desta vez, não vou &quot;racontracoisar&quot; nada, e como gosto do neologismo &quot;coisar&quot;, que de tanto vazio, tanta utilidade tem. Mas adiante, dizia eu, não vá o abade mor ameaçar-me de excomunhão, regressemos à Wikipédia, magnífico analgésico para todas as dores derivadas do desrespeito pela nossa gente, de palavras outras o plágio, &quot;deixe lá isso, homem, que esta gente come aquilo que lhe damos&quot;. Mas não é assim. Na minha banal angústia por aplacar as ânsias estomacais pela excelência, não como aquilo que me dão, e não troco uns &quot;bôs tchítcharos&quot; por um &quot;maquedonaldes&quot; qualquer. E, pelos vistos, querem &quot;intcher&#39;a pança ós mous&quot; conterrâneos com comida plástica mental. Mas voltemos à Wikipédia... E a Bornes...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;«O povoamento do território a que corresponde a actual freguesia de Bornes é bastante remoto e a comprovar esse facto estão vários documentos do século XII. Por eles se sabe que a origem da povoação estaria na época pré-romana, dada a defesa castreja proporcionada pela serra Monte de Mel.» E avancemos para a magnífica publicação «MACEDO NÃO PARA». Bem, pantominices minhas, esta coisa do &quot;pára&quot; sem acento não me assenta. Mas isso é só porque sou contra o &quot;desacordo&quot;. E quem lê estas baboseiras culpa não tem das minhas preferências linguísticas... Ah! Voltemos ao MACEDO NÃO PARA... Publicação apelativa, louve-se o gosto, mas...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;«O povoamento de Bornes remonta ao século XII, como é comprovado em vários documentos que colocam a origem da povoação numa época pré-romana. Tal convicção é firmada pela defesa castreja proporcionada pela Serra de Monte Mel»... &quot;Bô, adonde é q&#39;ou já bi ua cousa mêa parecida&quot;? Ultraje aos neurónios, cansados que estão, esta é uma transcrição bem ao jeito de trabalho de final do 8º ano, bem ao jeito de &quot;muda-l&#39;a ordim das palabras, q&#39;injaldremos ua nota mim boa da prussora&quot;.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Ora... Os documentos do séc. XII provam uma origem pré-romana de Bornes? &quot;Or om&#39;zesta! Atão?&quot;... Defesa castreja? Em Bornes? Ficaria grato que me indicassem os locais com vestígios de povoados fortificados... Nem as prospecções da Associação Terras Quentes, nem a bibliografia, do Abade de Baçal até Francisco Sande Lemos, alvitram tal coisa. Deve ter sido a comissão científica...&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E, prosseguindo, só para achincalhar mais um &quot;cibo&quot;:&lt;/p&gt;&lt;p&gt;1 - Wikipédia: «O mais antigo documento escrito relativo à freguesia remonta a 1110, data em que duas famílias fazem a doação dos herdamentos que possuíam em “Bornis” ao arcebispo de Braga, D. Maurício»&lt;/p&gt;&lt;p&gt;2 - MACEDO NÃO PARA: «Segundo vários registos, o documento mais antigo que referencia o nome da freguesia data de 1110, quando duas famílias terão feito uma doação dos herdamentos que possuíam em &quot;Bornis&quot; ao arcebispo de Braga»&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&quot;Ó menos&quot;, poderiam não ter omitido o nome do arcebispo. Ah! E não foram duas famílias, foram três! E uma delas, caso tivessem ido à apresentação do livro &quot;Bornes &amp;amp; Burga - Nobreza de Monte Mel&quot;, teriam percebido a importância que teve na história... nacional.&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;E metendo novamente a foice em seara alheia... &quot;A orografia desta desta zona do concelho é um vedadeiro chamariz para os praticantes de parapente e asa-delta&quot;... &quot;Ó balha-me Deus&quot;! Porque copiaram frases de um documento escrito antes da instalação das eólicas?&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Senhores responsáveis pelo Pelouro da &quot;Coltura&quot;, estas elocubrações acerca da &quot;coltura&quot; oficial são apenas uma pequenissima amostra das atrocidades cometidas contra a verdade da nossa história. Um destes dias, haverá mais, porque Bornes, e as restantes freguesias, merecem mais respeito do que as atoardas que saíram no boletim oficial...&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Uma última dúvida existencial ao Pelouro da &quot;Coltura&quot;: era à comissão responsável pelos disparates históricos saídos no boletim oficial que pretendiam submeter-me? Duplamente, &quot;ó balha-me Deus&quot;! Já sentiram os beliscos a que os pouparam?&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/09/o-conhecimento-wikipedico-do-pelouro-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjep7fjSS0lhs-OSm3S2IaqQOerGfxWXCf0UkcufyQMVY2q7c-n40zrGkBOgxEctBeVQzM3FsU8VDsf-qcVKfhQG94RW_VoIWzNWPgOn1Uc5JdaAA2pC6eXS64WGzSeinzvnXbZ6vsDOSM/s72-c/Bornes%2526BurgaCapa.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-9051491636049234021</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2020 23:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2020-09-10T14:41:00.303+01:00</atom:updated><title>&quot;A Chanceler da Coltura&quot;... Há sempre um tempo de regressar...</title><description>&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8sKpizISTcZa5ZV1i0sub_UzLkrsSkiG1fHkgoUaLX4GS_pXc2aGgwvEJbxEqDewXmlTTw1_od8vcRKo7rGBw_mgVDPztuQNuAw-zFTFYbbmZFhD4npgLdORF4ubaW6huWWS0o7jE7Jw/s1280/14+livros.png&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; data-original-height=&quot;720&quot; data-original-width=&quot;1280&quot; height=&quot;281&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8sKpizISTcZa5ZV1i0sub_UzLkrsSkiG1fHkgoUaLX4GS_pXc2aGgwvEJbxEqDewXmlTTw1_od8vcRKo7rGBw_mgVDPztuQNuAw-zFTFYbbmZFhD4npgLdORF4ubaW6huWWS0o7jE7Jw/w500-h281/14+livros.png&quot; width=&quot;500&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;...nas intermitências do tempo, de algozes tantos&amp;nbsp;da essência, como se o tempo, esse mágico instrumento capaz de atrocidades tantas, fosse devorado por uma máquina do olvido. Porém, nas inconsistências dos olvidos, ouvidos há que recordam... Mais não seja, as atoardas proferidas contra a terra adoptiva, num destemido discurso aos alunos no qual, em jeito de pregão à beira Tejo, era verbalmente vomitado que a melhor coisa que Macedo tinha era a placa de saída. Depois, como prémio para tão arrojada infâmia, entregam-nos a Educação da tal terra contra a qual vociferávamos, saindo-nos o joker da Cultura. E, na incongruência do braço esquerdo que conduz a estrelas no meio do MEU jardim, ou na inclemência dos 20.000 euros (sim, &quot;binte mil ouros, dos de berdade&quot;) que as ditas letras estreladas nos custaram, impeditivos de dotações orçamentais para a Cultura, ainda temos o privilégio de nos apercebermos que o Município, o MEU Município, está refém da intocável vontade das influências emanadas pelos auto-despedidos. Um espécie de remake de &quot;Godfather&quot;, sem Marlon Brando, sem mão branda, a lembrar os antípodas do apregoado...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A MINHA terra é a MINHA terra. Longe, na distância de um ponto do coração, na proximidade das memórias do velhinho hospital onde fui parido. Sim, não fui parido nas pedras do Tejo, não desfazendo da magnífica linha que encantos tantos me trouxe na capital. Contudo, não há como a ribeira de Nogueirinha, tempos outros de ir lavar as tripas para o fumeiro, haverá &quot;garruços&quot;, &quot;samarras&quot; e &quot;miotes de lã&quot; para os lados das tágides?&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E, se não é a dotação orçamental, é o conteúdo, e se conteúdo não é, a Cultura queria &quot;botar-me&quot; uma bancada de examinação, comissão cientifica lhe chamou a douta, como se o padre precisasse que lhe ensinem o Pai Nosso. Recusei, obviamente, na tão propalada arrogância de quem tem a humildade de não ter a pretensão de ver uma comissão científica humilhada por quem foi parido nas pedras. E as Juntas de Freguesia, talvez a douta as considere menores, de responsáveis nas pedras paridos também, do Tejo não beberam, preferindo o Azibo, o Sabor, o&amp;nbsp;Tuela ou o Macedo... Já &quot;beremos&quot; as cenas dos próximos episódios, nos quais ao &quot;sim, senhôre, conte conósco&quot;, se segue um &quot;aparecesse-me que dezta bêze num bai ter sorte&quot;...&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Deveria ser uma carta aberta.&amp;nbsp;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Mas não deixa de o ser. De interrogações muitas, no resumo do possível, porque se deixam, senhores que afirmam apoiar a história do VOSSO concelho, manietar pelo raptor? Porque deixam o tentáculo, aquele que publicamente disse que &quot;para aquele gajo, nem um euro da Câmara!&quot;, continuar a destilar ódios, usufruindo da presença da nomeada? Porque não percebem que já estão em minoria, sendo já públicas as dissensões provocadas pelo polvo? Na minha humilde opinião de &quot;não licenciado em História, nem na magnífica&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&amp;nbsp;Língua de Shakespeare&quot;, que &quot;mai fai&quot; ser um falso trio contra uma quadra com um falso, ou duplicar as vontades ao abrigo do &quot;daqui por um ano há mais&quot;? &quot;Pur u menos, rafodim-se os anéis, mas ficum nos dedos, c&#39;um caralhitchas!&quot;. E, aceitem as minhas sinceras desculpas por não tradu&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;zir a essência para Inglês... Não pretendo arriscar-me a mais uma proposta de examinação, arriscando-me, em simultâneo, a confundir Inglês com Mirandês, ou, &quot;puri, a botar zcrita im cirílico, ou lá o que caralhitchas tchamam asquéis tchabazcos qu&#39;screbim nos nomes cum muntos ob&#39;s&quot;, ou quiçá, a soltar um &quot;ma racontrafoda o caralho&quot; aos que são contra a xenofobia e &quot;ó depeis&quot; ostracizam, em ingénua doutorice, num processo de ignóbil autofagia, os autóctones. De tanto auto, ainda digo que ninguém consegue fazer a minha caricatura por ser detentor de traços demasiadamente perfeitos... &quot;Rais&#39;partam&quot; as teorias comportamentais que não conseguem abafar os descendentes de Narciso... E &quot;prontos, são nos fígados&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;que se rebolbim d&#39;ás bezes&quot;... &quot;Or sim&quot;?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Ah!... Já &quot;amanharam ua forma de dezfitchare os Museus do Ti Bino e do Ti Martim&quot;?... Ou estão a pensar numa comissão científica constituída por Senna Martinez, Sanches Baêna, Carlos Mendes, Elsa Luís, Saul Gomes, Ferreira do Amaral, Pedro Barbosa, e outros nomes de &quot;somenos&quot; importância?&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;Bem me parecia que não...&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&quot;Bá, num le dou as bizcas todas, nim nos ases. Juguemos ó tchincalhão, puri? Bem m&#39;ou finto! Só tânho um tantinho d&#39;zcola a jogar&#39;ó Quingue (é assim que se &#39;screbe, s&#39;nhora prussora?)&quot;...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2020/07/ha-sempre-um-tempo-de-regressar.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi8sKpizISTcZa5ZV1i0sub_UzLkrsSkiG1fHkgoUaLX4GS_pXc2aGgwvEJbxEqDewXmlTTw1_od8vcRKo7rGBw_mgVDPztuQNuAw-zFTFYbbmZFhD4npgLdORF4ubaW6huWWS0o7jE7Jw/s72-w500-h281-c/14+livros.png" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-1811802236714755138</guid><pubDate>Sat, 06 Jun 2015 12:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-06T13:23:50.778+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">São Pedro</category><title>&quot;Remebering&quot; São Pedro</title><description>&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_m9zuAFbP2Uc4lpKmNMC-mUjL6MZ_73wh0wKe0m5L75WTYhlYbkm0Cv-ZjpQ7m8n0pQ9DVDL29nRyC2VxrdvZFzYzvKkOqWlL9N80rfHrapZYxcRanTbVs0luqNCzf2cZqT93ntqc3ws/s1600/Feira+S.+Pedro+85+Casa+Falc%25C3%25A3o.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;262&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_m9zuAFbP2Uc4lpKmNMC-mUjL6MZ_73wh0wKe0m5L75WTYhlYbkm0Cv-ZjpQ7m8n0pQ9DVDL29nRyC2VxrdvZFzYzvKkOqWlL9N80rfHrapZYxcRanTbVs0luqNCzf2cZqT93ntqc3ws/s400/Feira+S.+Pedro+85+Casa+Falc%25C3%25A3o.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Não
vou contar nenhuma história alicerçada num plágio ao Gabriel Garcia Márquez, nem
me atreveria a alvitrar crónicas de anunciadas mortes, antes preferindo o
sensacionalista feliz Verão da senhora Forbes, em versão contentamento restrito
com o título. Poderá a senhora Forbes não se lembrar do “São Pedro”… Eu
lembro-me…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;…da
1ª edição, no longínquo 1983, a mente não me atraiçoe, rapazola esguio, nada
habituado a hercúleos esforços do músculo, de “ocupação de tempos livres” a
época, adveio a fava na rifa das selecções. A bem da verdade, talvez me tenha
saído o prémio, esquissos da memória, lembro-me do saudoso “João Ginja”, de
longa data amigo da família, em solene anúncio na forma de um «Rapaz,
arranjou-se uma ocupação para as tuas férias. É pertinho de casa, mas vai ser
duro.» E foi… Ou não, de acréscimo à experiência a recordação. Construíam-se as
actuais Biblioteca Municipal e Junta de Freguesia. Era só saltar o muro para o
olival que ainda por lá restava, era dos Padres Marianos, diziam. Erguia-se o
esqueleto da obra a cimento e tijolos, escaldava, por esses dias, em quase
impossibilidades de respiração, ia valendo o armazém de sacos de cimento onde
as agruras eram, ainda assim, dificilmente suportáveis. Por lá rondava o
encarregado, o simpático “Sô Joaquim”, dizia-se ainda meu primo, «Não te
esforces, rapaz, que tens mãos macias.» Mas eu esforçava-me. Desajeitado, mas
esforçava-me.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXhTjBQIwHQaAG2rlFeXFaiS7Ybc30xMaOAhe-EA8mNX4pVQZ91RT7id8DPBWO9JsfZXlkZ-2DfVJ9SURLZw6gHk0pLpVX7TclHmV9d4U6Xk-uA52kVKJGYMAAMmD-Pg8DtfvEQaRmEq4/s1600/Feira+s.+Pedro+85+programa.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXhTjBQIwHQaAG2rlFeXFaiS7Ybc30xMaOAhe-EA8mNX4pVQZ91RT7id8DPBWO9JsfZXlkZ-2DfVJ9SURLZw6gHk0pLpVX7TclHmV9d4U6Xk-uA52kVKJGYMAAMmD-Pg8DtfvEQaRmEq4/s320/Feira+s.+Pedro+85+programa.JPG&quot; width=&quot;264&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6nfpOTug2e_NnvePY-McyZkTFUQnIebRlD8-3GAt8C65FaxvlqxXcJtROX_ZX9MF298bzXkd5rOQZ2PmJ4VCy8Xm85eZNNC6YSG8Hse8mYfyl5DmQ0Y5DTGg0tLzrqJaAh6d1r1Y2Ca4/s1600/S%25C3%25A3o+Pedro+85.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6nfpOTug2e_NnvePY-McyZkTFUQnIebRlD8-3GAt8C65FaxvlqxXcJtROX_ZX9MF298bzXkd5rOQZ2PmJ4VCy8Xm85eZNNC6YSG8Hse8mYfyl5DmQ0Y5DTGg0tLzrqJaAh6d1r1Y2Ca4/s200/S%25C3%25A3o+Pedro+85.JPG&quot; width=&quot;148&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Era uma espécie de “pintche”, sem saber bem o significado de tal
coisa para lá da associação ao alcatrão. Tinha ouvido os homens que tiraram o
pó do Toural a chamarem “pintche” à dita substância negra… Cheguei a pensar que
ironizavam por apresentar características dos “copinhos de leite” provenientes
de latitudes nórdicas… “Santa inocência”… Um dia, já depois de ter aprendido a
fazer uma parede (que, qual milagre, ainda hoje se mantém hirta na
Biblioteca!), disseram-me para ir com o “Manel Lázaro” para a “Feira”. Pensei
que iria montar tendas, ou coisa que se lhes assemelhasse. Mas o “Manel”
perguntou-me se conseguia aguentar com o peso dos ferros que serviriam de
estrutura às “barracas da feira”. Seria a “Feira de São Pedro”… &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjeigYMrvu8BHO1NqdeQq1SBZqas1DlwmSRYYWAaw82jWv1IzRliX0n-QKt5-teYlSXNb-BefDXZ0KZqfm2C0ZlLgWhU_FXAg2bVOr2ZSeq2W2dUykYMZt8aUKxywwWrIVH-nwqc3FHr4/s1600/S%25C3%25A3o+Pedro+95.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhjeigYMrvu8BHO1NqdeQq1SBZqas1DlwmSRYYWAaw82jWv1IzRliX0n-QKt5-teYlSXNb-BefDXZ0KZqfm2C0ZlLgWhU_FXAg2bVOr2ZSeq2W2dUykYMZt8aUKxywwWrIVH-nwqc3FHr4/s200/S%25C3%25A3o+Pedro+95.jpg&quot; width=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Bem
vistas as coisas, isto é presunçosamente histórico! Julgo, não me atraiçoe a
mente, repetições de parágrafos outros, que terei participado, a ferros,
parafusos, excessivo calor, porcas e chaves-de-porcas, na primeira edição da
Feira de São Pedro! “Rais’partam as alembraduras”! &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGRu5G5az4x8iMve_NO-R3dG7C8hRor4Mbs2I73-f7_5lAgN6rIBOxe_RCPXszwFAFRuS0H-mnzOtKEjyoNM76bf3lRSFaRfFWwCegsbNY1xvFvOLFj6-BpphK1DrBN-y9UXZD8MPH4eg/s1600/S%25C3%25A3o+Pedro+05.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgGRu5G5az4x8iMve_NO-R3dG7C8hRor4Mbs2I73-f7_5lAgN6rIBOxe_RCPXszwFAFRuS0H-mnzOtKEjyoNM76bf3lRSFaRfFWwCegsbNY1xvFvOLFj6-BpphK1DrBN-y9UXZD8MPH4eg/s200/S%25C3%25A3o+Pedro+05.JPG&quot; width=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Avolumaram-se
as experiências, em universos outros, rasgaram-se folhas de calendário,
irreversíveis marchas do tempo. Da pureza a essência, de alguns nomes e formas
ficam as letras, as memórias, a gratidão, o desenho mental de sorrisos e
vocalizações, idos tempos de conceitos outros. Soam a longínquos, em paradoxos
de permanência sob valores distintos, maleficamente distintos, onde se apregoa
o umbigo em detrimento do cordão umbilical. Talvez pelo absurdo mantenha esta
ligação às figuras que ajudaram a desenhar o lírico que sou. “Roubem-me a
comida, mas jamais conseguirão roubar-me a fome”. Lirismos abjectos, o
proclamarão os de anticorpos detentores… Fomes outras…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAIEFooSaWqKINVf7LzNN3h1bR35uwe_AMm7AL1NROQYE-5T845-jmBY9m46f-C5-ttn8kQXi2Sp0AXtX3OLPhQqxaMaOi3VTKqnab9qNomnMUZdDBklSKlobImdqVDTXbJT-ncUdJ-rY/s1600/S%25C3%25A3o+Pedro+15.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; font-family: inherit; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: center;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhAIEFooSaWqKINVf7LzNN3h1bR35uwe_AMm7AL1NROQYE-5T845-jmBY9m46f-C5-ttn8kQXi2Sp0AXtX3OLPhQqxaMaOi3VTKqnab9qNomnMUZdDBklSKlobImdqVDTXbJT-ncUdJ-rY/s200/S%25C3%25A3o+Pedro+15.jpg&quot; width=&quot;132&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Transformaram-se
os parafusos, de metamorfoses em inevitável evolução,&amp;nbsp;&lt;/span&gt;o imberbe certame ultrapassou o acne, as dores do crescimento, as crises existenciais. Surgiram as luzes da ribalta, as mediáticas refregas intestinas, os passos menores, ou os maiores que a perna, os sucessos e insucessos. Repentinamente, ou talvez não, despertaram os Nostradamus, que Restelo não tendo e vozes havendo, encomendaram o féretro, anunciaram a cerimónia fúnebre aos cinco ventos, porque insuficiente o dobro do par. De súbito, em desenfreadas corridas, apressaram-se a mudar a cor das gravatas… “Ninguém escreve ao coronel”&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;… &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Tahoma, sans-serif;&quot;&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2015/06/remebering-sao-pedro.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_m9zuAFbP2Uc4lpKmNMC-mUjL6MZ_73wh0wKe0m5L75WTYhlYbkm0Cv-ZjpQ7m8n0pQ9DVDL29nRyC2VxrdvZFzYzvKkOqWlL9N80rfHrapZYxcRanTbVs0luqNCzf2cZqT93ntqc3ws/s72-c/Feira+S.+Pedro+85+Casa+Falc%25C3%25A3o.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-2156225078050316616</guid><pubDate>Mon, 01 Jun 2015 23:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2015-06-02T00:19:53.557+01:00</atom:updated><title>Mundiais Dias da Criança</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPO5RDdVWvMc4NG8k-LsttWJ2-wWFPnkmznP22aS3uWHaKuiYUWIDJa5Qlq5kXOihtTovtP0z2afPz_swf_GwhGWTAhrSOZqe_aE3Th5Rv9NQWbBdMijsBYCPTjmkyRtK3YSxT0YR6A3E/s1600/205673_212034005475910_100000079352053_907523_6538251_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;282&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPO5RDdVWvMc4NG8k-LsttWJ2-wWFPnkmznP22aS3uWHaKuiYUWIDJa5Qlq5kXOihtTovtP0z2afPz_swf_GwhGWTAhrSOZqe_aE3Th5Rv9NQWbBdMijsBYCPTjmkyRtK3YSxT0YR6A3E/s400/205673_212034005475910_100000079352053_907523_6538251_n.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: &amp;quot;Tahoma&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Dizem
que todos deveríamos ser criança uma vez por outra, alternativamente, num
sôfrego alternativamente que conduz a ser criança vez nenhuma. Por isso, ser
criança está irremediavelmente restringido às crianças. Ponto final… Sofrer
alegremente numa regressão à infância é saudosismo, é descurar um qualquer futuro
cuja existência se desconhece, revivalismos bacocos apregoados como sintomas de
irresponsabilidade, num endémico processo que menospreza a aparência. Não pode
menosprezar-se a aparência, em jeito de retrocessos a tempos que convém apagar
da biografia. Ou deturpações do carpe diem… Nutro desprezo pela aparência, num
crónico “as iludências aparudem” gerado na infância, inversões de quotidianos
muitos, ingénuas aprendizagens, repentinos laivos de uma rebeldia conscientemente
controlada. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;O
ser ao invés do ter, sem receios de represálias por frustradas tentativas de idolatria
pelas aparências, propósitos na incontrovérsia responsavelmente assumida de ausência
de fenómenos alienígenas a que, quais líderes de matilha, rosnam como rabos-de-palha,
ou incontidas indignações apregoadas sem qualquer pejo de atingir cumes pisando
e repisando mãos. Não sobrarão dedos na queda…&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Amanhã
serei criança. Hoje sou criança. Ontem fui criança. Numa nostalgia pela pureza
dos pontapés na bola, da porrada que ainda não equivalia a “bullying”, das “lapadas
q’abriam a cabeça ó berde”. Ou pelos imperdíveis episódios da Heidi ou do
Vickie, vistos inúmeras vezes nas casas dos vizinhos do Toural, num tempo em que, nessa vizinhança, as únicas fogueiras que existiam não eram as das vaidades. Cresceram esses vizinhos, passaram, salvo raras excepções, a epopeias-fantasma de
convenientes desconhecidos, ou convenientes conhecidos quando as conveniências
assim são convenientes. E capazes são de por nós na rua passar, saudando quando
são previsíveis proveitos, ou ignorando quando o futuro vizinho é detentor de
uma taxa de juro que supera os rendimentos da saudável saudação. Apetece-me ser
criança, nessas alturas apetece-me ser inconvenientemente criança, numa “bárbara
agressão” com uma “fisga de grampos”, “pernas pra que te quero”, indomáveis
correrias a contar as peripécias aos parceiros de “terrorismo”. E, “rais’partam”
as saudades, tenho mesmo saudades… dos malucos dos carinhos de rolamentos, sem
pretensões de um carrinho ser melhor do que o do vizinho, apenas numa algazarra
que incomodava os saudosos “Sô Joaquim”, “Sô Alberto” ou o “Sô Carlos”, porque
lhes surripiavam as ferramentas, os parafusos, as tábuas ou os rolamentos.
Depois riam-se e apreciavam a alucinante forma de incipiente Fórmula 1 imberbe.
Mais pé esfolado, menos calça rasgada… Mudam-se os tempos… Hoje perguntam-me se
é verdade que temos um “Umbigo do Mundo”. Invariavelmente, respondo: «Só um?»…
Resposta infantil… &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2015/06/mundiais-dias-da-crianca.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgPO5RDdVWvMc4NG8k-LsttWJ2-wWFPnkmznP22aS3uWHaKuiYUWIDJa5Qlq5kXOihtTovtP0z2afPz_swf_GwhGWTAhrSOZqe_aE3Th5Rv9NQWbBdMijsBYCPTjmkyRtK3YSxT0YR6A3E/s72-c/205673_212034005475910_100000079352053_907523_6538251_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-75754614648853396</guid><pubDate>Sun, 16 Feb 2014 19:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-02-16T19:03:56.057+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Apiocasião</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Macedo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Museu de Arte Sacra</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Poética</category><title>Ruminações na essência  </title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHqDEvSSBZaY9yCMRD8Ffx44YFEi9wiqrSfeYtbvxfKrAlYJFE9LEasRGv_V3kRykJAJQ75pX4JfgRATk_-UKY0Ycri8o3tFLQXoqGYc2CrTiNS-8RVOQ3RUWybQvPRSHxChTN6F8Adbw/s1600/1891175_594467060640116_1492343399_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHqDEvSSBZaY9yCMRD8Ffx44YFEi9wiqrSfeYtbvxfKrAlYJFE9LEasRGv_V3kRykJAJQ75pX4JfgRATk_-UKY0Ycri8o3tFLQXoqGYc2CrTiNS-8RVOQ3RUWybQvPRSHxChTN6F8Adbw/s1600/1891175_594467060640116_1492343399_n.jpg&quot; height=&quot;266&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A sério que me apavora a essência rejeitada. Como uma paciência em permanência desafiada, pela &quot;comida da vizinha&quot;, ou por qualquer outra coisa que more para lá das fronteiras concelhias. &quot;Será chuva, será gente&quot;, vergonha será, certamente? Vulgarize-se o tempo, venda-se a própria alma, se necessário for, ruboresça a face direita e permaneça a simétrica em alva postura. E aqueça-se o forno nesta invernia de contrastes, onde surge o sol obnubilado por máscaras aquiescentes da sombra. Agarro-me, a silvas o afogado, agouros estes de enfrentar as pétalas a ameaças de espinhos. Pairam as tempestades, e somem-se na efemeridade de um sopro divino, torpor este libertado pela sucessão dos dias... E dos eventos... E da vida... Sim, porque há vida para lá da crónica de uma moribundez selvaticamente anunciada, morrinha esta de molha-papalvos, não mata, mas mói... E molha, até os ossos praguejarem contra o enregelar de um sol da Islândia... Pois, a Islândia... E o Valter Hugo Mãe...&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvbMwuZBLz2jegU8NBLK9H9x3b5Wqw5S08JrbD8saxMQe7nCozNLhlkdZfEHrTxkIn7_tKcPKVZChY-XQ9nzqUmZOz4hbd3Owpyd3rp5NPTagrnpsQgpyOYTzfLrdly8Wu9U89wmN-yjU/s1600/1794629_594466880640134_1523100836_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgvbMwuZBLz2jegU8NBLK9H9x3b5Wqw5S08JrbD8saxMQe7nCozNLhlkdZfEHrTxkIn7_tKcPKVZChY-XQ9nzqUmZOz4hbd3Owpyd3rp5NPTagrnpsQgpyOYTzfLrdly8Wu9U89wmN-yjU/s1600/1794629_594466880640134_1523100836_n.jpg&quot; height=&quot;133&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Que, pasme-se, visitou Macedo de Cavaleiros. Mas é lá terra para se visitar?...Já não vem cá ninguém, apologistas da desertificação dixit, terra de dois tostões, enclausurada entre o nada e o vazio, desprovida de interesse, povoada a desconforto... E mais um rol de pouca coisa que, de tão pouca não ser, indigna os que pululam, de conjectura em conjectura, em vãs tentativas de esvaziar o que, afinal, cheio parece estar. Mas isso, foi o &quot;Ti Tonho que mo dixo&quot;... E &quot;bá, há que le dar um dezeconto, q&#39;o home debe de ser mêo tchaloto&quot;... Mas o Valter Hugo Mãe esteve cá, como outros já cá estiveram, e outros hão-de estar. Mesmo que, do Restelo as vozes, estes confins onde o sol parece não nascer, ocasos em sucessão a ocasos, permanentes trevas de um nunca acabado entristecer, não mereça a visita de tão ilustres figuras literárias. Louve-se o encanto da determinação, ou a permanência da crença. Mas o &quot;tsunami literário&quot;, epíteto de Nobel prémio, esteve cá... Azares de uns, sorte de outros...&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWBkKuHuwhOq-kMyjxYskjng60KeKBcPw89oWA3CFj8xuqQUGn729FnP4u-rumDn-TAQUriSUCSXbWPFuWU7LEPagztDAHBsS9ZR2NY-22u9qG6XEiaZNQavtxFZbj5aEreBD057ZLLFE/s1600/O+rosto+que+mudou+o+mundo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgWBkKuHuwhOq-kMyjxYskjng60KeKBcPw89oWA3CFj8xuqQUGn729FnP4u-rumDn-TAQUriSUCSXbWPFuWU7LEPagztDAHBsS9ZR2NY-22u9qG6XEiaZNQavtxFZbj5aEreBD057ZLLFE/s1600/O+rosto+que+mudou+o+mundo.jpg&quot; height=&quot;200&quot; width=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/a&gt;E poderia, tempo tivesse, para uma sublimação dos sentidos numa breve incursão a mais um local onde nada se passa, tudo se passando. Tempo houvesse... Ou esternutações com odor a sarcástico mundo onde... Nada se passa... De passagem, apenas. Só de passagem, ilustra-se a calçada a passos esguios, fome de ser, a solarenga em sorriso aberto de esperança. Está lá, ao virar dos &quot;segadores&quot;, olhar espalmado por ruminações nesta não renegada essência, opípara degustação dos sentidos, e os rostos de Cristo desenhados a outros voos. Vá lá... Mas vá mesmo... Ou &quot;o rosto que mudou o mundo&quot;...&lt;br /&gt;
Em tempo de abelhas e conversas apícolas, &quot;rais&#39;parta que num se passa nadinha&quot;, unção de vetustas vozes em juvenis poses, da opulência de nadas feito o eco... E ecoa, inúmeras vezes ecoa, num buraco escavado à disparidade de ver a sublime essência a residir do lado de lá, sempre do lado de lá, obtusamente do lado de lá. Porém, a mim dá-me jeito vê-la do lado de cá. Mas só porque me dá jeito... Há mais de quatro décadas... &quot;Catantcho pró Cabaleiro Andante que s&#39;aputou co&#39;esta terra!&quot;... São as &quot;Cousas&quot;, inexorabilidade dos dias, são as &quot;Cousas&quot;...&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEBDYl2FaznQP2sFF9WIx1rgVjMCtC9nlh6uPAL9dcAK3P3MUwTJ14X4XpmGt7qUaFXMrkU2Wh1n177XboSp1XTxFXmPZV4bZ1NsCs5Q4qldOtuU505APiMB1cbJukVr8umGUcgiK4LAg/s1600/Apiocasi%C3%A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhEBDYl2FaznQP2sFF9WIx1rgVjMCtC9nlh6uPAL9dcAK3P3MUwTJ14X4XpmGt7qUaFXMrkU2Wh1n177XboSp1XTxFXmPZV4bZ1NsCs5Q4qldOtuU505APiMB1cbJukVr8umGUcgiK4LAg/s1600/Apiocasi%C3%A3o.jpg&quot; height=&quot;226&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
 &amp;nbsp; &lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; </description><link>http://masaedo.blogspot.com/2014/02/ruminacoes-na-essencia.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhHqDEvSSBZaY9yCMRD8Ffx44YFEi9wiqrSfeYtbvxfKrAlYJFE9LEasRGv_V3kRykJAJQ75pX4JfgRATk_-UKY0Ycri8o3tFLQXoqGYc2CrTiNS-8RVOQ3RUWybQvPRSHxChTN6F8Adbw/s72-c/1891175_594467060640116_1492343399_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-4762614958188185549</guid><pubDate>Thu, 06 Feb 2014 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2014-02-06T00:27:56.996+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cousas Transmontanas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Feira da Caça</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Macedo</category><title>Encantamentos... Feira da Caça e outras coisas...</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9O4ce_XGqEvf8kqfPXR02XPen3wiD_MuJbLwUEtT7PIOKaFHWsifBLBykGF9Hp7Jy2EYzK4nB7ewO-gBbS7bV6qj0yD0X5lp43g-QGSkukmjUgxk6uulN03z1A7ojltM5nudK8dXRFuM/s1600/DMG_0032.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9O4ce_XGqEvf8kqfPXR02XPen3wiD_MuJbLwUEtT7PIOKaFHWsifBLBykGF9Hp7Jy2EYzK4nB7ewO-gBbS7bV6qj0yD0X5lp43g-QGSkukmjUgxk6uulN03z1A7ojltM5nudK8dXRFuM/s1600/DMG_0032.JPG&quot; height=&quot;267&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Interregnos, buscas de uma interioridade nem sempre lembrada, a festa exaltada na passagem dos dias, algures, num algures de encantamentos tantos, nem sempre bebidos com a mesma intensidade com que se degusta uma qualquer ginjinha no pavilhão de entrada, ou nos que se lhe seguem. Ruminam-se os dias, incessantes buscas da alma das pedras, bem no âmago de um qualquer dentro nunca auscultado, trocas de conversas de circunstância, aqui e ali uma paragem mais, lábios ressequidos pela espera da excelência que sabemos existir. Mora na crença profunda do xisto, ou da originalidade que dela resta...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirLTtsSAOjVzYyjfvR2d86TLGln7JBtpo3aFRcIAOEalvrmrLKsOQI2LcOHo3LicGiNssokoVddgnynXxJkEW4Y8mfD6TgNpdUElbhYO4Tu2Q6vFt1zb6zUAJOaSE3tImEhc53G4NJH3Q/s1600/DMG_9819.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEirLTtsSAOjVzYyjfvR2d86TLGln7JBtpo3aFRcIAOEalvrmrLKsOQI2LcOHo3LicGiNssokoVddgnynXxJkEW4Y8mfD6TgNpdUElbhYO4Tu2Q6vFt1zb6zUAJOaSE3tImEhc53G4NJH3Q/s1600/DMG_9819.JPG&quot; height=&quot;133&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Depois, são as tentativas de exaltação da essência, produto nem sempre vendável, ou os vendilhões de um qualquer inexpugnável templo em incessantes assaltos ao inatacável. Um salpicão há-de sempre ser um salpicão ou, verborreias tantas, um &quot;tchouriço&quot; só é um &quot;tchouriço&quot; nas agrestes terras dos... &quot;tchouriços&quot;. O resto são imitações, caras por vezes, travestidas a industriais invólucros desprovidos do suave aroma a terra. Viva a heterogeneidade, ou o que sobra &quot;d&#39;intchidos&quot; povoados a compostos gaseificados que epitetam a originalidade a arrogância da essência. A essência não se adorna a epítetos... É adornada pela própria natureza de que se reveste, desentendida ao sabor das vagas da conveniência, aspirada em incessantes inspirações do não inspirável. Está cá, não há osmose que lhe valha... O fiolho nunca há-de ser funcho pelas &quot;terras de trás do sol posto&quot;...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Mas há-de ser chá de hepáticas inconveniências, ou de estomacais desarranjos, junte-se-lhe um &quot;cibo&quot; de cidreira, ou &quot;uas folhecas de sálbia, qu&#39;é mim boa pr&#39;ázia&quot;. Seguidamente, é só tomar, em breves tragos de aromáticos perfis a pedaços de raízes. Mais uma ginjinha e amansa a densidade...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf_RO6hn6EvzmwmzsVPsLgzXAhrb_2WC-dR4NXZ71NFPDOAB8oZIQYmlVZy9ClShgCHnKb8EKpmYNjWze0uo2dIf_bfdwkQUh6raCTBD9c8fr8Ths0w4omxaBb0gUoqtb_MKs09vCf2wE/s1600/DMG_9809.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjf_RO6hn6EvzmwmzsVPsLgzXAhrb_2WC-dR4NXZ71NFPDOAB8oZIQYmlVZy9ClShgCHnKb8EKpmYNjWze0uo2dIf_bfdwkQUh6raCTBD9c8fr8Ths0w4omxaBb0gUoqtb_MKs09vCf2wE/s1600/DMG_9809.JPG&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;214&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Recruta-se uma qualquer de rapina, sonha-se com alados voos de inalcançáveis horizontes. Olha-se, olhos nos olhos, penetrante olhar impenetrável, desvios contrários de opostas direcções. Prossegue-se, depois, rumo ao interior, apreços tantos pelo êxito da diferença, sorrisos em riste, e jogos inversos também. Revivem-se, antecipadamente, os Caretos, acariciam-se mucosas com hidromel, olha-se com esperança para um qualquer futuro desenhado a painéis, antes de prosseguir por ambientes decorados a festa, internamento em atmosfera embriagada a sabores de fumeiro, queijos, pão, bolos, e demais exemplares que não deixam adormecer o pecado. E bebe-se mais uma ginjinha, &quot;rais&#39;partam&quot; as ginjinhas, sempre a desafiar os incautos para mais uma rodada de amigos, ou pretensos, ou ocasiões para saldar dívidas antigas a bandeira branca. Mais não seja, abafa-se o som do troar dos canhões, pacíficas meditações pintadas a inusitados chapéus e a canos amaciados a brilho de silêncio.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
E conhecem-se mais pedras paridas em pétreo reino, trocam-se galhardetes de apreço pela terra, partilham-se histórias ao som de um sempre inspirador toque de gaitas-de-foles, um petisco mais, «prefere alheira de caça ou normal?», venham de lá umas linguiças bem temperadas, ou o complemento de uma inigualável posta à mirandesa, condimentada a &quot;Valle Pradinhos&quot; ou &quot;Quinta do Lombo&quot;, néctares da terra, ou saia o vinho da casa em jarro. De sobremesa? Sorrisos... Apenas sorrisos...&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDE9cYqtxbnVtahMGZu-auTSaF7xGPcwXa_WAq93MY5TZ13f7FmfSKhIEgOOHDp-QP55b7414QCjGxifSVAwPkp88UBu_a0i_rSMBgKa8Sr195SsYI4Rw3Bv8dHbcO1uAI_Ru0P4Z4Ehk/s1600/DMG_9831.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjDE9cYqtxbnVtahMGZu-auTSaF7xGPcwXa_WAq93MY5TZ13f7FmfSKhIEgOOHDp-QP55b7414QCjGxifSVAwPkp88UBu_a0i_rSMBgKa8Sr195SsYI4Rw3Bv8dHbcO1uAI_Ru0P4Z4Ehk/s1600/DMG_9831.JPG&quot; height=&quot;267&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2014/02/encantamentos-feira-da-caca-e-outras.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh9O4ce_XGqEvf8kqfPXR02XPen3wiD_MuJbLwUEtT7PIOKaFHWsifBLBykGF9Hp7Jy2EYzK4nB7ewO-gBbS7bV6qj0yD0X5lp43g-QGSkukmjUgxk6uulN03z1A7ojltM5nudK8dXRFuM/s72-c/DMG_0032.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-5884940205007264505</guid><pubDate>Wed, 18 Dec 2013 21:40:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-12-18T21:46:01.446+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alustro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Linha do Tua</category><title>O Alustro num reino de esquecimento... (Sendas-Vale da Porca)</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4rP70EylwqcKQeSb5VPV2hFUe3GFTXfqXiXPVCOYj0TAL6AHjOx4dWXUvmIVHYtYNHYM5t8_cBdqQlOl_gBpLAjwM0sKZnElB0OsSIuF0HFI7i_rjthpChQsylA4qisKj99xVS0SUhsU/s1600/DMG_7150.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;267&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4rP70EylwqcKQeSb5VPV2hFUe3GFTXfqXiXPVCOYj0TAL6AHjOx4dWXUvmIVHYtYNHYM5t8_cBdqQlOl_gBpLAjwM0sKZnElB0OsSIuF0HFI7i_rjthpChQsylA4qisKj99xVS0SUhsU/s400/DMG_7150.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Na fugacidade dos dias, renovadas apetências para albardar o costado com merenda e demais apetrechos, máquina fotográfica a adornar pescoços ávidos por aliviar o peso de matinais geadas.&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNlaU2tX1_nASJVNtJeQUbp-k2nIiuAGjso2eyhPENfnEAxNGE9mctukd6CO6dVvCMG5NaRmXv35diF-3K2OQASaUTf24SEoVj7v66KAOqfqrpc2I0Rm-RweW1T2SLSsLiYsVtUHr8phE/s1600/DMG_7318.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNlaU2tX1_nASJVNtJeQUbp-k2nIiuAGjso2eyhPENfnEAxNGE9mctukd6CO6dVvCMG5NaRmXv35diF-3K2OQASaUTf24SEoVj7v66KAOqfqrpc2I0Rm-RweW1T2SLSsLiYsVtUHr8phE/s200/DMG_7318.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjP3xQ9UqX5pf2tIG5gTkENBYmi5L4khWzaBVZF7NoZIxrTZE9aU6-9cU7Nz7ibUYp0UCt1GNF8FhAj9kf2DZfJxGSO0NkMmJo_Ic14WzaV72BZ_5S-DKaTy6qOVhh1UNBvwrjKUe3MneU/s1600/DMG_7368.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjP3xQ9UqX5pf2tIG5gTkENBYmi5L4khWzaBVZF7NoZIxrTZE9aU6-9cU7Nz7ibUYp0UCt1GNF8FhAj9kf2DZfJxGSO0NkMmJo_Ic14WzaV72BZ_5S-DKaTy6qOVhh1UNBvwrjKUe3MneU/s200/DMG_7368.JPG&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A Estação de Sendas como ponto de encontro para uma incursão à selva desconhecida onde um dia, a braços e dinamite, se esventrou a terra para passagem dar ao cavalo a vapor. E hoje, 18 de Dezembro de 2013, se cumprem 108 anos sobre a abertura do troço entre Macedo e Sendas... Sonhos de um século, nesta pungente dor que aviva fantasmas do Conselheiro Beça, enquanto se alivia o fardo das memórias de tantas incursões à capital de distrito... Arrojados Alustros estes, incautos parecem, na quase intransponível passagem para o lado de lá. Mas passam! Ou circulam, intrépidos, por paralelas vias. Valdrez há-de estar ali, e o apeadeiro, ou o que dele resta. Pelo caminho, um orgasmo vivo de cores e aromas, numa via que, de férrea, pouco mais lhe resta que uns parafusos esquecidos, aqui e ali, ou uns vestígios de madeira apodrecida. Amputada de ser, já não cheira a silvos, cheira apenas a um aterrador silêncio de morte. Até as pedras padecem de uma putrefacção semeada por carrascos do esquecimento...&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2Bjph-ja7MbzeL4NzGXpvBM1QTDCN6wW1SAUhtQgmctq8PCwYr1WKvJ4bgx5kch0mt6xWO2b9ns4n0z058N9Tl0SFY0RwtVVHfyzhvZmizeK64ji6nN90HI6e2_bQjq1kRqn4J8zxwRM/s1600/DMG_7454.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh2Bjph-ja7MbzeL4NzGXpvBM1QTDCN6wW1SAUhtQgmctq8PCwYr1WKvJ4bgx5kch0mt6xWO2b9ns4n0z058N9Tl0SFY0RwtVVHfyzhvZmizeK64ji6nN90HI6e2_bQjq1kRqn4J8zxwRM/s320/DMG_7454.JPG&quot; width=&quot;214&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMTkvVaIZTrpDWy-RvjlVCOUOQEaSbK5n9VXDaxN8UQeO5tW4gF1zkZWxA_CyD5lee-1DS0-4iUN7ITxTKKTibdkRuvK5NGIqYd6EXWzzgU6SOqcwwWLbV6LUACRmMGEuORDNVXXsiDOs/s1600/DMG_7417.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiMTkvVaIZTrpDWy-RvjlVCOUOQEaSbK5n9VXDaxN8UQeO5tW4gF1zkZWxA_CyD5lee-1DS0-4iUN7ITxTKKTibdkRuvK5NGIqYd6EXWzzgU6SOqcwwWLbV6LUACRmMGEuORDNVXXsiDOs/s200/DMG_7417.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;São os acordes da impunidade, que a pétrea acumulação que sustentava as travessas queimada não pode ser... Ou &quot;sucateada&quot;, de inventados verbos a sessão. Mas restam imagens de um tempo que não deve esquecer-se. A sordidez não se apaga, nem se oblitera a essência. Uma macieira perdida interrompe o périplo, ou venham discussões sobre a flora que, nada tendo de ré, invadiu pacatamente a linha. Paragem para apreciar a suavidade alcoólica de medronhos invasores, incentive-se o apetite para as sandes que massacram o lombo. Há-de chegar Salselas, e o amontoado de paredes assombradas pelo crepitar que, tempos idos, terá invadido o par de lareiras que por lá repousam. Subitamente, um arrepio temporal na espinha, pressente-se a azáfama de um pretérito quase esquecido, gente terá por ali morado, numa época em que nem o telhado nem os sonhos se desmoronavam com a agrestia do alheamento. Isto é nosso, talvez seja nosso, o diz a ingenuidade de um querer movido a desejos...&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiioL8UIMvhXH4r9A3DJFt71Fw1ZW6MicRV54Vb1la2Cj1WyZaTAsPEhtVG7GC63C_VL3agxmP9EM1S1-Vm0liyoGbgeR3tQ7SJWJJxStDW7mbD8VuielWOVLnZUjsCkb5CBkAQUH27qM/s1600/DMG_7588.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjiioL8UIMvhXH4r9A3DJFt71Fw1ZW6MicRV54Vb1la2Cj1WyZaTAsPEhtVG7GC63C_VL3agxmP9EM1S1-Vm0liyoGbgeR3tQ7SJWJJxStDW7mbD8VuielWOVLnZUjsCkb5CBkAQUH27qM/s200/DMG_7588.JPG&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O Azibo anuncia a sua presença, característico borbulhar de indomáveis águas domadas. Há que atravessá-lo, está a jornada quase terminada, gente afoita para a travessia, encantos outros em oposta margem. Perdem-se as mentes nos reflexos do rio do olvido, Lima não é, que este de esquecimentos lendários não padece... Pinturas a pastel de folhas de Outono, telas de pureza que intensificam o olhar, a perdição de minutos tornados horas, um registo mais para uma posteridade que desconhecemos se existência terá. Pressente-se a chegada do frio, arrepia-se caminho nesta jornada emoldurada a lágrimas não vertidas.&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJgPRVgHYi8IonL30oFK1tnymgygj6Vcq1-h47GRSaDIkJtRO-usIhMJCiH29DDAotLSZPXAKtVjcw082XvzcicHdeAEZh7rxvolYPZaunkKnG9Z6L95i8YkUJKaSk3yf5lJDq4gMdbgI/s1600/DMG_7846.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;214&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJgPRVgHYi8IonL30oFK1tnymgygj6Vcq1-h47GRSaDIkJtRO-usIhMJCiH29DDAotLSZPXAKtVjcw082XvzcicHdeAEZh7rxvolYPZaunkKnG9Z6L95i8YkUJKaSk3yf5lJDq4gMdbgI/s320/DMG_7846.JPG&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Talvez o Azibo seja o choro da crónica de um finar anunciado no longínquo ano de 1905. Ou resquícios do suor lavado a pás e picaretas, no trinar de esforços de incógnita gente que, um dia, desbravou este reino do esquecimento para que os vindouros não carregassem o peso da distância ao litoral, ou à capital do império... &quot;Atenção aos comboios... Pare, Escute, Olhe... Proibido o trânsito pela linha&quot;... Qual trânsito?... &amp;nbsp; &amp;nbsp; .&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsnnpbS-izxLmL6LRxtooKV_MbsJ6wtBgIB43x41WntpyAlpHcgAUkHLA9G9ou1Z23HDOwdFmAtU_0g0Z7I-I5DCLIO_V6rTeOJGkN4bpMsrmwDhF5xkYpfzmSKWoXq_zi-mQL21Yw-LA/s1600/DMG_7566.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;267&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjsnnpbS-izxLmL6LRxtooKV_MbsJ6wtBgIB43x41WntpyAlpHcgAUkHLA9G9ou1Z23HDOwdFmAtU_0g0Z7I-I5DCLIO_V6rTeOJGkN4bpMsrmwDhF5xkYpfzmSKWoXq_zi-mQL21Yw-LA/s400/DMG_7566.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2013/12/o-alustro-num-reino-de-esquecimento.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh4rP70EylwqcKQeSb5VPV2hFUe3GFTXfqXiXPVCOYj0TAL6AHjOx4dWXUvmIVHYtYNHYM5t8_cBdqQlOl_gBpLAjwM0sKZnElB0OsSIuF0HFI7i_rjthpChQsylA4qisKj99xVS0SUhsU/s72-c/DMG_7150.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-7034430851863517946</guid><pubDate>Fri, 29 Nov 2013 20:23:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-29T20:29:45.705+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Macedo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Natal</category><title>Ideias Natalícias</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaA6bEYjdGV5Uktz4-qFh3lxy7F8J21-iGmmZbS6-b4QFLoylGkKMY2LiIaxKlVvz81WVYk188yv5oRT803sdQn8JxlvTvKTRw7SOZL1ywAqOxQWGw7slYuDXN7eadl8TNLrqycMwgv1M/s1600/Cidade+Natal.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;182&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaA6bEYjdGV5Uktz4-qFh3lxy7F8J21-iGmmZbS6-b4QFLoylGkKMY2LiIaxKlVvz81WVYk188yv5oRT803sdQn8JxlvTvKTRw7SOZL1ywAqOxQWGw7slYuDXN7eadl8TNLrqycMwgv1M/s400/Cidade+Natal.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Natal, ainda que destituído do universo mágico que carimbou a infância, persiste no encantamento dos sentidos. Mesmo que não seja fácil &quot;botar&quot; explicações acerca deste estado hipnótico, luzinhas para um lado, enfeites para outro, músicas de embalar o espírito, aculturações em forma de &quot;oh, oh, oh&quot; a partir do refrigerante que não fez voodoo ao mal parido sósia do mal amado candidato ao &quot;balon d&#39;or&quot;...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigZepS6j2JJ6asPKi6bY5bBMwukBBikhTllzq7UH3Ui5FtRSzTR5iB3etCf2YP_hE31um9-Mm6GkS2H-MOfo8gpi-3UWmCkGYT6wAljj85ub65J4AKl-iMTAqHcyPntvHoYZYkPTc8UKw/s1600/HPIM9616.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEigZepS6j2JJ6asPKi6bY5bBMwukBBikhTllzq7UH3Ui5FtRSzTR5iB3etCf2YP_hE31um9-Mm6GkS2H-MOfo8gpi-3UWmCkGYT6wAljj85ub65J4AKl-iMTAqHcyPntvHoYZYkPTc8UKw/s200/HPIM9616.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Adaptações dos tempos, tinha mais apreço pelo &quot;M&#39;nino Jasus&quot;, cuja omnipresença deixava prendas em todos os sapatinhos do mundo e arredores. Porém, Natal é Natal, nem que as contingências obriguem a naturais contenções de bolsas e almas. E, de facto, sou um crente da época natalícia... Serei sempre um crente, não obstante o massacre de troikas que me constranjam a deixar de acreditar em trenós. O São Nicolau deverá saber como vir montado em renas, desconforto dos dias. Não continuarão as renas com invisíveis asas? &quot;Que mai fai&quot;!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como &amp;nbsp;me dizia um amigo, quando não se podem fazer omeletes com ovos, façam-se com cascas. E, inúmeras vezes, há omeletes com cascas que surpreendem o paladar, exaltam os sentidos, petrificam o olhar. Divagações gastronómicas à parte, aplaudam-se os empreendedores de ideias! Agrada-me esta ideia da &quot;Cidade Natal&quot;. A sério que agrada! Porque, repetições muitas, sou um crente. Obstinadamente crente, descaradamente crente... E confesso que gosto desmesuradamente das decorações natalícias. Afagam-me as agruras, retemperam-me a escuridão, moldam-me o carácter para a persistência. E renovam-me! Pelo tempo que duram os efeitos, mais não seja, até à chegada do fogo dos Caretos...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbaECRxQV-Ckr1nYBmM-C8-iA8bC8aFLi8Tzf5kSr3wGW6_Xdvuo_qBz-hl9nbGHX_y5JK9NvBHQGA9Rh6h-fymCs-hDJIdcdz6-TH5ahWzv8TTrSjAmdgPQ_soba7jqVy3Rdcdkvwo_A/s1600/HPIM9622.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbaECRxQV-Ckr1nYBmM-C8-iA8bC8aFLi8Tzf5kSr3wGW6_Xdvuo_qBz-hl9nbGHX_y5JK9NvBHQGA9Rh6h-fymCs-hDJIdcdz6-TH5ahWzv8TTrSjAmdgPQ_soba7jqVy3Rdcdkvwo_A/s200/HPIM9622.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Hão-de vir os do costume, os que não &quot;coisam nim saim de cima&quot;, descrentes de coisa nenhuma, crentes em coisa alguma. Estarão lá, à espera, afoitos por soltar impropérios à geada, que no tempo dela deveria estar o sol no zénite, e nos trópicos é que se estava bem, ou na Lua, que vento não tem e está sempre virada para o Sol... &quot;Quem mo dixo foi um belho do Restelo, ou lá o q&#39;staba scrito por o poeta birolho q&#39;era mim guitcho pra botar uas ideias de doutore im forma de strofeze&quot;...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhimKVBGsbCmv1Ra9jcVAVmgpl7t2sFLoQClFhOMnCyijgEiX2c7ZMz-NH6qr8V8X7hrQK2fPjmV39CKiMc74lGC_Cqc5W4cUypn6jpOwG76G-lt7MUZHfpWnWxFf4CDyuU9WcLaRk0kOs/s1600/HPIM9480.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhimKVBGsbCmv1Ra9jcVAVmgpl7t2sFLoQClFhOMnCyijgEiX2c7ZMz-NH6qr8V8X7hrQK2fPjmV39CKiMc74lGC_Cqc5W4cUypn6jpOwG76G-lt7MUZHfpWnWxFf4CDyuU9WcLaRk0kOs/s320/HPIM9480.JPG&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&quot;Ma sim, q&#39;a nha bila tchêa de luzinhas fica mim pimpona! Or sim? Digo ou, bá, que fico tchêo de proa mesmo quando se m&#39;ingaranh&#39;ó narize pra bêr&#39;a câmbera co as jinelas á&#39;lumiar a neite&quot;...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dizia eu que me agrada esta ideia da &quot;Cidade Natal&quot;. E, convictamente, vou tentar participar, ainda que tenha reservas relativamente ao meu (des)apurado gosto para enfeites. Sejam eles de que âmbito forem... E gosto de ver os segadores com vida renovada, mesmo que alguns insistam em apelidá-los de &quot;cegadores&quot;, saiba eu que as &quot;seitouras&quot; também serviriam para tirar olhos quando &quot;s&#39;ingaliabam&quot; uns tantos... Mas Natal não é tempo de &quot;bulhas&quot;. Até o burrinho e a vaquinha permanecem em sossego no presépio. E por falar em presépio... Que tal um pequeno desvio até ao Museu de Arte Sacra?...&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTdjWocwdNY6l6MEa5EAvordsiS2CTFm6kchJqxFlYxH4VXjzfQIQrviCHv7PlZyVTRYQAHyApxZ-JB7gvidbzmL-8lggLZqK7eSwxCfkxFBNmp9ueqDpgbEomBe7eXh6vJDLHPQENukY/s1600/Pres%C3%A9pios.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;400&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgTdjWocwdNY6l6MEa5EAvordsiS2CTFm6kchJqxFlYxH4VXjzfQIQrviCHv7PlZyVTRYQAHyApxZ-JB7gvidbzmL-8lggLZqK7eSwxCfkxFBNmp9ueqDpgbEomBe7eXh6vJDLHPQENukY/s400/Pres%C3%A9pios.jpg&quot; width=&quot;282&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2013/11/ideias-natalicias.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaA6bEYjdGV5Uktz4-qFh3lxy7F8J21-iGmmZbS6-b4QFLoylGkKMY2LiIaxKlVvz81WVYk188yv5oRT803sdQn8JxlvTvKTRw7SOZL1ywAqOxQWGw7slYuDXN7eadl8TNLrqycMwgv1M/s72-c/Cidade+Natal.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-8832368822772008739</guid><pubDate>Tue, 26 Nov 2013 15:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-11-26T15:19:28.445+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Macedo</category><title>De regresso... Porque dizem que em Macedo não há nada para fazer...</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw4xCsrunrnRr1k_LpfwWxmHAFLrHEsTT8VPzOBBlPtOapLCdjkEmcS-65cFiZtkF4kd3SPowi5tQVCbosB7CMJFZ1k1_js-tZg13vg7ZklcTcdOk2KPzjsct-VmJ6XC8w99NwC-ly8B0/s1600/Antero+Neto+2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw4xCsrunrnRr1k_LpfwWxmHAFLrHEsTT8VPzOBBlPtOapLCdjkEmcS-65cFiZtkF4kd3SPowi5tQVCbosB7CMJFZ1k1_js-tZg13vg7ZklcTcdOk2KPzjsct-VmJ6XC8w99NwC-ly8B0/s200/Antero+Neto+2.jpg&quot; width=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Há fins-de semana que nos despertam da letargia, como se um qualquer relâmpago nos trespassasse a alma, penetrando em todas as latitudes e longitudes do ser. Talvez a rosa-dos-ventos traga, agora, um ponto cardeal chamado Renascente... Pode assemelhar-se a um efémero murro no estômago, e tudo volte à &quot;normalidade&quot;, à tão apregoada &quot;normalidade&quot; dos dias que correm. Porque dizem que em Macedo não há nada para fazer... E talvez não haja...&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwhP-aKrBXywoxDAfkv5ToSLbL4u_iq_jClqZpccCHB9F5NzeHXvwhQvbRl9aVNI0FeHeTd9cNCFFP6BjUfqdfmGgy8VBHeE1lso4tYq4r_Vxkr9SsvFjBwTz6cGwjxgQatgd5PXUsmls/s1600/Antero.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhwhP-aKrBXywoxDAfkv5ToSLbL4u_iq_jClqZpccCHB9F5NzeHXvwhQvbRl9aVNI0FeHeTd9cNCFFP6BjUfqdfmGgy8VBHeE1lso4tYq4r_Vxkr9SsvFjBwTz6cGwjxgQatgd5PXUsmls/s200/Antero.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;A não ser que que se passe uma agradável noite de Sexta-feira a divagar sobre coisas tão desinteressantes como as marcas da presença dos cristãos-novos, tão nossos marranos, por terras de &quot;trás-do-sol-posto&quot;. Envolvendo, pelo meio da tertúlia, coisas tão básicas como o orgulho de ser detentor de hemoglobina xística, ou granítica, &quot;bá&quot;, ou coisa que o valha proveniente deste reino pétreo. Como não havia nada para fazer, fui a uma tertúlia literária... Mas poderia ter ficado a fazer coisas muito mais interessantes... Protestar num qualquer café acerca de não haver nada para fazer... Por exemplo...Mas fui a uma desinteressantíssima tertúlia literária... E, azar de um &quot;rais&#39;ma partam&quot;, ainda tive o privilégio de rever um grande amigo. Rever grandes amigos é não ter mais nada para fazer..&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9Hi6kI1VudnHTxevAN6Nhy_J85XGUYL7mKBsNDyR6oWYV0yJcmXpNni2UIESpsaVuZOhoo9IYyk2ukx3MmQ-P5GsuNcai9aee1OhlB6DK4yb8cXwzhxzPKcH_aIg1H_t_EjM60RT1Zh8/s1600/DMG_7710.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg9Hi6kI1VudnHTxevAN6Nhy_J85XGUYL7mKBsNDyR6oWYV0yJcmXpNni2UIESpsaVuZOhoo9IYyk2ukx3MmQ-P5GsuNcai9aee1OhlB6DK4yb8cXwzhxzPKcH_aIg1H_t_EjM60RT1Zh8/s200/DMG_7710.JPG&quot; width=&quot;133&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Desbaratada a essência do ser, gravidade dos factos, o Sábado seria preenchido por um percurso fotográfico, indelével marca Alustro, às entranhas da Linha do Tua, essa coisa mal amada por onde, um dia, de barba rija os homens, se dinamitou a pedra para passagem dar ao cavalo a vapor. Mas não havia nada de mais interessante para fazer... E não havendo nada de mais interessante para fazer, verguem as solas do calçado, reúna-se um grupo de &quot;tchalotecos&quot;, arrase-se com o gelo matinal, vontades tantas estas, as de nada ter para fazer. Calcorrear o silêncio, onde um dia reinaram silvos que esventraram a terra, olhar para o vazio preenchido a memórias, escutar cada silva a ranger sempre que pisada era para dar passagem. E os risos, aquela coisa pecaminosa de quem nada tem para fazer. Haverá pior forma de ultrapassar um lúdico Sábado? &quot;Tchotchos&quot;, estes Alustros são mesmo &quot;tchotchos&quot;... &lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYpkuqJdzTZind__AIIlGb3ELHjsRttvxUPvjIisC_uPRdCDabe26lboa94kTx-zyGMCcQR5E9KMO7NcOaGDeboKNzbuqZXRuE0AgEFboBvCIylriY8L6rfQR1A2TguuBc8zjlxSRZckI/s1600/Jorge+Laje.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;133&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjYpkuqJdzTZind__AIIlGb3ELHjsRttvxUPvjIisC_uPRdCDabe26lboa94kTx-zyGMCcQR5E9KMO7NcOaGDeboKNzbuqZXRuE0AgEFboBvCIylriY8L6rfQR1A2TguuBc8zjlxSRZckI/s200/Jorge+Laje.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
Após um mais que insípido matinal e vespertino Sábado, e nada mais havendo para fazer, energias balofas essas, rumo às &quot;Memórias da Maria Castanha&quot;, preferível é o colapso de um &quot;bilhó&quot; entalado na garganta ao engasgar do nada haver para fazer... Ouvidos cansados pelo estridente disparo de obturadores, escutam-se histórias da &quot;Maria Castanha&quot;, esse tão nosso fruto, batata dos soutos. E ficamos encantados por nada haver para fazer... Porque, de seguida, haverá que rumar a outras paragens. Dizem que a Companhia de Dança do Norte terá um espectáculo no Centro Cultural. Centro quê? Blheargh!... Não têm mais nada para fazer?...&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy976SUryS4ANpzmp43V5YyK-APyDcpchUUGZa_RfXTy_gJJx_s04M4_n94Sr7GdrYbtV2tb1p0vrBShCmUvJNDjAy0zGuRkGYJXxkiegHT9bGF5yU6dH0xJ1b0CBmv4g8P2QdvNAmTcI/s1600/CDN.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiy976SUryS4ANpzmp43V5YyK-APyDcpchUUGZa_RfXTy_gJJx_s04M4_n94Sr7GdrYbtV2tb1p0vrBShCmUvJNDjAy0zGuRkGYJXxkiegHT9bGF5yU6dH0xJ1b0CBmv4g8P2QdvNAmTcI/s200/CDN.jpg&quot; width=&quot;141&quot; /&gt;&lt;/a&gt;De repente, uma alucinante viagem que nos transporta, paralelismos outros, ao &quot;The Wall&quot;... Corpos em movimento, entrelaçar de coreografias, dança das emoções. Bailar de vontades, encanta-se o olhar em trepidantes sonoridades. Termina a sessão com um natural e unânime aplauso, de pé a gente, mãos aquecidas pela alegria de nada haver para fazer. São assim os dias, malfadados ponteiros de um tempo em que, nada havendo para fazer em Macedo, se fecham brevemente os minutos num desperdício de acordes em forma de teclas. Monótono, muito monótono... Agora, regresso feito, apetece-me ir fazer alguma coisa... Nesta terra em que, dizem os crentes, não há nada para fazer... E não haverá... Até ao próximo fim-de-semana em que nada farei...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2013/11/de-regresso-porque-dizem-que-em-macedo.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhw4xCsrunrnRr1k_LpfwWxmHAFLrHEsTT8VPzOBBlPtOapLCdjkEmcS-65cFiZtkF4kd3SPowi5tQVCbosB7CMJFZ1k1_js-tZg13vg7ZklcTcdOk2KPzjsct-VmJ6XC8w99NwC-ly8B0/s72-c/Antero+Neto+2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-7137785052949555095</guid><pubDate>Fri, 19 Apr 2013 13:38:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-19T14:43:27.359+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alustro</category><title>Alustrices</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSORxrhHBcB-924NM4RgJO0R4mDn38PEKJdXxu4tS1AeJGlR77poyEl5PWIggzPr7aJIVj_75uMjnry7_jGI7x94RpQgD-mWLf18VRMA7seQDPKB4oztus0tcjI_zCmmpXCUNZB5KkQaA/s1600/24281_4651756378061_307139484_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;237&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSORxrhHBcB-924NM4RgJO0R4mDn38PEKJdXxu4tS1AeJGlR77poyEl5PWIggzPr7aJIVj_75uMjnry7_jGI7x94RpQgD-mWLf18VRMA7seQDPKB4oztus0tcjI_zCmmpXCUNZB5KkQaA/s400/24281_4651756378061_307139484_n.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhm5RupCk5im6pAP-Ek3thzamNRFqHONNYUtIJl7W-YeMKWFftgrrEsiMB91sadXNLVAHUiOcl0Aw4ao7WErtcttlk0le1kvUVOwvjL0IxozHWDpa6OjxtBZZr-Mv3Fj4IfhVPsq9BgtjE/s1600/150143_184637265006883_118379640_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhm5RupCk5im6pAP-Ek3thzamNRFqHONNYUtIJl7W-YeMKWFftgrrEsiMB91sadXNLVAHUiOcl0Aw4ao7WErtcttlk0le1kvUVOwvjL0IxozHWDpa6OjxtBZZr-Mv3Fj4IfhVPsq9BgtjE/s200/150143_184637265006883_118379640_n.jpg&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Diz o incomparável que &quot;Deus quer, o homem sonha, a obra nasce&quot;. Por bandas de Terras de Cavaleiros, não façam os da casa milagres, que de milagreiros está exógeno espaço cheio, Deus quis, o homem sonhou, a obra nasceu. Numa qualquer conversa de rua, emanada do circunstancial, pacatez dos dias, abane-se o estabelecido, o diziam os líricos, rubrique-se verbal acordo a manifestação de vontades e avance-se para a reunião de desconhecido exército. Não um qualquer exército, apenas um batalhão de sonhadores que nutrem, em simultâneo, inusitada paixão por disparos sem vítimas. Ou vítimas haja, sorrisos ou rugas gravados a recolhas de luz, obturadores em acção, permaneçam em paz momentos do pretérito, ou falem as pedras, surja quem disponibilidade tenha para as escutar. Da procrastinação dos dias não é feita a vontade. É vê-los, visão em riste, poetas de imagens, artesãos do olhar, perscrutando a noite ou sugando o tutano dos dias. Talvez o efémero do pormenor ganhe, subitamente, eternidade.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMeDC9cIz8D0uYyNYaQLJyQOxFEaWq4Rs0gBXDiQvNwJoUGn8iSunBg8Xu545zIHDQN1iIh1BUPEIxdwu1EDp0rZJmMn9ODOKx2DJIQKEUYYwqjXcFK0eXIOIckNv8WOc6MSdZCE_ugqA/s1600/WORSHOP+2012.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;179&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgMeDC9cIz8D0uYyNYaQLJyQOxFEaWq4Rs0gBXDiQvNwJoUGn8iSunBg8Xu545zIHDQN1iIh1BUPEIxdwu1EDp0rZJmMn9ODOKx2DJIQKEUYYwqjXcFK0eXIOIckNv8WOc6MSdZCE_ugqA/s320/WORSHOP+2012.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiC2ftsZa75mzDcDxAxXSpyWxXQoL3QJmkg_DnF9vjOwnShRYNwE41C6FIyD-bx7D_E40ca_7mQX3qkDbqx2bSsgdYC_pyLrX2xRG4y7g93pujH5L6jMMJbJXaDNXZd07SKOjKzuxgdYm4/s1600/cartaz+exposicao+1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiC2ftsZa75mzDcDxAxXSpyWxXQoL3QJmkg_DnF9vjOwnShRYNwE41C6FIyD-bx7D_E40ca_7mQX3qkDbqx2bSsgdYC_pyLrX2xRG4y7g93pujH5L6jMMJbJXaDNXZd07SKOjKzuxgdYm4/s320/cartaz+exposicao+1.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Ou, vozes da reacção, o Restelo longínquo, não funcionarão, por bandas estas, da desgraça profecias. Queiram os feiticeiros recriar antídotos de fé muita, dobrar o das Tormentas e desbravar sentidos muito para lá da Taprobana. Deva o céu ser o limite, lá para um mar de estrelas nunca dantes navegado, onde os horizontes se diluam a metafísica. Querer é poder, o dizem os entendidos. &quot;RAIS&#39;PARTA&quot; os ALUSTROS!!! Da resignação não desenham cartazes, telas formatadas a carolice, reinventam o tempo quando tempo não há. E sorriem, simplesmente sorriem, faces moldadas a sonho, que os olhos nunca se cansem e nunca fine a vontade. Depois, é só correr até à próxima paragem. Espíritos desenfreados em busca do nunca visto, irmandade da imagem, voam com os pássaros e lançam privadas orações aos altares da memória. Dizem que querem preservar o património e as gentes, planar como milhafres, entrar no estranho bailado nupcial de mergulhões, imiscuir-se nos aromas de selvagens orquídeas, disputar território a répteis e anfíbios. E captam afectos, na desumanidade da persistência, o dirão os escravos do medo. Talvez as paixões sejam mesmo assim, refrear do racional na irracionalidade do querer.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbaYpKUpfA0AkdpdJtFsTbtiP3I1Qum3vVZdvcy1Fg1O1e25e_MfeBheRXMknJyquJFuLUFTd5MrpLcvJNS10BGjGRnns6TYr22PdN0i4AWumW4sqKTT9Of75Dpjr2qEHn4dgRJZUZjf4/s1600/worshop+digiscoping.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbaYpKUpfA0AkdpdJtFsTbtiP3I1Qum3vVZdvcy1Fg1O1e25e_MfeBheRXMknJyquJFuLUFTd5MrpLcvJNS10BGjGRnns6TYr22PdN0i4AWumW4sqKTT9Of75Dpjr2qEHn4dgRJZUZjf4/s320/worshop+digiscoping.jpg&quot; width=&quot;225&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Não se explicam, sentem-se. Apenas e tão só, sentem-se. Digo eu, mero Cavaleiro Andante, sonhador de letras e imagens, é assim que vejo os sonhos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Só os entendo esquissados a lápis sem cor, coloridos a giz de paixão. Numa qualquer lousa perdida no tempo e partida em partilháveis pedaços. Gostava de ser Alustro, a sério que gostava, ser parte de um bando de pardais à solta. Provavelmente, convidar-me-ão, tudo tem um preço afinal... Julgo já ter a ficha de inscrição, especial impresso para anónimos sócios, Macedo tem vida, ou vida quer ter. E tem património, gente, potencial, atmosfera... E tem Bornes, Nogueira... E Monte de Morais... E tem Azibo... E tem Alustro - Clube de Fotografia A. M. Pires Cabral... Venham mais cinco... &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSsSHkc4xZ-vAyyUZRcHAgN7G5mTUOkLwcCfBj1y5IdVNzfVVymvONjgEEQbVzYp4hs_rHMYV21O-1MTlWyJEFLeqWHW56w8raYFkLlzGLYq76L-iOFoxz2S9TT0OdyM6vqor4RM0mMaw/s1600/75610_184013888402554_1597762519_n.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;342&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSsSHkc4xZ-vAyyUZRcHAgN7G5mTUOkLwcCfBj1y5IdVNzfVVymvONjgEEQbVzYp4hs_rHMYV21O-1MTlWyJEFLeqWHW56w8raYFkLlzGLYq76L-iOFoxz2S9TT0OdyM6vqor4RM0mMaw/s400/75610_184013888402554_1597762519_n.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;. &amp;nbsp; </description><link>http://masaedo.blogspot.com/2013/04/alustrices.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSORxrhHBcB-924NM4RgJO0R4mDn38PEKJdXxu4tS1AeJGlR77poyEl5PWIggzPr7aJIVj_75uMjnry7_jGI7x94RpQgD-mWLf18VRMA7seQDPKB4oztus0tcjI_zCmmpXCUNZB5KkQaA/s72-c/24281_4651756378061_307139484_n.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-7734427426141948138</guid><pubDate>Sun, 07 Apr 2013 15:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-04-07T16:56:08.624+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Agrupamento 602</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Escuteiros</category><title>Escuteiros - ou regressões ao 602... </title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEw4LcOELjrOT0RCoEqEK8ZDD8p1pY896oC0-CUw8HO0vWbTaSL4LRvfOuXMQTsmRlF6iZ2cMUKuaRaLgekL4kCyr_if4a0OTjY8MCty5IGR-UhyUeDyU6mSsCdrS8SADj9DvxbkqFJDE/s1600/602.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEw4LcOELjrOT0RCoEqEK8ZDD8p1pY896oC0-CUw8HO0vWbTaSL4LRvfOuXMQTsmRlF6iZ2cMUKuaRaLgekL4kCyr_if4a0OTjY8MCty5IGR-UhyUeDyU6mSsCdrS8SADj9DvxbkqFJDE/s200/602.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjtegxjy8NkZLrllFzaqhUZhxOZyKRz-RdqP5WnqFh2Nu-tjhMbSBeScciDNYZ21uoL4XNjDQDMo3zTbgjFgIPCj7MA8FgtjoxTcARntOAFi4YJxDP1ghGMQ5-ZMsgNNWord0jseHot_I/s1600/602+1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;141&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgjtegxjy8NkZLrllFzaqhUZhxOZyKRz-RdqP5WnqFh2Nu-tjhMbSBeScciDNYZ21uoL4XNjDQDMo3zTbgjFgIPCj7MA8FgtjoxTcARntOAFi4YJxDP1ghGMQ5-ZMsgNNWord0jseHot_I/s200/602+1.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Sermos tomados por uma quase incontrolável emoção, olhar perdido num quase infinito, violações ao tempo presente por um pretérito com irrazoáveis tonalidades a futuro. Fixações numa armação decorada a amarelo, verde, azul e encarnado, tremeluzentes ornamentos, no finito de um colorido derretido a esperança. Relembrei nós, acampamentos, fugazes recordações, de mochila às costas, fogos de conselho, não adiadas promessas. A controlada comoção, num assomo de passado, inesquecível, como inesquecíveis são as memórias. Ao vê-los, perfilados, alinhadinhos, no temor de uma qualquer falha de protocolos tantas vezes treinados, repetidas promessas de avanço etário. Tão pequeninos os Lobitos, encantadores. Lembrei-me da primeiras reuniões no piso inferior da &quot;casa do padre&quot;. E da adrenalina do primeiro acampamento, liderado pelo saudoso Rui Santos, lá para os lados da ponte ferroviária de Vale da Porca. Áureos períodos da Linha do Tua, era o &quot;cavalo&quot; ainda a vapor, tremia a ponte à sua passagem enquanto eliminávamos os resíduos de gordura nas límpidas água do Azibo. Os &quot;putos&quot;, os indomáveis &quot;putos&quot; de lenço amarelo...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
De repente, dei por mim a celebrar a Promessa. «Prometo, pela minha honra e com a graça de Deus, fazer todo o possível por: cumprir os meus deveres para com Deus, a Igreja e a Pátria; auxiliar os meus semelhantes em toda as circunstâncias; obedecer à Lei do Escuta»... As gavetas da memória abriram-se, sem aviso prévio, marcas da nostalgia, talvez. Alerta, sempre Alerta. Ou, Escuteiro por um dia, Escuteiro para toda a vida... Era hora de apadrinhar a promessa do futuro Explorador. Emocionei-me, a sério que me emocionei...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioANA4eJJGcNF7OuCHzK6KT_354z6B52LKOBh-D75_KMJclaEkeDCH00lSb7Vk-JtFH1NEr-wPMDHcSgpXORZo3M0wWnNDqnpcWFPbzlFqv3jngNgoUJSHBEaA41WOIynpHB_InCHhZ2U/s1600/602+2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioANA4eJJGcNF7OuCHzK6KT_354z6B52LKOBh-D75_KMJclaEkeDCH00lSb7Vk-JtFH1NEr-wPMDHcSgpXORZo3M0wWnNDqnpcWFPbzlFqv3jngNgoUJSHBEaA41WOIynpHB_InCHhZ2U/s200/602+2.jpg&quot; width=&quot;146&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ficava a voz embargada, quase castrando a repetição do que ao microfone ouvia. Talvez fosse o eterno espírito de Baden Powell a provocar o estremecimento. Ou o incontrolado desejo de revivescência... Senti um orgulho imenso no 602, semelhante àquele que sentia enquanto entoava a &quot;Radiosa Floração&quot; de tempos idos, no indómito grito de &quot;Escuteiros leais, avante, avante!&quot;... Os Chefes Rui, Fátima, Afonso, Manuel Joaquim... A minha Patrulha Lobo, ou a Veado de avanços outros, lá longe, já ao virar da Associação de Socorros Mútuos para o Bairro de São Francisco. De súbito, lembrei-me de umas fotos que vi, algures, pela rede social... Faces que, evoluções celulares, perderam naturalmente a graciosidade de epidermes esticadas pela juventude. Mantêm-se graciosas, de igual forma. Tal como graciosa ficou a minha vontade de regressar... De repetições também se desenha a vida... Escuteiro por um dia, Escuteiro para toda a vida. Não fiz a Promessa... Mas prometi a mim mesmo o regresso, enquanto assistia a um inenarrável e comovente esvoaçar de lenços ao vento...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
(Fotos &quot;surripiadas&quot; da autoria de Alexandra Mascarenhas)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmSg5BSPC1unM71c0cHLRcLYOnYbPkgjqEU49P-v51zjJfAfRI2kWC3pl1V3ZFdZXAy3OSZi1Djnn2cGmyw0iMFXbOZwovgipCu0da7yKOD3yqy2xnolYrpXM7CxmYPUQx1DFH35Tymc8/s1600/602+3.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;220&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgmSg5BSPC1unM71c0cHLRcLYOnYbPkgjqEU49P-v51zjJfAfRI2kWC3pl1V3ZFdZXAy3OSZi1Djnn2cGmyw0iMFXbOZwovgipCu0da7yKOD3yqy2xnolYrpXM7CxmYPUQx1DFH35Tymc8/s320/602+3.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNepuU7eFklZbAPD9KPz25XpRol29ab-ThAkznr4Ocxwa2VMHgZsdCdcD3SpTiLughEulOqxr3CHPzGUZBIAGo7Yp0iq2EJa0zf5ma_NXUjFn2Bp40eYiZQVYGuJ3SbErIMOSY8DXM1Xk/s1600/602+4.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;215&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjNepuU7eFklZbAPD9KPz25XpRol29ab-ThAkznr4Ocxwa2VMHgZsdCdcD3SpTiLughEulOqxr3CHPzGUZBIAGo7Yp0iq2EJa0zf5ma_NXUjFn2Bp40eYiZQVYGuJ3SbErIMOSY8DXM1Xk/s320/602+4.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2013/04/escuteiros-ou-regressoes-ao-602.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEw4LcOELjrOT0RCoEqEK8ZDD8p1pY896oC0-CUw8HO0vWbTaSL4LRvfOuXMQTsmRlF6iZ2cMUKuaRaLgekL4kCyr_if4a0OTjY8MCty5IGR-UhyUeDyU6mSsCdrS8SADj9DvxbkqFJDE/s72-c/602.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-2824401691299283243</guid><pubDate>Thu, 28 Mar 2013 21:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-28T21:46:06.080+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradições</category><title>Bô! Dunde carbalhitchas s’indrominou o folare?</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVYTJ0FTZenK9AaZIE5iV7_8j9gXi7uwtZkjw33pZ2mb_-QOfES9hFDAMfrlTSB5PZvbQ6vPDdlDJpwagUNe2vHNo1hJBsG7c_yWDwWomP7Z10Zg-0q5464kDLauKktNGmM_GJDZuTiSQ/s1600/HPIM6523.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVYTJ0FTZenK9AaZIE5iV7_8j9gXi7uwtZkjw33pZ2mb_-QOfES9hFDAMfrlTSB5PZvbQ6vPDdlDJpwagUNe2vHNo1hJBsG7c_yWDwWomP7Z10Zg-0q5464kDLauKktNGmM_GJDZuTiSQ/s200/HPIM6523.JPG&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Coisas há que nos acicatam esta soberba de às pedras ter pertença.
Como se os desafios se sucedessem, numa amálgama de formas aparentemente
desconexas, entre prefixos e sufixos, radicais tantos de heranças latinas,
árabes, helénicas e outras que tais, bárbaras até, os clássicos o diriam. De
quando em vez, sofro deste achaque de contrariar o estabelecido. Demência, o
dirão os intelectuais que, avantajado pedantismo, se servem à sobremesa do que
vomitado é pela plebe… Afinal, Chacim não era adaptação linguística do arcaico
“porco selvagem”, nem chacina de Árabes seria… Solte-se o porco ou tire-se
coelho da cartola, não o derivado das pedras, antes o parido na humildade de
ter a pretensão de contrariar o estabelecido. Repiquem os sinos da mente!... E
recensões académicas venham à causa…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnYTFFtBDFOIKuPUfrQLxo0wXfGuaa-FlrqvfWbDhEI97wnLIl-fEobSt5ZbU7mG4V6ueADIsJXxUsJwjXP0XcFAH2OMmmmg8ltlsrPIqEpvHJOirINPhuOCFc_RWQfOg9uHdLQdKhdo8/s1600/HPIM6535.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnYTFFtBDFOIKuPUfrQLxo0wXfGuaa-FlrqvfWbDhEI97wnLIl-fEobSt5ZbU7mG4V6ueADIsJXxUsJwjXP0XcFAH2OMmmmg8ltlsrPIqEpvHJOirINPhuOCFc_RWQfOg9uHdLQdKhdo8/s200/HPIM6535.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Mas deixemos o “Flacco” de lado e esqueçamos a “villa Flaccini”,
outras que tais, que de sericicultura foram outras épocas desenhadas. É tempo
da suavidade sedosa de folares a tecerem o êxtase de gustativas papilas,
adornados a inconfundíveis aromas desprendidos pela “tchitcha” que recheio lhes
dá. É a tradição a marcar pontos neste infame jogo de gula ancestral. E a
eterna e histórica dúvida sobre “dunde carbalhitchas s’indrominou o folare”?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Descansem culinários peritos, imiscuir não me vou na excelência do que
excelente é. De receitas quero saber-lhes apenas o resultado… E o registo das
etapas… Ou inventá-las… Mas ao que interessa vamos…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLUGnS_GiHyKS3k8usVH65KAJM9ATmROZYKIwOupbMfaGa13sdyAlINATYl9BKkXASIGBaSZmuViqZNMyTm96qYoOo6afTrfMaG7n4_pv78LKnvIvkTqFsm9RV2Lpa6d8ib8o-RPBqqNA/s1600/HPIM6541.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgLUGnS_GiHyKS3k8usVH65KAJM9ATmROZYKIwOupbMfaGa13sdyAlINATYl9BKkXASIGBaSZmuViqZNMyTm96qYoOo6afTrfMaG7n4_pv78LKnvIvkTqFsm9RV2Lpa6d8ib8o-RPBqqNA/s200/HPIM6541.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Qual o significado de folar? Dúvida dos tempos, incisiva questão,
dicionaristas se consultem, na embasbacada postura de possuir o dito folar uma
origem obscura, especialistas dixit, impossível sendo atribuir-lhe, com
segurança, um étimo latino... Como só acreditarei incondicional e piamente na
ida à Lua quando lá “botar as patas”, de S. Tomé influências, pruridos me gera
esta coisa de os ditos especialistas “botarem” obscurantismo na paternidade do
vocábulo “folar”. Quando provo a iguaria, sabe-me a tudo menos a filho de pai
incógnito… Ou a resquícios de germânico bolo, “flado” o diz o insuspeito
Moraes, como se o mel algo tivesse a ver com o folar. Ou “poularde”, como o
afirmam Faria e Lacerda. O folar derivado de frango?! De frango?... Creio mais
nas derivações lendárias de Mariana e Amaro, mais o fidalgo sem nome,
“floralis” o dizem os entendidos. Creio mas não acredito! Insuficiências de
descrente… Só porque, raridade legada pelo “Tabellião” da excelsa vila medieval
de Ferreira de Aves, lá para finais do séc. XIII, feito foi um “emprazamento”
de metade de um moinho localizado em Folares. Onde? Folares??? Hummmm…. Dizem
actuais cartografias que a dita Folares do documento evoluiu para Forles.
Auscultem-se, de novo, os entendidos em toponímicas questões e de Folares a
Forles influência terá tido a antroponímia de Froila derivada.&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: .0001pt; margin-bottom: 0cm; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0j5Q_u25mllGdNfKhyphenhyphenFob_QfB-LqGnBTEMXCROIEf8dTdVcZlURwBjWQCtDXXNd5xc5Thi_BX8Trb8QJO-ELvszqHQEw1Ctj4YnXxUVErtsQlGD4cJWZe14NpFkCH4CfCNsChD55PuwM/s1600/HPIM6590.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg0j5Q_u25mllGdNfKhyphenhyphenFob_QfB-LqGnBTEMXCROIEf8dTdVcZlURwBjWQCtDXXNd5xc5Thi_BX8Trb8QJO-ELvszqHQEw1Ctj4YnXxUVErtsQlGD4cJWZe14NpFkCH4CfCNsChD55PuwM/s200/HPIM6590.JPG&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEie8Uo3YZsyVoU2N4Pqig-LXjX43qnA0Yo2Ci7PJ22rWqnwVzom8cPXaQi1fTZrkIETqulg44PcPAecB3IC4scX3MnZjFQlLJgUnWVr6jrND2bvXD6ZdSC7Rn8endXgBIyF2AN2LtGpxFU/s1600/HPIM6554.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEie8Uo3YZsyVoU2N4Pqig-LXjX43qnA0Yo2Ci7PJ22rWqnwVzom8cPXaQi1fTZrkIETqulg44PcPAecB3IC4scX3MnZjFQlLJgUnWVr6jrND2bvXD6ZdSC7Rn8endXgBIyF2AN2LtGpxFU/s200/HPIM6554.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Coisa em que,
massa de farinha e ovos pelo meio, não acredito. Mais coisas da descrença… E
adiante que, suspeitas da gula, lá me conduziu o folar à fogaça, iguarias de
Terras de Santa Maria. Daqui a terras da península itálica foi um salto de
pulga… E apareceu a “focaccia” a esgrimir argumentos. Mergulhe-se nas
“Etimologias” do célebre Isidoro, lá para meados do séc. VII, e já por lá se vê
a “focaccia”, meandros do fogo, “focus” para os pais da latinidade. Do fogo
sairá, mundo pagão dos Deuses Lares a acrescer, no feminino de “focácius”.
Talvez me “botasse” agora a um “carólo” do bem latino “panis focacius”… Há-de
ter evoluído, tê-lo-á feito, seguramente, ou não teríamos hoje o “focolare”…
Digo eu, na insapiência vertida de uma qualquer adquirida ignorância. Ou não
nos dissesse a De Laude Virginitatis que&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiruiTHTPrVfx7K-3zbiHmVVV0KQgDQFLTmf1oVT0TeZm05dC0oci8EENxkzuJSL4SOsCnVwvyHDPJy9jVf-HeXf1p83sQrnaJuHp8FPguTFsuY1USOiudXjEyGhV6oYi0pRwOfLmRqRH4/s1600/HPIM6582.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiruiTHTPrVfx7K-3zbiHmVVV0KQgDQFLTmf1oVT0TeZm05dC0oci8EENxkzuJSL4SOsCnVwvyHDPJy9jVf-HeXf1p83sQrnaJuHp8FPguTFsuY1USOiudXjEyGhV6oYi0pRwOfLmRqRH4/s200/HPIM6582.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt; o conduto se “coctura in focularibus
praeparata”… Derivações de paternidade em “foculare”… &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;


&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Avance-se até ao medievo, das trevas lhe chamaram,
erradamente o direi. Voemos até à Baixa Latinidade, ao “focagium”, imposto de
feudalista&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;s timbres, por cá derivado em fumádego, direito de fumagem ou fogaça.
Lá teria de haver explicação para se contarem fogos ao invés de casas… E já se
pagava uma imberbe forma de IMI… Aos desgraçados dos contribuintes, «&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;alem
do foro a que sam obrigados e concertados com o senhorio oyto alqueres de
fogaça»… Só para um exemplo citar…&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihtACPfUfGx74kOfrgzkGsMBDMLEwc6zwJA_63xGLgL-CeOUGt4flUNgFlb6BnqPcSJMlZ2rZebLAIE9r7cLWH3qeDdVzh2pjdgdd1CT4zx-UgZNq6wVdPGDLwUGOsTYlKzHsVuBEEauM/s1600/HPIM6617.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEihtACPfUfGx74kOfrgzkGsMBDMLEwc6zwJA_63xGLgL-CeOUGt4flUNgFlb6BnqPcSJMlZ2rZebLAIE9r7cLWH3qeDdVzh2pjdgdd1CT4zx-UgZNq6wVdPGDLwUGOsTYlKzHsVuBEEauM/s200/HPIM6617.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;Ou outro, lá para o séc. XII: «…Et in servicium
unam fogazam de duobus alqueiris tritici…». Por estas bandas, também os
ilustres donatários do infeliz Mosteiro de Castro de Avelãs se rogavam ao
direito de considerar os que em suas terras moravam&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt; «bassalos do mosteiro» e «pagam mais de fumadego cada
hum para acender foguo quatro dynheiros e meio». E das obrigações seculares,
dos tempos evoluções, se terá passado para as religiosas. Como diz o
inestimável Abade de Baçal, «Também na mesma semana gloriosa os párocos visitam
as casas dos fregueses, lançando-lhes água benta e suplicando a Deus que
prospere bem os moradores, ao mesmo tempo que levantam o FOLAR.» Ou resquícios
do «focagium»… Pagamentos em «focolare»… Ou em «fo(co)lar(e)»… Digo eu…&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;span style=&quot;font-family: inherit; font-size: 11pt; line-height: 115%;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp; &amp;nbsp;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2U5d2opIdtfv9U5EDEr888pJez1QhZKoBLpQ1rC1xtr9imJGYQTs8WdzO59jPkjVkARwc8Pe0zWtBj9Eu9Rw1dgQB_KP2BLqj-dPLYDyi5j2vhvd6IM0kknI2nzROu3bXTofUP5beQ0w/s1600/HPIM6588.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEg2U5d2opIdtfv9U5EDEr888pJez1QhZKoBLpQ1rC1xtr9imJGYQTs8WdzO59jPkjVkARwc8Pe0zWtBj9Eu9Rw1dgQB_KP2BLqj-dPLYDyi5j2vhvd6IM0kknI2nzROu3bXTofUP5beQ0w/s400/HPIM6588.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/span&gt;</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2013/03/bo-dunde-carbalhitchas-sindrominou-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhVYTJ0FTZenK9AaZIE5iV7_8j9gXi7uwtZkjw33pZ2mb_-QOfES9hFDAMfrlTSB5PZvbQ6vPDdlDJpwagUNe2vHNo1hJBsG7c_yWDwWomP7Z10Zg-0q5464kDLauKktNGmM_GJDZuTiSQ/s72-c/HPIM6523.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-1825371299983757376</guid><pubDate>Wed, 27 Mar 2013 15:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2013-03-27T15:57:45.901+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cousas</category><title>Rumando a Nordeste</title><description>&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioNsGwQsHwnA7TEJ9Hj4VqckWUaLJIfYvXVEHdgsawZpzut1vKTiHH61aJ69ZguwXdJQvPU92VxZrGDPG7k6BwCPiRFs2kJlfs4UFjjsWxisg2taxjMk-zGlxeaD5bwi3YhcAVMXEgqmo/s1600/HPIM6504.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioNsGwQsHwnA7TEJ9Hj4VqckWUaLJIfYvXVEHdgsawZpzut1vKTiHH61aJ69ZguwXdJQvPU92VxZrGDPG7k6BwCPiRFs2kJlfs4UFjjsWxisg2taxjMk-zGlxeaD5bwi3YhcAVMXEgqmo/s200/HPIM6504.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Estar e não estar... No refugo do tempo, partículas que teimosamente permanecem agarradas à pele rugosa rasgada por geológicos encantos. Por vezes, apetece-me apagar a história, friamente, de macabra forma, sem pudor. &quot;Albidei&quot; a quadra natalícia, reformei antecipadamente o Entrudo, ocultei dias e passagens de repetidos e brilhantes fenómenos &amp;nbsp;da pátria xística. Condicionalismos dos instantes que se sucedem a alucinantes ritmos. Apetecia-me apagar a história... Mas não apago... &quot;Cousas&quot;...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Seria um desplante o homicídio a este umbilical fio que me une às pedras. Bem vistas as coisas, tornar-me-ia num assassino da essência. E não me apetece... Desculpem-me o incómodo... Prefiro manter este rumo a Nordeste. Mesmo que o Nordeste tenha deixado de ser um ponto colateral considerado na rosa-dos-ventos. Está lá algures, entre o nada e o nenhures, escondido onde visível é para toda a gente, obliterado por inexistentes remorsos de pedras tornadas artificialmente diamantes. Ou julgar-se-ão...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwaaEfPiEiiYbk4kYOg-GPeVqZkUh5WaWlznbIHfWvDJ4r7WmtdOrN4McVwBC__vXiJ1grxt1GW6Haafaugk49BeHcbM7dIxWjiJSxZ2uXVrvxJ5MIdT03-62hf9TqtCtQbgy-0EsSpWg/s1600/HPIM6736.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgwaaEfPiEiiYbk4kYOg-GPeVqZkUh5WaWlznbIHfWvDJ4r7WmtdOrN4McVwBC__vXiJ1grxt1GW6Haafaugk49BeHcbM7dIxWjiJSxZ2uXVrvxJ5MIdT03-62hf9TqtCtQbgy-0EsSpWg/s200/HPIM6736.JPG&quot; style=&quot;cursor: move;&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Crónicas de um definhar anunciado... Prenúncios de uma eternamente adiada moribundez, enquanto nos anunciam que o butelo deve ser matamorfoseado em &quot;Wurst&quot;, e umas casulas adulteradas em qualquer coisa assemelhada a &amp;nbsp;&quot;getrocknete Bohnen&quot;... &amp;nbsp;Digo eu, que nada sei do linguajar das terras da Wehrmacht, olhares de supremacia em direcção a Sudeste, contágios a &quot;Lissabon&quot;...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Entre este nada e este nenhures, raio de repetição tantas neste meu algures, de apetência desenhados os genes, não me apetecia, apenas, apagar a história... Também me apetecia um &quot;cibo de folar&quot;... É tempo &quot;deis&quot;, de &quot;botar farinha n&#39;ámassadeira&quot;, reviver, como num temporal orgasmo, a ancestralidade de uma tradição orquestrada a &quot;massa mim marelinha&quot; e a uns &quot;bôs cibos de tchitcha&quot; a ornamentar-lhe a alma... Resisto e não desisto, rumando a Nordeste...&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUlAoCVxcEeLgCHoVr9fw4uKs9oydC4op1gUb0-9RCcK8dBIvchcO89O8SPgRf9QlA3d41Zk18pHmy4vp2ZNXAlfHU2C_lHtiHW25l3Q_8IwrhO6ZwtW3l66Xk2eEhXUvvJZCixk0nF7Q/s1600/HPIM6574.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgUlAoCVxcEeLgCHoVr9fw4uKs9oydC4op1gUb0-9RCcK8dBIvchcO89O8SPgRf9QlA3d41Zk18pHmy4vp2ZNXAlfHU2C_lHtiHW25l3Q_8IwrhO6ZwtW3l66Xk2eEhXUvvJZCixk0nF7Q/s400/HPIM6574.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2013/03/rumando-nordeste.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEioNsGwQsHwnA7TEJ9Hj4VqckWUaLJIfYvXVEHdgsawZpzut1vKTiHH61aJ69ZguwXdJQvPU92VxZrGDPG7k6BwCPiRFs2kJlfs4UFjjsWxisg2taxjMk-zGlxeaD5bwi3YhcAVMXEgqmo/s72-c/HPIM6504.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-2247751388428884895</guid><pubDate>Sun, 25 Nov 2012 14:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-11-25T18:29:37.263+00:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Bandas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Brinço</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lamas</category><title>Pelas bandas da terra das &quot;Cousas&quot;</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQ2IHEDT3xqV6Kp_RlM_qiEYfAgDcRfVNDIbxQLu-aR-iVluD3KSt1MsswxGtuupkBj7AlSuv1Ix8pI1EiT4bzP4zke3zsB8t0-P226LYwcJR_9MFznqAQqWaWb0P5KVtXH0oyM5D0t8I/s1600/banda.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;132&quot; rea=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQ2IHEDT3xqV6Kp_RlM_qiEYfAgDcRfVNDIbxQLu-aR-iVluD3KSt1MsswxGtuupkBj7AlSuv1Ix8pI1EiT4bzP4zke3zsB8t0-P226LYwcJR_9MFznqAQqWaWb0P5KVtXH0oyM5D0t8I/s200/banda.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdYjKfnnbCk2_itQK66fLrRzytP0-HrpshYdOLhCJzuF4ru0K5xGP-85ToNRZeVZWkJNS7giDHC-57cidDtUbyOJee8DIXdlKmoaRkj6vkxmlDZdh1kHw313RRhcRfzaJnnIp5TXpXLD4/s1600/IMG_0016.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; rea=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjdYjKfnnbCk2_itQK66fLrRzytP0-HrpshYdOLhCJzuF4ru0K5xGP-85ToNRZeVZWkJNS7giDHC-57cidDtUbyOJee8DIXdlKmoaRkj6vkxmlDZdh1kHw313RRhcRfzaJnnIp5TXpXLD4/s200/IMG_0016.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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Talvez há uns anos o programa não fosse apelativo. Em recuados tempos, ouvir a banda&amp;nbsp;seria sinónimo de retrogradação, antítese para evoluídas mentes, avultariam desejos de sons que se sobrepusessem às &quot;modinhas&quot; que os bisavós aproveitavam para se aproximar de oposto sexo. Com o advento das tecnologias, em festa que fosse festa eram obrigatórios abundanciais&amp;nbsp;decibeis debitados pela &quot;aparelhaige&quot; ou, apanágio de fartas terras, &quot;bô, bô, er&#39;ó cunjunto&quot;. Recordo com agradável nostalgia os preparativos para a subida ao coreto, difusos acordes abafados pela debandada geral em direcção à taberna... Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades, lá o dizia o poeta de gloriosos cantos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh7Z1mI0_xDzmZX_3z0_-GWaHKoF_qIotvn1pBA2WLFz4UOiH1H4y01_PDYewXEl3L9q7z7fAostM4XOJmQXcYvkgEU7mFK7JouffwKXRD6qQSrjSturqyB4_IUR-zqcBAvktpAhx524rM/s1600/Thumbnail.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; rea=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh7Z1mI0_xDzmZX_3z0_-GWaHKoF_qIotvn1pBA2WLFz4UOiH1H4y01_PDYewXEl3L9q7z7fAostM4XOJmQXcYvkgEU7mFK7JouffwKXRD6qQSrjSturqyB4_IUR-zqcBAvktpAhx524rM/s320/Thumbnail.jpg&quot; width=&quot;225&quot; /&gt;&lt;/a&gt;O cartaz anunciava o &quot;Concerto de Natal&quot; da Associação Filarmónica do Brinço e da Banda 25 de Março. A um mês da noite de todos os encantos, espírito natalício em estágio de pré-época, artimanhas de progenitor, convence-se a prole a companhia fazer, salutar caminhada pelo escasso frio nocturno em direccção ao Centro Cultural, ameaças não concretizadas de&amp;nbsp;aquáticos derrames da abóbada decorada a tons de cinza.&amp;nbsp;Em cima da hora, como convém, debandada familiar pelas artérias da &quot;vila&quot;, não haveria de estar o auditório de lotação esgotada. E não estava! Mas estava quase... Macedo - e arredores - sairam à rua e, contingências da anomalia, fomos em degredo para a fila K, lá bem perto das saídas, assuma-se o positivo de estar na &quot;pole-position&quot; quando o espectáculo terminasse. E, bem vistas as coisas, sempre houve permissão para, contas de cabeça&amp;nbsp;à antiga moda, verificar que&amp;nbsp;os assentos continham qualquer coisa que ia para lá de um cento de homólogas. Inflado ego pela adesão da conterraneidade, ouvem-se&amp;nbsp;as últimas afinações nos bastidores, aguarda-se pacientemente pela entrada dos intérpretes enquanto se trocam algumas impressões com a descendência, apenas para passar o tempo e lhe acicatar o espírito.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
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Primeiros aplausos! Clarinetes para um lado, saxofones para outro, flautas para aqui, os trombones para ali, ficam na retaguarda as percussões, venha o mestre e siga a&amp;nbsp;banda! Bem cá no âmago, digladia-se o orgulho com a &quot;proa&quot;, vencem ambos a contenda,&amp;nbsp;eleva-se uma pontinha de emoção. Afinal, naquele iluminado palco, perfila-se a&amp;nbsp;Banda de Lamas,&amp;nbsp;terra do coração, gente que me acolhe&amp;nbsp;como se fosse efectivamente deles, até a genética por lá tem marca, ao fundo, dando ritmo aos acordes em tons estranhamente latinos. &quot;Atão num m&#39;habia d&#39;intcher de proa?&quot;... &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkoHozClvOZC_EySJIVxsvh9D2ZcrPm88uU2ejuC5rPcVJ9NMDT-YLFLeM3ZB1hXUfblZjjLXiUuzMydMYPBku_RKIZzIdbEeexqktatshd9FQQlDcyuSKyiXJrr9OOdSCZTF2cxy5V5M/s1600/HPIM9331.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; rea=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkoHozClvOZC_EySJIVxsvh9D2ZcrPm88uU2ejuC5rPcVJ9NMDT-YLFLeM3ZB1hXUfblZjjLXiUuzMydMYPBku_RKIZzIdbEeexqktatshd9FQQlDcyuSKyiXJrr9OOdSCZTF2cxy5V5M/s400/HPIM9331.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;&quot;&gt;
O reportório&amp;nbsp;inflama-me o espírito, os pés não sossegam enquanto a sala se enche com uma atmosfera de sonoridades latinas, inusitadas danças e contradanças ao ritmo de salsa ou cha-cha-cha. Aplaudo, se aplaudo! Depois, arrepia-se-me a alma, percebem os receptores auditivos inusuais acordes para uma filarmónica, mas que raio, isto soa-me a familiar! Retrocesso na descrença, é mesmo um &quot;medley&quot; de temas da banda de Carlos Moisés! &lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;&quot;&gt;
Quase sem dar por isso, desafinada voz abafada pelos metais e pela percussão, vou alegremente cantarolando o &quot;Se te amo&quot;, &quot;Quando eu era pequenino&quot; ou o incontornável &quot;Os filhos da nação&quot;, dos Quinta do Bill. Nesta altura, quebra-se a apatia, responde o público ao som de acompanhamento de palmas, apoteótico momento&amp;nbsp;antes da despedida.&amp;nbsp;Pausa na emoção, esvazia-se o palco, aproveita-se a deixa para uma conveniente reposição nicotínica. Há-de&amp;nbsp;a Banda do Brinço iluminar de novo a silenciosa sala.&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHF61bi6V4uCD7KlucY6gA6w_6wtTpQ7BvW203UPxKFX4Qma-8Z1xFEp4efDcdeAQl3dD8S5ZILon4ygrxms-Lt7ojW4Z_QGZqvtYzfa3764WxpbKyt0-z7m-dwXtBjHZcBh62As4nq2w/s1600/HPIM9333.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; rea=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHF61bi6V4uCD7KlucY6gA6w_6wtTpQ7BvW203UPxKFX4Qma-8Z1xFEp4efDcdeAQl3dD8S5ZILon4ygrxms-Lt7ojW4Z_QGZqvtYzfa3764WxpbKyt0-z7m-dwXtBjHZcBh62As4nq2w/s400/HPIM9333.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Paulatinamente, vão entrando os&amp;nbsp;músicos, ovacionados enquanto se acomodam nos seus lugares. Breve apresentação, avolumam-se outros ritmos na sala, menos ousados, mas não de menor qualidade. Obras em cinco andamentos, a roçar a perfeição, calmas, bastante calmas, fugaz melancolia, por vezes, na agradabilidade de inolvidáveis momentos.&amp;nbsp;Compreensíveis coisas da genética e do apego,&amp;nbsp;absorvo a profusão de ritmos da Banda do Brinço sem o &quot;ruído&quot; causado pela emoção anterior.&amp;nbsp;Mais frio, menos emocional... Por fim, ecoa&amp;nbsp;uma marcha militar, intensa, profunda. Sentem-se os genes a fervilhar, solta-se um acompanhamento&amp;nbsp;de palmas ao&amp;nbsp;ritmo da marcha, olha, orgulhoso, o &quot;mestre&quot; para a audiência,&amp;nbsp;ter-lhes-á despertado uma qualquer intensidade escondida.&amp;nbsp;Finaliza uma noite, a repetir, seguramente, haja mais eventos semelhantes. Provada ficou a qualidade do que se vai fazendo por &quot;Terras de Cavaleiros&quot;. Provado ficou, ainda, que afinal há gente por essas mesmas&quot;Terras&quot;, contrariando&amp;nbsp;viperinos tons da desertificação. E, para o próximo Sábado será a vez da Orquestra do Norte.&amp;nbsp;Lá procurarei estar, de novo... E hoje, despertei ao som de foguetes...&amp;nbsp;É dia de Festa na Santa Catarina...&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_Mr3bDegeV45Hx27ZOiu9iIJ4DTX2_hnOs7qWQ-csPc06VTUX2EyDlSwxail5AQP2pu_w0PEJTXezWD_eAh_UCuchz5ro1Z7l6m69EK8-lhzADtyI9TCvoz_LKcKORRG9nuEnsiaTVV4/s1600/HPIM9274.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; rea=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh_Mr3bDegeV45Hx27ZOiu9iIJ4DTX2_hnOs7qWQ-csPc06VTUX2EyDlSwxail5AQP2pu_w0PEJTXezWD_eAh_UCuchz5ro1Z7l6m69EK8-lhzADtyI9TCvoz_LKcKORRG9nuEnsiaTVV4/s400/HPIM9274.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;&quot;&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;﻿&lt;/div&gt;
</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2012/11/pelas-bandas-da-terra-das-cousas.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQ2IHEDT3xqV6Kp_RlM_qiEYfAgDcRfVNDIbxQLu-aR-iVluD3KSt1MsswxGtuupkBj7AlSuv1Ix8pI1EiT4bzP4zke3zsB8t0-P226LYwcJR_9MFznqAQqWaWb0P5KVtXH0oyM5D0t8I/s72-c/banda.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-2559788662185040676</guid><pubDate>Sun, 16 Sep 2012 17:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-09-16T18:51:14.774+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">INEM</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Macedo</category><title>Um helicóptero do INEM como causa - a vida saiu à rua</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbjVcgFf89QmFX2Y8dqnaPrPeXbJE3NlZqBMeNByE74-2bfF5mBNdxCnhyphenhyphenVPfFCXFAXLybsUnqmvs0dZxRJGMLqL1jLyNMSiU6rCAmf_gqCN3lH4ZM-x1H7dz6DwsTVw6XFBhiRUcPYFE/s1600/HPIM8843.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; hea=&quot;true&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbjVcgFf89QmFX2Y8dqnaPrPeXbJE3NlZqBMeNByE74-2bfF5mBNdxCnhyphenhyphenVPfFCXFAXLybsUnqmvs0dZxRJGMLqL1jLyNMSiU6rCAmf_gqCN3lH4ZM-x1H7dz6DwsTVw6XFBhiRUcPYFE/s400/HPIM8843.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Não desdenharia da possibilidade de enveredar por um desfilar de simbioses vocabulares eruditas. Dotado de uma parafernália de dicionários, enciclopédias, gramáticas e demais acessórios livrescos como leais conselheiros, dúvidas não me assistem acerca da capacidade de vomitar um bolo alimentar desenhado a algo que se assemelhasse a erudição. Mas não me apetece... Pelo contrário, surge-me uma irreprimível apetência para vernaculizar. Descansadas fiquem puritanas almas, apelo não farei à brejeirice, mas esforços não regatearei&amp;nbsp;para alcançar a&amp;nbsp;pureza da mais recôndita essência.&amp;nbsp;Depois, plagiando o que insistentemente circulando vai por sociais redes, &quot;Vão-se foder!&quot;...&amp;nbsp;Porque é assim, basta recorrer a um tasco perdido numa qualquer aldeia perdida deste perdido Nordeste e, salve-me Nosso Senhor, uma &quot;manilha&quot; mal jogada azo dará a um soltar de língua que, desmedidas palavras, executará um indomável &quot;caralho&#39;sta racontrafoda atão num te fize sinal q&#39;o áze num no tinha ou&quot;. &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQs6V-CGMliKaY248vQxBJ5AEb1oN5HlaAoiVfeexoThFR8GhUYFCKHTCufzCVwB3RfV2LUqjYEIMoXbRiKTUfbaVQs6kYnmTRjdfzVlpMbuKM-pQxwbEfOqveIR-mdxy0gFLlMDGUuOI/s1600/HPIM8810.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; hea=&quot;true&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQs6V-CGMliKaY248vQxBJ5AEb1oN5HlaAoiVfeexoThFR8GhUYFCKHTCufzCVwB3RfV2LUqjYEIMoXbRiKTUfbaVQs6kYnmTRjdfzVlpMbuKM-pQxwbEfOqveIR-mdxy0gFLlMDGUuOI/s200/HPIM8810.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Assim mesmo, sem vírgulas ou demais pontuações, expelido com toda a força que os &quot;botches&quot; permissão derem, vozes entrelaçadas num &quot;abonda di mais uas mines, q&#39;o mou parceiro já num faze ztinção entre um baléte e ua sóta&quot;. Entretanto,&amp;nbsp;descontroladas emoções, algum dos comparsas poderá sentir um aperto no peito, dor atroz que polui o discernimento, sente-se a vida a esvair-se, atrapalhações muitas, &quot;tchamim o cent&#39;i doze, q&#39;o home se pintcha pró lado, que mim branco stá!&quot;. É assim no &quot;fim do mundo&quot;, ficcionais âmbitos à parte, que&amp;nbsp;de ficções está o mundo &quot;tchêo&quot;, e de realidades &quot;tchêo&quot; está este &quot;cibo&quot; de terra confinado a geomorfológicas condições de Trás-os-Montes. Caros senhores à beira Tagus sentados: os mares nunca dantes&amp;nbsp;navegados não se confinam a Atlânticos, Índicos ou Pacíficos; há também um Mar de Pedras, enviesado entre a Estrela Polar e o Sol Nascente, onde marinhos monstros não há, monstros os haverá, quando cá vêm tentando convencer as gentes que os calhaus à beira-mar paridos são de suprema casta, comparados sejam com ígneos ou metamórficos calhaus neste paraíso nascidos. Por isso ontem saí à rua! Confesso que desvirginei o meu comodismo, apenas porque me habituei à salutar santidade de um Pedro Hispano, de um Santo António ou de um São João, ali mesmo, quase ao virar da esquina, à mão de semear, sem necessidade de recurso a helitransporte que me garantisse uma chegada em 30 minutos (!!!!). Por isso ontem saí à rua!!! &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkPStua-XOQ1DHEIUc1TzYCp37DTmGpKNaUJ7QhCwr8dPsJgnIqbsUCnBg4swEzXNZYlXmHB5GVQx6OEwuurn6C8DWWYibwOJw8tyrbV6oXlitZ6S6m43tg8g0k104sYtDWfFTf_UngVk/s1600/HPIM8817.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; hea=&quot;true&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjkPStua-XOQ1DHEIUc1TzYCp37DTmGpKNaUJ7QhCwr8dPsJgnIqbsUCnBg4swEzXNZYlXmHB5GVQx6OEwuurn6C8DWWYibwOJw8tyrbV6oXlitZ6S6m43tg8g0k104sYtDWfFTf_UngVk/s200/HPIM8817.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Porque viver em Soutelo Mourisco, em Vilar Seco de Lomba ou em Peredo de Bemposta é de uma distinção que deveria fazer roer de inveja aqueles que, recheadas contas bancárias,&amp;nbsp;lustrosos gabinetes, se reduzem à imbecilidade de me tratar como um número.&amp;nbsp;Por isso ontem saí à rua!!! E senti uma emoção nunca sentida ao ver a minha gente testemunhar a importância de umas hélices, ao olhar para a inocência de uma criança salva pela eficácia do que pretendem, agora,&amp;nbsp;retirar-lhe. E emocionei-me ainda mais, ouvindo esta gente exposta à gatunagem de gabinete a entoar o Hino do país que lhe quer vilipendiar a pouca saúde que lhe resta. Paradoxos dos dias, descendentes das estirpes dos que infiéis acossaram, filhos dos que este pedaço ao reino agregaram, vergastadas sofreram para pertença terem a este flato lusitano que agora os quer ver morrer agarrados a giestas e castanheiros... Por isso saí à rua!!! Calma e pacificamente, trajado a luto,&amp;nbsp;de palavras de ordem não abusando, coisas de feitio (ou defeito), palmas das mãos aquecendo para ânimo dar a&amp;nbsp;muitas faces talhadas a esquecimento. E, excelentíssimo reverendíssimo senhor presidente do INEM, minhas faço as palavras de quem, gentilmente, lhe endereçou o convite para um pitoresco percurso de ambulância (pode ser uma VMER, uma SIV ou qualquer outra coisa de quatro rodas) entre Miranda do Douro e Bragança. Se tem os &quot;arraiolos&quot; no sítio, bem presos &quot;ó meringalho&quot;, &quot;bote cá buber ua pinga&quot;! &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJWDq2076DVQIrfgKic0dsxJVUR-qYSO9HcHBCwNNl7snCn5T4WdFMTcao2yEaxPb8zm9UUK-QCz7bqasWWvPjCzYpiwXRwFk_apfp5Z_4C3YRv__U4cLvQgb7ed0_IP_Epbu1LK3ef0o/s1600/HPIM8819.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; hea=&quot;true&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhJWDq2076DVQIrfgKic0dsxJVUR-qYSO9HcHBCwNNl7snCn5T4WdFMTcao2yEaxPb8zm9UUK-QCz7bqasWWvPjCzYpiwXRwFk_apfp5Z_4C3YRv__U4cLvQgb7ed0_IP_Epbu1LK3ef0o/s200/HPIM8819.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;No tempo em que decorrer a confortável viagem, para que não sinta a angústia de curvas e contracurvas, sua ilustríssima excelência&amp;nbsp;terá&amp;nbsp;à disposição&amp;nbsp;um inexcedível serviço de tradução, não só do sentir de um povo, mas também do significado de &quot;arraiolos&quot; e &quot;meringalho&quot; (com versão extendida para eunucos), assim como, enquanto &quot;enfarda o bandulho&quot; com umas agradáveis alheiras (ou tabafeias, se aceitar a&amp;nbsp;sugestão de partida), lhe será gentilmente explicado o significado de &quot;alombar&quot;, &quot;stadulho&quot;, &quot;seitoura&quot;, &quot;aixada&quot; e, especialmente,&amp;nbsp;&quot;mangar&quot;. Porque, &quot;mangação&quot; é algo pelo qual os Nordestinos têm pouco apreço...&amp;nbsp;Por isso ontem saí à rua!!! Junto do Heliporto Municipal,&amp;nbsp;local onde, a troco de um digno serviço que a&amp;nbsp;actual ladroagem quer retirar, foram gastos uns parcos milhares do erário público, enquanto&amp;nbsp;se me embargava a voz&amp;nbsp;ao som da união de um Hino, lembrava-me dos tempos que passei por &quot;Al-Lixbuna&quot;. Um dia, alguém da sua estirpe,&amp;nbsp;com toda a certeza, mandou-me calar em termos menos próprios, dignos de uma certa e característica&amp;nbsp;altivez: «- Cale-se lá, Sr. Trasmontano! Acaso não sabe que Lisboa é Portugal e o resto é paisagem?»... Nesta humildade de calhau parido atrás dos montes, afectuosamente respondi: «- Não, Senhora Professora! O&amp;nbsp;Norte é que é&amp;nbsp;Portugal! O resto são conquistas»... A História tem sempre a particularidade de poder repetir-se... Por isso ontem saí à rua!!!&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGcKiohIfi_ay65LfRkwom-lwgU6zBwwe4MlPRI6DUEpIYIIWMUrZwtzZNjFNfnnhn5R1zbkg2GyGpFU7eRU1vnfHniHDldYA3jAhbOaUFMNd0T0rD9coyn3-fe6bSuJJsTy-AxxN14m0/s1600/HPIM8829.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; hea=&quot;true&quot; height=&quot;300&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiGcKiohIfi_ay65LfRkwom-lwgU6zBwwe4MlPRI6DUEpIYIIWMUrZwtzZNjFNfnnhn5R1zbkg2GyGpFU7eRU1vnfHniHDldYA3jAhbOaUFMNd0T0rD9coyn3-fe6bSuJJsTy-AxxN14m0/s400/HPIM8829.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
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</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2012/09/um-helicoptero-do-inem-como-causa-vida.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjbjVcgFf89QmFX2Y8dqnaPrPeXbJE3NlZqBMeNByE74-2bfF5mBNdxCnhyphenhyphenVPfFCXFAXLybsUnqmvs0dZxRJGMLqL1jLyNMSiU6rCAmf_gqCN3lH4ZM-x1H7dz6DwsTVw6XFBhiRUcPYFE/s72-c/HPIM8843.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-9047788073656605823</guid><pubDate>Thu, 06 Sep 2012 00:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-09-06T01:16:27.902+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">INEM</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Macedo</category><title>Umas hélices como simbologia</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRCCk06oUikUNQZE80yIjh0VFTYB16Uj7eRuwm6-JaLTxyFR7yfatYHfk4zFd4-bqFWnehVbu9yj91hbQAEuBFtF1fsEv3GgL9fd5J6Ek_u4nwbdJyR2KJI9nUXkVHSo3433u4y6IrMOc/s1600/Heli.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; hea=&quot;true&quot; height=&quot;216&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRCCk06oUikUNQZE80yIjh0VFTYB16Uj7eRuwm6-JaLTxyFR7yfatYHfk4zFd4-bqFWnehVbu9yj91hbQAEuBFtF1fsEv3GgL9fd5J6Ek_u4nwbdJyR2KJI9nUXkVHSo3433u4y6IrMOc/s400/Heli.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
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Por vezes, o burro cansa-se de vergastadas.&amp;nbsp;O verdugo que maneja o chicote, habituado à mansidão do jumento, vai imprimindo ascendentes movimentos, logo seguidos dos contrários descendentes, silvo a irromper na pacatez e, zás!, sem que&amp;nbsp;conste dos manuais do despotismo a desfaçatez da indignação, soltam-se amarras e voam uns cascos que atordoam o abutre. Logo virão outros, crentes na efemeridade do processo de levantamento de ferraduras... A não ser que a persistência dos indómitos resista à afronta... Mas já o dizia o grande Torga nos seus Diários, lá por tempos de passado século: «É um fenómeno curioso: o país ergue-se indignado, moureja o dia inteiro indignado, come, bebe e diverte-se indignado, mas não passa disto. Falta-lhe o romantismo cívico da agressão. Somos, socialmente, uma colectividade pacífica de revoltados.» De quando em vez, agitam-se as águas, muito de quando em vez... Cumprida a revolta, hão-de suceder-se as pastas da Saúde (ou doutro qualquer Ministério), numa prolongada odisseia que, Homero por cá andasse, azo daria a mais uns quantos volumes. Vão os cleptómanos acicatando a soberba, apenas pela inevitabilidade de, fenómenos da geomorfologia,&amp;nbsp;ter&amp;nbsp;ficado um Reino&amp;nbsp;Maravilhoso empoleirado no alto de Portugal. Episodicamente, serve o dito Reino para completar os manuais de estatística ou, eleitorais alternativas, cumpra-se ufana obrigação, alheiras e demais acepipes à disposição, caravanas de promessas do não&amp;nbsp;esquecimento.&amp;nbsp;Depois, apresse-se a retirada de medalhas e retorne-se ao oficial Reino do Olvido.&amp;nbsp;Após o desmembramento das linhas estreitas, estreite-se ainda mais a gente, ampute-se o&amp;nbsp;Reino de básicos serviços, definhe-se a saúde, a educação também, esvazie-se a alma que,&amp;nbsp;de alma desprovido, o povo, essa cambada de anónimos energúmenos, povo deixa de ser. Até um dia... Os Filipes também por cá andaram 60 anos... Talvez precisemos de uma nova Restauração, à traulitada não diria... Mas é premente restaurar a crença, o orgulho,&amp;nbsp;a pertença, esta estranha forma distinta de estar, exuberantemente retratada por Torga:&amp;nbsp;«Onde estiver um Trasmontano está qualquer coisa de específico, de irredutível... Corre-lhe nas veias a força que recebeu dos penhascos,&amp;nbsp;hemoglobina que nunca se descora». Prometeram-nos um helicóptero em troca do desassossego, querem retirar-nos o dito para incrementar o mesmo desassossego. Podem roubar-me a comida, mas jamais me roubarão a fome... Por isso, a 15 de Setembro, lá estarei num fraternal abraço&amp;nbsp;ao veículo das&amp;nbsp;hélices. Ainda que seja simbólico... Porque do pouco se faz muito e muitos não farão, seguramente, pouco.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2012/09/umas-helices-como-simbologia.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiRCCk06oUikUNQZE80yIjh0VFTYB16Uj7eRuwm6-JaLTxyFR7yfatYHfk4zFd4-bqFWnehVbu9yj91hbQAEuBFtF1fsEv3GgL9fd5J6Ek_u4nwbdJyR2KJI9nUXkVHSo3433u4y6IrMOc/s72-c/Heli.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-1381431889525426408</guid><pubDate>Sun, 02 Sep 2012 12:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-09-02T13:21:40.431+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Coral Macedense</category><title>Arrepios e encantos de um Grupo Coral Macedense</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcxbt3VvtroM1ye9c-3RsMsSwUrcmYf_F_PFaEQjK0Y1yL2h2jhpkyIQVcN6TYI4nmOatLvwfzUHhORxWKk_x_Uw2k3kLZj92kK8DW60CIi05VzR-rfMm5Nki-w-PzxJzvmaPHl3qOc7g/s1600/coral.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; fea=&quot;true&quot; height=&quot;255&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcxbt3VvtroM1ye9c-3RsMsSwUrcmYf_F_PFaEQjK0Y1yL2h2jhpkyIQVcN6TYI4nmOatLvwfzUHhORxWKk_x_Uw2k3kLZj92kK8DW60CIi05VzR-rfMm5Nki-w-PzxJzvmaPHl3qOc7g/s400/coral.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Talvez se trate apenas de uma exaltação derivada desta permeabilidade aos encantos do que proveniente é do Reino Pétreo... Afinal, detentor não sou de musicais dotes que permissão dêem a doutas avaliações. Mas de receptores auditivos posse tenho, e tal me basta para &quot;botar uas palabrinhas&quot;&amp;nbsp;acerca de um tal de Grupo Coral Macedense. Lá por épocas natalícias, ser padrinho também tem destas cousas, fui presenteado&amp;nbsp;com uma compilação musical do dito coro.&amp;nbsp;À medida que&amp;nbsp;o disco ia centrifugando,&amp;nbsp;tomava&amp;nbsp;a agradabilidade conta dos segundos,&amp;nbsp;recostava o banco, deleitava-me com a simbiose de tons&amp;nbsp;debitada por cada uma das colunas. De mansinho, absorvia o conjunto de afinadas vozes, em simultâneo percorrendo a lista de nomes e conhecidas caras, facto que, confesso,&amp;nbsp;me&amp;nbsp;acariciava, com emoção, os genes da pertença. Naquele baú especial onde se amontoam impalpáveis artefactos, como as recordações ou&amp;nbsp;a saudade, aquele mesmo que alberga tudo o que um dia morrerá connosco, elevou-se uma pontinha de orgulho, &quot;proa a tchamam&quot;, sobressaindo o desejo, ténue talvez, de um dia aspirar aquela&amp;nbsp;orquestra de vozes ao vivo. Esse dia chegou, sem antecipada previsão, dizem que o melhor encanto dos sentidos é a surpresa. E que surpresa! Apresta-se a gente para o culto, religiosidade dos dias, por vezes, lá para os lados de Corujas, homenagem a ímpar figura da terra, perfilam-se simpáticas faces na lateral de mor altar, encantadoras, elas, pose cavalheiresca, eles. De repente, uma catadupa de&amp;nbsp;estranhas sensações enquanto, ao fundo, a harmonia de vozes entoava louvores. De súbito, pareço ter remetido causas terrenas para um poço sem fundo e, revoluções outras, desencadeou-se um estranho bailado de eriçados pelos braçais, epiderme de superiores membros em ebulição,&amp;nbsp;o êxtase de eléctricos choques dorsais, cerebral controlo sucumbindo a celestial momento. Tudo não passou de uma efémera, quase indisfarçável,&amp;nbsp;comoção dos dias. São&amp;nbsp;aqueles segundos que passam deixando o rasto dos momentos... Que não me leve a mal a Mariza, obrigado, &quot;oh gente da minha terra&quot;!...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2012/09/arrepios-e-encantos-de-um-grupo-coral.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgcxbt3VvtroM1ye9c-3RsMsSwUrcmYf_F_PFaEQjK0Y1yL2h2jhpkyIQVcN6TYI4nmOatLvwfzUHhORxWKk_x_Uw2k3kLZj92kK8DW60CIi05VzR-rfMm5Nki-w-PzxJzvmaPHl3qOc7g/s72-c/coral.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-3497386628521573135</guid><pubDate>Sun, 26 Aug 2012 18:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-26T19:26:11.073+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Alustro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Macedo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pires Cabral</category><title>Alustrar em 24 Horas Non-Stop, ou a paixão pela fotografia</title><description>&lt;div style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; text-align: justify;&quot;&gt;
As paixões são como um alustro, surgem de um inexplicável nada, atormentam-nos o racional e, osmoses dos dias, transferem-se para o âmago até que o desmesurado palpitar se esvaia através de uma&amp;nbsp;qualquer substituição. Aos amantes da fotografia sucede algo semelhante. São tomados de assalto pela insanidade de captar a mais simplória singularidade, transformando-a em mais uma obra de arte, sua, apenas sua, partilhada, por vezes, mas nem sempre detentora de predicados que a elevem ao Olimpo dos registos de luz. Mas, crédito ao pleonasmo, são suas, apenas suas... E a paixão, tormento das almas, contrariamente a outras paixões, avoluma-se, instala-se em contraponto ao efémero, cristaliza-se em forma de perenidade. Os anos avançam e não esmorece o fogo. &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpAnIwRA6Eu9FaJ-ZNmqhYmKqyseWzLr6iEaBhFTKiY1lesZwrVqI9hnlVMFOJBJNWW2qTAkrNW1K2RbKFLE3s4x_Nola7ZK9gAaixyHuzjoXhWEEv6vdvWsCHdKSSYY0nP5h6Mx3zXnQ/s1600/HPIM8143.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpAnIwRA6Eu9FaJ-ZNmqhYmKqyseWzLr6iEaBhFTKiY1lesZwrVqI9hnlVMFOJBJNWW2qTAkrNW1K2RbKFLE3s4x_Nola7ZK9gAaixyHuzjoXhWEEv6vdvWsCHdKSSYY0nP5h6Mx3zXnQ/s200/HPIM8143.JPG&quot; width=&quot;150&quot; yda=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Por vezes, raras vezes, os solitários amantes, ocultados por detrás de uma objectiva, lógica contrariada, desvendam a intimidade de anómalas fusões, partilhas de momentos de êxtase, fulgores de uma pecaminosa luxúria de encantamentos por uma artefacto, artilhado com &quot;pixels&quot; e adornado, inúmeras vezes,&amp;nbsp;a próteses de culto.&amp;nbsp;Vezes outras, evoluções dos tempos, serve um qualquer telemóvel,&amp;nbsp;ou fermenta-se o momento a rudimentar descartável, adquirido no quiosque da esquina.&amp;nbsp;O resultado final, não raras vezes, ludibria o que os olhos viram... Mas isso são coisas para a Física,&amp;nbsp;variações da Óptica, e não meto a foice em alheias searas... Um dia, quais FA (Fotógrafos Anónimos), na quietude de uma tarde de estio,&amp;nbsp;revela-se a paixão quase remetida ao secretismo, exaltam-se valores de objectivas e momentos, elevam-se os sonhos numa catarse que impulsiona entusiasmos atraiçoados pela rotina. Congregam-se esforços,&amp;nbsp;contam-se os soldados e, enquanto esfrega o demo as pálpebras, já se está a alinhavar o evento. Vontades reunidas, avance o batalhão, armas em riste ou, bem vistas as coisas, tire-se-lhe bélico sentido, de&amp;nbsp;máquina em punho. Dança e contradança, rodopios de fulgor, sigam desencontrados passos em busca da alma perdida de uma cidade do interior. Prolonga-se a noite, cruzamentos vários, acumulações de bocejos, pesam as pernas num solitário bailado acolitado, de longe, convenientemente bastante longe, pela incontornável figura de Morfeu. Mantém-se a distância com cafeínicas deambulações, regista-se mais um momento, troca-se uma impressão mais com noctívagos seres, a sobriedade em contraponto&amp;nbsp;à embriaguez, por vezes,&amp;nbsp;anima-se o espírito com a jovialidade de gente trajada a noite em eclipses de cerebrais amígdalas.&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7kl9Z9vH9FGZrzXq_N-Bp2NYShcVVo7qpWv4KhWaZas7M-CbOuWCoFwVSM643sonnHJBlpajY6UKWM1myvlFxUBlMe4ufZmzvhl3exGbr19fVzBWh79YKKc6xZ8FDKDvtyh5oKr4bkPY/s1600/HPIM8173.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj7kl9Z9vH9FGZrzXq_N-Bp2NYShcVVo7qpWv4KhWaZas7M-CbOuWCoFwVSM643sonnHJBlpajY6UKWM1myvlFxUBlMe4ufZmzvhl3exGbr19fVzBWh79YKKc6xZ8FDKDvtyh5oKr4bkPY/s320/HPIM8173.JPG&quot; width=&quot;240&quot; yda=&quot;true&quot; /&gt;&lt;/a&gt;De repente, valorosa gente outra, a do anonimato, vassoura a postos, reflectores em oposição a goradas tentativas, artérias amansadas por rítmico coçar de asfalto, detritos em acumulação, pás e carrinhos de mão a postos. Ao longe, o silêncio do amanhecer, entrecortado, aqui e ali, por afoitos manobradores de volantes ou por discussões de seres alados em desentendimento no resguardo arbóreo. Vai reinando, de paulatina forma, a inércia, circulam os resistentes em contramão nesta autoestrada nocturna, enquanto a esmagadora maioria da cidade dorme. O peso da madrugada vai-se sentindo nos ossos, reclamam os músculos por descanso, dizem que o cansaço não vem aos que por gosto correm. Mas vem, se vem! Apela-se à presença dos substitutos, em estranhas poses de exposição que, dia fosse, talvez&amp;nbsp;coragem não houvesse. Há-de surgir a salvação, hora de almoço pequeno e de breve refrega com a almofada. Um retrato mais, pormenor esquecido por consecutivas horas de intromissão na noite, abale-se para o lar que tarde se faz. Outros companheiros de luta virão, diurnas captações,&amp;nbsp;não muda a orquestra, só os intérpretes. Decorrem as horas, intrépidos seres,&amp;nbsp;&quot;click&quot; aqui,&amp;nbsp;&quot;click&quot; acolá, Macedo para a vida, ou a vida em Macedo. Não&amp;nbsp;será tão&amp;nbsp;deserta quanto pintada é, nem tão&amp;nbsp;viva quanto desenhada, vezes outras, será. É apenas um pedaço de Nordeste,&amp;nbsp;enfermando dos mesmos males de outros&amp;nbsp;Nordestinos pedaços, captado com alma e fervor por um grupo de apaixonados que o quis eternizar. Tomam o estranho nome de Alustro, um tal de Clube de Fotografia A. M. Pires Cabral, ilustre patrono da terra que, em humildade alustrando, apadrinhou a ilusão de um grupo&amp;nbsp;de aficionados pela fotografia&amp;nbsp;que&amp;nbsp;metamorfosearam o sonho em realidade. Num qualquer futuro, distante se espera, prenúncios de moribudez, hora nunca seja chegada de toque a finados, ir-se-ão os anéis, ficarão os registos. Aos 18 de Agosto de 2012,&amp;nbsp;era assim a vida Macedense durante 24 horas... &amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2012/08/alustrar-em-24-horas-non-stop-ou-paixao.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjpAnIwRA6Eu9FaJ-ZNmqhYmKqyseWzLr6iEaBhFTKiY1lesZwrVqI9hnlVMFOJBJNWW2qTAkrNW1K2RbKFLE3s4x_Nola7ZK9gAaixyHuzjoXhWEEv6vdvWsCHdKSSYY0nP5h6Mx3zXnQ/s72-c/HPIM8143.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-823252850188992758.post-2029594343369048078</guid><pubDate>Tue, 21 Aug 2012 09:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-08-21T10:28:50.219+01:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Cousas Transmontanas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Lamas</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tradições</category><title>Dias de Festa</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO2pfAnQ4p6G4e7kXP5CdMSZn6mIE-Tte5joAdvHF5sMIepcefCF-iAbB5G0z6yE_s3IVWOTgItKB3dSBUZUMFNF2Fu-9EYtgDeKFkFrUa6878wjsft2ugv3nti5cjyxunUVc6_gzES9g/s1600/HPIM7970.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;300&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO2pfAnQ4p6G4e7kXP5CdMSZn6mIE-Tte5joAdvHF5sMIepcefCF-iAbB5G0z6yE_s3IVWOTgItKB3dSBUZUMFNF2Fu-9EYtgDeKFkFrUa6878wjsft2ugv3nti5cjyxunUVc6_gzES9g/s400/HPIM7970.JPG&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div align=&quot;justify&quot; class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
Repete-se o fenómeno, ano após ano. Avivam-se memórias em desconcertados Domingos temperados a bafo do estio, Agosto no seu auge, vielas inundadas a &quot;voitures&quot;, valorosa gente da labuta além-fronteiras que regressa ao cantinho da infância. Por instantes, perde-se o sentido de Nordeste quando um «- Atão, stás bô?» é substituído pela simplicidade de um «- Ça va?». Mas a genuinidade não é renegada,&amp;nbsp;&quot;coffres&quot;, &quot;poubelles&quot; ou &quot;vitesses&quot; em sentido quando se solta um sorriso na companhia de um inenarrável «- Ah car.... ma rafo..!», &quot;carbalho ma racosa&quot; em eufemística versão, que este&amp;nbsp;equivalência não tem para lá das fronteiras do rectângulo. Juntem-se-lhe uns &quot;intremóços&quot; e &quot;ua pinga&quot; e &quot;desentorna-se&quot; o caldo da essência.&amp;nbsp;É só aliviar o momentâneo entorpecimento da alma com um &quot;ricardo&quot; ou um &quot;martine c&#39;ua mine&quot;, solta-se a voracidade de momentos idos, relembram-se aventuras tidas e nunca tidas e&amp;nbsp;«- Anda di buber um copo!»... &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHLmTHcBHESCHR_19-DjGkO-3j0Dou3YQ-pV5Zp7jkkK52m2nEq8gwNK0SIFdm5Ozpv_bkZqY4fHfzrgAuxlJ-wkC0mA42GI1j7NifyhRahlUzAJw2OvSq_Ol8QhpQba-PCuhpqshFtXU/s1600/HPIM7971.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiHLmTHcBHESCHR_19-DjGkO-3j0Dou3YQ-pV5Zp7jkkK52m2nEq8gwNK0SIFdm5Ozpv_bkZqY4fHfzrgAuxlJ-wkC0mA42GI1j7NifyhRahlUzAJw2OvSq_Ol8QhpQba-PCuhpqshFtXU/s200/HPIM7971.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Já não há alvoradas marcadas a ritmo de silvos de &quot;barelas&quot;, mas persiste a banda nos seus acordes de eterno marco de raízes. Largos engalanados a bandeiras e bandeirolas, coloridas a modernidade, já lá vai o tempo de artesanais irmandades decoradas ao sabor de triângulos e demais geométricas figuras, apresta-se a gente para a solenidade anunciada pelas badaladas. Alguém &quot;imbarrado&quot; na torre sineira, pernas &quot;scarnantchadas&quot;, alterna&amp;nbsp;a sinalética do ritual ora massacrando o sino da direita, ora alvejando o da esquerda. Os menos afoitos a religiosidades, escapolem-se para o tasco mais próximo, sacralizaçóes cervejeiras, alcoólicos compostos outros por vezes, ou lavagem à adega com &quot;auga&quot; gaseificada dos lados de Sampaio. Duas de treta, &quot;bota-se&quot; um olhar de soslaio à aperaltada com excessivo decote, olhos esbugalhados pela infâmia de largos centímetros de perna &quot;ó léu&quot;, trocam-se mais umas desconversas de ocasião e, ressequidas gargantas&amp;nbsp;de matinais conversas - e de nocturnas lembranças - &quot;bota&quot; lá mais um encosto labial a &quot;ua mine&quot;. Vai soando a homilia, elevações da alma,&amp;nbsp;apresta-se a gente para homenagem prestar&amp;nbsp;à padroeira, anormal ajuntamento defronte do adro.&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjG8N19v9d4waUlZVHrc-CDJJ4mPrGnZJDE4-DArZYjnSFEUTkuv2VFmdk-J1y0gaIFT02z393KuW0DxGYG4nZZVEITq1IvZ44W1Mq7fglRJuOvmBLFsQoTyHUh7c_ys3_us0GCinPQcfM/s1600/HPIM7979.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjG8N19v9d4waUlZVHrc-CDJJ4mPrGnZJDE4-DArZYjnSFEUTkuv2VFmdk-J1y0gaIFT02z393KuW0DxGYG4nZZVEITq1IvZ44W1Mq7fglRJuOvmBLFsQoTyHUh7c_ys3_us0GCinPQcfM/s200/HPIM7979.JPG&quot; width=&quot;150&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Distribuem-se mais uns &quot;bacalhaus&quot;, um&amp;nbsp;&quot;tchi&quot; acolá, sorrisos e um burburinho de encontros de gente da terra. Segue o cortejo processional pelas ruelas da ancestralidade, devoção de muitos, olha-se o abandono com irreprimíveis dores de nostalgia enquanto a banda vai devorando pautas e os passos vão percorrendo, vagarosamente,&amp;nbsp;o que&amp;nbsp;foram trilhos desenhados a pó. Ainda restam alguns exemplares de encavalitamento de xisto, testemunhos de outrora, imóveis seres&amp;nbsp;que a inexorável modernidade ainda não digeriu. Percurso de recordações de um imberbe mundo,&amp;nbsp;expelem-se memórias com acompanhante descendência, saúda-se os que por perto partilhando vão a breve peregrinação. Estará o repasto pronto, tempos outros em que melhorado era, vão felizes os tempos de diferenças poucas para o quotidiano dos dias. Já não se fica para a arrematação das flores, vai clamando o &quot;bandulho&quot; por atenções, redundâncias da&amp;nbsp;espécie, esperam os assados por salivares excitações. Crescem as mesas mais de palmo e meio, acomoda-se a gente ao redor, parecem as salas diminuir com a afluência.&amp;nbsp;Vão alternando os sorrisos com olhares embrenhados na tristeza proporcionada pela saudade, os que não estão e poderiam estar, os que já estiveram e deixaram o legado de uma gravação na retina, e o coração a palpitar pela memória de sublimes tempos. Principia o repasto, desembucham as almas enquanto os espíritos se soltam, as línguas também, cruzam-se conversas e alimentam-se, em simultâneo, os estômagos e os canais auditivos. Há sempre uma história nunca contada ou, se contada já foi, de ponto um acrescento, a novidade se assemelha. Vociferem os descrentes, mas aqui a carne sabe a &quot;tchitcha&quot;, o feijão verde tem o sabor de &quot;casulas&quot; e a alface&amp;nbsp;tem o encanto de &quot;selada&quot;. Junte-se-lhes o &quot;pupino&quot; e &quot;ua talhada&quot; de melão, por cima o de tostão, desliza o encantamento e fica um &quot;home cm&#39;um tchintcho&quot;. Depois, os caminhos não vão dar a Roma. &lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh7Ls8Nnhj9CeyzMB-j6TESIy2S7b4Hk2MasiqINTo1ampOF63i3_J3xMoMKaGhlTl-Rtp4DMNbu7kxtx_XzVGkNRh6O5JAOvwnKV_T9aI5ljU_F8z9nrz0UTdmctPZsohnNxAf1sIikgQ/s1600/HPIM8029.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEh7Ls8Nnhj9CeyzMB-j6TESIy2S7b4Hk2MasiqINTo1ampOF63i3_J3xMoMKaGhlTl-Rtp4DMNbu7kxtx_XzVGkNRh6O5JAOvwnKV_T9aI5ljU_F8z9nrz0UTdmctPZsohnNxAf1sIikgQ/s200/HPIM8029.JPG&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Tropelias do hedonismo, &quot;pança tchêa&quot;, os carreiros de gente afluem ao digestivo e à retoma de cafeínicas poções. Renovam-se saudações, conversas de ocasião, &quot;bota mais ua q&#39;agora pago ou&quot;. A efémera felicidade ou o êxtase de frustrações encarceradas por um dia.&amp;nbsp;Paira no ar uma certa libertinagem, como se um qualquer comando tivesse ateado um fogo que não arde. Berram os putos em&amp;nbsp;loucas correrias, rosadas faces de adulto em algazarra, parece o tempo fluir em desenfreados paradoxos de ida ao futuro com retorno ao pretérito sem percepção do presente.&amp;nbsp;&quot;Que sa racosa a crise, ou lá o que carbalhitchas dixo aquela que s&#39;aparece c&#39;um home e que dize uas bajoujices quaisquera&amp;nbsp;n&#39;ua língua que num se percebe nadinha!&quot;... Energias repostas, galgue-se a distância que separa o campo da bola, tractores a postos para inusitadas corridas, banho de pó à espera. Há-de chegar o sorteio da vitela, dependência de vontades da dita de o campo estrumar. &lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhbtDBO6hwheXBBBalFl9Iup0oAbER-twIRwZ9i3RPu6_YVwB7d8EWbeb6bQNG-3nUe6sK7LeYauKWC4v68tDz0pQk5YPgK731saF-QO4fH3hKVikG3refZfk4Jg1qVmARgE5z3J2Y6cI/s1600/HPIM8050.JPG&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: right; cssfloat: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; mda=&quot;true&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjhbtDBO6hwheXBBBalFl9Iup0oAbER-twIRwZ9i3RPu6_YVwB7d8EWbeb6bQNG-3nUe6sK7LeYauKWC4v68tDz0pQk5YPgK731saF-QO4fH3hKVikG3refZfk4Jg1qVmARgE5z3J2Y6cI/s320/HPIM8050.JPG&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;Um &quot;finito&quot; para aliviar a acumulação de poeira, sente-se um estranho apelo&amp;nbsp;para &quot;mastruquir&quot;, alianças entre a fome e a vontade de comer, regressa-se &quot;ó pobo&quot; onde,&amp;nbsp;artesanais desvios, já soa a&amp;nbsp;preparativos de arraial. Geram-se acumulações lipídicas e demais compostos contraproducentes, recuperar-se-á amanhã dos abusos, que em dia de festa não há quem morra de hipoglicemia. Estreitam-se os laços, selados a etílicas partilhas&amp;nbsp;por vezes, enquanto vão afinando os acordes da banda. O &quot;conjunto&quot; há-de tocar a seguir, ecoarão sonoridades de popular âmbito, aglomerar-se-á a gente defronte do palco, passo para aqui, outro para acolá, siga o bailarico até que as pernas doam.&amp;nbsp;Amanhã é já ali ao lado e será outro dia... Normal...&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;﻿&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
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</description><link>http://masaedo.blogspot.com/2012/08/dias-de-festa.html</link><author>noreply@blogger.com (Cavaleiro Andante)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiO2pfAnQ4p6G4e7kXP5CdMSZn6mIE-Tte5joAdvHF5sMIepcefCF-iAbB5G0z6yE_s3IVWOTgItKB3dSBUZUMFNF2Fu-9EYtgDeKFkFrUa6878wjsft2ugv3nti5cjyxunUVc6_gzES9g/s72-c/HPIM7970.JPG" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>