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		<title>Cerimônia do Oscar adere ao Social Media para fazer “barulho”na web</title>
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		<pubDate>Fri, 05 Mar 2010 21:54:06 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[editorial]]></category>
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		<category><![CDATA[Oscar]]></category>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez, as mídias sociais serão adotadas tanto pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences quanto pelos patrocinadores da cerimônia de entrega do Oscar 2010. A expectativa, segundo dados publicados hoje (05) pelo jornal USA Today, é fazer barulho e atrair a atenção dos internautas para a tradicional cerimônia.
Vários anunciantes já confirmaram ações [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/1169333_23981749.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-626" title="1169333_23981749" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/1169333_23981749-300x144.jpg" alt="" width="300" height="144" /></a>Pela primeira vez, as mídias sociais serão adotadas tanto pela Academy of Motion Picture Arts and Sciences quanto pelos patrocinadores da cerimônia de entrega do Oscar 2010. A expectativa, segundo dados publicados hoje (05) pelo jornal USA Today, é fazer barulho e atrair a atenção dos internautas para a tradicional cerimônia.</p>
<p>Vários anunciantes já confirmaram ações estratégicas de social media no domingo à noite. Os anúncios de TV, que custam em media R $ 1,5 milhão na rede ABC, são apenas uma prévia dos altos valores praticados por conta da noite de gala do cinema. Investimentos serão feitos também em anúncios veiculados em redes como o Facebook e Twitter.</p>
<p>&#8220;Não é inteligente comprar espaço somente na época da entrega do Oscar&#8221;, diz o consultor Charlene Li. &#8220;Você tem que amarrar a divulgação também nos meios de social media antes, durante e depois para que as pessoas falem sobre você&#8221;.</p>
<p>Para acerar na mão, os anunciantes ligados ao evento adotaram a estratégia de  patrocinar posts referentes apenas o tema ”Oscar”, sem menções a qualquer marca, revelou Debbie Weil, autor do livro Blog Corporativo.</p>
<p>Este ano, a inserção da festa no meio utilizará, entre outras ferramentas, um aplicativo para iPhone que possibilita acessar a lista de candidatos para as 24 categorias e ainda realizar previsões sobre premiados compartilhando tudo isso via Facebook e Twitter. &#8220;Queremos manter contato com os amantes de cinema onde quer que estejam&#8221;, explica Janet Weiss, diretora de marketing da Academia.</p>
<p>Haverá ainda a divulgação de sete vencedores, com exclusividade, através de fan-page no Facebook, adiantou Nick Bomersbach, vice-presidente de marketing digital.</p>
<p>Outr novidade será uma ação via Facebook Chat. Todos os detalhes sobre as celebridades que chegarem ao “tapete vermelho”, serão divulgados desta forma. O uso desta ferramenta será o mesmo que oferecer um &#8220;frescor virtual&#8221; para as pessoas que estiverem acompanhando a festa, diz Peggy Ang, vice-presidente de marketing.</p>
<p>Por fim, os Tweets ao vivo. Uma ação vai estimular twitteiros de plantão &#8211; que estiverem na porta do teatro &#8211; a postar tweetes engraçados ou instigantes. Os melhores e mais re-twitados serão premiados com bebidas gratuitas no teatro Kodak.</p>
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		<item>
		<title>Empresários se deixaram contaminar pelos chavões de social media</title>
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		<comments>http://www.coworkers.com.br/empresarios-se-deixaram-contaminar-pelos-chavoes-de-social-media/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 04 Mar 2010 14:05:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[MENG]]></category>
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		<description><![CDATA[Uma sondagem anual feita por analistas do Marketing Executives Networking Group (MENG), apontou que os empresários e comerciantes estão “contaminados” pelos chavões de Social Media. Apesar de a interpretação mais óbvia parecer pejorativa, o mesmo levantamento compara este dado ao fato de que somente quando os consumidores são contagiados por uma campanha publicitária é que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/995748_918984111.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-618" title="995748_91898411" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/995748_918984111-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Uma sondagem anual feita por analistas do<a href="http://www.mengonline.com" target="_blank"> </a><a href="http://www.mengonline.com" target="_blank">Marketing Executives Networking Group</a><a href="http://www.mengonline.com" target="_blank"> (MENG)</a>, apontou que os empresários e comerciantes estão “contaminados” pelos chavões de Social Media. Apesar de a interpretação mais óbvia parecer pejorativa, o mesmo levantamento compara este dado ao fato de que somente quando os consumidores são contagiados por uma campanha publicitária é que a mensagem foi amplamente absorvida.</p>
<p>Nesse caso, podemos entender que somente agora é que esse grupo está desperto para a importância de investir neste tipo de comunicação. Tanto que cerca de 70% planejaram novas iniciativas de mídia social para os próximos 12 meses, revelou o documento.</p>
<p>O levantamento do MENG constatou que as grandes empresas têm mais propensão a buscar um posicionamento em redes como o Facebook, YouTube, Twitter e MySpace, enquanto as pequenas voltam-se para o LinkedIn.</p>
<p>&#8220;Enquanto os comerciantes estão mais otimistas sobre as perspectivas futuras de crescimento, ainda é possível dizer que sentem a pressão de um ciclo econômico difícil, daí a necessidade de provar um retorno sobre seus investimentos em marketing&#8221;, disse Tom HC Anderson, sócio-gerente da Anderson Analytics, que trabalhou na pesquisa.</p>
<p>A pesquisa constatou ainda que as iniciativas de mídia social foram, em grande maioria, mais susceptíveis de serem desenvolvidas localmente, em detrimento de se buscar agências de outras cidades ou estados. Isso, na visão dos analistas do MENG, denota a preferência dos investidores por organizações alinhadas às especificidades regionais.</p>
<p>A sondagem indicou também que as empresas que não dependem de ajuda externa com a estratégia de mídia social e para a implementação das ações neste meio tendem para o uso de consultores de mídia social em vez de as agências de publicidade ou empresas de RP.</p>
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		<title>Estudo confirma mudança na interação do público com a notícia</title>
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		<comments>http://www.coworkers.com.br/estudo-confirma-mudanca-na-interacao-do-publico-com-a-noticia/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Mar 2010 13:46:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA["responsabilidade social"]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[notícia]]></category>
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		<description><![CDATA[Estudo realizado de forma conjunta pela Pew Research Center’s Internet &#38; American Life Project and Project for Excellence in Journalism apontou que a esmagadora maioria dos americanos (92%) utiliza múltiplas plataformas para se informar.
Segundo a pesquisa, a internet é hoje a terceira maior plataforma de notícias populares, perde apenas para televisão e rádio, entretanto, está [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/86518_2273.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-595" title="86518_2273" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/86518_2273-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Estudo realizado de forma conjunta pela <a href="http://www.pewinternet.org/Reports/2010/Online-News.aspx" target="_blank">Pew Research Center’s Internet &amp; American Life Project and Project for Excellence in Journalism</a> apontou que a esmagadora maioria dos americanos (92%) utiliza múltiplas plataformas para se informar.</p>
<p>Segundo a pesquisa, a internet é hoje a terceira maior plataforma de notícias populares, perde apenas para televisão e rádio, entretanto, está à frente de impressos como jornais e revistas. Ainda conforme o estudo, as notícias on-line se encaixam em um padrão geral de consumo dos norte-americanos sendo que seis em cada dez (59%) obtêm informações por meio de uma combinação de fontes online e offline em um dia típico.</p>
<p>Para os autores do trabalho, a internet e as tecnologias móveis estão no centro da história de como o relacionamento das pessoas com as notícias está mudando. Neste novo ambiente de mídia multi-plataforma de hoje, a notícia está se tornando portátil, personalizada e participativa, salientaram os pesquisadores.</p>
<p>Ao destrinchar esses termos, veremos que a notícia foi classificada como portátil porque 33% dos proprietários de telefone celular agora acessam essas informações em seus aparelhos celulares. Ela é personalizada já que 28% dos usuários de Internet têm a sua home page preparada para incluir notícias de fontes e em particular, sobre temas que lhes interessam.</p>
<p>Por fim, é participativa visto que 37% dos usuários de Internet contribuem para a criação de notícias, disseminadas através de postagens em sites de mídia social como o Facebook ou Twitter.</p>
<p>No estudo, os autores comentaram ainda o fato de que as pessoas usam suas redes sociais e de tecnologia para filtrar, avaliar e reagir às notícias divulgadas na grande mídia. Lançam mão ainda de e-mails e outras ferramentas para trocar informações e comentá-las. Entre aqueles que recebem notícias online, 75% tem acesso via e-mail ou por posts em sites de redes sociais.</p>
<p>Apesar de toda esta atividade on-line, o consumidor típico de notícias via internet rotineiramente utiliza apenas “meia dúzia” de sites de notícias e não tem um favorito. E mais: grande parte dos americanos tem sentimentos mistos sobre esse novo ambiente de notícias. Mais da metade (55%) dizem que é bem mais fácil manter o contato com notícias e informações hoje do que era há cinco anos. Cerca de 70% responderam que consideram a quantidade de notícias e informações disponíveis a partir de diferentes fontes.</p>
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		<title>Principais ingredientes de Social Media para consolidar sua presença na Web</title>
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		<comments>http://www.coworkers.com.br/principais-ingredientes-de-social-media-para-consolidar-sua-presenca-na-web/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Feb 2010 17:13:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press-Release]]></category>
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		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
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		<description><![CDATA[Você sabe a importância de adotar ferramentas como o Twitter, Facebook, blogs e outros meios de comunicação para reforçar a sua presença online? Utiliza alguma dessas ferramentas com o objetivo de aumentar o valor comercial do seu site ou produto?
Caso a resposta seja negativa para ambas as perguntas, note que as mídias sociais estão hoje [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/1172174_67201835.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-580" title="1172174_67201835" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/1172174_67201835-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>Você sabe a importância de adotar ferramentas como o Twitter, Facebook, blogs e outros meios de comunicação para reforçar a sua presença online? Utiliza alguma dessas ferramentas com o objetivo de aumentar o valor comercial do seu site ou produto?</p>
<p>Caso a resposta seja negativa para ambas as perguntas, note que as mídias sociais estão hoje no cerne de todas as divulgações mais amplas e figuram na vanguarda da comunicação seja esta voltada para o jornalismo ou área de marketing. Tanto é verdade que caíram no gosto de empresas e de instituições dos mais diversos segmentos no Brasil e em outros países mundo afora. Hoje essas ferramentas de mídias sociais estão consolidadas como uma garantia de sucesso para aqueles que adotam estratégias coerentes com sua marca.</p>
<p>Para entender melhor esta tendência e transitar com mais destreza entre suas ferramentas, listamos abaixo questões-chave a serem consideradas antes de se aventurar nesse meio:</p>
<p>- Coloque seu site no cerne de sua estratégia de mídia social;<br />
- Unifique os objetivos do site com a estratégia de mídia;<br />
- Aproveite a oportunidade de contato direto para capturar e canalizar mais seguidores para o conteúdo de seu site através de um melhor aproveitamento das ferramentas disponíveis;<br />
- Tire o máximo proveito do conteúdo espontâneo gerado pelos usuários de seu site;<br />
- Adote sempre as melhores práticas para medir o impacto da mídia social em seu site.</p>
<p>Algumas empresas (como Dominos Pizza, LifeScript e The Knot) já seguem essas máximas e se firmaram como cases de sucesso nos EUA. Elas foram capazes de integrar seus sites às novas ferramentas e obtiveram resultados extraordinários!</p>
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		<item>
		<title>Conteúdo móvel e acessível: Apps proliferam na Europa</title>
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		<comments>http://www.coworkers.com.br/conteudo-movel-e-acessivel-apps-proliferam-na-europa/#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:13:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[celular]]></category>
		<category><![CDATA[iPhone app]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[MWC]]></category>
		<category><![CDATA[Tiago Dória]]></category>

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		<description><![CDATA[No início dessa semana, dias 15 e 16 de fevereiro, grande parte da atenção dos investidores do setor de comunicação estava voltada para o Mobile World Congress (MWC). O evento foi palco, entre outras coisas, do lançamento de aplicativos e modelos de celulares com características comuns: permitir acesso a conteúdos de jornais e revistas em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/1104507_70670260.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-572" title="1104507_70670260" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/1104507_70670260-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>No início dessa semana, dias 15 e 16 de fevereiro, grande parte da atenção dos investidores do setor de comunicação estava voltada para o <a href="http://www.mobileworldcongress.com">Mobile World Congress</a> (MWC). O evento foi palco, entre outras coisas, do lançamento de aplicativos e modelos de celulares com características comuns: permitir acesso a conteúdos de jornais e revistas em suas telas de tamanho grande.</p>
<p>Os celulares apresentados favorecem atividades como o compartilhamento de fotos, acesso a games e vídeos. Mas não é só isso. O tamanho e a resolução das telas também fazem com que sejam de fácil manuseio para os usuários, especialmente os que desejam ler conteúdos de jornais e revistas.</p>
<p>Quem já percebeu esta tendência e iniciou investimentos foram jornais como o Le Monde, Le Figaro e L&#8217;Express (todos da França). Os dois primeiros já prometeram implementar, ainda este ano, a cobrança de tarifas para conteúdos Premium. Já o último, aparentemente, aguarda o melhor momento para aderir ao modelo de distribuição de informações, mas mostrou interesse em começar em 2010.</p>
<p>Essa onda de conteúdos disponíveis para usuários de celulares teve início com o extraordinário sucesso alcançado pelo Guardian &#8211; que contabilizou cerca de 70 mil downloads de seu iPhone app em um único mês.</p>
<p>Além disso, os jornais têm ainda mais razões para seguir a mesma rota: A relação custo / benefício aponta positivamente para o uso de celulares &#8211; que põe fim em gastos com impressão, distribuição e transporte, por exemplo.</p>
<p>Esta onda de acessos via celular pode também fazer bombar o número de usuários dos sites de jornais e revistas, alguns, inclusive, já cogitam a possibilidade de oferecer um plus para os leitores cadastrados. O raciocínio é: Se o conteúdo vale a pena ser visto em uma tela pequena (celular), deve também ser valioso quando visto em detalhes, em uma tela maior (no computador). Agora, resta aos estrategistas de mídia lançar idéias para a divulgação deste novo meio.</p>
<p>A tendência foi ratificada em um post escrito por <a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/">Tiago Dória</a>. Ele relatou um estudo sobre a preferência dos usuários de internet por conteúdos gratuitos. Apesar disso, o mesmo levantamento deixou claro que conteúdos pagos têm seu lugar, principalmente, levando-se em consideração a oferta de produtos e serviços para nichos específicos.</p>
<p>Segundo Dória, a<a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2010/02/17/gratuito-e-bem-melhor-mas-o-pago-tem-a-sua-chance/"> Changing Models: A Global Perspective on Paying for Content Online</a>, uma pesquisa global da Nielsen a respeito de conteúdo pago &#8211; que contemplou dados de 27 mil pessoas em 52 países &#8211; “a maioria dos usuários (85%) prefere que o conteúdo na internet se mantenha gratuito, porém mais de 50% estaria propenso a pagar diretamente por filmes, músicas e games”. Nesse caso, o detalhe que chama atenção é que se o “conteúdo é relevante e tem valor, as pessoas têm propensão maior a pagar por ele. A grande questão é que os produtores de conteúdo têm que criar ou descobrir qual conteúdo realmente proporciona valor para os seus consumidores”.</p>
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		<item>
		<title>Mais de 86% dos compradores online avaliam o comércio eletrônico como confiável</title>
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		<comments>http://www.coworkers.com.br/mais-de-86-dos-compradores-online-avaliam-o-comercio-eletronico-como-confiavel/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 09 Feb 2010 19:43:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Marketing]]></category>
		<category><![CDATA[comercio eletrônico]]></category>
		<category><![CDATA[compradores online]]></category>
		<category><![CDATA[lojas virtuais]]></category>
		<category><![CDATA[Natal]]></category>
		<category><![CDATA[vendas]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa divulgada pelo Movimento Internet Segura e E-bit relatou que o índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras, em 2009, foi de 85,98%. Na última quarta- feira (3), a consultoria e-bit informou que em 2009, o índice atingiu 86,3%. A média foi calculada com base nos levantamentos mensais dessas empresas.
Mais de 1,4 milhão de perguntas, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/998390_57417627.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-567" title="998390_57417627" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/998390_57417627-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Pesquisa divulgada pelo <a href="http://www.internetsegura.org">Movimento Internet Segura</a> e <a href="http://www.ebit.com.br">E-bit</a> relatou que o índice de confiança nas lojas virtuais brasileiras, em 2009, foi de 85,98%. Na última quarta- feira (3), a consultoria e-bit informou que em 2009, o índice atingiu 86,3%. A média foi calculada com base nos levantamentos mensais dessas empresas.</p>
<p>Mais de 1,4 milhão de perguntas, feitas entre os meses de janeiro e dezembro do ano passado, ancoram o levantamento. Os dados apontam fevereiro como o mês de menor índice (85,59%). No pólo oposto está agosto (87,29%). O desempenho positivo do início do segundo semestre superou o mês anterior, julho, que havia alcançado a marca de 87,02%.</p>
<p>Desde que a pesquisa de satisfação começou a ser realizada, em janeiro de 2009, agosto desse mesmo ano foi o que registrou melhor desempenho.</p>
<p>Já dezembro, que atrai consumidores para as compras de Natal, não surpreendeu. A satisfação ficou em 85,98%, abaixo da média. Para analistas, a confiabilidade que a loja virtual transmite através de um bom atendimento e facilidade de pagamento da compra é o que aumenta a sua reputação e a margem de vendas. Outros fatores apontados são a atenção ao grau de exigência do consumidor moderno, variedade de itens para compra, agilidade no atendimento, solução de dúvidas e parcelamentos no cartão sem juros.</p>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/-b4vaE0PO_E" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>China lidera corrida mundial por tecnologias verdes</title>
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		<pubDate>Thu, 04 Feb 2010 19:34:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sustentabilidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Um artigo assinado por Brian Dumaine, editor da revista Fortune, apontou a China como o maior produtor mundial das chamadas tecnologias verdes. Para ele, enquanto a América estava focada em sair de sua crise financeira, o país asiático articulou-se para liderar o que promete ser a maior indústria emergente do século 21.
No texto, Dumaine chama [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um <a href="http://brainstormtech.blogs.fortune.cnn.com/2010/01/28/chinas-ahead-in-the-green-tech-race/" target="_self">artigo</a> <a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/936829_22692229.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-560" title="936829_22692229" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/936829_22692229-300x225.jpg" alt="" width="300" height="225" /></a>assinado por Brian Dumaine, editor da revista Fortune, apontou a China como o maior produtor mundial das chamadas tecnologias verdes. Para ele, enquanto a América estava focada em sair de sua crise financeira, o país asiático articulou-se para liderar o que promete ser a maior indústria emergente do século 21.</p>
<p>No texto, Dumaine chama atenção para um relatório do Breakthrough Institute, considerado catalisador de idéias, em Oakland. O documento aponta que a China, juntamente com o Japão e a Coréia do Sul, vai dominar a corrida de energia limpa com investimentos, inclusive, na América do Norte.</p>
<p>O lançamento de programas governamentais de investimento maciço para dominar esta indústria já é uma realidade entre os tigres asiáticos e, de acordo com o relatório, ultrapassaram os EUA em praticamente todas as áreas de energia limpas, incluindo energia eólica, solar, elétrica e o segmento de baterias veiculares.</p>
<p>“A América, no entanto, não deve se desesperar”, reforça Brian Dumaine. Ele faz menção a Alan Salzman, da Vantage Point Venture Partners, uma firma de capital de risco do Vale do Silício, que defende a necessidade de garantias governamentais ancoradas em políticas industriais, leis, regulamentos e no acesso a um pacote de capital e incentivo, para que as grandes indústrias do país se fortaleçam e diversifiquem suas ações. “Não se deve”, continua ele, “preservar e consolidar maneiras seculares de geração de eletricidade, alimentação, transporte e consumo de recursos naturais&#8221;, destaca.</p>
<p>Mas a América já mostra uma reação, aponta o artigo. Na tentativa de impulsionar investimentos no setor. O presidente Barack Obama concordou em gastar cerca de US $ 80 bilhões do pacote de estímulo às tecnologias verdes, valor considerado baixo diante dos 217 bilhões de dólares que o governo chinês pretende distribuir nos próximos cinco anos. Alguns especialistas pediram ao governo uma verba extra de US $ 15 bilhões por ano para aplicação em pesquisa básica para alternativas ao uso do carvão, avanços em energia solar e combustíveis alternativos.</p>
<p>Engenheiros</p>
<p>A BYD, uma companhia que produz carros elétricos na China, conta com 10 mil engenheiros trabalhando, para entre outras coisas, desenvolver outros tipos de baterias. Com o enxugamento do mercado automobilístico de Detroit, os EUA têm hoje um quadro de abundância de engenheiros, mas muitos necessitam de atualização profissional. Um sinal promissor é que um número crescente de instituições de ensino e pesquisa (como as Universidades de Purdue e do Colorado) está oferecendo cursos de graduação e pós-graduação em sistemas de energia elétrica.</p>
<p>Driblando a burocracia</p>
<p>A China acaba de lançar o projeto GreenGen com um investimento de US $ 1 bilhão para o desenvolvimento de um carvão vegetal super-eficiente que emite menos gases de efeito estufa do que os tradicionais. A Duke Energy (117ᵃ no ranking Fortune 500) confirmou parceria no GreenGen para compartilhar a tecnologia de carvão limpo. Por quê? Por causa da burocracia que pode atrasar em até oito anos a construção de uma fábrica deste tipo nos Estados Unidos, contra os três que estão previstos na China para o mesmo tipo de empreendimento.</p>
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		<title>Nova geração, novos meios</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Feb 2010 19:09:33 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press-Release]]></category>

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		<description><![CDATA[Muitos de nós se lembra do primeiro contato com a internet, do envio do primeiro e-mail. Mas para os jovens da geração atual não existem lembranças sobre a falta de acesso à internet. Na verdade, eles não podem imaginar não ter acesso a web.
O relatório &#8220;Digital Nation: Life on the Virtual Frontier&#8221;, divulgado ontem (2), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/Foto-SXC.HU_.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-544" title="Foto SXC.HU" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/Foto-SXC.HU_-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a></strong>Muitos de nós se lembra do primeiro contato com a internet, do envio do primeiro e-mail. Mas para os jovens da geração atual não existem lembranças sobre a falta de acesso à internet. Na verdade, eles não podem imaginar não ter acesso a web.</p>
<p>O relatório &#8220;Digital Nation: Life on the Virtual Frontier&#8221;, divulgado ontem (2), pela Frontline, sobre tendências da rede mostrou que a grande massa de jovens atuantes e brilhantes conectados à web é multitarefa. O documento, que analisou o comportamento dos estudantes do Massachusetts Institute of Technology  (MIT), chama atenção para o fato de que esse público utiliza uma enorme gama de plataformas de mídia e &#8220;salta&#8221; entre novidades com uma velocidade espantosa. Na avaliação da Frontline, isto é prova da necessidade de utilizar uma estratégia mais ampla, em vez de depender de uma ou duas plataformas de mídia. O alerta serve tanto para profissionais da educação, que lidam diariamente com jovens conectados durante as aulas, quanto para os de comunicação, que trabalham em busca de novas formas de divulgação de informações e de marcas.</p>
<p>Segundo os especialistas ouvidos pela Frontline para a elaboração do documento, &#8220;a mídia digital e a World Wide Web têm transformado praticamente todos os aspectos da cultura moderna, da forma como se aprende e trabalha, assim como as maneiras pelas quais convivemos e até mesmo conduzimos uma guerra&#8221;.</p>
<p>O Digital Nation&#8221; traz ainda uma exploração detalhada do que significa ser humano no século 21 e no mundo digital. O relatório figura como uma continuidade a uma linha de investigação, iniciada em 2008, no relatório &#8220;Growing Up Online&#8221;, que buscou a compreensão das implicações de viver em um mundo consumido pela tecnologia e o impacto que essa conectividade constante pode ter nas gerações futuras. Para ver o relatório completo, em inglês, acesse: <a href="http://www.pbs.org/wgbh/pages/frontline/digitalnation/etc/synopsis.html">digital_nation &#8211; life on the virtual frontier</a></p>
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		<title>Mídia social não pode mais ser uma preocupação apenas da área de marketing</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Feb 2010 21:10:39 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Rafaella Antunes</dc:creator>
				<category><![CDATA[Press-Release]]></category>
		<category><![CDATA[coworkers]]></category>
		<category><![CDATA[helton kuhnen]]></category>
		<category><![CDATA[Mídias Sociais]]></category>
		<category><![CDATA[wagner fontoura]]></category>
		<category><![CDATA[web 2.0]]></category>

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		<description><![CDATA[Com nova sede na capital paulistana a Coworkers Mídias Sociais abre seu foco e se posiciona como uma empresa de Comunicação 2.o
 
Depois de 2 anos assessorando a Riot, agência pioneira na veiculação de publicidade em mídias sociais do Brasil, com a qual produziu e implementou na web ações promocionais de marcas como Oi, Coca-cola, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/Paulista-23001.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-531" title="Paulista, 2300" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/Paulista-23001-225x300.jpg" alt="" width="225" height="300" /></a>Com nova sede na capital paulistana a Coworkers Mídias Sociais abre seu foco e se posiciona como uma empresa de Comunicação 2.o</em></p>
<p><em> </em></p>
<p>Depois de 2 anos assessorando a Riot, agência pioneira na veiculação de publicidade em mídias sociais do Brasil, com a qual produziu e implementou na web ações promocionais de marcas como Oi, Coca-cola, HP, Microsoft, Loreal e muitas outras, a Coworkers Mídias Sociais, empresa fundada em 2008 pelos empresários Wagner Fontoura e Helton Kuhnen acaba de partir para vôo solo no mesmo segmento, mantendo a Riot como parceira mas dando um up na sua oferta de serviços.</p>
<p>Investindo na formação do mercado de mídias sociais no Brasil e apostando na sua consolidação e no seu crescimento exponencial, a Coworkers Mídias Sociais tem o seu foco no desenvolvimento de inteligência de negócios em social media para os seus clientes.</p>
<p>&#8220;Estes serviços não se restringem a fazer propaganda em veículos de mídia social&#8221;, afirma o sócio fundador, Wagner Fontoura, &#8220;mas passam pela definição das melhores práticas na rede, daquelas a serem evitadas, das diretrizes de posicionamento jurídico em relação à web 2.0 e do uso de ferramentas de mídias sociais no RH da empresa, nas áreas comercial e institucional&#8221;.</p>
<p>Para Fontoura, aliados, esses fatores inserem as novas mídias no DNA da empresa, e, consequentemente, no mundo da Internet social. &#8220;Tudo com base nas melhores práticas preceituadas pela Womma, organização internacional que nos serve de bússola e cujas diretrizes apoiamos e seguimos&#8221;, relata.</p>
<p>Nomes de peso como Editora Globo, Editora Abril, Rede Globo de Televisão, H.Stern e Student Travel Bureau já confiaram à Coworkers ações de posicionamento em mídias sociais de seus produtos e serviços.</p>
<p><strong>Staff</strong></p>
<p>O sócio Wagner Fontoura, diretor de planejamento da empresa, tem 20 anos de estrada como executivo de grandes grupos empresariais. É co-autor do livro &#8220;Do broadcast ao socialcast&#8221; leciona &#8220;Melhores práticas em mídias sociais&#8221; na Jump Education e é autor do blog www.boombust.com.br, onde publica conteúdo sobre cultura digital, tecnologia e novas mídias.</p>
<p>Helton Kuhnen, que responde pela diretoria de operações da empresa, é editor de conteúdo do blog www.hitechlive.com.br e tem presença marcante na web 2.0 onde coordenou e/ou participou de importantes campanhas publicitárias de marcas como Windows 7, Windows Live Messenger, Close up, HP e muitas outras.</p>
<p>A empresa conta ainda com profissionais nas áreas de Planejamento, Atendimento, Operações, Consultoria &amp; Treinamentos e está, desde o início deste ano, sediada na Av. Paulista, n 2.300, Sl 46 Pilotis &#8211; CEP 01.310-300. Fone/Fax: +55 (11) 2847 4659</p>
<p>Mais informações:</p>
<p><a href="http://www.coworkers.com.br/">www.coworkers.com.br</a></p>
<p>Informações para a imprensa:</p>
<p>Coworkers Mídias Sociais &#8211; Fone/Fax: +55 (11) 2847 4659</p>
<p>Rafaella Antunes | rafaella@coworkers.com.br | +55 (11) 8579 7401</p>
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		<item>
		<title>Critérios para nossa participação em eventos</title>
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		<comments>http://www.coworkers.com.br/criterios-para-nossa-participacao-em-eventos/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 16 Sep 2009 21:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Wagner Fontoura</dc:creator>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[aulas]]></category>
		<category><![CDATA[cursos]]></category>
		<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[palestras]]></category>
		<category><![CDATA[seminários]]></category>

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		<description><![CDATA[
Nunca foi tão alta a procura por profissionais atuantes nas chamadas &#8220;novas mídias&#8221; ou mídias sociais. E eu falo, especificamente, de uma demanda crescente por profissionais que expliquem para outros &#8220;O que, diabos, é isso de social media? Por que isso é importante pra minha empresa? Por que é importante pra minha carreira? #comofas?&#8221;.
Só nos [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="aligncenter size-full wp-image-439" title="social-media-brasil" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/social-media-brasil.jpg" alt="social-media-brasil" width="500" height="333" /></p>
<p>Nunca foi tão alta a procura por profissionais atuantes nas chamadas &#8220;novas mídias&#8221; ou mídias sociais. E eu falo, especificamente, de uma demanda crescente por profissionais que expliquem para outros &#8220;O que, diabos, é isso de social media? Por que isso é importante pra minha empresa? Por que é importante pra minha carreira? #comofas?&#8221;.</p>
<p>Só nos últimos 30 dias recebi convites para palestras, seminários, conferências, vindos de nada menos que 13 fontes distintas.</p>
<p>Este não é mais um post destinado a explicar as nuances do que seja trabalhar com novas mídias, mas para explicitar aquilo que já está dito sucintamente no <a href="http://www.coworkers.com.br/about/">about</a> desse blog a respeito da nossa atuação como evangelizadores desse mercado ainda (embora cada vez menos) incipiente.</p>
<p><strong>Treinamento e Planejamento Estratégico de relacionamento com as diversas mídias sociais </strong></p>
<p>Recentemente estive compartilhando experiências com acadêmicos do curso de <a href="http://www.faap.br/faculdades/comunicacao/radio_tv/index.htm">Rádio e TV</a> da FAAP. Ainda essa semana devo voltar à FAAP para um debate que será parte da programação da sua <a href="http://facom.faap.br/32semana/">32a. Semana da Comunicação</a> e depois, novamente, voltar para palestrar a respeito de &#8220;Novos formatos de comunicação envolvendo mídias sociais&#8221; a convite do amigo e professor Eric Messa.</p>
<p>Atendendo a outro convite, logo estarei compartilhando minha experiência de trabalho com &#8220;Comunicação 2.0&#8243; com os formandos do curso de Comunicação Social da Universidade Federal de Juiz de Fora-MG e, na sequência, passarei por Campinas-SP, onde a Amcham, <span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;" lang="PT-BR">Câmara Americana de Comércio para o Brasil, uma entidade sem fins lucrativos, realizará um <strong><span style="font-weight: bold;">Fórum de Marketing</span></strong> para o qual recebi o convite de levar o tema &#8220;Mídias Sociais&#8221; para debater com seus associados.</span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;" lang="PT-BR">Aqui em São Paulo, nossa base de negócios, laboro como educador e multiplicador  em algumas outras iniciativas, estas tocadas por entidades privadas, com as quais tenho vínculo de negócios, com base no fato de que <strong>&#8220;treinamento e planejamento estratégico de relacionamento com as diversas mídias sociais&#8221;</strong> faz parte do portfólio de serviços oferecidos pea Coworkers. Ainda hoje, por exemplo, acertei com a <a href="http://www.jumpeducation.com.br/">JumpEducation</a> para ministrar em outubro uma oficina executiva sobre social media que já é tradicional neste que é um dos mais importantes centros acadêmicos de digital marketing do país. São <strong>atividades remuneradas</strong>, para as quais temos um padrão de preços que pode ser conhecido com base em consultas feitas pelos meios indicados no rodapé do blog, lá embaixo (e-mail, endereço ou telefone). </span></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;" lang="PT-BR">Então, reiterando: </span></span></p>
<ul>
<li><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;" lang="PT-BR">para eventos públicos promovidos por entidades <span style="text-decoration: underline;">com fins lucrativos</span> e/ou <span style="text-decoration: underline;">voltados para profissionais do mercado de comunicação e marketing</span>, favor consultar nossos preços antes de nos enviar convites para compartilharmos nossa experiência e sugerirmos caminhos e estratégias em social mídia.<br />
</span></span></li>
<li><span style="font-family: Arial; font-size: x-small;"><span style="font-size: 10pt; font-family: Arial;" lang="PT-BR">Já para entidades <span style="text-decoration: underline;">sem fins licrativos</span> e/ou <span style="text-decoration: underline;">para estudantes (até o nível de graduação)</span> nossa participação em eventos onde nossa experiência profissional é compartilhada <strong>&#8220;não tem preço&#8221;</strong>. <img src='http://www.coworkers.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /><br />
</span></span></li>
</ul>
<img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/E4YKSiGWOp8" height="1" width="1"/>]]></content:encoded>
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