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	<title type="text">Coworkers</title>
	<subtitle type="text">Linkando gente que faz</subtitle>

	<updated>2008-12-21T21:50:10Z</updated>
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		<author>
			<name>Wagner Fontoura</name>
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					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Inovação x Crise = 2009, um ano que promete]]></title>
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		<updated>2008-12-21T03:36:55Z</updated>
		<published>2008-12-21T03:29:59Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Editorial" />		<summary type="html"><![CDATA[
Ter um modelo claro de negócio definido e, de preferência, testado, deveria ser, desde sempre, pré-requisito exigido de qualquer empresa, seja on ou offline. Estar ancorado em idéias inovadoras não deveria servir de argumento absoluto para que investidores colocassem dinheiro em empreendimentos que não dissessem de que forma entregariam &#8220;o bife&#8221;, o retorno do investimento [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/inovacao-x-crise-2009-um-ano-que-promete/">&lt;p&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-422" title="startups brasileiras" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/startups.jpg" alt="" width="500" height="210" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Ter um modelo claro de negócio definido e, de preferência, testado, deveria ser, desde sempre, pré-requisito exigido de qualquer empresa, seja on ou offline. Estar ancorado em idéias inovadoras não deveria servir de argumento absoluto para que investidores colocassem dinheiro em empreendimentos que não dissessem de que forma entregariam &amp;#8220;o bife&amp;#8221;, o retorno do investimento de capital eventualmente recebido, certo? Ou não?&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;É chegado, finalmente, o fim da &amp;#8220;lógica da audiência&amp;#8221;? &lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;Bem, provavelmente (ou quase com certeza) não conheceríamos, se assim fosse, empreendimentos como, por exemplo, o YouTube, que recebeu investimento bilionário da Google desde a sua aquisição pelo onipresente todo poderoso da internet mundial e que, hoje, exibe bilhões de vídeos por mês, de todas as espécies, para uma audiência mensal de quase 100 milhões de pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não obstante, 2009 se prenuncia na crista da maior crise financeira jamais vista pela geração 2.0 de usuários e empresas dessa fase chamada interativa e colaborativa da web, no Brasil e no mundo.  Falar em estouro de uma pressuposta bolha 2.0 nesse momento de crise, a mim parece raso e mesmo estúpido, mas, seguramente, grandes índices de audiência por si só não são sinônimos de sucesso, do ponto de vista de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Em tempos bicudos como os que  se prenunciam no horizonte próximo, ou se tem um modelo de negócio sustentável ou &amp;#8220;&lt;em&gt;no investment&lt;/em&gt;&amp;#8220;. Aqueles que chagaram até aqui embalados pelo discurso de que o importante é gerar uma boa base de audiência e &amp;#8220;depois a gente vê o que faz com isso&amp;#8221; tendem a ter um 2009 tenebroso. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Grandes empresas web ainda sem modelo de negócio definido, como algumas das principais redes nacionais e internacionais de social networking ou o Twitter, por exemplos, têm pela frente gigantescos desafios imediatos à sua sobrevivência. No Brasil, guardando, claro, as devidas proporções, nossas raras startups não deverão ter vida fácil no ano novo, não.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Bem no momento em que grandes editoras, grandes agência e grandes anunciantes em potencial vêm descobrindo as mídias sociais como veículos críveis de publicidade, os modelos de trabalho com essas ferramentas relativamente novas de mídia já deverão ser repensados. O tempo das coisas já não é mais o mesmo&amp;#8230;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Tenho relacionamentos de negócios com alguns dos principais grupos de mídias do país e não raro me sinto incomodado com o quanto alguns dos seus principais expoentes ainda pensam com um cabeça 1.0, enquanto já vivemos os primeiros dilemas da economia 2.0 nos segmentos de comunicação, publicidade e marketing.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não basta apenas que definamos métricas de apuração de reultados (entregas) em mídias sociais; isso é, sim, urgentíssimo e de extrema importância, mas temos, antes, que consolidar modelos operacionais, modelos de negócio mesmo, no mercado de social media, aqui e lá fora do Brasil. &lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;Será a crise algoz da inovação ou, antes, será o contrário?&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div id="attachment_421" class="wp-caption alignleft" style="width: 234px"&gt;&lt;a href="http://resultson.terra.com.br/blog/2008/12/18/muitas-ovelhas-negras-cabem-no-mesmo-lugar/"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-421" title="bob - resultsON day" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/bob-224x300.jpg" alt="ResultsON day premia a inovação em 2008" width="224" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;p class="wp-caption-text"&gt;ResultsON day premia a inovação em 2008&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;No final da semana passada, para muitos a última semana útil do ano de 2008, a revista &lt;strong&gt;ResultsON&lt;/strong&gt; anunciou uma lista com as &lt;a href="http://www.resultson.com.br/NovoProjeto/revistaCapa_13.php"&gt;Top startups brasileiras mais inovadoras de 2008&lt;/a&gt;, sob os pontos de vista de 200 empresários, investidores e executivos consultados pela revista recentemente. Diversas das empresas lembradas pelos consultados e listadas nesse ranking se enquadrariam facilmente no grupo daquelas que, penso, têm bons motivos para estarem bem preocupadas em correr com a definição dos seus modelos de negócio, se desejarem sobreviver no curto prazo. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outras eu destacaria pelo bom posicionamento de mercado e pela clareza e aparente solidez dos seus propósitos realmente inovadores, como a &lt;a href="http://www.webcointernet.com/"&gt;webco&lt;/a&gt;, a &lt;a href="http://boo-box.com/site/"&gt;boo-box&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://pt.beezzer.com/"&gt;beezzer&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://www.peabirus.com.br/redes/form/inicio"&gt;peabirus&lt;/a&gt;, o &lt;a href="http://gengibre.com.br/"&gt;gengibre&lt;/a&gt;. Empresas como as também elencadas &lt;a href="http://riot.com.br/"&gt;Riot&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/"&gt;Pólvora&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.colmeia.tv/blog/"&gt;Colméia&lt;/a&gt; vêm também merecendo, a meu ver, a projeção e o destaque recebidos, e acredito que se fortalecerão no ano vindouro por terem saído na frente naquilo que se propuzeram a fazer de forma inovadora nos seus mercados.  &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;strong&gt;Coworkers&lt;/strong&gt;, como desenvolvedora de inteligência de negócios em mídias sociais para seus parceiros de negócios e como evangelizadora das mídias sociais frente ao mercado anunciante na internet e frente aos grandes grupos de mídia tradicional no Brasil também recebeu destaque  por parte da pesquisa supra mencionada - reconhecimento que nos enche de orgulho no nosso primeiro ano de vida e que reforça nossa crença de que estamos no caminho certo para enfrentar o ano de desafios que se nos apresenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;2009 promete!&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Manoel Fernandes</name>
						<uri>http://www.bites.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Nós e o M de Mulher]]></title>
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		<updated>2008-12-21T03:38:21Z</updated>
		<published>2008-12-12T20:39:21Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Editorial" />		<summary type="html"><![CDATA[
Uma experiência em andamento merece ser registrada em função do seu ineditismo: o portal M de Mulher, hoje uma das cinco maiores audiências da Editora Abril na internet, estruturou um novo modelo no qual, além de contar com o conteúdo produzido pelas redações de AnaMaria, Claudia, Gloss, Minha Novela, Nova, Sou+Eu, Ti Ti Ti e [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/nos-e-o-m-de-mulher/">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/m-de-mulher.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-414  aligncenter" title="m-de-mulher" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/m-de-mulher.jpg" alt="" width="263" height="343" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma experiência em andamento merece ser registrada em função do seu ineditismo: o portal &lt;a href="http://mdemulher.com.br/"&gt;M de Mulher&lt;/a&gt;, hoje u&lt;strong&gt;ma das cinco maiores audiências da Editora Abril na internet&lt;/strong&gt;, estruturou um novo modelo no qual, além de contar com o conteúdo produzido pelas redações de AnaMaria, Claudia, Gloss, Minha Novela, Nova, Sou+Eu, Ti Ti Ti e Viva, haverá, ainda, o referenciamento dos posts de uma grande rede de blogs alinhados ao projeto editorial.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já estão participando dessa iniciativa gente como Alê Rocha, do &lt;a href="http://www.poltrona.tv/"&gt;Poltrona.tv&lt;/a&gt;, Samantha Shirashi (que também é editora-chefe da rede desses blogs), com o coletivo &lt;a href="http://www.nossavia.com.br"&gt;Nossa Via&lt;/a&gt; e seu blog pessoal. &lt;a href="http://www.samshiraishi.com/"&gt;A Vida como a Vida Quer&lt;/a&gt;, Marcelo Vitorino (&lt;a href="http://inblogs.com.br/pergunteaourso/"&gt;Pergunte ao Urso&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://inblogs.com.br/amelias/"&gt;Amelias&lt;/a&gt;), &lt;a href="http://w3editora.relazione.com.br/uploads/marcosalencar.pdf"&gt;Marcos Alencar&lt;/a&gt; (Instante Jurídico, é aquele advogado pernambucano que faz posts com um N95 da Nokia), a Gisele Ramos (do &lt;a href="http://divadiz.com" target="_blank"&gt;Diva Diz&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://blognatv.com" target="_blank"&gt;Blog na TV&lt;/a&gt;), a Luiza Gomes, do &lt;a href="http://www.eucapricho.com/"&gt;Eu Capricho&lt;/a&gt;, e muitos outros.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&amp;#8220;O projeto é termos centenas de blogs em cinco anos&amp;#8221;, diz Demetrius Paparounis, diretor de redação numa entrevista ao &lt;a href="http://www.meioemensagem.com.br/novomm/br/index.jsp"&gt;Meio &amp;amp; Mensagem&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O grande mérito desse projeto é que os blogs mantém sua independência editorial e o conteúdo produzido é apenas licenciado para a Abril, que não tem direitos autorais sobre nada produzido pelos blogueiros. Os blogueiros são remunerados variavelmente, em função das suas audiências - a equipe comercial da editora comercializará a publicidade desses blogs, que não se prenderão por qualquer contrato de exclusividade com o projeto.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&amp;#8220;É a maior aposta da editora para a internet no segmento feminino&amp;#8221;, afirmou Demetrius.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O M de Mulher tem hoje &lt;strong&gt;20,8 milhões&lt;/strong&gt; de pageviews. A idéia de estruturar o portal surgiu da própria Editora Abril, quando ela identificou a oportunidade de referenciar o conteúdo daqueles que, internamente, os executivos chamavam de &amp;#8220;especialistas amadores&amp;#8221;. A &lt;a href="http://www.bites.com.br"&gt;BITES&lt;/a&gt; foi contratada para cuidar do planejamento e execução dessa iniciativa que está sendo pioneira dentro da Abril, e convidou a &lt;strong&gt;Coworkers&lt;/strong&gt; para assessorá-la e cuidar da estrutura técnica.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;“É uma quebra de paradigmas sem precedente na imprensa brasileira”, afirma Manoel Fernandes, Publisher da Bites. &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Segundo a entrevista dada por Demetrius ao M&amp;amp;M, &amp;#8220;a Editora Abril destinará&lt;strong&gt; R$ 6 milhões&lt;/strong&gt; para a criação de campanhas voltadas ao público leitor e ao trade para comunicar a nova proposta. A proposta é estar fortemente presente em mídia durante todo o ano de 2009&amp;#8243;.&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Helton Kuhnen</name>
						<uri>http://www.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Os 5 novos cargos que devem surgir nos próximos anos na Social Media]]></title>
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		<updated>2008-11-18T17:23:22Z</updated>
		<published>2008-11-18T17:08:52Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Empregos em Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="mídia social" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="social media" />		<summary type="html"><![CDATA[
A Social Media ou Mídia Social está mudando cenários, formando tendências e  mercados de trabalho. Como estamos apenas no início do que se tornará de fato a Social Media no mundo, cargos de trabalho que hoje ainda não existem podem vir a se tornar alguns dos mais importantes para a empresa.
Abaixo irei listar 5 cargos [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/os-5-novos-cargos-que-devem-surgir-nos-proximos-anos-na-social-media/">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/social-media-car.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-398 aligncenter" title="social-media-car" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/social-media-car.jpg" alt="" width="480" height="401" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Social Media ou Mídia Social está mudando cenários, formando tendências e  mercados de trabalho. Como estamos apenas no início do que se tornará de fato a Social Media no mundo, cargos de trabalho que hoje ainda não existem podem vir a se tornar alguns dos mais importantes para a empresa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Abaixo irei listar 5 cargos que provavelmente irão surgir (com estes ou outros nomes) nos próximos anos. Dependendo do tamanho da empresa os cargos podem nem ser necessários.&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;International Community Compliance Chief&lt;/strong&gt;: Redes sociais como Orkut, MySpace e Facebook estão dominando o mercado no Brasil, mas e nos demais países como EUA, Japão e Coréia? É preciso que este profissional acompanhe a empresa nas demais redes sociais fora do país de origem. Verificar links de referência para os sites internacionais da companhia seria uma das tarefas.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Community Manager: &lt;/strong&gt;Se o produto e/ou serviço da sua empresa é bom, então merece ser divulgado, comentado, discutido. Fóruns de discussão, blogs, comunidades em redes sociais, você precisa então do Community Manager. Ele vai interagir nas redes, de forma a parecer um membro oficial da empresa, não um &lt;em&gt;Spammer&lt;/em&gt; ou algo semelhante. Esse profissional precisa conhecer tudo sobre a empresa, os produtos e serviços, ter acesso a documentação.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Online Reputation Manager:&lt;/strong&gt; Enquanto o Community Manager acompanha as discussões públicas sobre a empresa, o Online Reputation Manager acompanha a reputação da empresa como um todo. Ele precisa ter conhecimento sobre os principais concorrentes da empresa, saber o que fazem na Web. Precisa ficar atento aos novos mercados e às requisições de clientes. É como se fosse um agente espião, por boas razões, é claro&amp;#8230; da empresa.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;strong&gt;Blogger Outreach Manager/Blog Cultivation Expert:&lt;/strong&gt; A empresa tem um blogueiro que conhece e escreve extremamente bem sobre seus produtos/serviços? Um que tenha um relacionamento ativo na blogosfera &amp;#8220;local&amp;#8221;, com bom PageRank e ocasionais chamadas em sites de crowdsourcing como Rec6, Digg, Linkk e DiHitt ? Blogueiros são potenciais &amp;#8220;gerentes&amp;#8221; para o público jovem, especialistas no &amp;#8220;marketing viral&amp;#8221;, sabem como chamar atenção, seja no meio em que atua, seja em sites de busca. Eles têm um relacionamento individual com seus leitores, tratam cada um com singularidade, em tempo real.&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Chief Conversation Officer&lt;/strong&gt;: Para concluir, este profissional se reporta aos demais, ele está no topo. Ele é o responsável por encontrar as conversas online, documentá-las, compartilha-las e analizá-las.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;p&gt;E aí? está preparando alguns profissionais na sua empresa para exercerem esses cargos?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fonte: &lt;a href="http://onlinemarketerblog.com/2008/11/13/5-new-social-media-jobs-you-will-fill-in-the-next-5-years/" target="_self"&gt;OnlineMarketerBlog&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Helton Kuhnen</name>
						<uri>http://www.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Em 2009 empresas devem investir 13% a mais em marketing do que em 2008]]></title>
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		<updated>2008-11-10T22:08:29Z</updated>
		<published>2008-11-10T18:24:11Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Marketing" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Amcham" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Ibope Inteligência" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="III Marketing Round Up" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Laure Castelnau" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="marketing boca a boca" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="marketing viral" />		<summary type="html"><![CDATA[
Com toda esta crise mundial que ronda vários países desenvolvidos e em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, redução de custos é a primeira medida que as empresas tomam para conseguir sobreviver em meio ao caos capitalista. Especialistas no mercado especulavam até que o primeiro a sofrer redução seria o marketing, a publicidade, porém [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/em-2009-empresas-devem-investir-13-a-mais-em-marketing-do-que-em-2008/">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/creativity.gif"&gt;&lt;img class="size-medium wp-image-394 aligncenter" title="creativity" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/creativity-200x300.gif" alt="" width="200" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com toda esta crise mundial que ronda vários países desenvolvidos e em desenvolvimento, como é o caso do Brasil, redução de custos é a primeira medida que as empresas tomam para conseguir sobreviver em meio ao caos capitalista. Especialistas no mercado especulavam até que o primeiro a sofrer redução seria o marketing, a publicidade, porém uma pesquisa do IBOPE Inteligência mostra uma perspectiva diferente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segunda mostra a pesquisa do &lt;strong&gt;Ibope Inteligência&lt;/strong&gt; com associados da &lt;strong&gt;Amcham&lt;/strong&gt;, o crescimento do orçamento destinado às ações de marketing deve ser de 13% em 2009. Neste ano de 2008, as empresas destinaram ao marketing cerca de 7.6% de seu orçamento para marketing, no próximo ano espera-se que chegue a 8.6%&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na última sexta-feira (07/11) no evento &lt;strong&gt;III Marketing Round Up&lt;/strong&gt;, a Diretora Executiva de Atendimento e Planejamento do Ibope, &lt;strong&gt;Laure Castelnau&lt;/strong&gt;, disse que &amp;#8221; A boa notícia é que mesmo no meio da crise financeira internacional não há uma perspectiva de redução, mas sim de crescimento das atividades no setor&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Dados do estudo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Realizado entre os dias 06 e 20 de outubro, a pesquisa envolveu cerca de 211 empresas da indústria (30%), comércio (11%), serviços (41%) e demais segmentos (10%). As entrevistas feitas via internet foi respondida por CEOs, Diretores e gerentes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Foco&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo ainda a pesquisa, a prioridade para investimento no setor será:&lt;/p&gt;
&lt;li&gt; Internet (56%)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;em&gt;Email&lt;/em&gt; marketing (39%)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Mídia impressa (24%)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Mala direta (23%)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; TV aberta (16%)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; Celular (13%)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Rádio (10%)&lt;/li&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/EYvC9z4WfNE" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Samantha Shiraishi</name>
						<uri>http://www.samshiraishi.com</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[A rede nos pertence]]></title>
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		<updated>2008-11-18T17:30:10Z</updated>
		<published>2008-10-08T20:46:58Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" />		<summary type="html"><![CDATA[
Vivi um início de outubro que poderia ser chamado de geek, mas na verdade era basicamente gregário. Geek é o cara que adora tecnologia - se não compra gadgets assim que são lançados, pelo menos sabe muito deles - e, segundo li outro dia na wikipedia, gosta de sci-fi (pode um preconceito destes?) e vive [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/a-rede-nos-pertence/">&lt;div&gt;
&lt;p&gt;Vivi um início de outubro que poderia ser chamado de geek, mas na verdade era basicamente gregário. Geek é o cara que adora tecnologia - se não compra gadgets assim que são lançados, pelo menos sabe muito deles - e, segundo li outro dia na wikipedia, gosta de sci-fi (pode um preconceito destes?) e vive no computador.  Bom, é meia-verdade. Ainda somos assim (me incluo com orgulho nesta tribo, com sci-fi e tudo), mas somos mais. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vários geeks foram vistos no &lt;a href="http://www.digitalage20.com.br/" target="_blank"&gt;Digital Age 2.0&lt;/a&gt;, evento que reuniu parte da nata ligada em mídia digital nos dias 1º e 2 de outubro em São Paulo. Infelizmente não vi muita novidade, mas pude me regozijar com a presença de blogueiros que não são jornalistas (eu e &lt;a href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/" target="_blank"&gt;Tiago Dória&lt;/a&gt; não contamos) credenciados como imprensa, fazendo uma cobertura just-in-time do evento que deixava os jornalistas de grandes veículos de comunicação boquiabertos. Eles viram os blogueiros fazerem o que enaltecia um documentário do &lt;a class="zem_slink" title="Discovery Channel" rel="homepage" href="http://dsc.discovery.com/"&gt;Discovery Channel&lt;/a&gt; neste domingo: assumiam seu papel de pessoa comum e de autores da história atual. É verdade, aqui como nos EUA, há um burburinho dos profissionais de mídia sobre a ascensão da categoria de repórter-cidadão. Alguns &lt;a title="revista Imprensa: “Blogueiro não é jornalista”" href="http://portalimprensa.uol.com.br/revista/edicao_mes.asp?idEdicao=14&amp;amp;idMateriaRevista=152" target="_blank"&gt;reclamam&lt;/a&gt;, outros &lt;a title="E-code Eric Messa - Rato no sorvete do McDonalds" href="http://www.messa.com.br/eric/ecode/2008/10/mcdonalds-rato-no-sorvete.html" target="_blank"&gt;enaltecem&lt;/a&gt; este poder que ganhamos. No entanto, para infelicidade dos que torcem contra, acredito no que as meninas do Imezzo (Beth Saad e Daniela Bertocchi) chamaram de resumo da ópera no seu &lt;a href="http://imezzo.wordpress.com/2008/10/04/digitalage20/" target="_blank"&gt;post&lt;/a&gt; sobre o Digital Age 2.0:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;O movimento da mídia social não é uma onda passageira, não é uma nova bolha. Grande chance de ser irreversível.&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;h5&gt;&lt;img class="alignnone size-full wp-image-2823" title="danah011" src="http://www.tiagodoria.ig.com.br/wp-content/uploads/2008/10/danah011.jpg" alt="" width="500" height="332" /&gt;&lt;br /&gt;
Paulistas e cariocas são como republicanos e democratas? Foi o que, em certo momento, achei que a &lt;a class="zem_slink" title="Danah Boyd" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Danah_Boyd"&gt;Danah Boyd&lt;/a&gt; quis dizer.&lt;br /&gt;
Foto: &lt;a href="http://www.flickr.com/photos/rtarga/2906534741/" target="_blank"&gt;Renato Targa&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;
&lt;p&gt;Como um dos temas foi redes sociais - o &lt;a href="http://www.digitalage20.com.br/" target="_blank"&gt;Digital Age 2.0&lt;/a&gt; era uma  conferência para debater o futuro dos negócios tendo a Internet como plataforma de relacionamento - o evento reuniu especialistas e interessados no assunto e teve grande participação da blogosfera, tanto na presença física como imprensa quanto na presença online no twitter - que é possível conferir no &lt;a href="http://blogblogs.com.br/livestream/name/digitalage" target="_blank"&gt;livestream do Blogblogs&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje todos relacionam o termo rede social com &lt;a class="zem_slink" title="Orkut" rel="homepage" href="http://www.orkut.com/"&gt;Orkut&lt;/a&gt;, Faceboobk, Myspace, Sonico (tantas outras), mas é um termo acadêmico utilizado para se &lt;a href="http://www.rits.org.br/redes_teste/rd_tmes_mar2005.cfm" target="_blank"&gt;refletir sobre os movimentos sociais&lt;/a&gt;. Se pensarmos nas redes digitais como o estudo das relações humanas, conseguiremos ir além até mesmo no conceito de SOE &lt;span&gt;(&lt;/span&gt;&lt;span&gt;social online environments &lt;span style="font-style: normal;"&gt;ou &lt;/span&gt;social networking  sites&lt;/span&gt;&lt;span&gt;). Mas não precisamos pensar assim porque desde que surgiram redes sociais online, tudo mudou.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Vejam bem, vou chover no molhado: num site destes cada usuário pode criar um perfil (através de descrições, &lt;/span&gt;&lt;span&gt;fotos, listas de interesses pessoais&lt;/span&gt;&lt;span&gt;) e construir uma rede pessoal de relacionamentos sociais &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;&amp;#8220;que o conecta intencional e seletivamente com outros utilizadores pertencentes à sua rede pessoal ou outras redes pessoais e de interesses pessoais comuns, através da troca de mensagens privadas e públicas entre si&amp;#8221;, como descrito &lt;a title="Para uma definição de redes sociais" href="http://osegundochoque.blogia.com/2008/052006-para-uma-definic-o-de-redes-sociais.php" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Nos EUA se tornaram mais populares &lt;a class="zem_slink" title="hi5" rel="homepage" href="http://hi5.com"&gt;Hi5&lt;/a&gt;, &lt;a class="zem_slink" title="MySpace" rel="homepage" href="http://myspace.com"&gt;MySpace&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.linkedin.com" target="_blank"&gt;Linkedln&lt;/a&gt; lançados em 2003, aqui o Orkut (lançado em 2004 como o Facebook, que não &amp;#8220;pegou&amp;#8221; ainda no Brasil mas é sucesso lá) e em resumo eles são um novo &lt;a class="zem_slink" title="Internet Relay Chat" rel="wikipedia" href="http://en.wikipedia.org/wiki/Internet_Relay_Chat"&gt;IRC&lt;/a&gt; (dos anos 90, que, confesso, não usei e só ouço falar agora como &amp;#8220;história&amp;#8221;). Minha primeira &amp;#8220;rede social&amp;#8221; foi o ICQ, que usava para me comunicar em 1998, onde tínhamos um mini-perfil, depois substituído pelo msn e seu spaces, primeiro blog de muitos blogueiros. As atuais ferramentas das redes sociais - aplicativos que agora o orkut começa a oferecer com generosidade e foram a grande &amp;#8220;sacada&amp;#8221; do facebook - são uma nova porta no espaço dinâmico de sociabilidades, convivência e compartilhamento de interesses, gostos e estilos.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;span&gt;E, à semelhança dos seus antecessores, enquanto espaço de convívio e partilha, o software social fomenta quer a manutenção das sociabilidades pré-existentes offline quer a expansão das sociabilidades puramente online, &lt;a href="http://www.obercom.pt/content/478.np3" target="_blank"&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;segundo&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt; a portuguesa OberCom.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Neste contexto, não precisa ser especialista em tecnologia para se entender porque nós, brasileiros, somos afeitos e, se não pioneiros, somos os líderes no consumo deste tipo de produto de comunicação - somos&lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/informatica/ult124u414183.shtml" target="_blank"&gt;campeões mundiais no uso de comunidades&lt;/a&gt;, segundo algumas &lt;a href="http://www.blogdeguerrilha.com.br/wiki/index.php5?title=Estatísticas_de_Redes_Sociais_no_Brasil" target="_blank"&gt;estatísticas de redes sociais&lt;/a&gt;. Mas para entender e avaliar este fenômeno, é preciso conhecer o Brasil. Senti isso ao ouvir a palestra da americana Danah Boyd no Digital Age 2.0.  Meus colegas de trabalho se encantaram com sua beleza, lucidez e cultura sobre as redes sociais, mas eu não consegui cair do mesmo modo no canto da sereia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(Queria muito ter conversado com outras mulheres presentes para saber sua opinião, pois, como meus acompanhantes e coworkers, a maioria dos blogueiros nestes eventos ainda é do sexo masculino.)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A visão de Danah e seu discurso sobre os motivos que levam as pessoas a usar redes sociais e serem ativas nelas são estimulantes e nos levam a conexões inevitáveis. Seu discurso parecia um bem costurado texto de blog com vários hiperlinks que deixavam janelas nas quais desejávamos nos jogar para saber mais e mais. Até aí, perfeito. Não gostei das conclusões sobre o Brasil, que podem ser lidas nos comentários que encontrei num &lt;a href="http://www.htmlstaff.org/ver.php?id=22331" target="_blank"&gt;post&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;- A explosão do Orkut no Brasil aconteceu porque foi a primeira rede social a chegar ao País e se concentra entre usuários do Rio de Janeiro e São Paulo. Segundo ela, essa concentração nas duas capitais acontece porque muitos pais são transferidos por conta do trabalho e cursos e os jovens não querem perder o contato dos seus amigos - explica.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;- Outro fator que influencia a presença de jovens nas redes sociais, de acordo com Boyd, são as restrições impostas pela família ou por falta de mobilidade. &lt;/em&gt;(ela nunca viu a classe C usando orkut no McDonalds, fato mencionado na mesa moderada por Marcelo Coutinho, diretor do IBOPE Inteligência)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;- Se as pessoas têm dificuldade com transporte, não têm carro, moram longe umas das outras ou os pais proíbem que saiam, a participação em mídia social aumenta. Quanto mais restrição, mais pessoas na Internet - acredita ela.&lt;/em&gt; (Será que isso vale no Brasil? Dos seus pares na internet, quantos são companhia constante da sua vida offline?)&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;É mesmo a cara do Brasil, não? Bom, eu acho que não. Mas as conclusões dela me fizeram pensar que preciso - urgente e seriamente - divulgar o que tenho lido de pesquisadores brasileiros ou brasilianistas sobre o fenômeno da rede no País. No coffee break depois da palestra da Danah eu comentava com amigos sobre coisas que li de &lt;a href="http://pontomidia.com.br/raquel/" target="_blank"&gt;Raquel Recuero&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.imezzo.wordpress.com/" target="_blank"&gt;Daniela Bertocchi&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://rpalavreando.blogspot.com" target="_blank"&gt;Carol Terra&lt;/a&gt; (para citar apenas três - e mulheres da minha geração - brasileiras que estudam mídia digital) e eles ficaram de queixo caído ao ouvir. Falta uma conexão, um hub entre as mídias sociais e estes pesquisadores, ou apenas entre eles e quem usa as mídias sociais comercialmente? Não sei, mas adoraria encontrar as três para conversar sobre isso.  ;)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre o mesmo evento, versões diversas:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://cabianca.net/blog/digitalage08-primeiro-dia-de-evento/" target="_blank"&gt;#digitalage08. Primeiro dia de evento&lt;/a&gt; no Cabianca&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a title="Digital Age 2.0: o reinado do usuário, reflexões a partir de Lessig, Seth Godin, Danah Boyd e mais" rel="bookmark" href="http://imezzo.wordpress.com/2008/10/04/digitalage20/"&gt;Digital Age 2.0: o reinado do usuário, reflexões a partir de Lessig, Seth Godin, Danah Boyd e mais&lt;/a&gt; no Immezzo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a title="Permanent Link to Digital Age 2.0: o que vale destacar no 1º dia" rel="bookmark" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/10/01/digital-age-20-o-que-vale-destacar-no-1%c2%ba-dia/"&gt;Digital Age 2.0: o que vale destacar no 1º dia&lt;/a&gt; e  &lt;a title="Permanent Link to Digital Age 2.0: destaques do 2º dia" rel="bookmark" href="http://www.tiagodoria.ig.com.br/2008/10/03/digital-age-20-destaques-do-2%c2%ba-dia/"&gt;2º dia&lt;/a&gt;  no Tiago Dória&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a title="Ler Por que Lawrence Lessig ainda encanta falando as mesmas coisas? (Ecos do Digital Age 2.0)" rel="bookmark" href="http://alexprimo.com/2008/10/07/por-que-lawrence-lessig-ainda-encanta-falando-as-mesmas-coisas-ecos-do-digital-age-20/"&gt;Por que Lawrence Lessig ainda encanta falando as mesmas coisas? (Ecos do Digital Age 2.0)&lt;/a&gt; no Dossiê Alex Primo&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a title="Permanent Link: Digital Age 2.0 - Primeiro dia" rel="bookmark" href="http://www.simviral.com/2008/10/digital-age-20-primeiro-dia/"&gt;Digital Age 2.0 - Primeiro dia&lt;/a&gt;  e &lt;a title="Link para Digital Age 2.0 - Segundo dia" rel="bookmark" href="http://www.simviral.com/2008/10/digital-age-20-segundo-dia/"&gt;Segundo dia&lt;/a&gt; no SimViral&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.naozero.com.br/pinceladas-do-digital-age"&gt;Pinceladas do Digital Age 2.0&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://www.naozero.com.br/as-apresentacoes-de-lessig-e-godin"&gt;Longe e perto - divagações sobre presença e distância online&lt;/a&gt; no Não Zero&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://idgnow.uol.com.br/internet/sociedade_digital/idgcoluna.2008-10-03.0294936821/" target="_blank"&gt;A nova cyberperiferia&lt;/a&gt; no IDG Now! por Marcelo Coutinho&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/div&gt;
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		<entry>
		<author>
			<name>Helton Kuhnen</name>
						<uri>http://www.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Fuja do Sundae de Almôndegas: como ter sucesso num mundo dominado pelo Google]]></title>
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		<updated>2008-10-02T03:05:18Z</updated>
		<published>2008-10-02T02:52:14Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Digital Age 2.0" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Fuja do Sundae de Almôndegas" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Portais de crowdsourcing" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="redes sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Seth Godin" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Tribos" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="twitter" />		<summary type="html"><![CDATA[
Hoje e amanhã (01 e 02 de outubro) acontece no Hotel WTC o Digital Age 2.0. Conferência esta definitiva para quem deseja discutir e entender o futuro dos negócios tendo a internet como plataforma de relacionamento. A revolução provocada pela Web 2.0 torna obrigatória a revisão das práticas tradicionais de marketing e comunicação corporativa.
O primeiro [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/fuja-do-sundae-de-almondegas-como-ter-sucesso-num-mundo-dominado-pelo-google/">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/digital-age-20.png"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-384 aligncenter" title="digital-age-20" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/digital-age-20.png" alt="" width="351" height="131" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje e amanhã (01 e 02 de outubro) acontece no &lt;strong&gt;Hotel WTC o Digital Age 2.0&lt;/strong&gt;. Conferência esta definitiva para quem deseja discutir e entender o futuro dos negócios tendo a internet como plataforma de relacionamento. A revolução provocada pela Web 2.0 torna obrigatória a revisão das práticas tradicionais de marketing e comunicação corporativa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O primeiro dia de palestras, encontros e videoconferências foi bem esclarecedor pra quem ainda tinha dúvidas de como o mercado de publicidade pode ser adaptado e o que precisa para se dar bem no novo mundo 2.0 da web.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/foto_home_seteh-godin_1.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-383 alignleft" title="foto_home_seteh-godin_1" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/foto_home_seteh-godin_1.jpg" alt="" width="100" height="100" /&gt;&lt;/a&gt;Na videoconferência de &lt;strong&gt;Seth Godin&lt;/strong&gt; (&lt;span class="style3"&gt;Autor de mais de 10 livros que se transformaram em best sellers mundiais)&lt;/span&gt;, que estava em Nova York interagindo ao vivo com o público do Digital Age 2.0 aqui no Brasil, foram mencionados vários cases de sucesso. Porém o que mais enfatizou foi o fato de que o antes de uma empresa investir dinheiro em publicidade, seja esta online ou offline, na TV, Outdoors, é preciso amar seu produto, ter algo diferente, inovador para seus clientes. O título da videoconferência é:  &lt;strong&gt;Fuja do Sundae de Almôndegas&lt;/strong&gt;, fazendo uma analogia ao novo marketing que trata cada interação, serviço e produto como uma forma de mídia, mas se não for bem sincronizado esta ação não irá funcionar. Exemplificando: o marketing tradicional está em questão, as novas ferramentas como os &lt;strong&gt;portais de crowdsourcing&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;Twitter &lt;/strong&gt;e &lt;strong&gt;Redes Sociais&lt;/strong&gt; parecem &lt;strong&gt;E SÃO&lt;/strong&gt; irresistíveis, mas elas simplesmente não funcionam para marcas &amp;#8220;tradicionais&amp;#8221; que não fazem nada (ou quase nada) para atrair o boca-a-boca virtual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Outro ponto que chamou atenção foi quando Godin menciona: &amp;#8220;Existem 3 Tribos: Trabalho, Igreja e Comunidade. A TV está morrendo. As pessoas mais inteligentes assistem menos TV. As tribos que sempre existiam estão morrendo. [...] O argumento é o Novo Marketing, se chama LIDERANÇA. [...]. Precisamos apostar no amanhã&amp;#8230; que a cada dia fica melhor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alguns comentários no Twitter:&lt;/strong&gt; &lt;!--[if gte mso 10]&gt;&lt;br /&gt;
&lt;mce:style&gt;&lt;!   /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable 	{mso-style-name:"Table Normal"; 	mso-tstyle-rowband-size:0; 	mso-tstyle-colband-size:0; 	mso-style-noshow:yes; 	mso-style-priority:99; 	mso-style-qformat:yes; 	mso-style-parent:""; 	mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt; 	mso-para-margin-top:0cm; 	mso-para-margin-right:0cm; 	mso-para-margin-bottom:10.0pt; 	mso-para-margin-left:0cm; 	line-height:115%; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:11.0pt; 	font-family:"Calibri","sans-serif"; 	mso-ascii-font-family:Calibri; 	mso-ascii-theme-font:minor-latin; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-theme-font:minor-fareast; 	mso-hansi-font-family:Calibri; 	mso-hansi-theme-font:minor-latin;} --&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--[endif]--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal" style="line-height: normal;"&gt;#digitalage08 Seth Godin: Se você faz coisas medíocres, pra pessoas medíocres, você fracassa.&lt;br /&gt;
Por &lt;a title="marcogomes@twitter" href="http://twitter.com/marcogomes" target="_blank"&gt;marcogomes&lt;/a&gt; via &lt;a title="Twitter" href="http://twitter.com/" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;#digitalage08 Seth não quer saber de direito autoral sobre o que ele escreve&lt;br /&gt;
Por &lt;a title="Cabianca@twitter" href="http://twitter.com/Cabianca" target="_blank"&gt;Cabianca&lt;/a&gt; via &lt;a title="Twitter" href="http://twitter.com/" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt; »&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;#digitalage08 &amp;#8220;you cant game the system&amp;#8221; - todos os consumidores de um restaurante têm o mesmo poder hoje que um reviewer tinha há 10 anos.&lt;br /&gt;
Por &lt;a title="gilbertojr@twitter" href="http://twitter.com/gilbertojr" target="_blank"&gt;gilbertojr&lt;/a&gt; via &lt;a title="Twitter" href="http://twitter.com/" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p class="MsoNormal"&gt;#digitalage08 quando você dá uma escolha para as pessoas, elas pegam!&lt;br /&gt;
Por &lt;a title="renatotarga@twitter" href="http://twitter.com/renatotarga" target="_blank"&gt;renatotarga&lt;/a&gt; via &lt;a title="Twitter" href="http://twitter.com/" target="_blank"&gt;Twitter&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Wagner Fontoura</name>
						<uri>http://boombust.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Papo de empreendedor já é PR5]]></title>
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		<updated>2008-09-27T14:35:01Z</updated>
		<published>2008-09-27T14:07:21Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Editorial" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="atualização de pagerank da google" />		<summary type="html"><![CDATA[
A Google faz aniversário e quem ganha o presente somos nós: uma nova atualização (aparentemente geral) de Pagerank acaba de se dar e o nosso recém-lançado blog Papo de Empreendedor - da Revista Peqenas Empresas &#38; Grandes Negócios (Editora Globo) já é classificado com PR5!
O sistema PageRank é usado pelo motor de busca Google para ajudar a determinar [...]]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/papo-de-empreendedor-ja-e-pr5/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/10th_birthday.gif"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-376" title="10th_birthday" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/10th_birthday.gif" alt="" width="356" height="126" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A &lt;a href="http://googlediscovery.com/2008/09/27/google-feliz-aniversario-10-anos/"&gt;Google faz aniversário&lt;/a&gt; e quem ganha o presente somos nós: uma nova atualização (aparentemente geral) de &lt;a title="Definição na Wikipedia" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Pagerank"&gt;Pagerank&lt;/a&gt; acaba de se dar e o nosso recém-lançado blog &lt;a href="http://www.papodeempreendedor.com.br/"&gt;Papo de Empreendedor&lt;/a&gt; - da &lt;a href="http://empresas.globo.com/Empresasenegocios/0,19125,2466,00.html"&gt;Revista Peqenas Empresas &amp;amp; Grandes Negócios&lt;/a&gt; (Editora Globo) já é classificado com &lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.marketingdebusca.com.br/pagerank/?url=www.papodeempreendedor.com.br"&gt;PR5&lt;/a&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/300px-pagerank-hi-res-1.png"&gt;&lt;img class="alignleft size-thumbnail wp-image-380" title="300px-pagerank-hi-res-1" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/300px-pagerank-hi-res-1.png" alt="" width="90" height="65" /&gt;&lt;/a&gt;O sistema PageRank é usado pelo motor de busca &lt;a title="Google" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/Google"&gt;Google&lt;/a&gt; para ajudar a determinar a relevância ou importância de uma página. &lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;O desenvolvimento do blog da revista &lt;strong&gt;PEGN&lt;/strong&gt; foi contratado à &lt;strong&gt;Coworkers&lt;/strong&gt;, juntamente com uma série de outras atividades, e a sua otimização junto aos motores de busca (&lt;a class="mw-redirect" title="SEO" href="http://pt.wikipedia.org/wiki/SEO"&gt;SEO&lt;/a&gt;, &lt;em&gt;search engine optimization&lt;/em&gt;) foi obra do nosso especialista &lt;a href="http://www.hitechlive.com.br"&gt;Helton Kuhnen&lt;/a&gt;, coordenador técnico desse projeto junto à &lt;strong&gt;Editora Globo&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sobre a atualização de hoje de Pagerank pela Google, o Helton Kuhnen fala mais aqui: &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/medidor-de-pagerank-do-google-atualiza-seus-dados/"&gt;Medidor de Pagerank do Google atualiza seus dados&lt;/a&gt;, no Boombust.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveiro para agradecer publicamente aos blogs que fizeram menção ao lançamento do &lt;a href="http://www.papodeempreendedor.com.br"&gt;Papo de Empreendedor&lt;/a&gt; (se eu não tiver percebido algum, me corrijam, por favor e eu relaciono aqui):&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.whbrasil.com.br/pequenas-empresas-grandes-negocios-lanca-blog-%E2%80%9Cpapo-de-empreendedor%E2%80%9D/"&gt;Web House Brasil&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://encontreiporai.blogspot.com/2008/09/pequenas-empresas-grandes-negcios-lana.html"&gt;Encontrei por aí&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://sucessonews.com.br/revista-pequenas-empresas-grandes-negocios-inaugura-blog-papo-de-empreendedor/"&gt;Sucesso News&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2008/09/09/papo-de-empreendedor/"&gt;MLog&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.brogui.com/2008/09/08/papo-de-empreendedor-o-blog-para-pequenos-empresarios/"&gt;Brogui&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.postexpress.com.br/?p=24990"&gt;PostExpress&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://criatividadeaplicada.com/2008/09/07/papo-de-empreendedor-o-novo-blog-direcionado-aos-pequenos-empresarios/"&gt;Criatividade e Inovação&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efetividade.net/2008/09/10/pequenas-empresas-grandes-negocios-lanca-blog-papo-de-empreendedor/"&gt;Efetividade&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/9NUSWU7VGMY" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<entry>
		<author>
			<name>Samantha Shiraishi</name>
						<uri>http://www.samshiraishi.com</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Redes sociais no mundo corporativo]]></title>
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		<updated>2008-09-19T04:36:14Z</updated>
		<published>2008-09-18T17:41:06Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="assessoria de imprensa" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="comunicação" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Relações Públicas" />		<summary type="html"><![CDATA[O papel do profissional de Comunicação que se aventura nas novas mídias ainda não tem regras, por isso muitas vezes pareceremos estar em "terra de ninguém" ou "terra de cego onde quem tem um olho é rei"! Mas há um movimento para organizar estas ações.]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/redes-sociais-no-mundo-corporativo/">&lt;div&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcas.jpeg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-364 aligncenter" title="Mundo corporativo" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcas.jpeg" alt="" width="182" height="273" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Nesta semana estive num encontro com uma agência de assessoria de imprensa que quer conhecer o mercado das mídias sociais. Não foi minha primeira consultoria sobre o assunto e me fez pensar no quanto as redes sociais estão em voga e nos mitos que estão sendo criados sobre este mercado, que não é tão extraordinário assim. Não sou a única, no mesmo dia, Eduardo Vasques me mandou uma direct message no twitter para contar que postara sobre o assunto em &lt;a href="http://perolasdasassessorias.wordpress.com/2008/09/15/mesmo-erro/" target="_blank"&gt;Mesmo erro&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;#8220;Tenho participado de algumas discussões sobre Relações Públicas 2.0. Mais um termo bonitinho que nada mais é do que cuidar da imagem de uma empresa ou pessoa nas mídias e redes sociais. (&amp;#8230;)&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;em&gt;Naturalmente as empresas do setor (as agências de comunicação, RP e assessorias de imprensa) trilharam o mesmo caminho das agências de publicidade. De um ano para cá, quase todas criaram um “núcleo web”, “núcleo digital”&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;Na minha visão, é um nicho e um indício de uma nova época na qual os consumidores deixarão em definitivo de ser receptores passivos dos produtos. Daí a pensar que toda empresa precisa de um blog corporativo e que toda ação  de marketing deverá contemplar veiculação planejada em mídia social, tem uma distância que não acredito que percorreremos tão rápido. Podemos até chegar lá, mas não será amanhã, como afirmam alguns.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Alguns receiam que a entrada das corporações neste espaço que antes era pessoal possa ser um tiro n&amp;#8217;água. Tiane Loureiro escreveu ontem em &lt;a href="http://www.expressaodeideias.com.br/relacoes-publicas-minimiza-riscos" target="_blank"&gt;Relações Públicas minimiza riscos&lt;/a&gt; o seguinte:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;#8220;é óbvio que qualquer conteúdo aparentemente produzido por um usuário comum é tido como mais legítimo e verdadeiro. Quanto mais despretencioso e informal, melhor. Mas o prejuízo pode ser enorme quando se descobre que por trás disso tudo existe um interesse corporativo.&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;E hoje Tiane escreveu comentando o post do Eduardo em &lt;a href="http://www.expressaodeideias.com.br/o-papel-das-relacoes-publicas-no-mundo-digital" target="_blank"&gt;O papel das relações públicas no mundo digital&lt;/a&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;#8220;De fato, o “hype” é maior do que as reais oportunidades, principalmente para o mercado de RP. Discordo do Edu quando ele diz que as empresas não estão arriscando. Algumas estão, sim, mas não é aos “assessores de imprensa” que recorrem quando pensam em Web. Errar é fato, uma vez que a Internet é um organismo vivo e estamos num constante “teste beta” de tudo o que fazemos.&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Concordo plenamente com ela. Se estamos começando a caminhar na Internet e devemos dar um passo de cada vez, não é preciso deixar de dar estes passos, mas sim fazê-los com segurança.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Ricardo Cabianca motivado por uma conversa nossa no msn postou - em &lt;a title="Link permanente al post O que sexo e redes sociais tem a ver com seu futuro profissional?" rel="bookmark" href="http://cabianca.net/blog/o-que-sexo-e-redes-sociais-tem-a-ver-com-seu-futuro-profissional/"&gt;O que sexo e redes sociais tem a ver com seu futuro profissional?&lt;/a&gt; - sobre este crescimento e citava o livro “Click: What Millions of People are Doing Online and Why It Matters” (”O Que Milhões de Pessoas Estão Fazendo Online e Por Que Isso Importa”).&lt;/p&gt;
&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;#8220;dá para afirmar que o que buscamos na web reflete tanto uma tendência, quanto o comportamento da sociedade e das pessoas. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;E os números apontam um crescimento de buscas por redes sociais, ou seja, as pessoas estão buscando maior interconexão entre elas, baseado no relacionamento - seja pessoal ou profissional.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;(&amp;#8230;) é certo que o mercado (e segmento) das mídias sociais tendem a crescer, gerando uma excelente demanda de profissionais capazes de gerar negócios e resultados.&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;O papel do profissional de Comunicação que se aventura nas novas mídias ainda não tem regras, por isso muitas vezes pareceremos estar em &amp;#8220;terra de ninguém&amp;#8221; ou &amp;#8220;terra de cego onde quem tem um olho é rei&amp;#8221;! Mas há um movimento para organizar estas ações, como comentou Wagner Fontoura em seu post &lt;a href="http://www.coworkers.com.br/uma-introducao-ao-marketing-boca-a-boca/" target="_blank"&gt;Uma introdução ao marketing boca-a-boca&lt;/a&gt;, que motivou uma palestra (&lt;a title="Link permanente para Na PUC-SP, discutindo publicidade em mídias sociais" rel="bookmark" href="http://boombust.hitechlive.com.br/semana-de-publicidade-2008-puc-sp/"&gt;Na PUC-SP, discutindo publicidade em mídias sociais&lt;/a&gt;) e está resumido no slide show abaixo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;&lt;object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="355" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true" /&gt;&lt;param name="allowScriptAccess" value="always" /&gt;&lt;param name="src" value="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=publicidade-em-mdias-sociais-1221638688048973-8&amp;amp;stripped_title=publicidade-em-mdias-sociais-presentation" /&gt;&lt;embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="355" src="http://static.slideshare.net/swf/ssplayer2.swf?doc=publicidade-em-mdias-sociais-1221638688048973-8&amp;amp;stripped_title=publicidade-em-mdias-sociais-presentation" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;Continuo acreditando, como alguns, que mais do que regras, o mercado vai se auto-regular.  Os consumidores do nosso produto (a informação) são críticos e a um toque deixam de assinar o feed ou de nos favoritar, reduzindo as visitas e fazendo o Ibope desabar. E os blogueiros podem fazer campanha contra, o que tem um peso imenso, bom e ruim, como todo buzz costuma ser - &amp;#8220;falem mal, mas falem de mim&amp;#8221;, será? Anyway, somos, como disse Mauro Brasil - em &lt;a href="http://casadogalo.com/evangelistas-eles-espalham-a-palavra/" target="_blank"&gt;Evangelistas - Eles espalham a palavra&lt;/a&gt; - webenvagelistas 2.0 e nosso trabalho é&lt;/div&gt;
&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;
&lt;div&gt;&lt;em&gt;&amp;#8220;“pulverizar” conteúdo sobre um determinado evento em ambientes de colaboração online, tais como Blogs, Twitter, Yahoo! Respostas, Orkut, Instant Messengers, entre outros.&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p style="text-align: left;"&gt;Gostei muito da comparação que ele faz com os evangelistas pioneiros do cristianismo, porque temos que ter em mente que nossas ações serão, inevitavelmente, parte da história, a da concretização desta passagem do comando para o consumidor. E, acima de tudo, porque temos que ser éticos nas nossas ações.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote style="text-align: left;"&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;#8220;Toda palavra a ser divulgada deve conter fatos e situações verdadeiras. Esta é a condição que diferencia um trabalho sério e profissional: o cuidado com a imagem do cliente.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Na internet, divulgar conteúdo sobre marcas, pessoas ou produtos deve ser baseado em relações de segurança - e em fontes fidedignas. Caso contrário, corre-se o risco do descrédito e de que estas ações sejam consideradas uma farsa. A pulverização disso na internet seria castatrófica. Ou uma heresia com a marca do cliente.&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div style="text-align: left;"&gt;Agindo assim, considero que as ações corporativas na chamada web 2.0 podem ser bem sucedidas, mas- bom lembrar - precisam de especialistas nas áreas envolvidas, exigem uma equipe. E aqui entra minha confiança naquela habilidade (que admiro e invejo ao mesmo tempo) que as Relações Públicas têm de planejar suas ações no mundo corporativo. Se nós, jornalistas, fôssemos um pouco assim, muita coisa seria diferente.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/H8aZCBrnAY4" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<entry>
		<author>
			<name>Wagner Fontoura</name>
						<uri>http://boombust.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Riotplan e Papo de Empreendedor]]></title>
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		<id>http://www.coworkers.com.br/?p=325</id>
		<updated>2008-09-12T01:27:22Z</updated>
		<published>2008-09-12T01:08:24Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Marketing" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="editora globo" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="papo de empreendedor" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="PEGN" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="publicidade" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="riot" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="riotplan" />		<summary type="html"><![CDATA[Riotplan e Papo de Empreendedor - saiba mais sobre algumas das ações da Coworkers no campo das mídias sociais.]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/riotplan-e-papo-de-empreendedor/">&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-326 aligncenter" title="parceiro-riot" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/parceiro-riot.jpg" alt="Cadastre-se e seja um parceiro de conteúdo da Riot" width="130" height="124" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;h6 style="text-align: center;"&gt;Cadastre-se e seja um parceiro de conteúdo da Riot, clicando na imagem.&lt;/h6&gt;
&lt;p&gt;Há algum tempo divulguei no boombust o fato da &lt;a href="http://riot.com.br"&gt;Riot&lt;/a&gt; estar recrutando novos parceiros de conteúdo (&lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/riot-recruta-novos-parceiros-de-conteudo/"&gt;clique aqui &lt;/a&gt;para acessar o tal post). Pois bem, de lá pra cá a pequena panelinha de blogs com os quais trabalhávamos virou uma extensa lista de blogs que foram se profissionalizando, criando oportunidades de negócios para si e para a crescente massa de anunciantes em mídias sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Descobrimos novos talentos, blogs promissores, bacanas e descolados e estamos felizes por contribuir para o amadurecimento de alguns destes veículos como mídias de publicidade, contribuindo, em contrapartida, para que estes ganhassem mais visibilidade e, é claro, a promoção de seus blogueiros à casta dos profissionais da web 2.0 - a despeito dos cães que latem enquanto a caravana passa! &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Hoje estreiamos nosso Sistema de Gestão de Dados de Parceiros - o &lt;a href="http://www.riotplan.com.br/"&gt;Riotplan&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;em&gt;&amp;#8220;Agora, uma só pessoa pode cadastrar diversos veículos em seu nome, podendo até gerenciá-los e&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;alterar dados relevantes mesmo depois de finalizado o cadastro. Função extremamente necessária&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;para realizar o update de informações que sofrem alterações conforme a evolução dos veículos,&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;como visitas, pageviews e assinantes de feed. Dessa forma o próprio parceiro fica responsável por&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;manter os dados atualizados, sem depender da intervenção da Riot para tal.&amp;#8221;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;A Riot, praqueles que ainda não sabem, é literalmente, o parceiro nr 1 de negócios da Coworkers, e temos muito orgulho em empunhar a sua bandeira, contribuindo para o amadurecimento do mercado de publicidade em mídias sociais no Brasil e em parte da América Latina, de forma pioneira e ousada - além, é claro, de colecionarmos, assim, um monte de cases de sucesso nessa área, dia após dia, desde que apostamos no potencial dessa empresa e desse mercado ainda quase incipiente. &lt;img src='http://www.coworkers.com.br/wp-includes/images/smilies/icon_biggrin.gif' alt=':D' class='wp-smiley' /&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.papodeempreendedor.com.br"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-327" title="papo-de-empreendedor" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/papo-de-empreendedor.jpg" alt="" width="448" height="248" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por falar em alegrias, eis que foi lançado o novo blog da revista Pequenas Empresas &amp;amp; Grandes Negócios, da Editora Globo - o Papo de Empreendeor.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A diretoria de redação da PEGN foi acessorada pela Coworkers nessa empreitada e o blog foi motivo de considerações elogiosas por parte de alguns impostantes formadores de opinião da blogosfera brasileira, a saber:&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://criatividadeaplicada.com/2008/09/07/papo-de-empreendedor-o-novo-blog-direcionado-aos-pequenos-empresarios/"&gt; Jairo Siqueira, no blog Criatividade e Inovação&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.brogui.com/2008/09/08/papo-de-empreendedor-o-blog-para-pequenos-empresarios/"&gt;Caio Novaes, no Brogui&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2008/09/09/papo-de-empreendedor/"&gt;Stelleo Tolda, Diretor Presidente do MercadoLivre&lt;/a&gt;;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.efetividade.net/2008/09/10/pequenas-empresas-grandes-negocios-lanca-blog-papo-de-empreendedor/"&gt;Augusto Campos, no Efetividade.net&lt;/a&gt;, dentre outros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Vinícius Mont Serrat, no &lt;a href="http://sucessonews.com.br/revista-pequenas-empresas-grandes-negocios-inaugura-blog-papo-de-empreendedor/"&gt;Sucesso News&lt;/a&gt;, eu, no &lt;a href="http://www.nossavia.com.br/negocios-e-financas/empreendedorismo/papo-de-empreendedor"&gt;Nossa Via&lt;/a&gt; e meu sócio Helton Kuhnen, no &lt;a href="http://www.postexpress.com.br/?p=24990"&gt;Portal Administradores&lt;/a&gt; também comentamos o lançamento do blog.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.hitechlive.com.br"&gt;Helton&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://samshiraishi.com"&gt;Samantha Shiraishi&lt;/a&gt; irão postar suas experiências nessa jornada de imersão na Editora Globo, e também abriremos aqui espaço aos nossos interlocutores da Editora pra que tragam as suas visões a respeito dessa experiência. Aguardem&amp;#8230;&lt;/p&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/MnCDSCsYyJs" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<author>
			<name>Helton Kuhnen</name>
						<uri>http://www.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[A hora e a vez de mídias como os microblogs, o mobile, o vídeoshare, podcasts e afins]]></title>
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		<updated>2008-09-08T22:54:02Z</updated>
		<published>2008-09-08T22:49:59Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Debate" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="microblogs" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mobile" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Podcasts" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="twitter" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="videolog" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="videoshare" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="youtube" />		<summary type="html"><![CDATA[Foram convidados para essa discussão o Gilberto Soares Filho (Knuttz do Uêba), Edson Mackeenzy (Videolog) e Gustavo Jreige (Pólvora). Fique a vontade para discutir junto com os convidados. ]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/a-hora-e-a-vez-de-midias-como-os-microblogs-o-mobile-o-videoshare-podcasts-e-afins/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/geek.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-320" title="geek" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/geek.jpg" alt="" width="425" height="170" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Brasil, como todos sabem, passa por um momento de evolução e amadurecimento dos veículos de mídia social. O debate que irei &amp;#8220;mediar&amp;#8221; aqui será sobre microblogs, videoshare, podcasts e mobile como veículos de Mídias Sociais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como bons exemplos de ferramentas cito o Twitter e seu formato de microblog, disseminando informação de forma rápida e prática, o Videolog e YouTube como compartilhadores de vídeos, e os sistemas operacionais e navegadores como plataformas de celulares e smartphones. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/"&gt;Foram convidados&lt;/a&gt; para essa discussão o Gilberto Soares Filho (o Knuttz, do &lt;a href="http://ueba.com.br/"&gt;Uêba&lt;/a&gt;), Edson Mackeenzy (fundador do&lt;a href="http://videolog.uol.com.br/"&gt;Videolog&lt;/a&gt;) e Gustavo Jreige (sócio da &lt;a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/"&gt;Pólvora Comunicação&lt;/a&gt;). Fique a vontade para discutir junto com os convidados. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mackeenzy&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;pergunta:&lt;/strong&gt;  &lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Na França, o computador é chamado de organizador e é tido como uma ferramenta que se dispõe a colaborar com essa função. Desde que o Rio de Janeiro era Capital do Brasil e os jornais eram escritos em Inglês, nós bra&amp;#8221;Z&amp;#8221;ileiros sempre tivemos como parâmetro iniciativas internacionais. Com base nesta linha de pensamento eu pergunto: Por que Gigantes como o Google não são consideradas concorrentes? Na opinião de vocês, é uma atitude inteligente dos portais deixar de gastar com inovação para gastar com marketing?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;GIlberto Soares Filho: &lt;/strong&gt;O Google ganhou uma dimensão tão absurdamente grande, que consegue ser aliado, e concorrente de um mesmo serviço. Mas o fato é que, salvo atividades muito específicas, ele contribui mais que concorre. Em toda a história das comunicações sempre tivemos players desproporcionais, nesta era da internet, este player é o Google. Ou seja, é inevitável.No que tange à ausência de investimento dos grandes portais em inovação, eu vejo como algo normal, eles primeiro tem que garantir seu próprio modelo de negócio. Os portais terminam sendo, no final das contas, as empresas &amp;#8220;tradicionais&amp;#8221; da internet, pelo menos no Brasil, os maiores players são derivados de conglomerados de &amp;#8216;tijolos&amp;#8217; com muitos acionistas e cultura corporativa conservadora.&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;O que falta, até onde eu saiba, mas posso estar errado, mais que o próprio investimento, é que eles abram um pouco a cabeça e invistam no potencial de seus próprios funcionários, fazendo como o Google faz ao dar tempo dentro do expediente para o desenvolvimento de idéias próprias, ou o que o Yahoo Birckhouse faz ao prover força de trabalho e auxílio tecnológico aos projetos que ali chegam. É mais uma questão de cultura corporativa que propriamente financeiro. &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gilberto Soares Filho pergunta:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;strong&gt;Há atualmente, uma forte tendência de uso dos mircroformatos como sites sociais, mesmo porque eles têm excelente usabilidade móvel. Mas o que eu vejo, são sites sustentados por capital de risco, o Twitter por exemplo, ainda não encontrou a maneira de fazer dinheiro, e o capital de risco não vai durar para sempre. Qual o caminho ou direção estes sites deveriam seguir em busca de um modelo sustentável? Como tornar rentáveis estas excelentes ferramentas&lt;/strong&gt;?&amp;#8221;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mackeenzy: &lt;/strong&gt;Noooooossssaaaa, que excelente pergunta Gilberto, ela vale US$ 1 milhão. Ter uma empresa não é facil, transformá-la em um negócio rentável é coisa de herói, por isso sempre venero empreendedores. Infelizmente o que se tem visto muito por ai são pessoas criativas conseguindo dinheiro fácil e criando coisas sem se preocupar em como pagar o dinheiro gasto. Nós do Videolog nunca tivemos capital externo, viabilizamos o Negócio de vídeos na Internet com venda de mídia e serviços ligados a vídeo na Internet. Nós já tivemos algumas boas propostas  de investimento, mas ainda não foi necessário aceitar, mas receber capital externo não está descartado de nosso plano. Conseguimos atingir a marca de 12 milhões de vídeos assistidos e estamos crescendo 10% ao mês, oferecendo ferramentas de qualidade. Não vou dizer quanto faturamos, mas se eu tivesse que pagar por esta pergunta, ainda sobraria no meu caixa rsrsrsr.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Gustavo Jreige questiona:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;A comunicação transcende as palavras. Cada vez mais a produção de conteúdo é multimídia, colaborativa, convergente e instantânea. Como as empresas de comunicação tradicional podem atuar de forma eficiente nesse novo cenário?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Gilberto Soares Filho : &lt;span style="font-weight: normal;"&gt;Primeiro elas precisam se &amp;#8220;desarmar&amp;#8221;, no sentido de que não adianta elas baterem no modelo de produção de conteúdo que está se formando, em outras palavras, elas tem que aceitar que este é um modelo que surgiu em contraponto ao que já existia, e que a cada dia torna mais obsoleto o modelo tradicional.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;p&gt;O ritmo das mudanças é cada vez mais frenético; novas tecnologias e formas de produzir e distribui esta produção surgem, e somem, com uma imensa rapidez. Para ter eficiência neste novo modelo, as empresas precisam de material humano capaz de, não apenas entender o que já está aí, mas mais importante, ser capaz de identificar quais mudanças devem, ou não, ser absorvidas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Mackeenzy:&lt;/strong&gt; Mack: Gustavo,  a competição  faz parte da natureza do homem, sendo que este mesmo ser, agora está criando um novo mundo, um ambiente colaborativo onde todos estão em igualdades de condições onde o diferencial é o estilo e o conteúdo. Em minha opinião, empresas de comunicação tradicional devem entender que o mundo mudou, que o tradicional é base para o revolucionário; e tudo o que elas tem que fazer é descer de seu pedestal de &amp;#8220;Senhor do Saber&amp;#8221;, compartilhar tudo o que aprenderam até hoje, aceitar que existem muitos jovens que podem contribuir com conhecimento, mixturar tudo e criar seu próprio estilo. &lt;/div&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/dd2p9H1CXzc" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<entry>
		<author>
			<name>Manoel Fernandes</name>
						<uri>http://www.bites.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[O encontro digital entre as mídias sociais e tradicionais]]></title>
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		<id>http://www.coworkers.com.br/?p=304</id>
		<updated>2008-09-06T11:41:34Z</updated>
		<published>2008-09-06T10:00:30Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Debate" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="jornais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="mídia tradicional" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="revistas" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="tv" />		<summary type="html"><![CDATA[A convidados por mim Manoel Fernandes, Publisher da Revista Bites, para colaborarem com o painel 1 do debate proposto pelo Wagner Fontoura, no Boombust, eu pergunto: 

"Faz algum sentido a afirmação de que a mídia como conhecemos ainda vai acabar?"]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/o-encontro-digital-entre-as-midias-sociais-e-tradicionais/">&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="color: #0000ee; text-decoration: underline;"&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/johannes-gutenberg.png"&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/johannes-gutenberg.png"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-305 aligncenter" title="johannes-gutenberg" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/johannes-gutenberg.png" alt="" width="286" height="360" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Silvio Meira  é Cientista-chefe do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (&lt;a href="http://www.cesar.org.br/"&gt;Cesar&lt;/a&gt;); Kaike Nanne, Diretor do Núcleo de Revistas Semanais da &lt;a href="http://www.abril.com.br/revistas/"&gt;Editora Abril&lt;/a&gt;; Marcelo Coutinho é Diretor do &lt;a href="http://www.ibope.com.br/"&gt;Ibope Inteligência&lt;/a&gt;; e Aloisio Sotero BPO da &lt;a href="http://www.dutyfreedufry.com.br/Default.asp?cookie_test=1"&gt;Dufry&lt;/a&gt; e presidente do &lt;a href="http://teleportodeeducacao.blogspot.com/"&gt;Teleporto de Educação&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Convidados por mim, Manoel Fernandes, Publisher da &lt;a href="http://www.bites.com.br/"&gt;Revista Bites&lt;/a&gt;, para colaborarem com o painel 1 do debate proposto pelo Wagner Fontoura, no &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/"&gt;Boombust&lt;/a&gt;, eu lhes pergunto: &lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;h3&gt;&amp;#8220;Faz algum sentido a afirmação de que a mídia como conhecemos ainda vai acabar?&amp;#8221;&lt;/h3&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcelo-coutinho.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-306 alignnone" title="marcelo-coutinho" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/marcelo-coutinho.jpg" alt="" width="90" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;R - Marcelo Coutinho:&lt;/strong&gt; “Já proclamaram que o rádio acabaria com o jornal, o videocassete com o cinema e a televisão não sobreviveria à internet. Vale lembrar isso porque na História da mídia uma inovação nunca acabou destruiu outra. O que existiu foi uma acomodação de tecnologias, conceitos e formas. Não creio que os veículos como conhecemos hoje irão desaparecer. É um erro pensar dessa forma. O que acredito é que haverá uma reformulação profunda em como a comunicação é feita. A mídia de massa onde um fala para muitos (broadcasting) fica mais frágil a cada dia. Em seu lugar apareceu o socialcast, modelo no qual muitos falam com muitos. E vejo movimentos da mídia que podemos chamar de tradicional no sentido de entender essa nova ordem e se ajustar da melhor forma a tudo o que está acontecendo.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/kaike-nanne.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-307 alignnone" title="kaike-nanne" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/kaike-nanne.jpg" alt="" width="90" height="118" /&gt;&lt;/a&gt;R - Kaike Nanne:&lt;/strong&gt; “O bom conteúdo sempre terá leitores. Independente da plataforma que ele esteja sendo produzido: papel ou internet. Hoje fazemos revistas e acreditamos que esse veículo que transporta toda a informação que produzimos na Abril ainda terá uma vida longa. Nada impede que ela divida espaço com novos modelos que ainda estão sendo construídos. É muito cedo para identificar qual o melhor caminho a ser seguido, mas em toda a sua trajetória a Abril sempre teve uma crença de que o bom conteúdo é sempre o melhor diferencial para construir relevância entre os seus leitores. Esse é o nosso DNA. Você pode ser um expert em técnicas de indexação no Google, entender como poucos a lógica que permite aparecer nas primeiras páginas do serviços de busca ou até mesmo escrever utilizando palavras-chave. Mas, se o conteúdo não for bom, o leitor não construirá uma relação de fidelidade com a sua marca. Meu resumo é simples: sem o bom conteúdo não existe relevância. Tanto no mundo offline quanto online.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/aloisio-sotero.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-308 alignnone" title="aloisio-sotero" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/aloisio-sotero.jpg" alt="" width="90" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;R - Alosio Sotero:&lt;/strong&gt; “Todo esse debate se resume a uma palavra: conversas. As pessoas querem se conversar e a mídia também sofre com a falta de diálogo. Ao escrever uma reportagem o jornalista que aqui chamaria de clássico imagina que aquele assunto terá relevância na agenda do leitor. O raciocínio é simples. De maneira empírica, o profissional escuta o “talk of the town” e o traduz na forma de conteúdo. Só que essa percepção hoje pode ser encontrada dentro das redes digitais de relacionamento, que muitos conhecem como redes sociais. A voz das pessoas está no Orkut, no Facebook, no MySpace e é para lá que a mídia deve olhar, como também as marcas tradicionais. Não sou jornalista, mas enxergo que o jornalista é o único em condições de entender e traduzir esse fenômeno para o restante da sociedade. Por isso, a mídia como existe hoje não vai acabar. Ela só precisa ser reinventada.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/silvio-meira.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-309 alignnone" title="silvio-meira" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/silvio-meira.jpg" alt="" width="89" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;R - Silvio Meira&lt;/strong&gt;: “Vamos começar pelo final. A mídia tradicional já acabou. O que falta é encontrar algo para colocar no lugar. O que é não sei, mas precisa ser algo tão amplo e bem produzido como conhecemos hoje. Também defendo o conteúdo de qualidade. Como vamos empacotá-lo esse é um problema que a própria rede irá resolver.”&lt;/p&gt;
&lt;p&gt; &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/manoel-fernandes.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-310 alignnone" title="manoel-fernandes" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/manoel-fernandes.jpg" alt="" width="90" height="120" /&gt;&lt;/a&gt;R - Manoel Fernandes:&lt;/strong&gt; “Nesse aspecto gostaria de contribuir lançando para todos um conceito que defendemos dentro da Bites: o jornalismo de indexação. Acreditamos que podemos unir em um único espaço a qualidade editorial e as técnicas de indexação que permitem as pessoas nos encontrarem nos serviços de busca. Os jornalistas precisam lembrar que são jornalistas. São eles que apuram, contextualizam e entregam a notícia dentro de padrões de qualidade que o leitor ou internauta está acostumado. Só que isso, hoje não é mais suficiente. É preciso saber escrever com palavras-chave para ser melhor indexado. A essência da profissão e da mídia permanece. O que muda é a técnica.”&lt;/p&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/7TYCBm1jtq8" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<entry>
		<author>
			<name>Samantha Shiraishi</name>
						<uri>http://www.samshiraishi.com</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?]]></title>
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		<id>http://www.coworkers.com.br/?p=282</id>
		<updated>2008-09-02T02:06:08Z</updated>
		<published>2008-09-01T17:36:15Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Debate" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais em Debate 2008" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="rankings" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="redes sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="relevância" />		<summary type="html"><![CDATA[Para dar continuidade à publicação do debate iniciado na sexta-feira-feira, 29/08, por Ricardo Cabianca, publico hoje o painel que abre uma discussão sobre O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/o-que-e-relevante-e-para-quem-em-midias-sociais/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/ego.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-295" title="Ego e relevância" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/ego.jpg" alt="" width="500" height="200" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para dar continuidade à publicação do debate &lt;a href="http://www.coworkers.com.br/modelos-de-negocio-para-a-web-20" target="_blank"&gt;iniciado&lt;/a&gt; na sexta-feira-feira, 29/08, por &lt;a href="http://www.cabianca.net" target="_blank"&gt;Ricardo Cabianca&lt;/a&gt;, publico hoje o painel que abre uma discussão sobre &lt;strong&gt;O que é relevante e para quem em Mídias Sociais?&lt;/strong&gt; Considero o tema interessantíssimo e esperei ansiosa (e curiosa) tanto por perguntas quanto por respostas dos debatedores Alexandre Inagaki (&lt;a href="http://www.polvoracomunicacao.com.br/" target="_blank"&gt;Pólvora&lt;/a&gt;), Anderson Costa (&lt;a href="http://www.b2bmagazine.com.br/web/home.asp" target="_blank"&gt;B2B Magazine&lt;/a&gt;) e Diego Monteiro (&lt;a href="http://peoplebased.net/" target="_blank"&gt;People Based&lt;/a&gt;). Foi uma pena Marcelo Coutinho (IDG Now) não poder participar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que posto abaixo é, faço votos, o início de um debate que deve ser complementado pelos leitores em comentários, posts no blogs e nos próximos encontros presenciais como os &lt;a href="http://cafecomblog.com.br/" target="_blank"&gt;Café com Blog&lt;/a&gt; e  &lt;a href="http://cabianca.net/blog/forum-de-midias-digitais-e-sociais/" target="_blank"&gt;FMDS - Fórum de Mídias Digitais e Sociais&lt;/a&gt;. Inovador por ser completamente online (como lembrou Stelleo Tolda hoje em &lt;a style="color: blue;" href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/2008/09/01/um-debate-totalmente-online/" target="_blank"&gt;Um debate totalmente online&lt;/a&gt;), o &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/" target="_blank"&gt;Mídias Sociais em Debate 2008&lt;/a&gt; é iniciativa do &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/"&gt;Boombust&lt;/a&gt; e pretende promover uma maior troca de informações sobre as melhores práticas de uso das mídias sociais, principalmente sob o ponto de vista das suas aplicações aos negócios das empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Seguem então as perguntas e respostas trocadas pelos debatedores:&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Por que rankings de blogs são tão superestimados quando se fala em relevância?&lt;br /&gt;
[Alexandre Inagaki]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diego Monteiro&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Porque estamos no início das mídias sociais como divulgação. O vício vindo das midias tradicionais (como ibope) é comum nesse processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Anderson Costa:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aualmente eles fazem parte das poucas referências que temos para ter a blogosfera como algo que se possa medir. Mas não acredito que esses rankings são medidores de relevância, por dois motivos:&lt;br /&gt;
1 - Não é lá que vai se medir relevâncias de nicho, bem mais densas e cujos parâmetros pouco se usam. Nem sempre estar num ranking desses significa relevância geral, abrangente.&lt;br /&gt;
2 - Porque quem superestima é justamente quem busca uma posição melhor do ponto de vista do problogger. Um pouco de &amp;#8220;ego time&amp;#8221;, que todo internauta brasileiro tem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Inagaki:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É isso. Rankings, sejam eles de blogs mais linkados ou twitteiros mais seguidos, nada mais são do que parâmetros iniciais. Meros pontos de partida para que seja feito um trabalho de pesquisa e monitoramento efetivo acerca dos hubs sociais de cada nicho.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Minha escala de relevância em redes sociais:&lt;br /&gt;
10) Se comunicar e socializar/divulgar imagens (mídia) e as próprias relações(amizades)&lt;br /&gt;
5) Resolver problemas, realizar pesquisas&lt;br /&gt;
0)  Ver divulgações dos amigos ou de desconhecidos&lt;br /&gt;
Caso essa escala seja verdadeira pode-se concluir:&lt;br /&gt;
1 - As redes sociais precisam dos laços de amizade (sejam virtuais ou reais). Assim não se pode confundir rede social com adicionar desconhecidos, porque a deixa totalmente irrelevante. E aí entende-se o porque do sucesso do Orkut ao deixar a comunidade fechada apenas por convite.&lt;br /&gt;
2 - O marketing como publicidade algo pró-ativo, que divulga, se torna inviável no contexto de redes sociais. Mesmo as tentativas de menção espontânea não é possível em escala. Somente sobrando como Marketing as possibilidades de: (a) gerar mídia para os usuários dividirem.. fazer montagens com fotos e videos ou coisas do tipo e (b) permitir que uma marca seja pesquisada e resolvido seus problemas numa rede social, com estratégias de funcionários, espaços e até estratégias de crowdsourcing nas redes sociais.&lt;br /&gt;
[Diego Monteiro]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
Anderson Costa:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(1) Concordo. Uma das razões do Orkut ter virado terra de ninguém é justamente isso, a falta de confiança em quem te adiciona. Nessa questão o Linkedin dá um banho, porque o networking é mais palpável, dá pra ver não só quem é amigo daquela pessoa, mas também quem endossou, quem apoia, quem recomenda&amp;#8230; Lógico que pode ser subvertido como o Orkut foi, porém essa tática fica muito mais visível lá.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;(2) A publicidade, no meu ver, ainda está aprendendo a lidar com esse universo.  Talvez tenha muito a ganhar com outros tipos de ações que não o simples product placement, mas mobilização (barackobama.com, por exemplo), fixação de conceitos de uma marca (nike sport music), etc. Daqui a alguns anos (talvez meses, dada a inclusão desses players de redes sociais em agências) veremos um outro tipo de publicidade lá, menos intrusiva e mais social, que completa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Inagaki&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Creio que cada rede social possui o seu valor de acordo com o seu público-alvo. Cito o caso impressionante da Barbie Girls (http://www.barbiegirls.com), por exemplo, que em 3 meses de existência chegou à marca de 4 milhões de cadastros e, não à toa, foi o motivo para que o post que o Carlos Merigo escreveu sobre essa rede se tornasse o mais movimentado de todo o Brainstorm#9, com 1.094 comentários (http://tinyurl.com/barbiegirls). Pensar em relevância em mídiais sociais passa obrigatoriamente por buscar compreender qual é o público com o qual você deseja se comunicar.Critica-se muito o Orkut, por exemplo, sob a generalização de que é uma rede social que foi &amp;#8220;tomada&amp;#8221; de assalto por miguxos ou analfabetos funcionais. Discordo. Não se pode analisar o Orkut sob a ótica de comunidades como &amp;#8220;Bata a Cabeça no Teclado Pra Ver o que Sai&amp;#8221; ou &amp;#8220;As + Gatas do Orkut&amp;#8221;, da mesma maneira que um jornalista cometeria um erro crasso se afirmasse que a blogosfera é um apanhado de diarinhos virtuais. Comunidades que criticam serviços de empresas, que congregam colecionadores de vinis raros, que discutem assuntos como cibercultura, liberdade de expressão ou cursos de arqueologia trazem discussões das mais relevantes para os interessados nestes temas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com os blogs e redes sociais, surge uma nova geração de formadores de opinião que dispensam colunas de jornal ou espaço na TV para se fazerem ouvir pelas multidões. Moderadores de comunidades de Orkut, usuários &amp;#8220;top&amp;#8221; do Yahoo! Respostas, os mais &amp;#8220;seguidos&amp;#8221; no Twitter ou que têm maior &amp;#8220;karma&amp;#8221; no Plurk possuem enorme relevância em seus respectivos nichos, influenciando pessoas, fazendo networking e formando opiniões enquanto os alheios ao poder da social media sequer desconfiam do poder de mobilização desses hubs sociais. A publicidade e principalmente o marketing, como bem disse o Anderson, só será genuinamente efetiva quando ela for realizada da maneira menos intrusiva possível, inserindo-se de modo contextualizado e integrado, via branded entertainment e PR 2.0., aos diálogos que já ocorrem nesses ambientes.&lt;/p&gt;
&lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Não atuo nesse mercado diretamente, mas meu dia a dia envolve muito as redes sociais. E uma coisa que tenho visto nas estratégias de atuação nesse mercado é que há uma busca por relevância na rede em que se atua, mas não no discurso dessa rede.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ou seja, uma ação sobre venda de seguros consegue encontrar uma comunidade &amp;#8220;seguro de automóvel&amp;#8221;, se divulgar, mas não consegue se sustentar na conversação. Muito disso pode ser por conta de ações pontuais com tempo e hora para acabar, ou por falta de feeling no que está sendo conversado na comunidade.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Pode ser que eu esteja falando besteira, mas é uma percepção que tenho. Como conseguir relevância de discurso também nesses meios de atuação, dados os limites de tempo de uma ação e pertinência da mesma? Como melhorar essa conversa e deixá-la mais relevante para todos na comunidade?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;[Anderson Costa]&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Diego Monteiro&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As redes sociais têm a vocação para a viralização de um conteúdo ou evento, e aí sim elas podem casar com uma campanha tradicional. Porém,  a caracteristica principal das redes sociais é que as pessoas estão no centro delas e não um &amp;#8220;orgão&amp;#8221; em broadcast. E as pessoas em relações sociais têm seu tempo de &amp;#8220;distribuição da informação&amp;#8221; de forma orgânica e aleatória.&lt;br /&gt;
Assim, uma &amp;#8220;conversação&amp;#8221; numa rede social, tem o seu próprio tempo para se desenvolver e evoluir&amp;#8230; não podendo ser considerada como estratégia principal de uma campanha que tem começo meio e fim, mas sim uma atividade constante da empresa, que servirá de apoio a todas a campanhas que estão por vir.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Alexandre Inagaki&lt;/strong&gt;:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O maior problema dessas ações pontuais é que, por serem de curto prazo, pecam ao terem tempo definido para terminarem, sem que produzam efetivas conversações. E aí não produzem relacionamentos reais; é como se fossem &amp;#8220;one-night stands&amp;#8221; nos quais os parceiros sequer sabem os nomes de seus amantes. Concordo com o Diego, empresas precisam pensar em atividades constantes de apoio, que aprofundem a discussão de idéias, o fomento de insights, o engajamento de prosumers com uma marca ou empresa.&lt;/p&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/hLbH_c-hKOE" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<entry>
		<author>
			<name>Ricardo Cabianca</name>
						<uri>http://cabianca.net</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Modelos de negócio para a web 2.0]]></title>
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		<updated>2008-08-29T22:23:53Z</updated>
		<published>2008-08-29T18:04:59Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Debate" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="blogcamp" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="boombust" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="fmds" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="mídias sociais em debate" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="modelos de negócio" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="web 2.0" />		<summary type="html"><![CDATA[Modelos de negócios para a web 2.0

    * Moderador: Ricardo Cabianca (WB4B/C’)
    * Debatedores convidados:
          o Stelleo Tolda (Mercado Livre)
          o Bob Wollheim (Sixpix Content)
          o Caio Novaes (Brogui Blogs)
          o René de Paula (Usina)]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/modelos-de-negocio-para-a-web-20/">&lt;h3&gt;&lt;a title="Boombust" href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/"&gt;Mídias Sociais em Debate 2008&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/midias-sociais-em-debate-2008.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-271" title="midias-sociais-em-debate-2008" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/midias-sociais-em-debate-2008.jpg" alt="" width="500" height="100" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já passamos um ano desde quando foram totalmente abertas as comportas das mídias sociais no Brasil e isso foi feito com força total. A avalanche de informações e novidades era tanta, que causou um frisson em todo o mercado envolvido o que originou uma série de eventos presenciais – os &lt;a href="http://www.blogcamp.com.br" target="_blank"&gt;BlogCamps&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://cafecomblog.com.br/" target="_blank"&gt;Café com Blog&lt;/a&gt; e o primeiro &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/blogosfera-brasileira-em-debate-%e2%80%9cesquenta%e2%80%9d-do-blogcamp-sp-2007-2/" target="_blank"&gt;Debate sobre a Blogosfera&lt;/a&gt;. Tudo com o objetivo de gerar informações capazes de entender o mercado e o que eram estes novos canais de comunicação e relacionamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um ano depois, evoluímos a uma velocidade incrível e hoje estamos novamente debatendo o mercado, mas com uma nova visão – de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E é com este foco, que vamos realizar no final do ano o &lt;a href="http://cabianca.net/blog/forum-de-midias-digitais-e-sociais/" target="_blank"&gt;FMDS - Fórum de Mídias Digitais e Sociais&lt;/a&gt;, mas antes disso, estamos agora com o &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/midias-sociais-em-debate-2008/" target="_blank"&gt;&lt;strong&gt;Mídias Sociais em Debate 2008&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt; acontecendo, iniciativa do &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/"&gt;Boombust&lt;/a&gt; e que tem como objetivo &lt;strong&gt;promover uma maior troca de informações sobre as melhores práticas de uso das mídias sociais&lt;/strong&gt;, principalmente sob o ponto de vista das suas aplicações aos negócios das empresas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Com base nisso, fui convidado para moderar um dos painéis propostos, a saber:&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;&lt;strong&gt;Modelos de negócios para a web 2.0&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Moderador: Ricardo Cabianca (&lt;a href="http://cabianca.net/blog/wb4bc-negocios-online/"&gt;WB4B/C’&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Debatedores convidados:
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Stelleo Tolda (&lt;a href="http://mlonlinegeneration.wordpress.com/"&gt;Mercado Livre&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Bob Wollheim &lt;span style="font-size: x-small;"&gt;(&lt;a href="http://www.sixpix.com.br/site/"&gt;Sixpix Content&lt;/a&gt;)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Caio Novaes (&lt;a href="http://www.broguiblogs.com/"&gt;Brogui Blogs&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;René de Paula (&lt;a href="http://www.usina.com/rodaeavisa/"&gt;Usina&lt;/a&gt;)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Seguem então as perguntas e respostas trocadas entre os nossos convidados:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como aproveitar a colaboração e participação dos consumidores em comunidades, para gerar resultados efetivos (vendas) para o varejo eletrônico? [Ricardo Cabianca]&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Bob Wollheim&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - este é um desafio. Se a comunidade tem alguma relação com um produto/serviço/segmento em princípio o varejo eletrônico fica favorecido. Um blog sobre tecnologia favorece a venda de produtos deste segmento? Em tese sim. O problema, a meu ver, é que as comunidades são grupos que se unem espontaneamente porque querem discutir, pensar, questionar, detonar, etc o seu assunto de interesse comum e o fazem de um modo pessoal e individual. Não estão ali pra comprar. Misturar publicidade e/ou varejo no universo da opinião (posts patrocinados ou algo nesta linha) me parece uma temeridade que acaba com a credibilidade do que se escreve ali em pouco tempo e que não é, a meu ver, o papel do blogueiro. Publicidade separada, ali ao lado, em tese deve funcionar bem (banners,. googleads, etc) por haver link direto entre o assunto e a comunidade mas o desafio é das empresas serem capazes de fazer uma comunicação crível, como são as comunidades em si. Nãoo adianta fazer um banner ou link patrocinado dizendo que o produto promete algo que ele não cumpre se exatamente ao lado as pessoas estão discutindo exatamente isso, ou seja, o não cumprimento das promessas do produtos. Em marca apaixonantes com Apple, Nike, etc, fica mais fácil&amp;#8230; pra outras, complicado, penso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Caio Novaes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - Existe um problema na participação dos consumidores em comunidades, eles podem não gostar de determinado produto e se empenhar para falar mal dele. Porém, quando isso não acontece, o resultado é satisfatório, como quando alguém compra um DVD no submarino e escreve o que achou, etc. Isso influencia a venda posterior com toda certeza. Acredito que as empresas poderiam estimular os usuários a responder mais sobre os produtos, como no caso da Ebit por exemplo, que gera “bits” para cada pesquisa de mercado concluída, onde os mesmos se transformam em cupons que valem prêmios posteriormente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Stelleo Tolda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - No caso do Mercado Livre esse sempre foi um princípio crucial do negócio. Somos um site web 2.0 desde o nascimento. Quem cria conteúdo e gera comunidades em torno de suas reputações, vendas e compras é o usuário. De uns anos para cá, potencializamos isso com a criação de espaços de geração de conteúdo pela própria comunidade (guias, opiniões e catálogos), isso sem contar o sistema de reputações, perguntas e respostas e qualificações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Generalizando isso para o mundo virtual, gerar conteúdo com propósito de benefício a toda a comunidade em torno de um site é importante para reverter em vendas. Esse é o princípio das livrarias virtuais, do varejo online como um todo: todos se valem do conteúdo gerado pelo seu cliente para convencer outros usuários com perfis e gostos similares e converter tudo isso em vendas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Cabianca&lt;/strong&gt; - Eu fiz a pergunta e tenho também a minha visão ou possível resposta para ela. É fato que o primeiro passo de um consumidor, quando ele vê uma comunidade ou algo semelhante, capitaneada por uma marca, é imaginar que aquele espaço será usado para “empurrar” produtos, conceitos e venda. Mas nunca devemos olhar para este tipo de estratégia, como única forma de contato com o consumidor. Aliás, é importante sempre avaliar todo o mix de marketing. Portanto, se a empresa tem um bom produto\serviço, um bom relacionamento com o seu consumidor, entrega o que promete, e principalmente, se confia na própria marca e tem a visão moderna de que toda informação vinda dos consumidores tem um valor muito alto e estratégico, a formatação de uma comunidade terá um resultado muito positivo. Sendo assim, respondendo a minha própria pergunta, o melhor aproveitamento de uma comunidade por parte de uma empresa, de varejo eletrônico, é a proximidade e o engajamento do consumidor com a marca.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ouvi outro dia que umas blogueiras americanas na área de moda disseram em um evento aqui no Brasil (blogs de moda) que blog é tão pessoal,  tão íntimo, tão em primeira pessoa&amp;#8230; que não é lugar onde se deve ganhar dinheiro, ou seja, não é lugar onde se tem publicidade, post patrocinado,etc, etc&amp;#8230;. Qual a sua opinião sobre isso? [&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Bob Wollheim]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Caio Novaes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - Acredito que se o espaço é tão pessoal, tão íntimo e tão em primeira pessoa, a dona(o) do blog tem todo o direito de fazer com ele o que bem entender, isso inclui publicidade com banner ou publieditoriais. Quanto a questão de ética sempre comentada quando este tema é lançado, acredito que se o blog trata de um assunto específico e tem um leitor que ali busca uma informação séria, devemos identificar o post como patrocinado, agora quando o blog trata de um assunto como humor e entretenimento, onde o usuário não busca uma informação séria e um assunto mais direcionado, acredito que não tenha problemas em não colocar a tag “post patrocinado”, pois o usuário estará ali apenas pensando em se entreter, o que uma publicidade bem feita pode até fazer.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Stelleo Tolda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - Não sou totalmente contra nem a favor de se ganhar dinheiro com o blog. A grande questão é: ganhe dinheiro mas assuma que aquele determinado post tem patrocínio da empresa X ou seja transparente com os seus leitores. Vamos supor que você recebeu um aparelho novo para testar e postou suas impressões no blog. Normal. Perfeitamente aceitável desde que você diga que aquele produto lhe foi enviado com este propósito. O que não concordo são textos escritos apenas a favor de determinado produto ou empresa porque eles estão te pagando para fazer aquilo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na web, a transparência e a honestidade são a alma do negócio. Acredito que isso resuma tudo!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;René de Paula&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - Quanto a blogs: na hora em que blogs passam a ter modelo comercial viram veiculo e deveriam mudar de nome. E deveriamos distinguir blogueiros de formadores de opiniao. Pilotar uma ferramenta tao simples como um blog nao eh o mesmo que ter algo relevante para dizer para um publico especifico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Cabianca&lt;/strong&gt; – Blog é um veículo, tal qual uma revista impressa, um funzine de escola\faculdade, uma rádio pirata, um grande jornal ou portal. Eles geram conteúdo – independente de quem está por trás – e este é o “produto” mais consumido em toda a história da humanidade. E como qualquer veículo, deve ser pautado pela responsabilidade sobre o que é publicado, ou seja, qualquer informação tem seu valor e vai impactar de alguma forma na vida social, seja de quem lê, de quem vende, de quem compra, etc. Sobre ganhar dinheiro com “algo tão pessoal”, me vem a mente, por exemplo, uma biografia. Ou seja, é uma história muito pessoal, que é publicada para ser consumida&amp;#8230;.ou não é?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;As redes sociais são a grande febre da web para as empresas neste ano. Assim sendo, você pensa que a empresa deve interferir/participar de todos os ambientes sociais online? Existem locais em que a empresa NÃO deve interferir? [&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Stelleo Tolda]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Caio Novaes&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - As empresas devem monitorar todos os ambientes sociais online, porém, nem todos devem sofrer a interferência ou participação das mesmas. Um exemplo é o Twitter, uma ferramenta onde muitos aproveitam para falar sobre diversos produtos, as empresas devem monitorá-lo, mas uma empresa criar um perfil fake e entrar lá para divulgar e/ou discutir sobre algo, é uma atitude questionável. Os meios estão saturados de publicidade e tem alguns lugares onde elas não são vistas com bons olhos, twitter é um exemplo clássico disso, por ter muitos “formadores de opinião”, um produto pode acabar denegrido ao tentar ser divulgado, por melhor que seja a intenção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Ricardo Cabianca&lt;/strong&gt; – Creio que monitorar todas (ou pelo menos as possíveis) redes sociais é importante para entender o que e como os consumidores vêem a empresa, sua marca, produto ou serviço. Interferir de forma a mudar qualquer questão negativa, só se for para esclarecer, assumir, corrigir, mas sempre sendo efetivamente a própria empresa e não um “fake”, que é totalmente contrário ao conceito de transparência que estamos vendo no meio web atual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Se web 2.0 e &amp;#8220;conversar&amp;#8221; sao realmente a panaceia universal tanto no relacionamento com clientes quanto no desenvolvimento de produtos e serviços, por que o walled garden da Apple, sempre tao secretiva e mestre no uso de PR tradicional, funciona tao bem? Nao deveriamos ser mais ponderados e reconhecer que web 2.0 funciona em alguns casos mas nao todos? Curiosamente, milhares e milhares de funcionarios da Microsoft tem seus proprios blogs e publicam com muita liberdade&amp;#8230; [&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;René de Paula]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Stelleo Tolda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; -  Acredito que tenha sido uma estratégia da Apple até então. A Apple privilegiava os membros de sua comunidade, tratando-os com ares de exclusividade, membership, pertencimento. Não significa, no entanto, que eles não façam uso de estratégias virais, baseadas na rede.  O market share da Apple em relação aos computadores é bem pequeno em relação aos seus concorrentes, porém, não é a mesma estratégia que estamos assistindo para o iPhone, por exemplo. Portanto, o jardim secreto e fechado de até então cede espaço às ações virais e ao furor de se desejar um iPhone da Apple. E nisso, a web 2.0 serve a eles muito bem: pulverizando, espalhando e divulgando o produto.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por outro lado, concordo em que há casos que a web 2.0 não funcione e nem vá funcionar. São casos destinados a públicos, por exemplo, que não estão na rede (seja por opção ou por falta de acesso).&lt;br /&gt;
Ricardo Cabianca – Minha visão pode ser simplista, mas tem funcionado para mim: a web é mais um meio e não “O” meio.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Recentemente tivemos downtime da S3 da Amazon, Google Apps, Google Docs, Gmail, Twitter, Blackberry&amp;#8230; Ate que ponto e realmente sensato negocios dependerem diretamente de Cloud Computing ou servicos 100% online? Sem contar a questao de seguranca de dados e privacidade&amp;#8230; [&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;René de Paula]&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="post-calendar"&gt;Stelleo Tolda&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - Há duas faces de uma mesma moeda: a primeira é em relação a dispor e oferecer de tudo em um ambiente web. Acesso fácil e ubíquo. A segunda questão diz respeito à privacidade e segurança: neste caso, a empresa deve avaliar bem a sua estratégia. Se for uma companhia que prima pelos códigos abertos e pela colaboração de pessoas externas à sua empresa, ótimo; do contrário, precisa planejar o que vale ser oferecido no formato de computação em nuvem e o que vale ser mantido como software proprietário.&lt;/p&gt;
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		<author>
			<name>Wagner Fontoura</name>
						<uri>http://boombust.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Uma Introdução ao Marketing Boca a Boca]]></title>
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		<id>http://www.coworkers.com.br/?p=244</id>
		<updated>2008-08-29T22:20:02Z</updated>
		<published>2008-08-28T04:53:52Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Marketing" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="blogs" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="buzz" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="comunicação" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="ética em publicidade" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="marketing boca a boca" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="marketing viral" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="redes sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="seeding" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="womma" />		<summary type="html"><![CDATA[O marketing boca a boca se propõe a habilitar as pessoas a compartilharem suas experiências. É a aposta no uso da voz do próprio público em prol da marca. São técnicas baseadas nos conceitos de satisfação do cliente, no diálogo franco e aberto com o cliente, transparente, nunca fake.]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/uma-introducao-ao-marketing-boca-a-boca/">&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.coworkers.com.br/wp-content/word-of-mounth-marketing.jpg"&gt;&lt;img class="aligncenter size-full wp-image-247" title="word-of-mounth-marketing" src="http://www.coworkers.com.br/wp-content/word-of-mounth-marketing.jpg" alt="" width="500" height="381" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Segundo a &lt;a href="http://womma.org/"&gt;womma - Word of Mouth Marketing Association&lt;/a&gt;, o termo &amp;#8220;marketing boca a boca&amp;#8221; não se refere apenas a criar boca a boca , mas a fazê-lo funcionar dentro de um marketing objetivo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;São técnicas orientadas para incentivar e ajudar as pessoas a falarem umas com as outras sobre produtos e serviços; fazer pessoas influentes, formadoras de opiniões, saberem sobre as qualidades de um produto ou serviço, na expectativa de que as divulguem no seu círculo de influência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O marketing boca a boca se propõe a habilitar as pessoas a compartilharem suas experiências. É a aposta no uso da voz do próprio público em prol da marca. São técnicas baseadas nos conceitos de satisfação do consumidor, no diálogo franco e aberto, transparente, nunca fake.&lt;/p&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Os elementos básicos do Marketing Boca a Boca são:&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Educar as pessoas sobre seus produtos e serviços&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Identificar as pessoas mais suscetíveis de partilhar as suas opiniões&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Fornecer ferramentas que tornarão mais fácil o compartilhamento de informações&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Estudar como, onde e quando opiniões e pareceres estão sendo compartilhados&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Ouvir e responder aos adeptos, detratores, e neutrais&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;&lt;strong&gt;Técnicas que estão orientadas para incentivar e ajudar as pessoas a falar umas com as outras sobre produtos e serviços:&lt;/strong&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Buzz Marketing: &lt;/strong&gt;Usando o entretenimento de alto nível ou notícias para pedir às pessoas para falar sobre sua marca.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Marketing Viral:&lt;/strong&gt; Criação de entretenimento informativo ou mensagens que são concebidas para serem transmitidas de uma forma exponencial, muitas vezes por via eletrônica ou por e-mail.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Community Marketing:&lt;/strong&gt; Formando nicho ou o apoio das comunidades que são suscetíveis a partilhar interesses sobre a marca (tais como grupos de utilizadores, fã clubes, e fóruns de discussão); fornecendo ferramentas, conteúdos e informação de apoio a essas comunidades.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Grassroots Marketing:&lt;/strong&gt; Organizar e motivar voluntários a empenhar-se em evangelismo pessoal ou local.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Marketing de Evangelização:&lt;/strong&gt; Cultivo de evangelistas, advogados ou voluntários, que são encorajados a assumir um papel de liderança para ativamente espalhar a palavra em seu nome.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Seeding: &lt;/strong&gt;Colocar o produto à mão do usuário, no momento certo, fornecendo informações ou amostras a indivíduos influentes.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Marketing de Influência: &lt;/strong&gt;identificação das principais comunidades e formadores de opinião que são suscetíveis a falar sobre produtos e têm a capacidade de influenciar a opinião dos outros.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Cause Marketing:&lt;/strong&gt; apoiar causas sociais para ganhar respeito e apoio das pessoas que se sentem fortemente identificadas com a causa.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Criação de Conversações: &lt;/strong&gt;pegar frases, entretenimento, divertimento, jogos, promoções, concebidos para iniciar a atividade boca a boca.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Brand Blogging:&lt;/strong&gt; Criação e/ou ativação de blogs que participam da blogosfera, com espírito aberto, transparentes, opinativos; partilhando informação de valor para a sua comunidade de usuários.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;strong&gt;Programas de Referenciação:&lt;/strong&gt; Criação de ferramentas que permitem aos clientes satisfeitos referenciar produtos e serviços aos seus amigos.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;Em &lt;strong&gt;Mídias Sociais&lt;/strong&gt;, campo fértil para o Marketing Boca a Boca, &lt;strong&gt;ouvir o consumidor significa:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ol&gt;
&lt;li&gt;Não filtrar conversas;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Responder prontamente e com sinceridade às suas preocupações;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Valorizar a opinião do interlocutor, seja ela positiva, negativa ou neutra.&lt;/li&gt;
&lt;/ol&gt;
&lt;h3&gt;Como fazer?&lt;/h3&gt;
&lt;h3 class="first"&gt;1. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Incentivando comunicações&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Desenvolvendo ferramentas para tornar mais fácil &amp;#8220;dizer sobre&amp;#8221; a um amigo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;"&gt;Criando e/ou utilizando-se de ferramentas de&lt;/span&gt; fóruns e comentários&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Trabalhando com blogs e outras ferramentas de redes sociais&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;2. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;&lt;span class="google-src-text" style="direction: ltr; text-align: left;"&gt;Dando&lt;/span&gt; às pessoas alguma coisa para falar&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;A informação que pode ser partilhada ou transmitida&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt; Criando publicidade que encoraja a conversa&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Trabalhando com o desenvolvimento de elementos a cerca do produto / serviço&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;3. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Criando comunidades onde as pessoas referenciam&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Criar grupos de utilizadores e fã clubes&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Apoiar grupos formadores de opinião em torno do seu produto&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Debates em fóruns sobre os seus produtos&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;4. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Trabalhando com comunidades influentes &lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Encontrar pessoas que são suscetíveis a responder a sua mensagem&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Identificando as pessoas que são capazes de influenciar seus clientes-alvo&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Informar essas pessoas sobre o que faz e incentivá-las a espalhar a palavra&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Boa-fé e esforços para apoiar causas e questões que são importantes para esses indivíduos&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;5. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Criando evangelistas ou advogados da marca&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;O fornecimento de ferramentas para reconhecimento de defensores&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Recrutar novos possíveis embaixadores, ensinando-lhes sobre os benefícios de seus produtos, e incentivando-os a falar sobre elas&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;6. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Pesquisando e ouvindo o feedback dos clientes&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Monitoramento de conversas on-line e off-line pelos adeptos, detratores e neutrais&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Ouvir e responder a comentários, tanto positivos como negativos&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;7. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Adotando transparência nas conversas&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Incentivar as conversas com as partes interessadas&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;A criação de blogs e outras ferramentas para compartilhar informações&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Participar abertamente, de cara limpa, em blogs e discussões on-line&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;8. &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;A co-criação e partilha de informações&lt;/span&gt;&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Envolver os consumidores no seu marketing (feedback em campanhas criativas, permitindo-lhes criar comerciais etc)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt; &lt;span onmouseover="_tipon(this)" onmouseout="_tipoff()"&gt;Permita o acesso em primeira mão à informação e ao conteúdo pelos agentes de comunicação escolhidos&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;h3&gt;Podem ser consideradas práticas anti-éticas em Marketing Boca a Boca:&lt;/h3&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Qualquer prática destinada a enganar as pessoas sobre o envolvimento de marketing em uma comunicação;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Pagar para que agentes de mídias sociais falem (ou promovam) um produto para a empresa, restringindo-lhes a expressão ou manipulando a sua opinião;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Usar falsas identidades em uma discussão online para promover um produto, tendo, ao longo de um web site, conversa ou promover experiências contra a vontade ou regras estabelecidas pelo titular.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Usar um software automatizado ( &amp;#8216;bots&amp;#8217;) para postar comentários alheios ou inadequados para outros blogs ou comunidades online.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt;Spam: Envio em massa ou e-mails não solicitados ou outras mensagens, sem clara ou voluntária permissão.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;ul&gt;
&lt;li&gt; Divulgar informações falsas ou enganosas.&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;
&lt;p&gt;No Brasil, a &lt;a href="http://riot.com.br"&gt;Riot&lt;/a&gt;, empresa pioneira e líder de mercado em &lt;strong&gt;Marketing Viral &lt;/strong&gt;no campo das mídias sociais, e à qual assistimos no seu &lt;strong&gt;planejamento estratégico referente à gestão de conteúdos em mídias sociais&lt;/strong&gt;, é precursora destas que entendemos ser MELHORES PRÁTICAS, sugeridas pela womma, associação à qual foi a 1a empresa latino-americana a se associar.&lt;/p&gt;
&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Coworkers/~4/874uaFtpjxU" height="1" width="1"/&gt;</content>
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		<entry>
		<author>
			<name>Wagner Fontoura</name>
						<uri>http://boombust.hitechlive.com.br</uri>
					</author>
		<title type="html"><![CDATA[Post inicial]]></title>
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		<id>http://www.coworkers.com.br/?p=196</id>
		<updated>2008-08-29T22:43:54Z</updated>
		<published>2008-08-27T23:29:52Z</published>
		<category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Marketing" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="boombust" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="coworkers" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="editora abril" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="editora globo" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="helton kuhnen" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="hitechlive" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="Mídias Sociais" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="riot" /><category scheme="http://www.coworkers.com.br" term="wagner fontoura" />		<summary type="html"><![CDATA[Faz pouco mais de 1 ano o lançamento do Boombust, blog que criei para, a partir dele, me relacionar com as comunidades das quais participava na Via6, criando conteúdo e buscando construir credibilidade e relevância, nesta e noutras várias redes sociais, suficientes para, ato contínuo, criar oportunidades de negócios.
E não é que deu certo?!]]></summary>
		<content type="html" xml:base="http://www.coworkers.com.br/post-inicial/">&lt;p&gt;Pouco antes de completar 39 anos de idade, precisamente em junho do ano passado, conheci pela internet aquele que se tornaria, pela ordem, um grande amigo, parceiro de negócios e, finalmente, sócio - o &lt;a href="http://meadiciona.com/helton"&gt;Helton Kuhnen&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nos conhecemos por meio dos nossos respectivos blogs pessoais.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O Helton fôra, literalmente, o fã nr. 1, no &lt;a href="http://www.blogblogs.com.br"&gt;Blogblogs&lt;/a&gt;, do recém-lançado &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/"&gt;Boombust&lt;/a&gt;, blog que criei para, a partir dele, me relacionar com as comunidades das quais participava na &lt;a href="http://via6.com"&gt;Via6&lt;/a&gt;, criando conteúdo e buscando construir credibilidade e relevância, nesta e noutras várias redes sociais, suficientes para, ato contínuo, criar oportunidades de negócios.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;E não é que deu certo?!&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Passado pouco mais de 1 ano, em 4 de julho de 2008 era registrado na junta comercial o contrato social da &lt;strong&gt;COWORKERS MÍDIAS SOCIAIS&lt;/strong&gt;, nossa sociedade mercantil, cujo objeto social fôra definido como &lt;strong&gt;PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO&lt;/strong&gt;, com o foco nas &lt;strong&gt;MÍDIAS SOCIAIS&lt;/strong&gt;, aproveitando toda a expertise que conquistamos juntos, Helton e eu, nesses intensos meses em que &lt;a href="http://boombust.hitechlive.com.br/blog-e-midia/"&gt;blogs se transformaram em mídia relevante&lt;/a&gt;, em que &lt;a href="http://info.abril.com.br/aberto/infonews/082008/18082008-8.shl"&gt;o orkut deixou de ser apenas a praça pública dos &amp;#8220;miguxos&amp;#8221;&lt;/a&gt; do nosso Brasil para se transformar em &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/Tecnologia/0,,MUL728893-6174,00.html"&gt;ouvidoria para as empresas&lt;/a&gt;; intensos meses em que &lt;a href="http://marcogomes.com/blog/2008/eu-faco-parte-da-revolucao/"&gt;uma verdadeira revolução&lt;/a&gt; nas comunicações colocou em estado de alerta máximo as mídias tradicionais, provocado pelo fato do consumidor ter ganhado voz &lt;a href="http://info.abril.com.br/seminariosinfo/redessociais/cobertura/"&gt;e se transformado, ele mesmo, em mídia&lt;/a&gt;, por meio dos seus próprios blogs, da interação com blogs de terceiros ou nas mais diversas redes de social networking.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Até que nos organizássemos como pessoa jurídica, tivemos oportunidades fantásticas de criar relacionamentos com pessoas e empresas igualmente imersas nesse maravilhoso ambiente de mudanças. Desses relacionamentos surgiram as primeiras oportunidades de profissionalizarmo-nos como agentes de mídias sociais (vide o &lt;a href="http://www.coworkers.com.br/about/"&gt;ABOUT&lt;/a&gt; deste blog).&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mas este post, primeiro deste blog corporativo, não é para falarmos dos incríveis números que fazem das mídias sociais um gigantesco celeiro de oportunidades no Brasil e no mundo; nem para enaltecer nossos eventuais ou pressupostos feitos na criação desse novo mercado. Não.&lt;/p&gt;
&lt;h3 style="text-align: justify;"&gt;Momento Maguila&amp;#8230;&lt;/h3&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Ao lançarmos esse espaço onde pretendemos veicular rotineiramente nossos pensamentos, nossas crenças, nossas experiências e realizações profissionais nesse campo, quero apenas agradecer a algumas pessoas em especial por terem apostado na gente:&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A primeira da fila dos agradecimentos, &lt;a href="http://www.samshiraishi.com"&gt;Samantha Shiraishi&lt;/a&gt;, nossa parceira e amiga dileta (não necessariamente nessa ordem), sem a qual certamente essa empresa não teria passado de uma idéia e, provavelmente, teria ficado no meio do caminho, lá atrás. Samantha é a terceira perna do tripé que sustenta nossas empreitadas, é o importante gene feminino do nosso DNA.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Somos eternamente obrigados aos nossos pais, avós, irmãos; à Rosângela, minha ex-esposa, aos meus filhos, &lt;a href="http://sucessonews.com.br/"&gt;Vinícius&lt;/a&gt; e Rafael, pessoas que mudaram significativamente as suas próprias vidas para nos apoiarem nos momentos de verdadeiras tormentas passados no início dessa jornada.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Somos gratos a tantos blogueiros que nos referenciaram desde sempre, linkando-nos nos seus próprios blogs, sempre que nos julgaram merecedores de suas referências.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Somos eternamente gratos às empresas que apostaram na gente mesmo quando nem tínhamos por trás de nós uma personalidade jurídica.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Somos especialmente gratos aos usuários dos nossos blogs, que nos emprestaram suas audiências todos os dias, de forma crescente, e, sobretudo, nos emprestam suas colaborações nas interações conosco.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Agradecemos aos nossos parceiros de redes no &lt;a href="http://www.hitechlive.com.br"&gt;HiTech Live Blogs&lt;/a&gt; e no &lt;a href="http://www.nossavia.com.br"&gt;Nossa Via&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://peoplebased.net/"&gt;Diego Monteiro&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://shirakashi.com.br/"&gt;Renato Shirakashi&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.bites.com.br/"&gt;Manoel Fernandes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://cabianca.net/"&gt;Ricardo Cabianca&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.jobsonlemos.com"&gt;Jobson Lemos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://riot.com.br"&gt;Pedro Ivo&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.interney.net/inagaki"&gt;Alexandre Inagaki&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.trendhunter.com.br"&gt;José Maria Granado&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.blosque.com"&gt;Nospheratt&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.brasigo.com.br"&gt;Manoel Lemos&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://ueba.com.br/"&gt;Gilberto Knuttz&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.interiorline.com.br/"&gt;Claudir Segura&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.modaparausar.com/"&gt;Renata Ruiz&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.mundotecno.info"&gt;Cynara Peixoto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://brogui.com"&gt;Caio Novaes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://www.eucapricho.com/"&gt;Luiza Gomes&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://papodeempreendedor.com.br"&gt;Roberta Rosseto&lt;/a&gt;, &lt;a href="http://abril.com.br"&gt;Kaike Nanne&lt;/a&gt; são amigos com quem seríamos injustos demais se não disséssemos nominalmente o quanto foram e ainda são importantes na nossa jornada. Então, a vocês nossa especial gratidão.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Isso posto podemos seguir em frente. É bom tê-lo conosco nesse momento tão importante pra gente. A você, claro, devotamos o nosso trabalho.&lt;/p&gt;
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