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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2enclosuresfull.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" xmlns:itunes="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd" version="2.0"><channel><title>Crack nunca mais.</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/</link><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/CrackNuncaMais" /><description>O CRACK na classe média.
 A droga que é uma "fábrica de mendigos". Não entre nessa!</description><language>en</language><managingEditor>noreply@blogger.com (Vencedor)</managingEditor><lastBuildDate>Sun, 27 Nov 2011 16:09:12 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">37</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" uri="cracknuncamais" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>O CRACK na classe média. A droga que é uma "fábrica de mendigos". Não entre nessa!</itunes:subtitle><itunes:summary>O CRACK na classe média. A droga que é uma "fábrica de mendigos". Não entre nessa!</itunes:summary><item><title>Crack - Um avanço indiscriminado</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/crack-um-avanco-indiscriminado.html</link><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Thu, 30 Jul 2009 07:16:21 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-5245623556656196611</guid><description>&lt;span style="font-size:100%;"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Olá, amigos leitores!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Primeiramente gostaria de me desculpar pela pequena ausência ao blog. Estive um pouco ocupado por esses dias, colocando a vida em ordem. Afinal de contas, não basta apenas deixar o crack, é preciso consertar alguns estragos que ficaram, não todos porque alguns não vão poder nunca ser consertados. Mas é isso aí, olhar adiante e seguir em frente, consciente dos erros passados, mas agora buscando me superar a cada dia. E claro, viver sem o crack. Também agradeço as inúmeras postagens e apoio que tenho recebido, tem sido muito importante na minha recuperação.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Completam-se hoje 38 dias desde a útltima vez que usei crack, não foi fácil, mas foi muito possível. Como ja contei em &lt;a href="http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/minha-historia-como-cheguei-ao-fundo-do.html"&gt;minha história&lt;/a&gt;, não procurei tratamento ou ajuda médica já que para isso, como eu já não tinha dinheiro algum, toda minha família saberia e apesar de todo apoio, que com certeza ganharia, seria muito doloroso. Mas eu tinha a certeza que cabia a mim sair daquela situação. Decidi que hora de parar, ja que eu ainda estava vivo, e de uma vez por todas dei um basta. Tem funcionado bem, mas claro que não é tão simples assim, precisa ter muita vontade, muita mesmo! Uma motivação interior muito forte.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Afim de buscar um pleno conhecimento sobre a situação brasileira com relação ao crack, ja que essa parte era até então ignorada por mim, tenho lido muito, buscando para assim escrever da melhor forma possível. E o que posso dizer a todos é que tenho me decepcionado muito. Há excelentes autores falando sobre o assunto em matérias realmente muito boas, mas o que me choca é o tamanho avanço que essa droga conseguiu. Eu achava que sabia muito bem sobre a situação do crack com relação a classe média, os danos socias causados pela droga e tudo mais, besteira! Eu não sabia nada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A epidemia do crack, que foi iniciada em São Paulo na década de 80 destinada somente aos pobres, se espalhou definitivamente por quase todo o país. Quase todos porque nosso extremo norte parece ainda estar livre, não há relatos de apreensões significativas de crack no Amazonas. O fato é que deliberadamente a droga avançou país afora e conseguiu &lt;a href="http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/brasilia-crack-ganha-espaco-e-seduz.html"&gt;conquistar a classe média&lt;/a&gt; de forma assustadora. Uma classe aparentemente bem formada, esclarecida e que desde o começo parece ter ignorado essa droga e o seu poder de destruição principalmente por a considerarem como a droga do pobre, do favelado e que seus filhos, matriculados em boas escolas, nunca seriam atingidos. As consequências agora estão aí, batendo a porta. Pior cego é aquele que não quer ver, é a mais pura verdade.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Em quase todos os estados, a quantidade de apreensões de crack tem se &lt;a href="http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/apreensoes-de-crack-mais-que.html"&gt;multiplicado&lt;/a&gt; esmagadoramente. Alguns estados confirmaram um crescimento de até 10 vezes na quantidade apreendia nos últimos 5 anos. As clínicas de recuperação tiveram um aumento de cerca de 80% nas internações devido ao crack, clínicas essas particulares, de alto custo e antes procuradas na maioria por usuários de cocaína. Hoje a maioria são viciados em crack. Pelo menos a classe média ainda pode bancar o tratamento, que é caro e ineficiente na maioria dos casos. O poder de destruição do crack é tão grande, que na verdade, não há recuperação plena. Uma vez usuário, sua vida muda e a partir daí é necessário que haja um controle constante, algumas restrições. Não pode mais sujeitar-se a menor tentação que seja ou tudo pode voltar ao começo e as recaídas são sempre piores. Sei bem disso, por experiência própria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Sempre leio que o perfil do usuário de crack mudou, não concordo. Acho que o crack é que ganhou um &lt;a href="http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/crack-o-perfil-do-novo-usuario.html"&gt;novo perfil de usuário&lt;/a&gt;, porque na verdade, analisando bem, todos terminarão miseráveis da mesma forma. Assim, no final, o perfil acaba sendo praticamente o mesmo. A diferença passa a estar apenas no que o usuário foi antes da droga. Esse é o maior problema do crack. Independente de quem seja o usuário e de seu poder aquisitivo o efeito da droga é o mesmo. Claro que na classe média os danos sociais parecem ser muito maiores, ha a impressão de que se tem muito mais a perder. Bons filhos, bons alunos, futuros excelentes profissionais, pouco importa. Tudo isso se vai com a chegada do crack e restarão apenas futuros mendigos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Gostaria aqui de citar o trecho de um excelente texto de "Rubens Filho" falando um pouco sobre as drogas e as campanhas de prevenção, que recomendo a todos sua leitura&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;( &lt;a href="http://www.amigosdepelotas.com/2009/06/drogas-nem-pensar.html"&gt;http://www.amigosdepelotas.com/2009/06/drogas-nem-pensar.html&lt;/a&gt; )&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;O que faz a droga? Ela permite momentos de fuga do "mundo real". Instantes de alívio justificáveis num país e num planeta que respondem aos problemas humanos com eficácia infinitamente menor do que os produz. Não é nada fácil para um jovem encarar a vida com otimismo num país com os problemas do nosso. O que dizer do planeta?, assolado pela destruição da natureza, pelo aquecimento global, pelo retorno da ameaça nuclear, pela epidemia de Aids...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Crianças e jovens consumindo drogas são o retrato de inúmeras falências políticas, econômicas, sociais, diplomáticas. São também uma expressão da crise de valores, inclusive dos meios de comunicação (os mesmos que promovem campanhas samaritanas), habituados a difundir, por exemplo, o esgoto de um Big Brother Brasil como modelo de comportamento para garotas e garotos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;Outra falha conceitual dessas campanhas é creditar a violência ao consumo de droga. Essa associação direta, além da carência de base científica, apenas reproduz um preconceito moral; afinal, mesmo que seja paradoxal, costuma-se igualmente creditar a indolência da juventude ao uso de drogas.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;font-family:arial;" &gt;No fundo, essa relação droga-violência é um subterfúgio do poder público e da sociedade, pelo qual lavam as mãos diante de sua parcela de responsabilidade pela violência, obviamente motivada por outros tantos fatores muito mais sérios e complexos. Nesse cenário, a droga aparece como sintoma, não como causa."&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Rubens também cita algo muito importante e que concordo plenamente, com total conhecimento de causa, que é a ineficiências das campanhas publicitárias de prevenção e combate e vê o refúgio nas drogas, no fundo, como nada mais sendo do que um depoimento de insatisfação com a realidade que nos cerca. Mas por que então nos refugiarmos ao invés de lutarmos para mudar essa realidade que nos cerca? Nos jovens podemos associar o uso de drogas à busca por novas emoções, aventuras, mas e nos já experientes adultos, o que podemos dizer? Na maioria podemos dizer o vício em drogas vem desde o tempo de jovem. Isso talvez explique o nível de degradação da nossa sociedade, que não é de agora, mas que vem desde muito tempo atras se evoluindo, fruto de um descaso geral.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Outro estudo muito interessante, que também recomendo, chamado "Seqüência de drogas consumidas por usuários de crack e fatores interferentes" (&lt;a href="http://www.scielo.br/pdf/rsp/v36n4/11760.pdf"&gt;http://www.scielo.br/pdf/rsp/v36n4/11760.pdf&lt;/a&gt;), nos mostra que independente da classe, idade ou escolaridade todos os usuário de crack começaram com o &lt;a href="http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/alcool-e-tabaco-os-verdadeiros-viloes.html"&gt;álcool e cigarro&lt;/a&gt;. Pra quem sempre acho que por serem legais eram drogas amenas, ta aí! Eu sempre defendi a idéia de que tudo começa no álcool e cigarro, não na maconha, que é apenas pré cursor da ilegalidade e bem menos prejudicial socialmente que o álcool.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;De fato, nossa situação é grave. Não podemos mais ignorar o crack ou mesmo considerar que estamos imunes, isso é  ilusão. O crack está aí, e tem cada vez mais adeptos na classe média e está começando a atingir os ricos. Um exemplo disso nos foi mostrado ha pouco tempo atrás, uma mãe matar seu filho viciado em crack para poder se defender, uma família de classe média alta destruída pela droga. Isso nos mostra o poder que o crack tem. Não é algo com o qual podemos dormir despreocupados porque nunca nos atingirá. Qualquer pessoa está sujeita, é inegável.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;É hora de repensar nossos conceitos e agir de maneira eficiente, não adianta apenas por a culpa no governo e sentarmos esperando que tudo se resolva. Precisamos agir, educar bem nossos filhos, impor limites, regras, dar orientação certa além de muito diálogo. É besteira dizer sempre que &lt;a href="http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/classificacao-geral-e-tipos-de-drogas.html"&gt;drogas&lt;/a&gt; são ruins, elas não são, suas consequências sim são devastadoras, mas os efeitos são incríveis, eu sei bem. O preço que se paga é que é muito alto, as vezes custa até a própria vida. É um jogo no qual é impossível ganhar. Não se preocupem em mudar o mundo e livrar todos os viciados, curar todos e tal. Cuide muito bem apenas daqueles que estão bem próximos a você. Conheço bem a história de um policia Militar, do DENARC, que lutou por mais de 20 anos de carreira contra o crack e perdeu seu filho para a droga. Cuidem dos que estão próximos, todos fazendo isso, certamente um dia resolveremos o problema pois atingiremos todos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Quanto aos que ja se encontram afundados no crack, como eu estava, apenas confirmo que sem muita vontade e determinação por parte do usuário não há tratamento que funcione. Só com muita força de vontade e dedicação é possível superar qualquer vício. Mas só essa força de vontade, por si só, nem sempre é suficiente. O apoio e amor da família são fundamentais, além da busca por uma &lt;a href="http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/o-poder-de-cura-da-oracao.html"&gt;motivação&lt;/a&gt; que desperte a vontade de deixar o vício. Em primeiro lugar, não temos que curar a dependência física da droga, e sim a psicológica. Essa sim é fundamental pois sua mente comanda seu corpo. Foi isso que eu fiz e tem funcionado muito bem, sei que qualquer um também pode.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-5245623556656196611?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-30T11:16:21.469-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">22</thr:total><enclosure url="http://www.scielo.br/pdf/rsp/v36n4/11760.pdf" length="148744" type="application/pdf" /><media:content url="http://www.scielo.br/pdf/rsp/v36n4/11760.pdf" fileSize="148744" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Olá, amigos leitores! Primeiramente gostaria de me desculpar pela pequena ausência ao blog. Estive um pouco ocupado por esses dias, colocando a vida em ordem. Afinal de contas, não basta apenas deixar o crack, é preciso consertar alguns estragos que ficar</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Vencedor)</itunes:author><itunes:summary>Olá, amigos leitores! Primeiramente gostaria de me desculpar pela pequena ausência ao blog. Estive um pouco ocupado por esses dias, colocando a vida em ordem. Afinal de contas, não basta apenas deixar o crack, é preciso consertar alguns estragos que ficaram, não todos porque alguns não vão poder nunca ser consertados. Mas é isso aí, olhar adiante e seguir em frente, consciente dos erros passados, mas agora buscando me superar a cada dia. E claro, viver sem o crack. Também agradeço as inúmeras postagens e apoio que tenho recebido, tem sido muito importante na minha recuperação. Completam-se hoje 38 dias desde a útltima vez que usei crack, não foi fácil, mas foi muito possível. Como ja contei em minha história, não procurei tratamento ou ajuda médica já que para isso, como eu já não tinha dinheiro algum, toda minha família saberia e apesar de todo apoio, que com certeza ganharia, seria muito doloroso. Mas eu tinha a certeza que cabia a mim sair daquela situação. Decidi que hora de parar, ja que eu ainda estava vivo, e de uma vez por todas dei um basta. Tem funcionado bem, mas claro que não é tão simples assim, precisa ter muita vontade, muita mesmo! Uma motivação interior muito forte. Afim de buscar um pleno conhecimento sobre a situação brasileira com relação ao crack, ja que essa parte era até então ignorada por mim, tenho lido muito, buscando para assim escrever da melhor forma possível. E o que posso dizer a todos é que tenho me decepcionado muito. Há excelentes autores falando sobre o assunto em matérias realmente muito boas, mas o que me choca é o tamanho avanço que essa droga conseguiu. Eu achava que sabia muito bem sobre a situação do crack com relação a classe média, os danos socias causados pela droga e tudo mais, besteira! Eu não sabia nada. A epidemia do crack, que foi iniciada em São Paulo na década de 80 destinada somente aos pobres, se espalhou definitivamente por quase todo o país. Quase todos porque nosso extremo norte parece ainda estar livre, não há relatos de apreensões significativas de crack no Amazonas. O fato é que deliberadamente a droga avançou país afora e conseguiu conquistar a classe média de forma assustadora. Uma classe aparentemente bem formada, esclarecida e que desde o começo parece ter ignorado essa droga e o seu poder de destruição principalmente por a considerarem como a droga do pobre, do favelado e que seus filhos, matriculados em boas escolas, nunca seriam atingidos. As consequências agora estão aí, batendo a porta. Pior cego é aquele que não quer ver, é a mais pura verdade. Em quase todos os estados, a quantidade de apreensões de crack tem se multiplicado esmagadoramente. Alguns estados confirmaram um crescimento de até 10 vezes na quantidade apreendia nos últimos 5 anos. As clínicas de recuperação tiveram um aumento de cerca de 80% nas internações devido ao crack, clínicas essas particulares, de alto custo e antes procuradas na maioria por usuários de cocaína. Hoje a maioria são viciados em crack. Pelo menos a classe média ainda pode bancar o tratamento, que é caro e ineficiente na maioria dos casos. O poder de destruição do crack é tão grande, que na verdade, não há recuperação plena. Uma vez usuário, sua vida muda e a partir daí é necessário que haja um controle constante, algumas restrições. Não pode mais sujeitar-se a menor tentação que seja ou tudo pode voltar ao começo e as recaídas são sempre piores. Sei bem disso, por experiência própria. Sempre leio que o perfil do usuário de crack mudou, não concordo. Acho que o crack é que ganhou um novo perfil de usuário, porque na verdade, analisando bem, todos terminarão miseráveis da mesma forma. Assim, no final, o perfil acaba sendo praticamente o mesmo. A diferença passa a estar apenas no que o usuário foi antes da droga. Esse é o maior problema do crack. Independente de quem seja o usuário e de seu poder aquisitivo o efeito da droga é o mesmo. Claro que na classe média os danos sociais parecem ser muito maiores, ha a impressão de que se</itunes:summary><itunes:keywords>Matérias, Crack</itunes:keywords></item><item><title>Drogas - Você consegue passar no teste?</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/drogas-voce-consegue-passar-no-teste.html</link><category>Tratamento</category><category>Dependencia Química</category><category>Você sabia?</category><category>Sobre DROGAS</category><category>Todos</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Tue, 07 Jul 2009 09:42:48 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-5479128985964731146</guid><description>&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;VEJA SE VOCÊ CONSEGUE PASSAR NESTE TESTE SOBRE DROGAS?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Verdadeiro ou Falso?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Existem drogas boas e drogas ruíns.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Alguns tipos de frogas não prejudicam a sua mente.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Ninguém sabe o que leva as outras pessoas a usarem drogas.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; A maioria das drogas não se transforma em hábito.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Álcool não é um tipo de droga.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;6. &lt;/strong&gt;Baseado ou maconha não são prejudiciais.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Êxtase é mais segura que outras drogas.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; Drogas aumentam a criatividade.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;9. &lt;/strong&gt;Drogas melhoram o desempenho sexual.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;10. &lt;/strong&gt;Drogas permanecem no corpo por um dia.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;TODAS ESSAS 10 AFIRMAÇÕES SÃO FALSAS!&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;A maiorias da informções que as pessoas recebem sobre drogas não são    verdadeiras. Essas informações vem de pessoas que vendem ou usam drogas.&lt;br /&gt;  Companhias que fabricam drogas fazem propagandas na televisão a fim de vendê-las e ganhar dinheiro.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Pessoas que vendem drogas nas ruas também fornecem informações falsas sobre             as drogas.&lt;br /&gt;            Pessoas que tomam drogas, geralmente pensam que elas são seguras. Às vezes quando acabam sabendo da              verdade, poderá ser tarde demais. Antes de você formar uma opinião sobre drogas, você precisa saber              o que é que elas fazem.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Descubra a verdade sobre as drogas e salve uma vida !!! &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;1. TODAS AS DROGAS SÃO VENENOSAS.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  Todas as drogas são venenosas. A quantidade que você toma é o que decide o tanto que irá te afetar.&lt;br /&gt;  Uma quantidade pequena pode funcionar como um estimulante. Uma quantidade um pouco maior será como    um sedativo (te fazem dormir). Uma quantidade maior ainda age como veneno e podera matá-lo.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;2. TODAS AS DROGAS AFETAM A MENTE&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;            Quando a gente pensa em alguma coisa, essa coisa funciona como uma imagem dentro da nossa mente.&lt;br /&gt;            Essas "imagens mentais" são bem fáceis de visualizar. Se você por exemplo fechar os olhos por alguns              segundos e pensar num gato, você verá a imagem de um gato. Nossa mente captura 25 imagens a cada              segundo, e arquiva essas imagens para que sejam utilizadas no futuro.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Normalmente, quando uma pessoa lembra de alguma coisa, a mente trabalha muito rápida e traz informações             daquelas imagens arquivadas anteriormente.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Mas as drogas fazem essas imagens ficarem embaçadas, fracas, causando vazios na mente.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;E com a mente nesta situação, a pessoa não consegue nenhuma informação dela. As drogas fazem com que as pessoas   se tornem lentas e até estúpidas. Isso poderá causar fracassos na vida dessas pessoas. E quando as pessoam fracassam   na vida, o que é que elas vão procurar ainda mais? DROGAS!&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;3. PESSOA TOMAM DROGAS PARA SE LIVRAREM DE SENSAÇÕES INDESEJÁVEIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  Qualquer um que toma droga para se livrar de alguma dor, sensações indesejáveis, incluindo tédio. Para entender o que   leva uma pessoa a tomar drogas, você tem que saber o que estava acontecendo de errado antes de ele ou ela tomá-las.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Pode ter sido algum problema físico que tenha causado dores. Talves ela estivesse precisando se acalmar um pouquinho.&lt;br /&gt;  Talvez ele não estava conseguindo dormir. ele estava querendo ficar um pouco mais alegre ou talves ele estivesse se              sentindo entediado.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;As drogas foram uma solução temporária para sensações indesejáveis. Para se achar a solução real, a pessoa teria             que se livrar das causas dos problemas antes de tudo.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;4. QUANDO PASSA O EFEITO DA DROGA, A PESSOA QUER MAIS AINDA.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  Quando passa o efeito da droga, a dor ou outra sensação que tinha passa, volta ainda mais forte do que antes.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Se alguém por exemplo teve um problema que o fez tomar drogas... vamos dizer que ele estava "com muita vergonha"   para chegar em alguém numa festa... Ele até tomaria uma droga para relaxar.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Quando passo o efeito da droga, a sensação de nervosismo é pior que antes... e ele quer MAIS drogas para poder acalmá-lo.&lt;/p&gt;           &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;O problema dessa pessoa em conversar com outras pessoas não irá desaparecer até que ele faça alguma coisa com sua timidez e              descubra que ele PODE falar com outras pessoas com ou sem drogas.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;5. ÁLCOOL É A DROGA MAIS USADA DE TODAS ELAS.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Álcool é um tipo de droga. Como qualquer outra droga, ele é venenoso para o corpo humano. assim como outras drogas, o álcool absorve as vitaminas do seu corpo e o torna cansado ou doente após tomá-lo. Isso é o que causa a ressaca.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;O corpo humano necessita de vitaminas para sobreviver. Se você não seguir uma dieta corretamente, você não obterá as vitaminas   necessárias para o seu corpo. Isso poderá causar cansaço ou até doença.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Toda vez que você utiliza drogas, elas queimam vitaminas do seu corpo. Se você toma uma quantidade suficiente de drogas, você    poderá se sentir mal ou doente. O que acontecerá se você continuar tomando drogas para se sentir melhor, sendo que cada vez    que você as ingeriu elas queimam suas vitaminas? O problema se torna PIOR.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;6. MACONHA DANIFICA OS PULMÕES, SISTEMA NERVOSO E CÉREBRO.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  Existem 400 componentes químicos na maconha, dentre eles 60 são comprovados de causar câncer. Esses componentes químicos    permanecem no corpo humano por muitos anos. A maconha contém THC, ou seja, neurotoxina, que é um veneno que afeta o cérebro.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Quando alguém fuma maconha, duas coisas acontecem:&lt;br /&gt;              1. Existe uma queima quase imediate de vitaminas e sais minerais no corpo.&lt;br /&gt;              2. Os nervos se tornam adormecidos.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Cada vez que uma pessoa fuma maconha e fica "ligado", ela então se sente "tão" legal como dizem, e cada vez mais se sentirá pior. Eventualmente, os fumantes de maconha não desejam a droga... mas eles PRECISAM da drogas para aliviar condições indesejáveis que as drogas acabaram criando em seus corpos. Seus corpos nunca absorverão a quantidade de vitaminas necessárias para compensar o que as drogas destruiram.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;7. A ÊXTASE É UMA DAS DROGAS MAIS PERIGOSAS QUE EXISTEM.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Recentes pesquisas têm revelado avarias no sistema nervoso, decorrentes do uso de êxtase. Uma recente apresentação na MTV, mostrou casos de danificação no cérebro, incluindo buracos, causados pela droga.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;O êxtase é uma droga alucinadora (ou seja, uma droga que age na mente, que faz as pessoas verem ou sentirem coisas que não estão   acontecendo ou que não existem). Essas são algumas das mais perigosas drogas que existem.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Alucinações provocam imagens na mente que se tornam confusas. Uma pessoa pode ser levada ao passado quando algo ruim ou triste aconteceu e acabar ficando presa naquela situação, sem nem mesmo perceber. Isso poderia causar uma sensação constante de medo, tristeza ou outro tipo de tristeza que não tem nada a ver com o que ela está sentindo no presente.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;8. DROGAS DESTROEM A CRIATIVIDADE.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  Existe uma escala de emoções em que as pessoas se posicionam para cima e para baixo ao longo de suas vidas. Veja o exemplo:&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;ALEGRIA/INTERESSE / TÉDIO / RAIVA / MEDO / TRISTEZA / APATIA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Vamos dizer que alguém esteja atediado. Aí ele fuma uma maconha, o que fará com que seu sistema nervoso se torne adormecido, dando uma sensação de alegria falsa. Diz-se falsa, pois o que acontecerá quando passar o efeito da droga? Sentirá-se horrível e não estará nem aí com nada. E aí quando ela retorna à régua de emoções, se sentirá mais para baixo do que ates de tomar a droga.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;A pessoa desce e desce na régua, se sente menos e menos alegre, menos criativa ao longo do tempo.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;9. DROGAS CONFUNDEM TODOS OS SEUS SENTIDOS.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como as drogas adormecem o sistema nervoso, elas são uma maneira da pessoa se livrar temporariamente de coisas ruíns como a tristeza,&lt;br /&gt;aborrecimentos ou medo. Às vezes, numa emergência, as drogas são necessárias, por exemplo em uma cirúrgia ou numa caso de acidente.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;No entanto, as drogas bloqueiam todas as sensações ou sentimentos. Eventualmente qualquer tipo de sensação ficará difícil de sentir.&lt;br /&gt;Isso inclui as sexuais também. A pessoa se sentirá menos ativa, e poderá não sentir vontade de fazer nada ou se relacionar com alguém à sua volta.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Depois de algum tempo, as drogas fazem as pessoas menos cientes do que está acontecendo, se tornam mais lentas, e não tão rápidas para pensar, ser mover ou reagir. Isso às tornam mais vulneráveis a acidentes e outras situações perigosas, quando estão sob efeito de drogas.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Frequentemente, a pessoa não percebe as mudanças, apesar daqueles que estão à sua volta perceberem e tentarem avisá-la.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;strong&gt;10. AS DROGAS PERMANECEM NO CORPO HUMANO POR MUITOS ANOS, APÓS SEREM TOMADAS.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;  A maioria das drogas fica armazenada na gordura do corpo e podem lá permanecer por vários anos. É assim que acontece:&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;As drogas se misturam facilmente com a gordura do corpo. Você poderá ver que a gordura está perto da veia e que quando a droga passa por ali,&lt;br /&gt;  ela é retirada pela gordura como se fosse um imã.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;Isso se transforma num problema mais tarde, porque quando a pessoa está no trabalho, ou exercitando, há uma queima de gordura e uma pequena quantidade de drogas é sugada para dentro da veia. Aí ela sente o gostinho da droga novamente.&lt;/p&gt;               &lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;O que acontece quando você experimenta um pouquinho de açúcar? Você quer MAIS. O que acontece com o cara que experimenta um pouquinho de droga?&lt;br /&gt;  Ele que MAIS. Então ele poderá querer mais drogas, mesmo anos depois que ele parou de tomá-las.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana; font-style: italic;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;" class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.narconon.org.br/10coisas.asp"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: narconon.org.br&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="fonteazul" align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-5479128985964731146?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-07T13:42:48.320-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">10</thr:total></item><item><title>Profissão Repórter - O crack na classe média.</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/blog-post.html</link><category>Dependencia Química</category><category>Depoimentos</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 22:06:36 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-3827098582648470066</guid><description>&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Nada melhor que uma excelente reportagem pra comprovar a realidade que venho postando. Não existe "droga de pobre"!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Pra quem não viu o programa "Profissão Repórter", apresentado na útima terça (30/06), aqui está. Acho que todos deveriam assistir e ver que a realidade não é bem o que imaginamos. Parece bem pior...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;Não sou o fã número uma da REDE GLOBO, mas essa, sem dúvida nenhuma, foi uma maravilha de reportagem.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Assistam com seus filhos!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;“CRACK”&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;small&gt; &lt;div class="time"&gt;qua, 01/07/09&lt;/div&gt; &lt;div class="auto"&gt;por Redação |&lt;/div&gt; &lt;div class="cate"&gt;categoria &lt;a href="http://especiais.profissaoreporter.globo.com/programa/2009/07/01/nesta-terca-crack/comment-page-21/" title="Ver todos os posts em ÀS TERÇAS-FEIRAS" rel="category tag"&gt;ÀS TERÇAS-FEIRAS&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/small&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:verdana;"&gt;Um retrato impressionante do consumo de crack nas grandes cidades. A droga, consumida antes por usuários de baixa renda, agora atinge a classe média. Os repórteres Thiago Jock e Mikael Fox passam uma semana numa clínica de tratamento de dependentes químicos no interior de São Paulo. Acompanhado do repórter cinematográfico Emílio Mansur, Caco Barcellos percorre as ruas do Centro de São Paulo e faz um registro inédito do dia-a-dia dos consumidores de crack. No Rio Grande do Sul, Felipe Suhre conta a história da mãe, acusada de matar o próprio filho dependente de crack.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-family:verdana;" &gt;Primeiro Bloco:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://playervideo.globo.com/webmedia/player/embed/GMCAbrePlayer?midiaId=1071498&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;idEmbed=1&amp;amp;banda=N&amp;amp;nocache=1246939909155" allowtransparency="true" name="globovideos_embed_1" id="globovideos_embed_1" style="width: 320px; height: 288px;" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Segundo Bloco:&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;iframe src="http://playervideo.globo.com/webmedia/player/embed/GMCAbrePlayer?midiaId=1071503&amp;amp;autoStart=false&amp;amp;idEmbed=2&amp;amp;banda=N&amp;amp;nocache=1246939909164" allowtransparency="true" name="globovideos_embed_2" id="globovideos_embed_2" style="width: 320px; height: 288px;" marginheight="0" marginwidth="0" scrolling="no" frameborder="0"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-style: italic;" href="http://especiais.profissaoreporter.globo.com/programa/2009/07/01/nesta-terca-crack/"&gt;http://especiais.profissaoreporter.globo.com/programa/2009/07/01/nesta-terca-crack/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-3827098582648470066?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-07T02:06:36.149-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Do crack não se leva nada</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/do-crack-nao-se-leva-nada.html</link><category>Depoimentos</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 21:13:06 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-2621786149998039966</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://portal.rpc.com.br/midia/01020338.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 227px; height: 1686px;" src="http://portal.rpc.com.br/midia/01020338.jpg" alt="" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;p face="verdana"&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/144495"&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/144494"&gt;Curitiba (PR)- Há pouco mais de um ano, o estudante de Direito “Lucas” (nome fictício – leia depoimento) chegou em casa e percebeu que todos os cômodos estavam trancados, menos um. “Nunca vou esquecer daquelas portas fechadas e do meu quarto aberto, sem nada dentro. Eu já tinha vendido tudo para comprar crack”, conta o universitário de &lt;/tadmidia&gt;&lt;/tadmidia&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/144495"&gt;&lt;tadmidia src="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/144494"&gt;21 anos, hoje integrado a um programa de terapia intensiva num dos seis centros particulares para dependência química de Curitiba e região metropolitana. Somando todas as internações, sua família já gastou perto de R$ 50 mil.&lt;/tadmidia&gt;&lt;/tadmidia&gt;&lt;/p&gt;&lt;p face="verdana"&gt;Quem vê “Lucas”, não diz. Ele tem 1,80m, olhos verdes, é articulado e usa roupas da moda. Em suma, não combina em nada com a imagem miserável associada aos usuários de crack – facilmente alistados nas categorias feios, sujos e malvados. Tão surpreendente quanto ouvir um bem-nascido falar de sua vida bandida pelas bocas-de-fumo do Parolin é saber que vai longe o tempo em que histórias como essa eram pura ficção. O crack, quem diria, está prestes a se tornar para a classe média um item tão comum quanto o tênis de marca e a camiseta de grife. “É uma fatia da população que não se expõe na hora do consumo. Ela pode mandar entregar em casa. A maneira como o crack chega até esse grupo é uma incógnita”, observa o tenente-coronel Jorge Costa Filho, 46 anos, criador e coordenador do Narcodenúncia, serviço da Polícia Militar.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;"&gt;O assunto ainda é tabu e carece de informações precisas. Não é difícil encontrar gente estudada numa das muitas ruas que formam a cracolândia do Centro Velho, onde há mais pedras à venda do que jujubas coloridas nos baleiros. Segundo dados do Narcodenúncia, apenas nos dois primeiros meses deste ano foram 23.560 pedras recolhidas em Curitiba e região. Em contrapartida, não se acha um só estudo, levantamento ou pesquisa que mostre estar longe o tempo em que o crack circulava muito além do Jardim Botânico. Há mesmo quem considere esse dado irrelevante para a saúde pública ou para o combate ao narcotráfico. &lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Pode até ser. Mas é impossível não pensar na pior das hipóteses: a chegada do crack a fronteiras que lhe eram proibidas não representa o fim da luta de classes, mas o triunfo do crime sobre os setores mais esclarecidos da sociedade – justo os que poderiam atestar o poder da educação no combate à barbárie. Nenhum jovem dependente que more em ocupações irregulares se beneficia de ter como companheiro de trago alguém nascido no Jardim Social ou no Hugo Lange. Ao contrário, ambos se igualam na mendicância e na morte anunciada, sem que um represente uma saída para o outro.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;&lt;strong&gt;Garimpagem&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Durante três semanas, a reportagem da Gazeta do Povo entrevistou cerca de 25 pessoas ligadas a entorpecentes, de policiais a especialistas, passando por usuários e terapeutas, além de ter feito observações nas áreas de risco. Todos identificam o crescimento do crack entre homens e mulheres de nível universitário e de vida financeira à prova de solavancos. Há mesmo quem fale em epidemia dessa droga, como Luiz Antônio Marques de Mendonça, psiquiatra do Hospital Nossa Senhora da Luz e do Centro de Apoio Psicossocial Álcool Drogas Boa Vista (Caps AD); e Marino de Oliveira, 55 anos, presidente da Associação Nacional de Terapeutas em Dependência Química – um dos expoentes da luta antimanicomial no Paraná. Marino atende 28 dependentes químicos – todos usuários de crack.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Mas nem Luiz, Marino ou qualquer outro agente do setor têm em mãos um número capaz de derrubar a “verdade conveniente” de que “crack é a droga dos pobres”. Resta uma única alternativa: vasculhar os arquivos de hospitais, clínicas e centros de apoio em busca de evidências de que aumentou o PIB das pedras. O dado, ainda que cheio de remendos, é estarrecedor. Em seis instituições particulares – Quinta do Sol, Heildelberg, Nova Esperança, Rotenberg, Porto Seguro e Bom Retiro – há 186 vagas para internamento de dependentes químicos. Cerca de 50% dos leitos costumam ser ocupados por jovens e adultos da classe média, usuários de crack. Com exceção do Bom Retiro, a ocupação é a de hotel do litoral do Nordeste – 100% –, com fila de espera.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Nesses locais, a diária – fora remédios – fica entre R$ 180 para conveniados e R$ 300 para não-conveniados. A média de permanência é de 30 a 50 dias. Apenas a Nova Esperança – no bairro Seminário – atendeu 439 dependentes de crack em 2007, o dobro do que havia recebido em 2006. Como os índices são semelhantes nos outros endereços, não seria exagero dizer que apenas ano passado 2 mil pessoas da classe média pagaram por tratamento de drogadição de crack em Curitiba. O número equivale a 30% do total de atendimentos do SUS na região e se aproxima dos cálculos de um dos maiores estudiosos do assunto no estado, o delegado licenciado Nasser Salmen, 44, para quem 20% dos 200 mil dependentes químicos de Curitiba [10% da população] são da classe média. &lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Em levantamento realizado pelo Paraná Pesquisas, 63,5% dos entrevistados disseram que levariam filho, amigo ou parente a uma clínica de desintoxicação, caso o descobrissem viciado. Não são os únicos sinais de que os mais abastados desembarcaram com ipod e boné da Nike na Riachuelo com a São Francisco, pagando um preço alto pelo passeio. Nos poucos hospitais públicos com leitos para desintoxicação também há indícios de que o crack subiu na pirâmide social. A relação era tradicionalmente 90% de pacientes alcoolistas para 10% de dependentes químicos. Hoje, além da inversão, há o surgimento da clientela que já gastou os tubos em clínicas particulares e disputa, pelo SUS, uma das 350 vagas do Hospital San Julian, em Piraquara; 30 no Hospital Adauto Botelho, em Pinhais; e 150 na Clínica Rotenberg – antigo Hospital Pinel.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Em instituições filantrópicas, como a Casa do Servo Sofredor – uma chácara de 60 mil quadrados no Pinheirinho – há cerca de 60 pedidos por mês vindos de famílias de posses. A preferência, ali, é para os mais empobrecidos. “Recebo de 10 a 15 telefonemas por dia. Há quem nos ofereça R$ 2 mil por mês, mas não temos como aceitar”, explica o criador e diretor da obra, frei carmelita calçado Francisco Manoel de Oliveira, 56, o frei Chico. No CTDia que funciona no Bigorrilho há 60 vagas, mas a demanda é de 1,5 mil – sem distinção de rendas. Ali, o drama do crack também virou estatística.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Quantos são abastados na fila dos programas gratuitos de saúde mental? Não se sabe. Eles se misturam à clientela dos hospitais dia – atendimento no qual não há internação – e nos CapsAD, que só em Curitiba contabilizam 1.140 vagas, 35%, em média, ocupadas por quem usa crack e crack associado a outras drogas. Não são os únicos redutos da classe média. Embora não haja números disponíveis, há indícios de que a faixa B da população invade aos poucos as unidades de saúde (US) em busca de socorro. Basta seguir um raciocínio.&lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;As 132 US têm 1,5 milhão de fichas únicas, preenchidas em consultas médicas. Ou seja – na cidade de 1,7 milhão de habitantes, apenas 200 mil ainda não fizeram cadastro numa unidade. A classe média, obviamente, está entre os 200 mil, mas também entre o milhão e quinhentos. E desfruta dos programas de saúde mental, o terceiro mais procurado nos postos da prefeitura, atrás apenas da hipertensão e do diabetes. Do que se deduz ir longe o tempo de que o crack estava circunscrito aos 500 mil paranaenses de Curitiba e região metropolitana que moram nas ocupações irregulares. &lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Em tempo. É importante saber que os usuários de crack, hoje, são muito parecidos com o público médio das unidades de saúde. A clientela ali vai de jovens remediados, que estudam em escola pública, a jovens mais abonados. &lt;/p&gt; &lt;p style="font-family: verdana;"&gt;O avanço sobre a classe média surpreende, mas a única verdade que esse fato revela é que o crack não tem classe. Depois de três meses, em média, a droga transforma ricos e pobres em moradores de rua. Nessas ocasiões, histórias como a de “Lucas” assustam a população. Quer-se descobrir onde fica a boca-de-fumo por onde ele andou. Ninguém sabe. A vida não corre como dantes nas canaletas da capital.&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=751650"&gt;http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=751650&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-family: verdana;"&gt;Relatos de viciados:&lt;/p&gt;&lt;div style="font-family: verdana;" id="extraconteudo"&gt;   &lt;h5&gt;“A gente começa pegando R$ 5 da mãe, depois acaba vendendo tudo.”&lt;/h5&gt;   &lt;p&gt;“Eu estava com 18 anos, usava cocaína e maconha desde os 16, e um dia não achei a droga que procurava. Foi quando experimentei o crack pela primeira vez. Meu pai tinha um cargo público importante e nunca me faltou nada. Ele e minha mãe ficaram chocados quando descobriram. Mas eu já tinha perdido o controle. A gente começa pegando R$ 5 da mãe, depois acaba vendendo tudo. É muito fácil: eu encontrava crack até no condomínio fechado onde minha família tem casa no litoral. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Cheguei ao ponto de dormir dois dias em casa e passar três, quatro na rua, roubando. Vai ficando normal. Quanto mais a gente fuma, mais quer. Eu fumava na própria favela, me dava com o pessoal do Parolin. Conhecia um cara que conhecia outro cara. Era moleza. Mas o crack foi separando a gente. Um dia, a gente estava em cinco, fumando, e apareceu um sujeito com uma pistola 38. Ele deu uns tiros bem ao lado do meu ouvido. Eu achei que ia morrer ali e ser enterrado como indigente. Estava com 20 anos, tinha 1,80 metro e 59 quilos. Ninguém ia saber quem eu era. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Fiquei 50 dias internado, mas recaí quando meu pai morreu, há poucos meses. Ele era alcoolista e acho que é por causa disso que tenho predisposição para as drogas.”&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div id="extraconteudo"&gt;   &lt;h5&gt;“No dia em que faltou (cocaína), assinei minha sentença de morte e experimentei o crack.”&lt;/h5&gt;   &lt;p&gt;“Você não faz idéia do que é um desses barracos em que a gente se interna para fumar. Só quem entra e enfrenta aquilo sabe o que é. Cara, é doloroso lembrar. Acho que minha vida com as drogas começou quando eu tinha 13-14 anos e bebia no copo do meu pai. Aos 15, conheci a maconha. Aos 17, traficava. Aos 21, usei cocaína. No dia em que faltou, assinei minha sentença de morte e experimentei o crack. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Foi em 2004. Eu estava alcoolizado, o que é muito comum acontecer. Até então, eu trabalhava como técnico de informática e gastava o que ganhava com as drogas. Com o crack, comecei a me afundar. Passei a ficar até 15 dias sem tomar banho, sem comer, dormindo na casa do "patrão". Eu conhecia todas as favelas – as do Fanny, Parolin, Vila Cubas, mas percebi que não tinha amigos. Fui morar na praia e passei a ganhar R$ 100 por dia, guardando carro, tudo para droga. Logo me vi um mendigo, sujo, barbudo, mexendo no lixo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Liguei para minha mãe pedindo ajuda e ela disse que seria a última vez. Chamo de momento-chave. Estou limpo desde o dia 27 de dezembro. Quando olho no espelho, agradeço a Deus. Tive medo de morrer. Você já ouviu aquela música, “Paranóia”, do Raul Seixas? Escute. Tem a ver com o crack – o crack é o lixo de tudo.”&lt;/p&gt;      &lt;/div&gt;      &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-2621786149998039966?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-07T01:13:06.963-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total></item><item><title>Por que 90% recaem no crack</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/por-que-90-recaem-no-crack.html</link><category>Dependencia Química</category><category>Sobre DROGAS</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 11:18:41 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-1918394092881245273</guid><description>&lt;h3 style="font-family: verdana;" class="tipo-b"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h3&gt;&lt;h3 style="font-family: verdana;" class="tipo-b"&gt;Sem sentir prazer por nada, o usuário passa a viver em função da droga&lt;/h3&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O crack chega ao cérebro de forma tão rápida e intensa que é capaz de transformar mecanismos do sistema cerebral. O crack bloqueia a absorção natural da dopamina, o neurotransmissor que emite a sensação de prazer. Com os neurônios encharcados da substância, surge uma sensação imensa de euforia. Quando o efeito passa, vem a urgência da repetição.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Como a dopamina é o principal regulador do sistema de prazer e recompensa, o crack vicia rapidamente, explica o psiquiatra Felix Kessler. Com o tempo de uso, como muita dopamina é colocada à disposição, suas reservas vão se esgotando. O cérebro se torna menos sensível à droga e a sensação de prazer é substituída por alucinações.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Outra consequência é que o usuário passa a não sentir prazer por outros aspectos da vida, como comida e sexo, explica o psiquiatra Celso Luís Cattani. Numa comparação simples, é como um elástico que, esticado além do limite, não volta mais ao normal. Essa falta de sensibilidade do sistema de recompensa gera uma insatisfação em relação à vida, distúrbio conhecido como anedonia. Na memória, sobra apenas a sensação de prazer gerada pela droga. Sem sentir prazer por nada, o usuário passa a viver em função da droga, ou fica mais propenso a recair no vício.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;small class="tipo-b"&gt;SÉRIE DO JORNAL PIONEIRO PUBLICADA EM ABRIL DE 2009                     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/cracknempensar/19,0,2524711,Por-que-90-recaem-no-crack.html"&gt;http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/rs/cracknempensar/19,0,2524711,Por-que-90-recaem-no-crack.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/small&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-1918394092881245273?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-06T15:18:41.819-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><title>Crack -O drama de um pai para livrar seu filho</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/crack-o-drama-de-um-pai-para-livrar-seu.html</link><category>Campanhas</category><category>Depoimentos</category><category>Todos</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 11:13:28 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-1590207740972567559</guid><description>&lt;h3 class="tipo-b"&gt;Conheça a história de um professor que tenta salvar o filho da droga&lt;/h3&gt;O único filho do professor de sociologia João Pedro* passou o aniversário de 21 anos internado numa fazenda de reabilitação no Litoral Norte. Teve alta no início de junho. A voz de Mateus* agora soa tranquila, depois de cinco meses e meio de tratamento. Mas nada foi fácil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nos primeiros dias na fazenda, o rapaz (que tomava calmantes receitados por um psiquiatra) cortou o braço com uma faca de cozinha. Fez a inicial do seu nome. Para os médicos, foi uma tentativa de suicídio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mesmo que hoje Mateus more numa cidade do Alto Vale com a avó paterna (o pai continua em Joinville), pode-se dizer que estão mais próximos. O professor batalhou para conseguir internar o filho, já emagrecido e furtando para sustentar o vício em crack. O rapaz, na época, não tinha intenção clara de sair do poço. A iniciativa foi um reencontro. “Me dá um certo orgulho. Fui muito afastado dele. Pagava pensão, mas ficava meses sem ver o piá”, diz João.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O contato com Mateus ficou esporádico após o fim do casamento, há 14 anos. Ainda assim, João notava mudanças no jovem – que usou maconha desde os 15 anos. “Ele sempre escondeu, mas não sou bobo.” O professor percebia que o filho, que não terminou o ensino médio, sumia quando arranjava dinheiro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mateus saiu da casa aos 17 anos. A convivência com o padrasto era ruim e ele quis morar numa pensão com amigos. Um dia, João viu o filho num programa de TV. Mateus havia sido preso com outros garotos suspeitos de terem furtado uma bicicleta. O professor foi à delegacia buscar o rapaz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2008, João pediu que o filho fosse morar com a avó. Temia que ele se endividasse e fosse morto. Mas o jovem continuou a rotina de dependência. Fumava o dinheiro que conseguia com o trabalho numa fábrica. O professor decidiu tomar a frente. Passou 2008 convencendo o filho a se internar e começou a frequentar grupos de apoio. “Aprendi com o Mateus. Ele me disse que [o crack] é uma coisa que tira do chão. O sofrimento é dos pais; porque o viciado não está nem aí.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/sc/cracknempensar/19,0,2570001,O-drama-de-um-pai-para-tirar-o-filho-do-crack.html"&gt;http://zerohora.clicrbs.com.br/especial/sc/cracknempensar/19,0,2570001,O-drama-de-um-pai-para-tirar-o-filho-do-crack.html&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-1590207740972567559?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-06T15:13:28.825-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crack: da euforia à depressão em poucos minutos</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/crack-da-euforia-depressao-em-poucos.html</link><category>Dependencia Química</category><category>Sobre DROGAS</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 06 Jul 2009 11:05:35 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-257967811500046508</guid><description>&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A droga causa dependência em poucas vezes de uso, já que a sensação de prazer inicial não é mais obtida. Além de degenerar o corpo do usuário, também instiga a violência e a criminalidade&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Minutos de euforia e prazer seguidos de angústia e depressão. Esses são os efeitos da droga que vem ganhando espaço entre adolescentes, jovens e adultos tanto de classes de baixa renda como as de renda maior. O uso de crack, além de refletir nos índices de criminalidade, acaba trazendo consequências no âmbito familiar e de forma lenta provoca alterações irreversíveis no corpo do usuário.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A droga é feita de um derivado da cocaína, onde se mistura bicarbonato de sódio e água destilada. Depois de fervida e filtrada forma cristais, que são cortados em pedras. É inalada com o auxílio de um cachimbo ou de uma lata e os pulmões conseguem absorver quase 100% da fumaça do crack. Demora apenas cerca de 10 segundos para chegar ao cérebro, onde atua numa região denominada de núcleo tegmental ventral, liberando dopamina, substância ligada ao prazer.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;No entanto, a euforia causada pelo consumo do crack dura entre cinco a 15 minutos e, depois disso, a sensação de prazer dá lugar à profunda depressão. “Depois desse efeito vem a chamada ressaca, que é uma sensação de depressão, apatia e o desejo muito forte de buscar novamente aquela sensação prazerosa que a droga proporciona. Bastam três a quatro fumadas para a dependência, que acontece de forma progressiva. Quanto mais o tempo passa, mais a pessoa vai querendo a droga. E aqueles efeitos de prazer que a droga proporciona vão desaparecendo”, explica o médico psiquiatra Líbero Mezzadri.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Segundo ele, o crack é consequência de uma caminhada química que começa pelo álcool e passa por outras drogas como a maconha. “A nossa tolerância com a bebida facilita o uso de drogas ilícitas”, completa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Foi assim que o filho de dona Maria (nome fictício) entrou nessa viagem, ainda aos 15 anos. Já foi usuário de maconha e também cheirava tinner. Hoje, com 25 anos, ele está internado em uma clínica da cidade. “Faz 40 dias que não o vejo, só recebo as cartas que ele manda. Agora, só vou encontrá-lo no final do mês. Já fiz várias tentativas para tirá-lo desse mundo, mas o tempo maior que ele fica são seis meses. Daí ele sai, encontra os antigos companheiros e, quando a gente menos espera, toma um copo de pinga ou uma cerveja e já corre atrás da droga de novo. São dez anos nessa luta onde ele já esteve quase morto muitas vezes, não só pela droga em si, mas também por traficantes”, conta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Dona Maria fala que os viciados ficam na fúria pela droga. Pagam as primeiras pedras em dinheiro e, depois, acabam entregando um rolo de jornal ou papel sem nada dentro. “Daí eles correm com a droga e o traficante vem atrás deles”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;A mãe revela que, sob o efeito do crack, o filho fica violento, alucinado, não consegue comer e dormir e pega o que achar pela frente para trocar por pedras da droga. “Ele iniciou nessa droga quando ainda vendia Cds. Começou trocando a droga pelos produtos que vendia e de repente gastava tudo o que ganhava com o trabalho. Daí foi a bicicleta dele, a bicicleta do irmão, daí outra bicicleta que ele emprestou e não parou mais. Ele fica esperando a primeira oportunidade para roubar”, aponta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O último roubo foi um pouco antes de ser internado, quando ele pegou - antes da mãe - todo o dinheiro que dona Maria tinha para receber. “Agora eu estou correndo atrás não só do dinheiro que eu perdi como do dinheiro que ele pegou do patrão para viajar e fumou tudo. Ele estava trabalhando, mas fica difícil parar num emprego porque não são todas as pessoas que confiam. Numa primeira viagem que ele iria fazer sem que eu estivesse junto ele roubou todo o dinheiro”&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Cachimbo do mal&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;“Acho que todas as drogas são ruins, mas o crack ainda é pior. O crack realmente veio para acabar com a juventude”, essa é a definição de dona Maria sobre a droga que escraviza seu filho. Ela já perdeu televisão e outras inúmeras coisas em função do crack.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Um dia antes da internação, ele fugiu de casa alegando que faria exames, o que não era verdade. Pegou um dinheiro da mãe e saiu para fumar. Ele só apareceu no outro dia, pouco antes de ir para a clínica: os pés já eram uma bolha, o calçado totalmente detonado e ele já não tinha mais a mesma roupa no corpo. Trocou tudo por crack. “Veio para casa com um chinelo de dedo arrebentado. Os traficantes sempre entregam chinelos de dedo emendados com barbante ou arame e ficam com os tênis, roupas ou o que for. Produtos como televisão, aparelhos de som, entre outros, são levados daqui pelo pessoal que vem trazer a droga para eles. Antigamente até revendiam por aqui, mas agora com o policiamento mais intenso eles mandam para um centro de distribuição de fora. Eles normalmente já fazem um pedido sobre o que querem para que os usuários corram atrás”, diz Maria.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;De acordo com ela, Guarapuava possui várias "bocas", entre elas, São Cristóvão II (Patental ou Cracolândia), Xarquinho e Sanbra. “No Patental só menores de idade estão entregando. Ali você chega, para o carro e acena quantas pedras quer e eles vêm correndo”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;As pedras, que antes eram vendidas a R$ 10, chegam a custar atualmente apenas R$ 5. “Por isso esse pessoal fica pedindo nos sinaleiros e estacionamentos. Um dia chegou na minha casa um menino bem magrinho pedindo comida e, segundo ele, a mãe tinha tido neném e eles não tinham o que comer. Pediu um quilo de farinha, feijão e óleo. Corri e dei dois pacotes de alimento e, depois que ele foi embora, meu filho disse que eles trocam tudo nas bocas. Eles montam uma espécie de cesta básica que dá o valor da droga e trocam pelas pedras de crack. Hoje eu não dou mais nada, a não ser para as campanhas da igreja”, ressalta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ela conta que, um tempo atrás, o crack era vendido também em carrinhos de catadores de papel e de sorvete, nas portas de escolas. “Eu mesma já vi isso”, afirma.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Tratamento é limitado em Guarapuava&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Os primeiros relatos sobre o consumo de crack no Brasil surgiram em 1989, entre crianças que viviam nas ruas do centro de São Paulo, um ano antes da primeira apreensão de droga feita na cidade. Vinte anos depois do começo da epidemia na cidade, o crack migrou para os demais estados e o mercado da droga se consolidou em todo país. A droga já teve uso identificado entre consumidores das 27 capitais brasileiras, conforme pesquisas do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid).&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;O crack saiu da periferia e bateu à porta das casas de famílias de classes média e alta, onde também encontrou alento e gerou destruição. “Acredito que o uso dessa droga continua crescendo e não só na classe de baixa renda, como também na classe média. E isso não apenas em Guarapuava, mas em todo o país”, aponta Líbero Mezzadri.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Com relação ao tratamento, o psiquiatra diz que nossa cidade continua limitada. “Hoje a cidade já tem um CAPS AD (álcool e drogas, implantado em 5 de junho de 2008), mas é só um primeiro passo. Creio eu que é pouco frente à demanda que temos e precisamos de centros especializados para menores de 18 anos”.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Ele diz que, entre os pacientes que o procuram, a maioria apresenta dependência em função do crack. “É um grande problema de saúde pública e eu ainda acho que as autoridades da área veem com muito descaso isso”, destaca.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: verdana;"&gt;Segundo o médico, estatisticamente 25% das pessoas que procuram ajuda conseguem se livrar da droga, mas não necessariamente na primeira vez. “Se confunde muito tratamento com internamento, e são coisas diferentes. O internamento é a primeira fase do tratamento, a que depois se dá continuidade através de acompanhamento ambulatorial e consultas com especialistas. O tratamento é um processo”, observa.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: http://www.redesuldenoticias.com.br/noticias/noticia.asp?id=20411&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-257967811500046508?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-06T15:05:35.869-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crack - Usuários são mais discriminados que outros.</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/crack-usuarios-sao-mais-discriminados.html</link><category>Tratamento</category><category>Minha história</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Fri, 03 Jul 2009 07:19:57 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-7997743734228913882</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/Sk2XPs4MQDI/AAAAAAAAADw/10ZU1aWmZGk/s1600-h/66632.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; 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&lt;br /&gt;O uso do crack, meus amigos leitores, é considerado com uma espécie de fim de linha no trajeto da dependência química, reforçando ainda mais o preconceito contra quem consome essa droga, que por muito tempo foi associada exclusivamente à população de rua e moradores da periferia. Hoje vemos que as coisas já não são mais assim, o crack já atingiu as classes média e alta. Todos estão sujeitos ao crack, basta ter a primeira vez. Pesquisadores, usuários (eu, o autor) e traficantes ressaltam este aspecto do vício, que pode se configurar como uma agravante para a recuperação. Posso afirmar, com pleno conhecimento de causa, que o usuário se sente totalmente marginalizado, excluído.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Os próprios jovens mesmo, em geral, são muito preconceituosos e contribuem para isolar o adolescente que usa crack, que se descontrola e rapidamente se torna dependente, isolado em seu mundo. E isso não contribui para que ele peça ajuda, socorro. Isso apenas faz com que a pessoa se isole cada vez mais, aumentando sua relação de dependência com a droga. Digo isso por experiência própria, fui dependente por três anos e consumia muito crack. Infelizmente, amigos leitores, eu tenho pontos de vista que vários pesquisadores jamais terão. Conheço o efeito real do crack, já escutei a pedra “estralando” no cachimbo quando se põe fogo e traga, já queimei os dedos e os lábios inúmeras vezes. Já senti o “baque” da onda, aquele barulho que vem dentro da cabeça quando se segura a fumaça tragada, a “nóia”, a mania de perseguição, já ouvi vozes, tive delírios. Já passei dias acordado e sem comer, só fumando.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Os próprios traficantes, por muito tempo, resistiram a comercializar o crack por acharem que ele destruía rapidamente a saúde e, também, pela imagem dos usuários. O dependente de crack é considerado uma pessoa sem valores, no qual não se pode confiar. Todos acham que você rouba até a mãe! Bom, amigos, roubar eu nunca roubei. Pelo menos esse ínfimo sinal de dignidade eu consegui manter, mas confesso que foram várias as tentações.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O “Boca”, um traficante pequeno, pai de família e carroceiro que vendia a droga pra completar a renda, segundo ele, me disse uma vez: _"O usuário de crack não tem valor, ele rouba a mãe, ele te rouba. Se você for traficante, ele vai te roubar. Só você deixar guardado e sair dali. Se ele souber que está lá, ele vai pegar. Ele é o famoso banho. Ele dá o banho no cara, é liso, ligeiro"
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Sempre jogam na cara de quem usa crack, chamam de pedrinha, de tijolo. Você fica humilhado e mal tratado. O crack é uma droga que não permite partilhar com outro amigo, como a maconha que se fuma em “galera”. Esse isolamento agrava e muito a dependência. A droga passa a suprir essa carência afetiva.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Entre os usuários, de outras drogas, de classe média, o crack está diretamente associado à criminalidade. Quem usa drogas (maconha, cocaína, sintéticas) tem preconceito contra quem usa merla e crack. É taxado (“tirado” na gíria do usuário) como “nóia” e ligado à marginalização.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Claro que o vício pode levar usuários a criminalidade. Sempre em busca de conseguir mais droga, o viciado acaba cometendo roubo, assalto e até homicídio. Mas antes da droga, era uma pessoa boa, um pai de família, um estudante. Os usuários podem sim se tornarem bandidos e perigosos. Mas saibam, amigos, que a maioria é honesta. Sei bem o que digo. A maioria sim é honesta, alguns trabalham braçalmente o dia todo, sob um sol escaldante, e fazendo apenas uma refeição simplesmente pra ter R$ 5,00 pra fumar uma pedra “à noitinha, depois do trampo”. Os usuários de crack têm futuro, basta que haja consciência e tratamento de qualidade acessível.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Afinal são pouquíssimo que podem se dar ao luxo de pagar cerca R$ 5 000,00 ao mês, por uma boa clínica particular.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Uma boa notícia é que o nosso governo parece estar acordando para o fato. No Rio de Janeiro já há uma mudança radical no atendimento público aos jovens usuários de crack, com desdobramentos também nas cidades vizinhas. A assistência social vai a casa dos viciados para combater o crack.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;“Nós temos 40 Centros de Referência da Assistência Social (Cras), cada um com quatro assistentes sociais, espalhados pelo Rio, com a expectativa de criar mais 10 até setembro. A partir de agora, eles visitarão as casas de quem procurar ajuda, porque o crack é uma droga que com certeza leva à morte e seu consumo cresce de maneira avassaladora”, disse o secretário municipal de Assistência Social, Fernando William.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Fernando William disse ainda que na maioria dos casos, o viciado sabe o que o aguarda e quer deixar o crack, mas se sente impotente. Os familiares precisam do apoio e do acompanhamento em todo o processo de recuperação. “A crise de abstinência do viciado em crack é muito violenta para ser tratada dentro de casa, em situação de vulnerabilidade ou risco. Por isto a presença do Estado é essencial não só nesta primeira etapa, a do tratamento químico, mas também em todo om processo de recuperação do viciado”, concluiu.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Os Cras atendem a população em situação de vulnerabilidade social decorrente da pobreza, privação e ou fragilização de vínculos afetivos-relacionais e discriminações etárias, étnicas, de gênero ou por deficiências, entre outras. Outra instância do Sistema Único de Assistência Social é o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas), num total de nove na cidade do Rio de Janeiro. O Creas é responsável pela oferta de atenções especializadas de apoio, orientação e acompanhamento a pessoas e famílias com membros em situação de ameaça ou violação de direitos.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;O governo federal, por meio dos ministérios da Saúde e da Justiça, liberou recentemente R$ 114 milhões para conter o avanço do crack no país, sobretudo nas duas cidades mais populosas, onde existem “cracolândias” há bastante tempo: São Paulo e Rio de Janeiro. Esta verba emergencial será empregada ao longo do ano no tratamento dos usuários, a partir da aquisição de remédios, mas também no acompanhamento psicológico e na terapia de apoio que consolidam a recuperação.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Escrito por Mim, Vencedor
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Fontes: Três anos de vício em crack
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;http://www.agenciabrasil.gov.br
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;http://www.jornaldamidia.com.br
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;cite&gt;&lt;span style=";font-family:Verdana;font-size:13;"  &gt;
&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;  &lt;span style="font-style: italic;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-7997743734228913882?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-03T11:19:57.670-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/Sk2XPs4MQDI/AAAAAAAAADw/10ZU1aWmZGk/s72-c/66632.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>90kg de CRACK foram apreendidos pela PF em sítio de Minas Gerais</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/90kg-de-crack-foram-apreendidos-pela-pf.html</link><category>Notícias</category><category>Todos</category><category>Tráfico</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Thu, 02 Jul 2009 20:49:32 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-5276481637543523403</guid><description>&lt;p&gt;BELO HORIZONTE - A Polícia Federal (PF) divulgou, nesta quinta-feira, a maior apreensão de drogas feita, neste ano, em Minas Gerais. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Mais de 90 quilos de crack foram apreendidos&lt;/span&gt;, na quarta-feira, em um sítio em Itatiaiuçu, região central do estado. A droga foi descoberta durante investigações sobre o tráfico de drogas em Itaúna, no centro-oeste mineiro. De acordo com PF, o entorpecente seria comprado no Mato Grosso e revendido em Belo Horizonte, Itaúna, e Vitória, no Espírito Santo. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Na operação, foram presas quatro pessoas no local onde a droga estava estocada e também em Belo Horizonte. Entre os detidos, estão o suposto fornecedor da droga, a mulher dele e dois homens que seriam compradores. Além dos 90 quilos de crack, a PF apreendeu um caminhão e R$ 27 mil em dinheiro. &lt;/p&gt;&lt;p&gt;Os envolvidos no caso foram levados para a penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, região metropolitana de Belo Horizonte. Se condenados, podem cumprir pena de cinco a 15 anos de prisão.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;Fonte: &lt;cite&gt;Globominas.com&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;cite&gt;------------------------------------------------------------------------------------------&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;cite&gt;Bom, amigos leitores, pelo que sei isso daria umas 90 mil pedras de crack. O suficiente pra abastecer um viciado, que consome cerca de 10 pedras de crack por dia, por mais de 24 anos. Claro que ele não viveria nem metade disso! Ou simplesmente manter 3300 usuário leves por pouco mais de uma semana.  Essa droga teria um valor de R$ 450 000,00 nas ruas.&lt;br /&gt;&lt;/cite&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-5276481637543523403?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-03T00:49:32.522-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Traficante terá que pagar tratamento para usuário de drogas</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/traficante-tera-que-pagar-tratamento.html</link><category>Notícias</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Thu, 02 Jul 2009 11:03:52 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-247819230398165365</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/Skz2gQT9wlI/AAAAAAAAADY/lfnWLcCJwTc/s1600-h/justi%C3%A7a.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 130px; height: 87px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/Skz2gQT9wlI/AAAAAAAAADY/lfnWLcCJwTc/s200/justi%C3%A7a.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353925091031630418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Duas sentenças recentes determinaram pagamento de até R$ 50 mil. Para juiz, valor é para reparação dos danos causados pelo traficante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de anos de cadeia, traficantes internacionais agora estão sendo condenados a desembolsar quantias em dinheiro para custear o tratamento de usuários de drogas e, assim, reparar os danos causados à saúde pública. Duas sentenças recentes da Justiça Federal de São Paulo determinaram pagamento de até R$ 50 mil ao Ministério da Saúde e à Secretaria Estadual da Saúde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É inegável que o governo tem um gasto considerável no tratamento, por meio do sistema público de saúde, de dependentes químicos e outras vítimas do narcotráfico. O prejuízo deve, pois, ser suportado não apenas pela sociedade civil, mas também pelos condenados por crimes relacionados com o tráfico", afirmou na sentença o juiz Ali Mazloum, da 7ª Vara Criminal Federal de São Paulo, em ação penal contra dois acusados, um nigeriano e uma brasileira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa foi a segunda decisão do juiz com base em nova regra instituída no inciso IV do artigo 387 do Código de Processo Penal - modificado pela Lei 11.719, de 2008. Ela determina que o juiz deverá fixar o "valor mínimo para a reparação dos danos causados pela infração". Assim, não se trata da apreensão de bens obtidos ilicitamente, mas da reparação pelo criminoso do prejuízo que ele causou. Para Mazloum, os traficantes devem reparar o mal que praticaram custeando o tratamento de dependentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A medida é polêmica. Há juristas, como Luiz Flávio Gomes, que a criticam por considerar que a lei fala em reparação para a vítima. "E o tráfico não tem vítima. Os gastos com saúde pública não são os que a lei estabelece como indenizáveis. Apesar de bem-intencionado, o juiz fez uma interpretação ampliada da lei, decidiu por analogia, o que não é possível contra o réu."&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: http://www.jurid.com.br/&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-247819230398165365?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-02T15:03:52.800-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/Skz2gQT9wlI/AAAAAAAAADY/lfnWLcCJwTc/s72-c/justi%C3%A7a.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Maconha vicia?</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/maconha-vicia.html</link><category>maconha</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 17:45:00 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-4782339951289518837</guid><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Autor: Içami Tiba, conferencista, escritor, médico, orientador educacional, psicodramatista, psicoterapêuta e psiquiatra brasileiro. Famoso especialista no aconselhamento e terapia de jovens com problemas e suas famílias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; A maconha vicia e provoca dependência psicológica. Com base num levantamento, feito para se saber quantos se viciam após experimentarem drogas, ficou constatado que 50% dos que provaram maconha ficaram viciados, isto é, de cada dez pessoas que experimentam maconha, cinco acabam viciadas nela. &lt;p&gt;Cada droga apresenta um índice conhecido como Poder Viciante da Droga. No caso da maconha existe um poder viciante de 50%; da cocaína, de 80%; do crack, da heroína e da morfina há um poder maior que 80%.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;É preciso considerar ainda que 14% da população em geral é suscetível a algum vício. Se somarmos o poder viciante da droga com o Fator Viciável da pessoa, dificilmente esta escapará ao vício, se experimentar drogas viciantes.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A afirmação de que a maconha não vicia vem do próprio canabista (pessoa que fuma a Cannabis Sativa, nome científico da planta de que se extrai a maconha). Em geral, ninguém gosta de admitir que está viciado, pois isso significa estar submetido à droga. Não importa a freqüência; se a pessoa não resiste passar sem a droga e foi dominada pelo desejo de consumi-la, já está viciada. É claro que quanto mais freqüente for o uso e mais pesada for a droga, mais grave é o vício. Porém, para continuar alimentando a vaidade pessoal e a auto-estima, o viciado costuma afirmar: “eu paro quando eu quiser”. Mentira – Para ele mesmo e para os outros, porque geralmente todos os viciados querem parar com o vício, mas poucos conseguem. São os que não conseguem parar que usam o argumento de que maconha não vicia.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;A medicina já comprovou que a maconha produz uma dependência psicológica. Sua dependência física é que não está comprovada. Só se sabe que alguns canabistas apresentam uma discreta síndrome de abstinência, demonstrando assim a existência de certa dependência física. (Síndrome de abstinência é o conjunto de sintomas pela falta de droga(s) num organismo acostumado a ela(s).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Maconha: naturalmente devastadora&lt;/p&gt;&lt;p&gt;——————————————————————————–&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Fácil de cultivar e de encontrar, relativamente barata, capaz de dar um “barato” legal, amparada por quem defende sua liberação escorado em muletas científicas capengas, a maconha sai destruindo e detonando tanto quanto suas congêneres tidas como mais barra pesada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;——————————————————————————–&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O cigarro é prejudicial porque pode, além de matar quem fuma, matar quem não fuma. O álcool é problema de saúde pública em vários países (Ucrânia e Rússia, por exemplo, onde o hábito de se derrubar uma garrafa inteira de vodca, em goles únicos, é uma instituição). Mas, de longe, nenhuma dessas duas drogas causa tanta polêmica e discussão como a maconha. E tudo porque suas ações no organismo podem ser defendidas tanto por quem a estima como por quem a detrata. Quem ousa defender o cigarro com argumentos científicos sobre suas benesses? Pesquisadores ingleses tentaram e foram quase apedrejados. Com o álcool, o máximo que se pode dizer em seu benefício é que pequenas ingestões de vinho podem auxiliar o ritmo cardíaco (o chamado bom coles-terol). Passou disso, as defesas só se escoram nos tamancos emocionais que essas duas drogas proporcionam. Com a maconha é diferente. Suas propriedades terapêuticas são há muito tempo estudadas. E esse é o ringue em que se batem os contendores.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Para começo de conversa, ninguém usa espontaneamente a maconha por causa de suas propriedades terapêuticas. Usa porque gosta, já que ela induz, conforme o estilo de uso, a um estado narcótico que propicia ao usuário a fuga da realidade. Seja porque motivo for. Se ela beneficia alguma coisa no organismo do sujeito, o faz por tabela. Da mesma forma, a pessoa que bebe não o faz porque é bom para o coração. Faz porque gosta e, a depender dos tragos, também para dar uma escapadinha sabe-se lá para onde. A maconha está entre as primeiras drogas ilícitas a serem consumidas, até porque está presente no cotidiano do homem desde priscas eras. Ela aparece no Pen Ts’oo Ching, texto medicinal de origem chinesa, considerado o mais antigo do gênero no mundo (6.000 anos atrás), onde é indicada para asma, cólicas menstruais e inflamações da pele. Daí se pode aferir que a celeuma em torno de suas propriedades – nar-cotizantes e medicamentosas – são antigas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Uma vez que surgiu nesse texto chinês, tudo indica que fazia parte do herbário do imperador Nung, da China, há quase 5.000 anos. Outro tratado chinês de 2.000 anos indicava seu uso como anestésico em cirurgias. Já na medicina Ayurvédica da Índia, a maconha é recomendada como hipnótico, analgésico e espasmolítico. No Brasil, seus primeiros registros “medi-camentosos” são desse século. “Os que propunham o uso médico da maconha não apresentam nenhuma novidade pois, na primeira edição da Farma-copéia Brasileira, de 1929, a sua monografia incluía, junto com o extrato fluido (solução), o pó e a tintura (solução alcoólica) de cânhamo indiano (cannabis)”, afirma o Dr. José Elias Murad, em seu livro “Maconha: A Toxicidade Silenciosa” (Editora O Lutador, 1996, 250 págs.). Ele estende o assunto afirmando logo a seguir: ” Já na segunda edição editada em 1959, ela foi retirada porque os especialistas da época julgaram-na sem nenhum valor tarapêutico”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A tolerância com que se trata a comercialização da&lt;br /&gt;maconha talvez guarde relação com o modo de&lt;br /&gt;administração com que ela chega ao organismo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Hoje vários estudos foram e estão sendo conduzidos no sentido de verificar sua eficácia no tratamento de câncer, glaucoma, asma e epilepsia entre outros. Aventa-se a hipótese de que a maconha possa ter propriedades anestésicas e antiasmáticas. Pesquisadores debatem em torno de sua eficácia como estimulante de apetite e quadros anoréxicos. Isso quer dizer que os estudos a respeito de sua qualidade como medicamento prosseguem, o que dá munição para aqueles que defendem o uso “tolerável e responsável” da droga. A tolerância com que se trata a comercialização da maconha talvez guarde relação com o modo de administração com que ela chega ao organismo. A polícia, por exemplo, é muito mais rígida com outras drogas – cocaína e crack — do que com essa velha conhecida, quem sabe porque sua forma clássica de utilização resida numa relação muito próxima com o cigarro. Aliás, é comum que o cigarro seja a primeira droga com a qual a maconha é comparada.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A maconha é vendida em pequenas quantidades, normalmente suficientes para um ou dois cigarros. Feitas em trouxinhas de papel ou plástico conhecidas por “parangas”, consiste num cigarro de tamanho usual que pode ser consumido por até três usuários, dependendo da quantidade e qualidade da droga (a mistura, no Brasil, é feita com capim, folhas secas e esterco de boi entre outras “substâncias”). A fumaça é aspirada intensamente e a pessoa chega a prender a respiração – algumas vezes apertando o nariz com os dedos – para intensificar as conseqüências. Entre os utensílios mais utilizados pelos usuários estão os papéis para fechar o cigarro, conhecidos por “seda”, e pequenas piteiras conhecidas como “maricas”, usadas para fumar a droga até o fim do cigarro sem que para isso seja preciso queimar os dedos. Cachimbos também podem ser utilizados para o consumo, mas isso é raro porque pode consumir mais maconha para que sejam obtidos os mesmos efeitos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Derivada de um arbusto da família Moraceae que pode chegar a dois ou três metros de altura chamado Cannabis sativa, também conhecido como cânhamo, a maconha pode ser cultivada em praticamente todos os tipo de solo e clima, razão pela qual é utilizada em culturas tão diferentes como a África do Sul, os EUA, o Brasil e tantos outros. Planta dióica (ou seja, tem espécimes masculinos e femininos), sintetiza várias substâncias (chamadas coletivamente de canabinóides) dentre as quais os três principais são o canabinol, o canabidiol e uma substância conhecida como delta-9-tetrahidrocanabinol (ou simplesmente THC), que provoca alterações psíquicas importantes no usuário. O teor aproximado de canabinóides é de 2%, mas já se conseguiu teores da ordem de 11,8% no México e 27% na Holanda. A Cannabis indica, outra espécie da família, por sua rusticidade é cultivada a temperaturas baixas no Afeganistão e Paquistão. Seu teor de canabinóides é maior: cerca de 6%.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Na Bahia, um hectare de maconha dá lucro 45 vezes&lt;br /&gt;maior que o de tomate e 200 vezes mais que o de feijão.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Defensores de sua liberalização batem na tecla de que a Cannabis sativa pode fornecer inúmeros outros produtos além do cigarro de maconha. Seu caule e galhos lenhosos prestam-se à fabricação de roupas e sapatos. Certo deputado verde propôs a confecção desses vestuários com a fibra da marijuana. Com baixos teores de THC, a Adidas lançou nos EUA um tênis reciclável feito de fibras da Cannabis. Sugestivamente deu-lhe o nome de Chronic, gíria americana que designa o fumante de maconha. A Sharon’s Finest, companhia de comida natural da Califórnia, lançou o Hemp Rella, queijo à base de sementes de maconha. Cosméticos, detergentes e papéis podem ser gerados a partir da planta. Bem se vêem as múltiplas propriedades da planta que vai muito além da alucinógena e terapêutica. Mas se ficarmos somente na questão da droga veremos que ela se relaciona intimamente com outra questão que também opõe idéias: a questão econômica.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No Brasil, o plantio e a comercialização da maconha é uma atividade rendosa. Não é sem motivo que muitas pessoas abandonam o plantio de grãos. Na região conhecida como o “Polígono da Maconha”, região que vai de Petrolina, em Pernambuco, a Juazeiro, na Bahia, um hectare de maconha dá lucro 45 vezes maior que o de tomate e 200 vezes mais que o de feijão. A importância econômica da maconha para o sertão de Pernambuco, por exemplo, é notável. Quando a polícia destrói plantações, os traficantes fogem e param de dar emprego aos agricultores. Sem dinheiro, esses deixam de movimentar o comércio local e as vendas caem. Mas o plantio de maconha não está restrito ao Nordeste, ainda que esse responda por mais de 90% das plantações no Brasil. Norte, Sul e Sudeste já estão contabilizando bons lucros com seu cultivo, o que leva a polícia a dar batidas sistemáticas nessas regiões. Os traficantes contra-atacam: plantam em pequenas quantidades e as disfarçam em meio a outras culturas.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Se comparado ao que está sendo feito nos EUA, em termos de cultivo da planta, o tipo de manejo que se faz no Brasil é jurássico. Quando o governo Reagan (1980-1988) aumentou a pressão contra os plantadores, esses dispararam um processo de cultivo altamente sofisticado. Em vez de grandes plantações, passaram a abrigar a Cannabis em estufas montadas em apartamentos. Com pesquisa genética, alta tecnologia, manipulação de luminosidade, de nutrientes e dióxido de carbono, os cultivadores colocaram nas ruas dos EUA espécimes com um teor de THC mais alto e que completam a florada em apenas dois meses. Numa área de dois metros quadrados se concentram 100 pés de maconha. Tudo controlado por computadores que zelam também pela segurança dos cultivadores. Com softwares especialmente desenvolvidos eles podem se comunicar, dar alertas sobre a ação da polícia e escapar da prisão.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;A liberação lenta do THC no organismo faz com que seus&lt;br /&gt;efeitos se mantenham mesmo depois que se está sóbrio.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entre a população estudantil, o uso da maconha, além de provocar todos os efeitos conhecidos, causa a queda no rendimento escolar, quando não o abandono dos estudos. A Abraço – Associação Brasileira Comunitária e de Pais para a Prevenção do Abuso de Drogas, entidade de Belo Horizonte (MG) presidida pelo Dr. Murad, atendeu, entre novembro de 1991 e novembro de 1993, 325 pacientes. Segundo dados da instituição, 68,4% desses eram usuários de maconha e do total geral (325), 39% não estavam engajados em nenhum tipo de atividade escolar. Dados do Cebrid – Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas, entidade da Universidade Federal Paulista – Escola Paulista de Medicina, colhidos pelo professor Elisaldo Carlini em 10 capitais brasileiras, entre novembro de 1996 e novembro de 1997, indicaram que a maconha é a segunda droga ilícita mais utilizada, perdendo apenas para os solventes (veja “droga&amp;amp;Família” nº 2).&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Há como se imaginar o esboroamento da vida do usuário pesado da maconha. Como na grande maioria dos dependentes de outras drogas, o dependente da marijuana desenvolve uma série de artimanhas, subterfúgios, simulações que dificultam sua recuperação. Até porque ele não se considera doente da maconha. A liberação lenta do THC em seu organismo faz com que seus efeitos se mantenham mesmo depois que está sóbrio, para usar um jargão mais próximo do alcoolismo. Nesse sentido, as duas drogas – maconha e álcool – podem diferir radicalmente. “Quando um indivíduo, sob ação do álcool, procede de maneira alterada e, depois, sóbrio, é relembrado disso, ele tende a separar a sua pessoa deste tipo de atitude ou comportamento, com alegações do tipo “eu estava embriagado”, exemplifica o Dr. Murad. Com o usuário crônico de maconha ocorre que, mesmo sóbrio, ele permanece com a mesma personalidade desencadeada pela ação da droga, recusando-se a voltar “ao normal”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Kevin Mc Eneaney, da Phoenix House de Nova York (*) – uma das maiores instituições de tratamento de usuários crônicos de maconha –, afirma que “mesmo quando fica sem fumar, duas ou três semanas, ao invés de voltar ao normal, o usuário teimosamente fica no estado de “racionalidade” que desenvolveu induzido pela maconha”. O Prof. Sidney Cohen, da Faculdade de Medicina da Universidade da Califórnia, EUA (*), que fez um dos mais completos estudos sobre o uso da maconha naquele país, afirma que a toxicidade comportamental da maconha, proveniente do uso pesado da droga, mesmo por curtos períodos (entre três e seis meses, por exemplo), induz a sutis ou pronunciadas modificações no estilo de vida e nos objetivos do usuário. Quando consumida durante boa parte de horas em que está acordado, ele se entrega a uma sensível passividade e perda de interesse por atividades, pessoas e objetivos. Sua vida pode se esvair como a fumaça da maconha que exala e que o encanta.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Liberar o uso da maconha seria aumentar a maré de&lt;br /&gt;mortes por câncer, enfisema e edema pulmonar, bronquite,&lt;br /&gt;pneumonia, hipertensão arterial, infarto.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Ao contrário de outras drogas, não há casos comprovados de overdose por uso exclusivo de maconha. Com animais, entretanto, há casos registrados na França (década de 40) e em Viamão, Rio Grande do Sul (1995), quando animais morreram depois de ingerir grande quantidade da erva. Os que se batem por sua liberação afirmam que ela nunca matou ninguém. A relação uso-óbito realmente nunca foi confirmada, mas a participação da maconha como co-autora de morte entre usuários é mais do que comprovada. Já que é comparada ao cigarro, uma vez fumada, há como imaginar que tanto quanto o tabaco provoque, no mínimo, os mesmos malefícios. Liberar o uso da maconha seria aumentar a maré de mortes por câncer, enfisema e edema pulmonar, bronquite, pneumonia, hipertensão arterial, infarto. Como diminui os reflexos e debilita a atenção, acidentes de automóveis são mais comuns entre os usuários de maconha. Um levantamento feito no Canadá pelo Dr. Sterling Smith (*) mostrou que, entre os motoristas envolvidos em acidentes fatais, 16% deles haviam fumado maconha antes do evento.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Em defesa da Cannabis, pode-se dizer que seu uso exclusivo não leva seu usuário a cometer atos violentos, como é tão comum com o álcool, o crack e a cocaína. Ao que parece, ela não modifica a personalidade de quem a usa, apenas a potencializa. “A maconha é uma droga idiotizante”, afirma o Dr. Pablo Miguel Roig, psiquiatra do Instituto Greenwood, clínica de recuperação de São Paulo. “A psicose canábica é um quadro psiquiátrico muito grave, que se parece com a esquizofrenia paranóide, provocada pelo efeito narcotizante da maconha”, explica. O que não se sabe é se ela detona uma psicose preexistente ou se provoca esse tipo de psicose. O Dr. Murad afirma em seu livro que “cada vez mais as pesquisas indicam que o uso da maconha é a causa e não a conseqüência desses distúrbios psicológicos”. Só para ilustrar, no século XIX, o poeta Baudelaire escreveu o seguinte sobre a droga em seu livro “Paraíso Artificial”: “O cérebro e o organismo sobre os quais opera o haxixe oferecerão apenas seus fenômenos comuns; aumentados, é verdade, mas sempre fiéis às suas origens”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Nunca matou ninguém comprovadamente e não leva seus usuários a atos violentos. Certo. E quanto ao suicídio? É sabido que usuário de drogas, sejam elas quais forem, estão muito mais propensos a dar cabo da própria vida do que outras pessoas. Se foge da realidade por meio da droga, pode chegar um dia que nem ela esteja mais proporcionando isso. E é aí que a droga tornar-se um bilhete sem volta. O suicídio é a segunda causa de morte entre os jovens de 15 a 18 anos nos EUA, de acordo com o Dr. Murad. Em seu livro, ele afirma que um relatório americano concluiu que adolescentes daquele país constituem o único grupo etário cuja mortalidade subiu nas duas últimas décadas. “A razão principal disso”, continua, “é a deficiência para dirigir, provocada por álcool e outros drogas, e o suicídio relacionado com o uso de drogas”. O suicídio entre os adolescentes americanos triplicou nas duas últimas décadas, o que coincide com a epidemia de uso de drogas, principalmente a maconha.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Mistura de crack com maconha, o mix que compõe&lt;br /&gt;“a craconha” leva solvente, ácido, talco, mármore&lt;br /&gt;e outros componentes menos nobres.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Muitos profissionais que lidam com jovens usuários crônicos de maconha diagnosticam, com preocupante constância, crises psicóticas aliadas a estados depressivos com tendências suicidas. Se a maconha não provoca mortes diretamente pode, sem dúvida, provocá-las indiretamente, pelos efeitos do uso prolongado e/ou concomitante com outras drogas. Por isso, à maconha não deve ser debitada a exclusividade de um índice maior de suicídios entre seus usuários. No ano passado, a polícia do Rio de Janeiro estourou uma “boca de fumo” onde encontrou “craconha”. Mistura de crack com maconha, o mix que compõe “o produto” leva solvente, ácido, talco, mármore e outros componentes menos nobres ainda. O uso de maconha com álcool é comum e conhecer os processos usados pelo organismo para metabolizar a droga é suficiente para saber porque o corpo vai à lona e pode não se levantar mais: alguns canabinóides deprimem o centro do vômito que, como se sabe, é uma espécie de defesa do indivíduo alcoolizado para eliminar o álcool do organismo; ora se o vômito não ocorre, por estar deprimido o seu centro pela ação da maconha, é lógico que o risco de morte é muito mais pronunciado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entretanto, os gladiadores que defendem e atacam a maconha encontram-se no coliseu maior da discussão quando o tema é a propriedade medicamentosa da Cannabis. Os primeiros dizem que seus efeitos terapêuticos, em algumas situações, depõem a favor de sua liberação e demonstram que sua ação no organismo não é tão deletéria quanto se alardeia. Os segundos afirmam que, muito embora algumas ações benéficas da Cannabis tenham sido identificadas, drogas mais atuais, sintetizadas por laboratórios, são muito mais convenientes, eficazes, não possuem a ação narcotizante da droga e, portanto, desvestem (ou ao menos esmaecem bastante) a aura de “remédio” que os primeiros colocam na maconha. Essa é uma das discussões mais acesas e o fogo foi atiçado depois que a prestigiosa revista britânica New Scientist (www.newscientist.com) revelou que ninguém menos que a OMS – Organização Mundial de Saúde censurou um relatório produzido pelos seus próprios pesquisadores no qual os mesmos afirmam que a maconha faz menos mal que o álcool e o cigarro.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Segundo a revista, o estudo comparativo entre a maconha e outras drogas legais, que foi suprimido do relatório sob pressão da OMS, dizia que a maconha, se consumida na mesma escala do álcool e do cigarro, traria menos prejuízos ao organismo do que essas duas últimas. O relatório também concluía que embora existam provas dos efeitos prejudiciais do álcool sobre o feto, o mesmo não se podia dizer da Cannnabis porque os estudos não são conclusivos. O trabalho esclarece ainda que a maconha não causa bloqueio das vias respiratórias, enfisema pulmonar ou qualquer outro dano às funções pulmonares e vicia menos que o cigarro e o álcool. Alguns profissionais que participaram do estudo defendem a posição da OMS alegando que a pesquisa não é útil do ponto de vista social, uma vez que, no subliminar, pode induzir ao consumo da maconha. Seria uma autêntica “escolha de Sofia”, ou seja, se é para se drogar, se é para se entregar a algum vício, que o usuário danifique o seu organismo e sua mente com a droga menos prejudicial. Absurdo!&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“A maconha é uma droga idiotizante; ela está sendo&lt;br /&gt;divulgada como uma droga fraca, uma droga&lt;br /&gt;que faz menos mal do que o cigarro”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;No caso dos medicamentos antieméticos, muito embora o FDA – Food and Drugs Administration tenha liberado a comercialização de um produto à base de Cannabis para esse tipo de tratamento, as conclusões quanto à sua eficácia são discutíveis. Tanto o Marinol, utilizado nos EUA, quanto o Nabilone, presente no Canadá, são empregados em forma de cápsulas para o controle de crises de náuseas e vômitos em pacientes com câncer submetidos à quimioterapia. Resultados colhidos em algumas pesquisas demonstram que cerca de 30% a 50% dos pacientes realmente apresentam bons resultados, mas tais percentuais são achados principalmente em pessoas mais jovens e, mesmo assim, não foram melhores do que alguns dos antieméticos clássicos conseguiriam também produzir. Tais medicamentos são utilizados ainda na caquexia, uma condição muito presente nos pacientes HIV positivos, caracterizada pela ausência de apetite, com conseqüente surgimento de quadros anêmicos que concorrem para o agravamento da doença. Com o Marinol e o Nabilone, tais pacientes teriam seu apetite restaurado.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Dr. George Hyman, oncologista da Universidade da Colúmbia, EUA (*), afirma:”Como o THC é solúvel nas gorduras, não pode ser injetado por via endovenosa; administrado por via oral ou fumado, sua biodisponibilidade (que corresponde à quantidade ativa da droga que entra na corrente sangüinea) é de apenas 6% a 20%, o que fica bem abaixo da metoclopramida (Plasil), por exemplo, droga que pode ser administrada por via endovenosa e que dá uma biodisponibilidade de 100% com poucos efeitos colaterais e nenhuma ação mental”. Bem se vê que tudo o que diz respeito às propriedades terapêuticas da maconha ainda são objeto de estudos que devem ser aprofundados. Apesar de acompanhar o homem desde seus primórdios, a maconha obteve o interesse da comunidade científica apenas a partir de 1964, quando o pesquisador Raphael Mechoulan, da Universidade de Tel Aviv, Israel, extraiu e sintetizou o THC. “A maconha e o THC ainda não mostraram ser realmente úteis nas patologias descritas; mesmo quando suas ações são comprovadas, elas são inferiores às de outras drogas encontradas no mercado, que têm a vantagem de não apresentarem efeitos colaterais, principalmente psíquicos”, alerta o Dr. Murad.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;De tudo isso o que se pode inferir? Pelo menos uma coisa: maconha é droga. Alegar que ela possui alguma condição medicinal não tira seu cerne maior de droga. Se a sociedade continuar a bater nessa tecla, terá de permitir que a cocaína seja liberada (afinal, Freud tratou e se tratou com cocaína), a morfina, os ansiolíticos e toda um sorte imensa de drogas que possuem um subextrato de amenização de sintomas danosos ao organismo. “Volto a dizer: a maconha é uma droga idiotizante; ela está sendo divulgada como uma droga fraca, uma droga que faz menos mal do que o cigarro, que não tem conseqüência nenhuma e isso, além de ser uma mentira deslavada, é uma irresponsabilidade”, dispara o Dr. Roig. “Quando ouço o Gabeira, o Lobão, a Rita Lee divulgarem essa droga fico revoltado porque eles só alimentam uma população de adolescentes que usam ou vão usar maconha com conseqüências funestas como baixo rendimento escolar, atenção e memória alterados, desmotivação; e tudo isso leva a um desempenho, escolar e de vida, medíocre”, sentencia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;“Tenho visto usuários de drogas de 18 anos ou mais&lt;br /&gt;que quando se livram da maconha começam a brincar&lt;br /&gt;com miniaturas de carros ou bonecas”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Dr. Mitchell Rosenthal, diretor do Phoenix House, de Nova York (*), a maior instituição de tratamento de usuários de drogas dos EUA, enuncia, como que referendando o alerta do Dr. Roig, que “inúmeros adolescentes e jovens não vão amadurecer como deveriam, não terão os ganhos intelectuais que deveriam ter nos seus anos de crescimento, não se tornarão os cidadãos produtivos e capazes de que a sociedade precisa”. E o uso de maconha colabora decisivamente para isso. Para ilustrar, o Dr. Mitchell tira do jaleco uma conclusão extraída de pesquisas americanas que demonstram que “crescem as evidências de que, entre os adolescentes e os jovens, a maconha é uma das maiores causas de problemas psiquiátricos que os EUA vêm enfrentando”. Corroborando a assertiva do médico, o NIDA — National Institute of Drug Abuse (Instituto Nacional de Abuso de Drogas, dos EUA) informa que “a cada ano, aproximadamente, 60 mil pessoas, a maioria jovens brancos que vivem com os pais, procuram tratamento para problemas relacionados ao uso da maconha; esse tratamento, geralmente ambulatorial, dura quatro meses em média, registrando um índice de retorno de cerca de 20%.”&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Entorpecidos pela ação da maconha e drogas acessórias, o adolescente poderá fazer emergir uma pessoa com conceitos distorcidos. O cérebro, espremido e afetado por anos de uso das drogas, buscará referenciais dos momentos em que não estava afetado, levando o usuário a comportamentos incompatíveis com sua idade. Ele simplesmente pára de amadurecer e crescer no momento em que começa a se drogar. O Dr. Jason Baron, diretor médico do Hospital “Deer Park”, de Houston, EUA (*), que trata exclusivamente de usuários de drogas na idade de 14 a 25 anos, relata: “Tenho visto usuários de drogas de 18 anos ou mais que quando se livram da maconha começam a brincar com miniaturas de carros ou bonecas, tentando retornar ao tempo que não tiveram ou conheceram; felizmente, com tratamento adequado, pode-se ensinar-lhes certas habilidades que lhes permite recapturar a falta dos anos da infância ou adolescência perdidos”.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O Dr. Roig postula uma tese mais sombria quando afirma que a sociedade de hoje, por estar saturada, está descuidando das novas gerações. “Quando há saturação, a sociedade começa a machucar as novas gerações”. Ele fala de permissividade. É como se fosse a lei da evolução natural. A falta de controle dá raízes esquálidas e imaturas, mas abundantes, a uma geração que não está muito preocupada em herdar bons valores, não se agredir e nem aos outros. São essas pessoas, sem o menor verniz de cidadão (até porque, no caminho em que se encontram, não sabem o que é cidadania), que moldarão as próximas gerações. “Podemos prever o crescimento de uma população de imaturos, adultos não qualificados, vários deles incapazes de viver sem um suporte social, econômico e clínico; com o tempo, teremos um número inimaginável de cidadãos emocional, social e intelectualmente deficientes”, sinaliza o Dr. Rosenthal. Será que devemos assistir passivamente aos herdeiros desse mundo bebendo, fumando, injetando e inalando a morte em nome de uma individualidade torturada e entortada pelas drogas?&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-4782339951289518837?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-01T21:45:00.615-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>Crack denuncia uma sociedade falida</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/crcak-denuncia-uma-sociedade-falida.html</link><category>Entrevistas</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Tue, 07 Jul 2009 08:30:42 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-4300908102073158676</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkuMyWTi3WI/AAAAAAAAADA/_4VN8sEX5pM/s1600-h/ejul2009.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 150px; height: 150px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkuMyWTi3WI/AAAAAAAAADA/_4VN8sEX5pM/s200/ejul2009.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5353527378668871010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Para conversar sobre o drama do uso do crack e suas consequências, que atinge principalmente a juventude, convidamos Manoel Soares, jornalista e integrante da Central Única das Favelas (CUFA). Ele e muitos outros lutam para que os jovens tenham outras oportunidades, afastando-os da realidade de consumo de drogas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Manoel Soares,&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;jornalista e integrante da Central Única das Favelas (CUFA).&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.cufa.org.br/" target="_blank" class="interno"&gt;www.cufa.org.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;O consumo cada vez maior de crack é sintoma de que alguma coisa está errada?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;O crack se tornou o calcanhar de Aquiles de uma sociedade falida; uma sociedade que prega o consumo, o prazer, desvaloriza o que é o ser humano na sua mais pura essência. Ela ensinou às pessoas de uma geração que elas não tinham a menor possibilidade de alcançar a transcendência, porque a transcendência era ter. E essas pessoas não tinham. O que elas tinham era pouco e aí lhes surgiu ao alcance das mãos, pelo valor de cinco reais, uma substância que libera do cérebro muita serotonina. É uma combustão inevitável.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Essa droga coloca à prova nossas bases sociais. Faz o pai se perguntar: como é que estou tratando o meu filho? A mãe se pergunta: até onde eu estou sendo parceira da minha filha? Porque o crack gera um prazer infinitamente maior do que o corpo humano seria capaz de suportar. Em algumas situações, é mais forte do que o amor que o indivíduo sente pela própria mãe. Daí você pode calcular mais ou menos o que é a força do crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;E é consumido por todas as classes?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;Todo mundo que tiver um buraco no coração está vulnerável ao crack. Na classe média, você tem um bando de playboys, depressivos, que ficam trancados dentro de casa porque o pai quer fazer manutenção de sua riqueza ao invés de dar atenção pro filho. Mas por que este jovem vai fumar crack e não vai usar outras drogas? Por uma questão simples: o crack tira o risco da infecção causada pela heroína e é bem mais forte do que a cocaína. Ele produz um prazer momentâneo muito forte, um prazer muito intenso, e o jovem enlouquece.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;Podemos dizer que o crack se tornou uma epidemia?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;O crack é uma arma química de distribuição em massa. Aqui no Brasil, hoje, mata como a AIDS matou na África. O crack é uma pandemia. É de longe pior que a febre amarela, a dengue ou a gripe do “porquinho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;E gera muito sofrimento?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;Um cara, quando usa crack, se ele mora numa família de seis pessoas, ele fragiliza os mais jovens, manipula os mais velhos, rouba... Ele faz isso por toda a organização em que está envolvido. A característica forte do cara que consome droga é que ele faz com que todo o amor que qualquer pessoa sinta por ele seja usado a favor do seu vício.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Eu não sou a favor de ficar demonizando o usuário do crack, fazendo dele uma pessoa derrotada, canalha na sociedade. Mas eu acho que a sociedade tem sido injusta para com aqueles que não consomem crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Uma mãe, por exemplo, com seis filhos, quando tem um que consome crack, ela presta mais atenção naquele filho que consome do que nos outros cinco que não consomem. Os outros cinco podem não consumir o crack, mas eles migram para outros problemas que vão prejudicá-los. Então acho que a sociedade precisa ser mais madura para essa realidade e começar a falar da prevenção, fundamental e necessária. Sem prevenção, a gente vai para a cova.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;O que você diria para os jovens?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;Olha, eu já vi pessoas sob efeito de crack espancarem seus irmãos, bebês recém-nascidos, assassinarem a própria mãe... E aí se o cara vira pra mim e fala “eu quero experimentar o crack”, a única coisa que eu falo pra ele é: “faz o seguinte, querido, vai na BR e se atira logo na frente dum ônibus, que ao menos você se mata e não faz ninguém sofrer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O jovem que, com todas as informações que estão na rua, ainda assim se sente inclinado a experimentar o crack, não tem consciência. O que não serviu pra cocaína, virou crack. Então, não vou usar crack porque eu não sou lata de lixo. Só que o que a sociedade precisa entender é que por detrás da decisão desse jovem de fumar crack existe a responsabilidade também de cada um de nós.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;Qual é, então, a motivação do jovem para entrar nesse universo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;Qualquer coisa que não realiza a pessoa, que não dá o que você precisa, incentiva a entrar na droga. O jovem acha que pode andar a 250 km por hora no carro, acha que é indestrutível. E esse sentimento é que faz dele um ser tão suicida. O que faz o jovem achar que ele é mais forte do que o crack é esse sentimento natural da juventude. Só que esse sentimento da juventude é neurológico, fisiológico. A juventude sempre correu atrás de perigos mortais, seja através de bungee jump, seja através do sexo sem camisinha, todo mundo tenta alguma coisa perigosa. Só que no caso do crack, ele é realmente mortal. Vicia oito vezes mais do que a cocaína. Não tem volta. Essa geração está pagando o preço de algo que se usa e vai continuar pagando se não pisar no freio e se recondicionar a ponto de conter essa hemorragia social..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;E os efeitos no corpo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;O crack, na sua constituição, é um ácido sulfúrico. Fumando, derrama tudo no seu sistema respiratório. O crack derrete toda a mucosa, depois começa a derreter os neurônios do lóbulo central, e o que sobra dos neurônios passa a trabalhar a favor do vício. Por isso ele é tão definitivo. Alguns acham que resistiriam a uma provada de crack. E por achar isso é que usaram. Não sei se eu e você resistiríamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt; O crack está espalhado em todo mundo?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;Infelizmente, sim. O crack é um problema mundial. As periferias africanas consomem o crack. Os Estados Unidos consomem o crack, e de lá vem o seu nome. O mundo todo sofre com o crack há muito tempo. A questão toda é que o povo sofre em silêncio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;E o que dá para fazer?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;O crack é a chance de a humanidade voltar a olhar para seus valores, a chance de as pessoas voltarem a se olhar no espelho e dizer “e daí, velho, como é que eu estou criando o meu filho, como é que estou tratando minha família? Será que estou construindo uma base espiritual, psicológica, emocional pra toda minha família? Ou será que eu estou vivendo um dia após outro dia?”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Não sou contra a lógica de consumo, sou contra a lógica de consumo desenfreado. Eu sou contra o pai que não consegue fazer o dever de casa com o filho e dá uma calculadora pra ele, porque não vai conseguir ter tempo de ensinar ele a dividir. Eu sou contra uma mãe que não conseguiu horário para o seu filho e dá um videogame para ele. Nós estamos industrializando nossas relações humanas. Nós podemos mascarar as necessidades de relações humanas, mas nós não as substituímos. Tem um momento em que o coração chora, suplica. Mas como ele está acostumado a industrializar as suas sensações, ele pode industrializar suas sensações através do crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  São meninos, são meninas, é uma geração que não conheceu o amor verdadeiro de pai, de mãe. Porque se tivessem conhecido o amor verdadeiro de pai e de mãe, no momento cirúrgico do consumo, no momento em que iriam colocar a droga na boca, acender o isqueiro, essa voz, chamada consciência, iria falar mais alto e eles iriam soltar o cachimbo. Talvez seja isso que tenha feito com que eu e você não tenhamos fumado crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;b&gt;E o que fazem as autoridades diante do problema?&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;Há oito anos, quando nós saímos dizendo que o crack estava chegando, onde as pessoas estavam? Estavam tentando salvar baleias. Nada contra as baleias, só que assim eles inverteram as prioridades. É como as dez pragas do Egito. O faraó só se tocou da desgraça quando começaram a morrer os primogênitos. Os faraós de hoje também parecem esperar a morte de seus primogênitos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O investimento público brasileiro para a questão das drogas sempre foi pequeno. Deveria tratar o crack como arma química. A questão toda é que nós ainda discutimos o crack como quem discute a maconha. A gente vê nas comunidades os jovens fortemente viciados. O jovem acha que ele nunca vai morrer. Então ele acha que é mais forte do que o crack. O narcotráfico usa o jovem porque ali é uma reação em cadeia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mundo Jovem:&lt;/strong&gt; &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Diante dessa tragédia, é possível ainda ter esperança?&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Manoel Soares: &lt;/strong&gt;O crack decepa o nosso conceito social. O próprio tráfico de drogas, o próprio crime organizado tem medo do crack. A família, nesta situação, ou abre mão do usuário ou usa o crack junto com ele. Por enquanto, está sobrando esta opção. Poucos são os casos de famílias que conseguem recuperar. Eu, particularmente, recomendo que nunca desistam, mesmo que o quadro não seja esperançoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Para mim o indivíduo que brota depois do crack não é um membro da família, é um monstro que estava preso e saiu... Se o seu irmão dá um tiro na cabeça da sua mãe, o sentimento que você tinha por ele, de irmão, se esvai nessa hora, porque ele quebrou um valor primordial para você. É esta a lógica com o crack. O familiar não pode ser refém do crack. Ele tem que levar a sério porque é uma batalha eterna entre o certo e o errado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O que eu recomendo para uma família, que tem usuário de crack, é que evite que a mãe gerencie a situação, porque ele usa o amor dela contra ela. O ideal é que algum membro assuma a rédea com firmeza e trate o usuário não como um parente, mas como um dependente químico que precisa de ajuda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  O efeito do crack é liberar a serotonina do cérebro, de forma artificial e exagerada. Mas você tem como liberar serotonina correndo, comendo, tocando violão... Você não precisa do crack para fazer isso. Seja forte. Vai tocar o barco. A única coisa que você não pode fazer hoje é responsabilizar a sociedade pelos seus atos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;hr size="1" width="60%"&gt; &lt;div style="font-weight: bold;" class="subtitulo" align="center"&gt;O caminho da superação&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;  Trabalhamos a prevenção em forma de palestras, nas escolas, porque nós acreditamos que a palavra viva é muito importante. Geralmente não trabalhamos com ex-dependentes porque eles podem transmitir uma mensagem complicada, como se o cara pudesse ser consumidor e daqui a pouco se recuperar e ainda virar palestrante. Nós queremos mostrar que pessoas podem entender do tema sem nunca ter colocado a mão. Paralelo a isso também, nós levamos a exposição de fotos e nessas fotos tem um texto narrativo explicando o seu conteúdo. Levamos também o documentário “Falcão, meninos do tráfico”, uma realização da CUFA, com o rapper MV Bill.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Eu não digo que o jovem fique imune, mas ele fica mais consciente das abordagens do traficante porque, no fim das contas, o que nós tentamos fazer em nossas intervenções não é fazer uma lavagem cerebral na cabeça do jovem, mas estar no coração dele no momento da decisão. Haverá um momento onde o indivíduo vai dizer: vou ou não fumar. Então, nesse momento, nós entramos. Não que nós sejamos a tábua de salvação, mas é porque em todo o país nós assumimos o compromisso pessoal de trabalhar de corpo e alma para tentar resolver esse problema. Temos hoje uma abrangência mundial: estamos em 12 países e nos 27 estados brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;  Comunicamo-nos com mais de meio milhão de jovens de forma direta, e com mais de 12 milhões de jovens de forma indireta. E, apesar de as pessoas dizerem “ah, que legal isso que vocês fazem”, para nós isso ainda não significa nada, porque tem muita coisa ainda a ser feita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: &lt;a href="http://www.mundojovem.com.br/entrevista-07-2009.php"&gt;http://www.mundojovem.com.br/entrevista-07-2009.php&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-4300908102073158676?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-07T12:30:42.404-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkuMyWTi3WI/AAAAAAAAADA/_4VN8sEX5pM/s72-c/ejul2009.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">5</thr:total></item><item><title>Recuperação - 17º dia</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/recuperacao-17-dia.html</link><category>Tratamento</category><category>Minha história</category><category>Depoimentos</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 09:15:06 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-642133977135307023</guid><description>Olá, amigos leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou comemorando hoje meu 17º dia de recuperação. Apenas 17 dias não parece muito para qualquer pessoas. Mas é muito sim! É uma vítória, minha vitória.  São 17 dias longe do crack. Sem usar essa droga. Isso me deixa muito feliz, sei que estou no caminho certo a é preciso apenas continuar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foram 3 anos do mais puro vício, fumando cada vez mais e, claro, me afundando cada vez mais também. Fumei muito crack e minha dependência se tornou muito forte. Eram pelo menos 10 pedras no dia. A que ponto cheguei!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Era o fundo do poço e eu estava lá. Decidi que tinha que parar, deixar o crack. Parei! Por isso comemoro cada dia que se passa. Como já disse, o começo foi o mais difícil. A primeira semana foi agoniante. Esse 17 dias são uma glória e me dão a certeza de só é preciso força de vontade. Muita força de vontade, é claro! Me sinto mais distante da droga a cada dia que se passa, me linto mais livre. Sem mencionar a saúde. Essa sim está incrivelmente melhor. Acho que ja ganhei alguns bons quilos, já estão perguntando. Como é bom me sentir tão melhor! Isso me faz melhorar a cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Digo a todos, só depende de vocês! É a mais pura verdade. Pense, decida e pare! Foi assim que eu fiz. Sem a vontade própia, nada pode nos ajudar, nem as melhores clínicas. Quando se está "limpo" pode se perceber o quanto a droga te afeta e como elá é ruim. O crack é m,uito ruim e seu efeito é pior ainda. Não entendo como entrei nessa. O importante é que saí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Estou sem o crack ha 17 dias e tenho a certeza que será para sempre. Depende apenas de mim!&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-642133977135307023?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-01T13:15:06.865-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crack - O perfil do novo usuário.</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/crack-o-perfil-do-novo-usuario.html</link><category>Tratamento</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 08:55:10 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-2887432857634063587</guid><description>Perfil do usuário mudou: agora eles têm profissão e escolaridade e poder aquisitivo mais altos. Internação custa até R$ 14 mil&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;J.A., 26, está há três meses se tratando em uma clínica para dependentes químicos em Belo Horizonte. Viciado em crack, o "lixo da cocaína", o estudante de medicina, de classe média alta, viu sua vida ser destruída. Parou os estudos e abriu mão de todos os seus bens para poder comprar a droga, de efeito devastador. Foi levado à força para o tratamento pelos pais, que já não agüentavam mais sofrer com os efeitos do vício sobre a vida do filho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele é apenas um dos vários que lotam as instituições especializadas em tratamento de dependência química da capital mineira. O crack - antes usado quase exclusivamente por pessoas pobres, mendigos e meninos de rua - agora se alastra para classes com poder aquisitivo maior e vitimiza jovens e adultos. Prova disso é que, nos consultórios particulares, onde os tratamentos custam de R$ 6.000 a R$ 14 mil, a maioria dos pacientes já é formada por viciados do crack.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Centro Terapêutico Viva, no bairro Santa Efigênia, onde o tratamento de quatro meses custa R$ 14 mil, 99% dos pacientes são usuários de crack, isoladamente ou associado a outras drogas. De acordo com a diretora terapêutica da empresa, Cláudia de Oliveira Soares, há dez anos, os usuários dessa droga representavam menos de 50% do total de pacientes. "A grande maioria é adulto com até 50 anos, pessoas que conseguiram alcançar uma condição profissional e social elevada e que cursaram faculdades. Pessoas que perdem tudo porque os efeitos da abstinência do crack são muito intensos", relatou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na instituição Fazenda Renascer, cada mês de permanência significa um gasto de R$ 1.000. Em 1998, os dependentes de crack representavam entre 5% e 10% do total de pacientes. Hoje, já somam 70%. "Além dos usuários serem mais ricos, outro fenômeno novo é que começam a usar droga cada vez mais cedo, aos 12 ou 13 anos. Da maconha, passam rapidamente para a cocaína e, quando ela não faz mais efeito, mudam para o crack", explicou a psicóloga responsável pela triagem na clínica, Mônica Diniz Labruna.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mesma tendência se repete em clínicas como a Comunidade Resgate, onde em quatro anos o percentual de pessoas atendidas com a síndrome de abstinência por causa do crack passou de 70% para 90%. "Percebemos que esse aumento foi justamente entre empresários ou pessoas com grau de escolaridade maior", afirmou a coordenadora Maria Celuta Moraes. Em clínicas como Central Psíquica, no Anchieta, Centro Psicoterápico, no Mangabeiras, e na Clínica Mourão, no Vale do Sereno, todas na região Centro-Sul da capital, o aumento de tratamento de dependentes de crack também foi significativo, principalmente nos últimos quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A professora da Faculdade de Medicina da UFMG, Tatiana Mourão, afirma que a principal mudança é que o crack, antes restrito a partes isoladas nos centros degradados das cidades (espaços conhecidos como "cracolândias"), agora, é experimentado por pessoas que têm uma atividade social. "A proporção de uso em relação ao crack se inverteu e hoje vemos dependentes de crack com perfil que nunca imaginaríamos".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Saúde pública. Na rede pública de saúde, o crescimento da procura por tratamento de crack também cresceu. No Centro Mineiro de Toxicomania, em 1997, 20,61% dos pacientes consumiam a droga. No ano passado, este percentual passou para 37,12%, índice recorde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pais. Mais doloroso para os pais do que saber que o filho é usuário de crack é a hora de decidir interná-lo. A afirmação é da psicóloga Cláudia de Oliveira Soares. Ela acredita que, geralmente, as famílias de classe média e alta só percebem que o filho é dependente químico quando a situação já é grave.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Muitas vezes, os pais substituem o carinho e o afeto, a participação na vida do filho, por bens materiais e depois ficam com sentimento de culpa, que prejudica o tratamento", afirmou. De acordo com Cláudia, as famílias precisam entender a dependência como uma doença que precisa de tratamento. "Assim existe uma chance dessa família ter condições de vida melhores", disse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;FONTE: Jornal O Tempo, Belo Horizonte - Edição de 29Dez08&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-2887432857634063587?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-01T12:55:10.469-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total></item><item><title>Curitiba - Crack tornou o tráfico mais violento.</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/07/curitiba-crack-tornou-o-trafico-mais.html</link><category>Entrevistas</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Tráfico</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 08:46:03 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-8880716552607696144</guid><description>&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Entrevista com Luiz Fernando Delazari, secretário de Estado da Segurança Pública.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estimativas da Secretaria de Estado da Segurança Pública (Sesp) atribuem ao tráfico de drogas oito entre dez homicídios cometidos em Curitiba. Em São Paulo e Rio de Janeiro, o tráfico adquiriu proporções assustadoras. Os criminosos dominam certas regiões ou bairros da cidade, sobretudo as favelas. E, em Curitiba? A figura do “poderoso chefão” do crime existe? O recente caso de Hirosshe de Assis Eda, o Japonês, morto no último dia 4, ilustra o interesse dos criminosos em assumir o controle da venda de drogas na capital. Secretário de Segurança, Luiz Fernando Delazari afirma que a situação de Curitiba e região não se assemelha à das duas maiores cidades do Brasil graças à atuação de vários setores da polícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;De acordo com a polícia, o interesse de Japonês era dominar o tráfico no Centro de Curitiba. Em Curitiba e região metropolitana, existem traficantes que dominam regiões ou bairros, como ocorre em São Paulo e Rio?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Não. O tráfico no Rio, por exemplo, envolve criminosos com alto poder de fogo, com muito dinheiro, capazes de dominar comunidades e pagar agentes públicos. Aqui em Curitiba e região convivemos com traficantes de menor poder ofensivo. Isso se deve principalmente ao trabalho incansável de repressão ao tráfico feito pela polícia paranaense. Nós aqui no Paraná, além da Força Samurai da Polícia Militar, remodelamos e reforçamos o Dinarc (Divisão de Narcóticos), espalhamos os NRTDs (Núcleos de Repressão ao Tráfico de Drogas) em todo o Paraná, fazemos o trabalho preventivo do Proerd e temos um programa chamado 181 Narcodenúncia, considerado exemplar pelo Ministério da Justiça e já copiado por outros estados, que colabora muito com a polícia para a retirada de circulação de vários traficantes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como o crack assumiu o antigo reinado da maconha, pode-se dizer que houve também mudança no tráfico de drogas?&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt; &lt;p&gt;Foi uma mudança drástica. O crack, com seu intenso poder de dependência química somado ao baixo preço de aquisição, dizimou parte da nossa sociedade. Com seu poder avassalador ele escravizou e escraviza milhares de pessoas. É uma droga rápida e intensa. Em 15 segundos faz efeito no cérebro que chega a durar cinco minutos no organismo. Isso faz com que a pessoa queira cada vez mais e a leva inevitavelmente ao mundo da violência. Um pesquisador brasileiro que acompanhou durante cinco anos mais de 130 viciados em crack no começo dos anos 1990 mostra que 90% morreram em condições de violência e os outros 10% por overdose. O crack fez o tráfico ficar mais forte porque subjugou um exército de viciados cada vez mais violentos.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Era comum ouvir antigamente que o traficante era uma figura inteligente, porque não se envolvia com o produto que vendia. Baseado no que se viu no caso do Japonês, houve mudança de perfil do traficante?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;O caso deste traficante é um exemplo e não pode embasar um “modelo” de tráfico. Existem traficantes como ele e existem os que comandam matanças não se envolvendo diretamente (com o consumo da droga). Mas, no final das contas, todos eles são o estopim, a causa de milhares de crimes como homicídios, furtos e roubos que registramos hoje em dia.&lt;/p&gt; &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Em geral, especialistas indicam a conivência, participação ou omissão de policiais para o funcionamento do tráfico de drogas. A corrupção, nesses casos, realmente ocorre?&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;p&gt;Todo o crime organizado – tráfico de drogas, tráfico de armas, tráfico de pessoas e diversos outros – precisa da conivência do agente público para existir. Se não fosse a corrupção, os esquemas feitos com policiais, fiscais, juízes, promotores e outros agentes públicos dificilmente o crime organizado sobreviveria. Para conter a corrupção, são necessárias fiscalização constante, implacável e incansável e a punição rápida contra a atitude corrupta deste agente. Reduzir a impunidade é um dos caminhos para conter com mais eficiência a corrupção dos agentes públicos.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Fonte: http://portal.rpc.com.br/gazetadopovo&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-8880716552607696144?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-01T12:46:03.116-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>A "Ficha Técnica" do Crack.</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/ficha-tecnica-do-crack.html</link><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:45:49 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-7067099037848442743</guid><description>&lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nome:&lt;/strong&gt; A origem do nome crack tem duas versões: uma delas diz que o nome vem do barulho que a pasta de cocaína faz quando é aquecida – geralmente em panelas simples – com bicarbonato de sódio e água. A pasta resseca e estoura [crack] formando pequenas pedras. A outra é parecida, mas diz que são os cristais (as pedras) que fazem o barulho quando o usuário está fumando.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;strong&gt; A origem:&lt;/strong&gt; Crack, cocaína em pó e merla têm origem na pasta base feita a partir das folhas de coca. A diferença é que a cocaína em pó necessita de um &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=Vr1yE3B9DQQ&amp;amp;feature=related"&gt;refino mais elaborado&lt;/a&gt; para apurar a substância e deixá-la pura. O crack e a merla são feitos da borra desta pasta base, geralmente com o que sobra do refino da cocaína, e são mais impuros.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Como é consumido:&lt;/strong&gt; As pedras são aquecidas e geralmente são fumadas em cachimbos, cigarros e até mesmo em latas de alumínio. Para garantir melhor aproveitamento da fumaça, os usuários procuram tampar a boca do cachimbo com plástico. Também é comum utilizar palha de aço ou cinzas de cigarro no cachimbo para conseguir a brasa. Algumas vezes, as pedras são misturadas ao tabaco ou à maconha. Veja o &lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=aUTDMVf7j_w&amp;amp;feature=related"&gt;vídeo&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Os efeitos:&lt;/strong&gt; Euforia, bem estar, aumento da pressão arterial. Sob efeito do crack é comum que o usuário tenha alucinações e fique paranóico, com ilusões de perseguição. Os efeitos são sentidos em até 15 segundos e duram cerca de um minuto, chegando a, no máximo, cinco minutos. Após o uso, o indivíduo sente intensa depressão e necessidade aguda de fumar novamente para compensar o mal-estar. O nível de dependência é alto, podendo acontecer instantaneamente, na primeira vez que se fuma a droga.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeitos físicos a longo prazo:&lt;/strong&gt; Esgotamento físico e mental provocado pelos vários dias sem dormir ou comer. Pesquisa aponta a perda do apetite sexual em 72% das mulheres e 66% dos homens. A droga também provoca a degeneração dos músculos do corpo, efeito também causado pelo uso continuado de cocaína em pó.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Efeitos sociais:&lt;/strong&gt;A forte excitação provocada pelo uso da droga e a agitação prejudicam atividades cotidianas como estudo ou trabalho. O usuário também pode se tornar agressivo. Apesar do baixo preço, o usuário gasta muito para suprir a necessidade constante de consumo. Furtos dentro de casa tornam-se comuns e complicam a convivência familiar. Por esse motivo, muitos usuários passam a viver na rua. Para conseguir dinheiro, os dependentes também recorrem a assaltos e à prostituição.&lt;/p&gt;             &lt;p style="font-style: italic;"&gt;Fontes: Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid) da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad)&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Assista aos vídeos e saiba mais:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-style: italic;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="250" height="180"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/jxAitroVBnI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/jxAitroVBnI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="250" height="180"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="250" height="150"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/qUklSyY7S5s&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/qUklSyY7S5s&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="250" height="180"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="250" height="180"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ShxJOOK_PkM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ShxJOOK_PkM&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="250" height="180"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="250" height="180"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/-NAn9B5cX-g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/-NAn9B5cX-g&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="250" height="180"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-7067099037848442743?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-30T02:45:49.866-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/jxAitroVBnI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" length="1036" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/jxAitroVBnI&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" fileSize="1036" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Nome: A origem do nome crack tem duas versões: uma delas diz que o nome vem do barulho que a pasta de cocaína faz quando é aquecida – geralmente em panelas simples – com bicarbonato de sódio e água. A pasta resseca e estoura [crack] formando pequenas ped</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Vencedor)</itunes:author><itunes:summary> Nome: A origem do nome crack tem duas versões: uma delas diz que o nome vem do barulho que a pasta de cocaína faz quando é aquecida – geralmente em panelas simples – com bicarbonato de sódio e água. A pasta resseca e estoura [crack] formando pequenas pedras. A outra é parecida, mas diz que são os cristais (as pedras) que fazem o barulho quando o usuário está fumando. A origem: Crack, cocaína em pó e merla têm origem na pasta base feita a partir das folhas de coca. A diferença é que a cocaína em pó necessita de um refino mais elaborado para apurar a substância e deixá-la pura. O crack e a merla são feitos da borra desta pasta base, geralmente com o que sobra do refino da cocaína, e são mais impuros. Como é consumido: As pedras são aquecidas e geralmente são fumadas em cachimbos, cigarros e até mesmo em latas de alumínio. Para garantir melhor aproveitamento da fumaça, os usuários procuram tampar a boca do cachimbo com plástico. Também é comum utilizar palha de aço ou cinzas de cigarro no cachimbo para conseguir a brasa. Algumas vezes, as pedras são misturadas ao tabaco ou à maconha. Veja o vídeo. Os efeitos: Euforia, bem estar, aumento da pressão arterial. Sob efeito do crack é comum que o usuário tenha alucinações e fique paranóico, com ilusões de perseguição. Os efeitos são sentidos em até 15 segundos e duram cerca de um minuto, chegando a, no máximo, cinco minutos. Após o uso, o indivíduo sente intensa depressão e necessidade aguda de fumar novamente para compensar o mal-estar. O nível de dependência é alto, podendo acontecer instantaneamente, na primeira vez que se fuma a droga. Efeitos físicos a longo prazo: Esgotamento físico e mental provocado pelos vários dias sem dormir ou comer. Pesquisa aponta a perda do apetite sexual em 72% das mulheres e 66% dos homens. A droga também provoca a degeneração dos músculos do corpo, efeito também causado pelo uso continuado de cocaína em pó. Efeitos sociais:A forte excitação provocada pelo uso da droga e a agitação prejudicam atividades cotidianas como estudo ou trabalho. O usuário também pode se tornar agressivo. Apesar do baixo preço, o usuário gasta muito para suprir a necessidade constante de consumo. Furtos dentro de casa tornam-se comuns e complicam a convivência familiar. Por esse motivo, muitos usuários passam a viver na rua. Para conseguir dinheiro, os dependentes também recorrem a assaltos e à prostituição. Fontes: Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e Observatório Brasileiro de Informações sobre Drogas (Obid) da Secretaria Nacional Antidrogas (Senad)Assista aos vídeos e saiba mais: </itunes:summary><itunes:keywords>Todos, Matérias, Crack</itunes:keywords></item><item><title>Brasília - Crack ganha espaço e seduz classe média</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/brasilia-crack-ganha-espaco-e-seduz.html</link><category>Notícias</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 29 Jun 2009 22:47:03 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-3045464776663135487</guid><description>&lt;span class="assinatura1"&gt;&lt;block&gt;&lt;br /&gt;Marco Antonio Soalheiro*&lt;/block&gt;                       &lt;br /&gt;                       &lt;i&gt;&lt;block&gt;Repórter da &lt;a href="http://www.agenciabrasil.gov.br/noticias/2009/03/09/materia.2009-03-09.2464596554/view"&gt;Agência Brasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/block&gt;&lt;/i&gt;&lt;/span&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Brasília&lt;/span&gt; - Por muito tempo, a imagem do &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; esteve associada a moradores de rua e usuários de baixa renda. Mas há indícios de que o consumo da droga ganha espaço progressivamente nas classes de renda maior. Em clínicas e grupos terapêuticos de Brasília, representantes da classe média que se renderam ao &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; não são mais raridade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Famílias de áreas nobres da cidade experimentam os trágicos efeitos da droga. Carla, 30 anos, mora com a tia em uma área central de Brasília e começou a usar droga aos 12 anos Aos 28, veio a experiência com o &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;: ela fugiu de uma clínica em São Paulo e comprou 20 pedras na cidade de Suzano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com dois filhos, um de 11 anos e outro de 8, Carla tenta hoje se recuperar do vício: “O &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; está na classe média e tem muita mulher usando. Está começando mais cedo. Hoje você encontra meninas de 14, 15 anos, já no fundo do poço", conta Carla. "Há três anos, Brasília estava começando a abrir para o &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;. Você ia na boca e não encontrava pedra."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Brasília está virando uma segunda São Paulo. Você encontra droga em qualquer esquina. Nunca vi aqui em Brasília tanto &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; como agora em 2009", observa o ex-usuário Maurício, 31 anos. &lt;/p&gt;&lt;p class="western" lang="pt-BR"&gt; &lt;/p&gt;Para saciar o desejo de consumir &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;, Carla caiu na criminalidade. "Você começa a fazer coisas que fogem de todos os princípios. Não cheguei a me prostituir, mas cheguei a roubar. Eu trabalhava mas meu dinheiro não dava."&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jéssica, 22 anos, moradora de uma área central de Brasília, experimentou o &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; por influência de uma amiga. "O consumo de &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; está crescendo em Brasília. Antes não se ouvia falar de &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;. Os traficantes da 109 sul [&lt;i&gt;quadra comercial e residencial da cidade&lt;/i&gt;] vendiam só maconha, cocaína e, às vezes, merla. Agora vendem e usam &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;.”&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após seis internações, Jéssica se diz disposta a reescrever sua história. Ela tem consciência de que as perdas não foram poucas com a experiência. "Deixei de estudar, de me formar, perdi um emprego no Ministério da Agricultura, bati carro várias vezes. O efeito [&lt;i&gt;do crack&lt;/i&gt;] dura menos, e a fissura é maior. Acaba de fumar, dá uns dois minutos, e você fica desesperado querendo mais. Me envolvia com assaltante, traficante, prostituta."&lt;/span&gt;&lt;span lang="pt-BR"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;GP, 33 anos, é ex-usuário de drogas e tem origem numa família rica. Ele estima ter gasto mais de R$ 300 mil por causa do vício, especialmente após passar a consumir &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;. Perdeu carro, foi roubado e garante que o &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; não é mais droga de pobre. "Hoje estou vendo &lt;i&gt;playboy&lt;/i&gt; chegar de BMW para comprar pedra e depois terminar na rua doidão. Já vi gente vender até a porta de casa." &lt;/span&gt;&lt;p class="western"&gt; &lt;/p&gt;Dados policiais confirmam que o &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; avança no Distrito Federal em substituição à merla. Somente no ano passado, a Polícia Civil apreendeu  mais de 4 quilos de &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;, suficientes para mais de 10 mil porções de consumo. &lt;p class="western" lang="pt-BR"&gt; &lt;/p&gt;"O &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; é mais fácil de portar. São pequenas pedras comercializadas. A merla é colocada em latas, é difícil para esconder. Em uma caixa de fósforos, é possível guardar cerca de 50 porções de &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt;. A merla é volátil, em poucos dias dissolve, enquanto o &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; dura vários dias em condição de ser consumido", explica o chefe da Coordenação de Repressão às Drogas da Polícia Civil do Distrito Federal, delegado João Emílio de Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de o &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; ser uma droga mais agressiva na geração de dependência, a Polícia Civil do DF acredita que a ausência de punições rígidas para usuários faz o consumo crescer entre a classe média. "A lei tornou-se muito branda em relação ao usuário e ele está pouco ligando quando é preso portando droga para consumo pessoal. Ele vem à delegacia, passa aqui meia hora, assina um termo de comparecimento ao Juizado Especial, mas não liga", afirma Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Moradora da Vila Planalto (próximo ao Palácio do Planalto), Márcia, 58 anos, mãe de um usuário de &lt;i&gt;crack&lt;/i&gt; em tratamento, sentiu em casa a transformação do filho. "Ele era um cara limpo, arrumado, mas passou a ser um cara que não se importava com nada. Parecia sempre deprimido. Cheque, bolsa e dinheiro não podia deixar em qualquer lugar. Eles vasculham tudo numa rapidez que ninguém entende."  &lt;!-- .replace('&lt;p&gt;','').replace('&lt;/p&gt;','') --&gt;                       &lt;br /&gt;                     &lt;br /&gt;                       &lt;span class="rodape1"&gt;* Todos os nomes de usuários de crack, ex-usuários, jovens e crianças desta reportagem especial são fictícios // Colaborou Daniella Jinkings&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assista:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="250" height="180"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UoNaDWWsORc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/UoNaDWWsORc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="250" height="180"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="250" height="180"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/b2tVY0f0xcc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/b2tVY0f0xcc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="250" height="180"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="250" height="180"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/hoiNjockrWU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/hoiNjockrWU&amp;hl=pt-br&amp;fs=1&amp;" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="250" height="180"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-3045464776663135487?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-30T02:47:03.487-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><enclosure url="http://www.youtube.com/v/UoNaDWWsORc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" length="1035" type="application/x-shockwave-flash" /><media:content url="http://www.youtube.com/v/UoNaDWWsORc&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;fs=1&amp;amp;" fileSize="1035" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Marco Antonio Soalheiro* Repórter da Agência Brasil Brasília - Por muito tempo, a imagem do crack esteve associada a moradores de rua e usuários de baixa renda. Mas há indícios de que o consumo da droga ganha espaço progressivamente nas classes de renda </itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Vencedor)</itunes:author><itunes:summary> Marco Antonio Soalheiro* Repórter da Agência Brasil Brasília - Por muito tempo, a imagem do crack esteve associada a moradores de rua e usuários de baixa renda. Mas há indícios de que o consumo da droga ganha espaço progressivamente nas classes de renda maior. Em clínicas e grupos terapêuticos de Brasília, representantes da classe média que se renderam ao crack não são mais raridade. Famílias de áreas nobres da cidade experimentam os trágicos efeitos da droga. Carla, 30 anos, mora com a tia em uma área central de Brasília e começou a usar droga aos 12 anos Aos 28, veio a experiência com o crack: ela fugiu de uma clínica em São Paulo e comprou 20 pedras na cidade de Suzano. Com dois filhos, um de 11 anos e outro de 8, Carla tenta hoje se recuperar do vício: “O crack está na classe média e tem muita mulher usando. Está começando mais cedo. Hoje você encontra meninas de 14, 15 anos, já no fundo do poço", conta Carla. "Há três anos, Brasília estava começando a abrir para o crack. Você ia na boca e não encontrava pedra." "Brasília está virando uma segunda São Paulo. Você encontra droga em qualquer esquina. Nunca vi aqui em Brasília tanto crack como agora em 2009", observa o ex-usuário Maurício, 31 anos. Para saciar o desejo de consumir crack, Carla caiu na criminalidade. "Você começa a fazer coisas que fogem de todos os princípios. Não cheguei a me prostituir, mas cheguei a roubar. Eu trabalhava mas meu dinheiro não dava." Jéssica, 22 anos, moradora de uma área central de Brasília, experimentou o crack por influência de uma amiga. "O consumo de crack está crescendo em Brasília. Antes não se ouvia falar de crack. Os traficantes da 109 sul [quadra comercial e residencial da cidade] vendiam só maconha, cocaína e, às vezes, merla. Agora vendem e usam crack.” Após seis internações, Jéssica se diz disposta a reescrever sua história. Ela tem consciência de que as perdas não foram poucas com a experiência. "Deixei de estudar, de me formar, perdi um emprego no Ministério da Agricultura, bati carro várias vezes. O efeito [do crack] dura menos, e a fissura é maior. Acaba de fumar, dá uns dois minutos, e você fica desesperado querendo mais. Me envolvia com assaltante, traficante, prostituta." GP, 33 anos, é ex-usuário de drogas e tem origem numa família rica. Ele estima ter gasto mais de R$ 300 mil por causa do vício, especialmente após passar a consumir crack. Perdeu carro, foi roubado e garante que o crack não é mais droga de pobre. "Hoje estou vendo playboy chegar de BMW para comprar pedra e depois terminar na rua doidão. Já vi gente vender até a porta de casa." Dados policiais confirmam que o crack avança no Distrito Federal em substituição à merla. Somente no ano passado, a Polícia Civil apreendeu mais de 4 quilos de crack, suficientes para mais de 10 mil porções de consumo. "O crack é mais fácil de portar. São pequenas pedras comercializadas. A merla é colocada em latas, é difícil para esconder. Em uma caixa de fósforos, é possível guardar cerca de 50 porções de crack. A merla é volátil, em poucos dias dissolve, enquanto o crack dura vários dias em condição de ser consumido", explica o chefe da Coordenação de Repressão às Drogas da Polícia Civil do Distrito Federal, delegado João Emílio de Oliveira. Além de o crack ser uma droga mais agressiva na geração de dependência, a Polícia Civil do DF acredita que a ausência de punições rígidas para usuários faz o consumo crescer entre a classe média. "A lei tornou-se muito branda em relação ao usuário e ele está pouco ligando quando é preso portando droga para consumo pessoal. Ele vem à delegacia, passa aqui meia hora, assina um termo de comparecimento ao Juizado Especial, mas não liga", afirma Oliveira. Moradora da Vila Planalto (próximo ao Palácio do Planalto), Márcia, 58 anos, mãe de um usuário de crack em tratamento, sentiu em casa a transformação do filho. "Ele era um cara limpo, arrumado, mas passou a ser um cara que não se importava com nada. Parecia sempre deprimido. Cheque, bolsa e dinh</itunes:summary><itunes:keywords>Notícias, Todos, Matérias, Crack</itunes:keywords></item><item><title>Dez maneiras de manter a mente afiada</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/dez-maneiras-de-manter-mente-afiada.html</link><category>Tratamento</category><category>Todos</category><category>Saúde</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 29 Jun 2009 00:32:40 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-4018504017622402608</guid><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkhuD0w0p-I/AAAAAAAAACY/qdpzrSpYsvA/s1600-h/mais-inteligente-g.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5352649169111918562" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 178px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkhuD0w0p-I/AAAAAAAAACY/qdpzrSpYsvA/s320/mais-inteligente-g.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Que nossas juntas e nossos músculos vão perdendo a força enquanto envelhecemos é aceitável. Mas passar por essa situação com redução da nossa capacidade mental é algo impossível de ser tolerado.&lt;br /&gt;Confira dez maneiras, comprovadas pela ciência, de manter sua mente afiada:&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;1. Faça alguma coisa! – cientistas começam a achar que exercício aeróbico pode ser a coisa mais importante para a manutenção de um cérebro ativo e saudável. Para manter sua mente em forma, o ideal é, no mínimo, meia hora de atividades físicas todos os dias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;2. Coma bem – uma dieta de baixa glicemia (muitas fibras, com quantias moderadas de gorduras e proteínas) é consumida pelo corpo de forma mais lenta do que as dietas de alta glicemia (doces). É preciso manter um ritmo normal na digestão, para que a energia transmitida ao cérebro seja a mais constante possível&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;3. Observe sua dieta – tanto muitas quanto poucas calorias podem atrapalhar as funções básicas de seu cérebro. &lt;/span&gt;&lt;a oncontextmenu="return false;" onmouseover="hw7301584522431(event, this, '1869406551'); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='solid';" style="CURSOR: hand; COLOR: #0000ff; BORDER-BOTTOM: 1px dotted; TEXT-DECORATION: underline" onclick="hwClick7301584522431(1869406551);return false;" onmouseout="hideMaybe(event, this); this.style.cursor='hand'; this.style.textDecoration='underline'; this.style.borderBottom='dotted 1px'; " href="http://hypescience.com/dez-maneiras-de-manter-a-mente-afiada/#"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Dietas&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt; extremas podem levar a distração, confusão e perda de memória.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;4. Cuide de seu corpo – as doenças que podem ser prevenidas – como diabetes do tipo II, obesidade e hipertensão – também afetam seu cérebro. Essas doenças estão conectadas com falhas no sistema cognitivo de nossos cérebros. Cuide de sua saúde física que sua saúde mental também estará bem.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;5. Sono de beleza – quando dormimos e sonhamos, as memórias são selecionadas. Algumas são descartadas e outras ficam em nossa lembrança. Quando não dormimos, ou quando não dormimos bem, proteínas bloqueiam as sinapses (parte dos neurônios que fazem a ligação com outros, associando as lembranças) e fica mais difícil aprender novas coisas e até mesmo pensar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;6. Tome seu cafezinho – evidências cada vez maiores sugerem que o hábito de ingerir cafeína pode proteger o cérebro. A substância aumenta a capacidade cognitiva e seus consumidores tem menos chance de desenvolver o mal de Alzheimer. Na verdade, ainda não está claro se os benefícios vêm da cafeína ou de outros antioxidantes presentes no café – mas os cientistas confirmam que é sempre bom tomar o cafezinho, seja no trabalho ou em casa.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;7. Coma peixe – algumas teorias creditam a evolução mental dos humanos a uma dieta rica em peixe. Nesse tipo de carne há essenciais ácidos graxos, como ômega 3, que são necessários para o desenvolvimento cognitivo. Além disso, sabe-se que também são benéficos no tratamento contra a depressão.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;8. Relaxe – o stress pode ser um grande inimigo de uma mente saudável e ágil. Ele faz com que substâncias químicas nocivas ajam sobre áreas do cérebro envolvidas na memória. Alguns cientistas suspeitam que um estilo de vida balanceado, cheio de atividades relaxantes, como yoga e artesanato, podem atrasar a perda de memória característica da velhice, reduzindo o stress.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;9. Não use suplementos – os suplementos estão em uma má fase, ultimamente. As vitaminas, de acordo com os cientistas, são, na maioria das vezes, um gasto sem motivo de dinheiro. Pílulas que dizem melhorar a capacidade do cérebro, como ginko-biloba e melatonina podem ir direto para o lixo. Isso porque, apesar de suas origens “naturais”, elas não estão livres de efeitos colaterais, como alta pressão sanguínea, problemas digestivos, problemas de fertilidade e depressão. E, entre indivíduos saudáveis, essas pílulas oferecem os mesmos benefícios do que um placebo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;10. Provoque seu cérebro – seja com sudoku, quebra-cabeças e outros desafios para o cérebro, esse tipo de exercício, acredita-se, deixa sua mente em forma. Mas isso não foi comprovado pela ciência. O que sabemos é que a falta de estudo é uma das razões que causa o declínio mental. Quanto mais você tenta aprender, menores são suas chances de ter um cérebro “lento” na velhice. A chave para isso é tentar compreender novidades, sentir o desafio do desconhecido. Você se sente mais desafiado montando um quebra-cabeça novo do que aquele que já montou e desmontou várias vezes. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/dez-maneiras-de-manter-a-mente-afiada/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.livescience.com/health/090423-sharp-mind-1.html"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Live Science&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-4018504017622402608?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-29T04:32:40.261-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkhuD0w0p-I/AAAAAAAAACY/qdpzrSpYsvA/s72-c/mais-inteligente-g.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Dez maneiras de manter a mente afiada.</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/dez-maneiras-de-manter-mente-afiada_29.html</link><category>Todos</category><category>Matérias</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Wed, 01 Jul 2009 08:33:45 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-4658873038296164221</guid><description>&lt;div&gt;Que nossas juntas e nossos músculos vão perdendo a força enquanto envelhecemos é aceitável. 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Cuide de seu corpo – as doenças que podem ser prevenidas – como &lt;a class="alinks_links" title="Dieta diabetes diabetico" onclick="return alinks_click(this);" href="http://hypescience.com/dieta-para-diabetes-qual-a-melhor/"&gt;diabetes&lt;/a&gt; do tipo II, obesidade e hipertensão – também afetam seu cérebro. Essas doenças estão conectadas com falhas no sistema cognitivo de nossos cérebros. Cuide de sua saúde física que sua saúde mental também estará bem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;5. Sono de beleza – quando dormimos e sonhamos, as memórias são selecionadas. Algumas são descartadas e outras ficam em nossa lembrança. Quando não dormimos, ou quando não dormimos bem, proteínas bloqueiam as sinapses (parte dos neurônios que fazem a ligação com outros, associando as lembranças) e fica mais difícil aprender novas coisas e até mesmo pensar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;6. 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Na verdade, ainda não está claro se os benefícios vêm da cafeína ou de outros antioxidantes presentes no café – mas os cientistas confirmam que é sempre bom tomar o cafezinho, seja no trabalho ou em casa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;7. Coma peixe – algumas teorias creditam a evolução mental dos humanos a uma &lt;a class="alinks_links" title="Dieta" onclick="return alinks_click(this);" href="http://hypescience.com/dieta-da-banana-matutina/" rel="external"&gt;dieta&lt;/a&gt; rica em peixe. Nesse tipo de carne há essenciais ácidos graxos, como ômega 3, que são necessários para o desenvolvimento cognitivo. Além disso, sabe-se que também são benéficos no tratamento contra a depressão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;8. Relaxe – o stress pode ser um grande inimigo de uma mente saudável e ágil. Ele faz com que substâncias químicas nocivas ajam sobre áreas do cérebro envolvidas na memória. Alguns cientistas suspeitam que um estilo de vida balanceado, cheio de atividades relaxantes, como yoga e artesanato, podem atrasar a perda de memória característica da velhice, reduzindo o stress.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;9. Não use suplementos – os suplementos estão em uma má fase, ultimamente. As vitaminas, de acordo com os cientistas, são, na maioria das vezes, um gasto sem motivo de dinheiro. Pílulas que dizem melhorar a capacidade do cérebro, como ginko-biloba e melatonina podem ir direto para o lixo. Isso porque, apesar de suas origens “naturais”, elas não estão livres de efeitos colaterais, como alta pressão sanguínea, problemas digestivos, problemas de fertilidade e depressão. 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O que sabemos é que a falta de estudo é uma das razões que causa o declínio mental. Quanto mais você tenta aprender, menores são suas chances de ter um cérebro “lento” na velhice. A chave para isso é tentar compreender novidades, sentir o desafio do desconhecido. Você se sente mais desafiado montando um quebra-cabeça novo do que aquele que já montou e desmontou várias vezes.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-4658873038296164221?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-07-01T12:33:45.706-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>O poder de cura da oração</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/o-poder-de-cura-da-oracao.html</link><category>Tratamento</category><category>Notícias</category><category>Todos</category><category>Matérias</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Mon, 29 Jun 2009 00:10:02 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-7002897272552767809</guid><description>&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;A saúde e a religião sempre estiveram relacionadas, principalmente em redes de oração em favor dos doentes. Mas isso realmente ajuda quem está doente? Por muito tempo, a resposta dos religiosos foi que sim. Agora uma pesquisa da Universidade de Brandeis, nos Estados Unidos, mostra que nas últimas quatro décadas os estudos sobre oração intercessora – em favor de pessoas à distância – dizem mais sobre seus pesquisadores do que sobre o verdadeiro poder de cura da oração. &lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;
&lt;br /&gt;Wendy Cadge, socióloga da Universidade, realizou um estudo com pesquisas médicas sobre a oração intercessora, feitas desde 1965, o primeiro ano em que estudos do tipo foram publicados em jornais médicos nos Estados Unidos. De acordo com a pesquisadora, a análise é “a primeira a traçar a história social da oração intercessora e a situá-las em seus contextos médicos e religiosos”. Cadge avaliou 18 estudos publicados sobre o assunto, publicados entre 1965 e 2006.
&lt;br /&gt;A pesquisadora afirma que os estudos formam um panorama interessante sobre as mudanças religiosas nos Estados Unidos, com a evolução das ideias sobre a relação entre religião e ciência médica. “Não sei por que médicos e cientistas realizaram esses estudos, mas as suas crenças religiosas parecem ter um papel nisso, além da curiosidade”, afirma Cadge. Os estudos mais antigos, conduzidos nos anos 60, se baseavam exclusivamente em religiões protestantes, com mais seguidores, enquanto os mais recentes foram se tornando mais conscientes quanto a outras religiões, e também estudam as orações cristãs, judaicas, budistas, entre outras. Alguns estudos afirmavam que as orações funcionavam, outros diziam que não.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Os pesquisadores que fizeram os estudos aplicavam metodologias científicas para estudar os efeitos da oração intercessora, mas Cadge afirma que a abordagem das pesquisas era cheias de falhas. Por exemplo, os pesquisadores perguntavam qual seria a “dosagem” certa de oração, e questionavam se as pessoas no grupo de controle que não recebiam as orações dos intercessores eram mesmo um grupo válido, já que suas famílias deviam estar rezando por eles.
&lt;br /&gt;“Cientistas tentaram ao máximo estudar algo que pode estar muito além dos seus conhecimentos”, afirma a socióloga. “Isso reflete mais sobre eles e suas crenças do que sobre a eficácia da oração”, diz.
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;Pesquisas sobre a oração intercessora têm sido feitas desde o século XIX, quando um cientista britânico fez um estudo para descobrir se reis recebiam mais orações – e mais graças, por consequência. A conclusão foi que não, mas que a oração pode ser uma forma de confortar as pessoas que oram, de qualquer modo. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/o-poder-de-cura-da-oracao/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.sciencedaily.com/releases/2009/06/090617154401.htm"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Science Daily&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;
&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-7002897272552767809?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-29T04:10:02.788-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total></item><item><title>Crianças problemáticas atrapalham outras ao seu redor</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/criancas-problematicas-atrapalham.html</link><category>Você sabia?</category><category>Todos</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Sun, 28 Jun 2009 23:58:14 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-622529791616636639</guid><description>&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Crianças problemáticas pioram a matemática, leitura e comportamento de seus colegas de classe de acordo com uma nova pesquisa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os pesquisadores da Universidade da Califórnia, Davis e Pittsburgh, nos EUA, fizeram referência cruzada de testes padronizados e registros disciplinares escolares com petições de medidas cautelares em casos de violência doméstica de mais de 40 mil estudantes de escolas elementares públicas entre 1995 e 2003.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os pesquisadores ligaram os casos de violência doméstica com 4,6% dos estudantes do ensino  fundamental de sua amostragem. Estas crianças tiveram notas 4% mais baixas em testes padronizados de leitura e matemática que seus colegas cujos pais não estavam envolvidos em casos de violência doméstica. Além do mais, crianças de casas com ligações a violência doméstica tinham 44% maior chance de serem suspensos da escola e 28% mais de serem disciplinados por causa de mau comportamento. O impacto diferiu entre os sexos, raças e níveis de renda.&lt;br /&gt;O problema não ficou limitado às crianças problemáticas: Os resultados dos exames caíram e problemas comportamentais aumentaram nos colegas também.&lt;br /&gt;Os meninos problemáticos causaram a maior parte do problema e muitos efeitos ocorreram em outros meninos. Colocar apenas um menino problemático em uma classe de 20 crianças reduz o escore geral da classe em 2% e aumenta em 17% a chance de que outro menino cometa uma infração disciplinar.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Meninas problemáticas, em contraste, tiveram um pequeno (e estatisticamente insignificante) impacto nos seus colegas. O estudo não investigou as razões para as diferenças entre os sexos.&lt;br /&gt;As descobertas tem importantes implicações tanto para políticas educacionais como sociais, segundo os pesquisadores.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;Os cientistas também enfatizaram que nem todas as crianças problemáticas em sala de aula venham de famílias que vivem violência doméstica, ou que crianças que vivem em ambientes com violência doméstica sejam necessariamente problemáticas. Mas violência doméstica é um indicador particularmente bom de uma criança problemática que causa problemas nas escolas e para os colegas, segundo os pesquisadores. &lt;/span&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/crianca-problematica-afeta-colegas"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;[&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://www.scientificblogging.com/news_releases/troubled_kids_drag_down_the_kids_around_them_also_says_study"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;ScientificBlogging&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;, &lt;/span&gt;&lt;a href="http://www.news.ucdavis.edu/search/news_detail.lasso?id=8765"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;UC Davis&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/"&gt;&lt;span style="font-family:arial;"&gt;]&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Fonte: &lt;/span&gt;&lt;a href="http://hypescience.com/crianca-problematica-afeta-colegas/"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;http://hypescience.com/crianca-problematica-afeta-colegas/&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-622529791616636639?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-29T03:58:14.366-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Peguena agonia! 11º Dia e lá vou eu...</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/peguena-agonia-11-dia-e-la-vou-eu.html</link><category>Minha história</category><category>Todos</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Thu, 25 Jun 2009 10:41:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-1556708723878933823</guid><description>&lt;span style="font-family: arial;font-size:100%;" &gt;Olá, amigos leitores!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou no meu 11º sem usar crack. Ótimo! Não foi muito difícil chegar até aqui. Precisei apenas me concentrar um pouco e aliei isso a um poco de força de vontade e estou aqui. A abstinência é estranha e me faz ver o mundo de outra forma, muito diferente. Claro que sempre tenho vontade, fico tenso, irritado, agoniado, manifesto os sintomas gerais. Claro, né! Afinal de contas usei Crack por três anos, diariamente. Mas sempre busco em mim uma motivação interior pra resistir a droga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só a mera decisão de parar de usar a droga não é suficiente. Você precisa mentalizar, visualizar-se recuperado e evitar qualquer coisa que possa te lembrar o passado. Nunca fique pensando em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; fumar. Se você ficar sempre pensando em &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;não&lt;/span&gt; fumar, sua vontade será muito maior e você dificilmente resistirá. O &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;"não"&lt;/span&gt; cria aquilo no seu subconsciente tudo o que vai conseguir é se imaginar fumando. Quando a vontade vier, ocupe sua mente. Ocupe se de coisas boas e produtivas! Pense em como melhorar sua vida. Imagine-se vivendo muito melhor sem o crack. Trabalhe duro! É a melhor maneira de se ocupar. E acima de tudo, tenha força de vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Simplesmente mentalizar, ter fé, acreditar, etc não bastam. Você precisa colocar seus pensamentos em prática. Isso é a "Força de Vontade". Isso significa viver o presente, focado no futuro. Os seus sonhos são sobre o futuro, mas você os constrói no presente. Viva um dia de cada vez, tendo a certeza que cumpriu bem o seu papel. Isso significa ser útil, socialmente falando, de alguma forma, significa colaborar com a sociedade em que vive. Os meios pra isso são o seu trabalho, sua família, seus vizinhos.Viva pra ser uma pessoa melhor a cada dia. Comece a ver o lado positivo das coisas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma parte muito importante! Ver o lado positivo de tudo. Para se livrar do vício você precisa de três fatores primordiais, são os que vão te colocar no caminho. Precisa "Ter Fé", "Forçca de Vontade" e acima de tudo, ser grato. Agradeça a tudo. Se acha que não tem motivo, agradeça por sua vida, agradeça por ter pelo menos pensado em se livrar do vício. Esse processo é sistêmico. Quanto mais se pratica, mais se pode agradecer e você se torna uma pessoa cada vez mais positiva e sua vida cada vez melhor. Pense que cada dia a mais sem a droga é um dia a mais pra agradecer. Seja grato as coisas ruins também, principalmente porque elas são sua melhores lições de vida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bom, como eu estava dizendo, Estou no meu 11º dia sem usar crack. Até aqui aqui tenho me mantido bem, firme, estável. Hoje de manhã, tempo frio e chuvoso, me deu uma vontade abrupta de fumar. Foi muito forte, cheguei a sentir o coração acelerar, cheguei a "sentir a onda". Voltei meu pensamento a 11 dias atrás, na tarde na qual havia acordado como um mendigo e decidido parar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Primeiro me lembrei da "DECISÃO" que tive. Depois foi do sentimento que tive em me imaginar livre, vivendo bem, com saúde, com dinheiro e feliz, de ver a minha "Fé". Vi então o quanto tinha pra agradecer, o quanto estou diferente, mais saudável, disposto, revigorado.Tinha um sentimento de "GRATIDÃO". Assim, minha "FORÇA DE VONTADE" pode superar essa pequena ansia. Quase que instantaneamente a vontade do crack passou. Isso me traz cada vez mais felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um pode se livrar! Tive a decisão de parar, por mim próprio, E tenho conseguido. &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Não uso medicamentos e também não procurei ajuda médica e/ou profissional. &lt;/span&gt;Eu sei que posso controlar, por mais difícil que seja e, além de tudo tenho muita fé, força de vontade e gratidão. Busco ocupar-me com uma boa leitura, estudos, trabalho, o &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;blog&lt;/span&gt;. Me ocupo o máximo que posso e sempre sorrio para o mundo, isso evita o stress e situações de nervosismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cuide também de sua saúde! Quanto mais água beber mais rápida será sua desintoxicação física. Beba muita água, sucos de fruta naturais, coma bastante vegetais. Os primeiro dias são os piores, então alimente-se bem. Ajude seu corpo a te ajudar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Qualquer um pode! um dia de cada vez...&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family: arial;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-1556708723878933823?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-25T14:41:37.508-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Montenegro Contra o Crack</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/montenegro-contra-o-crack.html</link><category>Campanhas</category><category>Todos</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Thu, 25 Jun 2009 08:29:40 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-8275517265120626490</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://www.montenegrocontraocrack.org"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 272px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkOXoyZMRzI/AAAAAAAAACI/8q0n3v60WPU/s400/mcc.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351287509224277810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkOXfcvvjrI/AAAAAAAAACA/JGxTuHl0kHI/s1600-h/mcc.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-8275517265120626490?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-25T12:29:40.559-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkOXoyZMRzI/AAAAAAAAACI/8q0n3v60WPU/s72-c/mcc.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Crack - Uma droga feita para destruir</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/crack-uma-droga-feita-para-destruir.html</link><category>Sobre DROGAS</category><category>Todos</category><category>Crack</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Wed, 24 Jun 2009 21:22:47 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-1946132801594449624</guid><description>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkL7aLrwFvI/AAAAAAAAABU/LcG_PYUpQKA/s1600-h/A_pedra_mata.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 134px; height: 200px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkL7aLrwFvI/AAAAAAAAABU/LcG_PYUpQKA/s200/A_pedra_mata.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351115734501037810" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkL6abqOQtI/AAAAAAAAABE/RLFRd0A7LV0/s1600-h/180px-Crack.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 180px; height: 193px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkL6abqOQtI/AAAAAAAAABE/RLFRd0A7LV0/s200/180px-Crack.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5351114639277966034" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Ao                        contrário da maioria das drogas, o crack não                        tem sua origem ligada a fins medicinais ou ritualísticos:                        ele já nasceu como uma droga para viciar e alterar                        o estado mental do usuário. &lt;/span&gt;                     &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; O Crack surgiu da cocaína, sendo difícil dizer quando                        e onde realmente ele apareceu pela primeira vez.  Consiste em uma mistura de cocaína em forma de pas&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;ta                        não refinada com bicarbonato de sódio e se                        apresenta na forma de pequenas pedras e pode ser até                        cinco vezes mais potente do que a cocaína. O nome                        "crack" vem do barulho que as pedras fazem quando                        estão sendo queimadas para ser consumidas. Seu efeito                        dura em média dez minutos e a principal forma de                        consumo é a inalação da fumaça                        produzida pela queima da pedra&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; Porém                        é necessário o auxílio de algum objeto                        como um cachimbo para consumir a droga, muitos desses são                        feitos artesanalmente com o auxílio de latas, pequenas                        garrafas plásticas e canudos ou canetas. Também                        podem ser usados canetas plásticas e copos pequenos,                        também de plástico. Os pulmões conseguem                        absorver quase 100% do crack inalado.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                                      &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;strong&gt;Efeitos&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;blockquote&gt;                      &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; Os primeiros                        efeitos do crack são uma euforia plena que desaparece                        repentinamente depois de um curto espaço de tempo,                        sendo seguida por uma grande e profunda &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;depressão.                        Por causa da rapidez do efeito, o usuário consome                        novas doses para voltar a sentir uma nova euforia e sair                        do estado depressivo. &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;/blockquote&gt;                   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;&lt;strong&gt;Crack:                      Prazer Zero&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;blockquote&gt;                      &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Os usuários                        de crack apresentam um comportamento violento, são                        facilmente irritáveis. Tremores, paranóia                        e desconfiança também são sintomas                        causados pela droga. Alguns relatos de usuários comprovam:                        o crack, desde o início de sua utilização                        faz com que a pessoa sinta-se mal. Mas é o vício,                        que rapidamente se desenvolve que perpetua o uso. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;Além                        disso, também provoca hiperatividade, insônia,                        perda de sono, sensação de cansaço,                        perda de apetite e conseqüente perda de peso e desnutrição.                        Com o tempo e uso constante da droga, aparecem um cansaço                        intenso, uma forte depressão e desinteresse sexual.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                     &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; A droga induz                        a abortos e nascimentos prematuros. Os bebês sobreviventes                        apresentam cérebro menor e choram de dor quando tocados                        ou expostos à luz. Demoram mais para falar, andar                        e ir ao banheiro sozinhos e têm imensa dificuldade                        de aprendizado. &lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;O uso                        contínuo da droga pode causar ataque cardíaco                        e derrame cerebral graças a um considerável                        aumento da pressão arterial. Contrações                        no peit&lt;/span&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt;o seguidas de convulsões e coma, também                        são causadas pelo consumo excessivo da droga.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;/blockquote&gt;                   &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; &lt;strong&gt;Não                      compartilhe desse cachimbo&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;blockquote&gt;                      &lt;p align="justify"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial;font-size:100%;"  &gt; Normalmente,                        os usuários têm os lábios, a língua                        e a garganta queimadas por causa da forma de consumo da                        substância. Apresentam também problemas no                        sistema respiratório como congestão nasal,                        tosse, expectoração de muco preto e sérios                        danos nos pulmões. Por conta desses machucados (queimaduras                        e rachaduras) provocados pelo uso do cachimbo, existe o                        perigo de contaminação pelo vírus HIV                        (AIDS), no caso de compartilhar, isto é, dividir                        o cachimbo com uma ou mais pessoas. Algumas pesquisas comprovam                        que basta usar o crack três vezes para ficar viciado.                        O mais difícil em largar o crack é a crise                        de abstinência que induz a vômitos, náuseas,                        dores no corpo, alucinações e até crises                        de pânico.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;/blockquote&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-1946132801594449624?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-25T01:22:47.390-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/_c35W67kiLbU/SkL7aLrwFvI/AAAAAAAAABU/LcG_PYUpQKA/s72-c/A_pedra_mata.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><item><title>Efeitos das principais drogas</title><link>http://cracknuncamais.blogspot.com/2009/06/efeitos-das-principais-drogas.html</link><category>Sobre DROGAS</category><author>noreply@blogger.com (Vencedor)</author><pubDate>Wed, 24 Jun 2009 21:23:59 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7590043323784494829.post-3914609363126105985</guid><description>&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;1.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; SEDATIVOS:&lt;/span&gt; Agem no sentido                de tranqüilizar ou acalmar o sistema nervoso. Seus efeitos                vão desde um leve relaxamento - como o provocado por alguns                tranqüilizantes - até o sono profundo ou mesmo o estado                de coma - quando são ingeridas doses elevadas de bebida alcoólica                ou barbitúricos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;2. &lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ANESTÉSICOS: &lt;/span&gt;Atuam basicamente no sentido de alterar a                percepção do indivíduo em relação                à dor. Podem provocar o estado de inconsciência; ou                bloquear o influxo nervoso da pele, dos músculos, ou de outra                região qualquer que esteja sendo atingida pelo estímulo                da dor.&lt;br /&gt;            &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;3.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ANALGÉSICOS:&lt;/span&gt; Também têm como função                principal aliviar a dor; em vez de bloquear a percepção,                porém, eles provocam a interrupção do mecanismo                dador em si, provavelmente através de alguma mudança                temporária fundamental no funcionamento das células                nervosas do cérebro.&lt;br /&gt;          &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;4.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; NARCÓTICOS:&lt;/span&gt; Assim como os sedativos, essas drogas reduzem                a atividade do sistema nervoso central, dando ao indivíduo                uma sensação de tranqüilidade e um sono agradável,                repleto de sonhos. Além disso, podem aliviar a dor de maneira                muito eficiente, desempenhando assim dupla função.                Incluem, basicamente, o ópio e seus derivados (como a heroína)                e se caracterizam por sua capacidade de viciar o indivíduo.&lt;br /&gt;         &lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;5.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ESTIMULANTES:&lt;/span&gt; Agem diretamente sobre o sistema nervoso, tornando-o                mais vigilante, mais ativo. Nesse grupo incluem-se as anfetaminas,                a cocaína e certas drogas caseiras, como a cafeína                e a nicotina.&lt;br /&gt;            &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;6. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;ANTIPSICÓTICOS:&lt;/span&gt; É um novo grupo de drogas, principalmente                sintéticas, usadas no tratamento de doenças mentais                graves e de psicoses.&lt;br /&gt;            &lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;7.&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt; ALUCINÓGENOS:&lt;/span&gt; Chamados às vezes de psicodélicas,                essas drogas são conhecidas pelos efeitos que têm sobre                a conciência e a personalidade, e pelos distúrbios                mentais que provocam.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7590043323784494829-3914609363126105985?l=cracknuncamais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-06-25T01:23:59.035-03:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total></item><media:rating>nonadult</media:rating></channel></rss>

