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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DE8EQnw4eyp7ImA9WhRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353</id><updated>2012-02-16T08:06:43.233-02:00</updated><category term="BICHO DA SÊDA" /><category term="CAPRINOS" /><category term="FRANGO DE CORTE" /><category term="ABELHA EUROPÉIA" /><category term="CULINÁRIA" /><category term="BUFALOS" /><category term="AVESTRUZ" /><category term="ABELHA" /><category term="FRANGO COLONIAL" /><category term="NOTICIAS" /><category term="CÃES" /><category term="GALINHA CAIPIRA" /><category term="TECNOLOGIA" /><category term="ABELHAS NATIVAS" /><title>CRIAÇÃO DE ANIMAIS</title><subtitle type="html">CRIAR ANIMAIS,UMA ARTE</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>99</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/CriaoDeAnimais" /><feedburner:info uri="criaodeanimais" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;CEICQ3s7fSp7ImA9WxJRFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-3528446499420646576</id><published>2009-05-15T12:42:00.004-03:00</published><updated>2009-05-15T12:49:22.505-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-15T12:49:22.505-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CÃES" /><title>Glossário de termos técnicos de cinofilia.Caes</title><content type="html">&lt;a style="font-weight: bold;" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2OtvuSNoI/AAAAAAAABuY/uAzBCTiWUeI/s1600-h/15011541_f89d990e13.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 449px; height: 400px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2OtvuSNoI/AAAAAAAABuY/uAzBCTiWUeI/s400/15011541_f89d990e13.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336078050059761282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="font-weight: bold;" class="post" id="post-23"&gt;&lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;&lt;span&gt;entre os inumeros termos usados cinofilia, vou citar os mais comuns&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="entry"&gt;&lt;p&gt;Dentro das diversas descrições de padrão das raças por vezes se encontram termos como “ergots” ou coloração “arlequim” que, para aquelas pessoas que não são familiarizadas se tornam de difícil compreensão. Para sanar esta dificuldade oferecemos aqui um glossário &lt;span style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(160, 97, 2); text-decoration: underline;"&gt;especializado&lt;/span&gt; , esperamos que o mesmo seja de utilidade para todos os interessados em cinofilia. Vale também dizer que alguns termos são sinônimos mas são usados separadamente dependendo da raça, e que alguns têm diferentes significados para raças diferentes.&lt;/p&gt; &lt;ul&gt;&lt;li&gt;Abobadado:  Diz-se de uma região do corpo do animal que apresenta perfil convexo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Acaju: coloração vermelho intensa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Agressivo: tendência para atacar sem ser provocado (não entra em nenhum padrão)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Alano: Cão de grande porte utilizado na idade média para caça de animais de grande porte (javali, urso, lobo).São reconhecidos três tipos de alanos (séc. XVII) o alano gentil ( próximo ao lebrel), o de açougue (guarda e boiadeiro) e o alano Vautre (próximo ao mastim).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Almofadas plantares: almofadas amortecedoras do pé, revestidos de epiderme córnea, grossa, irregular e muito pigmentada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Andadura: Modo de locomoção do cão (passo, trote, galope).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Andadura fluente: vivacidade dos movimentos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Andadura fácil: realizada sem dificuldade aparente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Andadura regular: Velocidade constante e passos iguais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Andadura aprumo: quando os membros anteriores e posteriores de um mesmo lado se levantam e pousam ao mesmo tempo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Arame: pêlo muito duro e áspero.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Areia: coloração amarela muito clara, resultado da diluição do fulvo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Arlequim: pelagem matizada com manchas irregulares ou salpicadas sobre um fundo cinza ou azul, ou branco com manchas pretas ( branco matizado com preto ex.: Dogue Alemão arlequim., cinza com manchas irregulares ex.: teckel.) Esse termo é mais usado para raças continentais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Arqueado: que apresenta forma convexa&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Arrebitado: nariz ou focinho curto e levantado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Áspero: pelo duro, resistente as intempéries.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Assentado: Pelo que se mantém junto a pele, deitado horizontalmente.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Azul: coloração resultante da diluição do preto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bamboleado: movimento transversal do corpo do cão a cada passo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Barbela: dobra de pele na parte inferior do pescoço, ao nível da garganta, podendo se estender até o antepeito.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Basset: tipo de cão que possui o corpo semelhante ao de outro maior do qual deriva, suportado por membros encurtados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Belton: pelagem branca salpicada de manchas finas ou de mosqueados.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bichon: palavra francesa derivada de barbichon, um pequeno cão de companhia de pelo longo ou curto, frisado ou liso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bicolor: pelagem de duas cores distintas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Blenheim: pelagem caracterizada pela ausência de pigmento no pelo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Boiadeiro: cão utilizado para conduzir gado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Brachet: Designação medieval para cão sabujo de tamanho médio e pelo raso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Braco: cão de aponte de pelo duro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Bragadas: pelo abundante nas coxas, descendo abaixo das culotes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Braquicéfalo: cão de cabeça curta, larga e redonda. ( ex.: Bulldog)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Braquiúro: cão cuja cauda é naturalmente curta. ( ex.: Pembroke)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Brevilíneo: cão de proporções atarracadas e corpo comprimido.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cachorrinho do mato: cão que caça no mato, que afugenta a presa, mas não a detem nem a persegue. ( sinônimo de levantador)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Camalha: pelos longos e abundantes recobrindo o pescoço e os ombros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cão de aponte: cão que se imobiliza quando sente a proximidade da presa, apontando para ela.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cão de ordem: cão sabujo que caça em matilha.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cão de pista de sangue: cão de caça especializado na busca de caça grossa (caa de grande porte) ferida, também chamada de busca de sangue, porque segue a trilha de sangue deixada pelo animal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cão rastreador: cão de aponte adestrado para caça com redes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cão sabujo: cão de orelhas pendentes e bom farejador, que persegue a caça.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Capa interna: subpelo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Carbonada: pelagem de fundo mais ou menos clara ( fulvo ou areia) sombreada de preto, castanho ou azul.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Castanho: fulvo avermelhado ou alaranjado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cauda chicote: tipo de cauda do cão de caça.(extremidade da cauda)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cauda em espiga: cauda ou extremidade da cauda onde os pelos se abrem como uma espiga de trigo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cauda (comprimento): o ponto de referência para o comprimento da cauda é o jarrete. (equivalente ao calcanhar no cão)&lt;br /&gt;        cauda curta: termina acima do jarrete.&lt;br /&gt;        cauda media: termina na altura do jarrete.&lt;br /&gt;        cauda longa: termina abaixo do jarrete.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cauda (postura): posição da cauda típica da raça, pode ser: enrolada sobre o dorso (akita), na horizontal, em foice, formando arco duplo ou empinada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cernelha: região situada entre o pescoço e o dorso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Chama: faixa branca estreita, encontrada às vezes na testa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Chocolate: coloração marrom avermelhado escuro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cinzelado: diz-se de um focinho ou de uma cabeça de linhas puras, com contornos precisos e nítidos, e com relevos bem desenhados. (sinônimo de esculpido)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cob: cão compacto, atarracado com membros relativamente curtos, fortes e de formas arredondadas. ex.: Pug&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Codorna: pelagem de fundo branco com manchas rajadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Colar: marca branca ao redor do pescoço, pelos ao redor do pescoço.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Concavilíneo: cão apresentando perfil côncavo, osso frontal deprimido, uma face achatada, um dorso recolhido.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Convexilíneo: cão com perfil convexo, osso frontal arqueado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cor de pulga: marrom escuro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Corço: fulvo carbonado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Culote: pelo longo e abundante recobrindo as coxas. Designa às vezes as franjas  da parte posterior das coxas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Cuneiforme: que tem o formato de cunha, que vai afinando-se.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Desbotado:cor muito atenuada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dogue: cão de guarde de grande porte, de cabeça larga, com maxilares fortes. ( ex.: molossos de pelo curto)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Dolicocéfalo: cão cuja cabeça é longa e estreita. (ex.: galgos)&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Empenachada: pelagem caracterizada pela presença de manchas brancas sobre um fundo unicolor.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Escova: cauda parecida com a da raposa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Esgalgado: Ventre muito recolhido(ex.: Greyhound).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Estrela: marca branca com contornos irregulares na testa ou no antepeito.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ergots: dedo lateral das patas traseiras.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Eumétrico: cão de porte médio.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fígado: cor marrom.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fole: caixa toráxica.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Franja: pelos longos formando uma faixa nos contornos das conchas das orelhas, na parte posterior dos membros, na cauda e no ventre.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Fulvo: cor amarela, as marcas “fogo” são fulvas. Também pode significar mistura de branco, vermelho e preto ou marrom.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Garupa: Região da bacia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Gázeo: olho despigmentado, a parte despigmentada do olho gázeo é cinza, azul claro, cinza azulado e às vezes esbranquiçado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Grifo: cão de aponte ou sabujo de pelo longo ou semi longo, eriçado, desgrenhado ou hirsuto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Hipermétrico: cão de porte superior a média.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Isabel: fulvo muito pálido, sinônimo de areia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Juba em gravata: pelos longos, mais ou menos levantados, ao redor do pescoço.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lepra: presença de áreas despigmentadas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Levantador: sinônimo de cachorrinho do mato,  cão que espanta a caça sem a perseguir.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lilás: cor resultante da diluição do marrom, variante do bege.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Limão: amarelo claro, fulvo claro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lista: faixa branca situada sobre o canal nasal e que, geralmente, se prolonga até a testa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lobeiro ou cor de lobo: pelagem fulvo carbonada ou areia carbonada.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Lombo: região lombar, entre o dorso e a garupa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Longilíneo: contrário de brevilíneo, cão de corpo alongado e esbelto, com o comprimento superior à largura.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Luvas: marcas brancas nas extremidades dos membros.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Manto: cor escura no dorso, diferente da cor do resto do corpo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Máscara: coloração escora na face.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mastim: qualquer cão de grande porte de guarda, caça ou pastoreio.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Matizado: Pelagem apresentando marcas de contornos irregulares de um pigmento não diluído sobre um fundo claro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mediolíneo: cão de proporções médias (sinônimo de mesomorfo).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Merle: Pelagem com manchas escuras irregulares sobre um fundo mais claro, muitas vezes cinza ( os cães continentais com esse tipo de pelagem são chamados de arlequim, enquanto que as raças britânicas são chamadas de merle).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Molosso: grande cão de guarda de cabeça larga, corpo muito poderoso e músculos espessos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mosaico: conjunto de manchas brancas que invadem a partir da extremidade um fundo colorido.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Mosqueada: Pelagem empenachada que apresenta pequenos salpicos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Multicolor: Pelagem de várias cores, com justaposição de manchas ou áreas coloridas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nanismo: diminuição harmoniosa de todas as partes de um indivíduo normal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Nuance: grau de intensidade que uma cor pode ter.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Numular: que tem formato de moeda, refere-se as manchas do dálmata.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ossatura: conjunto de ossos e dos membros do corpo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Padrão: descrição do modelo ideal, o primeiro padrão canino foi o do bulldog, redigido em 1876.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Particolor: Pelagem com duas ou mais cores bem distintas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pastilha: mancha arredondada de cor castanha na testa dos cães das raças: King Charles Spaniel e Cavalier King Charles Spaniel. Também pode designar as marcas fulvas por cima dos olhos dos cães preto e fogo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pé de gato ( ou pata de gato): pata com formato redondo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pé de lebre: pata com formato alongado e estreito ( típico do collie ).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Piriforme: em forma de pera.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Placa: mancha de cor cobrindo uma grande superfície sobre um fundo branco.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Plastrão: antepeito.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Pointer: cão de aponte de pelo raso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ponteado: pelo mesclado com pintas ou mosqueado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Preto e fogo: cão preto com marcas fulvas (tan), típico do rottweiler.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Primitivo: relativo aos cães mais antigos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Prognatismo: mandíbula  proeminente. (típico do bulldog).&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Quatro olhos: cão que tem marcas fulvas sobre os olhos, cães preto e fogo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rajado ou tigrado: Pelagem com listras escuras mais ou menos verticais sobre um fundo mais claro.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Raso: pelo muito curto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Recolhido: diz-se de um cão curto, atarracado, compacto.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Retilíneo: cães que possui linhas retas, os pointers e os setters são retilíneos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Retriever: cão de caça que encontra e recolhe a presa.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ruão: Pelagem caracterizada pela mescla uniforme de pelos brancos com pelos vermelhos ou fulvos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rubi: pelagem vermelho intenso.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rubican: presença de pelos brancos em uma pelagem que não é branca.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Ruivo: coloração entre o vermelho e o amarelo, avermelhado.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Rústico: cão que suporta as intempéries, que não requer cuidados especiais.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sabujo de trela: cão de faro muito desenvolvido que busca preso a uma guia.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Salpicada: Pelagem branca onde aparecem pontos de cor ou pelagem colorida com pontos brancos.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sarapintada: pelagem com pequenas manchas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Seco:&lt;br /&gt;    Cabeça seca: cabeça cinzelada, de pele estreitamente ligada ao osso e músculos chatos.&lt;br /&gt;    Articulação seca: que possui contornos vigorosos, não amolecidos por um tecido espesso.&lt;br /&gt;    Lábios secos:  finos, bem firmes.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Setter: cão de aponte das ilhas britânicas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Sombreado: pelagem clara com partes escuras.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Stop: ângulo entre o crânio e o focinho, formada pelo osso frontal e pelo nasal.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tan: sinônimo para fogo.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Terrier: cão que caça  &lt;span style="border-bottom: 1px dotted; color: rgb(160, 97, 2); text-decoration: underline;"&gt;animais&lt;/span&gt; em tocas, caça debaixo da terra.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Tricolor: coloração típica do Bernese, o cão é quase todo preto, com o ventre branco e marcas “fogo” na face e nas patas.&lt;/li&gt;&lt;li&gt;Urajiro: marcas brancas nas laterais do focinho, bochechas, sob o queixo, na garganta, no antepeito, ventre, face interna dos membros e parte inferior da cauda. Esse termo só é usado para as raças japonesas como o akita e o shiba.&lt;/li&gt;&lt;/ul&gt;               &lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-3528446499420646576?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/JLF_nQyGoMM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/3528446499420646576/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=3528446499420646576" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3528446499420646576?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3528446499420646576?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/JLF_nQyGoMM/glossario-de-termos-tecnicos-de.html" title="Glossário de termos técnicos de cinofilia.Caes" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2OtvuSNoI/AAAAAAAABuY/uAzBCTiWUeI/s72-c/15011541_f89d990e13.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/05/glossario-de-termos-tecnicos-de.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C08FQXs5eCp7ImA9WxJRFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-7447462274419509086</id><published>2009-05-15T12:21:00.013-03:00</published><updated>2009-05-15T12:36:50.520-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-15T12:36:50.520-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CÃES" /><title>wallpapers de caes:dez fotos</title><content type="html">&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Dez fantásticos wallpaperes de cães para sua area de trabalho(tamanho médio=1200x800) ou para outros fins,uma cortezia da&lt;br /&gt; &lt;/span&gt;&lt;a style="font-weight: bold;" href="http://affiliate.kickapps.com/63681/carpen2"&gt;&lt;span&gt;comunidade carpen2&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2Lp3NdC2I/AAAAAAAABuQ/WVKkRLAz2Vo/s1600-h/wallpaper1685814994.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2Lp3NdC2I/AAAAAAAABuQ/WVKkRLAz2Vo/s400/wallpaper1685814994.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074684815182690" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LmH7JqjI/AAAAAAAABuI/m_11y1P7Ybg/s1600-h/wallpaper1414845788.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 320px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LmH7JqjI/AAAAAAAABuI/m_11y1P7Ybg/s400/wallpaper1414845788.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074620582341170" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2Lhxl0BtI/AAAAAAAABuA/t9FM78Du8cQ/s1600-h/wallpaper1066872223.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2Lhxl0BtI/AAAAAAAABuA/t9FM78Du8cQ/s400/wallpaper1066872223.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074545867785938" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LdqpQzvI/AAAAAAAABt4/ukMJuEiYNrA/s1600-h/wallpaper998232453.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LdqpQzvI/AAAAAAAABt4/ukMJuEiYNrA/s400/wallpaper998232453.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074475283730162" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LXzXWUiI/AAAAAAAABtw/Jmfp29LLlIs/s1600-h/wallpaper828049612.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LXzXWUiI/AAAAAAAABtw/Jmfp29LLlIs/s400/wallpaper828049612.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074374545297954" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LT2gS5RI/AAAAAAAABto/0LxdKlUV8GQ/s1600-h/wallpaper682926866.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LT2gS5RI/AAAAAAAABto/0LxdKlUV8GQ/s400/wallpaper682926866.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074306668651794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LOhpljEI/AAAAAAAABtg/GEuRD6T8WvE/s1600-h/wallpaper496921103.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LOhpljEI/AAAAAAAABtg/GEuRD6T8WvE/s400/wallpaper496921103.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074215171132482" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LK2ci6CI/AAAAAAAABtY/ON4CC8pzjew/s1600-h/wallpaper433484079.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LK2ci6CI/AAAAAAAABtY/ON4CC8pzjew/s400/wallpaper433484079.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074152034101282" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LHHVsXSI/AAAAAAAABtQ/Dvh8rgNuDWw/s1600-h/wallpaper25998031.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 320px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LHHVsXSI/AAAAAAAABtQ/Dvh8rgNuDWw/s400/wallpaper25998031.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074087849286946" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LCzeL8xI/AAAAAAAABtI/HRtTGhrf-ks/s1600-h/wallpaper662451586.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2LCzeL8xI/AAAAAAAABtI/HRtTGhrf-ks/s400/wallpaper662451586.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336074013796725522" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.4shared.com/file/105558519/aa33e6d6/wallpapers_ces-by_criacao_de_animais.html"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;download&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-7447462274419509086?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/bzLHgrKSqCI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/7447462274419509086/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=7447462274419509086" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7447462274419509086?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7447462274419509086?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/bzLHgrKSqCI/wallpapers-de-caesdez-fotos.html" title="wallpapers de caes:dez fotos" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2Lp3NdC2I/AAAAAAAABuQ/WVKkRLAz2Vo/s72-c/wallpaper1685814994.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/05/wallpapers-de-caesdez-fotos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0IFSHk6eyp7ImA9WxJRE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-6493259435545373673</id><published>2009-05-15T11:43:00.004-03:00</published><updated>2009-05-15T11:58:39.713-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-15T11:58:39.713-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CÃES" /><title>A HISTORIA DOS CAES</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2CmdJz3wI/AAAAAAAABtA/HJs62woMAM0/s1600-h/filhote19.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 455px; height: 339px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2CmdJz3wI/AAAAAAAABtA/HJs62woMAM0/s400/filhote19.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5336064730676322050" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/UoIlNrnPmzM&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1"&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/UoIlNrnPmzM&amp;amp;color1=0xb1b1b1&amp;amp;color2=0xcfcfcf&amp;amp;hl=pt-br&amp;amp;feature=player_embedded&amp;amp;fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Depois de sua domesticação os cães particiaram ativamente da história das civilizações humanas. Eles serviram de transporte, de guarda, de caçadores, pastores, foram adorados como deuses, assassinados em revoluções, viajaram o pelo mundo com as Grandes Navegações, sofreram com as guerras e lutaram nelas. A história do cão doméstico é a nossa história, vista de um outro ponto de vista.&lt;span id="more-61"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Algumas das raças mais antigas que se têm notícia são o saluki, o Samoieda e o pharaoh hound (o Cão de Canaã, o afghan hound e o xoloitzcuintle também estão entre as mais antigas raças conhecidas). Qual delas é realmente a mais antiga não se sabe, mas todas têm aproximadamente 5.000 anos de existência.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O pharaoh hound é o descendente do cão dos antigos egípicios, utilizado para caçar e adorado na forma do deus Anúbis, identificado com os chacais. Anúbis era o deus guardião dos mortos. Essa relação com os mortos que acompanhou os cães por muito tempo, teria vindo do hábito dos cães e também dos chacais, de se alimentarem dos cadáveres. A mesma relação entre uma divindade canina e o mundo dos mortos também existia na América central, o deus Xolotl (identificado com o xoloitzcuintle) dos Astecas era o guia das almas dos mortos. A lenda dizia que o próprio deus Anúbis, nascido de uma relação do deus Osíris e sua cunhada foi entregue, assim que nasceu, para ser criado por cães semelhantes aos pharaoh hound de hoje.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Enquanto no Egito os cães eram reverenciados como conhecedores dos segredos do outro mundo, na Grécia antiga cães semelhantes a galgos modernos eram relacionados aos deuses da cura. Templos que abrigavam dezenas de cães eram mantidos para que os feridos pudessem ser levados para lá e ter suas feridas lambidas pelos cães. O próprio Homéro disse na sua obra:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; color: rgb(255, 0, 0);"&gt; &lt;blockquote&gt;&lt;p&gt;“Infeliz do homem que não tiver um cão para lamber suas feridas…”&lt;/p&gt;&lt;/blockquote&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Além de agentes da cura, os cães também desempenharam outro papel na Grécia antiga. Eles combatiam junto com os exércitos. Grandes cães molossos acompanharam os exércitos de Alexandre, O Grande da Macedônia e se espalharam pelo mundo. Estes cães eram considerados armas de guerra. Eles eram os ancestrais do atual Dogue do Tibete e seguiram as tropas de Alexandre quando estas retornavam para casa, vindas de campanhas na Ásia e se espalharam pela Europa, chegando à Hungria, originando raças como o komondor, à Alemanha e outros países originando diversas raças de cães molossos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O próprio Império Romano tinha como símbolo a loba que amamentara os fundadores da cidade. Mas a participação mais famosa dos cães em Roma foi outra. Dentre os diversos animais que os romanos fizeram lutar no coliseu para diservão do público havia grandes cães. Uma das principais atrações eram cães molossos e o Wolfhound irlandês. Estes cães de tamanho gigantesco e temperamento dócil eram trazidos diretamente das colônias romanas na Bretanha, mas especificamente na Irlanda, deixados sem comida e depois eram soltos na arena para matar prisioneiros, cristãos e escravos vestidos com peles de animais. Estes cães eram tão apreciados pelos romanos que eles quase os levaram à extinção, tal foi o número de espécimens que importaram para matar e morrer na arena.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Com o fim do Império Romano e o início da Idade média, o mundo entrou em outra fase, e conseqüentemente os cães também. A igreja católica foi a instituição mais influente no mundo durante esta época. Neste período ocorreram a peste negra, a inquisição e as cruzadas e todos estes eventos influenciaram a criação de cães no mundo. No início da idade média os cães já estavam espalhados pela Europa, levados do oriente médio para toda a região mediterrânea pelos mercadores fenícios e adentrado o continente seguindo soldados romanos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Durante a peste negra que assolou a Europa e parte da Ásia, os cadáveres se amontoaram nas cidades e campos, muitos destes corpos, antes de serem queimados, acabavam servindo de alimento para os cães que viviam nas periferias das cidades. Os cães perderam o seu antigo prestígio de divindades para serem temidos como seres relacionados a morte e às “forças das trevas”. Durante grande parte da idade média, a influência da igreja atingiu diretamente os cães. A mentalidade supersticiosa da época fez dos cães, principalmente os pretos, animais de bruxas, relacionados com vampiros e lobisomens. Milhares de lobos foram mortos por incentivo da santa inquisição na tentativa de se caçar lobisomens, assim como alguns cães-lobos bem como outros cães de grande porte. Decretos foram baixados onde se dizia que se, qualquer pessoa acusada de bruxaria, estivesse presa, a espera de julgamento pela igreja e fosse visitada por um cão , gato ou pássaro, seria imediatamente considerada culpada de bruxaria e queimada na fogueira.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Foi só após a chamada “idade das trevas”, que os cães voltaram a cair nas boas graças dos homens. Principalmente os cães dos nobres. Durante a idade moderna cães para caça esportiva como sabujos, terriers e especialmente os galgos eram os preferidos da nobreza. Estes cães eram criados com cuidado e as variedades de cada região começavam a ser cultivadas. Cada família nobre poderia desenvolver sua própria variedade de cachorro, selecionando-os de acordo com sua preferência dentro dos canis do seu castelo. Na Inglterra, a rainha Elizabeth I mantinha em seu canil particular os “pocket beagles” uma variedade de beagles desenvolvida em seu próprio canil, que atualmente não existe mais.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Antes do mundo se tormar globalizado, e quando as distâncias ainda eram enormes, cães de raças típicas de uma região eram considerados como tesouros não encontrados em nenhum outro lugar do mundo. Reis presenteavam reis de outros países com cães de raças nativas de seu país e possuir cachorros de raças exóticas era um grande sinal de riqueza. Em 1860 na época do saque ao Palácio imperial de Pequim na China por tropas inglesas, cães pequinêses faziam parte do tesouro roubado e foram dados de presente a rainha. Foi como um presente também, que os primeiros borzois chegaram a Europa. Neste caso foram presentes reais, dados pelo Tzar à rainha da Inglaterra. Estes galgos russos eram criados pelos tzares e, conta-se que, o primeiro Tzar russo, Ivan, o terrível, teria matado inimigos políticos soltando seus cães atrás deles. Esta raça, de tão identificada com os nobres foi assassinada aos montes quando os comunistas tomaram o poder na Rússia. É provável que hoje estivesse extinta se não fossem os cães dados de presente à rainha inglesa.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Enquanto tudo isso se passava na Europa, na Sibéria tribos nômades mantinham seu estilo de vida a várias gerações. A tribo dos samoyedos usava seus cães (que mais tarde receberiam o nome de samoieda) para praticamente tudo e dificilmente sobreviveria nas inóspitas condições da Sibéria sem eles. Foram estes mesmos cães, trazidos da Sibéria, que tornaram possível a conquista dos Pólos por exploradores como o norueguês Roald Amundsen e o norte-americano Robert Peary. Os primeiros homens a pisar no Pólo Sul e no Pólo Norte respectivamente, chegaram lá em trenós puxados por Samoiedas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De volta a Europa, os cães já haviam ganhado seu espaço dentro dos palácios como companheiros. Diz-se que Guilherme De Orange, rei da Holanda, teve sua vida salva contra um atentado pêlo aviso de seu cão de guarda, um cãozinho da raça Schipperke. Na França, fala-se que Napoleão trocava bilhetes amorosos com Josefina, durante o período em que esteve na prisão, escondidos na coleira do fiel cãozinho da raça pug, que servia de mensageiro.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As Grandes Navegações chegaram ao novo mundo e trouxeram consigo cães . Embora os cães não fossem desconhecidos dos povos pré-colombianos, muitas variedades novas foram introduzidas pelos conquistadores europeus. Nas guerras empreendidas contra os nativos, cães farejadores eram utilizados para encontrar e matar índios. Diz-se que na atual República Dominicana milhares de indígenas foram derrotados por uma tropa de 150 soldados de infantaria, 30 cavaleiros e 20 cães rastreadores.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mais próximo dos dias atuais, as duas guerras mundiais também tiveram uma forte influência sobre os cães. Muitas raças, típicas de regiões muito afetadas pela guerra desapareceram completamente e outras, como o pastor polonês da planície, quase foram extintas durante a Segunda Guerra Mundial. O boiadeiro de Flandres quase desapareceu durante a primeira guerra. Durantes as guerras, as pessoas fogem e se escondem, a criação de cães é deixada de lado (exceto dos cães do exército) e raças que só existem nestes lugares são devastadas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A segunda guerra mundial também determinou a expansão de cães militares como o pastor alemão e o dobermmam. No Japão, em um esforço de guerra o imperador decretou que todos os cães não pastores alemães fossem mortos para a confecção de uniformes militares com seu couro. Muitos criadores de akitas, desesperados com a iminência de perder todos os cães de sua criação, cruzaram seus cães com pastores alemães para tentar fugir ao decreto. Os cães resultantes destes cruzamentos, levados aos Estados Unidos por soldados, que voltavam para casa depois da guerra, resultaram mais tarde na criação do akita americano. Foi também após as guerras mundiais que surgiram os primeiros centros de treinamento de cães-guia de cego.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;No pós guerra, a guerra fria e a corrida tecnológica entre Estados Unidos e Rússia deu início à corrida espacial e, novamente devemos aos cães muito do que conseguimos nesta área. Foram cães astronautas que precederam as pessoas no espaço. Laika, Strelka e Belka, todas russas, estão entre os cães mais famosos de nossa história e foram os primeiros seres a ir ao espaço.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Atualmente os cães das mais diversas raças encontram-se espalhados por todo o mundo. Novamente a história dos cães segue a nossa e reflete nas raças o resultado da globalização e da revolução nos transportes.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para ter um cão,basta ter amor, não maltrate seu fiel amigo companheiro.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;carlos pena&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-6493259435545373673?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/YCm_1LFTusY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/6493259435545373673/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=6493259435545373673" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6493259435545373673?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6493259435545373673?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/YCm_1LFTusY/historia-dos-caes.html" title="A HISTORIA DOS CAES" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/Sg2CmdJz3wI/AAAAAAAABtA/HJs62woMAM0/s72-c/filhote19.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/05/historia-dos-caes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEYAQno7cCp7ImA9WxJSEUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-1427955436626185370</id><published>2009-05-01T07:51:00.005-03:00</published><updated>2009-05-01T08:09:03.408-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-05-01T08:09:03.408-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="NOTICIAS" /><title>Vida de suinocultor:estava ruim,imagine com a gripe</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SfrWI21BUoI/AAAAAAAABjA/-LCCncopubg/s1600-h/suino.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 414px; height: 338px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SfrWI21BUoI/AAAAAAAABjA/-LCCncopubg/s400/suino.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330808556591600258" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;ESTAVA RUIM,MAS COMO DIZIA MEU PAI,MISÉRIA POUCA É BOBAGEM.&lt;br /&gt;Mas um tiro na suinocultura,crise de mercado e agora vem a "gripe suina", e vai adiantar dizer para o consumidor daqui e de lá, que a carne não transmite gripe, ah meus irmãozinhos mais uma vez na corda bamba, mas titulo de esclarecimento copiei do estadão este post que acredito ser de utilidade publica e espero não ser penalizado por tal:&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Fabiane Leite&lt;!-- php $Item-&gt;Author-&gt;prefered_name() --&gt;, Seção: &lt;strong&gt;&lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/fabianeleite?cat=1067" title="Visualizar categoria"&gt;Emergências em saúde pública&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt; 10:10:18.             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Seguem respostas para as principais perguntas sobre a doença enviadas por leitores. A melhor receita contra a gripe suína é a informação (veja &lt;strong&gt;post abaixo&lt;/strong&gt;). &lt;strong&gt;Envie suas dúvidas&lt;/strong&gt;. Consulte também a página do &lt;a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534"&gt;Ministério da Saúde&lt;/a&gt;. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;1 - As autoridades dizem que as máscaras protegem sim contra a dispersão de gotículas de saliva de pessoas que possam estar infectadas, por isto algumas as utilizam quando estão gripadas. Por outro lado, também protegem quem não está doente e precisa entrar em contato com uma pessoa infectada. Mas ainda não há recomendação de seu uso no Brasil, uma vez que não há evidências da circulação do vírus no País. As máscaras só foram recomendadas para quem vai para áreas de risco.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;2 - Não é necessário se afastar de seu amigo que voltou do México, pelo que você relatou. Ele tem algum sintoma? A Organização Mundial da Saúde definiu ontem que só são casos suspeitos aqueles em que o indivíduo esteve em áreas afetadas pela doença (consulte os países no site &lt;a href="http://www.saude.gov.br/"&gt;www.saude.gov.br&lt;/a&gt;, no item influenza suína) nos últimos dez dias e que apresente febre repentina, acima de 38ºC, além de um ou mais dos seguintes sintomas: tosse, dificuldade respiratória, dores de cabeça, musculares e nas articulações.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;3 - Ninguém deve cancelar viagens ainda, segundo o Ministério da Saúde e a Organização Mundial da Saúde. Há recomendação, no entanto, de medidas de proteção, como uso de máscaras e evitar locais com aglomeração de pessoas. Mais informações podem ser obtidas no site &lt;a href="http://www.saude.gov.br./"&gt;www.saude.gov.br.&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;4 - Há dois antivirais que, segundo informações do Centro de Controle de Doenças, nos EUA, combatem a gripe suína se utilizados preferencialmente logo no início da infecção. Mas ainda não existe qualquer recomendação para seu uso no Brasil, uma vez que não há qualquer evidência de que o vírus esteja circulando por aqui. Comprar remédios ou usá-los desnecessariamente prejudica quem pode realmente precisar, pois ataca os estoques, contribui para o aumento de preço. E seu uso indiscriminado pode levar ao desenvolvimento de vírus mais resistentes ainda. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;5- Sim, é um tipo de vírus influenza que sofreu mutação e que reúne material de vírus que atingem humanos, porcos e aves, capaz de gerar infecções em humanos e de ser transmitido de pessoa para pessoa. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold; color: rgb(102, 0, 0);"&gt;6 - Não foram detectados casos gerados pelo consumo de carne de porco. Não é necessário evitar carne de porco, obviamente a bem cozida. Restaurantes mexicanos &lt;strong&gt;não precisam ser evitados&lt;/strong&gt;! Não há nenhuma possibilidade de a comida mexicana causar algum problema.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;7 - Quem está em países que já registram casos deve adotar as medidas veiculadas pelas autoridades locais de saúde, que em geral têm sido uso de máscara, evitar aglomerações, lavar as mãos sempre. Caso apresente febre repentina (acima de 38ºC), além de um desses sintomas (tosse, dores no corpo e na cabeça e dificuldade para respirar), procure um serviço de saúde local. Nos EUA, o site do National Institute of Health é boa fonte de informação: &lt;a href="http://www.nih.gov/"&gt;www.nih.gov&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;8 - Mais uma vez, não é necessário se afastar de nenhuma pessoa que veio do México, mas obviamente se ela tiver qualquer sintoma, deve buscar um serviço de saúde. Na página do ministério da saúde brasileiro (www.saude.gov.br) há uma lista de hospitais de referência no País, com 52 unidades.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;9 - O vírus causador da gripe é o vírus influenza. Há três tipos deste vírus, A, B e C e o primeiro é o que está envolvido em grandes epidemias da doença, como a gripe espanhola, em 1918. O vírus detectado na situação atual é do tipo A e tem uma composição jamais vista, pois engloba material de vírus que causam a influenza suína, humana e aviária. O vírus da gripe espanhola era um vírus aviário.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;10 - A Organização Pan-Americana de Saúde informou que o vírus apresenta um potencial grande de transmissão, mas com taxa de mortalidade relativamente baixa. &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SfrWX73H1CI/AAAAAAAABjI/e7Euz4UrNd0/s1600-h/090429073903_alemanha_afp226b.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 361px; height: 294px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SfrWX73H1CI/AAAAAAAABjI/e7Euz4UrNd0/s400/090429073903_alemanha_afp226b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330808815640630306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;RECEITA CONTRA A GRIPE&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;A receita contra a gripe suína, que já chegou ao México, EUA, Canadá e Espanha, é a boa informação. Não é hora para crer naqueles e-mails de origem desconhecida que certamente baixarão na sua caixa com informações "jamais reveladas" sobre o problema. Também não é o momento de dar ouvidos aos amigos hipocondríacos _certamente alguns já andam por aí esfregando suas bolas de cristal antes mesmo de termos qualquer prova da circulação do vírus no Brasil. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Claro que a situação é preocupante, o que já foi colocado claramente pela Organização Mundial da Saúde e está em todos os veículos de comunicação: o vírus é novo e a forma de transmissão, de humano para humano, também. O órgão já discute se podemos dizer que estamos em uma pandemia. Mas, diferentemente de 1918-1919, quando vivemos a pandemia de gripe espanhola, a informação hoje se dissemina muito mais rápido do que qualquer vírus e, se for boa informação, o mundo superará mais facilmente a nova doença.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Fiquei preocupada mesmo, hoje, com alguns amigos que, com pleno acesso aos jornais, livros, os melhores sites, já estão pensando em ir atrás de pílulas salvadoras. Calma lá. Sinal de que governos e nós, jornalistas, teremos de acertar esta via de comunicação.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;Três pontos importantes:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;- A gripe não chegou ao Brasil, não há motivo para pânico, não é preciso fazer nada. O sistema de vigilância já foi ativado e há muita gente vigiando, nós jornalistas inclusive, para evitar deslizes. Hoje, por exemplo, o &lt;a href="http://www.jt.com.br/editorias/2009/04/27/index.xml"&gt;Jornal da Tarde &lt;/a&gt;revela uma falha na vigilância do aeroporto de Guarulhos que as autoridades já prometem corrigir&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;- Não saia comprando ou tomando remédios, vacinas, não existe esta recomendação ainda de qualquer autoridade de saúde _veja bem, seu vizinho médico pode até ACHAR alguma coisa, mas ele pode não ter experiência alguma com saúde pública. É melhor dar seu voto de confiança para quem está na linha de frente da batalha e não quer sair arranhado&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;-Além de jornais e revistas de credibilidade, procure também os sites oficiais para informação, o da &lt;a href="http://www.who.int/en/"&gt;OMS&lt;/a&gt;, do &lt;a href="http://portal.saude.gov.br/portal/saude/profissional/area.cfm?id_area=1534"&gt;Ministério da Saúde&lt;/a&gt;. Delete os spams&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify; font-weight: bold;"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Aliás, torço para que, neste momento, as autoridades de saúde empenhem-se na divulgação dos dados para o público. Entrevistas, muitas entrevistas. Informações atualizadas online. Perguntas e respostas em linguagem simples. Porta-vozes pacientes para muitas questões, mesmo as mais estapafúrdias. Atas, resumos de reuniões na Internet. Transparência dá credibilidade e uma derrapada neste momento pode ser pior do que as mutações do vírus influenza (o vírus da gripe).&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Fonte:&lt;a href="http://blog.estadao.com.br/blog/fabianeleite/"&gt;http://blog.estadao.com.br/blog/fabianeleite/&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-1427955436626185370?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/2r1P78f-y9s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/1427955436626185370/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=1427955436626185370" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/1427955436626185370?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/1427955436626185370?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/2r1P78f-y9s/vida-de-suinocultorestava-ruimimagine.html" title="Vida de suinocultor:estava ruim,imagine com a gripe" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SfrWI21BUoI/AAAAAAAABjA/-LCCncopubg/s72-c/suino.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/05/vida-de-suinocultorestava-ruimimagine.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYEQ3c_eyp7ImA9WxVVE0k.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-83058615253286647</id><published>2009-03-06T09:19:00.000-03:00</published><updated>2009-03-06T09:21:42.943-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-03-06T09:21:42.943-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CÃES" /><title>curso basico de adestramento de caes</title><content type="html">&lt;h4&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVCC5CemI/AAAAAAAABF4/PcFwjln-z7A/s1600-h/Caes%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="348" alt="Caes" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVDj0MBbI/AAAAAAAABGA/a4g6doL-M5c/Caes_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="518" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/h4&gt;  &lt;h4&gt;&lt;a href="http://idealgratis.com/curso/curso-adestramento-canino/"&gt;Curso Adestramento B&amp;#225;sico&lt;/a&gt;&lt;/h4&gt;  &lt;p&gt;Apresentamos aqui maneiras de educar seu cachorro, alguns comandos e obedi&amp;#234;ncia, seu c&amp;#227;o agradece.   &lt;br /&gt;&amp;#201; o in&amp;#237;cio da prepara&amp;#231;&amp;#227;o do animal para o objetivo que se quer atingir. Nessa fase o c&amp;#227;o dever&amp;#225; entender que est&amp;#225; sendo trabalhado e que dever&amp;#225; trabalhar com muita disposi&amp;#231;&amp;#227;o e obedi&amp;#234;ncia. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Material utilizado:&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Guia: existem dois modelos: a longa que mede, aproximadamente 10 (dez) metros e a curta 1,50 m (um metro e cinq&amp;#252;enta cent&amp;#237;metros). A guia se divide em Tr&amp;#234;s partes: al&amp;#231;a, corpo e mosquet&amp;#227;o.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Colar de espinhos: ajust&amp;#225;veis ao pesco&amp;#231;o do animal. Pode ser usado com espinhos para fora ou para dentro. NOTA: atualmente conforme normas adotadas pelas Sociedades de Criadores de C&amp;#227;es Pastores Alem&amp;#227;es do Brasil. &amp;#201; proibida a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o do colar de espinhos para dentro, ou seja, com os espinhos voltados para o pesco&amp;#231;o do animal. O mesmo s&amp;#243; poder&amp;#225; ser utilizado, em casos em que o animal for muito feroz e estiver fora de controle.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Enforcador: colar liso.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Rasqueadeira: utilizada para remo&amp;#231;&amp;#227;o dos pelos mortos. Deve ser usado pelo menos duas vezes por semana.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Escova: ao mesmo tempo em que limpa o pelo do c&amp;#227;o, ativa a circula&amp;#231;&amp;#227;o sang&amp;#252;&amp;#237;nea.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Peitoral: utilizado para c&amp;#227;es de busca de rasteio e venteio.    &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Camb&amp;#227;o: apetrecho para captura de animal agressivo, pode ser utilizado tamb&amp;#233;m no adestramento durante a amizade com animal de temperamento forte.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O adestramento b&amp;#225;sico consiste dos seguintes exerc&amp;#237;cios:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Amizade com o c&amp;#227;o      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de junto      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de senta      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de parado      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de deita      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de morto      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de vivo      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de fica&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Amizade com o c&amp;#227;o&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;a. A amizade com o c&amp;#227;o deve ser feita, quando o mesmo &amp;#233; ainda filhote (na faixa de tr&amp;#234;s meses). Essa amizade deve ser feita, no sentido de aproximar o c&amp;#227;o do seu dono, e ou adestrador e afastar os poss&amp;#237;veis inimigos.     &lt;br /&gt;b. Per&amp;#237;odo muito importante precedente ao adestramento. Durante tr&amp;#234;s semanas, o adestrador dever&amp;#225; levar o c&amp;#227;o para passeio, brincar com o mesmo e observar todos os v&amp;#237;cios e caracter&amp;#237;sticas do c&amp;#227;o. &amp;#201; nessa fase que o adestrador procurara descobrir e explorar as qualidades e defeitos apresentados pelo animal. O adestrador deixar&amp;#225; junto ao c&amp;#227;o um objeto de uso pessoal (len&amp;#231;o, sapato) para que o mesmo se familiarize com seus odores. Tamb&amp;#233;m atrav&amp;#233;s da amizade, o homem ir&amp;#225; obter a confian&amp;#231;a do animal, assim como, o c&amp;#227;o a do adestrador.      &lt;br /&gt;c. Aproveitando a vivacidade do filhote, pode se come&amp;#231;ar a estimul&amp;#225;-lo com ordens que antecipem os comandos a serem aprendidos no futuro, tais como: SENTA, ATEN&amp;#199;&amp;#195;O, MUITO BEM, AQUI, N&amp;#195;O, PEGA. Um bom exerc&amp;#237;cio para ser feito nesse per&amp;#237;odo e alert&amp;#225;-lo toda vez que se aproximar um estranho, com o comando de aten&amp;#231;&amp;#227;o.      &lt;br /&gt;d. Durante a amizade iremos come&amp;#231;ar a coloca&amp;#231;&amp;#227;o do colar no pesco&amp;#231;o do animal.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#227;o deve ser feita, quando o mesmo &amp;#233; ainda filhote (na faixa de tr&amp;#234;s meses). Essa amizade deve ser feita, no sentido de aproximar o c&amp;#227;o do seu dono, e ou adestrador e afastar os poss&amp;#237;veis inimigos.     &lt;br /&gt;b. Per&amp;#237;odo muito importante precedente ao adestramento. Durante tr&amp;#234;s semanas, o adestrador dever&amp;#225; levar o c&amp;#227;o para passeio, brincar com o mesmo e observar todos os v&amp;#237;cios e caracter&amp;#237;sticas do c&amp;#227;o. &amp;#201; nessa fase que o adestrador procurara descobrir e explorar as qualidades e defeitos apresentados pelo animal. O adestrador deixar&amp;#225; junto ao c&amp;#227;o um objeto de uso pessoal (len&amp;#231;o, sapato) para que o mesmo se familiarize com seus odores. Tamb&amp;#233;m atrav&amp;#233;s da amizade, o homem ir&amp;#225; obter a confian&amp;#231;a do animal, assim como, o c&amp;#227;o a do adestrador.      &lt;br /&gt;c. Aproveitando a vivacidade do filhote, pode se come&amp;#231;ar a estimul&amp;#225;-lo com ordens que antecipem os comandos a serem aprendidos no futuro, tais como: SENTA, ATEN&amp;#199;&amp;#195;O, MUITO BEM, AQUI, N&amp;#195;O, PEGA. Um bom exerc&amp;#237;cio para ser feito nesse per&amp;#237;odo e alert&amp;#225;-lo toda vez que se aproximar um estranho, com o comando de aten&amp;#231;&amp;#227;o.      &lt;br /&gt;d. Durante a amizade iremos come&amp;#231;ar a coloca&amp;#231;&amp;#227;o do colar no pesco&amp;#231;o do animal.&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Desenvolvimento:&lt;/strong&gt;    &lt;br /&gt;&amp;#8226; Passamos a guia em torno do seu pesco&amp;#231;o, viramos os espinhos para fora e enfiamos pela cabe&amp;#231;a do animal. (Quando conhecemos a &amp;#237;ndole do animal e sabemos que o mesmo n&amp;#227;o tentar&amp;#225; morder o adestrador).    &lt;br /&gt;&amp;#8226; Da mesma maneira que o anterior, vamos passar a guia em trono do pesco&amp;#231;o do c&amp;#227;o, soltamos um dos elos de espinhos, abrindo totalmente o colar e colocamos o mesmo em volta do pesco&amp;#231;o do animal. (N&amp;#227;o conhecemos o animal). Se o animal mostra-se inquieto &amp;#233; porque n&amp;#227;o est&amp;#225; acostumado a Ter objetos estranhos em torno de seu pesco&amp;#231;o. Para evitar isso deixamos o colar a ser utilizado com o c&amp;#227;o par o mesmo brinque com o colar e se familiarize com o mesmo. Colocamos o colar no pesco&amp;#231;o do animal e vamos assim acostumando-o a essa sensa&amp;#231;&amp;#227;o de enforcamento, provocado pelo colar. Quando j&amp;#225; se nota uma perfeita aceita&amp;#231;&amp;#227;o do animal, estaremos ent&amp;#227;o prontos para sairmos com o c&amp;#227;o preso a guia. Nunca se deve obrigar o c&amp;#227;o a andar, se notarmos que o mesmo est&amp;#225; aflito por causa do colar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2. Exerc&amp;#237;cio de junto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O guia conduzir&amp;#225; seu c&amp;#227;o por um colar, chamados de Enforcador ou de espinhos, em cuja argola se prender&amp;#225; a uma guia de um metro e vinte cent&amp;#237;metros aproximadamente. Ao fazer caminhar o c&amp;#227;o, a ele ordenar&amp;#225; com voz firme: JUNTO.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVEhHQquI/AAAAAAAABGI/V4N9W0Ebc9I/s1600-h/treinamento%20de%20caes%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="589" alt="treinamento de caes" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVGFU-KHI/AAAAAAAABGQ/PADcOVPk8y4/treinamento%20de%20caes_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="510" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Exerc&amp;#237;cio de senta.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A esta altura, a import&amp;#226;ncia de chamar o &lt;a href="http://idealgratis.com/curso/curso-adestramento-canino/5/#"&gt;c&amp;#227;o&lt;/a&gt; pelo nome j&amp;#225; &amp;#233; indiscut&amp;#237;vel. Por isso, seu nome tem o mesmo peso de um comando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Fazer com que ele esteja imediatamente atento assim que o dono cham&amp;#225;-lo com voz firme e forte, j&amp;#225; &amp;#233; meio passo dado para que ele obede&amp;#231;a com sucesso. Depois de prender sua aten&amp;#231;&amp;#227;o chamando pelo nome, pare diante dele para ensin&amp;#225;-lo a sentar. Suspenda suavemente a guia ao mesmo tempo em que diz SENTA ou SIT e pressione a garupa dele para baixo, com os dedos polegar e indicador em forma de pin&amp;#231;a. S&amp;#227;o tr&amp;#234;s movimentos simult&amp;#226;neos: SENTA ou SIT, tranquinho da guia para cima e press&amp;#227;o em sua garupa par abaixo, chegar&amp;#225; o momento em que n&amp;#227;o ser&amp;#225; preciso pressionar a garupa do c&amp;#227;o (e ele mesmo avisar&amp;#225; quando estiver pronto). A partir da&amp;#237;, fique diante do c&amp;#227;o, suspenda a guia e movimente a m&amp;#227;o direita de tr&amp;#225;s para frente, como se fosse uma raquete. O movimento deve iniciar ao lado do corpo e terminar acima dos olhos do c&amp;#227;o. Enquanto durar o movimento, pronuncie SENTA. Assim que ele senta, de o comando FICA e afaste-se dele. Depois de alguns segundos, v&amp;#225; at&amp;#233; o c&amp;#227;o e acaricie-o a fim de incentiv&amp;#225;-lo a acertar o comando sempre. E muito prov&amp;#225;vel que ele tente levantar, mas se ele fizer isso, voc&amp;#234; deve dizer N&amp;#195;O, imediatamente e FICA, mesmo que tenha que voltar e come&amp;#231;ar o exerc&amp;#237;cio novamente n&amp;#227;o concorde com o erro dele, nunca.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;No in&amp;#237;cio, n&amp;#227;o se afaste muito, d&amp;#234; apenas alguns passinhos para tr&amp;#225;s e elogio-o em seguida, para que ele v&amp;#225; se acostumando com sua dist&amp;#226;ncia. Com alguns exerc&amp;#237;cios, a guia n&amp;#227;o ser&amp;#225; necess&amp;#225;ria para fazer sentar.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Exerc&amp;#237;cio de parado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;     &lt;p&gt;O adestrador dever&amp;#225; colocar a m&amp;#227;o sob a barriga do c&amp;#227;o, obrigando-o ficar de p&amp;#233; e ao mesmo tempo pronunciar&amp;#225; a palavra PARADO, a cada repeti&amp;#231;&amp;#227;o do exerc&amp;#237;cio o c&amp;#227;o dever&amp;#225; ser elogiado.       &lt;br /&gt;Poder&amp;#225; ainda, partindo da posi&amp;#231;&amp;#227;o de SIT ou SENTA, comandar-se PARADO, pressionando-se com suavidade a guia para frente at&amp;#233; conseguimos o desejado. Podemos ainda, ao mesmo tempo em que pressionamos a guia par frente, com p&amp;#233; esquerdo encaixado no vazio do animal, ergu&amp;#234;-lo para cima at&amp;#233; a posi&amp;#231;&amp;#227;o desejada.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;&lt;/p&gt;     &lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVGx-0huI/AAAAAAAABGY/k0kGQxc1DZs/s1600-h/cao%20beleza%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="334" alt="cao beleza" src="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVIUWmPOI/AAAAAAAABGg/D42TQNfDVZE/cao%20beleza_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="528" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Exerc&amp;#237;cio de deita&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Essa posi&amp;#231;&amp;#227;o em que o animal permanece deitado sobre suas quatros patas, (posi&amp;#231;&amp;#227;o esfinge). Partindo-se da posi&amp;#231;&amp;#227;o de SIT ou SENTA, o adestrador coloca-se &amp;#224; frente do animal, levanta e puxa suas patas dianteiras at&amp;#233; que ele fique deitado, pronunciado sempre a palavra DAWN ou DEITA. Partindo ainda da posi&amp;#231;&amp;#227;o de SIT ou SENTA, o adestrador segura com a m&amp;#227;o esquerda pr&amp;#243;ximo ao colar e pressionando continuamente para frente e para baixo, conduzir&amp;#225; o c&amp;#227;o em dire&amp;#231;&amp;#227;o ao solo, at&amp;#233; que o mesmo fique deitado sobre as quatro patas, sempre pronunciando a palavra DEITA. Quando o c&amp;#227;o ficar na posi&amp;#231;&amp;#227;o desejada, sem oferecer resist&amp;#234;ncia dever&amp;#225; ser elogiado e agradado pelo adestrador.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Esse exerc&amp;#237;cio deve-se repetir at&amp;#233; o c&amp;#227;o aprender perfeitamente o comando. Logo que o c&amp;#227;o o realize por sinais deve o guia colocar-se &amp;#224; frente do c&amp;#227;o e ao mesmo tempo em que lhe ordena DEITA, mover&amp;#225; energicamente a m&amp;#227;o para baixo. T&amp;#227;o logo o c&amp;#227;o se encontre corretamente deitado, o adestrador segurando a ponta da guia, d&amp;#225; pequenas voltas ao redor do animal, chegando mesmo a pular por cima de seu dorso, repetindo a ordem DEITA. N&amp;#227;o se deve permitir que o animal acompanhe com as vistas o adestrador, durante essas pequenas voltas ou mudan&amp;#231;as de posi&amp;#231;&amp;#227;o. N&amp;#227;o &amp;#233; conveniente, por cansar o animal, obrigar o c&amp;#227;o a permanecer muito tempo nessa posi&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Exerc&amp;#237;cio de morto&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Esse movimento &amp;#233; aquele em que o c&amp;#227;o dever&amp;#225; fingir-se de morto. Para conseguir esse movimento, devemos ficar de c&amp;#243;coras ao lado do c&amp;#227;o, o qual se encontra na posi&amp;#231;&amp;#227;o DEITA, como a m&amp;#227;o direita segurar a guia e a m&amp;#227;o esquerda dever&amp;#225; ser colocada no vazio do c&amp;#227;o, for&amp;#231;ando-o para a esquerda at&amp;#233; que ele fique complemente estendido no solo. Em seguida o adestrador dever&amp;#225; levantar-se sempre pronunciando a palavra MORTO, fazendo com que o animal finja-se de morto por alguns segundos.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVKWUj_iI/AAAAAAAABGo/V04Erzmakds/s1600-h/857094902%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="321" alt="857094902" src="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVL320fJI/AAAAAAAABGw/ckX1Sde82I8/857094902_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="526" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. Exerc&amp;#237;cio de vivo&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Com o c&amp;#227;o na posi&amp;#231;&amp;#227;o de Morto, iremos para frente do mesmo, com a m&amp;#227;o esquerda seguramos a guia e daremos um ligeiro, tir&amp;#227;o para cima na guia e pronunciamos a palavra VIVO o c&amp;#227;o dever&amp;#225; imediatamente ficar em p&amp;#233; na posi&amp;#231;&amp;#227;o de PARADO. Repetimos esse exerc&amp;#237;cio tantas vezes quantas forem necess&amp;#225;rias, at&amp;#233; que o animal passe a obedecer ao adestrador por um simples gesto ou comando.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;8. Exerc&amp;#237;cio de fica&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Estando o c&amp;#227;o nas posi&amp;#231;&amp;#245;es de SIT ou SENTA, PARADO, DAWN ou DEITA, MORTO e VIVO, o adestrador se afastar&amp;#225; pouco a pouco do mesmo, dizendo-lhe, QUIEDATE ou FICA, ao mesmo tempo em que por gesto energ&amp;#233;tico esticar&amp;#225; o bra&amp;#231;o direto para frente, o cotovelo ligeiramente dobrado e apresentado a palma da m&amp;#227;o direta voltada par o c&amp;#227;o. Cada vez que o c&amp;#227;o efetuar algum movimento, dever&amp;#225; ser executado o comando e o gesto para que o c&amp;#227;o permane&amp;#231;a na posi&amp;#231;&amp;#227;o ordenada. No in&amp;#237;cio desse exerc&amp;#237;cio, quando fazemos o gesto com a m&amp;#227;o, &amp;#233; interessante que o adestrador toque com a palma da m&amp;#227;o o focinho do animal. Se o c&amp;#227;o tentar se mover empregamos energicamente a palavra FOI, que &amp;#233; o termo de repress&amp;#227;o, pois o c&amp;#227;o a essa altura da instru&amp;#231;&amp;#227;o j&amp;#225; perceber&amp;#225; que se emprega a palavra para que se deixe de fazer algo que seu adestrador n&amp;#227;o lhe tenha ordenado. &amp;#192; medida que o c&amp;#227;o vai interpretando a ordem o adestrador aumentar&amp;#225; a dist&amp;#226;ncia paulatinamente.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Adestramento avan&amp;#231;ado&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Este tipo de adestramento s&amp;#243; dever&amp;#225; ser iniciado ap&amp;#243;s o c&amp;#227;o estiver adestrado no adestramento b&amp;#225;sico, tendo em vista que a execu&amp;#231;&amp;#227;o dos &lt;a href="http://idealgratis.com/curso/curso-adestramento-canino/11/#"&gt;exerc&amp;#237;cios&lt;/a&gt; de adestramento secund&amp;#225;rio depender&amp;#225; dos exerc&amp;#237;cios de adestramento b&amp;#225;sico:&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;o adestramento avan&amp;#231;ado ensinaremos o nosso c&amp;#227;o os seguintes exerc&amp;#237;cios:&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de DAWN FOR (rasteja)      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de AQUI      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de IR EM FRENTE      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de RECUA ou (IR PARA TR&amp;#193;S)      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de APORT ou (SEGURA)      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;6.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de AUSS ou (LARGA)      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;7.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de BUSCA      &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;8.&lt;/strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de CORTA&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;1. Exerc&amp;#237;cio de DAWN FOR ou RASTEJA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Neste exerc&amp;#237;cio o c&amp;#227;o dever&amp;#225; rastejar. Este procedimento &amp;#233; muito &amp;#250;til na vida Policial Militar quando houver necessidade de nos aproximarmos de um local sem sermos percebidos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estando o c&amp;#227;o na posi&amp;#231;&amp;#227;o de DAWN ou DEITA, se lhe puxar&amp;#225; com suavidade a guia para frente e para baixo, dizendo-lhes as palavras DAWN FOR, at&amp;#233; que o mesmo comece adiantar-se se arrastando. A cada movimento efetuado pelo c&amp;#227;o, por menor que seja, o guia o afagar&amp;#225; carinhosamente, dizendo-lhe MUITO BEM, por&amp;#233;m sem afrouxar a guia para que o c&amp;#227;o n&amp;#227;o se levante.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aprendido a executar este exerc&amp;#237;cio atrav&amp;#233;s de simples comando, come&amp;#231;ar-se-&amp;#225; repetir o mesmo, por sinais. Devemos insistir no treinamento, at&amp;#233; que o c&amp;#227;o interprete o sinal. Pouco a pouco se vai soltando cada vez mais a guia para que mais tarde esta possa ser suprimida totalmente, quando o c&amp;#227;o se arrastar somente ao comando de DAWN FOR.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De nenhum modo se deve pensar que este exerc&amp;#237;cio carece de import&amp;#226;ncia, pois na pr&amp;#225;tica &amp;#233; o saldado (adestrador) que deve arrastar-se ao solo ao lado do c&amp;#227;o, em caso de emerg&amp;#234;ncia ou quando deva acercar-se de um ligar onde se encontram elementos suspeitos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Podemos ainda, estando o c&amp;#227;o em DAWN ou DEITA, tomando-lhe suas patas dianteiras fazermos com que o mesmo arraste-se puxando-lhe pelas patas em nossa dire&amp;#231;&amp;#227;o uma de cada vez. Por menor que seja o deslocamento conseguido pelo sinal devemos elogi&amp;#225;-lo.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;2.&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt; Exerc&amp;#237;cio de AQUI&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando o c&amp;#227;o estiver afastado de seu adestrador e este quiser cham&amp;#225;-lo, o comando a ser empregado dever&amp;#225; ser AQUI. Ao mesmo tempo em que o adestrador comandar AQUI, dever&amp;#225; apontar o dedo indicador da m&amp;#227;o direita na dire&amp;#231;&amp;#227;o do nariz do animal at&amp;#233; o c&amp;#227;o &amp;#225; sua frente, puxando-o pela al&amp;#231;a da guia. Recebendo este comando o c&amp;#227;o dever&amp;#225; aproximar-se at&amp;#233; a frente do adestrador permanecendo na posi&amp;#231;&amp;#227;o de SIT ou SENTA. Se este n&amp;#227;o fizer, comandaremos SIT ou SENTA at&amp;#233; que se possa suprimir este comando.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Para este exerc&amp;#237;cio o adestrador dever&amp;#225; ficar de frente voltada para o c&amp;#227;o e com suas pernas afastadas&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;3. Exerc&amp;#237;cio de IR EM FRENTE&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Para o soldado da Pol&amp;#237;cia Militar que faz patrulhamento com seu c&amp;#227;o, &amp;#233; de fundamental import&amp;#226;ncia que seu acompanhante (c&amp;#227;o) v&amp;#225; de vez em quando adiante do adestrador, sobretudo quando o local patrulhado &amp;#233; de m&amp;#225; reputa&amp;#231;&amp;#227;o, ou estradas solit&amp;#225;rias, ou em altas horas da noite ou ainda zonas desconhecidas pelo Policial e que poder&amp;#227;o ser explorados pelo c&amp;#227;o.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;O c&amp;#227;o que possui audi&amp;#231;&amp;#227;o e olfato bem apurados, n&amp;#227;o perder&amp;#225; nenhum ru&amp;#237;do estranho e perceber&amp;#225; o perigo muito antes de seu guia e avisar&amp;#225; com latidos e grunhidos, quando encontrar alguns pessoa ou objetos suspeitos, evitando assim, que o soldado (adestrador) seja surpreendido. Para &lt;a href="http://idealgratis.com/curso/curso-adestramento-canino/13/#"&gt;ensinar&lt;/a&gt; um c&amp;#227;o a IR EM FRENTE, j&amp;#225; que at&amp;#233; agora foi ensinado a caminhar ao lado esquerdo de seu adestrador, se escolhe um local solit&amp;#225;rio onde nada atra&amp;#237; a aten&amp;#231;&amp;#227;o do animal.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Quando o c&amp;#227;o vai caminhando ao local do Soldado (adestrador), este estanca de repente e acaricia o c&amp;#227;o dizendo-lhe VAI EM FRENTE, ao mesmo tempo em que lhe indica simultaneamente a dire&amp;#231;&amp;#227;o com a m&amp;#227;o direta. A fim de conseguir pouco a pouco que se adiante &amp;#233; necess&amp;#225;rio que o guia caminhe bem devagar dando sempre o comando de IR EM FRENTE, e como o c&amp;#227;o, por si s&amp;#243;, deseja passear e farejar sempre adiante, paulatinamente aumentar&amp;#225; a dist&amp;#226;ncia entre ele e seu guia.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Caminhando por um campo aberto, se obrigar&amp;#225; que o c&amp;#227;o busque em dire&amp;#231;&amp;#227;o aos dois lados do guia, exerc&amp;#237;cio este adicional, que se obt&amp;#233;m facilmente. Ao caminhar o adestrador para o lado oposto da dire&amp;#231;&amp;#227;o que tenha tomado o c&amp;#227;o, obrigar&amp;#225; que este tamb&amp;#233;m o siga neste sentido e assim o adestrador marchar&amp;#225; (caminhar&amp;#225;) da esquerda para direita e vice-versa, at&amp;#233; que o c&amp;#227;o tenha aprendido a tran&amp;#231;ar em maior ou menor dist&amp;#226;ncia num amplo ziguezague na frente de seu guia.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;T&amp;#227;o logo o c&amp;#227;o execute este exerc&amp;#237;cio, de dia, devemos repeti-lo &amp;#224; noite em lugares diferentes.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Podemos ainda utilizar para o treinamento deste exerc&amp;#237;cio uma haste, na qual adaptamos uma roldana e uma guia (corda fina de nylon) de tamanho longo. Podemos ainda contar com o aux&amp;#237;lio de um ajudante que permanecer&amp;#225; escondido em um local qualquer, tamb&amp;#233;m de posse de uma guia longa que ataremos no pesco&amp;#231;o do c&amp;#227;o. Nestas duas hip&amp;#243;teses, caso o c&amp;#227;o rejeite ou vacile em executar, o exerc&amp;#237;cio. O condutor e o ajudante dar&amp;#227;o pequenos tir&amp;#245;es na guia e ao mesmo tempo o adestrador dar&amp;#225; o comando de VAI EM FRENTE, e os respectivos elogios ao animal.&lt;/p&gt;   &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVMXUUIMI/AAAAAAAABG4/EozhzhOmEQ4/s1600-h/1217967715969_bigPhoto_0%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="339" alt="1217967715969_bigPhoto_0" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVNdxf2cI/AAAAAAAABHA/VQy1wo4YrDs/1217967715969_bigPhoto_0_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="509" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;4. Exerc&amp;#237;cio de RECUAR ou IR PARA TR&amp;#193;S.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Para o treinamento deste exerc&amp;#237;cio, podemos utilizar dois obst&amp;#225;culos compridos e paralelos, no meio dos quais colocamos o &lt;a href="http://idealgratis.com/curso/curso-adestramento-canino/14/#"&gt;c&amp;#227;o&lt;/a&gt; e vamos empurrando-o para tr&amp;#225;s ao mesmo tempo em que se faz o gesto caracter&amp;#237;stico e se repete o comando de RECUA ou PARA TR&amp;#193;S.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Podemos ainda, para ensinar este exerc&amp;#237;cio, utilizarmos duas guias longas que estar&amp;#227;o atadas ao colar do pesco&amp;#231;o do animal. Adestrador e c&amp;#227;o na posi&amp;#231;&amp;#227;o de JUNTO, uma guia em cada m&amp;#227;o, vamos dando pequenos tir&amp;#245;es para tr&amp;#225;s ao mesmo tempo em que se repete continuamente a palavra RECUA ou PARA TR&amp;#193;S.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Se o c&amp;#227;o procurar desviar-se devemos a princ&amp;#237;pio utilizar uma parede a qual dever&amp;#225; estar a esquerda do animal. Se o c&amp;#227;o negar-se a caminhar para tr&amp;#225;s podemos pisar suavemente em suas patas dianteiras sem machuc&amp;#225;-lo, pois o animal para evitar que o pisemos retroceder&amp;#225;.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Quando o c&amp;#227;o j&amp;#225; retroceder sem dificuldade junto ao adestrador devemos ensinar-lhe que o fa&amp;#231;a afastado do mesmo. O c&amp;#227;o na posi&amp;#231;&amp;#227;o de PARADO, na frente do adestrador a uma distancia de meio metro aproximadamente, damos o comando de RECUA ou IR PARA TR&amp;#193;S.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;E caminhando para o mesmo convocando-o a retroceder fazendo gesto com a m&amp;#227;o direita. Se o c&amp;#227;o parar ou rejeitar o exerc&amp;#237;cio, pisamos suavemente em suas patas fazendo-o retroceder.&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;5. Exerc&amp;#237;cio de APORT ou SEGURA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Para ensinar um c&amp;#227;o a apanhar um objeto qualquer, se come&amp;#231;a por introduzir um sua boca um artefato de madeira ou de borracha (halter) Ap&amp;#243;s introduzir o objeto em sua boca, fechamos a mesma para que o c&amp;#227;o n&amp;#227;o solte o objeto, dizendo sempre APORT ou SEGURA. Logo que o c&amp;#227;o mantenha durante algum tempo o objeto na boca (por alguns instantes que seja), o adestrador ordenar&amp;#225; para que fique segurando o mesmo, repetindo sempre APORT ou SEGURA e elogiando-o com palavras de carinho como MUITO BOM, MUITO BEM, etc.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVOssCbeI/AAAAAAAABHI/CqAswqxmT7E/s1600-h/cao21%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="352" alt="cao21" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVPx8HNHI/AAAAAAAABHQ/9hqhdUozdHs/cao21_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;6. Exerc&amp;#237;cio de AUSS ou LARGA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Logo o c&amp;#227;o mantenha durante algum tempo o objeto na boca, o adestrador ordenar&amp;#225; para que o mesmo solte, dizendo-lhe AUSS ou LARGA, ou SOLTE ou ainda TIRA, enquanto tiramos o objeto da boca do c&amp;#227;o com suaves puxadas. Sempre repetindo os comandos. Efetuada esta parte do exerc&amp;#237;cio, premiaremos o c&amp;#227;o de imediato com palavras de carinho, ao mesmo tempo em que o afagamos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ap&amp;#243;s o c&amp;#227;o estar perfeitamente condicionado neste tipo de exerc&amp;#237;cio come&amp;#231;aremos a distanciar a m&amp;#227;o, mandando-lhe apanhar novamente o objeto da m&amp;#227;o do adestrador. Repetiremos o exerc&amp;#237;cio at&amp;#233; o c&amp;#227;o comece apanhar o objeto do solo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Quando o c&amp;#227;o estiver apanhado e soltando com desenvoltura, mudaremos o objeto, trocando-o sempre. O c&amp;#227;o para aprender este exerc&amp;#237;cio deve encontra-se na posi&amp;#231;&amp;#227;o de SIT ou SENTA. De acordo com o progresso do ensinamento, vamos aumentando paulatinamente a dist&amp;#226;ncia entre o c&amp;#227;o e o objeto, at&amp;#233; que o animal comece a transpor obst&amp;#225;culos (barreiras, cursos d&amp;#8217;&amp;#225;gua, etc.) com o objeto sem deix&amp;#225;-lo cair.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVRAzlWAI/AAAAAAAABHY/sopi1LDls9M/s1600-h/adestramento%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="426" alt="adestramento" src="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVSGddazI/AAAAAAAABHg/cbfljcyVHgw/adestramento_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="523" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;7. Exerc&amp;#237;cio de BUSCA.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#192; medida que a distancia vai sendo aumentada, comandamos ao c&amp;#227;o: BUSCA, APORT ou SEGURA.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Recomendamos o uso de objetos bem leves nos primeiros ensinamentos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVTUQYMXI/AAAAAAAABHo/uv0t7DTBt0M/s1600-h/socializacao_do_cao%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="329" alt="socializacao_do_cao" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVUjY26fI/AAAAAAAABHw/B1K1nNWEHWY/socializacao_do_cao_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="515" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;8. Exerc&amp;#237;cio de CORTA&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Estando o c&amp;#227;o em posi&amp;#231;&amp;#227;o SIT ou SENTA e na frente do adestrador, o qual dever&amp;#225; estar com as m&amp;#227;os amarradas com um cord&amp;#227;o fino e pouco resistente, introduzir-se-&amp;#225; o cord&amp;#227;o na boca do animal, dizendo-lhe CORTA. Ao mesmo tempo em que faz-se-a o movimento de vai e vem com o cord&amp;#227;o entre os seus maxilares. O ele n&amp;#227;o consiga cortar, for&amp;#231;a-se as m&amp;#227;os para fora o ajudando at&amp;#233; o seu rompimento.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;T&amp;#227;o logo isto aconte&amp;#231;a elogiar-se-&amp;#225; efusivamente o c&amp;#227;o demostrando que ele proporcionou-lhe a liberdade, exclusivamente do animal.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na medida em que se prossegue com o exerc&amp;#237;cio, o acostumamos a cortar ataduras de v&amp;#225;rias espessuras e resist&amp;#234;ncia, estando a pessoa que tem as m&amp;#227;os amarradas em diferentes posi&amp;#231;&amp;#245;es (deitado, sentado, com as m&amp;#227;os para frente, com as m&amp;#227;os para tr&amp;#225;s, etc.).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na medida em que o c&amp;#227;o vai progredindo no exerc&amp;#237;cio, podemos ainda, introduzir junto com palavra CORTA SOCORRO, ou seja, SOCORRO CORTA, porque ai vai dar a entender que ele (o adestrador), necessita de sua ajuda para se libertar. Terminado o exerc&amp;#237;cio, premiaremos o c&amp;#227;o com palavras de carinho, ao mesmo tempo em que o afagamos.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-83058615253286647?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/QdDlzCt0VHA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/83058615253286647/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=83058615253286647" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/83058615253286647?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/83058615253286647?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/QdDlzCt0VHA/curso-basico-de-adestramento-de-caes.html" title="curso basico de adestramento de caes" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SbEVDj0MBbI/AAAAAAAABGA/a4g6doL-M5c/s72-c/Caes_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/03/curso-basico-de-adestramento-de-caes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcMRns7eSp7ImA9WxBbEkw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-5010612774219680442</id><published>2009-03-01T06:40:00.002-03:00</published><updated>2010-03-10T07:14:47.501-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-03-10T07:14:47.501-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="BICHO DA SÊDA" /><title>CRIAÇÃO DO BICHO DA SEDA</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SapYOVMD_NI/AAAAAAAAA_g/wQaurRQq5qs/s1600-h/image4.png"&gt;&lt;span style="display: block;" id="formatbar_Buttons"&gt;&lt;span class="down" style="display: block;" id="formatbar_JustifyCenter" title="Alinhar ao centro" onmouseover="ButtonHoverOn(this);" onmouseout="ButtonHoverOff(this);" onmouseup="" onmousedown="CheckFormatting(event);FormatbarButton('richeditorframe', this, 11);ButtonMouseDown(this);"&gt;&lt;img src="img/blank.gif" alt="Alinhar ao centro" class="gl_align_center" border="0" /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="border-width: 0px;" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SapYSJbWFHI/AAAAAAAAA_o/r2sEnk1lQz8/image_thumb2.png?imgmax=800" border="0" height="409" width="519" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;Bicho-da-seda     &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Produção de casulos formados pela lagarta da espécie Bombyx mori é opção de renda em propriedades familiares próximas a tecelagens de seda &lt;/b&gt;    &lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;Neste mês, completam-se 200 anos da chegada ao Rio de Janeiro da família real portuguesa. Esse fato provocou grandes mudanças no Brasil, tratado até então como uma mera colônia extrativista para abastecer Portugal. Com os pés em terras brasileiras, logo o príncipe-regente dom João começou a tomar medidas que abriram oportunidades para o desenvolvimento de novas atividades agrícolas por aqui - como a sericicultura, a criação do bicho-da-seda.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;Atualmente, essa atividade é recomendada sobretudo para gerar renda adicional em pequenas propriedades familiares, que têm à disposição novas tecnologias desenvolvidas pela Apta - Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios. No estado de São Paulo, a sericicultura está concentrada em municípios como Bastos, Gália, Duartina e Fernão, entre outros. No Paraná, na região de Maringá. O bicho-da-seda (Bombyx mori) produz um casulo do qual se extrai os fios para formar um tecido de toque suave, cobiçado no mundo inteiro e que nunca sai da moda. O trabalho minucioso e delicado das lagartas da espécie já é explorado pelo homem há muito tempo. Historiadores relatam que, há cerca de 4.600 anos, a seda proveniente do inseto já era explorada para a confecção de roupas da nobreza do império chinês.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;   &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SapYVKLvKWI/AAAAAAAAA_w/aGabADfgJd4/s1600-h/image9.png"&gt;&lt;img style="border-width: 0px;" alt="image" src="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SapYZD-S9dI/AAAAAAAAA_4/W7yjKDUw7A4/image_thumb5.png?imgmax=800" border="0" height="349" width="520" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;p&gt; &lt;/p&gt;    &lt;p style="font-weight: bold; text-align: center;"&gt;SUPORTE onde as lagartas tecem os casulos&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;O ciclo de desenvolvimento do bicho-da-seda vai da eclosão do ovo até a transformação da lagarta em mariposa. O período em que vive como a lagarta é dividido em cinco fases ou idades, durante as quais é sempre alimentada com folhas da amoreira (&lt;i&gt;Morus spp.&lt;/i&gt;).&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;Quando atinge tamanho que varia de sete a oito centímetros e não come mais, o bicho-da-seda deve ser transferido para o "bosque", um suporte para o inseto tecer o fio. Num movimento constante da cabeça, a lagarta produz um casulo em volta de si, a partir de um fio contínuo de cerca de 1,2 metro.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;No interior de um galpão, chamado de sirgaria, o manejo do inseto é feito sobre esteiras, que também são conhecidas como camas de criação. O local deve ser limpo, livre de contaminação e com boa circulação de ar. Além disso, é preciso controlar a temperatura e a umidade relativa do ar do ambiente, mantendo-o em níveis adequados a cada idade do bicho através de abertura de janelas, para assegurar o bom trabalho dos bichinhos operários.&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;Raio X&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;CRIAÇÃO MÍNIMA:&lt;/b&gt; meio hectare     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;INVESTIMENTO INICIAL:&lt;/b&gt; em torno de 45 reais a caixa com 33 mil lagartas, além da formação do amoreiral e construção do galpão     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;RETORNO:&lt;/b&gt; safra de 70 quilos pode render 500 reais     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;REPRODUÇÃO:&lt;/b&gt; de 400 a 500 ovos por mariposa&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;Mãos à obra&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;BARRACÃO com folhas de amoreira, para alimentar as lagartas&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;INÍCIO -&lt;/b&gt; adquira o bicho-da-seda já na fase da lagarta, quando medem pouco mais de 1,5 centímetro. A dedicação do produtor no trato do inseto é muito importante para obter casulos de qualidade, o que define o preço pago ao criador (o quilo pode ser cotado a mais de seis reais).     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;AMBIENTE -&lt;/b&gt; nos primeiros sete dias de vida, durante a primeira e a segunda idade da lagarta, a temperatura ideal para o local de criação é de 26 a 27 graus e umidade relativa do ar de 90%. Na terceira e quarta idades, são recomendados de 24 a 25 graus e umidade de 75%, enquanto na quinta idade o ideal é 23 graus e umidade de 70%.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;ESTRUTURA -&lt;/b&gt; as lagartas são criadas sobre esteiras dentro de barracões, com medidas que podem variar de acordo com o espaço disponível. Um galpão de nove metros de comprimento por seis de largura, por exemplo, pode ser considerado para uma pequena propriedade agrícola, rendendo até 70 quilos de casulo por mês durante a safra.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;INTEGRAÇÃO -&lt;/b&gt; há empresas no mercado que disponibilizam ao produtor interessado toda a estrutura de apoio para a criação, inclusive as lagartas. Fornecem insumos para a desinfecção das instalações e mudas de amoreiras, além de assistência técnica em todo o processo de produção.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;ALIMENTAÇÃO -&lt;/b&gt; para o desenvolvimento da lagarta, é necessário fornecer folhas de amoreira. A Apta multiplica e disponibiliza cultivares desenvolvida pelo Instituto de Zootecnia de São Paulo, de elevada produção e valor nutritivo. Entre os mais destacados estão IZ56/4, IZ15/7, IZ13/6, IZ10/4, IZ40,     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;PROPAGAÇÃO -&lt;/b&gt; o cultivo de amoreiras é feito por estacas, que podem produzir folhas por um período de 15 a 18 anos para alimentar o bicho-da-seda. O corte deve ser diário, para oferecer às lagartas refeição fresca. As folhas devem ser oriundas de plantações livres de pragas, doenças e impurezas, nem mesmo terra.     &lt;br /&gt;&lt;b&gt;REPRODUÇÃO -&lt;/b&gt; ocorre na fase adulta da mariposa, que surge a partir da transformação da lagarta dentro do casulo. Após o acasalamento, a fêmea inicia a postura dos ovos, que chega a somar de 400 a 500 unidades.&lt;/p&gt;&lt;p style="color: rgb(255, 0, 0);"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: center; font-weight: bold; color: rgb(255, 0, 0);"&gt;CICLO DO BICHO DA SEDA (PDF)&lt;/p&gt;&lt;h3 style="text-align: center;" class="r"&gt;&lt;a href="http://www.google.com/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;ct=res&amp;amp;cd=12&amp;amp;ved=0CAgQFjABOAo&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.seab.pr.gov.br%2Farquivos%2FFile%2Fcomplexo_da_seda%2Fb_mori.pdf&amp;amp;ei=BXCXS7W1L8bg8Qbgw-0l&amp;amp;usg=AFQjCNHIl99KLJqY1swBuckS0vRhDdNwyA&amp;amp;sig2=tF3m0aGgmMo1KVAD4c7mnA" class="l" onmousedown="return rwt(this,'','','res','12','AFQjCNHIl99KLJqY1swBuckS0vRhDdNwyA','&amp;amp;sig2=tF3m0aGgmMo1KVAD4c7mnA','0CAgQFjABOAo')"&gt;&lt;em&gt;&lt;em&gt;BICHO-DA-SEDA&lt;/em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h3&gt; &lt;/div&gt;  &lt;div align="justify"&gt;   &lt;p&gt;&lt;/p&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-5010612774219680442?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/Gyi78y9norY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/5010612774219680442/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=5010612774219680442" title="14 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/5010612774219680442?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/5010612774219680442?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/Gyi78y9norY/criacao-do-bicho-da-seda.html" title="CRIAÇÃO DO BICHO DA SEDA" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SapYSJbWFHI/AAAAAAAAA_o/r2sEnk1lQz8/s72-c/image_thumb2.png?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>14</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/03/criacao-do-bicho-da-seda.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcFQH09cCp7ImA9WxVRFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-7880402562055915998</id><published>2009-01-22T21:29:00.000-02:00</published><updated>2009-01-22T21:30:11.368-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-22T21:30:11.368-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CAPRINOS" /><title>HIGIENIZACAO DAS INSTALACOES DOS CAPRINOS</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXkBfUhLR6I/AAAAAAAAA7c/qvQtjQS7u7o/s1600-h/cabrito2%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="369" alt="cabrito2" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXkBgp78_1I/AAAAAAAAA7g/Qi6LiAbzA1U/cabrito2_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="504" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Higienize as instala&amp;#231;&amp;#245;es&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A higiene &amp;#233; um conjunto de medidas visando preservar a sa&amp;#250;de dos animais, sendo constitu&amp;#237;do de limpeza e desinfec&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A limpeza das instala&amp;#231;&amp;#245;es dever&amp;#225; ser realizada diariamente ou, pelo, menos a cada dois dias.A desinfec&amp;#231;&amp;#227;o deve ser feita a cada 30 dias no sistema intensivo, e a cada 60 dias no sistema semi-intensivo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Fa&amp;#231;a a limpeza do curral de ch&amp;#227;o batido.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Limpe o curral usando rodo de madeira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Varra o curral com vassoura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;RETIRE AS FEZES DO CURRAL:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;-A retirada de fezes pode ser feita com carro de m&amp;#227;o, balde ou outro recipiente dispon&amp;#237;vel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Coloque as fezes em esterqueira.Quando n&amp;#227;o houver esterqueira, as fezes devem depositadas em local cercado, para evitar contamina&amp;#231;&amp;#227;o dos animais.Fa&amp;#231;a a limpeza do piso ripado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Raspe com esp&amp;#225;tula as fezes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Limpe o piso ripado com vassoura.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- As fezes acumuladas abaixo do piso ripado devem ser retiradas periodicamente e levadas paraa esterqueira ou para um local cercado.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A DESINFEC&amp;#199;&amp;#195;O DAS INSTALA&amp;#199;&amp;#213;ES:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A desinfec&amp;#231;&amp;#227;o consiste na aplica&amp;#231;&amp;#227;o de produtos qu&amp;#237;micos para diminuir as chances de ocorr&amp;#234;ncia de doen&amp;#231;as.Para desinfetar devem ser utilizados produtos &amp;#224; base de iodo, am&amp;#244;nia quatern&amp;#225;ria, hipoclorito de s&amp;#243;dio (&amp;#225;gua sanit&amp;#225;ria) ou cresol. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Prepare a solu&amp;#231;&amp;#227;o para desinfec&amp;#231;&amp;#227;o da instala&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a) Prepare solu&amp;#231;&amp;#227;o de iodo&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Coloque 20 litros de &amp;#225;gua em um balde.   &lt;br /&gt;- Me&amp;#231;a 200 ml de tintura de iodo a 10%.    &lt;br /&gt;- Coloque 200 ml de tintura de iodo no balde.    &lt;br /&gt;- Misture a solu&amp;#231;&amp;#227;o utilizando um agitador de madeira.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;b) Prepare a solu&amp;#231;&amp;#227;o de hipoclorito de s&amp;#243;dio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Coloque20 litros de &amp;#225;gua em um balde.   &lt;br /&gt;- Me&amp;#231;a 200 ml de hipoclorito de s&amp;#243;dio a 10%.    &lt;br /&gt;- Coloque 200 ml de hipoclorito de s&amp;#243;dio no balde.    &lt;br /&gt;- Misture a solu&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;c) Prepare a solu&amp;#231;&amp;#227;o de cresol.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- Coloque20 litros de &amp;#225;gua em um balde.   &lt;br /&gt;- Me&amp;#231;a 20 ml de creolina    &lt;br /&gt;- Coloque 20 ml de creolina no balde    &lt;br /&gt;- Misture a solu&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;d) Prepare solu&amp;#231;&amp;#227;o de am&amp;#244;nia quatern&amp;#225;ria   &lt;br /&gt;A recomenda&amp;#231;&amp;#227;o do fabricante deve ser seguida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;DESINFETE AS INSTALA&amp;#199;&amp;#213;ES PULVERIZANDO COM SOLU&amp;#199;&amp;#195;O:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A desinfec&amp;#231;&amp;#227;o das instala&amp;#231;&amp;#245;es deve ser feita com uma das solu&amp;#231;&amp;#245;es citadas anteriormente.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Precau&amp;#231;&amp;#227;o: Na pulveriza&amp;#231;&amp;#227;o da solu&amp;#231;&amp;#227;o desinfetante o operador deve utilizar o equipamento de prote&amp;#231;&amp;#227;o individual (EPI) ou, pelo menos, luvas, botas e m&amp;#225;scara para prevenir intoxica&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;a) Re&amp;#250;na o material.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pulverizador costal, balde com a solu&amp;#231;&amp;#227;o, m&amp;#225;scara, luvas, botas, pano)&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;b) Coloque a solu&amp;#231;&amp;#227;o no pulverizador.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Precau&amp;#231;&amp;#227;o: Quando, ao colocar a solu&amp;#231;&amp;#227;o ocorrem respingos ou vazamentos na parte externa do pulverizador, deve-se enxug&amp;#225;-lo com um pano para evitar contato da solu&amp;#231;&amp;#227;o com a pele do operador, previnindo-se intoxica&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;c) Pulverize as paredes, as cercas e o piso das instala&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;DESINFETE AS INSTALA&amp;#199;&amp;#213;ES UTILIZANDO VASSOURA DE FOGO:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A vassoura de fogo &amp;#233; um equipamento tamb&amp;#233;m conhecido com lan&amp;#231;a-chamas, que, ligado a um botij&amp;#227;o de g&amp;#225;s, funciona como um ma&amp;#231;arico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A &amp;quot; vassoura &amp;quot; deve ser passada na instala&amp;#231;&amp;#227;o uma vez por semana no sistema intensivo, e a cada trinta dias no sistema semi-intensivo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Precau&amp;#231;&amp;#227;o:   &lt;br /&gt;1 - nos materiais combust&amp;#237;veis ( madeira, pl&amp;#225;stico, fios) o lan&amp;#231;a-chamas deve ser passado rapidamente para evitar queima.    &lt;br /&gt;2 - O registro do botij&amp;#227;o dese ser fechado ao final de cada opera&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-7880402562055915998?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/PYg2lnvxgGE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/7880402562055915998/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=7880402562055915998" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7880402562055915998?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7880402562055915998?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/PYg2lnvxgGE/higienizacao-das-instalacoes-dos.html" title="HIGIENIZACAO DAS INSTALACOES DOS CAPRINOS" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXkBgp78_1I/AAAAAAAAA7g/Qi6LiAbzA1U/s72-c/cabrito2_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/01/higienizacao-das-instalacoes-dos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIFQHw7eCp7ImA9WxVRFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-4855939757706086768</id><published>2009-01-22T21:21:00.001-02:00</published><updated>2009-01-22T21:21:51.200-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-22T21:21:51.200-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CULINÁRIA" /><title>BUCHADA DE BODE</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj_iV3CYtI/AAAAAAAAA7U/zkNJ0YH7i6w/s1600-h/165_1346-buchada%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="382" alt="165_1346-buchada" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj_jb2QkjI/AAAAAAAAA7Y/8sqRXmPQGfU/165_1346-buchada_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="499" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;p&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Buchada de bode     &lt;br /&gt;Um amigo l&amp;#225; do nordeste(Natal),ao passar pelo meu blog, mandou-me um email perguntando-me onde estava a receita da buchada,retornei o email,pedindo sua colabora&amp;#231;&amp;#227;o, no sentido de me enviar a receita para qu&amp;#234; pudesse public&amp;#225;-la, e a&amp;#237; est&amp;#225;:      &lt;br /&gt;receita enviada por PAULO FERNANDES AMORIM, Natal(RN)&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;h3&gt;&lt;/h3&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://static.hsw.com.br/gif/receitas-ingredientes-.gif" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;1 bucho grande de cabrito&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;V&amp;#237;sceras de 1 cabrito (rins, tripa, f&amp;#237;gado, l&amp;#237;ngua, cora&amp;#231;&amp;#227;o) &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;1 colher (sopa) de tempero seco (cominho e pimenta do reino) &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;1 ma&amp;#231;o de coentro &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;1/2 x&amp;#237;cara de azeite de boa qualidade ou 200 g de toucinho cortado em cubinhos bem pequenos &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;2 cebolas grandes &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;2 colheres (sopa) de colorau &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;2 colheres (sopa) de sal &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;2 piment&amp;#245;es grandes &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;3 colheres (sopa) de vinagre ou suco de lim&amp;#227;o &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;6 lim&amp;#245;es grandes &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;8 dentes de alho amassados&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://static.hsw.com.br/gif/receitas-preparo-.gif" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Limpe bem todas as v&amp;#237;sceras, retirando a cartilagem e o sebo &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Limpe o bucho, lavando-o v&amp;#225;rias vezes em &amp;#225;gua corrente e esfregando o lim&amp;#227;o por dentro e por fora &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Leve o bucho e as v&amp;#237;sceras ao fogo para escaldar um pouco &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Depois da fervura retire do fogo e limpe bem o bucho, raspando com uma faca. Separe.&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Retire alguns res&amp;#237;duos restantes e a pele da l&amp;#237;ngua e corte as v&amp;#237;sceras e o t em peda&amp;#231;os bem pequenos. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Junte o bucho e as visceras em uma bacia e tempere com o tempero seco, o coentro, o sal, a cebola, o alho, os piment&amp;#245;es picados e o colorau &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Junte o vinagre ou o suco de lim&amp;#227;o e deixe marinar por pelo menos cinco horas.&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://static.hsw.com.br/gif/receitas-montagem-.gif" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Passado o tempo de marinar, &amp;#233; hora de fazer os saquinhos da buchada:&lt;/p&gt;  &lt;ol&gt;   &lt;li&gt;Separe o bucho e os mi&amp;#250;dos. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Corte o bucho do bode em peda&amp;#231;os grandes e dobre-os ao meio (um bucho de bode rende de 6 a 8 peda&amp;#231;os), costurando com agulha e linha grossa os lados e deixando apenas uma abertura por onde ser&amp;#225; colocado o recheio. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Junte o toucinho &amp;#224;s v&amp;#237;sceras marinadas e recheie com eles os saquinhos, fechando a abertura com agulha e linha &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Leve os saquinhos recheados ao fogo em uma panela grande com &amp;#225;gua e deixe cozinhar por algumas horas ou at&amp;#233; que, apertando com as costas do garfo ou de uma colher, o bucho esteja mole, quase cedendo. &lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Sirva quente, acompanhado com mocot&amp;#243;, arroz e farofa&lt;/li&gt; &lt;/ol&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-4855939757706086768?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/GJ1nKy4G1Uc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/4855939757706086768/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=4855939757706086768" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/4855939757706086768?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/4855939757706086768?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/GJ1nKy4G1Uc/buchada-de-bode.html" title="BUCHADA DE BODE" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj_jb2QkjI/AAAAAAAAA7Y/8sqRXmPQGfU/s72-c/165_1346-buchada_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/01/buchada-de-bode.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQFQHg_fyp7ImA9WxVRFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-3319725984689952605</id><published>2009-01-22T21:18:00.001-02:00</published><updated>2009-01-22T21:18:31.647-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-22T21:18:31.647-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CAPRINOS" /><title>CARNE DE CAPRINOS</title><content type="html">&lt;h5&gt;&lt;a href="http://pequenosanimais.blogspot.com/2008/08/carne-de-caprinos.html"&gt;&lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj-v8ck8HI/AAAAAAAAA7M/yusQnBHwu9U/s1600-h/BarbecuePartyInvitations%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="339" alt="BarbecuePartyInvitations" src="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj-xPegLQI/AAAAAAAAA7Q/ZyLl9IhrSPo/BarbecuePartyInvitations_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="512" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;A carne de caprino &amp;#8211; que tem no Brasil um grande produtor mundial, sendo a regi&amp;#227;o Nordeste a respons&amp;#225;vel por 90% da produ&amp;#231;&amp;#227;o nacional &amp;#8211; &amp;#233; apresentada como melhor alternativa para quem deseja uma alimenta&amp;#231;&amp;#227;o mais saud&amp;#225;vel. Muitos m&amp;#233;dicos t&amp;#234;m incentivado o consumo, por consider&amp;#225;-la uma alternativa vi&amp;#225;vel para o brasileiro.    &lt;br /&gt;Estes e outros assuntos relacionados &amp;#224; ovinocaprinocultura ser&amp;#227;o discutidos por t&amp;#233;cnicos durante o 1&amp;#186; Semin&amp;#225;rio de Ovinocaprinocultura do Extremo Sul da Bahia, que ser&amp;#225; realizado em Eun&amp;#225;polis, no audit&amp;#243;rio da Ceplac &amp;#8211; no centro da cidade &amp;#8211; no pr&amp;#243;ximo dia 4 de setembro, com palestras das 08h &amp;#224;s 16:30h.    &lt;br /&gt;Segundo o secret&amp;#225;rio de Agricultura do munic&amp;#237;pio, Everaldo Borges, um dos realizadores do evento que pretende atrair produtores, potenciais produtores e pessoas interessadas no assunto de todo o extremo sul do Estado, &amp;#8220;o objetivo do semin&amp;#225;rio &amp;#233; buscar a profissionaliza&amp;#231;&amp;#227;o e a integra&amp;#231;&amp;#227;o da cadeia produtiva da ovinocaprinocultura, al&amp;#233;m de despertar e consolidar a atividade na regi&amp;#227;o&amp;#8221;.    &lt;br /&gt;PROGRAMA&amp;#199;&amp;#195;O    &lt;br /&gt;A programa&amp;#231;&amp;#227;o da manh&amp;#227; do 1&amp;#186; Semin&amp;#225;rio de Ovinocaprinocultura do Extremo Sul da Bahia prev&amp;#234; a apresenta&amp;#231;&amp;#227;o de tr&amp;#234;s pain&amp;#233;is: &amp;#8220;A Cadeia Produtiva na Ovinocaprinocultura&amp;#8221;, apresentada pelo coordenador Estadual do Projeto Aprisco Rob&amp;#233;rio Ara&amp;#250;jo; &amp;#8220;O Agroneg&amp;#243;cio da Carne: Condi&amp;#231;&amp;#245;es, Exig&amp;#234;ncias e Perspectivas para Inser&amp;#231;&amp;#227;o no Grande Mercado Nacional&amp;#8221;, a ser proferida por Roberis Ribeiro da Silva, professor da universidade Federal da Bahia; e o terceiro painel &amp;#8220;Protocolo da Ovinocaprinocultura&amp;#8221;, apresentado por Antonio Costa Pinto.    &lt;br /&gt;&amp;#192; tarde est&amp;#227;o programados os debates envolvendo representantes da Bahiapec, Banco do Brasil, Governo do Estado, e a discuss&amp;#227;o de linhas oficiais de financiamentos (Desdedite Brito de Souza do Banco do Brasil, Sebasti&amp;#227;o Jos&amp;#233; da Costa e Alan Andrade Luz do Banco do Nordeste); &amp;#8220;Experi&amp;#234;ncias e Resultados da Ovinocaprinocultura na Bahia, pelo presidente da Associa&amp;#231;&amp;#227;o de Caprinos e Ovinos da Bahia, Emanuel da Silva Biscarde; e mais os pain&amp;#233;is: &amp;#8220;Gram&amp;#237;neas e Leguminosas Adapt&amp;#225;veis ao Extremo Sul da Bahia&amp;#8221;, apresentado pela dra. Cl&amp;#225;udia Paula, pesquisadora da Ceplac, e &amp;#8220;Produ&amp;#231;&amp;#227;o, Ra&amp;#231;as e Manejo da Ovinocaprinocultura&amp;#8221;, pelo dr. &amp;#193;ureo Neves, professor da Universidade Federal da Bahia    &lt;br /&gt;VANTAGENS    &lt;br /&gt;O Nordeste brasileiro semi-&amp;#225;rido tem sido assumido, durante s&amp;#233;culos, como &amp;#225;rea de voca&amp;#231;&amp;#227;o pecu&amp;#225;ria, especialmente, para a explora&amp;#231;&amp;#227;o dos ruminantes dom&amp;#233;sticos. Notadamente os caprinos e ovinos, face &amp;#224; caracter&amp;#237;stica de adapta&amp;#231;&amp;#227;o e ecossistemas adversos que &amp;#233; fortemente influenciado pelos seus h&amp;#225;bitos alimentares.    &lt;br /&gt;&amp;#8220;A cria&amp;#231;&amp;#227;o de caprinos, essencialmente nordestina &amp;#8211; comenta Geraldo Magela, tradicional criador da regi&amp;#227;o &amp;#8211; ser&amp;#225; a reden&amp;#231;&amp;#227;o do Nordeste, por se tratar da regi&amp;#227;o mais prop&amp;#237;cia para a sua cria&amp;#231;&amp;#227;o, devido ao clima com baixo &amp;#237;ndice pluviom&amp;#233;trico&amp;#8221;. Ele acredita que em pouco mais de 10 anos o Brasil se transformar&amp;#225; no principal produtor mundial de caprinos&amp;#8221;.    &lt;br /&gt;Para o secret&amp;#225;rio da Agricultura de Eun&amp;#225;polis, Everaldo Borges, &amp;#8220;estaremos firmes no mercado internacional, porque Governos federal, estadual e municipal (Banco do Brasil, Banco do Nordeste, Sebrae e criadores) conseguiram enxergar que esta &amp;#233; a voca&amp;#231;&amp;#227;o natural do Nordeste, que n&amp;#227;o adianta lutar contra a natureza, s&amp;#243; caprinos conseguem conviver com a seca&amp;#8221;, raciocina o secret&amp;#225;rio.    &lt;br /&gt;CARNE SAUD&amp;#193;VEL    &lt;br /&gt;O Departamento de Agricultura dos Estados Unidos divulgou as caracter&amp;#237;sticas das principais carnes e os dados evidenciam que a carne de caprinos &amp;#233; a de mais baixo teor cal&amp;#243;rico, e que a sua gordura saturada &amp;#233; 44% mais baixo at&amp;#233; mesmo que a do frango despelado. Outros aspectos importantes da carne de caprino &amp;#233; o seu teor prot&amp;#233;ico similar e teores de ferro superiores as demais carnes.    &lt;br /&gt;Dados existentes na literatura internacional mostram que apenas 30% da gordura existente na carne de caprinos &amp;#233; formada por &amp;#225;cidos graxos saturados. A carne de caprinos, independente da idade, da ra&amp;#231;a e da regi&amp;#227;o onde &amp;#233; produzida, apresenta uma boa fonte de prote&amp;#237;na, com uma gordura saud&amp;#225;vel, apresentando conseq&amp;#252;entemente, um risco m&amp;#237;nimo de consumo de colesterol.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-3319725984689952605?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/y_wYn7Ymy3E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/3319725984689952605/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=3319725984689952605" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3319725984689952605?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3319725984689952605?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/y_wYn7Ymy3E/carne-de-caprinos.html" title="CARNE DE CAPRINOS" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj-xPegLQI/AAAAAAAAA7Q/ZyLl9IhrSPo/s72-c/BarbecuePartyInvitations_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/01/carne-de-caprinos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEcFRHc-eyp7ImA9WxVRFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-365079983389395239</id><published>2009-01-22T21:12:00.000-02:00</published><updated>2009-01-22T21:13:35.953-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-22T21:13:35.953-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CAPRINOS" /><title>PRODUÇÃO DE CARNE CAPRINA: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS</title><content type="html">&lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj9lyqKbpI/AAAAAAAAA7E/qDIt0kvm-DU/s1600-h/FOT20080719183348%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="374" alt="FOT20080719183348" src="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj9nLHaXVI/AAAAAAAAA7I/lBF5zROnESI/FOT20080719183348_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="509" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#8220;PRODU&amp;#199;&amp;#195;O DE CARNE CAPRINA: SITUA&amp;#199;&amp;#195;O ATUAL E PERSPECTIVAS&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;1. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Introdu&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Muito se tem falado sobre a caprinocultura de corte nacional, particularmente sobre o seu futuro, pois de seu passado todos reconhecem a import&amp;#226;ncia social, embora raras vezes seja levantado um exemplo de um empreendimento de sucesso. Com a expans&amp;#227;o da ra&amp;#231;a Boer, o interesse pela caprinocultura de corte tomou propor&amp;#231;&amp;#227;o jamais vista na caprinocultura de corte mundial e esse efeito pode ser claramente percebido no Brasil. Por&amp;#233;m esse &lt;i&gt;boom&lt;/i&gt; esteve em primeiro momento muito mais associado &amp;#224; venda de animais puros para reprodu&amp;#231;&amp;#227;o do que &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de carne propriamente dita. Embora essa vis&amp;#227;o seja a predominante, a cada dia evidencia-se que, para o desenvolvimento sustent&amp;#225;vel da atividade, muitos outros elementos devem ser adicionados &amp;#224; equa&amp;#231;&amp;#227;o. Fica claro que a atividade s&amp;#243; ir&amp;#225; prosperar se evoluir como um todo, com os diversos elos da cadeia produtiva participando do processo e ser tratada como um agroneg&amp;#243;cio, ou seja, com profissionalismo e uma vis&amp;#227;o empresarial.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;2. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Situa&amp;#231;&amp;#227;o atual da caprinocultura do Brasil e no mundo&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo a FAO (2001), o rebanho mundial de caprinos em 2000 era de 715.297.550 cabe&amp;#231;as, das quais 96% est&amp;#227;o em pa&amp;#237;ses em desenvolvimento, com apenas 4% nos pa&amp;#237;ses desenvolvidos. H&amp;#225; 40 anos atr&amp;#225;s o efetivo caprino dos pa&amp;#237;ses desenvolvidos era de 31,7 milh&amp;#245;es de cabe&amp;#231;as, sendo atualmente de 29,1 milh&amp;#245;es, o que representa um decr&amp;#233;scimo de 9%, enquanto nos pa&amp;#237;ses em desenvolvimento esse n&amp;#250;mero era de 315,9 milh&amp;#245;es em 1961 e de 686,2 milh&amp;#245;es em 2000, mostrando um aumento de 117%.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Atualmente a China &amp;#233; o maior rebanho mundial, com 148,4 milh&amp;#245;es de cabe&amp;#231;as, o que representa 20% do efetivo mundial. Em seguida v&amp;#234;m a &amp;#205;ndia e o Paquist&amp;#227;o. O Brasil fica na d&amp;#233;cima coloca&amp;#231;&amp;#227;o, com um rebanho de 12.600.000 cabe&amp;#231;as, cerca de 2% do rebanho mundial.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; distribui&amp;#231;&amp;#227;o do efetivo caprino brasileiro, pelos dados do IBGE (2001), referentes ao censo agropecu&amp;#225;rio de 1996, o quadro apresenta um padr&amp;#227;o id&amp;#234;ntico ao mundial. Considerando-se as regi&amp;#245;es Sul e Sudeste como desenvolvidas e Norte, Centro-Oeste e Nordeste com o em desenvolvimento, 4% dos caprinos est&amp;#227;o no primeiro grupo e 96% no segundo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vale ressaltar que 94% do rebanho nacional est&amp;#225; na regi&amp;#227;o Nordeste, onde prevalecem condi&amp;#231;&amp;#245;es edafo-clim&amp;#225;ticas desfavor&amp;#225;veis. Nessa situa&amp;#231;&amp;#227;o os caprinos assumem uma grande import&amp;#226;ncia social, pois chegam a ser a &amp;#250;nica fonte de renda em determinadas circunst&amp;#226;ncias e deles depende a sobreviv&amp;#234;ncia de muitos nordestinos. Por&amp;#233;m, talvez at&amp;#233; mesmo associado a esse papel, o mesmo no Nordeste raras vezes a caprinocultura &amp;#233; vista como uma atividade de empresarial e &amp;#233; freq&amp;#252;entemente considerada uma atividade marginal, e n&amp;#227;o uma atividade de grande potencial econ&amp;#244;mico.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O pr&amp;#243;prio nordestino, criador de &amp;#8220;bode&amp;#8221;, evidencia claramente o seu procedimento associando uma imagem de maior &lt;i&gt;status&lt;/i&gt; ao criador de boi, renegando a esp&amp;#233;cie que de fato o sustenta.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nas demais regi&amp;#245;es do pa&amp;#237;s, onde o efetivo &amp;#233; muito maior, muitos assimilaram de maneira distorcida o conceito de &amp;#8220;rusticidade&amp;#8221; dos caprinos, imaginando que, se no Nordeste, onde as condi&amp;#231;&amp;#245;es s&amp;#227;o prec&amp;#225;rias, se produz &amp;#8220;bode&amp;#8221;, os resultados obtidos em condi&amp;#231;&amp;#245;es mais &amp;#8220;favor&amp;#225;veis&amp;#8221; seriam muito melhores. A realidade n&amp;#227;o &amp;#233; bem essa, e sob certos aspectos &amp;#233; mais dif&amp;#237;cil criar caprinos nas tais condi&amp;#231;&amp;#245;es &amp;#8220;favor&amp;#225;veis&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;3. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Os novos cen&amp;#225;rios&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns conceitos v&amp;#234;m transformando radicalmente as atividades pecu&amp;#225;rias de interesse econ&amp;#244;mico. Embora n&amp;#227;o se esquecendo do papel social da caprinocultura, essa nova realidade deve ser absorvida tamb&amp;#233;m por essa atividade. Deve-se enfocar:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;- o &amp;#8220;agroneg&amp;#243;cio da caprinocultura&amp;#8221;, onde o objetivo n&amp;#227;o &amp;#233; produzir mais cabritos ou kg de carne por &amp;#225;rea ou por matriz: o objetivo &amp;#233; produzir mais lucro para o empres&amp;#225;rio. Logicamente, certos conceitos complementares n&amp;#227;o devem ser esquecidos, como sustentabilidade do investimento e a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de pr&amp;#225;ticas ecologicamente adequadas. Diz respeito ao tratamento de uma atividade agropecu&amp;#225;ria como um neg&amp;#243;cio a &amp;#8220;cadeia produtiva da caprinocultura&amp;#8221;, onde deve estar clara a id&amp;#233;ia de que ningu&amp;#233;m est&amp;#225; sozinho na atividade. No assunto em quest&amp;#227;o, a produ&amp;#231;&amp;#227;o de caprinos envolve desde os fornecedores de insumos at&amp;#233; o consumidor final, passando pelos servi&amp;#231;os de extens&amp;#227;o e pesquisa, abatedouros, a&amp;#231;ougues, supermercados, restaurantes, curtumes, ind&amp;#250;stria cal&amp;#231;adista e de vestu&amp;#225;rio, entre tantos outros elementos que poderiam aqui ser mencionados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No meio de tudo isso est&amp;#225; o caprinocultor. Ele tem sido o foco das maiores aten&amp;#231;&amp;#245;es, mas o segmento menos organizado, que menos tem evolu&amp;#237;do, que menos tem se tecnificado, e em conseq&amp;#252;&amp;#234;ncia disso, o segmento que paga as contas. Acaba por sustentar os elos precedentes e posteriores da dita &amp;#8220;cadeia produtiva&amp;#8221;. A partir do momento que ele se conscientizar de que desenvolve um agroneg&amp;#243;cio, vai se preocupar com seu desenvolvimento econ&amp;#244;mico de uma forma mais abrangente, vai entender a import&amp;#226;ncia da utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de tecnologia mais adequada, e perceber que ao se reunir em associa&amp;#231;&amp;#245;es e cooperativas ele beneficia o seu vizinho, mas que tamb&amp;#233;m &amp;#233; beneficiado com isso. Vai, ent&amp;#227;o, visualizar com mais clareza que o sucesso de seus fornecedores depende do seu sucesso, e que ele tamb&amp;#233;m &amp;#233; respons&amp;#225;vel pelo sucesso do segmento para o qual fornece seu produto. Ent&amp;#227;o entender&amp;#225; que todos t&amp;#234;m que participar da discuss&amp;#227;o do futuro da atividade. Se cada segmento der o seu quinh&amp;#227;o de colabora&amp;#231;&amp;#227;o, todos se beneficiar&amp;#227;o e a atividade poder&amp;#225;, de fato, prosperar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Um dado importante e que deve ser a base de todo esse processo, &amp;#233; o mercado efetivo e o potencial, e o que vem acontecendo com ele. Se observado o que vem acontecendo no Brasil nos &amp;#250;ltimos 40 anos, o quadro &amp;#233; desanimador: o consumo de carne &amp;#233; rigorosamente o mesmo nas &amp;#250;ltimas 4 d&amp;#233;cadas. Se, por outro lado, for avaliado o mercado potencial, e comparando-se o hist&amp;#243;rico de outras carnes, algumas simula&amp;#231;&amp;#245;es feitas para a Regi&amp;#227;o Sudeste indicam que, para alcan&amp;#231;ar o consumo m&amp;#233;dio mundial &lt;i&gt;per capita&lt;/i&gt; de carne caprina, o rebanho dessa regi&amp;#227;o deveria se multiplicar 40 vezes. Se consideradas as perspectivas do mercado mundial, em especial dos pa&amp;#237;ses &amp;#225;rabes, que j&amp;#225; por mais de uma vez fizeram sondagens da possibilidade de exporta&amp;#231;&amp;#227;o do Brasil, evidencia-se um mercado potencial muito promissor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Sistemas de Cria&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Classicamente, existem tr&amp;#234;s sistemas b&amp;#225;sicos de cria&amp;#231;&amp;#227;o: intensivo, semi-intensivo e extensivo. Esses conceitos est&amp;#227;o associados ao n&amp;#237;vel de tecnologia e produtividade, bastante elevada no primeiro, e prec&amp;#225;rio ou quase inexistente no &amp;#250;ltimo. Portanto, a cria&amp;#231;&amp;#227;o em pastejo rotacionado pode ser considerado um sistema intensivo, assim como a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o racional da caatinga pode ser considerado semi-intensivo, da mesma forma que uma pastagem artificial utilizada sem uma manejo adequado pode ser considerada um sistema extensivo.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Qualquer sistema de cria&amp;#231;&amp;#227;o deve considerar uma s&amp;#233;rie de &amp;#225;reas de atua&amp;#231;&amp;#227;o. Todos os itens est&amp;#227;o interligados e os resultados s&amp;#243; ser&amp;#227;o satisfat&amp;#243;rios se a atua&amp;#231;&amp;#227;o ocorrer em todos os segmentos, de forma cont&amp;#237;nua, organizada e coordenada, com o n&amp;#237;vel de esfor&amp;#231;o necess&amp;#225;rio e compat&amp;#237;vel com cada setor. Principalmente, &amp;#233; fundamental o conceito de adequa&amp;#231;&amp;#227;o ao sistema de produ&amp;#231;&amp;#227;o, ou seja, o que funciona em uma situa&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o apresentar&amp;#225; necessariamente os mesmos resultados em um sistema com caracter&amp;#237;sticas diferentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4.1. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Nutri&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; nutri&amp;#231;&amp;#227;o, o principal objetivo deve ser o de maximizar as potencialidades de cada regi&amp;#227;o, aproveitando da melhor forma poss&amp;#237;vel o que ela pode oferecer. Portanto, em regi&amp;#245;es de terras f&amp;#233;rteis e clima favor&amp;#225;vel, deve-se considerar a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o intensiva de insumos, buscando-se alta produtividade. Em regi&amp;#245;es menos privilegiadas, deve-se buscar otimizar o seu potencial de produ&amp;#231;&amp;#227;o sustent&amp;#225;vel, ou seja, o quanto &amp;#233; poss&amp;#237;vel produzir, com investimentos pass&amp;#237;veis de retorno, e de forma sustent&amp;#225;vel, sem degradar a vegeta&amp;#231;&amp;#227;o existente e sem prejudicar o ambiente. Portanto, em algumas regi&amp;#245;es haver&amp;#225; alimento suficiente para lota&amp;#231;&amp;#245;es de at&amp;#233; 50 cabras por hectare e com animais prontos para o abate aos 4 meses de idade ou at&amp;#233; menos. Em outras regi&amp;#245;es, a lota&amp;#231;&amp;#227;o ser&amp;#225; medida em hectares por animal e o abate ser&amp;#225; muito mais tardio, pois caso se utilize uma lota&amp;#231;&amp;#227;o muito elevada, os alimentos dispon&amp;#237;veis simplesmente se extinguir&amp;#227;o em pouco tempo. Uma situa&amp;#231;&amp;#227;o n&amp;#227;o &amp;#233; necessariamente melhor do que a outra. &amp;#201;, sim, mais ou menos adequada a cada realidade. A identifica&amp;#231;&amp;#227;o da potencialidade de cada regi&amp;#227;o dever&amp;#225; determinar as op&amp;#231;&amp;#245;es alimentares mais adequadas.   &lt;br /&gt;&lt;b&gt;4.2. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Instala&amp;#231;&amp;#245;es&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224;s instala&amp;#231;&amp;#245;es, deve-se, inicialmente, definir com clareza quais as suas finalidades: deve proteger os animais das intemp&amp;#233;ries clim&amp;#225;ticas e de predadores, dando-lhes maior bem estar, favorecer a rotina de trabalho e as pr&amp;#225;ticas de manejo pertinentes. Deve ser muito bem planejada, pois sua vida &amp;#250;til &amp;#233; longa, normalmente superior a 10 anos, n&amp;#227;o raro chegando aos 30 anos. Um erro de concep&amp;#231;&amp;#227;o pode implicar em dificuldades operacionais que teriam sido evitadas com um pouco mais de cuidado e aten&amp;#231;&amp;#227;o. Al&amp;#233;m disso, esse &amp;#233; um investimento realizado na fase de implanta&amp;#231;&amp;#227;o do projeto, quando normalmente o fluxo de entradas ainda n&amp;#227;o se estabeleceu, e implica em um elevado montante de recursos financeiros. Portanto, pode acarretar um impacto nos custos vari&amp;#225;veis, uma vez que pode influenciar no desempenho dos animais e da m&amp;#227;o-de-obra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outro aspecto a considerar s&amp;#227;o as particularidades de cada regi&amp;#227;o, tanto no que diz respeito aos fatores clim&amp;#225;ticos, quanto no que diz respeito aos materiais dispon&amp;#237;veis. Certamente as instala&amp;#231;&amp;#245;es utilizadas no Sert&amp;#227;o de Pernambuco ser&amp;#227;o diferentes das necess&amp;#225;rias para a Zona da Mata Mineira ou do Brejo Paraibano.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com rela&amp;#231;&amp;#227;o ao n&amp;#237;vel de investimento, mais do que nunca se deve considerar sua rela&amp;#231;&amp;#227;o benef&amp;#237;cio:custo, logicamente atrelado &amp;#224; disponibilidade de recursos. Ainda, vale ressaltar que as instala&amp;#231;&amp;#245;es n&amp;#227;o melhoram ao longo do tempo. Muito pelo contr&amp;#225;rio, pioram, se desgastam, se deterioram, sendo algo complexo e oneroso sua recupera&amp;#231;&amp;#227;o ou melhoria, diferente do que pode ser feito com os demais itens.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4.3. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Sanidade&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A sanidade do rebanho deve ser considerada em v&amp;#225;rios aspectos e momentos. No in&amp;#237;cio da atividade, a preocupa&amp;#231;&amp;#227;o deve ser definir com bastante clareza os cuidados a serem tomados, para come&amp;#231;ar com o rebanho &amp;quot;limpo&amp;quot;. Esse &amp;#233; o melhor momento, talvez o &amp;#250;nico, para evitar a entrada de importantes problemas sanit&amp;#225;rios no rebanho. A id&amp;#233;ia de que no in&amp;#237;cio da atividade n&amp;#227;o h&amp;#225; necessidade de se preocupar muito com esse aspecto, que depois que as coisas tiverem mais organizadas &amp;#233; poss&amp;#237;vel &amp;#8220;limpar&amp;#8221; o rebanho, &amp;#233; totalmente equivocada. Ainda nesse contexto, sempre que poss&amp;#237;vel &amp;#233; conveniente a utiliza&amp;#231;&amp;#227;o de rebanho &amp;#8220;fechado&amp;#8221;, ou seja, rebanhos onde, ap&amp;#243;s a aquisi&amp;#231;&amp;#227;o inicial de animais, s&amp;#243; sai, entrando apenas animais utilizados para o melhoramento gen&amp;#233;tico do rebanho. Nessa situa&amp;#231;&amp;#227;o, minimiza-se o risco de entrada de novas doen&amp;#231;as no rebanho.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Al&amp;#233;m das doen&amp;#231;as, deve-se preocupar com caracteres indesej&amp;#225;veis no rebanho. &amp;#201; o caso da politetia, por exemplo. &amp;#201; uma caracter&amp;#237;stica heredit&amp;#225;ria que, uma vez introduzida, dificilmente ser&amp;#225; erradicada. Outro aspecto diz respeito aos chifres: se a op&amp;#231;&amp;#227;o for por trabalhar com animais mochos ou descornados, a presen&amp;#231;a de alguns animais chifrudos poder&amp;#225; vir a ser um transtorno. Al&amp;#233;m disso, ao se utilizar f&amp;#234;meas mochas deve haver um cuidado especial na escolha dos machos, para se evitar problemas de intersexualidade. Esses cuidados devem ser ainda maiores quando se utiliza machos naturalmente mochos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A outra linha de atua&amp;#231;&amp;#227;o diz respeito aos problemas sanit&amp;#225;rios introduzidos no criat&amp;#243;rio, muitos dos quais inevit&amp;#225;veis. Para eles, deve-se estabelecer pr&amp;#225;ticas de rotina adequadas, para minimizar o seu impacto. Em alguns casos o correto &amp;#233; a erradica&amp;#231;&amp;#227;o da doen&amp;#231;a. Em outros, o razo&amp;#225;vel s&amp;#227;o as pr&amp;#225;ticas que minimizam os preju&amp;#237;zos e que permitam um conv&amp;#237;vio aceit&amp;#225;vel com a doen&amp;#231;a.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Portanto, de uma forma geral, esse assunto deve freq&amp;#252;entemente ser considerado, desde o in&amp;#237;cio da atividade e durante todo o seu transcorrer. Um momento de descuido pode colocar abaixo anos de trabalho s&amp;#233;rio e cuidadoso.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4.4. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Reprodu&amp;#231;&amp;#227;o&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O desempenho reprodutivo determina, em grande parte, a quantidade a ser comercializada e &amp;#233; atrav&amp;#233;s dela que o melhoramento gen&amp;#233;tico se efetiva. Da fertilidade, principalmente quando associada &amp;#224; prolificidade, depende o n&amp;#250;mero de animais nascidos. Mas de uma boa habilidade materna depende o n&amp;#250;mero e as condi&amp;#231;&amp;#245;es em que os cabritos s&amp;#227;o desmamados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Alguns procedimentos simples podem ter um importante impacto em seu desempenho, como separa&amp;#231;&amp;#227;o das crias antes de entrarem na idade reprodutiva, para evitar cruzamentos indesej&amp;#225;veis, escolha e manejo adequado dos reprodutores, suplementa&amp;#231;&amp;#227;o alimentar estrat&amp;#233;gica.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Pr&amp;#225;ticas mais sofisticadas permitem uma importante acelera&amp;#231;&amp;#227;o nos resultados, mas exigem uma grande organiza&amp;#231;&amp;#227;o do rebanho e n&amp;#237;veis de investimento mais elevados. Encontram-se nessa situa&amp;#231;&amp;#227;o a insemina&amp;#231;&amp;#227;o artificial e a transfer&amp;#234;ncia de embri&amp;#245;es. A primeira deve se popularizar mais rapidamente, ainda porque &amp;#233; fundamental para programas de melhoramento mais consistentes. A segunda, ainda por um bom tempo, dever&amp;#225; ficar restrita aos criat&amp;#243;rios de elite, que comercializam reprodutores e matrizes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;De qualquer forma, mais uma vez o fundamental &amp;#233; definir quais as exig&amp;#234;ncias e as potencialidades de cada sistema, e determinar as pr&amp;#225;ticas de manejo reprodutivo mais adequadas a cada um.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4.5. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Manejo&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As pr&amp;#225;ticas de manejo s&amp;#227;o totalmente dependentes do sistema de cria&amp;#231;&amp;#227;o adotado, e devem ser definidas em sua fun&amp;#231;&amp;#227;o. Um conceito que deve ficar claro &amp;#233; que a produ&amp;#231;&amp;#227;o de carne deve ser desenvolvida em sistemas bem mais simples do que a produ&amp;#231;&amp;#227;o de leite. Como a receita por matriz &amp;#233; substancialmente menor, o custo tamb&amp;#233;m deve ser reduzido ao m&amp;#237;nimo, para que o investimento se viabilize. Esse aspecto leva a um outro ponto importante: a quest&amp;#227;o da escala, que deve ser bem maior na caprinocultura de corte do que na de leite.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As pr&amp;#225;ticas de manejo estar&amp;#227;o intimamente associadas a esses conceitos, pois na produ&amp;#231;&amp;#227;o de carne um homem dever&amp;#225; ser respons&amp;#225;vel por um n&amp;#250;mero de animais muito maior do que na explora&amp;#231;&amp;#227;o de leite. Isso implica em encarar a atividade de uma maneira mais massal e simplificar ao m&amp;#225;ximo as diversas opera&amp;#231;&amp;#245;es. Logicamente, sistemas mais intensivos ter&amp;#227;o uma maior demanda de m&amp;#227;o de obra, mas isso dever&amp;#225; estar vinculado a um aumento de receita compat&amp;#237;vel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;4.6. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Melhoramento gen&amp;#233;tico&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esse certamente &amp;#233; um ponto cr&amp;#237;tico. Ele est&amp;#225; intimamente ligado com todos os t&amp;#243;picos at&amp;#233; aqui abordados. Da mesma forma que n&amp;#227;o existe o alimento perfeito, n&amp;#227;o existe a ra&amp;#231;a perfeita. Existe, sim, a ra&amp;#231;a, ou, talvez melhor, o tipo de animal mais adequado a cada sistema de produ&amp;#231;&amp;#227;o. Por&amp;#233;m, estranhamente, muitas vezes esse &amp;#233; o primeiro tema a ser considerado pelo interessado em ingressar na atividade. Na realidade, deveria ser um dos &amp;#250;ltimos, vindo depois de um levantamento cuidadoso das potencialidades e limita&amp;#231;&amp;#245;es de cada situa&amp;#231;&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Segundo Gipson, &amp;#8220;todos os caprinos s&amp;#227;o caprinos de corte&amp;#8221;, uma vez que pode ser abatido e consumido. E esse conceito &amp;#233; compartilhado por muitos. Por&amp;#233;m, quando se encara a caprinocultura de corte por um prisma empresarial, dando-lhe o enfoque de uma atividade especializada, existem muitas caracter&amp;#237;sticas desej&amp;#225;veis nos animais para que se obtenha bons resultados.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Deve-se buscar animais com um bom rendimento de carca&amp;#231;a, com uma propor&amp;#231;&amp;#227;o m&amp;#250;sculo:gordura:ossos adequada e com uma boa distribui&amp;#231;&amp;#227;o do m&amp;#250;sculo na carca&amp;#231;a. Ou seja, &amp;#233; conveniente um elevado rendimento de uma carca&amp;#231;a com um bom volume de m&amp;#250;sculo e a gordura necess&amp;#225;ria para garantir sua sucul&amp;#234;ncia, conserva&amp;#231;&amp;#227;o e sabor, com uma maior propor&amp;#231;&amp;#227;o de deposi&amp;#231;&amp;#227;o muscular nos cortes mais nobres.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Por&amp;#233;m, isso n&amp;#227;o basta: n&amp;#227;o se pode esquecer a qualidade dessa carne. Nesse item devem ser consideradas as caracter&amp;#237;sticas visuais, sensoriais e nutricionais. Em outras palavras, o consumidor deve olhar para a carne e se sentir atra&amp;#237;do por ela, mas essa manifesta&amp;#231;&amp;#227;o favor&amp;#225;vel deve permanecer quando de seu consumo, com o atendimento &amp;#224;s suas expectativas em termos de paladar. Se ainda for uma carne com aspectos nutricionais atraentes, como baixos n&amp;#237;veis de colesterol, tanto melhor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Mas n&amp;#227;o basta: &amp;#233; fundamental um bom ritmo de crescimento, situa&amp;#231;&amp;#227;o em que devem ser considerados os pesos e os ganhos em peso para diferentes idades. Muitas vezes os menos avisados se impressionam com reprodutores muito grandes e pesados, mas se esquecem que n&amp;#227;o &amp;#233; esse o tipo de animal habitualmente consumido. Portanto, deve-se buscar aquele animal que apresente melhor desempenho para o peso de abate exigido pelo mercado em quest&amp;#227;o.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;As caracter&amp;#237;sticas reprodutivas tamb&amp;#233;m devem ser consideradas, buscando-se animais que n&amp;#227;o sejam sazonais, com uma boa fertilidade e prolificidade, com um pequeno intervalo de partos e cabras com uma boa habilidade materna, que permitam a obten&amp;#231;&amp;#227;o de um bom n&amp;#250;mero de cabritos desmamados por cabra. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em outras palavras, &amp;#233; desej&amp;#225;vel que uma boa propor&amp;#231;&amp;#227;o das cabras conceba, mas que al&amp;#233;m disso seja gerado um bom n&amp;#250;mero de cabritos por parto e que esses nascimentos ocorram com regularidade ao longo do ano. Mas n&amp;#227;o basta nascer: a cabra deve ser capaz de cuidar bem de sua(s) cria(s), favorecendo o seu desmame em boas condi&amp;#231;&amp;#245;es.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se o intervalo de partos for curto, melhor ainda: o n&amp;#250;mero de partos e conseq&amp;#252;entemente de crias desmamadas ser&amp;#225; maior ao longo da vida produtiva da cabra.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Outros aspectos que tamb&amp;#233;m devem ser considerados s&amp;#227;o adaptabilidade e resist&amp;#234;ncia a doen&amp;#231;as. Os animais devem se adaptar e produzir de maneira eficiente em diferentes condi&amp;#231;&amp;#245;es clim&amp;#225;ticas e de manejo, sendo pouco suscept&amp;#237;veis a problemas sanit&amp;#225;rios como endoparasitoses.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma vez conhecidas as caracter&amp;#237;sticas desej&amp;#225;veis nos animais destinados &amp;#224; produ&amp;#231;&amp;#227;o de carne, deve-se avaliar o material dispon&amp;#237;vel na regi&amp;#227;o ou para importa&amp;#231;&amp;#227;o, para decidir com o que trabalhar. Ao se estudar a necessidade de importa&amp;#231;&amp;#227;o de animais deve-se antes de tudo, comparar o desempenho da popula&amp;#231;&amp;#227;o existente e dos produtos de cruzamentos com a ra&amp;#231;a importada em quest&amp;#227;o. Se o desempenho da popula&amp;#231;&amp;#227;o local for superior, n&amp;#227;o se justifica a importa&amp;#231;&amp;#227;o, partindo-se ent&amp;#227;o para a sele&amp;#231;&amp;#227;o do material dispon&amp;#237;vel. Caso os cruzamentos com a ra&amp;#231;a ex&amp;#243;tica apresentem resultados superiores, deve-se avaliar que propor&amp;#231;&amp;#227;o dessa ra&amp;#231;a apresenta o melhor desempenho. Se forem os animais puros, o caminho s&amp;#227;o os cruzamentos absorventes; se forem animais cruzados, a informa&amp;#231;&amp;#227;o necess&amp;#225;ria &amp;#233; qual a propor&amp;#231;&amp;#227;o de cada ra&amp;#231;a que permite o melhor desempenho. De um estudo s&amp;#233;rio e cuidadoso, buscando respostas a essas quest&amp;#245;es, &amp;#233; que deve partir a orienta&amp;#231;&amp;#227;o da importa&amp;#231;&amp;#227;o ou n&amp;#227;o de uma nova ra&amp;#231;a e a forma mais adequada para a sua utiliza&amp;#231;&amp;#227;o. Vale lembrar que na avalia&amp;#231;&amp;#227;o da melhor ra&amp;#231;a, ou propor&amp;#231;&amp;#227;o de ra&amp;#231;as, o que deve ser observado &amp;#233; o desempenho econ&amp;#244;mico dos produtos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Hoje existe uma verdadeira apologia aos caprinos Boer, ra&amp;#231;a de origem sul-africana que tem sido aclamada pelo mundo como a grande produtora de carne dos caprinos. De fato, trata-se de uma ra&amp;#231;a com excepcionais caracter&amp;#237;sticas: uma excelente carca&amp;#231;a, animais com um bom desempenho, mas o que de fato se conhece dessa ra&amp;#231;a nos dias de hoje? Embora o volume de informa&amp;#231;&amp;#245;es dispon&amp;#237;veis nos mais variados ve&amp;#237;culos de comunica&amp;#231;&amp;#227;o seja enorme, aquelas de boa qualidade, provenientes de trabalhos de pesquisa s&amp;#233;rios e isentos, s&amp;#227;o raras. E mais: &amp;#233; dif&amp;#237;cil identificar dentre um volume t&amp;#227;o grande de informa&amp;#231;&amp;#245;es no que de fato se pode confiar.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Uma informa&amp;#231;&amp;#227;o equivocada que &amp;#233; freq&amp;#252;entemente apresentada com rela&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; ra&amp;#231;a Boer &amp;#233; de que ela &amp;#233; a &amp;#250;nica ra&amp;#231;a caprina especializada para corte. Ela pode at&amp;#233; ser a melhor, mas certamente n&amp;#227;o &amp;#233; a &amp;#250;nica. Dentre outras, pode-se mencionar a Kiko, a Miot&amp;#244;nica, a Spanish, a Savana e a pr&amp;#243;pria Pigmy, al&amp;#233;m da Anglo Nubiana, considerada uma ra&amp;#231;a de dupla aptid&amp;#227;o por excel&amp;#234;ncia.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dentre as ra&amp;#231;as utilizadas para produ&amp;#231;&amp;#227;o de carne caprino, no mundo, podem ser citadas:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#168; Boer &amp;#8211; A ra&amp;#231;a Boer tem esse nome por ser a palavra alem&amp;#227; que representa carne. Provavelmente &amp;#233; derivada de cabras ind&amp;#237;genas africanas com poss&amp;#237;vel contribui&amp;#231;&amp;#227;o de ra&amp;#231;as indianas e europ&amp;#233;ias, no s&amp;#233;culo passado. Os caprinos Boer &amp;#8220;melhorados&amp;#8221; surgiram no in&amp;#237;cio deste s&amp;#233;culo, quando um grupo de criadores iniciou a cria&amp;#231;&amp;#227;o de um caprino tipo carne com boa conforma&amp;#231;&amp;#227;o, alta taxa de crescimento e fertilidade, pelo branco curto e marca&amp;#231;&amp;#245;es vermelhas na cabe&amp;#231;a e peito. Desde 1970 esta ra&amp;#231;a foi incorporada ao Esquema Nacional de Teste de Desempenho de Ovinos e Caprinos de Corte da &amp;#193;frica do Sul, o que faz com que seja a &amp;#250;nica ra&amp;#231;a caprina envolvida efetivamente em teste de desempenho para produ&amp;#231;&amp;#227;o de carne. S&amp;#227;o animais grandes, com altura de 82 a 90 cm para machos e 65 a 80 cm para f&amp;#234;meas. Quanto ao peso, os machos pesam de 80 a 90 kg e as f&amp;#234;meas entre 50 e 70 kg, ainda que possam alcan&amp;#231;ar pesos maiores. Tem orelhas pendentes e chifres. Originalmente tinha p&amp;#234;lo curto de cores variadas, mas atualmente &amp;#233; preferivelmente branca com cabe&amp;#231;a e peito vermelhos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#168; Kiko &amp;#8211; Esta ra&amp;#231;a australiana de corte foi desenvolvida em duas d&amp;#233;cadas de sele&amp;#231;&amp;#227;o intensiva. Foi iniciada pelo cruzamento de cabras australianas selvagens (j&amp;#225; descritas) com bodes de ra&amp;#231;as leiteiras (especialmente Anglo Nubiano), com a primeira gera&amp;#231;&amp;#227;o de prog&amp;#234;nie f&amp;#234;mea sendo selecionada para conforma&amp;#231;&amp;#227;o geral, vigor, temperamento, prolificidade, taxa de crescimento e, especialmente, tamanho e, ent&amp;#227;o, retrocruzadas com bodes leiteiros. A palavra Maori para carne &amp;#233; &amp;#8220;kiko&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#168; Miot&amp;#244;nica ou Tennessee &amp;#8211; S&amp;#227;o animais de tamanho m&amp;#233;dio, com pelagem branca, preta ou em faixas. Conta a hist&amp;#243;ria que todos os caprinos dessa ra&amp;#231;a nos Estados Unidos descendem de 4 animais deixados no Tennessee no in&amp;#237;cio do s&amp;#233;culo. S&amp;#227;o animais que sofrem de um miotonia heredit&amp;#225;ria, que faz com que os membros animais por vezes fiquem r&amp;#237;gidos, por alguns segundos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#168; Spanish &amp;#8211; S&amp;#227;o caprinos com origem n&amp;#227;o necessariamente espanhola ou mexicana, encontrados inicialmente no Texas, v&amp;#234;m de uma heran&amp;#231;a mista, havendo pouca padroniza&amp;#231;&amp;#227;o na apar&amp;#234;ncia ou desempenho. Geralmente apresentam orelhas curtas.   &lt;br /&gt;&amp;#168; Australiana e Neo-zelandeza selvagem &amp;#8211; N&amp;#227;o s&amp;#227;o genuinamente selvagens, mas sim animais dom&amp;#233;sticos que fugiram ou foram libertados. Se intercruzaram amplamente com a maioria das ra&amp;#231;as, formando um grupo heterog&amp;#234;neo. Apresentam baixa produtividade nas condi&amp;#231;&amp;#245;es em que vivem, mas t&amp;#234;m consider&amp;#225;vel potencial para maiores produ&amp;#231;&amp;#245;es em ambiente mais favor&amp;#225;vel. Tem sua import&amp;#226;ncia pela sua disponibilidade e n&amp;#250;mero, sendo abatidos e exportados para diversos pa&amp;#237;ses.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#168; Pigmy &amp;#8211; &amp;#201; uma ra&amp;#231;a origin&amp;#225;ria das West African Dwarf e apresentam principalmente uma colora&amp;#231;&amp;#227;o denominada Agouti, com marcas dorsais e faciais escuras. S&amp;#227;o animais pequenos, pesando de 15 a 25 kg. &amp;#201; um caprino resistente e adapt&amp;#225;vel a diversos climas. Tamb&amp;#233;m s&amp;#227;o utilizados como &amp;#8220;pets&amp;#8221;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#168; Anglo Nubiana &amp;#8211; &amp;#201; considerada uma ra&amp;#231;a de dupla aptid&amp;#227;o (carne e leite). Esta ra&amp;#231;a foi desenvolvida na Inglaterra a partir de ra&amp;#231;as indianas, africanas e europ&amp;#233;ias leiteiras. S&amp;#227;o animais grandes, onde as f&amp;#234;meas podem chegar a 90 kg e os machos, 140 kg. Com pelagem de qualquer colora&amp;#231;&amp;#227;o ou padr&amp;#227;o, t&amp;#234;m orelhas longas e pendentes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Contudo, n&amp;#227;o h&amp;#225; muitos resultados dispon&amp;#237;veis na literatura de resultados de desempenho, no Brasil, da maioria destas ra&amp;#231;as. Na tabela abaixo podem ser observados alguns resultados das mesmas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Em termos de Brasil, especial aten&amp;#231;&amp;#227;o deve ser dada &amp;#224;s ra&amp;#231;as nativas, como Moxot&amp;#243; e Canind&amp;#233;, e a grande maioria do rebanho nordestino, que n&amp;#227;o apresenta uma padroniza&amp;#231;&amp;#227;o, mas apresenta uma s&amp;#233;rie de caracter&amp;#237;sticas comuns e que constituem o grande efetivo nacional.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;5. &lt;/b&gt;&lt;b&gt;Considera&amp;#231;&amp;#245;es Finais&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Se as considera&amp;#231;&amp;#245;es finais fossem baseadas na situa&amp;#231;&amp;#227;o atual da caprinocultura de corte nacional, nos &amp;#237;ndices de produtividade alcan&amp;#231;ados pelos produtores e na adequa&amp;#231;&amp;#227;o dos sistemas &amp;#224;s diferentes realidades, o quadro seria desanimador. A outra alternativa &amp;#233; considerar o potencial do Brasil para o desenvolvimento dessa atividade, o tamanho do rebanho nacional e as perspectivas de mercado nacional e mundial. A op&amp;#231;&amp;#227;o mais adequada parece ser reconhecer as limita&amp;#231;&amp;#245;es atuais da atividade, tanto no campo tecnol&amp;#243;gico quanto de organiza&amp;#231;&amp;#227;o, para determinar onde h&amp;#225; necessidade de maior aten&amp;#231;&amp;#227;o e investimento, seja por parte dos produtores, seja por parte dos fornecedores de insumos, consumidores e governo. Se isto for feito de maneira s&amp;#233;ria e organizada, o Brasil poder&amp;#225;, em breve, ser o mais importante pa&amp;#237;s no cen&amp;#225;rio da caprinocultura de corte mundial. Se isso n&amp;#227;o for feito, se prevalecer o interesse de uns poucos, de grandes lucros hoje e nenhuma preocupa&amp;#231;&amp;#227;o com o amanh&amp;#227;, a caprinocultura ser&amp;#225; mais uma atividade mal explorada, onde poucos ganhar&amp;#227;o muito e a maioria esmagadora amargar&amp;#225; repetidos preju&amp;#237;zos, ser&amp;#225; mais um vazio no cen&amp;#225;rio nacional...&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-365079983389395239?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/Ac6pDDsOLrU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/365079983389395239/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=365079983389395239" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/365079983389395239?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/365079983389395239?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/Ac6pDDsOLrU/produo-de-carne-caprina-situao-atual-e_3092.html" title="PRODUÇÃO DE CARNE CAPRINA: SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SXj9nLHaXVI/AAAAAAAAA7I/lBF5zROnESI/s72-c/FOT20080719183348_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/01/produo-de-carne-caprina-situao-atual-e_3092.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0cAR3w5fCp7ImA9WxVRFks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-4190425088074165161</id><published>2009-01-22T20:55:00.001-02:00</published><updated>2009-01-22T20:57:26.224-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2009-01-22T20:57:26.224-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="CULINÁRIA" /><title>receitas com carne de caprinos e ovinos</title><content type="html">&lt;div class="post-body entry-content"&gt; &lt;h2 class="marrom"&gt;O rei de todas&lt;br /&gt;     as mesas&lt;/h2&gt;    &lt;h4&gt;Carneiro       ou bode? Gosto não se discute: a carne de caprinos e ovinos conquista, a cada dia, um lugar na mesa do brasileiro&lt;/h4&gt;    &lt;div id="foto"&gt;     &lt;img style="width: 470px; height: 434px;" src="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/imgs/cordeiro_230.jpg" alt="Tilápia O Pátio" /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;/div&gt;          &lt;p&gt;No Brasil, cada vez mais, a carne de caprinos e ovinos vai deixando de ficar restrita apenas a ocasiões e lugares especiais e passa a ser incorporada nas refeições cotidianas do homem urbano - das mais simples às mais sofisticadas. Pela sua versatilidade, esta carne se presta&lt;br /&gt;a vários preparos e não apenas àqueles, como se imagina, mais complicados e trabalhosos. Pode-se preparar tanto um prato com o legítimo tempero regional, quanto se aventurar por uma receita étnica - originária do Caribe, Mediterrâneo, África ou Ásia.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;A carne fornecida por bodes, cabras, carneiros e ovelhas é apreciada por pessoas das mais variadas culturas e podemos detectar esta preferência&lt;br /&gt;através de receitas tão famosas que, praticamente, viraram pratos nacionais. Na Grécia, por exemplo, a carne de cordeiro (o carneiro ainda novo) é moída, disposta em camadas alternadas de berinjela e molho béchamel, temperada com canela, para virar a moussaka. A Índia nos oferece o lamb curry com a intensidade de suas especiarias (a carne de cordeiro em cubos é condimentada com curry, cominho e coentro, suavizados pelo acompanhamento de legumes, ervilhas secas e nozes). A sóbria Grã-Bretanha surge com a shepherd’s pie, ou torta do pastor, um prato ideal para climas frios, feito com carne de cordeiro em cubos, molho de tomate e cogumelos, cobertos com purê de batatas. A elegante França nos brinda com o gigot d’agneau (perna de cordeiro condimentada), que na região da Provença leva temperos como alho, alecrim e tomilho, e na Borgonha, zimbro.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt; É claro que nós, do lado de baixo do Equador, não poderíamos ficar indiferentes ao sabor e às qualidades nutricionais da carne desses animais. A facilidade no seu modo de preparo também é uma vantagem para os cozinheiros novatos e chefs veteranos. Pode-se fazer praticamente tudo com esse tipo de carne sem que ela perca suas qualidades de textura e sabor: assar, brasear, churrasquear, fritar, saltear ou cozinhar. Caprinos e ovinos têm em sua carne uma excelente fonte de ferro, proteína, zinco, niacina e vitamina B. Cerca de 200 gramas de qualquer corte são traduzidos para algo em torno de 176 calorias, ou seja, 7% da necessidade diária recomendada para um adulto entre 25 e 50 anos. Apenas 36% do total de sua gordura é saturada, o restante é mono ou polinsaturada. A mesma quantidade contém apenas 76 miligramas de colesterol. Numa época em que o culto ao corpo saudável domina as escolhas na hora da refeição, a carne de caprinos e ovinos oferece as qualidades da carne vermelha sem suas desvantagens.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt; Os fãs de caprinos e ovinos se dividem em relação ao sabor. Há aqueles que não abrem mão da delicadeza encontrada nos animais mais jovens (cabritos e cordeiros), embora exista também uma legião que prefere o sabor da carne dos animais adultos (bode e carneiro) que, com o tempo, assume um tom mais escuro e um gosto mais forte, bem característicos. Os cordeiros e cabritos apresentam uma carne bem clara, parecida com a da vitela, de sabor sutil, e não toleram muito tempo de fogo. São tenras e precisam ser desfrutadas no ponto perfeito, ainda levemente rosadas.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt; A carne de caprinos e ovinos suporta bem o congelamento, desde que obedecidas as regras básicas de armazenamento - as mesmas utilizadas para outros tipos de carne vermelha. Ela deve ser guardada em sua embalagem original e mantida bem fechada na parte mais fria da geladeira (entre 1 e - 5°). Filés duram de dois a quatro dias e peças maiores até cinco dias. Uma vez moída, ela deve ser consumida em 24 horas, pois o processo de trituração acelera sua deterioração. Depois de cozida, ela deve ser guardada apenas quando estiver completamente fria, envolta em papel alumínio. No congelamento, pedaços pequenos podem ser guardados por até quatro meses e os maiores por até nove meses. A embalagem precisa estar bem ajustada à carne para evitar a entrada de ar.&lt;/p&gt;     &lt;p&gt;Ao adquiri-la fresca, é importante observar se a carne está rosada, com veios de gordura visíveis. Deve-se evitar a carne escura, molhada e mole. A gordura que envolve os cortes dever ter cor creme (a cor amarela é indesejada, pois deixa um gosto de ranço no final) e ser bem firme. Peças grandes normalmente vêm com um revestimento externo de pele bem fina, que parece um papel. Se estiver enrugada ou seca, é preferível evitar. Esta película deve ser retirada antes do cozimento, mas mantida nas peças que forem assadas inteiras.&lt;/p&gt; Vários e saborosos são os cortes das carnes de ovinos e caprinos e não será difícil encontrar uma receita para melhor prepará-los. Só para começar, oferecemos algumas delas que nos foram fornecidas por alguns dos melhores restaurantes da cidade. As costeletas, por exemplo, prestam-se a um cozimento rápido e ficam deliciosas apenas levadas à churrasqueira ou à grelha com um raminho de alecrim. Basta retirar o excesso de gordura e deixá-la assar por cerca de três minutos de cada lado. A paleta, uma parte rosada e particularmente saborosa, com poucos veios de gordura que ajudam a manter a umidade, é excelente para grandes assados no forno. Regadas com molho, torna-se iguaria inesquecível (confira a receita fornecida pelo Talude)  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;h2 class="marrom-b"&gt;Paleta&lt;br /&gt;     de cordeiro&lt;/h2&gt;                               &lt;table class="marrom-b"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="foto"&gt;      &lt;img src="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/imgs/paleta_cordeiro_180.jpg" alt="Paleta de cordeiro" width="180" height="317" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;      Talude&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Ingredientes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     Uma paleta de cordeiro de 1,5 kg&lt;br /&gt;     2 cebolas&lt;br /&gt;     1 cabeça de alho&lt;br /&gt;     Manjericão a gosto&lt;br /&gt;     1 copo de suco de laranja&lt;br /&gt;     1 colher de caldo de galinha&lt;br /&gt;     1 colher de sopa de catchup&lt;br /&gt;     1 xícara de extrato de tomate&lt;br /&gt;     1 xícara de azeite&lt;br /&gt;     100 ml de água&lt;br /&gt;     Sal a gosto&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Bata todos esses ingredientes no liquidificador. Deixe a paleta mergulhada nesse molho de um dia para o outro. Assar no forno junto com o molho (tempo médio de 40 minutos).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;h2 class="marrom-b"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="marrom-b"&gt;Bode Guisado&lt;/h2&gt;                             &lt;table class="marrom-b"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="foto"&gt;      &lt;img src="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/imgs/bode_guisado_180.jpg" alt="Bode Guisado" width="180" height="252" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;      Entre Amigos&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Ingredientes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     1 kg de carne de bode&lt;br /&gt;     Hortelã&lt;br /&gt;     Alecrim&lt;br /&gt;     Agrião&lt;br /&gt;     2 tomates&lt;br /&gt;     2 cebolas&lt;br /&gt;     2 pimentões&lt;br /&gt;     Alho&lt;br /&gt;     Cheiro verde&lt;br /&gt;     6 colheres de extrato de tomate&lt;br /&gt;     Sal a gosto&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Em uma panela coloque a carne do bode junto com os ingredientes. Acrescente 1 litro de água e deixe ferver em fogo brando por 3 horas.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Sugestão de acompanhamento:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     Arroz branco, macaxeira e pirão do próprio molho.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;h2 class="marrom"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="marrom"&gt;Lombo&lt;br /&gt;     de cordeiro&lt;/h2&gt;    &lt;h4&gt;Lombo de cordeiro recheado      ao molho&lt;br /&gt;    de manjericão e       batata prensada&lt;/h4&gt;                             &lt;table class="marrom"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="foto"&gt;      &lt;img src="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/imgs/lombo_cordeiro_180.jpg" alt="Lombo de cordeiro recheado ao molho " width="180" height="404" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;     &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Ingredientes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     800 g de lombo de cordeiro&lt;br /&gt;     300 g de presunto tipo Parma&lt;br /&gt;     100 g de tomate concassé&lt;br /&gt;     50 g de manjericão&lt;br /&gt;     100 ml de azeite&lt;br /&gt;     Sal e pimenta a gosto&lt;br /&gt;     Oito batatas sem casca&lt;br /&gt;     Dois dentes de alho picado&lt;br /&gt;     0,5 g de açafrão&lt;br /&gt;     20 ml de azeite&lt;br /&gt;     Sal e pimenta a gosto&lt;br /&gt;     100 g de aparas de cordeiro&lt;br /&gt;     Um dente de alho picado&lt;br /&gt;     50 g de cebola picada&lt;br /&gt;     80 g de manjericão&lt;br /&gt;     Uma folha de louro&lt;br /&gt;     200 ml de água&lt;br /&gt;     50 g de tomate concassé&lt;br /&gt;     20 g de manteiga sem sal&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Abra o lombo ao meio e tempere com sal e pimenta. Disponha sobre ele o tomate, o presunto de Parma e o manjericão. Enrole a carne com os recheios formando um medalhão, amarre-o com um barbante e reserve. Em uma frigideira aquecida com azeite sele ambos os lados do lombo. Corte a batata em rodelas e coloque no centro de um papel laminado juntamente com o alho picado, o açafrão, o azeite, e sal e pimenta a gosto. Feche formando um envelope e leve ao forno por 15 minutos. Depois de assadas, enforme as batatas em um aro, conferindo-lhes um formato prensado. Em uma panela pequena, faça um refogado com a manteiga, o alho, a cebola e as aparas. Deixe dourar e adicione o manjericão, a folha de louro, a água e o tomate. Deixe apurar até o conteúdo reduzir pela metade e adquirir uma consistência cremosa. Peneire. Disponha por cima das batatas e dos medalhões.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;* Para se fazer o tomate concassê basta dar um corte no fruto e mergulhá-lo em água quente por alguns instantes. Em seguida, retire a pele e as sementes.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;h2 class="marrom-b"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/h2&gt;&lt;h2 class="marrom-b"&gt;Rocambole&lt;br /&gt;de cordeiro&lt;/h2&gt;    &lt;h4&gt;Rocambole de cordeiro ao molho de menta&lt;/h4&gt;            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/tilapia.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;table class="marrom-b"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="foto"&gt;      &lt;img src="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/imgs/rocambole_180.jpg" alt="Rocambole de cordeiro ao molho de menta" width="180" height="390" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;      Blu’nelle&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Ingredientes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     1 kg de batata cozida e amassada&lt;br /&gt;     2 ovos&lt;br /&gt;     50 g de parmesão ralado&lt;br /&gt;     1 colher de sopa de margarina&lt;br /&gt;     2 xícaras de farinha de trigo&lt;br /&gt;     1 colher de sal&lt;br /&gt;     1 xícara de creme de leite&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cozinhe a batata e passe pelo espremedor. Ainda quente, acrescente por etapas o resto dos ingredientes. Leve em uma forma de rocambole forrada por um papel manteiga, pincele com margarina e polvilhe com farinha de trigo. Leve ao forno por dez minuto a 160° graus até que doure.&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Ingredientes do recheio:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     1 kg de pernil de cordeiro cortado em pedaços&lt;br /&gt;     4 dentes de alho amassados&lt;br /&gt;     1 maçã ácida sem sementes cortada em pedaços&lt;br /&gt;     1 ramo de tomilho&lt;br /&gt;     1 xícara de molho inglês&lt;br /&gt;     2 folhas de louro&lt;br /&gt;     1 pitada de pimenta-do-reino&lt;br /&gt;     1 xícara de vinho tinto seco&lt;br /&gt;     2 cebolas raladas&lt;br /&gt;     2 colheres de sopas de margarina&lt;br /&gt;     1 lata de creme de leite&lt;br /&gt;     Sal a gosto&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Faça uma marinada com vinho, molho inglês, alho, tomilho, louro, pimenta e sal. Acrescente o pedaço de pernil e deixe descansar por uma hora. Leve ao fogo junto com a maçã até que a carne fique macia. Passe a carne pelo processador e reserve o caldo. Refogue a cebola com a margarina junte a carne e o creme de leite. Para o molho menta: pegue o caldo que reservou acrescente 300 g de menta e leve ao fogo para reduzir.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;h2 class="marrom"&gt;Cabrito à Serrana&lt;/h2&gt;          &lt;p&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/tilapia.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;table class="marrom"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="foto"&gt;      &lt;img src="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/imgs/cabrito_serrana_180.jpg" alt="Cabrito à Serrana" width="180" height="276" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;     &lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Ingredientes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;     2 pernas de cabrito&lt;br /&gt;     2 dentes de alho&lt;br /&gt;     4 folhas de louro&lt;br /&gt;     1 ramo de alecrim&lt;br /&gt;     2 colheres de sopa de páprica doce&lt;br /&gt;     1 cálice de bagaceira&lt;br /&gt;     700 ml de vinho branco&lt;br /&gt;     200 ml de azeite&lt;br /&gt;     1 kg de batata&lt;br /&gt;     200 g de bacon&lt;br /&gt;     6 cebolas pequenas&lt;br /&gt;   &lt;br /&gt;     &lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Faça uma marinada de 24 horas com o cabrito, alho, louro, páprica, vinho branco, alecrim, azeite, sal e pimenta. Coloque as pernas do cabrito no tabuleiro e leve ao forno para assar. Corte as batatas em 4 com casca e ponha para assar. Faça um refogado com bacon e cebola e junte a batata. quando ela estiver quase assada sirva junto com o cabrito.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;h2 class="marrom-b"&gt;Bode assado&lt;/h2&gt;            &lt;p&gt;&lt;a href="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/tilapia.html"&gt;&lt;em&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;table class="marrom-b"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td class="foto"&gt;      &lt;img src="http://www2.uol.com.br/JC/sites/saborjc2007/imgs/bode_assado_180.jpg" alt="Bode assado" width="180" height="209" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;     &lt;td&gt;      Entre Amigos&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    &lt;strong&gt;Ingredientes:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;    600 g de filé de bode temperado apenas no sal grosso&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;    &lt;strong&gt;Preparo:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;    Asse o bode na brasa, apenas isso. Sirva com farofa, vinagrete e arroz branco.&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-4190425088074165161?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/b9crj8uPSjk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/4190425088074165161/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=4190425088074165161" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/4190425088074165161?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/4190425088074165161?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/b9crj8uPSjk/receitas-com-carne-de-caprinos-e-ovinos.html" title="receitas com carne de caprinos e ovinos" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2009/01/receitas-com-carne-de-caprinos-e-ovinos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0MMQXo8eip7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-7906519487501076991</id><published>2008-12-15T23:02:00.001-02:00</published><updated>2008-12-15T23:04:40.472-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T23:04:40.472-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>Criaçao de Frango Colonial</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb-bL2CFeI/AAAAAAAAAlE/lJ4faPPAdlY/s1600-h/Caipira1.JPG"&gt;&lt;img style="cursor: pointer; width: 526px; height: 397px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb-bL2CFeI/AAAAAAAAAlE/lJ4faPPAdlY/s400/Caipira1.JPG" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280187356127827426" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;br /&gt;Introdução&lt;/span&gt;                                            &lt;p&gt;A produção de frangos de corte coloniais no Brasil está relacionada com a agricultura familiar. Nessas condições ela representa muitas vezes a viabilidade econômica das propriedades rurais, dos assentamentos da reforma agrária e de alguns pequenos municípios em vários estados brasileiros. Ela caracteriza-se por uma criação tecnificada onde se busca melhorar o desempenho das aves via melhoria das linhagens ou &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;raças&lt;/span&gt; utilizadas, melhoria na alimentação, no &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;manejo&lt;/span&gt; e nos cuidados sanitários para se auferir uma produção sistematizada e contínua, com a qualidade necessária para o abastecimento dos canais de comercialização, obedecendo toda a legislação sobre comercialização de alimentos de origem animal. Está normatizada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento por meio do Ofício Circular DOI/DIPOA n.7/99 de 19 de maio de 1999, (Brasil, 1999). &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Algumas empresas maiores também se dedicam a produção de frangos de corte coloniais, mas as estatísticas oficiais ainda não demonstram participação expressiva na produção avícola brasileira. Ainda assim, essas empresas emprestam liderança e direção aos projetos menores ou individuais. Atualmente alguns supermercados brasileiros já expoem o produto com destaque, nas apresentações frangos inteiro e em pedaços.&lt;/p&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" &gt;Importância econômica&lt;/span&gt;                                            &lt;p&gt;Pesquisa recente realizada nas cinco principais cidades de Santa Catarina junto à consumidores e decisores de compra de supermercados, hipermercados, mercearias e lojas especializadas, apontam para a existência de um mercado promissor para produtos transformados na agricultura familiar.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;A produção alternativa de frangos de corte pode ser uma opção interessante para produtores rurais localizados em &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;agrovilas&lt;/span&gt;, assentamentos rurais, distritos e pequenos municípios do interior do Brasil. Inclusive para produtores que participaram de experiências na avicultura industrial e que atualmente não dispõem das condições para continuar participando daquele sistema.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;É necessário, entretanto, que as iniciativas empreendedoras nesta área garantam a qualidade do produto, para se ter acesso a mercado, não coloquem em risco a avicultura industrial, que atualmente emprega milhões de pessoas nas cidades e gera divisas para o Brasil, não danifique o meio ambiente e favoreça o bem-estar do homem e dos frangos. Essas condições serão garantidas na elaboração de um projeto profissional.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-7906519487501076991?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/p_8vN-GPe5k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/7906519487501076991/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=7906519487501076991" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7906519487501076991?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7906519487501076991?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/p_8vN-GPe5k/criaao-de-frango-colonial.html" title="Criaçao de Frango Colonial" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb-bL2CFeI/AAAAAAAAAlE/lJ4faPPAdlY/s72-c/Caipira1.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/criaao-de-frango-colonial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QAQ3ozeSp7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-8779648231680825587</id><published>2008-12-15T22:58:00.001-02:00</published><updated>2008-12-15T23:02:22.481-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T23:02:22.481-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>Aspectos agro e zooecológicos na criacao de frngos colonial</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb-DFEkGtI/AAAAAAAAAk8/gQg6Zc8b6l4/s1600-h/Frango6.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 531px; height: 299px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb-DFEkGtI/AAAAAAAAAk8/gQg6Zc8b6l4/s400/Frango6.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280186941992868562" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);font-size:180%;" &gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;O Sistema de produção profissional para frangos de corte coloniais é um sistema orientado para o mercado, portanto com qualidade suficiente para atender as exigências dos supermercados brasileiros e para exportação. É ideal para pequenas propriedades rurais que praticam agricultura familiar, incluindo assentamentos rurais e &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;agrovilas&lt;/span&gt;. É desejável que os produtores pratiquem agricultura com produção de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;grãos&lt;/span&gt; forragens, hortaliças e fruticultura e ao utilizar as sobras dessas produções, possam agregar valor a esses &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;subprodutos&lt;/span&gt; e ao mesmo tempo melhorar as características diferenciais da carne do frango; tais como, sabor e pigmentação da pele.      &lt;p&gt;O sistema de produção para frangos de corte coloniais está normatizado no Ministério da Agricultura, Pecuária e do Abastecimento no ofício circular DOI/DIPOA no. 007/99, sobre o registro de produto Frango Caipira ou Colonial. Esse documento define que deve se utilizar linhagens específicas, de crescimento lento, para chegar no peso ideal de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;abate&lt;/span&gt; com a idade mínima de 85 dias e que os pintos devem ter acesso ao piquete a partir dos 28 dias de idade e que em nenhuma fase da vida sejam alimentados com rações contendo promotores de crescimento, nem subprodutos de origem animal, como farinhas de carne por exemplo.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Para a implantação de projetos de produção de frango colonial nos municípios brasileiros, as prefeituras municipais não necessitam fornecer recursos financeiros, mas sua equipe técnica deve estar apta a conceber os projetos de produção, encaminhá-los para financiamento bancário e organizar os produtores interessados no mesmo assunto em associações. Normalmente as prefeituras municipais efetuam convênios com empresas estaduais de pesquisa e extensão rural para realizar essa tarefa.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Os projetos devem em primeiro lugar efetuar uma análise de mercado para definir o tamanho do mesmo e o tipo de produto demandado, a periodicidade e o selo de qualidade mais adequado para a situação. Devem também identificar quais os produtores interessados e quais os pontos fortes e pontos fracos de cada produtor. Pontos fortes devem ser multiplicados e no caso dos pontos fracos os mesmos devem ser melhorados. Normalmente um dos pontos fracos é a dificuldade em trabalhar junto à associações, outro, é a falta de atuação profissional, o que pode ser mudado via capacitação. Existem várias instituições oficiais e privadas que proporcionam essa capacitação.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O passo seguinte diz respeito ao sistema de produção com as recomendações de instalações, raças, reprodução, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;manejo&lt;/span&gt;, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;biosseguridade&lt;/span&gt;, cuidados sanitários, alimentação.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O passo posterior, e igualmente importante, diz respeito às definições logísticas em relação as demandas do mercado. Nessa etapa o projeto deve prever a origem dos pintos, matrizes ou dos ovos. Adquirir os pintos no mercado, exigindo-se qualidade e regularidade, até que o volume demandado seja suficiente para compensar a montagem de granja de matrizes própria. O planejamento para montagem de granja de matrizes ou de incubatório, são projetos a parte, não necessários para o início do empreendimento. &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Também é necessário identificar quem fornece a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;ração&lt;/span&gt; ou os &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;ingredientes&lt;/span&gt;, bem como as  misturas minerais e vitamínicas. Os macroingredientes das &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;dietas&lt;/span&gt; podem ser produzidos na propriedade, como os grãos de cereais. Os demais ingredientes e &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;aditivos&lt;/span&gt; devem ser adquiridos de fornecedores idôneos.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;É necessário definir também quem procede o transporte. Normalmente uma terceira parte, tem se especializado nesse assunto, não necessitando investimentos em veículos, bastando apenas alugar os fretes.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-8779648231680825587?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/Vrl4ds8DxuY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/8779648231680825587/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=8779648231680825587" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/8779648231680825587?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/8779648231680825587?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/Vrl4ds8DxuY/aspectos-agro-e-zooecolgicos-na-criacao.html" title="Aspectos agro e zooecológicos na criacao de frngos colonial" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb-DFEkGtI/AAAAAAAAAk8/gQg6Zc8b6l4/s72-c/Frango6.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/aspectos-agro-e-zooecolgicos-na-criacao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0YER3s8eip7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-6760334726689445109</id><published>2008-12-15T22:56:00.000-02:00</published><updated>2008-12-15T22:58:26.572-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:58:26.572-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>instalações para as aves</title><content type="html">&lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="font-weight: bold; color: rgb(153, 0, 0);"&gt;&lt;td class="titulo" bg="" style="color: rgb(222, 230, 250);"&gt;&lt;span style="font-size: 180%;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;            &lt;td class="textomedio"&gt;              &lt;p&gt;Mesmo com a norma de 1999, que recomenda o acesso a piquetes, recomenda-se por questões de biosseguridade devido ao risco de doenças exóticas, manter as aves confinadas em aviários e piquetes telados, com malha de no máximo 2,5 cm de espaçamento, com o fornecimento de água em bebedouros apropriados e ração balanceada mais a alimentação alternativa complementar, em comedouros apropriados no interior da instalação telada, conforme ilustrado na Figura 1.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;A Embrapa Suínos e Aves desenvolveu um sistema de galinheiro móvel que pode ser adaptado para uso neste tipo de sistema de produção, contendo todo tempo as aves, permitindo o acesso a pastagem e deslocando-se a instalação de forma a rotacionar o uso dos piquetes. Uma foto desse tipo de instalação está mostrada na Figura 2.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;A partir de 28 dias de idade iniciar o fornecimento de alimentação alternativa, duas vezes ao dia (grãos, capim, hortaliças, frutas, tubérculos) até o limite de 20% do total de alimento consumido no dia. Os outros 80% devem ser obrigatoriamente ração balanceada específica por fase. Alojar 10 aves/m2 no galinheiro e utilizar 3m2/ave nas áreas de piquetes. É interessante fazer a rotação dos piquetes para evitar que as aves danifiquem a vegetação e para descontaminá-los pela ação dos raios solares durante o &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;vazio sanitário&lt;/span&gt;. Recomenda-se iluminação artificial suplementar apenas na primeira semana de idade.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt; &lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;      &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img style="width: 535px; height: 384px;" src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/inst1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 1.&lt;/b&gt; Criação de frangos coloniais, em área cercada e com uso de galinheiros móveis, tipo Embrapa.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;                                           &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;/span&gt;&lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/inst2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 2.&lt;/b&gt; Galinheiro móvel tipo Embrapa.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-6760334726689445109?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/p7gA7-C_wuY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/6760334726689445109/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=6760334726689445109" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6760334726689445109?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6760334726689445109?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/p7gA7-C_wuY/instalaes-para-as-aves.html" title="instalações para as aves" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/instalaes-para-as-aves.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4MRXozfyp7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-8652838203730411312</id><published>2008-12-15T22:54:00.000-02:00</published><updated>2008-12-15T22:56:24.487-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:56:24.487-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>Alimentação do frango colonial</title><content type="html">&lt;h3 style="color: rgb(255, 0, 0);" class="post-title entry-title"&gt; Alimentação&lt;/h3&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-size: 180%;"&gt;&lt;/span&gt;                                            &lt;p&gt;Para os sistemas mais rudimentares e em pequena escala recomenda-se adquirir a ração de fornecedor idôneo, de preferência certificado para Boas Práticas de Fabricação-BPF. Quando houver condições na propriedade para fabricação de ração recomenda-se utilizar formulações convencionais, buscando-se a autosuficiência na propriedade, através da utilização de misturas incluindo produtos e subprodutos de custo mais baixo do que as formulações comerciais. A Figura 1 ilustra o &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;ingrediente&lt;/span&gt; milho úmido ensilado pronto para ser misturado na propriedade rural, o que é uma alternativa para produtores com baixa capacidade de armazenamento de grãos. Antes de iniciar sua atividade, os futuros criadores que não tiverem acesso a um profissional de ciências agrárias autônomo, devem procurar assistência via órgãos públicos, como EMBRAPA ou EMATER, para obter informações seguras de como arraçoar suas aves.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt; &lt;/p&gt;   &lt;table cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;                   &lt;span class="titulotab"&gt;Foto: Avila (2005)&lt;/span&gt;     &lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/alim1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 1.&lt;/b&gt; Detalhe de um silo trincheira com silagem de milho grão úmido, e também com detalhes de coloração de núcleo e da ração resultante.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;          &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;                  &lt;p&gt;Para as fases inicial e crescimento, uma opção é fabricá-las com aquisição dos respectivos núcleos, como mostra o exemplo de ração de frangos de corte oferecido por Gessulli, (1999) misturando-se 10% do núcleo de frango de corte caipira/colonial para a fase inicial com 60 % de milho moído, mais 30% de farelo de soja 46% de PB. Da mesma forma para fabricar a ração recria/crescimento, aquele autor sugere uma mistura de 10% do núcleo de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;frango de corte&lt;/span&gt; para a fase crescimento com 65% de milho moído, mais 25% de farelo de soja 46% de PB, mas, em ambos os casos, observar as quantidades e instruções de mistura do fabricante do núcleo.&lt;/p&gt;              &lt;p&gt;Tratando-se de criações de maior porte, como empresas avícolas integradoras, a formulação das rações deve atender a certas exigências que vão além do aspecto econômico e do ponto de vista de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;exigências&lt;/span&gt; nutricionais de acordo com os estágios de crescimento das aves. Deve-se também atender às exigências da norma oficial, devendo-se sobretudo não fazer uso de gorduras e farinhas de origem animal e não incluir promotores de crescimento. Além disso, no caso de criações orgânicas, deve-se fornecer alimentos livres de contaminação de produtos químicos de síntese, e sem inclusão de vegetais transgênicos. Isto requer que na fábrica de rações seja possível rastrear a origem dos ingredientes e monitorar todo o processo de mistura até o momento de ensacamento.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;Os requerimentos nutricionais dos frangos coloniais, por fase da criação estão mostrados na Tabela 1.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;O arraçoamento deve ser diário, com incrementos semanais, para cada fase de vida da ave. As aves devem ser alimentadas com ração inicial balanceada (isenta de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;aditivos&lt;/span&gt; e promotores de crescimento) à vontade, até 28 dias de idade. Após essa idade, a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;dieta&lt;/span&gt; deve ser complementada com alimentos alternativos, principalmente pastagens e sobras de hortaliças e frutas, o que auxilia na pigmentação da pele e na diferenciação do sabor da carne, proporcionando o sabor característico de ave colonial.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;A Tabela 2 apresenta sugestões de fórmulas de ração para frangos de corte coloniais, por fase da criação, com a respectiva composição nutricional. &lt;/p&gt;        &lt;table heigth="20" width="80%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;          &lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="4"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela                    1.&lt;/b&gt; Exigências nutricionais do frango de corte Embrapa 041 por fase da criação. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;           &lt;tr class="titulobranco"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" bg="" valign="top" width="30%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Nutrientes&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" bg="" valign="top" width="22%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Inicial 1-28 dias&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" bg="" valign="top" width="23%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Crescimento 29-60 dias&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" bg="" valign="top" width="25%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Terminação 61-91 dias&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="34%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;Energia metabolizável Kcal/kg&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2800&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2900&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="25%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2900&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="34%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;Proteina bruta %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;19,5&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;17,5&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="25%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;16,5&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;    &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="34%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;Cálcio %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,0&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,0&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="25%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,95&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="34%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;Fósforo total %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,71&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,67&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="25%" bgcolor="#b0d0ff" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,61&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td colspan="4" class="credito"&gt;Fonte: Manual da linhagem (Embrapa, 2001).&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;&lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;          &lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="4"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 2.&lt;/b&gt; Sugestão de fórmulas de ração para frangos de corte colonial &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;        &lt;tr class="titulobranco"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" rowspan="2" bg="" valign="top" width="34%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Ingrediente&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" rowspan="2" bg="" valign="top" width="21%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Ração inicial&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" rowspan="2" bg="" valign="top" width="26%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Ração crescimento&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" colspan="2" rowspan="2" bg="" valign="top" width="20" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Ração final&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt; &lt;td rowspan="2" valign="center" width="100%"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;     &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Milho grão&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;54,381&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;63,051&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;63,2125&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Farelo de soja 45% PB&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;30,796&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;27,216&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;21,372&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Farelo de trigo&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;10,000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;4,303&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;12,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Calcáreo calcítico&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,299&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,373&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,450&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Fosfato bicálcico&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,738&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,670&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,3285&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Sal comum&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,403&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,411&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;p align="center"&gt;0,4058&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Dl-metionina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,117&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,107&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,1211&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Caulim ou areia lavada&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,115&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,740&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;-&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Premix mineral&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,050&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,050&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,050&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Premix vitamínico&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,100&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,080&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,060&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Total&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;100,000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;100,000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;100,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Preço R$&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,3803&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="23%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,3673&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,3437&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td colspan="5" valign="top" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;p align="justify"&gt;COMPOSIÇÃO QUÍMICA&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Energia metabolizável Kcal/Kg&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;2800&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;2900&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;2900&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Proteina bruta %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;20,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;18,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;16,50&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Fibra bruta %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;4,0&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,4263&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,8678&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Cálcio %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,95&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Fósforo disponível&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,468&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,435&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,386&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Sódio %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,15&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,15&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,15&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Lisina %&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,005&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,90&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,7879&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Metionina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,400&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,38&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,384&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Met + Cistina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,7981&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,758&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,6363&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Triptofano&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,2825&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,2487&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,2225&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Treonina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,7697&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,6994&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,6267&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Arginina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,3754&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,2285&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,004&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Fenilalanina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,9492&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,8581&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,7681&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Glicina+Serina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,9167&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,7349&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,5798&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Isoleucina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,8378&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,7557&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,6699&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Leucina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,7223&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,6123&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,466&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Fenilalanina+Tirosina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,7578&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,5989&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,4223&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Valina&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,9440&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,8550&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,7797&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Ácido linoleico&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,5272&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,5691&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,7405&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Sódio&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,1800&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,1800&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,1800&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab"&gt; &lt;td valign="top" width="36%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p&gt;Extrato etéreo&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,6528&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="22%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,6775&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td colspan="2" valign="top" width="20%" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,9829&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td colspan="4" class="credito"&gt;Fonte: Avila (2005).&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p&gt; É possível obter lotes mais pesados na idade mínima para &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;abate&lt;/span&gt;. Nesse caso basta utilizar ração mais energética (em torno de 3000 kcal/kg e nível mais elevado de proteina 20, 18 e 18%, respectivamente, para as três fases da criação.), esperando-se, como consequência, um desempenho próximo daquele exemplificado na Tabela 3. Uma outra prática consiste em manter as aves confinadas por um período mais longo, isto é permitir o acesso ao piquete somente aos 35 ou aos 42 dias de idade. Também é possível melhorar a média de peso do lote na mesma idade se as aves forem separadas por sexo na data da liberação para os piquetes, constituindo-se um lote somente de fêmeas e outro somente de machos, o que evita a competição entre aves, permitindo o acesso mais uniforme aos comedouros. &lt;/p&gt;  &lt;a name="tabela"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="8"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 3.&lt;/b&gt; Potencial genético para frangos coloniais alimentados com ração mais energética (3000 kcal/kg) e proteica. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt;  &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Idade&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;dias&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Peso vivo g&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Ganho Semanal g&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" colspan="2" valign="top" width="25%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Consumo de ração&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;g&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" colspan="2" valign="top" width="25%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Conversão alimentar&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Viabilidade %&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="titulobranco" bgcolor="#003399"&gt;&lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Semanal&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;&lt;b&gt;Acumulado&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;Semanal&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;b&gt;&lt;span style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; font-size: 85%;"&gt;Acumulado&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;0&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;40&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;40&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt; &lt;p align="center"&gt;100&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;7&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;120&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;80&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;96&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;96&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,200&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,200&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;98,6&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;14&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;260&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;140&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;169&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;265&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,207&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,207&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;98,4&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;21&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;455&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;195&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;340&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;605&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,744&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,330&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;98,2&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;28&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;680&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;225&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;450&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1055&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,551&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;97,9&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;35&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;925&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;245&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;540&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1595&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,204&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,724&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;97,7&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;42&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1180&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;255&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;615&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2210&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,412&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,873&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;97,5&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;49&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1440&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;260&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;690&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2900&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,654&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,014&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;97,3&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;56&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1703&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;263&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;745&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;3645&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,833&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,140&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;97,1&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;63&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;1968&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;265&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;795&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;4440&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,256&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;96,9&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;70&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2228&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;260&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;825&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;5265&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,173&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,363&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;96,7&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;77&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2483&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;255&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;870&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;6135&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,412&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,471&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;96,5&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;84&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2728&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;245&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;900&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;7035&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,673&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,579&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;96,3&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;&lt;td valign="top" width="12%" height="15"&gt;&lt;p&gt;91&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2963&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;235&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;925&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;7960&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="11%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,936&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,686&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="15"&gt;&lt;p align="center"&gt;96,0&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td colspan="8" class="credito"&gt;Fonte: Figueiredo (2005).&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-8652838203730411312?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/AxD4xPNk_dQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/8652838203730411312/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=8652838203730411312" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/8652838203730411312?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/8652838203730411312?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/AxD4xPNk_dQ/alimentao-do-frango-colonial.html" title="Alimentação do frango colonial" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/alimentao-do-frango-colonial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak8CR305fCp7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-3225683424194871619</id><published>2008-12-15T22:53:00.000-02:00</published><updated>2008-12-15T22:54:26.324-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:54:26.324-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>manejo das aves</title><content type="html">&lt;div class="post-body entry-content"&gt; &lt;span style="color: rgb(204, 0, 0); font-size: 130%;"&gt;Manejo&lt;/span&gt;                                            &lt;p&gt;Alojar os pintos de um dia em aviários pinteiros, isolados das demais criações, contendo &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;cama&lt;/span&gt; nova (de boa qualidade cobrindo uniformemente todo o piso com 7 cm de espessura, podendo ser de maravalha/serragem, palha/capim ou sabugo triturado), aquecedores, bebedouros e comedouros infantís (desinfetados, limpos e abastecidos). Um &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;círculo de proteção&lt;/span&gt; deverá ser construído ao redor desses equipamentos para facilitar o controle da temperatura no nível dos pintos, conforme mostrado na Figura 1. Este deverá ser ampliado a cada dia para permitir a maior movimentação e conforto dos pintos e retirado completamente ao final da primeira semana. Os bebedouros e comedouros devem ser distribuídos uniformemente no espaço dentro do círculo de proteção e posteriormente, após a retirada deste, no espaço do aviário.&lt;/p&gt;       &lt;table cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;     &lt;span class="titulotab"&gt;Foto: Avila (2005)&lt;/span&gt;     &lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/manejo1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 1.&lt;/b&gt; Círculo de proteção, cama de maravalha, uma fonte de aquecimento (lâmpada), um bebedouro e dois comedouros, além do comportamento natural e adequado dos pintos.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;             &lt;p&gt;Utilizar bebedouros tipo pressão na primeira semana de vida dos pintos, na proporção de um para 80 pintos e substituí-los gradativamente a partir dessa idade, por bebedouros tipo “sino”, também na proporção de um para 80 pintos. Nos dois tipos de bebedouros ter o cuidado da limpeza diária dos mesmos. Pendurar os bebedouros tipo sino para evitar a entrada de sujidades e a regulagem da altura deve ser semanal, obedecendo a altura de acesso da ave, a medida que esta cresce. Fornecer água em abundância, limpa, fresca e isenta de microorganismos. &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Utilizar comedouros tipo bandeja, na proporção de um para 80 pintos na primeira semana de vida dos pintos e gradativamente substituí-los pelos comedouros tubulares com regulagem da saída de ração, na proporção de um para 40 pintos. Pendurá-los a uma altura que facilite o acesso das aves, sem contudo permitir que as mesmas desperdicem ração. Quando utilizar comedouros tubulares, abastecê-los de forma a permitir ração a vontade, sem restrição para as aves até 35 ou 42 dias de idade, dependendo da necessidade de ganho de peso para atender o mercado. A Figura 2 ilustra um aviário com comedouro tubular. A partir dessa idade as aves podem receber forragem verde a vontade, após ter consumido a ração recomendada para a idade. Um exemplo de consumo semanal pode ser obtido na &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;tabela de potencial genético&lt;/span&gt; &lt;/p&gt;       &lt;table cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;     &lt;span class="titulotab"&gt;Foto: Avila (2005)&lt;/span&gt;     &lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/manejo2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;                 &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 2.&lt;/b&gt; Detalhe do aviário mostrando as aves confinadas em cama seca e adequada, numa lotação confortável e com o comedouro na altura adequada.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;       &lt;p&gt;O aquecimento do ambiente onde os pintos serão alojados é necessário antes da chegada dos pintos. Utilizar aquecedores, com resistência elétrica, com lâmpadas, à gas ou a lenha. O importante é que haja renovação de ar e que a temperatura ambiente seja mantida a 32oC no primeiro dia de vida dos pintos, e que seja reduzida em um grau centígrado a cada dia de vida, até alcançar a temperatura ambiente. Manejar o círculo de proteção e as &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;cortinas&lt;/span&gt; adequadamente para manter a temperatura recomendada. &lt;/p&gt;&lt;p&gt; Para monitorar o peso do lote adquirido, pesar uma amostra de aves a cada duas semanas, calcular a média e comparar com os dados da Tabela 1. Retirar as aves menores e alimentá-las em separado do grande grupo. Nos casos de desuniformidade do lote, determinar a causa do problema que pode ser parasitismo, superpopulação, calor, frio ou desnutrição.&lt;/p&gt;  &lt;/div&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(204, 0, 0);"&gt;Cuidados sanitários&lt;/span&gt;                                            &lt;p&gt;A produção de frangos coloniais requer a implantação de cuidados de biosseguridade. Faz-se necessário respeitar um período mínimo de 14 dias entre alojamentos, após completa limpeza e desinfecção das instalações e dos equipamentos. As aves devem ser vacinadas no incubatório, contra a doença de Marek. Enfermidades como doença de Gumboro, bronquite infecciosa das aves e doença de Newcastle podem ser evitadas por meio da vacinação. O esquema de vacinação deve atender aos desafios sanitários da região em que se localiza a produção e estar em consonância com a orientação do serviço oficial.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;A prevenção contra a varíola aviária é feita por meio da vacinação por punção da asa, aos 21 dias de idade, ou via subcutânea, no primeiro dia de vida. Em regiões de alto desafio é recomendado fazer o reforço da vacina contra varíola aviária na quinta semana de idade. O controle de endo e ectoparasitos deve ser realizado com base no monitoramento periódico do lote. O controle da coccidiose pode ser feito pela vacinação das aves nos primeiro dias de vida.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-3225683424194871619?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/8rwfQY--6TY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/3225683424194871619/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=3225683424194871619" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3225683424194871619?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3225683424194871619?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/8rwfQY--6TY/manejo-das-aves.html" title="manejo das aves" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/manejo-das-aves.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkANRH04eip7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-5465669939565873191</id><published>2008-12-15T22:48:00.002-02:00</published><updated>2008-12-15T22:53:15.332-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:53:15.332-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>Frango colonial:preparo para o mercado</title><content type="html">&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-size:130%;" &gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;Preparo para o mercado&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;                                            &lt;p&gt;Para o produto alcançar o mercado é necessário definir quem procede o abate e o &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;processamento&lt;/span&gt;. Da análise do mercado se definirá o tipo de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;inspeção&lt;/span&gt; necessária. Se para mercado local, normalmente é suficiente uma planta de processamento (abatedouro) com &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;inspeção municipal&lt;/span&gt;. Nesse caso, a logística de transporte e de conservação pode ser muito abreviada. Como exemplo,  um &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;projeto&lt;/span&gt; de produção para atender um mercado como o de Florianópolis-SC seria otimizado se a planta de abate e processamento estivesse localizada dentro do município, do que num município vizinho. Pois instalações mais simples para processamento, com inspeção municipal, sem a necessidade de túnel de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;congelamento&lt;/span&gt; e poucos veículos de transporte específicos de produtos refrigerados seriam suficientes. Para mercado estadual, é necessário uma planta de processamento com inspeção estadual e, para mercado regional/nacional ou internacional, é necessário uma planta de processamento com inspeção federal. As plantas de processamento não necessariamente devem ser construídas para cada projeto, mas podem ser alugadas ou compartilhadas com aquelas já em operação no município. A Figura 1 ilustra uma planta baixa de abatedouro de frangos com inspeção estadual.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O controle de qualidade normalmente é efetuado no ato da inspeção sanitária, entretanto, para produtos orientados para satisfazer nichos de mercado é importante a pro-atividade na implantação de um sistema de controle de qualidade em todo o processo desde a criação das aves. Para tal, devem ser efetuados contatos com universidades, institutos de pesquisa, laboratórios credenciados e organizações não governamentais para desenvolver programas de controle de qualidade.&lt;/p&gt;      &lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;            &lt;a name="abate"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);" class="subtitulo"&gt;Abate e Processamento&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Existem várias recomendações específicas para cada sistema de criação, na tentativa de reduzir o estresse ante-mortem, evitando seus efeitos nefastos na qualidade dos produtos (hematomas, fraturas, manchas, mortes, etc). Recomenda-se a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;apanha&lt;/span&gt; silenciosa com as duas mãos sobre as asas e dorso, a contenção gentil e o uso de caixas de contenção adequadas a cada tipo de ave, nesse caso, existe uma limitação do espaço por cada caixa que no caso de frangos é limitada à 160cm2/kg, para aves com peso entre 1,6-3,0 kg. Da mesma forma, o trajeto da granja até o abatedouro não deve ser superior a 100 km, e o tempo de transporte deve ser inferior a 2 horas.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Há necessidade de treinamento/capacitação dos empregados (terceirizados ou não), responsáveis pela prática da apanha ou depopulação dos aviários, bem como de pessoal capacitado para realizar o transporte dessas aves.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;No abatedouro necessita-se também oferecer garantias de que não haverá cruzamento de lotes diferentes nas nórias, monitoramento este que faz parte das normas de BPF (boas práticas de fabricação) e do programa de rastreabilidade.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Finalmente, é importante uma etiquetagem clara e precisa, que permita aos consumidores distinguirem este produto diferenciado.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O abate e o processamento de carcaças de aves abrangem atividades de controle desenvolvidas dentro do abatedouro, desde o momento em que as aves chegam à &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;plataforma de inspeção&lt;/span&gt;, até a obtenção do produto final. Uma cadeia ininterrupta de medidas higiênicos-sanitárias, de segurança dos alimentos e de conservação à frio, assegura o controle de microrganismos patogênicos.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Independentemente do volume de abate, os pré-requisitos básicos para a manutenção da qualidade do produto e preservação do meio ambiente devem ser atendidos. As instalações de abate, processamento, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;armazenamento&lt;/span&gt; e tratamento de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;efluentes&lt;/span&gt; devem ser submetidos aos órgãos competentes, sejam eles Municipal, Estadual ou Federal. Aparentemente este é o maior gargalo para a produção de produtos coloniais pois exige altos investimentos bem como escala de produção.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;Exemplo abatedouro para 200 a 300 aves/dia&lt;br /&gt;Equipamentos:&lt;br /&gt;1) Mesa sangria Manual&lt;br /&gt;2) Mesa de separação&lt;br /&gt;3) Tanque de escaldagem&lt;br /&gt;4) Depenadeira rotativa&lt;br /&gt;5) Evisceração manual&lt;br /&gt;6) Chiller resfriamento&lt;br /&gt;7) Mesa recepção&lt;br /&gt;8) Mesa de corte e preparação&lt;br /&gt;9) Mesa de embalagem           &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;        &lt;tr&gt;     &lt;td colspan="2"&gt;  &lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo1.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;Fig. 1.&lt;/b&gt; Modelo de abatedouro de aves com inspeção estadual&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os abatedouros devem, preferencialmente, ser exclusivos para este tipo de abate ou, quando for compartilhado, devem ser estabelecidos turnos específicos, sob controle do sistema de inspeção, com identificação dos lotes produzidos, até a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;embalagem&lt;/span&gt; final. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Antes do abate de aves com selo diferenciado, devem ser realizados procedimentos de limpeza para eliminar resíduos de substâncias proibidas, prevendo-se por exemplo, troca de água de escaldadeira, pré-chiller e chiller.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="transporte"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Transporte da granja até a plataforma de recepção&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A plataforma de recepção, num abatedouro, é o local onde as aves permanecem após sua  chegada até a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;pendura&lt;/span&gt;. Devido a flutuações no sistema de entrega, as aves poderão permanecer alojadas nesta área durante algumas horas. Este local deve ser protegido da incidência direta dos raios solares e mantido em temperaturas entre 25 a 27oC utilizando-se ventiladores e nebulizadores, que adicionalmente possibilitam a diminuição de poeiras e sujidades em suspensão. Também a remoção freqüente dos detritos acumulados no piso da plataforma é uma medida que auxilia na redução dos agentes contaminantes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As condições de apanha, transporte e pendura têm influência na contaminação das penas e pele por material fecal. A limpeza e desinfeção dos caminhões e caixas se faz necessária a cada nova carga. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Deve-se atentar para o número de aves a serem colocadas nas caixas de transporte prevendo-se garantir suas integridades físicas durante a fase de transporte, bem como a distância a ser percorrida até o local de abate. A Figura 2 ilustra o transporte correto de frangos para o abate e a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;espera&lt;/span&gt; na plataforma de recepção do abatedouro.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os principais pontos críticos são o número de aves por caixa de transporte e o manejo até a pendura. Normalmente as gaiolas apresentam capacidade para o alojamento de 12 a 18 aves, dependendo das condições climáticas, idade de abate e distância de deslocamento. A densidade de aves nas caixas tem influência na condenação por fraturas e arranhaduras na carcaça, além da disseminação dos agentes patogênicos. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                          &lt;/div&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;             &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;             &lt;img style="width: 526px; height: 468px;" src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 2.&lt;/b&gt; Caminhão para transporte de frangos na plataforma de recepção do abatedouro&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                       &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As caixas de transporte, ainda no abatedouro, devem ser submetidas à &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;lavagem&lt;/span&gt; e desinfecção, antes do retorno às granjas para o acondicionamento de outras aves. O uso de água quente e de álcalis fortes facilitam a remoção dos detritos e incrustações e redução de contaminantes. Finalmente, agentes de desinfecção devem ser aplicados nas caixas de transporte limpas tornando-as seguras para uso posterior.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="pendura"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Pendura, insensibilização e sangria&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os equipamentos necessários para esta atividade são: nória de transporte, atordoador e facas para a &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;sangria&lt;/span&gt;.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A aves são retiradas das caixas e penduradas pelos pés na nória que circula no túnel de sangria e nas áreas de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;escaldagem&lt;/span&gt; e depena. A pendura deve ser realizada de modo a não estressar as aves e a evitar fraturas e hemorragias.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após a pendura, as aves passam pelo processo de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;insensibilização&lt;/span&gt;, denominada de atordoamento, normalmente realizada em tanques de imersão com o uso de choque elétrico (70V) na região da cabeça. Deficiências no atordoamento aumenta a incidência de condenações totais ou parciais da carcaça.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após o atordoamento, é efetuado o seccionamento dos vasos sanguíneos cervicais (artérias e veias) chamado de sangria. A sangria pode ser realizada manualmente ou através de equipamento anexado à nória de transporte. A finalidade do túnel de sangria é proporcionar o tempo necessário para a eliminação de todo o sangue da carcaça, antes que as aves alcancem os tanque de escaldagem. Segundo as normas do sistema de inspeção as aves devem permanecer ao redor de 3 minutos no túnel de sangria. Na condição de má sangria há condenação total da carcaça.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="escaldagem"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Escaldagem&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após a passagem pelo túnel de sangria as aves são submetidas ao processo de escaldagem, visando remover impurezas e o sangue da superfície externa e, facilitar a remoção das penas. Dentre os métodos disponíveis para este processo, destaca-se a imersão em água quente, chuveiros de água quente e aplicação de vapor.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A escaldagem por imersão é o método mais utilizado e usualmente consiste na imersão da ave em água a temperatura variando entre 50 a 63oC, durante 90 a 120 segundos, sendo estas duas variáveis fundamentais no que concerne a qualidade e aparência do produto. A água de escaldagem é mantida na temperatura desejável pela adição contínua de água quente. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Para se obter uma melhor aparência da carcaça, muitos abatedouros reduzem a temperatura da água de escaldagem a um mínimo necessário à &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;depenagem&lt;/span&gt; (50 a 52oC) o suficiente para destruir “alguns” microrganismos deterioradores. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="depenagem"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Depenagem, escaldagem de pé e remoção de cutículas&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após a escaldagem as aves sofrem a depenagem, que é efetuada mecanicamente em máquinas depenadeiras estática ou em série, com alimentação contínua de água fria através de chuveiros, com vazão constante por todo o período de abate. As penas removidas são acumuladas numa canaleta no piso e são transportadas para fora do abatedouro e posteriormente para a graxaria. Esta operação consome grande quantidade de água. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após a depenagem, as aves são transferidas para outra nória, onde são presas pela cabeça, ficando os pés livres para serem escaldados. A escaldagem dos pés é feita também por imersão, em um tanque contendo água quente, sendo que a temperatura neste caso, atinge 80oC, para amolecimento das membranas dos pés que são removidas através de máquinas semelhantes às depenadeiras.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A etapas referentes à escaldagem, depenagem e remoção de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;cutícula&lt;/span&gt; são realizadas dentro de uma mesma área, denominada de “área suja”, separada fisicamente de outra área chamada de “área limpa”, onde estão situadas todas as demais etapas do processo descritos a seguir.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="evisceracao"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Evisceração&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;evisceração&lt;/span&gt; constitui-se basicamente das seguintes etapas:&lt;br /&gt;Extração do conteúdo intestinal;&lt;br /&gt;Abertura do abdome;&lt;br /&gt;Exposição das vísceras;&lt;br /&gt;Retirada das vísceras comestíveis;&lt;br /&gt;Retiradas das vísceras abdominais; Retirada dos pulmões.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As vísceras comestíveis são retiradas manualmente, limpas, selecionadas e encaminhadas para o &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;resfiamento&lt;/span&gt;. A moela é limpa (manual ou mecânica) e recebe &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;lavagem&lt;/span&gt; contínua. Posteriormente, os mesmos são embalados junto com os pés, para serem introduzidos dentro do frango ou embaladas para comercialização.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todas estas atividades são realizadas na nória de evisceração, sobre a calha de evisceração, onde os resíduos são coletados. Uma Segunda inspeção da condição das carcaças, chamada “toalete”, ocorre no final deste processo, constituindo-se na eliminação de penas, penugens e outros materiais aderidos residualmente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A Figura 3 ilustra o processo de limpeza, evisceração e &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;gotejamento&lt;/span&gt; em abatedouros de frango com inspeção estadual.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;table style="text-align: left; margin-left: 0px; margin-right: 0px;" cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;           &lt;span class="titulotab"&gt;Fotos: Schmidt (2004)&lt;/span&gt;      &lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo3.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 3.&lt;/b&gt; Processo de limpeza, evisceração e gotejamento em abatedouros de frango com inspeção estadual.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="inspecao"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Inspeção&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Todo abatedouro deve apresentar um sistema de inspeção, seja Municipal (SIM), Estadual (SIE) ou Federal (SIF). O tipo de inspeção determina a abrangência de comercialização do produto, mas não pode determinar a qualidade do produto, como se tem verificado em algumas situações.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A inspeção é realizada entre os processos de exposição e retiradas das vísceras comestíveis, na nória de evisceração. Em alguns casos, o sistema de inspeção solicita a inclusão no abatedouro de uma nória fixa para uma melhor avaliação das aves condenadas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As carcaças podem ser condenadas como um todo ou parcialmente e no primeiro caso enviadas para a graxaria. Aves condenadas parcialmente podem ser enviadas para a sala de corte e processamento. As principais causas de condenação são classificadas em:&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Causas de Campo: Tuberculose, Leucose, Septicemia e toxemia, Aerosaculite, Synovitis e contusões.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Causas de abate: mortes, contaminação, mutilação e super escaldagem.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="lavagem"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Lavagem&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um processo de lavagem das carcaças pode ser introduzido na nória de evisceração antes da carcaça ser submetida ao resfriamento. A lavagem após a evisceração e inspeção final da carcaça é efetuada principalmente para assegurar que a ave esteja limpa e livre de resíduos. Os chuveiros devem ser eficientes e a pressão suficiente para remover contaminantes tanto da superfície externa da carcaça como da superfície interna, minimizando assim, a contaminação da água de resfriamento.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="resfriamento"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Resfriamento&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Uma vez completada a etapa de evisceração, as carcaças são retiradas dos ganchos dos transportadores, manual ou mecanicamente, caindo em um tanque aberto (Pré-chiller) com água a temperatura ambiente, onde é feito um pré-resfriamento. Em seguida, mecanicamente as carcaças são transferidas para outro tanque (Chiller), para completar o resfriamento iniciado no pré-chiller. A água do tanque deve permanecer a 4oC, através de adição de gelo em escamas. O tempo de permanência da carcaça no chiller é de aproximadamente 30 minutos. Para empresas de pequeno porte não há necessidade de utilização do pré-chiller.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="gotejamento"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Gotejamento&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após o resfriamento, as aves são retiradas mecanicamente do chiller através de uma rampa coletora, sendo as carcaças destinadas à sala de processamento. Dependendo da estrutura de alimentação das salas de processamento, as aves poderão ser submetidas ao primeiro momento de seleção, separando as aves para produção de frango inteiro ou corte.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As aves são penduradas pelas pernas na nória que conduz à sala de processamento, e que poderá ser utilizada como nória de gotejamento, tendo o objetivo de remover o excesso de água da carcaça. Esta nória é fundamental para os produtos resfriados, pois o acumulo de água após embalagem, não é permitido.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="processamento"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Processamento&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após o resfriamento e gotejamento as carcaças devem ser conduzidas para a área de processamento. Pode se ter duas situações, a primeira onde após o resfriamento as aves já são classificadas, segundo suas características, como produtos inteiro ou corte. Para tanto, serão necessárias duas nórias, para diferenciar. Neste caso necessita-se duas equipes, trabalhando simultaneamente. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na nória de frango inteiro, já na sala de embalagem, é adicionado à carcaça as vísceras comestíveis (moela, fígado e coração) e os pés, embalados em sacos plásticos e pré-refrigerados. Em seguida, sob uma mesa de aço inoxidável e com o uso de funil as carcaças são acondicionadas na embalagem primária (sacos plásticos) e lacradas. Posteriormente as carcaças devem ser acondicionadas na embalagem secundária, normalmente caixas de papelão, com padronização do peso total. A padronização é importante do ponto de vista comercial, pois facilita a comercialização e distribuição do produto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As carcaças destinadas a corte podem ser trabalhadas na nória de transporte, ou sob mesas de aço inoxidável. Atualmente existem nórias de cones específicas para o corte, com alta eficiência de rendimento, acopladas a esteiras transportadoras, que devido ao custo e escala de produção não serão aqui consideradas. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Após a realização dos cortes primários, isto é, asa, coxa/sobrecoxa, peito e carcaça inicia-se o refilamento dos cortes em função do portifólio determinado pela empresa. Posteriormente, os produtos são acondicionados nas embalagens primárias (bandejas e(ou) sacos plásticos) e enviados para a área de embalagem secundária. Considerando as exigências de mercado, principalmente ligados a automação através do código de barras e as exigências do consumidor, é necessário padronizar o peso na embalagem primária, e em função da logística de comercialização e distribuição, na embalagem secundária.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Em segundo lugar, considerando que seja utilizada a mesma nória de gotejamento, na sala de cortes pode se realizar uma etapa de cada vez, ou, se possível, selecionar as carcaças, destinando para diferentes mesas, onde o processo possa ser realizado, conforme descrito anteriormente.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-5465669939565873191?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/g3Krd_LCiL4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/5465669939565873191/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=5465669939565873191" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/5465669939565873191?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/5465669939565873191?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/g3Krd_LCiL4/frngo-colonialpreparo-para-o-mercado.html" title="Frango colonial:preparo para o mercado" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/frngo-colonialpreparo-para-o-mercado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMDQHg6eCp7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-8563176444657136132</id><published>2008-12-15T22:44:00.001-02:00</published><updated>2008-12-15T22:47:51.610-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:47:51.610-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>PRCESSAMENTO DO FRANGO COLONIAL</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb6gt60LTI/AAAAAAAAAk0/m8MzJzlvxwc/s1600-h/961_W400Q100I2SASRFHFVRLRRCLCTCRCB.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 385px; height: 278px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb6gt60LTI/AAAAAAAAAk0/m8MzJzlvxwc/s400/961_W400Q100I2SASRFHFVRLRRCLCTCRCB.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280183053127527730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;O portifólio de produtos, do abatedouro deve ser preparado considerando o fornecimento de carcaças inteiras e cortes. Dependendo do mercado, os produtos poderão ser fornecidos na forma inatura e(ou) temperado, podendo ser resfriados e(ou) congelados.&lt;/p&gt;      &lt;p class="subtitulo"&gt;Produtos inteiros&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Os produtos inteiros são descritos como: Frango Inteiro, Carcaça, Galeto, Meio Frango, Frango Desossado (com ou sem recheio). A seguir uma descrição dos mesmos.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O frango inteiro, contendo as vísceras comestíveis, pés e cabeça (enchimento), é utilizado como um produto de combate, devido ao preço. O meio frango (Figura 4) é comercializado em algumas regiões, cujo mercado exige porções menores. &lt;/p&gt;      &lt;table cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;     &lt;span class="titulotab"&gt;Foto: Schmidt (2004)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img style="width: 454px; height: 363px;" src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo4.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 4.&lt;/b&gt; Produtos prontos para embalagem. No caso uma meia carcaça.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;      &lt;p class="subtitulo"&gt;Cortes&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Asa: Asa, coxinha da asa “drumette”, ponta da asa, meio da asa “tulipa” e pontinha da asa.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Coxa/sobrecoxa: coxa/sobrecoxa, coxa, sobrecoxa (com e sem pele), “steak”, filé de coxa, filé de sobrecoxa.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Peito: Peito inteiro, peito sem pele, peito desossado (com e sem pele), filé de peito, filetino e Sassami. &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Miúdos: Coração, figado e moela.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Outros: frango a passarinho (cortes ou recortes), pertence de canja (dorso), pescoço e pés (exportação).&lt;/p&gt;      &lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;a name="subprodutos"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);" class="subtitulo"&gt;Subprodutos&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O rendimento de abate depende da estratégia de comercialização, isto é, na relação inteiro/corte, oscilando entre 72 a 82%, sem considerar absorção de água ou inclusão de tempero. Isto significa que o abate gera uma grande quantidade de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;subprodutos&lt;/span&gt; e de resíduos. O aproveitamento, reciclagem e reutilização desses subprodutos são de grande interesse da indústria, uma vez que se trata de produtos ricos, sob o ponto de vista nutritivo e funcional, dadas as condições de sua obtenção e tratamento. Por outro lado, a gestão adequada dessas matérias ajuda a minimizar o impacto das indústrias cárneas sobre o meio ambiente.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;A utilização dos subprodutos, em geral, representa o problema da contaminação microbiológica. Dessa forma, é preciso encontrar sistemas de &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;higienização&lt;/span&gt; que não prejudiquem as propriedades nutricionais e funcionais dos subprodutos que possam ser destinados à indústria alimentícia. Com exceção dos materiais classificados como de risco, não há nenhuma restrição para o uso de subprodutos, que sejam considerados aptos para o consumo humano, como ingredientes na alimentação humana.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Os principais subprodutos gerados no processo de abate são: pele, gordura e carne mecanicamente separada (CMS), que podem ser utilizados na produção de embutidos; tais como mortadela, salsicha, etc.; e a cartilagem, ossos moídos, cabeça e pés, que podem ser utilizados para a produção de ingredientes de ração para animais de estimação (gato, cachorro, etc.). &lt;/p&gt;      &lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;a name="residuos"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);" class="subtitulo"&gt;Resíduos&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O processamento e(ou) tratamento dos &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;resíduos&lt;/span&gt; e &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;efluentes&lt;/span&gt; do abatedouro tem sido uma das grandes preocupações da indústria avícola, principalmente em decorrência das restrições que o mercado consumidor vêm impondo as questões de meio ambiente e da sua reutilização.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;A transformação de resíduos da indústria cárnea tem visado a obtenção de alimentos para os próprios animais. O surgimento de enfermidades como a Encefalopatia Espongiforme bovina, ou “doença da vaca louca”, tem limitado as possibilidades de utilização desses produtos na alimentação animal. Hoje, na Europa, está proibida a utilização de farinhas de origem animal na formulação de rações. Esta situação representa para a indústria uma questão a ser estudada: como reciclar e aproveitar os subprodutos de maneira segura e economicamente rentável.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Os principais produtos gerados com a utilização dos resíduos são as farinhas de pena, sangue, vísceras e carne e óleo. A maioria das integrações tem utilizado estes produtos como ingrediente na formulação das rações. O óleo também pode ser utilizado como combustível em caldeiras.&lt;/p&gt;      &lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;a name="efluentes"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);" class="subtitulo"&gt;Tratamento de efluentes&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Embora esta publicação não trate deste assunto diretamente, deve ser ressaltada a sua importância, devido a crescente exigência do mercado consumidor por produtos ecologicamente corretos e pela necessidade atual de certificação e obtenção de licença ambiental para a implantação de uma planta de abate e processamento.&lt;/p&gt;      &lt;p align="right"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;       &lt;a name="embalagem"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;p style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);" class="subtitulo"&gt;Embalagem&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Inicialmente as &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;embalagens&lt;/span&gt; eram utilizadas apenas para dar segurança e garantir que o produto chegasse em boas condições até o consumidor final. Atualmente, tem um papel fundamental para a apresentação do produto no mercado, pois é um mecanismo de propaganda eficiente quando bem explorado. &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;O sistema de embalagem é o conjunto de operações, materiais e acessórios que são utilizados na indústria com a finalidade de conter, proteger e conservar os diversos produtos e transportá-los aos pontos de venda ou utilização, atendendo às necessidades dos consumidores e/ou clientes a um custo adequado. A função é proteger contra a ação de fatores ambientais: oxigênio, luz, umidade, odores estranhos, microrganismos, insetos e outros e, da perda da qualidade intrínseca: perda de peso, perda de aroma, outros. A proteção depende de cuidados na produção, estocagem e transporte.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;As embalagens podem ser classificadas em primárias e secundárias, dependendo da sua função. A embalagem primária é aquela que acondiciona o produto e será a apresentação na gôndola, enquanto a embalagem secundária é utilizada para o armazenamento e transporte dos produtos. As caixas de papelão, celulose e até sacos plásticos podem ser utilizadas como embalagem secundária. A Figura 5 ilustra produtos embalados prontos para o comércio.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Como embalagem primária tem-se as bandejas, onde normalmente são acondicionados os cortes e miúdos, que são envolvidos por um filme termo encolhível contendo todas as informações sobre a empresa e o produto. O saco plástico é mais utilizado para o frango inteiro embora, alguns cortes também tem tido este tipo de apresentação. Os produtos congelados devem ser acondicionados em embalagens leitosas enquanto os resfriados em embalagem transparente.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Mais do que uma importante ferramenta de marketing, as embalagens também cumprem a função de transmitir informações obrigatórias sobre o produto, previstas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) do Ministério da Saúde, além de identificar sua procedência e ressaltar os atributos complementares do produto. De acordo com a Resolução no. 040 de 21/03/2001, as empresas produtoras de alimentos deverão colocar nos rótulos a composição nutricional (valor calórico, nutritivo, etc.) dos produtos comercializados no mercado interno. &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Para os alimentos cárneos as informações necessárias são:&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;A identificação mínima: País de origem do produto, data de nascimento, tipo de criação e descrição do sistema de abate das aves; Estabelecimento de abate - SIF; Marca do produto; Nome e código de produto; Data de produção e ou vencimento e Prazo de validade.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Identificação Adicional desejável: Código de lote;  Hora de embalagem ou produção e Sistema de código de barras.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Identificação especial para nichos mercadológicos: Selos de qualidade (Produto natural, colonial, orgânico), Identificação dos produtores e ou seus endereços e dados de rastreabilidade.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;A forma e tamanho da embalagem é outro fator que deve ser avaliado pela empresa. A padronização do peso é um fator limitante para alguns mercados, pois reduz a manipulação do produto na gôndola, reduzindo a necessidade de mão-de-obra. Pesos-padrões diferenciados também é um apelo do consumidor, principalmente com relação à produtos com maior grau de industrialização ou pré-preparados.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;As embalagens para acondicionamento de produtos congelados têm como principais objetivos a proteção contra a desidratação e oxidação e, por isso, deve-se utilizar materiais de baixa permeabilidade ao vapor de água e ao oxigênio. Também é recomendado evitar espaços vazios dentro da embalagem, que contribuem para a queima pelo frio, assim como é desejável uma baixa permeabilidade aos componentes voláteis do aroma. Além dessas características é imprescindível uma boa resistência mecânica, flexibilidade e elasticidade a baixas temperaturas para se evitar rasgamentos e furos durante todas as etapas de produção, estocagem e comercialização do produto congelado.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Para a manutenção da coloração do produto fresco, o material da embalagem deve ser de alta permeabilidade ao oxigênio. Por outro lado a coloração dos produtos curados só pode ser mantida na ausência do oxigênio. Outro requisito que a embalagem para aves resfriadas deve atender é a baixa permeabilidade ao vapor d’água. Desta forma evita-se a desidratação superficial e, consequentemente, a perda de peso e escurecimento do produto, devido a concentração de pigmentos na sua superfície, quando a estocagem é feita em ambientes com baixa umidade relativa. Uma embalagem para aves resfriadas ainda deve apresentar baixa permeabilidade a odores estranhos, flexibilidade, resistência a gordura e resistência mecânica a temperatura de refrigeração.&lt;/p&gt;      &lt;table cellpadding="2" cellspacing="0"&gt;               &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td&gt;     &lt;span class="titulotab"&gt;Fotos: Schmidt (2004)&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo5-1.jpg" /&gt;&lt;img style="width: 206px; height: 194px;" src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/preparo5-2.jpg" /&gt;&lt;br /&gt;             &lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Fig. 5.&lt;/b&gt; Produtos contidos na embalagem primária.&lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;             &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;span style="font-weight: bold; color: rgb(0, 102, 0);"&gt;congelamento&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;A principal vantagem do &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;congelamento&lt;/span&gt; é o aumento do tempo de prateleira do produto. A escolha do tipo de equipamento a ser utilizado depende primariamente do custo e secundariamente de fatores como qualidade do produto e flexibilidade operacional.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Várias metodologias de congelamento estão disponíveis e sua utilização depende do tipo de produto, volume de abate e da capacidade de investimento da empresa. Para o congelamento do frango inteiro, cortes e vísceras comestíveis, normalmente são utilizados os túneis estáticos e contínuos, sendo o último indicado para grandes escalas de produção. No caso de produtos resfriados é necessário um choque térmico, evitando-se porém o ponto de cristalização, antes dos mesmos serem colocadas na câmara de estocagem.&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Para pequenas escalas, em alguns casos, a própria câmara de armazenamento pode ser utilizada para a realização do congelamento. É conveniente ressaltar que tanto o congelamento como o armazenamento congelado não podem ser considerados como método de destruição de bactérias, pois estas operações não eliminam a maioria das células vegetativas de microrganismos.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-8563176444657136132?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/t3L1VgdDzs0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/8563176444657136132/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=8563176444657136132" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/8563176444657136132?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/8563176444657136132?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/t3L1VgdDzs0/prcessamento-do-frango-colonial.html" title="PRCESSAMENTO DO FRANGO COLONIAL" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb6gt60LTI/AAAAAAAAAk0/m8MzJzlvxwc/s72-c/961_W400Q100I2SASRFHFVRLRRCLCTCRCB.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/prcessamento-do-frango-colonial.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DU4ARnk9eSp7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-1055340862989467048</id><published>2008-12-15T22:37:00.001-02:00</published><updated>2008-12-15T22:39:07.761-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:39:07.761-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>Mercado e comercialização DE FRANGO CAIPIRA</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb4eXXXwRI/AAAAAAAAAks/zkHKfMgVcMM/s1600-h/nova_tec1_e.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 420px; height: 301px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb4eXXXwRI/AAAAAAAAAks/zkHKfMgVcMM/s400/nova_tec1_e.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280180813690290450" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(204, 0, 0);font-size:130%;" &gt;Mercado e comercialização&lt;/span&gt;                                            &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Considerando as características do sistema de produção necessário para atender esta demanda, a pequena e a média propriedade ou a propriedade familiar são as que melhor se enquadram. Além disso, para serem viáveis na atual competição de mercado, as pequenas propriedades brasileiras necessitam diversificar as atividades e associar-se entre elas para obter escala de produção.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;De nada vale todo o trabalho desenvolvido antes da comercialização, se não houver a comunicação de forma correta com os consumidores. A etapa da comercialização costuma inviabilizar bons projetos, se não conduzida corretamente. Pequenas associações de produtores devem preferencialmente comercializar seus produtos com uma marca registrada e reconhecida. Os pontos preferenciais de comercialização, nesse caso, são os de varejo e preferencialmente com venda direta ao consumidor, como as feiras livres e mercados públicos, onde a organização disponha de ponto de venda. Quando se pretende abastecer casas especializadas, mercados, quitandas, supermercados, padarias, ou vender no atacado, as margens de lucro são drasticamente reduzidas e todo o trabalho será pouco remunerado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Um exemplo interessante vem da França, onde o consumo de carne de aves assemelha-se ao do Brasil, que está em torno de 24 kg de aves consumida por habitante/ano estão incluídas aves como peru, pato, ganso, marreco, galinha d´angola, perdiz, codorna, pombo, faisão, galo capão e pássaros. Todas estas aves podem ser comercializadas com o selo vermelho (Label rouge), que é um selo com o qual o governo Francês assegura a origem e o modo de criação das aves.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A falta de padronização dos produtos, e a inexistência de políticas de fiscalização que assegurem a qualidade do produto ao consumidor são os principais fatores que poderão limitar o crescimento do segmento. Conceitos básicos devem ser conhecidos por quem pretende ingressar na atividade: &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;sustatentabilidade&lt;/span&gt; da produção, minimizar a compra de insumos, produção para um mercado diferenciado e selo de qualidade (rastreabilidade), entre outros.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/mercado.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="escala"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Escala de Produção e Comercialização&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;O sistema recomendado para a produção de produtos coloniais se enquadra no perfil das pequenas e médias propriedades ou a propriedade familiar, porém, não se pode perder de vista que a produção, dentro das restrições impostas pelo mercado, deve utilizar tecnologias apropriadas para gerar produtos com as características demandadas pelo consumidor, principalmente no tocante a segurança do alimento associada a um retorno econômico adequado para atender as expectativas dos produtores.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;As pequenas propriedades podem facilmente se capacitar para produzir com eficiência, porém, a indicação que as mesmas poderiam abater e comercializar seus produtos de maneira isolada, encontra diversos problemas, entre eles a manutenção da qualidade do produto, escala de produção, competência comercial, competitividade, entre outros. Portanto, o sistema adequado envolve uma relação de parceria entre os segmentos de produção, industrialização e comercialização, visando uma distribuição eqüitativa do retorno econômico gerado pelo sistema.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Do ponto de vista de negócio, a escala de produção depende da expectativa de demanda, que está em função do tipo de mercado (grandes redes, varejo, etc.) e da área de abrangência de comercialização. Com relação a empresa, além de considerar a demanda, a escala de produção depende da capacidade de investimento, expectativa de retorno econômico e do portfólio de produtos a serem oferecidos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na elaboração do projeto deve ser levada em conta as exigências do mercado atacadista e das grandes redes, que além da qualidade do produto e preço, exige volume e freqüência de abastecimento. Portanto, a logística de transporte e distribuição é um ponto importante a ser considerado na determinação da escala de produção.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;A título de exemplo simulou-se um projeto de produção de frangos coloniais, envolvendo os segmentos de produção de frango (integração), produção de ração, abate e &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;processamento&lt;/span&gt; e comercialização. Os custos de produção e investimentos foram estimados com base nas informações de uma empresa de médio porte. Considerando o abate de 2.000, 3000 e 5.000 aves/semana e uma relação entre frangos inteiros e cortes de 50% cada. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os índices técnicos e econômicos para a integração são apresentados na Tabela 5. Estabeleceu-se que o tamanho mínimo do lote por produtor estaria ao redor de 3.000 aves. Como resultado principal tem-se o baixo investimento inicial e a taxa de retorno ao produtor, que pode ser ampliada considerando que parte do lucro final poderia ser utilizada como premiação ao desempenho de cada produtor integrado, necessitando porém o estabelecimento de indicadores de desempenho. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/Ave/SistemaProducaoFrangosCorteColoniais/mercado.htm#topo"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;       &lt;a name="marketing"&gt;&lt;/a&gt;       &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 102, 0); text-align: justify;" class="subtitulo"&gt;Marketing&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Procurando alavancar sua comercialização, muitos avicultores têm investido no lançamento de produtos diferenciados e estratégias de marketing que destaquem suas qualidades nutritivas. Disponibilizar no mercado produtos mais saudáveis, embalagens mais modernas e explicativas, assim como criar novas marcas, têm sido algumas das estratégias utilizadas para combater de vez o baixo consumo entre os brasileiros.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Na rotulagem do produto poderão ser inseridas informações referentes aos métodos de criação e arraçoamento, desde que sejam inseridos no texto do rótulo a ser analisado pelo DIPOA, sem caracterizar propaganda, mas esclarecimento ao consumidor sobre a identidade do produto.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-1055340862989467048?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/05NaZwWOsrw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/1055340862989467048/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=1055340862989467048" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/1055340862989467048?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/1055340862989467048?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/05NaZwWOsrw/mercado-e-comercializao-de-frango.html" title="Mercado e comercialização DE FRANGO CAIPIRA" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb4eXXXwRI/AAAAAAAAAks/zkHKfMgVcMM/s72-c/nova_tec1_e.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/mercado-e-comercializao-de-frango.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUANRH0yeCp7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-7168165805803654461</id><published>2008-12-15T22:30:00.002-02:00</published><updated>2008-12-15T22:36:35.390-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:36:35.390-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>coeficientes técnicos</title><content type="html">&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb343LG8eI/AAAAAAAAAkk/Wp1om33FI80/s1600-h/nova_tec1_b.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 430px; height: 377px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb343LG8eI/AAAAAAAAAkk/Wp1om33FI80/s400/nova_tec1_b.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5280180169393762786" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;  &lt;table width="100%" border="0" cellpadding="4" cellspacing="0"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr style="color: rgb(204, 0, 0);"&gt;&lt;td class="titulo" bgcolor="#dee6fa"&gt;Coeficientes técnicos, custos, rendimentos e rentabilidade&lt;/td&gt;         &lt;/tr&gt;         &lt;tr&gt;            &lt;td class="textomedio"&gt;              &lt;p&gt;A Tabela 1 mostra os coeficientes técnicos necessários para os cálculos iniciais para a concepção do projeto e também simula e estima os custos de produção de frangos em criações coloniais em projetos de 3000 aves por lote.&lt;/p&gt;             &lt;p&gt;Outras recomendações de caráter geral podem ser também seguidas, quando não contrariarem as recomendações específicas da norma, como por exemplo as recomendações de equipamentos, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;apanha&lt;/span&gt;, contenção, transporte, descarga, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;abate&lt;/span&gt;, &lt;span style="text-decoration: underline;"&gt;processamento&lt;/span&gt;, comercialização. &lt;/p&gt;       &lt;div align="center"&gt;  &lt;/div&gt;&lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="5" cellspacing="0" height="50%"&gt; &lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="2"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 1.&lt;/b&gt; Coeficientes técnicos e econômicos para a  integração de frangos de corte coloniais. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;  &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;table&gt;   &lt;tbody&gt;&lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt;   &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Variável&lt;/b&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="227"&gt;   &lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Índices&lt;/b&gt;   &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;      &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;    &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Vazio Sanitário&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;14&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;    &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt; &lt;p align="left"&gt;Densidade Galpão (aves/m&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;10   &lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;   &lt;p align="left"&gt;Densidade parque (m&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;/ave)&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;3&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Plantel/integrado&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;3.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Área de piquete&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;9.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Instalações alvenaria (m&lt;sup&gt;2&lt;/sup&gt;)&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;320&lt;/p&gt; &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Viabilidade (%)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;94&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Peso  médio do frango (g)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;3.100&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Conversão alimentar&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,78&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Idade de abate (dias)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;85&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Custo operacional (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,15&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Consumo de ração/ave (g)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;8.600&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Custo da Ração/kg (R$)&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,55&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Custo do Pinto (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,78&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Remuneração do integrado (R$/unidade)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;R$/lote&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;1.692,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Custo final frango (R$/Kg)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,080&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt;   &lt;td valign="top" width="378"&gt;&lt;p align="left"&gt;Investimento total/integrado (R$)&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;   &lt;td valign="top" width="227"&gt;&lt;p align="center"&gt;6.670,00&lt;/p&gt;   &lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt; &lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;  &lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;  &lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" class="credito"&gt;Fonte: Schmidt (2004).&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;      &lt;p class="textomedio"&gt;Na Tabela 2 são apresentados os parâmetros produtivos do segmento, nas diferentes escalas de produção.&lt;/p&gt;    &lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;          &lt;tbody&gt; &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="4"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 2.&lt;/b&gt; Quantidades médias instantâneas de aves presentes no campo, considerando o abate de 2.000, 3.000 e 5.000 aves/dia, com 22 dias úteis. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;           &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" rowspan="2" valign="top" width="55%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Variável&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" colspan="3" valign="top" width="45%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;No. de aves abatidas/dia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="17%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;2.000&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;3.000&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;5.000&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%" height="19"&gt;&lt;p&gt;Número de pintos alojados/mês&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="17%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;46.809&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;70.213&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;117.021&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%" height="18"&gt;&lt;p&gt;Plantel total a campo&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="17%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;131.064&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;196.596&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;327.660&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%" height="18"&gt;&lt;p&gt;Número de frangos vivos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="17%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;44.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;66.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;100.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%"&gt;&lt;p&gt;Produção frango (ton.)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="17%"&gt;&lt;p align="center"&gt;106&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;159&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;264&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%"&gt;&lt;p&gt;Número de integrados&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="17%"&gt;&lt;p align="center"&gt;67&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;100&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;167&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;&lt;td colspan="4" class="credito"&gt;Fonte: Schmidt (2004).&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class="textomedio"&gt;Um aspecto importante é a necessidade de manter uma relação adequada de frango inteiro e cortes, pois o primeiro sempre será uma exigência do mercado e o segundo tem um maior valor agregado. Os índices técnicos do abatedouro são apresentados na Tabela 3.&lt;/p&gt;    &lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;          &lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="2"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 3.&lt;/b&gt; Índices técnicos fixos do abatedouro. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;   &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="55%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Variável&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="45%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;(%)&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%"&gt;&lt;p&gt;Rendimento frango inteiro &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="45%"&gt;&lt;p align="center"&gt;86&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%"&gt;&lt;p&gt;Rendimento de cortes &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="45%"&gt;&lt;p align="center"&gt;76&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="55%"&gt;&lt;p&gt;Relação inteiro/corte &lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="45%"&gt;&lt;p align="center"&gt;50&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td colspan="2" class="credito"&gt;Fonte: Schmidt (2004).&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p class="textomedio"&gt; Os custos operacionais para o abatedouro e para as áreas administrativa e comercial foram estimados com base numa empresa de pequeno porte. Verifica-se uma redução de 3,0% no preço do produto final, quando elevamos o abate de 3.000 para 5.000 aves/dia (Tabela 4).&lt;/p&gt;      &lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;          &lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="4"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 4.&lt;/b&gt; Parâmetros produtivos e econômico para o abatedouro e as áreas administrativa e comercial, considerando o abate de 3.000, 4.000 e 5.000 aves/dia, com 22 dias úteis. &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;  &lt;tr bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" rowspan="2" valign="top" width="57%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Variável&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" colspan="3" valign="top" width="43%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;No. de aves abatidas/dia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;2.000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;3.000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;5.000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%" height="19"&gt;&lt;p&gt;Número de frangos abatidos/mês&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;44.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;66.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;100.000&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%" height="18"&gt;&lt;p&gt;Frango abatido (ton)/mês&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;136,40&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;204,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;341,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%" height="18"&gt;&lt;p&gt;Produtos (tons) – inteiro/dia&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,67&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;4,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;6,77&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%"&gt;&lt;p&gt;Produtos (tons) – cortes/dia&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,36&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,53&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;5,89&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%"&gt;&lt;p&gt;Total (ton)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;110,48&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;165,73&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;276,21&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%"&gt;&lt;p&gt;Custo operacional total (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,40&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,38&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,36&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%"&gt;&lt;p&gt;Custo final/kg frango processado (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,878&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,868&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,858&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%"&gt;&lt;p&gt;Custo operacional/kg de frango (Área Administrativa) (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,072&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,054&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,036&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%"&gt;&lt;p&gt;Custo operacional/kg de frango (Área Comercial) (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,40&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,38&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;0,36&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="57%"&gt;&lt;p&gt;Custo final do produto processado/kg (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,412&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,407&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="14%"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,372&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt; &lt;tr&gt;&lt;td colspan="4" class="credito"&gt;Fonte: Schmidt (2004).&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;   &lt;p class="textomedio"&gt;Os resultados financeiros estimados, considerando os diferentes níveis de oferta e preços praticados no mercado são apresentados na Tabela 5 e contribuição porcentual na composição do preço final do frango na Tabela 6. Verifica-se que existe margem para trabalhar os principais fatores de custo, entre eles a elevação da margem de lucro dos integrados, sem comprometer a lucratividade da operação.&lt;/p&gt;    &lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;          &lt;tbody&gt;  &lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="4"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 5.&lt;/b&gt; Análise econômica em função do número de aves abatidas/dia &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;   &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" rowspan="2" valign="top" width="52%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;Variável&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" colspan="3" valign="top" width="48%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;No. de aves abatidas/dia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="18%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;2.000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;3.000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="16%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;5.000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%" height="19"&gt;&lt;p&gt;Custo final do produto processado (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,412&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,407&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%" height="19"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,372&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%" height="18"&gt;&lt;p&gt;Preço médio do frango inteiro (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%" height="18"&gt;&lt;p&gt;Preço médio  dos cortes (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,82&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,82&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%" height="18"&gt;&lt;p align="center"&gt;3,82&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%"&gt;&lt;p&gt;Faturamento com a venda de frango inteiro (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%"&gt;&lt;p align="center"&gt;211.147,20&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;316.720,80&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%"&gt;&lt;p align="center"&gt;527.868,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%"&gt;&lt;p&gt;Faturamento com a venda de cortes (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%"&gt;&lt;p align="center"&gt;197.998,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;296.997,36&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%"&gt;&lt;p align="center"&gt;494.995,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%"&gt;&lt;p&gt;Faturamento total (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%"&gt;&lt;p align="center"&gt;409.145,44&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;613.718,16&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%"&gt;&lt;p align="center"&gt;1.022.863,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%"&gt;&lt;p&gt;Custo total (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%"&gt;&lt;p align="center"&gt;377.265,04&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;557.925,78&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%"&gt;&lt;p align="center"&gt;916.590,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="52%"&gt;&lt;p&gt;Receita liquida (R$)&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="18%"&gt;&lt;p align="center"&gt;31.880,40&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="15%"&gt;&lt;p align="center"&gt;55.792,38&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="16%"&gt;&lt;p align="center"&gt;106.273,60&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr&gt;&lt;td colspan="4" class="credito"&gt;Fonte: Schmidt (2004).&lt;/td&gt;   &lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;    &lt;p classe="textomedio"&gt; &lt;/p&gt;                &lt;table heigth="20" width="100%" border="0" cellpadding="3" cellspacing="1" height="50%"&gt;&lt;tbody&gt;&lt;tr&gt;                  &lt;td colspan="4"&gt;&lt;span class="titulotab"&gt;&lt;b&gt;Tabela 6.&lt;/b&gt; Contribuição porcentual de cada item na composição do custo final do frango &lt;/span&gt;&lt;/td&gt;               &lt;/tr&gt;   &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td rowspan="2" valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="color: rgb(255, 255, 255);font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 0);"&gt;Centro de custo&lt;/span&gt; &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" colspan="3" valign="top" width="38%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;No. de aves abatidas/dia&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="titulobranco" bg="" style="color: rgb(0, 51, 153);"&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;2000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;3000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td style="color: rgb(0, 0, 0);" valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style=";font-family:Arial,Helvetica,sans-serif;font-size:85%;"  &gt;&lt;b&gt;5000&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Pintos&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;9,68&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;9,82&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;9,96&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Integrado&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;7,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;7,10&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;7,20&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Ração&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;55,28&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;56,07&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;56,88&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt; &lt;p align="justify"&gt;Custo operacional da integração&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;5,42&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;5,50&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;5,58&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Custo operacional do abatedouro&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;11,71&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;11,29&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;10,85&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Custo operacional da área comercial&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;8,79&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;8,61&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;8,44&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="left"&gt;Custo operacional da área administrativa&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;2,12&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,61&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;1,09&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;  &lt;tr class="textotab" bgcolor="#b0d0ff"&gt; &lt;td valign="top" width="63%"&gt;&lt;p align="justify"&gt;Total&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;100,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;100,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt; &lt;td valign="top" width="13%"&gt;&lt;p align="center"&gt;100,00&lt;/p&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-7168165805803654461?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/QkmwhBu_RjU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/7168165805803654461/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=7168165805803654461" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7168165805803654461?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/7168165805803654461?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/QkmwhBu_RjU/coeficientes-tcnicos.html" title="coeficientes técnicos" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_RlCez5hb3Ak/SUb343LG8eI/AAAAAAAAAkk/Wp1om33FI80/s72-c/nova_tec1_b.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/coeficientes-tcnicos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUQNRXk5fCp7ImA9WxRaE0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-6335941591979213811</id><published>2008-12-15T22:28:00.000-02:00</published><updated>2008-12-15T22:29:54.724-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-15T22:29:54.724-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="FRANGO COLONIAL" /><title>GLOSSÁRIO</title><content type="html">&lt;h3 style="text-align: justify;" class="post-title entry-title"&gt; &lt;a href="http://pequenosanimais.blogspot.com/2008/06/glossrio_21.html"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/h3&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;   &lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);" class="subtituloG"&gt;A&lt;/span&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="abate"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Abate&lt;/b&gt; – termo técnico que significa o processo de insensibilização, sangria, depena, evisceração e separação das partes da carcaça para consumo humano. É diferente de sacrifício, pois este não necessariamente destina o produto ao consumo humano.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="aditivo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Aditivo&lt;/b&gt; - pode apresentar vários significados, mas em geral, ao serem incorporados na ração, referem-se a substâncias adicionadas em pequenas quantidades para intensificar as propriedades desejáveis e (ou) eliminar as características indesejáveis da dieta. Podem ser classificados em: pró-nutrientes, coadjuvantes de fabricação e profiláticos&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="agrovila"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Agrovila&lt;/b&gt; - Aglomerado de residências no meio rural cujos moradores se ocupam de atividades agrícolas ou rurais.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="apanha"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Apanha&lt;/b&gt; - é o ato de pegar (apanhar) a ave e colocá-la dentro da caixa para transporte.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="armazenamento"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Armazenamento&lt;/b&gt; – ato de armazenar os produtos para formar estoque antes de enviar para o mercado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;B&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="biosseguridade"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Biosseguridade&lt;/b&gt; – conceito que inclui o isolamento e cuidados sanitários e profiláticos dos plantéis para evitar que se contaminem com organismos patogênicos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;C&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="caipira"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Caipira&lt;/b&gt; – denominação atribuída a pessoas ou produtos oriundos do meio rural não modernizado e sem o uso de técnicas modernas de produção.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="cama"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Cama&lt;/b&gt; - é todo o material distribuído em um aviário para servir de leito aos animais. Mais especificamente chama-se de cama de frango o material que, permanecendo no piso de uma instalação avícola, irá receber excreções, restos de ração e penas. O material mais comumente utilizado é a maravalha ou cepilho de madeira.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="campanula"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Campânula&lt;/b&gt; - equipamento côncavo utilizado no aquecimento das aves.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="circulo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Círculo de proteção&lt;/b&gt; - é um círculo montado com chapas de compensados ou folhas metálicas, com altura de 0,40 a 0,60 m, cercando cada um deles, uma área de aproximadamente 7 m2 para 500 pintos. O círculo de proteção tem como função proteger os pintos de correntes de ar e limitar a área disponível aos mesmos, mantendo-os mais próximos da fonte de aquecimento, água e ração.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="colonial"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Colonial&lt;/b&gt; – originado na época do Brasil colônia de Portugal. Produzido na colônia – Produzido na propriedade dos colonos (imigrantes) que receberam uma gleba de 25 hectares, gleba essa referenciada como colônia de terra.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="compostagem"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Compostagem&lt;/b&gt; - processo de degradação biológica da matéria orgânica sobre condições aeróbias, tendo como resultado um material, relativamente, estável denominado de composto.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="congelamento"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Congelamento&lt;/b&gt; - ato de congelar o produto embalado para prolongar a vida útil durante o transporte e durante o tempo de exposição na prateleira no supermercado. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="cortina"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Cortina&lt;/b&gt; - pode ser de plástico especial trançado, lona ou PVC. Confeccionadas em fibras diversas, porosas, permitem a troca gasosa com o exterior, podendo funcionar apenas como quebra-vento, sem capacidade de isolamento térmico. Ela deve ser instalada nas laterais, pelo lado de fora, para evitar penetração de sol, chuva e controlar a ventilação no interior do aviário.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="cuticulas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Cutículas&lt;/b&gt; – partes córneas da carcaça, principalmente unhas e bico.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;D&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="densidade"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Densidade de criação&lt;/b&gt; - quantidade de aves criadas por m2 de piso.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="depenagem"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Depenagem&lt;/b&gt; – retirada das penas por meio mecânico (máquinas com dedos de borraçha chamadas depenadeiras).&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                 &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="dieta"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Dieta&lt;/b&gt; - é a mistura equilibrada de ingredientes de modo a proporcionar nutrientes exigidos pelos animais para expressar o seu desempenho produtivo e reprodutivo.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);" class="subtituloG"&gt;E&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="efluentes"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Efluentes&lt;/b&gt; – água de lavagem dos produtos e das instalações e equipamentos podendo conter resíduos sólidos como vezes, partículas de gordura, penas, ossos, carne, produtos de higiene, que fluem para fora do abatedouro e necessitam destino adequado.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="energia"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Energia da dieta&lt;/b&gt; - é o valor medido em termos de calorias de uma dieta, em geral expresso na forma metabolizável, ou seja, a energia absorvida da dieta nos processos bioquímicos do organismo animal, diminuída das perdas de energia nas fezes e urina.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="embalagem"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Embalagem&lt;/b&gt; – envolvimento do produto final em filme protetor para evitar contaminação e perda de material.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="escaldagem"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Escaldagem&lt;/b&gt; – passagem da ave após a sangria pelo banho de água quente para soltar as penas e facilitar a depena.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="espera"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Espera&lt;/b&gt; - tempo decorrido entre a chegada das aves ao abatedouro e o início do abate.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="evisceracao"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Evisceração&lt;/b&gt; - ato de retirada das vísceras (papo, estômago, intestinos, glândulas) da ave após a morte.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="exigencia"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Exigência&lt;/b&gt; - é a quantidade de nutriente ou de energia em gramas ou calorias por dia ou, como porcentagem de uma dieta fornecida em determinada quantidade por dia, requerida para o animal manifestar seu desempenho e(ou) reprodução normais.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;F&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="formulas"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Fórmulas de ração&lt;/b&gt; - são os resultados dos cálculos executados para determinar a quantidade de cada ingrediente que compõem uma dieta.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="frango"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Frango de corte&lt;/b&gt; - macho ou fêmea híbrido duplo resultante do cruzamento de galinhas de corte (matrizes) destinado à produção de carne com alto desempenho e abatido em idade jovem.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="frangocolonial"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Frango de corte colonial&lt;/b&gt; - macho ou fêmea híbrido duplo resultante do cruzamento de galinhas de corte (matrizes) destinado à produção de carne com desempenho intermediário e abatido em idade tardia 85 dias.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;G&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="galinheiro"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Galinheiro móvel&lt;/b&gt; – pequena instalação coberta e cercada para contenção e proteção das aves, que fica instalada dentro dos piquetes, podendo ser trocada de local periodicamente para que as aves utilizem áreas não utilizadas dentro do piquete e descontaminar a área antiga pela atuação dos raios solares. Pode conter comedouro, bebedouro e puleiros no interior do galinheiro.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="gotejamento"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Gotejamento&lt;/b&gt; – retirada do excesso de água das carcaças pelo escorrimento e gotejamento quando penduradas na nória&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                 &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="graos"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Grãos&lt;/b&gt; – cereais e oleaginosas produzidos na propriedade agrícola que podem se tornar ingrediente para ração, por exemplo, o milho.&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);" class="subtituloG"&gt;H&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="hibrido"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Híbrido&lt;/b&gt; - indivíduo produzido pelo cruzamento de pais de dois genótipos diferentes.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="higienizacao"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Higienização&lt;/b&gt; - limpeza, tornar propício à saúde. Compreende os procedimentos de limpeza e desinfecção do sistema de produção.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;I&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="ingredientes"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Ingrediente&lt;/b&gt; - se refere a matéria prima que compõe uma dieta e que contém um ou mais nutrientes e energia.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="insensibilizacao"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Insensibilização&lt;/b&gt; - ou atordoamento, que tem como finalidade o bem-estar da ave.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="inspecao"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Inspeção&lt;/b&gt; – ato de verificar a conformidade do processo. Normalmente se inspeciona para ter certeza de que a ave abatida não esteja doente e que a sua carcaça tenha sido tratada de maneira a evitar que se contamine com fezes ou outras sujidades.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                                                                      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="inspecaofederal"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Inspeção Federal, Estadual ou Municipal&lt;/b&gt; – significa que o inspetor é ligado ao sistema federal ou Estadual ou Municipal.&lt;span class="subtituloG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;L&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="lavagem"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Lavagem&lt;/b&gt; – retirada das sujidades aderidas a carcaça utilizando água corrente.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;M&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="manejo"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Manejo&lt;/b&gt; – conjunto de práticas sistemáticas e necessárias para a cria, recria e engorda do lote de frangos desde o alojamento com um dia de vida até o carregamento para o abatedouro. &lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="manejopre"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Manejo pré-abate&lt;/b&gt; - processo que se inicia imediatamente após a fase criatória, com a retirada da ração, chegando até o abatedouoro.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;N&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                                            &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="nutriente"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Nutriente&lt;/b&gt; - é uma substancia presente na dieta e responsável por função bioquímica e fisiológica no animal.&lt;br /&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;P&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="pendura"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Pendura&lt;/b&gt; - é o processo em que as aves são retiradas das caixas e penduradas pelas pernas em suportes (ganchos) ligados à nória.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="piquete"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Piquete&lt;/b&gt; - área cercada onde as galinhas tem acesso à pastagem e exercício, isoladas de outras espécies.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;           &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="plataforma"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Plataforma de recepção&lt;/b&gt; - plataforma na entrada do abatedouro onde encostam os caminhões para fazer a descarga das caixas de aves vivas que serão abatidas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="processamento"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Processamento&lt;/b&gt; – todos os processo por onde passa a ave dentro da indústria, desde o abate até o produto final.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                                             &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="projeto"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Projeto&lt;/b&gt; – conjunto de planos e desenhos (plantas) técnicos que especificam todas as etapas do empreendimento, contendo análise prévia da estimativas de produção e rentabilidade.&lt;br /&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;R&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="raca"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Raça&lt;/b&gt; - população de indivíduos com características comuns que são transmitidas de geração para geração e permitem identificação e classificação dos mesmos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="racao"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Ração&lt;/b&gt; - é determinada quantidade de uma dieta fornecida aos animais na base diária.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="resfriamento"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Resfriamento&lt;/b&gt; – ato de baixar a temperatura das carcaças logo após a lavagem para evitar a proliferação de microorganismos.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="residuos"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Resíduos&lt;/b&gt; – partículas formadas no ato de abater, lavar, processar as aves, podem ser fezes, gordura, carne, ossos, cutículas, águas servidas.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                           &lt;/div&gt;&lt;p style="color: rgb(0, 153, 0); text-align: justify;"&gt;&lt;span class="subtituloG"&gt;S&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="sangria"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Sangria&lt;/b&gt; - é a operação de abate. Na operação manual o operador corta as veias jugulares, com pouco ou nenhum contato com os ossos do pescoço.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="selecao"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Seleção&lt;/b&gt; - escolha dos melhores reprodutores para produzir a próxima geração.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="subprodutos"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Subprodutos&lt;/b&gt; – produtos de interesse secundário que resultam do abate dos frangos, tais como vísceras, sangue, pena.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="sustentabilidade"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Sustentabilidade&lt;/b&gt; - estado de equilíbrio social, econômico e ambiental em um sistema produtivo, que se perpetua no tempo, garantindo a existência deste para as presentes e futuras gerações.&lt;/p&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 153, 0);"&gt;V&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;                                 &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;b&gt;Vazio das instalações&lt;/b&gt; - veja Vazio sanitário.&lt;/p&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;      &lt;/div&gt;&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;a name="vaziosanitario"&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;Vazio sanitário&lt;/b&gt; - termo comum que designa o período imediatamente após a limpeza e desinfecção do aviário em que esse permanece fechado, interditado sem a presença de animais até o início de um novo alojamento.&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-6335941591979213811?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/KCROqH99gGU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/6335941591979213811/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=6335941591979213811" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6335941591979213811?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6335941591979213811?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/KCROqH99gGU/glossrio.html" title="GLOSSÁRIO" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/glossrio.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0EBSHw_fip7ImA9WxRaEEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-6197747498414306677</id><published>2008-12-12T09:00:00.000-02:00</published><updated>2008-12-12T09:00:59.246-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-12T09:00:59.246-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="GALINHA CAIPIRA" /><title>instalações para criação de galinha caipira</title><content type="html">&lt;h5&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Instala&amp;#231;&amp;#245;es e Fases de Cria&amp;#231;&amp;#227;o das Aves&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras preconiza a constru&amp;#231;&amp;#227;o de instala&amp;#231;&amp;#245;es simples e funcionais, a partir dos recursos naturais dispon&amp;#237;veis nas propriedades dos agricultores, tais como madeira redonda, estacas, palha de baba&amp;#231;u, etc. (Figura 10). O principal objetivo dessa instala&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#233; oferecer um ambiente higi&amp;#234;nico e protegido, que n&amp;#227;o permita a entrada de predadores e que ajude a amenizar os impactos de varia&amp;#231;&amp;#245;es extremas de temperatura e umidade, al&amp;#233;m de assegurar o acesso das aves ao alimento e &amp;#224; &amp;#225;gua.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUJEVtlL5BI/AAAAAAAAAj8/fabk9JeSHNk/s1600-h/Image33%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="338" alt="Image33" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUJEWqFtLJI/AAAAAAAAAkA/FP1cuR9NIW0/Image33_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="504" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 10.&lt;/strong&gt; Instala&amp;#231;&amp;#245;es recomendadas para o sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tais instala&amp;#231;&amp;#245;es consistem em um galinheiro com &amp;#225;rea &amp;#250;til de 32,0 m2 e divis&amp;#245;es internas destinadas a cada fase de cria&amp;#231;&amp;#227;o das aves: reprodu&amp;#231;&amp;#227;o (postura e incuba&amp;#231;&amp;#227;o), cria, recria e termina&amp;#231;&amp;#227;o (Figura 11). A &amp;#225;rea do galinheiro deve ser dimensionada de modo a proporcionar boa ventila&amp;#231;&amp;#227;o, luminosidade, drenagem, facilidade de acesso e disponibilidade de &amp;#225;gua. O piso deve ser revestido com uma camada de palha (cama) de 5 a 8 cm de espessura, distribu&amp;#237;da de forma homog&amp;#234;nea, podendo-se utilizar v&amp;#225;rios materiais como maravalha ou serragem, palha, sabugo de milho triturado ou casca de cereais (arroz). A remo&amp;#231;&amp;#227;o e substitui&amp;#231;&amp;#227;o da cama, bem como, a desinfec&amp;#231;&amp;#227;o do avi&amp;#225;rio com cal virgem devem ser peri&amp;#243;dicas.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;img src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/index_arquivos/Image34.jpg" /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Figura 11.&lt;/strong&gt; Planta baixa das instala&amp;#231;&amp;#245;es para o sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Com exce&amp;#231;&amp;#227;o da &amp;#225;rea destinada &amp;#224; incuba&amp;#231;&amp;#227;o e cria, as demais divis&amp;#245;es internas devem permitir o acesso a piquetes de pastejo, com dimens&amp;#245;es vari&amp;#225;veis, capazes de atender &amp;#224;s necessidades das aves e de abrigar todo o plantel de cada fase de cria&amp;#231;&amp;#227;o (Figura 12). Os piquetes devem ser cercados de material semelhante ao utilizado no galinheiro e que seja capaz de evitar a entrada de predadores.    &lt;br /&gt;&lt;img height="376" src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/GalinhaCaipira/index-arquivos/instal9.jpg" width="526" border="0" /&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Figura 12.&lt;/strong&gt; Esquema da disposi&amp;#231;&amp;#227;o das &amp;#225;reas de pastejo do sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A fase de reprodu&amp;#231;&amp;#227;o se caracteriza por apresentar uma rela&amp;#231;&amp;#227;o macho/f&amp;#234;mea de 1:12, cujas aves devem possuir idade entre 6 e 24 meses. O peso vivo estabelecido para os machos deve ser de 2,0 a 3,5 kg, enquanto que, para as f&amp;#234;meas, de 1,6 a 2,5 kg. A substitui&amp;#231;&amp;#227;o dos reprodutores deve ser semestral, tendo em vista que, tamb&amp;#233;m, a cada semestre, ocorrer&amp;#225; a reposi&amp;#231;&amp;#227;o das matrizes, que s&amp;#227;o oriundas do mesmo plantel e, portanto, filhas do reprodutor em servi&amp;#231;o.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Nessa fase de cria&amp;#231;&amp;#227;o, a instala&amp;#231;&amp;#227;o deve ter subdivis&amp;#245;es destinadas &amp;#224; postura e &amp;#224; incuba&amp;#231;&amp;#227;o. Esse artif&amp;#237;cio permite um maior controle sobre a postura, evita perdas com a quebra de ovos, proporcionando-lhes maior higiene e manuten&amp;#231;&amp;#227;o de sua viabilidade.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na subdivis&amp;#227;o de postura, as aves permanecem em regime semi-aberto, na qual a &amp;#225;rea coberta &amp;#233; de 3,75 m2, equipada com 2 a 4 ninhos de 0,35 m x 0,35 m, 1 bebedouro de press&amp;#227;o e 1 comedouro em forma de calha. O enchimento dos ninhos deve ser feito com o mesmo material utilizado na cama do avi&amp;#225;rio. A &amp;#225;rea de pastejo destinada a essa fase &amp;#233; de 40,0 m2, onde as aves complementam sua alimenta&amp;#231;&amp;#227;o. A fase de postura dura aproximadamente 15 dias, ao longo da qual o n&amp;#250;mero de ovos por matriz varia de 10 a 14. Por sua vez, na subdivis&amp;#227;o de incuba&amp;#231;&amp;#227;o, as aves que estiverem incubando seus ovos (chocando) permanecem em regime fechado, em uma &amp;#225;rea de 2,25 m2, equipada com 3 a 4 ninhos de 0,35m X 0,35 m (Figura 13), 1 bebedouro de press&amp;#227;o e 1 comedouro em forma de calha. O per&amp;#237;odo de incuba&amp;#231;&amp;#227;o dura 21 dias, ap&amp;#243;s o qual, as matrizes devem retornar imediatamente para a divis&amp;#227;o de postura onde, ap&amp;#243;s 11 dias de descanso, iniciar&amp;#227;o um novo ciclo de postura.&amp;#160; &lt;br /&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUJEXabQgeI/AAAAAAAAAkE/Ic1RfHOizsg/s1600-h/Image35%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="358" alt="Image35" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUJEYja_nWI/AAAAAAAAAkI/sk9PZ3Uxm7U/Image35_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;     &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Figura 13.&lt;/strong&gt; &amp;#193;rea destinada &amp;#224; postura, no sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No sistema de incuba&amp;#231;&amp;#227;o natural, em que a pr&amp;#243;pria galinha &amp;#233; quem choca os ovos, um ciclo reprodutivo dura 47 dias. O n&amp;#250;mero de ovos a ser chocado por cada matriz pode variar de 12 a 15, de acordo com o tamanho da mesma. Entretanto, &amp;#233; poss&amp;#237;vel se utilizar chocadeiras el&amp;#233;tricas as quais, embora representem um custo adicional ao sistema de produ&amp;#231;&amp;#227;o, podem ser adquiridas de forma coletiva. Seu maior benef&amp;#237;cio, por&amp;#233;m, consiste na redu&amp;#231;&amp;#227;o do ciclo reprodutivo das matrizes para 26 dias, visto que, ap&amp;#243;s a fase de postura, as mesmas entram diretamente no per&amp;#237;odo de descanso.Tal fato resulta em um aumento do n&amp;#250;mero de ciclos anuais por matriz, passando de 7 para 13.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Na fase de cria, os pintos permanecem desde o seu nascimento at&amp;#233; os 30 dias de idade, em uma &amp;#225;rea coberta de 2,25 m2, equipada com 1 comedouro tipo bandeja e 1 bebedouro de press&amp;#227;o. Essa divis&amp;#227;o d&amp;#225; acesso a um sol&amp;#225;rio de 2,0 m2. Torna-se imprescind&amp;#237;vel nesta fase a prote&amp;#231;&amp;#227;o t&amp;#233;rmica dos pintos, al&amp;#233;m do fornecimento de &amp;#225;gua e alimento. Nesta fase, tamb&amp;#233;m, se d&amp;#225; in&amp;#237;cio aos procedimentos para imuniza&amp;#231;&amp;#227;o do plantel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A fase de recria inicia-se na quarta semana (aos 31 dias de idade dos pintos) e se estende at&amp;#233; os 60 dias de idade, com os pintos permanecendo em regime semi-aberto, em uma &amp;#225;rea coberta de 3,75 m2, equipada com 2 bebedouros de press&amp;#227;o e 2 comedouros em forma de calha. Nessa fase, embora a fonte principal de alimento seja a ra&amp;#231;&amp;#227;o devidamente balanceada, a alimenta&amp;#231;&amp;#227;o das aves pode ser complementada mediante uso de um piquete de pastejo com dimens&amp;#227;o de 20,0 m2. O refor&amp;#231;o na imuniza&amp;#231;&amp;#227;o do plantel torna-se muito importante.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A fase de termina&amp;#231;&amp;#227;o inicia-se aos 61 dias e estende-se at&amp;#233; os 120 dias de idade, quando as aves apresentam peso vivo de aproximadamente 1,8 kg, estando prontas para o abate. A &amp;#225;rea coberta destinada a essa fase &amp;#233; de 20,0 m2, equipada com poleiros, 4 bebedouros de press&amp;#227;o e 4 comedouros em forma de calha (Figura 14). Nesta fase, as aves t&amp;#234;m acesso a um piquete de pastejo de 1.800,0 m2, o qual pode conter gram&amp;#237;neas como a Brachiaria humidicola, al&amp;#233;m de fruteiras como goiabeira, cajueiro e mangueira, que servir&amp;#227;o como uma importante fonte de alimento, em complementa&amp;#231;&amp;#227;o &amp;#224; ra&amp;#231;&amp;#227;o fornecida.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUJEZaamEnI/AAAAAAAAAkM/DUNO7ve5ra4/s1600-h/instal10%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="306" alt="instal10" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUJEaa7kn-I/AAAAAAAAAkQ/FiaSjJ1FBCY/instal10_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="509" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;strong&gt;Figura 14.&lt;/strong&gt; Divis&amp;#227;o da &amp;#225;rea de termina&amp;#231;&amp;#227;o no sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-6197747498414306677?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/pN2z_GACmxk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/6197747498414306677/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=6197747498414306677" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6197747498414306677?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/6197747498414306677?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/pN2z_GACmxk/instalaes-para-crio-de-galinha-caipira.html" title="instalações para criação de galinha caipira" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUJEWqFtLJI/AAAAAAAAAkA/FP1cuR9NIW0/s72-c/Image33_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/instalaes-para-crio-de-galinha-caipira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUDSX4-fCp7ImA9WxRaEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-3014990289692744285</id><published>2008-12-11T22:36:00.000-02:00</published><updated>2008-12-11T22:37:58.054-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-11T22:37:58.054-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="GALINHA CAIPIRA" /><title>raças de galinha caipira</title><content type="html">&lt;h5&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyMdpj9zI/AAAAAAAAAi8/5cCHFGXUf6s/s1600-h/467944-15297-1280%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="414" alt="467944-15297-1280" src="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyNeaQa7I/AAAAAAAAAjA/i2SRIu5GnqE/467944-15297-1280_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="532" border="0" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;   &lt;br /&gt;A galinha, Gallus gallus domesticus, pertence ao grupo de aves galiformes e fasian&amp;#237;deas, sendo encontrada em todos os continentes do planeta, com mais de 24 bilh&amp;#245;es de cabe&amp;#231;as (FUMIHITO et al., 1996; PERRINS, 2003). &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Introduzida na &amp;#233;poca do descobrimento do Brasil, origin&amp;#225;ria de quatro ramos geneal&amp;#243;gicos distintos, o americano, o mediterr&amp;#226;neo, o ingl&amp;#234;s e o asi&amp;#225;tico, a galinha caipira, n&amp;#227;o recebendo as pr&amp;#225;ticas de manejo adequadas, adquiriu resist&amp;#234;ncia a algumas doen&amp;#231;as e se tornou adaptada ao clima local. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Atrav&amp;#233;s de acasalamentos de todas as formas, inclusive consang&amp;#252;&amp;#237;neos, as galinhas caipiras atuais apresentam semelhan&amp;#231;as com as principais ra&amp;#231;as que as originaram (Andalusian, Buff Plymouth Rock, Silver-Spangled Hamburgs, Australorp, Columbian Wyandottes, Assel, Partridge Plymouth Rock e Brown Leghor). As semelhan&amp;#231;as se refletem n&amp;#227;o somente em termos de plumagem e porte (Fig. 1 a 8), mas tamb&amp;#233;m em caracter&amp;#237;sticas de carca&amp;#231;a. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O conhecimento da origem geneal&amp;#243;gica e das ra&amp;#231;as de galinhas introduzidas no Brasil permitir&amp;#225; que o criador mantenha as caracter&amp;#237;sticas desej&amp;#225;veis da sua cria&amp;#231;&amp;#227;o, assim como introduzir de maneira ordenada genes capazes de responder positivamente ao manejo e ao planejamento de cria&amp;#231;&amp;#227;o. &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&amp;#160; &lt;p&gt;     &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyN0S2P0I/AAAAAAAAAjE/Qs70hDeAuek/s1600-h/fig09%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img height="337" alt="fig09" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyO8H5MqI/AAAAAAAAAjI/-ZY-zSdXRjg/fig09_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="489" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Brown Leghorn (inglesa, poedeira de ovos       &lt;br /&gt;brancos).&lt;/p&gt;   &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160; &lt;p&gt;       &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyPZhxAWI/AAAAAAAAAjM/3e-RfkN_b2Y/s1600-h/fig08%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img height="345" alt="fig08" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyQu9wIII/AAAAAAAAAjQ/MNC9S8-N4gE/fig08_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="489" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;Ra&amp;#231;a Partridge Plymouth Rock (americana,         &lt;br /&gt;mista, de ovos marrons).&lt;/p&gt;     &lt;/p&gt;   &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&amp;#160;&amp;#160; &lt;p&gt;       &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyRRjfUtI/AAAAAAAAAjU/h9STIIrMAc4/s1600-h/fig06%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img height="422" alt="fig06" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGySfzbuGI/AAAAAAAAAjY/cTCBn8M-OS0/fig06_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="509" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;Ra&amp;#231;a Columbian Wyandottes (americana,         &lt;br /&gt;mista de ovos marrons).&lt;/p&gt;     &lt;/p&gt;      &lt;p&gt;       &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyTJrjzYI/AAAAAAAAAjc/8349bfNgdzE/s1600-h/fig05%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img height="348" alt="fig05" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyULta0fI/AAAAAAAAAjg/CHHOC-CniAU/fig05_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="507" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;        &lt;p&gt;Ra&amp;#231;a Australorp (australiana, corpo         &lt;br /&gt;intermedi&amp;#225;rio e ovos marrons).&lt;/p&gt;     &lt;/p&gt;   &lt;/p&gt;    &lt;p&gt;     &lt;p&gt;&lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyU2O3kAI/AAAAAAAAAjk/Zm6d0lrUox0/s1600-h/fig04%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img height="310" alt="fig04" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyV2M9dLI/AAAAAAAAAjo/EFGesU4MSPw/fig04_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="514" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;      &lt;p&gt;Ra&amp;#231;a Buff Plymouth Rock (americana, mista       &lt;br /&gt;de ovos marrom).&lt;/p&gt;   &lt;/p&gt; &lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyWnCM16I/AAAAAAAAAjs/KRjIIcFhTJ8/s1600-h/fig02%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="315" alt="fig02" src="http://lh4.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyXd999lI/AAAAAAAAAjw/xg1fvIaLU4s/fig02_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="515" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;   &lt;p&gt;Ra&amp;#231;a Andalusian (espanhola, ornamental   &lt;br /&gt;de ovos brancos).&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;   &lt;p&gt;Ra&amp;#231;a Silver-Spangled Hamburgs (poedeira     &lt;br /&gt;alem&amp;#227;, ornamental de ovos brancos).&lt;/p&gt; &lt;/p&gt; &lt;a href="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyYAohMdI/AAAAAAAAAj0/ZZ-XrLdyAGY/s1600-h/fig03%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="349" alt="fig03" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyZDaU6NI/AAAAAAAAAj4/2KeB4d2WTUs/fig03_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="516" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-3014990289692744285?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/5PGd_bEcH-0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/3014990289692744285/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=3014990289692744285" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3014990289692744285?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/3014990289692744285?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/5PGd_bEcH-0/raas-de-galinha-caipira.html" title="raças de galinha caipira" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh3.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGyNeaQa7I/AAAAAAAAAjA/i2SRIu5GnqE/s72-c/467944-15297-1280_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/raas-de-galinha-caipira.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4MSH8yeip7ImA9WxRaEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-694326189256493433</id><published>2008-12-11T22:16:00.001-02:00</published><updated>2008-12-11T22:16:29.192-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-11T22:16:29.192-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="GALINHA CAIPIRA" /><title>Sistema Alternativo de Criação de Galinha Caipira</title><content type="html">&lt;p&gt;   &lt;p&gt;&lt;b&gt;&lt;a href="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGtVlchGFI/AAAAAAAAAi0/QW7PL3VTL1k/s1600-h/CCOM29_6e31f5904a%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="345" alt="CCOM29_6e31f5904a" src="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGtW5yoowI/AAAAAAAAAi4/FATx-sfcqi4/CCOM29_6e31f5904a_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="503" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;&lt;b&gt;Valida&amp;#231;&amp;#227;o do Sistema Alternativo de Cria&amp;#231;&amp;#227;o de Galinha Caipira&lt;/b&gt;&lt;/p&gt; &lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tradicionalmente, as cria&amp;#231;&amp;#245;es dom&amp;#233;sticas de galinha caipira, praticadas nas unidades agr&amp;#237;colas familiares, se caracterizam pela sua forma de explora&amp;#231;&amp;#227;o extensiva, na qual inexistem instala&amp;#231;&amp;#245;es, bem como, a ado&amp;#231;&amp;#227;o de pr&amp;#225;ticas de manejo que contemplem eficientemente os aspectos reprodutivos, nutricionais e sanit&amp;#225;rios. Tal fato resulta em &amp;#237;ndices de fertilidade e natalidade reduzidos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;A alta mortalidade das crias, principalmente nas primeiras semanas de vida, aliada a um baixo desempenho das aves caracterizam uma atividade de baixa efici&amp;#234;ncia produtiva. Os problemas sanit&amp;#225;rios tamb&amp;#233;m representam um obst&amp;#225;culo ao sucesso da atividade, al&amp;#233;m de consistirem em uma fonte potencial para dissemina&amp;#231;&amp;#227;o de doen&amp;#231;as, em fun&amp;#231;&amp;#227;o da conviv&amp;#234;ncia das aves com outros animais ou com pessoas no mesmo ambiente. Todos esses fatores tornam a cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras uma atividade incapaz de satisfazer &amp;#224;s necessidades alimentares das fam&amp;#237;lias e, muito menos, de gerar lucro.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Entretanto, a cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras &amp;#233; uma atividade cujo mercado &amp;#233; muito promissor, uma vez que, comumente, a oferta desse produto &amp;#233; menor do que a demanda. Al&amp;#233;m disso, a sua comercializa&amp;#231;&amp;#227;o pode ser efetuada de modo direto (produtor-consumidor), ou com a exist&amp;#234;ncia de, no m&amp;#225;ximo, um intermedi&amp;#225;rio, tornando compensadores e bastante atrativos os pre&amp;#231;os dos produtos para o produtor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Dessa forma, a Embrapa Meio-Norte, por interm&amp;#233;dio de sua equipe t&amp;#233;cnica, idealizou um sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o de galinhas caipiras, que consiste numa tecnologia dirigida ao agricultor familiar, capaz de organizar de forma gerenciada a atividade de cria&amp;#231;&amp;#227;o destas aves. Esse sistema alternativo de cria&amp;#231;&amp;#227;o melhora a qualidade de vida das fam&amp;#237;lias, seja pela maior oferta de carne e ovos de qualidade na sua alimenta&amp;#231;&amp;#227;o, seja pela possibilidade de venda do excedente, uma vez que aumenta de forma substancial e eficiente, a capacidade produtiva do plantel.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Esse sistema est&amp;#225; sendo validado na Comunidade Boi Manso, Regenera&amp;#231;&amp;#227;o, PI e consiste em um conjunto de t&amp;#233;cnicas em que s&amp;#227;o empregados procedimentos simples e de f&amp;#225;cil assimila&amp;#231;&amp;#227;o, que racionalizam a atividade sem oner&amp;#225;-la, utilizando m&amp;#227;o-de-obra familiar ao longo de todo o ano, promovendo a fixa&amp;#231;&amp;#227;o do homem no campo. O processo de valida&amp;#231;&amp;#227;o est&amp;#225; sendo efetivado mediante implanta&amp;#231;&amp;#227;o de um n&amp;#250;cleo modelo (unidade central) e por meio do monitoramento de oito n&amp;#250;cleos perif&amp;#233;ricos (unidades perif&amp;#233;ricas) implantados pelos membros da comunidade assistida. Dentre as metas almejadas com a implanta&amp;#231;&amp;#227;o desse sistema destacam-se os seguintes:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Atingir um desempenho produtivo e econ&amp;#244;mico superior ao dos sistemas tradicionais, obtendo taxa de postura de 65%, taxa de fertilidade e de eclos&amp;#227;o de 85%, taxa de mortalidade de, no m&amp;#225;ximo, 10% e termina&amp;#231;&amp;#227;o dos frangos com aproximadamente 2,0 kg de peso vivo, aos 120 dias de idade.&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Disponibilizar fontes de prote&amp;#237;na animal capazes de proporcionar melhoria na dieta alimentar dos agricultores e de seus familiares e dos consumidores.&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Diversificar as fontes de renda e empregar m&amp;#227;o-de-obra familiar.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;A sele&amp;#231;&amp;#227;o das matrizes pode ser feita com base no plantel j&amp;#225; existente, do qual s&amp;#227;o aproveitadas f&amp;#234;meas em fase de pr&amp;#233;-postura, filhas de matrizes de conhecido desempenho produtivo. Recomenda-se, entretanto, que sejam introduzidos reprodutores provenientes de outros plant&amp;#233;is, que apresentem boa capacidade reprodutiva, adaptabilidade ao ambiente e ao sistema de manejo empregado, al&amp;#233;m de um porte compat&amp;#237;vel com o das matrizes, possibilitando o estabelecimento de um plantel n&amp;#227;o consang&amp;#252;&amp;#237;neo e capaz de atingir altos &amp;#237;ndices de produtividade.&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-694326189256493433?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/zAo4jff9k-k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/694326189256493433/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=694326189256493433" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/694326189256493433?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/694326189256493433?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/zAo4jff9k-k/sistema-alternativo-de-criao-de-galinha.html" title="Sistema Alternativo de Criação de Galinha Caipira" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh5.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGtW5yoowI/AAAAAAAAAi4/FATx-sfcqi4/s72-c/CCOM29_6e31f5904a_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/sistema-alternativo-de-criao-de-galinha.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CkIHQXY5fCp7ImA9WxRaEEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-6249149354818780353.post-2830156065649320290</id><published>2008-12-11T22:08:00.001-02:00</published><updated>2008-12-11T22:08:50.824-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-11T22:08:50.824-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="GALINHA CAIPIRA" /><title>manejo sanitario da galinha caipira</title><content type="html">&lt;h5&gt;&lt;a href="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGriTYbX7I/AAAAAAAAAis/sl379qXXZLM/s1600-h/CCOM15_1160f711f4%5B4%5D.jpg"&gt;&lt;img style="border-right: 0px; border-top: 0px; border-left: 0px; border-bottom: 0px" height="318" alt="CCOM15_1160f711f4" src="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGrkMEw41I/AAAAAAAAAiw/ef7ito35t8I/CCOM15_1160f711f4_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" width="510" border="0" /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/h5&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Manejo Sanit&amp;#225;rio&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tem por objetivo manter as condi&amp;#231;&amp;#245;es de higiene no sistema de cria&amp;#231;&amp;#227;o que permitam minimizar a ocorr&amp;#234;ncia de doen&amp;#231;as, obter boa performance e bem-estar das aves, al&amp;#233;m de assegurar ao consumidor um produto de boa qualidade. Uma das formas de controlar as doen&amp;#231;as no plantel &amp;#233; por meio da higieniza&amp;#231;&amp;#227;o das instala&amp;#231;&amp;#245;es, controle de vetores de doen&amp;#231;as e remo&amp;#231;&amp;#227;o de carca&amp;#231;as de aves mortas. Essas medidas visam a diminuir os riscos de infec&amp;#231;&amp;#245;es e aumentar o controle sanit&amp;#225;rio do plantel, resguardando a sa&amp;#250;de do consumidor.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;O manejo sanit&amp;#225;rio deve ser estabelecido levando-se em conta dois pontos principais:&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;1) Assepsia de instala&amp;#231;&amp;#245;es e equipamentos:   &lt;br /&gt;A remo&amp;#231;&amp;#227;o peri&amp;#243;dica dos excrementos e pulveriza&amp;#231;&amp;#227;o de toda a instala&amp;#231;&amp;#227;o com produtos naturais como fumo e sab&amp;#227;o, cuja calda pode ser obtida a partir da desagrega&amp;#231;&amp;#227;o de 200 gramas de fumo e sab&amp;#227;o na propor&amp;#231;&amp;#227;o de (1:1) em um litro d'&amp;#225;gua durante 1 dia e posterior dilui&amp;#231;&amp;#227;o e cinco litros d'&amp;#225;gua.&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;Limpeza di&amp;#225;ria dos comedouros e bebedouros.&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Renova&amp;#231;&amp;#227;o, a cada ciclo de incuba&amp;#231;&amp;#227;o, do enchimento dos ninhos.&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;2) Controle de doen&amp;#231;as fisiol&amp;#243;gicas, patog&amp;#234;nicas e parasit&amp;#225;rias:&lt;/p&gt;  &lt;ul&gt;   &lt;li&gt;O controle de doen&amp;#231;as fisiol&amp;#243;gicas &amp;#233; realizado mediante o uso de pr&amp;#225;ticas de manejo que evitam situa&amp;#231;&amp;#245;es estressantes. Deve ser efetuado levando-se em conta a taxa de lota&amp;#231;&amp;#227;o adequada, o suprimento prot&amp;#233;ico e mineral de acordo com a exig&amp;#234;ncia para cada fase de cria&amp;#231;&amp;#227;o, ventila&amp;#231;&amp;#227;o das instala&amp;#231;&amp;#245;es, fornecimento de &amp;#225;gua e comida nas horas adequadas, etc;&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;As doen&amp;#231;as patog&amp;#234;nicas s&amp;#227;o transmitidas por meio de v&amp;#237;rus e bact&amp;#233;rias. As principais doen&amp;#231;as que ocorrem na regi&amp;#227;o Meio-Norte do Brasil s&amp;#227;o a Bronquite infecciosa, Newcastle, Gumboro e Var&amp;#237;ola avi&amp;#225;ria (Bouba). Al&amp;#233;m da limpeza dos equipamentos e instala&amp;#231;&amp;#245;es, tamb&amp;#233;m deve ser estabelecida uma cobertura vacinal, al&amp;#233;m do uso de antibi&amp;#243;ticos (Tabela 12).&lt;/li&gt;    &lt;li&gt;Para o controle das doen&amp;#231;as parasit&amp;#225;rias, al&amp;#233;m da limpeza de equipamentos e instala&amp;#231;&amp;#245;es deve-se, tamb&amp;#233;m, estabelecer um plano de controle de endo e ectoparasitas, que depender&amp;#225; do monitoramento das condi&amp;#231;&amp;#245;es das aves (Tabela 12).&lt;/li&gt; &lt;/ul&gt;  &lt;p&gt;&lt;b&gt;Tabela 12.&lt;/b&gt; Esquema de controle de doen&amp;#231;as patog&amp;#234;nicos e parasit&amp;#225;rias nas diferentes fases do desenvolvimento das aves.    &lt;br /&gt;&lt;img height="192" src="http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/FontesHTML/AgriculturaFamiliar/RegiaoMeioNorteBrasil/GalinhaCaipira/index-arquivos/manejo11.gif" width="540" border="0" /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/6249149354818780353-2830156065649320290?l=criacaodeanimais.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CriaoDeAnimais/~4/LtFOE1_S79Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://criacaodeanimais.blogspot.com/feeds/2830156065649320290/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=6249149354818780353&amp;postID=2830156065649320290" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/2830156065649320290?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/6249149354818780353/posts/default/2830156065649320290?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CriaoDeAnimais/~3/LtFOE1_S79Q/manejo-sanitario-da-galinha-caipira.html" title="manejo sanitario da galinha caipira" /><author><name>carpen2</name><uri>http://www.blogger.com/profile/02605105284753002497</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://lh6.ggpht.com/_RlCez5hb3Ak/SUGrkMEw41I/AAAAAAAAAiw/ef7ito35t8I/s72-c/CCOM15_1160f711f4_thumb%5B2%5D.jpg?imgmax=800" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://criacaodeanimais.blogspot.com/2008/12/manejo-sanitario-da-galinha-caipira.html</feedburner:origLink></entry></feed>

