<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003</id><updated>2026-09-11T04:37:24.218-03:00</updated><title type='text'>Aves Domésticas</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><link rel='next' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-1548515710474085427</id><published>2011-10-26T16:32:00.000-02:00</published><updated>2011-10-26T16:32:02.587-02:00</updated><title type='text'>Parceiria HSUS e indústria de ovos</title><content type='html'>A Humane Society of the United States (HSUS) e a associação de produtores de ovos dos EUA (United Egg Producers - UEP) anunciaram um acordo sem precedentes para trabalhar juntos pela aprovação de uma abrangente legislação federal que vai afetar todas as 280 milhões de galinhas envolvidas na produção de ovos dos Estados Unidos. A regulamentação proposta pela UEP e pela HSUS constituiria a primeira lei federal dos EUA a dispor sobre o tratamento de animais de produção.&lt;br /&gt;
A legislação proposta, se sancionada, trará as seguintes mudanças:&lt;br /&gt;
• As gaiolas convencionais (utilizadas por mais de 90% da indústria de ovos no país) terão de ser substituídas, ao longo de um amplo período de transição, por sistemas enriquecidos de alojamento que proveriam para cada ave quase o dobro de espaço do que o que lhes é dado hoje. Os produtores de ovos investirão 4 bilhões de dólares ao longo dos próximos 15 anos para levar a cabo esta adequação de toda a indústria;&lt;br /&gt;
• No novo sistema enriquecido de alojamento, será exigido que todas as galinhas poedeiras contem com estruturas que permitam a expressão de comportamentos naturais, como poleiros, caixas-ninho e áreas para ciscagem;&lt;br /&gt;
• As embalagens de ovos terão de informar aos consumidores sobre o método usado para produzir os ovos - por exemplo, “ovos produzidos em gaiolas”, “ovos produzidos em gaiolas enriquecidas”, “ovos produzidos fora de gaiolas” e “ovos caipiras”;&lt;br /&gt;
• Será proibida a privação de alimentos ou de água visando a &quot;muda forçada&quot; (usada a fim de extender o ciclo de postura), prática já proibida no programa &quot;United Egg Producers Certified&quot; que tem a adesão da maioria dos produtores de ovos do país;&lt;br /&gt;
• Normas para a eutanásia de galinhas poedeiras terão de ser criadas e aprovadas pela Associação Americana de Médicos Veterinários (AVMA, em inglês);&lt;br /&gt;
• Níveis excessivos de amônia serão proibidos nos galpões; e&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
• Será proibida em todo o país a venda de ovos nacionais ou importados que não atendam aos novos requisitos.&lt;br /&gt;
Os dois grupos farão uma solicitação conjunta ao Congresso para que seja aprovada uma legislação federal que exija que os produtores aumentem o espaço dado a cada ave gradativamente ao longo dos próximos 15 a 18 anos. Atualmente, a maioria das galinhas vive num espaço de 432 cm2 e cerca de 50 milhões delas vivem em apenas 310 cm2. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A transição proposta culminaria com a provisão de um espaço mínimo de 800 a 929 cm2 por ave, além das outras melhorias mencionadas. “Os produtores americanos de ovos têm trabalhado continuamente para melhorar o bem-estar animal, e nós acreditamos plenamente que o nosso comprometimento com uma norma nacional para o bem-estar das galinhas está no melhor interesse dos nossos animais, clientes e consumidores”, disse Bob Krouse, presidente da UEP e produtor de ovos do estado de Indiana. “Estamos comprometidos a trabalhar pelo bem das aves sob nosso cuidado e acreditamos que uma norma nacional é muito melhor do que um mosaico de estados com leis e normativas diferentes, o que seria complicado para os nossos clientes e confuso para os consumidores”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 “A promulgação desse projeto de lei seria uma melhoria histórica para centenas de milhões de animais por ano”, afirmou Wayne Pacelle, presidente e CEO da HSUS. “Nosso maior desejo é sempre encontrar pontos de convergência e encontrar soluções, mesmo com os nossos tradicionais adversários. Estamos entusiasmados com este novo e melhor caminho adiante, e esperamos que o Congresso aproveite a oportunidade para abraçar este tipo de colaboração e compreensão mútua. Estendemos nossos agradecimentos aos produtores da indústria por terem concordado em fazer os investimentos necessários para melhorar as condições de alojamento e de bem-estar dos animais de uma maneira significante”. Se aprovada pelo Congresso, a lei vai prevalecer sob leis estaduais, inclusive as que foram aprovadas com o apoio da HSUS no Arizona, na California, em Michigan e em Ohio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em reconhecimento aos padrões previstos no referendo “Proposition 2”, transformado em lei pelos eleitores da California em 2008, a UEP e a HSUS pedirão ao Congresso que exija que os produtores de ovos do estado da California - com suas cerca de 20 milhões de galinhas poedeiras - eliminem as gaiolas convencionas até 2015 (a data em que entra em vigor a “Proposition 2”), e que garantam a todas as galinhas o mesmo espaço mínimo e enriquecimento ambiental previstos para o restante da indústria de ovos nos próximos 15 a 18 anos. Esses requisitos vão também aplicar-se à venda de todos os ovos e produtos feitos com ovos na California, segundo a legislação federal proposta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse acordo para aprovar uma legislação federal abrangente que estabeleça normas para a produção de ovos faz com que sejam suspensos os referendos relacionados a galinhas poedeiras que a HSUS planejava para os estados de Washington e Oregon.&lt;br /&gt;
HSI Brasil&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXYVUXXJge-a79u6BsueUU5KWWLkjTWW7A76qGFifG6wtOu8mSYq6XWvv23QEmHNGJUFHqQ8ioBYaW6BUEXifK9OSELq7BdZvcBQLeKhkQJycf7MHiRWWsoMkNJbGfuzjLRmrVF7tmB4c/s1600/ovos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;135&quot; width=&quot;100&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXYVUXXJge-a79u6BsueUU5KWWLkjTWW7A76qGFifG6wtOu8mSYq6XWvv23QEmHNGJUFHqQ8ioBYaW6BUEXifK9OSELq7BdZvcBQLeKhkQJycf7MHiRWWsoMkNJbGfuzjLRmrVF7tmB4c/s400/ovos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/1548515710474085427/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/10/parceiria-hsus-e-industria-de-ovos.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/1548515710474085427'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/1548515710474085427'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/10/parceiria-hsus-e-industria-de-ovos.html' title='Parceiria HSUS e indústria de ovos'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiXYVUXXJge-a79u6BsueUU5KWWLkjTWW7A76qGFifG6wtOu8mSYq6XWvv23QEmHNGJUFHqQ8ioBYaW6BUEXifK9OSELq7BdZvcBQLeKhkQJycf7MHiRWWsoMkNJbGfuzjLRmrVF7tmB4c/s72-c/ovos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-7225573447492885632</id><published>2011-08-15T08:14:00.002-03:00</published><updated>2011-08-15T08:14:53.711-03:00</updated><title type='text'>Aprenda a Criar codornas</title><content type='html'>- Vacinação. As codornas devem ser vacinadas contra as doenças de Newcastle e Coriza, por se constituírem naquelas de maior importância econômica. &lt;br /&gt;
* Vacinação de Newcastle:&lt;br /&gt;
- 1ª dose. Aos 21 dias de idade, vacina vírus vivo, amostra La Sota - via ocular, instilando-se uma gota de vacina no olho.&lt;br /&gt;
- 2ª dose. Aos 45 dias de idade, vacina vírus morto, oleosa -via injetável, no músculo do peito, ou subcutânea, na dose de 0,5ml (meio mililitro).&lt;br /&gt;
* Vacinação de Coriza Infecciosa:&lt;br /&gt;
- 1ª dose. Aos 28 dias de idade, vacina amostra morta, a absorvida em hidróxido de alumínio - via injetável, no músculo do peito ou subcutânea, na dose de 0,5ml.&lt;br /&gt;
- 2ª dose. Aos 45 dias de idade, vacina amostra morta, emulsão oleosa - via injetável, no músculo do peito ou subcutânea, na dose de 0,5ml.&lt;br /&gt;
- Vermifugação . Aos 30 dias de idade, vermifugar as aves, através da ração, com drogas à base de mebendazole. Repetir a medicação 3 semanas após. A dosagem deverá ser o dobro daquela recomendada a galinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) as vacinas custam em media de R$15 a R$52,24 da para cobrir 50 codornas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Eu tenho 50 codornas, em cada gaiola com 10codornas e por dia elas poem 1 ovo cada, tem que ser com bastante ração e agua a vontade, e for pessoa de olho grande elas poem a noite ficando com luzes acezas( mas sendo prejudicial as codornas)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) eu uso a NUTRICODORNA da NUTRIAVE, lembrando que começando com um tipo de ração não pode mudar sempre a mesma. O pacote custa R$ 10,15 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5)Existe um outro tipo de codorna pouco conhecida: a codorna albina, totalmente branca com um detalhe amarronzado na nuca. Coturnix coturnix são ascodornas cinza e grafites a que tenho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6)A criação pode ser iniciada com apenas 100 aves, para o consumo familiar. &quot;Com mil ou duas mil aves, a lucratividade é pequena, mas é um bom número para começar e é a quantidade recomendada para uma pequena granja. Neste caso, é aconselhável formar uma pequena clientela na região antes de comprar as aves, para não haver encalhe dos ovos.Uma grande curiosidade da coturnicultura está na abrangência de fatores que podem ser comercializados, um exemplo, é a venda de esterco de aves. &quot;Nós aproveitamos, principalmente, o esterco. Primeiro: para proteger o meio ambiente e, em segundo; para gerar recurso para a granja. Em grande parte ele é destinado para os produtores de hortaliças e verduras, pois é um dos melhores adubos orgânicos e tem grande aceitação no mercado&quot;, &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mercado &lt;br /&gt;
A criação de codornas (coturnicultura) tem apresentado um desenvolvimento bastante acentuado nos últimos tempos. Os principais fatores que contribuem para isso são: o excepcional sabor exótico de sua carne, responsável por iguarias finas e sofisticadas; o baixo custo para implantar uma pequena criação, podendo se tornar uma fonte de renda complementar dos pequenos produtores rurais. Do lado técnico-econômico, torna-se ainda mais atrativa, ao verificar-se o rápido crescimento e atingimento da idade de postura, a elevada prolificidade e o pequeno consumo de ração. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vantagens da criação de codornas &lt;br /&gt;
Este tipo de criação apresenta algumas vantagens, tais como:&lt;br /&gt;
- Rápido crescimento;&lt;br /&gt;
- Precocidade sexual;&lt;br /&gt;
- Alta postura;&lt;br /&gt;
- Elevada rusticidade;&lt;br /&gt;
- Baixo consumo alimentar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A criação &lt;br /&gt;
A criação de codornas pode ser em dois níveis, que são:&lt;br /&gt;
- Criação Doméstica: É aquela feita em residências ou em apartamentos, não exige um rigor técnico acentuado, porém, são necessários alguns cuidados básicos, como por exemplo com os dejetos.&lt;br /&gt;
- Criação Comercial: É aquela feita em grande escala, onde o objetivo do criador será a comercilaização do produto final.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A implantação&lt;br /&gt;
No momento da implantação da criação deve-se dar atenção a alguns fatores importantes, que são a:&lt;br /&gt;
- Localização: É de fundamental importância, já que se devem ser respeitadas as condições de conforto exigidas pelas aves;&lt;br /&gt;
- Temperatura: A temperatura ideal deve estar entre 20 e 23ºC;&lt;br /&gt;
- Luminosidade: Este fator é o responsável pela postura, no caso da criação comercial, recomenda-se 18 horas de luz entre natural e artificial;&lt;br /&gt;
- Água: Responsável pelo metabolismo da ave, como também pela desinfecção das instalações. Ter uma água de boa qualidade é fundamental;&lt;br /&gt;
- Circulação de ar: Ter um ar que possa ser renovável é muito importante, visto que, isto possibilitará a eliminação do excesso de umidade do ambiente, do calor e dos gases formados pelo metabolismo da ave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estrutura &lt;br /&gt;
A estrutura básica deve contar com uma boa disponíbilidade de área, água, além é claro de um clima favorável, lembrando que estes requisitos são indicados para o empreendedor que deseja ter uma criação comercial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalações e Equipamentos &lt;br /&gt;
Irão variar de acordo com o tipo de criação, ou seja, doméstica ou comercial, porém, se torna válido citar alguns tipos de instalações e equipamentos:&lt;br /&gt;
- Galpões Fechados (laterais). Apresenta um alto custo, além do que não podem ser muito grandes e largos, pois dificultam a circulação de ar, recomenda-se que se tenha várias janelas.&lt;br /&gt;
- Galpões Abertos (laterais). Apresentam maior economia quando implantados em regiões de alta temperatura, porém, deve-se contralar a temperatura durante o inverno. Este tipo de instalação exige telas nas laterais, a fim de evitar a fuga das aves e impedir a entrada de predadores.&lt;br /&gt;
- Telhados. Influência na temperatura interna do galpão, as telhas de barro oferecem maior conforto térmico, porém, exigem maior gasto com madeiramento, por outro lado, as telhas de cimento amianto são de custo mais baixo, porém, aumentam a temperatura interna. &lt;br /&gt;
- Piso. Pode ser de cimento rústico ou outro material, deve apresentar uma pequena declividade.&lt;br /&gt;
- Gaiolas de Postura. Possibilita um melhor controle produtivo das aves, recomenda-se as gaiolas de arame galvanizado, são padronizadas nas medidas 100cm X 30cm (comporta 30 aves) ou 100cm X 40cm (comporta 40 aves), com duas ou três repartições. Pode-se utilizar gaiolas de madeira (com fundo de arame), tem como vantagem o baixo custo.&lt;br /&gt;
- Gaiolas de Recria. São utilizadas na fase intermediária de crescimento. As aves são alojadas com 15 dias de vida e saem quando atingem os 35 dias.&lt;br /&gt;
- Gaiolas para Codornas de Corte. São de tamanho 100cm X 40cm.&lt;br /&gt;
- Bebedouro. O mais comum é o do tipo nipple, pois possibilita obter melhor qualidade da água, economia na sua administração e maior controle nos medicamentos.&lt;br /&gt;
- Comedouros. Geralmente vem junto com a gaiola.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Investimento e Pessoal&lt;br /&gt;
Irão variar de acordo com o tipo de criação e estrutura a ser adotada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os Sistemas de Criação &lt;br /&gt;
Existem três tipos:&lt;br /&gt;
- Criação Sobre Camas. É o de menor tecnologia, consiste basicamente em criar as aves sobre um material absorvente, denominado cama, geralmente de sabugo de milho picado, casca de arroz ou aparas de madeira.&lt;br /&gt;
- Criação em Gaiolas no Sistema de Baterias. Muito utilizado na fase de crescimento (15 a 35 dias) e na fase de postura. Este nome bateria é dado devido ao conjunto de 4 ou 5 gaiolas, uma sobre a outra, com espaçamento de 15cm.&lt;br /&gt;
- Criação em Gaiolas no Sistema escada. É o sistema mais moderno de criação, consiste no uso de gaiolas de arame galvanizado, idênticas as utilizadas no sisitema de baterias, fixadas de maneira a dar a impressão de uma escada. Apresenta como desvantagem o seu alto custo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação &lt;br /&gt;
É constituída basicamente da:&lt;br /&gt;
- Ração. Há no mercado rações fareladas de uso exclusivo de codornas, pintinho de codorna. Após a eclosão, deve ser mantido em jejum durante 24 horas. A partir deste período receberá ração à vontade. Esta ração contendo 26% de proteína bruta deverá ser oferecida à ave até a idade de 45 dias, quando é levada ao abate ou para a produção de ovos. O consumo estimado no período é de 500 gramas por aves. A partir de 45 dias, as fêmeas receberão a ração de postura com cerca de 23% de proteína bruta. Devem ser oferecidos, diariamente, entre 30 a 35 gramas desta ração por ave. &lt;br /&gt;
A ração deve ser armazenada em local seco e fresco, não ter contato direto da embalagem com o piso e não ser guardada por período superior a 30 dias. Deve-se evitar, ainda, que seja atacada por roedores.&lt;br /&gt;
- Água. A água deve ser potável e sempre à vontade.&lt;br /&gt;
Boa Sorte..................&lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/7225573447492885632/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/08/aprenda-criar-codornas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7225573447492885632'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7225573447492885632'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/08/aprenda-criar-codornas.html' title='Aprenda a Criar codornas'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-8526149317954456575</id><published>2011-08-08T08:55:00.000-03:00</published><updated>2011-08-08T08:55:11.913-03:00</updated><title type='text'>Ovos galados de codorna Boby White</title><content type='html'>  &lt;b&gt;Ovos Galados De Codorna Americana Bobwhite&lt;br /&gt;
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http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-191448093-ovos-galados-de-codorna-americana-bobwhite-_JM</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/8526149317954456575/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/08/ovos-galados-de-codorna-boby-white.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8526149317954456575'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8526149317954456575'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/08/ovos-galados-de-codorna-boby-white.html' title='Ovos galados de codorna Boby White'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-673343432202541261</id><published>2011-08-08T08:43:00.002-03:00</published><updated>2011-08-08T08:43:44.673-03:00</updated><title type='text'>Como administrar o Tylan em aves</title><content type='html'>  &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tylan 200 Pó Solúvel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Indicado para tratamento de doenças respiratórias crônicas - DRC  &lt;br /&gt;
Indicações:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como prevenção e coadjuvante no tratamento da doença respiratória e da aerosaculite em aves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Composição:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tartarato de tilosina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Modo de usar: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como medicação terapêutica: em surtos de doenças respiratórias, dissolver 2 gramas de Tylan solúvel em 4 litro de água e administrar durante 3 dias, dependendo da gravidade da infecção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se dentro de 5 dias não for notada nenhuma melhora nos pássaros, o diagnóstico deverá ser reconfirmado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como medicação preventiva: tratar nos primeiros 3 dias de vida. Repetir o tratamento durante 24 horas nas 3a ou 4a, 8a , 16a e 20a semanas de idade. Dosagem: 2 gramas por 4 litros de água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instruções para preparação: sempre adicionar água ao pó e não colocar o pó na água. Preparar uma solução nova de Tylan a cada 3 dias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Renovar a água medicamentosa nos bebedouros diariamente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte do medicamento: O Criador de Bicudos e Curiós - Fernando F. M. Andrade e Amimais de Estimação - Pássaros - JBIG&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/673343432202541261/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/08/como-administrar-o-tylan-em-aves.html#comment-form' title='4 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/673343432202541261'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/673343432202541261'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/08/como-administrar-o-tylan-em-aves.html' title='Como administrar o Tylan em aves'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-6220458700117974663</id><published>2011-07-14T11:04:00.003-03:00</published><updated>2011-07-26T07:58:29.506-03:00</updated><title type='text'>CONTROLE DE PIOLHOS EM GALINHAS POEDEIRAS</title><content type='html'>PIOLHOS EM AVES POEDEIRAS&lt;br /&gt;
São insetos ectoparasitos de aves e mamíferos, vivendo apenas no corpo&lt;br /&gt;
destes animais, pois fora deles apresentam pouco tempo de vida, como 7-15&lt;br /&gt;
dias. São pequenos, (menos de 1 cm), corpo deprimido (achatado dorsoventralmente),&lt;br /&gt;
cabeça mais larga que o tórax, armadura bucal mastigadora,&lt;br /&gt;
sem asas, pernas curtas, achatadas; as do primeiro par voltadas para frente e&lt;br /&gt;
destinadas a levar o alimento à boca, pois é desta forma que eles se&lt;br /&gt;
alimentam.&lt;br /&gt;
( Menopon gallinae, fêmea )&lt;br /&gt;
Os piolhos que mais ocorrem em aves poedeiras industriais são: Menopon&lt;br /&gt;
gallinae, cuja figura estamos representando. Demais infestações são realizadas&lt;br /&gt;
pelos Liperus caponis (principalmente sobre as penas das asas), Cuclotogaster&lt;br /&gt;
heterographus (preferencialmente na cabeça e pescoço), Gonicotes gallinae&lt;br /&gt;
(muito pequeno, na penugem), Goniodes gigas (o piolho gigante das galinhas),&lt;br /&gt;
Goniodes dissimilis (piolho marrom das galinhas), Menacanthus cornutus&lt;br /&gt;
(piolho do corpo), M. pallidulus (o pequeno piolho do corpo), ou Oxylipeurus&lt;br /&gt;
dentatus.&lt;br /&gt;
QUADRO CLÍNICO E PATOGENIA&lt;br /&gt;
Debilidade e má aparência em decorrência da irritação que os malófagos&lt;br /&gt;
causam as aves parasitadas. As aves parasitadas apresentam-se inquietas,&lt;br /&gt;
não se alimentam e nem repousam adequadamente. Coçam-se com as patas e&lt;br /&gt;
o bico; roçam-se em objetos sólidos com o intuito de se livrarem dos parasitos.&lt;br /&gt;
Como conseqüência dessa atitude, surgem áreas desprovidas de penas e com&lt;br /&gt;
lesões na pele. Com isto a grande conseqüência da infestação por estes&lt;br /&gt;
piolhos é que ocorre diminuição da postura em aves .&lt;br /&gt;
A espantosa atividade dos malófagos, aliada ao seu modo de alimentação&lt;br /&gt;
(escamas cutâneas, secreções, restos de penas e pêlos) atingindo às vezes&lt;br /&gt;
até a pele, são responsáveis por um prurido intenso. Os animais parasitados –&lt;br /&gt;
coçam-se, picam-se, mutilam-se e esfregam-se em objetos, provocando&lt;br /&gt;
escarificações da pele que constituem a entrada para invasão bacteriana e&lt;br /&gt;
conseqüentes infecções secundárias.&lt;br /&gt;
DIAGNÓSTICO&lt;br /&gt;
Clínico: pelos sinais da presença do parasito, comportamento das aves e&lt;br /&gt;
lesões em derme.&lt;br /&gt;
Laboratorial: a maioria das espécies pode ser observada facilmente pelos seus&lt;br /&gt;
movimentos rápidos, bem como os seus ovos (lêndeas) aderidos às penas.&lt;br /&gt;
Convém usar lupa, de no mínimo um aumento de três vezes, para confirmação&lt;br /&gt;
da presença de malófagos e de seus ovos.&lt;br /&gt;
A captura é feita com uma pinça de pontas finas e a conservação é no álcool,&lt;br /&gt;
em pequenos vidros.&lt;br /&gt;
A montagem entre lâmina e lamínula é feita pelo método de Costa Lima para&lt;br /&gt;
identificação microscópica.&lt;br /&gt;
Para o diagnóstico veterinário é somente necessário o seu reconhecimento e&lt;br /&gt;
sua distinção dos anopluros.&lt;br /&gt;
TRATAMENTO PREVENTIVO: PROFILAXIA&lt;br /&gt;
Como os malófagos são ectoparasitos permanentes, isto é, o parasito&lt;br /&gt;
permanece no hospedeiro durante todas as fases do seu ciclo evolutivo, devese,&lt;br /&gt;
além de destruí-los no hospedeiro com banhos ou pulverizações&lt;br /&gt;
adequados, proceder a uma higiene e desinfecção das paredes dos estábulos&lt;br /&gt;
e jaulas. As camas e os ninhos devem ser incinerados.&lt;br /&gt;
As instalações devem ser teladas para evitar a presença de aves silvestres que&lt;br /&gt;
sempre re-introduzem os piolhos nos aviários.&lt;br /&gt;
TRATAMENTO COM FATORES HOMEOPÁTICOS&lt;br /&gt;
FATOR MALLO®: PRODUTO HOMEOPÁTICO PARA CONTROLE DE&lt;br /&gt;
PIOLHOS&lt;br /&gt;
ADMINISTRAÇÃO DO FATOR MALLO®&lt;br /&gt;
AVES:&lt;br /&gt;
ORAL: Administrar o FATOR MALLO® por via oral, misturado a ração ou água.&lt;br /&gt;
Dose recomendada:&lt;br /&gt;
0,2 g do produto /animal/ dia o que equivale a 2 Kg (1 pacote) do produto em&lt;br /&gt;
1.000 Kg de ração para um consumo de ração de 100 g/animal/dia.&lt;br /&gt;
Administrar 2 Kg do produto em 2.000 litros de água e fornecer aos animais.&lt;br /&gt;
Após a homogeneização na ração, o produto tem uma duração máxima de 6&lt;br /&gt;
(seis) meses.&lt;br /&gt;
Servir conforme o manejo para todas as aves, em todo o seu ciclo de vida.&lt;br /&gt;
TÓPICO: Colocar 2 Kg (1 pacote) do FATOR MALLO® em 20 (vinte) litros de&lt;br /&gt;
água e aspergir sobre os animais e instalações parasitados.&lt;br /&gt;
Usar costal sem uso de produtos químicos e repetir esta operação 3 (três) dias&lt;br /&gt;
consecutivos, posteriormente semanalmente. Cuide que as aves e as&lt;br /&gt;
instalações encontrem-se umedecidas pelo produto.&lt;br /&gt;
OBS.: QUANDO PREPARADO EM ÁGUA DEVE SER UTILIZADO EM 24&lt;br /&gt;
(VINTE E QUATRO) HORAS.&lt;br /&gt;
CONSERVAÇÃO DO FATOR MALLO®&lt;br /&gt;
Conservar o FATOR MALLO® à sombra, distante 5 metros de produtos&lt;br /&gt;
químicos e de radiações provocadas por aparelhos eletrônicos, em local fresco&lt;br /&gt;
e seco, ao abrigo da luz solar e fora do alcance das crianças e dos animais&lt;br /&gt;
domésticos.&lt;br /&gt;
Sugere-se que o FATOR MALLO® seja mantido no escritório ou onde se&lt;br /&gt;
guardam arreios, tratores, rações. Jamais com medicamentos, adubos ou&lt;br /&gt;
venenos.&lt;br /&gt;
Manter em temperatura ambiente.&lt;br /&gt;
O FATOR MALLO® possui validade de 2 (dois) anos a partir da data de&lt;br /&gt;
fabricação.&lt;br /&gt;
VANTAGEM DOS FATORES HOMEOPÁTICOS:&lt;br /&gt;
I-Ação rápida e eficiente&lt;br /&gt;
Existe uma falsa crença que sugere ser o medicamento homeopático de ação&lt;br /&gt;
lenta, razão pela qual o tempo de resposta do organismo para com o remédio&lt;br /&gt;
deixaria a desejar. Na verdade, esse é um preconceito gerado por uma&lt;br /&gt;
desinformação popular, que muitos contrários à homeopatia gostam de&lt;br /&gt;
divulgar.&lt;br /&gt;
Na realidade poderemos observar a redução da infestação por piolhos em 3&lt;br /&gt;
dias,e com 30 –60 dias teremos o aviário sob controle.Lembrando que&lt;br /&gt;
estaremos efetuando uma descontaminação ambiental, pois os piolhos se&lt;br /&gt;
alojam nas gaiolas e instalações e as aves silvestres diariamente re-introduzem&lt;br /&gt;
os piolhos no aviário.Desta forma o uso do FATOR MALLO ® é contínuo.&lt;br /&gt;
II-Homeopatia e patologias graves&lt;br /&gt;
Outro grande preconceito diz que devemos usar a Homeopatia em afecções&lt;br /&gt;
benignas, onde não existe risco de vida ou grandes prejuízos econômicos,&lt;br /&gt;
deixando a alopatia agir em patologias graves. Essa é mais uma avaliação sem&lt;br /&gt;
sentido já que a rapidez da resposta do organismo frente ao medicamento&lt;br /&gt;
homeopático em casos de patologias agudas pode retirar o animal do perigo&lt;br /&gt;
eminente em curto espaço de tempo e a eficiência desta ciência preconiza um&lt;br /&gt;
excelente custo-benefício.&lt;br /&gt;
III-Lucratividade na produção&lt;br /&gt;
A grande perda ocasionada pelos piolhos refere-se a redução da ovopostura e&lt;br /&gt;
redução atividades dos galos em granjas de matrizes,desta forma perde-se&lt;br /&gt;
duplamente, além da infecção secundária que estas aves apresentam na&lt;br /&gt;
derme.Em casos graves, esta infestação causa óbito,ampliando os prejuízos.&lt;br /&gt;
Agrava-se a isto a perda de ovos destinados a exportação, pela presença de&lt;br /&gt;
resíduos.Como a medicação homeopática é exclusividade energética, já que&lt;br /&gt;
não há matéria no medicamento, não existe o risco de animais medicados&lt;br /&gt;
transmitirem para o ovo e a carne os remédios ingeridos, ao contrário da&lt;br /&gt;
alopatia e seus inseticidas entre outros medicamentos.Desta forma o produtor&lt;br /&gt;
estará de acordo com a tendência mundial do controle de resíduos nos&lt;br /&gt;
alimentos.Sem determinar, é claro, efeito colateral às aves.&lt;br /&gt;
IV-Fácil administração e ingestão&lt;br /&gt;
Os fatores homeopáticos são palatáveis, sempre administrados por via oral,&lt;br /&gt;
logo, podem ser mescladas na ração ou via águas.&lt;br /&gt;
V-Controle de estresse&lt;br /&gt;
O controle do estresse representa a grande competência da homeopatia e&lt;br /&gt;
desta forma, temos uma ferramenta para o controle dos prejuízos dos&lt;br /&gt;
estresses causados pelos piolhos, que debilitam extraordinariamente as aves.&lt;br /&gt;
VI-Ação preventiva e curativa&lt;br /&gt;
Os fatores homeopáticos, comprovadamente, exercem a função de serem&lt;br /&gt;
medicamentos de ação curativa, assim como medicamentos de ação&lt;br /&gt;
preventiva. Desta forma, podemos utiliza-los no controle de prevenção de&lt;br /&gt;
infecções diversas, assim como tratamento preventivo e curativo de infestações&lt;br /&gt;
por piolhos.&lt;br /&gt;
VII-Sem resistência&lt;br /&gt;
O FATOR MALLO®, está sendo utilizado a 10 anos e não foi observado&lt;br /&gt;
resistência dos piolhos a este produto, no entanto a utilização é contínua, pela&lt;br /&gt;
contaminação ambiental causada por aves silvestres que continuamente&lt;br /&gt;
visitam os aviários.&lt;br /&gt;
X-Tendência irreversível&lt;br /&gt;
Os controles de resíduos, qualidade de vida das aves, e manejo integrado de&lt;br /&gt;
parasitos são temas cada vez mais introduzidos como conceitos e realidade na&lt;br /&gt;
prática da produção animal, e os fatores homeopáticos representam uma&lt;br /&gt;
ferramenta no auxílio desta tendência.&lt;br /&gt;
O grande avanço desta técnica é que, além de combater os piolhos com&lt;br /&gt;
medicamento livre de resíduos, ocorre uma interrupção no ciclo de vida&lt;br /&gt;
decorrente da proliferação do coleóptero predador dos piolhos, o besouro&lt;br /&gt;
“tesourinha”.Desta forma, temos as forças da natureza somando-se aos&lt;br /&gt;
Fatores Homeopáticos!</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/6220458700117974663/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/controle-de-polhos-em-galinhas.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/6220458700117974663'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/6220458700117974663'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/controle-de-polhos-em-galinhas.html' title='CONTROLE DE PIOLHOS EM GALINHAS POEDEIRAS'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-7257183073671690971</id><published>2011-07-14T11:01:00.000-03:00</published><updated>2011-07-14T11:01:01.242-03:00</updated><title type='text'>Oportunidades de Negócios</title><content type='html'>Investimento inicial baixo na criação de aves ornamentais atrai novos criadores&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O investimento acessível é um dos principais motivadores para quem pretende iniciar uma criação de aves ornamentais como faisões, galinhas, marrecos, pavões, grows, gansos etc. Segundo empresários do ramo, com apenas R$ 500 é possível começar. Além das aves, o valor inclui a montagem do local onde os animais viverão. O espaço físico não precisa ser grande, apenas seis metros quadrados são suficientes. Normalmente, o sistema de criação é semi-aberto, com uma área coberta para proteção contra a chuva. Um dos principais cuidados diz respeito ao controle de umidade. O espaço tem que ser seco e com boa drenagem. O faturamento médio depende do tipo de ave que o criador escolher.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Enquanto um pombo pode custar apenas R$ 15, um cisne adulto (dois anos de vida) é vendido a R$ 2,5 mil. O gerente de Pequenas Criações da Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Estado do Rio de Janeiro (Emater-Rio), José Henrique Moraes, reforça que a procura por esses animais está crescendo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os principais consumidores são donos de propriedades rurais que escolhem as aves para enfeitá-las. Crianças também representam um público fiel. No estado do Rio, o município de Itaboraí e região forma um importante pólo. Existem no local 16 avicultores, que estão se unindo para formar uma associação. Juntos, esses criadores chegam a comercializar de 500 a mil aves por mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Especialistas apontam o Sul do País como um dos pólos mais importantes. Em terras fluminenses, José Renato Corrêa, proprietário do Sítio Engenho Novo, em Itaboraí, começou sua criação há 15 anos. Um dos pré-requisitos é gostar das aves. &quot;Normalmente as pessoas iniciam as criações porque se identificam com uma determinada ave. Grande parte dos criadores não busca o lucro, são impulsionados pelo hobbie&quot;, comenta Corrêa, que tem formação em engenharia elétrica. Na propriedade, existem 132 tipos diferentes de aves, sendo 60 só de galinhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Demanda pelos animais aumenta na Primavera &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Corrêa explica que entre maio e setembro, as aves chamam mais a atenção dos compradores, por estarem com as penas renovadas. &quot;As aves se preparam para a Primavera. Nesta época, a procura costuma ser maior que a oferta&quot;, reforça o empresário, lembrando que o perfil dos compradores é de pessoas de classe A, donos de sítios ou terrenos em áreas rurais. &quot;Com a violência das grandes cidades, os sítios têm servido como refúgio. Nesses locais, a presença de aves ornamentais como faisões e galinhas deixa o ambiente mais agradável&quot;, completa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Itens importantes devem ser levados em consideração ao iniciar o negócio. Corrêa esclarece que o primeiro cuidado é adquirir as aves de criadores idôneos. O controle de umidade é outro ponto crucial. As aves devem ser colocadas em locais secos, longe de correntes de vento. Para que o criadouro não acumule água, o ideal é colocar areia no chão. É importante desinfetar rigorosamente as instalações e equipamentos, além de trocar as camas dos abrigos periodicamente. Os animais precisam ser alimentados adequadamente com ração balanceada e verde à vontade. Evitar circulação de pessoas estranhas e presença de aves selvagens também são duas ações relevantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para combater parasitas como piolhos, carrapatos e sarnas, deve-se desinfetar rigorosamente as instalações e equipamentos. &quot;Não pode haver excesso de umidade e os abrigos não devem estar superlotados. Os criadores precisam estar atentos em relação à contaminação de água e alimentos&quot;, alerta o criador, completando que a realização periódica de exames de fezes e o uso de vermífugos específicos, de acordo com orientação de um médico veterinário, são duas ações importantes. No Engenho Novo, as galinhas estão entre os animais que mais chamam a atenção dos compradores. As raças Brahma (nas cores azul, branca e preta) e Conchichina são as mais requisitadas. O casal sai a R$ 80. Os marrecos das raças Mandarim e Carolina não ficam atrás.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Galinhas, galos, pombos, marrecos e pavões podem ser criados em uma área de seis metros quadrados. Grows (de origem africana) e cisnes precisam, de pelo menos, 100 metros quadrados para reprodução. Recomenda-se começar com apenas uma espécie. O pontapé inicial pode ser dado com 20 galinhas (um galo para cada três fêmeas), dois casais de faisões, dez casais de pombos, um casal de pavões, três casais de marrecos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para os gansos, é importante haver um lago. Em se tratando de grows, a existência de uma área de brejo, onde o animal possa se alimentar de microorganismos, é fundamental. O criador precisa estar atento ao fato de que o retorno do investimento ocorre a médio prazo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na criação de galinhas, tempo de retorno chega a cinco meses. Cada pintinho pode ser vendido a R$ 10. Já os pombos reproduzem-se dentro de quatro meses. No caso dos faisões, um ano é o tempo mínimo. Marrecos e pavões podem ser comercializados satisfatoriamente depois de dois anos do início da criação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em se tratando de alimentação, as aves consomem de 40 a 120 gramas de ração por dia. Um casal de galinha e galo pode custar R$ 80. No sítio Engenho Novo, o preço do casal de faisões varia de R$ 40 a R$ 800, mas existem espécies que podem sair a R$ 6 mil, segundo Corrêa. Quem quiser comprar um casal de pavões gastará entre R$ 200 e R$ 350. Um cisne maduro (com dois anos de idade) pode custar R$ 2,5 mil. Já um grow custa cerca de R$ 6 mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além do Rio de Janeiro, a região metropolitana de São Paulo também desponta como um importante pólo de criação de aves ornamentais. A Chácara Recanto da Serrinha, em São Bernardo do Campo, destaca-se na criação de galinhas, marrecos, perus e gansos. No entorno existem mais 12 criadores, membros da Associação Brasileira de Aves Domésticas e Exóticas (Abrade). Grande parte deles cria faisões e pavões, que geram um faturamento mais expressivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procuramos unir forças com outros criadores de aves de raça pura, buscando sempre a melhoria dos plantéis de pequenos criadores que, com podem ter uma criação mais rentável ao usarem raças puras nos cruzamentos comenta Armando Sobral Júnior, no ramo desde 2001. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Armando vende cerca de 60 animais por mês, ao custo de R$ 70 (adultos). A área destinada à criação é de 3 mil metros quadrados e apenas um empregado fica responsável pela limpeza e alimentação. Funcionário público federal, Armando diz que entrou para o ramo por acaso. &quot;Para mim, a atividade é uma fuga, é algo muito prazeroso&quot;, completa o empresário, que nasceu no Rio, mas mora na capital paulista há 30 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Raio X &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Negócio: criação de aves ornamentais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Investimento inicial: R$ 500 (o valor inclui as aves e as instalações)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Margem de lucro: 100% sobre o faturamento bruto&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Faturamento médio mensal: depende do tipo de ave comercializada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Área: seis metros quadrados&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Funcionários: 1 (para fazer a limpeza e higienizar o ambiente)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Risco: baixo. Segundo Thaís Helena de Lima Nunes, do Sebrae/RJ, o investimento é baixo e o negócio permite a exploração de diversas atividades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Serviço&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chácara Recanto da Serrinha, 0xx-11-8383-9953&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazenda Avenorte, 0xx-91-3246-8231&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Rancho Santa Bárbara, 0xx-21-2736-6290&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sítio Engenho Novo, 0xx-21-2736-2017&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sebrae/RJ, 0800-78-2020&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Emater-Rio, 0xx-21-2625-6060&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Galinhas exóticas atraem compradores &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muita gente não sabe, mas existem dezenas de espécies de galinhas e galos bem diferentes dos convencionais. Coloridos e com postura elegante, os animais das raças Orpington e Brahma vêm sendo bastante requisitados pelos compradores que desejam enfeitar suas residências. O criador Paulo Braga, do Rancho Santa Bárbara, Itaboraí, optou pela Orpington há três anos. Desenvolvida na Inglaterra nos anos 1880, a raça tem exemplares nas cores preta, branca, amarela e azul. Quando adultos, chegam a pesar entre quatro e seis quilos, valores considerados altos se comparados aos pesos das aves vendidas para o abate. A fêmea põe 180 ovos por ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Orpington é uma ave extremamente dócil, meiga, e pode ficar solta no quintal sem problema resume o empresário, que vende uma ave macho (adulto) por R$ 70. Normalmente, a fêmea custa 15% mais. A finalidade da compra, conforme explica Braga, não é apenas ornamentar o quintal. Muitos compradores têm como objetivo melhorar geneticamente suas criações, adquirindo os galos Orpington para cruzar com galinhas de menor porte. Num espaço de 10 mil metros quadrados, os bichos são criados soltos. O criador vende uma média de 200 animais por mês.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a consultora do Sebrae/RJ, Thaís Helena de Lima Nunes, o risco do negócio é baixo, devido ao valor acessível do investimento inicial. Ainda assim, é preciso atentar que o retorno pode não acontecer a curto prazo, devido ao tempo que o animal leva para se reproduzir. Além da venda para finalidades de ornamentação de espaços físicos, os empreendedores do ramo podem explorar outras opções, como venda de penas para fantasias ou a comercialização de carnes para restaurantes gourmets. Uma outra opção é montar um mini-zoológico para crianças de classe média. No Rio, áreas da zona Oeste são adequadas. Recreio dos Bandeirantes, Santa Cruz e Vargem Grande seriam boas alternativas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Morador da cidade de Benevides, a 30 quilômetros de Belém do Pará, o analista de sistemas Sávio Fonseca Rodrigues é mais um que começou na atividade por hobbie. Proprietário da Fazenda Avenorte, ele se dedica, desde 1986, à criação de galinhas exóticas de 40 raças, entre elas Brahma e Orpington, apelidadas por ele de &quot;galinhas gigantes&quot;. &quot;Adquirimos exemplares de criadores em todo o Brasil, procurando sempre melhorar a qualidade de nossas aves&quot;, reforça o criador. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Autor: Jornal do Commércio</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/7257183073671690971/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/oportunidades-de-negocios.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7257183073671690971'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7257183073671690971'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/oportunidades-de-negocios.html' title='Oportunidades de Negócios'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-7577173324572738277</id><published>2011-07-14T10:57:00.000-03:00</published><updated>2011-07-14T10:57:10.075-03:00</updated><title type='text'>CRIAÇÃO DE SABIÁ-LARANJEIRA</title><content type='html'>NOME - Sabiá laranjeira&lt;br /&gt;
NOME CIENTÍFICO - Turdus rufiventris&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOME EM INGLÊS: Rufous-bellied Thrush &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
OUTROS NOMES: sabiá peito-roxo, sabiá gongá, sabiá vermelha, e sabiá amarelo. &lt;br /&gt;
ORDEM: Passeriformes&lt;br /&gt;
FAMÍLIA: Turdidae &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LOCALIZAÇÃO: Estado litorâneos, Mato Groso (ambos) e Goiás. Sua distribuição ocorre em quase todo o território brasileiro à exceção da floresta amazônica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
TAMANHO: cerca de 25 cm &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LONGEVIDADE: em torno de 30 anos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nº DE FILHOTES: número de ovos de cada postura é quase sempre 2, às vezes 3. Cada fêmea choca 3 vezes por ano, podendo tirar até 6 filhotes por temporada.&lt;br /&gt;
TEMPO DO CHOCO: O filhote nasce aos treze dias depois de a fêmea deitar e sai do ninho também aos treze dias de idade e pode ser separado da mãe com 35 dias. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vamos falar sobre a criação de sabiás. Embora haja inúmeras outras formas, vamos nos restringir à espécie que consideramos a mais popular e a mais cultivada pelos passarinheiros, o sabiá laranjeira (Turdus rufiventris). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conhecido também como sabiá peito-roxo, sabiá gongá, sabiá vermelha, e sabiá amarelo. O macho pode ser o sabiá ou a sabiá, tanto faz. Sem dúvida, são dos melhores cantores que existem em todo o mundo. Foi motivo - com muito merecimento - de inspiração para renomados poetas elaborarem seus famosos versos, como escreve Gonçalves Dias &quot;minha terra tem palmeiras onde canta o sabiá - as aves que aqui gorjeiam não gorjeiam como lá&quot; e nosso poeta e músico maior, Chico Buarque &quot;vou voltar para o meu lugar - e é lá - que eu hei de ouvir cantar - uma sabiá&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São belos pássaros de médio tamanho cerca de 25 cm e por isso precisam de gaiolas e viveiros adequados para poderem sobreviver com plena saúde. A grande maioria dos passarinheiros que os mantém não costumam levá-los para passear como os bicudos, coleiros e curiós. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sabiá tem muita dificuldade em adaptar-se em ambientes estranhos, não se acostuma facilmente com objetos diferentes, a gaiola é muito grande e por isso é desaconselhável retirá-lo de locais daonde está ambientado. Além do que, uma vez assustado bate a cabeça nas hastes e nos ponteiros das gaiolas e chega a se ferir gravemente e cada vez com mais intensidade, e se matar se não for socorrido em tempo. Para evitar isso, é bom que se coloque uma proteção de pano ou papel nos lados da gaiola para que ele se acomode melhor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há torneio de canto para esses pássaros, na realidade ficam restritos a conviver na residência dos mantenedores. Muita pessoas - 20% dos lares brasileiros tem aves - querem tê-los perto de si e escutar o seu canto mavioso, é proibido capturar na natureza, então procriá-los em larga escala é única solução para atender a demanda. Temos que ser realistas e deixar de poesia, produzir domesticamente pássaros não é falar ou dizer é praticar efetivamente a preservação. Nada como ter-se o prazer de criar uma vida nova e é uma obrigação que temos, a de preservar de todas as formas possíveis os nossos pássaros nativos, os nossos pássaros autenticamente brasileiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se forem pássaros mansos e acomodados, especialmente a fêmea, reproduzem com muita facilidade em ambientes domésticos, dessa forma poderemos conseguir preservar os dialetos de canto de mais qualidade, esse é o principal estímulo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Portaria 118 do IBAMA, está aí para possibilitar criadouros comerciais e incrementar a reprodução doméstica, ganhar dinheiro de uma forma gratificante e fazer o que gosta, como é bom. Nos dias de hoje, para nossa sorte e surpresa a população da sabiá laranjeira - à medida da cessação/diminuição da caça predatória - tem aumentado muito, especialmente nas grandes cidades. A degradação das densas florestas, por incrível que pareça, tem favorecido a reprodução na natureza dos sabiás laranjeiras que apreciam florestas ralas e esparsadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos vê-los, em densas populações nas cidades de Belo Horizonte, Brasília, São Paulo, Curitiba, Campo Grande, Cuiabá, Porto Alegre, Rio de Janeiro, talvez pela falta de inimigos naturais ou muitas árvores frutíferas nos quintais. Nesses locais, infelizmente, os respectivos cantos são de péssima qualidade. Sua distribuição ocorre em quase todo o território brasileiro à exceção da floresta amazônica. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A coloração de suas costas é cinza-escuro, peito esbranquiçado, gola raiada de tons preto e branco e abdome vermelho alaranjado que pode mudar de tom conforme a região, a do nordeste brasileiro é bem mais claro, bem mais amarelado. Não há disformismo sexual, a fêmea é exatamente igual ao macho, não se consegue separar um do outro, facilmente. Na natureza, procria entre os meses de setembro e janeiro. Preferem as beiradas de matas, pomares, capoeiras, beiras de serras e estradas, praças e quintais, sempre por perto de água abundante. É um pássaro territorialista, e demarca uma área geográfica quando está em processo de reprodução e não aceita a presença de outras aves da espécie, a fêmea também é muito valente. Ao iniciarem-se as chuvas ao final do mês de agosto, cantam muito para estimular suas fêmeas e fixarem sua morada, notadamente ao amanhecer e ao entardecer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando não estão em processo do choco ou na fase do fogo e que a libido está em alta, quase não cantam e podem ser vistos agrupados, especialmente no chão a comerem frutos e insetos. Consomem quase todas as frutas de pomares com preferência para o mamão e abacate e de árvores silvestres abundantes em nosso País. Apreciam também pimenta, amora, mariana e alguns legumes. Seu canto é longo e melodioso assemelhado ao som de uma flauta e dependendo do local pode-se escutá-lo a mais de um quilômetro de distância. Alguns repetem o canto e chegam a passar até dois minutos emitindo-o, sem parar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A frase musical de qualidade varia de 10 a 15 notas, sendo que ele costuma variar a seqüência das notas modificando-as para dar maior beleza ao canto, inserindo inclusive os curiangos &quot;krom-krom&quot; ou os joão-de-barro &quot;quel-quel-quel&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma maravilha da natureza, uma sinfonia, o canto do sabiá laranjeira. Existe uma infinidade de dialetos, cada região possui o seu próprio. A maioria são lindíssimos, os mais importantes são: o &quot;cai-cai-balão&quot;, o camboriú, o &quot;to-to-ito&quot; e o &quot;piedade&quot;. Este último é o mais solicitado de todos, oriundo de Minas Gerais na região de Carmo do Paranaíba, Patrocínio e Patos de Minas. Nesse canto, o sabiá diz claramente: piedade-sinhô/piedade/tendó-de-nós/piedade/sinhô..... Muitos criadores estão procurando conservar este canto e a tendência, quem sabe, é considerá-lo futuramente como padrão. Existe também o canto &quot;trinta e oito&quot;, de frase curta e muito repetitivo são poucos os que gostam dele, muito comum, porém, no Estado do Rio de Janeiro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Toda sabiá laranjeira emite ainda os cantos: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) peruzinho, em volume baixo quando está com raiva, assim: siri-fririri-serere-siriri-friri-sriri.... às vezes dura mais de dois minutos, estufa-se toda, vira uma bola, pula de um lado para outro e o emite para mostrar sua valentia ao rival e se for o caso partir para vias de fato ; &lt;br /&gt;
b) a castanhola, assemelhado a um tá-tá-tá-tá, também é um canto provocativo; &lt;br /&gt;
c) a corrida, em um volume alto, muito emitida no início do acasalamento - serve para marcar o território e desafiar pretensos rivais - seria um til-til-til-til-til-til bem forte. E o miado, o macho diz muito claro, parecendo um gato, &quot;minhau&quot; &quot;minhau&quot; várias vezes, é o sinal de sua presença para a fêmea. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem-se que ter muito cuidado, no entanto, para ensinar canto aos filhotes, senão ele aprende a chamar cachorro e repetirá &quot;tui-tui-tui-tui-tui.......&quot;- sem parar, é horrível escutar este tipo de canto. O sabiá é uma ave longeva, vive até trinta anos, dependendo de sua saúde e do trato que se lhe dispensa, há registro de um que viveu 32 anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alimentação básica deve ser de ração, complemente com frutas como maçã, pera, banana prata/marmelo verdoengas e abacate pouco amadurecido. É salutar que de disponibilize, também, farinhada tipo broa com ovo e adicionando Mold-Zap&amp;REG; à base de 1 gr. por quilo. Três dias por semana administrar polivitamínico tipo Orosol&amp;REG;, Rovisol&amp;REG; ou Protovit&amp;REG;, este à base de 2 gotas para 50ml d&#39;água. Já sua alimentação especial para a fase de reprodução deverá ser a seguinte: quando houver filhotes no ninho, em uma vasilha separada, colocar 3 vezes ao dia, farinhada assim preparada: 5 partes de milharina, 1 parte de farelo de soja torrado,/ 1 parte de germe de trigo, / premix F1 da Nutrivet&amp;REG; (4 colheres de sopa para 1 quilo), / sal 2 gr. por quilo, / Mold-Zap&amp;REG; 1 gr. por quilo, / Mycosorb&amp;REG; 2 gr. por quilo. Após tudo isso estar muito bem misturado, coloque na hora de servir, para duas colheres dessa farinhada, uma gema de ovo cozido e uma colher cheia de &quot;aminosol&amp;REG;&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dar-se larvas, utilizando a chamada Tenébrio molitor, oferecer até o filhote sair do ninho, à base de 5 de manhã e 5 à tarde para cada filhote. Excelente também a utilização de minhocas, dessas da califórnia e de fácil criação. Muito importante, oferecer-se o Calcigenol 3 gotas junto com 5 de Aminosol em 50 ml para a fêmea enquanto os filhotes estiverem no ninho. Outra questão relevante diz respeito ao lugar adequado para que eles possam exercer a procriação. Esse local deve ser claro mas com setor bem sombreado, arejado e sem correntes de vento. A temperatura ideal deve ficar na faixa de 25 a 30 graus Celsius e umidade relativa entre 40 e 60%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sabiá não gosta de muito sol direto, por isso deve-se ter muito cuidado com o calor excessivo que pode ser fatal. A época para a reprodução no Centro Sul do Brasil é de setembro a fevereiro, coincidente com o período chuvoso e com a choca na natureza. Pode-se criá-los em viveiros, grandes ou pequenos, todavia, não o aconselhamos. O manejo é difícil e controle do ambiente impossível, ali os filhotes costumam cair do ninho e morrem. Nunca coloque outros pássaros juntos com eles, são super agressivos e costumam matar sem piedade, sem dó qualquer outro pássaro, ainda mais se estiverem em processo de reprodução. Para quem optar por utilizar gaiolas - que tem a relação custo/benefício menor - elas devem ser de puro arame, com medida de 1m comprimento X 40cm largura X50 cm altura, com quatro portas na frente, comedouros pelo lado de fora para dentro da gaiola, e com um passador lateral. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A do macho pode ser a metade disso. No fundo, ou bandeja da gaiola, colocar papel, tipo jornal, para ser retirado todos os dias logo que a fêmea tomar banho, momento que se deve retirar a banheira para colocá-la no outro dia bem cedo. Entretanto, da época da reprodução, coloca-se uma vasilha com terra molhada bem limpa misturada com raiz de capim de 12 cm., deixar a banheira, também, com água sempre à disposição para que ela se molhe na água e depois utilizar a terra molhada para fazer o ninho com barro e raízes que lhe estão disponibilizadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Coloque vasos limpos e desinfetados de xaxim tamanho médio e certamente ela utilizará esse recipiente para fazer o ninho, tipo taça. Assim que ela botar os ovos, depois de dois dias que estiver deitada sobre eles, observe se o ninho não estiver bem feito - é comum que fique pontiagudo e cheio de ferpas, o que poderá ferir os filhotes -, nesse caso, arranje desses ninhos de belga dos grandes 14/15 cm de diâmetro (canários franceses ondulados) para colocar e proteger melhor os ovos, e tornar o ninho macio ela gostará e aceitará tranqüilamente. O número de ovos de cada postura é quase sempre 2, às vezes 3. Cada fêmea choca 3 vezes por ano, podendo tirar até 6 filhotes por temporada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As sabiás fêmeas podem ficar bem próximas umas das outras separadas por uma divisão de tábua ou plástico, mas não podem se ver, de forma alguma. Senão, matam os filhotes ou interrompem o processo do choco, se isto acontecer. No manuseio do macho, o melhor, é colocá-lo para galar e imediatamente afastá-lo da fêmea. O filhote nasce aos treze dias depois de a fêmea deitar e sai do ninho também aos treze dias de idade e pode ser separado da mãe com 35 dias. Com 9 meses, já poderão procriar. As anilhas serão colocadas do 7O ao 10º dia, com 4,5 mm de diâmetro - bitola 7 a ser adquirida do Clube onde seja sócio. Pode-se trocar os ovos e os filhotes de mãe quando estão no ninho. Fundamental, porém, é que se tenha todo o cuidado com a higiene. Lembremos que os fungos, a coccidiose e as bactérias são os maiores inimigos da criação, e têm as suas ocorrências inversamente relacionadas com a higiene dispensada ao criadouro. Armazenar os alimentos fora da umidade e não levar aves estranhas para o criadouro antes de se fazer a quarentena, são cuidados indispensáveis. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A título de informação para reproduzir o sabiá bahiano (Turdus fumigatus) e o sabiá coleira (Turdus albicollis) os procedimentos são praticamente idênticos. Outra questão a mais importante na criação doméstica é que podemos produzir os cantos, isto é, escolher um determinado dialeto e encartá-lo nos filhotes nascidos, dando mais qualidade aos nascituros, aí é que está o segredo do sucesso. Isso é que nos anima. Muitos quererão possuir um pássaro diferenciado e que cante o seu dialeto preferido.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/7577173324572738277/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/criacao-de-sabia-laranjeira.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7577173324572738277'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7577173324572738277'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/criacao-de-sabia-laranjeira.html' title='CRIAÇÃO DE SABIÁ-LARANJEIRA'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-1025929801663146012</id><published>2011-07-14T10:46:00.000-03:00</published><updated>2011-07-14T10:46:02.667-03:00</updated><title type='text'>COMO MONTAR UMA PET SHOP</title><content type='html'>&lt;b&gt; Introdução&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;FICHA TÉCNICA&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;Setor da Economia: Secundário&lt;br /&gt;
Ramo de Atividade: Comércio e Serviços&lt;br /&gt;
Tipo de Negócio: Comércio de animais e produtos veterinários, prestação de serviços e banho e tosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
APRESENTAÇÃO. O carinho que muitos donos têm pelos seus animais, considerando-os muitas vezes um membro da família, justifica a proliferação de negócios relacionados a eles.&lt;br /&gt;
Hoje, as lojas para animais se especializaram na oferta de produtos indispensáveis ao sofisticado cotidiano dessas adoráveis criaturas domésticas . Com nome importado, as pet shops de hoje são mais sofisticadas, oferecem produtos importados e serviços diferenciados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MERCADO. A concorrência entre as lojas não é muito acirrada, uma vez que é rara a sua concentração em uma mesma região. O conhecimento demonstrado pelo proprietário da loja sobre seus produtos e animais pode ser a diferença na conquista e formação da sua clientela, além de qualidade, variedade, preço, bom atendimento e a atenção dispensada aos animais.&lt;br /&gt;
Este mercado desponta como uma promissora oportunidade de negócio para o pequeno empreendedor, visto que, o número de animais de estimação vem crescendo muito no Brasil, seguindo a tendência verificada nos Estados Unidos e na Europa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LOCALIZAÇÃO. É bom levar em consideração as facilidades de acesso e a disponibilidade de vagas para estacionar próximo ao ponto comercial. Se houver possibilidade, ofereça estacionamento no local ou convênio com estacionamentos nas redondezas.&lt;br /&gt;
Uma característica importante do setor é o fato de as pet shops serem “empresas de vizinhança”. Essas lojas têm um raio de alcance pequeno e atingem, em sua maioria, as pessoas que moram nas proximidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ESTRUTURA. Manter uma estrutura de COMERCIALIZAÇÃO conforme o que determina a lei, significa: mantê-la separada das dependências residenciais ou outras estranhas à finalidade específica do estabelecimento, bem como disponibilizar dependências adequadas à correta conservação e manutenção de limpeza, desinfecção e refrigeração dos produtos.&lt;br /&gt;
Uma sugestão para o arranjo físico de um estabelecimento comercial de um negócio desta natureza é: Dispor de um balcão de atendimento, espaço e prateleira adequados para expor diversos produtos, uma área reservada para banho e tosa, escritório, sala de veterinária e estoque. Por questão de segurança, é aconselhável colocar produtos farmacêuticos (vitaminas, vacinas, etc.) em prateleiras atrás do balcão, sob supervisão de um veterinário para orientação sobre o uso de tais produtos.&lt;br /&gt;
Caso o empreendedor venha, também, a comercializar animais, precisará construir boxes para os cães e gatos, gaiolas para os pássaros e infra-estrutura adequada para a higiene, alimentação e cuidados com a saúde do animal. Normalmente, os animais ficam expostos logo na entrada, funcionando assim como grandes atrativos para as crianças, que influenciam a compra dos animais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
EQUIPAMENTOS. Os equipamentos básicos para instalação de uma loja de animais são:&lt;br /&gt;
- Balcão de atendimento, vitrine, prateleiras;&lt;br /&gt;
- Banquetas/cadeiras, tanque com chuveiro móvel;&lt;br /&gt;
- Secadores, escovas, pentes, tesouras, máquina de tosa, alicates de unhas, mesa de alumínio para tosa, gaiola com três divisões, jogos de lâminas, etc..&lt;br /&gt;
- Móveis e equipamerntos de escritório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INVESTIMENTOS. Será fundamental fazer uma avaliação precisa do Capital disponível, para que se possa dimensionar o negócio corretamente, sendo que o valor do investimento pode girar em torno de R$ 30 Mil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PESSOAL. Deverão ser pessoas que tenham conhecimentos sobre animais, de como manejá-los e detectar doenças. Além desses aspectos técnicos, é muito importante que esses funcionários também tenham como característica o carinho no trato dos animais.&lt;br /&gt;
É conveniente ter como sócio um veterinário, já que a legislação exige a presença desse profissional no caso de comercialização de produtos veterinários. Somente esse profissional tem condições de cuidar da saúde dos animais e de aplicar vacinas, por exemplo. Com isso, o estabelecimento terá um diferencial para competir com as redes atacadistas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DESPESAS. As despesas gerais de administração irão variar de acordo com a estrutura adotada pelo empreendedor. Por exemplo, o valor do aluguel do imóvel (casa, loja, sala, galpão, terreno). As despesas básicas são praticamente padronizadas tais como energia elétrica, água, telefone, honorários do contador, retirada do proprietário. Já outras são específicas de uma loja de animais, como aquisição de produtos como xampú e condicionador para a lavagem dos animais, etc...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FORNECEDORES. Os fornecedores dos produtos comercializados pela loja são os distribuidores, que costumam visitar os clientes para oferecer a mercadoria. O material utilizado para banho e tosa (xampú e condicionador) pode ser encontrado facilmente em lojas especializadas.&lt;br /&gt;
No caso dos animais, são fornecidos pelos próprios criadores, que trabalham em consignação ou sob encomenda. É possível contatá-los através das associações de criadores nos estados. Uma vez vendido um animal na loja, é importante ter produtos que lhe darão manutenção e assistência contínua.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PRODUTOS. As lojas de animais comercializam, além de animais propriamente ditos, artigos para sua manutenção como rações, medicamentos, produtos de higiene, acessórios e prestam serviços como banho e tosa.&lt;br /&gt;
Há uma tendência em sofisticar esse comércio, oferecendo produtos exclusivos e diferenciados, visando atingir consumidores de maior poder aquisitivo, aliado à prestação de serviços. Atualmente, poucos empreendedores concentram-se apenas na venda de produtos. Alguns produtos (como ração e alguns acessórios) são comercializados por supermercados, que conseguem oferecer preços bastante atraentes aos consumidores.&lt;br /&gt;
A aquisição das mercadorias deve ser bem planejada e irá variar de acordo com as características do estabelecimento, especialmente hábitos de consumo da clientela.&lt;br /&gt;
Os produtos básicos comercializados são: alpiste, aveia, fubá, farelo, semente de girassol, quirela, rações diversa (para pássaros, periquitos, peixes, cães e gatos), comedouros, gaiolas, capas, bebedouros, correntes para cães, coleiras, peitoral, escovas plásticas, equipamentos para aquários, medicamentos, produtos de higiene e limpeza, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FUNCIONAMENTO. Uma loja de animais consiste basicamente na venda de produtos e serviços como banho e tosa. Nesses casos, os donos levam os animais à loja e vão buscá-los mais tarde, na maioria das vezes. Enquanto aguardam, os animais ficam em gaiolas adequadas. Pode ser interessante oferecer serviços de transporte de animais (buscá-lo e levá-lo de volta após o serviço, por exemplo).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALTERNATIVAS. Adotar o sistema delivery (buscar e entregar animais em domicílio) é uma estratégia que pode ser adotada pela empresa para facilitar a vida de seus clientes e aumentar a demanda por banho e tosa. Por outro lado, essa iniciativa pode diminuir o número de clientes que visitam as lojas e, como conseqüência, o volume de vendas de roupas, brinquedos e outros acessórios. Outra sugestão é adotar a Internet, viabilizando a aquisição de produtos e serviços de forma virtual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
LEMBRETES. Além dos dados aqui apresentados, torna-se necessário, algumas outras dicas:&lt;br /&gt;
- Visitar estabelecimentos congêneres, conversar com pessoas que já estejam no ramo há algum tempo, ler publicações específicas, consultar entidades de classe ou sindicatos, com certeza trará informações importantes, que em muito o ajudarão;&lt;br /&gt;
- O comércio de animais vivos traz alguns riscos, principalmente relacionados a sua mortalidade. É imprescindível que o local esteja sempre rigorosamente limpo, a fim de evitar doenças;&lt;br /&gt;
- É importante gostar muito de lidar com animais e conhecer muito bem as características de cada espécie e raça. Além disso, é necessário saber a melhor forma de tratá-los, bem como os produtos mais adequados a cada caso;&lt;br /&gt;
- Animais como cães e gatos são vendidos em consignação ou por encomenda e não ficam na loja por mais que um dia devido aos custos de manutenção e a responsabilidade sobre eles.&lt;br /&gt;
Legislação Específica&lt;br /&gt;
Torna-se necessário tomar algumas providências, para a abertura do empreendimento, tais como:&lt;br /&gt;
- Registro na Junta Comercial;&lt;br /&gt;
- Registro na Secretária da Receita Federal;&lt;br /&gt;
- Registro na Secretária da Fazenda;&lt;br /&gt;
- Registro na Prefeitura do Município;&lt;br /&gt;
- Registro no INSS;(Somente quando não tem o CNPJ – Pessoa autônoma – Receita Federal)&lt;br /&gt;
- Registro no Sindicato Patronal;&lt;br /&gt;
- Registro no IBAMA para comercialização de animais aquáticos vivos (peixes ornamentais);&lt;br /&gt;
- Registro no ministério da agricultura para comercialização de rações, vacinas e outros produtos veterinários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O novo empresário deve procurar a prefeitura da cidade onde pretende montar seu empreendimento para obter informações quanto às instalações físicas da empresa (com relação a localização),e também o Alvará de Funcionamento.&lt;br /&gt;
Além disso, deve consultar o PROCON para adequar seus produtos às especificações do Código de Defesa do Consumidor (LEI Nº 8.078 DE 11.09.1990).&lt;br /&gt;
É importante estar atento à legislação que regulamenta o comércio de animais. É proibida a venda de animais da fauna brasileira, sob pena de prisão, além dos animais domésticos, é permitido o comércio de pássaros e pequenos roedores de origem estrangeira, como canários belgas, periquitos australianos, hamsters, etc..&lt;br /&gt;
O conhecimento de algumas lesgislações é de extrema importância, tais como:&lt;br /&gt;
- Declaração Universal dos Direitos dos Animais: Declara sobre os direitos dos animais.&lt;br /&gt;
- Decreto Federal nº 24 645/34. Referente a tutela dada pelo estado aos animais.&lt;br /&gt;
Para maiores esclarecimentos sobre a legislação consultar o site Geocites.&lt;br /&gt;
Registro Especial&lt;br /&gt;
É obrigatória a supervisão de um profissional da área, ( Conselho Regional de Medicina Veterinária – Veterinário), visto que a legislação exige a presença desse profissional, ( RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL - Estabelecimentos que armazenem, distribuem, comercializem, importem ou apenas exportem produtos veterinários, estão obrigados a ter um médico veterinário como responsável);&lt;br /&gt;
Produtos veterinários somente poderão ser comercializados depois de devidamente registrados no Departamento de Defesa Animal da Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, do Abastecimento e da Reforma Agrária.&lt;br /&gt;
Os documentos necessários para abertura de qualquer empresa são: três cópias autenticadas do CIC e do RG dos sócios, duas cópias autenticadas do IPTU da sede da empresa, comprovante de residência de cada um dos sócios (conta de telefone ou de luz do mês anterior) e as cinco últimas declarações do Imposto de Renda. O primeiro passo é apresentá-los em um Cartório de Registro Civil de Pessoa Jurídica. Depois, o empreendedor deve ir à Receita Federal e, por fim, comparecer à prefeitura.&lt;br /&gt;
PET SHOP. No caso do pet shop , o registro do estabelecimento deverá ser requerido pela firma proprietária ou por seu representante legalmente constituído, mediante pedido instruído com as seguintes informações:&lt;br /&gt;
- Cópia autenticada do contrato social do estabelecimento, com a comprovação de sua constituição legal e alterações posteriores;&lt;br /&gt;
- Localização do estabelecimento (endereço completo) e inscrição no cadastro geral de contribuintes CGC;&lt;br /&gt;
- Representação legal e comprovação da mesma;&lt;br /&gt;
- Atividades a que se destina o estabelecimento;&lt;br /&gt;
- Tipo(s) de produto(s) que pretende fabricar ou importar;&lt;br /&gt;
- Nome, qualificação e registro do responsável técnico;&lt;br /&gt;
- Disposições legais e específicas em que se baseia o requerimento de registro.&lt;br /&gt;
http://www.empregabrasil.org.br/</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/1025929801663146012/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/como-montar-uma-pet-shop.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/1025929801663146012'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/1025929801663146012'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/07/como-montar-uma-pet-shop.html' title='COMO MONTAR UMA PET SHOP'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-8310039982098665704</id><published>2011-04-19T11:22:00.000-03:00</published><updated>2011-04-19T11:22:51.336-03:00</updated><title type='text'>Galo Banquiva</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSezmYaPyjCs0iY0-AteoR0aI-F_nvo-Aucxefy4KVxCh-JvGAhEVtmrbyElqrgA_8TCagsivOqVuv4t8CkdUqDhAaUpiZ5NYXs2Am-i6nwJMYa4rBS5RHRcvPn2ntB-0WzZc1W9fHHxA/s1600/Banquivia.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;205&quot; width=&quot;246&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSezmYaPyjCs0iY0-AteoR0aI-F_nvo-Aucxefy4KVxCh-JvGAhEVtmrbyElqrgA_8TCagsivOqVuv4t8CkdUqDhAaUpiZ5NYXs2Am-i6nwJMYa4rBS5RHRcvPn2ntB-0WzZc1W9fHHxA/s320/Banquivia.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O galo Banquiva é uma pequena ave que vive nas florestas tropicais e subtropicais. Para além da semelhança morfológica com o galo comum, partilha outras semelhanças com este, como por exemplo o de cantar ao levantar do dia e de esgravatar o chão para encontrar comer. &lt;br /&gt;
   O homem domesticou os primeiros galos Banquivas na Índia, cerca de 3.200 a .C. (anos antes do nascimento de Cristo) e a partir de 1.400 a .C. na China. Por volta de 1.500 a .C. domesticou-o no Egipto e em Greta. A espécie estendeu-se de seguida à Europa e ao mundo inteiro. É provável que tenha chegado à América a partir da Ásia, pelas costas do Equador e do Perú. &lt;br /&gt;
   No início, o galo Banquiva foi domesticado primeiro pelo seu papel tanto como animal para sacrifícios como para combates, pela carne e pelos ovos. Os Romanos faziam criação em &quot;galinheiros&quot; em grande escala, mas depois deles esta actividade foi abandonada até ao século XIX. &lt;br /&gt;
   Os Europeus e outros colonos introduziram o galo Banquiva em vários países, como a Austrália, a Nova-Zelândia e a África do Sul. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Como vive &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   O galo de Banquiva vive habitualmente em estado selvagem nas florestas relativamente densas e nas plantações de bambus. Procura com frequência alimento nas clareiras, nas matas e em certas zonas cultivadas como os arrozais. &lt;br /&gt;
   Como o galo doméstico, o galo de Banquiva é um grande adepto dos banhos de poeira. &lt;br /&gt;
   Numa clareira seca da floresta, rebola-se na poeira e bate as asas de forma a provocar a entrada nas penas de pequenas partículas de terra seca ou de areia fina. É assim que ele cuida da sua plumagem e se vê livre dos parasitas. &lt;br /&gt;
   O galo de Banquiva começa e sua actividade diária desde o nascer do sol até às 9 horas da manhã. Descansa então à sombra. Depois quando está mais fresco, por volta das 3 da tarde, recomeça o seu trabalho de procura de comida, até ao anoitecer.   &lt;br /&gt;
   Depois empoleira-se numa árvore para dormir durante a noite. Dorme em conjunto com outros, formando grupos que podem ir dos 5 até aos 30 indivíduos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   O galo Banquiva (Bankiva) faz o ninho habitualmente no fim do Inverno e na Primavera. O galo faz várias demonstrações nupciais para mostrar o seu poder junto dos rivais, defender o seu território e atrair uma galinha. Arrasta uma das asas rodopiando à volta da fêmea, bate ruidosamente as asas como quem bate palmas, eriça as plumas do pescoço e sacode a cabeça. &lt;br /&gt;
   A galinha constrói o seu ninho no chão, no meio de densa vegetação, muitas vezes debaixo de uma silva ou dentro de um maciço de bambus. Ela choca os ovos sozinha. Os pintos são capazes de a seguir somente algumas horas depois do nascimento. &lt;br /&gt;
    As galinhas, como outros animais domésticos, não põem um número determinado de ovos em cada época, mas substituem os ovos que se apanham. Galinhas seleccionadas podem assim pôr um ovo cada dia. O record está em 371 ovos postos por uma única galinha durante um ano. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hábitos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   O galo Banquiva (Bankiva) canta ruidosamente, sobretudo de manhã, para assinalar o seu território e afirmar a sua posição hierárquica dentro do grupo. Na época da reprodução, o macho canta um pouco mais cedo em cada manhã. &lt;br /&gt;
   Há diferenças subtis entre o &quot;cocorico&quot; de cada macho permitindo que os rivais se reconheçam. &lt;br /&gt;
   Esgravatar o chão e depenicar os pequenos pedaços de alimento ou pequenas pedras, constituem a parada nupcial da galinha na presença de um galo. É também desta maneira que ela atrai os seus filhos para que comam e para reforçar as suas ligações com eles. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
   O galo Banquiva consome grãos, frutos, bagas, folhas e pétalas, e rebentos de plantas cultivadas como o arroz, o milho, os feijões e a tapioca. &lt;br /&gt;
   Um estudo mostrou que o Banquiva se alimenta de mais de trinta qualidades diferentes de grãos, assim como numerosos invertebrados: coleópteros, moscas, formigas, percervejos, aranhas, centopeias e caracóis. Na estação seca, desloca-se para os pontos onde há água para beber, de manhã e à noite. &lt;br /&gt;
   O Banquiva desloca-se habitualmente sozinho, esgravatando a terra, para encontrar de comer, mas também em grupos que podem contar com até cinquenta aves. &lt;br /&gt;
   Tal como com o galo comum, existe uma hierarquia e a ave dominante tem acesso prioritário aos melhores locais de alimento. O galo engole minúsculos seixos de pedra para facilitar a trituração dos grãos dentro do papo. &lt;br /&gt;
   Em certas regiões da Birmânia, onde existem minas de pedras preciosas, foram encontrados rubis e esmeraldas no papo de galos Banquiva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Sabia que?... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O galo doméstico, descendente do galo de Banquiva é a ave mais abundante do mundo. Calcula-se que a população mundial de galinhas domésticas seja mais de 8.000 milhões (ou oito biliões) de indivíduos, ou seja cerca de 1,5 galinhas por cada ser humano. &lt;br /&gt;
Na Índia, há muitas lendas tradicionais nas quais a galinha simboliza o amor.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/8310039982098665704/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/04/galo-banquiva.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8310039982098665704'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8310039982098665704'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/04/galo-banquiva.html' title='Galo Banquiva'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSezmYaPyjCs0iY0-AteoR0aI-F_nvo-Aucxefy4KVxCh-JvGAhEVtmrbyElqrgA_8TCagsivOqVuv4t8CkdUqDhAaUpiZ5NYXs2Am-i6nwJMYa4rBS5RHRcvPn2ntB-0WzZc1W9fHHxA/s72-c/Banquivia.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-8324740776205086189</id><published>2011-04-19T11:15:00.000-03:00</published><updated>2011-04-19T11:15:09.187-03:00</updated><title type='text'>Manual do Faisão</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhas9-4JteCjKlMft2Ba7QtEegXhhdhu15IE4IhhU-H8NviW6Crm-DYVxBYZ9fTqerAigno-itXQk4fvj3OoyysisMKsrEpGIvMue58v4JlK-qXkIEFDAIW6WrAsUhXaGoCopxjTD5ny4I/s1600/fais%25C3%25A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;194&quot; width=&quot;259&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhas9-4JteCjKlMft2Ba7QtEegXhhdhu15IE4IhhU-H8NviW6Crm-DYVxBYZ9fTqerAigno-itXQk4fvj3OoyysisMKsrEpGIvMue58v4JlK-qXkIEFDAIW6WrAsUhXaGoCopxjTD5ny4I/s320/fais%25C3%25A3o.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O faisão, é uma ave do gênero galiformes (da mesma família da galinha doméstica, codorna, perdiz e pavão). São originários da Ásia, principalmente da China, Rússia, Nepal, Japão, Himalaia e Tibet. O nome faisão, vem do rio Phasis, (hoje rio Rion), localizado no Cáucaso, (sudoeste da Rússia ), próximo ao mar Negro, local de onde foram levados para a Europa e outras partes do mundo. O faisão em quase sua totalidade, possui um grande dimorfismo sexual, sendo os machos maiores e de plumagem bem mais colorida e brilhante que as fêmeas, acredita-se que uma das razões desse dimorfismo, é que, sob o ataque de um predador, o macho é o mais chamativo, atraindo assim o perigo para ele, enquanto a fêmea foge com a cria. Os machos realizam grandes exibições na época de acasalamento, são geralmente brigões e polígamos. Existem 49 espécies de faisões, das quais 46 são criadas em cativeiro e mais de 160 variedades, existem várias espécies em estado selvagem na Ásia. A primeira espécie introduzida na Europa, foi a phaseanus colchicus, feita a muitos séculos e se habituou tão bem que hoje se tornou uma ave nativa nos bosques europeus. Sua introdução nos Estados Unidos é tão grande que, para se ter uma idéia sua produção anual é entorno de 20 milhões de aves. Sua carne é de delicado e excelente sabor, sendo muito disputada entre os &quot;gourmets&quot;. A criação de faisão não é difícil, depende apenas de determinados conhecimentos e dedicação, havendo no entanto algumas espécies raras mais difíceis de criar. Em seu habita, vivem nas clareiras das florestas ou em bosques perto de campos ou plantações, dormem empoleirados em árvores, voam muito rápido fazendo alvoroço ao levantar vôo, no chão são grandes corredores. Alimentam-se de insetos, larvas, frutos, brotos e sementes. Vivem em bandos e na época de acasalamento, primavera e verão, os machos começam a brigar e a formarem casais ou grupos familiares. As fêmeas se aninham no chão, geralmente em buracos que são cobertos pôr folhas e capins. Os filhotes nascem ágeis e começam a voar aos três meses. Em cativeiro a fêmea raramente bota os ovos em ninho e mais difícil ainda é uma fêmea que choque os ovos, sendo necessário o uso de chocadeira ou de mães adotivas (garlinzé ou galinha caipira).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FAISÕES PARA ABATE&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Geralmente são os da família Phasianus colchicus , principalmente o coleira, o versicolor, o jumbo white e os seus cruzamentos. Essas raças são geralmente precoces em sua maturidade sexual, prolíferas, e de uma melhor conversão alimentar. A fêmea inicia a postura em seu primeiro ano, botando uma média de 65 ovos, algumas chegando a 100 ovos, com um índice de fertilidade de 75% São polígamos podendo ser colocados 01 macho para 06 fêmeas em viveiros individuais ou a mesma proporção em viveiros coletivos, sendo que nesses, sempre acaba ocorrendo a eliminação de alguns machos inativos pôr outros ativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FAISÕES PARA CAÇA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em geral, são utilizados os mesmos faisões destinados ao abate, só que com um selecionamento para uma ave mais leve e mais selvagem, também são utilizados para caça o faisão venerado (na França) e lady (na Inglaterra). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CRIAÇÃO PARA ABATE E CAÇA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A época de criação no Brasil é de setembro a janeiro onde existe um maior período de luz, sendo o píco da postura no final de outubro chegando a 70%. O selecionamento é feito visualmente pelo fenótipo, escolhem-se os machos de um lote e fêmeas de outro para se evitar a consangüinidade. Escolhemos sempre os filhotes mais velhos do ano anterior pôr estarem mais aptos a reprodução. Após o selecionamento as aves vão para viveiros que podem ser de família 01 macho e 06 fêmeas, (pelo menos com a metragem de 4 metros quadrados), ou viveiros coletivos 20 machos e 100 fêmeas, (120 metros quadrados), essa relação é diferente pois existe, como já comentado, a eliminação de alguns machos inativos pêlos ativos, esses machos ativos estabelecem território sendo que as fêmeas tem livre acesso entre eles. O viveiro deve receber o sol da manhã, que serve para revitalizar a ave e desinfetar o viveiro, nunca o da tarde pôr ser extremamente forte e extressar os animais. O piso deve ser de areia com uma boa drenagem. As paredes de alvenaria e tela, pelo menos 3 lados de alvenaria e 1 de tela , que deve começar após 0,5 metro de alvenaria, a tela nunca deve entrar em contato com o chão. O teto deve ter uma cobertura de tela, para caso de destelhamento a ave não fugir, e as telhas de barro para um melhor isolamento térmico. Deve ser colocado comedouros e bebedouros automáticos. No viveiro coletivo, faça-o sempre com um grande sombreamento, no local de água e ração, devem ser colocados 6 comedouros e 6 bebedouros automáticos, não se esqueça que o faisão é territorialista. No viveiro coletivo é necessário a colocação de poleiros para diminuir a densidade no chão evitando-se assim a perda de machos pôr briga e fêmeas que possam estar machucadas pôr excesso de cópula. É importante fazer a debicagem no momento da introdução das aves nos viveiros, e sempre que fizer necessário pois ajuda na diminuição da perda de ovos. A faisoa é uma ave ainda selvagem, que não se acostumou ao cativeiro, sua postura é realizada no chão, pôr isso, a captação de ovos é feita 05 vezes ao dia, sempre pelo mesmo tratador, com um uniforme padronizado. A limpeza do ovo pode ser feita com lisoforme (produto encontrado em supermercado), colocados em um bandeja de ovos plástica, nunca de papelão, com o bico virado para baixo, em seguida é feito a fumigação, mistura de permanganato de potássio com formol, que serve para uma total desinfeção dos ovos (uso indicado sómente para grandes produções), após são levados para uma sala com temperatura de 20°C (a partir de 22,2°C tem-se o início da germinação do ovo) e 80% de umidade, ficando estocados um máximo de 07 dias para depois serem incubados, quanto maior for o tempo de estocagem, menor será a porcentagem de eclosão, e maior o número de pintainhos de 2ª (pintainhos que não sobreviverão). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
INCUBAÇÃO ARTIFICIAL E CRIAÇÃO DOS FILHOTES &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os filhotes de faisão são muito espertos e se não tivermos cuidados, certamente perderemos alguns pôr fuga. Ao nascerem deve ser feita a operação na asa para que não voem mais, (animal para abate), o sistema é simples e eficiente, se for para caça ou ornamentação o animal não deve ser operado. Esta operação é uma amputação de um terço de uma das asas com cauterização, esta operação deve ser feita no primeiro dia após o nascimento. Os animais são colocados em criadeiras ou em círculos de eucatex com o piso de serragem branca, iguais aos usados pôr pintos de frango. As granjas devem possuir iluminação artificial controlada, para evitar um dos problemas, o canibalismo (diminui-se a quantidade de luz quando o problema ocorrer).&lt;br /&gt;
A temperatura ideal varia da seguinte forma: 1ª semana 35°C, 2ª semana 31°C, 3ª semana 26°C, mantendo assim até a total formação das penas. No 1º dia é administrado polivitamínico na água devido ao estresse da manipulação dos animais. É recomendado silêncio absoluto, inclusive devemos bater na porta antes de entrarmos no viveiro. Pôr volta do 10º dia, os animais começam a pular o círculo, devemos então, colocar comedouros e bebedouros no lado de fora, quando o número de animais do lado de fora for maior que o de dentro, retiramos o círculo, (pôr volta do 14º dia), já nesta fase são colocados os comedouros e bebedouros automáticos e dia após dia os comedouros e bebedouros infantis são retirados. Em torno do 60º dia, pela manhã, soltamos os faisões para o que chamamos de pasto, grande área verde com pastagem e árvores e abrigos com comedouros e bebedouros automáticos, é verdade que as aves terão uma conversão de peso menor, mas evitaremos assim o problema de concentração e canibalismo. O capim do pasto não deve estar alto, pois dificulta a movimentação dos animais, nos primeiros dias os animais devem ser recolhidos ao entardecer para verificação de possíveis animais machucados e para que se ambientem aos poucos. O abate ocorre em torno do 5º mês o macho pesando 1,350 kg e a fêmea 1,100 kg Os faisões para caça são colocados em viveiros totalmente telados para que desde cedo possam se exercitar A caça é realizada no Brasil entre os meses de abril e julho, época com o clima mais fresco. Os animais são soltos logo pela manha em grupos de pelo menos 2, ou então devem ser ambientados em pequenos viveiros ao longo da área de caça e soltos 1 dia antes a noite. No mundo inteiro o faisão é caçado, inclusive em todos os países desenvolvidos e radicais ecologicamente, prática essa não combatida pois os animais são criados para esse propósito, como um frango é criado para o abate. O próprio Príncipe Charles mundialmente conhecido como defensor da natureza é um aficionado pôr essa caça, esse empreendimento é gerador de imensa riqueza aos países, devido as altas taxas cobradas pelo governo e revertidas ao meio ambiente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ALGUMAS DICAS PARA A CRIAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prefira a mão de obra feminina - use cantos arredondados nos viveiros - não misture animais de idades e raças diferentes - coloque poleiros em todos os viveiros de engorda - no caso de canibalismo, diminua a intensidade de luz, e coloque capim ou verdura amarrados e dependurados para os animais se distraírem - pôr ser considerada uma ave ainda selvagem, não necessita de vacinação - sempre que pôr algum motivo ocorra estresse,administre algum pólivitaminico - vermifugar as matrizes nos meses de agosto e fevereiro &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PROBLEMAS COM ESTRESSE &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não devemos esquecer, que o faisão é uma ave selvagem, dotado de um sistema nervoso muito aguçado. O estresse modifica a velocidade vascular, causando a hipodermia, depressão nervosa e a super atividade das glândulas supra-renais, sendo esse um dos principais motivos de frustração na criação, principalmente para principiantes. Estes são os principais fatores que causam estresse nas aves: - densidade muito elevada no viveiro - problemas alimentares (água suja ou quente, poucos comedores, ração de baixa qualidade ou níveis baixos, mudança repentina de ração, falta de ração pôr um período) - excesso de calor ou luz - transporte dos animais - mudança de ambiente - vacinação e aplicação de remédio - mudança brusca de temperatura - ruídos imprevistos - ataque de animais doméstico - presença de estranhos (quando necessário usar a mesma roupa que o Tratador)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
http://www.avesdecorativas.com.br/aves/informativo/informativo_faisao.html</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/8324740776205086189/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/04/manual-do-faisao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8324740776205086189'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8324740776205086189'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/04/manual-do-faisao.html' title='Manual do Faisão'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhas9-4JteCjKlMft2Ba7QtEegXhhdhu15IE4IhhU-H8NviW6Crm-DYVxBYZ9fTqerAigno-itXQk4fvj3OoyysisMKsrEpGIvMue58v4JlK-qXkIEFDAIW6WrAsUhXaGoCopxjTD5ny4I/s72-c/fais%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-2850066644575956672</id><published>2011-04-09T16:29:00.001-03:00</published><updated>2011-04-09T16:29:57.225-03:00</updated><title type='text'>PAVÃO</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjN7Y46f0BLqTsZ41n8bYxnSb7TXSaTJYEHaUUsP6-t3IcI_XKUrokP05_HJYc5fMszAlYGLxUJurerxzT1SUcBKKSco3sP3rAVEjPMVfKnAEySYA2LJ_ACAYDN-tiJu-nRjA4s5eOW0Oo/s1600/Pavao.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; width=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjN7Y46f0BLqTsZ41n8bYxnSb7TXSaTJYEHaUUsP6-t3IcI_XKUrokP05_HJYc5fMszAlYGLxUJurerxzT1SUcBKKSco3sP3rAVEjPMVfKnAEySYA2LJ_ACAYDN-tiJu-nRjA4s5eOW0Oo/s320/Pavao.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome comum: Pavão&lt;br /&gt;
Nome científico: Pavo cristatus&lt;br /&gt;
Nome em inglês: Peacock&lt;br /&gt;
Filo: Chordata&lt;br /&gt;
Classe: aves&lt;br /&gt;
Ordem: Galliformes&lt;br /&gt;
Família: Phasianidae&lt;br /&gt;
Comprimento: até 2,15 m, incluindo 60 cm de cauda&lt;br /&gt;
Período de acasalamento: de janeiro a outubro (no Hemisfério norte)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão já foi considerado um animal sagrado na Índia. Quem matasse um pavão seria condenado à morte. Hoje esse costume já Não existe, mas dezenas de pavões andam ainda livremente por certos templos hindus e são alimentados pelos sacerdotes. O pavão prefere viver em árvores. À tarde, sobe numa árvore, de galho em galho, até chegar ao topo, onde passa a noite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desce ao amanhecer. Se ameaçado, foge. Só voa depois de correr por uma certa distância. Seu vôo é ruidoso e desajeitado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim que a noite cai, pode-se ouvir os gritos do pavão. Ele é um guardião da floresta e dá o alarma logo que aparece algum predador. Não se domesticam mais pavões porque são aves de convivência difícil. São brigões e não gostam da presença de outros animais; são capazes de destruir flores e arbustos. Seus gritos noturnos, principalmente na época de acasalamento, são muito desagradáveis. O macho tem várias fêmeas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Corteja a fêmea abrindo a cauda e formando um leque. As fêmeas não aparentam estar prestando atenção, mas é então que cada uma faz um ninho, geralmente em uma porção elevada do terreno. Ale põem de 8 a 10 ovos e os chocam cuidadosamente a&#39;te que os filhotes saiam da casca, um mês depois.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: www.felipex.com.br&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NOME COMUM: Pavão&lt;br /&gt;
NOME CIENTÍFICO: Pavo cristatus&lt;br /&gt;
CLASSE: Aves&lt;br /&gt;
FAMÍLIA: Phasianidae&lt;br /&gt;
COMPRIMENTO: Até 2,15 m, incluindo 60 cm de cauda&lt;br /&gt;
PERÍODO DE ACASALAMENTO: De Janeiro a Outubro (no&lt;br /&gt;
Hemisfério norte)&lt;br /&gt;
Características&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão já foi considerado um animal sagrado na Índia, é um guardião da floresta e põem de 8 a 10 ovos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O macho tem várias fêmeas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: www.epadrv.edu.pt&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei Salomão estimava essa ave tanto como o ouro e a prata. Alexandre, o Grande (300 A.C.) o introduziu na Grécia. Espalhou-se pelo Império Romano e, já no século XIV, era encontrado na França, Inglaterra e Alemanha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão é sempre lembrado como uma ave sagrada na maioria dos países orientais. Em países onde ele não possui essa conotação era oferecido como fina iguaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consta que vários nobres, quando queriam destacar-se em festas, mandavam servi-lo. Esse fato era bastante freqüente na corte inglesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os maometanos têm o pavão como um ser de azar pois, segundo os ensinamentos de sua religião, essa ave guiou a serpente para a árvore do conhecimento, no jardim do Édem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, por isso, sob o ponto de vista de sua religião, vive sob etérna praga. O fato é que o pavão desperta paixão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É uma ave muito linda e cobiçada e, pelo fato de ser tão atraente, esta normalmente associada à vaidade e ao poder.&lt;br /&gt;
CLASSIFICAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
classe........................................................neornithe ordem........................................................galiforme família........................................................phasanidae gênero.......................................................pavo espécie......................................................pavão indiano, pavão verde e pavão do Congo Existem mutações no pavão indiano, das quais resultaram o pavão branco e o de ombros negros.&lt;br /&gt;
O cruzamento do pavão branco com o azul resulta numa linda ave denominada arlequim.&lt;br /&gt;
CARACTERISTICAS GERAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peso do macho: 3.900 grs peso da fêmea: 3.300 grs Peso do ovo: 103 grs maturidade sexual do pavão azul, branco, arlequim e ombros negros: 2 anos maturidade sexual do pavão verde: 3 anos O pavão, de um modo geral, é uma ave muito dócil, facilmente adaptável e que pode viver, segundo relatos, até cinqüenta anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão é dono de uma plumagem exuberante, multicolorida e em tons de branco, azul, verde, dourado ou negro. As cores são muito intensas. Possui um bailado na época do acasalamento que evidencia, ainda mais, o brilho e a cor de sua plumagem. Adora dormir na copa das árvores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comportamento este adquirido desde os primórdios de sua existência, pois, somente assim, ele deixa de despertar a atenção dos predadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como foi dito anteriormente o pavão é um ser muito sociável e afeiçoa-se ao seu tratador. Pode ser mantido solto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todavia, se a ave for recém introduzida no local sugere-se que o casal permaneça fechado durante 15 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após este período deve-se soltar o macho e colocar ração e água do lado de fora do viveiro. Após 15 dias pode-se soltar a fêmea e, assim, o casal permanecerá onde o proprietário quiser.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os machos, na época de acasalamento, demarcam seu território através de brigas onde usam as fortes asas e a espora, mas é raro ver uma disputa sangrenta. Normalmente, pode-se criar pavões em viveiros coletivos, misturando-se vários machos às fêmeas. Um macho pode cobrir até 3 fêmeas. Quantidade maior que essa não é recomendada, pois pode diminuir a porcentagem de nascimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aqui no Brasil a época de procriação vai de setembro a janeiro, quando a fêmea põe, em média, 23 ovos, que eclodem após 28 a 30 dias.&lt;br /&gt;
INCUBAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode ser chocado pela própria mãe, por galinhas, por peruas e, também, por incubadoras automáticas. Neste caso usa-se a temperatura de 90 graus Farenheit. Alguns criadore optam por 95 graus Farenheit.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pavoa é, comprovadamente, uma boa mãe. Tanto que, muitas vezes, na época de choca, ela prefere morrer a deixar o ninho quando atacado por predadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A linda cauda do pavão não possui somente a finalidade de o ornamentar. Serve, também, de apoio durante o coito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As penas não podem ser arrancadas das aves, pois a dor as levaria à morte. No final de janeiro, normalmente, elas começam a se desprender e, após 30 dias, todas já caíram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de um mês começa o processo de reposição, nascendo novas plumas que atingem seu tamanho total na próxima estação de procriação.&lt;br /&gt;
ALIMENTAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Antigamente pensava-se que se devia oferecer, ao pavão, frutas, queijos e comidas exóticas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naturalmente que adoraria receber este trato, mas ele precisa de proteína constante, pôr isso, aconselhamos fornecer-lhe ração de galinha a granel ou em &quot;pelets&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Época ração de 1 a 60 dias...........&lt;br /&gt;
Inicial de 60 a 120 dias............................&lt;br /&gt;
Crescimento após 120 Dias......................................&lt;br /&gt;
Engorda de agosto a janeiro.................&lt;br /&gt;
Reprodução após janeiro .................................manutenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nas primeiras quarenta e oito horas de vida os filhotes possuem, ainda, uma reserva de alimento. Deverão estar em um local arejado e abrigados do frio e do vento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Temperatura ideal das criadeiras:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As primeiras 48 horas..................................38 graus Célsius Primeira semana...........................................36 graus Célsius Segunda semana...........................................31 graus Célcius Terceira semana............................................28 graus Célcius&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pode-se dar frutas e verduras como complemento de sua alimentação. Uma sugestão para alimentarmos filhotes na primeira quinzena de vida: ovos cozidos amassados com garfo. O importante é fornecer, sempre, uma ração de boa qualidade, água limpa e um ambiente seco e livre de vento.&lt;br /&gt;
VERMIFUGAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O uso de vermífugo é muito importante na criação do pavão. A partir de dois meses de idade a ave deve ser vermifugada mensalmente, até os 8 meses. Após deve-se vermifugá-lo 2 vezes ao ano.&lt;br /&gt;
VIVEIROS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os filhotes, quando incubados em criadeira devem ser colocados em ambientes suspensos, secos e livres de correntes de ar. Deve haver fornecimento de calor artificial por meio de campânulas a gás ou elétrica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ração e a água devem ficar longe da fonte de calor e o ambiente deve possibilitar a avezinha sair de baixo do aquecedor quando desejar. Lembre-se: muito calor pode desidratar a ave levando-a à morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Semanalmente, vá diminuindo a quantidade de calor disponível até que o filhote, já emplumado nas costas, não necessite mais de aquecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A partir desse momento pode-se colocá-lo em um viveiro onde possa receber sol. Mas deve ser recolhido à noite ou por ocasião de chuvas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Evite sempre ambiente sujo, pois a umidade dos detritos fazem proliferar bactérias e fungos que, sobretudo nos pavões, atacam as vias respiratórias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ambiente, portanto, deve estar sempre bem monitorado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: www.fazendavisconde.com.br&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão é uma ave de grande porte, com origem na Índia, onde já foi considerado um animal sagrado.&lt;br /&gt;
Nesses tempos, o castigo aplicado a quem voluntariamente matasse uma destas aves, podia ser a pena capital.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de ser um animal de quinta, o pavão é, acima de tudo, uma ave ornamental, que pode ser encontrada em muitos jardins públicos.&lt;br /&gt;
O seu som característico, alerta-nos para a presença deste animal, mesmo quando não o vemos, embora ele nos esteja a observar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o pavão abre o seu leque de penas, está à procura de uma pavoa para cortejar, é para esse efeito que os machos usam as suas cores garridas.&lt;br /&gt;
A pavoa, como acontece com as fêmeas de quase todas as aves, é bastante mais discreta. Embora seja também de grande beleza, as suas cores menos vivas servem como camuflagem para proteger o ninho, ou as crias, dos predadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para passar a noite, o pavão sobe para os ramos mais altos dos arbustos, ou mesmo árvores, para se sentir protegido. Caso sinta algum predador por perto, emite repetidamente o seu som característico, para o afugentar, e para avisar as outras aves da presença de intrusos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão é uma ave muito territorialista, portanto, sempre que sente o seu território invadido por outro macho da mesma espécie, vai lutar com ele, até que o estranho abandone o seu território. Se, eventualmente, perder uma luta, então retira-se, para procurar outro território e lutar pela sua posse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o tempo que dura a época do acasalamento, o pavão faz ecoar a sua voz noite e dia, sendo por isso um animal desaconselhado para viver em zonas muito habitadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pavoa põe, em média, 6 a 8 ovos, que levam cerca de 30 dias a eclodir.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um pavão pode viver cerca de 30 anos, e medir cerca de 2 metros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: bicharada.net&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
PAVO CRISTATUS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão é uma ave natural de Burma, Ceilão, Java, Malaia e Congo. Essa ave não migrou sozinha, sendo introduzida pela mão do homem, seu grande admirador. Existem relatos na Bíblia, no Livro dos Reis, capítulo 10, versículo 22, onde aparecem os primeiros registros dessa ave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos fenícios devemos os primeiros créditos de importação do pavão , quando o levaram para o Egito como presente ao Faraó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O rei Salomão estimava essa ave tanto como o ouro e a prata. Alexandre, o Grande (300 A.C.) o introduziu na Grécia. Espalhou-se pelo Império Romano e, já no século XIV, era encontrado na França, Inglaterra e Alemanha. O pavão é sempre lembrado como uma ave sagrada na maioria dos países orientais. Em países onde ele não possui essa conotação era oferecido como fina iguaria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Consta que vários nobres, quando queriam destacar-se em festas, mandavam servi-lo. Esse fato era bastante freqüente na corte inglesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os maometanos têm o pavão como um ser de azar pois, segundo os ensinamentos de sua religião, essa ave guiou a serpente para a árvore do conhecimento, no jardim do Édem . E, por isso, sob o ponto de vista de sua religião, vive sob etérna praga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O fato é que o pavão desperta paixão. É uma ave muito linda e cobiçada e, pelo fato de ser tão atraente, esta normalmente associada à vaidade e ao poder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: www.avesdecorativas.com.br&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O colorido dessa ave, originária da Ásia, denuncia seu parentesco com o Faisão (ambos pertencentes a família dos faisianídeos). Assim como seus primos, os pavões machos são mais vistosos e um pouco maiores que as fêmeas. Do bico à extremidade da cauda o macho chega a atingir mais de 2 m.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que não quer dizer muito, pois as penas mais longas da cauda ultrapassam facilmente 1 m. Seu peso varia em torno de 4 kg, e a altura é de cerca de 80 cm. A carne é boa, sem ser especialmente saborosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Porém, somente aves novas prestam para o consumo, uma vez que nas adultas a carne torna-se muito rígida. Por essa e outras razões, o pavão é criado mundialmente apenas para ornamentação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O espaço mínimo para criar um casal e de 4m x 4m. o poleiro é obrigatório, pois o pavão gosta de trepar em árvores e em outros lugares altos. O pavão consome cerca de 100 g de alimento por dia. A ração , a mesma fornecida as galinhas deve ser deixada a vontade, mas assim como a água deve ser trocada sempre.&lt;br /&gt;
Maturidade sexual&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A maturidade sexual chega para os machos a partir dos 3 anos de vida,quando a plumagem da cauda atinge o tamanho máximo.&lt;br /&gt;
As fêmeas estão prontas para a reprodução um ano antes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pavões podem procriar até 13-14 anos, porém é díficil atingir mais de 18 anos de vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: www.animalnet.com.br&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sua aparência espetacular fez dele uma popular ave ornamental por centenas de anos, e acredita-se que tenha sido introduzido na Mesopotâmia há mais de 4 mil anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão tornou-se símbolo de status desde então, e é comumente visto na grama de mansões em todo o mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O macho é uma das aves voadoras mais conhecidas, apesar de seu tamanho, e consegue voar facilmente para a segurança das árvores quando se sente ameaçado por predadores. A fêmea é menor e conta com cores muito menos chamativas que as do macho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: www.animalplanetbrasil.com&lt;br /&gt;
Pavão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chama-se pavão a aves dos géneros Pavo e Afropavo da família dos faisões (Phasianidae). Os pavões preferem alimentar-se de insectos e outros pequenos invertebrados, mas também comem sementes, folhas e pétalas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pavões exibem um complicado ritual de acasalamento, do qual a cauda extravagante do macho tem um papel principal. As características da cauda colorida, que chega a ter dois metros de comprimento e pode ser aberta como um leque, não têm qualquer utilidade quotidiana para o animal e são um exemplo de selecção sexual.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando o processo é bem sucedido, a pavoa põe entre 4 a 7 ovos, que chocam ao fim de 28 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A cauda dos pavões gerou o interesse de várias culturas, pela sua exuberância de cores e beleza das penas, e justificou a sua criação em cativeiro. Já foram criadas diversas variedades por selecção artificial que apresentam plumagem branca, negra, púrpura, entre outras cores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: pt.wikipedia.org&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiW39DRopnJohsL2madLIHr05Qency7UCWuD_XnLuyj3OK-2vJ24rsSs2saOSp6aVs4K-UGWOJC9cwCFdIz5L2BhZxBquxkeussSZJSRNkFZl8MaYswcqCHwYXPieZhDs3dFxlCgwMbJZU/s1600/Pavao.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left:1em; margin-right:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; width=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiW39DRopnJohsL2madLIHr05Qency7UCWuD_XnLuyj3OK-2vJ24rsSs2saOSp6aVs4K-UGWOJC9cwCFdIz5L2BhZxBquxkeussSZJSRNkFZl8MaYswcqCHwYXPieZhDs3dFxlCgwMbJZU/s320/Pavao.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/2850066644575956672/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/04/pavao.html#comment-form' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/2850066644575956672'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/2850066644575956672'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/04/pavao.html' title='PAVÃO'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjN7Y46f0BLqTsZ41n8bYxnSb7TXSaTJYEHaUUsP6-t3IcI_XKUrokP05_HJYc5fMszAlYGLxUJurerxzT1SUcBKKSco3sP3rAVEjPMVfKnAEySYA2LJ_ACAYDN-tiJu-nRjA4s5eOW0Oo/s72-c/Pavao.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-3677235179834934117</id><published>2011-03-19T11:16:00.001-03:00</published><updated>2011-03-19T11:16:21.540-03:00</updated><title type='text'>Marreco</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaROis5MkR1O7aAaD3hp8zlr3Zm3kpzfkPBqH39tIlXogtVhtXF8ovwcLmuk4WdCr1wD1BRljnSU47ouAF9GAd2ut_b33rNLF8ycCjuHI8iWjM4sZcXo9hVJ6fvpkvKf5K00fyPGW3M0k/s1600/Marreco.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;197&quot; width=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaROis5MkR1O7aAaD3hp8zlr3Zm3kpzfkPBqH39tIlXogtVhtXF8ovwcLmuk4WdCr1wD1BRljnSU47ouAF9GAd2ut_b33rNLF8ycCjuHI8iWjM4sZcXo9hVJ6fvpkvKf5K00fyPGW3M0k/s320/Marreco.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;MARRECOS não possuem as carúnculas (verrugas vermelhas) sobre o bico e em torno dos olhos, características dos patos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aves aquáticas com muitas semelhanças, marrecos e patos são facilmente confundidos. Criadores experientes sabem distinguir uma espécie da outra por vários motivos, mas apontam as carúnculas (verrugas vermelhas) sobre o bico e em volta dos olhos como a característica mais visível para especificar o pato, além do fato de a ave ser mais alongada. Já os marrecos são mais compactos e definidos, o que pode facilitar a padronização dos exemplares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na criação doméstica, dependendo da variedade escolhida, uma diferença é o desapego das marrecas com os filhotes, particularidade que deve ser levada em conta por quem tem intenção de iniciar a prática. A falta de interesse das fêmeas pelos próprios ovos pode encarecer a atividade, caso a opção for pelo uso de chocadeiras elétricas. Uma alternativa para gastar menos é adotar amas para o período do choco. Peruas, patas e galinhas são aves que podem substituir a tarefa das verdadeiras mães.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fora isso, a criação de marrecos é muito simples e pode ser bastante rentável para o produtor. Não há necessidade de muito espaço para lidar com as aves nem de grandes estruturas e ambientes sofisticados. Os marrecos são animais rústicos, resistentes, adaptam-se a qualquer clima e não demandam cuidados veterinários, exceto a aplicação de vermífugos antes e depois da postura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a criação é bem manejada, podem ser aproveitados tanto os ovos e as carnes dos marrecos para consumo quanto as penas e as plumas para artesanato e enchimento de travesseiros e edredons, além dos dejetos – como adubo para hortas ou insumo para a piscicultura. Em contato com a água, as fezes dos marrecos possibilitam a formação de micro-organismos que são consumidos pelos peixes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para garantir o sucesso da criação, machos e fêmeas devem ser selecionados e não podem ser consanguíneos, para evitar má formação de filhotes. Raças são melhoradas quando há cuidados na seleção de animais sadios, ágeis e sem defeito para reprodução. Até os dois meses de idade, o pouco som que emite distingue o marreco da marreca, que grasna com frequência. Entre as aves adultas, além do modo de grasnar, a distinção está na presença de uma pena enrolada na cauda do macho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma prática que acelera o crescimento das aves é o uso de lâmpadas acesas no viveiro durante a noite. Com a iluminação permanente, os filhotes dormem menos, se alimentam ao longo da madrugada e, assim, se desenvolvem mais rapidamente. Ao mesmo tempo, ficam aquecidos enquanto não contam com as penas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 MÃOS À OBRA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; INÍCIO Com um marreco e uma fêmea pode-se começar a criação. As aves devem ser adquiridas de criadores idôneos e, de preferência, com indicação. Há cerca de 15 raças, como rouen, mallard, cayuga e pompom, mas a pequim, de crescimento rápido, é a mais indicada para a produção de carne e ovos. A fêmea chega a pesar 3,6 quilos e o macho 4 quilos. Oriunda da Índia Oriental, a corredor-indiano também é indicada para obtenção de ovos. Com três variedades de cores, o macho da raça pode pesar até 2 quilos e a fêmea 1,8 quilo.&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; AMBIENTE Os marrecos têm boa capacidade de adaptação em ambientes diversos. Podem ser criados em chácaras, sítios, fazendas e até em espaços ociosos no quintal de residências. Contudo, a instalação de um lago pequeno ou um tanque com 1 metro quadrado e 20 centímetros de profundidade é importante para aumentar a fertilidade das aves aquáticas. Siga as instruções para combater o mosquito da dengue, como trocar a água regularmente. A boa higiene contribui para assegurar a saúde dos marrecos.&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; ESTRUTURA Sarrafo de madeira, tela de arame, pregos e telhas de amianto ou de barro são necessários para construir um abrigo para os marrecos dormirem e se protegerem da chuva e do sol forte, além de acomodar os ninhos. Caso haja materiais disponíveis no local, como sapê e bambu, eles podem ser aproveitados para reduzir custos. São recomendadas área mínima de 1,5 metro quadrado por ave e altura de 60 centímetros para o cercado.&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; CHOCADEIRA Como as marrecas não se empenham em chocar os próprios ovos, é preciso ter uma chocadeira elétrica ou recorrer a amas. O preço do equipamento (600 reais, em média) e o consumo de energia elevam os custos da criação, que podem ser compensados com o uso de instalações simples.&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; ALIMENTAÇÃO Forneça ração balanceada de três a quatro vezes por dia aos marrecos, exceto para os reprodutores, que têm refeições apenas duas vezes por dia para não engordar e prejudicar a postura. Como complemento, ofereça hortaliças como folhas verdes, frutas, farelos e legumes. A adição de pedriscos aos alimentos ajuda a trituração e a digestão da comida. Os marrecos têm o hábito de comer e beber água ao mesmo tempo. Mantenha o bebedouro longe do comedouro para evitar o desperdício de ração.&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; REPRODUÇÃO Os marrecos iniciam a fase de reprodução entre 6 e 8 meses de vida. As fêmeas conseguem botar, em média, 180 ovos por ano, dependendo da variedade e se alimentadas com ração balanceada. A produtividade, no entanto, cai se as refeições se resumirem a restos de comida e milho. Apesar de a primavera ser a melhor época para a postura, a raça pequim só deixa de por ovos durante a muda de penas. Chocadeiras elétricas ou amas devem ser usadas para chocar os ovos, que levam de 28 a 30 dias na incubação, em lugar das marrecas que não se dedicam à prática.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 RAIO X&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; CRIAÇÃO MÍNIMA: um casal&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; CUSTO: de R$ 80 a R$ 100 é o preço do casal da raça pequim&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; RETORNO: um ano&lt;br /&gt;
&gt;&gt;&gt; REPRODUÇÃO: em média, 180 ovos por ano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
*Maria Virgínia F. da Silva é criadora e membra da ABCAves (Associação Brasileira de Criadores de Aves de Raças Puras), Rua Ferrucio Dupré, 68, CEP 04776-180, São Paulo, SP, tel. (11) 5667-3495, www.abcaves.com.br&lt;br /&gt;
ONDE ADQUIRIR: a ABCAves dá indicação dos criadores cadastrados aos interessados na criação; a Chocadeiras Zagas, tel. (11) 2953-3169, é fabricante do equipamento&lt;br /&gt;
MAIS INFORMAÇÕES: criadores Rogério Volante, tel. (11) 4165-1708; Paulo Roberto Santana, tel. (11) 3979-7014; Valmir Guedes, tel. (11) 9427-1476; Joaldo Pereira, tel. (38) 3534-6029; e João Germano, tel. (11) 9135-2041</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/3677235179834934117/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/03/marreco.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/3677235179834934117'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/3677235179834934117'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/03/marreco.html' title='Marreco'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaROis5MkR1O7aAaD3hp8zlr3Zm3kpzfkPBqH39tIlXogtVhtXF8ovwcLmuk4WdCr1wD1BRljnSU47ouAF9GAd2ut_b33rNLF8ycCjuHI8iWjM4sZcXo9hVJ6fvpkvKf5K00fyPGW3M0k/s72-c/Marreco.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-5679306379407516066</id><published>2011-03-10T13:52:00.000-03:00</published><updated>2011-03-10T13:52:58.515-03:00</updated><title type='text'>CODORNA: PEQUENAS E LUCRATIVAS!</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQfZcBic4bLkZsrJ3HcucczIWZaBTlTXWhNJcJyhkcP0eOYh1LK6P5t-Ji7lQHxiK5-UqxulIkEhJQbPrdnDpQ3hp8ZUJ4tliVPuJ8kIjUAgYS1BiwdPcFxtvEn2l6NJQ3c7lmltRgH3Y/s1600/images.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;132&quot; width=&quot;197&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQfZcBic4bLkZsrJ3HcucczIWZaBTlTXWhNJcJyhkcP0eOYh1LK6P5t-Ji7lQHxiK5-UqxulIkEhJQbPrdnDpQ3hp8ZUJ4tliVPuJ8kIjUAgYS1BiwdPcFxtvEn2l6NJQ3c7lmltRgH3Y/s320/images.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiubHABfba-UPJjR0L4Pq4fzdjTN76gKxJr2FjNBOb3f-HuaRfg3eZcQPXAnvhiU5Y4ihz9hg9oprq1LReEMmPwZUfhKAHzoUBMLB35HhM6YWUup2kLqg4meYblYm_i5-ZaqirkBjr8XvY/s1600/images1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; width=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiubHABfba-UPJjR0L4Pq4fzdjTN76gKxJr2FjNBOb3f-HuaRfg3eZcQPXAnvhiU5Y4ihz9hg9oprq1LReEMmPwZUfhKAHzoUBMLB35HhM6YWUup2kLqg4meYblYm_i5-ZaqirkBjr8XvY/s320/images1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os especialistas no assunto apontam: Uma das principais vantagens da coturnicultura, ou criação de codornas, é a facilidade do manejo. Além disso, a atividade pode ser uma boa alternativa econômica, principalmente quanto voltada para a produção de ovos, que sempre apresentou uma boa aceitação no mercado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comercialização dos ovos ocorre até hoje por algumas razões interessantes. Em primeiro lugar, seu sabor semelhante ao da galinha; em segundo devido à produção elevada ao mês de 23 a 25 ovos, (desde que as aves sejam bem alimentadas com ração balanceada), e em terceiro; pelo grande número de pessoas curiosas em consumir um produto que poucos tem a oportunidade de apreciar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde 1963, quando foi lançada uma marchinha carnavalesca, com o nome &quot;Ovo de Codorna&quot;, de Severino Ramos de Oliveira, houve um grande impulso no consumo de ovos que continuou após a regravação da canção, pelo rei do Baião, Luiz Gonzaga, que exaltou e muito as qualidades afrodisíacas do produto. Na verdade, houve um grande impulso no consumo e anos mais tarde calcula-se que a produção de ovo de codornas em 1992 tenha sido algo próximo a 34 milhões de dúzias, o que significa quase 3% da produção da avicultura industrial no mesmo período. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As codornas conhecidas cientificamente como Coturnix coturnix japonica, são pequenas aves originárias da Europa e da Ásia. Os primeiros dados históricos sobre a procedência da codorna datam do século XI, porém, a criação das aves para a produção de carne e ovos teve início em 1910 no Japão, China e Coréia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Após vários cruzamentos e muitos estudos realizados por japoneses e chineses, conseguiram uma ave doméstica. Desta seleção e cruzamento entre espécies silvestres se originou linhagens altamente produtivas, com uma agressividade reduzida e, praticamente, impossibilitadas de voas, quando em liberdade - por possuir asas curtas - contribuíram para a criação em cativeiro e estabeleceu-se assim uma pequena criação. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As codornas são aves resistentes e se adaptam a diversas condições ambientais, mas se desenvolvem bem melhor em clima estável, com temperatura de 25 graus. Elas não gostam de ventos de sol e quando vivem soltas, tem o hábito de ficarem escondidas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A criação pode ser iniciada com apenas 100 aves, para o consumo familiar. &quot;Com mil ou duas mil aves, a lucratividade é pequena, mas é um bom número para começar e é a quantidade recomendada para uma pequena granja. Neste caso, é aconselhável formar uma pequena clientela na região antes de comprar as aves, para não haver encalhe dos ovos. É possível também adquirir aves ainda pequenas (a partir de um dia) fazer a recria até ficarem prontas para a postura&quot;, comenta William Fujikura, proprietário da Granja Fujikura, que está no mercado há 25 anos e mantém hoje 60 mil matrizes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo dos anos, a granja vem investindo muito em tecnologia e sanidade para melhorar a qualidade, aperfeiçoando-se, principalmente no fornecimento de codorna de um dia. Hoje, a Granja Fujikura é a primeira granja matrizeira e incubatória registrada pelo Ministério da Agricultura. &quot;Atualmente, o mercado exige do criador um produto de boa qualidade, por isto todo o nosso trabalho começa com a genética das aves&quot;, diz William.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lá, na Granja Fujikura só se cria codorna da raça japonesa (uma das grandes vantagens da codorna desta espécie aparece na hora de se fazer a sexagem, que é feita pela cor). As mais claras são as fêmeas. Mas essa não é uma característica natural, foi um trabalho de seleção genética feita pelo próprio pessoal da granja. &quot;Esta técnica foi desenvolvida pelos meus pais, que estudaram vários anos nesse sentido para aprimorar e conseguir chegar aonde chegou&quot;, aponta Fujikura. A ave é precoce, inicia a postura por volta dos 40 dias de idade. Também é bastante produtiva. Um lote de cem aves, por exemplo, rende aproximadamente 95 ovos por dia. Comercialmente, as codornas ficam em postura por um ano. Depois são descartadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alternativas de criação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Qualquer das atividades dentro da coturnicultura pode dar bons lucros desde que, na criação, sejam adotados manejos adequados e que as aves (pintinhos de um dia) sejam adquiridos somente de criadores idôneos&quot;, dizem os especialistas. Sem estes requisitos, todos os esforços no sentido de obter uma boa produção poderão resultar em desperdício de recursos financeiros. Hoje no mercado é possível encontrar criadores com longa experiência no ramo e especializados em cada uma das atividades. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A produção de ovos para posterior comercialização, por exemplo, é a modalidade mais comum das granjas. Para tanto, hoje em dia, é necessário mais profissionalização. De acordo com William Fujikura, da Granja Fujikura, uma grande alternativa do pequeno produtor ou dos iniciantes na criação, é agregar valor ao produto. Os ovos podem ser oferecidos descascados e prontos para consumo para bares, restaurantes e diretamente de porta em porta. &quot;Esta opção, talvez seja interessante, pois a aceitação desses produtos é grande pela praticidade&quot;, afirma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;O mercado também está aberto para todos. Porém, o sucesso da coturnicultura dependerá, por exemplo, por quanto o criador poderá vender seu produto. No passado, o que mais se encontrou foram pessoas desesperadas para comercializar a produção e não encontrando baixaram os preços. Outras preocupações do mercado são: o preço e as crises pelas quais passam as commodities. Anos atrás muitos criadores tiveram problemas com o abastecimento, com isto alguns não conseguiram se recuperar e terminaram &#39;quebrando&#39; &quot;, conta William. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recriar a codorna para vender a produtores é uma alternativa que muitas vezes se torna mais rentável que a produção de ovos. É uma atividade que exige muita responsabilidade e experiência, pois a garantia de cliente fixo é justamente o bom desempenho dos lotes recriados. &quot;Adquirir pintinhos de 01 dia de matrizeiros de confiança, nesse caso, é fundamental&quot;, afirma. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As codornas de um dia podem ser adquiridas sexadas ou mistas. No segundo caso, o custo de aquisição por ave é menor, mas para quem não tem interesse em criar os machos para abate, não é uma alternativa vantajosa, pois terá que aguardar no mínimo 21 dias para descobrir os machos e eliminá-los ou criá-los até 45 dias para a venda de abate. Portanto, e preferível já adquirir somente as fêmeas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma grande curiosidade da coturnicultura está na abrangência de fatores que podem ser comercializados, um exemplo, é a venda de esterco de aves. &quot;Nós aproveitamos, principalmente, o esterco. Primeiro: para proteger o meio ambiente e, em segundo; para gerar recurso para a granja. Em grande parte ele é destinado para os produtores de hortaliças e verduras, pois é um dos melhores adubos orgânicos e tem grande aceitação no mercado&quot;, explica Sr. William Kenji Ito, proprietário da granja Aves do Campo, considerada a segunda maior granja de codorna do País e que atualmente possui 150 mil aves. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalações: Tratamento Especial&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de ter um galpão disponível, é preciso adquirir equipamentos básicos, como: gaiolas, bebedouros, comedouros, e uma chocadeira elétrica, pois as aves não chocam. Preferencialmente, o local de implantação deve ser pesquisado e atender aos seguintes requisitos: ser suficientemente afastado de centros urbanos e outras explorações avícolas, no entanto, com vias de acesso fácil, condições climáticas, dotados de energia elétrica e água de boa qualidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada gaiola (100 centímetro por 50 centímetros) comporta cerca de 36 aves. As codornas destinadas à reprodução devem ser mantidas em gaiolas coletivas, neste caso o ideal é utilizar um macho para 2 a 3 fêmeas. Pode-se utilizar o sistema de bateria, ou o piramidal (estrutura no formato de pirâmide), que apresenta grande facilidade de limpeza e de fornecimento de ração. Em um galpão de 30 metros de comprimento e cinco metros de largura, por exemplo, cabem até dez mil codornas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comercialização&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ovos são, sem dúvida, o objetivo mais visado dentro de uma criação de codorna. Ele é um produto muito apreciado e apresenta características muito interessantes. Possui as vitaminas A, D, F as vitaminas do Complexo B e a vitamina C, que não existe no ovo de galinha. Além disso, são ricos em proteínas e os níveis de colesterol são baixos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estima-se que o consumo de ovo de codorna per capita do brasileiro seja de apenas 9,5 ovos. A produção de seis milhões de aves a 75% de produtividade equivale a 1,62 bilhões de ovos/ ano. Supondo que nossa população seja de 170 milhões de pessoas, temos, portanto, 9,5 ovos /habitantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mesmo com esta porcentagem o ovo ainda é um produto considerado supérfluo. Somente com o crescimento de churrascarias e restaurantes, os ovos de codorna tornaram-se bastante divulgados à população. Na região Sul do País, por exemplo, é bastante comum encontrar os ovos em forma de conserva. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Em geral, o comércio do ovo de codorna, acontece de duas formas: O produtor vende os ovos em forma &#39;in natura&#39; para o consumidor. E em segundo, vende os ovos para as indústrias que beneficiam o ovo para vendê-los descascados&quot;, diz William Fujikura. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somente a exploração de codorna para corte no Brasil ainda é pequena. Apesar da procura estar aumentando, o preço ainda é alto. Para o pequeno produtor, os custos de instalação são elevados e é necessário seguir as normas exigidas pelo Ministério da Saúde. Todo o processo de abate precisa seguir um padrão, com câmara frigorífica, por exemplo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;No entanto, com toda e qualquer atividade não basta somente atender às necessidades fisiológicas, como as instalações e equipamentos, para as aves. A dedicação e a seriedade com que o criador encara o seu negócio influenciam no sucesso do empreendimento. Logicamente, no trabalho diário poderão ocorrer problemas que exigirão também criatividade, persistência e, às vezes, até mesmo a paciência por parte do criador&quot;, argumenta o pequeno criador da região de São Roque, Sr. Manoel Cardoso, que mantém hoje no plantel nove mil aves. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O caminho da parceria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pintinhos de um dia que chegam na Granja Recanto do Cacique, do Sr. Manoel, por exemplo, são comprados de outra granja. Quase todo mês, chega um novo lote de codorninhas que são alojadas no pinteiro. Lá, elas recebem cuidados essenciais. Na primeira semana de vida, as aves recebem junto com a água, probióticos, que são produtos biológicos para aumentar a resistência e que também funcionam como promotores de crescimento. Aos sete e aos 35 dias de idade elas recebem, também na água, vacina contra doença de Newcastle. Aos 21 dias, pesando entre 70 e 80 gramas, as codornas são transferidas para a gaiola de recria. Então ficam ainda mais três semanas até atingirem o peso e a idade ideal, quando estão prontas pra começar a botar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os ovos recolhidos são levados para a Granja Aves do Campo, do Sr. William Kenji. &quot;A nossa parceria começa com a comercialização dos ovos. Na granja do Sr. William tenho uma estrutura sólida e através dele, um grande produtor, consigo distribuir a mercadoria&quot;, diz o pequeno criador. De acordo com o Sr. William, o grande produtor entra para ajudar e alavancar a distribuição e a comercialização dos ovos e o pequeno produtor lucra na parceria por conta de ter uma menor infra-estrutura e do custo ser relativamente muito baixo na hora da criação. &quot;O caminho da criação está em realizar parcerias. Até porque uma codorninha, ou melhor, uma andorinha só não faz verão&quot;, diz Sr. Manoel. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Hoje a granja do Sr. William, localizada em São Roque, realiza parcerias com pequenos produtores. Um deles, Sr. Manoel que entrega os ovos para a Granja para fazer a comercialização. Já outro produtor entra na parceria entregando as aves para a postura. Neste caso todos os gastos de produção entram na &quot;ponta do lápis&quot;, e parte do lucro da produção é dividido. Neste caminho de parcerias, até a Granja Aves do Campo participa ativamente. Os ovos coletados lá seguem para dois destinos. Um lote é embalado com a marca própria da granja e o outro recebe novo rótulo de marca.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/5679306379407516066/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/03/codorna-pequenas-e-lucrativas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/5679306379407516066'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/5679306379407516066'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/03/codorna-pequenas-e-lucrativas.html' title='CODORNA: PEQUENAS E LUCRATIVAS!'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhQfZcBic4bLkZsrJ3HcucczIWZaBTlTXWhNJcJyhkcP0eOYh1LK6P5t-Ji7lQHxiK5-UqxulIkEhJQbPrdnDpQ3hp8ZUJ4tliVPuJ8kIjUAgYS1BiwdPcFxtvEn2l6NJQ3c7lmltRgH3Y/s72-c/images.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-6930620809921747602</id><published>2011-03-10T08:28:00.000-03:00</published><updated>2011-03-10T08:28:25.056-03:00</updated><title type='text'>Codorna Amarela</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj62DL5MsHXMa6HdziTYZNEqTXoVAFNON2dva6pVtBdDbeIldRdptZkn7nKDVHrzWt0BaHd71d6SpadJEBJ4ix8YBLAr_U45zn692KqBeo41tyEX3X8qxFvDAGmc5scRIdtxIXrC_EPjnI/s1600/64471m.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;144&quot; width=&quot;180&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj62DL5MsHXMa6HdziTYZNEqTXoVAFNON2dva6pVtBdDbeIldRdptZkn7nKDVHrzWt0BaHd71d6SpadJEBJ4ix8YBLAr_U45zn692KqBeo41tyEX3X8qxFvDAGmc5scRIdtxIXrC_EPjnI/s320/64471m.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
A codorna-amarela é uma ave tinamiforme da família Tinamidae. Também conhecida como codorna, codorna-comum, codorniz (Euler 1900), inhambuí, perdirzinho, perdiz e perdizinho.&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjR5JdrzhPvjVqZW3RDbpdeu1LQUEKqMKvNDtq_ZpKRc2SgTeoXuD1Wwt2y_qpinkynPJ3gFlHTWOzcqnPn8NCExDT6ckvvBcwycuDNwHbbkPXhX5mGMAupGqgNm13xi50HG2lPLvjNC4g/s1600/176125m.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; width=&quot;160&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjR5JdrzhPvjVqZW3RDbpdeu1LQUEKqMKvNDtq_ZpKRc2SgTeoXuD1Wwt2y_qpinkynPJ3gFlHTWOzcqnPn8NCExDT6ckvvBcwycuDNwHbbkPXhX5mGMAupGqgNm13xi50HG2lPLvjNC4g/s320/176125m.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Características&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tem cerca de 23 centímetros e pesa aproximadamente 300 gramas. Suas cores são camufladas, confundindo-a com o ambiente. Todas as suas partes primárias são marrons barradas de amarelo.&lt;br /&gt;
Manifestações sonoras: emite pios curtos, em escala descendente: “pi, pi, pi, prrrrr”. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Alimentação&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gosta de comer grãos, artrópodes, moluscos e também bagas de palmito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZdi1wTN2aB_x1MblH2hATsZlEQOnCm9IxW11dybpWEgRy8bhFZz6y4BzMECuIcRw6YTe5V7VntrSKG1HoHGE47dOUUhtiVZMVRTHdO8TurUpAp_FIX8-qUofoDsnzfMUlMizjX4iO45U/s1600/109496m.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;135&quot; width=&quot;180&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhZdi1wTN2aB_x1MblH2hATsZlEQOnCm9IxW11dybpWEgRy8bhFZz6y4BzMECuIcRw6YTe5V7VntrSKG1HoHGE47dOUUhtiVZMVRTHdO8TurUpAp_FIX8-qUofoDsnzfMUlMizjX4iO45U/s320/109496m.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSWfsxMOEDX6P9uD4Ws3tMkaZc838MloqYuf7Wg2We7QOM15Jy2BXVSFg2xJVQNwcxlSizVgxxVeXMykDwXAOEJHABUqEmq97BTiXdtNWKmKMvtM85vERgmHjPZqZih2dQMnqoisP3gk0/s1600/106529m.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;135&quot; width=&quot;180&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjSWfsxMOEDX6P9uD4Ws3tMkaZc838MloqYuf7Wg2We7QOM15Jy2BXVSFg2xJVQNwcxlSizVgxxVeXMykDwXAOEJHABUqEmq97BTiXdtNWKmKMvtM85vERgmHjPZqZih2dQMnqoisP3gk0/s320/106529m.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Reprodução&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Põe de 7 a 8 ovos, que são cor chocolate-escuro, arroxeados e brilhantes. Eles são postos no chão de campos ou pastagens. Da mesma forma que a perdiz, cabe ao macho a tarefa de incubar os ovos e cuidar dos filhotes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1cIO8zg9QplzXJRfEWbWRdMloQC9rwp3xjykg5ip-QjyIgZuhzGDkmg_KQrSwIoPevFR5LJAdsDKBv-jhf1mLu2N7fm163YuNJinLE_9Sho7ytk7uN8VORil9SlkeVWjfXI8_418AOIQ/s1600/176125m.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;180&quot; width=&quot;160&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj1cIO8zg9QplzXJRfEWbWRdMloQC9rwp3xjykg5ip-QjyIgZuhzGDkmg_KQrSwIoPevFR5LJAdsDKBv-jhf1mLu2N7fm163YuNJinLE_9Sho7ytk7uN8VORil9SlkeVWjfXI8_418AOIQ/s320/176125m.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Hábitos&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vive em campos rupestres de altitude, campos ralos e baixos, pastos, culturas de milho, arroz e soja. Aparece em áreas rurais próximas às residências e, se não é importunada, acostuma-se facilmente ao homem. Não penetra nas matas ciliares e cerradões. Às vezes esconde-se em buracos e quando assusta-se, finge-se de morta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHvjlf3wfETQNV2evA6pkVcYstB2I3_nlWTduNPQCkrCbFW2wp5IFxaHjixTu_qpv9dFllPb7TFgvZs7iipPK3jmUtidRDKiaHz0k8sfYDbac8Am8gbxCu8OyaZHwP3x1eLSYWHrp6bNU/s1600/271922m.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;139&quot; width=&quot;180&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjHvjlf3wfETQNV2evA6pkVcYstB2I3_nlWTduNPQCkrCbFW2wp5IFxaHjixTu_qpv9dFllPb7TFgvZs7iipPK3jmUtidRDKiaHz0k8sfYDbac8Am8gbxCu8OyaZHwP3x1eLSYWHrp6bNU/s320/271922m.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Distribuição Geográfica&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ocorre nas regiões norte (Tocantins), Nordeste, Centro-Oeste, Sudeste e Sul do Brasil, além da Argentina, Uruguai e Paraguai</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/6930620809921747602/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/03/codorna-amarela.html#comment-form' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/6930620809921747602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/6930620809921747602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2011/03/codorna-amarela.html' title='Codorna Amarela'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj62DL5MsHXMa6HdziTYZNEqTXoVAFNON2dva6pVtBdDbeIldRdptZkn7nKDVHrzWt0BaHd71d6SpadJEBJ4ix8YBLAr_U45zn692KqBeo41tyEX3X8qxFvDAGmc5scRIdtxIXrC_EPjnI/s72-c/64471m.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-5854056583207569246</id><published>2010-12-09T16:29:00.002-02:00</published><updated>2011-03-04T19:01:42.986-03:00</updated><title type='text'>Papagaio</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEfHWFXmtcRupQBcF8kN1kW3jsHNAaRPL3Etjmgakpu7qPWuTqUSoAWK8Dz5d7ktxxUaH6h0x9F8B1juhYBfd6GgxJqsf0Ihlpdf9BIDbLwuzX9uJxWPQN4LZP3i_JCIlRFtkijJPbW_8/s1600/Papagaio.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;211&quot; width=&quot;239&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEfHWFXmtcRupQBcF8kN1kW3jsHNAaRPL3Etjmgakpu7qPWuTqUSoAWK8Dz5d7ktxxUaH6h0x9F8B1juhYBfd6GgxJqsf0Ihlpdf9BIDbLwuzX9uJxWPQN4LZP3i_JCIlRFtkijJPbW_8/s320/Papagaio.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O papagaio&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 (também conhecido como louro) é uma das muitas aves pertencentes à ordem dos Psitaciformes, família Psittacidae; vivem cerca de 100 anos e têm apenas 3 filhotes durante a vida inteira. Os papagaios têm como característica um bico curvo e penas de várias cores, variando muito entre as diferentes espécies. Alguns papagaios são capazes de imitar sons e, inclusive, a fala humana. A família Psittacidae inclui também as araras, piriquitos, maracanãs, jandaias, piriquitões e apuins.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas espécies&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Gênero Amazona&lt;br /&gt;
Papagaio-chauá (Amazona rhodocorytha)&lt;br /&gt;
Papagaio-verdadeiro (Amazona aestiva)&lt;br /&gt;
Papagaio-de-hispaniola (Amazona ventralis)&lt;br /&gt;
Papagaio-de-porto-rico‎ (Amazona vittata)&lt;br /&gt;
Papagaio-de-santa-lúcia (Amazona versicolor)&lt;br /&gt;
Papagaio-de-são-vicente (Amazona guildingii)&lt;br /&gt;
Papagaio-de-peito-roxo (Amazona vinacea)&lt;br /&gt;
Papagaio-do-mangue (Amazona amazonica)&lt;br /&gt;
Papagaio-galego (Amazona xanthops): provavelmente extinto no estado de São Paulo.&lt;br /&gt;
Papagaio-charão (Amazona pretei)&lt;br /&gt;
Papagaio-grego (Amazona amazonica)&lt;br /&gt;
Papagaio-de-cara-roxa (Amazona brasiliensis)&lt;br /&gt;
Papagaio-moleiro (Amazona farinosa)&lt;br /&gt;
Gênero Cyanoliseus&lt;br /&gt;
Papagaio-da-patagónia (Cyanoliseus patagonus)&lt;br /&gt;
Gênero Eos&lt;br /&gt;
Papagaio-escarlate (Eos bornea)&lt;br /&gt;
Gênero Psittacus&lt;br /&gt;
Papagaio-cinzento (Psittacus erithacus)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE: www.wikipédia.com.br (Brasil)</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/5854056583207569246/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/12/papagaio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/5854056583207569246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/5854056583207569246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/12/papagaio.html' title='Papagaio'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgEfHWFXmtcRupQBcF8kN1kW3jsHNAaRPL3Etjmgakpu7qPWuTqUSoAWK8Dz5d7ktxxUaH6h0x9F8B1juhYBfd6GgxJqsf0Ihlpdf9BIDbLwuzX9uJxWPQN4LZP3i_JCIlRFtkijJPbW_8/s72-c/Papagaio.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-4196727850342577796</id><published>2010-11-30T12:56:00.004-02:00</published><updated>2011-03-04T19:04:45.375-03:00</updated><title type='text'>Cardeal</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0DQsfzW2e1hYNoow4SSpk8yWrM108UJJIz5WjfcV8YfX72-BB5zUJ5Wf_rIYd348vWEPLEHmoDCpyNN2N6sqk6eI1HfkmxUezuBkueesJCbj9SAxPx66lr33lS27AD703xLKi87VVTYc/s1600/cardeal.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;182&quot; width=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0DQsfzW2e1hYNoow4SSpk8yWrM108UJJIz5WjfcV8YfX72-BB5zUJ5Wf_rIYd348vWEPLEHmoDCpyNN2N6sqk6eI1HfkmxUezuBkueesJCbj9SAxPx66lr33lS27AD703xLKi87VVTYc/s320/cardeal.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Popular: Cardeal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nome Científico: Paroaria coronata&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peso: 23g&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tamanho: 18 cm&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Expectativa Vida: Aproximadamente 20 anos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alimentação: Mistura de sementes (para curió ou bicudo), farinhada seca com insetos e farinhada úmida com ovos. Frutas e verduras: jiló, maçã, milho-verde, banana, catalonia, em pequenas quantidades para que sejam consumidas no mesmo dia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reprodução: Reproduz de setembro a março, pode-se utilizar a poligamia ou casais perfeitos. A fêmea está pronta para reproduzir quando começa a voar muito e fazer a ninho. Nesta época chega a cantar parecido com o macho, utilizando raízes e saco de aninhagem como material de nidificação.O macho, por sua vez, nesta mesma época canta muito e muito alto, se tornando agressivo e fogoso. A postura é de 2 a 4 ovos sendo o período de incubação de 13 dias. Os filhotes saem do ninho aos 15 dias e alimentam-se sozinhos por volta de 45 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Distribuição Geográfica: Ocorrem da Argentina à Bolívia, Paraguai, Uruguai e Brasil no Rio Grande do Sul e oeste de Mato Grosso (Pantanal).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: Cabeça anterior e garganta vermelha, topete ereto, abdômen branco, costas acinzentadas. Não há diferença externa entre macho e fêmea. Sofrem com a destruição de habitat e tráfico ilegal. Canto variado sendo uma cadência de curtos assobios sonoros destacados, como o timbre de um sabiá. Canta às vezes a meia voz. Em cativeiro imita outros pássaros como, por exemplo, os sabiás.</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/4196727850342577796/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/cardeal.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/4196727850342577796'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/4196727850342577796'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/cardeal.html' title='Cardeal'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj0DQsfzW2e1hYNoow4SSpk8yWrM108UJJIz5WjfcV8YfX72-BB5zUJ5Wf_rIYd348vWEPLEHmoDCpyNN2N6sqk6eI1HfkmxUezuBkueesJCbj9SAxPx66lr33lS27AD703xLKi87VVTYc/s72-c/cardeal.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-7761967355690684948</id><published>2010-11-30T09:20:00.001-02:00</published><updated>2011-03-04T19:06:34.439-03:00</updated><title type='text'>Tico-Tico</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAeQiW0GuOTLzuTXR7K2SFm1YkbwcXX9kANn3ZOCW1JYdATpfhvB8yrZ09dPRo1rcYnuHBYKIT87oaxik3HS-zaStaf9s4RVWLYm8dIIqlrHz82ihmtLu6ibe9g7TtqiJ_Al8xl9NaojY/s1600/Tico+Tico.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;183&quot; width=&quot;275&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAeQiW0GuOTLzuTXR7K2SFm1YkbwcXX9kANn3ZOCW1JYdATpfhvB8yrZ09dPRo1rcYnuHBYKIT87oaxik3HS-zaStaf9s4RVWLYm8dIIqlrHz82ihmtLu6ibe9g7TtqiJ_Al8xl9NaojY/s320/Tico+Tico.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Tico-Tico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele é muito confundido com o pardal. Mas, além das diferenças de plumagem o Tico-tico traz um topete na testa, que o identifica à primeira vista.&lt;br /&gt;
Encontrado em todas as regiões do país, o Tico-tico não anda em bandos grandes e presta inúmeros serviços ao homem e a outros pássaros, como ao Chopim, a quem serve de ama seca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tão famoso como o Tico-tico, só mesmo o antigo chorinho de Zequinha de Abreu, &quot;Tico-tico no Fubá&quot;. Este pássaro é um dos mais populares de nossa fauna, quase um símbolo; e a música, um verdadeiro patrimônio da cultura brasileira, que fala de um Tico-tico que &quot;está comendo todo, todo o meu fubá&quot;.&lt;br /&gt;
De fato, esta ave gosta muito de fubá. Porém, a sua maior particularidade não é a afeição ao farelo, e sim, a mania de ciscar o chão, o terreiro, a horta. Tanto é assim que o seu nome em espanhol é &quot;Core por Suelo&quot;. Traduzindo: aquele que anda no solo.&lt;br /&gt;
Além dos países latino-americanos de língua espanhola, o &quot;Core por Suelo&quot;está na América Central e até nos EUA, onde o chamam &quot;sparrow&quot;. Em todos estes lugares, de idiomas tão diferentes, a Ciência o batiza com mesmo nome : Zonotrichia Capensis.&lt;br /&gt;
É claro que existem diferenciações físicas. Um &quot;sparrow&quot; não é exatamente igual a um Tico-tico do Rio Grande do Sul. Embora sejam todos da mesma espécie, nas várias regiões surgem subespécies diferentes. Um se distingue do outro por sutis alterações na coloração das penas. Mesmo dentro do território nacional são conhecidas três subespécies. O Z.C. matutina vive na região amazônica (Brasil e também Bolívia); o Z.C. tocantins também prefere a amazônia; e o Z.C. subtorquata está no Brasil inteiro, sendo o mais popular do país.&lt;br /&gt;
O surgimento das diferenciações de uma mesma espécie é um fenômeno explicado pelo isolamento de alguns grupos destes pássaros em determinadas regiões, separados uns dos outros por barreiras naturais. O rio Amazonas, por exemplo, constitui-se numa fronteira geográfica, intransponível para os Tico-ticos, que voam apenas distâncias curtas e não conseguem atravessá-lo. Além dos grandes rios, as cadeias de montanhas, desertos etc., contribuem para o aparecimento das subespécies.&lt;br /&gt;
Também a civilização é um fator de dispersão dos Tico-ticos. Eles procuram e se adaptam muito bem aos quintais de uma casinha de fazenda. Freqüentam as pequeninas cidades do interior. Por outro lado, embora freqüentem as grandes cidades, sua sobrevivência se torna mais difícil devido à poluição e a falta de grandes áreas verdes, uma vez que precisam de árvores para construir seu ninho, precisam da natureza.&lt;br /&gt;
Na música de Zequinha de Abreu, contudo, há um lado falso. Ao menos exagerado. O Tico-tico é incapaz de comer todo o fubá de alguém. Injustamente há quem lhe atribua uma fama de nocivo, predador.&lt;br /&gt;
Ao contrário, ele vive em grupos muito pequenos, e seu porte é pequeno, nunca superando os 14 cm. O alimento necessário para um bando inteiro, mal faz diferença num prato de comida. Sem contar que comem insetos, limpam a horta de larvas daninhas, enfim, são também úteis.&lt;br /&gt;
Prestam ainda um curioso favor a um outro passarinho, o Chopim (Molothurs bonariensis), chocando seus ovos e alimentando seus filhotes. É que o Chopim põe ovos no ninho do Tico-tico e, nesta operação, muitas vezes joga fora os ovos originais que lá estavam, acontecendo da mãe Tico-tico criar uma ninhada inteira de Chopins, até atingirem a fase adulta. Cerca de 50 % dos ninhos costumam ter ovos de Chopim.&lt;br /&gt;
Há pessoas que confundem o Tico-tico com o Pardal, apesar de algumas diferenças básicas. O Pardal vive em bandos imensos, gosta de cidades maiores, choca inclusive nos telhados das residências. Como marca registrada, o Tico-tico carrega um topete na teste, que suspende a toda hora, a qualquer sinal de alerta; a cabeça é branca com riscas pretas, mas o tom castanho predomina. O papo é esbranquiçado, o peito branco amarronzado e as costas, castanhas, têm listras pretas. A subespécie Subtorquata traz um risco branco na altura do peito. Nenhuma destas características existem no Pardal, que é maior, tem a cabeça castanha escura com manchas pretas, e o corpo de uma marrom acinzentado, mais escuro que o do Tico-tico.&lt;br /&gt;
O seu nome veio do pio: &quot;tic...tic...&quot;Mas o macho canta, com quatro ou cinco notas diferentes, compondo uma melodia. Enquanto a fêmea choca o canto é muito mais freqüente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CUIDADOS PARA A CRIAÇÃO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Instalação: O ideal é um viveiro de 1 m de largura x 3m de comprimento x 2m de altura, para um casal. Serve uma gaiola com 70 cm x 30 cm x 40 cm. Manter uma banheira com água, trocada todos os dias, e areia para a ave ciscar. É bom colocar arbustos no viveiro. No mesmo cercado nunca coloque mais de uma casal.&lt;br /&gt;
Alimentação: Alimenta-se de grãos. Ofereça alpiste e fubá em recipientes separados. Na cria dos filhotes, acrescente ovo cozido e larvas de tenébrio (encontradas nas casas especializadas) e insetos, como drosóphilas (são atraídas para o viveiro com uma casca de banana) que o pássaro apanhará vivas. Gafanhotos (encontrados na natureza) também são apreciados.&lt;br /&gt;
Saúde: É resistente. Comida fresca e água limpa bastam. Não são necessárias vacinas especiais.&lt;br /&gt;
Procriação: A época vai de setembro a março. Não há distinção visível entre os sexos. Para isolar um casal na gaiola, observe o comportamento dos dois indivíduos que estão juntos. Se há agressividade e não ficam juntos, substitua um deles, até que se forme o casal. Providencie ninhos de corda para canário (dois ou três no viveiro e um para a gaiola) e proteja-os com ramagem artificial sintética (samambaia ou avenca), para maior segurança da fêmea. A postura é de 3 ovos em média, e a incubação dura 13 dias. Aos 15 dias os filhotes voam e aos 35 se alimentam por conta própria. Uma fêmea pode ter duas ou mais posturas em um ano.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Observação: A apanha e comercialização é proibida pela lei 5197.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Matéria baseada em entrevista com o criador Paulo Fernando Flecha, de São Paulo</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/7761967355690684948/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/tico-tico.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7761967355690684948'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7761967355690684948'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/tico-tico.html' title='Tico-Tico'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiAeQiW0GuOTLzuTXR7K2SFm1YkbwcXX9kANn3ZOCW1JYdATpfhvB8yrZ09dPRo1rcYnuHBYKIT87oaxik3HS-zaStaf9s4RVWLYm8dIIqlrHz82ihmtLu6ibe9g7TtqiJ_Al8xl9NaojY/s72-c/Tico+Tico.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-3410888829877260727</id><published>2010-11-25T09:44:00.001-02:00</published><updated>2011-03-04T19:09:39.190-03:00</updated><title type='text'>Chalé de codornas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCHhDxr89LJP2jlCpXwslYCurMyr-34z1hUuX5d7rvvlToNJVlh4fHqUj5mZ9xHEWeS3TmppGNuqtt0OM4Irrh9_3qN6g0-JnXeuu5YpUsNj1njjbHtcXuD1-UcWbThvKlnkEKuui2Msk/s1600/Chal%25C3%25A9+para+codornas.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;139&quot; width=&quot;187&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCHhDxr89LJP2jlCpXwslYCurMyr-34z1hUuX5d7rvvlToNJVlh4fHqUj5mZ9xHEWeS3TmppGNuqtt0OM4Irrh9_3qN6g0-JnXeuu5YpUsNj1njjbHtcXuD1-UcWbThvKlnkEKuui2Msk/s320/Chal%25C3%25A9+para+codornas.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Chalé para Codornas&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Revista Globo Rural nº 280 (fevereiro/2009), trouxe na seção Como Fazer, a construção passo a passo do Chalé Codorna, uma das tecnologias sociais desenvolvidas no Unicenter Mandalla. Nesse sistema as codornas são criadas soltas em piquetes, como galinhas. O resultado aves muito mais &quot;felizes&quot;, pois não sofrem com o estresse e a agressividade do espaço limitado, o que melhora significativamente a postura e a qualidade da carne e dos ovos. Veja o passo a passo na íntegra!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sistema de criação semi-intensivo simula ambiente natural. É barato, fácil de fazer e pode aumentar a produção de ovos em até 100%&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dos maiores problemas observados na criação intensiva de codornas é que as aves geralmente ficam muito agressivas e estressadas por causa do espaço delimitado. A consequência é a baixa produtividade dos animais. A Agência Mandalla, em João Pessoa, criou um sistema para contornar esse obstáculo. O Chalé Codorna, como foi batizado, parte do princípio de que é possível criar essas aves como se fossem galinhas, soltas em piquetes. Ao simular um ambiente mais natural, percebeu-se que a qualidade da carne e dos ovos melhorou e, com isso, os ganhos de produção foram aumentados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os primeiros rabiscos e experiências com o chalé foram feitos em agosto do ano passado. De lá para cá, o sistema está em constante aperfeiçoamento. A intenção é fazer uma casa com dois terreiros e até uma área redonda, que comportará mais de 300 codornas. Por enquanto, nesse sistema podem ser criadas até 120 aves, sendo todas fêmeas para postura ou 90 fêmeas e 30 machos para a produção de matrizes. Nesse caso, porém, é necessário utilizar chocadeira de isopor. Até agora, a invenção trouxe resultados excelentes. A média de postura aumentou para 95%. Em alguns casos, para 100%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com a Agência Mandalla, o preço médio de montagem do chalé é 200 reais e não demora mais de dois dias para ficar pronto. É fundamental fazer a limpeza periódica do lago e da cama feita de serragem, para evitar doenças. Uma dica é construir o chalé embaixo de grandes árvores, aproveitando a sombra durante os horários de sol a pino e a luz no início da manhã e fim da tarde. As codornas agradecem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;MATERIAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
• 60 tijolos do tipo baiano&lt;br /&gt;
• 3 caibros de madeira de dois metros cada&lt;br /&gt;
• 100g de pregos&lt;br /&gt;
• 4 telhas onduladas de 2,44m x 0,50m&lt;br /&gt;
• 20kg de cimento&lt;br /&gt;
• 6 tapetes de grama&lt;br /&gt;
• 12m de tela de pinteiro&lt;br /&gt;
• 4m de tela de plástico&lt;br /&gt;
• 5 telhas de cerâmica&lt;br /&gt;
• 1 metro de cano ou mangueira&lt;br /&gt;
• 2kg de serragem com espessura de 10 centímetros&lt;br /&gt;
• 2kg de cal&lt;br /&gt;
• fio elétrico (o tamanho depende da distância da fonte 4 de energia)&lt;br /&gt;
• 1 lâmpada incandescente de 100 watts com bocal&lt;br /&gt;
• 3 latas de leite em pó&lt;br /&gt;
• 3 bacias pequenas&lt;br /&gt;
• 8 colunas de cimento armado de 70 centímetros de comprimento cada&lt;br /&gt;
• cola branca&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PASSO A PASSO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1&gt;&gt;&gt; Cimente os tijolos no solo, formando um retângulo de três metros de comprimento por dois metros de largura&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2&gt;&gt;&gt; Fixe as colunas de cimento nos quatro cantos do retângulo. Além dessas, coloque mais duas em cada lado maior da estrutura, a uma distância de um metro uma da outra&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3&gt;&gt;&gt; Corte as telhas onduladas pela metade, formando quatro pedaços de 1,22 metro de comprimento por 50 centímetros de largura. Coloque-as sobre quatro colunas de cimento e, em forma de um V invertido, fixe-as na parte superior às telhas de cerâmica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4&gt;&gt;&gt; Do lado oposto ao telhado, construa o lago para as codornas. Faça-o com 1,60 metro de comprimento e 60 centímetros de largura, deixando uma borda de 15 a 20 centímetros nas laterais. Cave um buraco no solo de cinco centímetros na parte mais rasa até chegar a 20 centímetros de profundidade. Cubra o fundo com uma camada fina de cimento e cola branca para impermeabilizar. Coloque peixes nesse tanque para evitar a proliferação de larvas de mosquitos. Recomenda-se também a utilização de aguapés, que servem tanto de alimento para as codornas quanto para a oxigenação da água&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
5&gt;&gt;&gt; Cubra as laterais da casa e todo o entorno do chalé com a tela de pinteiro. Estique-a partindo das colunas das extremidades, sempre acima dos tijolos da base, até o topo de cada coluna. Construa com os caibros uma porta de 60 centímetros de largura por 80 centímetros de altura para ser colocada em uma das laterais, facilitando assim a retirada de ovos e a limpeza do chalé&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
6&gt;&gt;&gt; Revista o terreiro com os tapetes de grama. Deixe um espaço de terra de 20 centímetros de largura entre o lago e a grama. Antes de colocar os tapetes, forre o chão com uma camada de folhas secas, outra de barro e uma de areia. Molhe bem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
7&gt;&gt;&gt; Cubra o terreiro com a tela de plástico. Para dar suporte a ela, finque uma estaca de madeira bem ao centro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
8&gt;&gt;&gt; Coloque o cano ou a mangueira próximo do lago. Ele serve de válvula de escape quando há necessidade de fazer a limpeza do lago ou controlar o nível de água. Deixe-o tampado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
9&gt;&gt;&gt; Faça uma camada de dez centímetros de serragem e forre o chão da casa das codornas. Esse material é ideal para dar conforto térmico ao ambiente e facilitar a retirada dos ovos. Além disso, a serragem pode ser utilizada como matéria orgânica na compostagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
10&gt;&gt;&gt; Fixe a lâmpada no teto da casinha. Encape a fiação para evitar choques elétricos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
11&gt;&gt;&gt; Recorte o fundo das três latas de leite em pó e faça pequenos furos na parte que ficará para baixo. Coloque cada lata em uma bacia e a ração que será dada às aves dentro das latas. A medida em que os animais vão comendo, o nível de alimento vai diminuindo. Ponha os comedouros dentro da casa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte: Revista Globo Rural nº 280 (Fevereiro/2009)&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/3410888829877260727/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/chale-de-codornas.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/3410888829877260727'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/3410888829877260727'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/chale-de-codornas.html' title='Chalé de codornas'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgCHhDxr89LJP2jlCpXwslYCurMyr-34z1hUuX5d7rvvlToNJVlh4fHqUj5mZ9xHEWeS3TmppGNuqtt0OM4Irrh9_3qN6g0-JnXeuu5YpUsNj1njjbHtcXuD1-UcWbThvKlnkEKuui2Msk/s72-c/Chal%25C3%25A9+para+codornas.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-8096377044527902473</id><published>2010-11-23T08:31:00.001-02:00</published><updated>2011-03-04T19:11:51.451-03:00</updated><title type='text'>O avestruz</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNWkXD91HPxsdHaNEvq_eBkqrvi5n1vCKpKKggHpbV9NixRW2uF2uJ5mp6USzEopEi3ZEbTqHBiZJHqwL6SbliPDnlAL-mq-Oke5AFdBeJPBzxo9eVrQsKJiUXHvPCXtDkMnPfm1oAQbE/s1600/Avestruz.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;179&quot; width=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNWkXD91HPxsdHaNEvq_eBkqrvi5n1vCKpKKggHpbV9NixRW2uF2uJ5mp6USzEopEi3ZEbTqHBiZJHqwL6SbliPDnlAL-mq-Oke5AFdBeJPBzxo9eVrQsKJiUXHvPCXtDkMnPfm1oAQbE/s320/Avestruz.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O avestruz (struthio camelus) é a maior ave do planeta e tem como habitat natural as regiões leste e sul da África.&lt;br /&gt;
Pertencentes ao grupo das “ratitas” (do latim, ratis = jangada), são aves corredoras (atingem até 60 km/h), incapazes de voar, pois não possuem quilha sobre o esterno nem musculatura peitoral adequada para o vôo. Suas plumas também não possuem a típica estrutura interligada de penas de aves voadoras.&lt;br /&gt;
É uma ave de planície e prados abertos áridos e semi-áridos, mas se adapta a uma grande variedade de climas - desde os invernos chuvosos e a neve na região do Cabo, até as condições extremamente quentes dos verões no deserto africano.&lt;br /&gt;
Possuem longas pernas, pés com dois dedos e, apenas um dedo com unha. Seus músculos mais importantes são os das pernas.&lt;br /&gt;
Como em todas aves, o esôfago do avestruz está localizado no lado direito do pescoço, não possuem papo e sim um proventrículo grande e distensível, onde a água e o alimento volumoso são estocados e misturados com as excreções glandulares e um ventrículo (moela).&lt;br /&gt;
Possuem dois cecos e intestinos longos, que promovem a digestão bacteriana, e sua temperatura corpórea permanece entre 37,8o.C – 39o.C.&lt;br /&gt;
Os avestruzes são estritamente bipodais (não podem se apoiar ou pular com uma perna, nem podem pular com as duas simultaneamente), atingem quando adultos a altura de 2,00m à 2,70m e pesam entre 150kg à 160kg.&lt;br /&gt;
Possuem dimorfismo sexual marcante que aparece a partir dos 18 meses de idade: os machos são pretos com a ponta das asas brancas e as fêmeas são cinza, não importando a raça.&lt;br /&gt;
A vida reprodutiva das fêmeas tem início aos 24 meses e a dos machos a partir dos 30 meses, durando aproximadamente 40 anos.&lt;br /&gt;
São aves de vida longa, aproximadamente 70 anos.&lt;br /&gt;
A estação reprodutiva dura em média 6 a 7 meses, sendo que no Brasil este período ocorre entre os meses de agosto a fevereiro.&lt;br /&gt;
Geralmente a ave coloca um ovo a cada 48 horas (há alguns dias de intervalo e recomeça a postura). O período de incubação é de 42 dias, em média uma boa fêmea bota de 50 a 60 ovos por ano, algumas ultrapassam essa marca.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Raças&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Existem atualmente três subespécies de avestruzes:&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Blue Neck &lt;/b&gt;(pescoço azul) - habita o Nordeste africano, é a subespécie mais corpulenta, apresentando pele de um tom cinzento azulado.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Red Neck&lt;/b&gt; (pescoço vermelho) - habita o Quênia e parte da Tanzânia, é uma ave de corpo corpulento e apresenta a pele de um tom vermelho.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;African Black&lt;/b&gt; - é um híbrido resultado do cruzamento entre subespécie da África do Sul e as subespécies do Nordeste da África, sendo normalmente a mais baixa de todas as subespécies. Possui como característica principal a qualidade de suas penas, superior em relação às outras subespécies.&lt;br /&gt;
Obs: Não existe uma subespécie que produza mais filhotes, ou que, seja mais dócil que a outra. O que existe são animais dentro de uma subespécie que se destacam na produtividade, e ganho de peso. Por isso o futuro criador deve adquirir seus reprodutores de uma fonte confiável e que possua um rígido controle genético e de aperfeiçoamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Classificação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Filo : Chordata&lt;br /&gt;
Classe : Aves&lt;br /&gt;
Ordem : Struthioniformes&lt;br /&gt;
Subordem : Struthiones&lt;br /&gt;
Família : Struthionidae&lt;br /&gt;
Gênero : Struthio&lt;br /&gt;
Espécie : Struthio camelus&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A família Struthionidae apresenta um único gênero e uma espécie. Existem quatro subespécies selvagens de avestruz, cuja classificação é feita de acordo com o tamanho, plumagem, porosidade da casca dos ovos e outras diferentes características externas. As subespécies de avestruzes encontradas hoje são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;- Struthio camelus camelus Linneu&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Avestruz da África do Norte, conhecido como “avestruz Mali”. Encontrado ao longo do continente africano, desde a Mauritânia até a Etiópia. São mais altos, com patas mais largas, apresentando o pescoço avermelhado, plumagem ondulada e de maior densidade, e na cabeça uma região nua. Os ovos são maiores e mais lisos que os das espécies da África do Sul.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
- Struthio camelus massaicus Naumann&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Avestruz da África Oriental, conhecido como “avestruz Masai”. Encontrado principalmente na Tanzânia e Quênia. São ligeiramente maiores que os da África do Sul e possuem pescoço rosado, que se torna vermelho na época de reprodução.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
- Struthio camelus molybdophanes Reichenow&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Encontrado na Somália, Etiópia e Quênia, conhecido como “avestruz da Somália”. Menores que os da África do Sul, possuem uma região nua e córnea na cabeça. O pescoço e as pernas apresentam coloração cinza-azulada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
-&lt;b&gt; Struthio camelus australis Gurney&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Avestruz da África do Sul, encontrado ao sul dos Rios Zambezi e Cunane. Apresentam o pescoço cinza-azulado e uma espécie de penugem na cabeça.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;A subespécie Struthio camelus syriacus Rothschild , avestruz do Oriente Médio, foi extinta entre 1940 e 1970.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte:http://www.rancho4s.com/oavestruz.php&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/8096377044527902473/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/o-avestruz.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8096377044527902473'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/8096377044527902473'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/o-avestruz.html' title='O avestruz'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNWkXD91HPxsdHaNEvq_eBkqrvi5n1vCKpKKggHpbV9NixRW2uF2uJ5mp6USzEopEi3ZEbTqHBiZJHqwL6SbliPDnlAL-mq-Oke5AFdBeJPBzxo9eVrQsKJiUXHvPCXtDkMnPfm1oAQbE/s72-c/Avestruz.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-484123311780819338</id><published>2010-11-23T00:06:00.002-02:00</published><updated>2011-03-04T19:17:02.017-03:00</updated><title type='text'>Criação de Ganso</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjne3q835B0YsSso2ZZsx8Jpv_ZAX5zeHUHaJOGTOs3QXy_DPEOYpKRfr2pJ6dAVYi57jR8z1S0KlJw__yOIFc3KAOQFVnTSFd-_Y9dEPMEJ9xDTBeoAL3yQW4pV6bIB7mGhiQSSikwo4k/s1600/Ganso.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;183&quot; width=&quot;275&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjne3q835B0YsSso2ZZsx8Jpv_ZAX5zeHUHaJOGTOs3QXy_DPEOYpKRfr2pJ6dAVYi57jR8z1S0KlJw__yOIFc3KAOQFVnTSFd-_Y9dEPMEJ9xDTBeoAL3yQW4pV6bIB7mGhiQSSikwo4k/s320/Ganso.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;INÍCIO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há várias criações de diferentes raças de gansos, o que amplia o leque de escolha de exemplares para iniciar a atividade. Porém, é importante ter referências do vendedor. Pode-se começar com apenas um casal, mas antes da compra leve em consideração se o objetivo é desenvolver os animais para ornamentação, produção de carne, ovos ou extração das penas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;AMBIENTE&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há exigências para o local de criação de gansos. Eles vivem bem sob diferentes climas e em espaços pequenos e simples. No entanto, recomenda-se uma área com proteção contra sol e chuva, para o conforto dos animais, e outra de pasto e água, para alimentação e banho, respectivamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ESTRUTURA  &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O viveiro para criação de raça pura não precisa ser sofisticado. Monte um cercado de tela de arame, com 3 metros por 4 metros e 1,5 metro de altura. Dentro dele, construa um abrigo de 1,5 metro quadrado e cubra com telha de barro. Também disponibilize um ninho, que pode ser feito com sobras de madeira. Uma opção prática é aproveitar pneus velhos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CUIDADOS &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como as gansas de raça pura não possuem instinto materno, é necessário cuidar dos ovos. Guarde-os inclinados e com a parte pontuda para baixo em lugar seco e com temperatura de 22 graus. Diariamente, incline cada um para o lado oposto para que a gema não grude na casca. Após dez dias, inicia-se a fase da choca. Amas, como galinha, pata ou perua, e chocadeiras elétricas são opções que dão bons resultados.&lt;br /&gt;
BANHO - Aves aquáticas, os gansos gostam de se banhar desde filhotes. Mas os gansinhos só devem entrar na água depois de completar 40 dias e contar com penas em 80% do corpo. Uma área, de 1 metro quadrado e com 20 centímetros ou mais de profundidade, é o bastante para a diversão das aves. A boa fertilidade dos ovos também é atribuída ao acasalamento na água.&lt;br /&gt;
ALIMENTAÇÃO - Os gansos são herbívoros. Pastam capim, comem folhas verdes, legumes, frutas, grãos e batata. Também se alimentam de casca de mamão, além de ervas, caracóis e minhocas que se encontram no solo. Gostam de pão amanhecido e devem receber ração de acordo com a faixa de idade.&lt;br /&gt;
REPRODUÇÃO - A partir dos oito meses e até os oitos anos de vida, os gansos estão aptos a procriar. Em geral, no primeiro ano, botam de 20 a 30 ovos, quantidade que pode se elevar no ano seguinte. O período de reprodução se concentra nos meses entre julho e dezembro, com postura de um ovo a cada dois dias por ave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CUSTO INICIAL &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Filhotes custam a partir de 40 reais&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CRIAÇÃO MÍNIMA &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Um casal&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;INVESTIMENTO INICIAL&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
80 reais a dupla de aves e mais 20 a 30 reais a ração para o primeiro mês&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;RETORNO &lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
De oito meses a um ano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;REPRODUÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Em média, 20 ovos no primeiro ano divididos em duas posturas, que ocorrem entre julho e dezembro&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Fonte:http://revistagloborural.globo.com&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/484123311780819338/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/criacao-de-ganso.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/484123311780819338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/484123311780819338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/criacao-de-ganso.html' title='Criação de Ganso'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjne3q835B0YsSso2ZZsx8Jpv_ZAX5zeHUHaJOGTOs3QXy_DPEOYpKRfr2pJ6dAVYi57jR8z1S0KlJw__yOIFc3KAOQFVnTSFd-_Y9dEPMEJ9xDTBeoAL3yQW4pV6bIB7mGhiQSSikwo4k/s72-c/Ganso.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-7968323847343460203</id><published>2010-11-23T00:00:00.002-02:00</published><updated>2011-03-04T19:21:36.109-03:00</updated><title type='text'>Hobby lucrativo para o Sítio</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaVGtna6sIxGyheenT1IJX2bP_4XIuzk9YWQY3-dcTIecuP1RL5w4YhpYhU8yKNYfJLICD3JYPdTDH15tG8pucjyq4nVBLv-OVdftJTDVL-WOHPG4dMhxxKdc62nPhpddwVa4Eqh6rLe8/s1600/Aves+ornamentais.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;160&quot; width=&quot;120&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaVGtna6sIxGyheenT1IJX2bP_4XIuzk9YWQY3-dcTIecuP1RL5w4YhpYhU8yKNYfJLICD3JYPdTDH15tG8pucjyq4nVBLv-OVdftJTDVL-WOHPG4dMhxxKdc62nPhpddwVa4Eqh6rLe8/s320/Aves+ornamentais.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Criadores de gansos, pavões, faisões e outras aves entraram na atividade por prazer e hoje têm boa renda&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O sítio de lazer da família de Maria Virgínia Franco, em Parelheiros, no extremo da zona sul de São Paulo (SP), deixou de ser apenas para férias e fins de semana. Há cerca de 20 anos, Virgínia decidiu tirar algum rendimento da propriedade, &quot;nem que fosse apenas para sustentá-la&quot;. Como a área é pequena, menos de 5 hectares, optou pela criação de aves ornamentais. &quot;Já tinha certa empatia com aves em geral, tanto que criava algumas espécies, mas eram apenas para enfeitar o local&quot;, conta. Hoje, o sítio é economicamente viável e ainda sobra alguma renda para outros pequenos investimentos, como melhoria na infra-estrutura e nas instalações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim como Virgínia, é desta maneira que grande parte dos criadores de aves ornamentais domésticas começa seu negócio. São vários os atrativos. Esse tipo de criação, por exemplo, não requer muito espaço, nem grande investimento inicial. &quot;Em uma pequena área é possível obter uma renda razoável para a manutenção da propriedade&quot;, diz o presidente da Associação Brasileira dos Criadores de Aves, João Germano de Almeida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;QUANTIDADE MÍNIMA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas há um número mínimo de aves indicado para iniciar uma criação comercialmente viável. &quot;No caso do ganso, são necessárias pelo menos cinco famílias. Cada família deve ter três fêmeas e um macho&quot;, explica Germano. Uma gansa bota 40 ovos por ano e cada filhote é vendido, em média, por R$ 20 a R$ 30. Para galinha d&#39;angola, o ideal é de 5 a 10 famílias (duas fêmeas para cada macho). Os filhotes, de 30 dias, podem ser vendidos por R$ 5 a R$ 10. Já a ave adulta, com 5 meses, custa até R$ 30.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O pavão é outra opção. É mais caro, mas exige menos cuidados no manejo. &quot;Pode até ser criado solto, desde que não haja predadores por perto&quot;, diz Germano. O problema é a reprodução. &quot;São duas posturas por ano, de 15 ovos cada, e nem todos eclodem.&quot; Mas um macho adulto, de 2 anos, custa R$ 120 e, a fêmea, R$ 150. O ideal são duas fêmeas para cada macho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem trabalha com criação de raças puras, o retorno pode ser ainda melhor. Mas os cuidados são redobrados. &quot;Na época da reprodução, as aves não podem ficar soltas, precisam ser confinadas, para evitar cruzamentos indesejados&quot;, diz Maria Virgínia, que começou a sua criação de aves puras quase por acaso. &quot;Um amigo achava nossas aves bonitas e as levou para uma exposição. Uma delas ganhou um prêmio. Comecei a estudar, a criar outras raças, e a criação comercial foi uma conseqüência&quot;, conta. &quot;Há um momento em que você se vê com um plantel enorme e precisa dar o próximo passo.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Virgínia, a comercialização não é problema. A demanda por aves ornamentais, conforme a criadora, é maior do que a oferta. O leque de opções é muito grande, vai de colecionadores de aves, sitiantes que querem ornamentar a propriedade, até os mais recentes clientes, os petshops. &quot;Virou moda ter aves neste tipo de loja.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;SIMPLICIDADE&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O plantel de Virgínia hoje é de aproximadamente 200 aves, entre várias raças de galinhas, gansos, marrecos, pavões e patos, e ocupa apenas parte da propriedade. Para tornar a criação comercial, foi preciso investir em infra-estrutura, principalmente em instalações. Apesar de resistentes, a maioria das aves é sensível ao tempo e precisa de proteção contra o vento e a chuva. &quot;Mas a vantagem é que não é necessário nada sofisticado, pelo contrário, quanto mais simples e mais próximo do hábitat natural, melhor é a produção&quot;, ensina a criadora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A renda com a comercialização, garante ela, tornou a propriedade auto-sustentável. &quot;E ainda conseguimos ter um pouco de lucro&quot;, diz. &quot;Mas é preciso ter critérios para manter uma boa criação, fazer o manejo correto para dar produtividade, senão não dá retorno.&quot; Segundo Virgínia, hoje os gansos são os mais lucrativos, não pelo preço, mas pela maior demanda. Ela vende o casal adulto do ganso chinês branco, o sinaleiro, por R$ 180. Outra raça, a toulouse, chega a custar R$ 350 o casal adulto. &quot;O toulouse e o pavão são as aves mais caras que crio.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
HOBBY&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O criador Edwar Ponte, de Magé (RJ), está no ramo há seis anos, mas tem sua criação como um hobby, apesar de ser a renda com as aves que sustenta a propriedade. &quot;Escolhi as aves ornamentais porque já tinha alguma afinidade&quot;, diz. Ponte acredita que é uma boa opção para quem quer obter renda de pequenas propriedades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas, alerta, é preciso tomar alguns cuidados. &quot;Quem está entrando no negócio agora deve começar com aves mais baratas e de fácil manejo, como o faisão dourado e o coleira, para não correr o risco de investir muito e não se adaptar&quot;, aconselha. &quot;Aprendendo o manejo, aí pode partir para as aves mais caras.&quot; Ele acrescenta também que as aves silvestres precisam de licença do Ibama e não são indicadas para quem está começando. Investindo em aves mais caras, o criador diz que a renda do sítio, hoje, dá para sustentar a propriedade e manter dez empregados. &quot;Tenho um lazer remunerado&quot;, diz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mercado é certo e está em ascensão&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Permissão de importação de aves expandiu e renovou qualidade do plantel&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O presidente da Associação Brasileira de Criadores e Comerciantes de Animais Silvestres e Exóticos (Abrase), Luiz Paulo Amaral, diz que o mercado nacional para aves ornamentais vem crescendo aceleradamente desde 1994, quando a importação de novas espécies deu grande incentivo à criação, além de ter trazido sangue novo às criações já existentes, um fator importante para variar o plantel genético e apurar os padrões raciais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo ele, também houve incremento considerável no número de lojas voltadas à venda de animais, tanto ornamentais quanto domésticos. Atualmente, considerando só as metrópoles do Rio de Janeiro e de São Paulo, calcula-se que haja 8 mil estabelecimentos ligados a esse tipo de comércio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;GRANDE DEMANDA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro ponto importante foi a divulgação de novas legislações sobre animais silvestres e exóticos. Com isso, o mercado para animais ornamentais domésticos, oriundos de importações ou criatórios, teve grande progresso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;A demanda ainda supera a procura, o que estimula e dá bons lucros ao empreendedor&quot;, diz. &quot;Calculamos, porém, que a produção em cativeiro desses animais ainda não ultrapasse 10 mil exemplares, número irrisório diante do potencial da atividade.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A demanda, acrescenta Amaral, é basicamente de empresas de comercialização e pessoas físicas consumidoras. Por isso, diz, a escolha do plantel é muito importante. &quot;Deve-se dar ênfase aos animais de maior penetração comercial, como faisão, pavão, marrecos e gansos.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;APOSTA&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A criação de aves ornamentais é a nova aposta de José Carlos Martins Gaspar, de São Bernardo do Campo (SP). O sítio, que antes era de lazer, transformou-se inicialmente em um grande canil. &quot;Por enquanto, minha renda é exclusivamente da criação de cães e gatos.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há alguns anos, Gaspar resolveu ampliar o número de opções. Comprou uma nova propriedade, na mesma região, e passou a investir em aves ornamentais domésticas, de raças puras. No novo sítio, de 8 hectares, tem 20 raças de galinhas. A waiandote prata laceada é a mais nova no plantel. &quot;As galináceas são o forte do meu negócio, mas também tenho faisão, pavão e algumas espécies aquáticas&quot;, diz ele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O mais caro - e o que chama mais atenção - é o belo cisne branco. O casal, adulto, custa de R$ 5 mil a R$ 6 mil. Além de caros, porém, não são garantia de retorno imediato, pois a reprodução é difícil. O cisne é monogâmico. &quot;Já tenho esse casal há dois anos e ainda não reproduziu. Há vários fatores que interferem, incluindo a empatia entre macho e fêmea.&quot; O cisne negro, igualmente belo, é uma opção mais viável. É mais barato, cerca de R$ 1.500 o casal, e se reproduz mais facilmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CUSTO E REPRODUÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há outras belas aves aquáticas, como as tadornas e espécies exóticas de ganso, como o canadense, que tem o pescoço negro, e o havaí. Mas também não são fáceis de reproduzir e, por isso, têm um valor agregado maior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A tadorna tricolor chega a custar R$ 2 mil o casal adulto. &quot;No geral, o custo da ave está relacionado com a facilidade ou a dificuldade da reprodução&quot;, explica Gaspar. Entre os galináceos, a ave mais cara, diz o criador, é o cochim gigante frisado, que custa R$ 200 o casal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já as mais baratas são as miniaturas em geral, que custam R$ 50, em média. &quot;O interessante é que o custo para criação não é alto. Basicamente, ração de milho complementada com verde&quot;, explica. &quot;O maior investimento é com as instalações, essenciais para a proteção das aves, e com a compra das matrizes.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;FONTE:http://www.sebrae-sc.com.br&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/7968323847343460203/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/hobby-lucrativo-para-o-sitio.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7968323847343460203'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/7968323847343460203'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/hobby-lucrativo-para-o-sitio.html' title='Hobby lucrativo para o Sítio'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgaVGtna6sIxGyheenT1IJX2bP_4XIuzk9YWQY3-dcTIecuP1RL5w4YhpYhU8yKNYfJLICD3JYPdTDH15tG8pucjyq4nVBLv-OVdftJTDVL-WOHPG4dMhxxKdc62nPhpddwVa4Eqh6rLe8/s72-c/Aves+ornamentais.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-6791784671335982023</id><published>2010-11-22T23:46:00.003-02:00</published><updated>2011-03-04T19:24:41.420-03:00</updated><title type='text'>Patos - Manual de orientação para criação e engorda</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6HZCco2zfSKfaWiXWfjfCq6ceUjPLUFl2Xs67q_chYPB1HhXB2m0wQmggFJW38Aj4JFD0mEPNAdIUisgIFsOfx6Wd2bgk7DvVPEs7oJdSLzLfW38wUREnMqNnqUkJ8K_S-f-CFfPdCbA/s1600/Patinho+amarelo.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;224&quot; width=&quot;225&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6HZCco2zfSKfaWiXWfjfCq6ceUjPLUFl2Xs67q_chYPB1HhXB2m0wQmggFJW38Aj4JFD0mEPNAdIUisgIFsOfx6Wd2bgk7DvVPEs7oJdSLzLfW38wUREnMqNnqUkJ8K_S-f-CFfPdCbA/s320/Patinho+amarelo.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;MANUSEIO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os patinhos de um dia, estão sujeitos à alguns cuidados especiais depois de uma longa viagem,  pois não passam de recém nascidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de muito resistentes e espertos, devem receber água com açúcar logo que postos sob a campânula.  Caso não se dirijam aos bebedouros  imediatamente, pegar alguns com a mão e molhar o bico, que logo  todos  farão o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A temperatura da campânula deve ser de 32º Centígrados na primeira semana, passando à 25º C. na segunda semana. Nos locais de clima tropical não há necessidade de aquecedor alem dos quatorze dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ATENÇÃO:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;1-&lt;/b&gt; Nunca segure os patinhos pelas patas ou asas, faça-o somente pelo pescoço ou pelo corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;2- &lt;/b&gt;Nunca deixe os patinhos entrarem na água antes de vinte e um dias.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ALIMENTAÇÃO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É o fator mais importante para quem deseje criar patos para engorda e abate. Nossa experiência com esta espécie, depois de experimentar diversas composições e fórmulas, nos ensinou que para haver um bom desempenho na criação, é necessário uma boa ração, que na falta de alternativa poderá ser a ração inicial de pintinhos, de preferência  peletizada (com peletes tipo ração de codornas) ou triturada, evitando-se as rações muito finas, isto até os primeiros quatorze dias. A partir dai e até os trinta e cinco dias ou quinta semana, poderá ser administrada a ração comercial de crescimento peletizada, e dos trinta e cinco até o abate, a ração de engorda, também peletizada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se for possível conseguir ração especial ( só se consegue para grandes quantidades), siga a formulação que segue  junto a embalagem dos patinhos de um dia. Caso não seja possível formular, entre em contato com um fabricante e solicite ração sem antibióticos, hormônios ou qualquer outro medicamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ração não deve faltar nos comedouros, que podem ser de calha ou cilíndricos como os de frango de corte. À cada novo lote limpar bem os comedouros antes de botar ração limpa. No caso de abate, retirar a ração 8 horas antes, para que estejam com o aparelho digestivo vazio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os bebedouros devem ser do tipo automático ou calha com água corrente, numa altura que não permita ao patinho se banhar, devendo  estar distante no máximo  3 metros dos comedouros, e de preferência junto à uma das laterais do galpão.  Sob a linha de bebedouros, deve haver uma calha com ralo, para onde a água deva escorrer, deixando o piso seco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O consumo de ração nas primeiras semanas é muito pequeno aumentando rapidamente da quinta semana em diante, podendo-se calcular  a taxa de conversão com uma boa ração para o abate em 45 a 50 dias entre 2,4 e 2,5 quilos de ração por quilo de peso vivo, sendo que nesta idade, tanto machos como fêmeas atingem cerca de 3,3 kg. com diferença de 5% a favor dos machos. Caso o abate seja postergado para 70 dias, os patos podem ultrapassar os 4Kg. de peso vivo, porém com uma taxa de conversão menos eficiente. Usa-se esta modalidade para quando se deseja obter peitos de pato mais pesados.&lt;br /&gt;
Com uma boa ração temos conseguido exemplares de 4,5kg de peso vivo, aos 60 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ESPAÇO&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro fator de suma importância na criação é o espaço requerido pelos patos de Pequim, que como regra geral até a segunda semana, pode ser o dobro do necessário para pintinhos.&lt;br /&gt;
Dai em diante as necessidades mudam, e podemos resumi-las na tabela abaixo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
DIAS                           QUANTIDADE/m2  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até 7  dias                      40         &quot;&lt;br /&gt;
Até 14 dias                      15         &quot;&lt;br /&gt;
Até 21 dias                      10         &quot;&lt;br /&gt;
Até 28 dias                       6         &quot;&lt;br /&gt;
Até 35 dias                       5         &quot;&lt;br /&gt;
Até 49 dias                       4         &quot;&lt;br /&gt;
De  49 em diante                  3         &quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um modelo bom para criação em nosso clima será o de um galpão com 10 metros de largura, e comprimento variando de 30 a 200 metros de acordo com a quantidade de aves que se deseje criar. O pé direito deve ser de no mínimo 3 metros nas regiões menos quentes e quatro metros nas regiões de clima quente. Nestas deve ser construído um lanternim na cumeeira para exaustão do ar quente. A posição do galpão em relação à incidência de raios solares também deve ser observada, de modo a possibilitar as aves sempre um local de sombra para se abrigarem pois uma exposição prolongada pode causar sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O galpão poderá ter a lateral toda telada ou não, dependendo da região, pois se não houver predadores ou ladrões, basta uma parede de 70 centímetros de altura para impedir a sua fuga. Também as divisórias entre lotes, podem ter apenas 50 centímetros de altura, pois será o suficiente para detê-los facilitando ao tratador o acesso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bebedouro em calha ou linha de bebedouros automáticos, deverá ficar junto a uma das paredes laterais, a uma altura do chão que não permita a entrada da ave, sendo a linha de comedores paralela a ela, numa distância que pode variar entre 2 e 3 metros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O piso do galpão deve ser pavimentado, com caimento para o lado do bebedouro de cerca de 5% de modo a facilitar a limpeza e o escoamento da água.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As telhas podem ser de fibrocimento, recomendando-se nas regiões mais quentes as telhas de cerâmica, por isolarem um pouco mais o calor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O PATO ORGÂNICO&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2002 iniciamos a criação do pato caipira ou orgânico, com excelentes resultados. É que  a partir da segunda semana, quando não precisam mais calor artificial, são colocados em grande cercados nas áreas de capoeira, alimentando-se parcialmente de capim e outros vegetais, complementando-se a alimentação com uma ração especialmente formulada por nós, ração esta sem qualquer antibiótico, hormônio ou  medicamento, e sem o stress inevitável do confinamento, produzindo um pato muito saboroso e mais saudável, e com características mais naturais. Este pato entretanto, diante de um custo mais elevado, só é produzido sob encomenda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;DOENÇAS&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Iniciamos nossa criação em 1989, e até o presente não observamos em nosso criatório nenhuma doença contagiosa nos milhões de patos que já produzimos. Isto não significa que os patos não estejam sujeitos a doenças. No entanto cuidados na higiene e nas acomodações são necessários tais como, limpeza sistemática de comedores e bebedores a cada troca de lote, ventilação dos galpões, cama seca feita de cepilho, palha de arroz, capim seco picado, sabugo de milho triturado, ou qualquer outro material absorvente para manter o piso sem umidade, que por incrível que pareça é um dos principais fatores de mortalidade. Isso evitará que tenham reumatismo nas pernas, fato observado em literatura especializada, causando arqueamento das pernas e atrasando o crescimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Algumas vezes em casos isolados surgem problema nos olhos, que aparecem lacrimejando e meio fechados podendo causar cegueira e morte por inanição.. Deve-se isolar o indivíduo, aplicando-se em seguida sobre a vista, uma solução de água com sal à 5%.  Normalmente  a mortalidade até o abate aos 49 dias não chega aos 5%.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para qualquer outro sintoma ou indícios de doença não identificada, sugerimos contato com um veterinário mais próximo que facilmente resolvera o problema, pois estes patinhos são criados a mais de um milênio, sendo poucos os problemas não solucionáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;FONTE:http://www.patoseloverde.com.br&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/6791784671335982023/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/patos-manual-de-orientacao-para-criacao.html#comment-form' title='21 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/6791784671335982023'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/6791784671335982023'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/patos-manual-de-orientacao-para-criacao.html' title='Patos - Manual de orientação para criação e engorda'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi6HZCco2zfSKfaWiXWfjfCq6ceUjPLUFl2Xs67q_chYPB1HhXB2m0wQmggFJW38Aj4JFD0mEPNAdIUisgIFsOfx6Wd2bgk7DvVPEs7oJdSLzLfW38wUREnMqNnqUkJ8K_S-f-CFfPdCbA/s72-c/Patinho+amarelo.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>21</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-3788079864542363380</id><published>2010-11-21T16:03:00.002-02:00</published><updated>2011-03-04T19:26:22.569-03:00</updated><title type='text'>Criação de galinha D’Angola</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSwqyvX3vPBk1j2tD8oLem0-VYUFHbheNGgKGPkzce34iya3JlpxMFkUV2WoHyMwJR-lH8qwAlcoL51dNEf3TI7dVE5iGFVPyWYhN6iQokuGRC8h0DdgHkb6dzRElUbsxEFgex5iGnIoo/s1600/galinha+angola.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;140&quot; width=&quot;186&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSwqyvX3vPBk1j2tD8oLem0-VYUFHbheNGgKGPkzce34iya3JlpxMFkUV2WoHyMwJR-lH8qwAlcoL51dNEf3TI7dVE5iGFVPyWYhN6iQokuGRC8h0DdgHkb6dzRElUbsxEFgex5iGnIoo/s320/galinha+angola.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa interessante e bonita ave africana vem sendo criada há muitos anos por todo o Brasil. Sua criação é feita em liberdade, nas fazendas, atingindo grande desenvolvimento em certas regiões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É também conhecida por angolinha, capote, catirê, cocá e conquém. Já foi muito criada como ave de guarda, servindo ainda para afugentar ratos e ratazanas. Tem um grito estridente, que o povo diz significar “tô fraco! tô fraco!”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há dois tipos ou raças de angolinhas mais criadas: a branca e a cinza com pintas brancas. Não há diferença entre elas, senão na cor, portanto, a escolha depende do gosto do criador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Para que serve&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
A galinha d&quot;Angola produz uma carne muito apreciada e, segundo muitos gourmets, o peito dessa ave, quando bem preparado, é um prato tão gostoso e fino quanto o do faisão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para a produção de ovos, não podem competir com as galinhas porque seus ovos, apesar de terem qualidade e gosto semelhantes, são bem menores e de menor valor de mercado. Além disso, sua postura é pequena, indo de 20 a 30 ovos antes de cada incubação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Criação&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Sua criação pode ser feita de duas maneiras: em liberdade ou em confinamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No primeiro caso, as aves são soltas e apenas recebem alguma ração pela manhã ou à tarde, alimentando-se quase exclusivamente de capins, insetos, vermes e outros alimentos que encontrem, não dando quase nenhuma despesa. A criação, dessa maneira, dá poucos resultados, pois as angolinhas que ainda não abandonaram alguns hábitos selvagens só fazem os ninhos “no mato”, aparecendo, muitas vezes, já acompanhadas pelos filhotes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma cena muito comum nas fazendas e sítios em que são criadas, é a da família inteira ficar “vigiando”, esperando que a angolinha “cante no mato” para, em seguida, sair correndo para ver se acha o ninho. Em geral, quando o ninho é achado, já há vários ovos velhos, estragados ou chocos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro tipo de criação é em confinamento, isto é, as aves são mantidas presas, em cercados e com abrigos. Os abrigos devem ser cobertos com tela, pois as angolinhas voam muito e fogem, sendo difícil tornar a prendê-las.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Incubação ou choco&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
Como as angolinhas são muito assustadiças, às vezes abandonam seus filhotes, não voltando mais ao local em que eles se encontram. Quando isso acontece e os filhotes são muito pequenos, todos morrem se não são encontrados a tempo. Por isso é aconselhável chocar os ovos em galinhas pois elas cuidam melhor dos pintinhos. Para um grande número de ovos, pode ser feita a incubação artificial, isto é, em chocadeiras. A incubação dura de 26 a 28 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No caso dos pintinhos serem obtidos em chocadeiras, sua criação deve ser feita em criadeiras, da mesma maneira que os pintos, com calor durante 15 ou 20 dias. É preciso tomar cuidado nos primeiros dias porque os filhotes tem propensão a ficarem espalhados, longe das campânulas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com 25 a 30 dias já podem ser soltos em liberdade, pois assim comem insetos ou vermes. Sua alimentação é a mesma que a dos pintos e frangos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando soltos, andam o dia inteiro, em busca de alimentos, bastando que lhes seja fornecida uma ração de grãos pela manhã.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na criação em confinamento, devem ser dadas as mesmas rações que se dá para as galinhas, além de bastante verde. Com 14 semanas dão mais ou menos 1 quilo, sendo a época indicada para sua venda para o corte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não é aconselhável iniciar uma criação de galinhas d\&#39;Angola, sem antes conseguir compradores, pois nem sempre é possível encontrar compradores para grandes quantidades.&lt;br /&gt;
http://www.ruralnews.com.br/</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/3788079864542363380/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/criacao-de-galinha-dangola.html#comment-form' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/3788079864542363380'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/3788079864542363380'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/criacao-de-galinha-dangola.html' title='Criação de galinha D’Angola'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiSwqyvX3vPBk1j2tD8oLem0-VYUFHbheNGgKGPkzce34iya3JlpxMFkUV2WoHyMwJR-lH8qwAlcoL51dNEf3TI7dVE5iGFVPyWYhN6iQokuGRC8h0DdgHkb6dzRElUbsxEFgex5iGnIoo/s72-c/galinha+angola.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-326830297665329966</id><published>2010-11-19T08:17:00.001-02:00</published><updated>2011-03-04T19:36:22.252-03:00</updated><title type='text'>Faisão</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYgGRdm0doiElOofFqG92os-N0HM0A4JeJaG4cARjE5i8m0OgkovGxoXTuCToI7l03ohEHxHm-8Z5aiecoVsYC3DxpxKU6GcikYVYAnGhc-0yd9SDs9cnO48_DI8iRfKfC35iGioIHofY/s1600/Fais%25C3%25A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;139&quot; width=&quot;186&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYgGRdm0doiElOofFqG92os-N0HM0A4JeJaG4cARjE5i8m0OgkovGxoXTuCToI7l03ohEHxHm-8Z5aiecoVsYC3DxpxKU6GcikYVYAnGhc-0yd9SDs9cnO48_DI8iRfKfC35iGioIHofY/s320/Fais%25C3%25A3o.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O Faisão é uma ave de plumagem extremamente colorida e de beleza impressionante. Faz parte da numerosa família Phasianidae, a mesma dos Perus, Pavões e Galinhas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar faisões é um grande prazer. Apreciar sua beleza é algo realmente encantador. Eles não são aves de estimação para serem afagados. Apesar de conviverem com o homem há cerca de mil anos, preservam o instinto selvagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta ave tem uma alimentação diversificada, variando de frutos secos e carnudos até rebentos insetos e vermes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito exóticos, os faisões dão um show com suas formas elegantes. Porém, a beleza é um privilégio dos machos. Bonitos durante todo o ano ficam ainda mais atraentes na época do acasalamento. Suas cores se intensificam de setembro a fevereiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fazem verdadeiras exibições às fêmeas no jogo da conquista. Abrem suas asas e imensas caudas, inflam o peito e até as barbelas. Um ritual que vale ser assistido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já as fêmeas são discretas. As suas cores, em geral, se confundem com as do solo, onde fazem o ninho. Tal camuflagem natural dificulta sua visualização pelos predadores enquanto chocam os ovos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A postura varia de 6 a 25 ovos por ano dependendo da variedade, e a eclosão destes ovos acontece de 21 a 28 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os faisões podem ser criados em viveiro ou soltos no jardim. Todas as espécies se dão bem no nosso clima, do norte ao sul do país. Resistente, não necessitam de grandes cuidados. É preciso apenas que a comida fique em local coberto, abrigada da chuva; além do corte das penas de uma das asas e um muro de cerca de um metro e meio para ele não fugir pulando. A expectativa de vida é de 12 a 13 anos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A alimentação deve ser de boa qualidade. Na natureza, o faisão alimenta-se de frutas, raízes, insetos, folhagens e verduras. Na criação pode comer diariamente ração industrializada para galinhas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O viveiro deve ser espaçoso para evitar que o faisão se estresse e fique sujeito a doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A faisoa não choca em viveiro. Normalmente as que ficam soltas chocam. É preciso recolher os ovos diariamente e guardá-los em local fresco, no máximo por sete dias, com a ponta para baixo, virando-os todos os dias.No caso de usar a galinha para chocar, é preferível que continue criando os filhotes até emplumarem as costas. Devem ficar em local seco, de onde não escapem, para não tomarem chuva ou vento. Com cerca de 15 a 20 dias já podem ser separados. O faisão filhote não tem a mesma resistência do adulto. Por isso, o local onde ficam os filhotes deve ser desinfetado semanalmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Origem e História&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Originários da Ásia, os faisões foram introduzidos na Europa na Idade Média. Hoje, são mais de 40 variedades de faisões. Eles acabaram por se adaptar a climas e ambientes diversos e adquiriram assim grande rusticidade. Além de usados para o esporte tradicional da caça, sua carne nobre era apreciada em mesas sofisticadas.  &lt;b&gt;&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/326830297665329966/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/faisao.html#comment-form' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/326830297665329966'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/326830297665329966'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/faisao.html' title='Faisão'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYgGRdm0doiElOofFqG92os-N0HM0A4JeJaG4cARjE5i8m0OgkovGxoXTuCToI7l03ohEHxHm-8Z5aiecoVsYC3DxpxKU6GcikYVYAnGhc-0yd9SDs9cnO48_DI8iRfKfC35iGioIHofY/s72-c/Fais%25C3%25A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-3849787118592119003.post-2492520306878542905</id><published>2010-11-13T16:32:00.002-02:00</published><updated>2011-03-04T19:40:19.742-03:00</updated><title type='text'>Doenças e problemas de nossos galos e galinhas</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOiXObQjawViXCPs8PkruU8edcRTJW9GpNnuSE8a9A9htRls4udneqKCuX9d_8Bie5dBrxliS_OR_Q0cqBioTsZioxwA7AELKadcaKcsvLyksMjRbmK5nsGMmQxNtSYiznXkXWzGZ2V4U/s1600/Doen%25C3%25A7as+de+nosso+frangos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear:left; float:left;margin-right:1em; margin-bottom:1em&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;134&quot; width=&quot;194&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOiXObQjawViXCPs8PkruU8edcRTJW9GpNnuSE8a9A9htRls4udneqKCuX9d_8Bie5dBrxliS_OR_Q0cqBioTsZioxwA7AELKadcaKcsvLyksMjRbmK5nsGMmQxNtSYiznXkXWzGZ2V4U/s320/Doen%25C3%25A7as+de+nosso+frangos.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;AFTA OU PLACA SIMPLES&lt;/b&gt; - Pequenas placas que se formam perto da língua e garganta dos galos e que são curáveis com Baytril 5%, na dosagem de 0,5 ml durante 10 dias intercalados ou Albicon (humano). Lavar com Permenganato de Potássio na medida de 1 x 10. Também poderá ser feito um tratamento com Fornegin spray de 3 em 3 horas, Cotonax ½ comprimido durante 20 dias, e Pentacilin 2 dias - 1 dose.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ANOREXIA&lt;/b&gt; - Falta de apetite e emagrecimento causado por doenças ou verminoses. Podemos superar esse problema com o fornecimento à ave de Potenay B12 ou Vitagold Potenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;APANTOTENOSE&lt;/b&gt; - Doença causada pela deficiência de vitamina B3. Os sintomas são lesões de pele, pálpebras, cantos dos bicos, pernas e pés. Problemas que também poderão ser resolvidos com o fornecimento de Potenay B12 ou Vitagold potenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ARISTIN OU SARNA PODAL OU CASCÃO &lt;/b&gt;- Crostas que se formam nas pernas. Como tratamento lavamos as partes afetadas com sabão grosso e escova dura, para remover parte da crosta. E besuntamos com uma mistura de vaselina e querosene, até acabar o problema. Acarsan loção humana. Óleo queimado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ARRIBOFLAVINOSE&lt;/b&gt; - Doença causada por deficiência de vitamina B2. Os sintomas são dedos torcidos, neuromalácia e crescimento fraco. Problema que também poderá ser resolvido com Potenay B12 ou Vitagold potenciado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ASPERGILOSE&lt;/b&gt; &lt;/b&gt;- Causa problemas no sistema respiratório dos pintos apresentando ruídos na traquéia, respiração acelerada e difícil, olhos inflamados, sede, asas caídas, febre, sonolência, fraqueza, falta de apetite, perda de peso. Não existe tratamento. Pode-se tentar a Bisolvomycina injetável, que é um excelente antibiótico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BOQUEIRA&lt;/b&gt; - Calosidade formada na junção dos bicos. O tratamento é limpar o local e pincelar com Iodo Metalóide(25g de iodo para 100ml de álcool) diariamente até a cura. Rifocina spray.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BOUBA OU EPITELIOMA CONTAGIOSO&lt;/b&gt; - Aparecimento de caroços que se espalham pela cabeça e às vezes pelo corpo da ave. Há diversos tratamentos: aplicar Terramicina LA e pincelar os caroços com uma pomada de banha e sal, vaselina fenicada a 2% ou solução de glicerina iodada, ou mesmo cauterizar os caroços com ferro em brasa.&lt;br /&gt;
Oferecer diariamente pela manhã, 6 grãos de pimenta do reino, até que os caroços da bouba sequem e caiam. Tempero pronto(alho e sal). Pimenta moída na ração. Poupa de tomate com sal. Porém a melhor maneira de ficarmos livres desses problemas é vacinar as aves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;BRONQUITE INFECCIOSA OU LARINGOTRAQUEÍTE &lt;/b&gt;- Doença respiratória que ataca pintos até 2 meses. Apresenta tosse, ronco, corrimento nasal, dificuldade de respirar, olhos lacrimejantes, rosto inchado. O tratamento consiste na aplicação de antibióticos como Bisolvomycina, Terramicina LA, Ampitec e a complementação com vitamina A para uma recuperação mais rápida. Pentabiótico reforçado. Ampicilina sódica. Aminofilina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CABEÇA ABERTA&lt;/b&gt; - Consiste na fragilidade do couro que protege a cabeça da ave na parte superior. A solução está em uma cirurgia na qual fazemos um corte e retiramos totalmente a pele fragilizada. Em seguida fazemos o descolamento parcial da pela na região ao redor de onde fizemos a retirada, unimos cuidadosamente fechando a abertura e ponteamos cuidadosamente. Medicamos com medicamentos cicatrizantes e é só esperar que a natureza encarrega-se do resto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CALOS&lt;/b&gt; - São o resultado do contato constante com o piso duro. Em alguns casos a aplicação de sebo quente resolve. Entretanto, na maioria dos casos, é necessário se fazer uma cirurgia para estirpar o calo. Corta-se em cruz, retira-se o calo e desinfeta-se com éter, iodo ou cauteriza-se. É muito importante que a ave com calos seja colocada em gaiola sem poleiro e com piso de areia macia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CARUARA OU GOTA&lt;/b&gt; - Doença que ataca a articulação do joelho dos galos, principalmente, os mais velhos. Começa com uma pequena película na articulação e se não for cuidado no início torna-se grossa e inutiliza o galo.&lt;br /&gt;
O primeiro passo é mudar a ração retirando milho e proteína. Substituindo pôr verduras e outros cereais. Pincela-se o local com enxofre com óleo, pomada de penicilina, Bactrovet Prata.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CHOCO&lt;/b&gt; - Fazer uma galinha sair do estado de choco, às vezes, torna-se um problema. Existem algumas maneiras de proceder. E uma bastante eficiente é a seguinte.&lt;br /&gt;
Separá-la em uma pequena gaiola e mantê-la sem comida e água por uns 3 ou 4 dias. Dando-lhe banhos diários. É tiro e queda.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;COCCIDIOSE OU EIMERIOSE&lt;/b&gt; - Parasitas que atacam o intestino principalmente dos pintos. Os sintomas são diarréia de sangue, asas caídas, penas eriçadas, anemia, perda de apetite, perda de peso e desidratação. O tratamento pode ser feito com Vetococ, Amprol, Sulquin e as vitaminas A e K.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CÓLERA OU PASTEURELOSE&lt;/b&gt; - Doença contagiosa de alta mortalidade. Os sintomas são: depressão, tristeza, cabeça sob as asas, sonolência, diarréia verde-amarelada, as aves não bebem e nem comem, a crista e as barbelas ficam arroxeadas, em alguns casos as barbelas, brincos, base dos pés e joelhos ficam quentes. O tratamento é à base de Vetococ, Clorantrat, Ampitec Teluricol, etc. porém, a vacina é o meio mais eficiente de livrar-se da doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;COMPLEXO LEUCÓTICO AVIÁRIO&lt;/b&gt; ( Marek e Leucose ) - Doença contagiosa que pode ser transmitida até por descendência genética. Tem um índice de mortalidade em torno de 99%. Apresenta-se de diversas formas e os sintomas que antecedem ao aparecimento da doença são: a ave começa a beber água acima do normal e os grãos de alimento às vezes são expelidos inteiros nas fezes.&lt;br /&gt;
As diversas formas da doença são:&lt;br /&gt;
Forma Nervosa - paralisia de pernas, pescoço e asas.&lt;br /&gt;
Forma Ocular - a ave fica com o chamado olho de peixe.&lt;br /&gt;
Forma Aguda - empalidecimento progressivo até a morte.&lt;br /&gt;
Forma Visceral - a ave seca lentamente.&lt;br /&gt;
Forma Óssea - os ossos das asas, pescoço, pernas se deformam, ficam encaroçados.&lt;br /&gt;
Forma Ulcerosa - uma ferida mal cheirosa aparece no corpo, geralmente próximo ao encontro da asa aumentando em pouco tempo.&lt;br /&gt;
Barriga D&#39;água - o abdome vai avolumando pouco a pouco, cheio de líquido. Há casos da ave aumentar mais de 1 kg.&lt;br /&gt;
Forma Diftérica - placas diftéricas aparecem na garganta da ave e não há antibiótico que debele o mal. Pode durar até 1 ano mas sempre sobrevem a morte.&lt;br /&gt;
Fora a vacina para a doença de Marek, que deve ser aplicada no 1o dia de vida, não há tratamento para essa doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CORIZA&lt;/b&gt; - Inflamação da mucosa, dos séptos nasais e da conjuntiva ocular. Os sintomas são: espirros, tosse, dificuldade de respirar, corrimento nasal, face inchada. O tratamento pode ser feito com Terramicina LA, Tylan, Vetococ, Ampitec, Baytril, Flotril, Iflóx etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;CRUEIRA OU CASTANHA&lt;/b&gt; - Proveniente de medicação mal feita após o combate. É o acúmulo de sangue coagulado ou pus entre os tecidos. Em qualquer caso a melhor solução é a cirurgia, onde será retirado todo o processo, cauterizado com iodo. Dão-se alguns pontos sem fechar totalmente, para que a cicatrização se dê de dentro para fora.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;DESINFECÇÃO &lt;/b&gt;- Na desinfecção da água de bebida para eliminas germes e bactérias podemos usar o Biocid, na proporção de 1 ml para 2 litros de água. Na desinfecção de gaiolas e aviários podemos usar o próprio Biocid ou Creolina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;DIFTERIA (PLACA)&lt;/b&gt; - É derivada da bouba. De difícil tratamento, principalmente em estado avançado. Temos várias indicações de cura que são: injeções intramusculares de Urotropina a 25%. Pincelar com uma mistura de Iodo e Glicerina. Pincelar com Azul de Metileno. Tocar as placas com Nitrato de Prata. Tribissen, Lincospectin, Própolis, querosene, Penicilina+estreptomicina injetado na cabeça. 1 grama de sulfato de cobre em ½ litro de água e dar a ave por 5 dias. Benzetacil injetável. Keflex ou Cefalexina. Ganadol pomada. Tetrex comprimidos. Violeta Genciana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;DRC - DOENÇA RESPIRATÓRIA CRÔNICA&lt;/b&gt; - Doença respiratória que ataca o sistema respiratório superior e inferior, inclusive os sacos aéreos. Os sintomas são: tosse, espirros, dificuldade de respirar, corrimento nasal, cara inchada, perda de apetite, perda de peso, enfraquecimento e diarréia. O tratamento é feito com Terramicina LA, Ampitec, Estreptomicina, Tylan, Pulmodiazin, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;EMPAPAR &lt;/b&gt;- Retenção de alimento no papo, por doença ou outro motivo qualquer. Pode ser resolvido com: Sonrisal, Coca-cola, Cebola picada, Lacto-purga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ENCEFALOMIELITE&lt;/b&gt; - Afeta o sistema nervoso dos pintos. Os sintomas são: expressão dura, opaca e sem vida no olhar. Incoordenação dos movimentos das pernas e das asas. A ave senta-se sobre os joelhos, cambaleia e não consegue mover-se. Tremores na cabeça, pescoço e corpo. Não come, nem bebe. Perde ou enfraquece a voz. Não existe tratamento, apenas prevenção pela vacinação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ENTERITE &lt;/b&gt;( E.Coli ) - Inflamação do intestino. Os sintomas são: falta de apetite, tristeza, diarréia, palidez, penas eriçadas, perda de peso e má conversão alimentar(empapar). Se os sacos aéreos também forem infectados, pode haver tosse e ronqueira. O tratamento é feito com Neomicina, Ampitec, Terramicina, Penicilina, Estreptomicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ESPIROQUETOSE OU BORRELIOSE OU ESPIRILOSE OU NORDESTE&lt;/b&gt; - Doença transmitida por carrapatos. Os sintomas são: tristeza, febre, diarréia verde, perda de apetite. O tratamento é feito com Benzetacil, Ampitec, Neomaizon. E deverá ser feita a pulverização das instalações para eliminação dos carrapatos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;FAVO OU TINHA OU BOUBA BRANCA&lt;/b&gt; - Espécie de fungo parecido com mofo, que aparece na crista, barbelas e às vezes espalha-se pôr outras partes do corpo. O tratamento pode ser feito com enxofre com óleo ou Daktarin loção, Cetaconazol, Fungol, Ácido Bórico, vaselina formolada, vaselina boricada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;GALO RONCANDO &lt;/b&gt;- Tyladen aplicar 3 doses de ½ ml em dias alternados. Tormicina 100. Violeta Genciana 2 vezes ao dia. Agrovert e Flotril 10% aplicar 1 ml por 3 dias alternados, Amoxacilina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;GOGO &lt;/b&gt;- Doença que surge por causa de correntes de ar, mudanças de temperatura, umidade e frio excessivos. Os sintomas são olhos lacrimejando, corrimento nasal fétido, perda de apetite. Se não for cuidado se tornará crônico. O tratamento pode ser feito com Terramicina LA, Tylan.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;HEMORRAGIAS&lt;/b&gt; - Poderão serem usados os produtos a seguir: Ipsilon comprimidos. Hemostop. Vitamina K injetável, Efederm.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;HEMORRÓIDAS&lt;/b&gt; - Vez por outra encontramos um galo com esse problema. Como tratamento, devemos lavar o local com Permanganato de Potássio misturado a água na proporção de 1 colher de chá para 1 litro de água. Durante o tratamento a ave não deverá ser alimentada com milho, somente com pão com leite e banana com casca. Aplicar 0,5 ml de Baytril a 5% durante 5 dias alternados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ICTERÍCIA&lt;/b&gt; - Não é comum. Os sintomas são: pele e tarsos amarelados excessivamente, temperatura abaixo do normal, perda do apetite em alguns casos, sensível perda de peso, músculos flácidos, a ave passa mais tempo deitada. Fácil de curar se descoberta a tempo. O tratamento começa com a suspensão do milho. Alimentar a ave com arroz com casca, aveia sem casca e triguilho, bastante verdura. O tratamento pode ser feito com purgantes salinos, como seja o sal amargo e fornecer Extrato Hepático na água de bebida. Há uma receita que consiste em tostar uma castanha de caju com casca e tudo, triturar e fazer uma papinha misturando um pouco de leite e dar ao galo em jejum.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;MONILIASE&lt;/b&gt; - São ulcerações que se formam na mucosa digestiva. Poderá ser tratado com Pentabiótico pequeno forte. Nistatina&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;MUDA&lt;/b&gt; - É a troca natural de penas. Para apressar o início e o término da muda podemos executar o seguinte:&lt;br /&gt;
1 - colocarmos as aves em gaiolas às escuras por uns 10 dias.&lt;br /&gt;
2 - completados os 10 dias, cortamos comida e água pôr 3 ou 4 dias.&lt;br /&gt;
3 - completado o período voltamos a fornecer água e ração. Porém devemos enriquecer a ração com castanha e girassol.&lt;br /&gt;
4 - quando a muda já estiver bem avançada, começamos a banhar o galo todos os dia se colocá-lo no passeador para enxugar ao sol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;NEWCASTLE OU PNEUMECEFALITE &lt;/b&gt;- Vírus que propaga-se rapidamente. Os sintomas são: perda do apetite, espirros, tosse, dificuldade de respirar, paralisia parcial, tremores, torcedura do pescoço, cambalhotas para trás, caminhar em círculos. Não há tratamento eficaz, apenas prevenção pela vacinação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OFTALMIA&lt;/b&gt; - Problemas de visão que podem Ter diversas causas. Sempre que for notado qualquer lacrimejamento, vermelhidão ou inflamação ocular deveremos Ter sempre um bom colírio ou pomada e fazer dela uso imediato.&lt;br /&gt;
Geralmente os problemas oculares são de 3 tipos:&lt;br /&gt;
1- Infecções : que devem ser tratadas com pomadas de antibiótico como: Biamotil, Tobrex, Ciloxan, Tetraciclina. etc.&lt;br /&gt;
2- Pancadas ou Perfurações : nesse caso a primeira providência deverá ser proteger a ave, principalmente do excesso de luz e usar as seguintes pomadas: Maxitrol, Tobradex, Biamotil-D, Dexafenicol, Eptezan.&lt;br /&gt;
O resto é com a boa capacidade de recuperação da ave.&lt;br /&gt;
No caso de pancada com edema de sangue no interior do olho. Efetuar, na hora, um corte ou perfuração no céu da boca do galo, do lado do olho atingido e deixar sangrar. Dipirona gotas para baixar a pressão. Hortelã. Água c/açúcar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;ONFALITE &lt;/b&gt;- Infeção bacteriana do umbigo dos pintos recém nascidos. O tratamento consiste na manutenção de temperatura ideal e o uso de Penicilina e Estreptomicina. O melhor meio é a prevenção com limpeza desinfeção e temperatura e umidade corretos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OSTEOMALÁCIA&lt;/b&gt; - As aves apresentam-se com os ossos moles e fracos. Problema que poderá ser resolvido com Catosal, Calcifetrim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OTITE &lt;/b&gt;- São inflamações de ouvido muito comum nos galos. Podemos usar o Oto-vet gotas que é fabuloso. Também tem o Panotil, Ouvidonal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OTORRÉIA &lt;/b&gt;- Corrimento amarelo que se forma no ouvido das aves. Poderá ser resolvido com o uso de OTO-VET.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OVO VIRADO&lt;/b&gt; - Problema com que podemos nos deparar envolvendo às vezes uma reprodutora muito importante. Um purgante de óleo de rícino poderá ajudar a resolver o problema, mas a solução dependerá muito mais da habilidade daquele que estiver cuidando da ave. Existem pessoas que com muita precisão conseguem fazer a retirada do ovo e solucionar o problema.&lt;br /&gt;
Existe um produto chamado Prolacton veterinário. Aplicar 1 ml, caso não saia na primeira, aplica-se outra dose com 12 horas. E caso ainda não, outra dose com 24 horas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PARATIFO&lt;/b&gt; - Causada por salmonela. É similar à pulorose e os sintomas são: pintos com asas caídas, penas arrepiadas, diarréia, cloaca empastada e com tendência a se amontoarem juntos. O tratamento pode ser feito com Vetococ ou Quemicetina oral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PÉ INCHADO OU OUTRA ARTICULAÇÃO&lt;/b&gt; - Bastante comum. Pode ser resultado de pancadas, perfurações, etc. A primeira providência será por a ave em gaiola com piso de areia fina e retirar o poleiro. Podemos utilizar, dependendo do motivo da inchação, o expediente de engessar o pé da ave. Usamos para isso gase gessada, encontrada em qualquer farmácia. Durante o tempo em que estiver engessado o galo deverá receber aplicações de 2 em 2 dias da Rifocina injetável, na proporção de 0,5 ml, juntamente com antitóxico oral na proporção de 1 ml diário. Também poderá ser usado, tanto no caso do uso do gesso, como em caso de perfurações o Cort-trat injetável na proporção de 0,2 ml de 2 em 2 dias. Outro tratamento consiste no uso de um recipiente com água. Hora com água morna com sal. Hora com água e pedras de gelo. Isso pelo menos 4 vezes por dia, e deixar o galo com os pés mergulhados por uns dez minutos ou mais. Também podemos aplicar o Pedref a 2% na dose de 0,5 ml durante 4 dias. De resto muita paciência. Benzetacil injetável. Agroplús injetável aplicar 3 doses de ½ ml em dias alternados por via subcutânea, Fenil Butazona.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PEITO ROXO&lt;/b&gt; - Infecção provocada pôr deficiência de selênio. Os sintomas são: o peito, asas, face e articulações ficam roxo-azulados. Há um exudato gelatinoso entre os músculos e a pele. Aves deprimidas com cabeça e joelhos inchados, pálidas, diarréia, perdem peso, recusam-se a caminhar. O tratamento é feito com Quemicetina oral, Clorantrat, tudo que contenha Cloranfenicol.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PERDA DO BICO&lt;/b&gt; - Hoje com a qualidade dos bicos metálicos, esse problema tornou-se mais facilmente solucionável. Entretanto nunca será demais aprender. No caso da perda do bico inferior dificilmente o mesmo voltará a recuperar-se 100%. No caso de perda de bico, seja superior ou inferior, a primeira providência será colocar o animal em lugar que ele não tenha a mínima condição de bicar superfície dura. Isso inclui o recipiente onde é fornecida a alimentação e água. Deveremos fornecer alimentação rica em proteína e cálcio. E aplicar sobre o bico afetado o ungüento de Basilicão. O resto é paciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PERNA QUEBRADA&lt;/b&gt; - No caso de quebra de perna ou coxa, deveremos engessar com cuidado, usando a gaze gessada e colocá-lo numa camisa pendurado no teto da gaiola, de forma que as pernas não toquem o piso. Ficando com as asas imobilizadas para não debater-se. O papo e a cloaca livres. Com água e comida ao alcance. A alimentação deve ser de preferência, ração para pintos, molhada, com banana e verduras. Aplicar 0,5 ml de Baytril a 2 ou 5% por 3 dias consecutivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PEROSE &lt;/b&gt;- Doença dos pintos que causa deformidade dos ossos, causado por desequilíbrio de fósforo, cálcio e magnésio. Poderá ser resolvido com Potenay B12.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PEVIDE&lt;/b&gt; - É conseqüência de uma estomatite. Um laxativo de Maná e Sal Amargo ajudará a fazer desaparecer a pevide sem que se faça necessário a extração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PIOLHO, CARRAPATO E PICHILINGA -&lt;/b&gt; São parasitas de galinheiro. O tratamento será feito com a aplicação de Talfon ou Bolfo em pó, tanto na ave quanto nas instalações. Pode ser feito ainda com o uso de Kattox, Buttox ou similar na proporção de 2 ml para cada 1 litro de água. Pulveriza-se instalações e aves. Acatak. Ivomec aplicar 0,2 ml subcutâneo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;POSTURA &lt;/b&gt;- Para galinhas que param de botar por muito tempo sem explicação. Aplicar 1 ml de Pró-Cio veterinário. Repetir com 15 dias e duas vezes mais de 30 em 30 dias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;PULOROSE OU SEPTICEMIA OU DIARRÉIA BRANCA&lt;/b&gt; - Similar ao paratifo. Conhecida como diarréia branca dos pintos. Os sintomas são: diarréia branca, asas caídas, sonolência, empenação parece molhada, pintos gritam ao defecar, cloaca empastada. O tratamento poderá ser feito com Vetococ, Quemicetina oral, etc.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;RAQUITISMO&lt;/b&gt; - Ausência de vitamina D na fase de crescimento, causa a deformação dos ossos, principalmente as pernas e a quilha. O mal pode ser evitado se juntarmos à ração a farinha de ossos, caucáreos e óleo de fígado de cação.. também temos a ADE injetável. Catosal. Potenay B12.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;REUMATISMO&lt;/b&gt; - Não é muito comum, entretanto pode ocorrer. Os animais ficam com pernas fracas até não poderem mais andar. Deve ser evitada a umidade nas gaiolas. Segundo alguns a alimentação de carne crua e ostras moídas é muito benéfica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;SINGAMOSE&lt;/b&gt; &lt;/b&gt;- Bocejo ou pigarro causado pôr um verme que vive na traquéia, roubando sangue e dificultando a respiração. O tratamento pode ser feito com Gogol, Averol, Vermogim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;TETRAMEROSE&lt;/b&gt; - Enfermidade causada pela ingestão de bichos como barata, mosca, gafanhoto, etc. A ave contaminada continua a alimentar-se normalmente. Porém perdendo peso. É atacada pôr diarréia aquosa abundante. Não há tratamento específico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;TIFO OU ENTERITE OU MAL TRISTE&lt;/b&gt; - Causado pôr salmonela. Os sintomas são: sede, perda de apetite, diarréia verde-amarelada, aves isolam-se, asas caídas, cabeça baixa e embaixo da asa, febre alta, morte em 1 ou 2 dias após os primeiros sintomas, apresentam o músculo do peito com aparência de cozido, ficam empapados, cristas e barbelas empalidecidos. Tratamento com Vetococ, Ampitec, Teluricol, Quemicetina oral ou Clorantrat.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;TUBERCULOSE&lt;/b&gt; - Semelhante ao humano a ave tem dificuldades respiratórias e emagrece rapidamente. Poderá ser tratado com Dihidroestreptomicina, Sulfabiótico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;TUQUE&lt;/b&gt; - São lesões neurológicas causadas pôr esporadas durante o combate. E que podem inutilizar o animal. Porém a inutilização geralmente é causada pela deficiência na medicação da ave. O galo tucado em combate deverá ser medicado imediatamente após o combate. Existem medicamentos que quando bem usados podem recuperar totalmente a ave. São eles:&lt;br /&gt;
Cort-trat ou Azium (Dexametasona ) - injetável&lt;br /&gt;
Nootropil - injetável&lt;br /&gt;
Dexa-Citoneurin - injetável&lt;br /&gt;
Organoneurocerebral - comprimidos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;VENTOSIDADE&lt;/b&gt; - Pode ser causado pôr excesso de esforço em treino ou combate. Esse excesso de esforço geralmente acontece pôr deficiência de preparação física da ave. O esforço causa a ruptura de sacos aéreos e a penetração do ar no corpo pôr baixo da pele, transformando-se em verdadeira câmara de ar. Não se pode resolver facilmente o problema, porém pode-se cortar a pele em vários pontos para fazer sair o ar. Deixar a ave bastante tempo sem fazer esforço para esperar que o mal, com sorte, não retorne.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;VERMES NOS OLHOS&lt;/b&gt; - Pequenos vermes que causam inflamação nos olhos das aves. São os Oxyspirura. Existe uma cura caseira que sempre usei com bom resultado. Consiste em pingar 3 gotas de iodo em 2 ml de água e misturar. Em seguida com a ajuda de um conta-gotas instilar nos olhos da ave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;VERMINOSES&lt;/b&gt; - Os mais comuns que parasitam as aves são: a tênia, ascaris, heterakis e capilária. Para eliminação podem ser usados o Mebendazol, Ivomec, Systamex, o Proverme ou outros similares. Eu gosto muito de usar uma medicação caseira que aprendi quando garoto. Ela consiste em oferecer ao galo um pedacinho de sabão comum de mais ou menos 1 cm2 , uma vez ao mês. Notamos que após ingerirem o sabão as aves passam a alimentarem-se melhor. Também costumo passar no liqüidificador algumas folhas de mamoeiro com água, peneirar e administrar uma pequena medida do líquido diretamente a cada galo ou galinha. Para a tênia encontramos grande eficiência no Iomesan ou Vetox (humano). Vermífugo para cães ¼ de comprimidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;OBS&lt;/b&gt;. : Todo criador deve Ter em casa e sempre à mão o medicamento COLIBAN Oral, pois o mesmo é de uma versatilidade a toda prova. Qualquer problema que aparece no aviário e que não conseguimos detectar com precisão este medicamento resolve a maioria. É aconselhável de 2 em 2 meses colocá-lo na água de bebida de todas as aves, durante 3 dias como preventivo contra infecções.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Creditos : FCSouza&lt;/b&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://avesipeuna.blogspot.com/feeds/2492520306878542905/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/doencase-problemas-de-nossos-galos-e.html#comment-form' title='10 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/2492520306878542905'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/3849787118592119003/posts/default/2492520306878542905'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://avesipeuna.blogspot.com/2010/11/doencase-problemas-de-nossos-galos-e.html' title='Doenças e problemas de nossos galos e galinhas'/><author><name>Criação de aves domésticas</name><uri>http://www.blogger.com/profile/12148114774824160773</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='21' src='//blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgONjhFawIy5iLZUAgLDgxiZmpiUHEQTewc9gUMEQj74EudE2phdzZCjWZcFXRaZDwY7bXkbYmp8fKaNKZrWe3XRxjEShkxvzBF-O-c8y-MYLp9hAQ4blwlUWuihTGpxaI/s220/Codornas.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjOiXObQjawViXCPs8PkruU8edcRTJW9GpNnuSE8a9A9htRls4udneqKCuX9d_8Bie5dBrxliS_OR_Q0cqBioTsZioxwA7AELKadcaKcsvLyksMjRbmK5nsGMmQxNtSYiznXkXWzGZ2V4U/s72-c/Doen%25C3%25A7as+de+nosso+frangos.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>10</thr:total></entry></feed>