<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:blogger='http://schemas.google.com/blogger/2008' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339</id><updated>2020-02-29T06:25:51.047-03:00</updated><title type='text'>Broto | DesignBlog</title><subtitle type='html'>design + produção + web + ensino + pesquisa</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://www.broto.com.br/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default?redirect=false'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-2814088150778362765</id><published>2015-02-09T18:35:00.001-02:00</published><updated>2015-02-09T18:35:26.267-02:00</updated><title type='text'>Peças gráficas, por onde começar?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://media.tumblr.com/23c9e715bd7ea88ea4dd1c1ad3e00c23/tumblr_inline_njfch6R4YA1t8ecac.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://media.tumblr.com/23c9e715bd7ea88ea4dd1c1ad3e00c23/tumblr_inline_njfch6R4YA1t8ecac.jpg&quot; height=&quot;201&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Escolher quais impressos são indispensáveis ou não pode ser uma tarefa cansativa no início das atividades de qualquer empresa. Mas fique calmo, estamos aqui para te ajudar!&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para começar é preciso entender que os materiais gráficos para sua empresa podem ser divididos em: Papelaria corporativa e material publicitário. &amp;nbsp;A papelaria corporativa tem o papel de divulgar a sua marca e agregar valor, ou seja tornar sua marca reconhecida em seus clientes parceiros, já o material publicitário tem por objetivo divulgar seus produtos e serviços aos seus consumidores. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para entender melhor, vamos descrever a seguir: O tipo, função e características de alguns desses materiais.&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;Papelaria Corporativa&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cartão de visitas: Item indispensável, ele deve ser um dos primeiros materiais produzidos. Seu papel é reforçar sua apresentação pessoal e de seus funcionários. Ele deve conter logotipo, nome e as alternativas que o cliente tem para contato. A grande maioria é impresso em papel couchê de gramatura alta, mas outras mídia podem ser usadas dependendo da concepção da ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Papel timbrado: O Papel timbrado, ou papel carta, é usado para impressão de comunicados, propostas e documentos comprobatórios e outras comunicações diretas da empresa. Deve possuir uma área grande a ser utilizada para escrita ou reimpressão, possuindo arte discreta, com no máximo, logotipo, endereço e contatos. Deve ser produzido em papeis adequados a este fim, como o offset ou reciclato por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Envelope: Além do envio pelo correio, o envelope pode ser usado para o transporte via portador e proteção de documentos ou outros materiais. Deve conter logotipo e endereço na face do remetente, facilitando a postagem. Deve ser produzido em papel couchê ou offset de média gramatura, de forma a proteger o conteúdo interno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Pasta de Orçamento: A pasta de orçamentos traz requinte a apresentação de uma proposta, além chamar maior atenção na mesa de um cliente, permitindo que esta não termine sendo confundida em uma pilha de papéis. Sua impressão deve ser feita em papéis de gramatura alta e acabamentos especiais são bem vindos como por exemplo: Laminação fosca, verniz brilhante, verniz localizado e etc. Possui um apelo visual mais elaborado, justamente para chamar a atenção e promover a marca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;Peças Publicitárias&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Flyer: O flyer, ou comumente chamado de panfleto, é uma peça gráfica que tem por objetivo comunicar produtos ou serviços da empresa. É composto de uma única folha, podendo ter a arte de apenas um lado ou dos dois e variar seu tamanho conforme o volume de informações ou imagens e formas de distribuição. Sua impressão é normalmente é feita em papel couchê e a gramatura pode variar de acordo com projeto elaborado. Seu conteúdo varia bastante, de acordo com a estratégia comercial e de comunicação, mas no geral, possui uma chamada, um texto explicativo, um call-to-action, imagens e a assinatura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Folder: O folder tem objetivo semelhante ao flyer, porém pode comportar mais conteúdo por ter mais páginas, de modo a proporcionar uma divulgação mais profunda sobre o produto, serviço ou empresa. Geralmente é guardado pelo interessado para futura consulta, por isso deve ser muito bem pensado, pois caso não gere adesão ou compra imediata, pode gera-la em um momento futuro. Pode ser produzido em média gramatura e possuir acabamentos requintados, sempre pensando na durabilidade da peça. De acordo com as dobras um folder pode variar no números de páginas, mas o mais usual é de quatro à seis páginas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Cartaz: Uma mídia tradicional, é sempre afixada em um local de grande fluxo, permitindo que as pessoas tenham acesso a seu conteúdo mesmo à distância ou em movimento. Geralmente tem um tamanho grande, textos curtos e imagens apelativas, garantindo sua eficácia. É impresso em papeis chamados L1, ou seja, imprimíveis apenas em uma das faces, reservando ao verso a ancora de cola.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Banner: Assemelha-se ao cartaz, porém é de aplicação móvel, podendo carregar uma carga um pouco maior de conteúdo. É produzido geralmente me lona, afixado em tripés ou na parede via pregação e removido assim que a pertinência da comunicação cessar. Deve chamar a atenção e buscar o convencimento do cliente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Outras peças gráficas: Podemos citar ainda peças gráficas como: Outdoor, busdoor, tags, marca-páginas, anúncios publicitários em periódicos, catálogos, brochuras e muitos outros, cada um com um tipo de finalidade, interação com o leitor e resultado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A melhor forma de planejar o desenvolvimento destes materiais é conversar com um designer &lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;profissional suas reais necessidades e seu investimento inicial e juntos poderão desenvolver um planejamento realmente eficaz para seu negócio.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-color: white; color: #666769; font-size: 15px; line-height: 20px;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Artigo escrito por Patrícia Dezena -&amp;nbsp;&lt;a href=&quot;http://dezedesign.tumblr.com/&quot; style=&quot;color: #015782; text-decoration: none;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dezê Design&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- em colaboração quinzenal com esse blog&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/2814088150778362765'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/2814088150778362765'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2015/02/pecas-graficas-por-onde-comecar_9.html' title='Peças gráficas, por onde começar?'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-2415802176562887294</id><published>2015-01-24T10:37:00.002-02:00</published><updated>2015-02-09T18:36:17.058-02:00</updated><title type='text'>Porque todo esse prazo?</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://media.tumblr.com/ca0779e795f0ea8781ddc174aeb5cbdc/tumblr_inline_nin31umJ6B1t8ecac.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://media.tumblr.com/ca0779e795f0ea8781ddc174aeb5cbdc/tumblr_inline_nin31umJ6B1t8ecac.jpg&quot; height=&quot;263&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;i style=&quot;line-height: 15pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,sans-serif; mso-bidi-font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Muitas vezes, nós designers nos deparamos com perguntas como: “Porque todo esse prazo para criar essa campanha?”, “Hoje você já consegue me mandar a arte?”, “Mas criar leva tanto tempo assim?” e inspirada nessas perguntas, decidi fazer o post desta semana.&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt; line-height: 15pt;&quot;&gt;Primeiramente, você imagina como é o trabalho de um designer, seu dia-a-dia? Mesmo sem nenhum job, o designer está sempre em busca de novas referências visuais e tendências para alimentar seu repertório e em busca de técnica e ferramentas para serem utilizadas em seus projetos. Isto é parte do trabalho que será realizado em todo projeto. Ter um bom repertório permite criar ideias mais amplas e eficazes, solucionando os problemas de comunicação de seus clientes.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Quando um novo trabalho se inicia, um bom designer realiza uma extensa pesquisa para melhor entendimento sobre: Quem é o cliente, qual a real necessidade dele e quais seus objetivos. É neste momento que o designer envia um briefing ao cliente (um questionário contendo uma série de perguntas), que deve responde-lo com o maior nível de detalhes possível. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Um briefing bem alinhado permite entender a necessidade da empresa e evita que o trabalho fique fora das expectativas ou tenha que ser refeito muitas vezes, quebrando cronogramas e elevando custos. O ideal é que o briefing seja respondido pelo departamento de marketing ou por um profissional que conheça os planos de comunicação da empresa. Junto ao briefing o cliente deve enviar o texto, fotos, e todo o material pertinente à criação.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Assim que estiver com o briefing em mãos, o designer inicia o uso de diversas técnicas para estimular a sua criatividade e produzir ideias inovadoras. Esses recursos são: Painel iconográfico, brainstorming, brain dumping visual, conexões forçadas, verbos de ação, painel semântico, codesign, e muitas outras que não foram citadas aqui. Estes são processos físico-mentais que estimulam a obtenção de soluções criativas realmente funcionais. E é aqui que se diferencia um profissional realmente capacitado de um amador, o dito “micreiro”.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Após esse período de definição das ideias, inicia-se a fase de rascunhos (ou rough – pronuncia-se rafe) num papel, testando de forma prática as ideias produzidas na fase anterior. O rascunho pode ser de um logotipo, de um layout (diagramação) de um folder e de qualquer outra peça gráfica. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Só a partir de então o designer irá começar a trabalhar digitalmente sua ideia, usando dos softwares criativos, definindo a distribuição final do conteúdo rascunhado, selecionando grids, cores, tipografias e outros elementos, para que a criação tenha uma linguagem coerente com seu público e transmita a mensagem solicitada da forma correta, gerando os melhores resultados.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Com o layout pronto, chega a hora de montar a apresentação para o cliente, onde, além do material produzido, deve haver a demonstração de todo processo criativo até sua concepção, e é neste momento que o cliente irá compreender o trabalho e aprovar ou não, sugerindo alterações pertinentes.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Ainda podemos somar as fases de finalização de arquivo digital e períodos gastos com produção industrial ou de outros fornecedores criativos (gráficas, programadores, fotógrafos, ilustradores, redatores etc). Em resumo, o modus-operandi do designer não difere de outras profissões que envolvem o desenvolvimento de produtos, a exemplo de engenharia, arquitetura e outras.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Portanto, baseado em todas essas etapas (e outras mais, a depender das especificidades de cada projeto) é que o designer define o prazo para a entrega de um trabalho. Quanto mais rápido ele for feito, menos o designer consegue se aprofundar nas etapas ou mais ele precisa trabalhar diariamente, o que pode interferir na qualidade do projeto.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;Assim, finalizando nosso artigo a Dezê orienta que, para um bom trabalho que alie custos ao resultados, o cliente planeje suas ações criativas em um cronograma que contemple de forma plena os prazos propostos pelo seu designer, que trabalhará em maior sintonia com este para que o projeto renda bons frutos.&amp;nbsp;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;background-color: white; color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt; line-height: 15pt;&quot;&gt;Para quem tiver interesse: &lt;/span&gt;&lt;em style=&quot;background-color: white; color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt; line-height: 15pt;&quot;&gt;As técnicas de criação citadas acima fazem parte do livro: Graphic Design Thinking de Ellen Lupton.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;background: white; line-height: 15.0pt; margin-bottom: 12.0pt; margin-left: 0cm; margin-right: 0cm; margin-top: 12.0pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: #666769; font-family: inherit; font-size: 11.5pt;&quot;&gt;&lt;em&gt;Artigo escrito por Patrícia Dezena - &lt;a href=&quot;http://dezedesign.tumblr.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Dezê Design&lt;/a&gt;&amp;nbsp;- em colaboração com esse blog&lt;/em&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/2415802176562887294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/2415802176562887294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2015/01/porque-todo-esse-prazo.html' title='Porque todo esse prazo?'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-1767503800019153557</id><published>2014-12-17T21:45:00.000-02:00</published><updated>2014-12-17T21:53:33.489-02:00</updated><title type='text'>Boas Festas!</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-zgZlvgXv7Hs/VJIVeD3eY_I/AAAAAAAA_yE/KMnMtttc0h8/s1600/fimdeano2014-CC.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-zgZlvgXv7Hs/VJIVeD3eY_I/AAAAAAAA_yE/KMnMtttc0h8/s1600/fimdeano2014-CC.jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;Em 2015, que nossa comunicação seja muito mais estreita, muito mais próxima! Votos de CridoSantos para você, parceiro!&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/1767503800019153557'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/1767503800019153557'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2014/12/boas-festas.html' title='Boas Festas!'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/-zgZlvgXv7Hs/VJIVeD3eY_I/AAAAAAAA_yE/KMnMtttc0h8/s72-c/fimdeano2014-CC.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-544785028466241243</id><published>2012-12-10T19:40:00.004-02:00</published><updated>2014-12-15T09:05:35.133-02:00</updated><title type='text'>Faith Design</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-SKjToFjk6F0/UMZUcpO-OSI/AAAAAAAAAio/mcYX3vJxDWs/s1600/13.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;clear: left; float: left; font-family: inherit; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;clear: left; display: inline !important; float: left; font-family: inherit; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-SKjToFjk6F0/UMZUcpO-OSI/AAAAAAAAAio/mcYX3vJxDWs/s1600/13.jpg&quot; height=&quot;212&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Alguns torcem o nariz, mas é possível aplicar uma linguagem visual atraente para eventos e atividades relacionadas à religião. Um caso interessante é do Ministério de Artes Cristo Libertador, fundado por jovens de Pirituba em 1997 e criador de diversos espetáculos católicos de grande projeção em São Paulo.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;É&amp;nbsp;imprescindível&amp;nbsp;que o designer tenha bom conhecimento dos dogmas centrais da religião ao qual está atuando, além de um bom senso estético, a fim de não tornar a peça gráfica comercial demais, ou, ao contrário, torná-la sem objetivos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;A maior observação é quanto ao objetivo da comunicação: Levar a mensagem daquela religião de forma eficaz, comunicando um evento. E nesse sentido, muitos profissionais, atuando muitas vezes como voluntários, erram a mão, colocando muito do seu repertório publicitário, promocional e outros, depreciando a peça.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Esses exemplos criei para dois dos maiores eventos desse grupo artístico: Espetaculo A Paixão de Cristo, que reuniu cerca de 3500 pessoas no Mercado Municipal de Pirituba em abril, e a FestaX, evento participativo onde os jovens convidados poderiam usar dos materiais e vestes disponíveis nos bastidores do grupo para a decoração do espaço e fantasias, em uma animada festa de final de ano em 2011.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-3fCB1ajsvuU/UMZUY5pibBI/AAAAAAAAAig/jjTQ8NEUKhc/s1600/12.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-3fCB1ajsvuU/UMZUY5pibBI/AAAAAAAAAig/jjTQ8NEUKhc/s1600/12.jpg&quot; height=&quot;266&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Capa de DVD com registro do espetáculo A Paixão de Cristo - Ministério de Artes Cristo Libertador&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-o4Q1a9mzfx4/UMZUduT-ehI/AAAAAAAAAiw/RmOdPC8rGh4/s1600/cartaz-bannerCarrossel.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-o4Q1a9mzfx4/UMZUduT-ehI/AAAAAAAAAiw/RmOdPC8rGh4/s1600/cartaz-bannerCarrossel.jpg&quot; height=&quot;182&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Banner virtual de divulgação de espetáculo em site - Ministério de Artes Cristo Libertador&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/544785028466241243'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/544785028466241243'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2012/12/faith-design.html' title='Faith Design'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-SKjToFjk6F0/UMZUcpO-OSI/AAAAAAAAAio/mcYX3vJxDWs/s72-c/13.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-4645621274607060346</id><published>2012-12-10T18:51:00.002-02:00</published><updated>2014-12-15T09:38:49.460-02:00</updated><title type='text'>Design Editorial - Revistas Louge</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-DpyIGEKMWBI/UMZCh5aXqYI/AAAAAAAAAhQ/abo7UURO9ng/s1600/DuplasGourmet.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-x2FBDW4xV1g/UMZMvLu757I/AAAAAAAAAiE/pGwRp4551Dw/s1600/Simpes-Gourmet.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em; text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/-x2FBDW4xV1g/UMZMvLu757I/AAAAAAAAAiE/pGwRp4551Dw/s1600/Simpes-Gourmet.jpg&quot; height=&quot;320&quot; width=&quot;253&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;As revistas Lounge*Gourmet e Lounge*Travel foram as primeiras a adotar um visual mais leve, priorizando o uso de imagens, textos com entrelinhas maiores, títulos mais dinâmicos e um toque&amp;nbsp;artístico&amp;nbsp;que se alinhava ao perfil do público leitor.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em seguida, a revista Lounge*Racing passou pelo mesmo processo, adotando textos leves e espaçados, títulos impactantes, elementos de texto como morcegos, retrancas, olhos e linhas finas com destaque e predomínio de imagens.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Toda Direção de Arte foi orientada pela agência Suzuki Propaganda (www.suzukipropadanda.com.br), que disponibilizou seu conhecimento e equipe de criativos para acompanhar esse processo de renovação visual dos títulos.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: left;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Para 2013, a revista Louge*, título chave da editora, promete um layout revolucionário, alinhado a&amp;nbsp;arquétipos&amp;nbsp;visuais das novas mídias e muito dinamismo entre as páginas. Veja as imagens dos títulos Gourmet, Travel e Racing.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Em agosto, pude participar, como freelancer, do processo de renovação editorial dos títulos da LTM Editora. A empresa que completou 10 anos em 2012, necessitava que suas revistas ganhassem um novo visual, além de uma renovação de texto, alinhados com uma nova política empresarial, recentemente implantada.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit; margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-DpyIGEKMWBI/UMZCh5aXqYI/AAAAAAAAAhQ/abo7UURO9ng/s1600/DuplasGourmet.jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;155&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Lounge*Gourmet&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-1bpwrHsI0IU/UMZCzh-HV3I/AAAAAAAAAhg/Q6LbS33TCL0/s1600/SimpelsRacing.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/-1bpwrHsI0IU/UMZCzh-HV3I/AAAAAAAAAhg/Q6LbS33TCL0/s1600/SimpelsRacing.jpg&quot; height=&quot;640&quot; width=&quot;171&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-0OYyiZMIZzs/UMZCpKOvPGI/AAAAAAAAAhY/w-H9xsJE7Nc/s1600/DuplasRacing.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-0OYyiZMIZzs/UMZCpKOvPGI/AAAAAAAAAhY/w-H9xsJE7Nc/s1600/DuplasRacing.jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;201&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Lounge*Racing&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-F6vDGkyO9jk/UMZLAP2OZRI/AAAAAAAAAh8/-LUUyPhzxgc/s1600/DuplasTravel.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-F6vDGkyO9jk/UMZLAP2OZRI/AAAAAAAAAh8/-LUUyPhzxgc/s1600/DuplasTravel.jpg&quot; height=&quot;400&quot; width=&quot;201&quot; /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-family: inherit;&quot;&gt;Lounge*Travel&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/4645621274607060346'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/4645621274607060346'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2012/12/design-editorial-lounge-gourmet-travel.html' title='Design Editorial - Revistas Louge'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/-x2FBDW4xV1g/UMZMvLu757I/AAAAAAAAAiE/pGwRp4551Dw/s72-c/Simpes-Gourmet.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-3225506742076118326</id><published>2012-12-10T17:42:00.006-02:00</published><updated>2014-12-15T09:03:04.397-02:00</updated><title type='text'>Campanha Presidentes - Valor Econômico</title><content type='html'>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-iEoG4n0sjbg/UILuJCx31aI/AAAAAAAAAXA/HrjMVjgHcAo/s1600/5pgMMValor.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/-iEoG4n0sjbg/UILuJCx31aI/AAAAAAAAAXA/HrjMVjgHcAo/s1600/5pgMMValor.jpg&quot; height=&quot;120&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;i&gt;Anúncio inaugural de cinco páginas no Meio&amp;amp;Mensagem&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;Em agosto passou a circular no Jornal Valor Econômico, uma campanha de grande porte intitulada Campanha Presidentes, ou apenas Valor 12 anos. Clique nas imagens e veja as artes.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;Consistia na participação de um presidente a cada inserção, além de uma frase opinativa sobre o momento econômico brasileiro e um dado relevante do grupo comandado por ele. A foto, tirada em algum ambiente que remetesse ao business do executivo, montava o layout necessário para a construção da mensagem geral da peça.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;O mais impressionante é que a campanha não foi produzida por uma agência de comunicação, mas sim pela equipe de marketing do próprio Valor Econômico. Desde o planejamento, a cargo dos diretores Marciliano Jr. e Ricardo Packness,&amp;nbsp;a produção das fotos, feitas por Julio Bitencourt, arte, produzida por mim, os controles de mídia, feitos por Ana Brasil e Carol Vega e até a entrega de exemplares e quadros personalizados aos presidentes participantes.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;O resultado dessa campanha - que não se restringiu apenas nos anúncios publicados no Jornal e Meio&amp;amp;Mensagem, mas abrangeu à produção de diversas variações que chegaram até a brindes de luxo aos participantes - foi a aproximação do jornal ao mercado trade, através do bom relacionamento com os presidentes participantes e a projeção de marca atingida entre os leitores. Abaixo três exemplos de anúncios.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-rPsPInYsLoU/UILuPtpK6kI/AAAAAAAAAXI/v8MHpG_SN-M/s1600/CampanhaValor12Anos.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/-rPsPInYsLoU/UILuPtpK6kI/AAAAAAAAAXI/v8MHpG_SN-M/s1600/CampanhaValor12Anos.jpg&quot; height=&quot;640&quot; width=&quot;254&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: left;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/3225506742076118326'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/3225506742076118326'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2012/12/campanha-presidentes-valor-economico.html' title='Campanha Presidentes - Valor Econômico'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/-iEoG4n0sjbg/UILuJCx31aI/AAAAAAAAAXA/HrjMVjgHcAo/s72-c/5pgMMValor.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-338440412797414591</id><published>2008-02-18T16:03:00.001-03:00</published><updated>2014-12-15T09:15:51.066-02:00</updated><title type='text'>Regionalismo, denúncia e impacto em obra goiana.</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R7sn8k5MrII/AAAAAAAAAH0/GzONNM0N4do/s1600-h/The-Banquet-for-web.jpg&quot;&gt;&lt;img alt=&quot;&quot; border=&quot;0&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R7sn8k5MrII/AAAAAAAAAH0/GzONNM0N4do/s320/The-Banquet-for-web.jpg&quot; id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5168768918986992770&quot; style=&quot;cursor: hand; display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 85%;&quot;&gt; The Banquet - Exercícios de Poder - Ana Maria Pacheco&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Ana Maria Pacheco, retrata em Exercícios de Poder, assim como em toda a sua obra, os arquétipos do povo sertanejo do Brasil, mais precisamente de sua terra natal, Goiânia, de uma forma universal, contemplando influencias africanas, asiáticas, proto-europeias e ameríndias. Mas nesta obra em particular, Ana Maria Pacheco destaca o poder como interventor emocional no espectador a partir de um grupo de três figuras que em conjunto sugerem um ambiente de opressão, indiferença e maldição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figura, composta por três pessoas em escala maior que o real e esculpidas em madeira policromada e sobre uma base de arenito. Duas destas figuras se posicionam de pe em relação à terceira. Uma delas veste terno, a segunda veste uma roupa inteiramente preta e a terceira, além de estar deitada e nua, possui dimensões diferenciadas em seus membros e tronco, além de ser assexuada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A idéia principal nesta composição é de passar um clima de opressão e indiferença das duas imagens de pé em relação à terceira deitada. O uso de cabeças baseadas em fantoches proporciona um semblante apático, inabalável. A estrutura dentária é minúscula em relação ao todo, conferindo aos sorrisos um ar animalesco e carnívoro. A falta de equivalência de proporção entre membros e troncos demonstra a falta de complacência em relação à imagem deitada. A posição em que ficam e a relação que as imagens tem com o solo assemelha-se a dinâmica dos troncos de arvores, estáticos, indiferentes. A falta de ombros que une a cabeça diretamente ao tronco sinaliza o sarcasmo das imagens e retas. Seus sorrisos e seus olhares mostram a satisfação destas com a situação da nua imagem, que em contraste, tem uma feição de agonia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deitada e despida, esta terceira imagem se mostra indefesa e vulnerável. Seus pés, atados com corda real a um suporte de madeira, conferem a imagem a falta de liberdade de defesa e a dependência de um ser alheio, que não existe na composição. Sua disposição, deitado e com membros que aparentam ser menor que o real em relação ao tamanho do corpo, sugerem uma feição infantil, no sentido de sua inocência e dependência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A relação entre as três obras ainda confere uma terceira visão, quando analisada em conjunto com os espectadores. Quem vê a obra, ao fazer parte da mesma, se coloca em uma posição de impotência em relação às figuras de pé pelo fato de serem maiores. O fato de as duas imagens de pé estarem se olhando e olhando para o terceiro elemento deitado confere um ar de indiferença em relação aos espectadores, reforçando a sensação de impotência nos mesmos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em suma, podemos retirar desta composição, uma gama enorme de visões acerca do poder e da sua reação externa, bem como de suas conseqüências. O espectador é levado a criar uma história acerca daquela situação estática e imutável e comprar com suas experiências prévias, passando a questioná-las vivenciando-as. O poder político, religioso, paternalista, sexual, intelectual, monetário, dentre outros, sempre com suas conotações más exacerbadas são tema desta obra, rica em interpretações e vivenciações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Exemplos&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todas as obras de Ana Maria Pacheco serviriam para exemplificar a composição Exercícios de Poder, pois a autora evoca, desde sua origem, os mitos, religiosos e culturais de seu povo e sua terra natal em sua obra. Porém, podemos citar como exemplos mais específicos às obras mais próximas deste momento de sua carreira. As gravuras feitas para mostra na Blackheath Gallery, de Londres, mais particularmente, a série “Entre Mitcham e Croydon – a herança dos velhos” que era composta por duas chamadas de “Diálogos”, onze chamadas de “Desta vez eles vieram para ficar” e duas chamadas de “O Banquete”. Todas elas tinham em comum os elementos contidos em “Exercícios de Poder”, porem, com particularidades que caracterizam esta ultima como uma evolução em sua carreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A figuras humanas possuíam a mesma estrutura de cabeças, já articuladas, maiores que a proporção corpórea, porém neste momento, os corpos eram densos e não possuíam braços, conferindo um ar de insuficiência as obras. As vestes, rústicas e largas como os corpos ou ternos e gravatas pretas com camisas brancas já mostram o que a por vir, carregando a mesma função que as identificadas na obra “Exercícios de Poder”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estas obras carregam em seu perfil uma áurea que envolve obsessões infantis e modos de vida burgueses, burocrata. A visão político-econômica dentro destas obras lhe dava um caráter universal de terceiro mundo muito rico e firme. Seus semblantes transpareciam ora sentimentos de alegria e deleite, ora de horror, maquiavelismo. Estas contradições percebidas na obra de Ana Maria Pacheco permanecem para a criação de “Exercícios de Poder”, e conferem a ela o sucesso no que diz respeito à fidelidade e eficácia do tema.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/338440412797414591'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/338440412797414591'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2008/02/regionalismo-denuncia-e-impacto-em-obra.html' title='Regionalismo, denúncia e impacto em obra goiana.'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R7sn8k5MrII/AAAAAAAAAH0/GzONNM0N4do/s72-c/The-Banquet-for-web.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-160246006856447670</id><published>2008-01-08T13:03:00.000-02:00</published><updated>2008-12-08T21:49:46.287-02:00</updated><title type='text'>Novos suportes, novas reflexões e velhos parâmetros.</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R4OUGIn3eUI/AAAAAAAAAHs/wt4D6OWfzTs/s1600-h/1.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5153125231756802370&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R4OUGIn3eUI/AAAAAAAAAHs/wt4D6OWfzTs/s320/1.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; Como os novos suportes são encarados por uma sociedade que ainda amadurece seus conceitos?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Novas formas de expressão surgem quando há um aparente esgotamento dos suportes disponíveis para criação. Somando-se ao fato de novas tecnologias permitir um estilo de vida contemporâneo bem diferente ao experimentado até a poucas décadas, e que gera um impacto sócio-ambiental de ordens dantescas, os suportes artísticos passam a ser cada vez mais inusitados. Uma tela de computador, de celular, de um aparelho qualquer, um muro, um braço, perna, uma porta de um prédio público, tudo passa a ser usado como espaço para expressão, gerando uma reflexão que precede a própria proposta do autor. A de até que ponto algo pode ser considerado arte, e qual o parâmetro para julgar a arte como tal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando colocamos o corpo e a cidade como suporte para a arte, criamos uma forma de tornar a arte mais acessível às pessoas. A diferença é que a arte convencional é exposta em museus e galerias e esta modalidade é exibida das paredes e na própria pele de seus artistas. Há sim, uma pequena repudia a este novo tipo de arte por parte dos mais conservadores e um descarte dos mais liberais das formas convencionais de arte. Mas este reflexo é comum em qualquer inovação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A net art e a wap art, que constroem suas peças a partir de suportes que possibilitam a interação com os usuários mais remotos, também padecem deste mesmo tipo de reação. E ainda, por contar com um suporte tecnológico usado frequentemente para outros fins, passa por mais um crivo de aceitação. Não há um espaço definido, ou seja, em qualquer lugar esta arte pode ser apreciada, ou mesmo, participada, como num game, ou software. Daí a observância por parte de quem aprecia, em aceitá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porem, diferente de um game, que tem como intenção e conceito o entretenimento e a superação, a net e wap art, assim como toda a computer art pode utilizar-se de recursos de games, porém seu conceito é diferente. A interação não leva a um confronto contra a arte, mas sim a uma reflexão. Como toda a arte. Ficar jogando no celular é um exercício de luta contra o aparelho, postura que os artistas não tomam quando criam suas peças. Por outro lado, o recurso da superação, da competição pode ser usado como arte. Ai aparece o outro lado da questão: até que ponto um game pode ser considerado uma arte, ou vice versa?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já presenciamos este tipo de reação em outras épocas da história como na inquisição da idade média, com o cerco às artes julgadas profanas, depois mais brandamente aceitas na Renascença, na transição para o romantismo, para o modernismo, nos anos 1960. Haverá provavelmente um período onde a sociedade terá a tarefa de refletir sobre esses novos suportes de arte, passando a aceitá-los mais naturalmente, considerando os novos suportes, expressões e tecnologias, sem é claro, abandonar o gosto pelos suportes tradicionais, esses que já provaram ser eternos.&lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/160246006856447670'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/160246006856447670'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2008/01/novos-suportes-novas-reflexes-e-velhos.html' title='Novos suportes, novas reflexões e velhos parâmetros.'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R4OUGIn3eUI/AAAAAAAAAHs/wt4D6OWfzTs/s72-c/1.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-6016079245136714644</id><published>2007-12-17T18:22:00.000-02:00</published><updated>2008-12-08T21:49:46.399-02:00</updated><title type='text'>Made in China ou Made (baseado em) China?</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R2bbR4n3eTI/AAAAAAAAAHk/zxvelNZQuBk/s1600-h/mona.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5145040724621228338&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R2bbR4n3eTI/AAAAAAAAAHk/zxvelNZQuBk/s320/mona.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt; O original hoje se confunde com o que é uma releitura, gerando a crise da noção de plágio.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Não temos os mesmos valores em se tratando de originalidade de criação, do que a algum tempo atrás. E já que não temos mais regras para a criação, poderemos reproduzir uma obra de um autor consagrado, e dando-lhe um novo olhar. Exemplo como os filmes Kill Bill ou Moulin Rouge, que fazem menção quase que explicita ao circo chinês ou à peças de arte moderna ou musicais contemporâneos. Não se julga mais uma obra pelo que se cria, mas pelo como se cria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente, se torna muito mais fácil criar algo novo sem regras formais e com o vasto conteúdo hoje disponível a servir de inspiração do que se fazer criativo dentro de um conceito definido de aprovação, como havia no período clássico. Antes, não poderíamos copiar a Monaliza e colocar um bigode, por exemplo, dando-lhe um aspecto irônico como se fez no Dada. Hoje, podemos &quot;copiar” uma obra, alterando-a para criar uma impressão ao publico, independente se estamos ou não referenciando o seu autor ou não. Podemos claramente ser acusados de plagio, porém, onde esta o limite entre conceber um novo olhar a uma obra e copiá-la? Se não possuímos mais paradigmas dentro da criação não possuímos parâmetro também para julgá-la coerentemente. Creio que uma boa justificativa artística basta para estamos livres de qualquer represália, desde que sejemos também coerente com tal justificativa. Voltamos ao “não se baseia mais em o que se cria, mas como se cria”. Devemos definir bem o conceito de cópia do conceito de embasamento artístico para uma criação posterior, pois podemos cair no erro de difamar nossa própria geração e desperceber uma estética vigente pelo bel prazer de ser reacionário.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/6016079245136714644'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/6016079245136714644'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2007/12/made-in-china-ou-made-baseado-em-china.html' title='Made in China ou Made (baseado em) China?'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/R2bbR4n3eTI/AAAAAAAAAHk/zxvelNZQuBk/s72-c/mona.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-1327226419373987386</id><published>2007-11-07T21:17:00.000-02:00</published><updated>2008-12-08T21:49:46.531-02:00</updated><title type='text'>Se a arte contemporânea tem limites, Marcelo Cidade os testa...</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RzJICWglqtI/AAAAAAAAAHc/VjHgIUMAjz4/s1600-h/fuzilamento.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5130242130767620818&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RzJICWglqtI/AAAAAAAAAHc/VjHgIUMAjz4/s320/fuzilamento.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Marcelo Cidade sendo &quot;Fuzilado&quot; por cinco pessoas, enquanto lia uma lista de fatos históricos e revoluções populares.&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Vamos partir da seguinte análise histórica: Se desde o Cubismo, as artes plásticas passam a sair da rigidez das telas e esculturas, passando a ter uma conotação mais livre, interativa e multimidiática, no sentido que mistura diversas formas de arte e recursos para a criação, porque não classificar a performance “Fuzilamento” de Marcelo Cidade como uma manifestação artística? Quando cinco pessoas atiram cimento em um sexto elemento, despido, e em posse de um manifesto onde relaciona diversos fatos históricos e revoluções populares, podemos julgar isso como arte?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcelo Cidade expressa-se de uma forma muito bem sucedida no episodio analisado, no Itaú Cultural em 2005. Podemos dizer que se tornando uma estatua após a leitura de um manifesto, regado a revoluções sociais e pessoais, e do o “martírio” do próprio fuzilamento com o cimento atirado por seus parceiros, o artista mostra como os agentes transformadores da sociedade são, que ao mesmo tempo discriminados por uns que o fuzilam, tornam-se celebres pelas suas conquistas, como nas representações do período Clássico dos nomes notáveis de nossa história.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De repente uma voz ecoa: &quot;Foi uma agressão. Já fui a outras performances e a espetáculos de teatro como o La Fura dels Baus, mas o público sempre é avisado que é interativo&quot;. Palavas da economista e artista plástica Rebeca Lisbona, 52 anos, atingida pelo cimento atirado em Marcelo. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Neste caso especifico, a revolta da espectadora atingida pelo cimento, e posterior repudia da mesma por parte dos demais espectadores, acaba por agregar a peça algo mais forte ainda: a transição da figuração da obra, no que diz respeito à mensagem nela contida, com a realidade da mostra, recriando em um acontecimento imprevisível a mesma divergência de opiniões que os agentes da sociedade criam com suas lutas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É com este clima de contestação extrema que podemos classificar a intervenção de Marcelo Cidade como artística. Uma performance mesmo que fora dos padrões estéticos tangenciais às belas artes torna-se artística quando atinge o objetivo de criar uma sensação ao espectador, gerando reação, reflexão e mudança de comportamento. Por mais que a compreensão deste tipo de expressão como arte possa ser difícil a um primeiro momento, ela adquire status justamente porque atende os quesitos emotivos, racionais e morais a que se exige de uma peça artística.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/1327226419373987386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/1327226419373987386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2007/11/se-arte-contempornea-tem-limites.html' title='Se a arte contemporânea tem limites, Marcelo Cidade os testa...'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RzJICWglqtI/AAAAAAAAAHc/VjHgIUMAjz4/s72-c/fuzilamento.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-9068920272785937560</id><published>2007-10-01T19:21:00.000-03:00</published><updated>2008-12-08T21:49:46.848-02:00</updated><title type='text'>Arte de contestação e a falta de cismas de nossos tempos</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RwF1TxHOCHI/AAAAAAAAAB8/lKPobV4d77s/s1600-h/cildo.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116499634131175538&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RwF1TxHOCHI/AAAAAAAAAB8/lKPobV4d77s/s320/cildo.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Cildo Meireles &quot;PROJETO COCA-COLA&quot;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Vários artistas de carater cismático podemos citar para esta análise. Citando alguns deles, podemos dizer que a relação entre Duchamp, Leirner e Meireles é muito estreita, apesar de viverem em épocas distintas e em contextos bem diferentes. Marcel Duchamp foi um dos alicerces do Dada, vanguarda modernista que questionava toda a forma de arte, criando uma não arte. Um marco zero, sem influências, tentando assim, recriar a arte no pós-primeira guerra. Nelson Leirner, que era filho de pais que atuavam no meio artístico, questionava os critérios usados para definir arte em seu tempo. Criou a sua própria não-arte para questionar a arte vigente, chegando a questionar até o porque de ser convidado a expor em Brasília. Os elementos da natureza, inseridos em contextos culturais remetem muito à idéia dos “ready-mades”, de Duchamp, como o “Mictório”. Digamos que a mesma função que Duchamp teve no início do século XX inserindo “Bigodes e cavanhaque na Monalisa”, Lerner teve na década de 60, com sua obra “O Porco”. Cildo Meireles, mais recente que o ultímo, contou com um vasto material cultural em seu tempo que favorecia a Criação destas inserções contestatórias: A Ditadura Militar vigente, a guerra fria que, no contexto mundial, estava em seu pleno auge. Tudo é questionamento para estes três artistas, tão criativos e impares do século XX.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116499732915423362&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RwF1ZhHOCII/AAAAAAAAACE/aRWsAQI4dI0/s320/duchamp.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Marcel Duchamp &quot;L.H.O.O.Q.&quot;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Hoje em dia, digamos que os fatores ambientais que temos não possuem tamanha dimensão. O Brasil vive uma democracia estável. O mundo não vê a ameaça de duas potências se enfrentarem a anos. Porem os problemas sutis de nosso tempo, que são ainda os mesmos problemas sutis do tempo de Meireles por exemplo, continuam. A pobresa, a má distribuição de renda, os conflitos religiosos em todo mundo, os problemas com a marginalização do índio, do louco, a perda do poder aquisitivo do povo, as potências dominando os emergentes... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5116500050743003298&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RwF1sBHOCKI/AAAAAAAAACU/zI4GNza3eGA/s320/leirner_big.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Nelson Leirner &quot;Você faz parte&quot; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Não temos mais grandes muros de Berlim para quebrar, porém, os temas que temos são tão pequenos em relação aos grandes fatos do século passado que não repercurtiriam como deveriam, se tradatos como atemporais. Pois o povo sabe que temos problemas, mas os mesmos sempre estiveram lá, sem solução. Por isso a breve sensação de que a arte hoje se passa sem grandes obras, sem grandes cismas ou expoêntes. Lógicamente, é um periodo passageiro, como em toda história se repetiu, porém, mostra-se como a preconização de alguma quebra nos paradigmas estéticos. Atentos, vamos esperar para ver.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/9068920272785937560'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/9068920272785937560'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2007/10/arte-de-contestao-e-falta-de-cismas-de.html' title='Arte de contestação e a falta de cismas de nossos tempos'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RwF1TxHOCHI/AAAAAAAAAB8/lKPobV4d77s/s72-c/cildo.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-5909730290402451636</id><published>2007-09-13T16:55:00.001-03:00</published><updated>2008-12-08T21:49:47.244-02:00</updated><title type='text'>A Correção entre Ligia Clark e Helio Oiticica</title><content type='html'>&lt;a href=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RumYzZ6-xYI/AAAAAAAAABc/g7n0oO0GBbg/s1600-h/mascaras.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5109783261127558530&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RumYzZ6-xYI/AAAAAAAAABc/g7n0oO0GBbg/s320/mascaras.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;Máscaras Sensoriais, de 1967, da artista Lygia Clark. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Lygia Clark, originalmente é pintora. Ao mudar-se para o Rio, inicia seus estudos com Burle Marx e depois, muda-se para Paris, onde acaba iniciando um profundo estudo artístico com Fernand Léger, Arpad Szenes e Isaac Dobrinsky. Quando retorna ao Brasil, participa do Grupo Frente, juntamente com Hélio Oiticica e posteriormente funda o Grupo Neocontreto. Ao iniciar a sua transição da pintura para as obras tridimensionais, passa a criar obras onde o publico é levado a interagir com a mesma, gerando uma reação de experiência mais profunda com a arte. Suas pesquisas nessa área se tornam tão profundas que ela passa a desenvolver arte não mais voltada ao corpo, mas a partir do corpo, chegando até a propor e estudar formas terapêuticas no uso da arte. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5109783901077685666&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RumZYp6-xaI/AAAAAAAAABs/WHn4Lb6hZzI/s320/nildop.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:78%;&quot;&gt;&quot;Nildo da Mangueira&quot;, P4 Capa I. Parangolé,1964 &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Hélio Oiticica inicia seus estudos com Ivan Serpa, líder do Grupo Frente junto com seu Irmão, César Oiticica e neste período, começa a escrever seus primeiros registros sobre Artes Plásticas. Parte para o Grupo Neoconcreto a partir de 59, juntamente com Lygia Clark e, a partir daí, começa a sua busca pela retirada das pinturas de seu âmbito bidimensional para algo mais tridimensional, usando texturas, estandartes, bólides, dentre outros recursos. Em 65, veste seus Parangolés na porta do MAM-RJ ser expulso da mostra. Inicia-se ai uma forte relação o cotidiano da periferia para dentro de sua arte, criando performances, instalações, fotografias retratando a arte das favelas e das ruas. Estética da Ginga, um livro de Paola Berenstein Jacques, descreve, de forma primaz a forma como o carioca mostra o lado artístico na arquitetura de periferia, a partir das instalações de Oiticica. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Sob influências das Vanguardas Européias do início do século XX, mais precisamente do Cubismo, na concepção de obras tridimensionais iniciadas nas colagens, do Surrealismo, na concepção da interpretação das sensações do ser humano e do seu inconsiente e do Dadaísmo, na forma de romper a barreira unicamente visual das obras de arte para dar a elas uma dimensão de maior sinestesia a partir da interação com o público, Lygia Clark, junto com outros artistas, funda o Grupo Neoconcreto, quebrando a supremacia da Razão industrialista e progressista do Concretismo da época para iniciar uma experiência mais sensível, sensorial e interativa da arte. Daí para frente, a arte passa a se fazer muito mais independente da interpretação do publico, passando a ser interativa. A pintura e a escultura, pura e simples, dão espaço às instalações e às performances dos artistas, formas de arte inexploradas até então. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Lygia, passa a se dedicar ao movimento com tanta intensidade que torna-se consagrada pela sua experimentação, não mais voltada para o corpo, como elemento captador das sensações, mas a partir do corpo, tendo ele como ponto de partida fundamental para a criação artística, transendendo até a estudos terapêuticos com o uso da arte em interação. Podemos observar isso em uma de suas mais famosas obras, a “Baba Antropofágica”, onde a artista faz do corpo do espectador, um carretel que enrrola a baba saída da boca, inspirada em um sonho que teve, onde de sua própria boca, uma baba saia incessantemente, aflingindo a artista.Hélio Oiticica, passa a integrar o Grupo Neoconcreto junto a Lygia Clark, e com ele, uma esfera social passa a integrar as obras Neoconcretas. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Oiticica, insere na sua obra o cotidiano da periferia, passando a criar instalações inspiradas em favelas, escolas de samba e elementos marginalizados. Como mencionado acima, inicia esta fase com a sua expulsão da mostra Opnião 65 no MAM-RJ, quando da sua tentativa de inserir na exposição a Escola de Samba da Mangueira e iniciando uma exposição paralela na porta do Museu, com seus Parangolés vestidos com os figurinos dos Sambistas na sua Mostra Ambiental. Um bom exemplo de sua obra Neoconstrutivista é a Performance “Nildo da Mangueira”, de 1964. Paola Jacques, define muito bem a criação de Oiticica em “Estética do Gingado” (Rioarte) como uma obra onde a periferia passa a se tornar a arte do espontâneo do povo, ignorada pela artuitetura e embasado na necessidade básica de um abrigo, uma moradia.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Análise criada a partir dos textos de “Estética da Ginga”, de Paola Berenstein Jacques, Ed. Rioarte, Material de Referência “Educação Pública e XXIV Bienal de São Paulo” HSBC Bamerindus – Experimentando a obra de Lygia Clark e o Site Enciclopédia Artes Visuais do Itaú Cultural (&lt;a href=&quot;http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia/artesvisuais2003/home/index.cfm&quot;&gt;http://www.itaucultural.org.br/aplicexternas/enciclopedia/artesvisuais2003/home/index.cfm&lt;/a&gt;)&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/5909730290402451636'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/5909730290402451636'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2007/09/mscaras-sensoriais-de-1967-da-artista.html' title='A Correção entre Ligia Clark e Helio Oiticica'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RumYzZ6-xYI/AAAAAAAAABc/g7n0oO0GBbg/s72-c/mascaras.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-6260278024659499433</id><published>2007-08-20T15:45:00.000-03:00</published><updated>2008-12-08T21:49:47.557-02:00</updated><title type='text'>Arte Pop e sua relação com o Surrealismo e Dadaísmo</title><content type='html'>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RsniT9i287I/AAAAAAAAAA8/COhV1o_SAVg/s1600-h/3pop.jpg&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5100856885539959730&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RsniT9i287I/AAAAAAAAAA8/COhV1o_SAVg/s320/3pop.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Marilyn Monroe - Andy Warrow&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A Arte Pop buscou, dentre outras coisas, fugir da criação artística voltada às elites acadêmicas trazendo para si, imagens que possuíam grande relação com a realidade do povo. E este conteúdo foi encontrado nos produtos e utensílios da época, nos filmes e histórias em quadrinhos, nos artistas e em tudo o que o capitalismo pode criar, em termos de produto, que sanasse a necessidade das empresas do pós-guerra de continuarem produzindo e alimentando a economia. As pessoas já não possuíam apresso pelas obras abstratas.&lt;br /&gt;A nova realidade não era propicia para a erudição intelectual nas camadas populares, mas sim de algo já digerido pelo publico através da propaganda e que, se tornando arte, levaria o povo a refletir o seu papel a partir da critica contida nestas obras. A nova figuração partia de um ponto indispensável a este grupo: tornar os produtos do consumismo sujeitos, dentro das novas frases artísticas, passando a não mais incentivar o consumo, mas a criticá-lo, gerando a opinião nas classes populares e excluídas do raciocínio livre das opiniões dominantes do consumismo capitalista. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5100857418115904450&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/Rsniy9i288I/AAAAAAAAABE/paqRcO-y2o4/s320/4hamilton.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;O que fazem os lares de hoje ser tão diferentes, tão atraentes? - Richard Hamilton &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Esta estética possui em sua essência a ruptura da abstração erudita vigente, tornando a arte acessível a todos. Em seu tempo, causou polemica por unir a propaganda à arte sob forma de crítica durante o pós Segunda guerra. O Dadaísmo, também surge em um momento seguinte a uma guerra, a I Guerra. O caos estabelecido em toda a Europa influencia diversos artistas a romperem com todas as correntes e estilos anteriores, passando a criar algo do zero, reconstruindo a trajetória da arte em uma nova origem. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5100857860497535954&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://4.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RsnjMti289I/AAAAAAAAABM/idJ7tNG93Mg/s320/2.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A Fonte - Marcel Duchamp&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;O Dadaísmo propõe uma desconstrução, ou melhor, uma destruição de todo e qualquer estilo artístico, gerando uma estaca zero na arte devido ao caos da guerra. Posterior ao Dada, o Surrealismo propõe a reconstrução da arte a partir do marco zero do dadaísmo, com a fuga da realidade, já que não existe mais racional após uma guerra sem uma razão explicita ou mesmo aparente. A criação no surrealismo parte do inconsciente, que para os surrealistas, é a criatividade em estado bruto. Daí a exclusão da realidade como inspiração para as obras. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5100858938534327266&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RsnkLdi28-I/AAAAAAAAABU/XT3M4UduONI/s320/5surrealismo.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;A persistência da memória - Salvador Dalí&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;A pop art e o minimalismo propõem algo parecido em termos de atitude, mas com um conteúdo diferenciado. Após uma II guerra sem explicações convincentes, e ainda, com um forte espírito consumista ainda mais inexplicável (do ponto de vista racional, e não capitalista) os artistas da pop art contestam toda a arte vigente e sua erudição. O povo, que após a guerra começa a ser “emburrecido”, não tem recursos para absorver uma arte abstrata e erudita. &lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Surge a propaganda como tema central da arte, repugnada pelos altos artistas da época, como fator central da arte e da critica da pop art. O povo tem ai, a possibilidade de apreciar uma arte que já vem digerida e assimilada, mas em outros aspectos. Assim como Marcel Duchamp tirou os objetos de seu contexto funcional original, os artistas da pop art tiraram a propaganda de seu “canto”, para torná-la arte, e assim criar a ruptura necessária para esta inovação de conceitos que perdura de certa forma até hoje, anarquizando a arte e tirando dela toda e qualquer regra que possa limitá-la.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/6260278024659499433'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/6260278024659499433'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2007/08/matria-arte-pop-e-sua-relao-com-o.html' title='Arte Pop e sua relação com o Surrealismo e Dadaísmo'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RsniT9i287I/AAAAAAAAAA8/COhV1o_SAVg/s72-c/3pop.jpg" height="72" width="72"/></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-116766822428496339.post-5527027421114423674</id><published>2007-07-25T17:20:00.000-03:00</published><updated>2008-12-08T21:49:48.419-02:00</updated><title type='text'>O que foram os anos 60?</title><content type='html'>&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5091233283562092930&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RqexsmddOYI/AAAAAAAAAAc/v8p0KPGsUWQ/s320/kombi.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Kimbi - O veículo se tornou o simbolo da cultura hippie por ser simples e funcional.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;O que foram os anos 60? O que houve que mexeu tanto com as bases do mundo? Porque são tão polêmicos esses anos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Questões como essa inspiraram a produção desta matéria. Com o olhar acerca da arte, do design e da moda, Camila Saultchuck e Crido Santos vão apresentar a vocês um pouco do que captamos na pesquisa que fizeram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para isso, vamos comentar sobre os fatos históricos, a cultura, a arte, o que se fazia em design naquela época e o que se fazia em moda. Adentraremos então para a análise das revistas comuns da época, com ênfase nas publicações voltadas para o público feminino e com assuntos voltados pra a moda. Terminaremos apresentando nossa peça gráfica que, alem de abrigar de uma forma diferente nossa pesquisa, exprime visualmente, tudo o que estudamos neste semestre, servindo de painel de referências gráficas e visuais para nós, e para todos os que se interessarem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Historia: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5091233764598430098&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RqeyImddOZI/AAAAAAAAAAk/luj9TG3HS9A/s320/mocambique.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Moçambique na década de 1960&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;A década de 60 é marcada pela guerra fria que chega ao seu ápice mais ou menos em 68. A América Central recebe a primeira revolução socialista, para espanto dos EUA e vanglória da extinta URRS. Na América Latina pipocam as ditaduras militares de direita, na África as primeiras movimentações de independência começam a eclodir. Na Europa, as manifestações estudantis vão ganhando cada vez mais força.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No brasil, como não poderia deixar de ser, as agitações também foram grandes. A década começa com o incipiente governo de Jânio Quadros que, herdando um país próspero, porém, cheio de dívidas da gestão de Jucelino, tenta sanar a economia com medidas ortodoxas, gerando uma crise de descontentamento entre o empresariado, a oposição e o povo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Jango, seu vice, era uma figura polêmica. Quando ministro do trabalho de Getulio, tomou uma atitude populista e aumentou o salário em 100%, causando o mesmo descontentamento no empresariado e na oposição, o que, para muitos, é o estopim para a grade crise daquele governo que culminou no suicídio do “pai dos pobres”. Sem apoio, sua posse é vetada pelos militares que, depois de um acordo que implantaria o parlamentarismo no país, permitiram sua posse sem poderes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu governo é curto e desastroso. Sem apoio, sofre o golpe que implantaria a ditadura militar em 1964. Os militares por sua vez, conseguiram o intento que a tempos estavam tramando. Diferente de outras épocas, eles tinham agora o apoio popular e com o discurso progressista, conseguiram alçar o poder.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em nome desse dito progresso, a ditadura tomou atitudes que envergonham até hoje a nação. Não cumpriram o acordo de devolver a democracia no fim do período de mandato de Jânio, promulgaram Atos Institucionais que suspenderam a constituição vigente de 1946 e promoveram torturas, deportações, mortes a revelia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O povo, em sua maioria, iletrado e não dotado de um pensamento crítico suficiente para discernir a situação, simplesmente não observava os fatos. Porém, muitos agentes, políticos, intelectuais e artísticos preferiram não se calar, formando uma coluna de mártires que tombaram por uma justiça que viria 24 anos mais tarde.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cultura: &lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5091234133965617570&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://3.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RqeyeGddOaI/AAAAAAAAAAs/ILrkTjkET-4/s320/moda.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Moda dos anos 1960 - Cores, liberdade, contestação e atitude.&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;Neste período, pelo mundo todo, fervilhavam manifestações culturais novas. A partir dos poemas da Beat Genaration, dos grupos e cantores de Rock, a cultura pop emergente, somados ao apreço pela sociedade de consumo, do próprio consumismo e da reafirmação do American Way of Life, uma série de novas atitudes começa a pipocar. Gente jovem querendo sexo livre, pensando e agindo pelas minorias, usando drogas alucinógenas, pregando a paz e o amor em contraponto a guerra e pedindo por uma nova atitude da sociedade fundavam, sem pretensão, o que chamamos hoje de contracultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi nesse espírito que, a juventude entra a década aos poucos se politizando, se unindo, não a uma instituição pré-definida, mas a si mesmas. Grupos de jovens em escolas e universidades saiam às ruas pedindo o fim da guerra do vietnã. Em todo mundo era reconhecida a injustiça para com aquele povo. Injustiça essa que catalisou toda a insatisfação da época com sua forma de pensar agir e viver. Para aqueles jovens, o Sonho Americano era fracassado pois tomava a liberdade individual de cada um ao troco que oferecia um padrão de vida material elevado, bens de consumo infinitos, opções de escolha vasta nas prateleiras e aparelhos que facilitavam a vida de qualquer um a apenas um apertar de botões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este era o modelo de homem que Marcuse, autor que fez a cabeça dos jovens da época, chamava de “Homem Uminidirecional”, título de uma de suas principais obras. Exatamente esta obra fazia a discussão acerca de uma sociedade autoritária que, ao mesmo tempo que subordina, subsidia, mantendo todos os indivíduos em ordem de obediência. Contestar o sistema era contestar ao progresso, ou seja, um ato incoerente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No auge desta agitação, surgem os grandes festivais de musica como o de Woodstock, celebrando todos estes pensamentos e ideologias. Surge a cultura Underground, contestando o modo de vida estabelecido. Surgem também os Hippies, condensando o modo de vida da contratultura. A Nova Esquerda, repensando as bases sociais dos dois grandes blocos. Os Yippies e o Youth International Party, politizando a atitude Hippie e colocando-os em ordem de batalha contra tudo o que havia de errado na sociedade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil, além de toda a profusão de pensamentos que ocorria no exterior e inevitavelmente passaria por aqui, tínhamos a recém Ditadura implantada. Isso direcionou a pouca juventude engajada a lutar pelos ideais de um mundo melhor por aqui também, o que significava enfrentar uma ditadura inconseqüente muitas vezes até a morte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A cultura no Brasil, ao contrario do que pareça, não foi de imediato controlada pelo Estado. O mais curioso ainda é que, quem mais expressava a cultura e seus agitos era justamente a esquerda, através de órgãos como o CPC da Une por exemplo. De lá, surgiu a maioria dos polêmicos artistas de protesto da época. Enquanto os gritos de guerra eram cantados ou interpretados nos palcos, os militares rangiam os dentes de ódio, tramando os planos que endureceriam de vez o regime por anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo meio da década, uma expressão cultural começou a pipocar dentre os jovens dentro do regime militar. O movimento chamado de Jovem Guarda apresentava a nova leva de artistas de grande visibilidade que, com um apelo conivente com o sistema, tomavam a atenção da população com temas românticos, engraçados e até de uma branda rebeldia juvenil. Este movimento foi execrado pela cultura engajada que, agora passava cada vez mais ao submundo, perdendo seu espaço nas massas e assim, seu poder de atuação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final da década um importante movimento surge flertando com as duas antagônicas vertentes. O Tropicalismo, como assim foi chamado, tanto flertava com a cultura de massa como, intelectualmente, inseria sua carga de contestação a tudo o que estava estabelecido. Sua maior virtude foi fazer, assim como o movimento antropofágico da década de 20 e a bossa nova da década anterior, uma fusão inteligente e altamente criativa dos elementos nacionais com as correntes internacionais, tanto artísticas quanto filosóficas, ganhando os palcos do mundo todo e colocando a arte brasileira novamente em evidência. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;strong&gt;Design&lt;/strong&gt; &lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;img id=&quot;BLOGGER_PHOTO_ID_5091234438908295602&quot; style=&quot;DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://2.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/Rqeyv2ddObI/AAAAAAAAAA0/w0bMqht3o38/s320/Tubinho+Mondrian.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt; &lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;center&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size:85%;&quot;&gt;Vestido Tubinho de Saint Lauren &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align=&quot;justify&quot;&gt;O design da década é marcado pelo espírito de prosperidade que varava a década de 50, com o sucesso das economias reconstruídas do pós-guerra. Este espírito de prosperidade também era sustentado pelo alto padrão de vida experimentado por boa parte da população que, com condições suficientes, poderiam se inserir no mundo do consumismo, aproveitando todas as suas beneces e fazendo girar uma economia baseada no fenômeno do consumo desenfreado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É nesta esteira que se desenvolve a idéia de Obsolecência programada. Nesta filosofia, todo produto deveria ser renovado de período em período, fazendo com que o anterior ficasse obsoleto. Inovações funcionais nem sempre eram introduzidas, o que obrigava pelo menos o desenvolvimento de um novo desenho para tal produto. Esse foi um fator determinante na evolução do campo do design como um todo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No campo do Design Gráfico em especial era tratado como a grande panacéia da comunicação da época. Esse fato despertou o interesse de diversos estudiosos da época que formularam várias teorias acerca deste campo da comunicação. Uma das mais expressivas é a de Marchall McLuhan, onde ele defende que a partir da evolução dos processos de produção gráficos, o “meio” passou a ter o mesmo poder de comunicação que a “mensagem”. Ou seja, tanto o conteúdo verbal quanto o não verbal estão em mesmo nível de comunicação para o interlocuror, aumentando assim o interesse em sofisticar não só os textos usados, mas sim todo o layout e design das peças, abrindo assim o leque de possibilidades criativas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em paralelo a este viés de sofisticação, um grande grupo de profissionais trabalhavam no submundo da comunicação, panfletando suas idéias contestadoras com recursos precários em tecnologia e ricos em criatividade. O ambiente político e social em ebulição na época propiciaram a criação de ateliês no meio Underground que, com maquinário ultrapassado e técnicas não convencionais, iniciaram um processo de adaptação do mercado criativo para a primeira experiência de controle total do processo feito diretamente pelo designer, que era feito exclusivamente pelos critérios do impressor, fato que lançou o que poderemos caracterizar como o principio fundamental do que hoje chamamos de Editoração Eletrônica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na Europa, este modelo foi tão bem sucedido que, na frança, para dar suporte a toda a mobilização estudantil, mais de 300 pessoas dispersas por toda a cidade produziam material para a difusão das idéias. O formato Pôster ganhou as ruas, chegando a competir com pe de igualdade com as idéias situacionistas propagadas pela TV. Em quanto os poderosos detinham a tv, o povo detinha o Pôster.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao final da Década, os profissionais do design começaram a flertar tanto com as idéias undergound como com sua militância, formando agremiações de criativos que absorviam o nkow-how das ruas em seus trabalhos, e em troca, forneciam seu empenho profissional e articulação nas campanhas contra as guerras e em prol de todas as causas defendidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Braisl de 60 iniciam os primeiros estudos formais de Design não voltado ainda para o design gráfico em si. Vivíamos um momento precário em termos de tecnologia, fato corriqueiro em nossa industria. A baixa renda da população e sua falta de engajamento acabou por não gerar aqui o mesmo efeito político que o design gráfico surtiu em outras terras. Mesmo a industria editorial não desenvolveu um modelo tupiniquim de estética, importando os modelos criativos de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somente no fianl da década de 60 que agremiações de desingers começaram a surgir de maneira discreta, iniciando as discuções sobre o design local que o Brasil deveria ter e a sustentabilidade da atividade no país. Somente nas décadas seguintes pode se observar um ainda discreto progresso, tanto nos processos criativos do design gráfico, quanto na tecnologia, bem como uma certa evolução dos meios underground de produção. &lt;/p&gt;&lt;div class=&quot;blogger-post-footer&quot;&gt;CridoSantos.com.br&lt;/div&gt;</content><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/5527027421114423674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/116766822428496339/posts/default/5527027421114423674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://www.broto.com.br/2007/07/matria-o-que-foram-os-anos-60.html' title='O que foram os anos 60?'/><author><name>Crido Santos</name><uri>http://www.blogger.com/profile/00884452120970924778</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='https://img1.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_dFN1Dz-_EJw/RqexsmddOYI/AAAAAAAAAAc/v8p0KPGsUWQ/s72-c/kombi.jpg" height="72" width="72"/></entry></feed>