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	<title>CubaGames</title>
	
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	<description>Notícias sobre a empresa, ferramentas, tecnologia, tutoriais, games e jogos online</description>
	<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 16:12:44 +0000</pubDate>
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		<title>Em Defesa da Inutilidade de Jogar</title>
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		<pubDate>Wed, 01 Jul 2009 16:06:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/07/kids-playing-video-games.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-979 alignnone" title="kids-playing-video-games" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/07/kids-playing-video-games.jpg" alt="kids-playing-video-games" width="356" height="269" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Por que jogamos? Nós temos consciência que nada obtido no jogo será útil fora dele, mas mesmo assim ele nos consome tempo.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Nós, gamers, sabemos muito bem que a vida demanda responsabilidades e que os games não passam de lazer.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Porém, sempre existirão aqueles que criticam o hábito de jogar porque aparentemente os games não adicionam nada na nossa vida.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Como eles estão certos, temos que nos defender atacando.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;&lt;!--more--&gt;Todos que criticam nosso hábito assistem horas de televisão e nem se dão conta disso. Estes podem até alegar que estão se informando porque assistem aos jornais. Mas o que é realmente relevante para ser absorvido pode estar condensado num jornal de papel ou num portal de notícias na Internet. Os jornais na TV mostram muita besteira e ninguém questiona a (in)utilidade de se assistir a isso. A ninguém interessa saber ao meio-dia se às 6 da manhã fez frio e obrigou dona Terezinha sair bem agasalhada de casa.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;E quanto aos livros? Muitos tendem a defender a leitura como um bom hábito, e até dizem que é bom para o cérebro. Quanto a isso eu não questiono, mas jogar é muito mais estimulante à mente. É importantíssimo para a formação individual ler as grandes obras literárias. Eu mesmo leio. Mas nunca é demais lembrar que muitos leitores por aí consomem livros que não passam de lixo. Tem gente que se vangloria por ter lido algum livro esotérico e se sente num patamar superior para desmerecer hábitos alheios.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Os games ainda não são reconhecidos devidamente como cultura, portanto, não espere o Jô Soares defendendo os games como ele defende o teatro ou a arte em geral. E aí entro em outra questão. Qual a importância em freqüentar teatros? Parece até absurdo dizer isso, mas além de dar umas boas risadas, ele muda a vida das pessoas? Teatro é mero entretenimento. Não é terapia. Não é filosofia. Sim, existem as peças mais dramáticas, mas mesmo as pessoas que vão nestes acabam dando risadas em qualquer momento de piada, porque já está erroneamente registrado na mente deles que teatro serve unicamente para rir.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Mesmo nós costumamos nos defender dizendo que os games ajudam no desenvolvimento do raciocínio, dos reflexos, visão espacial, organização, e blábláblá.&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: justify;"&gt;Sério, ninguém joga pelos benefícios mentais. Jogamos porque é divertido. Não há mal algum em dizer isso. E se alguém chato disser que você está perdendo tempo jogando, questione quanto tempo esta pessoa passa na frente da TV.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Clássico - Metal Slug</title>
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		<comments>http://www.cubagames.com.br/classico-metal-slug/#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 24 Jun 2009 22:56:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Clássicos]]></category>

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		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/metalslug1.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-966 aligncenter" title="metalslug1" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/metalslug1.jpg" alt="metalslug1" width="300" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;The King of Fighters é o grande carro-chefe da SNK, mas se há um jogo que se destaca pela diversão e originalidade, este é Metal Slug.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O game em questão pega uma fórmula testada e aprovada dos shooters horizontais como a série Contra e adiciona um pouco de humor e ritmo frenético.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;As piadas são muito bem executadas, como é o caso dos prisioneiros de guerra que ficam amarrados esperando pelo jogador resgatá-los, que em alguns momentos tiram a mão debaixo das cordas para acenar e pedir por socorro, colocando-as novamente debaixo das amarras. Outro momento é quando o jogador morre e os inimigos ficam dando risada, então o jogador volta novamente do nada com uma vida extra e todos levam um baita susto, soltando um grito.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Detalhes como estes são muitos durante o jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os gráficos de Metal Slug são muito bons para os padrões atuais. Aqui a velha placa de arcade MVS mostra seu poder. Como os sprites são pequenos e não há muita variedade nos inimigos e nos movimentos, as poucas animações possuem uma movimentação bastante fluída. Os cenários são sempre bem detalhados e conta até com alguns efeitos mais rebuscados, como pontes se destruindo, barrancos desmoronando e explosões diversas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O jogo possui um nível de violência mediano, com grunhidos, sangue e outras animações, como os soldados se queimarem ao serem atingidos por um lança-chamas, ou explodidos pela shotgun. Mas nada muito gráfico. Na verdade, os gráficos cartunescos e o clima de bagunça fazem tudo parecer hilário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O áudio também é muito bem produzido. Os efeitos sonoros são de excelente qualidade, e as músicas muito bem compostas, que conseguem até dar um ar de seriedade para o jogo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os controles respondem bem e controlar os heróis Marco e Tarma é muito satisfatório. Eles passam um pouco de sensação de peso ao saltar e se movimentar, mas isso não atrapalha nem um pouco a ação. Muito pelo contrário, a ação fica mais realista, pois parece que eles realmente fazem força para realizar as ações. Aliás, os saltos são bem simples. Eles não fazem aquelas piruetas no ar como na maioria dos shooters.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas o destaque do jogo é o tanque Metal Slug, que na verdade só é destaque porque dá nome à série. O design dele lembra muito o estilo mangá de Masamune Shirow que criou os mangás Tank Police e o famoso Ghost in the Shell. O tanque está disponível em algumas áreas das fases e o jogador pode entrar nele para fazer o regaço com os inimigos. O tanque conta com uma metralhadora de tiro infinito e um canhão com algumas balas. O poder de destruição é grande, mas pela sua lentidão, o tanque toma danos com certa facilidade. Ao perder toda a vida ele entra em destruição e o jogador deve saltar dele rapidamente para não ser explodido junto. Uma coisa divertida é poder atropelar os soldados e passar por cima de outros veículos só para vê-los serem destruídos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Metal Slug sempre será lembrado como um grande marco (ou o Tarma) na história dos arcades modernos, por proporcionar destruição satisfatória e ação frenética. A série passou por erros e acertos ao longo de seu trajeto, tendo algumas versões realmente memoráveis, como a segunda e a terceira, mas todos são um upgrade do primeiro, que na minha avaliação foi e ainda é um grande clássico.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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		<title>Enquanto Isso, Na Editora Europa…</title>
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		<comments>http://www.cubagames.com.br/enquanto-isso-na-editora-europa/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 23 Jun 2009 01:01:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/egw_edge.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-960 aligncenter" title="egw_edge" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/egw_edge.jpg" alt="egw_edge" width="300" height="300" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;É Batman, eu estava empolgado com o lançamento da Old! Gamer, uma revista no estilo da &lt;a href="http://www.retrogamer.net/"&gt;Retro Gamer&lt;/a&gt;, porém 100% nacional. Certamente me agradaria ler uma revista dessas. Porém, o lançamento que estava previsto para maio foi adiado. Agora parece que a revista sai em julho. Vamos ver.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E a nova revista Edge está nas bancas já faz algumas semanas. Eu fiz a assinatura especial com 60% de desconto e minha edição chegou há algum tempo. Bem, não conhecia nem a GameMaster, cuja equipe a Edge absorveu, nem a Edge original britânica. Mas acho que pelo material, eles ainda tem algo a melhorar. É legal ver os textos dos colunistas da original traduzidos, pois muitos caras lá da matriz britânica realmente tem experiência na área de games. Muitas reportagens também são bem bacanas. Mas o texto traduzido nunca é tão agradável de se ler.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os reviews dos jogos não possuem nota. E isso eu não sei se é herança da GameMaster ou da Edge, mas sempre gostei de notas, pelo menos pra saber se está se falando de um jogo ruim, bom ou ótimo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, evoluir é preciso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E por falar em evoluir, a editora Futuro, talvez por causa do encerramento da EGM americana, resolveu mexer com a sua revista de games. A EGM Brasil riscou o &amp;#8220;Brasil&amp;#8221; do nome, girou o &amp;#8220;M&amp;#8221; em 180 graus e agora chama-se &lt;a href="http://www.egw.com.br/"&gt;EGW&lt;/a&gt;, que significa Entertainment + Game World. A idéia é unificar um pouco mais o conteúdo web com revista de games e um pouco de outras mídias também. Quem sabe o novo portal deles cresça e traga um novo nível de tratamento de games na web aqui no Brasil.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=hDXbTDhswpw:ze976vS96uI:D7DqB2pKExk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=hDXbTDhswpw:ze976vS96uI:D7DqB2pKExk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=hDXbTDhswpw:ze976vS96uI:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=hDXbTDhswpw:ze976vS96uI:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=hDXbTDhswpw:ze976vS96uI:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
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		<item>
		<title>Nunca Existirá Um Game Perfeito</title>
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		<comments>http://www.cubagames.com.br/nunca-existira-um-game-perfeito/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2009 00:14:41 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cubagames.com.br/?p=954</guid>
		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/yin-yang.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-955 alignnone" title="yin-yang" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/yin-yang.jpg" alt="yin-yang" width="250" height="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;Com a indústria de games mais madura e competitiva, temos cada vez mais profissionalização na avaliação dos games. Quanto mais avançamos tecnologicamente, mais queremos avanços. Neste universo, um game pode se sobressair pela sua qualidade em vários aspectos técnicos e na jogabilidade. E cada vez mais a indústria produz games ambiciosos. Como pode um game como GTA ter o mesmo nível de aprovação, as mesmas notas de reviews, que os antigos games de Atari ou mesmo Nintendo?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se tínhamos &lt;strong&gt;Pitfall&lt;/strong&gt; como um grande game e hoje &lt;strong&gt;GTA IV &lt;/strong&gt;como um grande game, isso mostra o quanto o abismo que separa estes dois não foi o bastante para elevar o patamar do último. E isso significa que os games nunca atingirão a perfeição. Como a indústria evolui, os novos patamares também, e com isso o que é entendido como perfeição também torna-se cada vez mais distante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entenderam o problema? Nunca teremos games que nos satisfaça plenamente porque o que entendemos como perfeição nos games hoje é superior ao que era entendido há 20 anos atrás.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Para atingirmos a perfeição num jogo atual, precisamos de conceitos que ainda estão sendo desenvolvidos. Mas quando estes conceitos forem consolidados, novas possibilidades surgirão e a perfeição será novamente algo ainda a ser atingido.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Digo tudo isso porque parece que ainda não estamos satisfeitos com o nível dos jogos atualmente.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mesmo &lt;strong&gt;The Legend of Zelda - Ocarina of Time&lt;/strong&gt; ter recebido notas máximas na maioria dos veículos de comunicação especializados, há muitas coisas no jogo que considero ser insuficientes. Algumas delas foram resolvidas no novo &lt;strong&gt;Twilight Princess&lt;/strong&gt;. Mas como eu disse, &lt;strong&gt;Twilight Princess&lt;/strong&gt; não é perfeito, e nem recebeu tantas notas máximas quanto &lt;strong&gt;Ocarina of Time&lt;/strong&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como criar algo perfeito neste meio? A resposta é: criando jogos sem muitas ambições de conceito ou tecnologia. &lt;strong&gt;Tetris&lt;/strong&gt; é um exemplo, pois não são necessários mais gráficos, mais músicas ou mais modos de jogo para ele cumprir o que promete. Tetris é um exemplo de game que se fechou em regras extremamente simples e jogabilidade viciante para nunca mais evoluir. Tetris estabeleceu limites para seu conceito. Este limite é o que chamamos de perfeição, porque não há mais nada além.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Profundo, não?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você possui uma idéia de game simples na cabeça, tome cuidado, porque seu game pode ser melhor que os grandes shooters lançados recentemente.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=dp47czYFonE:AkS7Pjx-2fA:D7DqB2pKExk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=dp47czYFonE:AkS7Pjx-2fA:D7DqB2pKExk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=dp47czYFonE:AkS7Pjx-2fA:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=dp47czYFonE:AkS7Pjx-2fA:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=dp47czYFonE:AkS7Pjx-2fA:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<item>
		<title>Minha Crítica aos Shooters Permanece</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Jun 2009 02:58:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cubagames.com.br/?p=943</guid>
		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/cod-tchernobyl-sniper-cod4.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-944 aligncenter" title="cod-tchernobyl-sniper-cod4" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/cod-tchernobyl-sniper-cod4.jpg" alt="cod-tchernobyl-sniper-cod4" width="313" height="250" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;em&gt;Missão 1 - Siga a Bússola&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O PC criou um gênero de shooters específico que agora começa a aparecer nos consoles. Nunca gostei muito desses jogos de PC. Com exceção de alguns, eles sempre foram muito superficiais. Às vezes a história é bem contada, e conta com bons gráficos. Mas não é isso que um jogador da época do Atari procura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Joguei recentemente Call of Duty 4 na campanha para 1 jogador e achei o jogo muito bom. Mas poderia ser melhor na jogabilidade. Call of Duty tem sido considerado o melhor shooter dos últimos anos, e mesmo assim eu não gostei tanto quanto deveria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Será que o problema sou eu por não gostar desses shooters?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que eu não gosto nos shooters em geral é a linearidade forçada pela história. O jogo é elaborado de modo a contar uma história, e no processo, perde-se profundidade para explorar melhor o que ele poderia oferecer. Não há no jogo nenhum tipo de missões alternativas, missões extras, bônus. Para salvar um pouco o replay value, há um modo arcade que nada mais é que o modo história com marcação de pontos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O multiplayer é bem produzido. Ok, mas eu não sou um adolescente que tem o dia inteiro pra jogar e treinar. Na rede só encontrarei pessoas que levam isso muito à sério. Como poderei me divertir com viciados?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como um jogo bem produzido tecnicamente, CoD4 poderia ter sido muito mais bem aproveitado para jogadores que não querem medir forças com os fanáticos nas partidas online. Incrivelmente, o jogo possui a opção de escolher fases já jogadas após concluir o jogo uma vez. Mas escolhe-se por campanhas, que são um conjunto de fases. O problema é que não há muita utilidade em voltar nas fases já concluídas a não ser pela única busca extra do jogo: encontrar documentos secretos em cada fase.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Call of Duty 4 pode ser o melhor jogo de tiro tecnicamente e narrativamente já concebido, mas não conseguiu prender minha atenção nem por duas semanas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso é o que eu chamo de visão estreita dos produtores ocidentais. Parece impossível criar no jogo um conjunto de fases divertidas e que possuem segredos e objetivos o suficiente para merecerem ser jogadas pela segunda vez. E com todas aquelas armas, não há incentivo nenhum para utilizá-las. Se tivesse algum sistema de evolução ou pontuação pelo uso das armas, isso já prenderia a atenção um pouco mais, fazendo com que o jogador jogue mais vezes para acumular pontos com cada arma, e assim ganhar algo no final. Pelo menos em nome do replay value.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Os inimigos nas fases vêm em centenas ou são infinitos. Ou seja, não é possível matar todos eles para cumprir as missões mais tranquilamente. Quando os inimigos começam a surgir, uma ordem é dada para você correr para outro lugar. Há vários momentos que não adianta tentar eliminar todos eles porque nunca param de vir. Qual a graça de matar inimigos quando eles são infinitos? O que há de tático em eliminar ameaças que são infinitas?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;E além do jogo ser linear, as fases também são lineares. Você avança aos poucos, como se existissem checkpoints ao longo do trajeto. Pelo menos o jogo salva automaticamente e o soldado controlado pelo jogador não acumula danos (recupera health ao não ser atingido por alguns segundos). Para não se perder, a bússola exibe um cursor apontando para onde deve-se seguir para cumprir o objetivo, e por várias vezes ele é atualizado. Sinto falta do sistema de progresso não linear de cada fase como em Goldeneye. Em Call of Duty, você não explora os mapas. Você não tem tempo para isso. Nem motivos. Você se sente mais atuando num teatro que jogando. Deve seguir estritamente o que o jogo pede pra você fazer, sem ao menos trocar a ordem dos objetivos. Deve seguir corretamente para onde a bússola aponta, sem questionar ou tentar algo diferente. Só Metal Gear Solid consegue ser mais linear que isso. Esta linearidade é muito importante para construir um bom enredo, mas destrói qualquer criatividade por parte do jogador. Tudo aquilo que diverte em GTA é totalmente ignorado nos jogos de guerra.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um jogo que se vangloria tanto de seus atributos técnicos não conseguiu me convencer em jogá-lo até o fim pela segunda vez. Ou seja, um jogo com enorme potencial sendo mal aproveitado.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a idéia de Far Cry 2 parece muito promissora. Ainda vou ver como este jogo se sai. E quem sabe, começo a gostar de alguns shooters.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Project Natal x Gamer Sedentário</title>
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		<pubDate>Thu, 11 Jun 2009 21:44:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

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		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/projectnatal.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-937 alignnone" title="projectnatal" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/projectnatal.jpg" alt="projectnatal" width="400" height="125" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Ele está de olho&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem acompanhou a E3 ou notícias sobre games recentemente deve ter ouvido falar do Project Natal e suas promessas. Meu foco não é transformar este blog numa central de notícias copiadas de outros blogs. Mas para recapitular um pouco, trata-se de um acessório para o Xbox 360 une as funcionalidades do Eye Toy do PS2, o microfone do DS e Wiimote. Ou seja, é uma câmera que captura e interpreta movimentos, imagens e voz do jogador. Podendo assim interagir com um jogo através de gestos, expressões faciais, ordens verbais e etc.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sinceramente, este é o tipo de coisa que faz aquele cara da Ubisoft, o &lt;a href="http://en.wikipedia.org/wiki/Peter_Molyneux"&gt;Peter Molyneux&lt;/a&gt;, brilhar os olhos, mas fico me perguntando se quem que já joga shooters e corrida vai se interessar por algum acessório que exija algum esforço extra por parte do jogador. Eu só gosto do Wii por causa das grandes séries da Nintendo, como Mario, Zelda e Metroid. Jogar Mario Kart com um volantinho de plástico sem apoio parece absurdamente idiota para mim. As brincadeiras com o Eye Toy também. E levando em consideração que quanto mais hardcore é o gamer, mais resistente aos novos meios de interação ele é, esse Project Natal vai ser um fracasso. Pode ser que a Microsoft faça joguinhos no estilo do Wii e venda com ele junto, mas acho que nenhum jogador de Halo vai além do controller e headset.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aliás, quanta teimosia por parte dos criadores de hardware em querer fazer o gamer sair do sofá e se mexer! Fazer um jogo eletrônico que exija esforço físico é tão estranho quanto comprar salada no McDonalds. O estigma de que McDonalds é coisa de gordo é bem parecido com o estigma dos videogames. Então vem essas idéias pra sacolejar o pobre jogador e tirar um pouco da culpa de cima da indústria.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quando vou jogar, quero discrição, conforto, silêncio. Eu e meu fone de ouvido. Já uso fones justamente para ouvir melhor os sons do game, isolar o som externo e não incomodar os outros com os barulhos dos jogos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pra um cara como eu, levantar-se e chacoalhar o Wiimote já é um absurdo. Se eu quero queimar calorias, vou caminhar ou correr.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Acho que conceitualmente o &amp;#8220;Projeto Christmas&amp;#8221; (capital de &amp;#8220;Great River of North&amp;#8221;) é bem legal.  Mas por que tenho a impressão que os jogadores vão parecer cada vez mais um bando de patetas interagindo com essas geringonças?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Aproveitando o assunto, o blog de jogos antigos &lt;a href="http://www.gagagames.com.br/"&gt;Gagá Games&lt;/a&gt; postou algo meio &lt;a href="http://www.gagagames.com.br/?p=4072"&gt;parecido&lt;/a&gt;. Achei o post hilário. Veja que aquele tal de Activator mereceria um Zoeira News. Pena que ele existe mesmo.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=xh93Rol-0u0:gFYp8NciE-0:D7DqB2pKExk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=xh93Rol-0u0:gFYp8NciE-0:D7DqB2pKExk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=xh93Rol-0u0:gFYp8NciE-0:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=xh93Rol-0u0:gFYp8NciE-0:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=xh93Rol-0u0:gFYp8NciE-0:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Zoeira News na E3</title>
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		<comments>http://www.cubagames.com.br/zoeira-news-na-e3/#comments</comments>
		<pubDate>Sun, 07 Jun 2009 18:31:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Zoeira News]]></category>

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		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/e3logo.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-928 aligncenter" title="e3logo" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/e3logo.jpg" alt="e3logo" width="250" height="275" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;Nossos repórteres foram para Los Angeles acompanhar a E3. Mentira. Acompanhamos as notícias dos últimos anos e baseado em uma estatística simples, compilamos as notícias que funcionam para qualquer E3, de qualquer ano. Segue:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A Microsoft anunciou estar trabalhando numa nova tecnologia, que não é nova, mas uma imitação das outras. É um acessório que une o que a Nintendo e a Sony já fazem, chamado [insira aqui o nome do acessório lançado no ano que você está lendo].&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A Nintendo exibiu novas cores para seu portátil. E mais, uma nova versão de Pokemon, com 32 monstros inéditos, está caminho. Ele se chamará Pokemon [uma pedra preciosa aqui] / [outra pedra preciosa aqui]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- A Sony, que não é boba, atualizou o firmware do PS3 e anunciou um novo Dual Shock. Novamente, o controller passou a fazer tudo o que os da Nintendo já fazem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Duke Nukem Forever está em desenvolvimento e no ano que vem será lançado. Nem que a 3D Realms entre em falência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo Mario Party.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo Tony Hawk.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo Tomb Raider.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo Guitar Hero.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo Zelda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo Final Fantasy, com 3 Blu-Rays.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo jogo do Sonic. Este promete!&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Novo shooter de PC com gráficos extremamente avançados.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=8qTld606bXc:K2DBKAhNegk:D7DqB2pKExk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=8qTld606bXc:K2DBKAhNegk:D7DqB2pKExk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=8qTld606bXc:K2DBKAhNegk:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=8qTld606bXc:K2DBKAhNegk:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=8qTld606bXc:K2DBKAhNegk:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Esculacha - Max Payne</title>
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		<comments>http://www.cubagames.com.br/esculacha-max-payne/#comments</comments>
		<pubDate>Tue, 02 Jun 2009 23:50:19 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Esculacha]]></category>

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		<description>&lt;p align="center"&gt;&lt;a href="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/max_payne.jpg"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-921 alignnone" title="max_payne" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/06/max_payne.jpg" alt="max_payne" width="370" height="291" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;em&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt;Ei, esta é minha melhor pose!&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p align="center"&gt;&lt;em&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Na época em que Max Payne foi anunciado, todo mundo estava babando nos gráficos e principalmente no efeito bullet time. Os jogos queriam todos de alguma forma emular aquela atmosfera de Matrix, e Max Payne foi o primeiro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Naquela época era comum os jogos de PC serem basicamente engines gráficas jogáveis. Os produtores faziam uma boa engine para comercialização e faziam em cima dela um jogo de tiro bem básico. Serious Sam foi um destes, mas pelo menos a simplicidade do jogo foi bem apresentada pelo estilo satírico.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas Max Payne&amp;#8230; este parece ser uma grande demo. Você nunca sente que está jogando algo completo. Parece que desenvolveram uma tecnologia e resolveram com o tempo livre criar o jogo em si. Todos os inimigos te matam caso você não reaja em tempo suficiente. Mas é muito difícil saber onde cada um deles está localizado. Isso acaba obrigando o jogador a decorar a posição de cada um e se antecipar. Além disso, é necessário atirar várias vezes para matar alguém, frustrando qualquer tiroteio bacana. E o pior de tudo é que você joga de maneira contínua, sem conseguir saber quantas fases passou e quantas faltam. Para completar a viagem, ainda existem fases de labirinto, que são frustrantes. Dica: para vencer qualquer labirinto, sempre ande contornando a parede por um dos lados. Você vai percorrer todo o contorno interno do labirinto e encontrará a saída.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A história também é bem genérica. (SPOILERS) Max Payne tinha fortes dores de cabeça (daí o nome Max Payne), então um belo dia, colocou uma camisa florida e jaqueta, e foi procurar pelo Coringa. O grande vilão disse sorridente que Max deveria chupar um limão. E assim o fez. Max ficou com uma cara de azedo tão grande que jurou vingança, e saiu louco pela cidade procurando por analgésicos para passar a dor, e de quebra, matar uns bandidos. Quando Max encontra o Coringa, este tira a máscara e se revela como Neo, e os dois começam a atirar em câmera lenta. Fim.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
&lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=VMd3IKB9Chw:IxpbMCdhlqE:D7DqB2pKExk"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=VMd3IKB9Chw:IxpbMCdhlqE:D7DqB2pKExk" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=VMd3IKB9Chw:IxpbMCdhlqE:7Q72WNTAKBA"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?d=7Q72WNTAKBA" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt; &lt;a href="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?a=VMd3IKB9Chw:IxpbMCdhlqE:gIN9vFwOqvQ"&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~ff/Cubagames?i=VMd3IKB9Chw:IxpbMCdhlqE:gIN9vFwOqvQ" border="0"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;
&lt;/div&gt;</description>
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		<title>Zoeira News - Versão Nintendo Wii</title>
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		<comments>http://www.cubagames.com.br/zoeira-news-versao-nintendo-wii/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 01 Jun 2009 01:06:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Zoeira News]]></category>

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		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-914 alignnone" title="bugnet" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/05/bugnet.jpg" alt="bugnet" width="366" height="148" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;Dando continuidade à zoeira das notícias malucas que nunca existiram, mas que poderiam existir:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Nintendo anunciou um novo acessório para Wii chamado WiiBugNet. Trata-se de uma rede como aquelas para coletar borboletas e acompanhará o novo game do Zelda. Agora você poderá realmente sentir toda a emoção de capturar insetos e fadas. E a Nintendo ainda promete lançar o WiiBottle para armazenar as fadinhas e o Wiimerang, um super bumerangue wireless para destruir todos os inimigos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A idéia principal destes acessórios super descolados é poder levar a diversão eletrônica casual para os parques ou no campo. Ainda não se sabe como o Wii será ligado a uma TV em meio a gramados e lagos, mas logo terão uma solução.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O preço estimado é de 110 dólares. Seguem declarações de Shigeru Miyamoto:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&amp;#8220;Estamos muito empolgados com estes acessórios&amp;#8221;. &amp;#8220;Ainda precisamos ajustar o bumerague porque ele não está retornando corretamente nas mãos do jogador&amp;#8221;. &amp;#8220;O jogador precisará de um espaço de 30 m2 para jogar o Wiimerang, mas melhoraremos seu design para necessitar de somente 25 m2, podendo ser jogado em qualquer lugar aberto&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Terminando com: &amp;#8220;A idéia é usar toda a mobilidade e praticidade do Virtual Boy, mas voltado ao mercado de games modernos e casuais&amp;#8221;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Miyamoto nunca erra.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;</description>
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		<item>
		<title>A Arte Bizarra de Colecionar Games Continua</title>
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		<pubDate>Wed, 27 May 2009 00:28:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Fernando Lorenzon</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[CubaGames]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://www.cubagames.com.br/?p=907</guid>
		<description>&lt;p style="text-align: center;"&gt;&lt;img class="size-full wp-image-908 alignnone" title="Videogames" src="http://www.cubagames.com.br/wp-content/uploads/2009/05/collection.jpg" alt="Videogames" width="438" height="350" /&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p style="text-align: center;"&gt;
&lt;p&gt;O que eu tinha que falar sobre o assunto era um pouco mais do que o momento de criatividade permitia. Continuando aqui, a idéia de colecionar jogos é mais importante porque em geral eles são menos acessíveis que outras mídias. Vamos ver:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Livros você pode ler gratuitamente em bibliotecas. Grandes obras do passado não possuem direitos autorais e são relançados em formatos de baixo custo, como é o caso de livros pockets por 10 reais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Músicas são constantemente reproduzidas em rádios. São constantemente publicadas nos formatos vigentes (LP, Cassete, CD, AAC), mantendo sempre a possibilidade de ouví-las a qualquer momento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Filmes seguem o mesmo padrão das músicas, além de ter muitas locadoras por aí.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mas se quisermos jogar um jogo antigo, temos a opção de emular, procurar por coisas antigas e possivelmente com defeitos, ou esperar pela produtora relançar o game quando der na telha.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;!--more--&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Então existe mesmo uma necessidade de obter mais consoles. Não somente por frescura ou luxo, mas para termos acesso aos jogos que merecemos jogar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Agora tem algo que não citei antes. Nunca conseguiremos jogar todos os games que queremos. Existe um livro que lista os 1001 filmes que você deve assistir antes de morrer. Como é possível assistir um filme por dia, é perfeitamente possível assistir todos os filmes relevantes desde o início da história do cinema.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No caso dos games, tenho um livro que lista os 100 melhores jogos, que escrevi por aqui há algumas semanas. Metade dos jogos citados não estão mais disponíveis para venda e não possuem nenhuma atualização para novas plataformas. E mesmo o restante ainda são muitos para eu jogar nos próximos anos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Jogando com freqüência e dedicação, é possível terminar um game a cada duas semanas, na média. Nunca conseguirei jogar satisfatoriamente todos os jogos que tenho vontade de conhecer, desde os antigos aos que ainda serão lançados.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Muitos já devem ter hesitado em jogar um game longo pensando quantos outros mais curtos poderiam ser jogados no lugar.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Coisas do tipo: Jogo Gran Turismo 4 ou todos os outros Need for Speed? Jogo Final Fantasy ou todos os shooters deste ano? Devo perder meu precioso tempo jogando RPG online que nunca acaba? E por aí vai, com o detalhe que a fila de jogos adquiridos e ainda não jogados vai aumentando.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final, nós acabaremos como o piá da foto acima.&lt;/p&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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