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O.)</managingEditor><lastBuildDate>Thu, 16 Feb 2012 12:11:09 PST</lastBuildDate><generator>Blogger http://www.blogger.com</generator><openSearch:totalResults xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">211</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/">25</openSearch:itemsPerPage><feedburner:info uri="culturadetravesseiro" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Arts/Literature</media:category><media:category scheme="http://www.itunes.com/dtds/podcast-1.0.dtd">Arts/Visual Arts</media:category><itunes:owner><itunes:email>noreply@blogger.com</itunes:email></itunes:owner><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle></itunes:subtitle><itunes:category text="Arts"><itunes:category text="Literature" /></itunes:category><itunes:category text="Arts"><itunes:category text="Visual Arts" /></itunes:category><creativeCommons:license>http://creativecommons.org/licenses/by-nd/2.0/</creativeCommons:license><image><link>http://culturadetravesseiro.blogspot.com</link><url>http://www.feedburner.com/fb/images/pub/fb_pwrd.gif</url><title>Feedburner</title></image><feedburner:emailServiceId>CulturaDeTravesseiro</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><feedburner:feedFlare href="http://add.my.yahoo.com/rss?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FCulturaDeTravesseiro" src="http://us.i1.yimg.com/us.yimg.com/i/us/my/addtomyyahoo4.gif">Subscribe with My Yahoo!</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.newsgator.com/ngs/subscriber/subext.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FCulturaDeTravesseiro" src="http://www.newsgator.com/images/ngsub1.gif">Subscribe with NewsGator</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FCulturaDeTravesseiro" src="http://o.aolcdn.com/favorites.my.aol.com/webmaster/ffclient/webroot/locale/en-US/images/myAOLButtonSmall.gif">Subscribe with My AOL</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.bloglines.com/sub/http://feeds.feedburner.com/CulturaDeTravesseiro" src="http://www.bloglines.com/images/sub_modern11.gif">Subscribe with Bloglines</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.netvibes.com/subscribe.php?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FCulturaDeTravesseiro" src="http://www.netvibes.com/img/add2netvibes.gif">Subscribe with Netvibes</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://fusion.google.com/add?feedurl=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FCulturaDeTravesseiro" src="http://buttons.googlesyndication.com/fusion/add.gif">Subscribe with Google</feedburner:feedFlare><feedburner:feedFlare href="http://www.pageflakes.com/subscribe.aspx?url=http%3A%2F%2Ffeeds.feedburner.com%2FCulturaDeTravesseiro" src="http://www.pageflakes.com/ImageFile.ashx?instanceId=Static_4&amp;fileName=ATP_blu_91x17.gif">Subscribe with Pageflakes</feedburner:feedFlare><feedburner:browserFriendly>Obrigada por participar do Cultura de Travesseiro.</feedburner:browserFriendly><item><title>As Origens da Língua Portuguesa</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~3/X6XBSXirfk8/as-origens-da-lingua-portuguesa.html</link><category>origem</category><category>museu da língua</category><category>língua portuguesa</category><author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</author><pubDate>Mon, 23 Jan 2012 05:45:21 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-4272258446231564618</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-23T11:45:21.183-02:00</app:edited><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/QdU8m2TIg4M/KoPfmZf8AhA&amp;fs=1&amp;source=uds" fileSize="1175" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>A Língua Portuguesa – Vídeo Museu da Língua PortuguesaNarração Fernanda Montenegro. A linguagem humana surgiu há milênios, mas não resta nenhuma sombra ou registro da primeira palavra, do primeiro canto, da primeira dança. Tudo isso ficou invisível no tem</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary>A Língua Portuguesa – Vídeo Museu da Língua PortuguesaNarração Fernanda Montenegro. A linguagem humana surgiu há milênios, mas não resta nenhuma sombra ou registro da primeira palavra, do primeiro canto, da primeira dança. Tudo isso ficou invisível no tempo. Com a linguagem nasceu o universo propriamente humano. Razão e emoções, sonhos e projetos se organizaram e ganharam lugar. Só nós, os humanos, podemos escapar do presente e planejar o futuro. Só nós temos saudade do que passou e podemos inventar outros mundos. Nosso reino é o dos signos e nele se instaura o universo da palavra. Não existe humanidade sem língua. É ela que dá sentido e significado ao que somos, pensamos e fazemos. A língua é como a espinha dorsal que põe de pé as sociedades, organizando as crenças e costumes, os valores e comportamentos. Não se sabe ao certo como surgiram as milhares de línguas que existem. O que se sabe é que elas foram se formando nos mais variados cantos da terra. Línguas diferentes entre si, cada qual com sua sonoridade, com seus modos de organizar as palavras, com os seus timbres. Todos nós nascemos dentro do universo da nossa língua materna e as palavras dessa língua nos abrigam e envolvem. Nossa língua nasceu em Portugal e descende de povos ancestrais. Hoje, ela é falada por mais de 200 milhões de pessoas em todos os continentes do planeta. Entre os séculos XV e XVI, os portugueses se lançaram numa grande aventura marítima e ancoraram em diferentes terras, levando a sua cultura e a sua língua... E os portugueses chegaram ao Brasil. No Brasil, o Português sofreu influências de línguas indígenas e africanas, e, também, de línguas de imigrantes. Os encontros e desencontros entre as culturas e os falares criaram uma língua única, original e que continua a se reinventar todos os dias pelas ruas e praças do país, nos seus ritmos e ritos, nos poemas e nas canções. Pensamos em Português, sentimos em Português. Criamos em Português e é essa língua que nos faz ser quem somos. É com ela que afirmamos e expressamos nossa identidade. Nossa língua é o nosso melhor retrato, a nossa pátria mais profunda. No Brasil, a Língua Portuguesa atingiu um alto grau de mistura e invenção. Aqui vive a grande maioria de seus falantes. Gente que ajuda a produzir pelo planeta o destino desse nosso antigo e belo “Ediomaterno”. http://feeds.feedburner.com/culturadetravesseiro.blogspot.com</itunes:summary><itunes:keywords>origem, museu da língua, língua portuguesa</itunes:keywords><description>A Língua Portuguesa – Vídeo Museu da Língua PortuguesaNarração Fernanda Montenegro.











A linguagem humana surgiu há milênios, mas não resta nenhuma sombra ou registro da primeira palavra, do...&lt;br/&gt;
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Que tal adicionar um pouco de cultura ao seu dia? Acesse diariamente: http://culturadetravesseiro.blogspot.com&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~4/X6XBSXirfk8" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://culturadetravesseiro.blogspot.com/2012/01/as-origens-da-lingua-portuguesa.html</feedburner:origLink><enclosure url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/QdU8m2TIg4M/KoPfmZf8AhA&amp;fs=1&amp;source=uds" length="1175" type="application/x-shockwave-flash" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.youtube.com/v/KoPfmZf8AhA&amp;fs=1&amp;source=uds</feedburner:origEnclosureLink></item><item><title>Indústria Cultural e Sociedade - Theodor Adorno</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~3/qpJ3uCvoVNc/industria-cultural-e-sociedade-theodor.html</link><category>sociologia</category><category>filosofia</category><category>teoria</category><category>sociedade</category><author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</author><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 13:23:39 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-903894827955242138</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T19:23:39.918-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://4.bp.blogspot.com/-etXP-Xv8qLk/TxhZlvF662I/AAAAAAAAA2U/OuHO6DlfsAk/s72-c/imagesCALEEXAO.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><description>Theodor Adorno, filósofo alemão, autor canônico muito citado quando o tema se refere à indústria cultural. Adorno, de descendência judaica, nasceu em Frankfurt, Alemanha, em 1903, conviveu com...&lt;br/&gt;
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O.)</author><pubDate>Thu, 19 Jan 2012 08:43:26 PST</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-7418802936724613527</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T14:43:26.673-02:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-CX5D-iKA5Gg/TxhHlmkKQmI/AAAAAAAAA2M/iwVhFu-IMGo/s72-c/Hopper_Nighthawks.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/lw3vZ2kdYTw/as-babas-do-diabo1.pdf" fileSize="49163" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Ainda que se saiba que é na linguagem e através dela que o homem expressa suas impressões sobre as coisas do mundo, sabemos que a linguagem, quando usada como mero sistema de signos, ou na “servidão do palavreado”, nem sempre expressa o todo que se tem o</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary> Ainda que se saiba que é na linguagem e através dela que o homem expressa suas impressões sobre as coisas do mundo, sabemos que a linguagem, quando usada como mero sistema de signos, ou na “servidão do palavreado”, nem sempre expressa o todo que se tem ou o que se quer dizer. Há de se estar presente na linguagem, de se transformar o dito em experiência extra-sensível para que o que se intenciona comunicar não se torne uma mera descrição das coisas, e sim o eco da essência das coisas traduzido em linguagem inteligível. Melhor representado está, o que busco em palavras traduzir, nas ideias do filósofo Walter Benjamin : "a tradução da linguagem das coisas na do homem não é apenas a tradução do insonoro no sonoro, mas também do que não tem nome, no nome". Há de se operar, podemos entender, como um tradutor da linguagem muda das coisas para a linguagem inteligível e sonoramente humana. A linguagem deve comunicar, como diz Benjamin , “a essência linguística das coisas”. As coisas devem ser ditas na medida em que realmente participam da linguagem, isto é, não apenas manifestam-se pela linguagem, mas na linguagem, na medida em que seu conteúdo espiritual é linguístico. “Sob a pele das palavras há cifras e códigos ”, já proferiu o poeta Drummond em um de seus mais lindos poemas. As concepções de linguagem em Walter Benjamin, nas quais me apoio para ensaiar esse texto que se inicia, podem não ter um estatuto científico, pois representam uma ruptura nos paradigmas dominantes e racionais acerca de linguagem, e também de conhecimento, instituídos a partir de Platão. Os conceito e as ideias de Benjamin dizem sobre um outro modo de se conhecer e de se apreender as coisas, talvez invisibilizados por certas práxis científicas. A sua posição em face à linguagem traz uma concepção de expressividade, que está baseada numa concepção mítica, arcaica, poética e espiritual. Benjamin tinha um espírito livre, buscava o conhecimento pela experiência, ou melhor, pela experimentação, conceito chave no pensamento desse autor-filósofo que vê na experiência algo realmente durável. Se ponderarmos que todo o conhecimento para se transformar em sabedoria tem que passar antes pela experiência, ou seja, pela experimentação, mais transparente e límpida se tornam as palavras de Benjamin. Se a experiência é própria do homem, logo é pela linguagem e na linguagem que o homem tem a possibilidade de expressar e de compartilhar essa experiência. Mas as coisas não são tão simples quanto aparentam, pois a tarefa de buscar a palavra mais expressiva, mais representativa é, literalmente, trabalho de Penélope. Cito Penélope, que tecia seu manto de dia e destecia a noite, porque texto e tecido são palavras etimologicamente emaranhadas. A relação da palavra texto com tecido – com tecer, textura, tecelagem – nos indica que a metáfora da trama dos fios tecidos para falar das palavras na composição de um texto vão além da sua representatividade. A miológica Penélope ressalta a ideia de composição aberta, sempre inacabada, sempre recomeçada a procura da tessitura perfeita. Sinto que inicio a construção dessa trama textual desfiando fios, buscando desatar nós de teorias ainda cruas, ávidas por transformar-se em sabedoria bem arrematada. Parafraseando Camões, ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, sem experiência e extra-sensibilidade eu nada diria. Há de se contar com a sensibilidade poética para se exprimir em linguagem verbal o que fora transformado em experiência. Poderíamos pensar aqui que tratamos das funções da linguagem expostas por Jakobson, mais especificamente da função poética – própria da literatura que, nas palavras de Ítalo Calvino “é a terra prometida em que a linguagem se torna aquilo que na verdade deveria ser” -, que diz respeito à mensagem e na qual, segundo o linguísta, reside a própria essência da linguagem. Mas não, “não é bem isso”, como enfatiza Sérgio Sant’anna quando em seu exercício de traduzir o que é pictórico para a palavra. A busca da ap</itunes:summary><itunes:keywords>texto, linguistica, filosofia, teoria</itunes:keywords><description>Ainda que se saiba que é na linguagem e através dela que o homem expressa suas impressões sobre as coisas do mundo, sabemos que a linguagem, quando usada como mero sistema de signos, ou na “servidão...&lt;br/&gt;
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Um homem superior, que enfrenta a multidão ignorante com serenidade, despeito e senso de humor. Um verdadeiro santo profano. Foi essa...&lt;br/&gt;
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E que amando, também seja amado.

E que se não for, seja breve em esquecer.

E que esquecendo, não guarde mágoa.

Desejo, pois, que não seja assim,

Mas se for, saiba...&lt;br/&gt;
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Que tal adicionar um pouco de cultura ao seu dia? Acesse diariamente: http://culturadetravesseiro.blogspot.com&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~4/SGEmzlpzJ6Q" height="1" width="1"/&gt;</description><feedburner:origLink>http://culturadetravesseiro.blogspot.com/2011/09/um-pouco-de-poesia-victor-hugo.html</feedburner:origLink><enclosure url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/c-Z0NfpgNH0/aaeRGCyxtMk&amp;fs=1&amp;source=uds" length="1115" type="application/x-shockwave-flash" /><feedburner:origEnclosureLink>http://www.youtube.com/v/aaeRGCyxtMk&amp;fs=1&amp;source=uds</feedburner:origEnclosureLink></item><item><title>Tecendo Fios e Textos</title><link>http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~3/RsHghOPeqDY/tecendo-fios-e-textos.html</link><author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</author><pubDate>Fri, 09 Sep 2011 13:11:25 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-1343348310525654723</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-09-09T17:11:25.670-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-etlLgUczWsI/TmpsuH2ZmBI/AAAAAAAAA1k/uIpwzsxVyoQ/s72-c/imagesCAXQX2ED.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/GjzinAi4VCE/2017.pdf" fileSize="92119" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Várias&amp;nbsp;histórias e&amp;nbsp;alguns&amp;nbsp;mitos gregos, tais como&amp;nbsp;&amp;nbsp;Penélope, Moiras, Ariadne e Aracne,&amp;nbsp;&amp;nbsp;buscam retratar&amp;nbsp;o&amp;nbsp;ideal feminino da mulher, um ideal&amp;nbsp;não enquanto gênero, mas&amp;nbsp;como pulsão de vida. Em outras pa</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary> Várias&amp;nbsp;histórias e&amp;nbsp;alguns&amp;nbsp;mitos gregos, tais como&amp;nbsp;&amp;nbsp;Penélope, Moiras, Ariadne e Aracne,&amp;nbsp;&amp;nbsp;buscam retratar&amp;nbsp;o&amp;nbsp;ideal feminino da mulher, um ideal&amp;nbsp;não enquanto gênero, mas&amp;nbsp;como pulsão de vida. Em outras palavras,&amp;nbsp;essas histórias falam de mulheres que esperam e que, enquanto esperam, tecem e bordam. Ana Maria Machado, em seu livro Texturas,&amp;nbsp;citando os estudos de Treusch-Dieter sobre a fiação, a tecelagem e a mulher,&amp;nbsp; lembra que a atividade de tecelã&amp;nbsp;"pode ser considerada o paradigma da produtividade feminina. Recorda ainda que é um fato histórico que fiar e tecer estiveram em mãos de mulheres até o aparecimento do tear mecânico". [...] esse processo reforçou também as comunidades femininas, de mulheres que passavam o dia reunidas, tecendo juntas, separadas dos homens, contando histórias, propondo adivinhas7, brincando com a linguagem, narrando e explorando as palavras, com poder sobre sua própria produtividade e autonomia de criação.A carga simbólica de tudo isso era poderosa, associando útero e tecelagem, cordão umbilical e fio da vida, trama e coletividade na produção de excedentes econômicos. E também não podemos esquecer um aspecto importantíssimo do que criavam. Os produtos finais eram roupas – justamente uma das marcas mais antigas e visíveis da civilização, distinguindo os homens dos outros animais. Juntamente com a linguagem narrativa. (Fonte: Ana Maria Machado, in O Tao da teia – sobre textos e têxteis)O Mito do Fio ou da Tecelagem&amp;nbsp; é&amp;nbsp;metáfora&amp;nbsp;usada frequentemente&amp;nbsp;para falar&amp;nbsp;sobre o&amp;nbsp;fazer literário ou a arte de "tecer textos". Etmologicamente&amp;nbsp;“tecer” vem do latim tecere,&amp;nbsp;que significa&amp;nbsp;justamente isso: tramar fios, textos, palavras, ideias. A relação da palavra “texto” com tecido - com tecer, têxtil, textura, tecelagem - nos indica que a metáfora da trama dos fios tecidos para falar da trama das palavras na composição de um texto, não é uma simples metáfora. Texto e tecido são palavras etimologicamente, de fato, emaranhadas. A “metáfora”, então, se revela talvez a melhor possível - justamente por isso - para falar sobre a tecelagem da escritura. (Fonte: Liane Castro de Araújo, in Tecendo Sentidos: Reescrita e Produção de Textos) Mito de Aracne Segundo a mitologia grega, Aracne era uma jovem tecelã que vivia na Lídia, em uma região da Ásia Menor chamada Meônia. Seu trabalho era tão perfeito que, em todas as cidades da Lídia, Aracne ganhou fama de ser a melhor na arte de fiar e tecer a lã. Eram os deuses, com sua generosidade, que concediam às criaturas seus talentos e habilidades, mas os mortais, com sua capacidade natural de esquecer as coisas, às vezes cometiam a tolice de gabar-se de seus próprios feitos. Assim aconteceu a Aracne, que deixou-se dominar pela vaidade e passou a vangloriar-se de sua habilidade como tecelã. Até que um dia alguém veio lembrá-la de que ela era discípula de Atena. Atena (Minerva, na mitologia romana) era filha de Zeus, e além de ser a deusa da Sabedoria ,era a deusa que presidia as artes e os trabalhos manuais -- a tecelagem inclusive. Aracne ficou extremamente ofendida e, querendo provar sua independência e auto-suficiência, caiu na fraqueza de afirmar que podia competir com Atena e seria capaz de derrotá-la na arte da tecelagem. Ao saber da presunção de Aracne, Atenas foi procurá-la disfarçada como uma anciã e pediu-lhe que a escutasse, devido à experiência de sua idade avançada: "Busque entre os mortais toda fama que desejar, mas reconheça a posição da deusa". Porém, a famosa Aracne não percebeu que se tratava de Atena e, além de zombar da anciã, reafirmou seu desafio: "Por que motivo sua deusa está evitando competir comigo?" Ao ouvir isto, Atenas apareceu em sua forma verdadeira, e todos se puseram a reverenciá-la, exceto Aracne, que permaneceu impassível, pois o senso de poder que sua habilidade lhe dava tornava-a ousada em excesso.Atenas desafiou Aracne a provar que seria </itunes:summary><description>Várias&amp;nbsp;histórias e&amp;nbsp;alguns&amp;nbsp;mitos gregos, tais como&amp;nbsp;&amp;nbsp;Penélope, Moiras, Ariadne e Aracne,&amp;nbsp;&amp;nbsp;buscam retratar&amp;nbsp;o&amp;nbsp;ideal feminino da mulher, um ideal&amp;nbsp;não...&lt;br/&gt;
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Diógenes, uma das figuras mais pitorescas da história da filosofia, &amp;nbsp;é reconhecido como o filósofo que desprezou ostensivamente os poderosos e as convenções...&lt;br/&gt;
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O.)</author><pubDate>Sun, 22 May 2011 19:30:52 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-7301028177690949363</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-22T23:30:52.797-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://3.bp.blogspot.com/-K67BERslcKU/TdmiwFJmrlI/AAAAAAAAAzM/J4ak4gVq280/s72-c/a09img01.gif" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/PcFcPFFGUDA/avalovara.pdf" fileSize="175384" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>No texto Processos Midiáticos e Comunicação Literária, Olinto apresenta como tema central a discussão sobre a sobrevivência do livro impresso e encadernado em meio ao advento da mídia digital, e as “posições polares excludentes” ocupadas e defendidas por </itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary>No texto Processos Midiáticos e Comunicação Literária, Olinto apresenta como tema central a discussão sobre a sobrevivência do livro impresso e encadernado em meio ao advento da mídia digital, e as “posições polares excludentes” ocupadas e defendidas por teóricos diante da nova era tecnológica (2002, p.55). Poderíamos entender, ainda, que a discussão levantada pela autora não se encerra na temática acima definida, pois também à noção de texto e ao leitor voltam-se as observações de Olinto. Ambos são analisados em tempos de prolíferos hipertextos, que com sua distinta construção não linear e organização sem inicio, meio ou fim conferem ao conceito de texto novas compreensões e aos leitores múltiplas experiências. Mas é a partir da alusão ao livro idealizado por Mallarmé, à “máquina poética” de Raymond Queneau e ao ensaio “A poética da obra aberta” de Umberto Eco (p.67), que o autor apresenta aquele que será o assunto de nosso maior interesse e ao qual nos deteremos – a literatura como precursora de “novos modos de escrever e de ler” (p.67). A literatura sem modos fechados e definitivos de organização, não é propriamente uma inovação sobrevinda em consequência das novas tecnologias da informação. Já algumas obras literárias buscaram esta “libertação” das estruturas fixas e estanques, e para bem ilustrar tal colocação reavivamos a obra Avalovara, escrita em meio à ditadura militar brasileira (1973) pelo autor pernambucano Osman Lins. O romance de formação escrito por Lins surpreende pelo seu “caráter inovador” e pela sua complexidade estrutural que “nos remete ao que hoje denominamos hipertexto” (GOMES, 2010, p.83). Próprio do hipertexto, Avalovara desafia o leitor a desvendar em sua forma multilinear toda a intertextualidade que carrega em suas linhas: referentes históricos, arte pictória, obras, personagens e lugares literários, música, poesia, entre outros. Avalovara foi “reconfigurado” em hipertexto eletrônico pelo projeto de pesquisa Uma rede no ar: os fios invisíveis da opressão em Avalovara, de Osman Lins. A obra instigou os pesquisadores a “atualizar seu caráter hipertextual” tornando manifesta a opressão imposta pela ditadura militar e a “reflexão sobre seus efeitos nefastos” denunciadas na obra (GOMES, 2010, p.82). Porém, a intenção aqui é realizar uma análise e exposição do caráter hipertextual da obra, a partir de exemplificações e desvelamento de algumas de suas alusões que vão para além do livro em si e além das alusões sócio-históricas que faz. Pretendemos observar o hipertexto em Avalovara que nos remetem a “textos” outros, confirmando seu caráter multilinear e a ideia de literatura como precursora de características próprias da atual cultura da internet. A LITERATURA COMO PRECURSORA DE “NOVOS MODOS DE ESCREVER E DE LER" Avalovara configura um exemplo literário a mais dentre os citados por Olinto como “precursores de novos modos de escrever e ler” (p.67). Stéphane Mallarmé, que inaugura o texto de Olinto, idealizou um projeto de livro, ainda que esse não tenha passado da fase conceitual, que serviria como “modelo de uma arquitetura textual cósmica” (2002, p.54). Le livre, como chamou Mallarmé o livro idealizado, não teria início e fim, configurando um projeto de livro infinito e coletivo que somente tornou-se concreto a partir da publicação de documentações, ensaios e anotações de Mallarmé, reunidas e publicadas em 1897, com o nome de Divagations. Privilegiava, Le livre, o “estatuto de virtualidade”, “ensaiando o esmaecimento da voz autoral” e principiando uma reflexão, hoje bastante discutida, sobre a “instância do leitor, que perde a sua função tradicional de intérprete” (p.55). O livro idealizado, sem início e fim, em construção perpétua, único e multivocal, impessoal e vivo, soma de todos os livros, em última análise dispensa a assinatura do autor. Sem impressão digital e de dinâmica autopoiética, construindo, ao contrário, o seu próprio autor, esta obra só ganhava estatuto de realidade a partir de sua potenci</itunes:summary><itunes:keywords>intertextualidade, hipertexto, literatura, eras tecnológicas, teoria literária, osman lins, mídias</itunes:keywords><description>No texto Processos Midiáticos e Comunicação Literária, Olinto apresenta como tema central a discussão sobre a sobrevivência do livro impresso e encadernado em meio ao advento da mídia digital, e as...&lt;br/&gt;
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O.)</author><pubDate>Sat, 21 May 2011 17:02:15 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-2152712089024523308</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-21T21:02:15.250-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-6Wn6BusjXbE/TdgW4XNptmI/AAAAAAAAAzA/gqnBBum4MIQ/s72-c/Hypatia.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/FKtko03WDWI/pPn3Sb1rG_Q&amp;fs=1&amp;source=uds" fileSize="1079" type="application/x-shockwave-flash" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle>Hipátia (ou Hipácia; em grego: Υπατία) a de Alexandria foi&amp;nbsp; astrônoma, &amp;nbsp;matemática e&amp;nbsp;filósofa neoplatônica -&amp;nbsp;a última diretora da academia e da&amp;nbsp;biblioteca "filha"&amp;nbsp;de Alexandria&amp;nbsp;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;nascida aproximadamente </itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary>Hipátia (ou Hipácia; em grego: Υπατία) a de Alexandria foi&amp;nbsp; astrônoma, &amp;nbsp;matemática e&amp;nbsp;filósofa neoplatônica -&amp;nbsp;a última diretora da academia e da&amp;nbsp;biblioteca "filha"&amp;nbsp;de Alexandria&amp;nbsp;&amp;nbsp;-&amp;nbsp;&amp;nbsp;nascida aproximadamente em 355 e assassinada em 415.&amp;nbsp; Hipátia&amp;nbsp;foi uma filósofa pagã, num meio predominantemente cristão, que negou-se a aceitar a imposição do cristianismo&amp;nbsp;e fora,&amp;nbsp;por isso, &amp;nbsp;uma dentre tantas outras vítimas da ignorância e da intransigência dos que "tinham&amp;nbsp; A fé". Essa mulher singular é considerada uma das primeiras cientistas e filósofas da história humana.&amp;nbsp;Alguns historiadores a consideram, ainda, &amp;nbsp;uma dos mártires do paganismo e outros a tem como uma das primeiras feministas, já que está iniciada, à época, &amp;nbsp;uma&amp;nbsp;fase da história&amp;nbsp;em que o patriarcado começa a dominar com toda a força, violência, ignorância e intransigência&amp;nbsp;que lhe é, ainda hoje&amp;nbsp;(acreditem!),&amp;nbsp;peculiar. Hipátia era filha de Téon, um renomado filósofo, astrônomo, matemático, autor de diversas obras e professor em Alexandria. Criada em um ambiente de idéias e filosofia, tinha uma forte ligação com o pai, que lhe transmitiu, além de conhecimentos, a forte paixão pela busca de respostas para o desconhecido. Diz-se que ela, sob tutela e orientação paternas, submetia-se a uma rigorosa disciplina física, para atingir o ideal helênico de ter a mente sã em um corpo são. Hipátia estudou na Academia de Alexandria, onde devorava conhecimento: matemática, astronomia, filosofia, religião, poesia e artes. A oratória e a retórica também não foram descuidadas. Quando adolescente, viajou para Atenas, para completar a educação na Academia Neoplatônica, onde não demorou a se destacar pelos esforços para unificar a matemática de Diofanto com o neoplatonismo de Amónio Sacas e Plotino, isto é, aplicar o raciocínio matemático ao conceito neoplatônico do Uno (mônada das mônadas - a teoria das mônadas sustenta que somos todos Um, porque todas as mônadas estão ligadas entre si, evoluindo e trabalhando constantemente para a expansão do Todo - Universo Infinito). Ao retornar de Atenas, já havia um emprego esperando por ela em Alexandria: seria professora na Academia onde fizera a maior parte dos seus estudos, ocupando a cadeira que fora de Plotino. Mulher de notável raciocínio e inteligência ímpar, aos 30 anos já era diretora da Academia, sendo&amp;nbsp;fartas as obras que escreveu nesse período. ﻿ Os noeses são as personalidades em que Rafael se inspirou para pintar o rosto dos diferentes filósofos gregos. Isso é claramente uma homenagem às pessoas de seu tempo: 1: Zenão de Eléia 2: Epicuro 3: Frederico II, duque de Mântua e Montferrat 4: Anicius Manlius Severinus Boethius ou Anaximandro ou Empédocles 5: Averroes 6: Pitágoras 7: Alcibíades ou Alexandre, o Grande 8: Antístenes 9: Hipátia 10: Ésquines&amp;nbsp; 11: Parménides 12: Sócrates 13: Heráclito 14: Platão&amp;nbsp; 15: Aristóteles 16: Diógenes de Sínope 17: Plotino 18: Euclides ou Arquimedes 19: Estrabão ou Zoroastro 20: Ptolomeu&amp;nbsp;. 21: Protogenes. ﻿ Um dos seus alunos foi o&amp;nbsp; filósofo Sinésio de Cirene (370 - 413) - discípulo que infelizmente&amp;nbsp;deixara-se cegar&amp;nbsp;pela fé cristã&amp;nbsp; -&amp;nbsp;que lhe escrevia freqüentemente, pedindo-lhe conselhos. Através destas cartas, sabemos que Hipátia desenvolveu alguns instrumentos usados na Física e na Astronomia, entre os quais o hidrômetro. Sabemos também que desenvolveu estudos sobre a Álgebra de Diofanto ("Sobre o Cânon Astronômico de Diofanto"), tendo escrito um tratado sobre o assunto, além de comentários sobre os matemáticos clássicos, incluindo Ptolomeu. Em parceria com o pai, escreveu um tratado sobre Euclides. Ficou famosa por ser uma grande solucionadora de problemas. Matemáticos confusos, com algum problema em especial, escreviam-lhe pedindo uma solução. E ela raramente os desapontava. Obcecada pelo processo de demonstração lógica, quando lhe perguntavam porque jamais</itunes:summary><itunes:keywords>hitória, hipátia, filosofia, mitologia, história de mulheres</itunes:keywords><description>Hipátia (ou Hipácia; em grego: Υπατία) a de Alexandria foi&amp;nbsp; astrônoma, &amp;nbsp;matemática e&amp;nbsp;filósofa neoplatônica -&amp;nbsp;a última diretora da academia e da&amp;nbsp;biblioteca "filha"&amp;nbsp;de...&lt;br/&gt;
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O.)</author><pubDate>Thu, 19 May 2011 16:07:12 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-8242988540403322634</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-19T20:07:12.550-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://2.bp.blogspot.com/-Tz2WpAGd6oY/TdUhjPcM7tI/AAAAAAAAAy8/HW58DDI_E-I/s72-c/imagesCAL94145.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/RG6GuVArpc4/v14n1a09.pdf" fileSize="565519" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Embora os trabalhos de Vigotski e de Bakhtin se sustentem em objetivos e campos de investigação científica diferentes - Vigotski na área da psicologia do conhecimento e Bakhtin da filosofia da linguagem -, em ambos os autores podemos observar “a base com</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary> Embora os trabalhos de Vigotski e de Bakhtin se sustentem em objetivos e campos de investigação científica diferentes - Vigotski na área da psicologia do conhecimento e Bakhtin da filosofia da linguagem -, em ambos os autores podemos observar “a base comum cultural e ideológica de que surgem” seus fundamentos (PONZIO, 2008, p. 71). Ambos teóricos nasceram na Rússia, desenvolveram suas ideias na União Soviética marxista, em meados da década de 1920, e foram igualmente vítimas de perseguições. Recusaram o comportamentalismo marxista e refutaram “a concepção dos fenômenos psíquicos como estados simplesmente subjetivos” (PONZIO, 2008, p.73), entendendo que as especificidades dos fenômenos psíquicos humanos residem na intermediação, e são “produzidos e empregados dentro de formas sociais concretas” (idem, p. 79). &amp;nbsp;Adotando a conclusão de Freitas, “Ambos são marxistas que valorizaram a consciência” (1995, p. 158),&amp;nbsp;compreendendo em seus estudos uma perspectiva sócio-histórica. Ainda que contemporâneos, não há registros [1] de que Vigotski e Bakhtin se conhecessem , fato que não invisibiliza a aproximação de suas teorias, já observado que ambos privilegiaram o aspecto cultural e social em seus fundamentos, construindo “uma perspectiva histórica e uma compreensão do homem como conjunto de relações sociais” (FREITAS, p. 157). Ambos teóricos consideram, assim, a linguagem como fator fundamental no processo de conhecimento do mundo e entendem que a constituição dos sujeitos se dá nas interações sociais, assim “como Vigotski, Bakhtin se opõe a reduzir a reação verbal a um fenômeno de caráter unicamente fisiológico, do qual se exclui o elemento sociológico” (PONZIO, 2008, p.73). Para os autores o conceito de signo, de linguagem verbal ultrapassa a concepção de simples instrumento transmissor de significados. São, além disso, instrumentos de significação e de manifestação social do organismo. Maria Teresa de Assunção Freitas buscou evidenciar essas convergências de ideias que buscamos retratar aqui, e em seu livro Nos textos de Bakhtin e Vigotski: um encontro possível, esclarece que os dois teóricos “tentaram encontrar a dialética do subjetivo e do objetivo, mediada pelo fenômeno da linguagem”.&amp;nbsp; Por isso a linguagem é uma questão central em seus sistemas. [...] Destacaram aí o valor da palavra e da interação com o outro. Consciência e pensamento são tecidos com palavras e ideias que se formam na interação, tendo o outro um papel significativo. [...] Buscaram explicar e compreender, a partir de uma perspectiva social, os fenômenos intrapsíquicos e linguísticos. (FREITAS, 1995, p. 158-159)&amp;nbsp; &amp;nbsp;O SOCIAL EM VIGOTSKI Vigotski, ao elaborar uma “teoria social do conhecimento” - buscando reconstruir a origem e o processo de desenvolvimento do comportamento e da consciência -, “procurou a possibilidade de o homem, através de suas relações sociais, por intermédio da linguagem, constituir-se e desenvolver-se” (FREITAS, 1995, p. 158). Marta Kohl Oliveira, autoridade em estudos vigotskianos, explica que como a linguagem é o sistema simbólico comum entre os homens, o seu desenvolvimento e suas relações com o pensamento é objeto central na obra de Vigotski, para quem “O pensamento não é simplesmente expresso em palavras; é por meio delas que ele passa a existir” (2006, p. 54). O teórico, segundo Oliveira, trabalha com duas funções básicas da linguagem: o intercâmbio social – principal função da linguagem - e o pensamento generalizante – que torna a linguagem um instrumento do pensamento. (2006, p. 42-43) e em ambos observamos o caráter social que os sustenta. A principal função é a de intercâmbio social: é para se comunicar com seus semelhantes que o homem cria e utiliza os sistemas de linguagem. [...] Para que a comunicação com outros indivíduos seja possível [...] é necessário que sejam utilizados signos, compreensíveis por outras pessoas, que traduzem idéias, sentimentos, vontades, pensamentos [...]. (OLIVEIRA, 2006, p. 42) [...]</itunes:summary><itunes:keywords>Bakhtin Vigotski, social teoria, linguística</itunes:keywords><description>Embora os trabalhos de Vigotski e de Bakhtin se sustentem em objetivos e campos de investigação científica diferentes - Vigotski na área da psicologia do conhecimento e Bakhtin da filosofia da...&lt;br/&gt;
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O.)</author><pubDate>Mon, 16 May 2011 08:21:37 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-2080048596825688062</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-16T12:21:37.583-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-skwUwk4njeY/TdE-REZv7OI/AAAAAAAAAy4/I3AMs_B4HFU/s72-c/IMG_0858.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/NYevy4i6AcE/O%20travestimento%20como%20linguagem%20cenica%20em%20Shakespeare%20-%20Anna%20Stegh%20Camati.pdf" fileSize="53740" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> Texto de Karine M. Campos Blog Texto e Pretexto O crítico literário francês e teórico da literatura Gerárd Genette (1930) observa na obra Palimpsestos: a literatura de segunda mão (PDF)&amp;nbsp;que o objeto da poética não é o texto em si, mas o arquitexto –</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary> Texto de Karine M. Campos Blog Texto e Pretexto O crítico literário francês e teórico da literatura Gerárd Genette (1930) observa na obra Palimpsestos: a literatura de segunda mão (PDF)&amp;nbsp;que o objeto da poética não é o texto em si, mas o arquitexto – a arquitextualidade do texto definida como o conjunto das categorias gerais ou transcendentes como, por exemplo: os tipos de discurso, modos de enunciação, gêneros literários, etc. Delimitando ainda mais seu conceito quanto ao objeto da poética o teórico aponta a transtextualidade, ou transcendência textual do texto: “tudo que coloca em relação, manifesta ou escrita com outros”, como sendo o principal objeto de estudo da poética. O teórico desenvolve sua análise sobre as relações textuais através da analogia entre os antigos pergaminhos de couro - cujas inscrições eram sobrepostas após a raspagem do texto anterior - e a criação literária. Um palimpsesto é um pergaminho cuja primeira inscrição foi raspada para se traçar outra, que não a esconde de fato, de modo que se pode lê-la por transparência, o antigo sob o novo. Assim, no sentido figurado, entenderemos por palimpsestos (mais literalmente hipertextos), todas as obras derivadas de uma outra obra anterior, por transformação ou por imitação. Dessa literatura de segunda mão, que se escreve através da leitura o lugar e a ação no campo literário geralmente, e lamentavelmente, não são reconhecidos. Tentamos aqui explorar esse território. Um texto pode sempre ler um outro, e assim por diante, até o fim dos textos. Este meu texto não escapa à regra: ele a expões e se expõe a ela. Quem ler por último lerá melhor. (GENETTE, 2006). A busca pela determinação de parâmetros que possibilite a análise de textos literários é definida, pelo próprio teórico, como inacabada. Evidenciamos sua consciência de que sua teoria seria “provisoriamente” satisfatória ao verificarmos o início de sua abordagem em que é determinada pela data – 13/10/1981. Até aquele exato momento foram identificadas, pelo teórico, cinco classes textuais, ou cinco formas de transtextualidade que foram elencadas em ordem crescente de abstração, implicação e globalidade. INTERTEXUALIDADE: termo explorado por Julia Kristeva em sua obra Introdução à Semanálise - é caracterizado por Gerárd Genette pela co-presença de dois ou vários textos, ou seja, a presença efetiva de um texto em outro. Tais relações podem se estabelecer de três formas distintas: Citação: forma mais explícita de intertextualidade (com aspas, com ou sem referência precisa), Plágio: Forma menos explícita e menos canônica é um empréstimo não declarado. Alusão: caracterizado por um enunciado cuja compreensão plena supõe a percepção de uma relação entre ele e outro. PARATEXTO: relação, menos explícita e mais distante da obra, constituída pelo conjunto apresentado em uma obra literária como, por exemplo: o título, o subtítulo, intertítulos, prefácios, posfácios, advertências, prólogos; notas marginais, de rodapé, de fim de texto, epígrafes; ilustrações; errata, orelha, capa, e tantos outros tipos de sinais acessórios, autógrafos ou alógrafos, etc. METATEXTUALIDADE: é a relação – comentário – que une um texto a outro do qual ele fala, sem citá-lo, necessariamente; em alguns casos sem nomeá-lo. HIPERTEXTUALIDADE: tema que o autor se detém a analisar com maior profundidade na obra é a relação que une um texto B (hipertexto) a um texto A (Hipotexto), do qual ele brota. ARQUITEXTUALIDADE: de caráter taxonômico, determinando o status genérico de um texto. Geralmente, essa ralação está presente no título ou subtítulo da obra como, por exemplo: Poesias, Ensaios, Novela... Gerárd Genette detém-se nas questões hipertextuais, explicitando que o hipertexto é todo texto derivado de um texto anterior; tal relação se estabelece por dois tipos de processos o de transformação simples, ou direta, e o de transformação indireta, ou imitação. Compreende-se transformação simples como o processo em que um texto B, apesar de não citar o t</itunes:summary><itunes:keywords>literatura, gerard genette, cômico, teoria</itunes:keywords><description>Texto de Karine M. Campos

Blog Texto e Pretexto
O crítico literário francês e teórico da literatura Gerárd Genette (1930) observa na obra Palimpsestos: a literatura de segunda mão (PDF)&amp;nbsp;que o...&lt;br/&gt;
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funções das categorias de expressão das linguas só aparecem claramente "no exercícico da linguagem e na produção do discurso" . Tais categorias são...&lt;br/&gt;
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&amp;nbsp;faz parte&amp;nbsp;do livro Nove Novena, 1966


OS CONFUNDIDOS 



- estou cansada. Quase meia-noite.

- continuo de férias, posso acordar tarde.

- mas...&lt;br/&gt;
&lt;br/&gt;
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O.)</author><pubDate>Wed, 13 Apr 2011 19:09:43 PDT</pubDate><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-5076685256066093486.post-5647691477415951749</guid><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-13T23:09:43.288-03:00</app:edited><media:thumbnail url="http://1.bp.blogspot.com/-ln_OYgER-Mo/TZ5cy6sdfUI/AAAAAAAAAxQ/PbXnbHsu-50/s72-c/idSocial_IdentidadeCultural-195x110.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><media:content url="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaDeTravesseiro/~5/1Ct_whV48ng/dialogo.pdf" fileSize="306396" type="application/pdf" /><itunes:explicit>no</itunes:explicit><itunes:subtitle> A proposta&amp;nbsp;hoje é sintetizar as principais ideias e conceitos do Círculo de Bakhtin, apontados por Carlos Alberto Faraco no segundo capítulo da obra “Linguagem &amp;amp; Diálogo: As ideias do Círculo de Bakhtin”, denominado “Criação Ideológica e Dialogi</itunes:subtitle><itunes:author>noreply@blogger.com (Angela F. M. O.)</itunes:author><itunes:summary> A proposta&amp;nbsp;hoje é sintetizar as principais ideias e conceitos do Círculo de Bakhtin, apontados por Carlos Alberto Faraco no segundo capítulo da obra “Linguagem &amp;amp; Diálogo: As ideias do Círculo de Bakhtin”, denominado “Criação Ideológica e Dialogismo”. O chamado Círculo de Bakhtin trata-se, explica o autor, de um grupo multidisciplinar de intelectuais russos que se reuniam regularmente entre 1919 e 1929. Para Faraco, porém, três desses intelectuais merecem atenção – Bakhtin, Voloshinov e Medvedev –, não só devido à confusão de autoria dos textos, mas também pela representatividade desses a cerca do pensamento do Círculo. Primeiramente, Faraco acredita necessário esclarecer o sentido do emprego do termo ideologia nos textos do Círculo. Visto que os estudos do grupo se voltam para o universo da criação ideológica, costumeiros mal-entendidos acarretam interpretações errôneas, de sentido restrito e até negativo das ideias cruciais desses estudiosos. Assim, Faraco firma que ideologia é o nome que o Círculo costuma dar, então, para o universo que engloba a arte, a ciência, a filosofia, o direito, a religião, a ética, a política, ou seja, todas as manifestações superestruturais (p.46). Visto o sentido da palavra “maldita”, Faraco ocupa-se em explanar que para o Círculo todo e qualquer enunciado se dá na esfera de uma das ideologias, ou seja, no interior de uma das atividades humanas. Sendo o sujeito um ser social, imerso em uma determinada cultura, logo todo enunciado expressa consigo o posicionamento do sujeito, com o que, para o Círculo não há enunciado neutro. Tudo que é ideológico possui um significado e é, portanto, um signo, conclusão que se reflete na afirmativa de Bakhtin que diz que sem signo não existe ideologia, firmando com isso que o universo da criação ideológica é de natureza semiótica. Os signos, para o Círculo de Bakhtin, realizam duas operações simultâneas: refletem e refratam o mundo, sendo a refração uma condição necessária do signo: não é possível significar sem refratar. Faraco explicita que isso se dá porque as significações não estão no signo em si, mas são construídas na dinâmica da história e estão marcadas pelas diversificadas experiências dos sujeitos, com seus valores, contradições e interesses sociais (p.51). Com a dinâmica da história, cada grupo em cada época recobre o mundo com múltiplas significações e diferentes vozes sociais que participam dos processos de significações, daí resultando as inúmeras semânticas, as várias verdades, os vários pontos de vista e posições com que atribuímos sentido ao mundo (p.52). Esses novos aspectos, segundo aponta Faraco, dão significado ao que Bakhtin chama de línguas sociais – complexos semióticos axiológicos com os quais determinado grupo humano diz o mundo (p.56). Elemento também forte do pensamento do Círculo é a dialogização das vozes sociais que é, em poucas palavras, a dinâmica, a relação dialógica estabelecida no encontro sociocultural dessas vozes que se dão em uma intrincada cadeia responsiva – os enunciados, ao mesmo tempo que respondem ao já dito (não há uma palavra que seja a primeira ou a última), provocam continuamente as mais diversas respostas (p.58). Para caracterizar essa dinâmica inerente à criação ideológica, o Círculo de Bakhtin adota, então, a metáfora do diálogo que, conforme Faraco, dará um arremate às reflexões do Círculo sobre a linguagem e sobre a criação ideológica em sua totalidade [...] (p.73). Para Bakhtin a vida humana é dialógica e ser significa se comunicar, o que resulta no que Faraco chama de utopia bakhtiniana de um mundo polifônico. O termo polifônico a que se refere Bakhtin vai além do conceito da multiplicidade de línguas sociais, pois se trata de um mundo de vozes plenivalentes em relações dialógicas infindas (p.79). Exposto que ser é se comunicar, Faraco parte para a noção de lógica do sujeito ideológico. O sujeito, mergulhado nessas múltiplas interações socioideológicas vai se constituindo discursivamente, assimilan</itunes:summary><itunes:keywords>linguistica, ideologia, dialogo, Bakhtin. Ítalo Calvino</itunes:keywords><description>A proposta&amp;nbsp;hoje é sintetizar as principais ideias e conceitos do Círculo de Bakhtin, apontados por Carlos Alberto Faraco no segundo capítulo da obra “Linguagem &amp;amp; Diálogo: As ideias do...&lt;br/&gt;
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