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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;CEQBQnc5fSp7ImA9WxBSF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997</id><updated>2009-12-25T01:39:13.925-02:00</updated><title>Cultura E-nútil</title><subtitle type="html">MÚSICA - CINEMA - LITERATURA - BODY ART - OTRAS COSITAS MAS</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://culturaenutil.blogspot.com/" /><link rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>46</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/CulturaE-ntil" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><entry gd:etag="W/&quot;C0MEQ38yfSp7ImA9WxZSGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-4663595110856599787</id><published>2008-02-01T16:39:00.000-02:00</published><updated>2008-02-01T16:43:22.195-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-02-01T16:43:22.195-02:00</app:edited><title>Wordpress</title><content type="html">É o exôdo dos blogs: &lt;a href="http://culturaenutil.wordpress.com/"&gt;http://culturaenutil.wordpress.com/&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-4663595110856599787?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/4663595110856599787/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=4663595110856599787&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/4663595110856599787?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/4663595110856599787?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/uqTwhpKv9Jg/wordpress.html" title="Wordpress" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2008/02/wordpress.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GQ3o8cCp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-7986163859292908076</id><published>2008-01-29T21:18:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:02.478-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:02.478-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="quadrinhos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pipoca" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estante" /><title>Raça das Trevas</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R5-55CJb-SI/AAAAAAAAALc/l4SsStU_v2c/s1600-h/raca_trevas.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5161048087470012706" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R5-55CJb-SI/AAAAAAAAALc/l4SsStU_v2c/s400/raca_trevas.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Anos atrás caiu na minha mão uma edição gringa de &lt;em&gt;&lt;strong&gt;Cabal&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, um puta-mega-tera-hiper-fodástico livro do &lt;clichê&gt;mestre do terror&lt;/CLICHÊ off&gt; Clive Barker, muito antes de eu me interessar por ele ou sequer ter assistido &lt;em&gt;Hellraiser&lt;/em&gt; (que só vi mesmo em 2003) e suas intermináveis continuações (8 filmes o total, incluindo um zoado no espaço).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sabe como é quando pegamos um livro de um autor que desconhecemos, ou seja, fui cheio das desconfianças e com os dois pés para trás... só para cair de queixo no chão. Acabou se tornando uma das melhores histórias de terror que já li, daquelas que indico para todo mundo, faço festa e blábláblá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A história é bem simples, daquelas que "putz, por que não pensei nisso antes", mas de uma sacada fenomenal: O &lt;em&gt;über&lt;/em&gt; zé-ruela Aaron Boone é atormentado por pesadelos onde monstros caminham num lugar chamado &lt;strong&gt;Midian&lt;/strong&gt;, uma cidadela no subterrâneo. Como o cara já era meio pancada, freqüentava o consultório psiquiátrico do Dr. Philip Decker, que o convence que ele, o &lt;em&gt;über&lt;/em&gt; zé-ruela, é responsável por uma série de mortes, embora ele não se lembre de nada disso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Após mais uma assustadora visão, o rapaz então decide fugir do hospital e seguir para &lt;strong&gt;Midian&lt;/strong&gt;, conhecido como "o lugar para onde os monstros vão" e "o lugar onde os pecados podem ser perdoados", e outros chavões-tipo tipo esses. Chegando lá o cara descobre que é uma cidade fantasma, vai até o cemitério, encontra uns dois monstrengos, leva uma mordida, foge do cemitério, dá de cara com a polícia (o fio-da-puta do psiquiatra que era o psicopata tinha chamado a polícia para tirar o seu da reta), leva uma porrada de tiro, se fode e morre. O legal? Ele vai para &lt;strong&gt;Midian&lt;/strong&gt;, quando está na autópsia, ele levanta e sai andando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A namorada do cara o segue e chega a Midian, quase se fode, ele a salva, o psicopata os segue, a polícia e a populaça invade, o deus-monstro encarrega o zé-ruela master de achar uma nova &lt;strong&gt;Midian&lt;/strong&gt; para os feiosos, já que ele fodeu tudo trazendo os &lt;em&gt;homi&lt;/em&gt;. Então eles saem caminhando sempre de noite atrás de um &lt;em&gt;Monster's Cafofo&lt;/em&gt; novinho em folha. Só que tudo isso contado de uma forma sinistra, criativa, bem narrada e convincente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fiquei tão ligado na história que logo descobri que a Marvel havia lançado uma mini-série em 10 edições sobre o livro, chamada &lt;em&gt;Nightbreed&lt;/em&gt; ou &lt;strong&gt;Raça das Trevas&lt;/strong&gt; na versão brazuca. Obviamente corri atrás de todos os sebos que conhecia, torrei uma fortuna e descolei todos os exemplares, só para descobrir que acabava pela metade, pelo simples motivo que algum editor cuja mãe não é uma mulher séria, decidira que lançar as 25 edições originais não tinha necessidade, ou seja, me fodi e fiquei com a história pela metade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que, lá na distante década de 90, mais exatamente em 1998, estou eu de bobeira e meio bêbado assistindo televisão, quando a vinheta do Intercine anuncia um filme de terror dirigido por quem? Quem? Ele mesmo, a possa do &lt;clichê&gt;mestre do terror&lt;clichê&gt; Clive Barker! Que filme? &lt;strong&gt;Raça das Trevas&lt;/strong&gt;, claro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quase me caguei todo, corri lavar a cara, preparei um café para curar o porre e fiquei esperando o filme que foi uma verdadeira bosta. Então qual maldito motivo de escrever todo um texto enorme?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por quê, apesar de o filme ser um lixo completo desde a direção, passando pelo ator principal até o último contra-regra, foi um dos melhores filmes &lt;strong&gt;B&lt;/strong&gt; que já assisti em toda minha vida, apesar de ele ter sido filmado como &lt;strong&gt;A&lt;/strong&gt;. Está tudo lá, o catchup, os gritos histéricos e o humor tosco. O filme segue mais os quadrinhos do que o livro na verdade, incluindo toda caracterização dos personagens. Para quem gosta desse tipo de produção é uma verdadeira obra de arte. A merda é que era para ter uma continuação que foi cancelada pelos diretores da FOX na hora que viram a cagada que tinham feito: gastaram 20 milhões e lucraram apenas 7.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Segunda vez que fiquei sem um final...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;Existe um lugar onde a dor termina...&lt;br /&gt;Um lugar onde o arrepiante beijo da noite traz a absolvição&lt;br /&gt;Vida cintilante em sombras torturas&lt;br /&gt;Um lugar para onde os monstros vão.&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;- Tradução Livre de Trecho Foda -&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Mdcktta2BZk&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Mdcktta2BZk&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-7986163859292908076?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/7986163859292908076/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=7986163859292908076&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7986163859292908076?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7986163859292908076?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/H9FPCUYOXHc/raa-das-trevas.html" title="Raça das Trevas" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R5-55CJb-SI/AAAAAAAAALc/l4SsStU_v2c/s72-c/raca_trevas.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2008/01/raa-das-trevas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GQ3g_cCp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-2146057090074470</id><published>2007-11-28T14:11:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:02.648-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:02.648-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estante" /><title>Velho Safado</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R02gp5cAMwI/AAAAAAAAALU/ecO3tuIO8OY/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137939391552959234" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R02gp5cAMwI/AAAAAAAAALU/ecO3tuIO8OY/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;De todos os malditos, Charles Bukowski talvez seja o mais pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, antes de ser xingado, apedrejado e consequentemente morto, deixe-me explicar a tal afirmação blasfema. Não quero dizer que Bukowski seja popular como uma leitura fácil e/ou comercial, e sim que é um dos autores da geração beat mais procurados nas livrarias. Suas homéricas bebedeiras, as diversas mulheres (que deram até nome a um de seus livros) e a vida semi-nômade que levava sempre atiçaram a curiosidade das pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Apesar dessa ótima repercussão ter dado ao autor várias publicações de grandes editoras brasileiras, pouco se conhece do lado poeta do escritor de Hollywood, Pulp e Factotum. Seis obras já haviam sido publicados no Brasil: a coletânea bilíngüe “Os 25 melhores poemas de Charles Bukowski” pela Bertrand, “Hino da Tormenta”, “Tempo de vôo para lugar algum”, “Vida desalmada”, “À toa em San Pedro” pela independente &lt;a href="http://www.spectroeditora.com.br/" target="_blank"&gt;Spectro Editora&lt;/a&gt; e “Essa loucura roubada que não desejo a ninguém a não ser a mim mesmo amém” pela editora &lt;a href="http://www.7letras.com.br/" target="_blank"&gt;7 Letras&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que ontem, circulando descompromissadamente pela Cultura, dei com as fuças com uma edição recém-lançada pela LP&amp;amp;M de "Amor é um Cão dos Diabos" (Love is a Dog From Hell), seu livro de versos mais conhecido escrito entre 1974 e 1977. A obra é inspirada nos relacionamentos retratados no romance “Mulheres”, sendo que ambos títulos foram publicados quase ao mesmo tempo. Tem 304 páginas e custa 35 pilas, com uma edição bem bacana (não é pocket) e tradução bem legal. Se você gosta de Bukowski corra, essas edições costumam virar raras rapidinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eu já garanti o meu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudando de assunto, como o assunto de hoje é literário, vou divulgar um novo fórum sobre o tema. Um lugar bacana, desenvolvido por gente bacana e com usuários bacanas falando sobre assuntos bacanas. Para bom entendedor, &lt;a href="http://www.meiapalavra.com.br/index.php"&gt;meia palavra&lt;/a&gt; basta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-2146057090074470?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/2146057090074470/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=2146057090074470&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/2146057090074470?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/2146057090074470?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/VECF0y7LwOU/velho-safado.html" title="Velho Safado" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R02gp5cAMwI/AAAAAAAAALU/ecO3tuIO8OY/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/velho-safado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GQn45eyp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-7198767084336221912</id><published>2007-11-27T13:22:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:03.023-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:03.023-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vitrola" /><title>Teclas Brancas</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0w2-JcAMqI/AAAAAAAAAKk/psidrNkA7TE/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137541716236055202" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0w2-JcAMqI/AAAAAAAAAKk/psidrNkA7TE/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Falei por cima do novo álbum da Polly Jean neste post &lt;a href="http://culturaenutil.blogspot.com/2007/09/notcias-notveis-2.html"&gt;aqui&lt;/a&gt;. Disse que a ex-mocréia não ficou totalmente satisfeita com “Uh-Huh Her”, seu último disco de estúdio e que resolveu apostar em sonoridades diferentes em um novo trabalho que levou o título de White Chalk, por usar e abusar das teclas brancas do piano, foi produzido em conjunto com John Parish e blá-blá-blá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de um longo e tenebroso inverno tive oportunidade de escutar o tal disco da moça com mais atenção, para concluir que se não é o melhor de sua carreira, com certeza é o mais intimista e renovador, já que é totalmente contrário ao que qualquer fã esperaria da cantora e suas guitarras distorcidas, sons eletrônicos e voz rasgada. O que é ótimo, afinal é sempre bom ver algo de novo no front, ainda mais quando esse “algo de novo” é algo inesperado e bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0w3NJcAMrI/AAAAAAAAAKs/eiOwNpNeSu4/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5137541973934092978" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0w3NJcAMrI/AAAAAAAAAKs/eiOwNpNeSu4/s200/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O disco tem uma aura sombria pairando sobre ele, explicitada na capa que traz estampada uma Polly Jean Harvey toda de branco em um fundo negro que parece querer engoli-la, seu ar melancólico foi inspirado no quadro “White Girl” do pintor James Abbott McNeill Whistler de 1861. As canções seguem no mesmo ritmo, procurando isolamento, como em “Silence” que se desliga de toda sua família e até de si mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O álbum também traz composições que remetem à infância da moçoila, como em “Grow Grow Grow”, onde cria uma distante imagem de sua mãe e em “To Talk To You”, a faixa mais triste do universo, em que a cantora tenta sem sucesso um contato com o avô. O primeiro single do disco é também sua música mais marcante, “When Under Eter”, fala sobre uma pessoa em coma em versos que arrepiam só de imaginar a situação: “a mente está viva, mas sem consciência de nada, ela quer sobreviver”, deu para entender o contexto, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://culturaenutil.blogspot.com/2006/02/garota-porreta.html"&gt;Polly Jean&lt;/a&gt; excluiu quase que totalmente seu “lado rock” desse novo trabalho, optando por uma mistura de uma sutil bateria quase imperceptível ao fundo e instrumentos como piano, gaitas, harpa e banjo. Mas, apesar de todas as diferenças com tudo que produziu até hoje, em White Chalk continua presente a intensa carga emotiva despudorada que a acompanha, claramente perceptível no grito agudo e espalhafatoso da música “The Devil”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final de seus poucos mais de 30 minutos o ouvinte percebe que a essência não se perdeu, foi aprimorada.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-7198767084336221912?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/7198767084336221912/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=7198767084336221912&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7198767084336221912?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7198767084336221912?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/_68s6uwbQfs/teclas-brancas.html" title="Teclas Brancas" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0w2-JcAMqI/AAAAAAAAAKk/psidrNkA7TE/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/teclas-brancas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GQng5eyp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-7580288179193812731</id><published>2007-11-23T15:59:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:03.623-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:03.623-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pipoca" /><title>This room is fuckin’ evil</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0cVT5cAMmI/AAAAAAAAAKE/YH9N15XLjv8/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136097331619312226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0cVT5cAMmI/AAAAAAAAAKE/YH9N15XLjv8/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Rápido! Faça de cabeça, pegando as primeiras opções que ocorrerem, um top five &lt;em&gt;&lt;strong&gt;maneiras horrorosas que tenho medo de morrer&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já fez??? Tenho certeza que pelo menos quatro opções estão presentes em "1408". Dá só uma olhada na lista: medo de morrer queimado, afogado, congelado, degolado, enforcado, emparedado, com o pé sendo puxado por um zumbi-desdentado-bizonho dentro da tubulação de ar condicionado. Estão todas lá, não necessariamente nessa mesma ordem, mas estão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Concordo que é inevitável a comparação de “1408” com “O Iluminado”, por vários fatores, como se passar um hotel esquisitão, ter um personagem principal esquisitão, ser baseado em uma história esquisitona de Stephen King, que por si só é muito esquisitão. Mas, tente abstrair e esqueça todas essas coincidências esquisitonas, afinal, “O Iluminado” é “O” filme de suspense, sendo até injusto julgar qualquer outro pelos parâmetros do longa-metragem de Kubrick.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0cWD5cAMnI/AAAAAAAAAKM/Xy04zveWR74/s1600-h/sem+tÃ&amp;shy;tulo.bmp"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5136098156253033074" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0cWD5cAMnI/AAAAAAAAAKM/Xy04zveWR74/s200/sem+t%C3%ADtulo.bmp" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;“1408” é sim um filme bacana que tem seus pontos fortes. Não é uma obra-prima do cinema, mas é melhor que muita porcaria lançada por aí (leia Jogos Mortais I, II, III, IV, XX e por aí vai). Entretanto, não pense que ser um filme legal se deve à história (Stephen King não escreve nada que preste há 20 anos) ou a uma direção extraordinária de Mikael Hafström (mais perdido que cego em tiroteio), mas sim a atuação de John Cusack que salva o filme de um naufrágio em um falso final bizarro e totalmente desnecessário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Cortando em miúdos, como só o bom e velho Jack faria, Cusack encarna Mike Enslin, um escritor que após um livro de estréia excelente, perde a filha, detona o casamento, sai de casa, fode com tudo e afunda sua carreira escrevendo guias sobre lugares mal-assombrados. A velha história do cara bacana que se torna um ególatra chafurdando em autocomiseração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando parece que a vidinha dele vai continuar na mesma pelos próximos 20 anos, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;TCHAN-NAM-NAM-NAM&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;: o cara recebe um cartão postal sobre o tal quarto 1408 do Hotel Dolphin em New York, onde após uma pesquisada rápida ele descobre que já morreram 30 e tals pessoas. Óbvio que ele logo parte para lá para “desmascar” a bodega, e é mais óbvio ainda que ele está prestes a se foder de verde e amarelo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Chegando lá, ele conhece o sinistrão gerente do lugar (Samuel L. Jackson), que tenta dissuadi-lo da idéia contando que não foram trinta e poucas pessoas, mas sim 56 defuntos retirados do quarto, com o pequeno detalhe: ninguém viveu mais que uma hora lá dentro. Ó-B-V-I-O que daí o cara não desiste mesmo e caí para dentro do muquifo mal-decorado, não colocando uma fé que vai se foder. E se fode.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mal resolveu um probleminha de menor importância com o ar-condicionado e Enslin vê o relógio do quarto começar a marcar uma contagem regressiva. O tempo? Uma hora, claro. Só então ele percebe que meteu o bedelho onde não devia, mas não dá mais para voltar atrás, o quarto o tranca lá dentro e começa a zoar a mente do cara. Uma hora de bons sustos e aflição para o espectador, até o tal final falso idiota. Mas, mesmo com esse deslize, o filme consegue terminar sem decepcionar ninguém e manter o clima assustador, um programinha interessante para domingo à tarde pagando meia entrada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao top cinco do começo, ficou meio lógico que foi por causa do John Cusack, não?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-7580288179193812731?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/7580288179193812731/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=7580288179193812731&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7580288179193812731?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7580288179193812731?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/eW9iY1pLedg/this-room-is-fuckin-evil.html" title="This room is fuckin’ evil" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0cVT5cAMmI/AAAAAAAAAKE/YH9N15XLjv8/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/this-room-is-fuckin-evil.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRX49eCp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-7274147601345936299</id><published>2007-11-22T10:26:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:04.060-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:04.060-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="espaços" /><title>Choque Cultural</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0V2IJcAMbI/AAAAAAAAAIs/OGnLfu_9FWQ/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135640832430322098" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0V2IJcAMbI/AAAAAAAAAIs/OGnLfu_9FWQ/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sei que é cuspir no molhado, mas não canso de repetir que adoro morar em São Paulo. Não apenas pela contemporaneidade que a cidade expressa em cada esquina, tanto no Centro Velho repleto de mendigos, com sua decadência urbana necessária que subversivamente embeleza grandes metrópoles - o lado negro da força - quanto nos Jardins e sua prosperidade exacerbada, responsável pela renovação dos costumes de quem habita esse lugar que é muito mais que trânsito e poluição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0V2rJcAMdI/AAAAAAAAAI8/eFrRJtnfOPQ/s1600-h/167133815_62ccf7118b_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135641433725743570" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0V2rJcAMdI/AAAAAAAAAI8/eFrRJtnfOPQ/s200/167133815_62ccf7118b_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O que me prende a São Paulo são seus espaços. A imensa quantidade de lugares bacanas que a cidade proporciona a quem corajosamente a desbrava. Desde os pequenos e aconchegantes cafés escondidos em galerias e bairros residenciais, aos mega complexos empresariais onde milhares de pessoas bem vestidas entram e saem diversas vezes ao dia, impassíveis, perdidas em seus próprios pensamentos. Cada um com seus próprios espaços secretos (ou não) espalhados pela teia de ruas e avenidas que constituem O lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desses espaços, desses que chamo de meu, secreto, mas nem tanto, é a Choque Cultural, uma galeria de arte que namora a cultura underground impregnada em cada parede que compõe São Paulo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nada na Choque é costumeiro ou conservador. O projeto serve como uma ponte que liga as manifestações e intervenções que surgem pela cidade ao restante da sociedade, uma espécie de plataforma para artistas vindos de outras praças, como o graffti, o design gráfico e a tatuagem, que não encontrariam espaço no circuito da arte mais certinho e apegado as regras. Lá se encontram os trabalhos de nomes como Silvana Mello (para quem não reconhece o nome, a moça também foi vocalista da banda Lava), e dos grafiteiros Speto, Highraff e Zezão (que ficou conhecido pelas suas incursões artísticas nos esgotos paulistas) e muitos outros artistas que não fazem um trabalho nem um pouco convencional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0V2YZcAMcI/AAAAAAAAAI0/LHLyndGQRrw/s1600-h/1281848540_9d5f79370f_o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5135641111603196354" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0V2YZcAMcI/AAAAAAAAAI0/LHLyndGQRrw/s200/1281848540_9d5f79370f_o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O projeto Choque Cultural foi fundado por Mariana Martins, filha do pintor Aldemir Martins, Baixo Ribeiro, e Eduardo Saretta e surgiu como uma editora, com edições limitadas, numeradas e assinadas de posters, livros, stickers, brinquedos e outros objetos colecionáveis. Só mais tarde veio a galeria e suas primeiras exposições coletivas, como a Calaveras, a Catalixo e a Erótica que definiriam os rumos que a casa tomaria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde sua fundação em 2004, suas paredes estão sempre repletas de cores e formas, estilo que atraiu muitos admiradores e abriu de fato uma nova frente de negócios envolvendo a arte feita por jovens e para jovens. Em três anos de existência a Choque tornou-se a principal referência quando o assunto é arte underground, vanguarda, graffiti, tattoo, cultura pop, street art, arte urbana, low Brow, etc., motivos a transformam em um dos espaços mais criativos da cidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Galeria Choque Cultural&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Rua João Moura, 994 – Pinheiros&lt;br /&gt;Fone: (11) 3061-4051&lt;br /&gt;Site: &lt;a href="http://www.choquecultural.com.br/"&gt;http://www.choquecultural.com.br/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-7274147601345936299?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/7274147601345936299/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=7274147601345936299&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7274147601345936299?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/7274147601345936299?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/CYXjt8fLp2Y/choque-cultural.html" title="Choque Cultural" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0V2IJcAMbI/AAAAAAAAAIs/OGnLfu_9FWQ/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/choque-cultural.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRX8yfip7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-4056661261132542120</id><published>2007-11-19T15:15:00.001-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:04.196-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:04.196-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias notáveis" /><title>Notícias notáveis (3)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0HE3pcAMaI/AAAAAAAAAIk/7mb41f4eOiU/s1600-h/noticias.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134601510474232226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0HE3pcAMaI/AAAAAAAAAIk/7mb41f4eOiU/s400/noticias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Entre nós, esses feriados consecutivos foram uma puta sacanagem, não? Claro que não estou me referindo a ficar em casa, mas sim ao fato de ficar-em-casa-com-chuva-e-depois-ter-que-trabalhar-sexta-e-segunda. Sacanagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O pior é que esse tempo dá uma preguiça danada. Veja só: tem álbum novo do Rogério Skylab, apareceu outra inglesinha maluca, fui assistir 1408, encontrei uma edição bacana de Santuário, do Faulkner, mas estou com nhaca demais para falar sobre isso. Aquela coisa que parece ficar engastada em nosso corpo nos dias cinzentos e chuvosos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que vim fazer aqui? Além de enrolar para ver se a hora passa? Só comunicar que foram finalmente confirmadas as apresentações dos nova-iorquinos do &lt;strong&gt;Interpol&lt;/strong&gt; em terras canarinhas. É isso aí, pode se preparar para escutar um “Bua Notche, San Paolo” diretamente vindo das digníssimas cordas vocais do senhor Paul Banks, vocalista do grupo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda atualmente divulga seu terceiro disco, “&lt;strong&gt;Our Love To Admire&lt;/strong&gt;”, lançado em meados de julho e bastante elogiado pela crítica (e também por uma amiga minha fanática pelos caras). As apresentações serão em São Paulo, no dia 11 de março, Rio de Janeiro, no dia 13 e Belo Horizonte, no dia 15.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas, se você é fã dos menininhos de terninho e sonham estar nos anos 80, pode começar a correr. Aqui em Sampa os ingressos estão à venda no Via Funchal desde o dia 13 de novembro a preços nada módicos: R$ 100 pista, R$ 120 mezanino e R$ 160 camarote. Totalmente fora da minha realidade. Mundo injusto e cruel!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais informações para o show de SP: &lt;a href="http://www.viafunchal.com.br/shows.asp?ID=295"&gt;Via Funchal&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-4056661261132542120?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/4056661261132542120/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=4056661261132542120&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/4056661261132542120?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/4056661261132542120?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/0s8fGO6FteU/notcias-notveis-3.html" title="Notícias notáveis (3)" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/R0HE3pcAMaI/AAAAAAAAAIk/7mb41f4eOiU/s72-c/noticias.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/notcias-notveis-3.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRXs_eSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-1290325460130999343</id><published>2007-11-16T10:50:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:04.541-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:04.541-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pipoca" /><title>Barba, cabelo e bigode</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rz2b4JcAMYI/AAAAAAAAAIU/5q_4pT6jnn4/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133430539180585346" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rz2b4JcAMYI/AAAAAAAAAIU/5q_4pT6jnn4/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ninguém me avisou. O trailer do novo filme da maravilhosa bat-dupla Tim Burton &amp;amp; Johnny Depp está disponível na internet há mais de um mês e não teve um imbecil que me avisasse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O título do novo longa-metragem do diretor mais pirado do universo é &lt;em&gt;&lt;strong&gt;&lt;a href="http://www.sweeneytoddmovie.com/"&gt;Sweeney Todd: The Demon Barber Of Fleet Street&lt;/a&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;, um musical macabro inspirado na peça de autoria do compositor e letrista estadunidense Stephen Sondheim. O Filme conta a história de Benjamin Barker (Johnny Depp), um barbeiro expulso injustamente de Londres e enviado as galés que vê sua esposa e filha caírem em desgraça através das mãos do juiz que o deportou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rz2cOZcAMZI/AAAAAAAAAIc/JhOVnkzhMME/s1600-h/sweeneytodd_05.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133430921432674706" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rz2cOZcAMZI/AAAAAAAAAIc/JhOVnkzhMME/s200/sweeneytodd_05.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O cara retorna à Londres anos depois sob o pseudônimo de Sweeney Todd e se une a quituteira Mrs. Lovett (Helena Bonham Carter) em um plano de vingança: usa a cadeira de barbeiro para assassinar seus clientes, enquanto ela pega os restos mortais para assar tortas que viram a sensação de Londres. Sinistro como só Tim Burton consegue ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A película tem aquele ar sombrio que já é marca registrada do diretor, como em &lt;strong&gt;&lt;em&gt;A Lenda do cavaleiro Sem Cabeça&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Noiva Cadáver&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; e &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Beetlejuice&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt; (me recuso a escrever a tradução nacional desse título) e quem viu disse que o final é de roer as unhas. U-hu!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estréia do filme lá fora é prevista para o Natal, mas aqui no Brasil é para o dia 18 de janeiro de 2008, segundo o &lt;a href="http://www.imdb.com/title/tt0408236/"&gt;IMDB&lt;/a&gt;. Mal posso esperar para ver Johnny Depp cantarolar cortando dezenas de gargantinhas. Você também, não? Então assista o trailer abaixo para matar um pouco da vontade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/A5brXozjbno&amp;amp;rel=" width="425" height="355" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-1290325460130999343?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/1290325460130999343/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=1290325460130999343&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1290325460130999343?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1290325460130999343?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/6ZWwORoW1z8/barba-cabelo-e-bigode.html" title="Barba, cabelo e bigode" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rz2b4JcAMYI/AAAAAAAAAIU/5q_4pT6jnn4/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/barba-cabelo-e-bigode.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRXYzcSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-1854169550550744025</id><published>2007-11-15T14:03:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:04.889-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:04.889-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="quadrinhos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pipoca" /><title>O Maioral</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133099105144287586" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzxucJcAMWI/AAAAAAAAAIE/vxTqX5KFbEM/s400/lobo.jpg" border="0" /&gt;Sempre gostei mais do lado negro da força. Darth Vader ao invés do Mestre Yoda, Mulher-Gato ao Batman, Spock Gêmeo Malvado do que o gêmeo bobão, Hulk Hoogan contra Ted Boy Marino. Não adianta, o vilão é sempre mais interessante que o herói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obviamente isso era um pé-no-saco quando só existiam duas classes de personagens nos quadrinhos: os heróis bonzinhos repletos de problemas emocionais que afetavam grandemente sua sexualidade usando cuecas para fora das calças ou os vilões. Esses últimos, párias incompreendidos que só se fodiam. Não adiantava torcer por eles, era batata que no final da história iam acabar apanhando, por mais que isso seja o avesso da realidade, onde quem sacaneia o próximo sempre se dá bem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzxuupcAMXI/AAAAAAAAAIM/jq1MrkAt2lo/s1600-h/Lobo.png"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5133099422971867506" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzxuupcAMXI/AAAAAAAAAIM/jq1MrkAt2lo/s200/Lobo.png" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Há uns vinte anos atrás a coisa começou a mudar para melhor. O sarcasmo e a ironia tomaram conta dos quadrinhos dando origem a novos personagens: os anti-heróis, muito mais bacanas, que não eram vilões comunistas comedores de criancinhas, mas tão pouco eram mocinhos conservadores pregando a virgindade antes do casamento. Nesse meio ganharam destaque rostos novos como John Constantine, Spider Jerusalém, Guy Gardner e ele, o maioral: Lobo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Virei fã do maior caçador de recompensas da galáxia logo quando o conheci em 1991 nas páginas da falecida DC2000, mais especificamente nas histórias da L.E.G.I.Ã.O., uma espécie de polícia galáctica sob o comando de Vril Dox, um alienígena de pele verde e cabelo loiro. Seu estilo meio headbanger, cabelo comprido, jaqueta jeans com a escrita “Bite Me, Fan Boy”, correntes e coturno, contrariavam a estética dos personagens da época, com seus colantes esquisitos e pega-rapaz. Algo parecido aconteceu em Sandman, com o estilo gótico de Morte e Morpheus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na verdade, Lobo já havia aparecido antes, na revista Omega Men (acho que nem chegou a sair por aqui), bem diferente em sua roupa e origens, um velorpiano de cabelos roxos e colante roxo com amarelo. Ganhou o visual atual, inspirado na banda Kiss, quando foi reformulado para as páginas de L.E.G.I.Ã.O., a grande responsável pela popularização d’O Maioral. Atualmente, após a mini-série “Lobo Unbound”, seu design foi aperfeiçoado para aproximar-se do cantor/diretor Rob Zombie, da finada banda trash White Zombie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem no começo de carreia como caçador de recompensas intergaláctico, ele quase nem aparecia, fazia apenas uma ou outra ponta, mas o seu jeito canalha e desbocado amealhou fãs, o que rendeu a mini-série publicada ainda em 1991: “Lobo: O Último Czarniano”, que narrava uma história solo do psicopata preferido dos quadrinhos, contando como ele exterminou toda sua espécie para ter o prazer de ser o único sobrevivente. Ninguém pode negar que ele tinha personalidade própria, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daí para frente a coisa deslanchou para Lobo, saiu na porrada com quase todos os grandes nomes da DC, desde Superman ao Batman, Judge Dreed e tantos outros, morreu, foi ao inferno, detonou o capeta, foi cuspido para o paraíso e quebrou tudo e todos por lá. O cara fez tanto sucesso que lhe rendeu até uma série própria e em uma ocasião especial arrebentou o Papai Noel em “The Lobo Paramilitary Christmas Special”, mini-série motivo deste artigo enorme.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa mini-série nem é a de maior destaque de Lobo, mas sabe-se lá por que lhufas, uma cambada de nerds psicóticos da Americam Films Institute, com muito tempo, fizeram um curta-metragem inspirado em seu roteiro. O vídeo, que eu desconhecia até ontem, foi ao ar em 2002 na Comic2Film. Não é um primor de produção, mas a caracterização de Lobo é muito bacana e os outros personagens, principalmente o coelho da páscoa, lembram um pouco os cangurus de “Tank Girl”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como não tinham grana, os produtores tiveram um pouco de dificuldade com o cenário. Por exemplo, a arma gigantesca de Lobo virou uma pistola semi-automática, coisa totalmente perdoável para quem viu a qualidade da adaptação, melhor que muita obra hollywoodiana que circula por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pelo que li na internet, até o advento do milagreiro YouTube, era muito difícil conseguir assistir ao filme, pois ele não tinha autorização da DC Comics para circulação. Mas agora é possível encontrar até a versão legendada que você pode conferir abaixo em duas partes. E se resolver reclamar da qualidade da película, lembre-se da frase: “Ninguém difama o Maioral. Não se quiser manter as entranhas do lado de dentro”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/QqkYKoRVAGM&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/QqkYKoRVAGM&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;object height="355" width="425"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/ZL-vHp_zHro&amp;amp;rel=1"&gt;&lt;param name="wmode" value="transparent"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/ZL-vHp_zHro&amp;rel=1" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent" width="425" height="355"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-1854169550550744025?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/1854169550550744025/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=1854169550550744025&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1854169550550744025?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1854169550550744025?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/ThUc8AUR4ss/o-maioral.html" title="O Maioral" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzxucJcAMWI/AAAAAAAAAIE/vxTqX5KFbEM/s72-c/lobo.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/o-maioral.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRHw-fSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-6517683705886630251</id><published>2007-11-13T17:20:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:05.255-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:05.255-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="generalidades gerais" /><title>Museu Bizarro</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rzn-It_lWNI/AAAAAAAAAH0/5ryzozsMOxI/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132412676104083666" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rzn-It_lWNI/AAAAAAAAAH0/5ryzozsMOxI/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;div align="justify"&gt;Nada como o ócio para alegrar nossa vida, não é? Eis que esse inútil que vos fala, num desses momentos sagrados de aleatoriedade cerebral, pulava de site em site web afora e deu de cara com um lugar bizarro, daqueles que dão arrepio em cu de caranguejo do Alasca. Certo, certo, admito que na verdade nem é tão assustador assim, mas é bizonho de qualquer forma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tal lugar é o &lt;strong&gt;Mütter Museum&lt;/strong&gt;, cantinho agradável e aconchegante, cuja decoração é feita por uma diversa coleção de objetos médicos e "tesouros patológicos", como uma lindíssima coleção de jarros com fetos de todos os tamanhos que estão em uma prateleira de destaque. Fofo!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rzn-at_lWOI/AAAAAAAAAH8/zz29ZH8TqNU/s1600-h/23b.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132412985341728994" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rzn-at_lWOI/AAAAAAAAAH8/zz29ZH8TqNU/s200/23b.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O museu pertence ao &lt;strong&gt;The College Of Physicians of Philadelphia&lt;/strong&gt; e foi criado para que os alunos tivessem contato com fenômenos da medicina que não fossem lá muito comuns e em 1871 passou a colecionar objetos médicos obsoletos. Na coleção há, por exemplo, um estetoscópio feito pelo seu inventor, o francês René Théophile-Hyacinthe Laennec (e ainda falam do meu singelo nome) e mais de 2.000 objetos removidos das gargantas e vias repiratórias de pacientes, como botões, brinquedos, dentes, alfinetes (???) e outras coisas mirabolantes passíveis de serem enfiadas goela abaixo por um imbecil qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Achou pouco? Relaxa, isso é só o começo. O Mütter conta com uma parede repleta de crânios de diversas origens, até um verdadeiro pirata, outros com ferimentos a bala, machadadas, deformidades genéticas e lindezas afins. &lt;a name="menubottom"&gt;&lt;/a&gt;A coleção de objetos de cera tem 276 modelos de patologias criados entre os séculos 17 e 19. Estes objetos eram utilizados em aulas de medicina e substituiam materiais orgânicos difíceis de conservar. Há modelos de tumores, úlceras, eczemas, e lesões de sífilis e outras doenças agradáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda pode-se comparar o esqueleto de um gigante de 2,30 metros com o de um anão, dar uma espiada em como é o cérebro de um assassino e um monte de outras coisas que qualquer psicopata comum acharia o máximo. Só não é muito recomendável uma visita próximo do horário do almoço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Endereço - Philadelphia College of Physicians, 19 South 22nd Street&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-6517683705886630251?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/6517683705886630251/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=6517683705886630251&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/6517683705886630251?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/6517683705886630251?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/PdIUODnaN68/museu-bizarro.html" title="Museu Bizarro" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rzn-It_lWNI/AAAAAAAAAH0/5ryzozsMOxI/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/museu-bizarro.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRHYycCp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-3943456426039860533</id><published>2007-11-12T15:07:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:05.898-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:05.898-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vitrola" /><title>Sobre Devo, Kasabian e otras cositas</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RziLNt_lWJI/AAAAAAAAAHU/9XxlZuBLk5E/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132004843189524626" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RziLNt_lWJI/AAAAAAAAAHU/9XxlZuBLk5E/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sábado, oito horas da noite. Depois de uma hora perdido em ruelas escuras próximo da Marginal Pinheiros, encalhar no trânsito do largo 13 de Maio para pedir informação a um taxista baixote, careca e meio vesgo e morrer com trinta pilas no estacionamento, finalmente consegui chegar ao nosso tão almejado destino: O festival Planeta Terra 2007, realizado na altura do número vinte mil e lá vai cacetada da Avenida Nações Unidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Devido a essas pequenas trapalhadas perdi o show do Pato Fu (quem disse que foi muito bacana), chegando já no início da apresentação do Instituto Racional que realmente surpreendeu a todos. Deixou uma ótima impressão em quem, assim como eu, não conhecia o projeto encabeçado pelo ex-Planet Hemp BNegão, o veterano Carlos Dafé, a cantora Negra Li, o rapper Kamau e o guitarrista Peu (ex-Pitty).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RziLrN_lWLI/AAAAAAAAAHk/RXuWFfQe1QI/s1600-h/634527-9630-ga.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132005349995665586" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RziLrN_lWLI/AAAAAAAAAHk/RXuWFfQe1QI/s200/634527-9630-ga.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A organização do evento foi fantástica, além de escolherem a Villa dos Galpões para realização do festival (lugar muito bacana e cujos galpões antigos com vidros quebrados conferem um ar meio junk ao espaço, desde a segurança, localização da praça de alimentação, até a higienização dos banheiros foi perfeita. O destaque também ficou para os lambe-lambes, criados pelos próprios pagantes e colados por uma equipe em diversos pontos espalhados pelos galpões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única mancada que presenciei não foi proporcionada por ninguém da organização, mas pelo nosso querido punk-de-butique-com-sérios-problemas-de-auto-afirmação, o Supla. Algumas garotas pediram uma foto para o cara que respondeu na lata, curto e grosso: “To aqui para assistir o show!”. Não entendo muito bem esse povo famoso, passam a vida querendo ser reconhecidos, quando o são reclamam por não conseguirem passar despercebidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, deixando isso de lado, dos shows mais esperados da noite, o Cansei de Ser Sexy fez uma apresentação bacana, com uma Lovefoxxx com uma postura de palco bem diferente daquela que tocou no Brasil há 18 meses pela última vez. Agitaram o Indie Stage com suas músicas mais conhecidas e ainda apresentam uma nova canção intitulada “The Beautiful Song” que agradou o público.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma apresentação impecável, The Rapture fechou as apresentações do palco Indie. Os hits “House of Jealous Lovers” e “Get Myself Into It” colocaram toda a platéia para dançar. O grupo foi o único do espaço a voltar para um bis: uma versão sem pausa das músicas “First Gear” e “Olio”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Main Stage, Lily Allen subiu no palco totalmente breaca, portando um microfone verde-limão esquisito. Fez um show lastimável e deixou a dúvida se realmente não tem voz ou se estava apenas afetada pelo excesso manguaça. Eu voto nas duas opções.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RziMDN_lWMI/AAAAAAAAAHs/tI7HJNPVg4M/s1600-h/634390-4303-ga.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5132005762312526018" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RziMDN_lWMI/AAAAAAAAAHs/tI7HJNPVg4M/s200/634390-4303-ga.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quem realmente surpreendeu foram os tiozões do Devo, que estão muito melhores que há vinte e poucos anos atrás. Vestidos com o tradicional uniforme amarelo e seus chapéus vermelhos, os cinqüentões abriram o set com a clássica “That's Good”. Depois, mandaram uma seqüência com os hits “Peek-a-Boo!”, “Girl U Want”, “Whip It!”, “Secret Agent Man’, “(I Can't Get No) Satisfaction”, “Uncontrollable Urge” e “Mongoloid”. Toda a platéia chicoteava o ar no refrão de “Whip It!”. Já em “Mongoloid” - música que ganhou uma releitura do Sepultura - Mark animou os fãs com dois pompons vermelhos, como se fosse uma cheerleader endiabrada. Faltou só “Time Out for Fun”, mas a gente perdoa, afinal eles provavelmente poderiam ter um ataque cardíaco se continuassem a gritar e pular.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um fato que chamou atenção de todos que assistiam o show foi Fernanda Takai, vocalista do Pato Fu, subindo no palco e surrupiando um dos uniformes amarelos para o marido enquanto um segurança tentava tirá-la de lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vou admitir que fiquei com dó do Kasabian, fechar um festival depois do show do Devo não deve ter sido fácil. Ainda mais se estavam tão chapados quanto pareciam. Acredito que para a maioria do público que foi lá para assistir a banda inglesa saiu decepcionado. O show foi super monótono, com uma performance caricata de Tom Meighan usando um chapeuzinho coco no estilo Clockwork Orange.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda iniciou ao som de “The Ecstasy of Gold”, do maestro italiano Ennio Moriconne, o que foi uma promessa de uma grande apresentação. Logo em seguida engredou “Shoot The Runner”, um dos singles do ainda inédito disco no Brasil Empire, mas soava tão afetado que sequer parecia a mesma banda que havia gravado o disco. Parecia mais um cover mau ajambrado deles mesmos. Reason Is Treason, sucesso do álbum de estréia do grupo, saiu quase irreconhecível, assim como quase todas as outras músicas do set list dos caras que deixaram seu maior hit, “Processed Beats” para a parte final do espetáculo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Agora, se você teve a estranha impressão de cruzar com alguém conhecido no meio do público durante o show do Kasabian, provavelmente está certo. Lily Allen assistiu toda apresentação de seus compatriotas do meio da platéia, quase imperceptível. Foi engraçado ver quem ao seu lado lançar um olhar assustado e meio descrente de que seria realmente ela ali de saia e Havaianas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coisas de inglês.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-3943456426039860533?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/3943456426039860533/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=3943456426039860533&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/3943456426039860533?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/3943456426039860533?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/rPyd4EjmyC8/sobre-devo-kasabian-e-otras-cositas.html" title="Sobre Devo, Kasabian e otras cositas" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RziLNt_lWJI/AAAAAAAAAHU/9XxlZuBLk5E/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/sobre-devo-kasabian-e-otras-cositas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GR3g9cSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-3824779430062185643</id><published>2007-11-09T16:22:00.000-02:00</published><updated>2008-12-10T12:22:06.669-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:06.669-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="body art" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="comportamento" /><title>Na flor da pele</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSmB9_lWEI/AAAAAAAAAGs/cWoJhvc7GT0/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130908428233168962" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSmB9_lWEI/AAAAAAAAAGs/cWoJhvc7GT0/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Você sabe o que é escarificação? Não? Pois senta aí quietinho que o titio te explica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escarificação não é nada mais, nada menos do que formar desenhos no corpo de uma pessoa através de cicatrizes que podem ser criadas das mais diversas formas. Na verdade existem muitas técnicas para cortar-marcar-queimar o corpo de uma pessoa, mas disso vou falar depois.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSnHt_lWGI/AAAAAAAAAG8/b2miYLCKL10/s1600-h/barong1.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130909626529044578" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSnHt_lWGI/AAAAAAAAAG8/b2miYLCKL10/s200/barong1.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Não se engane ao pensar que essa prática é uma invencionice moderna criada pelo demo, a escarificação existe há alguns milhares de anos em diversas tribos africanas, indianas e do sudeste asiático. Nas Américas era praticada pelas tribos Olmecas, civilizações pré-colombianas que habitaram o sul do México entre 1.200 a.c. e 400 a.c., quase sempre com finalidade ritual. Ainda hoje mulheres sudanesas adornam o corpo com cicatrizes elaboradas para se tornarem mais atrativas na hora de encontrarem um parceiro (toda tampa tem uma panela, a não ser que você seja uma cumbuca) e em papua Nova-Guiné são feitos cortes na pele dos garotos que atingem a puberdade e cobertos com cinzas que influenciam a criação de quelóides, consideradas belas naquela cultura.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nas civilizações modernas (aquelas que conseguirão destruir o mundo em menos de 200 anos), só recentemente a escarificação deixou de ser pratica exclusiva de cenários S&amp;amp;M e passou a ser encontrada também em outras tribos urbanas motivadas pelo efeito estético que a cicatriz planejada cria na pele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Técnicas&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não são poucas as maneiras utilizadas para escarificar a pele, pode acreditar. A maioria das técnicas são totalmente experimentais, e provavelmente devem surgir em conversas amigáveis como: “Vamos tentar ácido dessa vez? Deve ficar supercalifragilisticaexpialidosamente foda!”.&lt;br /&gt;Singelo, não? Bem, se é assim que surge uma nova técnica eu não sei, mas vamos as mais utilizadas:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Cutting&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;Simples como o nome indica, baseia-se em cortar a pele até uma profundidade exata, na maioria das vezes com um bisturi cirúrgico, repetidas vezes e ir formando um desenho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso: Se você corta os braços com um estilete, rabiscando mensagens alegres e positivas como “Dor”, “Morte”, “Desespero” e variantes, não é um artista e sim um retardado, procure tratamento. Caso um dia for cortar os pulsos não me avise.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Skin removal ou Skinning&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSngd_lWHI/AAAAAAAAAHE/gNn9jmwo6zs/s1600-h/cat.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130910051730806898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSngd_lWHI/AAAAAAAAAHE/gNn9jmwo6zs/s200/cat.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;É uma variante do Cutting. Ao invés de só talhar a pele da pessoa, o artista remove (“removal” te sugere algo?) áreas da pele para formar uma cicatriz bem mais detalhada e com desenhos mais complicados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso: Faca de pão não serve.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Branding&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Tssssssss! Esse é o barulinho que a pele faz a cada strike do ferro quente. Lembra como se marca gado? Então, é mais ou menos parecido. Segundo os praticantes, o branding por aquecimento de metal não dá um resultado muito consistente e a melhor opção é o bisturi elétrico e suas diversas pontas opcionais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso: Deixe seu ferro de solda na prateleira da garagem, espertinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Chemical Scarification&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura do campeonato já deu para perceber que não é difícil identificar como funcionam as técnicas de escarificação, não é? Chemical é de química, logo, escarificação através de reações químicas. Simples assim. Os reagentes usados são os mais variados possíveis, desde nosso querido acido sulfúrico a hidróxido de sódio (aquele bacanudo do Clube da Luta). O resultado nem sempre é um desenho reconhecível, muitas vezes são só marcas que parecem feitas por homens das cavernas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aviso: Não usar soda caustica. Dói.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cicatrizando&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSn_d_lWII/AAAAAAAAAHM/iraFOEfsido/s1600-h/Tattooscarification.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5130910584306751618" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSn_d_lWII/AAAAAAAAAHM/iraFOEfsido/s200/Tattooscarification.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ao contrário de uma tatuagem ou um piercing, uma bela escarificação não depende somente do artista. 50% do processo é determinado pelo escarificado, mais exatamente pelos métodos utilizados para a cicatriz ficar o mais aparente possível. Outro fator importante é o DNA, o tipo de pele ajuda muito nessa hora também, um pequeno corte pode gerar uma cicatriz aparente em uma pessoa, enquanto um removal pode sequer deixar marcas em outra. O tempo de cicatrização é relativo, leva em média 45 dias, mas há quem demore meses para ver o resultado final do trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pode ser necessário usar algum procedimento para aguçar a ferida, como por exemplo tirar as cascas que se formam ou aplicar sal e café, forçando uma infecção. Entretanto-todavia-contudo, o método mais difundo entre s artistas dessa arte de body modification é o Litha ou “Leave it the hell alone” (adoro essa expressão).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, agora você já sabe o que é escarificação, mas se pretende fazer uma, saiba que no Brasil existe um ou outro que se aventura ao explorar esse tipo de modificação, mas ainda engatinhamos perto de países como a Austrália e os EUA que tem estúdios especializados em extreme modifications.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para saber mais sobre escarificação acesse a enciclopédia da BMEZine. Todas as fotos publicadas nesse artigo são obras de Wayde Dunn, na minha humilde opinião um dos grandes mestres dessa arte.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-3824779430062185643?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/3824779430062185643/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=3824779430062185643&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/3824779430062185643?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/3824779430062185643?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/BzU3-DOVIjc/na-flor-da-pele.html" title="Na flor da pele" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RzSmB9_lWEI/AAAAAAAAAGs/cWoJhvc7GT0/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/11/na-flor-da-pele.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRn4_fip7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-862308885845519034</id><published>2007-09-11T14:08:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:07.046-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:07.046-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="virtual" /><title>Top Feios</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.gigwise.com/gallery?id=36742"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108999088213610194" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RubPmiLETtI/AAAAAAAAAGc/zHUZWAb46tk/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Sempre existe gente que não tem o que fazer, não é? Pois, tenho certeza que foi num desses momentos de total ócio criativo que o pessoal responsável pelo site &lt;a href="http://www.gigwise.com/"&gt;Gigwise&lt;/a&gt; resolveu criar um dos rankings mais horrendos do mundo da música. Literalmente, acredite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Usando e abusando de quesitos “técnicos” de extrema confiabilidade, como por exemplo: estrelas de rock que foram se degradando devido ao abuso de drogas, os que já nasceram feios e aqueles que fizeram operações plásticas que não correram bem, os caras criaram um top vinte feiúra que realmente é de assustar (com o perdão da piada infâme).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RubXIiLETuI/AAAAAAAAAGk/seFTArQcGx0/s1600-h/shane3.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5109007368910556898" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RubXIiLETuI/AAAAAAAAAGk/seFTArQcGx0/s200/shane3.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Concordo com grande parte dos selecionados pelo site, afinal muitos realmente se parecem com o rascunho do capeta chupando limão no trânsito (vide Shane MacGowan, ex-vocalista do Pogues), mas não aceito a inclusão de Courtney Love na lista. Claro que ela já conheceu dias melhores, mas não levando em conta que seu cabelo anda bem seboso, suas olheiras parecem da mortícia e o fato de que qualquer um que chegue a um limite de vinte metros da guria já corre o risco de contrair uma DST, tem mulher muito mais baranga segurando um microfone (hoje estou impagável) por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez o conceito seja pegar somente gente que ainda caminha por aí, o que exclui Janis Joplin, só que a Juliette Lewis se encaixa bem nesse páreo. Outra coisa: Thom Yorke merecia muito mais a medalha de bronze do que Shaun Ryder, sem a menor sombra de dúvida. A mãe desse rapaz deve ter deixado-o cair de cara do berço e venhamos e convenhamos, apesar de ter levado o oitavo lugar, bem que eu quero chegar aos 113 anos com o corpo do Iggy Pop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;P. S.: A foto e a imagen de topo com aqueles dentes perfeitos que ilustram o post, pertencem ao merecidamente medalhista de ouro Shane McGowan.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Lista bizonha do Top 20 Ugliest People in Rock:&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Shane McGowan (Pogues)&lt;br /&gt;2. Michael Jackson3.&lt;br /&gt;Shaun Ryder (Happy Mondays)&lt;br /&gt;4. Marilyn Manson&lt;br /&gt;5. Thom Yorke (Radiohead)&lt;br /&gt;6. Pete Doherty (Babyshambles)&lt;br /&gt;7. Paul Potts&lt;br /&gt;8. Iggy Pop&lt;br /&gt;9. Beth Ditto (The Gossip)&lt;br /&gt;10. Tom Clarke (The Enemy)&lt;br /&gt;11. Mark E. Smith (The Fall)&lt;br /&gt;12. Ricky Wilson (Kaiser Chiefs)&lt;br /&gt;13. Lemmy Kilmister (Motörhead)&lt;br /&gt;14. Meat Loaf&lt;br /&gt;15. Gerard Way (My Chemical Romance)&lt;br /&gt;16. Steven Tyler (Aerosmith)&lt;br /&gt;17. Courtney Love&lt;br /&gt;18. Badly Drawn Boy&lt;br /&gt;19. Elton John&lt;br /&gt;20. John Watkin (The Twang)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-862308885845519034?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/862308885845519034/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=862308885845519034&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/862308885845519034?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/862308885845519034?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/7gkke4sAdlY/top-feios.html" title="Top Feios" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RubPmiLETtI/AAAAAAAAAGc/zHUZWAb46tk/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/09/top-feios.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRnw6eSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-3588395810820634113</id><published>2007-09-10T20:17:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:07.211-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:07.211-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias notáveis" /><title>Notícias notáveis (2)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RuXSMCLETrI/AAAAAAAAAGM/e8fX4mKegLk/s1600-h/noticias.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108720456505249458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RuXSMCLETrI/AAAAAAAAAGM/e8fX4mKegLk/s400/noticias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;1. Vazou&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Demorou, demorou, mas vazou. O Novo disco de PJ Harvey, "White Chalk", já pode ser encontrado na íntegra na internet. Com lançamento previsto somente para 24 de setembro, o novo trabalho da ex-baranga está disponível em programas de trocas de arquivos, blogs, comunidades de relacionamento e onde mais pudermos imaginar. Como sou bonzinho vou descolar esse &lt;a href="http://rapidshare.com/files/53817713/PJ_Harvey-White_Chalk-_Advance_-2007.rar"&gt;link aqui&lt;/a&gt; para quem quiser baixar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você prestar atenção, notará uma mudança radical em relação a seu último trabalho de estúdio, “Uh-Huh Her”, que saiu em 2004.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A moça andou dizendo por aí que não estava satisfeita com o último disco produzido inteiramente por ela. Resolveu então experimentar outras sonoridades, explorando basicamente as teclas brancas do piano, daí a o nome "White Chalk".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O disco conta ainda com colaborações de Jim White do Dirty Three e Eric Drew Feldman, além da produção dos camaradas John Parish e Flood. Composto por onze faixas, já ganhou quatro shows de divulgação - dois na Inglaterra (24/09 em Bristol, 29/09 em Londres) e dois nos EUA (10/10 em Nova York, 15/10 em Los Angeles) - e certamente estará no páreo na corrida dos melhores lançamentos no ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confira o Tracklist:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Devil"&lt;br /&gt;"Dear Darkness"&lt;br /&gt;"Grow Grow Grow"&lt;br /&gt;"When Under Ether"&lt;br /&gt;"White Chalk"&lt;br /&gt;"Broken Harp"&lt;br /&gt;"Silence"&lt;br /&gt;"To Talk To You"&lt;br /&gt;"Piano"&lt;br /&gt;"Before Departure"&lt;br /&gt;"Mountain"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2. Kasabian no Brasil&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A banda bacanuda resolveu dar as caras por aqui e fechou participação no Festival Planeta Terra. O evento acontece em São Paulo no dia 10 de novembro e oficialmente contam com a cantora Lily Allen, as bandas The Rapture, Cansei de Ser Sexy e Devo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Formado em 1999, os caras são famosos por misturar indie rock com eletrônico, chegando a ser comparados com o Primal Scream. Com dois álbuns na carreira, o homônimo Kasabian (2004) e Empire (2006), ganhou esse nome por conta de Linda Kasabian, a testemunha que entregou o assassino Charles Manson à polícia quando ele matou Sharon Tate, mulher do diretor Roman Polanski, que estava grávida na ocasião.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A organização do festival promete para esta semana o anúncio de mais nomes. Por hora, não há informação sobre o local do evento, nem sobre preço dos ingressos (que provavelmente serão o olho da cara).&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-3588395810820634113?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/3588395810820634113/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=3588395810820634113&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/3588395810820634113?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/3588395810820634113?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/ETFwkMYuiAc/notcias-notveis-2.html" title="Notícias notáveis (2)" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RuXSMCLETrI/AAAAAAAAAGM/e8fX4mKegLk/s72-c/noticias.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">3</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/09/notcias-notveis-2.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRng5eyp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-2651040442338374773</id><published>2007-08-31T14:31:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:07.623-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:07.623-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="virtual" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="telinha" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="body art" /><title>Miami Ink, L.A. Ink &amp; Blog Legal</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RthoTG4czuI/AAAAAAAAAGE/cbKQvxIgd6k/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104944855098642146" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RthoTG4czuI/AAAAAAAAAGE/cbKQvxIgd6k/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Estava eu navegando de bobeira pelas sinistríssimas águas virtuais, quando de repente dei de cara com um artigo sobre o site Miami Ink, programinha sobre tatuagem que passa no canal People &amp; Arts., sitando o nome da &lt;a href="http://www.katvond.net/"&gt;Kat Von D&lt;/a&gt;, tatuadora que apareceu pela primeira vez no reality show quando um dos quatro artistas principais do programa, Darren Brass, fica incapacitado de trabalhar por uma lesão no braço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sou nenhum puritano, daqueles que criticam quando tattoo aparecer na televisão alegando que a mesma deve para sempre sempre fazer parte dos subterrâneos. Primeiro por quê encaro mais como uma forma de expressão artística do que como uma forma individualização e segundo por quê tatuagem é underground e sempre vai ser, não importa quantas Luanas Piovanis façam uma estrelinha no pulso. O fato é que tatuagem e as demais formas de body art são subversivas e ponto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Miami Ink&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Acompanho com certa freqüencia a série, afinal todos os membros do estúdio são bons tatuadores e é sempre legal ver o Yoji meter os pés pelas mãos (mesmo sabendo que é armação). Entretanto quando quem tatua é o &lt;a href="http://www.chrisgarvertattoo.com/"&gt;Chris Garver&lt;/a&gt;, o programa ganha um espetáculo a parte. na minha humildíssima opinião de quem entende muito pouco do assunto, ele é um dos feras do Oriental, com um traço fantástico e cores super bacanas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A única coisa que pesa negativamente e é sempre um chute no saco são os momentos-explicação, onde cada tatuado conta um história triste para justificar o motivo existencial por qual decidiu ricar uma maçãzinha mordida com a frase "Amor Eterno" na polpa da nádega esquerda. Não que certas pessoas tatuem por motivos específicos, mas a grande maioria faz por simplesmente achar bonito, pura estética, sem dramas ou mágoas. Essas explicações sempre dão uma forçada na situação e acabam tornando alguns episódios chatos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre a Kat Von D&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RthggG4cztI/AAAAAAAAAF8/1rCFhOdCj3M/s1600-h/presskit_photo2.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5104936282343919314" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" height="296" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RthggG4cztI/AAAAAAAAAF8/1rCFhOdCj3M/s320/presskit_photo2.jpg" width="217" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;No &lt;a href="http://www.katvond.net/"&gt;site pessoal da garota&lt;/a&gt;, mais especificamente na área de galeria, você encontra o motivo por qual chamaram essa garota para substituir provisoriamente um dos integrantes da trupe de tatuadores. As obras da moça tem muita personalidade e um traço marcante, com sem falar que ela manda muito bem no realismo petro e branco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão bem que recentemente, no dia 07 de agosto, entreou nos EUA o L.A. Ink, programa nos mesmos moldes do Miami Ink, mas com o destalhe de quase todos os membros do estúdio serem garotas (com excessão do tatuador Corey). Pelo que vi, as tattoos tem um nível tão bom quanto de seus camaradas da Costa Leste.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não que realmente seja por isso que quem acompanha o programa aguarda ansioamente sua aparição, não é? Basta dar uma olhadinha na foto ao lado que logo se entende...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sobre o Blog Legal&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O tal blog legal é o &lt;a href="http://modblog.bmezine.com/"&gt;ModBlog&lt;/a&gt;, parte integrante do projeto BMEZine. Atualizado quase diariamente por Shannon Larrat, o foco é exclusivo para modificação corporal e demais assuntos do tema, como suspensão, &lt;em&gt;freak shows&lt;/em&gt;, etc. O conteúdo é exclusivo e traz desde fotos de tatuagens até escarificações e labrets em processos de perfuração. As imagens são muitas vezes enviadas pelos próprios visitantes e recentemente contou com a presença brazuca de Jimi dos &lt;em&gt;Diabos Mutantes&lt;/em&gt;, grupo &lt;em&gt;freak&lt;/em&gt; radicado em Sampa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vale o lembre que Shannon não liberara para ninguém as imagens que publica e o blogs é resguardado por &lt;em&gt;copyright&lt;/em&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-2651040442338374773?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/2651040442338374773/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=2651040442338374773&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/2651040442338374773?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/2651040442338374773?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/ABUW4KhHSXE/miami-ink-la-ink-blog-legal.html" title="Miami Ink, L.A. Ink &amp; Blog Legal" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RthoTG4czuI/AAAAAAAAAGE/cbKQvxIgd6k/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/08/miami-ink-la-ink-blog-legal.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GRncyeCp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-183114511051078161</id><published>2007-08-28T15:07:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:07.990-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:07.990-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="entrevistas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vitrola" /><title>Embrioma</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.embrioma.com/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103814892152737458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RtRkmm4czrI/AAAAAAAAAFs/tNxf5SrfINY/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Mais de 60.000 plays no Myspace, 20.000 visualizações do videoclipe no Youtube, 7.000 membros da comunidade no &lt;a href="http://www.orkut.com/Community.aspx?cmm=94681"&gt;Orkut&lt;/a&gt;. Esses são os números que precedem o nome do Embrioma, banda paulista que vem ganhando destaque na cena underground com seu Metal Industrial e hoje é a prova da grande ferramenta que a internet proporciona para divulgação independente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do espaço conquistado através da web, seu debut “The.Demention.Frequency.Projekt”, lançado no final de 2006 foi elogiado em diversos veículos da mídia especializada como o site Hornsup e a revista Roadie Crew. Pouco tempo atrás bati um papo com André Rival, vocalista da banda e o resultado você confere aí embaixo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Já rotularam o Embrioma como New Metal, o que joga a banda no mesmo balaio que o Linkkin Park, por exemplo. Mas dá para ver muita influência de bandas como Meshuggah e Fear Factory. Como vocês classificam o próprio som?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RtRnLm4czsI/AAAAAAAAAF0/FEAjJ_Wa8-w/s1600-h/hangar01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103817726831152834" style="FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; CURSOR: hand" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RtRnLm4czsI/AAAAAAAAAF0/FEAjJ_Wa8-w/s200/hangar01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Cara, nós temos influências que vão desde o trash melódico até o famigerado “new metal”, além de influências eletrônicas e músicas pop. Sim, pop. Não temos vergonha de falar isso, pelo contrário, acho que pra se ter um bom ouvido para música você deve ouvir boa música, independente do estilo. Não seria surpresa nenhuma você encontrar no carro de algum integrante CD´s do Nevermore, Pantera, Ozzy, Dave Mathew's Band, Rammstein, e por aí vai. Sendo assim é inevitável que cada integrante coloque uma pitada do que gosta nas músicas. É óbvio que sempre procuramos colocar nosso som em uma direção, senão teríamos uma salada das mais diversas vertentes da música, mas procuramos não nos prender à um determinado “estilo”. O que todos nós sabemos é que queremos fazer música pesada, agressiva e que acima de tudo tenha vida. Isso pra nós é o mais importante. Esse lance de ficar segregando os estilos de música só acontece aqui no Brasil, lá fora isso é muito mais “enxugado”. Se fosse definir o nosso som como um “estilo” acho que seria algo como um Death Metal Industrial. Death pelas pegadas rápidas e densas da maioria das músicas e Industrial pelos elementos eletrônicos que presidem nas mesmas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vocês lançaram no final de 2006 o EP The.Demention.Frequency.Projekt e desde então estão divulgando-o, mas sempre dentro de SP. Qual a dificuldade para se projetar para fora da cena exclusivamente paulista?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Até pouco tempo atrás tínhamos bastante procura de shows para rolarem no Interior de São Paulo e em cidades de outros estados também, como Belo Horizonte, Curitiba, Goiânia, Rio de Janeiro, etc. Mas, ficaram apenas em convites que não deram em nada, aí nesse primeiro semestre decidimos ficar um tempo aqui pela capital mesmo tocando o máximo que pudéssemos, e agora com a entrada do segundo semestre do ano, vamos voltar nosso foco pra fora da cidade e do estado se possível. Mas a principal dificuldade tem sido com a organização dos eventos arcarem com as possíveis despesas que a banda possa a vir ter. Ultimamente não temos cobrado cachê, pedimos somente uma ajuda de custo para que possamos ao menos chegar ao local do show e levar nosso equipamento do qual não abrimos mão para poder apresentar um show com o mínimo de qualidade para o público. Acho que quando você vai a um show de uma banda que você gosta, isso é o mínimo que podem oferecer, um som com boa qualidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Lá fora existe um grande espaço para bandas com um som mais pesado. Isso já é realidade no Brasil ou ainda o público por aqui é restrito?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Som pesado no Brasil nunca foi realidade. Já foi um dia pra bandas como Sepultura, Angra, Shamman que são bandas de mainstream. Nós estamos ainda no nimbo do underground (risos). Por isso ainda dependemos de um público que é restrito sim, que só conseguimos contatar por meio da internet, etc. É um público que normalmente comparece na maioria dos shows, que gosta ou está envolvido com o meio underground.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Pouco tempo atrás vocês abriram para a banda de metalcore alemã Caliban. Como rolou o convite?&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sim, foi uma grande oportunidade. O Marcos da Liberation Records, postou no site da Lib que estavam à procura de bandas novas para integrar o line-up que iria abrir o show da banda straight edge Maroon da Alemanha também, pois o público estava reclamando de verem sempre as mesmas bandas abrindo para os gringos que tem vindo com certa freqüência pra cá. Então Gildo “Jacó” responsável pelo selo Midiacaos do qual fazemos parte, entrou em contato com o Marcos e disse que havia interesse em participar do evento. O Marcos, que já vinha acompanhando nosso trabalho a um tempo, cedeu o espaço para nós. Infelizmente a tour do Maroon foi cancelada, mas foi aí que veio a boa notícia, que por esta tour ter sido cancelada, nós abriríamos o show da próxima banda que estava para vir, o Caliban. Foi uma oportunidade única e que vamos guardar na memória, por vários motivos. Primeiro por termos sido a primeira banda de metal industrial a integrar o line-up de um evento da Liberation, segundo pela receptividade do público que surpreendeu à todos nós e terceiro por termos tido a oportunidade de abrir para uma banda de renome internacional e ainda poder tomar umas brejas com os caras no hotel após o show. Inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Já disseram que o som da banda poderia ser mais bem aproveitado se fosse um álbum de longa duração. Já existe algum novo projeto?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, já ouvimos isso várias vezes. Mas a intenção desse EP era exatamente essa, um cartão de visita nosso que instigasse as pessoas a quererem ouvir mais. Acho que funcionou (risos)! Esta semana entramos em estúdio novamente pra começar a trabalhar as idéias das novas músicas e fazer uma pré-produção do novo disco full-lenght, que deverá ser lançado até o final do primeiro semestre de 2008.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;O lançamento de um álbum da maneira convencional, com cd, encarte e tudo mais ainda é essencial para o trabalho de uma banda ou hoje a internet já supriu esse espaço antes controlado pelas gravadoras?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa é uma discussão infindável, que rola quase sempre entre nós mesmos da banda. A internet tem tomado conta do mercado fonográfico, mas isso tem acontecido de duas maneiras diferentes. A primeira é a forma consciente, que não existe no Brasil, somente na gringa. A maior parte do público baixa as músicas na internet, mas depois acaba comprando o CD, ou seja, existe um respeito para com o artista. Experimente ir a algum fórum de alguma banda gringa e pedir para passarem o link para o download do CD. É capaz de xingarem até sua terceira geração. Muitas vezes nem a letra de música passam. Falam pra comprar o CD. No Brasil é diferente. As pessoas não pensam que para aquele álbum ficar pronto, foi gasto uma boa grana e muitas vezes que saiu do próprio bolso do artista independente, como nós. É claro que existem outras questões como o valor altíssimo dos CD´s, a atual situação econômica do país, etc., enfim, é uma bola de neve que está crescendo a cada dia que passa, porém o pedaço de plástico redondo ainda é necessário. Já para o Embrioma a Internet tem funcionado como uma ferramenta de divulgação da banda. É assim que conseguimos conquistar mais de 7 mil pessoas na nossa comunidade do Orkut, termos mais de 60 mil plays nas músicas no &lt;a href="http://myspace.com/"&gt;myspace.com&lt;/a&gt; e mais de 20 mil plays do clipe de Dementia[bullets] no &lt;a href="http://youtube.com/" target="_blank"&gt;youtube.com&lt;/a&gt;. Mas a gente ainda quer mais (risos).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vocês inauguraram um estúdio, o The Pit, para ensaio e gravação. Quando surgiu essa necessidade de ter um estúdio próprio?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na realidade desde o início da banda o guitarrista Danílson Farisato já tinha o estúdio The Pit, mas que teve de ser fechado por reclamações da vizinhança. Por que será (risos)? Passamos o ano de 2006 inteiro praticamente sem estúdio, mas boa parte deste tempo foi tomada com a gravação do EP que foi realizada no estúdio C4. A necessidade de ter um estúdio próprio é obvia se for pensar em levar a banda com profissionalismo. Horas e horas de ensaio, reuniões e correrias. Por isso este ano resolvemos reabrir o estúdio The Pit em outro lugar, mas próximo à localização do antigo estúdio. Agora temos uma sala muito maior que a antiga e equipamentos melhores também. Lá agora é nosso QG e será lá que faremos a pré-produção do novo trabalho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Vocês mudaram de manager recentemente, agora estão com a Nayla Paschoa que reside fora do país. Estão tentando uma projeção internacional?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sim, a Nayla Paschoa está nos ajudando a poder dar o próximo passo, que é tentar uma tour ou alguma oportunidade fora do país. Estamos trabalhando contatos, e divulgando o EP o máximo que pudermos, para quem sabe este plano dar certo. Em breve já teremos nosso primeiro trabalho sendo vendido nos EUA por um esquema próprio de distribuição independente por lá, enquanto ainda não tivermos um contrato bom com algum selo americano cuidando disso. Estamos na correria!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Além do Embrioma os integrantes mantém outras atividades e projetos paralelos ou vivem exclusivamente para a banda?&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, todos temos projetos paralelos. O Embrioma infelizmente ainda não é auto-sustentável (risos). Alguns ainda têm sua atividade voltada pra música, outros não. Eu, por exemplo, sou designer digital, o Dektri (tecladista) que é administrador de redes e o Detox (baixista) que é formado em educação física. O Danilson é publicitário e possui o estúdio The Pit em parceria com o Leandro Figliolia, ambos guitarristas e professores particulares de guitarra. Leandro também dá aula de guitarra em uma escola de música, assim como Bob Smith que é professor de bateria em uma escola também.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Obrigado pela entrevista. Para finalizar fale um pouco sobre seus projetos futuros e suas considerações finais.&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nós que agradecemos a força e a oportunidade de mostrar nosso trabalho! Para o futuro próximo (primeiro semestre de 2008) aguardem pelo nosso novo álbum que com certeza vai surpreender muita gente! Podem esperar por que vem porrada à vista. Procure pela comunidade do Orkut, fotolog, etc. e confira nossa agenda de shows. Nos veremos em breve!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para conhecer mais acesse &lt;a href="http://www.embrioma.com/" target="_blank"&gt;http://www.embrioma.com/&lt;/a&gt; e ouvir as músicas &lt;a href="http://www.myspace.com/embrioma" target="_blank"&gt;www.myspace.com/embrioma&lt;/a&gt;. Agora confira o clipe dos caras.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="center"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/iqAs_yULAxw" width="425" height="350" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-183114511051078161?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/183114511051078161/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=183114511051078161&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/183114511051078161?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/183114511051078161?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/ERFYqsBYYIU/embrioma.html" title="Embrioma" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://1.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RtRkmm4czrI/AAAAAAAAAFs/tNxf5SrfINY/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/08/embrioma.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GSXw6cSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-5653852621776308290</id><published>2007-08-27T10:30:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:08.219-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:08.219-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="quadrinhos" /><title>Homem solteiro procura</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RtLXJW4czqI/AAAAAAAAAFk/dB-DmKJlBXg/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103377883525336738" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RtLXJW4czqI/AAAAAAAAAFk/dB-DmKJlBXg/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Imaginem a maior fantasia sexual de qualquer homem adolescente, agora acrescentem umas pitadas de humor &lt;em&gt;nonsense,&lt;/em&gt; Além da Imaginação, catástrofe apocalíptica, bata tudo no liquidificador até misturar bem e você terá a premissa de uma das mais bem sucedidas séries dos quadrinhos e também minha nova paixonite: Y - The Last Man.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A personagem principal da história, um ilusionista amador meio nerd e que sofre de agorafobia é o único homem sobrevivente no planeta, quando uma doença inexplicável eliminou em segundos todo ser portador do cromossomo Y (um trocadilho bem sacado com o nome do protagonista, &lt;em&gt;Yorick&lt;/em&gt;) existente. Só não é o último macho no mundo, pois seu mico cujo nome é "Ampersand" também conseguiu escapar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você, machão, que está lendo esse artigo já deve estar tendo poluções, não?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ok, eu entendo você. Então imagine também que 98% da frota de aviões caiu em pleno vôo, o sistema energético, telefônico e de abastecimento de água entram em colapso, 78% dos pedreiros, mecânicos, elitricistas e da mão-de-obra braçal bateu as botas, 84% dos líderes políticos mundiais influentes e a maioria seus acessores deixaram de existir, 52% dos produrores agropecuários viraram adubo, todas a religiões patriarcais simplesmente viraram fumaça, resumindo 48% da população mundial está morta e o fedor dos corpos na rua é só o menor dos problemas. A coisa não parece tão mais excitante agora, não é?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além de tudo isso o cenário político se transforma completamente. Israel é um dos poucos países que mantém um exército efetivo e torna-se uma potência armamentista e em meio a toda tragédia que se segue ao holocausto masculino, seitas pró-fêmea pipocam pelo mundo destruindo os bancos de esperma que proveriam um futuro à humanidade. Em meio a essa balbúrdia se encontra Yorick, um tolo romântico, cujo desejo é ir encontrar uma namorada na Austrália, acaba se transformando no ser humano mais importante vivo, perseguido por governos, loucos e sua irmã que faz parte de uma seita radical que deseja a destruição do último macho dominador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A série é recheada de piadas e tiradas inteligentes: durante o caminho os protagonistas cruzam com uma velhinha muito feliz com a morte de todos os homens do planeta, afinal metade dos ratos que infestavam sua casa morreu. Em outro episódio um grupo teatral vaga pelas cidade tentando levar um pouco de conforto às sobreviventes que no final só querem mesmo é saber como seria o final da novela.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sendo um gibi da linha Vertigo (indicada para adultos), era de se esperar uma arte mais alternativa e não convencional, mas o trabalho de Pia Guerra é limpo e, poderia dizer, quase acadêmico. Brian Vaughan garantiu três indicações ao prêmio Eisner, incluindo "Melhor Gibi" e prometeu que a série terá seu fim no nº 60 em janeiro de 2008, onde em uma edição dupla explicará muitas coisas que ainda estão em aberto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A New Line Cinema inclusive comprou os direitos de Y-The Last Man, que já está em pré-produção. A direção ficou ao encargo de D. J. Caruso e o roteiro nas mãos de Carl Ellsworth, que já trabalharam juntos em "Disturbia". Espero que pelo menos saia em terras canarinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente, nenhuma editora nacional se interessou na compra dos direitos de Y - The Last Man, o que é quase um pecado. Por isso corram para os canais alternativos de distribuição de HQ's (adoro esse eufemismo para pirataria indiscriminada) em toda a internet e adquiram o material. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-5653852621776308290?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/5653852621776308290/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=5653852621776308290&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/5653852621776308290?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/5653852621776308290?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/tcnQUtR9nuA/homem-solteiro-procura.html" title="Homem solteiro procura" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RtLXJW4czqI/AAAAAAAAAFk/dB-DmKJlBXg/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/08/homem-solteiro-procura.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GSXszcCp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-5715643395711053474</id><published>2007-08-24T14:44:00.001-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:08.588-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:08.588-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="notícias notáveis" /><title>Notícias notáveis (1)</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs8dxG4cznI/AAAAAAAAAEk/BArOd13DWgc/s1600-h/noticias.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5102329632332238450" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs8dxG4cznI/AAAAAAAAAEk/BArOd13DWgc/s400/noticias.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;1. &lt;a href="http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL91873-6091,00.html"&gt;"Capitão Dan, o Anão Demônio"&lt;/a&gt;, um anão que costuma se apresentar no Festival de Artes de Edimburgo teve de ser levado às pressas para o hospital, depois que seu pinto ficou preso num aspirador de pó durante uma de suas performances. A gerinçonça quebrou antes do espetáculo e Dan tentou consertá-lo com uma super-cola que demora 20 minutos para secar, mas ele só deixou 20 segundos... ui!&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;2. É, Nada de White Stripes no Brasil esse ano. Segundo fontes oficiais, a pedido da banda os shows serão transferidos para alguma data nos primeiros meses de 2008. Agora só nos resta sentar e chorar.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;3. Inflikted agora é The Cavalera Conspiracy. O novo projeto dos irmãos Max e Igor cavalera deu de cara com alguém que já usava esse nome, para não encrencar mudaram para um bem mais bacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;4. &lt;a href="http://www.midiacaos.com/artigos/entrevistas/andre-rodrigues-da-polaco-tattoo.html"&gt;Entrevista&lt;/a&gt; feita por esta besta que vos escreve com o tatuador André Rodrigues, do estúdio Polaco Tattoo Shop, publicada no site midiacaos.com. Vale a pena conferir, o cara é um dos melhores tatuadores de Sampa.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-5715643395711053474?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/5715643395711053474/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=5715643395711053474&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/5715643395711053474?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/5715643395711053474?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/dA06oH-AHn0/notcias-notveis-1.html" title="Notícias notáveis (1)" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs8dxG4cznI/AAAAAAAAAEk/BArOd13DWgc/s72-c/noticias.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/08/notcias-notveis-1.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GSH4yfip7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-1861725127183924059</id><published>2007-08-23T16:00:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:09.096-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:09.096-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="body art" /><title>Lucky Tattoo</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs3cIm4czlI/AAAAAAAAAEU/RPMjC-yKRGc/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101975993315020370" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs3cIm4czlI/AAAAAAAAAEU/RPMjC-yKRGc/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A tatuagem moderna brasileira tem um vánculo estreito com a gelada Dinamarca. Foi desse país do norte Europeu que veio Knud Harald Lykke Gregersen, simplesmente conhecido por Lucky Tattoo, o primeiro tatuador profissional a atuar no país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 20 de julho de 1959, o tatuador dinamarquês, loiro e corpulento, desembarcou na cidade de Santos, apresentando-se às autoridades como desenhista e pintor. O Arquivo Nacional ainda conserva sua ficha de registro na Delegacia Especializada de Estrangeiros, com o número 78655 destacado no documento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estabeleceu-se em um primeiro momento na rua João Otávio, localizada próximo ao porto e na época freqüentada por muitos marinheiros, os principais clientes . Logo depois, no ano de 1963, mudou para a rua General Câmara onde montou seu estúdio com os dizeres &lt;i&gt;&lt;b&gt;“It’s not a saylor if he hasn’t a tattoo”&lt;/i&gt;&lt;/b&gt; (“Não é um marinheiro se não tiver uma tatuagem”) impressos em uma placa na porta de entrada. Seu ateliê ficava ao lado do restaurante Chave de Ouro, o mais famoso da Boca, o equivalente santista da Lapa carioca, ou ainda do &lt;i&gt;Red District&lt;/i&gt; de Amsterdã.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucky, ou “Mr. Tattoo” como era chamado pelos clientes, logo se tornou notícia sendo fotografado pela Folha de São Paulo em 07 de janeiro de 1960, menos de seis meses após sua chegada ao país. Antes dele a cultura da tatuagem era inexistente no país, os poucos que carregavam uma &lt;i&gt;tattoo&lt;/i&gt; no corpo limitavam-se quase sempre a prostitutas e marinheiros, que tinham seus corpos desenhados por estrangeiros vindos com os navios ancorados no porto e com eles partiam deixando apenas a arte como sinal de sua passagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Knud Harald Lykke Gregersen, nasceu na cidade de Copenhague em 14 de maio de 1928, filho de Jens e Ema Gregersen. Seu pai transmitira a ele e ao irmão Ole a paixão pelos pigmentos, era tatuador e seu nome bastante conhecido na Europa dos anos 30 e 40.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucky passou quase toda a infância no ateliê do pai e lá aprendeu as técnicas de tatuar com máquina elétrica. Antes de fazer da tatuagem seu principal meio de vida, tornou-se marinheiro aos quinze anos e pagava as viagens e a alimentação com seu trabalho, coloria tripulações inteiras enquanto vagava pelos mares internacionais. Em entrevista ao jornal carioca &lt;b&gt;O Globo&lt;/b&gt;, publicada no dia 4 de dezembro de 1975 (meia página do primeiro caderno, com o titulo "Tattoo Lucky, o único tatuador profissional da América do Sul"), Lucky contou ter conhecido o Rio de Janeiro em 1946, aos dezoito anos com um amigo. Seu depoimento é um retrato de duas épocas: os anos 40, à luz do dia, e os anos 50, 60 e 70, à noite.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhou em Londres, Hamburgo, Gênova, Atenas, e Nova York, numa atividade frenética em terra firme e no mar. Em uma viagem para Rotterdam na Holanda, conheceu Peter de Haan, antes deste consagrar seu nome como &lt;b&gt;Tattoo Peter&lt;/b&gt;, um dos lendários tatuadores da &lt;i&gt;old school&lt;/i&gt;. A mulher de Peter era cantora, e Peter a acompanhava no acordeom. Peter largou aquela vida por volta da década de 50 e entrou de cara na tatuagem e veio a abrir aquele que seria o estúdio mais antigo da Europa, sobrevivendo após a morte de seu criador em 1984.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucky ainda tatuou na Alemanha pós-guerra, usava como estúdio ambulante uma moto equipada com &lt;i&gt;side-car&lt;/i&gt; e gosta de narrar a história onde teria tatuado o próprio Rei Frederico da Dinamarca e soldados da Legião Estrangeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na década de 70, quando a tatuagem começou a quebrar alguns tabus e deixou para atrás o estigma de uma arte marginal voltada para marinheiros e prostitutas, penetrando um pouco na classe média, Lucky tatuou muitos jovens cariocas, entre eles José Artur Machado, o “Petit” (1956-1989), cujo dragão inspirou Caetano Veloso a compor a canção “Menino do Rio” e o ator Evandro Mesquita, na época vocalista da banda Blitz, que carrega no braço uma águia de autoria do dinamarquês.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 1977, o então jovem Sílvio Santos, entrevistou o tatuador para seu programa na extinta TV Tupi, chegou ainda a ir ao programa de auditório de Flávio Cavalcanti e ter um curta-metragem sobre sua vida produzido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucky permaneceu em Santos durante dezoito anos, mudou-se indignado para Itanhaém, cansado de ser assaltado, permanecendo lá por cinco anos com um. estúdio em Jardim Suarão. Transferiu-se então para Arraial do Cabo, no estado do Rio de Janeiro, onde ficou um ano, até morrer do coração em 17 de dezembro de 1983, com cinqüenta e cinco anos de vida e tatuagem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao morrer, o “Mr. Tattoo” contava quarenta e cinco mil tatuados, em trinta anos de carreira, vinte e quatro dos quais no Brasil. Sua Morte ganhou a primeira página do jornal santista &lt;b&gt;A Tribuna&lt;/b&gt; (em cujo arquivo se encontra o mais vasto material sobre a vida do tatuador), na qual a morte do dinamarquês naturalizado brasileiro ocupa mais da metade da página. O texto é assinado por dois tatuadores, um americano e um italiano, que trabalharam no Brasil: Johnathan Shaw e Ciccio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As atividades declaradas no registro da Delegacia Especializada de Estrangeiros, pintor e desenhista, não eram mentirosas sob nenhum aspecto. Lucky pintou em tela sua clientela, seus vizinhos e amigos, as cenas do porto de Santos com traços primitivistas, que não agradaram os críticos, como nem sempre suas tatuagens agradaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma pequena parte dos clientes de Lucky não ficava satisfeita com o serviço, que comparado às técnicas modernas não prezavam pela perfeição, e voltavam em outros tatuadores para cobrir o trabalho. Ainda hoje quando entra algum insatisfeito em um estúdio disposto a “reformar” uma tatuagem dele quase sempre os tatuadores tentam fazer o arrependido entender que, por mais imperfeita que seja a arte, uma tatuagem de Lucky significa muito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lucky não tatuou apenas as pessoas, gravou a máquina seu nome na história da tatuagem internacional.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-1861725127183924059?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/1861725127183924059/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=1861725127183924059&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1861725127183924059?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1861725127183924059?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/PVEBn-UxFZ4/lucky-tattoo.html" title="Lucky Tattoo" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs3cIm4czlI/AAAAAAAAAEU/RPMjC-yKRGc/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/08/lucky-tattoo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GSH8yeyp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-4449555888767352491</id><published>2007-08-22T16:50:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:09.193-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:09.193-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vitrola" /><title>Mais do mesmo</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs3mFm4czmI/AAAAAAAAAEc/fu-F6apHhyU/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5101986936891690594" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs3mFm4czmI/AAAAAAAAAEc/fu-F6apHhyU/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Ninguém esperava que depois de um álbum acústico transformado em um fracasso total, Jonathan Davis &amp;amp; Cia. dessem novamente as milionárias caras à tapa tão rápido. Mas, hei que de repente, do nada, como uma bola que acerta o saco do goleiro na final do brasileirão num clássico Palmeiras x Corinthians, o Korn lança um novo disco de inéditas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os que esperavam um regresso da banda às origens em seu oitavo álbum de estúdio, podem tirar o cavalinho da chuva e levar a mimosa para o brejo, pois nada disso acontece. A única semelhança do novo projeto com os primórdios de 1994 é o fato dele, como o debut da banda, não ter um título. A explicação do conceito (ou da falta do mesmo) partiu do próprio Jonathan Davis ao exclamar em uma entrevista: "porque não deixar os nossos fãs chamá-lo como quiserem?". Como ninguém pensou nisso antes, não é mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre essas e outras frases memoráveis e criativas, cada vez mais a banda deixa de lado seu som crú e se joga para o lado do industrial, com efeitos plins, plocs, pluns e demais onomatopéias eletrônicas, mas que no final destoa pouco do trabalho que eles já vinham mostrando no fraquinho “See You On The Other Side”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Untitled” abre com uma “Intro” bem esquisita que nada tem a ver com o resto do disco, aliás, não tem nada a ver com nada, mas é seguida pela bacaninha candidata a single “Starting Over” o que dá a impressão de um disco não necessariamente inovador, mas possivelmente bem bacana. Essa impressão ainda se mantém nas duas músicas consecutivas: "Bitch We Got A Problem", que sustenta bem a transição até a entrada de "Evolution" a música mais regular do álbum, cujo refrão cantarolante (And I/I do not dare deny/The basic beast inside/It's right here, it's controlling my mind/And why/Do I deserve to die?/I'm dominated by/This animal that's locked up inside) explica o por quê de escolhê-la como música de trabalho da banda.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O grande problema de Untitled é exatamente que a música mais interessante está logo no começo e não existem outras que segurem o clima, talvez a exceção de "Innocent Bystander", a mais Korn desse trabalho do Korn. Depois de “Evolution” o álbum acaba desandando para a maçante "Hold On" e emenda na mixuruca baladinha "Kiss". Não que baladinhas sejam ruins, mas essa parece ter saído de algum catálogo de Karaokê, logo abaixo de "Unforgiven", do Metallica e acima de qualquer uma do Van Halen.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Do What They Say" tem uma melodia e uns efeitos que se destacam, mais por descrédito das anteriores do que por qualquer outra coisa, mas serve para dar uma levantada na moral para a entrada de "Ever be", muito bem arranjada e que faz não desligar o player do pc.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha expectativa para o disco era "Love and Luxury", que acabou se tornando uma prova que nem sempre nome legal é igual a música legal, monótona e em certas partes realmente chatinha. Enquanto "Killing", "Hushabye", são apenas aquele tipo de passagem que mal lembramos depois que acabam. Só passam, sem dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando música de fechamento, "I Will Protect You", finalmente termina, depois de longos e intermináveis cinco minutos e trinta e um segundos, fica aquela sensação meio azeda que o Korn devesse ficar algum tempo sem gravar. Talvez isso ajudasse, talvez não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tracklist:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1. Intro&lt;br /&gt;2. Starting Over&lt;br /&gt;3. Bitch We Got a Problem&lt;br /&gt;4. Evolution&lt;br /&gt;5. Hold On&lt;br /&gt;6. Kiss&lt;br /&gt;7. Do What They Say&lt;br /&gt;8. Ever Be&lt;br /&gt;9. Love and Luxury&lt;br /&gt;10. Innocent Bystander&lt;br /&gt;11. Killing&lt;br /&gt;12. Hushabye&lt;br /&gt;13. I Will Protect You&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-4449555888767352491?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/4449555888767352491/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=4449555888767352491&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/4449555888767352491?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/4449555888767352491?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/LDZs3SfEwRw/mais-do-mesmo.html" title="Mais do mesmo" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rs3mFm4czmI/AAAAAAAAAEc/fu-F6apHhyU/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/08/mais-do-mesmo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GSHo6eSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-5911581398831705903</id><published>2007-07-31T14:31:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:09.411-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:09.411-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="estante" /><title>Não funciona</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rq93SJthY9I/AAAAAAAAAEM/8bTKVXX5JiE/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093420857307522002" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rq93SJthY9I/AAAAAAAAAEM/8bTKVXX5JiE/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Quando era moleque eu tive um fanzine. Juro para vocês. Era voltado para divulgar bandas &lt;em&gt;punks&lt;/em&gt; obscuras, daqueles feitos em papel sulfite fotocopiado e grampeado, com imagens sobrepostas coladas ou desenhadas diretamente na folha. Se me lembro bem ele chegou a ter umas nove ou dez edições até que finalmente cansamos de pedir grana para os nossos pais e torrar com isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só para os pais, não. Pedíamos dinheiro para todo mundo, desde o dono da padaria, Seu Gumercindo, até para Dona Laís, proprietária de uma digníssima banca de jornal. Não era mole. Depois de praticamente implorar uns tostões ainda saíamos à cata de “matérias” numa época que o deus da informação (três vivas ao Google!) nem engatinhava, tentar diagramar o troço o melhor possível e bolar um esquema de distribuição via correio. Para uma brincadeira de adolescente dava muito trabalho, pode acreditar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Eis que dia desses, enquanto caminhava descompromissadamente pela Paulista dou de cara com um maluco passando pela mesma roubada, distribuindo um fanzine, melhor, uma revista de poesia chamada &lt;strong&gt;Não Funciona&lt;/strong&gt; em troca de três paus a edição. Nem hesitei, em pouco menos de dez minutos estava me esbaldando nas páginas muito, mas muito melhor diagramadas que do meu pobre protótipo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Material de qualidade, impresso em gráfica, com ótimo conteúdo produzido pelos próprios colaboradores. Os textos variam de poemas curtinhos de quatro versos até crônicas de página inteira. Tudo coletado, compilado e organizado pelo coletivo &lt;strong&gt;Poesia Maloqueirista&lt;/strong&gt;, formado por uma galera que se amarra em literatura e, principalmente, em constestação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para manter a publicação eles correram atrás e conseguiram apoio de diversas entidades e da Prefeitura de Sampa. Doaram não sei quantas mil edições para não sei quantas bibliotecas e escolas municipais, levando opiniões, debates e contestação para quem quiser e se interessar. Tudo isso sem nenhum real de lucro. Suor de camisa sem fins comerciais, você encara?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A grande dificuldade de um projeto como esse é o tempo, já que a publicação tem de ter uma periodicidade mais ou menos regular, o que muitas vezes obriga os partipantes a perderem noites de sono para fazer uma edição acontecer. Sem esquecer que eles precisam trabalhar, estudar e tem outras atividades como qualquer um. Aí que está o mérito da coisa, mesmo que não fosse uma boa publicação (e eu garanto que o é!) a revista &lt;strong&gt;Não Funciona&lt;/strong&gt;, atualmente na nona edição, já teria todo o valor especial por ser construída por pessoas que acreditam na idéia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E ainda hoje, dia 31 de julho, rola no Espaço Parlapatões, na praça Roosevelt em Sao Paulo, o lançamento da edição 10 da Não Funciona à partir das 18:00 horas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;Para quem se interessou pelo projeto da Não Funciona e quer acesso ao material, acesse o blog do coletivo no endereço: &lt;a href="http://poesiamaloqueirista.blogspot.com/"&gt;http://poesiamaloqueirista.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-5911581398831705903?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/5911581398831705903/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=5911581398831705903&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/5911581398831705903?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/5911581398831705903?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/mhgX79WFVQo/no-funciona.html" title="Não funciona" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://3.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rq93SJthY9I/AAAAAAAAAEM/8bTKVXX5JiE/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">4</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/07/no-funciona.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GSHg7fSp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-9037432333295758562</id><published>2007-07-30T17:52:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:09.605-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:09.605-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="vitrola" /><title>Inflikted</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rq5QWpthY7I/AAAAAAAAAD8/n1xIiilGYQo/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5093096578686739378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rq5QWpthY7I/AAAAAAAAAD8/n1xIiilGYQo/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Levantem as mãos pros céus headbangers, cabeludos, adoradores de satã e afins. Max e Igor Cavalera anunciaram há alguns dias atrás o nome do seu novo projeto: Inflikted. A banda já tem até página no &lt;a href="http://www.myspace.com/officialinflikted"&gt;myspace&lt;/a&gt;, e a formação foi definida com Joe Duplantier (baixo, membro da banda Gojira) e Marc Rizzo (guitarra do Soulfly).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para deixar o povo do metal ainda mais feliz, o primeiro álbum já está em processo de gravação. A produção ficou ao encargo de Lucas Banker e Logan Mader (Soulfly e Machine Head, respectivamente), e tem a previsão de lançamento para o final de 2007. Isso, isso, isso, menos de cinco meses se der tudo certo e os hermanos não se esbofetearem pelo meio do caminho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O frontman da banda Soulfly deu uma entrevista para uma revista gringa onde dizia: &lt;em&gt;“Igor me contatou. Eu estava em turnê pela Europa fazendo vários festivais e recebi uma ligação, alguém me passou o telefone dizendo, ‘É o seu irmão’. Quase tive uma porra de um ataque do coração. Eu não falava com ele tem coisa de 10 anos e esse cara me passou o telefone como se fosse o entregador de pizza! Ele apenas disse, ‘E ai cara, como vai? Eu quero te ver.’ Eu nem cheguei a pensar sobre um projeto na hora. Nós mantivemos o contato e depois disse a ele que tinha escrito algumas músicas pensando nele e perguntei se gostaria de tirar um som. Essas músicas não cabem em nenhum lugar, nem no Soufly, e nem no Sepultura. Não era como se eu o estivesse chamando pra se juntar ao Soufly, era algo novo em folha. Como um novo começo em nossas vidas. Ele gostou muito e é assim que estão as coisas no momento”&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dá até uma pontinha de esperança, não?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-9037432333295758562?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/9037432333295758562/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=9037432333295758562&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/9037432333295758562?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/9037432333295758562?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/fw1oPdZsz-M/inflikted.html" title="Inflikted" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/Rq5QWpthY7I/AAAAAAAAAD8/n1xIiilGYQo/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/07/inflikted.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4GSHY8eyp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-119058953351452582</id><published>2007-07-26T14:50:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:09.873-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:09.873-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="virtual" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="generalidades gerais" /><title>Labirinto fotográfico</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://www.lost.art.br/"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091564709881144226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqjfIJthY6I/AAAAAAAAAD0/urX2ZovGv0A/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Lost Art. Esse é o nome do &lt;a href="http://www.lost.art.br/"&gt;site&lt;/a&gt; brazuca dedicado à fotografia mais instigante que surgiu nos últimos anos. Nos últimos sete anos para ser mais exato. Afinal, o projeto desenvolvido por Louise Chin e Ignácio Aronovich não começou ontem, desde o ano 2000 eles agrupam um material belíssimo nas centenas de páginas que compõe o espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Site “sobre fotografia” é uma expressão meio pobre, genérica e eu sei que não faz juízo correto ao lugar. Melhor seria dizer que é um site sobre estilos de vida, como definem os próprios idealizadores. É possível se perder facilmente no meio da quantidade de informações e conceitos lá expostos, aliás, essa é a intenção, que você não saiba onde começou e como chegou naquele ponto onde está. Comunicação sem limitação, sem interferência, início, meio ou necessariamente um fim. Uma das maneiras mais sinceras de compartilhar informações e transmitir idéias que já vi.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há guia no site, nem qualquer espécie de direcionamento ao visitante, o que existe é um índice para ajudar na localização do que se procura. No começo utilizava esse índice para buscar assuntos específicos, mas depois de quase dois anos aprendi que se deixar levar pelas imagens traz experiências muito mais bacanas. Por vezes se não prestamos atenção, um pequeno “+” em algum canto da tela passa despercebido, escondendo mais alguma sessão relacionada ao assunto. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;O que existe no site é uma divisão de sessões, algo tão tênue que muitas vezes aquilo está locado em Travel se encaixaria também em Outdoor, ou o que está em Life poderia também estar em Style e vice-versa, sem prejudicar o conteúdo. Lá se encontram fotos de viagens nacionais e internacionais, body art, suspensão corporal, subterrâneos de Sampa, artistas urbanos, parada gay e o que mais você puder imaginar ou que o casal achou relevante fotografar. O conceito é não ter conceito específico, vale tudo, simples assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde 2006 eles também mantém um &lt;a href="http://super.abril.com.br/super2/blogs/lostart/"&gt;blog&lt;/a&gt; no site da revista Superinteressante onde quase diariamente atualizam com alguma imagem nova ou assunto bacana.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se você foi ao site e gostou, não se esqueça que as imagens têm copyright e não estão lá para serem copiadas indiscriminadamente, é necessária autorização para publicação em qualquer meio de comunicação. Você não vai ao Louvre e leva La Gioconda para casa, não é?&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-119058953351452582?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/119058953351452582/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=119058953351452582&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/119058953351452582?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/119058953351452582?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/0V1oPdRF6Ms/lost-art.html" title="Labirinto fotográfico" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqjfIJthY6I/AAAAAAAAAD0/urX2ZovGv0A/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/07/lost-art.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4HQX44eyp7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-9194533584285485172</id><published>2007-07-25T21:51:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:10.033-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:10.033-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pipoca" /><title>Veludo Andrógeno</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqiVDpthY5I/AAAAAAAAADs/N6qQq4pcjsI/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5091483268711277458" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqiVDpthY5I/AAAAAAAAADs/N6qQq4pcjsI/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Em &lt;i&gt;Velvet Goldmine&lt;/i&gt; , seu terceiro longa-metragem de ficção, Tood Haynes (do ótimo &lt;i&gt;Far from heaven&lt;/i&gt;/2002) decidiu realizar aquele que é até hoje, um dos seus mais ambiciosos projetos: um filme inspirado no &lt;i&gt;glam rock&lt;/i&gt;, estilo que teve grande representatividade na década de 70, cujos maior representante era David Bowie.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O roteiro é de autoria do próprio Haynes, baseado em uma história fictícia desenvolvida com James Lyons, editor que o acompanha desde seus primeiros filmes. Nele o jornalista britânico Arthur Stuart (Christian Bale) está escalado para cobrir a viagem do presidente dos Estados Unidos, grande admirador de um dos principais fenômenos midiáticos do ano de 1984, o roqueiro conservador Tommy Stone. Dispondo de algum tempo livre, entretanto, recebe a incumbência de escrever uma matéria sobre o cantor Brian Slade (Jonathan Rhys-Meyers), ícone da era glam que forjou seu próprio assassinato no palco de um show como golpe publicitário. Desde então, seu paradeiro permanece desconhecido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estrutura de &lt;i&gt;Velvet Goldmine&lt;/i&gt; é recuperada de &lt;i&gt;Citizen Kane&lt;/i&gt;. Um jornalista investiga fatos, entrevista pessoas que viveram próximo de Brian Slade e entremeam-se diversos &lt;i&gt;flashbacks&lt;/i&gt; com o presente, à medida que vai formando-se o quadro. Mas aqui, ao contrario do lendário filme de Orson Welles, o que importa não é a descoberta da personalidade investigada (e o significado de "rosebud"), mas a aceitação pelo investigador do seu próprio passado, pois, há medida que Stuart prossegue o seu trabalho, somos transportados à sua adolescência e assistimos ao modo como o &lt;i&gt;glam&lt;/i&gt; o afetou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como muitos outros adolescentes, Arthur foi fã de Slade, e participou de toda a agitação que tomou conta da Inglaterra na década de 70. À medida que coleta informações para o artigo, ele traz à lembrança suas próprias recordações sobre o período. A ambigüidade sexual que caracteriza o movimento &lt;i&gt;glam&lt;/i&gt; tornou-o jornalista plenamente consciente de sua homossexualidade. Surpreendido pelos pais masturbando-se com uma foto onde Slade e o cantor Curt Wild (Ewan McGregor) trocavam beijos, o jovem abandona a família em Manchester e muda-se para Londres.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Haynes fez mais um filme sobre a "aceitação" da homossexualidade do que sobre o &lt;i&gt;glam rock&lt;/i&gt;. Aceitação aqui deve ler-se no sentido de enfrentar e assumir a própria sexualidade. A simbologia a que se recorre é subjugada a este panorama mais vasto, e o recurso a um dos ícones gays mais marcantes, que é Wilde, não é acidental. No final fica a sensação de que o cenário do &lt;i&gt;glam rock&lt;/i&gt; poderia perfeitamente ter sido escolhido por Haynes &lt;i&gt;a posteriori&lt;/i&gt;, já que a história que se conta poderia recorrer a qualquer outro cenário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;b&gt;Referências&lt;/b&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em inúmeras entrevistas, Todd Haynes afirmou que seu filme era ficcional, e que seria impossível relacionar o enredo com pessoas e eventos reais. Por tratar-se, entretanto, de uma obra inspirada em um momento específico da história da música, é possível reconhecer David Bowie e diversas acontecimentos de sua vida que serviram de base para a construção das personagens de Slade e Wild.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O próprio título do filme,&lt;i&gt;Velvet Goldmine&lt;/i&gt;, é o nome de uma canção de David Bowie, um dos maiores ícones do &lt;i&gt;glam&lt;/i&gt;, lançada em um compacto "lado b" do disco "The Rise and Fall of Ziggy Stardust" de 1972. Apesar da referencia aberta, Bowie não autorizou o uso de suas canções no filme, afirmando que futuramente pretendia fazer por si mesmo um filme para retratar o período do &lt;i&gt;glam rock&lt;/i&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No entanto, ele continuou sendo a maior referencia para criar o músico Brian Slade, assim como Iggy Pop e Lou Reed serviram para caracterizar a personalidade de Curt Wilde, fato explicitado durante o encontro entre Slade e Wild reproduz o momento em que David Bowie conheceu Iggy Pop nos Estados Unidos. Como no filme, ele intermediou a contratação do artista americano para a gravação de um disco na Inglaterra. A exemplo de Wild, Pop enfrentava problemas com heroína nesta época, e estava sob tratamento com metadona para livrar-se da dependência química.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já mudança de Wild para Berlim é uma referência a dois momentos importantes nas trajetórias de Lou Reed e David Bowie. O primeiro ambientou na cidade um de seus mais ambiciosos projetos, o álbum conceitual Berlin, de 1973. O segundo gravou na capital alemã, tendo por produtor Brian Eno - ele próprio um artista da geração &lt;i&gt;glam&lt;/i&gt; - os três discos que são usualmente considerados os mais radicais de sua carreira: &lt;i&gt;Low&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Heroes&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Lodger&lt;/i&gt;. Os quatro trabalhos, segundo especialistas, são marcados por um tom melancólico e depressivo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na seqüência em que Mandy relata ter visto Wild e Slade acordarem juntos é uma referência ao suposto incidente em que Angela Bowie, retornando a Londres após uma viagem, teria encontrado o marido em sua cama de casal com Mick Jagger. Angela fez esta declaração em uma entrevista para "The Joan Rivers Show" em maio de 1990. Jagger e Bowie negaram as afirmações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#333333;"&gt;&lt;b&gt;Trilha Sonora&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;A trilha sonora do filme foi um dos aspectos que mais mereceu atenção de Tood Haynes.&lt;br /&gt;Como originalmente o diretor pretendia concentrar seu trabalho em cima da carreira de David Bowie, de onde tiraria também grande parte das músicas, após a afirmação do artista que não queria envolvimento com o projeto, Haynes teve de reescrever parte do roteiro e trocar praticamente toda trilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A estratégia então adotada pelo Haynes na escolha e distribuição das faixas consistiu em não realizar dublagens de material dos anos 70. Deste modo, nas seqüências em que os atores aparecem cantando, as versões utilizadas não são originais, mas sim covers executados por duas bandas especialmente montadas para este fim e que correspondem, na trama, aos grupos que acompanham as personagens de Ewan McGregor (Curt Wylde) e Jonathan Rhys-Meyers (Brian Slade): Wild Ratttz e The Venus In Furs, respectivamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Conforme o projeto inicial, os atores deveriam apenas dublar os vocais de uma destas duas bandas. Nos testes para o filme, entretanto, Jonathan Rhys-Meyers e Ewan McGregor mostraram-se tão à vontade com os microfones que terminaram executando eles próprios a maior parte das canções de suas personagens. A maioria destas interpretações não foram, entretanto, preservadas na edição comercial da trilha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A montagem das bandas reuniu artistas de diferentes estilos e gerações, e inclui desde participantes diretos do movimento &lt;i&gt;glam&lt;/i&gt; até músicos com passagens mais recentes na história do rock. O &lt;i&gt;The Venus In Furs&lt;/i&gt; é formado por: Thom Yorke e Jonny Greenwood, vocalista e guitarrista do &lt;i&gt;Radiohead&lt;/i&gt;; Andy Mackay, saxofonista e membro original do &lt;i&gt;Roxy Music&lt;/i&gt;; Bernard Butler, antigo guitarrista da banda &lt;i&gt;Suede&lt;/i&gt;; Clune, baterista que acompanha David Gray e Paul Kimble, baixista do &lt;i&gt;Grant Lee Buffalo&lt;/i&gt;. Wild Ratttz é formado: Thurston Moore e Steve Shelley, vocalista e baterista do &lt;i&gt;Sonic Youth&lt;/i&gt;; Mike Watt, baixista; Ron Asheton, guitarrista e membro original do &lt;i&gt;The Stooges&lt;/i&gt;; Mark Arm, vocalista do &lt;i&gt;Mudhoney&lt;/i&gt;; Don Fleming, guitarrista e produtor que já integrou diversas bandas independentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O filme ainda conta participações das músicas outras bandas, como &lt;i&gt;Pulp&lt;/i&gt;, &lt;i&gt;Teenage Fanclub&lt;/i&gt; e &lt;i&gt;Placebo&lt;/i&gt;, compondo uma das melhores trilhas sonoras do cinema contemporâneo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Infelizmente esse longa-metragem está fora de catálogo no Brasil, e para conseguí-lo somente através de locadoras que tenham um acervo mais alternativo, importando ou copiando de algum amigo caridoso. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-9194533584285485172?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/9194533584285485172/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=9194533584285485172&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/9194533584285485172?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/9194533584285485172?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/kYaQyoGUQ7Y/veludo-andrgeno.html" title="Veludo Andrógeno" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqiVDpthY5I/AAAAAAAAADs/N6qQq4pcjsI/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/07/veludo-andrgeno.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak4HQXw9eip7ImA9WxRbGUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8780207829140522997.post-1623774805394891497</id><published>2007-07-24T16:13:00.000-03:00</published><updated>2008-12-10T12:22:10.262-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2008-12-10T12:22:10.262-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pipoca" /><title>De volta a Jersey</title><content type="html">&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqZP3pthY4I/AAAAAAAAADk/TcUjLlVd4_8/s1600-h/imagemblog.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5090844246297109378" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqZP3pthY4I/AAAAAAAAADk/TcUjLlVd4_8/s400/imagemblog.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;O que é New Jersey? Nada, é a resposta que a grande maioria dos americanos responderia. Afinal, New Jersey está para New York assim como o Canadá está para os Estados Unidos, um estado que vive totalmente em função do outro. Quem se lembraria do Canadá sem a Polícia Montada, não é? E quem se lembraria de Jersey se não fosse... se não fosse o que mesmo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kevin Smith se lembraria, afinal ele está por lá desde sempre. Aliás, seu filme de estréia, O Balconista, rodado com um mega-orçamento de trinta mil dólares e mais duzentos mil de pós-produção, é ambientado no distrito de Leonardo, onde Judas perdeu a tanga. Lá Smith retratou com humor ácido e sem piedade a vida de dois empregados de uma loja de conveniências no lugar onde o mais importante “monumento” é a via expressa New Jersey Turnpike. Um chute no saco do American Way Of Life.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entre as inúmeras referências cinematográficas e musicais que aparecem no filme estão Randall e Dante, dois alienados chafurdando na mesmice atrás de um balcão na loja Quick Stop. A inspiração para o roteiro veio da própria vida desesperadora que Smith levou até a conclusão do segundo grau, onde trabalhava numa loja semelhante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Balconista marcou época não apenas por ter sido rodado em preto e branco, mas sim por usar e abusar do cinismo, do politicamente incorreto e do humor negro enquanto esse estilo de produção escrachada apenas engatinhava. Um olhar sarcástico e impiedoso sobre a América que todo americano quer varrer para baixo do tapete.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Smith se transformou aos poucos num cineasta de sucesso. Rodou mais cinco filmes ambientados nos mesmos lugares, linkou personagens ao longo da carreira, principalmente a dupla Jay (Jason Mewes) e Silent Bob (o próprio Smith), dois vendedores de drogas que fazem ponto do lado de fora da Quick Stop.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Claro que nem todos eles foram acertos, Procura-se Amy (Chasing Amy, 1997) e Menina Dos Olhos (Jersey Girl, 2002) e Dogma (1999) são muito bacanas, mas Barrados No Shopping (Mallrats, 1995) é uma bela porcaria. O importante é que nesses treze anos o cineasta não perdeu sua identidade e continuou contestando o establishment e tudo aquilo em que não acredita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é surpresa observar os mesmos traços no novo filme do cara, uma esperada seqüência para O Balconista, com os mesmos Brian O'Halloran (no papel de Dante Hicks) e Jeff Anderson (Randall), além da volta dos impagáveis Jay e Silent Bob. O roteiro traz uma transformação na vida dos dois inúteis principais. Depois de dez anos trabalhando na Quick Stop, Dante e Randall são obrigados a lidar com o recomeço em outro lugar, no caso, o restaurante Mooby's, após um incêndio que destrói a velha loja de conveniências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a deixa para Smith mostrar a vida dos dois personagens após uma década e ver que pouco mudou. Mesmo que Dante tenha uma oportunidade única para mudar sua vida, através do casamento com Emma (vivida por Jennifer Schwalback Smith, esposa do diretor) e a conseqüente mudança para a Florida, onde terão um lava-carros para administrar. O ponto crucial do filme está no fato que Dante é enamorado de Becky, vivida por Rosário Dawson, chefe dele no Mooby's.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto Dante pondera sobre suas opções, Randall, Jay, Silent Bob e uma galeria de personagens de outros filmes de Smith, vividos por amigos e colaboradores dele, como Ben Affleck e Jason Lee, passam pelo caixa registrador do Mooby's, dando espaço para todo tipo de piada politicamente incorreta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Kevin Smith ainda consegue sacanear com ícones da indústria cultural - a cena em que Randall e Elias discutem sobre a importância de O Senhor Dos Anéis e Guerra Nas Estrelas é imperdível - e dá um primoroso chute no saco de uma geração que passou em branco pelo mundo, perdida em conceitos inúteis e vitimada por uma conjuntura que mudou muito rápido. Qualquer semelhança não é mera coincidência. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8780207829140522997-1623774805394891497?l=culturaenutil.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://culturaenutil.blogspot.com/feeds/1623774805394891497/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="https://www.blogger.com/comment.g?blogID=8780207829140522997&amp;postID=1623774805394891497&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1623774805394891497?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8780207829140522997/posts/default/1623774805394891497?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CulturaE-ntil/~3/V8_Da9zkXPo/o-que-new-jersey-nada-resposta-que.html" title="De volta a Jersey" /><author><name>Ronzi Zacchi</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:extendedProperty name="OpenSocialUserId" value="12531688520777070843" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_54FvT3jlBJk/RqZP3pthY4I/AAAAAAAAADk/TcUjLlVd4_8/s72-c/imagemblog.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://culturaenutil.blogspot.com/2007/07/o-que-new-jersey-nada-resposta-que.html</feedburner:origLink></entry></feed>
