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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/atom10full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><feed xmlns="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearch/1.1/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" gd:etag="W/&quot;DEYCQXY9eip7ImA9WhVTEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181</id><updated>2012-02-24T18:42:40.862-02:00</updated><category term="Direito Trabalhista - Aviso Prévia - Nova Regulação" /><category term="EIRELI - Lei nº 12.441/2011 - Críticas à Regulação" /><category term="BMFBOVESPA - Sociedades Anônimas - Regulação - CVM" /><category term="Creuz e Villarreal Advogados Associados - Advogados - Jurídico" /><category term="Holding - Tributação - Trabalhista - Sindicatos" /><category term="EIRELI - Proposta Legislativa - Alteração" /><category term="Tributário - Nota Fiscal - Emissão por devedores" /><category term="Publicidade - Restrições - Entendimentos do STJ" /><category term="Clubes de Desconto - Clubes de Compra - Questões Legais - Cuidados com clubes de compra" /><category term="Construtoras - Taxa de Corretagem - Responsabilidade pelo pagamento" /><category term="Trabalhista - Assédio Moral - Colegas de Trabalho" /><category term="Aviso Prévio - Nova Regulação" /><category term="Calçada - Manutenção - Multa e Penalidades" /><category term="Dano Moral - Indenização - Cobrança Indevida do Fisco" /><category term="Marcas e Patentes - Branding - Gestão de Marcas" /><category term="Direito Trabalhista - Hora Extra- Celular e email" /><category term="Dano Moral - Indenização - Transmissão a Herdeiros" /><category term="Locação - Garantias" /><category term="SIMPLES - Estado de São Paulo - Inscrição - Critérios para cassar" /><category term="DNRC - STJ - Publicação de Editais - Jornal de Grande Circulação" /><category term="Defesa da Concorrência - MERCOSUL - Regulação" /><category term="Indenização - Funcionário - Promessa Enganosa de Contratação" /><category term="Refis - Direito Tributário - Liminar contra exclusão" /><category term="PLR - Pagamento Obrigatório" /><category term="Documentos sigilosos - Reclamação Trabalhista" /><category term="Contratos Escolares - Jurisprudência STJ" /><category term="Certidão Negativa de Débitos Trabalhista - Poder Público" /><category term="Multa de Trânsito - Infrações - Tolerância de Radares" /><category term="Direitos Autorais - Uso de Imagem" /><category term="Welcome - CV ADV - Advogados" /><category term="Educação - Tributos e Impostos - Isenção" /><category term="MERCOSUL - MERCOSUR" /><category term="Greve - Bancários - Dicas sobre o que fazer" /><category term="Fraude Bancária - Direitos de Correntistas e Consumidores - Instituições Financeiras" /><category term="Aviso Prévio - Alteração Legal" /><category term="Exportação - 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Lei nº 12.441/2011 - Vigência" /><category term="Vínculo empregatício - Atividade-fim" /><category term="Macroeconomia - América Latina - Modelo" /><category term="Justiça do Trabalho - Consultas - Cadastros - Processo Seletivo" /><title>CV ADV Creuz e Villarreal Advogados Associados</title><subtitle type="html">Empresarial – Tributário – Trabalhista - Contratos – Franchising - Imobiliário</subtitle><link rel="http://schemas.google.com/g/2005#feed" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/posts/default" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/" /><link rel="next" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default?start-index=26&amp;max-results=25&amp;redirect=false&amp;v=2" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>55</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados" /><feedburner:info uri="cvadvcreuzevillarrealadvogadosassociados" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><feedburner:emailServiceId>CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados</feedburner:emailServiceId><feedburner:feedburnerHostname>http://feedburner.google.com</feedburner:feedburnerHostname><entry gd:etag="W/&quot;DEYCQXY8fSp7ImA9WhVTEUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-5031974121719568035</id><published>2012-02-24T18:42:00.002-02:00</published><updated>2012-02-24T18:42:40.875-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-24T18:42:40.875-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direitos Autorais - Uso de Imagem" /><title>Ira! receberá R$ 10 mil da Folha por uso da imagem em encartes de CD promocional</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ira! receberá R$ 10 mil da Folha por uso da imagem em encartes de  CD promocional&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;24/02/2012 - 10h10&lt;/div&gt;&lt;div&gt;DECISÃO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O grupo de rock Ira! não conseguiu aumentar o valor da condenação imposta à  Empresa Folha da Manhã S/A por uso indevido da imagem da banda. A Quarta Turma  do Superior Tribunal de Justiça (STJ) confirmou a decisão da Justiça paulista.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O jornal produziu CDs para distribuição gratuita a assinantes, com  autorização dos músicos. Mas usou, sem autorização, a imagem dos integrantes nos  folhetos que acompanharam o disco. A indenização foi arbitrada em R$ 10 mil.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os músicos alegaram inicialmente omissão da corte local e violação genérica  de normas legais federais. Para o então relator, ministro João Otávio de  Noronha, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) fundamentou devidamente a  decisão, não havendo omissão a ser sanada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto às leis federais, o ministro afirmou ser impossível delimitar os  limites da controvérsia se o recurso não individualiza os artigos tidos pela  parte como violados. O recurso especial foi parcialmente admitido e negado.  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os membros da banda reiteraram os pedidos em embargos de declaração.  Segundo argumentaram, a decisão anterior do STJ também seria omissa, já que o  recurso reuniria condições de admissibilidade e a questão do valor dos danos  morais independeria de indicação da lei federal supostamente violada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fundamentação vinculada&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O novo relator do caso, ministro Marco Buzzi, afastou a pretensão dos  músicos do Ira!. Para ele, a pretexto de buscar sanar omissão, a parte tentou  apenas reformar a decisão do relator original. Por isso, ele recebeu os embargos  como agravo regimental, mas o negou. &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Segundo Buzzi, o recurso especial é de fundamentação vinculada. Isto é, o  STJ pode apreciar o pedido da parte nos limites estritos da impugnação. “Assim,  a ausência de indicação expressa de dispositivos legais tidos por vulnerados não  permite verificar se a legislação federal infraconstitucional restou, ou não,  malferida”, explicou. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quanto ao precedente que teria admitido discutir a indenização sem  indicação de violação a lei federal, o relator afirmou que não se pode concluir  isso da ementa ou mesmo do inteiro teor do julgado. Além disso, o caso não tem  semelhança com a situação analisada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coordenadoria de Editoria e Imprensa &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;IN: &lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104811&amp;amp;utm_source=agencia&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=pushsco"&gt;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104811&amp;amp;utm_source=agencia&amp;amp;utm_medium=email&amp;amp;utm_campaign=pushsco&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-5031974121719568035?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W-zTGt95k34ysCSduinSi09CvAw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W-zTGt95k34ysCSduinSi09CvAw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W-zTGt95k34ysCSduinSi09CvAw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/W-zTGt95k34ysCSduinSi09CvAw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/VvdPT9AgxRI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/5031974121719568035/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/02/ira-recebera-r-10-mil-da-folha-por-uso.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5031974121719568035?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5031974121719568035?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/VvdPT9AgxRI/ira-recebera-r-10-mil-da-folha-por-uso.html" title="Ira! receberá R$ 10 mil da Folha por uso da imagem em encartes de CD promocional" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/02/ira-recebera-r-10-mil-da-folha-por-uso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4BRnszfyp7ImA9WhVTEU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-2642915638533032106</id><published>2012-02-24T15:35:00.000-02:00</published><updated>2012-02-24T15:35:57.587-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-24T15:35:57.587-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Macroeconomia - América Latina - Modelo" /><title>Modelo da América Latina - Alguns ensinamentos da AL poderiam servir de modelo</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Modelo da América Latina - Alguns ensinamentos da AL poderiam  servir de modelo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Métodos keynesianos para um relançamento rápido da economia não funcionam  agora como funcionaram em 2008 e 2009&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;WOLFGANG SCHAUEBLE&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;24 de fevereiro de 2012 | 3h 03&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;WOLFGANG SCHAUEBLE É MINISTRO DE FINANÇAS DA ALEMANHA, WOLFGANG, SCHAUEBLE,  É MINISTRO DE FINANÇAS DA ALEMANHA - O Estado de S.Paulo&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Artigo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A despeito da excitação gerada pelo debate sobre a crise da dívida soberana  na zona do euro, suas causas e os possíveis remédios, concordamos todos em um  ponto central: teremos de atacar os problemas pela raiz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Na zona do euro - como em outros lugares -, estes consistem no elevado  nível de endividamento, na insuficiência competitiva e na fraca regulação do  setor financeiro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A questão que divide os membros da zona do euro e seus críticos,  essencialmente no mundo anglófono, é a do remédio a ministrar: enquanto que a  Europa optou por reformas estruturais fundamentais e uma redução da dívida em  benefício do crescimento, outros acreditam na salvação através de estímulos a  curto prazo que permitam às economias mais frágeis da Europa crescer, deixando  para trás a situação de endividamento. Cabe contar com um tratamento prioritário  dessas questões durante a reunião dos ministros do G-20 e presidentes de bancos  centrais no México, programada para este fim de semana.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Alemanha defende a posição de que a dinamização do consumo e do  crescimento através de estímulos a curto prazo não será suficiente para a  superação da crise. Bem pelo contrário, a própria crise representa uma denúncia  dessa filosofia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Uma estratégia para o crescimento baseada no acúmulo ainda maior de dívidas  terá como efeito, a longo prazo, travar em vez de estimular o crescimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trata-se de uma lição que alguns países da América Latina tiveram de  aprender. Quando as políticas fiscais e financeiras estão descontroladas e os  níveis da dívida e do déficit deixaram de ser sustentáveis, os métodos  keynesianos para um relançamento rápido da economia deixam de funcionar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Esses estímulos funcionaram em 2008 e 2009 quando a confiança no sistema  sofreu um colapso, porém as fundações eram sólidas em muitas economias  avançadas. Hoje, os problemas estruturais pendentes em partes da zona do euro  significam que qualquer estímulo financiado através da contração de dívidas se  esgotaria rapidamente, acabando por aumentar ainda mais o endividamento dos  países.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Qualquer que seja o esforço financeiro, não vamos poder fugir da situação  difícil que atravessamos nem vamos diminuir o peso da nossa dívida  inflacionando-a cada vez mais.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Afrouxar a política monetária e fiscal no curto prazo para prometer um  regime mais rigoroso na sequência talvez tenha funcionado no passado. Hoje,  porém, a perda de confiança dos investidores e da população em alguns dos  países- membros da zona do euro é tal que esses mecanismos fracassariam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O compromisso assumido na cúpula do G-20 em Cannes, no ano passado, no  sentido de implementar políticas fiscais estimulantes na hipótese das condições  econômicas globais deteriorarem, aplica-se, na realidade do cenário atual,  apenas aos países cujas contas públicas continuaram estáveis e que conseguiram  manter suas metas fiscais para o médio prazo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Concluímos que deveríamos inspirar-nos com aqueles que já concretizaram  ajustes estruturais no passado em vez de buscar remédios keynesianos. A  Alemanha, muitos de nossos vizinhos no leste e no norte europeu, como também  várias economias da América Latina, o México e o Brasil inclusive, abandonaram  as políticas econômicas assentes na dívida, aceitaram regras fiscais e  implementaram reformas que tornaram seus setores público e privado mais eficazes  e competitivos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Isso não significa que a mera disciplina fiscal seja suficiente para  garantir uma redução duradoura da dívida e do déficit públicos. O crescimento  constitui um ingrediente necessário. Mas o crescimento precisa ser sustentável e  é por esse motivo que a Europa optou pela dinamização da produtividade, pela  exposição cada vez maior dos seus mercados à concorrência externa, pela melhoria  do sistema educacional e pelo esforço de tornar seus mercados de trabalho mais  flexíveis e mais integrados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Reformas estruturais e fiscais não deixam de ter desvantagens - requerem  mais tempo e tendem a fazer sofrer, ao menos numa primeira fase, os segmentos  mais fracos da sociedade. É uma das razões pelas quais alguns dos  Estados-membros da zona do euro que lutaram por recursos próprios estão  recebendo apoio dos demais Estados-membros e do Fundo Monetário Internacional no  intuito de atenuar os rigores da transição.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Serão suficientes essas medidas para prevenir o risco de contágio? A dívida  soberana - será que também ela deveria ser mutualizada na zona do euro? Será que  o Banco Central Europeu deveria imprimir dinheiro para financiar os orçamentos  dos Estados-membros? Será que deveríamos ampliar constantemente os firewalls? A  resposta clara é não.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essas medidas não só faltariam à solução dos problemas ligados ao  endividamento e à competitividade que levaram os países afetados para onde estão  hoje, mas também acarretariam um desincentivo para seus governos de continuar  com a consolidação e as reformas necessárias.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Se quisermos que os países da zona do euro cresçam de forma duradoura e que  o euro mantenha a estabilidade impressionante de que deu provas desde sua  criação, os retardatários da Europa precisam priorizar sua competitividade. É  esta a única maneira de restaurar a confiança popular e a dos investidores, e a  única maneira de reduzir a elevada taxa de desemprego em alguns desses países,  sobretudo a dos jovens.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Insistimos na necessidade de reformas fiscais e estruturais rápidas por  serem as únicas medidas com hipótese de sucesso. Não nos limitamos a sanar os  sintomas, mas atacamos as causas dos problemas - por enquanto com êxito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;IN: &lt;a href="http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,alguns-ensinamentos-da-al-poderiam-servir-de-modelo-,839751,0.htm"&gt;http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,alguns-ensinamentos-da-al-poderiam-servir-de-modelo-,839751,0.htm&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-2642915638533032106?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/evjuDtolQdxZReAgLpDd3oS4YOw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/evjuDtolQdxZReAgLpDd3oS4YOw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Utilizar no processo de contratação de empregados a consulta a serviços de  proteção ao crédito e a órgãos policiais e do Poder Judiciário não é fator de  discriminação, e sim critério de seleção de pessoal que leva em conta a conduta  individual. Com esse argumento, a G. Barbosa Comercial Ltda., rede de lojas de  Aracaju (SE), conseguiu evitar, na Justiça do Trabalho, condenação por prática  discriminatória e dano moral coletivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou apelo do  Ministério Público do Trabalho da 20ª Região (SE), ao não conhecer do seu  recurso de revista. Por meio de ação civil pública, o MPT pretendia impedir a  empresa de realizar pesquisa no Serviço de Proteção ao Crédito (SPC), na  Centralização dos Serviços dos Bancos (Serasa) e em órgãos policiais e do Poder  Judiciário com a finalidade de subsidiar processo de seleção para contratação de  empregados. No recurso ao TST, o MPT alegou que a decisão regional violou os  artigos 1º, inciso III, 3º, inciso IV, 5º, inciso X, da Constituição da  República, e 1º da Lei 9.029/1995, sustentando que a conduta da empresa é  discriminatória.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Tudo começou com uma denúncia anônima em 13/09/2002, informando que a  empresa adotava a prática discriminatória de não contratar pessoas que, mesmo  satisfazendo os requisitos para admissão, tivessem alguma pendência no SPC. Um  inquérito foi aberto e, na audiência, a empresa se recusou a assinar Termo de  Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) para se abster de fazer a pesquisa.  O MPT, então, ajuizou a ação civil pública. Na primeira instância, a empresa foi  condenada à obrigação de não fazer a pesquisa, sob pena de multa de R$ 10 mil  por cada consulta realizada e, ainda, a pagar indenização de R$ 200 mil por dano  moral coletivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A empregadora, conhecida pelo Supermercado GBarbosa, recorreu então ao  Tribunal Regional do Trabalho da 20ª Região (SE), alegando que o critério  utilizado leva em consideração a conduta do indivíduo e se justifica pela  natureza do cargo a ser ocupado, não se caracterizando discriminação de cunho  pessoal, que é vedada pela lei. Além disso, afirmou que, apesar de atuar no ramo  de varejo, com concessão de crédito, não coloca obstáculo à contratação de  empregados que tenham seu nome inscrito no SPC, mas evita destiná-los a funções  que lidem com dinheiro, para evitar delitos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O TRT/SE julgou improcedente a ação civil pública, destacando que, na  administração pública e no próprio processo seletivo do Ministério Público, são  feitas exigências para verificar a conduta do candidato. Nesse sentido,  ressaltou que a discriminação vedada pela Constituição é a decorrente de  condição pessoal - sexo, origem, raça, cor, estado civil, situação familiar ou  idade-, que teria origem no preconceito. Ao contrário, a discriminação por  conduta individual, relativa à maneira de proceder do indivíduo em suas relações  interpessoais, não é vedada por lei.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O Regional lembrou que a Constituição dá exemplos literais de discriminação  quanto ao conhecimento técnico-científico (qualificação) e reputação (conduta  social) quando exige, para ser ministro do Supremo Tribunal Federal ou de  Tribunais Superiores, cidadãos de notável saber jurídico e reputação ilibada.  Essas exigências não são preconceituosas e se justificam pela dignidade e  magnitude dos cargos a serem ocupados, porém, não deixam de ser  discriminatórias. O Regional concluiu que "não se pode retirar do empresário o  direito de escolher, dentre os candidatos que se apresentam, aqueles que são  portadores das qualificações técnicas necessárias e cuja conduta pessoal não se  desvia da normalidade".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Cadastro público&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao examinar o caso, o relator do recurso de revista, ministro Renato de  Lacerda Paiva, frisou que os cadastros de pesquisas analisados pela G. Barbosa  são públicos, de acesso irrestrito, e não há como admitir que a conduta tenha  violado a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas. Destacou  também que, se não há proibição legal à existência de serviços de proteção ao  crédito, de registros policiais e judiciais, menos ainda à possibilidade de  algum interessado pesquisar esses dados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nesse sentido, o ministro salientou que, "se a Administração Pública, em  praticamente todos os processos seletivos que realiza, exige dos candidatos,  além do conhecimento técnico de cada área, inúmeros comprovantes de boa conduta  e reputação, não há como vedar ao empregador o acesso a cadastros públicos como  mais um mecanismo de melhor selecionar candidatos às suas vagas de  emprego".&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Preocupado com a questão de que, quanto à análise de pendências judiciais  pela G. Barbosa, houvesse alguma restrição quanto à contratação de candidatos  que tivessem proposto ações na Justiça do Trabalho, o ministro José Roberto  Freire Pimenta levantou o problema, mas verificou que não havia nada nesse  sentido contra a empresa. O empregador, segundo o ministro, tem todo o direito  de, no momento de contratar, apurar a conduta do candidato, porque depois,  questionou, "como é que faz para rescindir"? Em decisão unânime, a Segunda Turma  não conheceu do recurso.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;(Lourdes Tavares/CF)&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Processo: RR-38100-27.2003.5.20.0005&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;IN:&amp;nbsp;&lt;a href="http://www.tst.jus.br/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/jt-rejeita-acao-contra-rede-de-lojas-que-realiza-consultas-previas-em-processo-seletivo?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D4"&gt;http://www.tst.jus.br/noticias/-/asset_publisher/89Dk/content/jt-rejeita-acao-contra-rede-de-lojas-que-realiza-consultas-previas-em-processo-seletivo?redirect=http%3A%2F%2Fwww.tst.jus.br%2Fnoticias%3Fp_p_id%3D101_INSTANCE_89Dk%26p_p_lifecycle%3D0%26p_p_state%3Dnormal%26p_p_mode%3Dview%26p_p_col_id%3Dcolumn-3%26p_p_col_pos%3D1%26p_p_col_count%3D4&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-2688605445753648834?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doSWIz4KTqOPY_I7QLgkDaRc_uo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doSWIz4KTqOPY_I7QLgkDaRc_uo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doSWIz4KTqOPY_I7QLgkDaRc_uo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/doSWIz4KTqOPY_I7QLgkDaRc_uo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/8o_1ZaWVvbw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/2688605445753648834/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/02/justica-do-trabalho-rejeita-acao-contra.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2688605445753648834?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2688605445753648834?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/8o_1ZaWVvbw/justica-do-trabalho-rejeita-acao-contra.html" title="Justiça do Trabalho rejeita ação contra rede de lojas que realiza consultas prévias em processo seletivo" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/02/justica-do-trabalho-rejeita-acao-contra.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0UCR3c7eyp7ImA9WhRaEkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-5908862416324998888</id><published>2012-02-14T16:47:00.000-02:00</published><updated>2012-02-14T16:47:46.903-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-14T16:47:46.903-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Contratos Escolares - Jurisprudência STJ" /><title>A aplicação da jurisprudência do STJ aos contratos escolares</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A aplicação da jurisprudência do STJ aos contratos  escolares&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;22/01/2012 - 08h00&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;ESPECIAL&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A educação no Brasil é um direito definido pela Constituição, mas nem  sempre é ao Estado que o cidadão recorre para tê-lo assegurado. Quando a opção é  pelo ensino particular, a natureza jurídica da relação entre instituição e aluno  passa ser de prestação de serviço. O Superior Tribunal de Justiça (STJ) tem  precedentes e jurisprudência consolidada sobre diversos temas relacionados à  cobrança de mensalidades, reajustes e obrigações das escolas com os alunos.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O universo do ensino privado no Brasil cresceu nos últimos cinco anos. É o  que revelam dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais  Anísio Teixeira (Inep). O Censo Escolar 2010 mostrou que o Brasil tinha, à  época, 7,5 milhões de estudantes matriculados na educação básica privada –  creche, pré-escola, ensino fundamental e médio, educação profissional, especial  e de jovens e adultos. No total de estudantes, as escolas particulares ficaram  com uma fatia de 14,6%. Em 2007, eram 6,3 milhões de alunos matriculados na rede  privada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Com a demanda crescente, a quantidade de escolas e faculdades particulares  também se multiplicou. A Fundação Getúlio Vargas (FGV), em  estudo realizado  para a Federação Nacional das Escolas Particulares (FENEP), em 2005,  contabilizava 36.800 estabelecimentos de ensino privado no país. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Penalidade pedagógica&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Legislação e jurisprudência são claras ao garantir que a existência de  débitos junto à instituição de ensino não deve interferir na prestação dos  serviços educacionais. O artigo 6º da Lei 9.870/99 diz que “são proibidas a  suspensão de provas escolares, a retenção de documentos escolares ou a aplicação  de quaisquer outras penalidades pedagógicas por motivo de inadimplemento”.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os débitos devem ser exigidos em ação própria, sendo vedada à entidade  educacional interferir na atividade acadêmica dos seus estudantes para obter o  adimplemento de mensalidades escolares. Ainda assim, a prática é comum e o  debate chega ao STJ em recursos das partes. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em 2008, a Primeira Turma considerou nula cláusula contratual que  condicionava o trancamento de matrícula ao pagamento do correspondente período  semestral em que requerido o trancamento, bem como à quitação das parcelas em  atraso. O relator, ministro Benedito Gonçalves, entendeu que a prática constitui  penalidade pedagógica vedada pela legislação. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;“Ao trancar a matrícula, o aluno fica fora da faculdade, não frequenta  aulas e não participa de nenhuma atividade relacionada com o curso, de modo que  não pode ficar refém da instituição e ver-se compelido a pagar por serviços que  não viria receber, para poder se afastar temporariamente da universidade”,  afirmou o ministro. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O ministro não nega que o estabelecimento educacional tenha o direito de  receber os valores que lhe são devidos, mas reitera que não pode ele lançar mãos  de meios proibidos por lei para tanto, devendo se valer dos procedimentos legais  de cobranças judiciais (REsp 1.081.936).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Retenção de certificado&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A inadimplência também não é justificativa para que a instituição de ensino  se recuse a entregar o certificado de conclusão de curso ao aluno. O  entendimento foi da Segunda Turma, que enfrentou a questão em 2008, no  julgamento de um recurso de um centro universitário de Vila Velha (ES). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O relator foi o ministro Mauro Campbell. A instituição alegava que a  solenidade de colação de grau não seria abrangida pela proteção legal, sendo que  sua proibição não seria penalidade pedagógica. Mas para o ministro, a vedação  legal de retenção de documentos escolares abrange o ato de colação de grau e o  direito de obter o respectivo certificado (REsp 913.917). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Multa administrativa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os alunos de escolas particulares são consumidores na medida em que  utilizam um serviço final. Já as escolas e faculdades particulares podem ser  consideradas fornecedoras, pois são pessoas jurídicas que oferecem o ensino.  Assim, sujeitam-se também ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) e aos órgãos  de proteção. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em 2010, a Primeira Turma decidiu restabelecer uma multa aplicada pelo  Procon de São Paulo contra a mantenedora de uma escola que reteve documentos  para transferência de dois alunos, por falta de pagamento de mensalidades. O  relator foi o ministro Luiz Fux, que hoje atua no Supremo Tribunal Federal  (STF). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No caso, o Procon/SP instaurou processo administrativo contra a escola, que  resultou na aplicação de uma multa de R$ 5 mil, seguindo o artigo 56 do CDC. A  escola ajuizou ação para que fosse desobrigada do pagamento da multa, tendo em  vista que, em audiência judicial de conciliação, ela entregou a documentação e  os devedores comprometeram-se a pagar os débitos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;No julgamento do recurso do Procon/SP, o ministro Fux destacou que acordo  entre o consumidor e o prestador de serviços, ainda que realizado em juízo, não  afasta a multa, aplicada por órgão de proteção e defesa do consumidor, no  exercício do poder de punição do Estado. Isso porque a multa não visa à  reparação de dano sofrido pelo consumidor, mas à punição pela infração (REsp  1.164.146). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Atuação do MP&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O STJ reconhece a legitimidade do Ministério Público para promover ação  civil pública onde se discute a defesa dos interesses coletivos de pais e alunos  de estabelecimento de ensino. São diversos os recursos que chegaram ao Tribunal  contestando a atuação do MP nos casos em que se discute, por exemplo, reajuste  de mensalidades. A jurisprudência do STJ é pacífica nesse sentido (REsp  120.143). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Impontualidade vs. inadimplência&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O aluno, ao matricular-se em instituição de ensino privado, firma contrato  em que se obriga ao pagamento das mensalidades como contraprestação ao serviço  recebido. Mas o atraso no pagamento não autoriza a aplicação de sanções que  resultem em descumprimento do contrato por parte da entidade de ensino (artigo  5º da Lei 9.870/99). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Esse é o entendimento do STJ. A universidade não pode impor penalidades  administrativas ao aluno inadimplente, o qual tem o direito de assistir a aulas,  realizar provas e obter documentos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Segunda Turma reafirmou esta tese na análise de um recurso interposto por  uma universidade de São Paulo. Naquele caso, a relatora, ministra Eliana Calmon,  destacou, porém, que o STJ considera que a falta de pagamento até 90 dias é,  para efeito da lei, impontualidade. Só é inadimplente o aluno que exceder esse  prazo. Assim, a entidade está autorizada a não renovar a matrícula se o atraso é  superior a 90 dias, mesmo que seja de uma mensalidade apenas. “O aluno que deve  uma, duas, três ou quatro prestações, para evitar a pecha de inadimplente, deve  quitá-las no prazo de 90 dias”, alertou a ministra no julgamento (REsp 725.955).  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Pai devedor&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Noutro caso, a Segunda Turma manteve decisão que garantiu a uma aluna a  rematrícula no curso de Direito. A faculdade havia negado a renovação porque o  pai da estudante, aluno do curso de Ciências Contábeis na mesma instituição de  ensino, estava com mensalidades em atraso. No STJ, o recurso do centro  universitário alegava que como os pais são, via de regra, os representantes  capazes dos alunos, o impedimento previsto em lei deveria ser aplicado ao caso.  &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O relator, ministro Mauro Campbell Marques, considerou que a inadimplência  não se referia à aluna, mas a terceiro, e por isso deveria ser afastada a  exceção que possibilita o impedimento à renovação de matrícula prevista na Lei  9.870/99 (REsp 1.096.242). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O STJ também já definiu que é da Justiça Federal a competência para julgar  mandado de segurança impetrado contra ato de dirigente de instituição particular  de ensino que nega a renovação de matrícula de aluno inadimplente (REsp  883.497). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Carga horária&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em um julgamento ocorrido em 2011, a Quarta Turma decidiu que, mesmo após a  colação de grau, os alunos ainda podem exigir indenização por carga horária do  curso não ministrada pela instituição de ensino. A ação foi movida por ex-alunos  da Fundação Universidade do Vale do Itajaí (Univali), de Santa Catarina, para  obter ressarcimento por horas-aula não ministradas. O relator do recurso é o  ministro Luis Felipe Salomão. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os alunos teriam pago o equivalente a 20 créditos em aulas do 5º período do  curso de direito, mas foram ministradas aulas equivalentes a 16 créditos. Em  primeira instância, eles tiveram sucesso, mas o Tribunal de Justiça de Santa  Catariana (TJSC) considerou que, com a colação de grau, os estudantes teriam  aberto mão de seus direitos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;O ministro Salomão destacou em seu voto que no processo fica claro que não  foram prestadas as 3.390 horas-aula previstas para o curso e pagas pelos alunos.  “O quê se verifica no caso é que a recorrida [Univali] se comprometeu em prestar  um serviço, recebeu por ele, e não cumpriu com o avençado”, apontou. O relator  observou que houve resistência dos alunos e que, em nenhum momento, abriram mão  de seus direitos. Não houve remissão ou perdão da dívida, já que não se  demonstrou o ânimo de abandonar o débito – a jurisprudência do Tribunal é nesse  sentido (REsp 895.480). &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Cobrança integral&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Em 2002, o STJ analisou um recurso em que um aluno de Minas Gerais  contestava a cobrança da semestralidade integral quando estava matriculado em  apenas uma disciplina do curso de engenharia. O caso foi julgado na Quarta  Turma. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Os ministros entenderam que deveria ser respeitada a equivalência entre a  prestação cobrada do aluno e a contraprestação oferecida pela escola. “Se falta  apenas uma disciplina a ser cursada, não pode ser exigido o pagamento de  semestralidade integral, embora não se exija, nesse caso, a exata  proporcionalidade”, afirmou em seu voto o relator, ministro Ruy Rosado, já  aposentado. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;A Turma ressaltou que não se impunha a proporcionalidade entre o número de  cadeiras e o valor da prestação. Para os ministros, no caso de inscrição em  apenas uma disciplina deve-se considerar o fato de que a escola deve manter o  integral funcionamento das suas dependências, o que justifica a cobrança de  valor maior, além do que corresponderia à exata proporcionalidade de uma matéria  (REsp 334.837).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Coordenadoria de Editoria e Imprensa &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;Esta página foi acessada: 16635 vezes&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="font-size: large;"&gt;IN:  &lt;a href="http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104488"&gt;http://www.stj.gov.br/portal_stj/publicacao/engine.wsp?tmp.area=398&amp;amp;tmp.texto=104488&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-5908862416324998888?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CWkA9MEZDUt3OubORFQJBQtmUas/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CWkA9MEZDUt3OubORFQJBQtmUas/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CWkA9MEZDUt3OubORFQJBQtmUas/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/CWkA9MEZDUt3OubORFQJBQtmUas/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/FTX05sRCfBA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/5908862416324998888/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/02/aplicacao-da-jurisprudencia-do-stj-aos.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5908862416324998888?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5908862416324998888?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/FTX05sRCfBA/aplicacao-da-jurisprudencia-do-stj-aos.html" title="A aplicação da jurisprudência do STJ aos contratos escolares" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/02/aplicacao-da-jurisprudencia-do-stj-aos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcHRXkycCp7ImA9WhRaEUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-3512272581036773826</id><published>2012-02-13T13:47:00.000-02:00</published><updated>2012-02-13T13:47:14.798-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-13T13:47:14.798-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Legislação Brasileira" /><title /><content type="html">&lt;div&gt;&lt;strong&gt;As principais modificações de leis para as empresas em  2012&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;SEX, 03 DE FEVEREIRO DE 2012 19:07&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;           &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inicia-se um novo ano e além das expectativas de um período fiscal  lucrativo as empresas brasileiras sabem que para que essa expectativa seja  cumprida ao final de 2012 é preciso estar atento ao planejamento  tributário.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Dentro de um planejamento fiscal e tributário bem feito as empresas  necessitam estar atentas a quantidade de tributos, a complexidade da legislação  e as freqüentes alterações em leis, impostos e tributações. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Para o ano de 2012 algumas mudanças impactarão de forma mais direta na  rotina das empresas, gerando maior burocracia e uma conseqüente demanda de tempo  maior para se planejar e executar as melhores ações. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nas medidas que foram aprovadas no decorrer do ano passado, e que começaram  a valer desde o mês de Janeiro, quatro podem ser destacadas como as principais  leis que vão modificar mais a tributação as empresas: o Simples Nacional, a  Eireli (Empresa Individual de Responsabilidade Limitada), a CNDT (Certidão  Negativa de Débitos Trabalhistas) e o novo Salário Mínimo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Em 2012 as empresas que podem participar do Simples Nacional terão uma  redução na carga tributária do sistema. A expectativa é que com a modificação da  legislação a carga tributária das micros e pequenas empresas possa ser reduzida  em aproximadamente R$ 4,8 bilhões por ano. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A redução ocorre por causa do acréscimo das faixas anuais de faturamento,  que tiveram um aumento de 50% sobre os valores anteriores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O limite de  enquadramento no regime simplificado de tributação para as microempresas passa  de R$ 240 mil para R$ 360 mil e o das pequenas empresas sobe de R$ 2,4 milhões  para R$ 3,6 milhões. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Com a ampliação do Simples Nacional o número de beneficiados em 2012 deve  ser de 5,6 milhões de empresas e empresários individuais, ampliando e traindo  novos negócios e tirando muitos da ilegalidade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma lei que pode beneficiar o novo empreendedor é aquela que permite a  abertura de uma empresa de responsabilidade limitada sem a obrigatoriedade de se  ter um sócio. Para isso foi desenvolvido um novo tipo de pessoa jurídica, a  Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli), que desobriga o  empresário a buscar um sócio simplesmente para cumprir uma exigência legal para  criação do seu negócio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A nova lei além de diminuir a burocracia também porá fim nas sociedades de  “fachada”, ou seja, aquelas onde um segundo sócio consta no contrato social, mas  não tem nenhuma participação de fato na sociedade e no negócio. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Outra novidade que entra em vigor em 2012 é a exigência da Certidão  Negativa de Débitos Trabalhistas (CNDT) para as empresas. A certidão será  utilizada como comprovante da inexistência de débitos da instituição com a  Justiça do Trabalho.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A certidão negativa será exigida as empresas que participam de licitações  públicas, sendo necessária uma atenção maior com relação aos processos e acordos  trabalhistas, evitando possíveis surpresas no momento de se reunir a  documentação para habilitação nos processos de licitação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mais uma mudança que modificará a economia nacional é o aumento do salário-  mínimo. Sancionada pela presidente Dilma Rousseff a nova lei irá permitir ao  governo federal editar por decreto o valor do salário mínimo para os próximos  quatro anos, injetando mais dinheiro para consumidores e empresas. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;As novas leis trazem benefícios e ônus às empresas, mas acima de tudo  requerem planejamento e ações bem pensadas dos empresários para que o saldo em  2012 seja positivo para as empresas e a economia brasileira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Geraldo Carlos Silvestre, diretor da Moore Stephens.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;IN: &lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/as-principais-modificacoes-de-leis-para-as-empresas-em-2012.html"&gt;http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/as-principais-modificacoes-de-leis-para-as-empresas-em-2012.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-3512272581036773826?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3XwAtBULUaPffVI_2gb6mg6d6Rk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3XwAtBULUaPffVI_2gb6mg6d6Rk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3XwAtBULUaPffVI_2gb6mg6d6Rk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/3XwAtBULUaPffVI_2gb6mg6d6Rk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/ieE7ElguEn8" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/3512272581036773826/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/02/as-principais-modificacoes-de-leis-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/3512272581036773826?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/3512272581036773826?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/ieE7ElguEn8/as-principais-modificacoes-de-leis-para.html" title="" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/02/as-principais-modificacoes-de-leis-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEQAQH4-fSp7ImA9WhRbF04.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-5724048682838731921</id><published>2012-02-08T19:25:00.000-02:00</published><updated>2012-02-08T19:25:41.055-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-08T19:25:41.055-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="DNRC - STJ - Publicação de Editais - Jornal de Grande Circulação" /><title>Atos societários podem ser publicados em jornal editado no município vizinho ao da empresa</title><content type="html">&lt;strong&gt;Atos societários podem ser publicados em jornal editado no município  vizinho ao da empresa&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Sex, 07 de Outubro de 2011 13:59&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O artigo 289 da Lei das Sociedades Anônimas (Lei 6.404/76) exige a  publicação dos atos societários em diários oficiais e em jornal de grande  circulação editado preferencialmente na localidade da empresa. Para a Terceira  Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ), a lei não determina que o jornal  seja produzido na mesma cidade da sede da companhia, referindo-se apenas à  região do município.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Com esse entendimento, a Turma decidiu que a publicação exigida pela lei  pode ser feita em jornal de grande circulação editado em município vizinho ao da  empresa. A decisão ocorreu no julgamento de um recurso especial interposto pelo  estado do Rio Grande do Sul contra acórdão do tribunal de justiça local, que  havia determinado a publicação dos atos sujeitos à publicidade obrigatória em  jornal editado no mesmo município da companhia.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Na ação inicial, a Gráfica Editora Vale do Gravataí Ltda., editora do  jornal diário Correio de Gravataí, pediu que a junta comercial do estado fosse  impedida de arquivar alterações estatutárias, atas de reuniões e demais  documentos das companhias com sede em Gravataí, Cachoeirinha e Glorinha que não  tivessem sido publicados em seu periódico, sob pena de multa diária.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Também foi pedida a declaração do direito de publicação dos atos  empresariais citados e da obrigação de a junta comercial não efetuar o registro  desses atos não publicados no Correio de Gravataí ou em outro jornal de grande  circulação que venha a surgir em qualquer dos três municípios.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Local x localidade&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;No julgamento de apelação, o tribunal estadual deu parcial provimento ao  pedido da editora. Ao interpretar o artigo 289 da Lei das Sociedades Anônimas, o  tribunal entendeu que o termo “localidade” significa território do município,  sendo diferente de “local”, palavra mais abrangente, que significa região  geográfica. Por isso os magistrados entenderam que a junta comercial estadual  não deveria arquivar atos de sociedade anônima publicados em jornal editado em  município diferente de sua sede.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O entendimento do STJ é diverso. Para o ministro Sidnei Beneti, relator do  recurso, a tentativa de distinção entre as expressões “localidade” e “local” não  traz vantagens práticas, não prestigia o objetivo da lei de atender ao princípio  da publicidade e ainda atenta contra a segurança jurídica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Segundo o relator, a interpretação adotada pelo tribunal estadual não traz  nenhum inconveniente quando se trata de capitais. “Porém, quando se pensa nos  pequenos municípios, essa interpretação, muitas vezes, faria com que a junta  comercial fosse obrigada a providenciar a publicação dos atos societários no  único jornal editado naquele município, ainda que de circulação extremamente  restrita ou, talvez, quase nenhuma”, ponderou o relator.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Para Beneti, não há como impor à junta comercial o controle da regularidade  de ato relativo à sociedade anônima, direcionando-o a um ou outro órgão de  imprensa, de acordo com a correlação entre a sede da empresa e do jornal. O  importante é que o periódico seja realmente de grande circulação onde se situa a  empresa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Beneti ressaltou a possibilidade de recusa da junta comercial em arquivar  os atos societários quando ocorrer evidente “comportamento aberrante”, como a  publicação em jornal absolutamente distante e sem relação com o local da sede da  empresa ou que nele não circule.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O ministro também considerou que a decisão do tribunal estadual teria  efeito multiplicador de consequências devastadoras: “Esse posicionamento  lançaria uma semente de dúvida sobre a regularidade de uma infinidade de atos os  quais, por não terem sido publicados no órgão de imprensa adequado, poderiam ter  sua validade questionada judicialmente.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Seguindo as considerações do relator, todos os ministros da Terceira Turma  deram provimento ao recurso especial do Rio Grande do Sul.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Fonte: Site do STJ&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-5724048682838731921?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMw8hcloRBNbcsS_GANfCnkorcc/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMw8hcloRBNbcsS_GANfCnkorcc/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMw8hcloRBNbcsS_GANfCnkorcc/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vMw8hcloRBNbcsS_GANfCnkorcc/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/psiF_2IAdhs" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/5724048682838731921/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/02/atos-societarios-podem-ser-publicados.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5724048682838731921?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5724048682838731921?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/psiF_2IAdhs/atos-societarios-podem-ser-publicados.html" title="Atos societários podem ser publicados em jornal editado no município vizinho ao da empresa" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/02/atos-societarios-podem-ser-publicados.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEEMRHo6eCp7ImA9WhRbFUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-1322409624624182538</id><published>2012-02-06T21:58:00.000-02:00</published><updated>2012-02-06T21:58:05.410-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T21:58:05.410-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="MERCOSUL - MERCOSUR" /><title>EL MERCOSUR ESTANCADO</title><content type="html">&lt;strong&gt;EL MERCOSUR ESTANCADO&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Por Flavio González&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;¿Está en lo cierto el Presidente de la República Oriental del Uruguay  cuando dice que el MERCOSUR se encuentra estancado? Si uno coteja la  implementación del Tratado de Asunción, con los objetivos que allí se proponen  no quedan dudas de que el presidente Mujica tiene razón. Porque la integración  económica, o sea el proyecto de fundir o sustituir los mercados nacionales por  un mercado común se transformó en una meta inalcanzable. Y la integración  política con la creación de una Corte de Justicia y un derecho supranacional que  garanticen el cumplimiento de los acuerdos pareciera estar fuera de  discusión.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;El MERCOSUR se encuentra estancado porque no se han acordado nuevos  desafíos para profundizar la integración. Y cuando se los fijó, su  implementación resultó notablemente demorada por “parches”, prorrogas y  excepciones. De este modo, el MERCOSUR se transformó en una unión aduanera cada  vez más imperfecta. Y el MERCOSUR social y productivo tampoco tuvo gran  desarrollo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Obviamente, esto no sucede por dificultades “técnicas”. ¿Sería exorbitante  entonces, después de 20 años del Tratado de Asunción, preguntarse si los Estados  quieren en verdad integrarse? ¿Cómo queremos integrarnos? Porque cuando se leen  las declaraciones no quedan dudas de esa voluntad política, pero esa impresión  se diluye cuando uno analiza los hechos concretos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Pareciera que nos queremos integrar “más o menos”. Queremos cooperar  acordando algunas políticas o posturas comunes frente a terceros o ante períodos  de crisis y no mucho más. Brasil parece  más interesado en su rol global,  mientras que la política exterior de nuestro país carece de visión estratégica,  y por el lado del comercio exterior, está enfocada exclusivamente en contener el  ingreso de importaciones. Sobre este último aspecto cabe decir que no sirve a  los pueblos una integración que destruya empresas por la libre circulación de  mercaderías, pero tampoco sirve esta integración “más o menos” en la que, ante  dificultades en un sector, se cierran directamente los mercados en lugar de  siquiera explorar, por ejemplo, la integración de las empresas vulnerables a las  cadenas de valor de las empresas más fuertes en la que todos ganen. Sería  interesante combinar la libre circulación de bienes con dosis de comercio  administrado en aquellos sectores sensibles; entre otras alternativas al cierre  liso y llano de importaciones que tanto desalienta la integración y afecta a la  producción.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;En el MERCOSUR nos queremos integrar “más o menos”. Más allá de las  palabras, nuestros gobiernos siempre tuvieron una actitud temerosa ante la  integración. ¿Pero cuánto ganarían nuestros países si se integran “en serio”?.  ¿Cuánto ganaría Sudamérica con un MERCOSUR más fuerte? Las declaraciones del  presidente Mujica deberían invitar a la reflexión para repensar adónde queremos  ir con el MERCOSUR. Se necesitan nuevos desafíos estratégicos, nuevas políticas  públicas para la integración que acompañen las declaraciones de buena voluntad.   Los problemas que engendra la integración se solucionan con más  integración.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Diario Clarín de Buenos Aires el sábado 4 de febrero de 2012 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;a href="http://www.clarin.com/opinion/Mercosur-estancado_0_640136096.html"&gt;http://www.clarin.com/opinion/Mercosur-estancado_0_640136096.html&lt;/a&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Flavio Gonzalez&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Profesor de Derecho de la Integración&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Facultad de Derecho, Universidad de Buenos Aires&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-1322409624624182538?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r5cDUN6YHgEV9lACCeEQdfeGGsU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r5cDUN6YHgEV9lACCeEQdfeGGsU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r5cDUN6YHgEV9lACCeEQdfeGGsU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/r5cDUN6YHgEV9lACCeEQdfeGGsU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/23n5LYmaCfI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/1322409624624182538/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/02/el-mercosur-estancado.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/1322409624624182538?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/1322409624624182538?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/23n5LYmaCfI/el-mercosur-estancado.html" title="EL MERCOSUR ESTANCADO" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Argentina</georss:featurename><georss:point>-38.416097 -63.616671999999994</georss:point><georss:box>-55.0545475 -73.607914 -21.7776465 -53.625429999999994</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/02/el-mercosur-estancado.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CU4MQnozeCp7ImA9WhRbFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-5262009866403531294</id><published>2012-02-06T13:59:00.002-02:00</published><updated>2012-02-06T13:59:43.480-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-02-06T13:59:43.480-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Societário - Abertura de Capital" /><title>Zuckerberg terá supepoder de controle no Facebook</title><content type="html">&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Zuckerberg terá supepoder de controle no Facebook&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Por Fernando Torres | De São Paulo – Valor Econômico – 06/02/2012&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A estrutura acionária do Facebook permitirá que seu fundador, presidente do  conselho e diretor-presidente, Mark Zuckerberg, controle a companhia com menos  de 10% do capital social.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O Facebook terá duas classes de ações. Os papéis classe A, que serão  vendidos na oferta pública inicial, terão direito a um voto cada um. Já as ações  classe B, detidas por Zuckerberg e a maior parte de seus atuais sócios, terão  direito a dez votos cada uma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Essa estrutura por si só permite que, se os detentores de ações classe B  possuírem 9,1% do capital social total, eles possam controlar a companhia.  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Mas a distorção é ainda maior, uma vez que Zuckerberg, que possui hoje 28%  do capital da companhia, tem procuração de outros investidores para votar por  mais 30% do capital, hoje formado basicamente por ações com superpoder de  voto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Assim, o Facebook é controlado por um acordo de acionistas que possui hoje  58% do capital total. Dentro desse acordo, Zuckerberg possui 48% das ações, mas  decide o voto de todos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Num exercício em que a proporção de ações dentro desse grupo seja mantida e  que a fatia conjunta desses acionistas seja reduzida de 58% para 9,1%,  Zuckerberg ainda mandaria na empresa toda com apenas 4,5% do total de ações em  circulação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Conforme o prospecto da oferta, assim que qualquer ação classe B mudar de  mãos - seja por venda ou transferência de titularidade -, ela se converte  automaticamente em papel classe A.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Como alguns dos detentores dos papéis venderão ações na oferta pública e  desejam liquidez para sua participação acionária, a tendência é que a parcela de  papéis classe B caia com o tempo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Como se não bastasse esse superpoder, o estatuto da companhia terá outros  mecanismos de proteção contra tomada de controle. Segundo o prospecto, caso os  detentores de ações classe B percam a maioria dos votos, esse tipo de operação  só será aprovada por dois terços dos votos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;De acordo com Eliane Lustosa, do Instituto Brasileiro de Governança  Corporativa (IBGC), as boas práticas na área rezam que o poder político na  empresa deve estar alinhado ao poder econômico - é o princípio que diz: uma  ação, um voto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ela reconhece que em alguns casos se chega a conclusão de que o fundador de  uma empresa pode ter uma condição especial e direito maior que o dos demais.  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Quando isso ocorre, diz ela, é importante que o estatuto minimize os riscos  com dispositivos que limitem esse poder extra em determinadas votações. "O  investidor tem que entender os riscos que está correndo. Depois não tem do que  reclamar", diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O estatuto social do Facebook ainda não foi divulgado. Mas o prospecto diz  que os detentores de cada classe de ação votam de forma separada em deliberações  que reduzam seus direitos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Lustosa chama atenção também para o risco que essa estrutura traz no caso  de empresas ou fundos deterem ações classe B, o que ocorre no Facebook. "Existem  diversas formas criativas de se trocar o controle sem vender as ações classe B  ", explica a especialista, citando a possibilidade de reestruturações acionárias  dentro da empresa acionista, que seguiria como titular dos papéis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Lustosa questiona ainda o acúmulo de cargos de Zuckerberg, que além de  controlar é também presidente do conselho e diretor-executivo da companhia. "É  importante que o conselho supervisione a direção da companhia e que alguém faça  o papel do contraditório, para se tomar melhores decisões. Ninguém é dono da  verdade", afirma. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;No Brasil, a regra do Novo Mercado estabeleceu que uma mesma pessoa não  pode acumular os cargos de presidente do conselho e de diretor-executivo de uma  empresa. O prazo para adaptação vai até 2014.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O modelo usado pelo Facebook, com superpoder de voto para uma classe de  ações, é o mesmo adotado pela Cosan Limited e seu controlador Rubens  Ometto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Quando Limited abriu o capital, em 2007, houve muitas críticas de  minoritários da Cosan S.A., sua controlada. Conforme o Valor noticiou na semana  passada, a Limited deixará de ser listada na Bolsa de Nova York neste ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;No Brasil, não há ações com voto turbinado. Mas a existência de ações  ordinárias e preferenciais (sem voto), bem como estruturas societárias em  cascata, permitem o controle de uma empresa com uma fatia reduzida do capital.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-5262009866403531294?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Lei deixa dúvidas sobre quem pode constituir Eireli&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Por Rogério Barbosa - 7 janeiro 2012&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A partir deste domingo (8/1), a lei que criou a Empresa Individual de  Responsabilidade Limitada (Eireli) começa a vigorar em todo o Brasil.  Considerada empreendedora, a nova Lei já apresenta pontos divergentes de  interpretação no que tange à própria criação das respectivas empresas. Isso  porque o Departamento Nacional de Registro de Comércio (DNRC) entendeu que  somente pessoas físicas poderiam ser titulares de uma Eireli.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Lei 12.441/2011 modificou os artigos 44 e 980 do Código Civil (Lei  10.406/2002), de forma a permitir a constituição de micro e pequenas empresas  sem a formação de sociedade, a chamada Eireli. Este tipo de constituição permite  o exercício da atividade empresarial individualmente, sem, contudo, imputar em  responsabilidade ilimitada do patrimônio da pessoa física, como acontecia, até  então, com o empresário individual. No entanto, a Eireli deverá ser constituída  por uma única pessoa, a qual será titular da integralidade do capital social,  que, por sua vez, deverá estar devidamente integralizado e não poderá ser  inferior a 100 vezes o maior salário-mínimo vigente no país, ou seja, atuais R$  62,2 mil.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A polêmica chegou na lei através dispositivo que passou a ser o artigo  980-A do Código Civil vigente, dispondo que a empresa individual de  responsabilidade limitada será constituída por uma única pessoa, não fazendo  qualquer distinção entre pessoa jurídica ou natural.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Diante desta lacuna da lei, o DNRC, por meio de instrução normativa  publicada no fim do ano passado, entendeu que somente pessoas físicas poderiam  ser titulares de uma Eireli. Especialistas, como o advogado Dinarte Santos,  sócio da Moura Tavares, Figueiredo, Moreira e Campos Advogados, consideram este  entendimento equivocado. “Não concordamos com essa determinação para que as  Juntas Comerciais se recusem a registrar atos constitutivos de Eireli, cujo  titular não seja pessoa natural. A lei não traz isso e toda restrição a direitos  deve ser expressa e não implícita”, afirna Santos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Dinarte Santos combate esta determinação com base em outro dispositivo da  nova legislação. “É sabido que a lei restringiu a possibilidade da pessoa  natural ser titular de mais de uma Eireli, todavia, nada dispôs sobre a pessoa  jurídica. Dessa forma, a pessoa jurídica não somente pode ser titular de Eireli,  como também poderá ser titular de mais de uma”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Santos espera que o Judiciário, quando acionado, dê decisão favorável aos  empresários. “A interpretação literal adotada pelo DNRC conflita com o espírito  de empreendedorismo visado na nova lei, devendo ser, certamente em breve,  questionado junto ao Poder Judiciário, de quem se espera a correta interpretação  da nova legislação”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Segundo o advogado Marcelo Angelini, do escritório Zilveti &amp;amp; Sanden  Advogados, várias empresas externas deixam de entrar no Brasil por conta dessa  burocracia. "Temos muitos clientes estrangeiros e se há facilidade em outro  país, preferem levar o capital para lá", afirma. Segundo ele, após a publicação  da Lei 12.441, vários estrangeiros procuraram o escritório para constituir uma  Eireli. O objetivo é evitar problemas como o caso de um sócio brasileiro que  morreu e a cota da empresa estrangeira entrou no inventário. "Isso fora os casos  em que a empresa estrangeira tem altos custos com advogados porque o sócio  brasileiro teve sua conta bancária penhorada em razão de processo trabalhista  contra a empresa", afirma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Eireli livraria empresas estrangeiras de questões como essas. O advogado  e professor de direito comercial da PUC-SP e Mackenzie, Armando Rovai, contesta  a interpretação do DNRC. Para ele, se a lei fala apenas em pessoa, o órgão não  poderia interpretar a norma de forma restritiva e literal. "Seria uma  oportunidade magnífica para o Brasil aproveitar o aporte de capital dessas  sociedades estrangeiras", afirma. "Agora, ou as Juntas Comerciais não acatam  isso ou os interessados vão ter que entrar com ações no Judiciário", diz o  advogado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Desde a criação da lei, o advogado Rogério Aleixo Pereira, do escritório  Aleixo Pereira Advogados vem chamando a atenção não só para a discussão criada  acerca de quem pode contituir a Eireli, como também para o item da lei que  permite que a empresa preste “serviços de qualquer natureza”. Ele ressalta que o  parágrafo único do artigo 966 do Código Civil diz que atividades intelectuais ou  de natueza científica não podem ser classificadas como empresariais. A restrição  hoje pesa sobre profissões regulamentadas como advocacia, medicina,  contabilidade e engenharia, por exemplo. “Se o novo parágrafo 5º se sobrepõe ao  antigo parágrafo único do Código Civil, então parte do anterior foi revogado”,  diz Aleixo Pereira.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;“A partir dessa interpretação, haverá distinção entre as sociedades simples  e as sociedades empresárias?”, questiona. A classificação entre sociedade  simples e limitada é importante, por exemplo, para se definir qual será o órgão  de registro obrigatório dos contratos: as juntas comerciais ou os cartórios de  registro de títulos e documentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Veto&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Quando da publicação da Lei, a Presidência da República vetou um dos  dispositivos que enfatizava que “somente o patrimônio social da empresa  responderá pelas dívidas da empresa individual de responsabilidade limitada, não  se confundindo em qualquer situação com o patrimônio da pessoa natural que a  constitui, conforme descrito em sua declaração anual de bens entregue ao órgão  competente”. O texto foi considerado desnecessário.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;“Não obstante o mérito da proposta, o dispositivo traz a expressão ‘em  qualquer situação’, que pode gerar divergências quanto à aplicação das hipóteses  gerais de desconsideração da personalidade jurídica, previstas no artigo 50 do  Código Civil”, diz mensagem de veto da Presidência. “Assim, e por força do  parágrafo 6º do projeto de lei, aplicar-se-á à Eireli as regras da sociedade  limitada, inclusive quanto à separação do patrimônio.”&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;ADI&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Por considerar a medida inconstitucional, o PPS propôs uma Ação Direta de  Inconstitucionalidade no Supremo Tribunal Federal contra esse dispositivo da lei  da Eireli. O partido argumenta que a exigência de capital social de pelo menos  100 salários mínimos é contrária ao princípio da livre iniciativa por prejudicar  micro e pequenos empresários e violar a Constituição, por ser vinculada ao  salário mínimo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O partido pede a concessão de liminar para suspender o piso, sob o  argumento de que ele impedirá “a eventual constituição de pessoas jurídicas  individuais de responsabilidade limitada por pequenos empreendedores, causando  desnecessário embaraço a uma efetiva oportunidade de desenvolvimento econômico  do país”. Além disso, “o salário mínimo não pode ser utilizado como critério de  indexação para a determinação do capital mínimo necessário para a abertura de  empresas individuais de responsabilidade limitada”. O partido frisa que “tal  exigência esbarra na notória vedação de vinculação do salário mínimo para  qualquer fim, prevista no inciso IV do artigo 7º da Constituição Federal”,  afirma o partido. A ADI ainda não foi julgada pela Corte Suprema.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Pontos positivos&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O conselheiro do Conselho Regional de Contabilidade do estado de São Paulo  (CRC-SP), Julio Linuesa Perez, afirma que por causa da nova norma as pessoas  poderão ter uma empresa de responsabilidade limitada sendo ela titular da  totalidade do capital social. “O fato, sem dúvidas, diminuirá o número de  informais em todo o Brasil, desburocratizará o processo de abertura de firma e  ainda protegerá o patrimônio do empreendedor. Além disso, serão eliminados,  automaticamente, os “laranjas” de uma sociedade”, afirma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A exemplo das Sociedades Limitadas (Ltda), o novo formato de empresa  conterá a expressão “Eireli” para diferenciá-la das outras. “Contudo, na  condição de empresa individual não constituída na forma da Eireli, o empresário  tem campo de atuação reduzido, em razão do risco em que coloca seu patrimônio  pessoal quando se lança na atividade empresarial. Seu patrimônio e o da empresa  serão considerados um só, o que pode comprometer seu bem estar pessoal, e serve  de incentivo negativo à criação de novas empresas”, ressalta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O especialista em Direito Societário Omar Augusto Leite Melo diz que esses  dois pontos trarão vários benefícios aos empresários. Antes da Eireli, por  exemplo, quando uma sociedade era desfeita, o empresário estava sujeito ao prazo  de 180 dias para arrumar um novo sócio ou liquidar a empresa. Agora, há a  possibilidade de apenas converter a empresa em uma Eireli.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Melo lembra que a Eireli não tem tratamento tributário particular. Ela é  sujeita aos regimes que já são vigentes. Caso uma empresa fature anualmente até  R$ 2,4 milhões — e, assim, seja tributada pelo Simples Nacional —, ela poderá  ser convertida em Eireli permanecendo no mesmo regime tributário. Caso fature  mais do que esse limite, poderá ser optante do Lucro Real ou Lucro  Presumido.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O advogado faz coro ao lembrar que a Eireli pode reduzir o uso dos chamados  "laranjas", ou seja, sócios que apenas constam no contrato social, pois ela  poderá ser constituída por uma única pessoa jurídica.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Na opinião de Julio Linuesa Perez, a Eireli acompanha uma tendência  mundial, uma vez que o mesmo modelo é utilizado há anos na Alemanha, França e  Portugal, e surgiu com o propósito de incentivar os micro e pequenos negócios.  “A criação da Eireli representa um novo marco de apoio e incentivo ao  empreendedorismo brasileiro e à formalização dos negócios”, pontua.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Rogério Barbosa é repórter da revista Consultor Jurídico.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Revista Consultor Jurídico, 7 de janeiro de 2012&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;IN: &lt;a href="http://www.conjur.com.br/2012-jan-07/fimde-eireli-comeca-vigorar-quentionamento-quem-constitui-la" title="http://www.conjur.com.br/2012-jan-07/fimde-eireli-comeca-vigorar-quentionamento-quem-constitui-la"&gt;http://www.conjur.com.br/2012-jan-07/fimde-eireli-comeca-vigorar-quentionamento-quem-constitui-la&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-863163843149894525?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-CTO8fXwE3qDFUVHjEs2vBbZwTI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/-CTO8fXwE3qDFUVHjEs2vBbZwTI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;br /&gt;
A Câmara analisa o Projeto de Lei 2468/11, do deputado Carlos Bezerra  (PMDB-MT), que reduz, de 100 para 50 vezes o valor do salário mínimo, o limite  mínimo do capital social integralizado para constituição de empresa individual  de responsabilidade limitada (Eireli). A proposta ainda estabelece que essas  empresas sejam beneficiadas com o tratamento tributário simplificado do programa  Simples Nacional (&lt;span class="termoGlossario"&gt;Supersimples&lt;/span&gt;).&lt;br /&gt;
&lt;div id="conteudoNoticia"&gt;A modalidade de empresa individual de responsabilidade limitada foi criada  pela Lei &lt;a data-mce-href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12441.htm" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2011/Lei/L12441.htm" target="_blank"&gt;12.441/11&lt;/a&gt;, &lt;a data-mce-href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/191787-CAMARA-APROVA-CRIACAO-DE-EMPRESA-INDIVIDUAL.html" href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/191787-CAMARA-APROVA-CRIACAO-DE-EMPRESA-INDIVIDUAL.html" target="_blank"&gt;aprovada em dezembro de 2010 pela Câmara&lt;/a&gt; e publicada pelo  governo em julho do ano passado, com o intuito de reduzir a informalidade.  Segundo a lei, que modifica o Código Civil (Lei &lt;a data-mce-href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm" href="http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm" target="_blank"&gt;10.406/02&lt;/a&gt;) e entrou em vigor no último dia 9, a Eireli é  constituída por uma única pessoa titular da totalidade do capital social – ou  seja, não há sócio –, e segue regras previstas para as sociedades limitadas. O  patrimônio pessoal do dono do negócio é protegido, pois fica separado do  patrimônio da empresa.&lt;br /&gt;
Carlos Bezerra propõe a redução do capital mínimo exigido – pela regra atual,  são R$ 62,2 mil, o que cairia pela metade – baseado no argumento do professor  Cássio Cavalli, da Escola de Direito da Fundação Getúlio Vargas (FGV Direito  Rio). Cavalli ressalta que 100 salários mínimos superam o valor dos ativos  empregados para a organização da maioria das pequenas empresas. “Não é de se  esperar, por exemplo, que o proprietário de um carrinho de cachorro quente  empregue mais de R$ 50 mil como capital social”, afirma. O professor acrescenta,  a título de comparação, que com R$ 3 mil é possível constituir uma sociedade  limitada, pois não há valor mínimo exigido.&lt;br /&gt;
Cavalli afirma ainda que as pequenas empresas também preferem adotar a forma  de sociedades limitadas para poderem ser enquadradas no Supersimples, e que isso  continuará ocorrendo enquanto as Eirelis não forem beneficiadas por esse sistema  tributário simplificado.&lt;br /&gt;
Devido a isso, apesar de elogiar a lei de criação das Eirelis por representar “um novo alento ao empreendedorismo nacional”, Carlos Bezerra considera que a  legislação precisa ser aprimorada.&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Tramitação&lt;/strong&gt; A matéria tramita em &lt;span class="termoGlossario"&gt;caráter conclusivo&lt;/span&gt; e será examinada pelas comissões  de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio; de Finanças e Tributação; e  de Constituição e Justiça e de Cidadania.&lt;br /&gt;
&lt;div id="proposicao"&gt;&lt;h4&gt;Íntegra da proposta:&lt;/h4&gt;&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;a data-mce-href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=522763" href="http://www.camara.gov.br/internet/sileg/Prop_Detalhe.asp?id=522763"&gt;PL-2468/2011&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;/div&gt;&lt;div id="creditosMateria"&gt;&lt;span&gt;Reportagem – Oscar Telles Edição – Marcos  Rossi&lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;A reprodução das notícias é autorizada desde que contenha a  assinatura '&lt;a data-mce-href="http://www2.camara.gov.br/agencia" href="http://www2.camara.gov.br/agencia" title="Agência Câmara de Notíticas"&gt;Agência Câmara de  Notícias&lt;/a&gt;'&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;/span&gt;&lt;div&gt;17/01/2012 18:55 IN: &lt;a data-mce-href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/207859-PROJETO-REDUZ-CAPITAL-MINIMO-PARA-EMPRESA-INDIVIDUAL-DE-RESPONSABILIDADE-LIMITADA.html" href="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/207859-PROJETO-REDUZ-CAPITAL-MINIMO-PARA-EMPRESA-INDIVIDUAL-DE-RESPONSABILIDADE-LIMITADA.html" title="http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/207859-PROJETO-REDUZ-CAPITAL-MINIMO-PARA-EMPRESA-INDIVIDUAL-DE-RESPONSABILIDADE-LIMITADA.html"&gt;http://www2.camara.gov.br/agencia/noticias/ECONOMIA/207859-PROJETO-REDUZ-CAPITAL-MINIMO-PARA-EMPRESA-INDIVIDUAL-DE-RESPONSABILIDADE-LIMITADA.html&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div&gt;Por Adriana Aguiar | De São Paulo – Valor Econômico – 27/01/2012&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Justiça de São Paulo concedeu mais duas liminares favoráveis a empresas  impedidas pela prefeitura da capital, por serem devedoras do ISS, de emitir nota  fiscal eletrônica. A decisão da 13ª Vara da Fazenda Pública determina que o  município autorize a Max Ambiental, que desenvolve programas de neutralização de  carbono, a emitir os documentos fiscais. O mesmo direito foi obtido por uma  prestadora de serviço de saúde suplementar, em decisão da 11ª Vara. O Judiciário  já concedeu pelo menos cinco decisões a favor dos contribuintes e uma contrária.  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A restrição aos contribuintes está na Instrução Normativa (IN) nº 19, da  Secretaria de Finanças. A norma entrou em vigor no dia 1º de janeiro. Tanto a  Max Ambiental quanto a prestadora de serviço de saúde foram surpreendidas no  início do ano com a impossibilidade de emissão de nota fiscal eletrônica. A Max  Ambiental afirma ter dívidas do ISS discutidas judicialmente e a empresa de  saúde admite dever quatro meses de tributos, que estaria pagando aos poucos,  conforme suas possibilidades. Tanto o advogado da prestadora, Paulo de Oliveira  Pereira, do Toro e Advogados Associados, quanto o tributarista Daniel Teixeira  Pegoraro, do Diamantino Advogados, que defende a Max Ambiental, afirmam que os  contribuintes não poderiam ser impedidos de emitir novas notas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Eles alegam que o poder público teria outros meios, previstos em lei, para  exigir o pagamento e não poderia impedir as companhias de exercer suas  atividades com sanções políticas. Esse entendimento está em três súmulas do  Supremo Tribunal Federal (STF).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Os juízes Domingos de Siqueira Frascino e Paulo Roberto Dallan, da 11ª e  13ª Vara da Fazenda Pública do Estado de São Paulo, julgaram que caso não  suspendessem a vedação à emissão, as empresas ficariam impedidas de realizar  suas atividades. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A 7ª Vara de Fazenda Pública da capital, no entanto, não concedeu liminar  para a M&amp;amp;A Empreendimentos. O juiz considerou que a norma de São Paulo não  viola a livre atividade econômica e a jurisprudência do Supremo. O entendimento  foi de que as três súmulas da Corte, que proíbem medidas coercitivas como meio  de cobrança, não se aplicam à suspensão de emissão de notas. A advogada da  empresa Andrea Ferraz do Amaral Toledo Santos, afirma que já recorreu ao  Tribunal de Justiça.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Secretaria Municipal de Finanças do município informou que vai recorrer  de todas as decisões contrárias, pois entende que a instrução normativa não  impede qualquer contribuinte de exercer suas atividades. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-7517185558679719883?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kc5INSTZdCQR1UrYypxpLq0gwB4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kc5INSTZdCQR1UrYypxpLq0gwB4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kc5INSTZdCQR1UrYypxpLq0gwB4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Kc5INSTZdCQR1UrYypxpLq0gwB4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/goE6ExtV4ls" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/7517185558679719883/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/liminares-permitem-emissao-de-nota.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/7517185558679719883?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/7517185558679719883?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/goE6ExtV4ls/liminares-permitem-emissao-de-nota.html" title="Liminares permitem emissão de nota fiscal" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>São Paulo, Brasil</georss:featurename><georss:point>-23.5489433 -46.6388182</georss:point><georss:box>-23.8749538 -46.869311700000004 -23.222932800000002 -46.4083247</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/liminares-permitem-emissao-de-nota.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUEMRHs6eCp7ImA9WhRUFE0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-6961757594468484284</id><published>2012-01-24T10:21:00.000-02:00</published><updated>2012-01-24T10:21:25.510-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-24T10:21:25.510-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Trabalhista - Aviso Prévia - Nova Regulação" /><title>Justiça paulista diverge sobre aviso prévio</title><content type="html">&lt;strong&gt;Justiça paulista diverge sobre aviso prévio&lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div class="node-author"&gt;Por &lt;strong&gt;Adriana Aguiar | De São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="node-author"&gt;&lt;strong&gt;Valor Econômico – 24/01/2012&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="n-content" id="node-body"&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div class="node-body"&gt; Um funcionário que trabalhou por 38 anos na Elevadores Atlas Schindler e foi  demitido em abril do ano passado não conseguiu, pelo menos em primeira  instância, o direito ao aviso prévio indenizado proporcional, estabelecido pela  Lei nº12.506, de 11 de outubro. A norma instituiu um acréscimo de três dias por  ano trabalhado, podendo chegar ao máximo de 90 dias - após 21 anos de tempo de  serviço. A juíza Maria José Bighetti Ordoão Rebello, da 52ª Vara do Trabalho de  São Paulo, entendeu que, como o trabalhador foi demitido antes da entrada em  vigor da lei, não teria direito ao benefício. Com isso, manteve apenas os 30  dias de indenização. O valor da causa é de R$ 18 mil. Ainda cabe recurso. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa é a segunda decisão sobre o tema na Justiça paulista. A outra, porém,  foi favorável a um ex-trabalhador da Delga Indústria e Comércio, demitido em 31  de outubro de 2010. Após dois anos e 28 dias de empresa, obteve o benefício  previsto em lei. O juiz Carlos Alberto da Fonseca, da 51ª Vara do Trabalho da  capital, determinou o pagamento de R$ 269,73, referentes a seis dias a mais de  aviso prévio. Para o juiz, o trabalhador teria esse direito porque o artigo 7º,  inciso XXI, da Constituição, já estabelecia um prazo mínimo de 30 dias para o  aviso prévio indenizado. Segundo seu entendimento, a nova lei deveria então ser  aplicada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A discussão ainda deve tomar corpo no Judiciário. Isso porque somente o  Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e Mogi das Cruzes afirmou ter preparado  cerca de duas mil ações individuais para pleitear esses dias de acréscimo para  os que foram demitidos nos últimos dois anos - prazo dado para que se entre com  ação na Justiça do Trabalho. O Sindicato Nacional dos Aeroviários também diz ter  protocolado ações judiciais em Brasília contra nove companhias aéreas, pedindo o  aviso prévio proporcional retroativo. A estimativa, segundo o sindicato, é de  que se entre com cerca de 60 mil ações a favor de trabalhadores demitidos desde  a edição da Constituição de 1988. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o advogado Carlos Gonçalves Junior, do Sindicato dos Metalúrgicos de São  Paulo, é normal que existam decisões divergentes sobre o tema. Porém, segundo  ele, o Supremo Tribunal Federal (STF) já tem, desde 2007, um entendimento que  pode beneficiar os trabalhadores, ao considerar que os dispositivos  constitucionais têm aplicação imediata. Os ministros estenderam o direito de  greve dos funcionários da iniciativa privada aos funcionários públicos, baseados  na Constituição. "No entanto, nem todos os juízes devem ter essa visão mais  moderna", diz. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com essas ações, as empresas temem a possibilidade de ter que pagar o aviso  prévio proporcional para todos os demitidos nos últimos dois anos. Uma quantia  que não foi provisionada. Até porque ainda não havia lei que regulamentasse esse  acréscimo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Advogados de empresas, porém, acreditam que os tribunais superiores devem ser  contra essa nova tese. Para Danilo Pereira, da área trabalhista do Demarest  &amp;amp; Almeida, a lei só poderia ser aplicada para os casos posteriores à entrada  em vigor da lei. O advogado Otávio Pinto e Silva, do Siqueira Castro Advogados,  concorda com essa posição. "Na época em que a empresa demitiu, não havia lei que  determinasse o pagamento."&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Procurada pelo &lt;strong&gt;Valor&lt;/strong&gt;, a assessoria de imprensa da Elevadores  Atlas Schindler informou que a companhia prefere não se manifestar sobre o caso.  Já a Delga comunicou que, apesar de caber recurso à segunda instância, preferiu  pagar o que determinou a Justiça. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-6961757594468484284?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ftrMRr79DHiIwKYSiyqbF8eSh1s/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ftrMRr79DHiIwKYSiyqbF8eSh1s/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ftrMRr79DHiIwKYSiyqbF8eSh1s/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ftrMRr79DHiIwKYSiyqbF8eSh1s/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/gFi4P8GuAPw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/6961757594468484284/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/justica-paulista-diverge-sobre-aviso.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/6961757594468484284?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/6961757594468484284?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/gFi4P8GuAPw/justica-paulista-diverge-sobre-aviso.html" title="Justiça paulista diverge sobre aviso prévio" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/justica-paulista-diverge-sobre-aviso.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0QBRn49eip7ImA9WhRUEks.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-2070462635582223901</id><published>2012-01-22T17:42:00.000-02:00</published><updated>2012-01-22T17:42:37.062-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-22T17:42:37.062-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Fraude Bancária - Direitos de Correntistas e Consumidores - Instituições Financeiras" /><title>Direitos do Cliente Bancário e Deveres das Instituições Financeiras</title><content type="html">&lt;strong&gt;Direitos do Cliente Bancário e Deveres das Instituições Financeiras &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Sexta, 20 de Janeiro de 2012 21:18&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pretendemos tratar no presente artigo um tema relacionado e de interesse  tanto de instituições financeiras quanto de seus clientes. Tem nos chamado a  atenção o volume de consultas relacionadas a fraudes ocorridas em serviços de  malotes bancários, o que demonstra que tal prática tem se tornado bastante usual  e, infelizmente, vem causando sérios prejuízos de dúvidas aos clientes  bancários, principalmente pessoas jurídicas.&lt;br /&gt;
&lt;div align="left" class="article-content"&gt;&lt;br /&gt;
Via de regra a fraude ocorre nas dependências da instituição financeira,  sendo realizada por funcionários ou colaboradores do banco que tem acesso aos  malotes, associados a equipamentos que possibilitam falsificação de  autenticações mecânicas. A forma pela qual é praticada a fraude é bastante  similar em muitos casos: a) a empresa, cliente bancária, envia malote com  inúmeros títulos para pagamento, acompanhados de um cheque nominal ao próprio  banco, o qual será descontado pela instituição financeira; b) ao dispor do  cheque e da autorização de desconto, os fraudadores criam um boleto bancário no  mesmo valor do cheque, fazendo o pagamento do boleto emitido e, com isso,  remetendo o valor para a conta de uma empresa (cedente do título) utilizada para  a prática da fraude; c) mediante a utilização de equipamentos especiais, os  fraudadores autenticam mecanicamente todos os títulos inicialmente enviados pelo  cliente, devolvendo o malote contendo todos os títulos devidamente autenticados  (porém com autenticação mecânica falsa), o que não levanta suspeitas sobre o  acontecimento da fraude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O cliente bancário somente passa a ter conhecimento da existência da fraude  quando os credores dos títulos enviados nos malotes (fornecedores, órgãos  fiscais, etc.) começam a manifestar o não recebimento dos valores mediante  reclamação, envio de títulos a protesto, lavratura de autuações fiscais, etc.  Até para encobrir a ocorrência da fraude por um tempo maior, as quadrilhas de  fraudadores preferem sempre utilizar cheques destinados ao pagamento  exclusivamente de tributos, pois as autoridades fiscais terão uma demora muito  maior na detecção da dívida e intimação do contribuinte para pagamento.  Justamente por conta disto é que os maiores alvos deste tipo de fraude são  empresas do ramo de importação, as quais fazem vultosos pagamentos de tributos  para liberação de suas mercadorias na alfândega.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E, infelizmente, os bancos se inibem da responsabilidade sobre a fraude, via  de regra alegando a inexistência de provas de que a fraude tenha ocorrido  internamente, ou seja, nas dependências do banco. Para isso, buscam imputar ao  cliente bancário erros de procedimento, tais como não conferência ou não  lacração do malote, ou igualmente buscam imputar ao portador do malote a  eventual prática da fraude.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por conta destas manobras evasivas das instituições financeiras, muitas  empresas deixam de questionar as fraudes ou de responsabilizar as instituições  financeiras, acreditando ser obrigação da própria empresa a localização dos  fraudadores. E, assim sendo, acabam aceitando os prejuízos sem maiores  questionamentos. Porém, a abordagem jurídica da questão é bem diferente daquela  pretendida pelos bancos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por se tratar de serviço bancário, as operações de malote encontram-se  sujeitas à aplicação do Código de Defesa do Consumidor e, assim sendo, o ônus de  provar o local de ocorrência da fraude automaticamente se volta contra o banco,  e não contra o cliente bancário. Portanto, havendo indícios de ocorrência da  fraude, competirá ao banco provar que esta não ocorreu dentro das dependências  da instituição financeira, sob pena de ser responsabilizado pelos prejuízos  causados. Nesse sentido destacamos os seguintes julgados:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-left: 90px;"&gt;&lt;em&gt;DANO MORAL - Responsabilidade civil -  &lt;strong&gt;Pagamento efetuado por meio de serviços de malote - Desvio de valores  destinados ao pagamento do INSS e depósito dessas verbas em contas pertencentes  a terceiros - Autenticação mecânica dos pagamentos falsificada - Defeito na  prestação de serviços - Aplicabilidade do Código de Defesa do Consumidor - Dever  de reparar configurado, independente de culpa (CDC, art. 14&lt;/strong&gt;),  inocorrentes as excludentes elencadas no § 3", inciso II (culpa exclusiva da  vítima ou de terceiro) - Observância das circunstâncias da causa, da capacidade  econômica das partes e das finalidades reparatória e pedagógica no arbitramento  - Indenizatória procedente - Recurso provido.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 90px;"&gt;&lt;em&gt;INDENIZAÇÃO - &lt;strong&gt;Danos morais e materiais  - Emissão de cheque - Desvio do valor destinado a pagamento de imposto -  Incontroverso o encaminhamento do chegue ao banco-réu e o saque dos valores da  conta corrente da autora Reconhecimento de responsabilidade solidária dos  réus&lt;/strong&gt; - Ação parcialmente procedente RESPONSABILIDADE - Alegações de  culpa exclusiva da vítima ou culpa concorrente, de inexistência de dano moral -  Alegação de conduta desidiosa da autora - &lt;strong&gt;Incidência do Código de Defesa  do Consumidor - Responsabilidade objetiva do banco, com base na teoria do risco  - Responsabilização solidária cabível&lt;/strong&gt; - Recurso improvido.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="margin-left: 90px;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Mais importante ainda, caso a fraude tenha causado danos à imagem da empresa,  como por exemplo protestos indevidos dos títulos que deixaram de ser pagos em  virtude da fraude ou impossibilidade de obtenção de certidões negativas de  débitos fiscais, o cliente bancário igualmente poderá pleitear a reparação dos  danos morais através da fixação de indenização, mesmo em se tratando de pessoa  jurídica, conforme tem entendido a jurisprudência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div style="margin-left: 90px;"&gt;&lt;em&gt;DANO MORAL e MATERIAL -  &lt;strong&gt;Responsabilidade civil objetiva - Prestação de serviço bancário -  Incidência do CDC&lt;/strong&gt; - Adin 2591 do STF e Súmula 297 do STJ -  &lt;strong&gt;Pagamentos de guias por malote e cheques nominais ao Banco - Chancelas  falsificadas - Reparação integral que compete ao prestador de serviço - Fatos  narrados na inicial que caracterizam prejuízo moral indenizável-&lt;/strong&gt;  Sentença reformada - Arbitramento - Valor pedido na inicial que é exagerado,  produzindo o enriquecimento sem causa - &lt;strong&gt;Fixação em 03 vezes o valor do  prejuízo material (equivalente a 372 s.m.)&lt;/strong&gt; - Recurso da autora provido  em parte, negado provimento ao do réu.&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Neste sentido, e considerando tudo o que colocamos e expusemos acima,  recomenda-se que o cliente bancário obtenha o maior volume de provas possíveis,  dentre as quais recomendamos: a) formalização de reclamação pelos meios cabíveis  perante a instituição financeira (agência, site, ouvidoria, etc.); b)  formalização de reclamação perante o Banco Central do Brasil, por meio de canal  institucional no qual podem ser registradas reclamações e denúncias contra as  instituições supervisionadas pelo órgão regulador, acessando o seguinte  &lt;em&gt;weblink&lt;/em&gt;: &lt;a href="http://www.bcb.gov.br/"&gt;www.bcb.gov.br&lt;/a&gt; e seguindo  o seguinte caminho &lt;em&gt;“Início » Perfil cidadão » Atendimento ao público »  Reclamações e denúncias contra bancos, consórcios, cooperativas”&lt;/em&gt;; c)  solicitação de cópia/microfilmagem do título que foi pago pelos fraudadores com  os valores do cheque descontado (via de regra a data de emissão e vencimento do  título são do próprio dia da fraude); d) envio de notificação escrita ao banco  para que preste esclarecimentos; e) manutenção de controle sobre as datas e os  títulos enviados em cada malote.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De posse de tais provas, ou de outras existentes, recomendamos às empresas  que sofrerem este tipo de fraude que procurem o devido aconselhamento jurídico,  buscando uma orientação técnica para a reparação pelos prejuízos financeiros e  danos causados à imagem através do ajuizamento da demanda judicial cabível.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Gabriel Hernan Facal Villarreal&lt;/strong&gt;, Advogado e Consultor em  São Paulo. Sócio de Creuz e Villarreal Advogados Associados. Bacharel em Direito  pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, Pós-graduado em Direito Tributário  pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP, Mestre em Direito  Político e Econômico pela Universidade Presbiteriana Mackenzie. - E-mail: &lt;a href="mailto:gabriel@cv.adv.br"&gt;gabriel@cv.adv.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IN: &lt;a href="http://www.investimentoenoticia.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/direitos-do-cliente-bancario-e-deveres-das-instituicoes-financeiras.html" title="http://www.investimentoenoticia.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/direitos-do-cliente-bancario-e-deveres-das-instituicoes-financeiras.html"&gt;http://www.investimentoenoticia.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/direitos-do-cliente-bancario-e-deveres-das-instituicoes-financeiras.html&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-2070462635582223901?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fJaZcJM0tpCbFza6m6rCD3pT13Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fJaZcJM0tpCbFza6m6rCD3pT13Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fJaZcJM0tpCbFza6m6rCD3pT13Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fJaZcJM0tpCbFza6m6rCD3pT13Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/Ji71ffDPTQg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/2070462635582223901/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/direitos-do-cliente-bancario-e-deveres.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2070462635582223901?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2070462635582223901?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/Ji71ffDPTQg/direitos-do-cliente-bancario-e-deveres.html" title="Direitos do Cliente Bancário e Deveres das Instituições Financeiras" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/direitos-do-cliente-bancario-e-deveres.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQERX46cSp7ImA9WhRUEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-2868247421406914659</id><published>2012-01-20T16:31:00.000-02:00</published><updated>2012-01-20T16:31:44.019-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-20T16:31:44.019-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Marcas e Patentes - Branding - Gestão de Marcas" /><title>Branding: gestão de marcas nas empresas</title><content type="html">&lt;strong&gt;Branding: gestão de marcas nas empresas&lt;/strong&gt;  &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ter, 17 de Janeiro de 2012 04:45 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A marca de uma empresa representa uma combinação de elementos que  identificam e reforçam os valores de um produto ou serviço oferecido ao mercado.  Por isso, construir uma marca forte e consolidá-la no mercado torna-se hoje  questão vital para a competitividade e a sobrevivência.&lt;/div&gt;Os produtos e as ofertas de serviços multiplicam-se em progressões  geométricas e a diferenciação da marca pode significar o sucesso ou o fracasso  de uma empresa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O O consumidor de hoje, é estimulado, a todo o momento, a experimentar um  novo produto, serviço ou nova marca. Com isso, uma marca eficaz tem como função  simplificar o processo de decisão do consumidor, reduzindo os riscos da escolha  e atendendo as expectativas e satisfação do cliente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Embora algumas empresas não entendam a necessidade e importância da marca  bem construída e administrada, ela aparece como o principal ativo estratégico de  uma empresa, independente do segmento em que atue. Se bem gerenciadas, as ações  de branding impactam positivamente no crescimento e perpetuação do que a empresa  representa e utiliza essa relação como elemento central de relacionamento com  todos os seus públicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O que diferencia uma empresa que entende o desenvolvimento da marca como  custo de uma que entende o desenvolvimento de marca como uma ativo estratégico,  é a forma como a empresa pensa e planeja as ações em curto, médio e longo prazo.  Enquanto a primeira tem a gestão baseada na área financeira, a segunda entende a  empresa como um todo e, por isso, envolve todas as áreas e departamentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Já as empresas que entendem o gerenciamento de branding como custo,  analisam os investimentos necessários e as ações programadas sob a ótica  contábil, visando o retorno sobre o investimento. Contudo, muitas vezes o plano  de ação apresenta atividades que não conseguem ser quantificadas e justificadas,  porém, complementam o “todo” pensado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;As empresas que entendem a marca como um ativo estratégico, buscam nas  ações propostas o envolvimento de todas as áreas correlatas da organização e  estabelecem de forma natural e coerente os valores propostos. A marca acaba  tornando-se o elo de ligação entre as áreas da empresa e o nível de consciência  dos colaboradores é diferente ao passo em que cada um sabe o papel que precisa  desempenhar para entregar, através de suas ações, a promessa da empresa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Essa sinergia de áreas e o movimento de integração são percebidos na forma  como a empresa se posiciona e é lembrada na mente dos consumidores. O  posicionamento representa uma decisão estratégica que servirá de base para a  comunicação, treinamento dos colaboradores e ações concretas do dia a dia da  empresa. Funciona como uma extensão da vivência e da experiência da marca com o  consumidor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O branding é um processo contínuo, de entendimento, valorização e  atualização. Tão complexo quanto a construção de uma marca está o entendimento  dos gestores e decisores da organização, que devem avaliar três fatores cruciais  para manter a marca ativa e positiva: a consistência da marca em todas as etapas  do processo, ou seja, entregar o que é prometido; o alinhamento dos elementos  que compõem a marca como nome, design, posicionamento e atributos; e qualidade  nos serviços e produtos oferecidos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Estes aspectos tornam-se primordiais para a evolução da marca. Gestão em  marca não é ciência exata. É feeling, sinergia e sensibilidade. Um trabalho bem  estruturado de branding leva tempo e envolve decisões e reflexões sobre a marca,  em que a empresa precisa ter maturidade e visão progressiva da demanda e  realidade do mercado em que está inserida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;André Alves&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;IN: &lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/branding-gestao-de-marcas-nas-empresas.html" title="http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/branding-gestao-de-marcas-nas-empresas.html"&gt;http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/branding-gestao-de-marcas-nas-empresas.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-2868247421406914659?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YWiuA45F7yGEyv3_pI_JrHwheYM/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YWiuA45F7yGEyv3_pI_JrHwheYM/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YWiuA45F7yGEyv3_pI_JrHwheYM/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/YWiuA45F7yGEyv3_pI_JrHwheYM/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/hP0KTuP9v2A" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/2868247421406914659/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/branding-gestao-de-marcas-nas-empresas.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2868247421406914659?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2868247421406914659?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/hP0KTuP9v2A/branding-gestao-de-marcas-nas-empresas.html" title="Branding: gestão de marcas nas empresas" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/branding-gestao-de-marcas-nas-empresas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMBR389fip7ImA9WhRVE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-1832135230779200036</id><published>2012-01-12T12:09:00.001-02:00</published><updated>2012-01-12T12:10:56.166-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-12T12:10:56.166-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direito Trabalhista - Hora Extra- Celular e email" /><title>Celular e e-mail fora do trabalho podem dar hora extra</title><content type="html">&lt;strong&gt;Celular e e-mail fora do trabalho podem dar hora extra&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id="ad-180x150-1"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;12/01/2012 – 02h57 - DE BRASÍLIA&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Em tempos de popularização dos smartphones, uma lei que acaba com a distinção entre trabalho dentro da empresa e à distância, sancionada pela presidente Dilma Rousseff no final de 2011, já gera polêmica entre empregados e empregadores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A legislação, que alterou a CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), diz que o uso de celular ou e-mail para contato entre empresas e funcionários equivalem, para fins jurídicos, às ordens dadas diretamente aos empregados, informa reportagem de &lt;b&gt;Maeli Prado&lt;/b&gt; e &lt;b&gt;Priscilla Oliveira&lt;/b&gt; publicada na &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; desta quinta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com advogados especializados, a mudança abre espaço para que funcionários que usam o celular para trabalhar após o horário de expediente, por exemplo, recebam horas extras por isso.&lt;br /&gt;
É uma interpretação oposta a de entidades empresariais, como a Confederação Nacional da Indústria (CNI), que rebatem que o objetivo do projeto de lei do deputado Eduardo Valente, de 2004, que deu origem à mudança da CLT, era somente regular o trabalho à distância.&lt;br /&gt;
&lt;table class="articleGraphic mceItemTable" data-mce-style="color: #000000;" style="color: black;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="articleGraphicSpace" rowspan="3"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="articleGraphicCredit"&gt;&lt;/td&gt;&lt;td class="articleGraphicSpace" rowspan="3"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="articleGraphicImage"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Editoria de arte/Folhapress&lt;br /&gt;
Leia mais na edição da &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; desta quinta-feira.&lt;br /&gt;
&lt;div class="tagline"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="tagline"&gt;IN: &lt;a data-mce-href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1033199-celular-e-e-mail-fora-do-trabalho-podem-dar-hora-extra.shtml" href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1033199-celular-e-e-mail-fora-do-trabalho-podem-dar-hora-extra.shtml" title="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1033199-celular-e-e-mail-fora-do-trabalho-podem-dar-hora-extra.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1033199-celular-e-e-mail-fora-do-trabalho-podem-dar-hora-extra.shtml&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/12012114.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" data-mce-src="http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/12012114.jpeg" src="http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/12012114.jpeg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-1832135230779200036?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WwuRsjttJWJltrE70tVKyQDAnoo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WwuRsjttJWJltrE70tVKyQDAnoo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WwuRsjttJWJltrE70tVKyQDAnoo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/WwuRsjttJWJltrE70tVKyQDAnoo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/eE18H4YaZng" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/1832135230779200036/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/celular-e-e-mail-fora-do-trabalho-podem.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/1832135230779200036?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/1832135230779200036?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/eE18H4YaZng/celular-e-e-mail-fora-do-trabalho-podem.html" title="Celular e e-mail fora do trabalho podem dar hora extra" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/celular-e-e-mail-fora-do-trabalho-podem.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0QHQngzcSp7ImA9WhRVEEg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-4678750072757659412</id><published>2012-01-08T19:48:00.000-02:00</published><updated>2012-01-08T19:48:53.689-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-08T19:48:53.689-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="EIRELI - Lei nº 12.441/2011 - Vigência" /><title>Lei da Empresa Individual entra em vigor na segunda</title><content type="html">&lt;strong&gt;Lei da Empresa Individual entra em vigor na segunda&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por Laura Ignacio | De São Paulo&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;06/01/2012 – VALOR ECONÔMICO&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A partir de segunda-feira será possível abrir uma empresa limitada no Brasil sem a necessidade de um sócio. A medida será possível porque entra em vigor a Lei nº 12.441, de julho do ano passado, que criou a chamada Empresa Individual de Responsabilidade Limitada (Eireli). Apesar de atrair a atenção de empreendedores - que hoje possuem sócios apenas por exigência legal - a nova norma exige que o empresário declare no ato de constituição da companhia possuir um capital mínimo de cem salários mínimos - hoje R$ 62,2 mil. Esse montante deve estar disponível para o negócio, seja em dinheiro, bens ou direitos. Hoje nem as empresas limitadas nem as sociedades anônimas, precisam cumprir exigência semelhante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Por considerar a medida inconstitucional, o Partido Popular Socialista (PPS) já propôs uma ação direta de inconstitucionalidade (Adin) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra esse dispositivo da lei da Eireli, antes mesmo de a norma entrar em vigor. O partido argumenta que a exigência é contrária ao princípio da livre iniciativa por prejudicar micro e pequenos empresários e violar a Constituição, por ser vinculada ao salário mínimo. A Adin ainda não foi julgada pela Corte Suprema.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
De acordo com o Código Civil, as empresas limitadas só podem ser abertas com, pelo menos, dois sócios. Além disso, desde 2002, após alterações feitas no código, empresas de fora só podem instalar-se no país se um dos sócios for brasileiro. Com isso, empresas estrangeiras passaram a investir no Brasil por meio de fundos de investimento em bolsa de valores ou a criar uma cota de valor módico para um sócio brasileiro de "conveniência". Vários advogados, por exemplo, aparecem em contratos sociais como sócios de multinacionais instaladas no Brasil em razão da exigência legal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por isso, a notícia sobre a Eireli foi recebida com entusiasmo, segundo advogados. A ideia passada pela legislação seria a de que as empresas individuais poderiam ter como titulares tanto pessoas físicas quanto jurídicas. No entanto, uma recente regulamentação do Departamento Nacional de Registro do Comércio (DNRC) frustrou essa expectativa, pois a orientação prevê que somente pessoas físicas podem ser as titulares dessas firmas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Segundo o advogado Marcelo Angelini, do escritório Zilveti &amp;amp; Sanden Advogados, várias empresas externas deixam de entrar no Brasil por conta dessa burocracia. "Temos muitos clientes estrangeiros e se há facilidade em outro país, preferem levar o capital para lá", afirma. Segundo ele, após a publicação da Lei nº 12.441, várias estrangeiras e outras que já estão no país procuraram o escritório para constituir uma Eireli. O objetivo é evitar problemas como o caso de um sócio brasileiro que morreu e a cota da empresa estrangeira entrou no inventário. "Isso fora os casos em que a empresa estrangeira tem altos custos com advogados porque o sócio brasileiro teve sua conta bancária penhorada em razão de processo trabalhista contra a empresa", afirma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
A Eireli livraria empresas estrangeiras de questões como essas. O advogado e professor de direito comercial da PUC-SP e Mackenzie, Armando Rovai, contesta a interpretação do DNRC. Para ele, se a lei fala apenas em pessoa, o órgão não poderia interpretar a norma de forma restritiva e literal. "Seria uma oportunidade magnífica para o Brasil aproveitar o aporte de capital dessas sociedades estrangeiras", afirma. "Agora, ou as Juntas Comerciais não acatam isso ou os interessados vão ter que entrar com ações no Judiciário", diz o advogado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A Junta Comercial do Estado de São Paulo (Jucesp) vai obedecer a regulamentação do DNRC, pois está submetida ao órgão. "As juntas são obrigadas a aplicar o entendimento", afirma o presidente da Jucesp, José Constantino de Bastos Júnior. Segundo a advogada da União e coordenadora de atos jurídicos do DNRC, Rejanne Castro, após uma reunião entre os procuradores o órgão foi decidido que só pessoas físicas podem constituir uma Eireli. Ela explica que a finalidade dos legisladores era não afetar o patrimônio de empresários individuais. Além disso, o entendimento foi reforçado por um enunciados do Conselho da Justiça Federal (CJF) no mesmo sentido. "Assim, evitamos que eventuais decisões judiciais federais determinem a desconstituição de Eirelis constituídas por empresas", diz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O enunciado do CJF não vincula os juízes federais do país, que possuem liberdade de julgar. O advogado Jorge Lobo, do Lobo Advogados, entende que qualquer dúvida levantada por empresário a respeito da questão deverá ser julgada pela Justiça Estadual. "A Justiça Federal só é competente quando há divergência entre as juntas comerciais", afirma.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-4678750072757659412?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4dOy1ivZP89UWWppaZMDaGAXzrE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4dOy1ivZP89UWWppaZMDaGAXzrE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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&lt;div&gt;Qua, 04 de Janeiro de 2012 00:14&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há algum tempo, percebemos que o tema “responsabilidade” tem adquirido dimensão e importância cada vez maiores, relacionando-se a áreas como a social, ambiental, moral, ética... Hoje, tornou-se fator inerente e está na pauta de discussão de qualquer atividade desenvolvida por indivíduos, grupos, instituições, entidades, governos ou corporações. E é justamente a amplitude com que a “responsabilidade” tem sido assumida pelos diferentes agentes da sociedade que vem atingindo patamares inimagináveis, quando a comparamos com referências de um passado não muito distante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um exemplo da evolução dos padrões de responsabilidade – seja por exigência dos consumidores, de governos, de instituições, de princípios sociais, ou, até, por iniciativa das empresas – pode ser percebido no conteúdo de três resoluções firmadas durante o “The Global Summit 2011” (Encontro Global 2011), evento realizado este ano, em Barcelona (Espanha), pelo “The Consumer Goods Forum” (Fórum dos Bens de Consumo), rede mundial de líderes do varejo, indústria de alimentos e bebidas, bens de consumo e prestadores de serviços dedicada a iniciativas relacionadas aos seguintes pilares estratégicos: tendências emergentes; sustentabilidade; saúde e segurança; excelência operacional; troca de conhecimentos e desenvolvimento de pessoas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As três resoluções aprovadas, debatidas por um grupo de líderes empresariais eespecialistas e que serão sugeridas como princípios às corporações de todo o mundo, estabelecem os seguintes objetivos: garantir o acesso e a disponibilidade de produtos e serviços que estimulem entre as pessoas a adoção de dietas e estilos de vida mais saudáveis; oferecer informações transparentes que auxiliem o consumidor a tomar decisões embasadas; e desenvolver programas educacionais para ampliar a consciência e estimular a adoção de estilos de vida mais saudáveis.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É interessante perceber a preocupação dos líderes empresariais em contribuir para a solução de problemas que, em um primeiro momento, poderiam ser qualificados como de saúde pública. Mas, afinal, as empresas têm de ser responsáveis a ponto de estimular hábitos mais saudáveis, mesmo que isso possa aparentemente afetarseus próprios interesses comerciais? A resposta é um definitivo sim.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Mesmo diante do apelo do livre consumo, o mercado (formado em sua base justamente por consumidores) exige que as empresas ofereçam produtos e serviços saudáveis às pessoas (e até, eventualmente, aos animais), atuem com responsabilidade e demonstrem, de fato, suas preocupações e atitudes nesses sentidos. Para chegar a isso, é imprescindível desenvolver uma comunicação transparente, que agregue informações esclarecedoras para orientar as pessoas no sentido de tomarem as decisões mais oportunas em cada caso. Também é essencial contar com o apoio de dados, informações, pesquisas e apurações científicas que deem suporte adequado à confirmação de que tais produtos e serviços oferecidos são realmente saudáveis como se indica.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Cuidar para que o consumidor saiba o que é bom para si ou para seus familiares e semelhantes passou a ser uma obrigação das empresas. Ser responsável significa atuar pensando em todos os impactos que as corporações podem provocar, seja no que diz respeito às pessoas, ao meio ambiente ou à sociedade como um todo. É tarefa, portanto, das organizações exercitar de modo transparente e inteligente a adequação de produtos e serviços, seus processos e suas relações com seuspúblicos. Nesse sentido, é preciso investir forte no uso da criatividade, em pesquisa e inovação. A equação é simples: oferecer produtos e serviços confiáveis, somado a uma atuação responsável dedicada a todos as entidades que dão forma à sociedade, resulta em melhor percepção do que as corporações têm a oferecer e de sua própria existência, o que redunda, em geral, em resultados melhores e sustentados.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Além disso, países como o Brasil, em que os recursos naturais disponíveis têm sido verdadeiros garotos-propaganda do avanço da atividade econômica, precisam ter atenção redobrada em relação à forma como suas empresas, instituições, entidades e governos tratam e lidam com o meio ambiente, especialmente no que diz respeito à exploração e à gestão desses recursos, visando sempre o tão desejado desenvolvimento sustentado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ao final, percebemos que a noção de responsabilidade sobre o bem-estar dos indivíduos, anteriormente considerada uma incumbência do Estado, está hoje sendo dividida por toda a sociedade, inclusive pelas empresas que a compõem. Essa não é apenas uma tendência, mas sim um caminho que vem se consolidando e que exigirá dos empreendedores atenção e determinação para que sigam no rumo acertado e garantam a sustentabilidade do próprio negócio e dos sistemas que o envolvem.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Carlos Augusto Pires.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;IN: &lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/negocios-responsaveis.html"&gt;http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/negocios-responsaveis.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-5166778522152331396?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCgm5MqIZZwudLy9ttfFSAPV-9U/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCgm5MqIZZwudLy9ttfFSAPV-9U/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCgm5MqIZZwudLy9ttfFSAPV-9U/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/fCgm5MqIZZwudLy9ttfFSAPV-9U/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/EGhioZotM3E" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/5166778522152331396/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/negocios-responsaveis.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5166778522152331396?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5166778522152331396?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/EGhioZotM3E/negocios-responsaveis.html" title="Negócios responsáveis" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/negocios-responsaveis.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04DSXo5fyp7ImA9WhRWF00.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-2564334621464501498</id><published>2012-01-04T17:39:00.000-02:00</published><updated>2012-01-04T17:39:38.427-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-04T17:39:38.427-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Certidão Negativa de Débitos Trabalhista - Poder Público" /><title>Certidão trabalhista entra em vigor a partir de hoje</title><content type="html">&lt;strong&gt;Certidão trabalhista entra em vigor a partir de hoje&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Por Bárbara Pombo e Juliano Basile | De São Paulo e Brasília&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Valor Econômico – 04/01/2012&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Entra oficialmente em vigor hoje a lei que exige a apresentação da Certidão  Negativa de Débito Trabalhista (CNDT) pelas empresas que querem participar de  licitações públicas. O Tribunal Superior do Trabalho (TST), entretanto, concedeu  30 dias para as companhias com dívidas trabalhistas regularizarem a situação sem  que sejam imediatamente afetadas pela medida. Pelo Ato do TST nº 01, publicado  ontem, os devedores terão um mês para quitar ou justificar a falta de pagamento  antes de serem "negativadas". "É prudente a concessão de prazo razoável para que  o devedor interessado, após inscrito no banco de dados, adote as providências  necessárias para a correção de eventuais inconsistências ou a satisfação do  crédito em execução", afirma o presidente do TST, ministro João Oreste  Dalazen.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A certidão será emitida a partir das informações contidas no Banco Nacional  de Devedores Trabalhistas (BNDT), que, até ontem, tinha cerca de um milhão de  empresas inscritas. A lista de inadimplentes passa a ser divulgado hoje pelo  tribunal. Foram cadastrados no banco mais de 1,5 milhão de processos que  aguardam execução. O documento poderá ser impresso gratuitamente pelo site do  TST.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A inclusão de nomes de empresas na lista de devedores será automática. De  acordo com as regras que foram aprovadas pelos ministros do TST, em agosto,  basta que a dívida seja confirmada pelos Tribunais Regionais do Trabalho (TRTs)  para que conste o nome da empresa como devedora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Pela norma do TST, a empresa será negativada a partir do 31º dia se não  honrar a dívida ou esclarecer o motivo do não pagamento. O tempo concedido é  considerado importante porque muitos advogados já verificaram erros no banco  durante a consulta pública aberta às empresas no fim do ano passado. "Há  clientes que já quitaram o débito e continuam inscritos e outros que eram  responsáveis solidários e ainda estão como inadimplentes mesmo tendo o devedor  principal já feito o pagamento", afirma Otávio Silva, sócio da área trabalhista  do Siqueira Castro Advogados.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Silva afirma que entrou com despachos nos plantões judiciais de vários  tribunais para conseguir a exclusão de grandes empresas da área de mineração e  construção civil. "Juntos eles possuem mais de 300 processos em execução pelo  país. Muitos deles consegui retirar do banco", diz.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;No Maranhão, advogados ainda não conseguiram confirmar se há processos  incluídos indevidamente. De acordo com Pollyana Letícia Nunes Rocha, do Ulisses  Sousa Advogados Associados, a listagem dos devedores no Estado começou apenas em  dezembro por causa da greve dos servidores, que suspendeu o atendimento ao  público. "Por isso, ainda não confirmamos dados concretos sobre a inclusão de  processos já quitados, pois nos andamentos do site do TRT da 16º Região constam  apenas inclusão, exclusão, alteração, não sendo específico qual das três foi  realizada", diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;De acordo com advogados, é possível entrar com mandado de segurança na  Justiça caso a empresa adimplente não consiga a exclusão. Segundo Eliane Ribeiro  Gago, do escritório Duarte Garcia, Caselli Guimarães e Terra Advogados, esta  seria a última alternativa. "O procedimento mais adequado e rápido seria a  elaboração de uma petição endereçada ao juízo da execução juntando o comprovante  de quitação do débito", diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O sistema de identificação de devedores foi criado para resolver uma  situação constrangedora na Justiça do Trabalho. Atualmente, de cada cem pessoas  que ganham uma ação trabalhista, apenas 31 recebem. São cerca de 2,5 milhões de  processos em fase de execução. Para Dalazen, isso significa que a taxa de  congestionamento da execução trabalhista brasileira atinge "o preocupante  patamar de 69%".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Para resolver esse problema, o presidente do TST defendeu a aprovação da  norma no Congresso com a criação do Banco de Devedores e de três certidões. A  primeira é a Certidão Negativa de Débitos Trabalhistas. Ela indica as empresas  que não têm dívidas com a Justiça do Trabalho. A segunda é a Certidão Positiva  de Débitos. Essa última mostra quem são os devedores. Há ainda a Certidão  Positiva com efeitos de negativa para a empresa que foi citada a executar a  dívida, mas que ainda questiona algum aspecto do pagamento.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O projeto enfrentou a oposição de entidades empresariais no Congresso, mas  foi aprovado e sancionado pela presidente Dilma Rousseff, em 7 de julho de 2011,  quando se transformou na Lei nº 12.440.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a lei aumenta a burocracia  e os custos para as empresas. Na opinião do presidente do conselho de  assistência sindical da Federação do Comércio de São Paulo (Fecomercio-SP), Ivo  Dall'Acqua, a medida pode ter um efeito inverso do esperado. Isso porque as  empresas dependentes de licitações públicas poderiam ter problemas em resolver  pendências trabalhistas por falta de dinheiro. "Elas deveriam continuar  fornecendo e ter parte do valor faturado amortizado pelos débitos", diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Para o desembargador Nelson Nazar, presidente do Tribunal Regional do  Trabalho (TRT) de São Paulo (2ª região), o maior do país, a certidão será uma  forma eficaz de pressionar as empresas a quitarem seus débitos. "O documento vai  atuar na parte mais sensível das empresas que é a conquista de mercado",  diz.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Certidão será um mecanismo importante que servirá à efetividade da  prestação jurisdicional, afirma Renato Henry Sant'Anna, presidente da Associação  Nacional dos Magistrados da justiça do Trabalho (Anamatra), entidade que  defendeu a aprovação da lei. "As obrigações trabalhistas devem ser prioritárias,  assim como as questões tributárias e previdenciárias, já que o crédito  trabalhista é privilegiado", enfatizou Sant'Anna.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-2564334621464501498?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="n-header"&gt; &lt;div class="title1"&gt;Valor Econômico 04/01/2012&lt;/div&gt;&lt;div class="title1"&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="node-author"&gt;Por Laura Ignacio | De São Paulo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Empresas autuadas pela Receita Federal por não recolher contribuições  previdenciárias sobre bolsas de estudos oferecidas aos funcionários ganharam uma  nova argumentação de defesa. Especialistas afirmam que a Lei nº 12.513, de 2011,  dispensa o recolhimento da contribuição sobre o auxílio-educação,  independentemente do curso custeado - ensino fundamental, médio, superior,  técnico, curso de línguas, entre outros. A alíquota da contribuição  previdenciária é de 20% sobre o salário. Mas, somadas outras contribuições, a  tributação pode chegar a 28,8%.&lt;br /&gt;
&lt;div class="n-content" id="node-body"&gt;&lt;div class="node-body"&gt;&lt;br /&gt;
Nas autuações, a Receita interpretava que o custeio da educação dos  funcionários ou seus dependentes só está livre da contribuição em dois casos:  quando se trata da educação básica (ensino fudamental e médio) e de cursos de  capacitação e qualificação profissional, desde que ligados à atividade da  empresa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contribuintes autuados por não recolher contribuições sobre bolsas para  cursos universitários e de pós-graduação recorriam à esfera administrativa ou à  Justiça para questionar a cobrança. O texto da nova lei segue uma interpretação  já firmada em julgamentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo Fábio André Gomes, diretor e consultor da área trabalhista e  previdenciária da CPA Informações Empresariais, muitas empresas têm receio de  conceder bolsas de estudos aos empregados, quando o objetivo é custear cursos  fora do ensino fundamental ou que não sejam de capacitação e qualificação, pois  poderiam ser autuadas pela Receita. "No Rio Grande do Sul, uma empresa oferecia  pós-graduação aos empregados e foi autuada porque não pagava a contribuição  previdenciária", afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo o consultor, a empresa precisa cumprir três requisitos para não pagar  a contribuição previdenciária sobre o custeio da educação: o curso deve estar  vinculado à atividade da empresa; a bolsa não pode substituir parcelas do  salário; e seu valor não pode ultrapassar a maior entre duas quantias: 5% da  remuneração total do empregado ou uma vez e meia o total do salário mínimo (que  hoje soma R$ 933). Se ultrapassar esses limites, a bolsa passa a ser tributada.  "Já recebemos consultas de duas indústrias metalúrgicas interessadas em custear  bolsas por, agora, terem mais segurança jurídica", diz Gomes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para o advogado Andrei Cassiano, do Andrade Maia Advogados, os limites  definidos na lei passarão a ser discutidos na Justiça. "Tal limitação depõe  contra o próprio direito fundamental à educação, na medida em que desestimula a  empresa a custear a educação e o aperfeiçoamento de seus empregados". Para o  advogado, não há justificativa para as restrições.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-4322161248732220582?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D9FPuHMNgRLgPl9tro3LzhG6I2A/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D9FPuHMNgRLgPl9tro3LzhG6I2A/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D9FPuHMNgRLgPl9tro3LzhG6I2A/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D9FPuHMNgRLgPl9tro3LzhG6I2A/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/ZCttPMQYPZg" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/4322161248732220582/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/lei-amplia-isencao-de-tributo-em.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/4322161248732220582?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/4322161248732220582?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/ZCttPMQYPZg/lei-amplia-isencao-de-tributo-em.html" title="Lei amplia isenção de tributo em educação" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/lei-amplia-isencao-de-tributo-em.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMBRX89fyp7ImA9WhRWFUw.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-131590496652883599</id><published>2012-01-02T13:17:00.000-02:00</published><updated>2012-01-02T13:17:34.167-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-02T13:17:34.167-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Exportação - Seguro" /><title>Seguro de Exportação: O que o empresário precisa saber para exportar seu produto com tranquilidade.</title><content type="html">&lt;strong&gt;Seguro de Exportação: O que o empresário precisa saber para exportar seu  produto com tranquilidade.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Qui, 22 de Dezembro de 2011 04:32 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Atualmente, o crescimento e desenvolvimento das empresas estão ligados à  preservação da sua posição no mercado interno. Hoje existem poucas barreiras  protecionistas, portanto as empresas estão sujeitas a alta competitividade  global interna e externamente. Essa competição faz com que as empresas se  especializem, passando a estar aptas a internacionalizar seus produtos através  da exportação.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Devido ao bom momento da economia nacional, o Brasil vem tendo grande  expansão de negócios tanto para o mercado interno quanto além das fronteiras, a  realização de negócios é muito rápida, ajudado pela tecnologia que permite a  comunicação com qualquer lugar do planeta de forma instantânea. Quando um  empresário pensa em exportar seus produtos para outras regiões do mundo, é  necessário pensar em um seguro de transporte que o proteja de custos não  planejados que, dependendo do caso, podem ameaçar o próprio negócio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A contratação do seguro de transporte de mercadoria não é uma operação  obrigatória, porém de extrema importância, pois se um embarque não segurado  sofrer um sinistro, o responsável pela mercadoria, que pode ser tanto o vendedor  quanto o comprador (conforme o INCOTERMS negociado, que são tipos de termos de  vendas internacionais publicados pela Câmara Internacional de Comércio), terá  que arcar com os custos envolvidos. Esse prejuízo pode até, dependendo da  intensidade, significar uma ameaça para sobrevivência da empresa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Portanto, é muito importante conhecer e utilizar adequadamente os  “Incoterms”, pelo fato de cada um deles determinar a quem compete contratar o  seguro para proteção da mercadoria comercializada. Para a exportação, o  empresário deve procurar um Seguro de Transporte Internacional de Mercadorias  com cobertura para Todos os Riscos, de “porta a porta”. Isso irá garantir a  reposição das mercadorias em caso de danos físicos por quaisquer causas  externas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O corretor de Seguros é fundamental no processo de análise e elaboração do  contrato de Seguro ou Apólice. Com o auxilio do corretor, o empresário irá se  certificar se a apólice com a seguradora cobre todos os custos (valor da  mercadoria e despesas para exportação). Um exemplo importante é se ocorrer algum  sinistro no percurso terrestre dentro do Brasil, o exportador perde o benefício  da isenção de impostos (chamado “impostos suspensos”), e por desconhecimento dos  exportadores, normalmente essa cobertura não é contratada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;É prática dos exportadores assumirem a responsabilidade por danos nas  mercadorias apenas até o porto ou aeroporto de início. Ligado ao fato de que a  matriz de transporte é dependente do transporte rodoviário, com estradas mal  conservadas, especialmente para viagens de longa distancias, deixando as  mercadorias mais propensas a riscos de acidente e furto. No Brasil, com essas  características logísticas que agravam os riscos de perdas,  a necessidade para  o seguro de transporte é intensificada.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Os exportadores que contratam seguro de transporte somente para esse trecho  (viagem até os portos ou aeroportos de início) podem pagar mais do que se  estivessem contratando para toda a viagem, ou seja, “porta a porta”.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Felizmente, o Brasil oferece o que existe de mais moderno em termos de  apólices de seguros, cláusulas e coberturas, assim como taxas competitivas em  nível internacional. O seguro é um aliado do comércio exterior, e o empresário  brasileiro faz bem em pesquisar o que melhor cabe ao seu negócio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Salvatore Junior é Diretor da área de Seguros Transportes da Seguradora  Argo Seguros Brasil. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;IN:  &lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/seguro-de-exportacao-o-que-o-empresario-precisa-saber-para-exportar-seu-produto-com-tranquilidade.html"&gt;http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/seguro-de-exportacao-o-que-o-empresario-precisa-saber-para-exportar-seu-produto-com-tranquilidade.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-131590496652883599?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c2nprRL04tWTzg9QyOBLswKa1Zk/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c2nprRL04tWTzg9QyOBLswKa1Zk/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c2nprRL04tWTzg9QyOBLswKa1Zk/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/c2nprRL04tWTzg9QyOBLswKa1Zk/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/UKIun-jncco" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/131590496652883599/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2012/01/seguro-de-exportacao-o-que-o-empresario.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/131590496652883599?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/131590496652883599?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/UKIun-jncco/seguro-de-exportacao-o-que-o-empresario.html" title="Seguro de Exportação: O que o empresário precisa saber para exportar seu produto com tranquilidade." /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2012/01/seguro-de-exportacao-o-que-o-empresario.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEYAQ3s9fCp7ImA9WhRXE0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-6288079599861231303</id><published>2011-12-19T14:29:00.000-02:00</published><updated>2011-12-19T14:29:02.564-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-19T14:29:02.564-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Aviso Prévio - Nova Regulação" /><title>Novo aviso prévio onerará empresas.</title><content type="html">&lt;strong&gt;Novo aviso prévio onerará empresas.&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Sáb, 10 de Dezembro de 2011 18:20 &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A regulamentação do dispositivo constitucional referente à  proporcionalidade do aviso prévio, estabelecida em lei aprovada no Congresso  Nacional e sancionada pela presidente Dilma Rousseff, supre uma lacuna  inadmissível na legislação trabalhista brasileira. Contudo, a relação de três  dias por ano de trabalho, podendo gerar o compromisso de manter ou pagar o  trabalhador demitido durante três meses,significará graves ônus para os  empregadores.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Trata-se, portanto, de mais um fator com impacto negativo sobre a  competitividade das empresas,somando-se aos impostos elevados, juros exagerados,  câmbio apreciado e os próprios encargos sociais sobre a folha de pagamentos já  existentes no País. Assim, a promulgação da lei deveria ter a contrapartida de  uma desoneração compensatória.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O Brasil demorou 23 anos, desde a promulgação da Constituição de 1988, para  regulamentar o aviso prévio proporcional, previsto na alínea 21 do artigo sétimo  da Carta. Nessas mais de duas décadas, ocorreram muitas mudanças na economia  mundial e na nacional, incluindo o advento da globalização e o estabelecimento  de um nível de competição jamais antes visto no capitalismo contemporâneo.  Assim, toda medida que onere hoje as empresas interferem de modo direto em sua  capacidade concorrencial, fator que caracteriza o anacronismo da lei.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Por isso, teria sido mais lógico e lúcido que a regulamentação da  proporcionalidade do aviso prévio não tivesse sido feita de modo isolado, mas  sim no âmbito de uma ampla reforma trabalhista, defendida há tempos pelos  setores produtivos brasileiros. Esse olhar mais aprofundado do tema permitiria a  configuração de marco legal que atendesse à Constituição de 88 e, ao mesmo  tempo, refletisse a presente conjuntura socioeconômica do Brasil e toda a  complexidade da economia mundial. Como outras nações, deveríamos ter uma  legislação trabalhista que onerasse menos as empresas e remunerasse mais o  trabalhador, reduzindo os encargos que ambos recolhem aos cofres públicos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Um fato positivo no processo de sanção da lei foi a clara definição,  corroborada pela Casa Civil do Governo Federal, de que a sua vigência, inclusive  para a geração do direito inerente à nova proporcionalidade do aviso prévio,  dá-se somente a partir da data de sua publicação no Diário Oficial da União. Por  isso, não procede a interpretação de centrais sindicais quanto à retroatividade  da medida, bem como declarações de que irão auxiliar os trabalhadores demitidos  anteriormente a solicitarem o aviso prévio proporcional.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Caso prevalecesse essa interpretação distorcida, seria criado um ambiente  de insegurança jurídica e uma avalanche de ações para a revisão de um benefício  já pago sob a égide de outra lei. Assim, nem se deve considerar tal hipótese,  que estabeleceria situação caótica para a Justiça do Trabalho e manteria as  empresas sob o risco de um custo incomensurável.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O que o Brasil mais precisa neste momento é de plena sinergia entre as  empresas e seus recursos humanos, que são o mais precioso patrimônio das  organizações, para capitalizar o bom momento de nossa economia, fazer frente ao  recrudescimento da crise na Europa e Estados Unidos e ingressar num duradouro  ciclo de crescimento, multiplicação de empregos e investimentos. O melhor  caminho para isso, com certeza, não é onerar ainda mais a produção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt; Aguinaldo Diniz Filho é presidente da Associação Brasileira da Indústria  Têxtil  e de Confecção (ABIT).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;IN:  &lt;a href="http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/novo-aviso-previo-onerara-empresas.html"&gt;http://www.investimentosenoticias.com.br/ultimas-noticias/artigos-especiais/novo-aviso-previo-onerara-empresas.html&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-6288079599861231303?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKj3wb8F3eby-90wS6enruz-uYI/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKj3wb8F3eby-90wS6enruz-uYI/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKj3wb8F3eby-90wS6enruz-uYI/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/aKj3wb8F3eby-90wS6enruz-uYI/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/tDEubahDRis" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/6288079599861231303/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2011/12/novo-aviso-previo-onerara-empresas.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/6288079599861231303?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/6288079599861231303?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/tDEubahDRis/novo-aviso-previo-onerara-empresas.html" title="Novo aviso prévio onerará empresas." /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2011/12/novo-aviso-previo-onerara-empresas.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0INRnozeSp7ImA9WhRQGEQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-2180255485449516645</id><published>2011-12-14T19:53:00.000-02:00</published><updated>2011-12-14T19:53:17.481-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-14T19:53:17.481-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Refis - Direito Tributário - Liminar contra exclusão" /><title>Liminar anula exclusão do Refis</title><content type="html">&lt;strong&gt;Liminar anula exclusão do Refis&lt;/strong&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Valor Econômico – 14/12/2011&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Por Laura Ignacio | De São Paulo&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A panificadora Charlotte, de Curitiba, obteve uma liminar que garante a sua  reinclusão no Refis da Crise. O programa de parcelamento federal permite ao  contribuinte pagar tributos em até 180 meses, com redução de até 100% em multas.  Com os descontos do Refis, a dívida tributária de R$ 161,45 mil da empresa passa  a ser 40% menor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A panificadora pagava dívidas tributárias via parcelamento ordinário da  Receita Federal, ou seja, em até 60 vezes, sem descontos. Por meio do Refis,  pôde pagar o débito em 28 vezes com redução de 90% das multas de mora e de  ofício, 35% das isoladas, 40% dos juros de mora e 100% dos encargos  legais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Em 2009, a indústria de alimentos começou a pagar parcelas mensais de R$  5,99 mil. Dois anos depois, a Receita definiu que, no período de 7 a 30 de  junho, as empresas que haviam transferido débitos de outros parcelamentos  deveriam prestar informações para a consolidar os débitos incluídos no  Refis.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ao entrar no sistema da Receita para realizar o procedimento, porém,  verificou que os valores pagos até então e os descontos não estavam registrados.  Enquanto tentava corrigir esses dados na esfera administrativa, no posto fiscal  da Receita, a Charlotte foi excluída do programa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A empresa decidiu continuar a pagar as parcelas até quitar a dívida. Em  outubro, entrou com uma ação para obter a declaração judicial de que as parcelas  estariam quitadas e os descontos aplicados. "Entendo que, neste momento inicial,  deve ser acolhida a alegação da impetrante [Charlotte] de que a medida adotada  pela administração fiscal foi desproporcional, principalmente se considerado o  objetivo primeiro do programa que é a regularidade dos créditos fiscais", diz na  liminar o juiz federal Cláudio Roberto da Silva.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Para o advogado Fabio Artigas Grillo, do escritório Hapner Kroetz  Advogados, que representa a panificadora no processo, a empresa só foi excluída  do Refis em razão da inconsistência do sistema da Receita. "O Fisco  desconsiderou a boa-fé do contribuinte", afirma o advogado. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Segundo o contador da Charlotte, Reginoldo Sprada, a redução do débito por  meio do Refis é significativa porque a empresa contrata muita mão de obra e  precisa de caixa para sua expansão, mantendo o padrão de qualidade. A  Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (PGFN) foi procurada, mas não comentou o  assunto.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-2180255485449516645?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JNXMGMCIKuUtsharPMYeS8a0pkg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JNXMGMCIKuUtsharPMYeS8a0pkg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JNXMGMCIKuUtsharPMYeS8a0pkg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/JNXMGMCIKuUtsharPMYeS8a0pkg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/fXQmrV5F_2k" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/2180255485449516645/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2011/12/liminar-anula-exclusao-do-refis.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2180255485449516645?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/2180255485449516645?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/fXQmrV5F_2k/liminar-anula-exclusao-do-refis.html" title="Liminar anula exclusão do Refis" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.746300500000004 -71.52023449999999 5.2762925 -32.33032549999999</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2011/12/liminar-anula-exclusao-do-refis.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAGSH07eSp7ImA9WhRQEUQ.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-764208609143337650</id><published>2011-12-06T16:31:00.001-02:00</published><updated>2011-12-06T16:38:49.301-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-06T16:38:49.301-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Declaração de IR - Receita Federal do Brasil - IRPJ" /><title>Declaração de IR de empresa acaba até 2014</title><content type="html">&lt;div id="articleDate"&gt;&lt;strong&gt;Declaração de IR de empresa acaba até 2014&lt;/strong&gt;  &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div id="ad-180x150-1"&gt;&lt;div class="adLabel"&gt;FOLHA DE SÃO PAULO - 06/12/2011 - 05h15 &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
O governo decidiu acabar até 2014 com a principal declaração entregue hoje  pelas empresas ao fisco, a do Imposto de Renda da Pessoa Jurídica, informa  &lt;b&gt;Lorenna Rodrigues&lt;/b&gt; em reportagem na &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; desta terça-feira. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/fsp/mercado/13228-receita-deve-acabar-com-8-declaracoes.shtml"&gt;íntegra&lt;/a&gt;  está disponível para assinantes do jornal e do UOL (empresa controlada pelo  Grupo Folha, que edita a &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para atender a ordem de racionalizar o sistema tributário brasileiro, dada  pela presidente Dilma Rousseff em seu discurso de posse, a Receita Federal  também vai extinguir mais sete documentos e adotar medidas para simplificar o  PIS/Cofins. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em entrevista à &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt;, o secretário da Receita, Carlos Barreto, disse  que várias declarações não são mais necessárias porque o órgão já dispõe das  mesmas informações por meio sistemas eletrônicos, notas fiscais eletrônicas e do  Sped (Sistema Público de Escrituração Digital). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
"Não justifica mais a gente exigir do contribuinte uma declaração sobre algo  que já temos", afirmou. A mudança pode ser feita apenas com uma instrução  normativa. Segundo Barreto, nas próximas semanas, a Receita dará início à faxina  com o fim da DIF-Bebidas, que traz informações sobre a produção de cervejas e  refrigerantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table class="articleGraphic" style="color: black;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td class="articleGraphicSpace" rowspan="3"&gt;&lt;/td&gt; &lt;td class="articleGraphicCredit"&gt;Editoria de Arte/Folhapress&lt;/td&gt; &lt;td class="articleGraphicSpace" rowspan="3"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt; &lt;td class="articleGraphicImage"&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/11339819.jpeg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="640" src="http://f.i.uol.com.br/folha/mercado/images/11339819.jpeg" width="633" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;IN &lt;a href="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1017024-declaracao-de-ir-de-empresa-acaba-ate-2014.shtml" title="http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1017024-declaracao-de-ir-de-empresa-acaba-ate-2014.shtml"&gt;http://www1.folha.uol.com.br/mercado/1017024-declaracao-de-ir-de-empresa-acaba-ate-2014.shtml&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-764208609143337650?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vBpQ-B_4J5mJgDclzYs0Fo-BD4Y/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vBpQ-B_4J5mJgDclzYs0Fo-BD4Y/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vBpQ-B_4J5mJgDclzYs0Fo-BD4Y/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vBpQ-B_4J5mJgDclzYs0Fo-BD4Y/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/PHee3L6CEoU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/764208609143337650/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2011/12/declaracao-de-ir-de-empresa-acaba-ate.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/764208609143337650?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/764208609143337650?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/PHee3L6CEoU/declaracao-de-ir-de-empresa-acaba-ate.html" title="Declaração de IR de empresa acaba até 2014" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.915355000000005 -71.86588849999998 5.445347000000002 -31.984671499999987</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2011/12/declaracao-de-ir-de-empresa-acaba-ate.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0UESH88cCp7ImA9WhRRF0g.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-3802823297132792871</id><published>2011-12-01T12:53:00.000-02:00</published><updated>2011-12-01T12:53:29.178-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-12-01T12:53:29.178-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Medidas de estimulo a consumo - Tributário - Impostos" /><title>Governo anuncia novas medidas para estimular o consumo no país</title><content type="html">&lt;strong&gt;Governo anuncia novas medidas para estimular o consumo no  país&lt;/strong&gt; &lt;div&gt;01/12/2011 - 10h27 / Atualizada 01/12/2011 – 12h18&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Do UOL Economia, em São Paulo &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou nesta quinta-feira (1º)  novas medidas para estimular o consumo no país. A redução de impostos para a  compra de eletrodomésticos e aplicações financeiras (como empréstimos e  investimentos na Bolsa de Valores) estão entre as principais medidas  anunciadas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O estímulo ao consumo tem como principal objetivo combater a queda das  vendas no setor do varejo. O consumo continua sendo a principal aposta do  governo para acelerar a economia do país e superar os efeitos da crise  global.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;VEJA AS PRINCIPAIS MEDIDAS&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;- Isenção de IPI para fogões e tanquinhos  - Corte do IPI de máquinas de  lavar de 20% para 10%  - Redução do IPI de geladeiras de 15% para 5%  -  PIS/Cofins de trigo, farinha de trigo e pão francês continua zerado até o fim de  2012 (estava previsto voltar a 9,25% em janeiro)  - Isenção de PIS/Cofins de  massas, como macarrão. O imposto atual é de 9,25%  - Corte do IOF sobre crédito  ao consumidor (como cheque especial e financiamentos), de 3% para 2,5%  - fim do  IOF de 2% em aplicações de estrangeiros na Bolsa  - Redução de tributos do Minha  Casa, Minha Vida, de 6% para 1% em imóveis de até R$ 85 mil&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Vivemos numa situação complicada. Várias economias estão patinando com  quedas no crescimento. Não deixaremos que essa crise contamine a economia  brasileira", declarou o ministro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;As medidas passam a valer a partir de hoje, com a publicação de uma edição  extraordinária do "Diário Oficial".&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Eletrodomésticos e pão francês&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Entre os produtos da chamada linha branca, as principais reduções do  Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) são de fogões (de 4% para zero),  da geladeira (de 15% para 5%), máquinas de lavar (de 20% para 10%) e tanquinhos  (de 10% para zero). As medidas valem também para os estoques que já estão nas  lojas e vão vigorar até 31 de março de 2012.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Já a alíquota de PIS/Cofins sobre trigo, a farinha de trigo e pão francês,  continua reduzida de 9,25% para 0% até o fim de 2012. Antes, a redução estava  prevista para acabar este ano.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Consumidor brasileiro não sabe negociar durante as compras, afirma  consultor&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O PIS/Cofins cobrado sobre as massas (macarrão, por exemplo) passou de  9,25% para 0%. A medida vale até junho de 2012. Essa medida irá gerar  desoneração de R$ 284 milhões.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Empréstimos e Bolsa de Valores&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O governo anunciou também a redução do IOF sobre crédito ao consumidor  (como cheque especial e financiamentos), de 3% para 2,5%, além da eliminação do  IOF de 2% que incide sobre a aplicação de investidores estrangeiros em ações na  Bovespa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Construção civil&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;No setor da construção civil, foi anunciada a redução de tributos para  projetos do Programa Minha Casa, Minha Vida. Houve queda da alíquota de 6% do  Regime Especial de Tributação da Construção Civil (RET) para 1%. As empresas  pagam o RET sobre o faturamento como um tributo único que substitui o PIS, a  Cofins, o Imposto de Renda da Pessoa Jurídica e a Contribuição Social sobre o  Lucro Líquido (CSLL).&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Foi ainda ampliada a faixa da habitação de interesse social de R$ 75 mil  para R$ 85 mil. Ou seja, para as casas que custam até R$ 85 mil, a alíquota do  RET passa a ser de 1%.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Governo já dava sinais que medidas seriam anunciadas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando  Pimentel, tinha adiantado ontem que o governo anunciaria medidas para estimular  o consumo no país, incluindo a flexibilização das restrições ao crédito  anunciadas neste ano, aumento no prazo de pagamentos e eliminação da entrada em  financiamentos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Nas últimas semanas, a presidente Dilma Rousseff tem repetidamente pedido  aos brasileiros que continuem consumindo e que as empresas mantenham sua  produção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Selic&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Ontem (30), o Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central,  decidiu cortar a taxa básica de juros (a Selic) em 0,5 ponto percentual, indo de  11,5% para 11% ao ano. É a menor taxa do governo Dilma.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;A Selic é usada pelo BC para tentar controlar o consumo e a inflação ou  estimular a economia. Quando a taxa cai, estimula o consumo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Países ricos vão atuar em conjunto&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ontem (30), os bancos centrais das seis principais economias desenvolvidas  informaram que tomarão medidas coordenadas para impedir a falta de dinheiro no  sistema financeiro global. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;O movimento é liderado pelo BC dos Estados Unidos, que cortou a taxa que  cobra dos outros bancos centrais para compra do dólar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;(Com informações da Reuters e Valor)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;Disponível em: &lt;a href="http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/12/01/governo-anuncia-novas-medidas-para-estimular-o-consumo-no-pais.jhtm"&gt;http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2011/12/01/governo-anuncia-novas-medidas-para-estimular-o-consumo-no-pais.jhtm&lt;/a&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-3802823297132792871?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Cjmy7MFE84RTRuQ5XViLGiR0Q5M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Cjmy7MFE84RTRuQ5XViLGiR0Q5M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Cjmy7MFE84RTRuQ5XViLGiR0Q5M/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Cjmy7MFE84RTRuQ5XViLGiR0Q5M/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/nSzHtNiM4rc" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/3802823297132792871/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2011/12/governo-anuncia-novas-medidas-para.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/3802823297132792871?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/3802823297132792871?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/nSzHtNiM4rc/governo-anuncia-novas-medidas-para.html" title="Governo anuncia novas medidas para estimular o consumo no país" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.915355000000005 -71.86588849999998 5.445347000000002 -31.984671499999987</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2011/12/governo-anuncia-novas-medidas-para.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4AQnc9fSp7ImA9WhRRFU0.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-8275379546822965181.post-5240944816834864812</id><published>2011-11-28T15:49:00.003-02:00</published><updated>2011-11-28T15:55:43.965-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-11-28T15:55:43.965-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Multa de Trânsito - Infrações - Tolerância de Radares" /><title>TRÂNSITO E VELOCIDADE</title><content type="html">&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;TRÂNSITO E VELOCIDADE&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;strong&gt;Limites de tolerância para medidores de velocidade (radares)&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Como todo cidadão, muitas vezes me deparei com discussões acerca da  utilização de radares para verificação de velocidade e emissão das respectivas  multas, muitas vezes ouvindo a célebre frase de que “o radar possui limite de  tolerância de 10%”, a qual já faz parte do conhecimento popular das grandes  metrópoles.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Recentemente notei que temos o hábito de repetir a referida “máxima”,  tomando-a como legítima e verdadeira, porém sem jamais termos realizado uma  pesquisa coerente a respeito do tema.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Buscando esclarecer esta questão em particular, a qual acredito que seja do  interesse de todos, trago neste pequeno texto a informação conforme prevista nas  normas técnicas, visando com isto colocar um fim às dúvidas que tanto  pairam.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Os radares, assim como todo equipamento eletrônico de medição, são  passíveis de erro ou desvio, situações estas que podem distorcer os resultados  por eles apresentados. Por conta disto, o artigo 4º, § 1º, da Resolução CONTRAN  nº 146, de 27 de agosto de 2003, estabelece que &lt;em&gt;“a notificação da  autuação/penalidade deve conter, além do disposto no CTB e na legislação  complementar, a velocidade medida pelo instrumento ou equipamento medidor de  velocidade, a velocidade considerada para efeito da aplicação da penalidade e a  velocidade regulamentada para a via, todas expressas em km/h&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O erro máximo admitido para os radares em operação é determinado pelo  INMETRO, através da Portaria nº 155, de 29 de junho de 1998, a qual estabelece  no item 4.2.4 do Regulamento Técnico Metrológico que “&lt;em&gt;os erros máximos admitidos  para medição em serviço são ± 7 km/h para velocidades até 100 km/h e ± 7% para  velocidades acima de 100 km/h&lt;/em&gt;”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, contrariamente ao conhecimento popular amplamente difundido,  temos que os limites de tolerância para radares são: &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;table border="1" bordercolor="#000000" cellpadding="4" cellspacing="0" style="height: 80px; width: 544px;"&gt;&lt;colgroup&gt;&lt;col width="388"&gt;&lt;/col&gt;  &lt;col width="198"&gt;&lt;/col&gt;  &lt;/colgroup&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr valign="TOP"&gt;   &lt;td width="388"&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Para    vias com velocidade máxima até 100 km/h&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td width="198"&gt;&lt;div class="western" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;07    (sete) km/h&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;
&lt;tr valign="TOP"&gt;   &lt;td width="388"&gt;&lt;div class="western" style="text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;Para    vias com velocidade máxima acima de 100 km/h&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;   &lt;td width="198"&gt;&lt;div class="western" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;7%    (sete) da velocidade &lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;    &lt;/div&gt;&lt;div class="western" style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-family: Times New Roman, serif;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;b&gt;máxima    permitida&lt;/b&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/td&gt;  &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Por fim, outra informação importante a destacar é que obrigatoriamente os  radares devem passar por inspeção anual por parte do INMETRO, conforme prevê o  artigo 2º, inciso III, da Resolução CONTRAN nº146, de 27 de agosto de 2003,  sendo que a data da referida inspeção deve ser informada no documento de  aplicação da penalidade. Segundo referido artigo, “&lt;em&gt;o instrumento ou equipamento  medidor de velocidade de veículos deve observar os seguintes requisitos: I – ter  seu modelo aprovado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e  Qualidade Industrial - INMETRO, atendendo a legislação metrológica em vigor e  aos requisitos estabelecidos nesta Resolução; II – ser aprovado na verificação  metrológica realizada pelo INMETRO ou por entidade por ele delegada; III - ser  verificado pelo INMETRO ou entidade por ele delegada, obrigatoriamente com  periodicidade máxima de 12 (doze) meses e, eventualmente, conforme determina a  legislação metrológica em vigência&lt;/em&gt;.”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Assim sendo, caso a data de verificação do equipamento seja superior a 1  (um) ano, sugerimos a apresentação de recurso administrativo para cancelamento  da multa, que deve ser sempre avaliado juntamente com os demais documentos  pertinentes e situações do caso.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Por Dr. Gabriel Hernan Facal Villarreal&lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/8275379546822965181-5240944816834864812?l=cvadv.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx1jl8JtostZF8rpBa1Wy3svbsg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx1jl8JtostZF8rpBa1Wy3svbsg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx1jl8JtostZF8rpBa1Wy3svbsg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sx1jl8JtostZF8rpBa1Wy3svbsg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~4/01L4ZV6FtCw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://cvadv.blogspot.com/feeds/5240944816834864812/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://cvadv.blogspot.com/2011/11/transito-e-velocidade-limites-de.html#comment-form" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5240944816834864812?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/8275379546822965181/posts/default/5240944816834864812?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/CvAdvCreuzEVillarrealAdvogadosAssociados/~3/01L4ZV6FtCw/transito-e-velocidade-limites-de.html" title="TRÂNSITO E VELOCIDADE" /><author><name>Creuz e Villarreal Advogados</name><uri>http://www.blogger.com/profile/06181770000452428812</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="16" height="16" src="http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif" /></author><thr:total>0</thr:total><georss:featurename>Brasil</georss:featurename><georss:point>-14.235004 -51.92527999999999</georss:point><georss:box>-33.915355000000005 -71.86588849999998 5.445347000000002 -31.984671499999987</georss:box><feedburner:origLink>http://cvadv.blogspot.com/2011/11/transito-e-velocidade-limites-de.html</feedburner:origLink></entry></feed>

