<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495</atom:id><lastBuildDate>Wed, 25 Sep 2024 01:54:48 +0000</lastBuildDate><category>Declaração</category><category>Convite</category><category>Histórias prematuras</category><category>Evento</category><category>Notícias</category><category>Histórias</category><category>Amamentação</category><category>Manejo</category><category>Mensagem</category><category>Profissionais</category><category>Empresas</category><category>Luis Tavares</category><category>Prevenção</category><category>Cultura</category><category>Direitos</category><category>Enfermagem</category><category>Família</category><category>Imunização</category><category>Livro</category><category>Mídia</category><category>Na mídia</category><category>Paternidade</category><category>Prematuridade</category><category>Respeito</category><category>Sites</category><category>Sociedade</category><category>TV</category><title>Uma Declaração Universal de Direitos do Prematuro</title><description>Este blog é um esforço de divulgação ao texto do Dr. Luis Alberto Tavares Mussa chamado Uma Declaração  Universal de Direitos para o Bebê Prematuro. Nosso objetivo é reforçar a necessidade de direitos de bebê prematuro e conclamar a sociedade brasileira a abraçá-la e aos profissionais a considerá-la essencial para o exercício do seu trabalho.</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>44</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-6900949867835339140</guid><pubDate>Sun, 29 Jan 2012 15:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-29T07:53:59.730-08:00</atom:updated><title>Tristeza</title><description>Em dezembro, uma mãe muito corajosa fez o seguinte depoimento, do que ela chama de &quot;o pior dia da minha vida&quot;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content tr_bq&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;O pior dia da minha vida&lt;br /&gt;
 Uma semana após ter sido internada no hospital da mulher (unidade de 
saúde do SUS), para tentar controlar o nível de infecção em que me 
encontrava (por ter tido a bolsa rompida, ainda estando com 22 semanas 
de gestação); eu entrei em trabalho de parto na madrugada do dia 
16/12/2011. &lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;  Fui encaminhada ao CO (local onde são realizados os 
partos) para ser acompanhada de perto pela equipe medica. A dor era 
tanta e tamanha que eu só implorava a Deus que a fizesse cessar.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;  E três horas após eu tive minha bebe sozinha e Deus sobre os olhos apenas de uma paciente que estava no leito ao lado.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;  Chamei as enfermeiras, avisando que minha filha havia nascido! &lt;br /&gt; _ “a imagem da minha filha na beira da cama de barriga para cima com o coração nitidamente batendo! Me dilacera”.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;  Foram instantes angustiantes, pois eu sequer sabia se tinha sido ouvida.&lt;br /&gt;
 Duas moças entraram na sala, uma delas levou minha filha e a outra da 
porta me perguntou se eu queria vê-la, disse que seu coração estava 
batendo fraquinho, e em seguida olhando para direção que minha filha 
estava disse: parou!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;Eu sangrava tanto que ate transbordava pelas 
laterais da cama, sem comentar os enormes coágulos de sangue que estavam
 sobre a cama “parecia um filme de terror, e foi!”&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;  Durante 22 semanas sophie (minha filha) foi minha razão ate de respirar e perde-la me mutilou.&lt;br /&gt;
  A dor física não passou, e cansada de esperar o medico ( qual eu 
sequer sei o rosto) apertei o pé da barriga e expulsei a placenta.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;  Me foram feitas promessas: de que minha filha teria socorro, e que ninguém ficaria de braços cruzados com uma vida nas mãos.&lt;br /&gt; E eu lógico que acreditei! &amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;Mas ninguém se importou com a minha vida e da minha filha!&lt;br /&gt; Eu lutei me superei e me doei, tanto, mas tanto... Que era claro a qualquer ser que tivesse olhos!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;   Uma bebe de 22 semanas ate pode ser considerada inviável... Mas enquanto houver vida algo deveria ser feito.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt; Eu peço socorro! Não pela minha filha que já se foi, ou por mim que nem sei se vou ter outro bebê um dia! Mas para que os sonhos e desejos de outras mulheres não sejam destruídos e dilacerados como foram os meus!&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;
  Eu tenho um companheiro há sete anos “ entre namoro, noivado e 
casamento”  e não sei o que esperar do futuro... Já que estávamos na 
fase de aumentar a família e fomos podados de forma brutal. &lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_11MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;   Eu espero em Deus, que delete da minha memória, aqueles momentos, e que me faça forte suficiente para superá-los.&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;i&gt;&lt;span class=&quot;datetime secondary-text&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;blockquote class=&quot;comment-content&quot; id=&quot;bc_0_12MC&quot;&gt;
&lt;i&gt;eu sei que sophie esta nos braços de DEUS!!!  mas sua falta, sua partida! doi de tal maneira que nem cabe em mim... nao sei se um dia vou superar nao tÊla ao meu lado; mas é certo que 
jamais esquecerei a imagem dela sobre a cama com o coraçao notoriamente 
batendo!&lt;br /&gt;    nao entendo como um ser humano pode ser tao monstruoso?&lt;/i&gt;&lt;/blockquote&gt;
&lt;/blockquote&gt;
&lt;br /&gt;
Neste blog, muito tímido, buscamos sempre trazer esperança e informação sobre o bebê prematuro e sua família.Mas às vezes é necessário lembrar que tanto um quanto a outra são desprezados voluntariamente, sem nenhum pudor. Isso precisa mudar. Tanto o bebê quando a mãe e sua família merecemserhouv&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As cenas narradas aqui são dignas de polícia. Não porque um bebê tão novinho faleceu (as chances às vezes são grandes), mas pelo direito à vida,pelo bom cuiadado, pela guarda dos pacienes.bobage</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2012/01/tristeza.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-136674266055487642</guid><pubDate>Wed, 30 Nov 2011 21:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-30T13:27:27.862-08:00</atom:updated><title>Cresce número de bebês nascidos com baixo peso no país</title><description>Da &lt;a href=&quot;http://www1.folha.uol.com.br/equilibrioesaude/1014267-cresce-numero-de-bebes-nascidos-com-baixo-peso-no-pais.shtml&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Folha&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Na contramão da melhoria dos indicadores de saúde de recém-nascidos, o
índice de bebês com baixo peso ao nascer vem aumentando no Brasil nos
últimos anos.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;
Dados preliminares do Ministério da Saúde tabulados pela &lt;b&gt;Folha&lt;/b&gt; mostram que, no ano passado, o índice de bebês nascidos com menos de 2,5 kg foi de 8,4%.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;
Há dez anos, era de 7,9% --o ideal, para a OMS (Organização Mundial da Saúde), é abaixo de 5%.
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;
O valor é puxado por Estados mais desenvolvidos, como Minas Gerais, Rio Grande do Sul e São Paulo, onde o índice chega a 9,5%.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;
Nesses locais, há uma porcentagem maior de cesáreas --o que, dizem os médicos, é a principal explicação para o fenômeno.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;&quot;A cesariana programada faz a criança nascer antes do tempo ideal,
com peso baixo&quot;, diz Renato Procianoy, presidente do departamento de
neonatologia da Sociedade Brasileira de Pediatria.
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;Para o Ministério da Saúde, o aumento é &quot;progressivo e preocupante&quot;.
&quot;Estamos criando uma geração de baixo peso, que terá muito mais chance
de ter obesidade, diabetes e hipertensão&quot;, afirma Helvécio Magalhães,
secretário de Atenção à Saúde.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;
O baixo peso ao nascer traz risco de doenças crônicas e reduz a expectativa de vida.
&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;&quot;Não adianta colocar na UTI neonatal. Ela dá uma falsa segurança de
que vai dar conta da saúde do bebê, o que não é verdade&quot;, afirma o
epidemiologista e coordenador da Pastoral da Criança, Nelson Arns
Neumann.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;
Magalhães ressalta ainda que a UTI tem alto custo e aumenta o risco de infecções.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;


&lt;i&gt;O governo quer estimular o parto normal e diz estar investindo no
atendimento à gestante pela Rede Cegonha, programa lançado em março
para ampliar a assistência a mães e bebês na rede pública de saúde.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/11/cresce-numero-de-bebes-nascidos-com.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-974171968939484504</guid><pubDate>Mon, 14 Nov 2011 12:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-11-14T04:15:56.163-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Direitos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Histórias prematuras</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Luis Tavares</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Respeito</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sociedade</category><title>Exigimos respeito</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos, segundo a OMS, mais de 13 milhões a cada ano.&lt;br /&gt;
Isso é alguma coisa perto de 10% de todos os bebês nascidos vivos no planeta.&lt;br /&gt;
Desses 13 milhões, 1 milhão de nós não consegue sobreviver&amp;nbsp;e morre por condições inadequadas de atendimento.&lt;br /&gt;
A maioria de nós chega ao mundo pelos paises de economia frágil: Asia e Africa.&lt;br /&gt;
Ali também é que a maior parte de nós não sobrevive.&lt;br /&gt;
Aqui no Brasil temos crescido em numero de nascimentos a cada ano.&lt;br /&gt;
Somos pequeno um país dentro de um país.&lt;br /&gt;
Um pequeno país de exilados de suas familias.&lt;br /&gt;
Confinado a casas de acrilico e a um ambiente exageradamente tratador.&lt;br /&gt;
Ao lado das aminas salvadoras, recebemos excessivos luz, som, dor, manipulação, falta de sono, privação do amor, do calor e do leite materno...&lt;br /&gt;
Sabemos que esse exilio cruel é decretado em nome de nossa cura.&lt;br /&gt;
E temos consciencia de que o esf  orço das equipes de saude para garantir nossa sobrevivencia tem sido surpreendente e essencial.&lt;br /&gt;
é cada vez mais certa a certeza de que retornamos para o colo de nossas mães e para o seio de nossas familia sobrevivendo a pressagios de morte certa e às previsões mais pessimistas...&lt;br /&gt;
Somos imensamente gratos à ciencia que tem nos permitido estar aqui, salvos do caos gerado por um nascimento fora de época, antes do que era para ser...&lt;br /&gt;
Mas hoje queremos nesse manifesto juntar nossos frageis corações e nossa delicada saude num esforço ultra humano e dizer para o mundo que nos cuida, nos cataloga, nos cochraneia e nos transforma em teses de mestrado, doutorado, artigos, livros, entrevistas e reportagens pelo mundo afora:&lt;br /&gt;
Exigimos respeito.&lt;br /&gt;
Nossas mães, enfraquecidas, não tem permissão para estar em nossa companhia pelo tempo inteiros que ambos precisamos.&lt;br /&gt;
Muitas das UTIS para onde nos confinam não tem sequer espaço para recebe-las.&lt;br /&gt;
C  hamam de UTI Neonatal como se nós, neonatos, fossemos independentes de nossas mães e como se nossas vidas não pecisasse da delas para crescer com harmonia e integraldade.&lt;br /&gt;
E sequer destinam recursos para garantir vagas para muitos de nós nessas UTIs. Muitas mrtes correm por socorro insuficiente. Por condição tecnica insuficiente. Por pessoal insuficiente. Somos assim, por esse descaso oficial, tratados como supérfluo, como sobra. Sobreviver é lucro, não essencial. Como se a vitória de uns de nós alcançada em grandes e melhores centros não pudesse, por conta disso, dessa disparidade de consições, ser estendida a todas as Unidades do mundo. E como se não fosse possivel existir Unidades suficientes no mundo para todos nós. Somos a sobra. E assim, muitos de nós nascemos decretados à morte por simples descaso da humanidade. E olha que a história deve grandes passos de sua caminhada a homens que um dia nasceram prematuros as que o cuidado materno preservou   para a vida: Einstein, Newton, Picasso, Darwin, Vitor Hugo... Se a humanidade sem eles seria tão mais triste, por que não investimos numa humanidade com todos nós, com uma humandade inteira?&lt;br /&gt;
Respeito.&lt;br /&gt;
Inadmissivel perceber que as pessoas falam alto nas UTIs como se as UTIs fossem a casa delas, não nossa.&lt;br /&gt;
Como se cuidar de nosso cérebro em desenvolvimento (foi assim que aprendemos com a tia Raquel Tamez) não tivesse a haver com falar baixo e causar menos barulho e menos dano, perturbar menos nosso sono, impedir menos nosso repouso...&lt;br /&gt;
Nossos cuidadores precisam respeitar nossa dor e trabalhar para não causa-la a cada agulhada entre as interminaveis colates de exames muitas vezes protocolares que atendem cada vez mais às necessidades deles e não às nossas.&lt;br /&gt;
A luz nas UTIs não precisava ser tão forte nem ser forte o tempo inteiro. Precisamos de um pouco de penumbra. Preservar noss sono, como humanos. A ciencia não já determinou que é no son  o que nosso cérebro se reorganiza e registra aprendizados e memória? Se já&amp;nbsp;inventaram a luz de cortesia para os onibus por que não as utilizam em nosso favor?&lt;br /&gt;
As equipes que cuidam da gente precisam saber como conversar conosco, mas para isso precisam entender as coisas que dizemos com nossas mãos, com nossos olhos, com nossa boca, com nossas perninhas, com nossos dedinhos, com nossos pés... Pecisam entender quando dizemos: preciso ficar sozinho ou quando chamamos: fica aqui comigo. Precisam aprender quando cansamos. Precisam entender quando dizemos: voce não acha qe está exagerando? Precisam nos proteger do cansaço, da fadiga, da exaustão...&lt;br /&gt;
Somos impedidos do contato com o seio materno sob alegações que graças a Deus muitos serviços já provaram serem descabidas. Muitos de nós somos afastados da primeira experiencia com o seio materno até que completemos 34 semanas ou atinjamos 1800 ou 2000 gramas. Abandonam nossa boca. Nossa possibilidade de suc  ção é reduzida. Mas não se acanham de nos oferecer através de sondas, gazes, tubos e outras geringonças um sem numero de experiencias orais negativas e desestabilizadoras.. Felizmente muitos de nós ja temos contato com a mama da mamãe (que é mamãe porque nos oferece a mama, ne?) com pesos proximos a 1200 gramas e é ai que aprendemos a sugar para que possamos, depois dai, aprendermos a mamar...&lt;br /&gt;
Exigmos respeito.&lt;br /&gt;
Ter nossas vidas salvas mesmo sob condiçôes de muito empenho e dedicação não pode ser o argumento para nos transformar em refens silenciosos de um tratamento que não cuida de observar nossa individualidade, de nos reaproximar de nossa mãe, de nossa familia, de nos tratar de modo contingente e ajustado...&lt;br /&gt;
Ah...&lt;br /&gt;
É por conta disso que exigimos respeito.&lt;br /&gt;
Há pouco mais de 30 anos na Colombia os tios Hector e Edgar Rey mostraram ao mundo como amamos nossas mães e como seu calor, seu amor e o leite de seu peito são essenciais pr  a nosso crecimento saudável.&lt;br /&gt;
Há pouco mais de tres decadas alimentamos, 13 milhões a cada ano no mundo, a esperança de permanecer vivos além da bioquimica e cuidados além da farmacologia.&lt;br /&gt;
Exigimos respeitos.&lt;br /&gt;
Somos bebês que nasceram antes da hora do que era pra ser.&lt;br /&gt;
Não somos outra espécie de gente. Somos humanos. Temos direitos inalienávis e inegociaveis que são trocados e esmagados a cada entubação ou a cada necessidade de dobutamina ou de coleta de serie branca, glicose e cálcio.&lt;br /&gt;
Exigimos respeito.&lt;br /&gt;
Um respeito que é nosso por direito.&lt;br /&gt;
Um respeito universal.&lt;br /&gt;
Um respeito que faz parte da Lei de Deus.&lt;br /&gt;
Obrigado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um bebe nascido prematuramente, integro nas suas capacidades de atenção e interação e digno de ser em todos os lugares e sem distinção reconhecido como pessoa diante da lei. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luis Tavares&lt;br /&gt;
in &lt;a href=&quot;http://www.alemdauti.blogspot.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;www.alemdauti.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/11/exigimos-respeito.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-5055431782225011245</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 22:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-17T15:02:01.839-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Na mídia</category><title>Notícias de prematuridade</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: arial,sans-serif; width: 600px;&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #ebeff9; padding: 4px 8px;&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt; &lt;td align=&quot;right&quot; width=&quot;70%&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0px 8px 16px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.google.com/url?sa=X&amp;amp;q=http://click.uol.com.br/%3Frf%3DCS_mod-ultimas%26u%3Dhttp://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm%3Fnews_id%3D9433%26mode%3Dbrowse&amp;amp;ct=ga&amp;amp;cad=CAcQAhgAIAAoATAAOABAjavg9ARIAVAAWABiBXB0LUJS&amp;amp;cd=TvECQ9KaVyA&amp;amp;usg=AFQjCNGqJ6XWPJUVw3BZq2wysEoeKehE-w&quot; style=&quot;color: #1111cc;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Gravidez precoce aumenta risco de cegueira infantil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2894020709184206495&amp;amp;postID=5055431782225011245&quot; style=&quot;color: #777777; text-decoration: none;&quot;&gt;Mdemulher&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Para Queiroz Neto, a gravidez nessa faixa estaria esta associada à sobrevida de 80% dos bebês &lt;b&gt;prematuros&lt;/b&gt; e esta fazendo a retinopatia da &lt;b&gt;prematuridade&lt;/b&gt; crescer no país. A doença, caracterizada pelo desenvolvimento desordenado dos vasos da retina que &lt;b&gt;...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.google.com/url?sa=X&amp;amp;q=http://news.google.com/news/story%3Fncl%3Dhttp://click.uol.com.br/%253Frf%253DCS_mod-ultimas%2526u%253Dhttp://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm%253Fnews_id%253D9433%2526mode%253Dbrowse%26hl%3Dpt-BR%26geo%3Dbr&amp;amp;ct=ga&amp;amp;cad=CAcQAhgAIAAoBjAAOABAjavg9ARIAVAAWABiBXB0LUJS&amp;amp;cd=TvECQ9KaVyA&amp;amp;usg=AFQjCNHdYo0CmwwuuEGC3ZcoaLWg6jr5ag&quot; style=&quot;color: #228822;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;http://news.google.com/news/story?ncl=http://click.uol.com.br/%3Frf%3DCS_mod-ultimas%26u%3Dhttp://boasaude.uol.com.br/news/index.cfm%3Fnews_id%3D9433%26mode%3Dbrowse&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;geo=br&quot;&gt;Veja todos os artigos sobre este tópico »&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0px 8px 16px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.google.com/url?sa=X&amp;amp;q=http://www.tvi24.iol.pt/maternidade/gravidez-parto-poluicao-prematuro/1288832-5535.html&amp;amp;ct=ga&amp;amp;cad=CAcQAhgAIAAoATABOAFAjavg9ARIAVAAWABiBXB0LUJS&amp;amp;cd=TvECQ9KaVyA&amp;amp;usg=AFQjCNHDWxAMH8jav041zC6Vwy-jZSLw-Q&quot; style=&quot;color: #1111cc;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;Escapes de automóvel aumentam risco de parto &lt;b&gt;prematuro&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.blogger.com/post-edit.g?blogID=2894020709184206495&amp;amp;postID=5055431782225011245&quot; style=&quot;color: #777777; text-decoration: none;&quot;&gt;TVI24&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Devido à poluição, nascem mais bebés &lt;b&gt;prematuros&lt;/b&gt; nas grandes cidades do que nas zonas rurais. Para uma grávida que viva numa cidade grande e poluída as probabilidades de ter um parto pré-termo são muito superiores ¿ mais 30 por cento ¿ às que se &lt;b&gt;...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.google.com/url?sa=X&amp;amp;q=http://news.google.com/news/story%3Fncl%3Dhttp://www.tvi24.iol.pt/maternidade/gravidez-parto-poluicao-prematuro/1288832-5535.html%26hl%3Dpt-BR%26geo%3Dbr&amp;amp;ct=ga&amp;amp;cad=CAcQAhgAIAAoBjABOAFAjavg9ARIAVAAWABiBXB0LUJS&amp;amp;cd=TvECQ9KaVyA&amp;amp;usg=AFQjCNGIepr1X2NAxNoR7tEEg2hO7ummew&quot; style=&quot;color: #228822;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;http://news.google.com/news/story?ncl=http://www.tvi24.iol.pt/maternidade/gravidez-parto-poluicao-prematuro/1288832-5535.html&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;geo=br&quot;&gt;Veja todos os artigos sobre este tópico »&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 600px;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;background-color: #ebeff9; padding: 4px 8px;&quot;&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;td align=&quot;right&quot; width=&quot;70%&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0px 8px 16px;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.google.com/url?sa=X&amp;amp;q=http://www.dnonline.com.br/app/noticia/saude/2011/10/12/interna-saude,83072/prematuros-correm-risco-duplo-ao-nascer-e-na-juventude.shtml&amp;amp;ct=ga&amp;amp;cad=CAcQAhgAIAEoATACOABAjavg9ARIAVgAYgVwdC1CUg&amp;amp;cd=TvECQ9KaVyA&amp;amp;usg=AFQjCNGgJEczBHtTzB3YoTGzGpC3f9UVnw&quot; style=&quot;color: #1111cc;&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;DN Online - Saúde - &lt;b&gt;Prematuros&lt;/b&gt; correm risco duplo ao nascer e na &lt;b&gt;...&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
Ao todo, foram analisados 674.820 nascimentos, sendo 4,1% deles &lt;b&gt;prematuros&lt;/b&gt;, definidos como gestações com duração menor a 37 semanas. &lt;b&gt;...&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.google.com/url?sa=X&amp;amp;q=http://www.dnonline.com.br/app/noticia/saude/2011/10/12/interna-saude,83072/prematuros-correm-risco-duplo-ao-nascer-e-na-juventude.shtml&amp;amp;ct=ga&amp;amp;cad=CAcQAhgAIAEoBDACOABAjavg9ARIAVgAYgVwdC1CUg&amp;amp;cd=TvECQ9KaVyA&amp;amp;usg=AFQjCNGgJEczBHtTzB3YoTGzGpC3f9UVnw&quot; style=&quot;color: #228822;&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;http://www.dnonline.com.br/app/noticia/saude/2011/10/12/interna-saude,83072/prematuros-correm-risco-duplo-ao-nascer-e-na-juventude.shtml&quot;&gt;www.dnonline.com.br/.../prematuros-correm-risco-duplo-ao-n...&lt;/a&gt;&lt;/td&gt; &lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/10/fwd-alerta-do-google-prematuro.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-6386425461790884663</guid><pubDate>Mon, 17 Oct 2011 22:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-10-17T15:00:54.342-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Convite</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Luis Tavares</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mídia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prematuridade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TV</category><title>O bebê prematuro na TV</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;div lang=&quot;PT-BR&quot; link=&quot;blue&quot; vlink=&quot;purple&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt;&quot;&gt;Por Luis Tavares.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt;&quot;&gt;Nesta terça feira, 18 de outubro, Dia do Médico, o programa Conexão Brasil (apresentado pela TV Século 21 de Campinas, com transmissão pela parabólica e pelo site &lt;a href=&quot;http://www.tvseculo21.org.br/conexaobrasil&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.tvseculo21.org.br/conexaobrasil&lt;/a&gt; apresentará o tema &quot;O bebê prematuro&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt;&quot;&gt; O programa é comandado pelo Dr. José Martins Filho, da UNICAMP, emérito defensor da amamentação no Brasil e autor de um dos livros mais estudados nos anos 80 sobre o tema: Como e porque amamentar.&lt;br /&gt;
O entrevistado é o pediatra campista Dr. Luis Alberto Mussa Tavares que esta lançando livro novo (Uma Declaração Universal de Direitos para o Bebê Prematuro - Edição Comentada) e um projeto (Casa de Apoio para a Mãe de UTI).&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt;&quot;&gt;O programa é dividido em 4 blocos de 12 minutos.&lt;br /&gt;
O tema é a abordagem humanizada e respeitosa do bebê prematuro, a importancia do envolvimento da familia em seu cuidado e a visão pessoal desse pediatra acerca das pe rspectivas futuras do atendimento a esse bebê.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt;&quot;&gt; Considerando a importancia social do nascimento prematuro para a humanidade, hoje calculado em mais de 13 milhoes de nascimentos anuais, o tema é de importancia fundamental, uma vez que discute o direito à vida e ao tratamento respeitoso de uma imensa parcela de nossa população que nem sempre recebe, por inumeros motivos, acolhimento adequado e contingente de nosso sistema de saude cada vez mais bioquimico e farmacológico e cada vez menos integral.&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt;&quot;&gt; Convido a todos a dividirem comigo estas considerações tão magistralmente conduzidas pela exeriencia e pelo talento do Dr José Martins Filho.&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.tvseculo21.org.br/conexaobrasil&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.tvseculo21.org.br/conexaobrasil&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 12pt;&quot;&gt;Um abraço.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/10/o-bebe-prematuro-na-tv.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-3519081462198481546</guid><pubDate>Mon, 27 Jun 2011 13:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-27T06:25:00.757-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amamentação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Família</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manejo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prevenção</category><title>Bebês Prematuros - Mitos e Verdades</title><description>Por &lt;a href=&quot;http://psicopedagogiabh.blogspot.com/2011/06/bebes-prematuros-mitos-e-verdades.html?spref=bl&quot;&gt;Psicopedagogia Clínica - BH / MG&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;post-header&quot;&gt;  &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Todo prematuro é igual&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mito. Existem prematuros tardios e extremamente prematuros (que nascem com menos de 32 semanas). Segundo Victor Nudelman, neonatologista do hospital Albert Einstein, é possível cuidar de bebês a partir de 25 semanas, com peso próximo a 500 gramas. “A ansiedade da mãe de um bebê assim é diferente da mãe de um bebê de 34 semanas. Dependendo do grau de imaturidade, os bebês terão tempos e dificuldades completamente diferentes”, diz.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Bebês de 35 semanas são prematuros&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Verdade. “Crianças que nascem antes de 37/38 semanas, por definição, são prematuros”, afirma a pediatra Heloisa Ionemoto, do Hospital Infantil Sabará.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;A mãe não pode segurar o bebê prematuro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mito. Segundo os médicos, as mães devem segurá-lo no colo, desde que com cuidado e sempre orientada pela equipe médica, como ressalta Jorge Huberman, neonatologista do Hospital Albert Einstein. A pediatra Heloisa lembra que há programas como o “Projeto Canguru”, no qual o contato físico entre pai/mãe e bebê prematuro ajuda no desenvolvimento. Mas vale lembrar que a incubadora é importante para manter o pequeno sempre aquecido.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;O prematuro precisa passar mais de um mês no hospital&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Depende. O risco de mortalidade e doenças específicas está inversamente relacionado à idade gestacional. “Quanto menor a idade gestacional, maior a chance de complicações. Os prematuros com mais de 34 semanas, de um modo geral, se saem muito bem, já os menores enfrentam mais dificuldades. Desta forma, estes bebês precisam de cuidados especiais que podem durar poucos dias a alguns meses, com necessidade de internação hospitalar”, esclarece Maria Otília Bianchi, neonatologista da UNICAMP.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Os órgãos do prematuro não estão prontos&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Verdade. Principalmente os pulmões, uma vez que ele fazia a troca de ar por meio da placenta. Por isso é muito comum ele apresentar dificuldades respiratórias, o que requer ajuda para assegurar os níveis adequados de oxigênio. Nudelman alerta para a necessidade de aparelhos que forneçam alguma pressão positiva para o ar entrar e medicações que mantenham o pulmão, ainda imaturo, mais aberto.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;O prematuro não pode ser amamentado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mito. Ele deve ser amamentado, porém não consegue sugar, por isso, a alimentação pode ocorrer por meio de sondas. De acordo com Maria Otília, o ideal é alimentar o bebê com leite materno ordenhado, mas pode ser necessário o uso de nutrição endovenosa. “Mesmos os prematuros maiores são sonolentos, sugam vagarosamente e não ganham peso”, explica.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Quanto menos aparelhos ligados no bebê, melhor ele está&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Verdade. Isso significa que o corpo já consegue se manter aquecido sem a necessidade da incubadora, os pulmões estão suficientemente desenvolvidos para garantir o ar necessário, ele já consegue sugar e se alimentar sem ajuda de sondas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Prematuros terão problemas para o resto da vida&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mito, embora prematuros extremos tenham mais chances de apresentar alguma complicação. “Casos graves, como falta de oxigênio ao nascer, por exemplo, podem deixar sequelas e por isso precisarão de acompanhamento prolongado”, aconselha Heloisa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;O prematuro não pode fazer todos os exames&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mito. Huberman afirma que o acompanhamento clínico e laboratorial, além de exames de imagem para verificar o crescimento e desenvolvimento do bebê são primordiais. A prevenção de doenças acontece graças à extensa bateria de exames.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Ele é mais vulnerável a doenças&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Verdade. Principalmente as respiratórias.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;As vacinas do prematuro são as mesmas do calendário nacional de vacinação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Verdade. “Mas o pediatra pode orientar de forma diferente, caso haja necessidade”, cita Huberman.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;É impossível evitar a prematuridade&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mito. “Com um pré-natal precoce e muito bem feito, é possível detectar os indícios da prematuridade”, diz Huberman. As causas mais comuns do parto prematuro são hipertensão arterial, ruptura precoce das membranas amnióticas e infecções.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;O desenvolvimento neurológico do bebê prematuro é diferente&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Verdade. “Os prematuros ganham um descontinho, visto que consideramos a data provável para 40 semanas para avaliar as novas conquistas. Por exemplo, um bebê que nasce de 31 semanas ao completar quatro meses deve fazer o mesmo que um bebê não prematuro que completou dois meses”, conta Maria Otília. Porém, este “desconto” acaba quando se completa dois anos. A mesma regra é utilizada para peso e estatura, o que significa que ele tem um tempo a mais para buscar o que perdeu por nascer antes.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;Os cuidados médicos devem ser diferenciados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Verdade. Heloisa aponta para a necessidade de assistência médica diferenciada e equipe multidisciplinar, principalmente para os nascidos com menos de 30 semanas. “No futuro, o pediatra poderá indicar outros profissionais, como fisioterapeutas e fonoaudiólogos, se necessário”, acrescenta Huberman.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;border-width: 0px; font-family: arial; font-size-adjust: none; font-size: 14px; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: 20px; list-style-type: none; margin: 0px 0px 14px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;strong style=&quot;border-width: 0px; list-style-type: none; margin: 0px; outline-width: 0px; padding: 0px; text-decoration: none;&quot;&gt;O bebê prematuro precisa viver numa redoma de vidro&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
Mito. Após os cuidados extremos no hospital – e o ganho de peso e maturidade necessários para ir para a casa – os médicos sugerem que a família leve vida normal, sempre que possível: passeios, aleitamento materno exclusivo, contato com o mundo exterior, inclusive com outras crianças. “Manter as vacinas em dia, alimentação saudável e evitar o contato com pessoas doentes bastam”, diz Maria Otília.&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/06/bebes-prematuros-mitos-e-verdades.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-8102838427708417300</guid><pubDate>Mon, 20 Jun 2011 14:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-20T07:55:00.718-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>Uma geração de prematuros</title><description>Da &lt;a href=&quot;http://www.gazetadopovo.com.br/saude/conteudo.phtml?tl=1&amp;amp;id=1134707&amp;amp;tit=Uma-geracao-de-prematuros&quot;&gt;Gazeta do Povo&lt;/a&gt;:&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;strong&gt;Uma  nova geração que começa a frequentar os consultórios pediátricos  desafia os médicos. São crianças prematuras – que nasceram antes da 37ª  semana – e que podem ter o desenvolvimento afetado por esta condição&lt;/strong&gt;. Segundo a &lt;span style=&quot;color: maroon;&quot;&gt;&lt;strong&gt;endócrino-pediatra Margaret Boguszewski&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;,  professora do departamento de pediatria da Universidade Federal do  Paraná (UFPR), esta geração tem hoje cerca de 10 anos de idade: “O  problema, que não tínhamos 20 anos atrás, é saber se os prematuros irão  apresentar problemas no desenvolvimento até tornarem-se adultos”, diz. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Todos  os anos, segundo o Ministério da Saúde, nascem no Brasil cerca de 3  milhões de crianças, 10% delas prematuras. Desse total, os problemas de  crescimento podem afetar em torno de 30 mil. “Nos próximos anos, a  demanda por atendimento dessas crianças será muito grande, até pelo  aumento desse tipo de nascimento devido ao alto número de gestações de  gêmeos e de fertilizações com quatro ou cinco embriões de cada vez”,  explica Margaret.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Durante  um ano e meio ela analisou o banco de dados de um laboratório  farmacêutico americano com informações sobre uma pesquisa mundial em que  3.215 crianças nascidas prematuras com idade entre seis e sete anos  foram medicadas com hormônio do crescimento. Os resultados desta análise  internacional, que mereceu recentemente uma matéria no Journal of  Clinical Endocrinology &amp;amp; Metabolism, órgão de divulgação da  Sociedade Americana de Endocri­no­­logia, e a observação do crescimento  das crianças prematuras sem intervenção de medicamentos no HC/UFPR,  foram abordados por ela em entrevista para a Gazeta do Povo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Existe diferença no desenvolvimento da criança prematura? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;O  período de crescimento pós-nascimento prematuro não é tão favorável  quanto o que ocorre na barriga da mãe: a criança sai de um ambiente  uterino equilibrado e é exposta a intervenções externas e fica  suscetível a infecções. Quando a situação estabiliza, muitas delas não  recuperam a capacidade de se desenvolver plenamente.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Os prematuros não conseguem produzir hormônio do crescimento? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Não  necessariamente. A dificuldade no crescimento não é exclusividade de  quem tem deficiência deste hormônio, mas sim pela condição de  prematuridade e pela necessidade de cuidados externos. Crescem menos  aquelas crianças que além de prematuras são consideradas pequenas demais  para a idade gestacional aferida no parto: um nascido aos seis meses,  que deveria pesar um quilo, e que ao invés disso nasce com apenas 800  gramas, por exemplo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Como foi feita esta análise do banco de dados? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Ela  foi realizada com crianças prematuras que não recuperaram a capacidade  de crescimento durante os anos e que, por isso, tinham de usar o  hormônio. Um dos fatores da baixa estatura era o fato de terem nascido  prematuras. Nós analisamos o primeiro ano de tratamento dessas crianças e  vimos que o seu ritmo de crescimento chegou a dobrar com a aplicação do  hormônio.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;No experimento internacional, como as crianças recebiam o hormônio?&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Foi  usado um medicamento sintético igual ao hormônio de crescimento  produzido pelo organismo. Ele foi injetado diariamente nas crianças  analisadas por no mínimo um ano. Esta não é uma intervenção capaz de ser  feita de forma massiva em toda uma população.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Alguma dessas crianças já se tornou adulta para que todo o seu crescimento fosse analisado? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Não,  este estudo é recente. Uma primeira geração de prematuros são adultos  jovens na faixa de 20 anos e que provavelmente não tiveram intervenções.  Já se sabe que existe o risco de um crescimento inadequado, mas a  intervenção foi pensada para esta nova geração, pois o tratamento do  prematuro é uma ação desta década.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Por que não se trata o crescimento das crianças prematuras antes dos dois anos de idade? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Porque  há um período mínimo para que ela mostre se tem condições de recuperar o  crescimento de forma espontânea. Entre os dois e três anos de idade, a  média de crescimento é de 12 centímetros. Se ela cresce mais do que  isso, houve recuperação espontânea. Mesmo que o crescimento seja menor, é  preciso aguardar. Na faixa de cinco a seis anos, já foi dado o tempo de  recuperação espontânea necessário para ver se o ritmo de crescimento é  baixo.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;No Hospital de Clínicas da UFPR há pesquisas com aplicações de hormônios? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;A  intervenção é complicada, porque precisa de um órgão financiador. A  medicação é cara e o estudo em crianças é mais restrito. Neste momento  não existe este tipo de ação no hospital. Fazemos uma pesquisa de  análise do crescimento espontâneo e resgate desses dados. O que acontece  são casos eventuais de crianças prematuras que precisam de atendimento  e, analisados caso a caso, elas são tratadas.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Como as crianças que não recebem hormônio se desenvolvem? É pela alimentação reforçada? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Até  algum tempo existia a certeza de que a criança prematura tinha que ser  superalimentada: havia fórmulas lácteas especiais para prematuros, com  carga calórica e proteica maiores. Hoje não é mais assim. É preciso  deixar a criança se recuperar sem sobrecarregá-la, afinal seu organismo é  imaturo. O importante é garantir que o bebê não desenvolva doenças  secundárias que possam atrapalhar seu desenvolvimento como problemas  intestinais e respiratórios. É preciso manter a criança bem nutrida, mas  dar chance para que ela se recupere sem forçá-la.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt; &lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;i&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Em que fase da vida o hormônio do crescimento é mais importante? &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;i&gt;Ele  é importante a vida toda. O bebê produz o hormônio ainda no útero, mas  ele tem um papel mais intenso a partir do segundo ano de vida. No  primeiro ano de idade, o que mais influencia o crescimento do bebê é a  questão nutricional e de saúde. Depois que paramos de crescer, por volta  dos 20 anos, a produção do hormônio diminui, mas não para, pois todos  precisam dele para regular o metabolismo, manter a quantidade de massa  magra e também de gordura, controlar o colesterol no sangue e manter a  densidade óssea&lt;/i&gt;.&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;&lt;span&gt;&lt;span style=&quot;color: black;&quot;&gt;Um abraço. &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/06/uma-geracao-de-prematuros.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-5811018676827452533</guid><pubDate>Mon, 13 Jun 2011 13:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-06-13T06:26:21.185-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imunização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prevenção</category><title>A importância da imunização dos Prematuros.</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;object height=&quot;360&quot; width=&quot;480&quot;&gt;&lt;param name=&#39;movie&#39; value=&#39;http://midia.temmais.com/player/player-v2.swf?v=1.7.1&#39;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#39;allowFullScreen&#39; value=&#39;true&#39;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#39;allowscriptaccess&#39; value=&#39;always&#39;&gt;&lt;/param&gt;&lt;param name=&#39;flashvars&#39; value=&#39;&amp;amp;idmedia=2c9f94b4306f51580130710435e00243&amp;amp;playerHash=35a27f364407598e5e3a76016181793e&amp;amp;thumbnailPreview=true&amp;amp;scaleMode=fit&amp;amp;customizationFileURL=http://midia.temmais.com/player/config-interna.xml&#39; /&gt;&lt;embed src=&#39;http://midia.temmais.com/player/player-v2.swf?v=1.7.1&#39;type=&#39;application/x-shockwave-flash&#39;allowscriptaccess=&#39;always&#39;allowfullscreen=&#39;true&#39;width=&#39;480&#39;height=&#39;360&#39;flashvars=&#39;&amp;amp;idmedia=2c9f94b4306f51580130710435e00243&amp;amp;playerHash=35a27f364407598e5e3a76016181793e&amp;amp;thumbnailPreview=true&amp;amp;scaleMode=fit&amp;amp;customizationFileURL=http://midia.temmais.com/player/config-interna.xml&#39;&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Um abraço.</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/06/importancia-da-imunizacao-dos.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-8302993795035105675</guid><pubDate>Mon, 02 May 2011 16:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-05-02T09:59:48.717-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Histórias prematuras</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>O encontro com as mães da UTI</title><description>&lt;div&gt;Do &lt;a href=&quot;http://www.midianews.com.br/?pg=noticias&amp;amp;cat=7&amp;amp;idnot=48220&quot;&gt;Mídia News:&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.midianews.com.br/imagens/noticias/7/VITOR15ANOS01119042011221245_med.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;http://www.midianews.com.br/imagens/noticias/7/VITOR15ANOS01119042011221245_med.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;i&gt;Quinze anos depois, as médicas reencontram Victor, que nasceu com 700g&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira vez que as mãos da pediatra Filomena Bernardes de Mello tocaram os dedinhos de Victor dos Santos Gallo, ele pesava apenas 700 gramas, media menos do que 30 centímetros e acabara de nascer após uma gravidez de seis meses incompletos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Naquele ano 1996, a criança era prematura demais para que a médica sentisse, com plena certeza, que o bebê tão pequenino sobreviveria. Quase quinze anos depois, as mãos de Filomena e Victor voltaram a se tocar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O encontro, acompanhado pela reportagem, celebrou os “dribles” que o menino deu em todas as projeções pessimistas da medicina. “O quadro não era nada bom”, diz, com consciência de adulto, o hoje adolescente de 14 anos e 7 meses. Para Filó – como é chamada por todos na maternidade em que ainda trabalha – foi mais uma prova de que ter escolhido a função médica de tentar reproduzir o “útero” para meninos e meninas que nascem antes do tempo é mais do que um trabalho. “É uma missão”, diz ela.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A especialidade médica chamada neonatologia é aquela que cuida principalmente dos bebês prematuros ou que nascem com baixo peso severo – menor do que 1 quilo. Hoje, com a popularização das técnicas de fertilização in vitro e com o aumento da idade das mães, cresceram também as taxas de prematuridade das crianças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1996, ano em que Victor chegou ao mundo, os “apressadinhos” respondiam por 5,3% do total de partos, mostram os números do Ministério da Saúde. Uma década depois, passaram a representar 9% dos nascimentos em Estados como São Paulo, um crescimento de 27% no período.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este aumento da demanda também veio acompanhado por mais tecnologia e pesquisas para tratar dos pequenos. Uma criança nascida após cinco meses de gestação hoje já não é mais uma raridade e as chances de sobrevida estão bem mais ampliadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas mesmo com todas as máquinas incubadoras de última geração – que ajudam a deixar quentinho o bebê, protegido e pronto para desenvolver-se fora da barriga da mãe – o papel do neonatologista é fundamental neste processo. É preciso monitorar cada batimento cardíaco, respiração, expressão facial, sono, choro. A intervenção precoce é o que garante a sobrevivência da criança prematura.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos oito meses que precisou ficar internado após o nascimento no dia 14 de setembro de 1996, Victor recebeu estes cuidados 24 horas por dia de uma equipe de neonatologistas majoritariamente feminina, coordenada pela Doutora Filó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo ano, perto do Dia das Mães, o garoto volta ao Hospital e Maternidade Santa Joana de São Paulo para visitar as médicas que, acredita o menino, permitiram à sua mãe Diva Gallo comemorar de forma feliz o segundo domingo de maio. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vitorioso&lt;br /&gt;
Diva tentava engravidar havia dez anos. Inúmeras tentativas frustradas foram colecionadas até que, aos 38 anos, veio a confirmação da gravidez. “Estava tudo certo, fazia o acompanhamento com o pré-natal, não havia orientação médica para deixar de fazer nada. Era a mulher mais feliz do mundo, mas como já tinha tido abortamentos antes, tinha receio de perder o meu bebê”, lembra Diva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A gravidez era comemorada, mas quase não deu para ser curtida. “Foi tudo muito rápido”, lembra. Um dia Diva sentiu uma dor e certo incômodo, foi para o Hospital Santa Joana só para checar se estava tudo bem e ali foi informada que precisava fazer um parto de emergência. Não compreendia muito bem como iria parir sendo que não estava grávida nem há seis meses. Mas fez força, empurrou e teve parto normal de um menino. “Não sabia que o sexo era masculino e nem tinha escolhido um nome para ele.”&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O bebê era tão pequenininho que não chorou. O silêncio era forte na sala de parto. A criança foi levada à UTI neonatal, com complicações pulmonares e cardíacas muito sérias. “Eram só 700 gramas que aquele garotinho pesava”, pensou Filomena enquanto, pela primeira vez, segurava na mão do menino.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os médicos não deram prognósticos muito favoráveis. A sobrevivência não podia ser garantida. Mas uma enfermeira disse uma frase que marcou Diva e o marido e ajudou a definir a identidade do protagonista desta história.Como lutou para sobreviver este menino”, disse. Pronto. Nome escolhido. Ele era um vitorioso. Vai chamar Victor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Experiência in loco&lt;br /&gt;
Ter alta da maternidade e sair sem o bebê nos braços marcou Diva. Naquele momento tão difícil ela já havia criado laços de afetividade bem fortes com toda a equipe cor-de-rosa do Santa Joana. Com Filó, o carinho também era crescente e a mãe do Victor ficava até mais segura “e menos culpada” de passar algumas horas longe do hospital quando era ela que estava de plantão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Victor foi o menor prematuro que nasceu naquele ano no Santa Joana. As roupas e os sapatinhos ficavam folgados nele, por menor que fossem. E as médicas, sem esconder da mãe, sabiam que ele seria uma fonte de aprendizado inesgotável. Iria ensinar o que, até aquele momento, elas não sabiam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O afeto que a equipe toda demonstra até hoje pelo menino também é justificado por ele ter sido uma espécie de “professor”. “O Victor teve todas as viroses possíveis e imagináveis, complicava o quadro sempre, usou toda a munição médica que tínhamos na época. Ele nos ensinou muito”, diz Filomena cheia de emoção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um bom remédio&lt;br /&gt;
Não foi apenas referência de procedimento clínico que o menino Victor “ensinou” àquela equipe. O conceito de humanização, ainda mais dentro da UTI, não era forte há 15 anos. As mães quase não podiam tocar as crianças, as visitas eram com prazo e hora marcada. Ficar perto do leito junto ao filho era um privilégio que parecia durar apenas alguns segundos para a maioria delas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Mas já naquela época começamos a perceber que as mães mais carinhosas, aquelas que conversavam por entre o vidro da incubadora com os seus bebês, as mais participativas dos tratamentos eram também as que conseguiam mais altas hospitalares e melhor sucesso com suas crianças”, conta Filó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diva foi uma das que ajudou a médica Filomena a chegar as estas conclusões. Victor, de certa forma, auxiliou o hospital a reconhecer a importância do tratamento mais humano, com mais contato entre mãe e filho, aos moldes da estrutura que existe hoje.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As primeiras palavras&lt;br /&gt;
Oito meses de internação hospitalar foram completados e Diva pôde então levar o seu pequeno, agora com 3 quilos, para a casa. “O marco da vida do prematuro é diferente dos bebês que passam por uma gestação completa”, explica Filó.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Aqui no hospital tentamos reproduzir o que o útero materno faria. Mas esta antecipação do nascimento também traz um tempo diferenciado para as primeiras palavras, os primeiros passos e em alguns casos até de aprendizagem”, explica a neonatologista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Victor surpreendeu nisso também. “Mamãe” foi a primeira palavra dita aos 2 anos, logo em seguida dele começar a andar sozinho. Aos 6 anos, ele foi para a escola, no ensino tradicional, e apesar de ser bem pequenino e não caber na carteira, sempre acompanhou a classe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foram algumas internações por problemas respiratórios e visitas frequentes ao médico, bem mais do que seus colegas de classe. Aos 8 anos, entratanto, Victor já passou a acompanhar a curva de crescimento e de peso dos outros meninos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo este processo foi acompanhado pela médica Filomena, atualizada sempre que o garoto retornava ao Santa Joana ou para celebrar junto com a equipe o Dia das Mães ou o seu aniversário. “A primeira vez que eu ouvi o Victor falar ele, enrolou a língua, e disse que queria ir ao mercado comprar bala. Nunca esqueci as palavras e fiquei bem emocionada”, lembra Filó. Neste último encontro, a frase dita pelo garoto também balançou a médica. Em português bem claro, Victor contou que já deu o primeiro beijo (na boca) em uma menina mais alta do que ele, mas não é “namoro não”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperança&lt;br /&gt;
O caso de Victor é emblemático para mostrar como Filó conduz a sua carreira que completa 27 anos em 2011. O garotinho, hoje forte e cheio de saúde, divide espaço não só no coração da equipe neonatal do Santa Joana mas também no livro onde estão as fotos do mais de 3 mil bebês que já passaram pelos cuidados das médicas e dos médicos de lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
“Não esquece de falar do Dr. Franco, meu pediatra até hoje, porque eu adoro ele demais”, falou Victor à reportagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em todas estas histórias registradas no livro do Santa Joana, Filó algumas vezes teve certeza da alta e da recuperação dos bebês. Em outras duvidou que isto seria possível (no ano passado uma menina nascida com 450 gramas foi para casa). Mas é também por ser mãe que ela sempre soube como lidar com estas perspectivas. &quot;Existe algo que nenhum médico pode tirar do paciente que é a esperança&quot;, diz Filó. &quot;Ser mãe de prematuro é vibrar por cada dia que a criança sobrevive na UTI. Ser médica de prematuro é também fazer isso”, contou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para quem dúvida, basta passar um dia ao lado de Victor, talvez futuro jogador de futebol de salão, que adora as garotas altas, deixando Diva e todas as “mães” da maternidade com um ciúme danado!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
Um abraço.&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/05/o-encontro-com-as-maes-da-uti.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-4275379880596492440</guid><pubDate>Thu, 28 Apr 2011 14:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-28T07:01:00.863-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Convite</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Evento</category><title>Evento para médicos de SP</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNX0BvFl5gQoLgYYGm7d3slZIvvAhoUuva9GLl-yI0gq3VceB2biUE3uxMmhqDjutaDVDk8RCM45WagR6EcuGGm8ioRTiPyRyirydxuUaonGRYw_XAP9_1Mm3jlptnX4g5Bh0yKOo3rysz/s1600/evento+ab.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;357&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNX0BvFl5gQoLgYYGm7d3slZIvvAhoUuva9GLl-yI0gq3VceB2biUE3uxMmhqDjutaDVDk8RCM45WagR6EcuGGm8ioRTiPyRyirydxuUaonGRYw_XAP9_1Mm3jlptnX4g5Bh0yKOo3rysz/s400/evento+ab.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
Nos vemos lá.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço.</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/04/evento-para-medicos-de-sp.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgNX0BvFl5gQoLgYYGm7d3slZIvvAhoUuva9GLl-yI0gq3VceB2biUE3uxMmhqDjutaDVDk8RCM45WagR6EcuGGm8ioRTiPyRyirydxuUaonGRYw_XAP9_1Mm3jlptnX4g5Bh0yKOo3rysz/s72-c/evento+ab.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-6910442088737914058</guid><pubDate>Mon, 18 Apr 2011 15:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-18T08:07:13.199-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Histórias</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Notícias</category><title>Sobre a prematuridade... (tá rendendo!!!)</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;Em MARÇO (!!) deste ano recebi este e-mail da &lt;a href=&quot;http://www.kanzlermelo.com/&quot;&gt;Chris Kanzler&lt;/a&gt;:&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Olá, André, tudo bem?&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Acredita que o post sobre a minha história prematura vai virar matéria de revista? Já até entrevistaram a minha mãe! :)&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Pense numa pessoa que está morrendo de vergonha! Teremos sessão de fotos e tudo! kkkkkk&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;A revista é essa daqui: &lt;a href=&quot;http://issuu.com/entenderamulher/docs/entenderamulher02&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://issuu.com/entenderamulher/docs/entenderamulher02&lt;/a&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;A jornalista me perguntou algumas coisas, como a contribuição em relação aos prematuros, se você quiser ou achar interessante, posso citar como referência esse material do seu blog, que foi o que me inspirou na verdade a escrever sobre a minha história.&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Um abraço,&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Chris.&lt;/i&gt;&lt;span style=&quot;color: #888888;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href=&quot;http://www.kanzlermelo.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;a href=&quot;mailto:chris.kanzler@gmail.com&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Ah, você falou o nome de uma das suas leitoras!&lt;/i&gt; Que nada! A Chris é uma psicóloga de Brasília, já amiga da família, &lt;a href=&quot;http://nacozinhadachris.blogspot.com/&quot;&gt;cozinheira de mão cheia&lt;/a&gt;, em cujo apartamento pretendo um dia levar as crianças &lt;strike&gt;pra arrepiar geral&lt;/strike&gt; e minha esposa pra jantar e bater papo com ela e o marido dela. Além disso, pra mim a maior distinção dela é ter sido a primeira leitora desse pequeno, discreto e quase imperceptível blog a declarar sua &lt;a href=&quot;http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2010/07/minha-historia-prematura-i.html&quot;&gt;história prematura&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fico muito feliz Chris. Sua mãe deve ter mandado cópias e mais cópias para as amigas e as parentas dela... :)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não ouvi mais falar da reportagem. Conte-nos, se eles autorizarem, publico aqui.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aliás, você leitora ou leitor, conte também sua hnistória prematura. Algumas corajosas e orgulosas famílias já fizeram isso. Confira em &lt;a href=&quot;http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/search/label/Hist%C3%B3rias%20prematuras&quot;&gt;Histórias Prematuras&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço.</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/04/sobre-prematuridade-ta-rendendo.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-656910622411293914</guid><pubDate>Mon, 18 Apr 2011 14:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-18T07:19:22.348-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amamentação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Convite</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Evento</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Manejo</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Profissionais</category><title>CURSO de ALEITAMENTO MATERNO em São Paulo</title><description>&lt;div class=&quot;gmail_quote&quot;&gt;&lt;div lang=&quot;PT-BR&quot; link=&quot;blue&quot; vlink=&quot;purple&quot;&gt;&lt;div&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 100%;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style=&quot;padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;i&gt;A Clínica Interdisciplinar de Apoio à Amamentação, o Cantinho da Mamãe&amp;nbsp;e o &lt;a href=&quot;http://www.aleitamento.com/&quot; target=&quot;_blank&quot; title=&quot;http://www.aleitamento.com/&quot;&gt;www.aleitamento.com&lt;/a&gt; oferecerão o tradicional:&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;b&gt;XI Curso (presencial) de MANEJO CLÍNICO da LACTAÇÃO&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;Dirigido a profissionais de medicina, enfermagem, nutrição, fonoaudiologia, fisioterapia, psicologia, musicoterapia, psicomotricidade, serviço social... interessados em se atualizar&amp;nbsp;em como se processa a&amp;nbsp;psicofisiologia da lactação, como se apóia a nutriz e como resolver os problemas&amp;nbsp;mais comuns.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333399; font-size: 11pt;&quot;&gt;Vagas limitadas – turma pequena &lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;br /&gt;
A coordenação é do Prof. Marcus Renato de Carvalho, Pediatra, Docente do Departamento de Pediatria da Faculdade de Medicina da UFRJ onde ministra aulas para a graduação e&amp;nbsp;pós-graduação&amp;nbsp;de Medicina, Psicologia e&amp;nbsp;Fonoaudiologia. Formado em Medicina pela UFRJ com Mestrado em Saúde Pública pela ENSP/Fio Cruz, é pós-graduado emManejo da Lactação pelo Wellstart International. Especialista em Amamentação pelo International Board Lactation Consultant Examiners desde 2001.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 11pt;&quot;&gt;Programa&lt;/span&gt;&lt;/b&gt; &lt;br /&gt;
&lt;b&gt;20 de maio – 6ª. feira&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul type=&quot;disc&quot;&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;19h&amp;nbsp;- recepção e confirmação de inscrição &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;19h30 – Pré - teste, apresentação dos participantes e das dinâmicas do curso. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;20h - Leite Materno &amp;amp; Amamentação - múltiplos benefícios para o lactente, para a mulher e para a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;(Imunologia e componentes nutricionais do leite humano. Impacto do aleitamento para o sistema estomatognático, na morbi-mortalidade e na saúde materno-infantil...)&amp;nbsp;&lt;/i&gt; &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;21h30 - Encerramento do 1º. dia &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;21&amp;nbsp;de maio - sábado&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;ul type=&quot;disc&quot;&gt;&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;8h30 - chegada e cafezinho &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;9h - Causas alegadas e reais de desmame precoce&lt;br /&gt;
(Leite fraco, pouco leite... Crenças e tabus X Amamentação baseada em evidências científicas.&amp;nbsp;Desconhecimento da psicofisiologia da lactação. Atuação dos profissionais e maternidades. Publicidade de alimentos infantis. Sistemas comunitários e leis de proteção. O papel do homem... &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;10h – O papel da Fonoaudiologia na prevenção e resolução de disfunções orais – Fonoaudióloga convidada&lt;br /&gt;
(Os músculos e os&amp;nbsp;reflexos orais&amp;nbsp;envolvidos na sucção e impacto sobre a saúde oral. Confusão de bicos.&amp;nbsp;Prevenindo o respirador bucal.&amp;nbsp;Porque mamadeiras, chupetas, bicos de silicone não são recomendados...) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;11h – Intervalo &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;11h30 - Psicofisiologia e técnicas da Lactação &lt;br /&gt;
(Prolactina, Ocitocina, Hipófise anterior e posterior, PIF, FIL – peptídeos supressores, adrenalina e noradrenalina. Lactação adotiva.&amp;nbsp;Psicossomática...) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;12h30 – Intervalo para almoço &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;13h45 – Exposição multimídia AmaMentAção – Fotos de William Santos &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;14h – Aula escolhida pelos participantes (veja opções abaixo) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;15h – Intervalo &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt; margin-bottom: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;15h30 -&amp;nbsp; Casos clínicos – aplicação da atitude de Aconselhamento &lt;br /&gt;
(Atitude e postura do profissional frente à nutriz e sua família. Técnicas de abordagem. Aconselhamento não é dar conselhos.&amp;nbsp;Orientando casos típicos e traçando condutas práticas...)&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt; margin-bottom: 12pt;&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;Sorteio dos livros:&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;- Amamentação – bases científicas, 3ª. edição&lt;br /&gt;
- Da Gravidez à Amamentação, 1ª. edição&lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;16h30 - Resolvendo as intercorrências mais comuns: Fissuras, Ingurgitamento, Mastite...&lt;br /&gt;
(As causas dos problemas&amp;nbsp;na amamentação. Como tratar e impedir novas complicações...) &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;17h30&amp;nbsp; Pós - teste, avaliação. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;color: #666666; line-height: 12pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: 9pt;&quot;&gt;18h - Encerramento e entrega de certificados. &lt;/span&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333399; font-size: 11pt;&quot;&gt;Docente convidada: Maria Teresa Cera Sanches&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #333399; font-size: 11pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;Fonoaudióloga e Doutora em Saúde Pública pela Faculdade de Saúde Pública - USP.&lt;br /&gt;
Pesquisadora do Instituto de Saúde – Secretaria de Estado de Saúde de São Paulo&lt;br /&gt;
Consultora do Ministério da Saúde para o Método Canguru.&lt;br /&gt;
Capacitadora oficial em Aconselhamento e Manejo Clínico em Amamentação pela SES-SP&lt;br /&gt;
Coordenadora do Comitê de Epidemiologia da Sociedade Brasileira de Fonoaudiologia.&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Aulas com projeção multimídia e vídeos&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O Curso terá como base e referência principal o&amp;nbsp;livro&lt;/b&gt; AMAMENTAÇÃO Bases Científicas, 3ª. edição &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Investimento&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
R$ 300,00 na inscrição e mais R$ 300,00 no dia 20 de maio de 2011 ou R$ 500,00 a vista (com desconto).&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt;&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;&lt;b&gt;Desconto especial para grupos com mais de 4 profissionais.&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/i&gt; &lt;br /&gt;
&lt;div style=&quot;margin-left: 36pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; font-size: 10pt;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Inscrições aqui &lt;/b&gt;ou escreva para &lt;a href=&quot;mailto:Thais@cantinhodamamae.com.br&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;thais@cantinhodamamae.com.br&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-left: 36pt;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-family: Symbol; font-size: 10pt;&quot;&gt;·&lt;span style=&quot;font-family: &#39;Times New Roman&#39;; font-size-adjust: none; font-size: 7pt; font-stretch: normal; font-style: normal; font-variant: normal; font-weight: normal; line-height: normal;&quot;&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;b&gt;Local do curso: São Paulo – SP&amp;nbsp;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-left: 36pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;margin-left: 36pt;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;center&quot; style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.aleitamento.com/curso/&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #6d58ab; font-size: 13.5pt;&quot;&gt;FORMULÁRIO DE INSCRIÇÃO&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;table border=&quot;0&quot; cellpadding=&quot;0&quot; cellspacing=&quot;0&quot; style=&quot;width: 100%;&quot;&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr style=&quot;min-height: 22.5pt;&quot;&gt; &lt;td style=&quot;-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 0%; min-height: 22.5pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr style=&quot;min-height: 15pt;&quot;&gt;&lt;td style=&quot;-moz-background-clip: -moz-initial; -moz-background-inline-policy: -moz-initial; -moz-background-origin: -moz-initial; background: white none repeat scroll 0% 0%; min-height: 15pt; padding: 0cm;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Você que é profissional de saúde, vá, vale o esforço. E isso pode ser vital para muitos prematuros.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Um abraço.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/04/curso-de-aleitamento-materno-em-sao.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-8358655814498304985</guid><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 13:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-04-05T06:31:00.863-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo XII - Você conhece?</title><description>&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Artigo XII&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Todo prematuro tem direito a ser alimentado com leite de sua própria mãe, ou na falta dela, de outra mulher, tão logo suas condições clínicas o permitirem. Deverá sua sucção corretamente trabalhada desde o início da vida e caberá à Equipe de Saúde garantir-lhe esse direito, afastando de seu entorno bicos de chupetas, chucas ou qualquer outro elemento que venha interferir negativamente em sua sucção saudável, bem como assegurar-lhe seu acompanhamento por profissionais capacitados a facilitar esse processo. Nenhum custo financeiro será considerado demasiadamente grande quando aplicado com esse fim. Nenhuma fórmula láctea será displicentemente prescrita, e nenhum zelo será descuidadamente aplicado sem que isto signifique desatenção e desamparo. O leite materno, doravante, será considerado e tratado como parte fundamental da sua vida.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;Um abraço.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/04/artigo-xii-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-2573449664553602284</guid><pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-28T06:30:02.649-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo XI - Você conhece?</title><description>&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;Artrigo XI&amp;nbsp;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Todo prematuro tem direito, uma vez atingidas as condições básicas de equilíbrioe vitalidade, ao amor materno, ao calor materno e ao leite materno, que lhe serão oferecidos pelo Método Mãe-Canguru. Caberá à Equipe de Saúde prover as condições estruturais mínimas necessárias a esse vínculo esasencial e transformador do ambiente prematuro. Nenhum profissional ou cargo de comando, em nenhuma esfera, tem a prerrogativa de impedir ou negar a possibilidade desse vínculo que é símbolo da ciência tecnocrata redimida.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;Um abraço&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/03/artigo-xi-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-6344791775276771583</guid><pubDate>Mon, 21 Mar 2011 13:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-21T06:30:06.380-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo X - Você conhece?</title><description>&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;span style=&quot;font-size: small;&quot;&gt;&lt;span&gt;Artigo X&lt;/span&gt;&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Todo prematuro tem direito a perceber a alternância entre claridade e penumbra, que passaraão a representar para ele o dia e a noite. Nenhuma luz intensa permanecerá o tempo inteiro acesa, e nenhuma sombra será impedida de existir sob a alegação de monitorização contínua sem que os responsáveis por esses comportamentos deixem de ser considerados displicentes, agressores e de atitude dolosa.&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;Um abraço.&lt;i&gt; &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/03/artigo-x-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-7073878257394586081</guid><pubDate>Mon, 21 Mar 2011 13:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-21T06:29:13.346-07:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo IX - Você conhece?</title><description>&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;Artigo IX&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;&amp;nbsp;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;font-family: Georgia,&amp;quot;Times New Roman&amp;quot;,serif;&quot;&gt;&lt;i&gt;Nenhum prematuro deverá, sob qualquer justificativa, ser submetido a procedimento estressate apliado de forma displicente e injustificada pela Euipe de Saúde, sob pena de a mesma ser considerada negligente, desumana e irresponsável. &lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/03/artigo-ix-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-7319700977722067486</guid><pubDate>Mon, 07 Mar 2011 14:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-07T06:51:00.050-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo VIII - você conhece?</title><description>Artigo VIII&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Todo prematuro tem direito inalienável ao silêncio que o permita sentir-se o mais próximo possível do ambiente sonoro intrauterino, em respeito a seus limiares e à sua sensibilidade. Qualuer fonte sonora que desrespeite esse direito será considerada criminosa, hedionda e repugnante.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prematuro tem mesmo esse direito?</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/03/artigo-viii-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-5424857453808157828</guid><pubDate>Mon, 28 Feb 2011 14:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-28T06:49:00.158-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo VII - você conhece?</title><description>Artigo VII&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Todo prematuro tem direito ao repouso, devendo por isso ter respeitados seus períodos de sono superficial e profundo que doravante serão tomados como essenciais para seu desenvolvimento psíquico adequado e sua regulação biológica. Interromper de forma aleatória e irresponsável sem motivo justificado o sono de um prematuro é indicativo de maus-tratos. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prematuro tem mesmo esse direito?</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/02/artigo-vii-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-8534141004121369496</guid><pubDate>Mon, 21 Feb 2011 14:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-21T06:47:00.186-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo VI - você conhece?</title><description>Artigo VI &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Nenhum prematuro será submetido à tortura nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante. Sua dor deverá ser sempre considerada, prevenida e tratada por meio dos processos dispnibilizados pela ciência atual. Nenhum novo procedimento doloroso poderá ser iniciado até que o bebê se reorganize e se restabeleça da intervenção anterior. Negar-lhe esse direito é crime de tortura contra a vida humana. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prematuro tem mesmo esse direito?</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/02/artigo-vi-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-8557600550864064868</guid><pubDate>Mon, 14 Feb 2011 16:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-14T08:58:00.103-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo V - comentário</title><description>Prezado Andre&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seguramente que tem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ser vivo&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como ser humano&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como direito inalienavel.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Seria odiento supor que restringir essa liberdade fosse ético, fosse correto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Opina e se expressa o bebe prematuro a cada instante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas paradoxalmente o profissional não conhece a leitura de seus sinais comportamentais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resume-se a catalogar e interferir nos danos fisiologicos causados pelas sindromes clinicas e a conhecer as minimas alterações de seus efeit os:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cor, ritmo, tonalidade, indices bioquimicos, frequencias monitoradas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nunca se pergunta: o que esta me dizendo esse bebe quando cerra a mão, quando boceja ou simplesmente quando coloca a lingua pra fora ou quando soluça...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jamais se pergunta: porque esses olhos arregalados? Porque essa falta de resposta ao estimulo doloroso? Porque esse sono que não passa?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sono, bocejo, mão cerrada e soluço não são sinais que mereçam ser lidos e interpretados, afinal de contas...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ah...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ledo engano...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A lingua de sinais pronunciada pelo bebe prematuro merecia mais respeito...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um dia quando compreendermos o significado completo da palavra negligencia nos aproximaremos da compreensão da voz do bebe que fala através de comunicação não verbal, de sinais que chamamos comportamentais e que podem muitas vezes serem traduzidos por fica comigo ou me deixa sozinho...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todo prematuro tem direito a liberdade de opinião e expressao...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O homem do alto da sua insensibilidade é que ainda não se apercebeu disso...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com carinho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Luis Tavares.</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/02/artigo-v-comentario.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-542376112117798171</guid><pubDate>Mon, 14 Feb 2011 14:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-14T06:48:00.920-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo V - você conhece?</title><description>Artigo V&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Todo prematuro tem direito à liberdade de opinião e expressão, portanto deverá ter seus sinais de aproximação e afastamento identificados, compreendidos, valorizados e respeitados pela equipe de cuidadores. Nenhum procedimento será considerado ético quando não levar em conta para a sua execução as necesssidades individuais de contato ou recolhimento do bebê prematuro.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prematuro tem mesmo esse direito?</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/02/artigo-v-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-3088230520583735290</guid><pubDate>Thu, 10 Feb 2011 21:00:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-11T19:04:38.454-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amamentação</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Evento</category><title>CONGRESSO virtual de ALEITAMENTO MATERNO</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibOGC0El-PSNB98EXa4CWwYlhxyOiBQP2AdjZdLm6EMSO8KZmJm4ZbuRekRy-kbzW_JeUe0Dmtf0Ml8FGQgHZsIZrZSDmL2iJjdddTHB3R8gplLG5r4c1Zsbo-lPJxR7m-pCqu3msm9Yum/s1600/aleitamento+virtual.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;141&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibOGC0El-PSNB98EXa4CWwYlhxyOiBQP2AdjZdLm6EMSO8KZmJm4ZbuRekRy-kbzW_JeUe0Dmtf0Ml8FGQgHZsIZrZSDmL2iJjdddTHB3R8gplLG5r4c1Zsbo-lPJxR7m-pCqu3msm9Yum/s400/aleitamento+virtual.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #1f497d; font-size: 11pt;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.congressovirtualdealeitamento.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;http://www.congressovirtualdealeitamento.com/&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class=&quot;MsoNormal&quot; style=&quot;margin-bottom: 10pt; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.congressovirtualdealeitamento.com/&quot; target=&quot;_blank&quot;&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #1f497d; font-size: 11pt; text-decoration: none;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;b&gt;&lt;span style=&quot;color: #1f497d; font-size: 11pt;&quot;&gt;&lt;/span&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ouvi um comentário muito interessante sobre o congresso virtual: Ousado. E é mesmo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Boa iniciativa, Marcus.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um abraço.</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/02/fwd-congresso-virtual-de-aleitamento.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEibOGC0El-PSNB98EXa4CWwYlhxyOiBQP2AdjZdLm6EMSO8KZmJm4ZbuRekRy-kbzW_JeUe0Dmtf0Ml8FGQgHZsIZrZSDmL2iJjdddTHB3R8gplLG5r4c1Zsbo-lPJxR7m-pCqu3msm9Yum/s72-c/aleitamento+virtual.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-2137535880193559156</guid><pubDate>Mon, 07 Feb 2011 14:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-02-07T06:45:01.289-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo IV - você conhece?</title><description>Artigo IV&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Todo prematuro tem o direito ao tratamento estabelecido pela ciência, sem distinção de qualquer espécie, seja raça, cor, sexo, ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição. Assim, todo prematuro tem o direito de ser cuidado por uma equipe multidiscipinar capacitada a compreendê-lo, interagir com ele e a tomar decisões harmônicas em seu benefício e em prol de seu desenvolvimento.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prematuro tem mesmo esse direito?</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/02/artigo-iv-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-3714264225880483822</guid><pubDate>Mon, 31 Jan 2011 14:44:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-31T06:44:00.137-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo III - você conhece?</title><description>Artigo III&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Nenhum prematuro será arbitrarimente exilado de seu contexto familiar de modo brusco ou por tempo prolongado. A preservação desse vínculo, ainda quando silenciosa e discreta é parte fundamental de sua vida. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prematuro tem mesmo esse direito?</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/01/artigo-iii-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2894020709184206495.post-1254181400866672015</guid><pubDate>Mon, 24 Jan 2011 14:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-01-24T06:42:00.165-08:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Declaração</category><title>Artigo II - você conhece?</title><description>Artigo II&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;em&gt;Todo prematuro tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei. &lt;/em&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O prematuro tem mesmo esse direito?</description><link>http://novosdireitosdoprematuro.blogspot.com/2011/01/artigo-ii-voce-conhece.html</link><author>noreply@blogger.com (Dr. Andre Bressan)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>