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F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><generator version="7.00" uri="http://www.blogger.com">Blogger</generator><openSearch:totalResults>177</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/atom+xml" href="http://feeds.feedburner.com/DemocraciaELiberdade" /><feedburner:info uri="democraciaeliberdade" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><entry gd:etag="W/&quot;A0QCSHozeyp7ImA9WhRVGUo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-3689162613591180209</id><published>2012-01-19T11:22:00.001-02:00</published><updated>2012-01-19T11:22:49.483-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-19T11:22:49.483-02:00</app:edited><title>MINHA OPINIÃO SOBRE A CRACOLÂNDIA E OS NÓIAS</title><content type="html">&lt;div style="color:#000; background-color:#fff; font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;Quem me conhece sabe que eu sou a favor da liberação das drogas. Liberação total e irrestrita, eventualmente com regulação pública, como ocorre com o cigarro e em menor escala com o álcool. O abuso de drogas é um problema social grave, mas o modo como a ilegalidade na produção e distribuição desta mercadoria corrompe as instituições públicas é, na minha opinião, um problema ainda mais grave.&lt;br&gt;A corrupção policial é um problema que decorre da própria natureza corruptível do ser humano. Isto significa que mesmo no mais perfeito sistema de controle sobre a conduta policial, haveria, ainda assim, brechas para que uma conduta corrupta se manifestasse. No caso das drogas, o convívio dos policiais com os corruptores é demasiado intenso, e as punições aos criminosos severas ao ponto  de fazer com que a tentativa de corromper valha muito a pena. &lt;br&gt;Outro problema da proibição das drogas é que o combate aos traficantes e a restrição à importação e à produção faz com que seus preços subam. Isso eleva os preços das drogas e faz com que os traficantes, tendo em vista o elevado risco de sua prática comercial, tenham que trabalhar com margens muito elevadas para poder suportar as perdas impostas pelo Estado. Além disso, as margens elevadas atraem muitos competidores que procuram abocanhar parte destas margens, o que eleva a violência. Além disso, o glamour que os traficantes de sucesso acabam atingindo, incentiva milhares de crianças e adolescentes a entrar neste ramo, imaginando um dia poder atingir tal posição, que só será alcançada pelos mais violentos e perspicazes, e que deixará um rastro de sangue e destruição no caminho.&lt;br&gt;Os consumidores de droga, por outro lado, são em sua grande maioria usuários  eventuais. Assim como ocorre com o álcool, não são os "nóias" perdidos nas cracolândias que sustentam o tráfico. Em geral eles são muito pobres ou estão degradados para conseguir manter o fluxo de caixa do traficante. Quem mantém o tráfico são os usuários eventuais, que dificilmente "abusam" das drogas, e usam de forma contínua, mas ainda assim controlada, durante vários anos, nas várias festas que frequentam e pouco se importam de pagar alguns reais a mais por grama quando a dificuldade em obter a droga aumenta. Do mesmo modo que quem mantém a Ambev ou Femsa são os consumidores eventuais de classe média e não os alcoólatras, assim é com o tráfico.&lt;br&gt;Pensando desta forma, qual seria o efeito da liberação das drogas sobre os "nóias"? A única mudança que consigo vislumbrar é uma queda no preço que eles pagariam para obter a droga. Só isso. Nenhum outro efeito. Qual seriam os efeitos sociais? Certamente seriam  desmontados os grandes esquemas de corrupção policial e a violência nas grandes cidades diminuiria consideravelmente. Com a queda no preço, alguns poucos fabricantes iriam acabar dominando o mercado das drogas, assim como acontece com o tabaco e as bebidas hoje, e as grandes somas que poderiam ser arrecadadas com impostos poderiam financiar o tratamento dos usuários que realmente quisessem passar por um processo de desintoxicação.&lt;br&gt;Até agora, portanto, não abordei o tema do texto, que é minha opinião sobre as cracolândias. Acho que o governo Alckmin está certo em desmobilizar os usuários de crack e impedi-los de ocupar uma rua da cidade para atender aos seus fins de consumo. Por mais que o consumo em si não seja um problema, a concentração da degradação urbana em alguns lugares trás inúmeras externalidades indesejáveis para toda sociedade, além de estimular a criminalidade nestes locais. O Estado tem o dever de garantir o  direito de ir e vir nas vias públicas a todos os cidadãos, e não apenas aos "nóias" que se apropriam de um espaço público como se fosse privativo deles.&lt;br&gt;Deste modo, mesmo acreditando que as drogas não são o verdadeiro problema (uma vez que mesmo proibidas continuam a ser consumidas), sou absolutamente contra a ocupação das vias públicas pelos drogados, uma vez que o que é público deve ser todos e não terra de ninguém.&lt;br&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center;color:rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;font size="1"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style="font-style:italic;color:rgb(0, 0, 0);" size="1"&gt;Homo sum humani nihil a me alienum puto&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-3689162613591180209?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IPzH65mJVg7iEJEaMozMR2PM7n8/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IPzH65mJVg7iEJEaMozMR2PM7n8/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IPzH65mJVg7iEJEaMozMR2PM7n8/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/IPzH65mJVg7iEJEaMozMR2PM7n8/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/plUVAHgpGr0" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/3689162613591180209/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=3689162613591180209&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3689162613591180209?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3689162613591180209?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/plUVAHgpGr0/minha-opiniao-sobre-cracolandia-e-os.html" title="MINHA OPINIÃO SOBRE A CRACOLÂNDIA E OS NÓIAS" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2012/01/minha-opiniao-sobre-cracolandia-e-os.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Dk4NRno6fip7ImA9WhRVF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-3666809175714990351</id><published>2012-01-16T09:56:00.001-02:00</published><updated>2012-01-16T09:56:37.416-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-16T09:56:37.416-02:00</app:edited><title>FALSO VIÉS SOCIAL</title><content type="html">&lt;div style="color:#000; background-color:#fff; font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"&gt;&lt;div&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt; 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Agora responda a alternativa abaixo em que se encontra o lugar que parece mais lógico para encontrar este tipo de filme:&lt;/span&gt;  &lt;div class="MsoListParagraphCxSpFirst" style="margin-left:53.4pt;mso-add-space: auto;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;line-height:150%;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;a)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Um Shopping Center;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoListParagraphCxSpMiddle" style="margin-left:53.4pt;mso-add-space: auto;text-align:justify;text-indent:-18.0pt;line-height:150%;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;b)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Uma "fundação cultural" num bairro com perfil industrial;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoListParagraphCxSpLast" style="margin-left:53.4pt;mso-add-space:auto; text-align:justify;text-indent:-18.0pt;line-height:150%;mso-list:l0 level1 lfo1"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;;mso-fareast-font-family:Arial"&gt;&lt;span style="mso-list:Ignore"&gt;c)&lt;span style="font:7.0pt &amp;quot;Times New Roman&amp;quot;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%;font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;No centro da cidade.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Se você respondeu à alternativa "c", você esta no grupo dos seres humanos normais, de posse de suas perfeitas faculdades intelectuais. Já se você respondeu a alternativa "a", provavelmente você é um adolescente ou não sabe o que significa filme "autoral" ou de arte. Agora se você escolheu a alternativa "b", há uma grande possibilidade de você ser técnico da prefeitura da Curitiba ou ainda o prefeito desta cidade, tendo em vista que se pretende inaugurar uma sala de cinema alternativo, formadora de público, na Cidade Industrial de Curitiba, que apesar de ser bairro mais populoso da cidade, não fica perto de qualquer tipo de referência cultural.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A iniciativa pode até parecer boa: colocar um centro de "arte" na periferia com o objetivo de incentivar as pessoas da periferia a buscarem cinema alternativo. Contudo, este tipo de projeto está fadado ao fracasso, assim como o Museu Metropolitano de Arte, construído na gestão Requião, na década de 1980 por motivos óbvios: as pessoas que procuram por uma programação cultural, digamos, alternativa, vão procurá-la no centro da cidade, onde a probabilidade de encontra-la é maior. No caso de Curitiba, o fechamento das principais salas de cinema do centro da cidade, que em grande parte eram mantidas pela prefeitura, teve como efeito colateral o fechamento de livrarias, cafés, lojas, além de mudar drasticamente o perfil de frequentadores da rua XV de novembro, que hoje se parece cada vez mais com as ruas de comércio popular de qualquer grande cidade brasileira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Mas a XV nem sempre foi assim. Uma prefeitura que prezasse pela preservação da memória da cidade e pela manutenção do centro, e não sua transformação numa grande cracolândia ou ainda num "Saara", procuraria reforçar as atrações culturais e diversificar o perfil comercial do centro, inclusive estimulando a presença de lojas voltadas a nichos comerciais. Centros urbanos densos, bem aproveitados, variados, cosmopolitas, são quase sempre um sinal de civilidade. O centro de Curitiba está cada vez mais abandonado e a civilidade também está indo igualmente embora.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;A instalação do Centro Cultural do SESC na praça Generoso Marques, foi um ponto fora da curva neste sentido. Mas, isolado como está hoje, está em pouco tempo fadado ao esquecimento. Eu me lembro de que nos meus tempos de estudante deixar papel jogado na rua era motivo para ser visto como uma besta pelos colegas de classe. Hoje eu vejo muitos estudantes, inclusive de escolas particulares, que pouco se importam com o lixo espalhado. Eles têm até mesmo um pouco de razão, tendo em vista que o centro torna-se cada vez mais degradado mesmo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" style="text-align:justify;text-indent:35.4pt;line-height: 150%"&gt;&lt;span style="font-size:12.0pt;mso-bidi-font-size:11.0pt;line-height:150%; font-family:&amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;"&gt;Assim, este falso viés social de querer espalhar cultura pelos bairros é só uma estratégia populista para angariar votos, enquanto o centro da cidade, o símbolo que unia os curitibanos, é relegado ao esquecimento e à degradação. Enquanto isso, a cidade permanece oferecendo menos opções culturais que Porto Alegre.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center;color:rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;font size="1"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style="font-style:italic;color:rgb(0, 0, 0);" size="1"&gt;Homo sum humani nihil a me alienum puto&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-3666809175714990351?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RNyRhQR0LITcQlvFfVgssxSvZY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RNyRhQR0LITcQlvFfVgssxSvZY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RNyRhQR0LITcQlvFfVgssxSvZY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/4RNyRhQR0LITcQlvFfVgssxSvZY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/TxfQiPfYlyM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/3666809175714990351/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=3666809175714990351&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3666809175714990351?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3666809175714990351?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/TxfQiPfYlyM/falso-vies-social.html" title="FALSO VIÉS SOCIAL" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2012/01/falso-vies-social.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEIHSHk4eip7ImA9WhRVE0Q.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-3670828074630568037</id><published>2012-01-12T17:28:00.000-02:00</published><updated>2012-01-12T17:28:59.732-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2012-01-12T17:28:59.732-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="geopolítica" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Mario Travassos" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="América do Sul" /><title>Antagonismos Sul Americanos segundo Mario Travassos</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-PHHSK4vwJwo/Tw80M_1oEEI/AAAAAAAAAXM/ppBprf_Xy9E/s1600/Antagonismos_Travassos.jpg" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-PHHSK4vwJwo/Tw80M_1oEEI/AAAAAAAAAXM/ppBprf_Xy9E/s1600/Antagonismos_Travassos.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-3670828074630568037?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nll4CY6bV-IF__knb-2dTMi18F0/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nll4CY6bV-IF__knb-2dTMi18F0/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nll4CY6bV-IF__knb-2dTMi18F0/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/nll4CY6bV-IF__knb-2dTMi18F0/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/AXSkX4EyjFI" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/3670828074630568037/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=3670828074630568037&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3670828074630568037?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3670828074630568037?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/AXSkX4EyjFI/antagonismos-sul-americanos-segundo.html" title="Antagonismos Sul Americanos segundo Mario Travassos" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/-PHHSK4vwJwo/Tw80M_1oEEI/AAAAAAAAAXM/ppBprf_Xy9E/s72-c/Antagonismos_Travassos.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2012/01/antagonismos-sul-americanos-segundo.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D0IDSX4zeip7ImA9WhdQEE8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-5097023333148052843</id><published>2011-08-10T22:19:00.001-03:00</published><updated>2011-08-10T22:19:38.082-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-08-10T22:19:38.082-03:00</app:edited><title>IN MEDIO VIRTUS</title><content type="html">&lt;div style="color:#000; background-color:#fff; font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt"&gt;&lt;div&gt;&lt;span&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;i&gt;&lt;br&gt;&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal" align="right" style="text-align:right"&gt;Por Fernando R. F. de Lima.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;A consciência de pertencer ao meio da sociedade torna-se um fardo diário, muitas vezes difícil de ser carregado. A grande característica da classe média é justamente agir como se estivesse acima desta grande mediocridade cotidiana, que transborda por todos os lados e lares. Os adolescentes medianos se acham especiais, assim como os pais destes adolescentes. E das crianças, pensam que tudo podem, basta sonhar e tentar. Mentira. Engano. Hipocrisia. Ilusões. Disso consiste a classe média.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas por que então as sociedades de classe média são aqueles que mais se desenvolvem, que mais longe vão? Quem diria, por exemplo, que não é os EUA, aquela que ainda é a maior e mais importante potência do mundo, essencialmente um país de classe média? E a Europa de hoje, ainda que combalida, não constitui uma sociedade de pessoas que vivem próximas à média? Não estaria a pujança da China, da Índia, do Brasil e da Rússia, os Brics, justamente na ascensão de suas classes médias?&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;O fato é que, corroborando o provérbio latino, a virtude, ao menos do ponto de vista econômico, realmente parece estar no meio, ou nas classes médias, essa classe a qual pertenço eu e a maioria absoluta de meus leitores. Nós, que fomos e somos medianamente educados, compomos a classe que sempre aspira mais. Todos nós pensamos estar acima da mediocridade que insiste, entretanto, em nos rodear. Estamos, estatisticamente falando, mais próximos da plebe, do vulgo, daquela multidão indiscriminada a que chamamos povo, do que imaginamos. Na verdade, nós somos o vulgo e a plebe. &lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;No fundo, as classes média urbanas, os w&lt;i&gt;hite collars&lt;/i&gt;, que largaram para trás os cortiços e a roça e se refugiaram nos subúrbios e nos condomínios, que levam uma vida baseada num trabalho pretensamente intelectual, de alto nível, significativamente qualificado, não passam no fundo de peões de estância que desejam um dia ser fazendeiros, ou de pedreiros assentadores de tijolos que desejam ser os donos dos prédios que constroem, nem que seja através de nossa continuação, nossos filhos. Este desespero pela ascensão social é o que torna a classe média tão importante para economia de um país.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;A média deseja ascender, quer o topo, nem que seja apenas no futuro, através de seus herdeiros. Para tanto, faz hora extra, paga colégios caros, dedica anos e mais anos de estudo em busca de diplomas e certificados para se tornar mais e mais produtivo. A classe média nutre um fascínio tão grande pela elite, pelos bens de consumo da elite (ou daquilo que se imagina ser a elite), que para se diferenciar dos "outros", dos medíocres, passa a consumir estes produtos, ou ao menos a consumir produtos que pareçam da elite.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Por isso a classe média deseja tanto ter um carro maior e mais novo, uma casa maior e mais confortável, uma geladeira maior e mais eficiente, ou ainda um estilo de vida &lt;i&gt;cool&lt;/i&gt;, sustentável. O desejo de se diferenciar dos demais nos torna a todos tão iguais, morando em casas e apartamentos iguaizinhos em quaisquer lugares de quaisquer grandes cidades. Este desejo que leva a multiplicação sobrados, casas geminadas, subúrbios ajardinados com portaria 24 horas, ou ainda torres e condomínios clubes.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;O sonho de "chegar lá" é o que as pessoas a dedicaram horas cada vez mais longas de sua vida, de sua jornada de trabalho e de seu lazer para mostrar a todos os outros que é diferente da média e, quem sabe por meio de seu carisma pessoal, cativar a elite (real ou imaginária) que nos despreza e poderá nos auxiliar em nosso processo de ascensão social. Às vezes isso realmente acontece, e um pobre diabo, vindo de uma família miserável torna-se rico o bastante para "dar as cartas". Isso só reforça e alimenta a competitividade na base da pirâmide que é composta pela classe média.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;De certo modo, a grande diferença entre esta categoria de pessoas de renda intermediária e os mais pobres, os derrotados, não é uma questão de conta bancária, de patrimônio ou de bem-estar: a grande diferença é a determinação por lutar. Um país de pobres resignados é uma sociedade em que os indivíduos e as famílias não saem do lugar, porque sabem, ou julgam saber, que não importa o quão grande seja o esforço, nunca sairão de onde estão. Os verdadeiramente pobres estão resignados com a vida que levam, satisfeitos com suas parcas posses e conhecimentos. Não buscam fama, não buscam publicidade. Os verdadeiros pobres vivem, no fundo, numa espécie de relativa paz, assombrada apenas pelo fantasma da fome. &lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Mas os pobres estão acabando, pelo bem da economia da nação, pelo aumento da produtividade e (por outro lado) para o azar dos defensores dos "recursos naturais" ou, empregado uma terminologia mais romântica e menos produtivista, da "mãe natureza". O fim da pobreza traz consigo o fim da paz de espírito de milhões, bilhões de pessoas, que entram neste circuito competitivo que é o mercado de trabalho das sociedades capitalistas, modernas, avançadas e democráticas. A redução da pobreza material e a disseminação da publicidade da vida boa, da vida das elites, rodeada de pessoas bonitas, inteligentes, ricas e ociosas, tornam insuportável a sensação de ficar para trás, e move toda a sociedade em busca deste sonho, deste desejo, por mais que ele não seja realizável aqui, agora, ou nunca.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Este meu texto, longe de expressar uma indignação ou uma consciência superior deste fato, é um truísmo, uma repetição da verdade que todos nós conhecemos e fingimos ignorar. Toda a classe média se acha especial, diferente, bonita, quase rica, desprovida de preconceitos, mente aberta, prafrentéx e tudo mais. Eu não sou diferente. Às vezes me acho genial, mesmo sabendo que sou apenas mais um número nesta grande corrida pelo segundo lugar, para receber a bênção de alguém que irá finalmente reconhecer o meu valor e (Quem sabe? Por que não?) permitir que eu faça parte de alguma elite iluminada. No fundo, eu também sei que eu não sou tudo isso, e que provavelmente meu destino se encontra em algum subúrbio de alguma grande ou média cidade, com um financiamento (carnê é de pobre e hipoteca coisa de americano), dois ou três filhos que em breve serão minha única esperança final de ascensão social.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;Ou, quem sabe, um dia eu finalmente encontre a resignação, saiba exatamente quem eu sou e onde estou, e abandone toda a pretensão de me diferenciar da massa e viva um dia de cada vez, com a única certeza de que um dia uma catástrofe, acidente ou outro inimigo qualquer (vírus, bactérias, genes ocultos), levarão minha vida, retornando ao pó de onde vim. Por isso, por esta esperança dúbia, de um dia ascender ou de um dia me conformar, repito, de modo ambíguo, o título deste texto: &lt;i&gt;in medio virtus&lt;/i&gt;.&lt;/div&gt;  &lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center;color:rgb(0, 0, 0);"&gt;&lt;font size="1"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;br&gt;&lt;/font&gt;&lt;font style="font-style:italic;color:rgb(0, 0, 0);" size="1"&gt;Homo sum humani nihil a me alienum puto&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-5097023333148052843?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cuy6kVFHq5EPTnpdZSGBnLjDR0Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cuy6kVFHq5EPTnpdZSGBnLjDR0Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cuy6kVFHq5EPTnpdZSGBnLjDR0Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/cuy6kVFHq5EPTnpdZSGBnLjDR0Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/waO_bk3eULA" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/5097023333148052843/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=5097023333148052843&amp;isPopup=true" title="3 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/5097023333148052843?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/5097023333148052843?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/waO_bk3eULA/in-medio-virtus.html" title="IN MEDIO VIRTUS" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>3</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/08/in-medio-virtus.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYGRX8-eSp7ImA9WhdSGEo.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-4329731469775114375</id><published>2011-07-28T09:04:00.002-03:00</published><updated>2011-07-28T15:35:24.151-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-28T15:35:24.151-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Direta; esquerda; política; Leslie Bethell" /><title>A culpa da nossa direita</title><content type="html">&lt;div style="background-color: white; color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;div&gt;por Luís Lopes Diniz Filho&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="background-color: white; font-family: Arial; font-size: 12px; margin-bottom: 0px; margin-left: 0px; margin-right: 0px; margin-top: 0px; padding-bottom: 3px; padding-left: 3px; padding-right: 3px; padding-top: 3px;"&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Leslie Bethell, no ensaio&amp;nbsp;&lt;i&gt;Brasil: o legado dos 500 anos e o futuro&lt;/i&gt;,  publicado em 2000, expõe uma análise da história brasileira cheia de  ideias bastante comuns na nossa academia e nos meios jornalísticos.  Dentre elas, vale destacar a seguinte: "em uma democracia, é  responsabilidade dos partidos políticos de esquerda e centro-esquerda  assegurar o apoio da maioria do eleitorado aos programas de mudança  social ou, pelo menos, forçar os partidos de direita e centro-direita a  darem pelo menos alguma atenção ao atendimento das necessidades  econômicas e sociais básicas da massa da população, dispondo-se a  considerar algumas políticas sociais compensatórias, redistributivas,  ainda que seja apenas para driblar demandas por mudanças mais radicais"  (Bethell, 2000, p. 493).&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Esse modo de ver pautou toda a análise do período  histórico recente feita pelo autor. Ele acusava os partidos brasileiros  de direita, centro-direita e de centro (embora sem nomeá-los) de não  darem prioridade às questões sociais em suas agendas, a não ser apenas  retoricamente. Daí ele afirmar que as melhoras sociais vinham ocorrendo  lentamente e atribuir isso, em parte, ao fato de que todas as três  administrações federais eleitas desde 1990 dependiam do apoio desses  partidos no Congresso. Finalmente, a análise exibia o indisfarçável  deleite do autor com a ascensão política do PT desde que esse partido  foi fundado, com destaque para o desempenho cada vez melhor de Lula nas  três eleições presidenciais que disputou de 1989 até ali.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Bem, os governos de Lula e Dilma mostraram que o  diagnóstico referente ao suposto papel progressista do PT precisa ser,  no mínimo, reavaliado. É o que se nota pelos seguidos escândalos de  corrupção, pelo aparelhamento do Estado, pela expansão de gastos  públicos ineficientes e pelo assistencialismo que pauta as políticas  sociais desses governos, e tudo isso com o apoio dos mesmos partidos que  o PT sempre classificou como "de direita". Mas não vou tratar desse  assunto agora, sobre o qual já escrevi na página Teoria e Conjuntura,  neste mesmo site. O objetivo agora é discutir brevemente a  responsabilidade da chamada "direita conservadora brasileira" nos  problemas políticos e sociais do país.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nesse sentido, cabe afirmar inicialmente que a avaliação  de Bethell sobre as relações entre esquerda e direita nos regimes  democráticos é totalmente pautada pelo pressuposto esquerdista de que  desigualdade é sinônimo de pobreza absoluta e que, sendo assim, qualquer  recusa a programas de distribuição de renda que fixem a redução das  desigualdades econômicas como um fim em si mesmo deve ser entendida como  insensibilidade social. Todavia, essa é uma avaliação que parte do  estabelecimento de uma relação de causa e efeito questionável, para  dizer o mínimo, e de uma visão maniqueísta e simplória das disputas  políticas. A direita americana e europeia (ancorada por muitos estudos  econômicos, por sinal) entende que o crescimento econômico é o principal  fator de eliminação da pobreza absoluta, e que as políticas  distributivas, a partir de determinado ponto, atuam como desestímulo ao  trabalho e ao investimento, prejudicando a expansão da economia e,  consequentemente, o ritmo de redução da pobreza. Não se trata, pois, de  uma oposição entre partidos sensíveis e insensíveis às necessidades das  massas, mas de formas diferentes de entender os efeitos sociais do  funcionamento da economia de mercado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;O segundo elemento a comentar nessa análise é o seguinte:  até que ponto é correto criticar a direita brasileira por meio de uma  crítica à direita política em geral? Ora, o pensamento conservador  brasileiro nunca teve raízes fortes no pensamento de autores como Edmund  Burke ou Alexis de Tocqueville, mas na doutrina política corporativista  portuguesa. Segundo Jorge Caldeira (2009), o corporativismo foi um modo  especificamente português de reformar o Estado Absolutista sem ceder às  ideias democráticas e igualitárias que animaram a Revolução Francesa.  Assim, mesmo correndo o risco de simplificar demais, pode-se dizer que  os pilares fundamentais dessa doutrina são dois: o princípio do direito  adquirido, segundo o qual o poder do rei deve ser limitado apenas pelos  direitos que a tradição reservou à nobreza e aos funcionários do Estado,  entre outros grupos privilegiados; e a concepção organicista da  sociedade, segundo a qual o Estado deve ser entendido como um "cérebro"  que comanda todas as outras partes do corpo social, as quais interagem  segundo relações funcionais e hierarquizadas. Daí que o conservadorismo  português, assim como o brasileiro, difere enormemente do anglo-saxão,  pois é autoritário, intervencionista e patrimonialista.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Realmente, é fácil identificar elementos dessa doutrina  corporativista na obra de intelectuais conservadores brasileiros, como  Sylvio Romero, Alberto Torres e Oliveira Vianna, cujas obras apontavam  sempre para o Estado como agente capaz de conduzir o Brasil à realização  do seu "destino nacional" (Caldeira, 2009;&amp;nbsp;&lt;a href="http://geografiaemdebate.webs.com/Diniz%20Filho%20-%20Ideologias%20geograficas%20no%20Estado%20Novo.pdf" rel="nofollow" style="color: blue;" target="_blank"&gt;Diniz Filho, 2002&lt;/a&gt;).  Mas nem mesmo esse tipo particular de conservadorismo é justificativa  suficiente para a direita que temos hoje. Afinal, é preciso reconhecer  que os políticos atualmente classificados como "de direita" e  "conservadores" não costumam ter nenhuma articulação teórica  sofisticada, pois seus discursos e propostas não remontam às teorias de  autores como os citados. Esses partidos chamados "de direita" são apenas  agremiações fisiológicas que não possuem nem alinhamento ideológico,  nem uma agenda social e econômica para defender. Leia-se a respeito, por  exemplo, uma recente&amp;nbsp;&lt;a href="http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/valdir-raupp-ideologia-do-pmdb-depende-do-governo" rel="nofollow" style="color: blue;" target="_blank"&gt;entrevista de Valdir Raupp&lt;/a&gt;,  presidente do PMDB, na qual ele admite explicitamente a falta de  bandeiras e de orientação ideológica do seu partido, que é governista há  mais de vinte anos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;Nesse contexto, é possível, sim, atribuir à tal "direita  conservadora brasileira" parte da responsabilidade pelos problemas  sociais do país, mas não com o argumento de que essa direita é  "neoliberal", como fazem tantos políticos e intelectuais brasileiros,  pois o liberalismo sempre foi e continua sendo muito débil no país. A  nossa direita conservadora sempre se sentiu muito à vontade em regular o  mercado, expandir e lotear a máquina do Estado, além de implementar  programas sociais assistencialistas. Basta lembrar a trajetória de José  Sarney, político frequentemente qualificado como "de direita",  "oligárquico" e "conservador": ele construiu sua carreira política  apoiando uma ditadura militar desenvolvimentista, passou para a oposição  só quando foi conveniente para continuar sócio do poder e, chegando à  presidência da República, deu calote na dívida externa, tabelou preços,  planejou construir uma usina siderúrgica estatal no Maranhão (mas  faltaram recursos para tanto) e implementou um programa de combate à  pobreza baseado na distribuição de leite. Depois, integrou a base de  apoio de todos os governos que sucederam o seu e indicou dezenas de  aliados políticos para ocupar ministérios, presidências de empresas  estatais e até cargos no judiciário. Um conservador norte-americano  jamais se enxergaria em um político estatista como Sarney.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="font-family: Arial,Helvetica,sans-serif; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-size: small;"&gt;De qualquer forma, essa é a direita que nós temos. E não é  à toa que a nossa direita se dá tão bem com o PT. Bem ao contrário do  que Leslie Bethell devia supor há mais de uma década, a união dessas  duas forças não se deve apenas às concessões que o PT precisa fazer para  garantir a governabilidade, pois é, acima de tudo, uma aliança de  interesses: ambas investem na expansão e loteamento do Estado em  benefício próprio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- - - - - - - - - - -&lt;/div&gt;&lt;div&gt;BETHELL, L. Brasil: o legado dos 500 anos  e o futuro. In: VELLOSO, J. P. R. Brasil: 500 anos: futuro, presente,  passado. Rio de Janeiro: José Olympio, 2000.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;CALDEIRA, J. História do Brasil com empreendedores. 1. ed. São Paulo: Mameluco, 2009.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-4329731469775114375?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8bPofsvnepFysvGUuKL6ILBHpY/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8bPofsvnepFysvGUuKL6ILBHpY/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8bPofsvnepFysvGUuKL6ILBHpY/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/d8bPofsvnepFysvGUuKL6ILBHpY/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/nG1J68WIKhk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/4329731469775114375/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=4329731469775114375&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4329731469775114375?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4329731469775114375?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/nG1J68WIKhk/culpa-da-nossa-direita.html" title="A culpa da nossa direita" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/07/culpa-da-nossa-direita.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DEAGSXg-cSp7ImA9WhZaF0U.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-3428358776555837146</id><published>2011-07-04T08:38:00.002-03:00</published><updated>2011-07-04T10:38:48.659-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-07-04T10:38:48.659-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="delito de opinião" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="homossexuais" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="liberdade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="opinião" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="homofobia" /><title>DELITO DE OPINIÃO</title><content type="html">&lt;div style="color: black; font-family: arial,helvetica,sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Por Fernando R. F. de Lima&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Nos últimos dias, o noticiário tem divulgado insistentemente polêmicas causadas pela opinião divulgada de diversas pessoas, parlamentares, grupos de defesa dos direitos homossexuais, membros da Igreja Católica, que declararam em alto e bom som o que pensam sobre determinados assuntos. Obviamente, o centro das atenções é a "lei da homofobia", ou de combate à homofobia, e a liberação, por parte do STF, da união civil entre pessoas do mesmo sexo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Num tema deste tipo é normal que as opiniões sejam amplamente divergentes, desde aqueles que defendem radicalmente um ponto de vista até o extremo oposto. Com a declaração de alguns parlamentares, potencialmente ofensiva para outros, se iniciou uma discussão sobre o que é permitido e o que não é permitido falar em público. Ou seja, voltou à tona uma questão que parecia mergulhada no nosso recente passado democrático: quais os limites à liberdade de opinião?&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;O que os supostos defensores da liberdade, neste caso os homossexuais, não se ativeram, é que para reinvidicar seus direitos ao uso de seu próprio corpo, e também seu direito a dispor seus bens e herança como bem entenderem, eles querem limitar o direito de todas as outras pessoas, e deles próprios também, a emitir a opinião que bem entenderem sobre qualquer assunto. Neste ponto, arautos do conservadorismo, do conservadorismo do "mal", diga-se de passagem, acabam como defensores da liberdade, por conta de uma tentação totalitária latente nos grupos que supostamente lutam pela igualdade. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;De conservadores o Brasil está cheio. Sua ampla maioria está interessada em preservar o &lt;i style="mso-bidi-font-style: normal;"&gt;status quo &lt;/i&gt;absolutamente injusto que existe neste país. São defensores da manutenção desta nossa sociedade de privilégios, em que para uma pessoa obter uma concessão de rádio ou TV ela tem que molhar generosamente a mão de diversos deputados e ainda prometer que não irá sair por aí difamando vossas excelências. Uma sociedade na qual há uma terrível promiscuidade entre a imprensa, políticos e representantes de grandes interesses econômicos. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Boa parte dos conservadores que se dizem defensores dos valores tradicionais da família brasileira é, na verdade, defensora dos valores arrecadados ilegalmente, injustamente, e por meio de contratos públicos fraudulentos, por suas famílias. Muitos deles pegam a hóstia sagrada com uma mão e uma propina generosa com a outra. Eles agora surfam na onda dos "valores tradicionais brasileiros", como se "não roubarás" não fosse um mandamento divino. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Mas aqueles que querem delimitar o universo de palavras, sons, imagens e idéias que podem ou não ser divulgadas estão ainda mais errados do que estes falsos conservadores, que durante anos se locupletaram no erário. Estão errados porque querem limitar o direito de qualquer cidadão de discordar de suas idéias.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Minha opinião particular é favorável a união civil entre homossexuais. Digo isso abertamente. Não tenho nada contra a adoção de crianças por casais compostos de pessoas do mesmo gênero. Sou absolutamente contrário à violência praticada contra outras pessoas por conta de opiniões, opções, ou ainda cor ou religião. Isso, entretanto, não me faz um inimigo das pessoas que discordem de mim. Ao contrário, acho que algumas idéias devem ser combatidas duramente com argumentos válidos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Arial&amp;quot;,&amp;quot;sans-serif&amp;quot;; font-size: 12pt; line-height: 150%;"&gt;Todavia, abafar a liberdade de expressão não fará com que pessoas como Bolsanaro mudem sua opinião sobre homossexuais ou sobre o racismo. Mas certamente fará com que muitos que eram visceralmente contrários às suas práticas, se unam a ele por uma causa maior, é que a Liberdade de Opinião, a não criminalização de idéias. Combater a discriminação é um dever de todos. Mas para combatê-la devemos dispor de argumentos e não de ações judiciais e pedidos de mudança no texto da lei maior. Afinal, as opiniões que hoje predominam como boas e aceitáveis, não serão as mesmas amanhã. E aqueles que hoje pedem a limitação da liberdade, podem, outrora, perecer atrás das grades da polícia política que calou seus inimigos.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.democraciaeliberdade.com.br/" target="_blank"&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
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P&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0000bf; font-style: italic;"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-3428358776555837146?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/07/normal-0-21-false-false-false-pt-br-x.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkcMSXY7eip7ImA9WhZXEkg.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-8832790758137482911</id><published>2011-05-01T10:54:00.001-03:00</published><updated>2011-05-01T10:54:48.802-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-05-01T10:54:48.802-03:00</app:edited><title>POR QUE OS PREÇOS VARIAM: O AUMENTO DO ÁLCOOL NESTA ÚLTIMA SAFRA</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:12pt;color:#000000;"&gt;&lt;P style="TEXT-INDENT: 0cm; MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;POR QUE OS PREÇOS VARIAM: O AUMENTO DO ÁLCOOL NESTA ÚLTIMA SAFRA&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;O aumento nos preços do álcool neste início de ano trouxe para a primeira cena a questão do controle de preços e até mesmo alguns pedidos de retorno ao Pró-álcool. Para ver até onde vale a pena clamar por uma regulação no mercado de álcool é necessário compreender os fatores que levaram a ascensão de queda do etanol nestas últimas três décadas e álcool combustível no Brasil.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;O álcool como combustível foi introduzido por conta da regulação estatal: o governo brasileiro, focado no milagre econômico, tornou o país extremamente dependente do petróleo importado. Obviamente, no início dos anos 1970 esta era uma estratégia que fazia sentido. O petróleo era muito barato e relativamente raro no Brasil. Pouco se produzia aqui, sendo a maior parte da demanda atendida por importações. Quando os preços subiram em função da crise de 1973, causada, entre outros fatores, pela represália árabe ao apoio dado a Israel na guerra com o Egito, e dependência brasileira do petróleo começou a ficar muito cara.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;O governo precisava reduzir nossa dependência das exportações por falta de divisas. Ao invés de simplesmente deixar os preços subirem, o que arruinaria as taxas de crescimento, o preço interno foi bancado com empréstimos, que naquela época eram muito baratos no exterior, e o governo partiu para um plano revolucionário de energia alternativa. As hidrelétricas tiveram seu boom de expansão nesta época, para reduzir a dependência das termoelétricas. No ramos dos transportes, os veículos pequenos a diesel foram proibidos, e o álcool foi viabilizado como combustível alternativo para carros de passeio. &lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Para criar uma estrutura que não existia, foi necessário muito subsídio: postos de combustível, estruturas para armazenamento do álcool, esquemas de distribuição do novo combustível por todo o país e compras a preços mínimos para o álcool, para estimular o produtor. Crédito também foi dado/subsidiado para que os produtores pudessem investir em suas usinas e torná-las capazes de processar também o álcool. Esta estrutura extremamente cara e ousada foi criada para tornar o etanol o combustível do país por excelência. Nesta época, os carros eram apenas a álcool ou a gasolina, o que tornava a demanda por álcool inelástica em relação ao preço.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Mas nos final dos anos 1980 o petróleo estava novamente barato e permaneceria assim até o final da década de 1990. Com isso, a atratividade do álcool se reduziu bastante na relação dos preços. Uma alternativa à produção de álcool foi minimizada pelos militares quando do desenho do Pró-álcool: o açúcar. Com a liberação comercial, os produtores estavam novamente livres para produzir e vender quanto de álcool e açúcar eles quisessem. E ainda no final da década de 1990 o preço do açúcar, por conta da conjuntura externa, subiu e tornou sua produção e exportação muito mais atrativa que a venda para o mercado interno. Esta foi a primeira crise de desabastecimento de álcool, que gerou uma crise de confiança e uma corrida para as conversões de motores. &lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Pouco tempo depois a frota nacional voltava a ser predominantemente movida à gasolina. Nem mesmo os preços mais baixos do álcool motivavam o uso do combustível verde, já que a opção por um carro a álcool tornava o consumidor refém dos desabastecimentos. É interessante destacar que os dias sem álcool foram muito poucos e os preços logo ficaram abaixo da gasolina novamente. Mas o consumidor é, em geral, muito conservador, e o álcool foi relegado à marginalidade no mercado.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Depois das privatizações e da modernização do país, o pró-álcool foi enterrado de vez e os preços do álcool e do açúcar passaram a flutuar livremente no mercado. A estrutura para produção de etanol só não foi desmontada porque a gasolina brasileira recebe de 20% a 25% de álcool anidro como aditivo, e como a demanda por gasolina crescia, a produção de álcool também crescia. Só que o álcool hidratado ficava cada vez mais barato e vantajoso em relação à gasolina. Chegou a ser 50% mais econômico usar etanol no início dos anos 2000.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Em 2003 várias fábricas preparavam motores flexíveis em combustível, capazes de rodar com etanol ou gasolina. A Volkswagen saiu na frente e lançou o Gol total flex capaz de rodar com ambos os combustíveis em qualquer proporção. Logo todos fizeram o mesmo. A partir de então, o consumo de etano cresceu numa média de 15,22% a.a. entre 2000 e 2009, passando de 4,6 mil m³ para 16, 47 mil m³.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&amp;nbsp;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;A CRISE E O PREÇO ATUAL DO ETANOL&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Há dois fatores que induziram o aumento no preço do álcool: a safra fraca de 2010, em que os produtores de São Paulo tiveram rendimento abaixo do esperado e o aumento nos preços do açúcar, que tem como determinante principal a quebra de safra na Índia em 2009 e as perdas na Rússia, que é grande produtor de açúcar de beterraba. Levou os preços do açúcar para cima e, consequentemente, diminuiu a oferta interna de álcool.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Outra questão importante, mas muitas vezes negligenciada, é que a crise de crédito de 2008/09 fez com que muitos produtores de cana tomassem uma atitude conservadora em relação aos investimentos. Poucos canaviais foram renovados, o que prejudicou a produtividade futura e a expansão da produção se deu em ritmo muito menor. Isso comprometeu a oferta futura tanto de etanol quanto de açúcar foi comprometida porque faltaram investimentos. Estes fatores poderiam ter sido compensados por alguns aumentos no preço da gasolina, mas por conta da política de controle inflacionário, a gasolina está há quase três anos sem reajustes.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Outro problema é que a estocagem de álcool paga preço de mercado, o que desestimula a formação de estoques na entressafra. Esta situação é diferente, por exemplo, no caso de alguns alimentos, como milho, para os quais os estoques são subsidiados. Aqui entra a questão do controle e regulação da oferta de álcool pelo governo. Uma medida que poderia ser adotada é a desoneração dos estoques de álcool, reduzindo a carga tributária para esta prática.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN style="mso-tab-count: 1"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; &lt;/SPAN&gt;Passando para o controle da ANP, poderiam se formar estoques e compras antecipadas de álcool para garantir uma menor variação de preço entre a safra e a entressafra. O setor também poderia receber crédito subsidiado do BNDES para renovação de canaviais e ampliação de usinas, desde que condicionado à produção de combustível. Este tipo de regulação não implica em controle de preços, mas busca mecanismos para induzir a oferta de um bem de primeira ordem.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;Sem a Conab e a Embrapa, e sem os financiamentos (muitos a fundo perdido) e as anistias do Banco do Brasil, certamente a agricultura brasileira estaria num nível de desenvolvimento semelhante à agricultura africana, pelo menos nas áreas mais tropicais do país. Políticas de preços mínimos, compras públicas, estoques de entressafra, tecnologia e créditos subsidiados tornaram o Brasil uma potência agrícola. Isso não seria possível num ambiente de livre mercado, pelo menos não no nível que os preços internacionais destas commodities se encontraram nos últimos 70 anos. E esta política de preços baixos para alimentos no mercado interno, ao mesmo tempo em que protegia os agricultores com preços mínimos, permitiu que a urbanização brasileira fosse tão rápida e menos traumática que a urbanização de vários países africanos.&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;A produção de etanol deve se expandir a um ritmo muito mais elevado se o país quiser se tornar um protagonista mundial na produção de alimentos e biocombustíveis. Isso deverá ser feito sem novos desmatamentos, com aumento de produtividade. Para tanto, tecnologia e crédito serão necessários, e investimentos de longo prazo, demanda segurança jurídica. Uma maior previsibilidade no mercado de combustíveis é necessária para garantir o sucesso desta estratégia.&lt;/P&gt; &lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(0,0,191)"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;BR&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;BR&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;BR&gt;P&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,0,191)"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-8832790758137482911?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vDql0f5H1uaD-jZrsplfAOFfZ9M/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/vDql0f5H1uaD-jZrsplfAOFfZ9M/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/05/por-que-os-precos-variam-o-aumento-do.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ck4CRnc6eip7ImA9WhZREEk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-140368291653421458</id><published>2011-04-05T19:02:00.001-03:00</published><updated>2011-04-05T19:02:47.912-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-05T19:02:47.912-03:00</app:edited><title>Pedalada Noturna em Curitiba</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:12pt;color:#000000;"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Todas as terças-feiras tem pedalada noturna em Curitiba, com concentração na praça Garibaldi, no Largo da Ordem. Até onde sei, há alguma tensão entre "A Turma dos Velhinhos", que fazem o "Curitiba Biki Night" nas quintas a noite e a Pedalada organizada pela prefeitura. O da prefeitura tem batedores do diretran e água de graça, pelo que me contaram. O outro é auto-organizado. Nunca fui às quintas, mas vou hoje, na terça-feira. Ontem fui pedalar a noite também. Fiz o trajeto que estou acostumado mas no sentido contrário. Como sempre, há um lado bom e um ruim em andar de bicicleta em Curitiba. O bom é que quase não há diferença de velocidade em relação ao carro ou a moto. Levei 30 minutos da minha casa até o centro, sendo que se os motoristas fossem um  pouquinho mais educados eu poderia ter ido pela Victor Ferreira do Amaral e levado uns 3 minutos a menos. De carro eu levo o mesmo tempo, e de moto algo como 20 minutos.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O problema maior é a segurança. Muitos motoristas não respeitam o ciclista, cortando a frente ou entrando na rua mesmo quando você está vindo na preferencial. Outro fator é a velocidade. No plano, me desloco a uma média de 25 km/h, enquanto em boa parte das ruas os motoristas vão a 60 km/h. Mas o pior de tudo são os ônibus. Passam perto das bicicletas, tocam em cima da gente e ainda soltam aquela fumaça horrível de diesel. Andar nas canaletas do biarticulado, por incrível que possa parecer, é a opção mais segura, em minha opinião, porque são poucos os ônibus que por ali trafegam. O que falta, na minha opinião, é transformar a faixa de estacionamento de um dos lados das canaletas de ônibus em ciclovias. Amplas, asfaltadas, segregadas  das calçadas, permitindo desenvolver uma boa velocidade média, tanto no plano, quanto nas subidas. As atuais ciclovias, mesmo aquelas novas, como a da Toaldo Túlio, são uma piada. São feitas para Montain Bike ou corrida de obstáculos. As poucas exceções são os trechos de ciclovia entre o Centro Cívico e o Parque São Lourenço, ao longo do Rio São Lourenço, e o Trecho da ciclovia do Alto da XV que é paralelo à linha do trem, entre o Polo Shopping e o Ahú. Devem totalizar, juntos, uns 15 km. O resto é lixo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Obviamente, há milhares de quilômetros de ruas perfeitamente aptos para o tráfego de bicicletas. Infelizmente, falta, nestas mesmas ruas, respeito ao tráfego compartilhado. Também falta asfalto de verdade nos bairros. Estes remendos absurdos que fazem podem ser bons para evitar a poeira (tenho minhas dúvidas), mas são péssimos para o tráfego sobre pneus de menos de 2 centímetros de largura sem  suspensão. Fosse o asfalto liso, eu poderia, tranquilamente, aumentar em pelo menos uns 5 km/h minha velocidade média, sobretudo nas decidas. Agora vou pedalar mais um pouco. Quero ver se emagreço mais que o Zeca Camargo do Fantástico nestes próximos meses. Estou (novamente), com 106 kg, que espero reduzir para uns 96 kg até o meio do ano.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align:center;"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;span style="color:rgb(0, 0, 191);"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.com.br"&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.blogspot.com"&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style:italic;color:rgb(0, 0, 191);"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="position:fixed"&gt;&lt;/div&gt;   &lt;/div&gt;&lt;br&gt;          &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-140368291653421458?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VHNe0WeNSxM94kQBKrmWi45s5oE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/VHNe0WeNSxM94kQBKrmWi45s5oE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/04/pedalada-noturna-em-curitiba.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUMGRn05eCp7ImA9WhZSFko.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-1601593400360117432</id><published>2011-04-01T14:03:00.001-03:00</published><updated>2011-04-01T14:03:47.320-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-04-01T14:03:47.320-03:00</app:edited><title>Moedores de Carne Humana</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:12pt;color:#000000;"&gt;Hoje, na hora do almoço, o moedor de carne humana chamado biarticulado que circula em Curitiba fez mais uma vítima no cruzamento da Presidente Faria com a Alfredo Bufren, nos fundos do prédio histórico da Universidade Federal do Paraná, bem no centro de Curitiba. Felizmente o impacto foi contra um carro, um celta cinza, aparentemente sem vítimas fatais, uma vez que o carro estava intacto e o motorista não estava dentro do veículo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Acidentes com estes ônibus biarticulados tem virado rotina em Curitiba. Eu mesmo já noticiei mais de um aqui no blog. Ultimamente, não se passa uma mês sem um acidente grave envolvendo este tipo de veículo. O que me motivou a escrever este texto, contudo, é o fato de que esta semana, se não me engano na quarta-feira, uma moça de 20 e poucos  anos foi atropelada por dois biarticulados na Av. República Argentina, próximo ao shopping Água Verde. A moça foi atropelada por um dos ônibus e jogada no meio da pista e, em sequencia, os oito rodados de outro biarticulado em sentido contrário destroçaram seu corpo.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Por mais que possa parecer casos isolados, estes acidentes fatais são corriqueiros, e já nem desperta mais muita atenção na imprensa local. Não ouço pessoas indignadas com os ocorridos como quando acontece um acidente do tipo envolvendo um automóvel. Tampouco se vêem passeatas exigindo melhores condições de segurança nas vias segregadas dos ônibus. Contudo, é evidente que as condições de circulação são absolutamente inadequadas, tendo em vista que veículo com mais de 20 metros e 10 toneladas circulam a 60 km/h, muitas vezes aproveitando os sinais de trânsito, numa perigosa circulação compartilhada com outros veículos, ciclistas e pedestres. Estas  condições, aliadas aos péssimos hábitos dos motoristas de ônibus, transformam os biarticulados nas máquinas de moer carne humana que vemos por aí.&lt;br&gt;&lt;br&gt;Em minha opinião particular, é obviamente absurdo que o limite de velocidade para estes veículos nas áreas centrais, com circulação intensa de pedestres e cruzamentos com outros veículos seja de de 60 km/h. Isto porque estes veículos não tem nem espaço para desvios de trajetória, nem condições de frear em espaços curtos em casos de imprevistos, ocasionando estes acidentes quase sempre com grandes perdas materiais que temos visto. Estou convencido que além dos motoristas imprudentes, tanto de automóveis, motocicletas e ônibus, os engenheiros de tráfego que há anos ignoram esta questão em Curitiba são corresponsáveis por estes acidentes. Está na dar um basta nisso. É hora de rever a velocidade e o treinamento dos motoristas destes ônibus em  Curitiba.&lt;br&gt;&lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 191);"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.com.br"&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.blogspot.com"&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 191);"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;          &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-1601593400360117432?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/09_f8H89HAhUX0f3hPWZzAeTWdw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/09_f8H89HAhUX0f3hPWZzAeTWdw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/09_f8H89HAhUX0f3hPWZzAeTWdw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/09_f8H89HAhUX0f3hPWZzAeTWdw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/QBjMgZqF8XQ" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/1601593400360117432/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=1601593400360117432&amp;isPopup=true" title="2 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/1601593400360117432?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/1601593400360117432?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/QBjMgZqF8XQ/moedores-de-carne-humana.html" title="Moedores de Carne Humana" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>2</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/04/moedores-de-carne-humana.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;D04NR3YycSp7ImA9WhZSEUU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-3722058877904955579</id><published>2011-03-26T21:33:00.000-03:00</published><updated>2011-03-26T21:33:16.899-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-03-26T21:33:16.899-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Doutor em Geografia" /><title>Terminei (em partes)</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: left;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-o7VDM96xRqE/TY6FoE4X73I/AAAAAAAAAVY/n9cOTyHSiFc/s1600/phd.gif" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="192" src="https://lh6.googleusercontent.com/-o7VDM96xRqE/TY6FoE4X73I/AAAAAAAAAVY/n9cOTyHSiFc/s320/phd.gif" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;No dia 25 de março de 2011 ocorreu a defesa da minha tese de doutorado, o último requisito parcial que faltava para a obtenção do título de Doutor em Geografia. Ainda falta fazer algumas alterações no trabalho, solicitadas pela Banca avaliadora, além de arrumar um novo título para a bendita, mas desde então já posso utilizar o título de Doutor em Geografia. A defesa da tese durou pouco mais de 4 horas, e em alguns momentos eu achava que alguns membros da banca estavam alí com o objetivo deliberado de mostrar que eu sou um completo incompetente. Contudo, ao final deste último texto, fui aprovado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Falta entregar o resultado final, para o qual eu tenho 60 dias a contar a partir do dia 25. No máximo em maio, portanto, a tese estará definitivamente concluída. Esta foi uma das razões pelas quais diminuí significativamente a frequencia de postagens no blog. Outra razão, é o aumento do volume de trabalho no Ipardes neste início de ano, que faz com que eu chegue em casa sem disposição para enfrentar a tela do computador. Meu ritmo de leitura também diminuiu bastante, de modo que tenho menos livros para resenhar e coisas para comentar. Em maio, quando eu entregar definitivamente a tese, vou também iniciar a reforma do Submarino Amarelo, o Opala que eu comprei em janeiro deste ano. Por enquanto, ele só ganhou filtro e óleo novo no motor, além de uma correia novinha no alternador. Há muito por fazer naquele carro, mas a parte da lataria terá início em maio, se tudo correr bem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou aproveitar a postagem e deixar aqui um agradecimento especial a todos que me ajudaram neste trabalho de doutorado, em especial a Angelita Bazzoti e Louise Ronconi Nazareno, que me acompanharam na execução do trabalho de campo, ao Paulo Delgado e Maria Lúcia de Paula Urban, que me auxiliaram na obtenção de recursos para a realização da pesquisa de campo, e a todos os meus amigos que me motivaram a terminar o trabalho. Neste sentido, um abraço especial para Agemir de Carvalho Dias, que me incentivou desde o início a tentar o doutorado, a Luis Lopez Diniz Filho, que me orientou na jornada e me aceitou como orientando e amigo. A muitas outras pessoas devo agradecimentos, mas citar nomes é sempre uma tarefa injusta. Deixo o registro principalmente a estes, que mais próximos de mim estiveram. Quando a versão definitiva estiver pronta e devidamente&amp;nbsp;intitulada, eu indicarei o link aqui no blog.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-3722058877904955579?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/szrRN5sciF6fHb0_U6VW1ZCm6uo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/szrRN5sciF6fHb0_U6VW1ZCm6uo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/szrRN5sciF6fHb0_U6VW1ZCm6uo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/szrRN5sciF6fHb0_U6VW1ZCm6uo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/PqQIc3Cjr2Q" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/3722058877904955579/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=3722058877904955579&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3722058877904955579?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3722058877904955579?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/PqQIc3Cjr2Q/terminei-em-partes.html" title="Terminei (em partes)" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh6.googleusercontent.com/-o7VDM96xRqE/TY6FoE4X73I/AAAAAAAAAVY/n9cOTyHSiFc/s72-c/phd.gif" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/03/terminei-em-partes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkQBRnw5cSp7ImA9Wx9bGUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-4366173152067859162</id><published>2011-02-28T22:52:00.000-03:00</published><updated>2011-02-28T22:52:37.229-03:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-02-28T22:52:37.229-03:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Motovelocidade" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="27 de fevereiro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Campeonato" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Paranaense" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Acidente de ônibus em Curitiba; ligeirinho; biarticulado; motoristas de ônibus; 8 de janeiro; acidente; Curitiba" /><title>Campeonato Paranaense de Motovelocidade</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh5.googleusercontent.com/-uDJT-8veFlA/TWxNXX9jyxI/AAAAAAAAAUw/TyARQZNanNs/s1600/P1030347.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh5.googleusercontent.com/-uDJT-8veFlA/TWxNXX9jyxI/AAAAAAAAAUw/TyARQZNanNs/s320/P1030347.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-sXy-Z-HM6v4/TWxOdjop0FI/AAAAAAAAAU4/-3IHweP5FUc/s1600/P1030370.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh4.googleusercontent.com/-sXy-Z-HM6v4/TWxOdjop0FI/AAAAAAAAAU4/-3IHweP5FUc/s320/P1030370.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-XuDR69XHHP4/TWxO7bwcAQI/AAAAAAAAAU8/vRNmH9yeuCc/s1600/P1030372.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh6.googleusercontent.com/-XuDR69XHHP4/TWxO7bwcAQI/AAAAAAAAAU8/vRNmH9yeuCc/s320/P1030372.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-ruiCEUZILEs/TWxPYj3R46I/AAAAAAAAAVA/CiRjNqu1se8/s1600/P1030376.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh4.googleusercontent.com/-ruiCEUZILEs/TWxPYj3R46I/AAAAAAAAAVA/CiRjNqu1se8/s320/P1030376.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh6.googleusercontent.com/-Um8AugP7A3A/TWxQF85yA6I/AAAAAAAAAVI/U2_UshmdgoU/s1600/P1030435.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="https://lh6.googleusercontent.com/-Um8AugP7A3A/TWxQF85yA6I/AAAAAAAAAVI/U2_UshmdgoU/s1600/P1030435.JPG" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh3.googleusercontent.com/-M0A8amkXEWM/TWxQcr84RRI/AAAAAAAAAVM/FZpVI5ENleg/s1600/P1030436.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh3.googleusercontent.com/-M0A8amkXEWM/TWxQcr84RRI/AAAAAAAAAVM/FZpVI5ENleg/s320/P1030436.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="https://lh4.googleusercontent.com/-sBuGramD0uc/TWxQydP2coI/AAAAAAAAAVQ/r7rqu4237gQ/s1600/P1030443.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="https://lh4.googleusercontent.com/-sBuGramD0uc/TWxQydP2coI/AAAAAAAAAVQ/r7rqu4237gQ/s320/P1030443.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
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&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sipfs9RtH5L9N9b3Aucue00uZB4/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sipfs9RtH5L9N9b3Aucue00uZB4/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sipfs9RtH5L9N9b3Aucue00uZB4/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/Sipfs9RtH5L9N9b3Aucue00uZB4/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/NEBE14UmBxE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/4366173152067859162/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=4366173152067859162&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4366173152067859162?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4366173152067859162?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/NEBE14UmBxE/campeonato-paranaense-de-motovelocidade.html" title="Campeonato Paranaense de Motovelocidade" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://lh5.googleusercontent.com/-uDJT-8veFlA/TWxNXX9jyxI/AAAAAAAAAUw/TyARQZNanNs/s72-c/P1030347.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/02/campeonato-paranaense-de-motovelocidade.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkcFSH04fSp7ImA9Wx9WFUk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-964392716270375487</id><published>2011-01-20T15:20:00.001-02:00</published><updated>2011-01-20T15:20:19.335-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-20T15:20:19.335-02:00</app:edited><title>POR QUE ALGUNS PRODUTOS CUSTAM TÃO CARO NO BRASIL?</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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F. de Lima.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&amp;nbsp;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vou comentar notícia velha, requentada de outros neste texto, mas que trás algumas questões que estão relacionadas às próprias dificuldades em se gerir a política macroeconômica e monetária no Brasil. É a questão dos preços. Por que alguns produtos custam aqui tão mais caro que lá fora? A razão principal é a falta de concorrência. Alguns poderão dizer que há concorrência em excesso em alguns setores, mas na maioria deles faltam concorrentes que briguem entre si pelo dinheiro do consumidor. Em qualquer lugar que a gente vá, os restaurantes estão cheios, as lojas abarrotadas, os supermercados transbordando de gente e as concessionárias de automóveis e motocicletas entupidas de compradores. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Isto permite que os comerciantes trabalhem com margens de lucro muito mais elevadas que aqui. Duvido que sobrem Ipads e Ipods nos estoques das lojas, que não sejam todos vendidos apesar do preço abusivo, quando comparados com os praticados no exterior. Como é difícil importar, tem muita coisa aqui no Brasil que custa muito caro. Mas isso não ocorre porque é caro importar, mas sim porque é difícil, o que faz com que poucos entrem para o segmento de importação/exportação. Aqueles que são corajosos e pacientes o suficiente para enfrentar as dificuldades nas alfândegas são recompensados com margens de lucro elevadas.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quem sempre leva a culpa pelos preços elevados são os impostos. Mas os impostos elevados sozinhos não explicam o problema. É fato que as fábricas vendem tudo que fabricam. Não fica nada parado no estoque. Os comerciantes também não têm do que reclamar. Por isso cobram tão caro e seguem reajustando preços. O mesmo ocorre com os bancos: a demanda por crédito é tão grande que as pessoas não se incomodam de pagar muito caro por ele. A falta de concorrência entre as empresas em diversos setores é resultado da falta de investimento e das dificuldades para empreender no país. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No Brasil faltam investimentos em diversos segmentos. Outro dia eu comentei isto a respeito do clube que freqüento em Curitiba. O último investimento significativo feito pelo clube foi a construção de um "parque aquático", em que foi construída uma piscina semi-olímpica (25mx12,5m). Isso aconteceu em 1998, ou seja, há quase 13 anos atrás. De lá pra cá a população da cidade cresceu muito, e a prática de exercícios físicos cresceu ainda mais, principalmente de esportes como a natação. Contudo, o número de estabelecimentos com piscina no meu bairro, pra ficar no exemplo próximo, continua o mesmo desde meados da década de 1990. Já o número de sócios no clube vem aumentando ano após ano.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pode parecer banal, mas isto explica porque cobram R$ 120,00 por mês por 8 aulas mensais de natação com duração de 50 minutos cada uma hoje em dia, um preço que me parece abusivo. Não precisamos, contudo, ficar neste exemplo. O sistema de ônibus da cidade recebeu apenas recentemente uma ampliação pontual na linha verde. E apesar das reclamações quando a sustentabilidade financeira do transporte público em Curitiba, nos horários de pico os ônibus andam lotados, e não podemos afirmar que se encontram vazios nos horários intermediários. Fruto da falta de investimento.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Além da falta de investimento, no último ano passamos a contar com mais um problema, um novo problema; a falta de mão de obra. Hoje em dia já se encontra dificuldade para contratar pessoal suficientemente qualificado em diversas áreas. E não estou falando de engenheiros, médicos e professores. Faltam até mesmo garçonetes, pizzaiolos e balconistas de panificadoras. Tudo isso pressiona os salários para cima, o que leva ao repassa aos preços, uma vez que a concorrência não é forte o suficiente para fazer com se reduzam as margens dos comerciantes diante do aumento dos salários.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Contornar a falta de mão de obra é relativamente fácil. Um dos caminhos são os ganhos de produtividades proporcionados pelo emprego de tecnologia. Isto acontece a partir da liberação de recursos para investimento. Para aumentar a concorrência, seriam necessários mais empresários. Para isso, deveria haver uma facilitação para a abertura e o fechamento de empresas. Com isso, mais pessoas tentariam ser empresários. Obviamente, estas coisas ainda iriam esbarrar num outro problema. Apesar da demanda por crédito, os juros praticados inviabilizam muitos investimentos. Para reduzir estes juros, o governo teria que diminuir sua própria demanda por crédito bancário, ou seja, diminuir o déficit em conta corrente (preferencialmente zerá-lo), como forma de liberar recursos para os setores produtivos. Os bancos teriam que concorrer mais pelo dinheiro do consumidor.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Notem que todas as medidas apontadas aqui passam pela solução do problema do crédito, dos juros e das contas do governo. Porque a falta de trabalhadores qualificados pode ser resolvida colocando mais gente na escola, e fazendo mais pessoas voltarem a estudar. Se isso ocorresse hoje, contudo, faltariam escolas adequadas e professores (quantas escolas estão preparadas hoje para ensinar marcenaria, por exemplo?). Outra medida, que também forçaria as pessoas a buscarem qualificação, seria investir em mais tecnologia, mais máquinas, mais automação, mas isso também depende de investimentos, que por sua vez dependem de crédito. Portanto, há alguns nós que temos que desatar neste país para que os produtos deixem de custar tão caro quanto hoje.&lt;/p&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 191);"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.com.br"&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.blogspot.com"&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 191);"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;          &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-964392716270375487?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTbmbYRW66I/AAAAAAAAAUo/yjDjwU_iv3Y/s1600/cesta-basica.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="212" src="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTbmbYRW66I/AAAAAAAAAUo/yjDjwU_iv3Y/s320/cesta-basica.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-indent: 0cm;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Por Fernando R. F. de Lima.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Tratar da questão da inflação é sempre um problema controverso. Isso porque apesar de ser bem conhecida como fenômeno, os efeitos e não as causas da inflação é que são diretamente sentidos pelas pessoas. E o principal efeito da inflação é o aumento nos índices de preços de uma determina cesta de bens de consumo. Como nos últimos meses tivemos uma aceleração dos preços no país, com o índice do IPCA chegando perto de 1% ao mês, o que daria 12% ao ano se o índice de mantivesse, o assunto voltou a pauta.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A maioria das pessoas, porém, apesar de reconhecer a conseqüência, muitas vezes desconhece a causa da inflação. Basicamente, podemos dizer que a causa é uma maior quantidade de dinheiro em circulação na economia em relação ao total de produtos disponíveis para o consumo. Como este aumento na oferta de dinheiro não segue o mesmo ritmo do aumento na oferta de produtos, o resultado é um aumento nos preços. A causa normalmente atribuída para a expansão monetária é a fabricação de dinheiro pelo Banco Central, mas este é apenas um fator e certamente não é o mais importante atualmente. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Durante o auge da inflação no Brasil, uma das questões que explicava a persistência da expansão monetária era a capacidade que os estados tinham de emitir títulos como forma de pagar as dívidas, títulos que eram negociados como “dinheiro”, e consequentemente podiam ser utilizados para a aquisição de bens. Atualmente, apenas o governo federal pode emitir títulos para pagamento de dívidas. Os títulos, na prática, são uma forma de “dinheiro”, apesar de não ter a mesma liquidez que o papel moeda. As pessoas que costumam investir em letras do tesouro, no fundo estão ajudando a financiar o déficit do governo. Este dinheiro é utilizado para remunerar os juros da dívida, mas também para comprar títulos, moedas e pagar as despesas que não estão cobertas pela arrecadação de impostos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Em geral estes títulos não causam uma pressão inflacionária porque eles permitem que o dinheiro fique “guardado” durante uns meses ou anos e, portanto, saia de circulação. Quando o governo quer retirar mais dinheiro de circulação, em geral ele aumenta o juro pago por estes títulos, e com isso atrai investidores. Quando os juros caem, estes investidores procuram melhores opções no mercado, seja comprando imóveis, ações, cotas de fundos de investimento ou ainda bens de consumo. Neste momento este dinheiro aplicado começa a gerar pressão sobre os preços, porque ele será gasto diretamente na economia.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Outra forma de gerar uma pressão inflacionária é conceder crédito para as pessoas poderem consumir ou investir (o resultado é o mesmo, sobre os preços no curto prazo). O crédito nada mais é que um tomar dinheiro emprestado do futuro. As pessoas “trazem” os bens que estariam disponíveis no futuro para serem consumidos no presente. Uma família que levaria 25 anos poupando dinheiro todos os meses para comprar um apartamento, pode comprar aquele apartamento agora e passar os próximos 25 anos pagando prestações de um empréstimo bancário. Ou invés de poupar R$ 500,00 por mês para comprar um carro de R$ 30 mil daqui a 5 anos, ela compra o carro hoje e paga um prestação pelos próximos 60 meses. Esta é uma forma de antecipar o consumo que também gera uma pressão forte sobre os preços. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;No Brasil atual, a recente elevação da inflação tem, basicamente, duas causas: a primeira delas é o fato de governo gastar sistematicamente mais do que arrecada. O governo gasta muito dinheiro não coberto pela arrecadação de impostos. Os principais gastos do governo que geram aumento nos índices de preço são salários, previdência e pagamento de benefícios sociais, porque ao recebê-los, as pessoas rapidamente transformam este dinheiro excedente em consumo. Com isso, pressionam os preços. Tem gente que acha que o governo cobra muitos impostos (eu também acho), mas no fundo eles ainda não são suficientes para bancar a conta mensal do governo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A segunda causa do aumento da inflação foi o aumento na concessão de crédito. Quando da crise em setembro de 2008, as linhas de crédito ao consumidor rapidamente secaram, como reflexo do que estava acontecendo no exterior. Esta falta de crédito teria sido um desastre em vários segmentos, como o automotivo, eletrônicos, eletrodomésticos, mas também máquinas e equipamentos e no próprio financiamento agrícola. Para evitar este desastre, o governo tomou várias medidas para faze o crédito voltar a circular. Uma delas foi um aporte grande ao BNDES, que passou a financiar as empresas, uma redução nos impostos (principalmente o IPI), para compensar o aumento nos juros que poderia ocorrer; a entrada agressiva da Caixa Econômica Federal e do Banco do Brasil nos financiamentos de automóveis e bens de consumo duráveis; redução na quantidade de dinheiro que os bancos deveriam manter depositado no Banco Central como garantia aos seus empréstimos, o chamado depósito compulsório.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;A inflação só não ocorreu de forma mais acelerada no país porque ela foi compensada pelo aumento das importações, que permitiu uma entrada maior de bens importados no país. As vendas de automóveis e computadores, por exemplo, aumentaram muito nos últimos 2 anos, sendo que a venda de automóveis importados aumentaram muito mais que a média do mercado e os computadores são, em geral, todos produzidos no exterior, apesar de montados internamente. Este crescimento das importações deveria ter levada a uma deterioração do câmbio, com desvalorização acentuada do real. Mas isso não ocorreu porque o Brasil passou a receber investimentos estrangeiros, seja em ações, seja em títulos do governo ou ainda investimento direto, e porque as exportações de produtos primários, como minérios e produtos agrícolas, continuaram em alta, com ganhos significativos de preços. Com isso a moeda sofreu uma apreciação, que permitiu que os importados ficassem ainda mais baratos, compensando a elevação dos preços.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Agora no começo do governo Dilma, atentos a estas causas, o técnicos responsáveis pelo controle da inflação já anunciaram medidas para conter as causas inflacionárias. Uma delas é o aumento do compulsório a ser depositado pelos bancos e uma redução nos prazos para financiamento de automóveis. O Copom (Comitê responsável pela política monetária) provavelmente irá aumentar os juros e sinalizar alta para os próximos meses caso os preços continuem em alta e, por fim, com o crescimento nas exportações de petróleo nos últimos meses do ano passado, o câmbio deve se manter valorizado, o que impedirá uma pressão inflacionário por meio do aumento dos preços dos produtos importados.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Deste modo, a inflação poderá ser controlada sem maiores traumas para a economia, apesar de poder se acelerar ainda no primeiro trimestre do ano. O Brasil não precisará fazer uso de medidas chavistas, como fornecer subsídios ou proibir exportações como é o caso da Argentina e da Bolívia, porque nossa política monetária se encontra bem estruturada, ao contrário da deles. Na Argentina, um aumento gradual, mas constante dos juros e uma redução dos gastos do governo, já serviria para reduzir a pressão inflacionária, de modo ainda mais eficaz que as medidas que estão sendo postas em prática no país.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Na Argentina até havia uma situação muito interessante no país quando eu estive por lá em 2008, que mostrar que não é necessariamente a emissão de moeda que causa aumento nos preços. Era difícil encontrar troco na cidade. Apesar do metrô custar apenas 45 centavos de peso na época, era quase impossível conseguir trocar uma nota de 5 pesos pelo equivalente em moedas. Faltavam meios fiduciários no país. Contudo, sobrava, certamente, dinheiro na conta das pessoas, seja aquele obtido por meio dos salários ou então por meio de rendimentos de aplicações financeiras, aluguéis ou rendimentos empresariais.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-4598189390995857616?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mAKYmZKwEo8P2eGN6dVBGqDm6tA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mAKYmZKwEo8P2eGN6dVBGqDm6tA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mAKYmZKwEo8P2eGN6dVBGqDm6tA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/mAKYmZKwEo8P2eGN6dVBGqDm6tA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/tOvpYShPoOU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/4598189390995857616/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=4598189390995857616&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4598189390995857616?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4598189390995857616?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/tOvpYShPoOU/inflacao-algumas-consideracoes.html" title="INFLAÇÃO – ALGUMAS CONSIDERAÇÕES" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTbmbYRW66I/AAAAAAAAAUo/yjDjwU_iv3Y/s72-c/cesta-basica.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/01/inflacao-algumas-consideracoes.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;C0cARHgzfSp7ImA9Wx9WE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-7525853736612794793</id><published>2011-01-18T15:16:00.000-02:00</published><updated>2011-01-18T15:17:25.685-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-18T15:17:25.685-02:00</app:edited><title>ONG, HAITI E PODER PÚBLICO</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt; 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Mas não posso deixar de comentar algo que fica martelando em minha cabeça. Um &lt;a href="http://downloads.bbc.co.uk/podcasts/worldservice/oneplanet/oneplanet_20110113-1030b.mp3"&gt;podcast&lt;/a&gt; da BBC mostra que as ONG`s que estão atuando no Haiti não estão trabalhando de modo descente, e que os recursos que deveriam ser utilizados para ajudar aquela população que de tudo carece acaba servindo para enriquecer alguns poucos. O pior, contudo, não é o fato de alguns estarem ganhando dinheiro com o negócio das ONG`s, já que isto é parte do negócio; a questão é que as ONG`s não tem funcionado.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Como o próprio nome diz, uma Organização Não Governamental é uma organização que, a princípio, não tem filiação com o governo. Ou seja, é parte da iniciativa privada. Qualquer um pode montar uma ONG para fazer o que quiser. A rigor, a diferença entre uma ONG e uma empresa está apenas no fato de que a primeira vive de doações e não visa o lucro institucional enquanto a segunda vive da venda de produtos e serviços e visa o lucro da instituição. Por traz de ambas pode haver ou não uma "lógica" de busca pelo crescimento a curto, médio e longo prazo. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando dizemos que as ONG`s no Haiti falham em seu papel primário de "fazer o bem", ou de "ajudar" na reconstrução do país, mostramos, na verdade, que a iniciativa privada falhou neste objetivo. Automaticamente, alguns cobram mais transparência por parte das ONG`s, o que pode ser obtido através, por exemplo, de regulamentação estatal. Podemos dizer também que a iniciativa privada falhou no Haiti por meio das empresas. Isto porque as empresas precisam de alguns pré-requisitos para poder existir. Um deles é a existência de um mercado consumidor e outra e a existência de um mercado de trabalho. Ao que parece, no Haiti nenhum dos dois tipos de mercado consegue se estruturar. Novamente, falha da iniciativa privada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que está por trás disso, que muitos economistas da linha institucionalistas apontam, é que o capitalismo precisa de instituições para se desenvolver. Como eu disse no texto anterior, as pessoas precisam aprender a reagir ao incentivo monetário para que os mercados funcionem. Há de se processar uma mudança na sociedade que permita que os indivíduos reconheçam o dinheiro como meio para satisfazer suas necessidades de poder, sexo, conforto e alimento. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O Haiti tem uma economia de subsistência, que há muitas décadas passa longe do capitalismo. Por mais que em algumas áreas litorâneas várias pessoas trabalhem por dinheiro, seja produzindo roupas, ou drogas, se prostituindo ou vendendo alguns produtos, os mecanismos de ascensão social não passam pela obtenção de um emprego, uma casa, um cachorro, uma esposa e dois filhos saudáveis que freqüentam a escola e tiram boas notas em matemática. Ascensão social é viver sem trabalhar, com várias pessoas te servindo como se você fosse uma espécie de sultão, e o poder é ter muitos que temem sua autoridade e por isso fazem por você coisas que você mesmo deveria fazer. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É mais ou menos o mesmo que ocorre numa favela carioca dominada pelo tráfico. Ascender socialmente é ser amigo do traficante, do chefão, e quando te deixam parado numa fila, você apela a esta amizade para conseguir favores. Muitas meninas ascendem socialmente desta forma, ficando grávidas de bandidos perigosos. E muitos garotos sonham ser o dono da boca, ou o chefe do tráfico, porque sabem que este é o meio de conseguir poder. Um garoto de classe média entende o poder de forma diferente. Ter poder é ter dinheiro para poder pagar um bom restaurante, e não ser atendido lá porque o dono morre de medo de você.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A iniciativa privada, ou seja, os indivíduos perseguindo seus próprios interesses, seguindo convenções sociais amplamente aceitas, só funciona num ambiente onde o prestígio social advém do próprio esforço em conseguir dinheiro segundo regras valias para todos. Se para conseguir este prestígio não importa o meio em que você adquiriu seu dinheiro, a iniciativa privada deixa de funcionar. Para chegar neste equilíbrio são necessárias as instituições sociais, entre as quais figura o Estado e também as Igrejas. Antes das ONG`s funcionarem no Haiti, é preciso que aquele povo seja "civilizado" à nossa maneira.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É preciso fazer brotar no coração dos haitianos a vontade de progredir pelo trabalho, pelo salário. A vontade de adquirir uma casa, por mais simples que seja, com reboco nas paredes, jardim antes da porta de entrada e um carrinho limpinho na garagem ou uma bicicleta novinha em folha. Estas coisas devem virar símbolos de status. Sem isso, o Haiti nunca irá sair da situação e subsistência em que se encontra. Alguém terá que fazer este papel civilizador, contar estas "mentiras" do capitalismo, brotar a inquietação no coração das pessoas por buscar sempre mais do que é necessário. Então as ONG`s vão funcionar. Talvez neste ambiente, o Estado passe a funcionar, e as empresas possam funcionar também. Não existe capitalismo sem instituições, sem aprendizado social.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Não gostaria que este texto ficasse muito profundo, ou muito teórico, mas jogo a bolo no colo de Weber. O que permitiu que os camponeses alemães virassem foi a ética protestante do trabalho. Para mostrar que eles eram escolhidos, eles tinham que trabalhar mesmo quando não precisavam mais de dinheiro ou bens materiais, levando ao processo de acumulação. Uma ética deste tipo é que falta aos haitianos hoje. As novelas brasileiras são capazes de incentivar as pessoas a buscar este algo mais, assim como os atuais missionários de algumas igrejas protestantes que pregam a tal teologia da prosperidade. Talvez sejam necessários mais missionários religiosos com gravatinha no Haiti (por mais odiosos que possam parecer muitos destes cultos pentecostais) do que ongueiros cabeludos querendo dar assistência aos necessitados.&lt;/p&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 191);"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.com.br"&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.blogspot.com"&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 191);"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;          &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-7525853736612794793?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
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F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/01/ong-haiti-e-poder-publico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CE4ASX4zcCp7ImA9Wx9WEkU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-5959231879715345651</id><published>2011-01-17T14:49:00.001-02:00</published><updated>2011-01-17T14:49:08.088-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-17T14:49:08.088-02:00</app:edited><title>SOCIEDADE DE CONSUMO E PADRÃO DE VIDA</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial,helvetica,sans-serif;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:WordDocument&gt;   &lt;w:View&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:Zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt; 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Isso significa que todos nós, quase todo o tempo, consumimos coisas. Obviamente, dependendo da extensão da palavra consumo, podemos dizer que todos os animais e plantas do planeta são, de alguma forma, consumidores, apesar de serem produtores também. A idéia de consumo presente neste texto, e normalmente adotada quando nos referimos à sociedade, é o consumo monetário, isto é, o consumo mediante o uso da moeda.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vivemos, portanto, em uma sociedade de consumo mediado pela moeda. Uma sociedade de trocas, mercantil, também chamada capitalista, por usar o dinheiro, um dos possíveis sinônimos para a palavra capital, como meio primordial de troca. Isto significa que o trabalho produtivo, aquele que importa para a sociedade, é sempre remunerado em dinheiro. Para chegar neste tipo de sociedade uma longa evolução dos processos sociais de produção e troca foi necessário, e a vida nesta nossa sociedade de consumo é fruto de um longo processo de aprendizagem, pelo qual ainda estão passando milhões de pessoas no mundo inteiro.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando se pensa numa destas sociedades tradicionais que existem ainda pele planeta, nota-se o quanto o mundo é diferente para eles. Os incentivos aos quais as pessoas reagem podem ser, grosso modo, os mesmo que os nossos: necessidade de água, comida, conforto, poder e sexo sempre foram os grandes motores da sociedade. O que muda é a forma de obtê-los. A nossa sociedade reduziu ou simplificou a maioria destas necessidades à busca de uma única: dinheiro. A quantidade de dinheiro que uma pessoa possui, e mais importante que isso, a quantidade de dinheiro que uma pessoa parece possuir, lhe garante a obtenção de água, comida, conforto além de facilitar a obtenção de poder e conseguir acesso ao sexo. E os meios de comer, beber, adquirir conforto e poder é que se tornaram imensamente sofisticados. E aqui entra a outra questão a tratar no texto: o padrão de vida.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Quais as principais diferenças entre a classe média no Brasil e a classe média nos EUA? É o estilo de vida, os bens que são consumidos ou a quantidade e a qualidade das coisas? Uma pessoa de classe média no Brasil em geral possui uma casa, um ou dois carros, um ou dois filhos, eventualmente uma casa de veraneio, além de uma porção de aparelhos eletrônicos, como computadores, televisões, telefones celulares, fornos de micro-ondas, etc. Nos EUA também. Ambos trabalham mais ou menos os mesmo tempo durante a semana para poder obter o dinheiro necessário para conseguir estas coisas. Talvez algumas crenças e vários hábitos sejam diferentes, mas igualmente participam de alguma atividade religiosa e tem rotinas semanais muito semelhantes. De fato, não há diferenças significativas no estilo de vidas entre as classes médias de ambos os países.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O que difere fundamentalmente o padrão de vida dos americanos e o nosso, é a qualidade e a quantidade do consumo. Assim como nós, os americanos compram casas a prazos longos. A diferença é que suas casas são muito maiores e melhor equipadas que as nossas. Quanto aos automóveis, a diferença é a mesma: automóveis considerados topo de linha no Brasil são a base do mercado nos EUA. Os americanos também comem muito mais do que nós, e principalmente, comem mais produtos industrializados, como sucos, leites especiais, queijos, massas, e alimentos pré-cozidos. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O fato de já termos incorporado grande parte dos hábitos e rotinas dos americanos em nosso cotidiano, nos coloca muito mais próximos deles em várias áreas do que nossas diferenças de renda per capita poderiam supor. Aqui no Brasil, as nossas classes A, B e C, que já compõem a maioria da população, já são plenamente parte de uma classe média que vive o "american way of life". E as classes D e E, cada vez mais, começam a ter estes mesmos hábitos com referência de vida bem sucedida e feliz. Tendo em vista estes pontos, devemos nos preparar para fazer frente ao desafio de levar estas expectativas de consumo a uma população cada vez maior, sem que ocorra a mesma frustração de expectativas que paralisou este processo durante os anos 1980 e parte dos anos 1990.&lt;/p&gt;  &lt;div&gt;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;font size="1"&gt;&lt;span style="color: rgb(0, 0, 191);"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.com.br"&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;&lt;span&gt;&lt;a target="_blank" href="http://www.democraciaeliberdade.blogspot.com"&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/span&gt;&lt;br&gt;P&lt;/span&gt;&lt;span style="font-style: italic; color: rgb(0, 0, 191);"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/span&gt;&lt;/font&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;br&gt;          &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-5959231879715345651?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T9XKxmokZ-ADHVmhl37A_T7tXgg/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T9XKxmokZ-ADHVmhl37A_T7tXgg/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T9XKxmokZ-ADHVmhl37A_T7tXgg/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/T9XKxmokZ-ADHVmhl37A_T7tXgg/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/6WQraaDQ6CY" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/5959231879715345651/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=5959231879715345651&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/5959231879715345651?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/5959231879715345651?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/6WQraaDQ6CY/sociedade-de-consumo-e-padrao-de-vida.html" title="SOCIEDADE DE CONSUMO E PADRÃO DE VIDA" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/01/sociedade-de-consumo-e-padrao-de-vida.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkMMSH05fip7ImA9Wx9WEk8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-4196942015902268534</id><published>2011-01-16T22:22:00.001-02:00</published><updated>2011-01-16T22:34:49.326-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-16T22:34:49.326-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Opala; 1978; fotos" /><title>Aquisição recente</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTOIBkHzubI/AAAAAAAAAUc/Vy6byzp0scs/s1600/P1030295.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTOIBkHzubI/AAAAAAAAAUc/Vy6byzp0scs/s320/P1030295.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Nesta última semana comprei um Opala 1978, amarelo, como é possível ver nas fotos que seguem. O fato de defender cidades mais sustentáveis, com melhores opções de transporte para facilitar a mobilidade das pessoas não é motivo para que eu me transforme num destes xiitas raivosos que odeiam tudo que se move em quatro rodas. Não é meu caso. Tenho carteira desde os 18 anos; comprei meu primeiro carro aos 21 anos e sei dirigir desde os 14 anos. Estas questões todas me fazem um apaixonado por estas máquinas fascinantes que foram inventadas para a locomoção. Gosto muito de automóveis. Desde criança leio revistas sobre o assunto e sou assinante da Quatro Rodas. Também acompanho sempre o site Best Cars, que na minha opinião é o melhor sobre o assunto. Adoro motos também, uma paixão tardia, já que apesar de ter aprendido a andar ainda adolescente, só me apaixonei por motos mesmo depois de grande, aos 23, quando meu irmão tirou a carteira e comprou sua primeira moto. Na sequência comprei uma para mim, e desde então sempre estou com ela na garagem.&lt;/div&gt;&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTOInpf8qiI/AAAAAAAAAUg/7qJtGFjTjA0/s1600/P1030303.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTOInpf8qiI/AAAAAAAAAUg/7qJtGFjTjA0/s320/P1030303.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none;"&gt;Outra paixão minhão são as bicicletas. Tenho quatro em casa; uma da minha filha, uma da minha esposa e duas que me pertencem, sendo uma montain bike e uma speed, como chamam, destas de estrada. Veículo prático, leve e extremamente eficiente, sempre que posso uso (em geral, quando não há problema em chegar suado e há lugar disponível para estacionar). Agora, além do carro que minha esposa usa quase diariamente, comprei este opala, que apesar das fotos, está em péssimo estado. Vou consertá-lo, deixá-lo em ordem, usar um tempo e talvez vendê-lo. Obviamente, um carro de 4,70 metros de comprimento&amp;nbsp;com quase 1,9m de largura não é carro pra se usar todo dia. Mas qual carro foi feito pra usar todo dia? Pra cada dia, cada momento, cada tarefa, há uma opção melhor, mais rápida, mais barata ou mais eficiente. &lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="border-bottom: medium none; border-left: medium none; border-right: medium none; border-top: medium none; clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTOI6qW01jI/AAAAAAAAAUk/Jr1gxlRiO_U/s1600/P1030305.JPG" imageanchor="1" style="clear: left; cssfloat: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://1.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTOI6qW01jI/AAAAAAAAAUk/Jr1gxlRiO_U/s320/P1030305.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-4196942015902268534?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MspHb4IPBJBs0XFQhk4CqTSw4eQ/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MspHb4IPBJBs0XFQhk4CqTSw4eQ/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MspHb4IPBJBs0XFQhk4CqTSw4eQ/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/MspHb4IPBJBs0XFQhk4CqTSw4eQ/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/fPJtSh_j2BM" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/4196942015902268534/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=4196942015902268534&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4196942015902268534?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4196942015902268534?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/fPJtSh_j2BM/aquisicao-recente.html" title="Aquisição recente" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TTOIBkHzubI/AAAAAAAAAUc/Vy6byzp0scs/s72-c/P1030295.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/01/aquisicao-recente.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A04HQ3o8fSp7ImA9Wx9XFU8.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-1981609341425970265</id><published>2011-01-08T21:32:00.001-02:00</published><updated>2011-01-08T21:38:52.475-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2011-01-08T21:38:52.475-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Acidente de ônibus em Curitiba; ligeirinho; biarticulado; motoristas de ônibus; 8 de janeiro; acidente; Curitiba" /><title>Transporte Modelo, Motoristas nem tanto.</title><content type="html">&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjylorIGFI/AAAAAAAAAUA/LAUBvMnxVcY/s1600/08012011%2528001%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjylorIGFI/AAAAAAAAAUA/LAUBvMnxVcY/s320/08012011%2528001%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;Sábado, 8 de janeiro de 2011, aconteceu um acidente envolvendo dois ícones curitibanos: um biarticulado e um ligeirinho bateram na esquina da André de Barros com a Travessa da Lapa, no centro da cidade. Como todo acidente, este também contou com a imprudência e o azar. Quem dirige em Curitiba sabe que os motoristas de ônibus nem sempre aguardam o sinal ficar verde para arrancar no sinal. Pelo hábito, vários se acostumaram a não diminuir a velocidade diante do sinal vermelho sabendo que ele irá abrir em poucos segundos, o que também é facilitado pelo fato do sinal de pedestres indicar que o verde irá abrir. O motorista do linheirinho vinha com esta certeza, quando o motorista do biarticulado achou que daria tempo de passar no sinal amarelo/vermelho antes que o outro sinal abrisse. Não deu. O ligeirinho pegou o biarticulado pela traseira, que se descontrolou, subiu na calçada e entrou num prédio na esquina da André de Barros.&lt;br /&gt;
Por sorte, o motorista do ligeirinho se feriu pouco, e como era sábado a tarde, os dois ônibus estavam com poucos passageiros. Além disso, havia pouca gente na rua. Com isso, além de alguns feridos leves, não houve nada de mais grave, ao menos até onde eu fiquei sabendo. Um fato curioso é que eu estava de passagem pela rua após ter assistido o filme "Incontrolável", que conta a história de uma locomotiva que, por causa de um funcionário relapso sai em disparada por meio de áreas densamente populosas, levando toneladas de combustível altamente inflamável e explosivo. O episódio só não terminou em tragédia por causa do esforço de dois funcionários que agiram de modo heróico para evitar o pior.&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyn-PjBDI/AAAAAAAAAUE/HrnGsOgpb6M/s1600/08012011%2528002%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://3.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyn-PjBDI/AAAAAAAAAUE/HrnGsOgpb6M/s320/08012011%2528002%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Foto: Fernando R. F. de Lima&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Hoje em Curitiba o pior aconteceu. Assim como o acidente que ocorreu no ano passado, envolvendo um ligeirinho na praça Tiradentes, que infelizmente resultou na morte de algumas pessoas e em vários feridos, vão arrumar uma desculpa para este também. Certamente o motorista irá dizer que ficou sem freios, e o outro irá dizer que o sinal estava aberto, e tudo irá ficar por isso mesmo. Curitiba conta com um sistema de ônibus muito superior ao de todas as outras cidades brasileiras, mas infelizmente os motoristas de ônibus daqui são tão responsáveis quanto o de qualquer outro lugar. Desrespeitam não apenas os limites de velocidade, mas também o bom senso e a prudência, fazendo barbaridades pela cidade todos os dias. Vou postar qualquer dia deste o novo acessório que instalaram nos ligeirinhos da linha Santa Cândida-Pinheirinho, para mostrar qual o tipo de comprometimento que as empresas de ônibus tem com a segurança: barras antes dos pára-choques, como daquelas vans que circulam em Ciudad del Este, no Paraguai, para poder bater nos outros veículos sem causar avarias nos pára-choques.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyqIbxg4I/AAAAAAAAAUI/RL-JXVcJ6cw/s1600/08012011%2528003%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyqIbxg4I/AAAAAAAAAUI/RL-JXVcJ6cw/s320/08012011%2528003%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Ônibus dentro da parede; Foto: Lima&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjysuyhPjI/AAAAAAAAAUM/1eHhWt3GpGQ/s1600/08012011%2528004%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjysuyhPjI/AAAAAAAAAUM/1eHhWt3GpGQ/s320/08012011%2528004%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Estado da Frente do ônibus&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyvISNkzI/AAAAAAAAAUQ/efLsU4KKRL0/s1600/08012011%2528005%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyvISNkzI/AAAAAAAAAUQ/efLsU4KKRL0/s320/08012011%2528005%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Adicionar legenda&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyw-a8GMI/AAAAAAAAAUU/1MiDUufic1Y/s1600/08012011%2528006%2529.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyw-a8GMI/AAAAAAAAAUU/1MiDUufic1Y/s320/08012011%2528006%2529.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Este é o motorista do ônibus, que virou-se &lt;br /&gt;
para o outro lado quando viu a câmera&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;&lt;br /&gt;
&lt;table cellpadding="0" cellspacing="0" class="tr-caption-container" style="float: left; margin-right: 1em; text-align: left;"&gt;&lt;tbody&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td style="text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyzjkcm8I/AAAAAAAAAUY/CrFFcu91uyU/s1600/08012011.jpg" imageanchor="1" style="clear: left; margin-bottom: 1em; margin-left: auto; margin-right: auto;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://1.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjyzjkcm8I/AAAAAAAAAUY/CrFFcu91uyU/s320/08012011.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;tr&gt;&lt;td class="tr-caption" style="text-align: center;"&gt;Cruzamento da André de Barros com a Travessa da Lapa&lt;/td&gt;&lt;/tr&gt;
&lt;/tbody&gt;&lt;/table&gt;Senhor Prefeiro, Luciano Duti, faça uma campanha urgente ensinando os motoristas de ônibus o básico da direção: que o vermelho significa parar e que só se deve andar depois da luz verde acender. Se der tempo, ensine-os também a parar nas faixas de pedestre, porque se há alguma possibilidade de se educar os motoristas e ensiná-los a respeitar as sinalizações de trânsito, o trabalho deveria começar pelos motoristas de ônibus.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-1981609341425970265?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ENN1q3HwTzmo4adUi2gzWS3c2WA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/ENN1q3HwTzmo4adUi2gzWS3c2WA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
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F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TSjylorIGFI/AAAAAAAAAUA/LAUBvMnxVcY/s72-c/08012011%2528001%2529.jpg" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2011/01/transporte-modelo-motoristas-nem-tanto.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CUcMQnw9cCp7ImA9Wx9QFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-7749221974739836887</id><published>2010-12-29T15:18:00.001-02:00</published><updated>2010-12-29T15:18:03.268-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-29T15:18:03.268-02:00</app:edited><title>OS 10 LIVROS QUE EU MAIS GOSTEI NOS ÚLTIMOS 10 ANOS</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Provavelmente a lista é injusta, mas de todos os livros que eu li na década, há alguns dos quais não me esqueci. No meio da lista há livros de todos os tipos, e acho que todos eles valem a pena de ler e pensar no assunto. Obviamente, aqueles que li no final da década estão mais frescos na memória, e por isso meu lembro mais facilmente deles. Nem todos são boa literatura (como On the Road) e alguns contém evidentes exageros e falsificações históricas (como o livro de Dee Brown). Mas a lista é daqueles que mais gostei, e não necessariamente dos melhores livros que eu li.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;1 - Ação Humana – Ludwig Von Mises&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;2 - O processo civilizador – Norbert Elias&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;3 - O Homem e a Gente – Jose Ortega-y-Gasset&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;4 - Crime e Castigo – Fiódor Dostoievski&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;5 - Freakonomics – Steven Levitt e Stephen Dubner&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;6 - Morte e Vida de Grandes Cidades – Jane Jacobs&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN style="mso-ansi-language: FR" lang=FR&gt;&lt;FONT size=3&gt;7- A Morte de Ivan Illich - Tolstoi&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;SPAN style="mso-ansi-language: EN-US" lang=EN-US&gt;&lt;FONT size=3&gt;8 – On the Road – Jack Kerouac&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/SPAN&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;9 – Enterrem meu coração na beira de um rio – Dee Brown&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;10 – O Homem Comum – Phillip Roth&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(0,0,191)"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;BR&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;BR&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;BR&gt;P&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,0,191)"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;          &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-7749221974739836887?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KR641ayFsZ1DuKpdasDghLpL17Q/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KR641ayFsZ1DuKpdasDghLpL17Q/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KR641ayFsZ1DuKpdasDghLpL17Q/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/KR641ayFsZ1DuKpdasDghLpL17Q/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/9iRDBnfUcTw" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/7749221974739836887/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=7749221974739836887&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/7749221974739836887?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/7749221974739836887?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/9iRDBnfUcTw/os-10-livros-que-eu-mais-gostei-nos.html" title="OS 10 LIVROS QUE EU MAIS GOSTEI NOS ÚLTIMOS 10 ANOS" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/12/os-10-livros-que-eu-mais-gostei-nos.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;CEUNRXw7eyp7ImA9Wx9QFkk.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-7156802615210904767</id><published>2010-12-29T15:04:00.001-02:00</published><updated>2010-12-29T15:04:54.203-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-29T15:04:54.203-02:00</app:edited><title>DE 2000 A 2010 – UM RELATO AUTO-BIOGRÁFICO</title><content type="html">&lt;div style="font-family:arial, helvetica, sans-serif;font-size:10pt;color:#000000;"&gt;&lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;DE 2000 A 2010 – UM RELATO AUTO-BIOGRÁFICO&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Fernando R. F. de Lima.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o ns = "urn:schemas-microsoft-com:office:office" /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;FONT size=3&gt;&amp;nbsp;&lt;/FONT&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Este ano se encerra aquela que posso chamar de primeira década de minha vida profissional e pessoal relativamente independente. Comecei-a como calouro da UFPR e a concluo em vias de entregar a versão para defesa de minha tese de doutorado. Em 2000, no revellion de 1999/2000 eu ainda era um secundarista que sabia que iria fazer o curso de geografia da UFPR e nada mais. Estava apreensivo em relação ao futuro por conta de uma ex quase namorada grávida e o não saber o que fazer dali em diante com aquela responsabilidade que me aguardava.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Em maio de 2000 nasceu minha filha, Eliene, com quem eu ainda demoraria mais uns anos para conviver diariamente. Não conhecia minha esposa, Indiara, não tinha emprego, não tinha nada. Morava com meus pais em Campo Largo e isso era tudo por aquela época. Conheci o Luis, meu orientador no mestrado e doutorado. As coisas foram acontecendo ao longo da década de modo gradual, como costuma ser. Em 2001, já com 18 anos, comecei a auto-escola, para tirar a carteira de motorista, onde conheci a Indiara. Mais tarde, conheci meu amigo Cesar Colla e sua esposa Ivânia. Na faculdade, nada de significativo, exceto que comecei a estudar francês.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Em 2002 passei num concurso público para trabalhar na Sanepar, onde fiquei por três meses; tive que trancar algumas disciplinas, mas logo depois retornei ao ritmo normal na faculdade. Fiz parte de um projeto de iniciação científica, que na verdade não tinha muito de científico, e comecei a trabalhar com ensino, jovens e adultos. Em 2003 foi um estágio na Emater e também foi o ano do final da faculdade.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Em 2004 conclui a faculdade e comecei o curso de mestrado. Certamente foi um dos anos mais loucos da minha vida. Fiquei noivo, comecei a trabalhar numa escola, passei num concurso para professor substituto em Ponta Grossa, na UEPG e fiz tudo isso ao mesmo tempo, em duas cidades diferentes. Foi o ano em que eu comprei meu primeiro carro, um Tipo, e em que ganhei mais ou menos uns 20 quilos a mais do que eu tinha.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Quando acabou o ano de 2004, eu saí da UEPG e fiquei apenas no colégio, como professor. Me casei em janeiro de 2005 e me concentrei em terminar o mestrado. Isso também só é verdade em partes. Neste ano, junto com alguns colegas tentamos montar uma espécie de colégio ou cursinho, onde funciona o Centro Positivista do Paraná. O projeto não deu certo, e ao final do ano eu prestei outro concurso, desta vez para o Ipardes. No final do ano eu recebi a notícia da minha aprovação e pedi demissão do colégio onde trabalhava.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Em 2006, a segunda metade da década comecei de modo promissor: concluí meu mestrado em geografia consegui o emprego de pesquisador do Ipardes, compramos um apartamento e, obviamente, fiz novos amigos. Vários, que me acompanham até hoje. No final deste ano fiz o processo de seleção do doutorado e fui aprovado. No início de 2007 comecei o doutorado. Este também foi o ano em que tirei minha carteira de motociclistas e em que comprei minha primeira moto.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;No ano seguinte minha filha veio morar comigo, e a rotina diária passou a incorporar mais uma pessoa. Vendi minha moto e passei a fazer exercícios regularmente. No final do ano rompi o ligamento do joelho esquerdo, que me levaria a passar por uma cirurgia no início de 2009. Depois de ter atingido 123 kg, comecei a emagrecer. 2009 foi marcante pela cirurgia no joelho, que me levou a um processo de recuperação que foi relativamente rápido e passei a pedalar com maior regularidade. Quem acompanha o blog sabe que foi o ano do ciclismo. Participei de uma prova de triátlon no fim do ano e viajei para o Centro Oeste do Brasil de carro.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;Este ano, 2010, foi um bom ano em vários sentidos: em termos de bens materiais, eu comprei uma moto nova, troquei de carro e arrumei um segundo emprego, como professor numa rede particular. Também estou finalizando o meu doutorado e minha filha terminou a quarta série e inicia um novo ciclo escolar. Participei de algumas corridas de rua. Infelizmente, tive menos tempo para dedicar ao blog, mas ainda assim consegui atualizá-lo com alguma regularidade.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt; &lt;P style="MARGIN: 0cm 0cm 6pt" class=MsoNormal&gt;&lt;FONT size=3&gt;No cômputo geral, acho que esta foi uma boa década, cheia de realizações pessoais, em que eu termino melhor do que comecei. Em relação ao futuro, tenho tantas, e talvez até mais dúvidas do que tinha no início desta década. Em 2020, minha filha completará 20 anos e eu 38. Profissionalmente, não sei o que estarei fazendo daqui a 10 anos. Por inércia, imagino que em alguns vários sentidos estarei melhor do que hoje. Um abraço a todos os meus amigos e aos leitores do Blog e um Feliz Ano Novo. Espero que os próximos dez anos sejam tão cheios de realizações para vocês quanto os dez últimos foram para mim.&lt;/FONT&gt;&lt;/P&gt;&lt;BR&gt;&amp;nbsp;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV style="TEXT-ALIGN: center"&gt;&lt;FONT size=1&gt;&lt;SPAN style="COLOR: rgb(0,0,191)"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;BR&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;BR&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;BR&gt;P&lt;/SPAN&gt;&lt;SPAN style="FONT-STYLE: italic; COLOR: rgb(0,0,191)"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/SPAN&gt;&lt;/FONT&gt;&lt;/DIV&gt; &lt;DIV&gt;&lt;/DIV&gt;&lt;/div&gt;&lt;br&gt;          &amp;nbsp;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-7156802615210904767?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QhFTPE8ddXxyioAMxW7hp7yZ6_g/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QhFTPE8ddXxyioAMxW7hp7yZ6_g/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QhFTPE8ddXxyioAMxW7hp7yZ6_g/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/QhFTPE8ddXxyioAMxW7hp7yZ6_g/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/qBehDyrfTE4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/7156802615210904767/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=7156802615210904767&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/7156802615210904767?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/7156802615210904767?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/qBehDyrfTE4/de-2000-2010-um-relato-auto-biografico.html" title="DE 2000 A 2010 – UM RELATO AUTO-BIOGRÁFICO" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/12/de-2000-2010-um-relato-auto-biografico.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkMMRXw6fSp7ImA9Wx9RF0w.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-4856487268960946234</id><published>2010-12-18T22:28:00.000-02:00</published><updated>2010-12-18T22:28:04.215-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-12-18T22:28:04.215-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Simpósio" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Geografia" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Curitiba" /><title>1º SIMPÓSIO CURITIBANO DE GEOGRAFIA NÃO MARXISTA</title><content type="html">&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TQ1OxNbqMUI/AAAAAAAAAT4/lUaL1fzxmyk/s1600/P1030075.JPG" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" n4="true" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TQ1OxNbqMUI/AAAAAAAAAT4/lUaL1fzxmyk/s320/P1030075.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;De acordo com a Wikipedia, "&lt;strong&gt;Simpósio&lt;/strong&gt; (em &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/L%C3%ADngua_grega" title="Língua grega"&gt;&lt;span style="color: #0645ad;"&gt;grego&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;: συμπόσιον, &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/Translitera%C3%A7%C3%A3o" title="Transliteração"&gt;&lt;span style="color: #0645ad;"&gt;transl.&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; &lt;i&gt;sympósion&lt;/i&gt;) é um termo que se referia, na &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/Gr%C3%A9cia_Antiga" title="Grécia Antiga"&gt;&lt;span style="color: #0645ad;"&gt;Grécia Antiga&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, a uma festa onde se bebia (o verbo grego &lt;i&gt;sympotein&lt;/i&gt; significa "beber junto"), geralmente realizada depois de um &lt;a href="http://www.blogger.com/wiki/Banquete" title="Banquete"&gt;&lt;span style="color: #0645ad;"&gt;banquete&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;, e durante a qual eram travados diálogos e conversas intelectuais, enquanto &lt;a class="mw-redirect" href="http://www.blogger.com/wiki/Escravo" title="Escravo"&gt;&lt;span style="color: #0645ad;"&gt;escravos&lt;/span&gt;&lt;/a&gt; ou empregados faziam apresentações de música e dança." Não haviam escravos dançando nem cantando para nós, nem mesmo gostaríamos disso, mas nos dias 11 e 12 de dezembro de 2010 realizamos aquele pode ser chamado de 1 º Simpósio Curitibano&amp;nbsp;de Geografia não Marxista. Nele estavam presentes o Dr. Luis Lopes Diniz Filho, Msc Anselmo Heidrich e eu, Fernando de Lima, onde, seguindo o rigor da palavra, comemos e bebemos juntos, acompanhados de nossas famílias, enquanto discutíamos os caminhos e descaminhos da geografia brasileira. Diante do sucesso do encontro, já estamos pensando em agendar o próximo, em 2011, quem sabe até mesmo estabelecendo o encontro em duas etapas, sempre com comida e (fundamental) bebida, para deixar o papo intelectual (ui!) rolar.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-4856487268960946234?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LPgV70psvZo2-rTSFp2NeDG0oqw/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LPgV70psvZo2-rTSFp2NeDG0oqw/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LPgV70psvZo2-rTSFp2NeDG0oqw/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/LPgV70psvZo2-rTSFp2NeDG0oqw/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/0RhS_mZ97_s" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/4856487268960946234/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=4856487268960946234&amp;isPopup=true" title="4 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4856487268960946234?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4856487268960946234?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/0RhS_mZ97_s/1-simposio-curitibano-de-geografia-nao.html" title="1º SIMPÓSIO CURITIBANO DE GEOGRAFIA NÃO MARXISTA" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TQ1OxNbqMUI/AAAAAAAAAT4/lUaL1fzxmyk/s72-c/P1030075.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>4</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/12/1-simposio-curitibano-de-geografia-nao.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DkUHSX8-fyp7ImA9Wx9TE0o.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-6263355422854850991</id><published>2010-11-21T19:13:00.002-02:00</published><updated>2010-11-21T19:17:18.157-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-21T19:17:18.157-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="automóvel" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="bicicletas" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Planejamento urbano" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="ônibus" /><title>DIFERENTES MEIOS PARA O MESMO FIM</title><content type="html">&lt;div style="color: black; font-family: arial, helvetica, sans-serif; font-size: 10pt;"&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TOmMHbomEJI/AAAAAAAAAT0/r1koNlwi71w/s1600/P1000220.JPG" imageanchor="1" style="clear: right; float: right; margin-bottom: 1em; margin-left: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="240" src="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TOmMHbomEJI/AAAAAAAAAT0/r1koNlwi71w/s320/P1000220.JPG" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Por Fernando R. F. de Lima.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Para realizar uma viagem, temos muitos meios. Desde o mais simples e utilizado de todos, caminhar, até veículos espaciais, as chamadas astronaves ou espaçonaves. Dentro de uma cidade, contudo, as opções são mais limitadas. Um adulto comum, com uma carta de habilitação A/B, tem de quatro a cinco opções principais para realizar um trajeto simples, como ir de casa para o trabalho. Cada um apresenta vantagens e desvantagens.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; O automóvel é o meio predileto da grande maioria das pessoas, apesar de ainda não ser o mais utilizado. Mas em geral, o automóvel ainda é um dos grandes sonhos de consumo da maioria da população, junto com a casa própria e a estabilidade financeira. De certa forma, o automóvel e o se tamanho dizem muito sobre as realizações da pessoa e fala também um pouco sobre sua personalidade (ou sobre aquilo que ela gostaria que as pessoas pensassem de sua personalidade). O carro é o grande símbolo pop da nossa sociedade, e é praticamente impossível imaginar uma família bem sucedida que não tenha pelo menos um automóvel na garagem.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Contudo o automóvel não é exatamente o meio mais eficiente para se locomover dentro de uma grande cidade. Ele ocupa muito espaço (cerca de 4 m²), para levar na maioria das vezes apenas um passageiro. Além disso, consumo muito combustível e depende um sistema viário bem estruturado para funcionar com desenvoltura. O melhor uso para o automóvel, na minha opinião, é em viagens de mais de 50 até 250 km de distância. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Isso porque o motor de um automóvel, em geral, só atinge a temperatura ideal de funcionamento depois de 4 km de funcionamento, e seu consumo ideal situa-se numa faixa de velocidade que se estende entre 60 e 120 km/h. Além disso, a possibilidade de realizar trajetos porta a porta, faz com que seja possível realizar este tipo de viagem, caso as condições viárias permitam, muito mais rapidamente que optando por um trem, um avião ou um ônibus de viagem, com mais conforto e segurança que numa motocicleta.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Outra possibilidade são os meios coletivos de transporte. Na grande maioria das cidades, o ônibus é a principal opção, mas em algumas há também a disponibilidade de trens e de Sistemas de Transporte Rápido por Ônibus. No primeiro caso, o ônibus tem uma série de desvantagens em relação aos automóveis: são normalmente cheios, seu horário de deslocamento é rígido (o usuário deve se adapta aos horários do ônibus), possuem pouca mobilidade (trajetos fixos e pouca capacidade para desviar de acidentes ou trocar de pista), o que torna as viagens mais demoradas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Mas nem tudo é ruim: o ônibus costuma ser mais barato que o automóvel (a maioria dos motoristas esquece o custo de estacionamento em suas contas, a depreciação e a manutenção do veículo), além de não demandar grandes investimentos monetários da parte do usuário para poder utilizá-lo (ninguém compra o próprio ônibus, apenas paga a passagem). Seu trajeto ideal é em viagens de até 15 km, em que não seja necessária a baldeação (que reduz drasticamente a velocidade média de percurso).&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os sistemas de trem, sejam metrôs ou trens metropolitanos e os BRT (o sistema de ônibus por via exclusiva), tem com vantagem principal a velocidade de deslocamento, uma vez que não costumam estar sujeitos a congestionamentos. O preço é baixo para o usuário, mas por outro lado as opções de trajetos são reduzidas, e normalmente sua utilização depende de baldeação através de outros sistemas. Sistemas metropolitanos de trem são eficientes desde distâncias pequenas até em grandes distâncias (comuns nos subúrbios), podendo deslocar milhares de pessoas por hora em cada sentido. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Os sistemas de longa distância (maiores que 200 km), podem atingir velocidades comerciais de até 500 km/h, que os tornariam mais eficientes que aviões em percursos de 600 a 800 km/h de distância, uma vez que os trens não dependem de procedimentos de cheking, despacho de bagagens e podem atingir pontos bem centrais numa grande cidade se combinados com sistemas subterrâneos. É um meio confortável, eficiente, mas caro e com baixa disponibilidade, nula no caso brasileiro.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Por fim, vou falar dos três meios mais baratos, indo do mais caro para o mais barato, que por sua vez guardam uma relação direta com seu alcance. O primeiro deles é a motocicleta. É o meio de transporte cuja utilização mais cresce nas grandes cidades por causa de seu custo reduzido (uma moto 125 pode sair por menos de R$ 6 mil, 0km), economia de combustível, e grande mobilidade. O motor das motos também precisam de 3 a 4 km para atingirem temperaturas ideais de funcionamento, mas sua maior vantagem é que ocupam pouco espaço, cerca de 1m², mas distribuídos longitudinalmente, o que as tornam muito maneáveis. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Há diversos tipos de motos, desde as motos mesmo até os scooters, que se adaptam aos mais variados perfis. Para utilização diária em curtos trajetos os mais indicados são os scooters, por seu bagageiro sob o banco, proteção contra o vento, sujeira e sua facilidade de pilotagem. O ideal é utilizá-las em trajetos até 50 km. Seu maior problema é a vulnerabilidade do piloto, principalmente em velocidades superiores a 40 km/h, onde qualquer acidente pode ter conseqüências graves.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Na sequência, temos as bicicletas. Por sua propulsão humana, as vezes auxiliada por eletricidade, as bicicletas são indicadas para trajetos de até 10 km, que em condições ideais podem ser cumpridos em menos de 30 minutos. O custo de aquisição varia muito, desde uns R$ 200,00, para uma bicicleta montada, sem marchas, cujo custo de manutenção é baixíssimo, até os R$ 3000,00 cobrados por modelos elétricos. Há ainda as bicicletas voltadas para competições que podem custar o preço de um carro médio, mas não são adequadas para o transporte urbano.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;No fim da cadeia, os deslocamentos a pé, que são os mais comuns e mais baratos. Em geral, tudo que é necessário e um bom calçado para proteger os pés da sujeita e de objetos cortantes, e disposição para fazer um mínimo de exercício. Uma pessoa normal caminha a uma velocidade média de 5 km/h, o que permite cobrir até 2,5 km em 30 minutos. Além disso, a caminhada pode ser facilmente substituída por uma carona, um taxi, ou pelo transporte coletivo, ou ainda ser combinada com outros meios de transporte, além de fazer bem para a saúde.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Comparando uma bicicleta com uma moto, a moto ganha muito em confiabilidade. Em compensação perde na eficiência. Eu tenho uma Caloi sprinter, 16 marchas, que pesa 12 kg. Ela me carrega (100kg) e mais uns 10kg de bagagem tranquilamente. O problema de confiabilidade fica por conta dos pneus (que duram pouco e furam fácil), o restante é um relógio. Se minha moto fizesse a mesma coisa, com seus 150 kg ela poderia transportar 1,5 toneladas. E o meu carro, com 950 kg, poderia levar 9,5 toneladas. No entanto, a moto leva só dobro do seu peso em carga, e o carro só 50%. Neste quesito, a bicicleta é o melhor veículo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em matéria de velocidade, a bicicleta leva vantagem sobre o ônibus (tomando como referência Curitiba), e fica muito perto do automóvel em tempo de deslocamento. Da minha casa ao colégio em que eu trabalho no centro, eu levo aproximadamente 1:10 usando o ônibus (contando o trajeto porta a porta, isto é, da porta da minha casa à porta do colégio). De bicicleta eu cumpro o trajeto em 40 minutos. De carro são 35 minutos e de moto 25 minutos. Da minha casa até o colégio são 12 km o que, no meu ritmo de caminhada significaria aproximadamente de 1:10h a 1:20h. De moto e de carro eu gasto de 5 a 7 minutos caminhando do estacionamento até o colégio. De bicicleta eu paro dentro do colégio, e de ônibus eu tenho que andar 1 minuto no máximo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;O que me faz perder tempo de carro e de moto é o tempo necessário para manobrar o carro e o tempo necessário para me equipar na moto. Leva-se aproximadamente uns 5 minutos, contando as duas etapas. Eu não gosto de ficar defendendo um meio de transporte em detrimento dos outros, porque imagino que a forma como as pessoas se transportam deve servir aos seus objetivos, e ninguém para saber melhor quais seus próprios objetivos que cada indivíduo sozinho no silêncio do seu lar. Contudo, nossas cidades, possuem uma clara orientação pró-automóvel. &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Em Curitiba, quase todas as ruas são asfaltadas, mas poucas têm a sinalização básica de segurança para pedestres. As ciclovias são nada mais que desenhos no mapa, voltadas para recreação, interligando parques, e compartilhada, na maioria das vezes com pedestres. Nas ruas inexistem sinalizações do tipo "ciclofaixa". Além disso, não há "estacionamentos" públicos de bicicletas e a maioria dos estacionamentos privados não aceita esse tipo de veículo, por não considerá-lo um veículo.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;As motos são igualmente descriminadas. Há inúmeros obstáculos extremamente perigosos em caso de quedas, como muretas dividindo pistas e boa parte das pistas são pintadas (quando pintadas) com tintas que se tornam extremamente escorregadias em dias de chuva. Nos cruzamentos poderia haver faixas de retenção separadas para motocicletas e automóveis, e vagas para motos são raras fora da área central. Os buracos nas ruas, que em geral não causa maiores prejuízos num carro, podem causar acidentes graves em motociclistas e ciclistas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp;&amp;nbsp; Ainda sobre Curitiba, temos um sistema de ônibus razoável, que é desconfortável e lento nas linhas que atendem os bairros e desconfortável, porém rápido, nas linhas exclusivas. Mas o sistema de ônibus, sobretudo para quem o utiliza em curtas distâncias, ainda é caro. Para melhorar a mobilidade nos grandes centros urbanos, não basta ampliar o sistema viário, ou ampliar o sistema de transporte coletivo, ou fazer qualquer outra coisa que gaste bastante dinheiro e tenha bastante impacto publicitário. É necessário, antes de tudo, pensar que a mobilidade se realiza de múltiplas formas, algumas mais eficientes, outras menos, e algumas atingem a eficiência máxima quando combinadas entre si.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Não imagino uma criança de 10 anos indo para escola no transporte coletivo, tampouco utilizando sua bicicleta: atualmente isto é perigoso, caro e preocupante. Também não imagino executivos de terno e gravata dispensando seu automóvel para se aventurar numa bicicleta, saindo de sua casa ou sobrado no subúrbio e vindo para o centro. Mas acho que muita coisa pode mudar. Estudantes universitários, sobretudo os que estudam nos períodos diuturnos, são potenciais usuários de bicicletas, assim como estudantes de ensino médio. Operários e empregadas domésticas têm grande potencial para utilizar ônibus, combinados ou não com bicicletas e caminhadas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Não sou contra cada família ter seu automóvel, de preferência um bem confortável com vários itens de conveniência, e até mesmo mais de um por família. Mas eu sei, e acho que todo mundo tem alguma suspeita sobre isto, que é inviável que todas as pessoas utilizem o automóvel como única forma de deslocamento, para todos os trajetos, o tempo todo. A infra-estrutura necessária para dar conta de oferecer condições para que os automóveis sejam utilizados por todos com todo seu potencia é tão cara que nem mesmos os EUA conseguiram ser ver livre dos congestionamentos, apesar de um grau de investimento nesta área sequer imaginável para o Brasil.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="line-height: 150%; text-align: justify; text-indent: 35.4pt;"&gt;&lt;span style="font-family: Arial, sans-serif;"&gt;Creio também, que seria do interesse de todos, motoristas ou não, que os automóveis fossem deixados mais vezes em casa do que nos dias atuais. Para tanto, opções são necessárias, e para viabilizar algumas não é necessário muito dinheiro, nem esquemas muito complexos. O que mais falta é disposição e capacidade de enfrentar os problemas, e coragem para implantar soluções que fujam do comum.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;span style="font-size: xx-small;"&gt;&lt;span style="color: #0000bf;"&gt;Fernando R. F. de Lima&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.democraciaeliberdade.com.br/" target="_blank"&gt;www.democraciaeliberdade.com.br&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;a href="http://www.democraciaeliberdade.blogspot.com/" target="_blank"&gt;www.democraciaeliberdade.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
P&lt;/span&gt;&lt;span style="color: #0000bf; font-style: italic;"&gt;or um mundo mais livre e melhor!&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style="position: fixed;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-6263355422854850991?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v8-tFEGy3SWgxPuBxX7cg_rFOBE/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v8-tFEGy3SWgxPuBxX7cg_rFOBE/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v8-tFEGy3SWgxPuBxX7cg_rFOBE/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/v8-tFEGy3SWgxPuBxX7cg_rFOBE/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/t6bTCk1nFIU" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/6263355422854850991/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=6263355422854850991&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/6263355422854850991?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/6263355422854850991?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/t6bTCk1nFIU/diferentes-meios-para-o-mesmo-fim.html" title="DIFERENTES MEIOS PARA O MESMO FIM" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/TOmMHbomEJI/AAAAAAAAAT0/r1koNlwi71w/s72-c/P1000220.JPG" height="72" width="72" /><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/11/diferentes-meios-para-o-mesmo-fim.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;A0ECQH8yeip7ImA9Wx5aEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-4581588696170838140</id><published>2010-11-06T22:27:00.002-02:00</published><updated>2010-11-06T22:27:41.192-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-06T22:27:41.192-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="educação" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="potência" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Brasil" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="pré-sal" /><title>BRASIL POTÊNCIA?</title><content type="html">Outro dia meus alunos me perguntaram se o Brasil poderia virar um potência mundial por causa do pré-sal. Minha resposta foi categoria: não. Porque dinheiro, ao contrário do que muitos pensam, nem sempre é sinônimo de poder. Mas o Brasil pode virar um potência? Sob certos aspectos, o Brasil já é uma potência, apesar disto ser mais verdade do ponto de vista econômico do que militar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Somos hoje a 8ª maior economia do mundo, e isto já nos coloca num seleto grupo de potências econômicas. Militarmente, somos ainda muito fracos, mas por outro lado, estamos bem isolados do resto do mundo. O Brasil, apesar de não possuir muita coisa em poder de dissuasão militar, é capaz de incomodar qualquer projeto de invasão externa, e tem poder suficiente para pacificar seus vizinhos, caso seja necessário. E do ponto de vista diplomático, apesar das trapalhadas do governo Lula, ainda temos uma boa respeitabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Brasil tem, por outro lado, um calcanhar de Aquiles: é a educação. A qualidade da formação que é dada a nossa gente é muito baixa. Estamos numa situação complicada neste ponto, porque nossos níveis salariais têm aumentado, mas a qualificação do trabalhador não. E por mais que digam o contrário, não somos um país rico em capital, o que nos impede de empregar de forma intensiva processos poupadores de mão-de-obra. Este é um gargalo sério para o futuro. Sem gente qualificada, o país não vai adiante. Patinaremos. Seremos sempre uma meia potência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Podemos enxergar dois gargalos importantes na nossa educação: um deles é na qualidade do ensino fundamental; outro é na grande evasão do ensino médio. Obviamente, muita gente sai do ensino médio porque ele é ruim, mas o problema é que a taxa de evasão ainda é muito grande. Precisamos enfrentar este problema urgentemente, e isso não será feito sem uma grande mudança de mentalidade nos gestores da política educacional atual. Por isso, reafirmo o que disse em sala de aula: não nos tornaremos mais potência do que já somos porque descobrimos óleo enterrado em baixo de uma camada de sal no nosso litoral. Para ser um líder em alguma coisa, precisamos de cérebros, e estes não são produzidos fazendo buracos no chão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-4581588696170838140?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HIUFB_L_QOXvUWA9E-INFMiAbKA/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HIUFB_L_QOXvUWA9E-INFMiAbKA/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HIUFB_L_QOXvUWA9E-INFMiAbKA/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/HIUFB_L_QOXvUWA9E-INFMiAbKA/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/JK5_xiyHQAk" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/4581588696170838140/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=4581588696170838140&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4581588696170838140?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/4581588696170838140?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/JK5_xiyHQAk/brasil-potencia.html" title="BRASIL POTÊNCIA?" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/11/brasil-potencia.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;Ak8CRHYyeip7ImA9Wx5aEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-7844912985341304838</id><published>2010-11-06T22:14:00.002-02:00</published><updated>2010-11-06T22:14:25.892-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-06T22:14:25.892-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="PIB" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="2011" /><title>CENÁRIO OTIMISTA PARA 2011</title><content type="html">Apesar das incertezas, o PIB Chinês acelera e a economia americana dá sinais claros de recuperação. No mundo todo aumenta a demanda por insumos e, com isso, o preço das commodities brasileiras continua subindo. O investimento estrangeiro também continua aumentando, o que permite que o governo tenha um ganho de receitas e possa dispensar o retorno da CPMF.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar da reclamação da indústria, o câmbio baixo permite um ano tranqüilo, com inflação baixa, o que reduz a taxa de juro, o que pressiona ainda menos as contas do governo por conta da redução do serviço da dívida. A redução dos juros leva as empresas a investirem em aumento da capacidade de produção e a contínua redução na taxa de desemprego permite que o governo apresente uma reforma trabalhista leve, dando mais flexibilidade ao emprego temporário e ao aumento na jornada de trabalho, sem muita gritaria dos sindicatos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Também é apresentado um projeto de reforma bancária que leva a um aumento da competição entre bancos, o que tem o efeito imediato de baratear o crédito ao consumidor. O consumo continua puxando o PIB, ancorado na expansão do crédito superior ao salário. Como estamos próximos ao pleno emprego, há um aumento real nos salários, e terminamos o ano com o PIB crescendo a 5%. Com tudo isso, os primeiros escândalos de corrupção do governo são minimizados.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-7844912985341304838?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/df5UCdbOyyyt6CEe-dGR32jOy1k/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/df5UCdbOyyyt6CEe-dGR32jOy1k/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/df5UCdbOyyyt6CEe-dGR32jOy1k/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/df5UCdbOyyyt6CEe-dGR32jOy1k/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/I4qPnM-CVEE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/7844912985341304838/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=7844912985341304838&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/7844912985341304838?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/7844912985341304838?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/I4qPnM-CVEE/cenario-otimista-para-2011.html" title="CENÁRIO OTIMISTA PARA 2011" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/11/cenario-otimista-para-2011.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;AkYEQ3w7eip7ImA9Wx5aEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-3780820887203914006</id><published>2010-11-06T22:01:00.002-02:00</published><updated>2010-11-06T22:01:42.202-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-06T22:01:42.202-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Cenário" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="2011" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dilma" /><title>CENÁRIO PESSIMISTA PARA 2011</title><content type="html">Por Fernando R. F. de Lima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Continuando o exercício de imaginação para o próximo ano, vou fazer um cenário pessimista para o governo Dilma. A primeira notícia péssima seria uma desaceleração no crescimento do PIB chinês. Com isso, o preço das commodities sofreria uma pressão para baixo. Além disso, imaginemos uma super-safra de soja no mundo, assim como um ano com boas chuvas na Austrália. Isso levaria a uma queda ainda maior no preço das commodities. Além disso, para reverter a queda no PIB, a China resolve acentuar a compra de dólares, com forma de aumentar sua competitividade externa, o que leva os americanos a adotarem medidas protecionistas ainda mais severas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Internamente, o consumo continuaria aumentando, uma vez que a o aumento da renda real tem duas causas: a elevada taxa de ocupação e os ganhos salariais proporcionados pela valorização do câmbio: com isso as importações continuam crescendo, apesar de uma queda de receita nas exportações. Isso deveria forçar o câmbio para um processo de desvalorização, mas isto pressionaria os preços. O BC, para evitar aumentar ainda mais a taxa de juros, resolve começar a manter a taxa de câmbio baixa, vendendo dólares das reservas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para conter os gastos do governo, a CPMF volta a circular, o que reduz ainda mais a competitividade do Brasil. Os problemas de corrupção por conta das obras da copa aumentam, e as medidas equivocadas do governo levam a uma redução na entrada de capital estrangeiro no Brasil, o que força ainda mais o câmbio para uma desvalorização. Nesta altura, já estávamos chegando em dezembro, o dólar batendo em R$ 1,90 novamente só que, ao invés de comemorar, o governo fica preocupado porque não há espaço para a produção doméstica aumentar (falta mão de obra e capital) e as importações são o único meio de segurar os preços sem mexer nos juros. Sem saída, o BC aumenta os juros, terminando o ano em 14%. E isto ainda é o primeiro ano de governo Dilma.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-3780820887203914006?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EJMQItDA2y-Fof_LRJi1XdZDyIU/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EJMQItDA2y-Fof_LRJi1XdZDyIU/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EJMQItDA2y-Fof_LRJi1XdZDyIU/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/EJMQItDA2y-Fof_LRJi1XdZDyIU/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/lNDCikPg9IE" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/3780820887203914006/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=3780820887203914006&amp;isPopup=true" title="0 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3780820887203914006?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/3780820887203914006?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/lNDCikPg9IE/cenario-pessimista-para-2011.html" title="CENÁRIO PESSIMISTA PARA 2011" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/11/cenario-pessimista-para-2011.html</feedburner:origLink></entry><entry gd:etag="W/&quot;DUcHSHs8fSp7ImA9Wx5aEEU.&quot;"><id>tag:blogger.com,1999:blog-36204074.post-2987583171552853448</id><published>2010-11-06T21:43:00.002-02:00</published><updated>2010-11-06T21:43:59.575-02:00</updated><app:edited xmlns:app="http://www.w3.org/2007/app">2010-11-06T21:43:59.575-02:00</app:edited><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="desafios" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="futuro" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="eleição" /><category scheme="http://www.blogger.com/atom/ns#" term="Dilma" /><title>A ELEIÇÃO DE DILMA</title><content type="html">Por Fernando R. F. de Lima&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de realmente ter havido uma possibilidade concreta de o presidente de maior popularidade em fim de mandato da história democrática do Brasil não ter feito seu sucessor, no final as previsões de que a Dilma ganharia se concretizaram. O PT, e o Lula em particular, trabalharam em peso para eleger o sucessor e garantir que 25 mil petistas não ficariam desempregados no dia 1º de janeiro de 2011.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, diante de nós, restam os mesmos desafios que havia antes da eleição, a serem enfrentados pelo menos preparado dos dois candidatos. Muitos estão atribuindo a eleição do PT ao atraso do Nordeste, à sua população analfabeta ou pobre, mas o fato é que a vitória de Serra foi apertada em praticamente todos os Estados com exceção de Roraima, onde o povo, ao contrário do Amazonas, odeia o PT. E a vitória de Dilma, do ponto de vista político, não é nenhum fenômeno, uma vez que dificilmente um presidente bem aprovado deixa de fazer o sucessor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os desafios para o governo Dilma no Brasil são vários e dificilmente ela fará um governo que agrade a todos, desde os coronéis do PMDB até os banqueiros que apoiaram sua candidatura e o povo que lhe deu seu voto. Isto porque o Brasil está caminhando para uma encruzilhada sob alguns aspectos. Vivemos uma ameaça concreta de perda de competitividade na indústria, nos vários setores industriais, mas por enquanto pudemos compensar essa perda externa com a venda de commodities valorizadas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta perda de competitividade tem um vilão bem fácil de apontar, que é o câmbio, mas caso tivéssemos custos trabalhistas menores e uma carga tributária pequena e pouco distorcida, seria mais fácil enfrentar a valorização cambial. Não temos. E não teremos, porque dificilmente alguém irá mexer neste balaio que a estrutura tributária brasileira. A única alternativa que a Dilma vê para compensar a deterioração das contas é o retorno à CPMF, um imposto antigo, ineficiente e redutor da competitividade, mas que ajudaria a ajustar as contas do governo temporariamente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apenas temporariamente, porque a origem do problema, o crescimento das despesas fixas, não será combatida. E não adianta o governo dizer que não irá mexer no orçamento para não afetar o “social”, porque o grande rombo nas contas ocorre na previdência pública (velhinhos ricos) e na folha de pagamentos. Porque a grande política de transferência de renda do governo federal não é o programa “Bolsa Família”, mas os salários que hoje passam dos R$ 100 mil por ano pagos aos funcionários dos três poderes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dilma ainda terá que governar nestes quatro anos com um cronograma apertadíssimo para realizar as obras da copa do mundo e encaminhar as obras das Olimpíadas. Para fazer isto, além de muito dinheiro, o governo vai ter que lidar com a rapinagem, que poderá até mesmo ameaçar o cronograma das obras, uma vez que o TCU ainda é independente. O aumento dos gastos do governo irá pressionar a inflação, e mais importações terão que ser feitas. Mas o Brasil, apesar de poder se tornar um grande exportador de petróleo, ainda não conta com o ouro negro para compensar o déficit na balança comercial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Veremos também se Dilma será tão sortuda quanto Lula; uma recuperação das grandes economias ajudaria muito neste sentido. Por aí o preço das nossas commodities continuariam aumentando, e ajudariam a pagar as importações que hoje são fundamentais para evitar a inflação. Além disso, tem o problema da taxa de juros, que num horizonte de contínuo aumento do déficit e ainda pressão inflacionária de demanda, dificilmente cairá abaixo do nível que estão hoje e, possivelmente, subirá ainda mais. Devemos lembrar que o aumento do consumo que sustentou a popularidade do Lula foi possível graças a uma oferta de crédito que se expandiu num ritmo duas vezes maior que o salário real.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pensando em todos os problemas que deverão ser enfrentados nestes quatro anos, que passarão mais rápido do que imaginamos, acho que para o PSDB foi uma boa coisa a derrota do Serra. Ele pegaria um país muito bagunçado para arrumar em pouco tempo. Dilma (e mesmo que fosse o Lula), na minha opinião, não conseguirá dar conta de tamanho desafio e sairá do planalto em 2014 deixando para trás um grande leva de descontentes. Porque se ela fizer o que precisa ser feito, o resultado será uma grande leva de descontentes. Mas se ela não fizer, o resultado será o caos, e aí os descontentes serão ainda mais numerosos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;Fernando Raphael Ferro de Lima. Geógrafo.&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/36204074-2987583171552853448?l=democraciaeliberdade.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;p&gt;&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D7BdBDlcYvf4VdEUlX0w-qSKBjo/0/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D7BdBDlcYvf4VdEUlX0w-qSKBjo/0/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;
&lt;a href="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D7BdBDlcYvf4VdEUlX0w-qSKBjo/1/da"&gt;&lt;img src="http://feedads.g.doubleclick.net/~a/D7BdBDlcYvf4VdEUlX0w-qSKBjo/1/di" border="0" ismap="true"&gt;&lt;/img&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DemocraciaELiberdade/~4/om2-Gsy4NG4" height="1" width="1"/&gt;</content><link rel="replies" type="application/atom+xml" href="http://democraciaeliberdade.blogspot.com/feeds/2987583171552853448/comments/default" title="Postar comentários" /><link rel="replies" type="text/html" href="http://www.blogger.com/comment.g?blogID=36204074&amp;postID=2987583171552853448&amp;isPopup=true" title="1 Comentários" /><link rel="edit" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/2987583171552853448?v=2" /><link rel="self" type="application/atom+xml" href="http://www.blogger.com/feeds/36204074/posts/default/2987583171552853448?v=2" /><link rel="alternate" type="text/html" href="http://feedproxy.google.com/~r/DemocraciaELiberdade/~3/om2-Gsy4NG4/eleicao-de-dilma.html" title="A ELEIÇÃO DE DILMA" /><author><name>Fernando R. F. de Lima</name><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel="http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail" width="32" height="24" src="http://4.bp.blogspot.com/_BQ0ytuEVTh0/S-VuR1FRSpI/AAAAAAAAAS0/iW08wsF3c3g/S220/P1000057.JPG" /></author><thr:total>1</thr:total><feedburner:origLink>http://democraciaeliberdade.blogspot.com/2010/11/eleicao-de-dilma.html</feedburner:origLink></entry></feed>

