<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-6968220000028138081</atom:id><lastBuildDate>Tue, 17 Sep 2024 02:34:09 +0000</lastBuildDate><title>Democratura</title><description>Uma mistura de liberdade de democracia com revolta de ditadura.</description><link>http://democratura.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Daniel Ribeiro)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>3</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6968220000028138081.post-2694348703783705133</guid><pubDate>Thu, 17 Apr 2008 00:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-16T21:21:51.696-03:00</atom:updated><title>A leitura na grande cidade</title><description>&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;D&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;espertou com a luz do sol em seu peito. Não se preocupou com o horário naquele amanhecer de segunda-feira. Levantou-se, agarrou o livro e caminhou até a sala de estar. Ninguém acordara àquela hora. Sentou-se na poltrona e deu início à leitura. Sentiu-se calorento, deixou o livro de lado, se levantou e abriu a janela de correr. O ar poluído entrara em suas ventas. Os zumbidos provenientes das buzinas o deixavam atordoado e a gritaria na rua também. A grande cidade não era de seu interesse. Fechou a janela e sentou. Pode, então, retomar a leitura.</description><link>http://democratura.blogspot.com/2008/04/leitura-na-grande-cidade.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6968220000028138081.post-589256403338110297</guid><pubDate>Mon, 14 Apr 2008 18:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-14T21:10:52.930-03:00</atom:updated><title>O túnel</title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;A&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;quela caverna chegava cada vez mais perto. Tudo ficava maior, os sons ecoavam mais alto, à medida que se aproximava. Era lindo, mas espantoso. Aquelas bolas luminosas trafegando no lugar o deixavam tonto. O ar ficava escasso e os olhos lacrimejavam. As mãos, suadas, escorregavam do volante. As pernas tremiam enquanto, desesperadamente, desejava que aquilo acabasse. De repente, vê um brilho ao fim. A esperança toma conta de seu corpo. Suas mãos, mais firmes, agarram com força o volante. As pernas já não tremem mais. As luzes se enfraqueciam, eram esquecidas gradativamente. Finalmente, pôde enxergar novamente. A lucidez era tão maravilhosa.</description><link>http://democratura.blogspot.com/2008/04/o-tnel_14.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-6968220000028138081.post-4788869641485891312</guid><pubDate>Mon, 14 Apr 2008 14:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-14T12:09:35.311-03:00</atom:updated><title>O elevador</title><description>&lt;img style=&quot;FLOAT: left; MARGIN: 0px 10px 10px 0px; WIDTH: 210px; CURSOR: hand; HEIGHT: 305px&quot; height=&quot;295&quot; alt=&quot;&quot; src=&quot;http://www.torcedorcoral.com/wp-content/uploads/2007/09/elevador.jpg&quot; border=&quot;0&quot; /&gt;&lt;span style=&quot;font-size:180%;&quot;&gt;&lt;strong&gt;E&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;ntrou lenta e solenemente no elevador daquele edifício. As sete pessoas que alí estavam cobriam quase que inteiramente o aviso: &quot;Máximo de 8 pessoas ou 300 kg.&quot;. Não deu bola. Estava suando. O dia corrido e abafado deixava-o nervoso naquele início de novembro. De repente, com o fechamento das portas, o elevador começara a subir pelos majestosos andares do prédio. Não havia espaço para qualquer movimento. Estavam todos estagnados em suas posições, almejando que alguém dalí saísse. Nem a ventoinha estava funcionando. E então, para desespero de todos, um cheiro pairou pelo cubo móvel. Era uma mistura de suor humano com macarrão ao molho madeira. Disfarçando o movimento com a pasta, cobriu o rosto com a mão direita para evitar que o cheiro penetrasse em suas narinas. Seu objetivo, o décimo andar, ainda estava longe. Contavam-se os minutos. Até mesmo os segundos. Pouco a pouco o elevador esvaziava. Parou no quinto andar. Saiu do elevador e continuou sua jornada pelas escadas. Não agüentou.</description><link>http://democratura.blogspot.com/2008/04/e-ntrou-lenta-e-solenemente-no-elevador.html</link><author>noreply@blogger.com (Daniel Ribeiro)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>