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<?xml-stylesheet type="text/xsl" media="screen" href="/~d/styles/rss2full.xsl"?><?xml-stylesheet type="text/css" media="screen" href="http://feeds.feedburner.com/~d/styles/itemcontent.css"?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:feedburner="http://rssnamespace.org/feedburner/ext/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340</atom:id><lastBuildDate>Thu, 12 Nov 2009 11:38:27 +0000</lastBuildDate><title>Dez Minutos de Conversa</title><description>Entrevistas de dez minutos sobre temas sociais, com produção e locução de Inês Branco (eu!).</description><link>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Inês Branco)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>42</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" href="http://feeds.feedburner.com/DezMinutosDeConversa" type="application/rss+xml" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-846298548345327514</guid><pubDate>Wed, 11 Nov 2009 12:11:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-11T12:26:24.458Z</atom:updated><title>Sessões des(contínuas)</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_ligxamYXiVg/SvqqumXjdfI/AAAAAAAAAUI/wK-Xp0CVrU0/s1600-h/tribunal.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;width: 300px; height: 225px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_ligxamYXiVg/SvqqumXjdfI/AAAAAAAAAUI/wK-Xp0CVrU0/s320/tribunal.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5402818420534375922" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crónica publicada no livro &lt;a href="http://planetamarcia.blogs.sapo.pt/74504.html"&gt;As Extraordinárias Aventuras da Justiça Portuguesa&lt;/a&gt;, de Sofia Pinto Coelho e na editora online &lt;a href="http://sexoforte.net/mulher/index.php?option=com_content&amp;view=article&amp;id=573:sessoes-descontinuas-de-um-tribunal&amp;catid=85:escrivaninha&amp;Itemid=117"&gt;Sexo Forte&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;em&gt;Quem entrasse na sala de tribunal via que eram só dois ou três gatos-pingados sentados lá no fundo, nos bancos de pau a imitar os de uma igreja. Só faltavam os genuflexórios agarrados aos bancos da frente. A sala era grande. Em frente à porta, uma parede atravessada por uma fila de janelas permitia a entrada da luz do dia. Do lado direito estavam umas mesas de madeira situadas alguns centímetros acima do nível dos pés. Mais abaixo, outra mesa com um computador quase tão velho como a madeira, perfeitamente integrado no resto da decoração, especialmente concebida para conferir ao espaço um ar antiquado, de tempos passados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em passo apressado, fui sentar-me perto de quem já lá estava. Voltei-me para trás e pedi alguns esclarecimentos:&lt;br /&gt;- Já começou há muito tempo?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;- Vai haver vários julgamentos, não é?&lt;br /&gt;- Sim. São sessões contínuas.&lt;br /&gt;- São jornalistas?&lt;br /&gt;- Não, polícias. Somos testemunhas num processo. Mas, até ser o nosso, podemos assistir aos outros julgamentos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou um jovem na sala. Com ar descontraído, sentou-se na primeira fila. De seguida entrou uma jovem. Esta, um pouco mais agitada. Aproximou-se da mesa do meio, estendeu a mão e apertou a da senhora loira. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Sabe quem são? - Perguntou-me um dos polícias.&lt;br /&gt;- Faço uma ideia.&lt;br /&gt;- À esquerda, é a Procuradora do Ministério Público.&lt;br /&gt;- A acusação? &lt;br /&gt;- Sim. Ao meio…&lt;br /&gt;- É a juíza.&lt;br /&gt;- Em baixo é o escrivão e à direita a advogada de defesa. Na primeira fila está o arguido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com uma expressão benevolente, a juíza começou o julgamento. Nome, data de nascimento, naturalidade, profissão, estado civil, número de filhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- O que chamou aos agentes?&lt;br /&gt;- Nada. Nada mesmo. Isso não aconteceu.&lt;br /&gt;- Não foi preso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entrou um homem de roupa desportiva e colar de missangas ao pescoço. Era um dos agentes da PSP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Foi testemunha e ofendido?&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;- Onde aconteceu?&lt;br /&gt;- Na zona J. &lt;br /&gt;- Qual a razão da abordagem?&lt;br /&gt;- Não abordámos. O Sr. Ernesto ausentou-se do local.&lt;br /&gt;- Qual foi o motivo?&lt;br /&gt;- Estávamos de patrulha e ouvimos impropérios. Se me permitir posso dizê-los.&lt;br /&gt;- Permito. Tem de ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tapei os ouvidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Ainda se sente ofendido?&lt;br /&gt;- Sim…&lt;br /&gt;- Foram no encalço dele?&lt;br /&gt;- Atravessámos a artéria. O Sr. E apercebeu-se de que o íamos abordar e fugiu, continuando com os impropérios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Encalço, artéria, abordagem, impropérios… A advogada olhava com ar intrigado. A acusação resolveu intervir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Abordaram-nos sem nenhuma razão?&lt;br /&gt;- Sim. Íamos a passar e começaram-nos a injuriar sem razão.&lt;br /&gt;- Mas a que propósito?&lt;br /&gt;- Não faço a mínima ideia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O caso afigurava-se difícil. Alguém de um bairro “desfavorecido”de Lisboa tinha chamado nomes às autoridades. Foi a vez de a defesa intervir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Passou-se a que horas?&lt;br /&gt;- Uma e meia da manhã.&lt;br /&gt;- Havia mais pessoas?&lt;br /&gt;- Sim.&lt;br /&gt;- A que distância?&lt;br /&gt;- Não posso precisar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O agente vacilou, mas a advogada não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Mais ou menos?&lt;br /&gt;- Vinte, trinta metros.&lt;br /&gt;- Consegue identificá-los.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Silêncio. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Precisa-se da comparência da outra testemunha. A audiência terá de ser adiada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A juíza era uma mulher de gosto refinado. Os punhos brancos que poderiam ter sido do Marquês de Pombal e que teimavam em aparecer, sobrepondo-se às mangas da toga negra, revelavam-no. Comecei a perceber tudo. Não passava de uma questão de estética. O estilo antigo e repassado pelos anos tinha de condizer em toda a linha. Até as palavras eram antigas. E o caso não poderia destoar. Era preciso deixá-lo envelhecer. Venha o próximo!&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-846298548345327514?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/1zMmCOabnd8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/1zMmCOabnd8/sessoes-descontinuas.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://2.bp.blogspot.com/_ligxamYXiVg/SvqqumXjdfI/AAAAAAAAAUI/wK-Xp0CVrU0/s72-c/tribunal.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2009/11/sessoes-descontinuas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-4337337417807463169</guid><pubDate>Sun, 15 Jun 2008 13:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-06-15T14:05:39.638Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Raquel Pacheco</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Televisão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Reportagem</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Programa "Nós"</category><title>Quando Jovens Ganham Voz</title><description>&lt;object width="425" height="344"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Dmbzg9Gp8J0&amp;hl=en"&gt;&lt;/param&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Dmbzg9Gp8J0&amp;hl=en" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="344"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Reportagem de Inês Branco para programa televisivo "Nós" (RTP 2, 18/05/2008, domingo, 10h).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre esta reportagem ver também &lt;a href="http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/entrevista-com-raquel-pacheco-quando.html"&gt;Entrevista com Raquel Pacheco - Autora da Investigação "Quando Jovens Ganham Voz" - 1ª PARTE&lt;/a&gt; e &lt;a href="http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/entrevista-com-raquel-pacheco-autora-da.html"&gt;2ª PARTE&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-4337337417807463169?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/7WypDntiwbw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/7WypDntiwbw/quando-jovens-ganham-voz.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/06/quando-jovens-ganham-voz.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-9215125106765918922</guid><pubDate>Thu, 01 May 2008 14:30:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-05-01T14:42:41.719Z</atom:updated><title>Fernando Pessoa - "O Marinheiro"</title><description>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/SBnV_RZfE1I/AAAAAAAAAMA/HTivJGAWpM4/s1600-h/Fernando_Pessoa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/SBnV_RZfE1I/AAAAAAAAAMA/HTivJGAWpM4/s400/Fernando_Pessoa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5195418928127349586" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Está em cena, no Teatro Municipal de Almada, a peça "O Marinheiro", de Fernando Pessoa.&lt;br /&gt;Em parceria com a editora Livros de Areia, foi lançada uma edição  desta obra. A apresentação realizou-se na Casa Fernando Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi a reportagem que fiz para o programa de rádio "Vidas Alternativas". &lt;a href="http://va.vidasalternativas.eu/?p=862"&gt;OUVIR AQUI!!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/o-marinheiro-de-fernando-pessoa.html"&gt;Ler notícia&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-9215125106765918922?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/RloeoK_PaEs" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/RloeoK_PaEs/fernando-pessoa-o-marinheiro.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/SBnV_RZfE1I/AAAAAAAAAMA/HTivJGAWpM4/s72-c/Fernando_Pessoa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">6</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/05/fernando-pessoa-o-marinheiro.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-5532949012849243186</guid><pubDate>Mon, 21 Apr 2008 21:17:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-21T21:26:15.503Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Raquel Pacheco</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><title>Entrevista com Raquel Pacheco -  Autora da Investigação "Quando Jovens Ganham Voz" - 2ª PARTE</title><description>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/SA0FD-hkkSI/AAAAAAAAAL4/nLS-nYfwsaA/s1600-h/PICT3402.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/SA0FD-hkkSI/AAAAAAAAAL4/nLS-nYfwsaA/s400/PICT3402.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191811511309603106" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=18749823" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/18749823/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é a segunda parte da entrevista com a investigadora Raquel Pacheco. Desta vez, vai falar-nos da sua teoria da "Juventude Ameaçadora", sobre vários olhares sobre os jovens e sobre culturas juvenis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta entrevista foi transmitida no programa Vidas Alternativas nº119. Para ouvir o programa na íntegra clique &lt;a href="http://va.vidasalternativas.eu/?p=839"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/entrevista-com-raquel-pacheco-quando.html"&gt;Ver primeira parte da entrevista.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-5532949012849243186?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/_NBOlWVRtW0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/_NBOlWVRtW0/entrevista-com-raquel-pacheco-autora-da.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/SA0FD-hkkSI/AAAAAAAAAL4/nLS-nYfwsaA/s72-c/PICT3402.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/entrevista-com-raquel-pacheco-autora-da.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-2035171021370790822</guid><pubDate>Mon, 21 Apr 2008 01:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-21T01:36:55.184Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">O Marinheiro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">teatro</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fernando Pessoa</category><title>O Marinheiro, de Fernando Pessoa</title><description>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAvuk-hkkPI/AAAAAAAAALg/_6fkYITCPxA/s1600-h/Fernando+Pessoa.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAvuk-hkkPI/AAAAAAAAALg/_6fkYITCPxA/s400/Fernando+Pessoa.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191505314501136626" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estreou dia 17 de Abril, no Teatro Municipal de Almada, a peça “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa. Em parceria com a Casa Fernando Pessoa, o teatro apresenta ainda obras de várias artistas plásticos inspiradas no poeta português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A peça “O Marinheiro” foi escrita em apenas dois dias e nunca chegou a ser representada na presença do autor. Mesmo hoje, são poucas as encenações desta peça a que Fernando Pessoa subintitulou “drama estático”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Um quarto que é sem dúvida num castelo antigo. Do quarto vê-se que é circular. Ao centro ergue-se, sobre uma mesa, um caixão com uma donzela, de branco. Quatro tochas aos cantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;À direita, quase em frente a quem imagina o quarto, há uma única janela, alta e estreita, dando para onde só se vê, entre dois montes longínquos, um pequeno espaço de mar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do lado da janela velam três donzelas. A primeira está sentada em frente à janela, de costas contra a tocha de cima da direita. As outras duas estão sentadas uma de cada lado da janela. É noite e há como que um resto vago de luar.”&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No dia 18, a editora Livros de Areia, em parceria com a Companhia de Teatro de Almada, lançou a edição de “O Marinheiro”. A apresentação do livro realizou-se na Casa Fernando Pessoa e contou com as presenças de Teresa Rita Lopes, especialista na obra de Fernando Pessoa, de Alain Ollivier, encenador da peça e de Pedro Marques, em representação da Livros de Areia Editores.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Teresa Rita Lopes, especialista na obra de Fernando Pessoa &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O Marinheiro tem-me ocupado a vida toda”, declarou aos presentes Teresa Rita Lopes, fazendo de seguida uma apresentação desta obra de Pessoa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um texto tão pequeno… Cada vez que o leio descubro qualquer coisa nova. Por isso, quando aceitei estar aqui para falar de “O Marinheiro”, li-o outra vez com todo o cuidado, acabando por achar coisas novas. Apraz-me falar sobre ele.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dedico este fascínio pela peça à minha amiga Teresa Mota, com quem em 1961 encenei a peça Três Fósforos, com Amélia Rey Colaço. Foi censurada pela PIDE e, talvez tenha sido por isso, que fugi para Paris. Esta nova abordagem dedico-a à minha amiga.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não gosto de abordar Pessoa de uma forma esotérica. Toda a minha vida me tenho recusado a enveredar por isso. Ele (Fernando Pessoa) nunca foi ortodoxo nas suas crenças e essas pessoas que o usam para provar as suas crenças irritam-me”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Circunstância da peça - &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referindo-se à circunstância desta peça, a especialista esclareceu que foi escrita nos dias 12 e 13 de Outubro de 1913. Tem a ver com a propensão de Fernando Pessoa para o oculto, que o levou a experiências de escrita automática e de “mesa de pé de galo”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Sempre pensei em não ir por aí. Qualquer obra dedicada a uma crença fica inevitavelmente datada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os simbolistas abriram caminhos. No final do século XIX denunciaram o impasse do teatro. Os simbolistas de língua francesa sonharam o teatro do futuro. O Fernando Pessoa estava a par disto. Maeterlinck recusava todo o teatro naturalista que se fazia na altura. Em 1913, Pessoa comparou-se com Maeterlinck e disse que iria fazer muito melhor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verdadeiro teatro descobriu-o em 1914 com a explosão dos heterónimos. O teatro que lhe interessava era o herdeiro do teatro simbolista, recusando os artifícios até aí usados. Inspirado em Hamlet, ele imaginou os heterónimos. São um monólogo prolongado e analítico, imagem de uma personagem de Shakespeare, monologado, sempre só.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas o teatro tem de ter acção, embora não um conflito, como o naturalista. O teatro como os simbolistas o entreviram. Isto tem a ver com a atracção de Pessoa pelo outro. O que é interessante é que exista em O Marinheiro uma &lt;em&gt;mise-en-scène &lt;/em&gt;espiritual”. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Lugar desta obra na obra pessoana – &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Passando ao lugar que esta peça ocupa na obra pessoana, Teresa Rita Lopes confessou que não é fácil falar de Pessoa sem que nos percamos. “O Marinheiro e Fernando Pessoa são uma “floresta antagónica”, perdemo-nos nos trilhos quando falamos deles.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta foi uma obra que Fernando Pessoa adoptou durante a vida toda. Escreveu ao João Gaspar Simões, em 1930, a dizer que ainda estava a ser objecto de correcções. O minimalismo é uma coisa que agrada em Pessoa. Tudo está reduzido ao essencial, corta todos os floreados. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que Fernando Pessoa ganhou a aposta que fez com Maeterlinck? Comparei esta peça com “Les Aveugles” e constatei que O Marinheiro responde melhor aos preceitos dos simbolistas. Uma palavra-chave dos simbolistas é o “distanciamento”. Distanciamento da realidade. Distanciamento que as personagens, as veladoras, vão procurar durante todo o tempo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A ideia central da peça é fugir à realidade, que faz com que as personagens pareçam fantasmas ou sonâmbulos. A noção do espaço, do tempo e da linguagem não tem nada a ver com as personagens normais. Maeterlinck não foi tão longe. &lt;em&gt;“Um quarto que é sem dúvida num castelo antigo”&lt;/em&gt; põe-nos logo em dúvida. Pode ser ali como pode ser noutro sítio qualquer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fernando Pessoa conseguiu evitar uma coisa que o Maeterlinck não conseguiu evitar, a alegoria. Pessoa nunca faz isto. Este quarto circular é fora do espaço e do tempo – &lt;em&gt;“ainda não deu hora nenhuma” &lt;/em&gt;-  percebemos logo que não estamos no mundo dos vivos. Distanciamo-nos da acção o mais possível. As veladoras são todas a mesma, não se distinguem. Ali não há conflito. Elas ajudam-se, são solidárias em fugir à vida, no criar o sonho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do “drama estático”, Fernando Pessoa pôs-lhe outro título – teatro de êxtase – essa tal ascese que encontramos também em “Salomé” (“O Marinheiro”, “Diálogo No Jardim do Palácio” e “Salomé” foram todas obras escritas por Pessoa em 1913). Elas, as veladoras, agem para fugir à vida, para criar um sonho. Há uma que se destaca, que é a que conta a história do marinheiro. Há uma luta entre essa necessidade, essa proposta que fazem umas às outras de fugir à vida – &lt;em&gt;“Não rocemos pela vida nem a orla das nossas vestes...”&lt;/em&gt; – ganham asas e nas asas do sonho elas levitam.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A oposição é entre a vida e o sonho. Existe a vida, porque esta vida equivale à morte. Álvaro de Campos (um dos heterónimos de Pessoa) diz que temos duas vidas – a verdadeira, que sonhamos em criança, e a falsa, a prática. Morre-se, porque não se sonha bastante. Elas fogem da vida, como quem foge da morte. Viver esta vida ao rés-do-chão equivale a morrer. Por outro lado, elas querem esta vida. &lt;em&gt;“Na vida aquece ser pequeno”&lt;/em&gt; – o que assistimos ao longo da peça é a hesitação entre querer fugir da vida e um ritual (toda a peça é um ritual, um acto mágico) em que, através do sonho, elas querem voltar ao Eu Primordial, ao Ser Lar. Ser Lar é Deus. Fernando Pessoa é completamente heterodoxo nas suas crenças – “Creio ou quase creio”. Isto faz com que nunca tenha sido um fanático.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa dada altura da peça elas dizem &lt;em&gt;“Tenho um medo disforme de que Deus tivesse proibido o meu sonho...” &lt;/em&gt;e falam do frio, esse frio que chega dessas tais regiões isoladas e, por isso, querem o conforto da vida. Este sonho das veladoras é muito complexo. Por um lado, conseguem levantar voo nas asas do sonho, sonhando o seu passado, um sonho divinatório. Trata-se de um perfeito fenómeno de regressão (Pessoa escreveu “não há comunicação directa com Deus, Ser Lar”), em que elas tentam cumprir as etapas que levam ao encontro de si próprias. Mas se permite esta regressão, por outro lado, projecta-nos para o futuro, porque é criador. Depois de sonharem colectivamente o marinheiro descobrem o seu poder – &lt;em&gt;“Por que não será a única coisa real nisto tudo o marinheiro, e nós e tudo isto aqui apenas um&lt;br /&gt;sonho dele?...”&lt;/em&gt;. Elas criam o marinheiro e ele cria outra terra natal.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta hesitação entre Céu e Terra é a única acção da peça. Opõe-se à criação das ruas da terra natal do marinheiro, que se assemelha à génese bíblica – &lt;em&gt;“Ao princípio ele criou as paisagens, depois criou as cidades; criou depois as ruas e as travessas, uma a uma, cinzelando-as na matéria da sua alma”. &lt;/em&gt;Às vezes chegamos a ter a sensação que as veladoras são médiuns – &lt;em&gt;“Que voz é essa com que falais?... É de outra... Vem de uma espécie de longe..."&lt;/em&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final as perguntas que se colocam são: “Quem é, afinal, o marinheiro” e “O que é a morte?”. O marinheiro talvez seja o próprio Fernando Pessoa. Ele tinha um grande patriotismo em relação à beleza da língua portuguesa. Assim, a verdadeira pátria do marinheiro é a Língua Portuguesa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A morte é algo que está presente em toda a peça. Sem a consciência da morte não há peça. O tempo é a morte, como pode ser entendido nas palavras de uma das veladoras - &lt;em&gt;“…Velamos as horas que passam…”.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Alain Ollivier, encenador da peça&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na sua intervenção Alain Ollivier esclareceu que para falar sobre o seu interesse pelo “Marinheiro” é necessário dizer que não foi o primeiro a montar esta peça. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje, Fernando Pessoa tem uma reputação internacional. Fiquei muito impressionado com a sua natureza explosiva. Faço um paralelismo com o teatro simbolista francês. Este tipo de teatro surgiu na última década no século XIX  (Maurice Maeterlinck). Existiam peças de teatro super-realistas e medíocres. O teatro simbolista surgiu neste contexto. Pode fazer-se uma correlação entre o teatro simbolista e o teatro de Fernando Pessoa, com pequenos tormentos, com um realismo depressivo. É muito político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Marinheiro fala de inspiração poética. Permite conhecer de onde vem a inspiração de Fernando Pessoa, que com 24 anos escreveu esta peça em dois dias. Mostra-nos a sua intuição, a sua visão daquilo que viria a ser a sua vida de artista, de tormento e de sofrimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final agradeceu ao director da Companhia de Teatro de Almada. “Não poderia recusar o convite de Joaquim Benite, porque também achei interessante a encenação, a compreensão do que é a encenação. Escrever uma peça não é explorar uma situação, uma vivência… Não é só fazer um diálogo. É necessário um imaginário animado por um pensamento, uma ideologia, um pensamento analítico, um pensamento que tenha forma.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pedro Marques, Livros de Areia Editores&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pedro Marques agradeceu à Companhia de Teatro de Almada a lembrança de ter contactado a sua editora há cerca de dois anos. “Não é um projecto inovador. Outras companhias já nos convidaram para editar teatro. Isto é ir contra-corrente. Não é um trabalho que faça como especialista. Não sou especialista em textos dramáticos, mas trata-se de uma companhia muito sólida, que escolhe textos muito bons. Desde esse contacto que já editámos sete a oito livros. São textos muito interessantes".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alain Ollivier foi director do Théâthre Gérard Phillipe de Saint-Denis e apresentou, em 2006, na Sala Experimental do TMA a sua encenação de “O Marinheiro”, protagonizado pela actriz francesa Anne Alvaro. Deste espectáculo surgiu o convite para Allain Ollivier voltar a dirigir o “drama estático” de Fernando Pessoa, numa produção da Companhia de Teatro de Almada, com um elenco de três actrizes portugueses, protagonizado por Teresa Gafeira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em cena No TMA, até 18 de Maio, a peça “O Marinheiro”, de Fernando Pessoa. &lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAvu9-hkkQI/AAAAAAAAALo/3KjfRMVWrkE/s1600-h/cta_logo_100px.jpg"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAvu9-hkkQI/AAAAAAAAALo/3KjfRMVWrkE/s200/cta_logo_100px.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191505743997866242" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.ctalmada.pt"&gt;Companhia de Teatro de Alamada&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.livrosdeareia.com"&gt;Livros de Areia Editores&lt;/a&gt;&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAvvnuhkkRI/AAAAAAAAALw/VfDd03NdeuA/s1600-h/LA_logo_cor.gif"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAvvnuhkkRI/AAAAAAAAALw/VfDd03NdeuA/s200/LA_logo_cor.gif" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5191506461257404690" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-2035171021370790822?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/arLczSWSF-Y" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/arLczSWSF-Y/o-marinheiro-de-fernando-pessoa.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAvuk-hkkPI/AAAAAAAAALg/_6fkYITCPxA/s72-c/Fernando+Pessoa.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/o-marinheiro-de-fernando-pessoa.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-25298052870484976</guid><pubDate>Tue, 15 Apr 2008 22:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-21T21:24:40.338Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Raquel Pacheco</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><title>Entrevista com Raquel Pacheco -  Autora da Investigação "Quando Jovens Ganham Voz" - 1ª PARTE</title><description>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAfLYmcCSwI/AAAAAAAAALY/cMZ_bOzdfQU/s1600-h/PICT3403.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAfLYmcCSwI/AAAAAAAAALY/cMZ_bOzdfQU/s400/PICT3403.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5190340719063223042" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=18715633" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/18715633/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta é uma entrevista realizada a Raquel Pacheco acerca do seu trabalho de investigação-acção desenvolvido durante a tese de mestrado "Quando Jovens Ganham Voz". Trata-se de uma pesquisa etnográfica sobre media e culturas juvenis. O projecto foi realizado com estudantes "problemáticos" de uma escola de Lisboa e enquadra-se na linha de orientação do projecto Crianças e Jovens em Notícia do Centro de Investigação Media e Jornalismo, que procura identificar, compreender e analisar os modos e formas de recepção de crianças e jovens em relação aos media.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A primeira parte da entrevista foi transmitida no programa Vidas Alternativas nº118. Para ouvir o programa na íntegra clique &lt;a href="http://va.vidasalternativas.eu/?p=823"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/entrevista-com-raquel-pacheco-autora-da.html"&gt;Ver segunda parte da entrevista.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-25298052870484976?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/9ItI0XOj5PU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/9ItI0XOj5PU/entrevista-com-raquel-pacheco-quando.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/SAfLYmcCSwI/AAAAAAAAALY/cMZ_bOzdfQU/s72-c/PICT3403.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/entrevista-com-raquel-pacheco-quando.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-1523849077740175602</guid><pubDate>Sun, 06 Apr 2008 14:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-06T14:30:53.447Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">caso do telemóvel</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dá-me o telemóvel</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Opinião</category><title>Dá-me o telemóvel!!</title><description>Excerto de uma intervenção para o programa Vidas Alternativas, em que dou a minha opinião sobre o caso da aluna, da professora e do telemóvel. Não me pronuncio sobre as atitudes da aluna e da professora, mas sim sobre o papel dos meios de comunicação social neste caso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=18022863" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/18022863/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-1523849077740175602?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/ssdPAVtzNcw" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/ssdPAVtzNcw/d-me-o-telemvel.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/04/d-me-o-telemvel.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-533548242189223699</guid><pubDate>Mon, 24 Mar 2008 22:32:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-04-17T22:23:14.116Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ana Luísa Rodrigues</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><title>Entrevista com Ana Luísa Rodrigues - Autora do livro "Aos Olhos do Mundo Portugal e os Portugueses Retratados por Correspondentes Estrangeiros"</title><description>&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=17898383" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/17898383/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R-guXwp3hMI/AAAAAAAAAKI/OKNsTJuy6fg/s1600-h/Livro.JPG"&gt;&lt;img style="float:right; margin:0 0 10px 10px;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R-guXwp3hMI/AAAAAAAAAKI/OKNsTJuy6fg/s320/Livro.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181442357022131394" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ana Luísa Rodrigues é jornalista na RTP há dez anos e acabou de publicar um livro baseado na sua tese de mestrado, “Aos Olhos do Mundo Portugal e os Portugueses Retratados por Correspondentes Estrangeiros”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Por que é que decidiu investigar esta comunidade?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AL: Especificamente esta, porque apesar de ser uma comunidade discreta de correspondentes, são eles que têm a missão por profissão de analisar a sociedade portuguesa, traçar retratos, de noticiá-la. Dão contributos para formar a imagem de Portugal nas opiniões públicas internacionais. A imagem de Portugal lá fora depende em parte do trabalho destes correspondentes. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O facto de serem estrangeiros, de virem de outros países, possibilita-lhes ver com mais precisão alguns traços distintivos, características da sociedade portuguesa e dos portugueses.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Como é que surgiu esta comunidade e como é que a caracteriza?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AL: 1974 foi uma espécie de ano zero, o ano de abertura de Portugal ao noticiário internacional e aos correspondentes. Já havia alguns correspondentes antes do 25 de Abril, mas eram muito poucos. Há uma correspondente, a Martha De La Cal, que está cá desde 1967 e a Marvine Howe, uma outra correspondente americana. O grande “boom” foi com a chegada da democracia e com a abertura de Portugal à imprensa internacional. Nos anos de 74/75 Portugal estava no topo da actualidade. Era muito normal ver-se capas de revistas, manchetes de jornais, como o Le Monde, a Time, o New york Times ou o Times com notícias sobre o processo revolucionário português. Havia muito interesse da comunidade internacional em relação ao que se passava em Portugal, o que se reflectia quer na chegada de correspondentes que estavam aqui sedeados, quer em enviados especiais que iam e vinham ver o processo revolucionário. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi uma fase de grande expansão, foi a altura em que Portugal mais cativou correspondentes e enviados da imprensa estrangeira. A partir do 25 de Novembro dá-se uma quebra do interesse noticioso relativamente a Portugal e nos anos 70, mas sobretudo nos anos 80, houve uma progressiva redução no número de correspondentes, com a estabilização do processo político português. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Durante os anos 80 houve o renascer de outros interesses. Apesar de ter havido esse pico em 74/75 e depois uma progressiva redução, é possível perceber que há vagas de nacionalidades. Por exemplo, nos anos 80, apesar de já haver muito menos correspondentes, são anos em que chegaram muito correspondentes do Brasil, sobretudo na segunda metade, a partir da entrada de Portugal na União Europeia. Nos anos 90 há bastantes correspondentes de países africanos, dos PALOP, e desde há uns quatro ou cinco anos para cá tem havido uma espécie de onda espanhola, de mulheres, jovens jornalistas, que vêm para trabalhar em Portugal e se tornam correspondentes e, neste momento, em termos numéricos a comunidade ronda mais ou menos os 50 correspondentes estrangeiros.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Existe alguma razão para que escolham Portugal?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AL: O interesse de Portugal é muito limitado. Não se compara com o interesse que suscita uma França ou uma Inglaterra. Relativamente a Portugal é muito claro, se analisarmos do ponto de vista de nacionalidades, as mais representadas são a espanhola e a brasileira e, depois, os PALOP.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Existe ainda hoje um espírito de comunidade. É muito diferente o que existe hoje daquele que existia na altura do 25 de Abril?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AL: Eu acho que existe um espírito de comunidade, até porque sendo uma comunidade pequena mais ou menos toda a gente se conhece. Há a Associação da Imprensa Estrangeira, que existe desde 1976 e que é uma espécie de instituição aglutinadora, que dá uma certa forma e identidade à comunidade. Isso faz com que haja um sentir comum, um sentir de comunidade, mesmo que não se vejam todos os dias. Hoje em dia, com as facilidades do ponto de vista tecnológico, as pessoas ficam mais fechadas sobre si próprias. Não há tanta necessidade de ir à sala de imprensa estrangeira do Palácio Foz, como havia nos anos 70 e 80, em que para se saber qualquer coisa do que acontecia, receber faxes, telexes tinha de se ir ao Palácio. Hoje os correspondentes têm muito mais independência, porque a informação é veiculada por outros meios e, portanto, apesar de haver um afastamento físico uns dos outros, há um certo sentido de comunidade. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Comparativamente ao que havia no 25 de Abril, nota-se na comunidade que há uma diferença de sentires relativamente aos retratos que traçam de Portugal. Há as pessoas que têm a memória muito marcada do 25 de Abril e do processo revolucionário, que viveram cá nessa altura, quer enquanto correspondentes, quer enquanto jovens. Essas pessoas têm uma visão de Portugal e do próprio exercício do jornalismo também um pouco diferente das pessoas que não viveram essa época e que chegaram a Portugal nos anos 90 ou já depois. No retrato que passam de Portugal existe bastante concordância. Não sendo unânimes as , mais ou menos todos os correspondentes de várias idades e de várias nacionalidades têm uma visão mais ou menos comum sobre a sociedade portuguesa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Que visão é essa? Qual a impressão com que ficam quando chegam a Portugal?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AL: Relativamente ao retrato que fazem de Portugal e dos portugueses, Portugal é um país bastante contrastante, existem traços que coexistem. Existem traços de arcaísmo marcado, coisas bastante arcaicas, situações que estão bastante abaixo dos padrões europeus, nomeadamente, os problemas na educação, a questão da burocracia, a questão das estradas com buracos, … Os correspondentes apontam vários exemplos, sobretudo nestes aspectos, de traços que ainda persistem de um Portugal de antigamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas depois, também reparam que, mesmo com estes traços, existem outros traços e outras características de país moderno. Ao mesmo tempo que há traços de arcaísmo e de coisas antiquadas, também existe coisas bastante avançadas. Um correspondente galego, que não levava mais do que três meses aqui em Portugal, dizia “vocês são o país da via verde, que não existe em quase país nenhum do mundo e também são o país das estradas com buracos”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por outro lado, vêem as mudanças que Portugal teve de fazer nos últimos 30 anos, o processo de democratização, a descolonização, a abertura da economia, que no dizer e no sentir dos correspondentes originou esta dualidade de realidades. Um dos correspondentes há mais tempo cá também referia isso, “os dois portugais parapelos”. Parece que há uma coexistência de dois mundos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em relação aos portugueses, falam de traços como a baixa auto-estima, o facto de sermos pouco auto-confiantes, de sermos afáveis no geral, embora os correspondentes de jornais e de órgãos de comunicação dos PALOP não refiram tanto esse lado da afabilidade. Isto, talvez, por fazerem reportagens das comunidades dos PALOP imigrantes em Portugal e de, portanto, não terem tanto essa noção. Também nos consideram um país muito ligado ao formalismo. Um dos correspondentes dizia “vocês são o país dos doutores e engenheiros”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: No livro fala do conceito da “temporalidade suspensa”, o que é isto em relação a Portugal?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;AL: Essa foi uma expressão que tentei arranjar para definir esta ideia do “tempo do suspenso”, que é uma característica importante que os correspondentes apontam. É a ideia de Portugal como o “país do mais ou menos”. No lançamento do livro um correspondente dizia “vocês são o único país que num convite para o lançamento de um livro dizem “esteja no Palácio Foz ‘pelas’ 18 horas e não ‘às’ 18 horas”. Há sempre um lado de “mais ou menos”, um bocadinho antes, um bocadinho depois. É sempre esta ideia de uma temporalidade um pouco dilatada, que depois tem efeitos práticos imensos: a questão dos atrasos crónicos, que deixam completamente os estrangeiros de cabelos em pé; o facto de demorarmos a decidir coisas; e de sempre aquela ideia do “até logo”, “logo se vê”. Tentei arranjar esta fórmula da temporalidade do suspenso para simbolizar todas estas ideias. Existe uma dificuldade de concretização e um adiamento das coisas, que é muito difícil. Mas, por outro lado, os correspondentes também falavam do reverso positivo disto, que é a importância do lazer, de “tomar o seu tempo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vivência de uma temporalidade dilatada faz com que haja “nuances”, que derivam na sensibilidade. A questão artística ressalta muito isto, a poesia, por exemplo. A sensibilidade que existe e que se sente em muitos portugueses, “os matizes do cinzento”, como um correspondente espanhol dizia. “Espanha é um país a preto e branco, ‘lo pillas ó lo matas”. Em Portugal não é tanto assim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;“Aos Olhos do Mundo Portugal e os Portugueses Retratados por Correspondentes Estrangeiros” é um livro de Ana Luísa Rodrigues e está publicado pela Livros Horizonte. O lançamento foi no dia 13 de Março, no Palácio Foz.&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/R-gtsQp3hLI/AAAAAAAAAKA/oqzl5Hacw4I/s1600-h/Lan%C3%A7amento+Livro..JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/R-gtsQp3hLI/AAAAAAAAAKA/oqzl5Hacw4I/s400/Lan%C3%A7amento+Livro..JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5181441609697821874" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-533548242189223699?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/UKD6QUZhbSA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/UKD6QUZhbSA/entrevista-com-ana-lusa-rodrigues.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R-guXwp3hMI/AAAAAAAAAKI/OKNsTJuy6fg/s72-c/Livro.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/03/entrevista-com-ana-lusa-rodrigues.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-1944739356032400489</guid><pubDate>Fri, 14 Mar 2008 13:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-24T23:03:35.898Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Edit On Web</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><title>É a Cultura, Estúpido!</title><description>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R9p4TgxCb5I/AAAAAAAAAJw/rUhjLprRA5I/s1600-h/IMG_0380.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R9p4TgxCb5I/AAAAAAAAAJw/rUhjLprRA5I/s400/IMG_0380.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5177582998224269202" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Notícia e fotografia de Inês Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1608&amp;editoria=3"&gt;Ler Notícia no Edit On Web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É a Cultura Estúpido!, na Europa de Leste &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"É a Cultura, Estúpido!" foi o nome escolhido para a série de tertúlias que se realiza no teatro São Luiz até Abril. Na última sessão, o debate foi dedicado à Europa de Leste. Moderados pelo jornalista Daniel Oliveira, Konstantin Yakolev, director do jornal "Slovo" com edição em Portugal, Branko Neskov, engenheiro de som, e Nina Guerra, tradutora de literatura russa, discutiram as facilidades e dificuldades de trabalhar na área da cultura em Portugal e reflectiram sobre a realidade dos imigrantes de Leste em Lisboa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Afinal, que realidade é esta que permite a existência de tantos jornais e rádios falados em russo? Quem responde é Konstantin Yakolev, fazendo uma comparação com Itália. Só na zona de Milão, existe uma comunidade de um milhão de pessoas oriundas de Leste e, nem por isso, o sucesso da implementação de jornais de língua russa foi maior que em Portugal. "Este facto" explica, "deve-se à grande concentração de eslavos nas grandes cidades, como Lisboa. Vivem juntos e trabalham juntos". Quando o seu jornal surgiu, em 2001, veio colmatar a necessidade que estas pessoas tinham de ler em russo, "estes imigrantes tinham fome da palavra russa", afirma. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas será que existe mesmo uma comunidade? Nina Guerra desconfia, "uma comunidade implica muita coisa, ajuda financeira, por exemplo. Não sei se existe. Mas, se existir, fico feliz". Nina pertence à "comunidade antiga". Chegou a Portugal em 1990. Nessa época eram sobretudo mulheres casadas com portugueses que chegavam ao nosso país. "Foi o meu caso. Não vim na onda da desgraça". Eram poucos e vinham por razões familiares. Mas, no fim dos anos 90, a situação começou a alterar-se com a chegada de novas vagas de imigração. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, apesar da existência de muitos russos e ucranianos, as iniciativas culturais realizadas por estes imigrantes para os portugueses não são muitas. "Praticam a cultura as pessoas que têm lazer e tempo livre", esclarece a tradutora. Não parece ser este o caso dos seus conterrâneos, para quem a vida, segundo Nina, é tudo menos fácil. "A imigração não permite dispor de si. Exprimir os seus gostos. É luta pela sobrevivência de cada dia". Mesmo sendo casada com um português, viveu os três primeiros anos em situação ilegal, "eu passei um bocado até me endireitar", confessa. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A conjuntura económica do país também não parece ajudar, "os imigrantes têm sempre mais dificuldades que os nacionais, mas se a situação do país é má, a situação daqueles ainda se torna mais difícil". Ter de lidar com a burocracia de dois países é outro dos problemas, "quando se chega a casa e só se tem vontade de dormir, enquanto a preocupação é com a papelada, então não há força e perde-se o hábito de procurar a cultura". Com todos os defeitos da União Soviética, diz-nos Nina, havia o gosto pela leitura e pela cultura. Embora considere o trabalho das associações e da imprensa importante, "ainda é preciso dar mais facilidades aos imigrantes". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Branko Neskov não partilha desta visão tão negra. Vê a situação de outro ângulo, "deixar o nosso país é bastante mau, mas quando se encontra outro local para viver, já é um pouco melhor". No entanto, para ele, Portugal não está preparado para receber. "Em 90, 92 éramos raros e, como qualquer coisa rara, fomos tratados com carinho, mas agora é diferente, com as grandes vagas de imigração". Quanto à existência de uma comunidade, o seu sentimento é de que de facto existe, " temos já uma ideia muito clara de perfis de imigrantes. A própria existência de um jornal implica ter de existir uma comunidade que o lê". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este sérvio, engenheiro de som, chegou a Portugal também no início dos anos 90, deixando para trás um país (Jugoslávia) desfeito em muitos outros países. "Fui impedido de trabalhar. Precisava de passaporte para viajar dentro do meu antigo país". A Alemanha foi a sua primeira opção, mas a frieza do clima e das gentes, fizeram-no escolher Portugal, "depois de toda aquela confusão, só queria um local mais calmo". Veio encontrar essa calma aqui, mas não só. Encontrou também a oportunidade que lhe permitiu permanecer. "O cinema que se fazia em Portugal na época era uma actividade artesanal, exercida num circuito muito fechado, em que os amigos se ajudavam". Não foi pois difícil descobrir lacunas "não existiam estruturas de pós-produção, o que me permitiu participar na sua criação". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quanto ao cinema português, mantém características que o distinguem do sérvio. "Em Portugal o cinema descreve um estado de espírito. Na Sérvia tenta descrever uma história". Do cinema sérvio pensa que se conhece pouco em Portugal. "Está limitado a Kusturica". Apesar daquilo que o fez deixar a Sérvia, continua a manter o contacto, "faço um ou dois filmes por ano. A este nível a amizade não foi quebrada". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas não só ele mantém o contacto com a sua cidade natal. Nina deixou uma Moscovo em que, depois de Gorbachev, "parecia que tudo era liberdade", para voltar só passados dez anos. "Parecia-me outro país. Muita coisa tinha mudado. No meu tempo procurava-se literatura de qualidade. Os livrinhos baratos para aprender inglês deitavam-se fora". Chegou a pensar que a literatura de massas iria destruir a cultura adquirida ao longo de gerações. Hoje, não só se voltou a ler literatura de qualidade, como noutras áreas culturais o panorama é também animador "os teatros e cinemas de Moscovo e São Petersburgo estão cheios! Há muita produção de coisas novas. Às vezes é difícil, mas a cultura continua". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o dinamismo cultural nas duas maiores cidades russas, que chega a contrastar com o que se passa no resto do seu país, a admira, ainda assim lhes levava o exemplo português no que respeita ao teatro. Considera que o há de melhor em Portugal está no teatro Meridional, Cornucópia e Artistas Unidos e, se pudesse oferecer algo de concreto, mostrava as encenações que Luís Miguel Cintra faz dos autores russos. Quanto a estes mesmos, embora os clássicos sejam os mais traduzidos, devido sobretudo a que já não exigem o pagamento de direitos de autores, há muitos novos a surgir, mas que ainda não são conhecidos por cá. "É difícil fazer com que as pessoas comprem livros de autores desconhecidos". Ainda assim, deixa-nos a sugestão "Ivan Búnin é muito bom!". &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta tertúlia inseriu-se no Ciclo Outras Lisboa, por ocasião do Ano Europeu do Diálogo Intercultural, a decorrer no São Luís Teatro Municipal até 28 de Abril.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-1944739356032400489?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/tRoYDxhWePM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/tRoYDxhWePM/cultura-estpido.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R9p4TgxCb5I/AAAAAAAAAJw/rUhjLprRA5I/s72-c/IMG_0380.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/03/cultura-estpido.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-1071086710933084232</guid><pubDate>Wed, 05 Mar 2008 12:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-08T15:18:58.025Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Edit On Web</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">AEDI</category><title>Lançamento do Ano Europeu do Diálogo Intercultural (AEDI 2008)</title><description>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R86ToVeYkYI/AAAAAAAAAJo/YyRfV_JS3Xk/s1600-h/IMG_0369.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R86ToVeYkYI/AAAAAAAAAJo/YyRfV_JS3Xk/s400/IMG_0369.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5174235343063912834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Fotografia e notícia de Inês Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Foi oficialmente lançado em Portugal, no dia 27 de Fevereiro, o Ano Europeu do Diálogo Intercultural (AEDI 2008). O evento de abertura realizou-se no Museu de Etnologia, em Lisboa, e contou com a presença da Alta Comissária para a Imigração e Diálogo Intercultural, Rosário Farmhouse, do Ministro da Cultura, José António Pinto Ribeiro, e do Ministro da Presidência, Pedro Silva Pereira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Alta Comissária fez um enquadramento do ano, focando os objectivos, a estratégia e o programa nacional. Rosário Farmhouse forneceu uma visão do contexto actual de Portugal: “com uma longa história de país de emigrantes, um terço da população de origem portuguesa vive emigrada e espalhada pelo mundo e, no final do séc. XX tornou-se também país de acolhimento de imigrantes. Hoje, populações de diferentes nacionalidades constituem já 4,2% da população residente em Portugal”, explicando que este mesmo contexto “exige da sociedade portuguesa o desenvolvimento de uma política de acolhimento e integração de imigrantes mais consistente, acompanhada pela consolidação de políticas de acolhimento e integração, que se reflictam quer em princípios políticos gerais, quer em iniciativas legislativas, quer ainda em respostas operacionais muito concretas”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No final da sua intervenção lançou o repto a todos os presentes para que “festejemos juntos a nossa diversidade” e relembrou a célebre frase de Fernando Pessoa que serve de “slogan” português ao AEDI 2008, “ser plural como o universo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O Ministro da Cultura salientou a importância da língua no diálogo entre culturas, “cultura é identidade e, sobretudo, língua. É através dela que contactamos com o outro e que definimos a forma como pensamos. Somos portugueses falantes e, por isso, temos uma identidade própria”. Acrescentando ao vector “língua”, o vector “identidade”, e a necessidade de nos abrirmos ao outro através das artes, Pinto Ribeiro, manifestou o seu desejo: “gostava de apoiar e estimular todas as formas de arte. O que desejo é que todas as associações, organizações e pessoas contribuam para estes três veículos e, assim, para este diálogo intercultural”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A fechar o lançamento, Pedro Silva Pereira marcou o desafio da paz como central no mundo de hoje “não é um desafio qualquer e está inteiramente ligado ao diálogo intercultural”. Não só para a Europa como um todo, mas para Portugal “é um desafio que nos tornemos numa multiplicação de sociedades de acolhimento, sobretudo, se quisermos que sejam suficientemente justas, coesas e tolerantes”. Não obstante o facto de o desafio do diálogo intercultural não ser apenas o de integração de imigrantes, o Ministro da Presidência afirmou que “passa muito por aí”. De tal forma, que foi inscrito na própria sigla do ACIDI o Diálogo Intercultural, que simboliza a “valorização da tolerância, da diversidade religiosa e do combate à discriminação, racismo e xenofobia”. Apesar de vivermos hoje num clima de paz social “é necessário vigilância e intervenção junto das consciências e dos valores da nossa sociedade, para não deixar irromper o racismo e a xenofobia”, sublinhou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este dia serviu também para dar a conhecer o sítio do AEDI 2008 (www.aedi2008), onde poderá ser encontrada a agenda para o ano e onde todos os cidadãos poderão entrar em contacto com a organização (aedi@acidi.gov.pt).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1596&amp;editoria=17"&gt;Ler Notícia no Edit On Web&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-1071086710933084232?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/mXSXDTPsua0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/mXSXDTPsua0/lanamento-do-ano-europeu-do-dilogo.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R86ToVeYkYI/AAAAAAAAAJo/YyRfV_JS3Xk/s72-c/IMG_0369.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/03/lanamento-do-ano-europeu-do-dilogo.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-7048087002136298078</guid><pubDate>Wed, 27 Feb 2008 03:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:00:08.915Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Edit On Web</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Gastronomia Molecular</category><title>Gastronomia ou Experiência Científica</title><description>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/R8TU2isfLiI/AAAAAAAAAJg/hnvQ-6FudO8/s1600-h/Foto_Gelatina.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/R8TU2isfLiI/AAAAAAAAAJg/hnvQ-6FudO8/s400/Foto_Gelatina.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171492305619594786" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Reportagem de Inês Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1557&amp;editoria=10"&gt;Reportagem no Edit On Web&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/08/gastronomia-molecular-reportagem.html"&gt;Reportagem no blogue&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-7048087002136298078?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/1UQk8NSvBF0" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/1UQk8NSvBF0/gastronomia-ou-experincia-cientfica.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/R8TU2isfLiI/AAAAAAAAAJg/hnvQ-6FudO8/s72-c/Foto_Gelatina.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/gastronomia-ou-experincia-cientfica.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-3449164974898429572</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2008 23:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:01:57.324Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Televisão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Programa "Nós"</category><title>Notícia Dicionário Online Caboverdiano</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/80C_sXOXVr8"&gt; &lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/80C_sXOXVr8" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt; &lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notícia e voz  de Inês Branco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-3449164974898429572?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/w2LjP3UP93s" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/w2LjP3UP93s/notcia-dicionrio-online-caboverdiano.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/notcia-dicionrio-online-caboverdiano.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-4339636066702339917</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2008 23:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:01:31.926Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Televisão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Programa "Nós"</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Padre António Vieira</category><title>Notícia Lançamento Comemorações 400 anos Padre António Vieira</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Mtt9ZTov-Cg"&gt; &lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/Mtt9ZTov-Cg" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt; &lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Notícia e voz  de Inês Branco&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-4339636066702339917?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/k21HTD8Beag" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/k21HTD8Beag/notcia-lanamento-comemoraes-400-anos.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/notcia-lanamento-comemoraes-400-anos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-5895765458359751469</guid><pubDate>Tue, 26 Feb 2008 23:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:02:20.687Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Televisão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Programa "Nós"</category><title>Ficha Técnica Programa "Nós"</title><description>&lt;object width="425" height="350"&gt; &lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/VuUVPeOo-uQ"&gt; &lt;/param&gt; &lt;embed src="http://www.youtube.com/v/VuUVPeOo-uQ" type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350"&gt; &lt;/embed&gt; &lt;/object&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-5895765458359751469?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/a_jQSgN5kWI" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/a_jQSgN5kWI/ficha-tcnica-programa-ns.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/ficha-tcnica-programa-ns.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-7776594955855392931</guid><pubDate>Mon, 25 Feb 2008 23:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:03:16.751Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Edit On Web</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">ACIDI</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><title>Seminário Ensino Bilingue e Línguas Maternas na Fundação Calouste Gulbenkian</title><description>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R8NPrSsfLfI/AAAAAAAAAJI/JW1mnDo7bN0/s1600-h/IMG_0337.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R8NPrSsfLfI/AAAAAAAAAJI/JW1mnDo7bN0/s400/IMG_0337.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5171064402322861554" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto e texto de Inês Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.acidi.gov.pt/modules.php?name=News&amp;file=article&amp;sid=2208"&gt;Ler notícia no site do ACIDI&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1574&amp;editoria=3"&gt;Ler notícia no Edit on Web&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-7776594955855392931?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/WibisaQGhAA" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/WibisaQGhAA/seminrio-ensino-bilingue-e-lnguas.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R8NPrSsfLfI/AAAAAAAAAJI/JW1mnDo7bN0/s72-c/IMG_0337.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/seminrio-ensino-bilingue-e-lnguas.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-5151792094994870739</guid><pubDate>Mon, 11 Feb 2008 19:46:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:04:08.339Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mia Couto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Edit On Web</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><title>Mia Couto - Sessão de Autógrafos</title><description>&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R7GreisfLdI/AAAAAAAAAI4/meGy_HVTaUY/s1600-h/Foto+Blogue.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R7GreisfLdI/AAAAAAAAAI4/meGy_HVTaUY/s400/Foto+Blogue.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5166098788768493010" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto e texto de Inês Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mia Couto realizou hoje uma sessão de autógrafos na livraria Byblos em Lisboa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tal como foi apresentado, este “autor fundamental da língua portuguesa, em cujas mãos está criada e recriada de forma inimitável” concedeu aos seus leitores, e não só, a oportunidade de o conhecerem melhor, autografando a sua obra e confraternizando.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Referindo-se ao diálogo entre culturas, o escritor moçambicano disse acreditar que é não só estar disponível para que as culturas dialoguem, mas, sobretudo, para que se mesticem. “Não há culturas puras. A própria cultura portuguesa já é resultado de um conjunto de cruzamentos de culturas: árabe, africana e outras”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para Mia Couto o seu hobby é o seu trabalho. “Sou biólogo, mas ao fazer biologia estou muito próximo da escrita. Vejo o Mundo pelos olhos de uma criança. Quero deixar-me encantar pelo meu trabalho”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mia Couto nasceu na Beira, Moçambique, em 1955 e, além de ser escritor, sua faceta mais conhecida, é professor e biólogo. A sua vasta obra, que vai desde o conto, à crónica e da qual fazem parte títulos como “Vozes Anoitecidas”, “Terra Sonâmbula” e “Estórias Abensonhadas” foi galardoada, em 1999, com o Prémio Vergílio Ferreira.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1544&amp;editoria=3"&gt;&lt;strong&gt;Ler a notícia no EditOnWeb&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-5151792094994870739?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/lXRtkA5ssdU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/lXRtkA5ssdU/mia-couto-sesso-de-autgrafos.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R7GreisfLdI/AAAAAAAAAI4/meGy_HVTaUY/s72-c/Foto+Blogue.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">1</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/mia-couto-sesso-de-autgrafos.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-7465503426530266695</guid><pubDate>Mon, 11 Feb 2008 12:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:04:55.228Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Edit On Web</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Padre António Vieira</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><title>Padre António Vieira: os mesmos desafios quatro séculos depois</title><description>&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R7BE4ysfLaI/AAAAAAAAAIg/tc7z1pq87qQ/s1600-h/PICT3064.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R7BE4ysfLaI/AAAAAAAAAIg/tc7z1pq87qQ/s400/PICT3064.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5165704515065687458" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Foto e texto de Inês Branco&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.editonweb.com/Noticias/NoticiasDetalhe.aspx?nid=1541&amp;editoria=3"&gt;&lt;strong&gt;Ler a notícia no EditOnWeb&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-7465503426530266695?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/5rtPGcj6iLM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/5rtPGcj6iLM/padre-antnio-vieira-os-mesmos-desafios.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp0.blogger.com/_ligxamYXiVg/R7BE4ysfLaI/AAAAAAAAAIg/tc7z1pq87qQ/s72-c/PICT3064.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/padre-antnio-vieira-os-mesmos-desafios.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-299029805079060448</guid><pubDate>Sun, 03 Feb 2008 21:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-02-04T00:45:56.986Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Multimedia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Fotografia</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Mouraria</category><title>Mouraria</title><description>&lt;a href="http://inesbranco.webng.com/"&gt;&lt;em&gt;&lt;strong&gt;Ver filme&lt;/strong&gt;&lt;/em&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Trabalho multimedia:&lt;/strong&gt; fotografia e som&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Tema:&lt;/strong&gt; Mouraria&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conteúdo:&lt;/strong&gt; Entrevista ao dono do Centro Comercial Capelo&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Fotografia, Entrevista, Edição:&lt;/strong&gt; Inês Branco&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Música:&lt;/strong&gt; &lt;a href="http://www.myspace.com/rogeriogodinho"&gt;Rogério Godinho&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R6ZcYaTkbfI/AAAAAAAAAIQ/Qduzr46AtVI/s1600-h/PICT2456.JPG"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R6ZcYaTkbfI/AAAAAAAAAIQ/Qduzr46AtVI/s400/PICT2456.JPG" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5162915597274869234" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://webserver.cm-lisboa.pt/turismo/Mapanovo/pesquisaMiradouroPT.asp?VarXY=&amp;Vardisplay=MIRADOURO%20DA%20SENHORA%20DO%20MONTE"&gt;Vista do miradouro da Senhora do Monte&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-299029805079060448?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/W5HSk3kIpHM" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/W5HSk3kIpHM/mouraria.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/R6ZcYaTkbfI/AAAAAAAAAIQ/Qduzr46AtVI/s72-c/PICT2456.JPG" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2008/02/mouraria.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-3074879793586529499</guid><pubDate>Fri, 21 Dec 2007 10:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:06:21.959Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Tratado Reformador</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventude Europeia Federalista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><title>Entrevista com Presidente Juventude Europeia Federalista</title><description>José Almeida é o presidente da JEF. Falámos, durante dez minutos, sobre o referendo ao Tratado Reformador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=17542173" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/17542173/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-3074879793586529499?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/UGpRp4FvDt8" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/UGpRp4FvDt8/entrevista-com-presidente-juventude.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/12/entrevista-com-presidente-juventude.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-4302551517837565555</guid><pubDate>Sun, 18 Nov 2007 23:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:08:07.233Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">André Soares</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimento liberal social</category><title>Entrevista com André Soares, coordenador do MLS Tomar</title><description>&lt;a href="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/R0DMUAZQsmI/AAAAAAAAAIA/OeQuYxFsKMM/s1600-h/23714534_img.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/R0DMUAZQsmI/AAAAAAAAAIA/OeQuYxFsKMM/s400/23714534_img.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5134328219277767266" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=17340613" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/17340613/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Como surgiu esta ideia de criar um grupo do MLS em Tomar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Surge da reflexão do MLS acerca da política local. O MLS, até agora, não tinha nenhuma acção a nível local, nenhuma concelhia, nenhum grupo local. Na altura em se discutiu isto, achei que o concelho de Tomar, por ser de onde venho e por achar que é um concelho subaproveitado, propus à direcção do MLS que este fosse o concelho escolhido para arrancarmos com um projecto-piloto de política local.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Como te juntaste ao MLS e porquê este interesse pela política?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Estou a acabar o mestrado em Política Social e das Organizações e desenvolvo um estágio académico em Lisboa. Reparto o tempo entre Lisboa e Tomar. Conheci o MLS na imprensa nacional, através de um artigo no “Público”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: O grupo de Tomar foi criado há quanto tempo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Foi criado em Junho deste ano. Estamos na fase de cativar pessoas para a equipa, a ouvir a população para saber quais são os problemas e a consultar dados estatísticos e demográficos. Nesta fase, o mais importante é construir uma equipa. A partir de Janeiro de 2008 começaremos a trabalhar num programa político.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Quem é essa equipa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Temos aqueles que são ou vêm a ser membros do MLS e aqueles que são independentes, mas que querem colaborar neste projecto e que se identificam com uma política local liberal. São pessoas de Tomar, pois se queremos fazer uma lista e partir para eleições, essas pessoas terão de estar recenseadas no concelho de Tomar para poderem ser eleitas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Quando o MLS se propuser a eleições em Tomar, serás tu o candidato. Quais são os teus projectos de vida e qual uma boa proposta do MLS em Tomar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Sou eu quem está a liderar o grupo e deverei continuar durante algum tempo, no entanto, não temos um candidato definido. Estou disponível para isso. A equipa ainda está em construção, muita coisa ainda vai ser discutida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou em Lisboa, mas a minha residência oficial é em Tomar. Quero manter a minha ligação ao concelho. Vou dividindo a minha vida entre Lisboa e Tomar. Hoje isto está muito facilitado com as novas tecnologias. Consigo ter informação política de Tomar quase em tempo real e julgo que não seja indispensável a minha presença lá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Como conhecedor da região de Tomar, o que pensas que o MLS poderá dar a Tomar que Tomar não tenha já ou que outros partidos não possam vir a dar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Tomar tem um potencial enorme. Tem excelentes acessibilidades, um património histórico-cultural incrível, mas está muito subdesenvolvido. Isto tem partido das políticas muito conservadoras que têm existido nos últimos anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: No que é que se caracteriza esse subdesenvolvimento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Verifica-se que na zona de Tomar existem concelhos com franco desenvolvimento, como Torres Novas, Ourém, Abrantes e Entroncamento, tanto em sentido económico, como social. Enquanto Tomar tem estado estagnado e até tem tido algum retrocesso. Na mesma medida que vão abrindo novas empresas nos concelhos limítrofes, em Tomar as empresas vão fechando. Cada vez há menos emprego qualificado em Tomar e o de baixa qualificação já está a desaparecer. A população está a ficar muito envelhecida e isto é particularmente grave, porque não se deve à saída de pessoas para ir para Lisboa, Porto ou Coimbra, mas sim para os concelhos vizinhos. Aí têm acesso a mais cultura, a melhores empregos. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: O que deu origem a essa paragem no desenvolvimento?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: O retrocesso começou no 25 de Abril. Antes disto, era um pólo industrial de importância no nosso país. A partir dali houve um “abanão”, tal como em outras partes do país e parece-me que Tomar não soube recomeçar. Ainda andamos a viver a ressaca do 25 de Abril. A cidade está muito fechada a novos investimentos, a novas pessoas, a novos projectos. Há uma super-protecção dos poderes instalados, quer económicos, quer sociais. É extremamente difícil uma média ou grande empresa entrar na economia tomarense. E isto é culpa das políticas que se têm tomado. Os projectos são boicotados não pelas pessoas que estão a vender os terrenos, mas pela Câmara Municipal, que ou não passa os alvarás ou não dá autorizações para que as empresas se instalem no concelho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Nos últimos 30 anos já passaram vários partidos pela Câmara. Todos adoptam essa política?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: É um fenómeno interessante, mas infeliz. Tal como na política nacional, a Câmara vai alternando entre PS e PSD, mas as políticas são muito parecidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Não há uma alternativa?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Creio que não. Os partidos, mesmo os outros, têm as mesmas pessoas desde há 10 ou 15 anos. São sempre as mesmas ideias. Por isso parece que ainda vivemos há 10 ou 15 anos atrás. Não há inovação, querer andar para a frente. Contribuem todos para esta situação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: O que pensas dar a Tomar que Tomar não tenha?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: A estratégia do MLS terá de passar sempre por três vertentes: económica, social e ambiental. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Na vertente social, falo do património histórico-cultural. Medidas tão simples como em vez de promovermos o turismo junto do público, promovê-lo junto dos operadores turísticos. Se tivermos operadores turísticos a operar em Tomar vamos ter muito mais turismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Mas o desenvolvimento de Tomar não passa só pelo turismo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: A mesma coisa acontece em termos económicos. Não existe uma marca que venda Tomar às empresas. É tão simples como criar uma marca “Tomar Investir”. Tomar tem de ser promovido junto dos empresários e mesmo das pessoas da terra. O investimento não tem de vir de fora.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Haverá algum tipo de apoio que exista nos concelhos limítrofes e que não exista em Tomar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: A primeira razão para isto acontecer é o facto de nos concelhos vizinhos não haver forças de bloqueio tão fortes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Essas forças são quem?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Parte claramente da Câmara e dos partidos representados na autarquia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Pensas que existe um interesse no bloqueio do desenvolvimento de Tomar?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Em Tomar temos muito pequeno comércio e existe um grande “lobby” do pequeno comércio. Os autarcas não querem proteger o que é seu, querem proteger aquele “lobby”. Querem proteger o comércio tradicional a todo o custo, ainda que as pessoas vão fazer compras ao lado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Não se está a abrir as portas a outro tipo de investimento, que geraria muito mais emprego?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Mesmo esse comércio, se entrassem novas empresas no panorama económico de Tomar, também se iria desenvolver. Julgo que se poderia criar um gabinete de apoio ao desenvolvimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: E se um cidadão de Tomar quiser colaborar contigo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Pode entrar em contacto comigo ou com a concelhia. Mesmo que não seja para dar a cara, é importante que as pessoas participem e dêem a sua opinião. É importante que as pessoas não vivam à margem do que se passa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Para Tomar há alguma acção prevista?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;AS: Está a ser preparada uma apresentação pública, tanto do MLS, como do MLS Tomar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para obter mais informações sobre o MLS Tomar, poderá consultar o &lt;a href="http://mls-tomar.blogspot.com"&gt;blog.&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-4302551517837565555?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/t2ZYOvGSLho" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/t2ZYOvGSLho/entrevista-com-andr-soares-coordenador.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp2.blogger.com/_ligxamYXiVg/R0DMUAZQsmI/AAAAAAAAAIA/OeQuYxFsKMM/s72-c/23714534_img.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/11/entrevista-com-andr-soares-coordenador.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-7109794811383374646</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 11:49:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:08:52.535Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimento liberal social</category><title>Entrevista - 6ª AG do Movimento Liberal Social</title><description>Esta entrevista foi realizada na 6ª Assembleia Geral do MLS, a dois dos membros que apresentaram moções. Primeiro, Miguel Duarte faz um resumo da sua moção sobre empreendorismo e, de seguida, Luís Humberto Teixeira apresenta a sua moção sobre o processo eleitoral.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=17211153" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/17211153/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre a moção apresentada por Luís Humberto Teixeira, poderá obter mais informações na entrevista realizada em Março deste ano. &lt;a href="http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/03/entrevista-com-lus-humberto-teixeira_04.html"&gt;Entrevista com Luís Humberto Teixeira sobre os eleitores fantasma&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-7109794811383374646?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/daMpioUG6cU" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/daMpioUG6cU/entrevista-6-ag-do-movimento-liberal.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/10/entrevista-6-ag-do-movimento-liberal.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-1601079635426733597</guid><pubDate>Mon, 29 Oct 2007 11:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:09:50.320Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Juventude Liberal Social</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">movimento liberal social</category><title>Entrevista com a Juventude Liberal Social</title><description>Esta entrevista foi gravada durante a 6ª AG a alguns membros da Juventude Liberal Social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;embed src="http://odeo.com/flash/audio_player_gray.swf" quality="high" width="322" height="54" name="odeo_player_gray" align="middle" allowScriptAccess="always" wmode="transparent"  type="application/x-shockwave-flash" flashvars="type=audio&amp;id=17211133" pluginspage="http://www.macromedia.com/go/getflashplayer" /&gt;&lt;/embed&gt;&lt;br /&gt;&lt;a style="font-size: 9px; padding-left: 110px; color: #f39; letter-spacing: -1px; text-decoration: none" href="http://odeo.com/audio/17211133/view"&gt;powered by &lt;strong&gt;ODEO&lt;/strong&gt;&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-1601079635426733597?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/FJzVDJ2qqhQ" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/FJzVDJ2qqhQ/entrevista-com-juventude-liberal-social.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/10/entrevista-com-juventude-liberal-social.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-1244310015638318304</guid><pubDate>Thu, 18 Oct 2007 18:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:10:48.552Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">miguel duarte</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rádio</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">referendo tratado europeu</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Entrevista</category><title>Referendo ao Tratado Europeu - Entrevista com Miguel Duarte</title><description>&lt;a href="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/RxenlBv2kVI/AAAAAAAAAH0/hSrlSTxZ4HI/s1600-h/miguel_duarte.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/RxenlBv2kVI/AAAAAAAAAH0/hSrlSTxZ4HI/s400/miguel_duarte.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5122747355723370834" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: O Movimento Liberal Social (MLS) defende a realização de um referendo à escala europeia para o novo Tratado Europeu. Qual é a diferença entre um tratado e uma constituição?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: A nível europeu a diferença não é muito grande. Se compararmos a actual proposta do Tratado com a anterior proposta de Constituição, a diferença é muito reduzida. Resume-se a que retiraram alguns artigos da anterior Constituição, alguns puramente simbólicos, como haver um hino e uma bandeira. A anterior Constituição era um tratado constitucional, por isso penso tratar-se de uma questão política e de palavras.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: A Constituição não foi já rejeitada?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: A Constituição não foi rejeitada. A Constituição só foi rejeitada em alguns países. Para que a Constituição entrasse em vigor era necessária a assinatura de todos os países da União Europeia. Todos tinham de aprovar a Constituição Europeia e esta foi rejeitada, em referendo, por alguns países. Por isto, parou-se o processo constitucional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: O MLS é a favor da realização de um referendo para um novo Tratado Europeu ou para uma nova Constituição.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: O desejo do MLS era que houvesse mesmo uma Constituição.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Por que não um tratado em vez de uma constituição?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: A palavra Constituição tem um carácter simbólico mais fundador, como uma lei básica, base daquilo que seria a União Europeia. Um tratado, em termos práticos, perde o simbolismo, mas tem o mesmo efeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Porquê um referendo à escala europeia e não apenas nacional?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: Tratando-se de um tratado que é para ser implementado a nível europeu, todos os europeus deveriam poder votar sobre esta questão e, também, devido à importância que este documento tem. Setenta por cento das leis aprovadas todos os anos em Portugal emanam da União Europeia. Esta tem uma influência profunda em todo o processo legislativo a nível nacional. O mesmo é válido para os outros países. Portanto, não me parece justo que em alguns países haja referendo e noutros não, sendo os políticos a decidir. O democrático seria que houvesse, a nível europeu, um referendo.&lt;br /&gt;O segundo ponto diz respeito a que, muitas vezes, quando há referendos nacionais sobre questões europeias, o referendo acaba por centrar-se em questões nacionais e não em questões europeias. Se fizermos um referendo em simultâneo com as eleições para o Parlamento Europeu e à escala europeia, o referendo será um debate europeu. Poderemos assistir a políticos europeus a pronunciar-se sobre o referendo e as discussões serão sobre temas europeus. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Seria essa a melhor data para o referendo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: A campanha que o MLS está a defender propõe que a data para a realização do referendo seja em simultâneo com as eleições para o Parlamento Europeu, em Junho do próximo ano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: De que forma este tratado irá contribuir para o desenvolvimento da Europa, quer em termos económicos, quer em termos ambientais?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: A Europa já tem alguns órgãos centrais para decisão, mas estes órgãos não têm todos os poderes que deveriam ter, nem são órgãos muito democráticos. Elege-se um parlamento, mas este não tem os poderes que um parlamento normal teria. Por exemplo, o Parlamento Europeu propôs que se abolisse a actual proibição de levar líquidos nos aviões e o órgão democrático quis levantar essa proibição, mas logo de seguida a Comissão Europeia, que é um órgão pouco democrático, pois não é eleito directamente pelos cidadãos europeus, não aprovou aquilo que o Parlamento tinha já aprovado. Isto deveria acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A nível internacional a Europa está enfraquecida, não tem um representante único que possa exercer a política externa da Europa e muitas das decisões não são tomadas por maioria, o que prejudica a capacidade de decisão da União Europeia. Temos de ter muitas mais decisões a nível da União Europeia que sejam tomadas por maioria, principalmente agora, em que o número de países que pertencem à União Europeia é muito elevado. Um novo tratado iria resolver todos estes temas e contribuir para dar muito mais força e capacidade de decisão à Europa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: O que vai acontecer nos países onde ganhar o “Não”?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: Sendo um referendo à escala europeia, há um resultado global para a União Europeia. Isto deverá dizer alguma coisa aos políticos sobre se os cidadãos da União Europeia, como um todo, aprovam o referendo ou não. É evidente que haverá parciais a nível nacional. Cada país, a nível nacional, deverá tomar uma decisão sobre se deseja participar na nova União Europeia que se está a construir, ou não. Considero que um país não deve impedir o processo de construção europeia. O Reino Unido, eventualmente, diz que não a este tratado, mas toda a União Europeia não poderá ficar parada devido a um país. Se um país rejeita o tratado, esse país deverá tirar daí as suas elações e, possivelmente, terá de negociar um novo acordo com a União Europeia, que poderá ser esse país abandonar a União Europeia e ficar com um acordo especial de cooperação, por exemplo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: Este referendo é consultivo e não vinculativo. Qual é a força de um referendo destes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: Devido a questões legais, pois há países que proíbem a realização de referendos sobre a União Europeia, o referendo nunca poderá ter um carácter obrigatório para todos os países. Ao ser consultivo significa que não tem força legal. Em teoria, os políticos de cada país podem não seguir aquilo que o referendo determina. Mas em países democráticos, os políticos terão a obrigação moral de seguir os resultados do referendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;IB: No caso português poderia ser feito um referendo vinculativo. Por que é que o MLS propõe a realização de um referendo consultivo?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;MD: Nós estamos numa campanha internacional, cujo objectivo é a realização do referendo em todos os países. Portanto, independentemente da situação em cada país, nós propomos a realização de um referendo consultivo, por ser um referendo que se quer pan-europeu. É simplesmente para resolver questões legais. Isto não impede que os políticos em Portugal decidam que este referendo, a realizar-se, seja vinculativo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Oiça a entrevista &lt;a href="http://www.miguelduarte.net/european-referendum.mp3"&gt;aqui!&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.europeanreferendum.eu/"&gt;European Referendum&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-1244310015638318304?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/5fzHO9jUbCg" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/5fzHO9jUbCg/entrevista-com-miguel-duarte-sobre-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp3.blogger.com/_ligxamYXiVg/RxenlBv2kVI/AAAAAAAAAH0/hSrlSTxZ4HI/s72-c/miguel_duarte.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">0</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/10/entrevista-com-miguel-duarte-sobre-o.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-869569219075237303</guid><pubDate>Thu, 13 Sep 2007 21:45:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-03-05T23:11:18.270Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><title>Conferências "A Busca da Felicidade" na Culturgest</title><description>&lt;strong&gt;Felicidade na Economia&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;No final de Maio, aconteceram, na Culturgest, as conferências sobre a Felicidade. Fui assistir a uma. O tema, à partida, não prometia muito, mas acabou por ser muito interessante: “Felicidade na Economia”.&lt;br /&gt;O objectivo era explicar a ideia de felicidade na teoria dos modelos económicos e no mundo empresarial. Esquisito… A economia é uma ciência de números e a felicidade é subjectiva. Então, como é que a afectividade e a felicidade se cruzam com o pensamento económico?&lt;/em&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O mote começou por ser: “Se tivesse apenas mais dez minutos de vida, o que faria?”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A resposta foi: “Ia para casa ver os meus filhos”. Bom, eu não, que não tenho. Mas era o que o professor Luís Santos Pinto, da Universidade Nova de Lisboa, faria. Ter um filho é uma motivação genética, no entanto, pode ser uma má experiência. Há bebés que choram muito, que não nos deixam dormir… Será que quero ter um filho? Será que quererei ter dois filhos? Nesta decisão pesam componentes afectivas, mas também económicas. Afecto pode não faltar, dinheiro para um poderei ter, mas para o segundo… É aqui que entra a economia. Da componente económica faz parte o rendimento e este dá para prever.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Mas o que é a felicidade? &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Considerando que a felicidade é “bem-estar”, a ela está inerente subjectividade, pois países diferentes terão critérios diferentes. É por ser um conceito subjectivo, que, para a Economia, é difícil medi-la. Apesar disto, é possível partir de medidas individuais para um todo e encontrar métodos que permitam medi-la e construir rankings comparativos entre países. Os dois rankings mencionados foram o World Values Survey e o Eurobarómetro. Segundo este último, Portugal tem 17 por cento de pessoas muito felizes, abaixo da média da União Europeia, 26 por cento. A Dinamarca vem no topo, com 49 por cento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E será que a felicidade se compra?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contra todas as expectativas, empiricamente os dados indicam que sim. Num dado país as pessoas mais ricas são as mais felizes, porque o rendimento é importante. Afinal, até não parece estranho e é até consistente com a teoria económica mais básica. Fazemos escolhas com uma restrição económica orçamental. Portanto, quanto mais elevado for o nosso rendimento, mais escolhas poderemos fazer!&lt;br /&gt;Mas será que este acréscimo de felicidade é sempre proporcional ao acréscimo de rendimento? Não. O incremento é cada vez menor. Se na compra do primeiro Porsche (!!) ficamos felicíssimos, na compra do terceiro, a felicidade já não é tão grande. Daqui resulta que faz sentido cobrar mais impostos às pessoas mais ricas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será mesmo verdade que é o aumento do rendimento que provoca um aumento de felicidade? Não será que é a felicidade que faz aumentar a produtividade e que um aumento na produtividade provoca um aumento no rendimento?&lt;br /&gt;Não. Provou-se que a causalidade vai do rendimento para a felicidade. Claro que o inverso poderá ser verdadeiro em alguns casos, mas normalmente é um acréscimo no rendimento que provoca um “incremento de felicidade”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Quer dizer que o dinheiro é aquilo que nos torna felizes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Felizmente, não! Existem sete factores principais que nos tornam felizes e cuja ordem varia consoante o país e cada uma das pessoas. A ordem genérica para os países ricos é esta:&lt;br /&gt;1.º Relações familiares.&lt;br /&gt;2.º Rendimento.&lt;br /&gt;3.º Trabalho.&lt;br /&gt;4.º Comunidade e amigos.&lt;br /&gt;5.º Saúde.&lt;br /&gt;6.º Liberdade pessoal. Aqui verificou-se que a qualidade do governo conta muito. Um exemplo flagrante é o caso da Rússia, que no ranking surge como país altamente infeliz.&lt;br /&gt;7.º Prática de religião, ligação ao transcendente, meditação.&lt;br /&gt;Depois, existem para além destes, outros factores como comer, fazer exercício, fazer sexo, relaxar, …&lt;br /&gt;Outro aspecto interessante é verificar-se que, ao longo da história, os níveis de felicidade também podem ser medidos. Em 1820, 80 por cento da população vivia com menos de um dólar (comparado ao valor de hoje); na Idade Média, vivia-se para sobreviver; e hoje somos mais felizes, embora os níveis de felicidade estejam “flat” desde os anos 50.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Por que é que somos mais ricos, mas não somos mais felizes?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Várias teorias têm sido apresentadas para explicar este fenómeno:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;1.º Artifício estatístico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Quando medimos o rendimento per capita, ele pode ir até valores incalculáveis, mas a escala da felicidade é limitada. Vai de zero a quatro. Se calhar, era necessária uma escala maior e simétrica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;2.º Teoria do Setpoint&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Cada indivíduo tem um nível predeterminado de felicidade, que é determinado geneticamente. O fundamento está, por exemplo, em pessoas que ganharam a lotaria ou em pessoas deficientes, que não ficaram estupidamente mais felizes, nem estupidamente mais infelizes. No entanto, esta teoria é discutível, porque as pessoas não se conseguem adaptar completamente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;3.º Teoria da Habituação&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Todos aspiramos a ter certas coisas. Apesar de ficarmos mais ricos, as nossas aspirações também são maiores. Esta teoria também é criticável, porque parte do princípio de que as nossas preferências não são estáveis.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;4.º Teoria dos “bens de status”.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esta teoria, também conhecida pela do “relative income”, diz que nós nos comparamos com os outros. Temos inveja das pessoas mais acima de nós. E, diz-nos também, que somos um bocado cínicos. Quando estamos em baixo, preocupamo-nos com a igualdade, queremos políticas sociais, mas quando estamos em cima, já não nos importamos tanto. Entramos numa “escalada competitiva”. Se o meu vizinho tem um BMW, eu também tenho de ter, se ele compra depois um Porsche, eu também vou ter de ter um, … Mais uma vez, esta teoria, como quase todas, é criticável, porque dois terços do peso vai para o rendimento absoluto. A partir daí é difícil dizer o que é um bem de status. Será que a casa é? Depende.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;5.º Teoria do Capital Social&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Também conhecida por “bowling alone” (Robert Putnam – RP), diz-nos que estamos a tornar-nos mais individualistas e menos sociáveis. Temos mais rendimento, logo podemos ter mais saúde, logo somos mais felizes. No entanto, temos um capital social menor, logo os dois factores anulam-se e não nos tornamos mais felizes. A crítica a esta teoria está em saber o que é o capital social. O RP não deu uma boa definição, porque não levou em conta o facto de o tipo de comunicação ter mudado. Hoje utilizamos mais o telemóvel, mais a internet. Mas será que isto nos torna mais infelizes? Realmente, há fenómenos que nos criaram mais stress, por exemplo, o querermos estar melhor que os outros. John Nash, na sua Teoria dos Jogos, mostrou-nos que, em muitas situações, podem haver vários equilíbrios e que podemos cair num equilíbrio menos bom.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo, na Holanda, para criar um melhor equilíbrio, os sindicatos negociaram empregos em part-time, para haver mais pessoas a sair às 4h30m e assim dedicarem mais tempo à sua vida social.&lt;br /&gt;Será que estamos a ser irracionais ao ficar em casa, não socializando e, por isso, sendo mais infelizes? Não. Simplesmente fazemos as escolhas com base naquilo que conhecemos da sociedade. É mais difícil encontrar grupos, porque é mais fácil ficar em casa, logo ficando em casa, não se formam grupos e, por isso, somos menos motivados a sair de casa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Será que os governos e os economistas deverão passar a utilizar a felicidade para medir os níveis de satisfação de um país, em vez do PIB?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É preciso ter em consideração três coisas:&lt;br /&gt;1.º Os economistas analisam o PIB real e não o nominal;&lt;br /&gt;2.º Os economistas analisam o PIB per capita;&lt;br /&gt;3.º A longo prazo não consumimos mais do que o que produzimos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É verdade que o PIB é uma medida com grandes problemas. Tudo o que não passa pelo mercado não é contabilizado pelo PIB. Se fizermos um belo jantar em casa, não passa. Mas, se contratarmos uma empregada para o fazer, passa. Qual nos faz mais felizes? Um idoso num lar passa pelo PIB, podendo associar-se maior felicidade a um lar mais caro, mas se estiver em casa com a família, não passa. Onde é que ele é mais feliz? Portanto, o PIB está enviesado quanto às interacções sociais. Por outro lado, o PIB não leva em conta a degradação ambiental e, por ser uma média, não leva em conta a distribuição do rendimento. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Então porquê continuar a utilizar o PIB?&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque é uma medida objectiva. Na felicidade não há comparações objectivas possíveis, porque cada país valoriza coisas diferentes e, assim, teriam de ser criados rankings diferentes consoante os países. Por exemplo, parece que os europeus têm mais tempo livre e valorizam-no mais e são mais avessos à desigualdade. Já os americanos não valorizam tanto isto. Quem é mais feliz?&lt;br /&gt;O PIB pode ser abandonado, mas têm de ser avaliadas outras medidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O “Economist” pegou em sete factores de qualidade de vida, mensuráveis, e com eles criou um ranking, o “World Quality of Life”.&lt;br /&gt;1.º Liberdade Política (?): 26.2%&lt;br /&gt;2.º Saúde (esperança de vida à nascença): 19%&lt;br /&gt;3.º Bem-estar material (PIB per capita): 18.8%&lt;br /&gt;4.º Vida em comunidade (taxas de ida à igreja e de participação em encontros): 12.2%&lt;br /&gt;5.º Relações familiares (taxas de divórcio): 11.3%&lt;br /&gt;6.º Segurança no trabalho (taxa de desemprego): 7.7%&lt;br /&gt;7.º Igualdade dos sexos (rácio de rendimentos f vs m): 4.8%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portugal encontra-se no 19º lugar em qualidade de vida (WQL) e em 31º no PIB.&lt;br /&gt;Por exemplo, a Rússia encontra-se no 105º em WQL e em 55º no PIB.&lt;br /&gt;Os Estados Unidos estão no 13º em WQL e em 2º no PIB.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No ranking do PIB per capita dos países mais ricos estamos abaixo dos vinte primeiros, sendo a nossa posição, em 2005, a 31ª; em 1990, no World Ranking of Hapiness, estávamos em 35º; e, em 2005, no World Ranking of Quality of Life estávamos, como já disse, em 19º.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Conclusão: &lt;/strong&gt;Não somos muito felizes, não somos muito ricos, mas temos uma grande qualidade de vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-869569219075237303?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/s4_uvpxkwow" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/s4_uvpxkwow/conferncias-busca-da-felicidade-na.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">2</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/09/conferncias-busca-da-felicidade-na.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7318761615240253340.post-3883326108009936347</guid><pubDate>Mon, 27 Aug 2007 14:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2008-07-14T10:31:09.849Z</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Perfil</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Imprensa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ricardo Quaresma</category><title>Ricardo Quaresma - Perfil de um Mágico</title><description>&lt;a href="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/RtLk99RS0BI/AAAAAAAAAHk/AfkjmXdIz4E/s1600-h/20051029PortoRicardoQuaresma.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/RtLk99RS0BI/AAAAAAAAAHk/AfkjmXdIz4E/s400/20051029PortoRicardoQuaresma.jpg" border="0" alt=""id="BLOGGER_PHOTO_ID_5103393080834445330" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Mustang”, “Harry Potter” ou Ricardo Quaresma, qualquer um dos nomes serve para identificar este “jogador da bola”, que com apenas 23 anos já fez história no futebol português.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Começou no Sporting Clube de Portugal, onde se estreou na equipa principal com dezoito anos. Estávamos na época 2001/2002 e Laslo Boloni era então o treinador. Foi ele que baptizou Ricardo Quaresma com um nome que reflectia a raça e a rebeldia do jogador, “Mustang”. De simples rebelde a cavalo de raça, a história fez-se no entretanto e começou antes, bem antes, quando ainda andava na Escola Domingos Sávio. António Silva, o primeiro treinador diz que "só queria a bola para ele." Foi depois contratado pelo Sporting, após um “olheiro” o ver a fazer o tipo de passes que, ainda hoje, são a sua imagem de marca. Mais tarde fez sensação na selecção sub-16, a qual ganhou, em 2000, o Europeu em Israel. Mais uma vez houve alguém nas bancadas que o viu e o contratou. Desta vez, para fazer a pré-época no Sporting.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em 2003, o Barcelona viria a pagar seis milhões de euros pela sua transferência. Mas a vida não lhe correu bem pelas terras da Catalunha. Em Maio desse mesmo ano, após 22 jogos, onze dos quais como titular, conflitos com o treinador e uma lesão no pé obrigaram-no a parar durante dois meses e foi então que resolveu voltar a Portugal, sem cumprir o contrato de quatro anos em Espanha. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em terras lusas, juntou-se ao Futebol Clube do Porto, onde joga actualmente com a camisola sete, na posição de extremo direito. Quando entra em jogo, benze-se, e dentro do campo destaca-se pelo seu remate fortíssimo e pela "trivela", um cruzamento com a parte de fora do pé direito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;De si próprio, diz ser alegre, simpático e orgulhoso. Com ascendência cigana, um dos valores que preserva da sua tradição cultural é a dedicação à família. No entanto, após o divórcio dos pais, Ricardo ficou a viver com a mãe, não tendo sido educado dentro da cultura cigana.O irmão é uma das pessoas mais importantes na sua vida. Alfredo foi uma esperança no Sporting, mas nunca chegou a ser uma certeza. Foi ele que impediu Ricardo de deixar o futebol para se dedicar ao hóquei em patins. Na altura tinha dez ou onze anos e praticava no CACO de Campo de Ourique.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Para os críticos, Ricardo é um jogador irregular. Mas será isto mau? Miguel Sousa Tavares, conhecido pela sua devoção ao clube azul e branco diz “pois eu tenho a tese contrária: há grandes jogadores que valem pela sua regularidade e há grandes jogadores, que vivem da inspiração repentina e que, necessariamente, são irregulares”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;João Bonzinho, outro crítico, compara-o a Cristiano Ronaldo. “Cristiano Ronaldo é bem capaz de ser o melhor jogador do mundo neste momento, mas Quaresma é mais «selvagem», mais «puro» enquanto génio. Cristiano é um jogador completo, arrebatador, demolidor; Quaresma é um mágico, um daqueles jogadores capazes ainda de inventar truques com uma bola, de fazerem o impensável de, na subtileza de um simples toque, mudarem o vento do jogo.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Basta fazer uma busca na internet, para se perceber a sua fama. O seu nome aparece referenciado 56 mil vezes só em páginas portuguesas. Luís Figo, por exemplo, aparece apenas 54 mil vezes. Tem vários blogues e páginas não oficiais criadas pelos fãs e, visitando-as, repara-se que é apreciado por adeptos do seu clube, mas não só…&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7318761615240253340-3883326108009936347?l=dezminutosdeconversa.blogspot.com'/&gt;&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/DezMinutosDeConversa/~4/7n_qFFGmE8k" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/DezMinutosDeConversa/~3/7n_qFFGmE8k/ricardo-quaresma-perfil-de-um-mgico.html</link><author>noreply@blogger.com (Inês Branco)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="http://bp1.blogger.com/_ligxamYXiVg/RtLk99RS0BI/AAAAAAAAAHk/AfkjmXdIz4E/s72-c/20051029PortoRicardoQuaresma.jpg" height="72" width="72" /><thr:total xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0">7</thr:total><feedburner:origLink>http://dezminutosdeconversa.blogspot.com/2007/08/ricardo-quaresma-perfil-de-um-mgico.html</feedburner:origLink></item></channel></rss>
