<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852</atom:id><lastBuildDate>Sat, 05 Oct 2024 01:59:05 +0000</lastBuildDate><category>Amigos</category><category>Internet</category><category>Namoro</category><category>Sexo</category><category>Van</category><category>Amigo Oculto</category><category>Chuva</category><category>Dinheiro</category><category>Faculdade</category><category>Loja</category><category>Metrô</category><category>Orkut</category><category>Trabalho</category><category>Ônibus</category><title>Diário da Lady Murphy</title><description>Porque se alguma coisa pode dar errado, dará. &lt;br&gt;&#xa;E da pior maneira, no pior momento e de modo que &lt;br&gt; cause o maior dano e vergonha possível.</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Chris Marques)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>14</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-5844592377114740283</guid><pubDate>Wed, 23 Mar 2011 21:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-23T18:09:22.491-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amigo Oculto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amigos</category><title>Kumbaya my lord...</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ah, o fim de ano! Presentes e lembrancinhas de Natal, shoppings cheios, festinhas de confraternização e, claro, não podem faltar os amigos ocultos.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu, como todos sabem, sou aquela que quer ver todo mundo feliz, sorrindo, dando as mãos e cantanto kumbaya. Por isso, final de ano, para mim, tem que ter amigo oculto. Pelo menos, tinha!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Porém, como Lady Murphy que se preze, os meus amigos ocultos nem sempre são felizes, alegres e kumbayas...&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ano de 2009. Ou melhor, final do ano de 2009. Eu, toda animada, reuni a galera e armei o amigo oculto. Obriguei todo mundo a participar, preencher cadastro no site, guardar segredo e tudo mais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No dia da entrega dos presentes, de quebra, ainda fiz lembrancinhas para todos e fiz lá um peuqeno discurso de quanto amo meus amigos, blábláblá. Os presentes começaram a serem trocados e eu, que nem criança, só vendo os coleguinhas recebendo coisas muito legais (um disco do George Michael, um pato que dança, uma tulipa cheia de balas entre outras coisas) e eu só na expectativa. Então, lá pelo meio da brincadeira, recebemos um telefonema de uma de nossas amigas dizendo que estava mega atrasada, que tinha acontecido um monte de coisas e que o presente não estava com ela. Ou seja, alguém sairia de lá com as mãos abanando. Adivinha quem foi? Pois é!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas essa história acabou tendo um final feliz, pois, meses depois, o presente foi resgatado e entregue.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas como Murphy que é Murphy não pode ter final feliz, em 2010 rolou outro amigo oculto. Dessa vez virtual, com gente de vários lugares do Brasil. Sorteio feito, presente enviado e... bem, dizem que saber esperar é uma virtude...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXfE9FkKnaFiUkbe1P65SzAlkY8T5YCEZTuMjRYDMc7se8oXaEpSrkB8PelpzhtUnNNwBUzg6sn_62a_WwgeFJRmPjJuxkHCJSoMrftP_GEoN2NHEECVag4CZgdmYcwv2cxxzB_5Hz4uaq/s1600/foto.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXfE9FkKnaFiUkbe1P65SzAlkY8T5YCEZTuMjRYDMc7se8oXaEpSrkB8PelpzhtUnNNwBUzg6sn_62a_WwgeFJRmPjJuxkHCJSoMrftP_GEoN2NHEECVag4CZgdmYcwv2cxxzB_5Hz4uaq/s320/foto.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: center;&quot;&gt;&amp;nbsp;&lt;i&gt;Taí a prova de que recebi meu presente!&lt;/i&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2011/03/kumbaya-my-lord.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhXfE9FkKnaFiUkbe1P65SzAlkY8T5YCEZTuMjRYDMc7se8oXaEpSrkB8PelpzhtUnNNwBUzg6sn_62a_WwgeFJRmPjJuxkHCJSoMrftP_GEoN2NHEECVag4CZgdmYcwv2cxxzB_5Hz4uaq/s72-c/foto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-8262831403654583212</guid><pubDate>Mon, 29 Nov 2010 19:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-11-29T17:19:11.739-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dinheiro</category><title>Pobre tem mais é que se ferrar!</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pobre tem mais é que se ferrar. E o dia de hoje só veio reforçar essa máxima.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como todo mundo sabe, entre as minhas (poucas) habilidades está a de fazer artesanato, que vendo para &quot;complementar a renda&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pois bem. Preciso comprar alguns materiais que estão me faltando. Como não tenho um centavo no banco, resolvi que iria colocar as despesas da lojinha de artesanato no cartão, que, como havia checado semana passada, tinha uma merreca de limite. Tinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Acordei cedo, tomei banho, me arrumei e saí. Por alguma razão, decidi passar no banco &quot;só para conformar o valor que poderia gastar&quot;. Qual não foi a minha surpresa quando, ao puxar o extrato, vejo que não tenho nada de limite. ZERO. Sendo que eu não tinha comprado nada esse mês. Quase caí para trás, mas, fazendo as contas, vi que, abusivamente, o banco estava certo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem dinheiro, sem cartão, precisando comprar coisas, insisti na empreitada e tentei pedir aqueles famosos empréstimos em lojas de departamentos. Na primeira, fui negada. Na segunda, fui aceita, a loja estava vazia, sem filas, MAS, o infeliz do cartão não passou na máquina nem por decreto. Valeu aí, Murphy! Pobre tem mais é que se ferrar mesmo!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda assim, insisti em ir nas lojas, para dar uma olhadinha nas coisas que precisava e, para completar minha alegria, não encontrei nada em nenhuma delas!!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sem dinheiro, sem cartão, negada, trollada pelo cartão da loja, com calor e com fome, fui trabalhar. Após mais de 40 minutos no ponto esperando o ônibus, atrasada, o único que serve para mim passou. O motorista me viu, deu um sorrisinho e passou direto. É. Nesse momento tove que apelar para o meu pai. Pelo menos não cheguei atrasada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas ainda não acabou!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chegando no trabalho descubro que a prova de um concurso para o qual me inscrevi será nesse domingo. Justo nesse domingo, que coincide com um compromisso que não posso faltar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o dia ainda não acabou...&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2010/11/pobre-tem-mais-e-que-se-ferrar.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-4950931631896130961</guid><pubDate>Sun, 07 Mar 2010 01:42:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-03-06T22:47:22.279-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Chuva</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Loja</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ônibus</category><title>Chuva, shopping e uma loja que falha muito na vida</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Todo mundo viu o dilúvio que caiu sobre o Rio de Janeiro hoje, né? Pois bem, minha história começa junto com a chuva.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Saí do trabalho às 17:50, dez minutos mais cedo, pois vi que o tempo não estava lá essas coisas e tinha marcado com meu pai de encontrar com ele no shopping para que eu pudesse comprar uma multifuncional no cartão dele.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando botei o pé na rua, vi a enorme nuvem preta, que pairava sobre a minha cabeça ,e comecei a apertar o passo, na esperança de pegar o ônibus antes do temporal. Conforme fui andando, senti os pingos aumentando, mas nada preocupante. Abri a bolsa e peguei meu guarda-chuva (sim, porque sou uma menina prevenida e tenho sempre um guarda-chuva comigo - e dois em dias chuvosos). Dei sorte e peguei o ônibus antes do temporal.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E foi a conta. Assim que me acomodei, o mundo desabou. Mas estava dentro do ônibus, então nem liguei. Peguei meu mp3 e fui ouvir música para relaxar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O trânsito estava lento, mas fluindo. Até que percebi que, em determunado ponto, o ônibus estava parado por muito tempo. E não tinha nenhum carro na frente dele. Foi então que eu percebi o que se passava: estávamos alagados, com água quase entrando no ônibus e o motorista disse que não ia seguir viagem porque o &quot;carro&quot; era novo e a empresa não ia gostar de vê-lo destruído na enchente. &quot;Ótimo!&quot;, pensei. Meu pai me ligando&amp;nbsp; para dizer que já estava no shopping, eu sem poder fazer muita coisa. Mas estava calma, esperando o motorista arrumar uma solução.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu disse que estava calma? Pois é, eu estava. Até que um senhor começou a gritar que era para a gente sair dali o quanto antes, pois os pivetes iam descer o morro, assaltar todo mundo, trazer armas e nos matar. Quando ele disse da primeira vez, achei graça, mas ele estava muito certo de suas palavras e eu comecei a ficar com medo.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com muito custo convencemos o motorista a dar a ré e passamos para um outro ônibus que pegou um &quot;desvio&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas ainda não acabou.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No meio do caminho &quot;alternativo&quot; entrou um cara (aliás, entrou um monte de gente) e quando o motorista entrou em uma rua para &quot;fazer a volta&quot; e retomar o itinerário original, o tal cara começou a dar um ataque, xingando o motorista, dizendo que ele era &quot;obrigado&quot; a levá-lo no ponto em que ele queria saltar (detalhe: ele pegou o ônibus fora do caminho de costume). Após uma discussão, o cara foi levado ao seu ponto de estimação e eu cheguei ao shopping depois de quase duas horas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas ainda não acabou.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fui toda feliz até a Casa &amp;amp; Video comprar a multifuncional (tudo por causa do maldito scanner). Após quase bater no vendedor lerdo que não soube me informar se o cabo USB que eles vendiam na loja servia para o aparelho (o que seria facilmente verificado abrindo a embalagem), fui até o caixa pagar e... o cartão do meu pai não era aceito na loja! Como assim, Bial? Eu vi na internet que as lojas aceitavam o tal cartão. Não satisfeita, mandei meu pai ir até a loja durante a semana e levar o papel que imprimi do site para ter certeza de que o cartão era aceito. E ELES DISSERAM QUE ERA!!!! E a hora de pagar... nada! A Casa &amp;amp; Video falha muito na vida. Muito.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Soltei os bichos lá na loja (coisa que nunca faço, quem me conhece sabe que eu sou bem calma e passiva - ui!) mas não teve jeito. Larguei a porcaria do scanner lá e vim embora com a certeza de que a Lady Murphy sou eu!&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2010/03/chuva-shopping-e-uma-loja-que-falha.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-6613184402021137552</guid><pubDate>Fri, 05 Mar 2010 23:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2011-03-23T18:13:27.178-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Namoro</category><title>Pequeno, nerd e japonês</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu nunca fui muito fã de japoneses. Digo, nada contra os japoneses em geral, mas nunca me senti atraída por um. Ou seja, japoneses não fazem meu tipo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas um dia, lá pelos idos de dois mil e pouco, conheci um japa aluno de japonês (?!) de uma amiga minha (maior de idade, que fique claro). A princípio, não sabia que ele era aluno dessa minha amiga. Por alguma razão, ele foi parar no meu MSN e a gente ficou batendo papo por um tempo, até ele dizer que estudava japonês no lugar tal, com a professora tal e eu fiquei com aquela cara de WTF.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu não sei, mas, pelas conversas comecei a achar o japinha muito fofo. Peguei a &quot;ficha&quot; dele com ela, que me confirmou que ele era mesmo um garoto muito fofo. Conversa vai, conversa vem, decidi que queria aquele japa para mim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em uma ocasião iria rolar um festival de &quot;sei-lá-o-que&quot; japonês lá no curso em que ele tinha aulas. E aí rolou o convite para que eu fosse assistir sua apresentação de taiko na festa. &quot;Taí uma boa oportunidade&quot;, pensei. E me preparei para causar uma boa impressão. Roupa mais ou menos, maquiagem, sorriso no rosto, essas coisas que meninas idiotas fazem quando querem chamar a atenção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E lá fui eu para a festa. Quando conheci o japa pessoalmente, pude comprovar o que já imaginava: ele era um fofo! Simpático, gentleman, um mini nerd que dava vontade de colocar num potinho. Porém, eu não contava com uma coisa: a melhor amiga dele. Quer dizer, contar eu contava.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pausa para explicar essa história.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eu havia sido alertada que ele tinha uma melhor amiga por quem era apaixonado. E a garota, por sua vez, não lhe dava a menor bola, o desprezava, saía com outros meninos e contva para ele. Essas coisas que meninas más que sabem que tem o cara na palma da mão fazem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E o coitado lá, todo apaixonado. E ela lá, zoando dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só que ela não contava com uma coisa: a menina do MSN que estava afim do cara que ela pensava ter na mão. E por quem, no fundo, também tinha uma quedinha.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Voltando ao dia da festa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando a menina me viu, me olhou &quot;with lasers&quot; (eu quase posso jurar que ela realmente soltava raios de luz pelos olhos). E eu olhei para ela com aquele olhar de &quot;então é você que faz pouco do meu japa...&quot;. Trocamos olhares por uns instantes e fomos apresentadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o resto da noite eu pude perceber que ela meio que se desesperou. Talvez o fato de não ter desgrudado do lado do japa tenha sido uma dica, mas o jeito que ela olhava para ele, o jeito que ela falava com ele era... bem parecido com o jeito que eu olhava para ele, o jeito que eu falava com ele. Conversamos pouco e combinamos de marcar alguma coisa pelo MSN.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dias depois veio a confirmação: a menina se declarou para ele. E eles viveram um bonito romance por alguns anos. Soube que eles terminaram, mas não mantive mais contato com ele, pois ela o proibiu de falar comigo quando o namoro foi oficializado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É Murpy, mais um ponto para você!&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2010/03/pequeno-nerd-e-japones.html</link><author>noreply@blogger.com (Lady Murphy)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-773323375106665009</guid><pubDate>Thu, 18 Feb 2010 22:18:00 +0000</pubDate><atom:updated>2010-02-18T20:18:34.091-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Amigos</category><title>Lady Murphy é loira (ou Verônica Costa me persegue)</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O fato de se encontrar a Verônica Costa na rua pode ser considerado como obra da Lady Murphy? Bem, levando-se em conta que eu preferia mil vezes esbarrar com o Pierce Brosnan ou o Jude Law (e posso citar mais uns vinte tranquilamente) em vez da Mãe Loira, definitivamente, sim!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Então vamos à minha história triste. E verdadeira:&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ano de 1997 (ou 98, o que não faz a menor diferença).&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estava eu andando tranquilamente pela CD Expo com uma amiga, toda vestida de preto, batom escuro, lápis de olho, bem ao estilo Heavy Metal que eu fazia na época.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;De repente, só vejo luzes, holofotes, câmeras microfones e, como uma assombração, a Verônica Costa surgir na minha frente e me dar dois beijinhos. Demorei uns instantes para entender o que se passava, ela dizendo: &quot;Oi, tudo bem? Como vocês estão bonitas, cheirosas...&quot;. E eu com aquela cara de &quot;WTF?&quot;, sem saber muito bem o que fazer. Alguns segundos depois, ela estava indo abordar outro &quot;fã&quot; no meio da feira para, quando seu programa fosse ao ar, mostrarem o quanto ela era querida e assediada.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Triste, não? Então senta que tem mais.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ano de dois mil e alguma coisa.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estava eu andando tranquilamente pelo Saara, no Centro do RJ, quando vejo uma pequena multidão. Música, bandinha, câmeras etc.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes que eu pudesse perceber o que se passava, como uma assombração, surge a Mãe Loira na minha frente, me dando dois beijinhos e dizendo: &quot;Oi, tudo bem? Eu sou candidata a blábláblá, esse aqui é meu número, vota em mim dia tal...&quot;. E, mais uma vez, eu lá, com a cara de &quot;WTF?&quot;, pensando &quot;DE NOVO???&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Bem, só de raiva não votei nela. Que mania de ficar me abordando assim no meio da rua!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E você pensa que acabou? Nada disso! Dona Murphy sabe como se divertir às nossas custas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ano de 2008.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estava eu, atrasada, me arrumando correndo para ir para o trabalho, quando chego na vila e escuto uma musiquinha chata de campanha política. Não consegui identificar o nome do candidato (o que não faria a menor diferença), mas pensei: &quot;Vou esperar mais um pouco, até esse povo passar pela porta. Aí eu saio atrás deles, atravesso a rua e fica tudo certo. Para quem já está atrasada, mais dez minutos não vão fazer diferença&quot;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois bem, esperei o movimento passar pelo portão e fui, toda feliz e tranquila.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando chego no portão, com um pé na rua, eis que surge, como uma assombração, de trás do muro da vila vizinha, a praticamente minha BFF, Verônica Costa!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&quot;Oi, tudo bem? Eu estou apoiando o candidato fulano. Toma aqui o papel com o número dele. Dá uma forcinha lá no dia da eleição&quot;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Faltou pouco, muito pouco, para eu soltar um sonoro &quot;NÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃÃOOOOOOOOOOOOOOOOO!!!!!!!!!!!!!!!!&quot;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguém ainda tem alguma dúvida de que a Lady Murphy é uma funkeira loira?&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2010/02/lady-murphy-e-loira-ou-veronica-costa.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-8575193815394610662</guid><pubDate>Sat, 14 Nov 2009 02:22:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-11-14T00:24:03.634-02:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Metrô</category><title>Aventuras de uma claustrofóbica no metrô</title><description>&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Eu sou uma pessoa medrosa. Sempre fui.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Mas tem coisas que dá para a gente relevar, como não gostar de lugares ao ar livre. É incômodo ficar num quiosque ou barzinho do lado de fora, mas eu posso conviver com isso e não deixo de sair na rua, por exemlpo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Agora, tem medos (ou fobias, chame como quiser) que simplesmente não dá. Surto legal quando vejo uma lagartixa ou um sapo. E quando eu digo &quot;surto legal&quot;, digo que choro que nem criança, fico tremendo, perna bamba e coisas do tipo.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Na mesma categoria dos sapos e lagartixas estão tempestades (mais precisamente quando &quot;escurece&quot; durante o dia, não a chuva propriamente dita) e lugares fechados, entre outros.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Pois bem. Hoje fui ao Festival Internacional de TV, lá no SESC do Flamengo (vou postar algo mais específico sobre o evento, que tinha como tema &quot;séries de TV&quot; em outro post - ou em outro blog, a definir). Quem conhece o local, sabe que é em frente à estação do metrô, então, não pensei duas vezes antes de usá-lo para chegar (além do mais, não tem engarrafamento, chegaria mais rápido).&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Porém, me esqueci completamente de alguns detalhes:&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;1- O horário&lt;br /&gt;2- Antes de chegar no Flamengo, o metrô passa na Central&lt;br /&gt;3- Sou clastrofóbica&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Já dá para imaginar o que aconteceu, né? Fui, toda feliz, às 8h da manhã, pegar o metrô para chegar às 9h na abertura do evento. Quando entrei, o metrô não estava muito vazio, mas dava para ficar e respirar. Então, chegou no Estácio e entrou mais gente do que deveria. Eu fiquei calma, pois, na minha cabeça louca, a tendência era esvaziar na Central. Ledo engano. A minha sorte foi que comentei sobre isso com uma passageira aleatória que me respondeu: &quot;esvaziar? rá! vai nessa... você se ajeita aí porque senão vai ser prensada no ferro&quot;. Pronto! Foi o que bastou para me dar conta que estava dentro de uma lata de sardinha, já meio apertada e que mais gente iria entrar ali. Muito mais gente, por sinal.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Na hora me faltou o ar e perguntei: &quot;qual o lado que desce?&quot;, para já ir me aproximando da porta (ou pelo menos tentando). A moça me disse: &quot;você não anda de metrô não, né? você simplesmente não vai conseguir descer. e, se não se segurar, vai ser esmagada&quot;. &quot;Fudeu&quot;, eu pensei, mas pedi que me dessem passagem.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Quando o metrô parou na Estação da Central, tive uma clara visão do inferno. Só vi uma onda vindo em direção ao meu vagão e tive que começar a luta. Fechei os punhos (porque pedir licença não ia adiantar) e tirei vantagem do meu tamanho. Bem, pelo menos tentei. Foram momentos de luta corporal intensa - eu contra a multidão (agora sei como os peixes da piracema se sentem). E, por muito pouco, minha bolsa não ficou lá dentro.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Já em terra firme, tremendo que nem vara verde, pude constatar que escolhi o pior meio de transporte, no pior horário, para tentar chegar no Flamengo. Ali eu tinha duas opções: sair da estação, tentar pegar um ônibus e, junto com ele, um engarrafamento do caramba ou esperar um trem vazio passar e chegar mega atrasada. Escolhi a segunda opção.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Nove &quot;trens&quot; depois, consegui embarcar em um menos cheio e chegar &quot;apenas&quot; 45min atrasada. Bem, levando em conta que o evento só começou às 10:30, meu atraso nem foi tão grande assim.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;Mas ainda não acabou!&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Já que eu fui, tive que voltar, certo? Para minha &quot;alegria&quot;, o evento acabou às 19h de uma sexta feira 13, dia de jogo do Vasco. Pensei em ficar fazendo hora pelo Flamengo, até dar uma hora razoável para voltar para casa sem passar pelo mesmo perrengue da manhã. Porém, não conheço absolutamente nada por ali e imaginei que, sendo quase 20h, o metrô fosse estar menos cheio.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Ledo engano #2.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Cheguei na estação e o primeiro metrô passou. Muito cheio. Se já estava cheio no Flamengo, imagina quando chegasse nas estações do Centro!&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Resolvi sentar e esperar.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Uma hora e dez minutos depois consegui levantar e embarcar. Mas já estava traumatizada que quando chegou na Estação Carioca, vi a multidão que se formava para entrar no trem e gelei. &quot;De novo não!&quot;, pensei. Desci pelo outro lado, dei a volta e sentei. Quarenta e cinco minutos depois consegui embarcar e menos de trinta minutos depois já estava em casa.&lt;/div&gt;&lt;div align=&quot;justify&quot;&gt;&lt;br /&gt;Ainda não consigo entender como tem gente que simplesmente não se importa em se apertar junto com um monte de estranhos. E não no bom sentido...&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/11/aventuras-de-uma-claustrofobica-no.html</link><author>noreply@blogger.com (Lady Murphy)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-1703793767029517029</guid><pubDate>Fri, 25 Sep 2009 22:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-25T19:28:37.344-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sexo</category><title>Antes só...</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Já comentei aqui sobre os fins de relacionamentos e seus respectivos prejuízos. Mas hoje decidi relembrar um relacionamento que foi fail desde o início.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Eu tinha acabado de sair de um namoro longo e estava, para dizer a verdade, aliviada (mas isso é uma outra história). Então um colega de trabalho, num de meus momentos de &quot;mimimi&quot; me vira e diz: &quot;Você tem que arrumar um cara que te valorize, que te respeite, que goste de você. Alguém assim... como eu&quot;. Eu teria iniciado um novo namoro ali mesmo se a frase tivesse sido dita por qualquer outro cara. Mas, sei lá, eu não me sentia &quot;a coisa&quot; por ele e, além disso, ele era MUITO mais baixo que eu e feio. Os dois últimos adjetivos poderiam facilmente ser relevados, mas somados ao primeiro fator, teriam acabado completamente com as chances do indivíduo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Teriam. Porque eu estava, após muito tempo, swm namorado, e achando que nunca mais conseguiria arrumar um cara para pendurar no pescoço. E decidi entrar na empreitada.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O primeiro beijo saiu depois de muitas tentativas. Eu sempre ia &quot;quase lá&quot; e começava a rir, pois não tinha coragem de beijar um cara que não me atraía at all. Depois de um tempo de convivência, percebi duas coisas: já estava na hora de dar o segundo passo e, se sua &quot;ferramenta&quot; fosse tão grande quanto seu ego, eu iria me dar muito bem.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Ok, imaginem o House. Agora, imaginem o House feio, pobre e na  faculdade - era com ele que eu namorava.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois bem. Decidimos que tal dia, tal hora, iríamos ao motel da escolha dele dar o segundo passo na relação. Na véspera eu, por alguma razão, resolvi relembrá-lo - e ele tinha esquecido!!!! Mas disse que irira cumprir a missão, sem problemas.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;No dia e hora marcados estávamos lá, e ele me levou ao tal motel de sua escolha. Quando chegamos na porta, eu quase voltei na mesma hora. Era o segundo pior motel que eu já tinha visto na vida. Depois de um pouco de insistência, acabei entrando.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes tivesse decidido ir para casa e nunca mais sair com ele de novo.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Enquanto ele tomava banho, fiquei na cama lendo &quot;Goldfinger&quot;, livro que estava me acompanhando na época. Então ele voltou e nós começamos a &quot;ação&quot;. E aí a coisa chegou ao cúmulo do fail: quando ele finalmente tirou a cueca, resolvi dar uma espiadinha e, juro, meu primeiro pensamento, foi &quot;ué, ele não tem pinto?&quot;. Mas ao mesmo tempo, pensei: &quot;se ele não tivesse, não teria vindo até aqui&quot;. E botei a culpa no meu ângulo de visão. Até que mudei de lugar e... bem, eu estava QUASE certa. Não que eu tivese visto muitos pintos na vida, mas aquele, com certeza, era o menor de todos! Me ensinartam que tamanho não é documento e eu ia tirar a prova naquele momento. Bem, ia. Além de ter percebido que o tamanho da ferramenta era inversamente proporcinal ao tamanho do ego, vi que ela, bem, não se mantinha. Usei todas as minhas habilidades e nada! Aí ele disse que deixasse com ele (e eu quase peguei o livro para dar continuidade à leitura - e era o que eu deveria ter feito). Enquanto ele &quot;dava um jeito&quot;, me cobri, liguei a TV e acabei me distraindo. E em um certo momento, fui ver o que se passava embaixo do lençol. Antes tivesse continuado a assistir o programa na TV, pois o cara estava lá embaixo da &quot;cabaninha&quot; todo suado, tentando que nem um louco fazer a coisa funcionar com a cara mais engraçada que eu já vi.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nesse momento eu falei: &quot;Desiste. Vamos bater um papo que a gente ganha mais&quot;. E assim fizemos. Não ganhei mais, mas o poupei de mais vergonha alheia.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E se você pensa que não poderia ficar pior, te digo uma coisa: esse não foi o &quot;encontro&quot; mais fail de todos, pois decidimos tentar uma segunda vez.&lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mas isso fica para outro post. &lt;br /&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/antes-so.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-2211874044336845446</guid><pubDate>Mon, 14 Sep 2009 01:25:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-13T22:25:19.392-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Internet</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Orkut</category><title>Mancadas internéticas</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além da forma tradicional de se dar um fora, na frente de todo mundo, ao vivo, existe uma outra forma, talvez pior, de fazer alguma coisa que merece um &quot;facepalm&quot;: via internet. Vou contar duas rapidinhas que aconteceram comigo na comunidade House md no Orkut e que foram muito fail.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tópico de encontros do Rio de Janeiro. Para quem não participa da comunidade, funciona assim: a gente define um dia, um horário e um local e os interessados aparecem. Eu mesma já fiz muitas amizades de verdade por lá. Enfim, estávamos marcando um encontro para um dia tal e muitos novatos estavam querendo ir, mas sempre com a desculpa de &quot;não conheço ninguém&quot; ou &quot;como vou saber que são vocês?&quot;. Foi aí que uma das meninas que, na época, tinha acabado de conhecer, teva a idéia de me eleger como o &quot;celular oficial do encontro&quot;, uma vez que o verdadeiro havia mudado para outro estado. Aí eu abro o tópico e lá está o recado, mais ou menos assim: &quot;quem quiser um contato, está aí o telefone da Chris (e o número)&quot; seguido de um &quot;passo mesmo&quot;. Imagina a minha cara quando vi aquilo. Na mesma hora entrei no msn, no chat do pessoal, perguntando se tinha algum moderador na conversa, pois meu telefone havia sido divulgado assim, sem mais nem menos. E ainda emendei: &quot;que maluca, como ela divulga os telefones alheios assim?&quot; e outras coisas do tipo, que nem me lembro mais.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não passou nem um minuto, vejo uma janelinha subindo: &quot;Chris, desculpe, não sabia que não podia divulgar seu telefone...&quot;.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Imaginem a minha cara de sem graça. Se eu a tivesse visto online, pediria em particular para que ela apagasse a postagem.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Mais recentemente, no tópico de umas fotos de bastidores, postei a seguinte pergunta, pois não saber do lugar onde as fotos haviam sido tiradas: &quot;Alguma dica de onde fica o paraíso?&quot; (o lugar é realmente bonito).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Alguns minutos depois, minha pergunta é copiada e respondida da seguinte forma: &quot;no espisódio 7&quot;. Eu olhei e pensei: &quot;Tá de sacanagem, né?&quot;. Postei uma resposta cínica e fui desabafar no Twitter, dizendo que não tinha paciência com pessoas que não lêem as coisas direito (coisa que mais tem na comunidade).&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois minutos depois veio a resposta via Twitter mesmo: &quot;eu quis dizer que o episódio 7 vai ser muito bom. *-* ou seja, vamos ficar no paraíso. sorry, não quis te deixar irritada&quot;.&amp;nbsp; Muito fail da minha parte. Eu não reconheci de quem era a postagem - e era de uma menina do fandom. &lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O problema é que eu não ligo o nome a pessoa quando ela tem diferentes nicks em diferentes redes sociais. Aí eu sempre dou um fora e passo por fresca.&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/mancadas-interneticas.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-7969260852572516467</guid><pubDate>Fri, 11 Sep 2009 22:05:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-11T19:11:57.530-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Faculdade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Van</category><title>Calor, van e blitz</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Era dia da minha comunicação em um evento sobre Idade Média na faculdade. Eu, por mais que saiba o assunto de trás para frente e de frente para trás, sempre fico tensa quando tenho que falar em público. Mas sempre me inscrevia nesses eventos, que são sempre muito interessantes. Só que chegar no Fundão é sempre uma odisséia. E nesse dia, para completar, tive que me arrumar, pois, afinal, estaria do outro lado, com todo mundo me olhando enquanto falo sobre teatro medieval. E isso não combina muito com calça jeans surrada e tênis velho. Para não estragar muito a &quot;produção&quot; e fugir do enorme calor que estava fazendo naquela manhã, peguei um ônibus de ar condicionado e optei por uma van em lugar do infame 485, que está sempre lotado e quente. Na falta do dinheiro para o taxi, era o melhor que eu poderia fazer.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Antes tivesse ido apertada para a faculdade.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois bem, peguei a van toda feliz porque ia chegar na hora e mais ou menos fresquinha e fui relendo meus papéis. Ao chegar na entrada da Cidade Universitária, alguém liga para o motorista da van e avisa que está tendo blitz lá dentro. O que ele faz? Para exatamente onde estava, lugar também conhecido como meio do nada, e manda todo mundo descer, pois ele ia voltar dali mesmo. E todo mundo &quot;Como assim? Aqui não para ônibus e, pelo jeito, não vai passar nenhuma van também!&quot;. Claro que o cara não deu a mínima e pôs todo mundo para fora (e ainda queria que a gente pagasse a passagem)!!! Olhamos uns para as caras dos outros e pensamos: &quot;E agora?&quot;. Nessas horas não há muito o que fazer, ou você senta e chora ou tem uma idéia brilhante.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E foi aí que uma das meninas disse que, se nós seguíssemos por um caminho tal, iríamos sair no prédio tal onde passava ônibus. Na falta de opção melhor, lá fomos nós. Um sol do caramba, eu de sandália de salto, no meio do nada e em cima da hora da minha apresentação.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Quando chegamos no prédio tal, vi que era relativamente perto do da Letras e resolvi ir andando. Afinal, eu já estava toda detonada mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nem precisa dizer o estado em que eu cheguei lá! Suada, com sede, com calor e muito mais tensa do que de costume. O que era tudo o que eu NÃO queria naquele dia.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A apresentação transcorreu sem maiores problemas, mas o que eu aprendi naquele dia foi que não adianta você querer tentar aliviar seu lado, Lady Murphy está de olho. E ela é cruel.&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/calor-van-e-blitz.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-5192707816812703005</guid><pubDate>Thu, 10 Sep 2009 02:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-16T20:10:55.301-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Sexo</category><title>Uma merda de encontro</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Essa história (verídica, que fique claro) não aconteceu comigo, graças a Deus. Veio por uma amiga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Trabalho novo, gente nova. Esse foi o pensamento dela ao começar no novo emprego. Sua felicidade foi completa quando o novo médico chegou. Parecia aqueles médicos de séries, praticamente um George Clooney em seus tempos de ER. Muito discreto, ele não ficava de muita intimidade com as secretárias e isso só aumentou o frisson entre elas quando nossa amiga finalmente conseguiu marcar um encontro com o médico bonitão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dia D foi eufórico, cada uma tinha um palpite sobra a roupa, sapato, maquiagem e até a lingerie que ela deveria usar. Produção impecável, ela partiu para o apartamento dele, onde teriam um jantar seguido de uma noite romântica (ou de sexo, como ele preferisse).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tudo parecia muito bem, bom demais para ser verdade. O jantar estava ótimo, o papo, idem. Tanto que, conversa vai, conversa vem, pintou um clima e os dois foram para o quarto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E foi aí que a coisa começou a desandar. Literalmente. Os dois nus, o clima mais doque quente, quando de repente... veio aquela cólica de fazer suar frio. Ela precisava ir ao banheiro desesperadamente, e pediu licença ao parceiro, antes que algum &quot;acidente&quot; acontecesse. Quando ela tentou sair da cama para ver o que podia fazer, ele disse que estava tudo bem e a segurou. Ela disse que não estava nada bem e que precisava realmente sair dali. E ele a segurando e dizendo que estava tudo bem. E a cólica aumentando. E ele a segurando. Barulhos na barriga. E ele a segurando. A tensão só aumentava. Afinal, como uma dor de barriga dessas poderia acontecer justamente no primeiro encontro com o cara mais gato que ela conhecia?&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se aguentando mais, e com o cara parecendo não entender a gravidade da situação, ela acabou fazendo ali mesmo, na cama dele. E quando eu digo fazendo, digo fazendo muito. E mole. Muito cocô mole. Não preciso nem dizer que ela queria que um buraco se abrisse sob seus pés para que ela sumisse e nunca mais aparecesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E quando a coisa parecia não ter mais como piorar, Lady Murphy mostra sua face e a coisa e piora. E muito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vendo aquilo tudo, o cara simplesmente começou a gemer. Não de nojo, mas de prazer. Quanto mais ela cagava, mais ele ficava excitado. Para completar, ele ia passando, literalmente, a merda toda em si e nela, como quem passa aqueles óleos aromáticos que aumentam o tesão, que são vendidos em sex shop. Só que o aroma era dos piores.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ela estava envergonhada e confusa, achando aquilo tudo muito estranho. Sua maior preocupação era sair dali o quanto antes, mas o cara estava tendo seu sexo intenso e gozou loucamente. E aí ela se deu conta do que acabarade acontecer: ele tinha um fetiche muito estranho e colocou alguma coisa na comida dela para que ela o satisfizesse.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando tudo acabou, ela foi para casa o mais rápido que pôde. No trabalho, todas esperavam ansiosamente pelo retorno da sortuda que saiu com o Dr. Ross. Um dia, dois, três e nada! Uma semana depois ela chega, arrasada, dizendo que não queria fazer nenhum comentário a respeito da noite que tivera com o médico. Mas de nada adiantou, tamanha pressão que as amigas fizeram. E o médico mais gato do lugar virou alvo das piores piadas entre as secretárias. Tenso, muito tenso.&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/uma-merda-de-encontro.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-6745023222585052654</guid><pubDate>Wed, 09 Sep 2009 17:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-09T14:22:06.359-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Namoro</category><title>Fins de namoros e seus (ou melhor, meus) prejuízos</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estive pensando nessas coisas de ficar sozinha, de ter alguém só por ter e, meio que por acaso, me lembrei dos meus (poucos, quase inexistentes) fins de namoro - e dos prejuízos que eles me deram.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Meu primeiro namorado - quatro anos de alegrias (not) e descobertas. Ele, roqueiro. Eu idem. Aí já viu, né? Empresta CD dali, fita (pq não rolava DVD) daqui. Tudo muito bem, tudo muito bom. Até que acabou o sentimento e a vontade de &quot;voar livre&quot; começou a falar mais alto. Resultado: vários CDs da minha coleção do Bon Jovi, do Aerosmith etc e várisa fitas se perderam para sempre. Tá, eu vendi as coisas que ele esqueceu comigo para um sebo, mas não deu para cobrir nem a metade!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois conheci meu segundo namorado - seis meses de &quot;não sou feliz mas tenho marido&quot;. Eu não gostava dele, mas ele gostava de mim e, bem, já que eu não estava fazendo nada... Até que ele percebeu a situação e resolveu acabar com a palhaçada. Resultado: R$60,00 da conta do motel que foi paga com o meu cartão de crédito e que, além de não ter sido nem um pouco aproveitado, venceu no mês seguinte ao término e vários livros que eu nunca mais verei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E então partimos para meu último relacionamento - dois meses de &quot;por favor, tome uma atitude antes que eu me estresse&quot;. Esse meio que não conta, pois foi tão curtinho e eu nem aproveitei direito. Aliás, não aproveitei nada! Mas, enfim, meu preju foi de R$20,00 do taxi que a gente rachou e que eu acabei pagando sozinha, o famoso &quot;depois a gente acerta&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E aí eu me pergunto: será que vale a pena tanto prejuízo ou é melhor ficar mesmo sozinha? &lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/fins-de-namoros-e-seus-ou-melhor-meus.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-2065879465418967204</guid><pubDate>Tue, 08 Sep 2009 22:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-08T19:21:22.841-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Trabalho</category><title>A entrevista e o celular descarregado</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Lady Murphy que se preze está sempre em busca de emprego. E, quando consegue a vaga, é depois de muito &quot;suor&quot;. Essa história aconteceu quando eu recebi uma ligação a respeito de uma vaga para a qual tinha me candidatado.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Estava no estágio, quando vi que havia uma ligação perdida no meu celular, de um número privado. Deixei o celular na mesa, para ver se a pessoa me retornava, e percebi que a bateria estava fraca, mas pensei que pudesse durar até o fim de uma conversa breve. Quando o telefone tocou, vi que era a respeito de da tal vaga de emprego. A pessoa me perguntando se ainda havia interesse etc, e eu, tensa, ouvindo o barulhinho que o celular faz quando a bateria está nas últimas. E a cada &quot;pin&quot; eu ficava mais apavorada, com medo de perder a vaga.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Pois bem, quando a pessoa me disse &quot;você pode anotar o endereço?&quot;, o telefone ficou mudo! NÃO!!!! A bateria tinha acabado e eu sem saber para onde deveria ir no dia seguinte!!!&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Nem conversei. Saí que nem uma doida até o setor ao lado berrando e perguntando quem teria uma cerregador para me emprestar. Ninguém tinha. &quot;Um celular de chip, pelo menos? Alguém tem?&quot;. Uma amiga me emprestou o celular dela, mas eu não sabia tirar o chip. Reslvido esse problema, descobri que nossos telefones eram de operadoras diferentes e que não ia dar para atender. Mais uma vez voltei desesperada dizendo que precisava de um celular desbloqueado ou, pelo menos, da mesma operadora.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Com muito custo, consegui um celular antigo e sem tampa, mas que estava carregado, e, por sorte, a pessoa me ligou e eu pude fazer a entrevista.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Não consegui a vaga, mas uma história divertida para contar.&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/entrevista-e-o-celular-descarregado.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-6025344304848063259</guid><pubDate>Tue, 08 Sep 2009 21:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-08T20:22:54.535-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Van</category><title>Auto explicativa</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Comentando com uma amiga da idéia do blog, ela me enviou uma história que aconteceu com ela uma vez. Bem, o desenho é auto explicativo:&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSYi4BwxmSA5dtUysKwcsww6OXzFIixwhXbQOXshQpVvV49mZApPAmAQRhO0L6eW_4k4ZUmm3faBNSQ68aVe59gWcKQsr-gRIeCIgp_sljbd_hFcFFRruf7MYxXB2P0Ypi5r7NnSX3zueW/s1600-h/van1.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSYi4BwxmSA5dtUysKwcsww6OXzFIixwhXbQOXshQpVvV49mZApPAmAQRhO0L6eW_4k4ZUmm3faBNSQ68aVe59gWcKQsr-gRIeCIgp_sljbd_hFcFFRruf7MYxXB2P0Ypi5r7NnSX3zueW/s400/van1.jpg&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/auto-explicativa.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhSYi4BwxmSA5dtUysKwcsww6OXzFIixwhXbQOXshQpVvV49mZApPAmAQRhO0L6eW_4k4ZUmm3faBNSQ68aVe59gWcKQsr-gRIeCIgp_sljbd_hFcFFRruf7MYxXB2P0Ypi5r7NnSX3zueW/s72-c/van1.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7546503056972684852.post-7209994318700070255</guid><pubDate>Sun, 06 Sep 2009 00:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-05T21:55:50.126-03:00</atom:updated><title>O motivo</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Existem pessoas azaradas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Existem pessoas muito azaradas.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;E existe essa que vos fala, ou melhor, escreve.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Depois de passar por todo o tipo de situação em que eu sempre acabava dizendo: &quot;mas justo eu?&quot;; &quot;por que essas coisas só acontecem comigo?&quot;; &quot;por que tudo para mim é mais difícil?&quot;, resolvi rir da situação e, mais que isso, compartilhar meus momentos mais &lt;i&gt;fail&lt;/i&gt; com o mundo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Tudo o que escreverei aqui é verdade. Aconteceu (e acontecerá, pode ter certeza) comigo ou alguém próximo. Porque &lt;span&gt; se alguma coisa pode dar errado, dará.  E da pior maneira, no pior momento e de modo que  cause o maior dano possível.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://diariodaladymurphy.blogspot.com/2009/09/o-motivo.html</link><author>noreply@blogger.com (Chris Marques)</author><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>