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	<title>Diário Itaberá</title>
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	<lastBuildDate>Mon, 18 May 2026 14:55:22 +0000</lastBuildDate>
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		<title>O Céu Está Ficando Pequeno: Entre Asteroides de Raspão e a Armadilha do Lixo Espacial</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/mundo/o-ceu-esta-ficando-pequeno-entre-asteroides-de-raspao-e-a-armadilha-do-lixo-espacial/119/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Norma Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 May 2026 14:55:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A gente mal teve tempo de processar a descoberta, mas na pr&#243;xima segunda-feira, pouco antes das 18h (hor&#225;rio da Costa Leste dos EUA), um asteroide]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A gente mal teve tempo de processar a descoberta, mas na pr&oacute;xima segunda-feira, pouco antes das 18h (hor&aacute;rio da Costa Leste dos EUA), um asteroide com o tamanho de um ou dois &ocirc;nibus escolares vai tirar um fino da Terra. Batizada de 2026JH2 pelos astr&ocirc;nomos do Mount Lemmon Survey, no Arizona, que a detectaram no dia 10 de maio, a rocha vai passar a exatos 91.593 quil&ocirc;metros daqui, segundo a Ag&ecirc;ncia Espacial Europeia. Pode parecer muito, mas em termos astron&ocirc;micos &eacute; logo ali &mdash; d&aacute; mais ou menos um quarto da dist&acirc;ncia at&eacute; a Lua e umas duas vezes e meia a altitude onde ficam ancoradas centenas de sat&eacute;lites geoestacion&aacute;rios, aqueles que garantem a nossa previs&atilde;o do tempo e os sinais de telecomunica&ccedil;&atilde;o.</p>
<p>N&atilde;o h&aacute; motivo para p&acirc;nico. O asteroide pertence &agrave; classe Apollo, um grupo cujas trajet&oacute;rias vez ou outra cruzam a nossa &oacute;rbita, mas a passagem ser&aacute; totalmente segura, conforme atesta o banco de dados do JPL da NASA. Na verdade, a visita&ccedil;&atilde;o &eacute; rotineira. Objetos do tamanho de carros passam entre a Terra e a Lua toda semana, e os do tamanho de &ocirc;nibus escolares d&atilde;o as caras na nossa vizinhan&ccedil;a v&aacute;rias vezes ao ano. A grande diferen&ccedil;a &eacute; que s&oacute; agora estamos desenvolvendo sistemas de rastreio sens&iacute;veis o suficiente para enxergar esses visitantes que, at&eacute; pouqu&iacute;ssimo tempo atr&aacute;s, simplesmente passavam batidos. Essas pedras geralmente v&ecirc;m do cintur&atilde;o de asteroides entre Marte e J&uacute;piter, sendo arremessadas para c&aacute; por esbarr&otilde;es c&oacute;smicos e pelos pux&otilde;es gravitacionais do gigante gasoso.</p>
<h3>O mist&eacute;rio do tamanho e o espet&aacute;culo da luz</h3>
<p>O curioso de tudo isso &eacute; que, mesmo com os olhos colados na rocha, os astr&ocirc;nomos n&atilde;o sabem o tamanho exato do bicho. A incerteza rola porque, quando um telesc&oacute;pio &oacute;ptico capta um objeto novo, a &uacute;nica informa&ccedil;&atilde;o que ele consegue extrair &eacute; a luminosidade da luz vis&iacute;vel. Como explica Patrick Michel, astrof&iacute;sico e diretor de pesquisa no Centro Nacional de Pesquisa Cient&iacute;fica da Fran&ccedil;a, n&atilde;o tem como saber o quanto de luz o objeto absorve ou reflete.</p>
<p>Para a mesma luminosidade, a pedra pode ser enorme e escura, ou pequenininha e super reflexiva. Para cravar as medidas, seria necess&aacute;rio usar observa&ccedil;&otilde;es em infravermelho &mdash; onde o brilho &eacute; diretamente proporcional ao tamanho &mdash;, mas esse tipo de capta&ccedil;&atilde;o a partir da Terra &eacute; complexa e raramente usada na fase de descoberta. Baseando-se em suposi&ccedil;&otilde;es, estima-se que o 2026JH2 tenha entre 15 e 30 metros de di&acirc;metro. Se ficar na extremidade menor dessa r&eacute;gua, ele teria a escala do b&oacute;lido que explodiu sobre Chelyabinsk, na R&uacute;ssia, em 2013, estilha&ccedil;ando janelas e deixando mil feridos. Se for da ponta maior, o estrago potencial lembraria o evento de Tunguska, que varreu uma &aacute;rea imensa da floresta siberiana em 1908. Sorte a nossa que o 2026JH2 n&atilde;o vai nem beliscar a nossa atmosfera. Risco de explos&atilde;o zero.</p>
<h3>O verdadeiro perigo j&aacute; est&aacute; em &oacute;rbita</h3>
<p>Mas enquanto a gente olha para cima fascinado com as pedras que a natureza joga na nossa dire&ccedil;&atilde;o, ignoramos que o perigo real e imediato na &oacute;rbita terrestre &eacute; uma armadilha que n&oacute;s mesmos montamos. Um estudo bem chocante divulgado em maio pela Accu escancarou o n&iacute;vel da bagun&ccedil;a: quase metade de todos os objetos artificiais orbitando o nosso planeta &eacute;, essencialmente, lixo espacial fora de controle. E para piorar, apenas tr&ecirc;s pa&iacute;ses s&atilde;o os grandes respons&aacute;veis por alimentar esse caos, colocando em xeque o futuro das viagens espaciais.</p>
<p>A matem&aacute;tica &eacute; sombria. Dos 33.269 objetos monitorados pelo Space-Track.org da For&ccedil;a Espacial dos EUA, pelo menos 15.587 s&atilde;o destro&ccedil;os descartados. &Eacute; espantoso pensar que 47% de tudo que orbita a Terra hoje &eacute; entulho perigoso. O invent&aacute;rio dessa sucata inclui ao menos 2.396 carca&ccedil;as de foguetes &mdash; algumas com dezenas de metros de comprimento &mdash;, cerca de 12.550 componentes de lan&ccedil;amento exaustos de formatos variados, e 641 objetos que a ci&ecirc;ncia sequer conseguiu classificar ainda. Somado a isso, temos uma legi&atilde;o de sat&eacute;lites aposentados que s&oacute; fazem volume.</p>
<h3>Uma roleta russa a 32.000 km/h</h3>
<p>Estamos falando de toneladas de metal pesado cruzando a &oacute;rbita a cerca de 20.000 milhas por hora (quase 32.000 km/h). Qualquer engenheiro aeroespacial perde o sono com isso. Em velocidades t&atilde;o extremas, o design das espa&ccedil;onaves precisa de uma toler&acirc;ncia absurda a impactos e escudos bem mais robustos. Em 2016, por exemplo, uma simples lasca de tinta de uma fra&ccedil;&atilde;o de mil&iacute;metro abriu uma fenda no vidro da Esta&ccedil;&atilde;o Espacial Internacional (ISS). A Ag&ecirc;ncia Espacial Europeia alerta que um pedacinho de lixo de 1 cent&iacute;metro j&aacute; &eacute; suficiente para inutilizar uma nave ou perfurar a blindagem da ISS, enquanto um detrito de 10 cent&iacute;metros estra&ccedil;alha um sat&eacute;lite em pedacinhos.</p>
<p>O clima anda t&atilde;o tenso que os astronautas volta e meia precisam procurar abrigo. A tripula&ccedil;&atilde;o da ISS passou por um sufoco em 2021, tendo que correr para uma &aacute;rea de seguran&ccedil;a quando a esta&ccedil;&atilde;o passou perigosamente perto de uma nuvem de destro&ccedil;os russos. Uma situa&ccedil;&atilde;o parecida aconteceu em novembro, quando uma espa&ccedil;onave chinesa aparentemente levou uma pancada, deixando tr&ecirc;s astronautas temporariamente presos no espa&ccedil;o enquanto os danos eram avaliados.</p>
<p>O maior temor dos especialistas atende pelo nome de S&iacute;ndrome de Kessler. &Eacute; um cen&aacute;rio de rea&ccedil;&atilde;o em cadeia onde uma colis&atilde;o gera estilha&ccedil;os que, por sua vez, causam novas colis&otilde;es, triturando tudo o que estiver pelo caminho at&eacute; que a &oacute;rbita se torne uma zona morta, intransit&aacute;vel para sat&eacute;lites e futuras miss&otilde;es. Desde que os sovi&eacute;ticos lan&ccedil;aram o Sputnik I em 1957, a quantidade de objetos no espa&ccedil;o vem subindo. Mas a curva deu uma guinada vertiginosa a partir de 2015, turbinada pelo boom das empresas espaciais privadas.</p>
<p>O espa&ccedil;o, que antes parecia infinito, est&aacute; ficando engarrafado. Os destro&ccedil;os se acumulam bem mais r&aacute;pido do que a nossa capacidade (hoje nula) de limp&aacute;-los. A gente sobrevive aos asteroides, mas talvez o grande desafio da humanidade nas estrelas seja sobreviver ao pr&oacute;prio lixo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Espetáculo e a Engrenagem: Do Frenesi de &#8220;Babilônia&#8221; à Ambição Épica de &#8220;Raja Shivaji&#8221;</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/entretenimento/o-espetaculo-e-a-engrenagem-do-frenesi-de-babilonia-a-ambicao-epica-de-raja-shivaji/116/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Norma Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 May 2026 11:22:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[A ind&#250;stria do cinema &#233; um bicho barulhento, lotado e implac&#225;vel. &#201; um espa&#231;o onde manter o pr&#243;prio embalo e continuar relevante beira a arte]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A ind&uacute;stria do cinema &eacute; um bicho barulhento, lotado e implac&aacute;vel. &Eacute; um espa&ccedil;o onde manter o pr&oacute;prio embalo e continuar relevante beira a arte da sobreviv&ecirc;ncia, e &eacute; exatamente sobre essa engrenagem ca&oacute;tica que Damien Chazelle debru&ccedil;a sua lente em seu novo trabalho. Com um trailer rec&eacute;m-lan&ccedil;ado que j&aacute; dita o tom da loucura, &ldquo;Babil&ocirc;nia&rdquo; nos joga sem paraquedas no per&iacute;odo da Velha Hollywood, bem no epicentro da transi&ccedil;&atilde;o brutal da era dos filmes mudos para a chegada explosiva do cinema falado. A pr&eacute;via escancara a desordem de uma &eacute;poca em que astros, atrizes e diretores precisaram se virar do avesso para se adaptar da noite para o dia a um ambiente de neg&oacute;cios que havia mudado as regras do jogo.</p>
<p>Mergulhando de cabe&ccedil;a na vida selvagem de quem fazia a roda girar nos anos de forma&ccedil;&atilde;o da Hollywood moderna, o longa pulsa com uma jovialidade e uma trilha sonora que beiram a insanidade. As grava&ccedil;&otilde;es terminaram l&aacute; em outubro de 2021, mas a semente dessa hist&oacute;ria morava na cabe&ccedil;a de Chazelle h&aacute; uns bons 15 anos, logo que ele pisou em Los Angeles. Foi s&oacute; depois de colocar &ldquo;O Primeiro Homem&rdquo; no mundo, em 2018, que ele resolveu tirar a ideia da gaveta para escrever o que chama de uma carta de amor aos prim&oacute;rdios do cinema moderno. Para dar conta do recado, a produ&ccedil;&atilde;o escalou um peso-pesado de talentos: Margot Robbie e Brad Pitt puxam a fila de um elenco gigantesco que ainda traz nomes como Olivia Wilde, Tobey Maguire, Samara Weaving, Jean Smart, Li Jun Li, Jovan Adepo, Katherine Waterston, Flea, Lukas Haas, Rory Scovel, P.J. Byrne, Spike Jonze, Chloe Fineman, Jeff Garlin e Max Minghella. O calend&aacute;rio de lan&ccedil;amentos j&aacute; est&aacute; cravado. Nos Estados Unidos, o filme chega num circuito limitado no dia 25 de dezembro, abrindo para o pa&iacute;s inteiro em 6 de janeiro de 2023. O p&uacute;blico brasileiro vai poder conferir essa odisseia decadente nas telonas a partir de 19 de janeiro de 2023.</p>
<p>Mas enquanto Hollywood olha para o pr&oacute;prio umbigo para recontar seu passado de excessos, do outro lado do mundo a mesma luta por espa&ccedil;o e reinven&ccedil;&atilde;o move montanhas reais. Na &Iacute;ndia, onde o mercado cinematogr&aacute;fico &eacute; ainda mais fren&eacute;tico, &eacute; not&aacute;vel como a Mumbai Film Company encontrou o seu terreno e fincou ra&iacute;zes sem o menor sinal de que vai pisar no freio. Fundada por Riteish e Genelia Deshmukh, a produtora construiu um curr&iacute;culo de respeito em pouqu&iacute;ssimo tempo, bancando hist&oacute;rias &mdash; como &ldquo;Balak Palak&rdquo; &mdash; que transpiram cultura local sem abrir m&atilde;o da conex&atilde;o comercial. A premissa da dupla sempre foi cristalina: contar narrativas de gente de verdade, respeitando as nuances culturais, mas com uma roupagem visual que fisgue o grande p&uacute;blico sem esfor&ccedil;o.</p>
<p>Essa balan&ccedil;a encontrou seu ponto de equil&iacute;brio logo cedo e gerou resultados absurdos. Blockbusters como &ldquo;Lai Bhaari&rdquo; e &ldquo;Ved&rdquo; n&atilde;o s&oacute; estouraram nas bilheterias, cravando seus nomes entre as maiores arrecada&ccedil;&otilde;es da hist&oacute;ria do cinema marata, como tamb&eacute;m provaram que existe uma fome gigantesca por hist&oacute;rias regionais embaladas em propor&ccedil;&otilde;es colossais. A empresa tamb&eacute;m nunca teve medo de mergulhar em &aacute;guas mais densas. &ldquo;Yellow&rdquo;, que levou para casa um cobi&ccedil;ado National Award, &eacute; a prova cabal de que o est&uacute;dio sabe bater em temas provocativos mantendo a trama acess&iacute;vel e envolvente. O frescor da voz da produtora &eacute; o que amarra tudo isso. Seus filmes parecem sempre caminhar um passo &agrave; frente do seu tempo, mas mantendo uma conex&atilde;o umbilical com a plateia contempor&acirc;nea.</p>
<p>Agora, eles chutaram a porta de vez com &ldquo;Raja Shivaji&rdquo;. A aposta aqui subiu para um patamar que a ind&uacute;stria marata dificilmente havia experimentado. Produzido numa escala monumental e lan&ccedil;ado simultaneamente em v&aacute;rios idiomas, o &eacute;pico hist&oacute;rico atropelou os recordes de bilheteria logo na abertura, estabelecendo um novo teto para o cinema local. Fica evidente a ambi&ccedil;&atilde;o de mostrar que uma narrativa enraizada na pr&oacute;pria terra tem f&ocirc;lego de sobra para viajar e impactar outras pra&ccedil;as. Mesmo sendo uma trama de &eacute;poca, a resson&acirc;ncia com os dias de hoje &eacute; imediata, carregando um peso cultural denso sem soar como um produto de nicho inalcan&ccedil;&aacute;vel. Para ancorar essa magnitude, o pr&oacute;prio Riteish assume as r&eacute;deas dentro e fora das telas, liderando um elenco formid&aacute;vel que promove um verdadeiro encontro de tit&atilde;s das ind&uacute;strias hindi e marata, reunindo Sanjay Dutt, Abhishek Bachchan, Vidya Balan, Mahesh Manjrekar, Sachin Khedekar, Boman Irani, Bhagyashree, Fardeen Khan, Jitendra Joshi, Amol Gupte e Genelia Deshmukh. No fim das contas, seja no glamour ca&oacute;tico de uma Hollywood em transi&ccedil;&atilde;o ou na ascens&atilde;o implac&aacute;vel de um &eacute;pico hist&oacute;rico indiano, a tela grande continua exigindo o mesmo tributo: aud&aacute;cia para contar hist&oacute;rias que se recusam a ser esquecidas.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Desafios e Legados em Hollywood: O Futuro de &#8216;Como Treinar o Seu Dragão&#8217; e a Crise de Pirataria em &#8216;Avatar&#8217;</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/entretenimento/desafios-e-legados-em-hollywood-o-futuro-de-como-treinar-o-seu-dragao-e-a-crise-de-pirataria-em-avatar/113/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Norma Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Apr 2026 07:43:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O universo das grandes franquias de anima&#231;&#227;o vive um momento de fortes contrastes. De um lado, est&#250;dios celebram o sucesso duradouro de suas obras com]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O universo das grandes franquias de anima&ccedil;&atilde;o vive um momento de fortes contrastes. De um lado, est&uacute;dios celebram o sucesso duradouro de suas obras com cronogramas rigorosamente planejados. Do outro, lidam com o pesadelo constante da vulnerabilidade digital. A DreamWorks, por exemplo, segue colhendo os frutos da popularidade de &#8220;Como Treinar o Seu Drag&atilde;o&#8221;. A hist&oacute;ria que uniu vikings e drag&otilde;es se consolidou como um marco na cultura pop. A expectativa dos f&atilde;s agora gira em torno do remake em live-action, que chega aos cinemas no dia 12 de junho deste ano. Para quem deseja se preparar para a estreia, revisitar a trilogia original no streaming &eacute; o melhor caminho. E a l&oacute;gica &eacute; simples: a ordem cronol&oacute;gica da hist&oacute;ria acompanha exatamente a ordem de lan&ccedil;amento dos filmes.</p>
<h3>A Jornada de Solu&ccedil;o e Banguela</h3>
<p>Tudo come&ccedil;ou em 2010. Sob a dire&ccedil;&atilde;o da dupla Dean DeBlois e Chris Sanders, o primeiro filme nos transportou para a Ilha de Berk e apresentou Solu&ccedil;o. Ele &eacute; o filho deslocado do grande l&iacute;der viking Stoico. Ao desafiar as tradi&ccedil;&otilde;es locais, o garoto acaba poupando e fazendo amizade com Banguela, um exemplar da ra&ccedil;a mais letal de drag&otilde;es. Essa alian&ccedil;a improv&aacute;vel muda para sempre a din&acirc;mica entre as duas esp&eacute;cies. A produ&ccedil;&atilde;o contou com um elenco de vozes de peso, incluindo Jay Baruchel (Solu&ccedil;o), Gerard Butler (Stoico), America Ferrera (Astrid) e Jonah Hill (Melequento).</p>
<p>Quatro anos depois, &#8220;Como Treinar o Seu Drag&atilde;o 2&#8221; deu um salto no tempo. A trama se desenrola em uma Berk pac&iacute;fica, cinco anos ap&oacute;s o fim dos conflitos do primeiro longa. A vida harmoniosa de Solu&ccedil;o sofre uma reviravolta quando ele, em suas explora&ccedil;&otilde;es pelos c&eacute;us, descobre uma caverna secreta abrigando centenas de novos drag&otilde;es. O santu&aacute;rio &eacute; protegido por Valka (dublada por Cate Blanchett), a m&atilde;e do protagonista, de quem ele havia sido separado ainda beb&ecirc;. Juntos, m&atilde;e e filho precisam unir for&ccedil;as para deter Drago Bludvist, um vil&atilde;o implac&aacute;vel decidido a controlar todos os drag&otilde;es do mundo.</p>
<p>O desfecho da saga animada chegou &agrave;s telas em 2019. Em &#8220;Como Treinar o Seu Drag&atilde;o 3&#8221;, Solu&ccedil;o abra&ccedil;a a dif&iacute;cil miss&atilde;o de encontrar um lar pac&iacute;fico e definitivo para os drag&otilde;es. Diante de novos e perigosos obst&aacute;culos, ele e Banguela s&atilde;o for&ccedil;ados a tomar decis&otilde;es dolorosas para garantir a sobreviv&ecirc;ncia de suas respectivas esp&eacute;cies. O filme encerrou o arco da franquia e adicionou nomes como F. Murray Abraham, na voz do vil&atilde;o Grimmel, a um elenco que j&aacute; contava com o retorno de Kristen Wiig, Christopher Mintz-Plasse e Kit Harington.</p>
<h3>O Outro Lado da Moeda: O Vazamento de &#8216;Avatar&#8217;</h3>
<p>Se na DreamWorks o clima &eacute; de controle e celebra&ccedil;&atilde;o, nos corredores da Paramount e da Nickelodeon o cen&aacute;rio atual &eacute; de pura tens&atilde;o. A pirataria sempre foi um fantasma rondando Hollywood. A diferen&ccedil;a &eacute; que a era digital elevou o risco a um patamar assustador. Hoje, os arquivos de praticamente todos os filmes do ano existem em algum lugar na nuvem. Basta um hacker motivado para provar que nenhum sistema de seguran&ccedil;a &eacute; impenetr&aacute;vel. A maior v&iacute;tima recente dessa fragilidade &eacute; a nova anima&ccedil;&atilde;o &#8220;The Legend of Aang: The Last Airbender&#8221;. O longa simplesmente vazou na internet nove meses antes de sua estreia oficial, agendada para o dia 9 de outubro.</p>
<p>Durante um final de semana, uma c&oacute;pia completa do filme come&ccedil;ou a se espalhar pelas redes sociais e por f&oacute;runs como o 4Chan. A origem exata do vazamento continua sendo motivo de discuss&otilde;es acaloradas. Alguns apontam para um ataque coordenado aos servidores da Nickelodeon, enquanto a pessoa respons&aacute;vel pelo primeiro upload alegou ter recebido o arquivo por e-mail de forma acidental. Seja qual for a verdade, a resposta r&aacute;pida dos est&uacute;dios, que come&ccedil;aram a derrubar os links alegando viola&ccedil;&atilde;o de direitos autorais, soou para o p&uacute;blico como uma confirma&ccedil;&atilde;o clara de que o material &eacute; leg&iacute;timo. Hoje, a produ&ccedil;&atilde;o segue circulando por meio de links tempor&aacute;rios e sites de torrent.</p>
<h3>O Pesadelo do Controle de Narrativa</h3>
<p>Um vazamento dessa magnitude serve como um estudo de caso devastador para a ind&uacute;stria do entretenimento. Anos de trabalho meticuloso de centenas de artistas acabaram expostos antes mesmo que a m&aacute;quina de marketing pudesse divulgar um &uacute;nico trailer. O drama n&atilde;o se resume apenas &agrave; perda financeira com a distribui&ccedil;&atilde;o ilegal. O verdadeiro pesadelo dos est&uacute;dios &eacute; a perda total do controle sobre a pr&oacute;pria narrativa.</p>
<p>Ningu&eacute;m quer que as conversas sobre o seu principal lan&ccedil;amento sejam dominadas por invasores com m&aacute;s inten&ccedil;&otilde;es, por mais que eles se intitulem f&atilde;s. Ao inv&eacute;s de uma campanha publicit&aacute;ria impec&aacute;vel ditando o tom da estreia, a primeira impress&atilde;o do p&uacute;blico est&aacute; sendo formada por arquivos de baixa qualidade e &aacute;udio ruim. Durante os pr&oacute;ximos nove meses, as discuss&otilde;es sobre o filme ser&atilde;o guiadas por pessoas que j&aacute; assistiram a uma vers&atilde;o n&atilde;o finalizada, expondo na internet o que acharam bom ou ruim na trama. Essa exposi&ccedil;&atilde;o antecipada cria um v&aacute;cuo de poder na divulga&ccedil;&atilde;o, podendo prejudicar o desempenho do filme nos cinemas, afundar todo o planejamento de marketing e, em casos extremos, at&eacute; for&ccedil;ar os produtores a remontarem a obra. O epis&oacute;dio levanta um questionamento inevit&aacute;vel nos bastidores do cinema: ser&aacute; que ainda existe alguma superprodu&ccedil;&atilde;o realmente segura?</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>O Cenário dos Carros Híbridos: Modelos Mais Baratos no Brasil e os Novos Planos da Volkswagen</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/local/o-cenario-dos-carros-hibridos-modelos-mais-baratos-no-brasil-e-os-novos-planos-da-volkswagen/110/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Norma Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Apr 2026 07:18:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Local]]></category>
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					<description><![CDATA[Modelos a combust&#227;o, em especial os ve&#237;culos flex abastecidos com gasolina ou etanol, ainda dominam as ruas brasileiras. Os carros puramente el&#233;tricos, contudo, avan&#231;am rapidamente]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Modelos a combust&atilde;o, em especial os ve&iacute;culos flex abastecidos com gasolina ou etanol, ainda dominam as ruas brasileiras. Os carros puramente el&eacute;tricos, contudo, avan&ccedil;am rapidamente e conquistam cada vez mais espa&ccedil;o. No meio dessa transi&ccedil;&atilde;o tecnol&oacute;gica e de infraestrutura, os h&iacute;bridos ganham for&ccedil;a ao combinar um motor el&eacute;trico e outro a combust&atilde;o, entregando uma efici&ecirc;ncia invej&aacute;vel. Quem procura fugir dos altos pre&ccedil;os dos combust&iacute;veis, mas ainda hesita em embarcar em um modelo 100% el&eacute;trico, encontra nessa tecnologia a sa&iacute;da ideal. Para ajudar nessa escolha, mapeamos os ve&iacute;culos h&iacute;bridos mais em conta do mercado nacional em 2025.</p>
<h3>A Disputa Pelo Melhor Custo-Benef&iacute;cio</h3>
<p>O Fiat Pulse Audace T200 Hybrid AT lidera o ranking de op&ccedil;&otilde;es acess&iacute;veis, custando R$ 129.990,00. Ele j&aacute; ocupava o topo da lista no ano anterior e manteve a coroa, mesmo ap&oacute;s um reajuste de R$ 4 mil. Equipado com o sistema Bio-Hybrid da marca italiana, o SUV entrega 130 cv e 20,4 kgfm de torque, aliados a um c&acirc;mbio CVT de sete marchas. Dependendo das condi&ccedil;&otilde;es de uso, a autonomia bate a marca dos 600 km. O porta-malas tem capacidade para 370 litros.</p>
<p>Curiosamente, o Chery Arrizo 6 compartilha exatamente a mesma etiqueta de pre&ccedil;o do l&iacute;der. Ele acabou no segundo lugar por um detalhe de prefer&ecirc;ncia do consumidor. O motorista brasileiro costuma dar prioridade aos SUVs em detrimento dos sed&atilde;s. Mas quem procura um carro familiar espa&ccedil;oso encontra no Arrizo uma alternativa robusta e muito atrativa. O generoso porta-malas de 405 litros agrada bastante, e a autonomia se estende a impressionantes 650 km. Sob o cap&ocirc;, o conjunto desenvolve 160 cv e torque de 25,5 kgfm. O sed&atilde; conta com c&acirc;mbio CVT de 9 marchas, permitindo acelerar de 0 a 100 km/h em apenas 9 segundos.</p>
<h3>As Op&ccedil;&otilde;es na Faixa dos 150 Mil</h3>
<p>A tabela de pre&ccedil;os muda de patamar na terceira posi&ccedil;&atilde;o. O Chery Tiggo 5X Pro Hybrid sai atualmente por R$ 149.990,00. Houve uma redu&ccedil;&atilde;o de aproximadamente R$ 5 mil em rela&ccedil;&atilde;o a 2024, valor que o deixa tecnicamente empatado com o quarto colocado na pr&aacute;tica das concession&aacute;rias. O grande diferencial do 5X Pro &eacute; o seu farto pacote de assist&ecirc;ncia ao motorista. O modelo vem recheado com sistemas que garantem uma dire&ccedil;&atilde;o mais tranquila, como frenagem autom&aacute;tica de emerg&ecirc;ncia, alerta de colis&atilde;o frontal e aviso de tr&aacute;fego cruzado traseiro.</p>
<p>Fechando a lista nacional, o Kia Stonic tem pre&ccedil;o sugerido de R$ 154.990,00. Ele figurava entre os mais baratos at&eacute; dezembro do ano passado, mas sofreu reajustes recentes que o empurraram para cima. Com um pouco de paci&ecirc;ncia e garimpo nas revendedoras, ainda &eacute; poss&iacute;vel fechar neg&oacute;cio por cerca de R$ 149.990,00.</p>
<h3>A Expans&atilde;o H&iacute;brida da Volkswagen</h3>
<p>Enquanto o Brasil consolida o mercado desses modelos de entrada, a ind&uacute;stria automotiva global se movimenta para eletrificar ve&iacute;culos de grande porte. A Volkswagen acaba de revelar a segunda gera&ccedil;&atilde;o do SUV Atlas, modelo 2027, apresentado inicialmente com um motor 2.0 turbo de quatro cilindros atualizado. A grande novidade, revelada pelo CEO da Volkswagen Group of America, Kjell Gruner, durante o Sal&atilde;o do Autom&oacute;vel de Nova York, &eacute; que uma variante h&iacute;brida chegar&aacute; junto com a reestiliza&ccedil;&atilde;o de meia-vida do utilit&aacute;rio. O executivo tamb&eacute;m aproveitou a ocasi&atilde;o para confirmar vers&otilde;es h&iacute;bridas do Atlas Cross Sport e do Tiguan.</p>
<p>O Atlas Cross Sport, uma vers&atilde;o ligeiramente mais curta de duas fileiras e teto inclinado, representa cerca de 30% das vendas da fam&iacute;lia Atlas, que somou 102.608 unidades emplacadas em 2025. Gruner garantiu que o p&uacute;blico conhecer&aacute; a nova gera&ccedil;&atilde;o desse derivado em breve. A expectativa &eacute; que o modelo seja revelado j&aacute; em 2027, como linha 2028, mantendo o apelo de design mais arrojado. Para completar a trinca, o Tiguan surge como uma escolha natural para receber a nova motoriza&ccedil;&atilde;o. Mesmo passando por uma transi&ccedil;&atilde;o para a terceira gera&ccedil;&atilde;o, o modelo registrou 78.621 unidades vendidas nos Estados Unidos no &uacute;ltimo ano, comprovando sua for&ccedil;a comercial.</p>
<h3>Estrat&eacute;gia Focada no H&iacute;brido Tradicional</h3>
<p>Diferente da tend&ecirc;ncia de plugar o carro na tomada, os novos modelos da VW ser&atilde;o h&iacute;bridos plenos convencionais, e n&atilde;o ve&iacute;culos PHEV (h&iacute;bridos plug-in). A justificativa da montadora &eacute; pragm&aacute;tica e foca no comportamento do consumidor. O mercado para os plug-in ainda &eacute; restrito na regi&atilde;o, sem falar nos custos extras e no peso adicional gerado por uma bateria de grande capacidade.</p>
<p>A fabricante quer estar preparada para qualquer solavanco do mercado, montando um portf&oacute;lio robusto que abrange motores a combust&atilde;o, h&iacute;bridos plenos e ve&iacute;culos puramente el&eacute;tricos. Essa nova mec&acirc;nica, no entanto, precisa ser desenvolvida do zero para atender &agrave;s exig&ecirc;ncias espec&iacute;ficas do mercado norte-americano, o que impede a montadora de simplesmente importar tecnologias prontas da Europa. O processo exige a constru&ccedil;&atilde;o de toda uma cadeia de suprimentos voltada para baterias e transmiss&otilde;es na Am&eacute;rica do Norte. &Eacute; justamente esse desafio log&iacute;stico e de engenharia que explica a demora para que esses ve&iacute;culos finalmente cheguem &agrave;s garagens dos consumidores.</p>
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		<title>O avanço do audiovisual sul-coreano entre o streaming e o cinema</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/entretenimento/o-avanco-do-audiovisual-sul-coreano-entre-o-streaming-e-o-cinema/107/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wagner Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Feb 2026 04:25:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[O cat&#225;logo da Netflix abriga uma daquelas produ&#231;&#245;es que misturam vingan&#231;a, reviravoltas e muita tens&#227;o amorosa para quem acompanha o universo asi&#225;tico de perto. Estamos]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O cat&aacute;logo da Netflix abriga uma daquelas produ&ccedil;&otilde;es que misturam vingan&ccedil;a, reviravoltas e muita tens&atilde;o amorosa para quem acompanha o universo asi&aacute;tico de perto. Estamos falando de &#8220;Match VIP&#8221;, um k-drama que mergulha fundo nas complexidades da trai&ccedil;&atilde;o e do desejo implac&aacute;vel por justi&ccedil;a. A trama acompanha Seo Hye-seung, vivida pela atriz Kim Hee-sun. Ela &eacute; uma mulher de fibra que, apesar de toda a sua dedica&ccedil;&atilde;o, n&atilde;o conseguiu salvar o pr&oacute;prio casamento do fracasso. Seu marido acabou se envolvendo em um caso extraconjugal que, de forma muito repentina, culminou na morte dele. Desolada com a perda, a vi&uacute;va faz uma descoberta perturbadora ao perceber que a antiga amante do seu parceiro teve participa&ccedil;&atilde;o direta no &oacute;bito. A partir desse momento, a protagonista tra&ccedil;a um &uacute;nico objetivo na vida: fazer a mulher pagar por cada um de seus atos.</p>
<p><strong>Dinheiro e interesses ocultos</strong></p>
<p>Do outro lado dessa teia de relacionamentos complexos est&aacute; Lee Hyeong-joo (Lee Hyun-wook). O CEO bilion&aacute;rio acaba de retornar &agrave; Coreia do Sul e, completamente descrente nas inten&ccedil;&otilde;es femininas, decide procurar uma ag&ecirc;ncia de casamentos de alt&iacute;ssimo luxo. Ele n&atilde;o quer construir uma rela&ccedil;&atilde;o genu&iacute;na baseada em afeto. A ideia do executivo &eacute; simplesmente encontrar uma &#8220;esposa trof&eacute;u&#8221; que cumpra um papel social impec&aacute;vel ao seu lado. Para a dona da ag&ecirc;ncia, essa miss&atilde;o faz todo o sentido, j&aacute; que nos corredores daquele estabelecimento o casamento &eacute; tratado puramente como um neg&oacute;cio altamente lucrativo.</p>
<p>Por um grande acaso do destino, Hye-seung descobre os planos da amante do falecido marido, que est&aacute; justamente em uma disputa acirrada para se tornar a nova esposa do rica&ccedil;o. Movida por um &oacute;dio cego, a vi&uacute;va decide entrar na mesma sele&ccedil;&atilde;o de pretendentes da ag&ecirc;ncia. Ela est&aacute; disposta a fazer absolutamente qualquer coisa para destruir a rival, ainda que o pre&ccedil;o seja concorrer &agrave; vaga de esposa do executivo. A s&eacute;rie prende a aten&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico com seus oito epis&oacute;dios, de aproximadamente uma hora de dura&ccedil;&atilde;o cada, e traz nomes conhecidos no elenco como Jung Yoo-jin, Cha Ji-yeon, Park Ji-hoon, Park Hoon, Lee Soo-hyuk e Kim So-ra.</p>
<p><strong>Expectativas nos cinemas de Seul</strong></p>
<p>Saindo do ambiente das plataformas digitais e indo direto para as telonas, a ind&uacute;stria cinematogr&aacute;fica da Coreia do Sul tamb&eacute;m segue a todo vapor com lan&ccedil;amentos frescos. Na tarde do dia 23 de fevereiro, a imprensa e os f&atilde;s acompanharam de perto a cabine e a coletiva de lan&ccedil;amento do aguardado filme &#8220;We Are Every Day&#8221;. O badalado evento de divulga&ccedil;&atilde;o dominou o complexo CGV Yongsan I&#8217;Park Mall, localizado no movimentado e conhecido distrito de Yongsan-gu, na capital Seul.</p>
<p>O diretor Kim Minjae marcou presen&ccedil;a no local para conversar com os jornalistas sobre as nuances e os desafios do novo projeto, ladeado pelas estrelas principais do longa. Os atores Lee Chae-min e Ryu Ui-hyeon, ao lado da atriz Choi Yu-ju, atenderam aos fot&oacute;grafos e posaram descontra&iacute;dos para as c&acirc;meras durante a promo&ccedil;&atilde;o da obra. A uni&atilde;o desse elenco refor&ccedil;a bastante a aposta dos est&uacute;dios em conquistar o grande p&uacute;blico nessa nova leva de estreias locais.</p>
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		<title>A Bússola Para Encontrar os Filmes Mais Incríveis do Ano</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/entretenimento/a-bussola-para-encontrar-os-filmes-mais-incriveis-do-ano/104/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cidinha Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Feb 2026 07:54:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[Todo mundo quer gastar seu tempo com filmes que realmente entreguem uma experi&#234;ncia marcante, daquelas produ&#231;&#245;es com atitude que te prendem na cadeira desde o]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Todo mundo quer gastar seu tempo com filmes que realmente entreguem uma experi&ecirc;ncia marcante, daquelas produ&ccedil;&otilde;es com atitude que te prendem na cadeira desde o primeiro segundo. Entender o jogo da cr&iacute;tica ajuda muito nessa ca&ccedil;ada por obras de peso. O famoso Tomat&ocirc;metro, por exemplo, d&aacute; o seu selo de aprova&ccedil;&atilde;o para longas com mais de 60% de avalia&ccedil;&otilde;es positivas, mas a verdadeira elite de Hollywood mora acima dos 75%. &Eacute; exatamente nessa faixa que habitam os t&iacute;tulos que dominam as conversas e entregam qualidade real. Claro que o segredo para uma maratona de respeito n&atilde;o &eacute; apenas seguir especialistas cegamente, mas sim cruzar essas notas com a vibra&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico. Muitas vezes, um filme pode n&atilde;o ser o grande queridinho da imprensa e, ainda assim, entregar exatamente aquela divers&atilde;o descompromissada e explosiva que voc&ecirc; procura.</p>
<p><strong>Os Pesos-Pesados da Temporada</strong></p>
<p>Para quem busca o que h&aacute; de melhor e mais aclamado no momento, algumas produ&ccedil;&otilde;es recentes j&aacute; garantiram seu espa&ccedil;o no pante&atilde;o de filmes imperd&iacute;veis. Analisar esses destaques &eacute; o primeiro passo para n&atilde;o errar na escolha:</p>
<table>
<thead>
<tr>
<td><strong>Filme</strong></td>
<td><strong>Ano</strong></td>
<td><strong>G&ecirc;nero</strong></td>
<td><strong>Aprova&ccedil;&atilde;o (RT)</strong></td>
</tr>
</thead>
<tbody>
<tr>
<td><span>On Becoming a Guinea Fowl</span></td>
<td><span>2025</span></td>
<td><span>Com&eacute;dia/Drama</span></td>
<td><span>100%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span>All We Imagine as Light</span></td>
<td><span>2024</span></td>
<td><span>Drama</span></td>
<td><span>100%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Rob&ocirc; Selvagem</span></td>
<td><span>2024</span></td>
<td><span>Anima&ccedil;&atilde;o/Fic&ccedil;&atilde;o</span></td>
<td><span>98%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Sinners</span></td>
<td><span>2025</span></td>
<td><span>Terror/Drama</span></td>
<td><span>97%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Anora</span></td>
<td><span>2024</span></td>
<td><span>Com&eacute;dia/Romance</span></td>
<td><span>93%</span></td>
</tr>
<tr>
<td><span>Duna: Parte Dois</span></td>
<td><span>2024</span></td>
<td><span>Fic&ccedil;&atilde;o Cient&iacute;fica/&Eacute;pico</span></td>
<td><span>92%</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p><strong>&#8220;How to Make a Killing&#8221; e a Arte da Malandragem</strong></p>
<p>Falando em produ&ccedil;&otilde;es que exalam pura atitude, &#8220;How to Make a Killing&#8221; surge como um dos exemplares mais afiados dessa nova safra. Este &eacute; o tipo de filme que j&aacute; abre chutando a porta, com uma sequ&ecirc;ncia inicial t&atilde;o magn&eacute;tica que compra a nossa lealdade para o resto da hist&oacute;ria. Em uma com&eacute;dia de humor obscuro onde absolutamente todos os personagens parecem ter um pre&ccedil;o, esse f&ocirc;lego &eacute; essencial. A trama nos joga direto no corredor da morte, apresentando Becket Redfellow a meras quatro horas de sua execu&ccedil;&atilde;o. Quando um padre entra solenemente na cela para a confiss&atilde;o final, encontra o condenado usando uma m&aacute;scara de dormir e reclamando, com o maior cinismo do mundo, que lhe serviram o sabor de cheesecake errado na &uacute;ltima refei&ccedil;&atilde;o. Com um humor cortante, ele simplesmente manda o religioso mat&aacute;-lo de uma vez. A narrativa, ent&atilde;o, engata um longo flashback para mostrar como a m&atilde;e de Becket foi cortada de uma fortuna multibilion&aacute;ria apenas por ter engravidado na juventude, dando in&iacute;cio a um plano de vingan&ccedil;a insano.</p>
<p><strong>O Carisma Intoc&aacute;vel de Glen Powell</strong></p>
<p>O que transforma essa premissa cl&aacute;ssica de crime e castigo em um filme genuinamente cativante &eacute; a presen&ccedil;a esmagadora de Glen Powell. A malandragem natural que ele imprime no protagonista rouba a cena, percept&iacute;vel at&eacute; mesmo no pequeno salto que ele d&aacute; na cama da pris&atilde;o para encarar o padre perplexo. A ind&uacute;stria do cinema j&aacute; aposta no ator como o herdeiro natural dos grandes astros de a&ccedil;&atilde;o e charme, combinando a energia incans&aacute;vel de um Tom Cruise com a ironia debochada de um desenho animado. Sob a dire&ccedil;&atilde;o de John Patton Ford, o longa reimagina um cl&aacute;ssico brit&acirc;nico de 1949 sobre um nobre assassino, mas troca a busca por t&iacute;tulos de realeza pela verdadeira obsess&atilde;o americana: rios de dinheiro vivo, ilhas particulares, jatinhos e iates luxuosos. Becket quer eliminar cada um dos herdeiros que est&atilde;o entre ele e a fortuna familiar, e faz isso com um estilo invej&aacute;vel.</p>
<p><strong>Uma Galeria de Alvos Bizarros e Corruptos</strong></p>
<p>Para um plano t&atilde;o absurdo funcionar na tela, o filme nos entrega uma lista de v&iacute;timas que s&atilde;o caricaturas perfeitas e intrag&aacute;veis da elite intoc&aacute;vel. O diretor adapta as velhas piadas de ostenta&ccedil;&atilde;o para a loucura do nosso s&eacute;culo com muita acidez. Somos bombardeados com cenas surreais, como o primo rico pairando de helic&oacute;ptero sobre uma festa na piscina para jogar dinheiro na &aacute;gua, mergulhando logo depois apenas para enfiar notas na boca dos convidados euf&oacute;ricos. O elenco de apoio embarca totalmente nessa insanidade. Zach Woods brilha na pele do herdeiro hipster que fotografa pessoas em situa&ccedil;&atilde;o de rua crente que &eacute; um artista vision&aacute;rio. Enquanto isso, Topher Grace entrega um pastor de megaigreja platinado e corrupto, que decora seu escrit&oacute;rio com fotos ao lado de narcotraficantes e se compara a Jesus sem demonstrar um pingo de vergonha.</p>
<p>Tudo isso cria um pano de fundo ir&ocirc;nico, brincando com a suspeita inevit&aacute;vel de que o mundo &eacute;, na verdade, comandado por um clube fechado de contas banc&aacute;rias infinitas. O deboche n&atilde;o tenta ser uma tese sociol&oacute;gica densa, optando por manter a pegada de entretenimento puro e subversivo. O roteiro &eacute; costurado por tiradas espertas, culminando em momentos hil&aacute;rios onde o protagonista debocha da pr&oacute;pria Igreja Cat&oacute;lica ali mesmo na sua cela, garantindo que o ritmo acelerado se mantenha at&eacute; o &uacute;ltimo minuto.</p>
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		<title>NASA enfrenta perda provável da sonda MAVEN enquanto prepara foguete da missão Artemis II para a plataforma</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/mundo/nasa-enfrenta-perda-provavel-da-sonda-maven-enquanto-prepara-foguete-da-missao-artemis-ii-para-a-plataforma/101/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cândido Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 08:22:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[A NASA vive um momento de contrastes marcantes em suas opera&#231;&#245;es espaciais nesta semana. Ao mesmo tempo em que a ag&#234;ncia se mobiliza para um]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A NASA vive um momento de contrastes marcantes em suas opera&ccedil;&otilde;es espaciais nesta semana. Ao mesmo tempo em que a ag&ecirc;ncia se mobiliza para um passo decisivo no retorno da humanidade &agrave; Lua com a miss&atilde;o Artemis II, seus engenheiros e cientistas lidam com a perspectiva cada vez mais concreta de ter perdido um de seus exploradores marcianos mais longevos.</p>
<p><strong>O sil&ecirc;ncio de um veterano em Marte</strong></p>
<p>Autoridades da ag&ecirc;ncia confirmaram que a recupera&ccedil;&atilde;o da sonda MAVEN &eacute; agora considerada &#8220;muito improv&aacute;vel&#8221;. A espa&ccedil;onave, cujo nome &eacute; uma sigla para <em>Mars Atmosphere and Volatile EvolutioN</em>, deixou de enviar sinais para a Terra em 6 de dezembro de 2025. A avalia&ccedil;&atilde;o pessimista foi divulgada por Louise Prockter, diretora da divis&atilde;o de ci&ecirc;ncia planet&aacute;ria da NASA, durante uma apresenta&ccedil;&atilde;o realizada em 13 de janeiro.</p>
<p>Lan&ccedil;ada em 2013 e orbitando o Planeta Vermelho desde 2014, a MAVEN tinha como objetivo estudar a atmosfera superior de Marte e entender como o planeta perdeu seu ar original, transformando-se do mundo &uacute;mido do passado no deserto &aacute;rido que vemos hoje. A sonda operava muito al&eacute;m de sua vida &uacute;til projetada, tendo superado sua miss&atilde;o prim&aacute;ria e se tornado uma pe&ccedil;a fundamental na infraestrutura de comunica&ccedil;&atilde;o e ci&ecirc;ncia marciana.</p>
<p>O &uacute;ltimo contato ocorreu ap&oacute;s um alinhamento orbital de rotina, quando a nave passou por tr&aacute;s de Marte em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; Terra. Quando o sinal n&atilde;o retornou, a an&aacute;lise da telemetria de um experimento anterior indicou que a espa&ccedil;onave estava girando de forma descontrolada (&#8220;tumbling&#8221;). Essa condi&ccedil;&atilde;o impede o alinhamento das antenas e compromete a gera&ccedil;&atilde;o de energia solar, o que torna as tentativas de restabelecer a comunica&ccedil;&atilde;o extremamente dif&iacute;ceis.</p>
<p><strong>Um &uacute;ltimo legado interestelar</strong></p>
<p>Apesar do desfecho melanc&oacute;lico, os meses finais da MAVEN coincidiram com uma conquista cient&iacute;fica hist&oacute;rica. Pouco antes de perder contato, a sonda desempenhou um papel crucial na observa&ccedil;&atilde;o do 3I/ATLAS, um objeto interestelar raro que cruzou o sistema solar interior no final de 2025.</p>
<p>Utilizando seus instrumentos ultravioleta, a MAVEN capturou imagens do visitante c&oacute;smico durante sua aproxima&ccedil;&atilde;o m&aacute;xima com Marte, detectando um vasto halo de hidrog&ecirc;nio ao redor do n&uacute;cleo do objeto. Esses dados permitiram aos cientistas distinguir as emiss&otilde;es do objeto interestelar em rela&ccedil;&atilde;o &agrave; pr&oacute;pria coroa de hidrog&ecirc;nio de Marte. Foi um esfor&ccedil;o coordenado que envolveu tamb&eacute;m o <em>Mars Reconnaissance Orbiter</em> e o rover <em>Perseverance</em>, consolidando uma das campanhas de observa&ccedil;&atilde;o mais completas j&aacute; realizadas sobre um objeto vindo de fora do nosso sistema solar. A NASA ressaltou que n&atilde;o h&aacute; liga&ccedil;&atilde;o causal entre a passagem do objeto e a falha da sonda.</p>
<p><strong>A nova gera&ccedil;&atilde;o a caminho da plataforma</strong></p>
<p>Enquanto uma era parece se encerrar em Marte, uma nova fase ganha tra&ccedil;&atilde;o no Centro Espacial Kennedy, na Fl&oacute;rida. A NASA definiu o in&iacute;cio da manh&atilde; de s&aacute;bado, 17 de janeiro, como a meta para o transporte do gigantesco sistema SLS (<em>Space Launch System</em>) e da espa&ccedil;onave Orion, integrados para a miss&atilde;o Artemis II, rumo &agrave; Plataforma de Lan&ccedil;amento 39B.</p>
<p>O processo log&iacute;stico &eacute; impressionante por si s&oacute;. O colossal ve&iacute;culo de transporte sobre lagartas (<em>crawler-transporter 2</em>) carregar&aacute; o conjunto de quase 5 milh&otilde;es de quilos. O trajeto de pouco mais de seis quil&ocirc;metros entre o Edif&iacute;cio de Montagem de Ve&iacute;culos e a plataforma deve levar at&eacute; 12 horas, com o ve&iacute;culo se movendo a uma velocidade cautelosa de aproximadamente 1,6 km/h.</p>
<p><strong>Preparativos finais para a tripula&ccedil;&atilde;o</strong></p>
<p>A movimenta&ccedil;&atilde;o do foguete ser&aacute; antecedida por eventos com a m&iacute;dia e a presen&ccedil;a da tripula&ccedil;&atilde;o da Artemis II, composta pelos astronautas da NASA Reid Wiseman, Victor Glover e Christina Koch, al&eacute;m de Jeremy Hansen, da Ag&ecirc;ncia Espacial Canadense. O Administrador da NASA, Jared Isaacman, tamb&eacute;m estar&aacute; presente para discutir os preparativos da miss&atilde;o.</p>
<p>A chegada &agrave; plataforma marca um marco crucial. Embora a janela de lan&ccedil;amento esteja prevista para abrir j&aacute; em 6 de fevereiro, a equipe de gest&atilde;o da miss&atilde;o ainda realizar&aacute; testes finais de prontid&atilde;o &mdash; incluindo um ensaio geral de abastecimento &mdash; antes de bater o martelo sobre a data exata da decolagem.</p>
<p>A situa&ccedil;&atilde;o atual da ag&ecirc;ncia espacial ilustra a natureza c&iacute;clica da explora&ccedil;&atilde;o: a perda aparente da MAVEN exp&otilde;e as vulnerabilidades inerentes a miss&otilde;es de longa dura&ccedil;&atilde;o e o desgaste de equipamentos expostos &agrave; radia&ccedil;&atilde;o extrema, enquanto a ascens&atilde;o da Artemis II reafirma a persist&ecirc;ncia humana em expandir fronteiras com novas tecnologias. Independentemente do destino final da sonda em Marte, suas contribui&ccedil;&otilde;es cient&iacute;ficas est&atilde;o asseguradas, servindo de base para as pr&oacute;ximas gera&ccedil;&otilde;es de exploradores.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Bateria no limite e oportunidades de mercado: como preservar seu aparelho e uma nova opção de dobrável acessível</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/mundo/bateria-no-limite-e-oportunidades-de-mercado-como-preservar-seu-aparelho-e-uma-nova-opcao-de-dobravel-acessivel/98/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cidinha Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 15 Jan 2026 04:35:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://www.diarioitabera.com.br/?p=98</guid>

					<description><![CDATA[A troca frequente de smartphones tornou-se um comportamento padr&#227;o para muitos consumidores, e o vil&#227;o, na maioria das vezes, &#233; a queda dr&#225;stica na autonomia]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A troca frequente de smartphones tornou-se um comportamento padr&atilde;o para muitos consumidores, e o vil&atilde;o, na maioria das vezes, &eacute; a queda dr&aacute;stica na autonomia da bateria. Embora seja um fato t&eacute;cnico que todo componente qu&iacute;mico de energia se degrade com o passar dos anos, uma s&eacute;rie de h&aacute;bitos cotidianos pode estar acelerando a morte &uacute;til do seu aparelho sem que voc&ecirc; perceba. Antes de condenar o dispositivo, vale a pena revisar como voc&ecirc; lida com o gerenciamento de energia.</p>
<p><strong>H&aacute;bitos que comprometem a autonomia</strong></p>
<p>Um erro cl&aacute;ssico, ainda muito comum, &eacute; o h&aacute;bito de drenar a bateria completamente. Diferente de tecnologias antigas, as baterias atuais de &iacute;on de l&iacute;tio sofrem um estresse desnecess&aacute;rio quando chegam a 0% ou quando o usu&aacute;rio espera o aviso de 1% para conectar o carregador. Essa pr&aacute;tica, se recorrente, degrada a sa&uacute;de do componente de forma direta, valendo tanto para celulares quanto para notebooks e tablets.</p>
<p>Outro fator cr&iacute;tico &eacute; o superaquecimento. O aumento exagerado da temperatura interna, seja por exposi&ccedil;&atilde;o direta ao sol ou por tarefas exigentes como filmagens em 4K, &eacute; fatal para a integridade do hardware. Se o aparelho esquentar demais, a recomenda&ccedil;&atilde;o imediata &eacute; encerrar todos os aplicativos e deix&aacute;-lo repousar em local ventilado. Manter o uso sob altas temperaturas n&atilde;o afeta apenas o processador, mas destr&oacute;i a qu&iacute;mica da bateria.</p>
<p><strong>Aten&ccedil;&atilde;o aos acess&oacute;rios e configura&ccedil;&otilde;es</strong></p>
<p>A proced&ecirc;ncia dos acess&oacute;rios tamb&eacute;m entra nessa equa&ccedil;&atilde;o. Carregadores certificados passam por testes rigorosos para garantir que a corrente el&eacute;trica enviada ao aparelho seja est&aacute;vel e segura. J&aacute; os produtos de origem duvidosa, muitas vezes gen&eacute;ricos, n&atilde;o oferecem essa garantia de efic&aacute;cia, podendo enviar carga inst&aacute;vel que danifica o sistema de carregamento a longo prazo.</p>
<p>Al&eacute;m do hardware, o software exige vigil&acirc;ncia. N&atilde;o adianta reclamar da autonomia se o perfil de uso envolve jogos pesados com brilho no m&aacute;ximo, Bluetooth conectado e Wi-Fi ligado ininterruptamente. &Eacute; preciso analisar a rotina: recursos como localiza&ccedil;&atilde;o, dados m&oacute;veis e NFC devem ser desativados quando n&atilde;o est&atilde;o em uso. Da mesma forma, aplicativos rodando em segundo plano &mdash; especialmente GPS, antiv&iacute;rus e VPNs &mdash; s&atilde;o drenos silenciosos de energia. Vale inclusive gerenciar o excesso de notifica&ccedil;&otilde;es de redes sociais e apps banc&aacute;rios, que &#8220;acordam&#8221; o processador constantemente.</p>
<p><strong>Uma alternativa vi&aacute;vel no mercado de dobr&aacute;veis</strong></p>
<p>Se, contudo, mesmo adotando boas pr&aacute;ticas, o seu aparelho atual j&aacute; n&atilde;o entrega o desempenho necess&aacute;rio e a bateria n&atilde;o dura at&eacute; o final do dia, o mercado apresenta novidades interessantes. Para quem busca inova&ccedil;&atilde;o sem gastar os valores exorbitantes dos topos de linha, o Moto Razr surge como um competidor agressivo, especialmente com as recentes quedas de pre&ccedil;o que o levaram &agrave; casa dos 350 d&oacute;lares no mercado internacional.</p>
<p>&Eacute; surpreendente encontrar um dispositivo dobr&aacute;vel com constru&ccedil;&atilde;o s&oacute;lida nessa faixa de pre&ccedil;o. O modelo n&atilde;o apenas oferece um design elegante, mas traz melhorias significativas no hardware, incluindo uma dobradi&ccedil;a mais resistente e prote&ccedil;&atilde;o contra elementos externos. O que chama a aten&ccedil;&atilde;o &eacute; que, ao contr&aacute;rio de muitos dobr&aacute;veis que sacrificam a bateria pelo formato, este aparelho mant&eacute;m uma autonomia s&oacute;lida, respondendo bem &agrave;s cr&iacute;ticas comuns da categoria.</p>
<p><strong>Especifica&ccedil;&otilde;es e custo-benef&iacute;cio</strong></p>
<p>O conjunto t&eacute;cnico do Moto Razr justifica a aten&ccedil;&atilde;o que vem recebendo. Ele ostenta uma tela interna OLED de 6,9 polegadas com taxa de atualiza&ccedil;&atilde;o de 120Hz, complementada por um display externo funcional de 3,6 polegadas rodando a 90Hz. Sob o cap&ocirc;, o desempenho &eacute; garantido pelo processador MediaTek Dimensity 7300X, aliado a 8 GB de RAM e 256 GB de armazenamento interno, o que garante fluidez no sistema.</p>
<p>A bateria de 4.200 mAh suporta carregamento com fio de 30W e sem fio de 15W, n&uacute;meros competentes para o segmento. No quesito fotografia, o usu&aacute;rio conta com um sensor principal de 50 MP e uma ultrawide de 13 MP, al&eacute;m de uma c&acirc;mera de selfie de 32 MP. Embora a Motorola nem sempre seja a mais r&aacute;pida em atualiza&ccedil;&otilde;es de software, a promessa de tr&ecirc;s anos de grandes updates torna o dispositivo uma op&ccedil;&atilde;o robusta para quem deseja migrar para o formato flip sem comprometer o or&ccedil;amento.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Nobody Wants This&#8221;: O Futuro da 3ª Temporada e o Romance Improvável de Kristen Bell e Adam Brody</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/entretenimento/nobody-wants-this-o-futuro-da-3a-temporada-e-o-romance-improvavel-de-kristen-bell-e-adam-brody/95/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Wagner Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 12:39:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entretenimento]]></category>
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					<description><![CDATA[A s&#233;rie &#8220;Nobody Wants This&#8221; (Ningu&#233;m Quer Isso), estrelada por Kristen Bell e Adam Brody, tornou-se um sucesso na Netflix ao explorar um romance improv&#225;vel.]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A s&eacute;rie &#8220;Nobody Wants This&#8221; (Ningu&eacute;m Quer Isso), estrelada por Kristen Bell e Adam Brody, tornou-se um sucesso na Netflix ao explorar um romance improv&aacute;vel. A trama acompanha Joanne (Bell) e Noah (Brody), duas pessoas de universos completamente opostos que, contra todas as expectativas, iniciam um relacionamento. A s&eacute;rie mergulha na din&acirc;mica do casal enquanto eles tentam equilibrar suas carreiras e vidas pessoais.</p>
</p>
<h3>O Conflito Central: Religi&atilde;o e Ceticismo</h3>
</p>
<p>O curso do amor verdadeiro raramente &eacute; simples, mas para Noah e Joanne, ele tem sido especialmente turbulento. O problema? Noah &eacute; um rabino dedicado em sua sinagoga, e Joanne &eacute; uma podcaster agn&oacute;stica que fala abertamente sobre sexo. O verdadeiro impasse, como aponta a m&atilde;e desaprovadora de Noah, &eacute; que Joanne &eacute; uma &#8220;shiksa&#8221; &ndash; ou seja, n&atilde;o &eacute; judia.</p>
<p>A primeira temporada sugeriu que isso seria um obst&aacute;culo intranspon&iacute;vel. Ap&oacute;s finalmente ficarem juntos, Joanne prometeu se converter ao juda&iacute;smo. No entanto, ela mudou de ideia, percebendo que adotar uma f&eacute; apenas por raz&otilde;es log&iacute;sticas n&atilde;o seria moralmente correto, e decidiu terminar o relacionamento. A decis&atilde;o foi &eacute;tica, visando n&atilde;o for&ccedil;ar Noah a escolher entre ela e sua voca&ccedil;&atilde;o. Contudo, o amor verdadeiro &eacute; dif&iacute;cil de racionalizar. A temporada terminou em um cl&aacute;ssico suspense (cliffhanger): Noah correu atr&aacute;s de Joanne, admitiu que n&atilde;o poderia ter &#8220;os dois&#8221; (ela e sua vida pregressa) e a beijou intensamente.</p>
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<h3>Os Desdobramentos da Segunda Temporada</h3>
</p>
<p>A segunda temporada, rec&eacute;m-lan&ccedil;ada, precisava resolver esse impasse. A solu&ccedil;&atilde;o encontrada pela s&eacute;rie foi, em grande parte, focar no presente. O p&uacute;blico reencontra Joanne e Noah vivendo um relacionamento est&aacute;vel, lidando com preocupa&ccedil;&otilde;es mais quotidianas, como o sucesso do primeiro jantar que oferecem juntos ou se Joanne deve discutir as &#8220;garrafas de &aacute;gua chiques&#8221; de Noah em seu podcast.</p>
<p>Ainda assim, o relacionamento tem ramifica&ccedil;&otilde;es reais no mundo exterior. Noah &eacute; preterido para o emprego dos seus sonhos como rabino-chefe. No entanto, ele n&atilde;o fica sem trabalho e rapidamente consegue uma nova posi&ccedil;&atilde;o em um templo mais progressista (que conta com a participa&ccedil;&atilde;o de Seth Rogen e Kate Berlant).</p>
<p>A quest&atilde;o da convers&atilde;o, por&eacute;m, continua a pairar sobre a felicidade do casal. &#8220;Nobody Wants This&#8221; &eacute; inspirada na experi&ecirc;ncia da pr&oacute;pria criadora, Erin Foster, que se converteu ao juda&iacute;smo ap&oacute;s se apaixonar por um homem judeu, o que pode indicar o caminho futuro da trama. Joanne, no entanto, permanece (de forma compreens&iacute;vel) c&eacute;tica sobre a ideia de &#8220;subitamente se sentir&#8221; judia, diferente de sua m&atilde;e, que desenvolve uma conex&atilde;o espiritual com a f&eacute; durante uma festa de Purim.</p>
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<h3>O Futuro: Terceira Temporada Ainda em Aberto</h3>
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<p>Ap&oacute;s duas temporadas de sucesso, os f&atilde;s agora est&atilde;o curiosos sobre uma potencial terceira temporada de &#8220;Nobody Wants This&#8221;. A Netflix cancelou ou renovou a s&eacute;rie?</p>
<p>At&eacute; o momento, a Netflix n&atilde;o confirmou nem negou oficialmente a produ&ccedil;&atilde;o da 3&ordf; temporada. Dado que os novos epis&oacute;dios acabaram de ser lan&ccedil;ados na plataforma, &eacute; natural que os criadores e a empresa fa&ccedil;am uma pausa para avaliar a recep&ccedil;&atilde;o do p&uacute;blico.</p>
<p>A renova&ccedil;&atilde;o depender&aacute; de uma variedade de fatores, como o or&ccedil;amento, a recep&ccedil;&atilde;o da cr&iacute;tica e, principalmente, os n&uacute;meros de audi&ecirc;ncia. No entanto, a s&eacute;rie se tornou imensamente popular entre os assinantes da Netflix, e a primeira temporada foi indicada a tr&ecirc;s pr&ecirc;mios Emmy. Esses indicadores positivos sugerem que a plataforma pode ter interesse em investir em mais temporadas, mas nada est&aacute; confirmado.</p>
<p>Se &#8220;Nobody Wants This&#8221; for renovada para a 3&ordf; temporada, &eacute; quase certo que Kristen Bell retornar&aacute; como Joanne e Adam Brody como Noah, para continuar navegando neste complexo e cativante relacionamento.</p>
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		<title>Uber: Entre desafios locais com passageiros e um futuro financeiro promissor</title>
		<link>https://www.diarioitabera.com.br/mundo/uber-entre-desafios-locais-com-passageiros-e-um-futuro-financeiro-promissor/92/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Cândido Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Oct 2025 09:33:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mundo]]></category>
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					<description><![CDATA[O Uber (NYSE: UBER) consolidou-se como um nome familiar, criando efetivamente a ind&#250;stria de transporte por aplicativo e tornando-se sin&#244;nimo da categoria. No entanto, apesar]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Uber (NYSE: UBER) consolidou-se como um nome familiar, criando efetivamente a ind&uacute;stria de transporte por aplicativo e tornando-se sin&ocirc;nimo da categoria. No entanto, apesar de sua posi&ccedil;&atilde;o dominante e sucesso financeiro global, a empresa enfrenta desafios operacionais di&aacute;rios, como os relatados recentemente no Brasil.</p>
<p><strong>A pol&ecirc;mica dos quatro passageiros em S&atilde;o Paulo</strong></p>
<p>Usu&aacute;rios no estado de S&atilde;o Paulo, principalmente na capital, t&ecirc;m encontrado dificuldades ao tentar solicitar uma corrida para grupos de quatro pessoas. Segundo relatos, motoristas do aplicativo estariam se recusando a transportar mais de tr&ecirc;s passageiros.</p>
<p>Em muitos casos, os motoristas cancelam a viagem ao chegar ao local ou sugerem que o grupo se divida e chame um segundo carro. Alguns desses profissionais alegaram que a pr&oacute;pria Uber havia orientado a n&atilde;o levar quatro passageiros simultaneamente.</p>
<p><strong>O que diz a empresa sobre o limite?</strong></p>
<p>A confus&atilde;o parece originar-se de pol&iacute;ticas tempor&aacute;rias. A Uber esclareceu que, de fato, aconselhou seus motoristas a transportar menos passageiros, mas essa foi uma medida adotada apenas durante o per&iacute;odo cr&iacute;tico da pandemia de Covid-19.</p>
<p>Atualmente, a regra oficial da plataforma &eacute; clara: se o ve&iacute;culo tem cinco lugares (incluindo o motorista), ele pode, sim, transportar at&eacute; quatro passageiros. Isso significa que um grupo de quatro pessoas pode viajar junto, sendo permitido, inclusive, o uso do banco da frente por um dos passageiros, conforme especificado nas diretrizes do aplicativo.</p>
<p><strong>Como evitar o problema</strong></p>
<p>Para evitar transtornos no momento do embarque, a Uber sugere que haja comunica&ccedil;&atilde;o pr&eacute;via. Ap&oacute;s o motorista aceitar a corrida, os usu&aacute;rios podem enviar uma mensagem via chat para confirmar o n&uacute;mero de pessoas e combinar as prefer&ecirc;ncias.</p>
<p>A empresa tamb&eacute;m garante o direito de cancelamento tanto para o motorista quanto para o passageiro em situa&ccedil;&otilde;es de desconforto, desde que a situa&ccedil;&atilde;o seja reportada ao suporte. Caso o motorista n&atilde;o se sinta confort&aacute;vel em levar o grupo, os usu&aacute;rios podem cancelar e procurar outro profissional ou, em &uacute;ltimo caso, dividir o grupo.</p>
<p><strong>O panorama financeiro global</strong></p>
<p>Enquanto lida com essas quest&otilde;es operacionais locais, o Uber demonstra um desempenho financeiro robusto em escala global. Considerada uma das grandes hist&oacute;rias de sucesso da era da internet, a empresa viu suas a&ccedil;&otilde;es dispararem 174% nos &uacute;ltimos cinco anos (dados de 17 de outubro), embora atualmente passem por uma leve corre&ccedil;&atilde;o, caindo 8% desde seu pico recente.</p>
<p><strong>Crescimento s&oacute;lido e o &#8220;efeito de rede&#8221;</strong></p>
<p>A companhia continua a apresentar um crescimento forte, mesmo em um cen&aacute;rio de incerteza econ&ocirc;mica geral. Durante o segundo trimestre, o valor bruto das reservas (GBV) aumentou 17% em rela&ccedil;&atilde;o ao ano anterior, o que impulsionou a receita em 18%. At&eacute; 30 de junho, a plataforma registrava 180 milh&otilde;es de usu&aacute;rios ativos mensais, evidenciando sua enorme escala.</p>
<p>A principal vantagem competitiva do Uber reside no seu &#8220;efeito de rede&#8221;: em qualquer cidade, a presen&ccedil;a de mais motoristas beneficia os passageiros (reduzindo o tempo de espera e mantendo os pre&ccedil;os sob controle) e, vice-versa, mais passageiros maximizam o potencial de ganho dos motoristas. Especialistas consideram dif&iacute;cil que o modelo de neg&oacute;cios da empresa seja superado no curto prazo.</p>
<p><strong>O que esperar nos pr&oacute;ximos 5 anos</strong></p>
<p>Olhando para o futuro, analistas acreditam que a trajet&oacute;ria de crescimento da empresa deve continuar. O Uber est&aacute; se posicionando estrategicamente para um cen&aacute;rio de maior ado&ccedil;&atilde;o de ve&iacute;culos aut&ocirc;nomos. A expectativa &eacute; que, at&eacute; o final da d&eacute;cada (2030), o neg&oacute;cio seja significativamente maior, com mais usu&aacute;rios, maior receita e GBV, impulsionado pela combina&ccedil;&atilde;o de ganhos de efici&ecirc;ncia e expans&atilde;o de sua avalia&ccedil;&atilde;o no mercado.</p>
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