<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" xmlns:openSearch="http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/" xmlns:blogger="http://schemas.google.com/blogger/2008" xmlns:georss="http://www.georss.org/georss" xmlns:gd="http://schemas.google.com/g/2005" xmlns:thr="http://purl.org/syndication/thread/1.0" version="2.0"><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522</atom:id><lastBuildDate>Fri, 08 Nov 2024 15:34:06 +0000</lastBuildDate><category>Dano Moral</category><category>TST</category><category>TRT-SP</category><category>Indenização</category><category>Previdência</category><category>Acidente de Trabalho</category><category>Ameaça</category><category>Aposentadoria</category><category>Banco de Horas</category><category>CNPJ</category><category>CPF</category><category>Carteira de Trabalho</category><category>Danos Estéticos</category><category>Decreto</category><category>Demissão</category><category>Estabilidade</category><category>Maternidade</category><category>Morte no Trabalho</category><category>PEC</category><category>Pensão</category><category>Prescrição</category><category>Rescisão Indireta</category><category>Revista Pessoal</category><category>SPC</category><category>Salário</category><category>Seguro-Desemprego</category><category>Serasa</category><category>TRT 15ª</category><title>Dicas Trabalhistas</title><description></description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Priscila)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>16</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-3318459110839170597</guid><pubDate>Wed, 18 Apr 2012 04:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-18T01:34:31.961-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Decreto</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Seguro-Desemprego</category><title>Seguro Desemprego Será Condicionado a Curso de Qualificação Profissional</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmNmHek41hPkeU5JZkeKfA0jLKXuPMXXABNWIfpjeuzk3hb73W21QXpCRfp3PH_NuMjZS9hHfxJYUhvn7gNK0UQ2uiIHuGWggXirEDyHorWdBze9h1c2S9gdA9DZXygnAlzu4fCDaZkHA/s1600/Seguro+Desemprego+Trabalhador.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;margin-left: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;265&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmNmHek41hPkeU5JZkeKfA0jLKXuPMXXABNWIfpjeuzk3hb73W21QXpCRfp3PH_NuMjZS9hHfxJYUhvn7gNK0UQ2uiIHuGWggXirEDyHorWdBze9h1c2S9gdA9DZXygnAlzu4fCDaZkHA/s400/Seguro+Desemprego+Trabalhador.jpg&quot; width=&quot;400&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;
O recebimento do seguro-desemprego será condicionado à comprovação de matrícula e frequência em curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional. A exigência será feita ao trabalhador que solicitar o benefício a partir da terceira vez dentro de um período de dez anos. Esta regra foi publicada hoje no Diário Oficial da União, no &lt;a href=&quot;http://www.in.gov.br/imprensa/visualiza/index.jsp?jornal=1&amp;amp;pagina=2&amp;amp;data=17/04/2012&quot;&gt;Decreto Presidencial&lt;/a&gt; n.º 7.721, de 16/04/2012.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O curso será ofertado por meio da&amp;nbsp;Bolsa-Formação Trabalhador, concedida pelo Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC, ou por meio de vagas gratuitas na rede de educação profissional e tecnológica, ambos devidamente&amp;nbsp;habilitados pelo Ministério da Educação.&amp;nbsp;A&amp;nbsp;carga horária mínima do curso será de cento e sessenta horas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Ministério da Educação será responsável em&amp;nbsp;ofertar as vagas&amp;nbsp;aos trabalhadores beneficiários do seguro-desemprego e&amp;nbsp;encaminhar periodicamente ao Ministério do Trabalho e&amp;nbsp;Emprego as informações acerca das matrículas e frequências no curso.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ao Ministério do Trabalho e Emprego competirá orientar e encaminhar os trabalhadores beneficiários do&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
seguro-desemprego aos cursos e&amp;nbsp;fixar os requisitos para a definição do perfil do trabalhador. Além disso, ele deverá encaminhar ao Ministério da Educação as informações&amp;nbsp;sobre as características dos trabalhadores beneficiários do seguro-desemprego para contribuir com as atividades de formação e qualificação&amp;nbsp;profissional desenvolvidas para atendimento desse público.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para recebimento do benefício o curso não será exigido se na localidade em que residir o trabalhador, não houver oferta de um curso que seja compatível com o seu perfil profissional, nem mesmo a&amp;nbsp;apresentação de comprovante de matrícula e frequência mensal em outro curso. Contudo, a condição poderá ser exigida se o encerramento do curso ocorrer enquanto o trabalhador estiver&amp;nbsp;recebendo as parcelas do seguro-desemprego.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O trabalhador poderá ter o benefício cancelado se&amp;nbsp;recusar a realizar a pré-matrícula no curso de formação inicial e continuada ou de qualificação profissional ofertado, ou&amp;nbsp;não realizar a matrícula efetiva na&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
instituição de ensino, no prazo estabelecido; e, ainda, se não frequentar as aulas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A pré-matrícula ou a sua recusa será realizada nas unidades do Ministério do Trabalho e Emprego ou integrantes do SINE - Sistema Nacional de Emprego. No caso de recusa, o trabalhador deverá assinar um termo de ciência, se ele recusar a assinar o termo será lavrado um termo e assinado por duas testemunhas.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Havendo disponibilidade de Bolsas-Formação Trabalhador, no âmbito do PRONATEC, após atender prioritariamente os trabalhadores que solicitarem o benefício do seguro-desemprego pela terceira vez num período de dez anos, o curso poderá ser estendido aos demais beneficiários.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Este decreto ainda não entrará em vigor, pois exige a regulamentação por meio de ato conjunto do Ministério da Educação e do Ministério do Trabalho e Emprego.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;i&gt;Priscila Fago&lt;/i&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/04/seguro-desemprego-sera-condicionado.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjmNmHek41hPkeU5JZkeKfA0jLKXuPMXXABNWIfpjeuzk3hb73W21QXpCRfp3PH_NuMjZS9hHfxJYUhvn7gNK0UQ2uiIHuGWggXirEDyHorWdBze9h1c2S9gdA9DZXygnAlzu4fCDaZkHA/s72-c/Seguro+Desemprego+Trabalhador.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-297080328867625564</guid><pubDate>Mon, 02 Apr 2012 14:39:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-02T11:56:00.836-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Aposentadoria</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Carteira de Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Previdência</category><title>Trabalhador que Não Teve Contribuição Recolhida Para a Previdência Poderá se Aposentar</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhc876dnFuKA7SWNdo26V-Sw-bG60GwqX3cGW4TSn-S-PS5shMF15evN4h8zfaoAg7Yg6IAZesOuTrj0CPHHMkhVh96z4wXJaHA6oDSUPo-FReftvTSe1OM5l3sMvDmZJeim523x0nNY6c/s1600/Carteira+de+Trabalho+Previdencia+Social.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhc876dnFuKA7SWNdo26V-Sw-bG60GwqX3cGW4TSn-S-PS5shMF15evN4h8zfaoAg7Yg6IAZesOuTrj0CPHHMkhVh96z4wXJaHA6oDSUPo-FReftvTSe1OM5l3sMvDmZJeim523x0nNY6c/s320/Carteira+de+Trabalho+Previdencia+Social.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O trabalhador que teve vínculo empregatício, mas não teve as contribuições mensais recolhidas à Previdência Social deve ter o seu tempo de serviço reconhecido, para efeito de aposentadoria, segundo entendimento do presidente do Conselho de Recursos da Previdência Social (CRPS), Manuel Rodrigues.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O presidente disse que para o reconhecimento do direito basta que o empregado apresente, quando for se aposentar, a Carteira Profissional, com a anotação do contrato de trabalho, com a data de entrada e de saída do emprego.&amp;nbsp;Outra prova importante que justifica o tempo de serviço do trabalhador para ser beneficiário da Previdência Social é a apresentação da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) que todo ano os empregadores têm que encaminhar ao Ministério do Trabalho e Emprego.&amp;nbsp;Como a Rais só passou a existir a partir de 1976 e os dados são informados pelas delegacias regionais do Trabalho e inseridos no Cadastro Nacional de Informações Sociais, quem trabalhou antes disso só terá como prova a Carteira Profissional.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em reunião na semana passada no CNPS, Manuel Dantas destacou que &quot;há uma cultura do trabalhador brasileiro de recorrer à Justiça quando tem qualquer problema com o Instituto Nacional do Seguro Social&quot;. Ele disse que a Previdência Social é o foro apropriado para resolver as questões com o INSS. Segundo ele, recorrer ao Judiciário envolve demora nas soluções e alto custo para a União. De todos os precatórios pagos anualmente pelo governo, 85% envolvem ganhos de causa dos trabalhadores contra a Previdência Social.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O presidente do Conselho Nacional de Previdência Social disse que vai lutar para melhorar a estrutura da área de recursos da Previdência, para agilizar a solução para o estoque de recursos que estão em tramitação. &quot;Os trabalhadores pensam logo de saída em ir para a Justiça, porque não estão bem informados sobre as possibilidades de solução, no âmbito administrativo da Previdência Social&quot;.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dantas disse que conta com o apoio do ministro Garibaldi Alves Filho para ampliar a estrutura do conselho de recursos. Ele lembrou que existem no país mais de 6 milhões de empregados domésticos que não têm carteira assinada. &quot;Quando chegar a idade de aposentadoria, não terão como provar que trabalharam&quot;. Por isso chama a atenção para a importância de as donas de casa assinarem as carteiras de seus empregados domésticos, para que no futuro tenham proteção previdenciária.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: Agência Brasil&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/04/trabalhador-nao-contribuiu-podera.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhc876dnFuKA7SWNdo26V-Sw-bG60GwqX3cGW4TSn-S-PS5shMF15evN4h8zfaoAg7Yg6IAZesOuTrj0CPHHMkhVh96z4wXJaHA6oDSUPo-FReftvTSe1OM5l3sMvDmZJeim523x0nNY6c/s72-c/Carteira+de+Trabalho+Previdencia+Social.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-5067046001105910781</guid><pubDate>Sun, 25 Mar 2012 14:59:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-25T12:11:20.072-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dano Moral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Indenização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Morte no Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Pensão</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TRT 15ª</category><title>Família Receberá Indenização por Danos Morais e Pensão por Trabalhador Morto Durante o Serviço</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWHp3mHlA1duNggUI2JFJjgn4EFaDjsQ53TQUFxpLfW4vxGw-W2dqpwhHiFxgU9mjshB1yo0ivsiJnpnsytmi3K_sxHmQFpYvM12aY5JJAEqxtgPNqlyBFEBDuQNSLpK-pwQplWQ3LiX0/s1600/terraplanagem.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWHp3mHlA1duNggUI2JFJjgn4EFaDjsQ53TQUFxpLfW4vxGw-W2dqpwhHiFxgU9mjshB1yo0ivsiJnpnsytmi3K_sxHmQFpYvM12aY5JJAEqxtgPNqlyBFEBDuQNSLpK-pwQplWQ3LiX0/s200/terraplanagem.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A 4ª Câmara do TRT manteve integralmente a sentença proferida pela 2ª Vara do Trabalho de Piracicaba, que deferiu indenização por danos morais e pensão, no valor de R$ 228 mil, à família de trabalhador morto durante o serviço. Além disso, o acórdão ainda aplicou às empresas multa de 1% e indenização equivalente a 20%, ambas sobre o valor da causa atualizado, por litigância de má-fé, o que aumentou a condenação em R$ 5.300.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
As duas reclamadas, uma do ramo imobiliário, outra de terraplenagem e pavimentação, recorreram da sentença, em peça única, alegando entre outros, “ausência de responsabilidades, objetiva e subjetiva, no evento funesto, porque não respondem pelo risco das atividades das demais reclamadas”, também acharam “impertinente a imposição de responsabilidade subsidiária”, e pediram “redução do valor arbitrado para indenização por danos morais, limitação do pensionamento à reclamante menor”, e os pagamentos “devem ser restritos à devedora principal”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A empresa do ramo de terraplenagem alegou “falta de demonstração do dano, conduta culposa e nexo de causalidade entre dano e conduta, argumentando que não cabe a aplicação da responsabilidade objetiva, arrimada na teoria do risco da atividade, independentemente da demonstração de culpa, tendo em vista que o artigo 7º, XXVIII, da Constituição reveste-se do princípio da especialidade”. Já o empreendedor do ramo imobiliário, argumentou que “não é dono da obra, nem proprietário do terreno, tampouco empregador do falecido ou tomador do serviço da empresa empregadora do falecido. Seria, apenas, e no futuro, inquilino da obra que estava sendo construída.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Para o relator do acórdão, desembargador Dagoberto Nishina, “os argumentos recursais são impróprios, triscando a má-fé, na medida em que contradizem provas incontestes carreadas aos autos”. Quanto à inaplicabilidade da teoria do risco da atividade, o acórdão ressaltou que “a jurisprudência caudalosa emanada de todos os Tribunais Trabalhistas não tem a menor consistência, porquanto já se tem como solidificado o entendimento de que a responsabilidade geradora de indenização por acidente do trabalho, prevista no Inciso XXVIII, do artigo 7º, da Constituição, não é exauriente, refratária, nem exclusivista, de modo a impedir a aplicação do Artigo 927, do Código Civil”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A responsabilidade das recorrentes, segundo o acórdão, decorre da culpa “in eligendo” (contrataram empresa inidônea para a construção), e “in vigilando” (dada a omissão quanto ao acompanhamento da obra, com inúmeras irregularidades, causadoras da morte do trabalhador”. Acrescentou que “a sentença foi condescendente com as recorrentes ao reconhecer sua responsabilidade subsidiária”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A decisão colegiada afirmou que, no caso, outro fator determina ainda a rejeição do apelo das empresas: “a culpa grave da empregadora, tangenciando o dolo eventual”.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A morte do trabalhador, em decorrência de um acidente enquanto trabalhava para a recorrente, decorreu de: “insuficiência respiratória aguda, politraumatismo, agente contundente”, conforme declaração de óbito e laudo necroscópico. E por isso o acórdão reputou “inadmissível” e que até dispensa comentários a argumentação da empresa de que “o nexo de causalidade aliás está fundamentalmente afastado pelo documento que, indicando como causa da morte Insuficiência Respiratória Aguda, afasta ligação entre o evento morte, desencadeador dos supostos danos narrados pelos autores, e conduta atribuível, em tese, à requerida.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A decisão colegiada salientou que “as infrações historiadas pelo Ministério do Trabalho na obra em que o acidente ocorreu não deixam margem a discussão sobre a culpa grave da recorrente, com matizes próprios de dolo eventual, dada a precariedade da segurança de um serviço tão perigoso como é a escavação em nível tão profundo e próximo a um muro, sem escoras, sinalização, barreiras, estabilidade dos taludes, sem responsável técnico, programa de condições do trabalho, treinamento do trabalhador, implantação de medidas preventivas, uso de EPIs e proteção coletiva, etc.”&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em conclusão, o acórdão entendeu que “é indiscutível e imensurável” o dano moral, e que o trabalhador “morreu por acidente no trabalho, por culpa grave de sua empregadora, deixando órfãos os requerentes em período vital da convivência e assistência paterna”, e por isso não há razões plausíveis para que diminuição do valor arbitrado. O acórdão lembrou que o valor foi arbitrado em patamar módico, “adequado e suportável pela recorrente e as empresas que com ela foram responsabilizadas, no importe de R$ 150 mil, equivalente a 200 salários do trabalhador falecido”. Quanto ao pensionamento, no valor de R$ 78 mil (26 mil para cada uma das reclamantes, a viúva e suas duas filhas) “a antecipação da pensão com pagamento único das parcelas vincendas é favorável à recorrente, posto que diminui o total da indenização, cujo patamar inicial será reajustado conforme os aumentos salariais que o trabalhador auferiria até completar 70 anos, além de livrá-la da imobilização de capital garantidor do pensionamento, não havendo qualquer fundamento para eliminar esta forma de satisfação dos alimentandos”.&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Processo 0151100- 26.2008.5.15.0051)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: TRT 15ª Região&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/familia-de-trabalhador-recebera-danos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjWHp3mHlA1duNggUI2JFJjgn4EFaDjsQ53TQUFxpLfW4vxGw-W2dqpwhHiFxgU9mjshB1yo0ivsiJnpnsytmi3K_sxHmQFpYvM12aY5JJAEqxtgPNqlyBFEBDuQNSLpK-pwQplWQ3LiX0/s72-c/terraplanagem.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-8140752359274442600</guid><pubDate>Sun, 25 Mar 2012 14:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-25T11:32:41.212-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dano Moral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Indenização</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TST</category><title>Empresa Pagará Indenização por Danos Morais à Família de Trabalhador Assassinado em Serviço</title><description>&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiE-4njKLrHrmw36a1pgouxLkZbVBdL3ggTH9DSqxum4rLLSaxuZLWSiIHgKwsx490aqxqtkMKNFymy7YF_2NZz7JFCGlN3KtJLxRkdWi7iX9klJec_Wo_DFtJhcS2sAOAB6Pg8yp6Yrds/s1600/ONIBUS.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;139&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiE-4njKLrHrmw36a1pgouxLkZbVBdL3ggTH9DSqxum4rLLSaxuZLWSiIHgKwsx490aqxqtkMKNFymy7YF_2NZz7JFCGlN3KtJLxRkdWi7iX9klJec_Wo_DFtJhcS2sAOAB6Pg8yp6Yrds/s200/ONIBUS.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
A Viação Boa Vista S.A foi condenada ao pagamento de indenização por danos morais e materiais à viúva de um trabalhador morto em serviço. O motorista foi assassinado dentro do ônibus em que trabalhava, segundo o inquérito, por razões fúteis. Para a Quarta Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST) ficou comprovado o nexo causal, devendo ser aplicada a teoria da responsabilidade objetiva, ou seja, independente de culpa da empresa.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O motorista trabalhava na região metropolitana de Campinas (SP) e estava há dois anos na empresa até ser morto, em novembro de 2002. O motivo teria sido vingança contra o trabalhador por não ter parado propositalmente em um ponto para a irmã do assassino. Conforme depoimentos, o rapaz teria entrado no ônibus e, após uma pequena discussão com o motorista, disparado vários tiros na cabeça do trabalhador.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em janeiro de 2003, a viúva interpôs ação com pedido de indenização contra a Boa Vista, mas o juiz de primeiro grau entendeu que não houve nexo causal entre o crime e o trabalho, porque a morte foi resultante de conduta de terceiro, estranho ao contrato de trabalho. Já o Tribunal Regional do Trabalho da 15ª Região (Campinas/SP) reformou a sentença no julgamento do recurso ordinário interposto pela Boa Vista. Para o Regional, todas as circunstâncias estariam ligadas ao contrato de trabalho. Assim, deferiu os pedidos de indenização por danos morais e materiais, condenando a empresa ao pagamento de R$ 100 mil.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na Quarta Turma, a ministra relatora do recurso de revista, Maria de Assis Calsing, acolheu a aplicação do artigo 297 do &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/2002/L10406.htm&quot;&gt;Código Civil&lt;/a&gt; ao caso. Para a magistrada, o empregado trabalhava em situação de risco, e a empresa deveria ter tomado providências para que ele desempenhasse com segurança suas atividades. Dessa forma, entendeu que deveria ser aplicada a responsabilidade objetiva (independente de culpa). A decisão foi por maioria, uma vez que o ministro Fernando Eizo Ono divergiu do voto da relatora.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Processo: &lt;a href=&quot;http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=230168&amp;amp;ano_int=2010&amp;amp;qtd_acesso=5334945&amp;amp;novoportal=&quot;&gt;RR-12900-61.2006.5.15.0131&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte:TST</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/empresa-pagara-indenizacao-por-danos.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiE-4njKLrHrmw36a1pgouxLkZbVBdL3ggTH9DSqxum4rLLSaxuZLWSiIHgKwsx490aqxqtkMKNFymy7YF_2NZz7JFCGlN3KtJLxRkdWi7iX9klJec_Wo_DFtJhcS2sAOAB6Pg8yp6Yrds/s72-c/ONIBUS.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-3210295218506975947</guid><pubDate>Sun, 25 Mar 2012 14:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-25T11:07:54.361-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Acidente de Trabalho</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dano Moral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Danos Estéticos</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TST</category><title>Justiça Determina Entrega Antecipada de Prótese para Vítima de Acidente Trabalho</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjz1OBdo6OmHXtZwXrDsGLFtOvwoAaLZ5ZGPsH2g_YRUiHx-dpqM5O1WMDlzkY4RyFyoPeh1eLshj87GYDDazRX2Mtt2T3uKS3HEdQtVqQwnb-P9a-Bg789nGvYu4q-tpLs_8fBgP0eoZM/s1600/pr%C3%B3tese.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;188&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjz1OBdo6OmHXtZwXrDsGLFtOvwoAaLZ5ZGPsH2g_YRUiHx-dpqM5O1WMDlzkY4RyFyoPeh1eLshj87GYDDazRX2Mtt2T3uKS3HEdQtVqQwnb-P9a-Bg789nGvYu4q-tpLs_8fBgP0eoZM/s200/pr%C3%B3tese.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Oitava Turma do Tribunal Superior do Trabalho determinou a entrega imediata (tutela antecipada) de prótese ortopédica, no valor de R$ 23 mil, a um ex-empregado da Back Serviços Especializado Ltda. que perdeu a parte inferior da perna em acidente de trabalho e cujo processo ainda não transitou em julgado - quando teoricamente não há possibilidade de mais recurso.  A Turma acolheu uma solicitação da vítima porque a demora na implantação da prótese poderia ocasionar a atrofia da musculatura e dos ossos da perna, além de outros problemas de saúde.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A amputação ocorreu em 2004, em consequência de um acidente, quando a vítima operava um trator, a serviço da empresa, na Escola Agrotécnica Federal do Rio do Sul (EAFRS/SC), condenada solidariamente no processo. No pedido de tutela antecipada, o trabalhador informou que a falta da prótese requerida, além do risco de atrofia, comprovado com laudos médicos, tem impedido que ele leve uma vida normal.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Como a decisão do Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC) que manteve o fornecimento da prótese não sofreu ajuste no TST devido a recursos das outras partes, a ministra Dora Maria da Costa, relatora na Oitava Turma, entendeu que são &quot;remotas as chances de futuras modificações na condenação imposta&quot;. Assim, estariam configurados os requisitos da antecipação da tutela, previstos no artigo 273 do Código de Processo Civil (CPC).&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Tribunal Regional, além da prótese, cujo fornecimento foi determinado pela Vara do Trabalho de Rio do Sul (SC), condenou a Back e a escola a pagarem R$ 35 mil de indenização por danos morais, R$ 35 mil por danos estéticos e R$ 60 mil pela redução da capacidade de trabalho. No pedido de tutela antecipada ao TST, o autor do processo havia solicitado R$40 mil, importância necessária para a aquisição de um conjunto de próteses ortopédicas. Uma para as atividades do dia a dia, e a outra, para as atividades que demandam contato com umidade, como tomar banho e ir à praia. A ministra acolheu apenas a de uso cotidiano, mais necessária à sua saúde, ao levar em conta o caráter de urgência presente na tutela antecipada e determinou que a Back Serviços deposite os R$ 23 mil no prazo de 5 (cinco) dias.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Carente&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No TST, apenas a Escola Agrotécnica recorreu da decisão, conseguindo retirar da condenação uma segunda prótese destinada a uma pessoa necessitada, que, de acordo com o julgamento original da Vara do Trabalho, teria efeito pedagógico sobre a empresa. De acordo com a ministra Dora, esse tipo de condenação não caberia no caso, pois a &quot;finalidade pedagógico-punitiva deve ser alcançada por meio da própria indenização deferida à vítima do acidente&quot;, e não por meio da condenação por iniciativa do juiz com &quot;obrigação de dar, pagar ou fazer em favor de terceira pessoa estranha ao processo&quot;, afirmou.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Processo: RR - 38485-42.2004.5.12.0011&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: TST&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/entrega-protese-vitima-acidente.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjz1OBdo6OmHXtZwXrDsGLFtOvwoAaLZ5ZGPsH2g_YRUiHx-dpqM5O1WMDlzkY4RyFyoPeh1eLshj87GYDDazRX2Mtt2T3uKS3HEdQtVqQwnb-P9a-Bg789nGvYu4q-tpLs_8fBgP0eoZM/s72-c/pr%C3%B3tese.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-3407899385004911496</guid><pubDate>Sun, 25 Mar 2012 02:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-24T23:08:44.964-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Ameaça</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dano Moral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Rescisão Indireta</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TRT-SP</category><title>Ameaça de Morte Comprovada Gera Dano Moral e Rescisão Indireta</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaSmk4ZLlBxfInbvoG_zQwYGT4v7QJdxWousuVqzyE26aXkmkJFH3ZviGv3dkYI1tH9XIdnyZTH5EC89WWg13pVy363C-CdR2BocKLnO0QmzRcz-H95fFQb6NtX0IU73oHYZptVRrHdgbs/s1600/assalto.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;190&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaSmk4ZLlBxfInbvoG_zQwYGT4v7QJdxWousuVqzyE26aXkmkJFH3ZviGv3dkYI1tH9XIdnyZTH5EC89WWg13pVy363C-CdR2BocKLnO0QmzRcz-H95fFQb6NtX0IU73oHYZptVRrHdgbs/s200/assalto.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em acórdão da 6ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, o desembargador Valdir Florindo entendeu que, comprovada a alegada ameaça de morte feita por superior hierárquico, deve ser reconhecida não só a reparação por dano moral como também a rescisão indireta do contrato de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O magistrado ressaltou que é indiferente a intenção do agente ao proferir a ameaça, já que o que importa são as consequências do ato, sobretudo se ocorrido no ambiente de trabalho. Fica claro, portanto, que o fato em questão não só ofendeu a dignidade humana e social da empregada como também lhe causou danos na esfera profissional.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Lembrou-se, ainda na decisão, de que a ameaça é conduta tipificada como crime, apenada com detenção de um a seis meses ou multa, conforme o teor do art. 147 do Código Penal.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Outro agravante verificado nos autos analisados pela turma foi o fato de que a referida ameaça de morte foi associada ao notório caso do casal Nardoni, já que a chefe afirmou que usaria contra a empregada a mesma crueldade utilizada na morte da menina Isabela.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O desembargador – considerando que “a ameaça de morte traz em si, a desvalorização à vida do ameaçado” e que “o valor à vida, bem maior do ser humano, insere-se nos direitos da personalidade, cuja afronta enseja reparação” – não só condenou a empresa à reparação econômica do dano moral causado à trabalhadora como também reconheceu como válida a rescisão indireta de seu contrato de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ainda nas palavras do magistrado: “é missão do Direito do Trabalho proteger os bens que compõem a estrutura da personalidade do homem nas relações de trabalho, e este papel deve ser desempenhado com propriedade, Permitir a ameaça, sob qualquer forma, no âmbito das relações de trabalho, no pentagrama das nossas existências, representaria verdadeiro retrocesso, pois seria fechar os olhos para a história da humanidade, elemento fundamental na civilização e nas relações jurídicas.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Desse modo, o recurso ordinário interposto pela empregada foi provido, à unanimidade de votos, reconhecendo-se a reparação moral e a rescisão indireta do contrato de trabalho.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Proc. 00010163520115020062 – RO)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
TRT - 2ª Região&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/ameaca-de-morte-comprovada-gera-dano.html</link><author>noreply@blogger.com (Priscila Fago)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjaSmk4ZLlBxfInbvoG_zQwYGT4v7QJdxWousuVqzyE26aXkmkJFH3ZviGv3dkYI1tH9XIdnyZTH5EC89WWg13pVy363C-CdR2BocKLnO0QmzRcz-H95fFQb6NtX0IU73oHYZptVRrHdgbs/s72-c/assalto.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-20293359255395392</guid><pubDate>Sun, 25 Mar 2012 01:51:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-24T23:09:13.917-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Previdência</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Salário</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TRT-SP</category><title>Pagamento de Salários de Empregado Afastado pela Previdência é de Responsabilidade do Empregador</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlMxAueq7yBFxY3dVHeJq5hDrZi6PovJZOE8xs3WT0u-Rkvmq2UMwW4pM9qRd8RN275IQlRFXtqX0mOEFRtwMJqwVDtG3MZjOeMAQYIqYR7F2Nacplt1cQJUbsHqNIJBlPCzfmI6oY9hFe/s1600/dinheiro.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;150&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlMxAueq7yBFxY3dVHeJq5hDrZi6PovJZOE8xs3WT0u-Rkvmq2UMwW4pM9qRd8RN275IQlRFXtqX0mOEFRtwMJqwVDtG3MZjOeMAQYIqYR7F2Nacplt1cQJUbsHqNIJBlPCzfmI6oY9hFe/s200/dinheiro.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em acórdão da 14ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, o juiz convocado Marcio Mendes Granconato entendeu que são de responsabilidade do empregador os salários dos empregados afastados em vista de ser daquele o risco do empreendimento, além da inegável responsabilidade social envolvida, conforme dita o artigo 170 da Constituição.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nas palavras do magistrado, “não lhe é dado suspender o contrato de trabalho unilateralmente e deixar o empregado sem salário por longos meses, sabendo que esta é sua única fonte de sustento.” Esse entendimento vai ao encontro, inclusive, de um dos princípios basilares do direito do trabalho – o Princípio da Continuidade da Relação Empregatícia.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Dessa forma, nos casos em que o trabalhador não consegue receber o benefício previdenciário, a empresa tem o dever social de arcar com os salários desse empregado até que a situação se restabeleça, ou seja, até que o trabalhador esteja saudável ou obtenha o direito ao benefício.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por isso, o recurso ordinário interposto pelo empregador foi negado nesse aspecto, por unanimidade de votos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Proc. 01999007620085020462 – RO)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
TRT - 2ª Região&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/pagamento-de-salarios-de-empregado.html</link><author>noreply@blogger.com (Priscila Fago)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhlMxAueq7yBFxY3dVHeJq5hDrZi6PovJZOE8xs3WT0u-Rkvmq2UMwW4pM9qRd8RN275IQlRFXtqX0mOEFRtwMJqwVDtG3MZjOeMAQYIqYR7F2Nacplt1cQJUbsHqNIJBlPCzfmI6oY9hFe/s72-c/dinheiro.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>1</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-5229446203455318695</guid><pubDate>Sun, 25 Mar 2012 01:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-25T10:54:37.684-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Prescrição</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TRT-SP</category><title>Direito do Trabalho Admite Prescrição Intercorrente</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6cXzFykoyygYy1TRSkAnWwjfLoUP0DAIt8B_JNNIxlHfaV6YkbpMaJ42yYY3FJ8zBXezV3GSZYXIcogWDxudQTRdrAfHBI8D6nqBF1VP8bn02MeYOPS5P72TbCp75gY4i7h3dsGCA0Svg/s1600/TRT+SP+2.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;197&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6cXzFykoyygYy1TRSkAnWwjfLoUP0DAIt8B_JNNIxlHfaV6YkbpMaJ42yYY3FJ8zBXezV3GSZYXIcogWDxudQTRdrAfHBI8D6nqBF1VP8bn02MeYOPS5P72TbCp75gY4i7h3dsGCA0Svg/s200/TRT+SP+2.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Em acórdão da 3ª Turma do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, a desembargadora Mércia Tomazinho entendeu que o direito do trabalho admite a prescrição intercorrente (aquela que ocorre durante a fase de execução), conforme entendimento já consolidado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), por meio da Súmula nº 327, que possui a seguinte redação: “O direito trabalhista admite a prescrição intercorrente.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Nas palavras da desembargadora, “em sede de execução, entendo (...) que o Direito do Trabalho admite a prescrição intercorrente, desde que passados 5 anos sem manifestação do credor, conforme aplicação subsidiária do art. 174 do &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L5172.htm&quot;&gt;CTN&lt;/a&gt;.”&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Cabe ressaltar que a questão da prescrição intercorrente, aplicável ou não a esta Justiça, é bastante controvertida, sendo que muitos desembargadores entendem ser esse instituto jurídico inaplicável ao ramo trabalhista.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
No entanto, para a turma que analisou o recurso em questão, a prescrição intercorrente deve, sim, ser aplicada à Justiça do Trabalho, sendo que o entendimento apresentado pela relatora foi acompanhado à unanimidade pelos demais julgadores.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Proc. 00524002620055020069 – RO)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
TRT - 2ª Região&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/direito-do-trabalho-admite-prescricao.html</link><author>noreply@blogger.com (Priscila Fago)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEj6cXzFykoyygYy1TRSkAnWwjfLoUP0DAIt8B_JNNIxlHfaV6YkbpMaJ42yYY3FJ8zBXezV3GSZYXIcogWDxudQTRdrAfHBI8D6nqBF1VP8bn02MeYOPS5P72TbCp75gY4i7h3dsGCA0Svg/s72-c/TRT+SP+2.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-441456152694524538</guid><pubDate>Sat, 24 Mar 2012 03:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-25T10:54:16.576-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Dano Moral</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Revista Pessoal</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TST</category><title>Revista Íntima Não Enseja Condenação Por Dano Moral na Empresa Itabuna</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSRRimnHQqKJEmUYe_TjoLSapAxiQfbmBbVw2wJ2Y38RcKAY9CsvSWrukaDHox1j59HfbgkJtzoEn8PxdgyWjFX65rJXycWipNQFqJSJMQzJjyIdZKAazkCn9sbkVITopfv1N7JO8AIT26/s1600/Seguran%C3%A7a+Patrimonial.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;145&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSRRimnHQqKJEmUYe_TjoLSapAxiQfbmBbVw2wJ2Y38RcKAY9CsvSWrukaDHox1j59HfbgkJtzoEn8PxdgyWjFX65rJXycWipNQFqJSJMQzJjyIdZKAazkCn9sbkVITopfv1N7JO8AIT26/s200/Seguran%C3%A7a+Patrimonial.jpg&quot; width=&quot;200&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Sob o fundamento de que a revista pessoal, por si só, não enseja condenação por danos morais, a Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho rejeitou pedido de indenização formulado em reclamação trabalhista por um empregado que alegava constrangimento em face da revista a que era submetido na empresa Itabuna Têxtil S.A. A Turma, ao decidir, considerou as razões expressas no acórdão do Tribunal Regional do Trabalho da 5ª Região (BA) que, de igual modo, não reconheceu a existência de dano moral no procedimento da empresa, pois a revista, embora diária, era realizada de forma aleatória (por sorteio eletrônico), em local reservado, por funcionário do mesmo sexo.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na inicial, o trabalhador afirmou que se sentia constrangido diante dos colegas ao ter que, diariamente, mostrar as peças íntimas que estava usando, pois a empresa submetia os funcionários a esse procedimento, forçando-os a se despirem, para verificar se estavam levando alguma peça da produção. O trabalhador enfatizou ainda que, em virtude de tal prática, perante a sociedade formava-se o convencimento de que os funcionários daquela fábrica não eram dignos de confiança.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na Segunda Turma, o ministro-relator, José Roberto Freire Pimenta, salientou que o Regional não mencionou nenhuma conduta da empresa que tenha extrapolado os limites do seu poder diretivo e fiscalizatório. Desta forma, o procedimento do empregador não configura prática de ilícito que enseje dano passível de reparação.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O relator acrescentou que o acolhimento da alegação do reclamante de que, na revista, tinha que mostrar parte das suas peças íntimas pressupõe o reexame de matéria fática, procedimento vedado pela Súmula nº 126 do TST. A Turma, à unanimidade, não conheceu do recurso de revista do empregado.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Processo: RR-96400-38.2007.5.05.0464&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: TST&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/revista-intima-nao-enseja-condenacao.html</link><author>noreply@blogger.com (Priscila Fago)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgSRRimnHQqKJEmUYe_TjoLSapAxiQfbmBbVw2wJ2Y38RcKAY9CsvSWrukaDHox1j59HfbgkJtzoEn8PxdgyWjFX65rJXycWipNQFqJSJMQzJjyIdZKAazkCn9sbkVITopfv1N7JO8AIT26/s72-c/Seguran%C3%A7a+Patrimonial.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-4747116019775846045</guid><pubDate>Thu, 22 Mar 2012 16:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-24T23:10:33.306-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Estabilidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Maternidade</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">PEC</category><title>PEC Propõe Estabilidade Provisória de Emprego para Mãe que Adotar</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXcb9EKSVhgQc60L7TBDfsFSbuZMTJbMMdxHsgX7l_2q752y9cCIegf7_G_7FTG4OUDMnJn9rStfTwUhTc2Qj7GKDcWNBrPvEV6UJkL7OtA1efD1O31Edwwojl6mDt3vktKWtM3s-wERN1/s1600/m%C3%A3e+ado%C3%A7%C3%A3o.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;200&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXcb9EKSVhgQc60L7TBDfsFSbuZMTJbMMdxHsgX7l_2q752y9cCIegf7_G_7FTG4OUDMnJn9rStfTwUhTc2Qj7GKDcWNBrPvEV6UJkL7OtA1efD1O31Edwwojl6mDt3vktKWtM3s-wERN1/s200/m%C3%A3e+ado%C3%A7%C3%A3o.jpg&quot; width=&quot;153&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Câmara analisa Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 146/12, do deputado
Benjamin Maranhão (PMDB-PB), que estende a estabilidade provisória no emprego à
mãe que adotar.&lt;br /&gt;
Pela proposta a adotante não poderá perder o emprego, por dispensa
arbitrária ou sem justa causa, nos cinco meses subsequentes à adoção ou à
obtenção da guarda judicial para fins de adoção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente, essa estabilidade é assegurada pela Constituição Federal à
gestante desde a confirmação da gravidez até cinco meses após o parto. Para Maranhão,
é essencial a garantia do emprego também à mãe adotante como forma de assegurar
a proteção e o bem-estar da criança durante sua adaptação ao novo lar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O parlamentar argumenta que a própria Constituição prevê a igualdade entre
os filhos naturais e os adotivos. “Não há dúvidas quanto à
inconstitucionalidade de tratamento diferenciado entre as crianças e
adolescentes adotados ou havidos fora do casamento e aqueles frutos de relações
familiares estáveis e tradicionais”, afirma.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;Tramitação&lt;/b&gt;&lt;b&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/b&gt;A &lt;span class=&quot;ecxtermoglossario&quot;&gt;admissibilidade&lt;/span&gt; da PEC será analisada
pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Caso aprovada, será
criada uma comissão especial para analisar o mérito da proposta. Depois, o
texto deverá ser votado em dois turnos pelo Plenário.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div class=&quot;ecxMsoNormal&quot; style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: Agência Câmara&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/estabilidade-provisoria-emprego-mae.html</link><author>noreply@blogger.com (Priscila Fago)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjXcb9EKSVhgQc60L7TBDfsFSbuZMTJbMMdxHsgX7l_2q752y9cCIegf7_G_7FTG4OUDMnJn9rStfTwUhTc2Qj7GKDcWNBrPvEV6UJkL7OtA1efD1O31Edwwojl6mDt3vktKWtM3s-wERN1/s72-c/m%C3%A3e+ado%C3%A7%C3%A3o.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-4051909814986731006</guid><pubDate>Fri, 16 Mar 2012 15:19:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-24T00:22:42.320-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TST</category><title>TST Exclui Condenação Subsidiária do Estado Minas Gerais</title><description>&lt;div id=&quot;aui_3_2_0_1320&quot;&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQrYguT9gDBsqgH69wmWfAq3ESeCwV2x1pV2IXk0AkwK3UUmCitViqtIIfh8YA6E-Lil-8LpgsmsK163ofy7tSVtOz2XltH1cBIlAdNQP2-yvqbOU2ikboeMQ6BfpFRhlAfViCReeycDNx/s1600/condenado.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;222&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQrYguT9gDBsqgH69wmWfAq3ESeCwV2x1pV2IXk0AkwK3UUmCitViqtIIfh8YA6E-Lil-8LpgsmsK163ofy7tSVtOz2XltH1cBIlAdNQP2-yvqbOU2ikboeMQ6BfpFRhlAfViCReeycDNx/s320/condenado.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Estado de Minas Gerais conseguiu no Tribunal Superior do Trabalho (TST) ser excluído da condenação ao pagamento de verbas rescisórias a um vigilante prestador de serviços nas dependências do Tribunal de Contas do Estado.  A decisão é da Terceira Turma, que entendeu que o Estado não poderia ser responsabilizado juntamente com a empresa de vigilância pelo pagamento dos créditos trabalhistas em relação à dispensa do trabalhador.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;aui_3_2_0_1320&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O empregado foi admitido pela Minas Forte Segurança e Vigilância Ltda. em novembro de 2004, como supervisor dos vigilantes, e foi dispensado, sem justa causa, em setembro de 2008. Dois anos depois, entrou com reclamação trabalhista requerendo, além de outras verbas, o pagamento de multas contratuais e horas extras.  O pedido foi concedido na primeira Instância, que condenou, de forma subsidiária, também o Estado de Minas Gerais, fato que levou o ente público a recorrer ao Tribunal Regional do Trabalho da 3ª Região (MG), sob a alegação de violação ao artigo 71, parágrafo 1º, da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L8666cons.htm&quot;&gt;Lei 8.666/1993&lt;/a&gt; (Lei das Licitações).&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;aui_3_2_0_1320&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Todavia, o Regional manteve a sentença dizendo que o dispositivo não exclui a responsabilidade subsidiária do ente público. Para o TRT, o Estado se beneficiou da prestação de serviços e foi negligente quanto à fiscalização do cumprimento das obrigações assumidas pela Minas Forte.&lt;/div&gt;
&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;aui_3_2_0_1320&quot;&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na Terceira Turma, o ministro Horácio de Senna Pires, relator do processo, lembrou que, no julgamento da ADC nº 16, em novembro de 2010, o Plenário do Supremo Tribunal Federal declarou a constitucionalidade daquele ponto da Lei das Licitações, segundo o qual a inadimplência de contratado pelo Poder Público em relação a encargos trabalhistas, fiscais e comerciais não transfere à Administração Pública a responsabilidade por seu pagamento. Para ser atribuída culpa ao Estado, deve-se comprovar a conduta culposa na fiscalização das obrigações contratuais e legais da empresa de vigilância.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
Segundo Pires, os fundamentos do Regional acerca da conduta culposa do Estado foram genéricos, e nesse sentido, de acordo com o item V da &lt;a href=&quot;http://www3.tst.jus.br/jurisprudencia/Sumulas_com_indice/Sumulas_Ind_301_350.html#SUM-331&quot;&gt;Súmula 331&lt;/a&gt; do TST, não se poderia responsabilizar subsidiariamente o Estado de Minas Gerais pelo pagamento dos créditos trabalhistas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div id=&quot;aui_3_2_0_1320&quot;&gt;
&lt;br /&gt;Processo: &lt;a href=&quot;http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=174832&amp;amp;ano_int=2011&amp;amp;qtd_acesso=2354801&amp;amp;novoportal=1&quot;&gt;RR-1314-97.2010.5.03.0138&lt;/a&gt;Fonte: TST&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/tst-exclui-condenacao-subsidiaria.html</link><author>noreply@blogger.com (Priscila Fago)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgQrYguT9gDBsqgH69wmWfAq3ESeCwV2x1pV2IXk0AkwK3UUmCitViqtIIfh8YA6E-Lil-8LpgsmsK163ofy7tSVtOz2XltH1cBIlAdNQP2-yvqbOU2ikboeMQ6BfpFRhlAfViCReeycDNx/s72-c/condenado.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-8946404403881232990</guid><pubDate>Tue, 06 Mar 2012 01:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-05T22:51:30.042-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Demissão</category><title>Trabalhador Consegue Reverter Demissão Voluntária Sobre Pressão Psicológica</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnbY8c5fXzq-Kqxq6OojGBKetB3eEh5pHlRLaUE-uDORiODl3isdOiYfvX4I-rnBM40dofieb26AfvB3YOW6JD9AlIYj3ZAW6Ial6L7N7rd7lOGTZ8lFU6A2rWxHRrHQO7xr3B33xsQwM/s1600/371394-acordo-quebrado.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnbY8c5fXzq-Kqxq6OojGBKetB3eEh5pHlRLaUE-uDORiODl3isdOiYfvX4I-rnBM40dofieb26AfvB3YOW6JD9AlIYj3ZAW6Ial6L7N7rd7lOGTZ8lFU6A2rWxHRrHQO7xr3B33xsQwM/s320/371394-acordo-quebrado.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A Subseção 1 Especializada em Dissídios Individuais (SDI-1) do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de embargos interpostos pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e manteve condenação imposta à empresa a reintegrar um trabalhador que alegou ter aderido ao programa de demissão voluntária em virtude de pressão psicológica.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A empresa tivera antes sua pretensão rejeitada pela Oitava Turma do TST, que salientou, com base no acórdão do Tribunal Regional do Trabalho da 22ª Região (PI), que os depoimentos colhidos e os documentos juntados aos autos demonstram a coação que o empregado sofrera por parte da administração da Conab para aderir ao Plano de Demissão Voluntária Incentivada (PDVI). Segundo afirmou o trabalhador, além das ameaças de transferência e de fechamento de unidades, a empresa veiculava várias informações infundadas e suspeitas no intuito de difundir o temor de que o trabalhador viesse a ser demitido sem justa causa. Para a Turma, ficou claro, da leitura do acórdão do TRT, que, no caso, houve de fato vício de consentimento quando da adesão ao PDVI.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O TRT-PI destacou que a empresa chegou a divulgar uma lista de empregados que deveriam continuar comparecendo aos locais de trabalho, determinando aos demais (dentre os quais o auxiliar administrativo autor da ação) que se afastassem de suas atividades, sem prejuízo de suas remunerações. Para o TRT, a atitude da empregadora caracterizou forte pressão psicológica sobre aqueles que foram alijados da relação e que, estando dispensados de exercerem livremente suas atividades, poderiam considerar-se &quot;dispensáveis&quot; a qualquer tempo. Nesse quadro, a única saída plausível seria a adesão &quot;voluntária&quot; ao plano de desligamento, para que os incentivos nele oferecidos pudessem amenizar a grave situação de desemprego.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A empresa defendeu a validade da adesão ao PDI e, por fim, argumentou que seus empregados são regidos pelo regime celetista de trabalho, e não gozam de direito à estabilidade. Com base nessa fundamentação, requereu o afastamento da condenação à reintegração do trabalhador, além de indicar violação a dispositivos constitucionais e contrariedade à jurisprudência do TST.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Na SDI-1, a ministra Delaíde Miranda Arantes, relatora do acórdão, verificou serem impróprios os argumentos da empresa no sentido de assegurar a validade da adesão ao PDI pelo autor, bem como não reconheceu a alegação de afronta aos artigos 5º, incisos II e XXXVI, e 37, inciso II, da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Constituicao/Constitui%C3%A7ao.htm&quot;&gt;Constituição da República&lt;/a&gt;, e 896 da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/decreto-lei/Del5452.htm&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt;. A relatora afirmou ainda que as decisões alegadamente divergentes apresentadas para confronto de teses eram formalmente inservíveis.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
À unanimidade, a seção não conheceu do recurso da Conab.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
(Raimunda Mendes/CF)&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Processo: &lt;a href=&quot;http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100.resumo?num_int=19648&amp;amp;ano_int=2005&amp;amp;qtd_acesso=1904925&amp;amp;novoportal=&quot;&gt;RR-80000-45.2003.5.22.0001&lt;/a&gt; - Fase atual: E-ED&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Fonte: TST&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/reverte-demissao-voluntaria-pressao.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgnbY8c5fXzq-Kqxq6OojGBKetB3eEh5pHlRLaUE-uDORiODl3isdOiYfvX4I-rnBM40dofieb26AfvB3YOW6JD9AlIYj3ZAW6Ial6L7N7rd7lOGTZ8lFU6A2rWxHRrHQO7xr3B33xsQwM/s72-c/371394-acordo-quebrado.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-5259198005938930911</guid><pubDate>Tue, 06 Mar 2012 01:15:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-04-02T11:58:25.867-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Banco de Horas</category><title>Banco de Horas Sem Saldo Mensal é Considerado Inválido</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGxOsC70A0n0h8KdpKAGwi1GxpKJcEZ2qzd3lKMCJ8a7Z9rij52RM3_QZRkb-Rh_l5_bmKos6Yg_c9q-L41_fDi2pdpuLAX5HhAq6isbRrnx2UnpTavHCR1_qe8HzcZB3DzrKlONvlngs/s1600/relogios.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;208&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGxOsC70A0n0h8KdpKAGwi1GxpKJcEZ2qzd3lKMCJ8a7Z9rij52RM3_QZRkb-Rh_l5_bmKos6Yg_c9q-L41_fDi2pdpuLAX5HhAq6isbRrnx2UnpTavHCR1_qe8HzcZB3DzrKlONvlngs/s320/relogios.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;A Terceira Turma do Tribunal Superior do Trabalho não conheceu de recurso da Fischer Fraiburgo Agrícola Ltda. contra decisão que considerou inválido o banco de horas da empresa porque esta deixou de fornecer mensalmente a uma empregada o seu saldo individual de horas. A Turma afastou a alegação da empresa de que a decisão violaria a &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm&quot;&gt;Constituição da República&lt;/a&gt; por ter desconsiderado norma coletiva. Pelo contrário, a empresa, ao deixar de fornecer mensalmente o saldo, não cumpriu disposição à qual se obrigou no acordo coletivo.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;O sistema de banco de horas adotado pela Fischer Fraiburgo foi julgado inválido logo na primeira instância, e a empresa condenada ao pagamento de horas extras. A empregadora recorreu então ao Tribunal Regional do Trabalho da 12ª Região (SC), alegando que o parágrafo 2º do artigo 59 da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-lei/Del5452compilado.htm&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt; autoriza a flexibilização da jornada, desde que haja regime de compensação de horas previsto em norma coletiva. Porém, segundo o TRT, que manteve a sentença, esse preceito não tem a capacidade de exceder o limite máximo de 44 horas previsto na Constituição para a carga de trabalho semanal.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Apesar de o banco de horas ter sido autorizado pelos acordos coletivos assinados de 2002 a 2006, uma das cláusulas que o regulamenta estabelece que as horas de crédito serão aquelas trabalhadas após a jornada normal de 44 horas semanais, observando os limites máximos de dez horas diárias e 54 horas semanais. Essa cláusula, conforme esclareceu o Regional, viola a regra fixada no artigo 7º, inciso XIII, da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm&quot;&gt;Constituição&lt;/a&gt; e isso, por si só, invalida o sistema de compensação instituído pela empresa e respaldado pelo sindicato dos trabalhadores.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Além disso, o TRT ressaltou que outra cláusula do acordo previa a divulgação do saldo mensal do banco de horas através de demonstrativos individuais, que não foram recebidos pela empregada. Assim, além da afronta à &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-lei/Del5452compilado.htm&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt; e à &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm&quot;&gt;Constituição&lt;/a&gt;, o regime de banco de horas utilizado pela Fischer afrontava até mesmo a norma coletiva que o regulamentava. Ao recorrer ao TST para afastar a condenação em horas extras, a empresa alegou que a compensação estava em conformidade com a legislação em vigor, sustentando que a decisão regional violou o inciso XXVI do artigo 7º da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm&quot;&gt;Constituição&lt;/a&gt;.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Para o relator do recurso de revista, ministro Horácio de Senna Pires, apesar de o banco de horas da empresa atender aos dois requisitos exigidos pela &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Decreto-lei/Del5452compilado.htm&quot;&gt;CLT&lt;/a&gt; - a existência de negociação coletiva e a jornada não superior a dez horas diárias -, a empresa deixou de cumprir disposição à qual se obrigou pela norma coletiva. A falta do fornecimento mensal do saldo individual tornou impossível à empregada o registro de seus débitos e créditos decorrentes do sistema.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Por essa razão, segundo o relator, não houve violação do artigo 7º, inciso XXVI, da &lt;a href=&quot;http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/constituicao/constitui%C3%A7ao.htm&quot;&gt;Constituição&lt;/a&gt;, como argumentou a Fischer, pois o acórdão regional não desconsiderou a norma coletiva. &quot;Pelo contrário, considerando-a, constatou-se o seu não cumprimento&quot;, concluiu.&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;Fonte: TST&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/banco-horas-sem-saldo-mensal-empregada.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjGxOsC70A0n0h8KdpKAGwi1GxpKJcEZ2qzd3lKMCJ8a7Z9rij52RM3_QZRkb-Rh_l5_bmKos6Yg_c9q-L41_fDi2pdpuLAX5HhAq6isbRrnx2UnpTavHCR1_qe8HzcZB3DzrKlONvlngs/s72-c/relogios.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-637693984799483456</guid><pubDate>Thu, 01 Mar 2012 14:58:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-06T12:33:15.395-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CNPJ</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">CPF</category><title>CPF ou CNPJ Devem Constar na Inicial de Ações Originárias junto ao TST</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJuOErrNekFvTNpqPHdim8e5pYQJ7dlpBtk1xplHLvzZoMFqywmdMIK77nsFDatl4BXC5i1gXGgfw7-EXA7J_gxrig0wKtH-pvWZ-qK2_A-TzdxJo4UzVvi1sc8FEKBOZPZrNuYaONH9M/s1600/noticia_9772.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;320&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJuOErrNekFvTNpqPHdim8e5pYQJ7dlpBtk1xplHLvzZoMFqywmdMIK77nsFDatl4BXC5i1gXGgfw7-EXA7J_gxrig0wKtH-pvWZ-qK2_A-TzdxJo4UzVvi1sc8FEKBOZPZrNuYaONH9M/s320/noticia_9772.jpg&quot; width=&quot;260&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A partir de amanhã, dia 1º de março, os autores de ações originárias propostas perante o Tribunal Superior do Trabalho terão de informar, na petição inicial, o número de inscrição das partes no cadastro de pessoas físicas ou jurídicas da Receita Federal. O objetivo é tornar mais precisa a identificação dos atores da relação profissional com a informação de seu CPF ou CNPJ.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A medida, prevista no Ato nº 3/2012 SEGJUD.GP, segue a Resolução nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). O artigo 6º da resolução estabelece que o cadastramento de partes nos processos deverá ser realizado, prioritariamente, pelo nome ou razão social constante dos cadastros da Secretaria da Receita Federal. E, de acordo com a Lei 11.419/2006, o fornecimento de tais informações compete às partes, ao distribuir a petição inicial de qualquer ação judicial, salvo impossibilidade que comprometa o acesso à Justiça. &lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A partir da vigência do ato, a Coordenadoria de Cadastramento Processual (Protocolo) do TST não receberá petição inicial física que não contiver os dados exigidos ou a justificativa para a sua ausência. No caso das petições protocoladas por meio do Sistema e-DOC, o autor será intimado para, no prazo de dez dias, prestar a informação ou justificar a impossibilidade de fornecer o dado. As justificativas serão submetidas à Presidência do Tribunal.&lt;/div&gt;
&lt;br /&gt;
Confira íntegra do &lt;a href=&quot;http://www.tst.jus.br/documents/10157/351894/Ato+n%C2%BA%203-2012+SEGJUD.GP.pdf&quot;&gt;Ato nº 3-2012 SEJUD.GP&lt;/a&gt;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: TST</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/03/cpf-cnpj-devem-constar-inicial-acoes.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgJuOErrNekFvTNpqPHdim8e5pYQJ7dlpBtk1xplHLvzZoMFqywmdMIK77nsFDatl4BXC5i1gXGgfw7-EXA7J_gxrig0wKtH-pvWZ-qK2_A-TzdxJo4UzVvi1sc8FEKBOZPZrNuYaONH9M/s72-c/noticia_9772.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-5571386826739566883</guid><pubDate>Fri, 24 Feb 2012 14:20:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-03-16T12:22:57.119-03:00</atom:updated><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">Serasa</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">SPC</category><category domain="http://www.blogger.com/atom/ns#">TST</category><title>Empresa Pode Consultar SPC, Serasa e o Poder Judiciário antes de Contratar</title><description>&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0OaozTeuiL6qwZtrOIRKqFUS91AhpagtdHO7dFzxAlbD7VcXpy9m5YhjF88WRbOsPWJD0g0tAusORmUIdiJxH0hGsaHPPbP7VxNWRUdFDuKIKs-AnGQKZgLBrYzKWsqJzk7F8-eI5AJc/s1600/SPC+SERASA.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0OaozTeuiL6qwZtrOIRKqFUS91AhpagtdHO7dFzxAlbD7VcXpy9m5YhjF88WRbOsPWJD0g0tAusORmUIdiJxH0hGsaHPPbP7VxNWRUdFDuKIKs-AnGQKZgLBrYzKWsqJzk7F8-eI5AJc/s320/SPC+SERASA.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Por decisão da 2ª Turma TST em uma ação civil pública movida pelo MPT, uma rede de lojas de Aracaju poderá continuar consultando&amp;nbsp;durante o processo seletivo de contratação de empregados&amp;nbsp;os registros do SPC, Serasa, órgãos policiais e do Poder Judiciário.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Ao analisar o caso&amp;nbsp;o ministro evidenciou que, &quot;se a Administração Pública, em praticamente todos os processos seletivos que realiza, exige dos candidatos, além do conhecimento técnico de cada área, inúmeros comprovantes de boa conduta e reputação, não há como vedar ao empregador o acesso a cadastros públicos como mais um mecanismo de melhor selecionar candidatos às suas vagas de emprego&quot;. Afastando, assim, a alegação do MPT de que tal procedimento adotado pela empresa seja discriminatório.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
Conforme salientado pelo relator &quot;os cadastros de pesquisas analisados pela G. Barbosa são públicos, de acesso irrestrito, e não há como admitir que a conduta tenha violado a intimidade, a vida privada, a honra e a imagem das pessoas.&quot; Ele ainda frisou que se não há proibição legal à existência de serviços de proteção ao crédito, de registros policiais e judiciais, menos ainda à possibilidade de algum interessado pesquisar esses dados.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
A empresa alegou que o critério utilizado considera a conduta do indivíduo e se justifica pela natureza do cargo a ser ocupado, dos quais procura&amp;nbsp;evitar destinar tais empregados a funções que lidem com dinheiro, a fim de evitar futuros delitos.&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;
&lt;div style=&quot;text-align: justify;&quot;&gt;
O Ministério Público do Trabalho ainda pode recorrer da decisão, mas se mantida, apesar de aplicar-se apenas a este processo, ela poderá abrir precedentes.&lt;/div&gt;</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/02/empresa-pode-consultar-spc-serasa-e-o.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi0OaozTeuiL6qwZtrOIRKqFUS91AhpagtdHO7dFzxAlbD7VcXpy9m5YhjF88WRbOsPWJD0g0tAusORmUIdiJxH0hGsaHPPbP7VxNWRUdFDuKIKs-AnGQKZgLBrYzKWsqJzk7F8-eI5AJc/s72-c/SPC+SERASA.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-2653686622711101522.post-5571777871926888540</guid><pubDate>Thu, 16 Feb 2012 16:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-16T15:58:26.318-02:00</atom:updated><title>Sobre o Blog Dicas Trabalhistas</title><description>&lt;br /&gt;
&lt;div class=&quot;separator&quot; style=&quot;clear: both; text-align: center;&quot;&gt;
&lt;a href=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9SQZSdXsCKMQOkZu180W-KR29rOh0GlTNUwK7vkl7edvJ2pfIXj3Zgq7rEgWqNjpf3zA_UVKKuWP9_noGwLo2y17yLvkL6kMwnQ3qZtRNJP5728LNWt1Zz2mFCmGhT6fWfxpXpwOZbbQ/s1600/imac+dt2+640x480.jpg&quot; imageanchor=&quot;1&quot; style=&quot;clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;&quot;&gt;&lt;img border=&quot;0&quot; height=&quot;240&quot; src=&quot;https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9SQZSdXsCKMQOkZu180W-KR29rOh0GlTNUwK7vkl7edvJ2pfIXj3Zgq7rEgWqNjpf3zA_UVKKuWP9_noGwLo2y17yLvkL6kMwnQ3qZtRNJP5728LNWt1Zz2mFCmGhT6fWfxpXpwOZbbQ/s320/imac+dt2+640x480.jpg&quot; width=&quot;320&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;
O Blog Dicas Trabalhistas é uma ideia que surgiu em meados de 2011, quando pensava começar a me especializar na área de Direito do Trabalho. Como amante do conhecimento que sou, servidora do Poder Judiciário há vários anos, ainda que não seja especificamente da justiça trabalhista, e formada em Administração de Empresas, acredito que tenho algo a compartilhar. Pois, atualmente, tanto o empregador quanto o empregado possuem uma necessidade muito grande de informação a respeito das questões trabalhistas e, este blog, foi criado com o intuito de auxiliar ambos no esclarecimento dessas questões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Certamente, que à medida que as postagens estiverem sendo editadas e publicadas, o blog ganhará mais consistência e, como é o objetivo, abrangerá todas as nuances do direito trabalhista. Esta, ainda, pode-se considerar uma ideia em construção, afinal não é do dia pra noite que se produz conteúdo próprio e em grande proporção. Há muito o que escrever a respeito do assunto e, dentro das possibilidades, estarei aqui para somar e auxiliar no compartilhamento de tais informações.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sejam bem-vindos!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Priscila Fago</description><link>http://dicastrabalhistas.blogspot.com/2012/02/sobre-o-blog-dicas-trabalhistas.html</link><author>noreply@blogger.com (Unknown)</author><media:thumbnail xmlns:media="http://search.yahoo.com/mrss/" url="https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEi9SQZSdXsCKMQOkZu180W-KR29rOh0GlTNUwK7vkl7edvJ2pfIXj3Zgq7rEgWqNjpf3zA_UVKKuWP9_noGwLo2y17yLvkL6kMwnQ3qZtRNJP5728LNWt1Zz2mFCmGhT6fWfxpXpwOZbbQ/s72-c/imac+dt2+640x480.jpg" height="72" width="72"/><thr:total>0</thr:total></item></channel></rss>