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A escolha deste título para o blog decorreu do meu interesse na raiz etimológica das palavras, em busca do significado original dos termos, muitas vezes perdido com o passar do tempo e as influências transculturais.</description><link>http://didaskalous.blogspot.com/</link><managingEditor>noreply@blogger.com (Adauto da Costa Santos)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>182</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="self" type="application/rss+xml" href="http://feeds.feedburner.com/Didaskalous" /><feedburner:info uri="didaskalous" /><atom10:link xmlns:atom10="http://www.w3.org/2005/Atom" rel="hub" href="http://pubsubhubbub.appspot.com/" /><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7006774943381838904.post-1416801008526150689</guid><pubDate>Wed, 15 Feb 2012 11:37:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-02-15T09:17:16.365-03:00</atom:updated><title>ENTREVISTA: EVANILDO BECHARA, EM DEFESA DA GRAMÁTICA</title><description>Oportuna e brilhante esta manifestação a favor da integridade do nosso vernáculo, com todas as implicações daí decorrentes. Resta saber se essa voz isolada conseguirá ecoar a indignação que, já há tempos, nos acomete diante de iniciativas assim tão funestas; verdadeiros atentados à redenção dos pobres e miseráveis. Contrariamente à máxima maquiavélica do "pão e circo", Jesus Cristo mencionou que para a redenção dos pobres, mais que pão, se devia dar-lhes o acesso ao conhecimento da verdade, pois só este caminho é capaz de libertar-nos da opressão.

"Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará" (João, 8, 32)

Para saber mais:
&lt;a href="http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=7288&amp;cod_canal=46"&gt;http://amaivos.uol.com.br/amaivos09/noticia/noticia.asp?cod_noticia=7288&amp;cod_canal=46&lt;/a&gt;

&lt;a href="http://www.bibliaonline.net/aconselhamentos/?acao=pesquisar&amp;tipo1=cat&amp;texto1=222&amp;cab=&amp;lang=pt-BR"&gt;http://www.bibliaonline.net/aconselhamentos/?acao=pesquisar&amp;tipo1=cat&amp;texto1=222&amp;cab=&amp;lang=pt-BR&lt;/a&gt;

Shalom Adonai!

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Um dos mais respeitados especialistas da língua portuguesa condena os colegas que se insurgem contra a norma culta e diz que disseminá-la é crucial para o país avançar.

O pernambucano Evanildo Bechara é um dos mais respeitados gramáticos da língua portuguesa. Doutor em letras e autor de duas dezenas de livros, entre os quais a consagrada Moderna Gramática Portuguesa, Bechara, de 83 anos, passou décadas lecionando português, linguística e filologia românica em universidades do Rio de Janeiro, da Alemanha e de Portugal. Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), ele é, por profissão, um propagador do bom uso do português. A fala mansa de Bechara contrasta com o tom incisivo de suas críticas a certa corrente de professores entusiastas da tese de que é "preconceito linguístico" corrigir os alunos. Diz Bechara: "Alguns de meus colegas subvertem a lógica em nome de uma doutrina que só serve para tirar de crianças e jovens a chance de ascenderem socialmente".

A defesa que o livro Por uma Vida Melhor, distribuído a 500.000 estudantes ao custo de milhões de reais para o bolso dos brasileiros, faz do uso errado da língua deveria ter provocado uma revolta maior, não?
 
A defesa que foi feita desse livro decorre de um equívoco. Estão confundindo um problema de ordem pedagógica, que diz respeito às escolas, com uma velha discussão teórica da sociolinguística, que reconhece e valoriza o linguajar popular. Esse é um terreno pantanoso. Ninguém de bom-senso discorda de que a expressão popular tem validade como forma de comunicação. Só que é preciso que se reconheça que a língua culta reúne infinitamente mais qualidades e valores. Ela é a única que consegue produzir e traduzir os pensamentos que circulam no mundo da filosofia, da literatura, das artes e das ciências. A linguagem popular a que alguns colegas meus se referem, por sua vez, não apresenta vocabulário nem tampouco estatura gramatical que permitam desenvolver ideias de maior complexidade - tão caras a uma sociedade que almeja evoluir. Por isso, é óbvio que não cabe às escolas ensiná-la.

Alguns de seus colegas consideram a norma culta um instrumento de dominação das elites...
 
Isso não passa de ortodoxia política. Eles subvertem a lógica em nome de uma doutrina. É semelhante ao que uma corrente de comunistas russos apregoava quando Josef Stalin (1879-1953) chegou ao poder. Os comunistas queriam estabelecer algo como "a nova língua do partido", um absurdo que enterraria a norma culta. O próprio Stalin condenou essa aberração e manteve a norma erudita, o imenso manancial dos grandes escritores russos, como a língua oficial da União Soviética. Agora, um grupo de brasileiros tenta repetir essa mesma lógica equivocada, empenhando-se em desvalorizar o bom português.

Qual o papel da norma culta de uma língua?

Não resta dúvida de que ela é um componente determinante da ascensão social. Qualquer pessoa dotada de mínima inteligência sabe que precisa aprender a norma culta para almejar melhores oportunidades. Privar cidadãos disso é o mesmo que lhes negar a chance de progredir na vida. Para mim, o linguista italiano Raffaele Simone, ainda em atividade, foi quem situou esse debate de forma mais lúcida. Ele critica os populistas que, ao fazer apologia da expressão popular, contribuem para perpetuar a segregação de classes pela língua. Pois justamente é o ensino da norma culta, segundo Raffaele, que ajuda na libertação dos menos favorecidos. Suas palavras se encaixam perfeitamente no debate atual.

Quais as raízes do ranço ideológico brasileiro?

Vemos resquícios de um movimento que surgiu no meio acadêmico na década de 60, pregando a abolição da gramática nas escolas. Eram tempos de ditadura militar, período em que, por princípio, se contestava qualquer tipo de norma ou autoridade. Para se ter uma ideia, agitava-se nas universidades a bandeira "é proibido proibir". Isso ecoava nos colégios - um verdadeiro desastre. Foi nesse contexto que começaram a estudar no Brasil a sociolinguística. Em diferentes tempos e sociedades, os estudiosos sempre estiveram atentos aos diferentes usos da língua. A primeira gramática portuguesa, que data de 1536, já apontava tais variantes. Só que, repito, essas são teorias que nunca deveriam ter deixado as fronteiras da academia. O próprio Mattoso Câmara (1904-1970), a quem se atribui a introdução da linguística no país, já alertava para os perigos na confusão de papéis entre teóricos e professores.

Esse tipo de debate é levado a sério em algum outro país?

Nenhum país desenvolvido prega a desvalorização da norma culta na sala de aula ou inclui esse tipo de ideia nos livros didáticos. Esse desserviço aos alunos e à sociedade como um todo só encontra eco mesmo no Brasil.

Como o domínio disseminado da norma culta da língua pode contribuir para o avanço do país?

Antes de tudo, formando cidadãos mais capacitados para preencher vagas que demandem alta qualificação, algo crucial para a economia. Ao questionar a necessidade do estudo da gramática nas escolas do país, linguistas como Marcos Bagno e tantos outros estão nivelando por baixo o ensino do português. Acabam reduzindo com isso as chances de milhões de estudantes aprenderem a se expressar com correção e clareza, tanto na escrita quanto na fala. A história reforça a importância disso. Ela é farta em exemplos de como uma oratória eficaz, por exemplo, pode catapultar carreiras.

Essa capacidade tem atualmente mesmo valor que no passado?

O domínio da língua falada vem sendo um importante instrumento para protagonismo na vida pública desde Antiguidade. Os principais líderes políticos sempre dominaram a língua falada. No auge da democracia clássica grega, valorizava-se tanto a oralidade que as primeiras disciplinas que uma criança aprendia na escola eram lógica, gramática e retórica. Em Roma, os inimigos do estadista e filósofo Marco Túlio Cícero ( 106 a .C. A 43 a .C.) o mataram e sua língua teria sido cortada como vingança contra seu poder como orador. A norma culta bem falada persiste como um valor nas sociedades modernas. O excelente domínio do inglês revelado por Winston Churchíll (1874-1965) foi instrumental em sua brilhante carreira, lembrada por discursos que mesmerizavam as audiências.

Como se explica a eficácia do discurso cheio de erros de português do ex-presidente Lula?

Apesar das frequentes incorreções, Lula faz parte do grupo de políticos com grande poder de retórica. Os erros o aproximam do povo, uma vez que como ele, a maior parte dos brasileiros também passa ao largo da norma culta. Isso faz com que se identifiquem com seu discurso. Não significa que as pessoas devam ter Lula como um modelo. Para conquistar um bom lugar no mercado de trabalho, o pré-requisito principal é que elas não saiam por aí dizendo "Nós pega o peixe", versão ensinada no livro distribuído às escolas pelo Ministério da Educação. É preciso que se atente ainda para outro fato: além de divulgarem um discurso que funciona na prática como um obstáculo à evolução dos indivíduos, os teóricos brasileiros que pregam o que chamo de mesmice idiomática atrapalham o próprio progresso do idioma. O resultado é que o Brasil está ficando para trás nesse campo.

De que maneira?

Quanto mais a norma culta de uma língua é praticada, mais esse idioma e sua gramática evoluem. Para dar a dimensão de nosso atraso nessa área, a academia espanhola acaba de publicar uma gramática de 4.000 páginas. O volume mais extenso que temos no Brasil possui 1.000 páginas, um quarto do tamanho. Um país que se pretende globalizado não pode se dar o direito de empobrecer seu idioma. As línguas mais difundidas no mundo são justamente aquelas mais avançadas do ponto de vista gramatical. É o caso do francês e do inglês. As pessoas costumam dizer que a língua inglesa é simples demais, mas isso só vale para certos aspectos. Sua fonética e o emprego que exige das preposições são complicadíssimos. O vocabulário inglês é extremamente rico. Afinal de contas, estamos falando do produto de uma cultura humanística e científica notável.

Por que tantos brasileiros falam e escrevem tão mal?

O domínio do idioma é resultado da educação de qualidade. Isso nos falta de maneira clamorosa. O ensino do português nas escolas é deficiente. Uma das razões recai sobre o evidente despreparo dos professores. É espantoso, mas, muitas vezes, antes de lecionarem a língua, eles não aprenderam o suficiente sobre a gramática. Além disso, não detêm uma cultura geral muito ampla nem tampouco costumam ler os grandes autores, como faziam os antigos mestres. A verdade é que a maioria não tem vocação para o magistério. Só escolhe essa carreira porque, quando chega o momento de ingressar na universidade, ela é uma das menos concorridas no vestibular. A situação do mercado de trabalho também conspira contra a permanência dos melhores professores nas salas de aula. Por falta de incentivos, muitos abandonam o magistério para se empregar na iniciativa privada como revisores, tradutores e editores.



A adoção de palavras estrangeiras no Brasil é exagerada?

Sou a favor de combater os estrangeirismos que nada acrescentam à riqueza da nossa língua. Não faz sentido nenhum usarmos "delivery" no lugar de entrega ou "coffee-break" para nos referir a intervalo. Esse hábito é fruto de um esnobismo cultural. Mas também não endosso a tese de que, por definição, os vocábulos estrangeiros corrompam a pureza da nossa língua. Eles podem até enriquecê-la à medida que ajudam na expansão do vocabulário. O idioma que acolhe uma palavra de outra língua tende, inclusive, a lhe emprestar características próprias. Só para citar um caso, hoje não escrevemos mais "yacht", em inglês, mas, sim, iate.

Não há excesso de reformas ortográficas no Brasil?

É verdade que muitos países jamais passaram por reformas ortográficas. No Brasil, elas tiveram os mais diversos propósitos e, apesar de certa confusão que acarretaram no princípio, acho que acabaram trazendo benefícios para a língua. As primeiras mudanças ocorreram no início do século XX, impulsionadas por uma necessidade didática. O português era, então, erudito demais. Com as mudanças, a ideia era distanciá-lo do latim, tornando-o mais acessível ao homem comum. Já a última reforma, que passou a vigorar em 2009, envolve interesses políticos e comerciais. A língua portuguesa é a única que tem duas ortografias oficiais - a do Brasil e a de Portugal. Parece razoável unificá-las para simplificar a redação de documentos e contratos internacionais.

A internet está empobrecendo a língua culta?

Não vejo a coisa dessa maneira. Se uma criança for bem apresentada à norma culta na escola, vai saber utilizá-la quando necessário, fora do ambiente da rede. Na internet, de fato, pratica-se uma linguagem muito particular, repleta de abreviações e símbolos no lugar de palavras. Tal modo de expressão é só mais um dentre tantos outros que uma mesma pessoa é capaz de assimilar. O maior perigo da rede, a meu ver, é de natureza distinta. Preocupa-me que ela tome de crianças e jovens um tempo precioso em que eles poderiam estar debruçados sobre os livros - e aprimorando assim o bom português.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-1416801008526150689?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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 Uma semana depois de minha esposa e eu decidirmos começar uma família, entramos numa livraria e compramos dois livros sobre como educar filhos.
 
 Por uma série de razões os dois filhos só nasceram seis anos depois e acabamos lendo não dois, mas 36 livros. Se dependesse de teoria, estávamos preparados.
 
 Hoje eles estão crescidos e um amigo me perguntou que livros nós havíamos utilizado mais. Foi uma boa pergunta que demorei a responder.
 
 Usamos um livro só, um que educava mais os pais do que os filhos.
 Intitula-se 'A Auto-estima do seu filho' de Dorothy Briggs, e o título já diz tudo.
 
 A tese do livro é como agir para nunca reduzir a auto-estima do seu filho: elogiá-lo freqüentemente, ouvir sempre suas pequenas conquistas, festejar as suas pequenas vitórias, nunca mentir ou exagerar neste intento, em suma, mostrar a seus filhos seu verdadeiro valor.
 
 Ao contrário do que defendem os demais livros, não é uma boa educação, nem disciplina, nem muito amor e carinho, ou uma família bem estruturada que determinam o sucesso de nossos filhos, embora tudo isto ajude.
 
 A sacada mais importante do livro, no nosso entender, foi a constatação que filhos já nascem com uma elevada auto-estima, e que são os pais que irão sistematicamente arruiná-la com frases como: 'Seu imbecil!', 'Será que você nunca aprende?', 'Você ficou surda?'.
 
 Jean Jacques Rousseau errou quando disse que "o homem nasce bom, mas é a sociedade que o corrompe". São os próprios pais que se encarregam de fazer o estrago.
 
 Por exemplo: você, pai ou mãe, chega do trabalho e encontra seu filho pendurado na cadeira: 'Desça já, seu idiota, vai torcer o seu pescoço'.
 
 Para Dorothy, a resposta politicamente correta seria: 'Desça já, mamãe tem medo que você possa se machucar'.
 
 Primeiro porque seu filho não é um idiota, ele assume riscos calculados.
 
 Segundo, são os pais, com suas neuroses de segurança, que têm medo de cadeiras.
 
 Quando Roberto e Ricardo começaram a aprender a pular, entre três e quatro anos de idade, desafiava-os para um campeonato de salto a distância.
 
Depois de algumas rodadas, seguindo a filosofia do livro, deixava-os ganhar.
 
Ficavam muito felizes, mas qual não foi a minha surpresa quando na sétima ou oitava rodada, eles começavam a me dar uma colher de chá, deixando que eu ganhasse.
 
Que lição de cidadania: criança com boa auto-estima não é egoísta e se torna solidária.
 
Eu não tenho a menor dúvida de que os problemas que temos no Brasil em termos de ganância empresarial, ânsia em ficar rico a qualquer custo que leva à corrupção, advêm de um pai ou uma mãe que nunca se preocuparam com a auto-estima de seus filhos.
 
Eu acho que políticos, professores e intelectuais, na maioria desesperados em se autopromover, jamais darão oportunidades para outros vencerem, como até crianças de três anos são capazes de fazer.
 
 A fogueira das vaidades só atinge os inseguros com baixa auto-estima.
 
 Alguns pais fazem questão até de vencer seus filhos nos esportes para acostumá-los às agruras da vida, como se a vida já não destruísse a nossa auto-estima o suficiente.
 
A teoria é simples, mas a prática é complicada.
 
 Uma frase desastrada pode arruinar o efeito de 50 elogios bem dados.
 
 'Meu marido queria que o segundo fosse um menino, mas veio uma menina'. Imaginem o efeito desta frase na auto-estima da filha.

 Portanto, quanto mais cedo consolidar a auto-estima melhor.
 
 Esta tese, porém, tem seus inconvenientes.
 
 Agora que meus filhos são muito mais espertos, inteligentes e observadores do que eu, tenho que ouvir frases como: 'É isto aí, Pai', 'Faremos do seu jeito, pai', tentativas bem-intencionadas de restaurar a minha abalada auto-estima.
 
 
 
 Stephen Kanitz é pai e também administrador de empresas
 
 
 
 Publicado na Revista Veja, edição 1650.
 
 
 Informações sobre o livro mencionado no artigo:
 
 A autoestima do seu filho
 BRIGGS, Dorothy Corkille
 MARTINS FONTES&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-950737989230851447?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Carta aberta da Dra. MARIA ISABEL LEPSCH ao Governador do Rio de Janeiro, Sr. SERGIO CABRAL.
"Sabe governador, somos contemporâneos, quase da mesma idade, mas vivemos em mundos bem diferentes.

Sou classe média, bem média, médica, pediatra, deprimida e indignada com as canalhices, que estão acontecendo.

Não conheço bem a sua história pessoal e certamente o senhor não sabe nada da minha, também.

Fiz um vestibular bastante disputado e, com grande empenho, tive a oportunidade de freqüentar a Universidade do Estado do Rio de Janeiro, hoje esquartejada pela omissão e politiquices do poder público estadual. Fiz treinamento no
Hospital Pedro Ernesto, hoje vivendo de esmolas emergenciais, em troca de leitos da dengue.

Parece-me, que o senhor desconhece esta realidade. O seu terceiro grau não foi tão suado assim, em universidade sem muito prestígio, curso na época pouco disputado, turma de meninos Zona Sul.

Aprendi Medicina em hospital de pobre, trabalhei muito sem remuneração, em troca de aprendizado. Ao final do curso, nova seleção, agora, para residência. Mais trabalho com pouco dinheiro e pacientes pobres, o povo.

Sempre fui doutrinada a fazer o máximo com o mínimo. Muitas noites sem dormir e lhe garanto que não foram em salinhas refrigeradas, costurando coligações e acordos, para o povo, de quem o senhor nem conhece o cheiro, ou choro, em momento de dor.

No início da década de noventa, fui aprovada num concurso, para ser médica da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro. A melhor decisão da minha vida, da qual hoje, mais do que nunca, não me arrependo, foi abandonar este cargo.

Não se pode querer ser Dom Quixote, herói ou justiceiro.

Dói assistir à morte, por falta de recursos. Dói, como mãe de quatro filhos, ver outros filhos, de outras mães, não serem salvos, por falta de condições de trabalho. Fingir que trabalha, fingir que é médico, estar cara-a-cara com o paciente, como representante de um sistema de saúde ridículo, ter a possibilidade de se contaminar e se acostumar com uma pseudo-medicina é doloroso, aviltante e uma enorme frustração.

Aprendi, em muitas daquelas noites insones, tudo o que sei fazer, e gosto muito do que eu faço. Sou médica porque gosto. Sou pediatra por opção e com convicção. Não me arrependo. Prometi a mim mesma fazer o melhor de mim.

É um deboche numa cidade, como o Rio de Janeiro, num estado como o nosso, assistir a políticos, como o senhor, discursarem, com a cara mais lavada, que este é o momento de deixar de "lenga-lenga", para salvar vidas.

Que vidas, senhor governador?

Nas UPAS? tudo de fachada para engabelar o povão!!!!

Por amor ao povo, o senhor trabalharia pelo salário, que o senhor paga ao médico?

Os médicos não criaram os mosquitos. Os hospitais não estão com problema somente agora. Não faltam especialistas. O que falta é quem queira se sujeitar à triste realidade do médico da SES, para tentar resolver, emergencialmente, a
omissão de anos.

A mídia planta terrorismo no coração das mães que, desesperadas, correm, a qualquer sintoma inespecífico, para as urgências... Não há pediatra, neste momento, que não esteja sobrecarregado. Mesmo na medicina privada, há uma grande dificuldade, em administrar uma demanda absurda, de atendimentos em clínicas, consultórios ou telefones.

Todos em pânico.

E aí, vem o senhor com a história do "lenga-lenga".

Acorde, governador !

Hoje, o senhor é poder executivo. Esqueça um pouco das fotos com o presidente e com a mãe do PAC, esqueça a escolha do prefeito, esqueça a carinha de bom moço consternado, na televisão.

Faça a mudança. Execute.

"Lenga-lenga" é não mudar os hospitais e os salários.

Quem sabe, o senhor poderia trabalhar como voluntário, também. Chame a sua família.

Venha sentir o stress de uma mãe, não daquelas de pracinha com babá, que o senhor bem conhece, mas daquelas que nem podem faltar ao trabalho, para cuidar de um filho doente. Venha preparado, porque as pessoas estão armadas, com pouca tolerância, em pânico.

Quem sabe, entra no seu nariz o cheiro do pobre, do povo e o senhor tenta virar o jogo.

A responsabilidade é sua, Governador"

Afinal, quem é, ou são, os vagabundos, Governador ?
Dra. Maria Isabel Lepsch.

ICARAÍ, Rua Miguel de Frias 51 sala 303 Tel: 2704-4104/9986- 2514 - NITERÓI
Av. Amaral Peixoto 60 sala 316 Tel: 2613-2248/2704- 410 4/9982- 8995 - SÃO GONÇALO Rua Dr. Francisco Portela 2385 Parada 40 Tel: 2605-0193/3713-0879"
-------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------
Através da Divulgação, podemos tentar ajudar a diminuir a DESASSISTÊNCIA TOTAL DOS GOVERNANTES AOS HOSPITAIS PÚBLICOS DO BRASIL!
'O que mais preocupa não é o grito dos violentos, dos corruptos, dos desonestos, dos sem-caráter, dos sem-ética. O que mais preocupa é o silêncio dos bons". Martin Luther King&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-8471615862469585250?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;/div&gt;&lt;img src="http://feeds.feedburner.com/~r/Didaskalous/~4/THYk2sboRtE" height="1" width="1"/&gt;</description><link>http://feedproxy.google.com/~r/Didaskalous/~3/THYk2sboRtE/carta-de-medica-inconformada.html</link><author>noreply@blogger.com (Adauto da Costa Santos)</author><thr:total>0</thr:total><feedburner:origLink>http://didaskalous.blogspot.com/2012/01/carta-de-medica-inconformada.html</feedburner:origLink></item><item><guid isPermaLink="false">tag:blogger.com,1999:blog-7006774943381838904.post-7820346186403236067</guid><pubDate>Tue, 24 Jan 2012 11:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2012-01-24T08:48:47.694-03:00</atom:updated><title>As seis características de um líder</title><description>Um líder pode ser definido em seis Ds. Seis Dimensões? Seis Desejos? Seis Dogmas? Nada disso. Apenas uma forma fácil de memorizarmos como atua um líder moderno. Já que a missão do novo líder é motivar, capacitar e inspirar, veja como os princípios abaixo - todos começando com a letra D pontuam suas atividades:

Descontração

A empresa precisa de colaboradores criativos, certo? Portanto rigidez e autoritarismo nem pensar. É importante a equipe estar solta, à vontade para criar, opinar, discordar. Uma piada, ou uma brincadeira feita na hora certa pode ajudar e muito. Seja gente, seja sincero, seja agradável. Uma decoração leve também ajuda. E bom humor é fundamental.

Direcionamento

Pode parecer um paradoxo, mas paralelamente à descontração, é preciso foco. Ao direcionar, o líder ajuda seus colaboradores a incorporar a missão da empresa, harmonizar objetivos e estabelecer prioridades.

Desafio

Por meio do desafio, trabalho deixa de significar sacrifício ou tortura (como já foi em sua origem etimológica) e passa a ser sinônimo de criatividade, realização, aprendizado e, sobretudo, prazer. Esta motivação é adquirida aos poucos, cada vez que uma pessoa se percebe mais capaz.

O psicólogo organizacional Mihaly Csikszentmihaly, em seu livro "A Psicologia da Felicidade" mostra como administrar desafios para obtermos bons resultados e prazer: quando uma pessoa está aprendendo uma nova tarefa, ela tem pouca aptidão e provavelmente alto grau de ansiedade. Com o tempo, ela aprende a realizar a tarefa, e sua ansiedade chega a um ponto ótimo de fluidez, prazer e resultados.

Mais tempo passa e nosso personagem já "tira de letra" a aptidão para a tarefa. Nesse momento, seu desafio será pequeno. Se a tarefa se tornar repetitiva, a conseqüência será o tédio. Antes que ele se instale, é hora do novo desafio!

Diferenciação

É ótimo reconhecer e valorizar as diferenças entre cada membro da equipe. Ajuda e motiva aproveitar as características individuais de cada um, tanto de personalidade como de experiência profissional. A pessoa se sente respeitada, passa a ousar mais, sem medo de ser diferente dos outros. Só com a aceitação das diferenças acontece a verdadeira inclusão.

Desapego

Uma equipe é mais produtiva quando seus membros estão realmente voltados para a melhor solução e conseguem se desapegar de idéias e paradigmas anteriores.

É preciso abandonar o ego, as certezas, a noção de uma única alternativa.

Às vezes é difícil, mas a conscientização do comportamento, a mudança de valores e principalmente o treino podem ajudar muito.

Juntado esses 5 Ds com uma boa dose de motivação e comprometimento, o líder consegue o que é mais importante em uma equipe: Determinação. E se ele mesmo a tiver, será um líder querido, eficaz e inspirador.

Fonte: KASSOY, Gisela. As seis características de um líder. Disponível em: &lt;http://sites.br.inter.net/jerry/?id=295&gt;. Acesso em: 01 fev. 2007.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-7820346186403236067?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Criatividade não é dom. Pode e deve ser trabalhada em qualquer situação – pode ser estimulada – pode ser apreendida.

As lideranças em muitas organizações estão produzindo cada vez mais maneiras de estimular e capacitar seus colaboradores na busca de soluções criativas e alternativas inovadoras. Não é regra ainda, mas caminhamos para uma visão muito melhor do que há alguns anos.

Multiplicaram-se os cursos e as consultorias que tratam somente de criatividade e inovação. Entretanto tenho verificado que muitos ainda não se deram conta da importância da construção dos ambientes criativos.

Pessoas criativas, processos criativos, não conseguem produzir inovações ou adaptações criativas se o ambiente não favorecer a criatividade. Isto mesmo é preciso ter um ambiente criativo.

Os ambientes criativos são fundamentais no processo de criatividade e não podem ser criados somente na hora que precisamos ter idéias novas.

Em outras palavras não da para mudar radicalmente um ambiente desagradável, tanto no aspecto material (instalações, cores, iluminação, etc) quanto no psicológico (relações interpessoais, comunicação, etc) de um momento para outro, como se fosse um passe de mágica.

A construção de um ambiente criativo é um processo contínuo. As lideranças podem dizer qual a hora da aplicação de um processo criativo, podem estimular a criatividade das pessoas numa dada tarefa ou num determinado processo, mas não podem mudar, criar e estruturar um ambiente de uma hora para outra. Talvez seja este um dos nós que dificulta a criatividade nas organizações.

Um ambiente criativo exige algumas premissas que não são comuns nas organizações de forma geral. Assim um ambiente criativo tem que ter:

- Cores nas paredes - estimulantes , fortes e vibrantes. Boa iluminação e ventilação. Aqui um cuidado deve ser tomado com relação às cores berrantes (vermelho, roxo, azul). O melhor é pesquisar com sua equipe de colaboradores quais são as cores alegres e quais as cores cansativas.

- Conforto. Muitos processos criativos demoram horas para serem concluídos.

- Poucos ou nenhum estímulo que desvie a atenção das pessoas. Locais sujos, com música ambiente inadequada – local de passagem de pessoas estranhas ao grupo, são prejudiciais ao processo criativo.

- Desafios. As pessoas precisam sentir-se desafiadas.

- Liberdade de poder se expressar sem críticas ou qualquer tipo de discriminação.

- Suporte às idéias. Nenhuma idéia, em princípio, pode ser descartada.

- Confiança. As pessoas têm que se sentirem confiantes e confiarem umas nas outras.

- Abertura para as idéias e dinamismo.

- Bom humor. Por acaso já viram criatividade com mau humor ?

- Tempo para idéias. Poder pensar cada um no seu tempo e velocidade.

- Conflitos de idéias e debates.

- Trabalho em equipe. É um ambiente onde as pessoas criativas trabalham unidas.

Como podemos observar muitas dessas premissas podem ser criadas ou construídas, principalmente aquelas que dizem respeito ao ambiente físico, entretanto outras não podem ser criadas como num passe de mágica.

Há ainda casos em que o trabalho no dia-a-dia exige concentração, calma e tranqüilidade, nesse caso é preciso montar ambientes físicos próprios para o exercício da criatividade. Mas não esqueça de cuidar dos outros aspectos do ambiente psicológico.

As lideranças precisam observar com mais cuidado o ambiente criativo.

Esse é o novo paradigma. É esse o desafio das lideranças e das equipes.

Vamos montar um ambiente criativo na sua organização?. Por onde você líder, desejaria começar?
                                                                      

Fonte: RIBEIRO, Armando Pastore Mendes. Os líderes e os ambientes criativos. [S.l.: s.n.].&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-5937614428878277163?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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1. A sociedade europeia está em vias de se auto-destruir. O seu modelo social é muito exigente em meios financeiros. Mas , ao mesmo tempo, os europeus não querem trabalhar. Só três coisas lhes interessam: lazer/entretenimento, ecologia e futebol na TV! Vivem, portanto, bem acima dos seus meios, porque é preciso pagar estes sonhos de miúdos... 

2. Os seus industriais deslocalizam-se porque não estão disponíveis para suportar o custo de trabalho na Europa, os seus impostos e taxas para financiar a sua assistência generalizada.

3. Portanto endividam-se, vivem a crédito. Mas os seus filhos não poderão pagar 'a conta'.

4. Os europeus destruíram, assim, a sua qualidade de vida empobrecendo. Votam orçamentos sempre deficitários. Estão asfixiados pela dívida e não poderão honrá-la.

5. Mas, para além de se endividar, têm outro vício: os seus governos 'sangram' os contribuintes. A Europa detém o recorde mundial da pressão fiscal. É um verdadeiro 'inferno fiscal' para aqueles que criam riqueza.

6. Não compreenderam que não se produz riqueza dividindo e partilhando mas sim trabalhando. Porque quanto mais se reparte esta riqueza limitada menos há para cada um. Aqueles que produzem e criam empregos são punidos por impostos e taxas e aqueles que não trabalham são encorajados por ajudas. É uma inversão de valores.

7. Portanto o seu sistema é perverso e vai implodir por esgotamento e sufocação. A deslocalização da sua capacidade produtiva provoca o abaixamento do seu nível de vida e o aumento do... da China!

8. Dentro de uma ou duas gerações, 'nós' (chineses) iremos ultrapassá-los. Eles tornar-se-ão os nossos pobres. Dar-lhes-emos sacos de arroz...

9. Existe um outro cancro na Europa: existem funcionários a mais, um emprego em cada cinco. Estes funcionários são sedentos de dinheiro público, são de uma grande ineficácia, querem trabalhar o menos possível e apesar das inúmeras vantagens e direitos sociais, estão muitas vezes em greve. Mas os decisores acham que vale mais um funcionário ineficaz do que um
desempregado...

10. (Os europeus) vão direto a um muro e em alta velocidade...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-7773227801483679805?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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A queda da Constantinopla, a descoberta das Américas, a invenção da máquina a vapor e as guerras mundiais do século XX são apenas alguns exemplos de mudanças profundas ocorridas ao longo dos séculos. Afirmar que a mudança é a novidade do mundo de hoje é o mesmo que afirmar que não leu e não entendeu as lições da História.

Então, por que se fala tanto de mudanças hoje em dia?

Um dos motivos é que elas estão repercutindo com maior rapidez na vida das pessoas e das empresas, e é preciso saber entendê-las e administrá-las em nosso benefício. As mudanças trazem oportunidades, e saber usá-las pode nos tornar mais competitivos, mais inovadores, mais respeitados, mais poderosos ou simplesmente mais felizes.

E os avanços tecnológicos estão produzindo instrumentos que acelerem as mudanças: a televisão com notícias ao vivo para todo o mundo, os computadores e sua incrível capacidade de tratar grandes volumes de informações, o transporte aéreo que nos leva a qualquer parte do mundo em questão de horas e a automação crescente nas empresas e nos lares são apenas algumas delas.

Nas empresas, diversos enganos tem sido cometidos ao se lidar com mudanças tecnológicas. A tarefa de conduzi-las tem sido muitas vezes entregue a profissionais com boa formação técnica, cuja promoção à gerência é vista como o crescimento natural em suas carreiras, e algumas vezes como um prêmio. Poucos recebem treinamento gerencial para assumirem suas novas funções, e por vezes nem sempre isso é o bastante.

Por quê? Ora, planejamento, organização, controle e direção, as tarefas básicas da gerência, apenas tornam os gerentes eficazes em subir a escada com sucesso, como diz Stephen Covey. A mudança pede mais: pede liderança. É ela que determina se a escada está apoiada na parede correta.

Uma boa gerência é importante, pois é capaz de manter o já alcançado e ainda conseguir melhorias continuas ao longo do tempo. Mas estamos vivendo tempos de reengenharia, e necessitamos ganhos dramáticos, saltos em ordem de magnitude, e isto se consegue através de liderança efetiva e não apenas com uma boa gerência.

Estamos falando de uma liderança baseada em princípios, e não apenas em carisma, imagem ou personalidade. Estamos falando em preparar líderes. Estamos falando de visão, definição clara de metas, estratégias e objetivos, coragem para mudar e até começar de novo, equipes motivadas e em contínuo aprendizado, paixão pelo consumidor e resultados obtidos de forma a surpreender a concorrência pela qualidade que apresentam e rapidez com que foram alcançados.

Mas como deve agir um líder no processo de mudança?

Um líder reconhece três estágios para que as pessoas e equipes usem talentos para alcançar resultados. De acordo com Mike Pegg em Positive Leadership, primeiro o líder trabalha na clarificação, isto é, comunicação eficaz para que todos identifiquem e entendam seus objetivos e trabalhem na mesma direção. Em seguida consegue a adesão, onde cada um deve sentir-se participante e contribuinte vital para o sucesso final do trabalho, e o orgulho de poder participar do mesmo. Por último, ele exercita a condução, ou seja, a habilidade de administrar a obtenção de resultados produzidos por uma equipe composta de pessoas comuns, com seus acertos e enganos, dúvidas e sugestões, conhecimentos e limitações, vontades e habilidades.

Embalados por processos tecnológicos e ferramentas sofisticadas, muitos gerentes não trabalham adesão e participação da equipe, e a mudança pode falhar menos por fatores técnicos e muito mais por fatores motivacionais.

Um líder estimula simultaneamente dois tipos de melhoria: a de ganhos dramáticos da reengenharia, e a permanente do kaizen. A soma dessas duas atitudes faz com que haja um ganho abrupto com o processo de reengenharia, somado ao ganho suave da melhoria permanente, novamente seguido de uma nova reengenharia e assim por diante. Porque não basta uma reengenharia apenas: a concorrência a percebe e em breve se aproxima da posição conquistada por sua empresa. O líder sabe disso e trabalha com isso.

Um gerente faz com que os outros façam, mas um líder faz com que os outros queiram fazer. E, segundo Jim Kouzes e Barry Posner, autores de O desafio da liderança, eles conseguem isto através de cinco práticas:

&lt;blockquote&gt;Desafiando o status quo, assumindo riscos, experimentando e inovando; 
Inspirando uma visão comum a seus liderados, conseguindo com que os outros comprem os seus sonhos visões e aspirações; 
Capacitando os outros para agirem, pois sabem que só realizarão seus sonhos se contarem com pessoas treinadas e capacitadas para a ação; 
Modelando o caminho, praticando aquilo que pregam e partilhando os resultados obtidos; e 
Alentando o espírito de seus liderados, reconhecendo o que cada um é capaz de realizar e comemorando a obtenção de resultados com eles. &lt;/blockquote&gt;

O líder trabalha com pessoas comuns e obtém resultados extraordinários com essas pessoas, pois sabe que sua visão se tornará à realidade se a mudança naquela direção for feita com a adesão e a contribuição de cada participante da equipe.

Cuidado, pois, com a ilusão que a cortina de fumaça tecnológica cria, ao propor que a solução está apenas em mudar para este ou aquela tecnologia, seguir este ou aquele modismo ou ler e praticar o que prega esse ou aquele novo best-seller, supondo que tudo o mais se adequará à mudança realizada.

É perfeitamente possível aprimorar as características de líderes em potencial que convivem conosco no dia-a-dia através de programas de desenvolvimento e treinamento. E uma liderança real poderá ser a diferença que fará as mudanças de fato acontecerem ou não em sua empresa.

Fonte: SILVEIRA NETO, Fernando Henrique da. Mudança exige liderança nas empresas . Disponível em: &lt;http://www.geocities.com/Eureka/2471/mudlidemp.html&gt;. Acesso em: 26 maio 2004.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-8666058370081210881?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Lei reconhece música gospel como manifestação cultural

Foi sancionada a lei 12.590/12, que altera a lei Rouanet (8.313/91) para reconhecer a música gospel e os eventos a ela relacionados como manifestação cultural.

Veja abaixo.

_________

    LEI Nº 12.590, DE 9 DE JANEIRO DE 2012

    Altera a Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991 - Lei Rouanet - para reconhecer a música gospel e os eventos a ela relacionados como manifestação cultural.

    A P R E S I D E N T A D A R E P Ú B L I C A

    Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

    Art. 1º A Lei no 8.313, de 23 de dezembro de 1991, que restabelece princípios da Lei no 7.505, de 2 de julho de 1986, institui o Programa Nacional de Apoio à Cultura (PRONAC) e dá outras providências, passa a vigorar acrescida do seguinte art. 31-A:

        "Art. 31-A. Para os efeitos desta Lei, ficam reconhecidos como manifestação cultural a música gospel e os eventos a ela relacionados, exceto aqueles promovidos por igrejas."

    Art. 2º Esta Lei entra em vigor na data de sua publicação.

    Brasília, 9 de janeiro de 2012; 191o da Independência e 124º da República.

    DILMA ROUSSEFF
    Vitor Paulo Ortiz Bittencourt

Fonte: &lt;a href="http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI147771,41046-Lei+12590+12+reconhece+musica+gospel+como+manifestacao+cultural"&gt;http://www.migalhas.com.br/Quentes/17,MI147771,41046-Lei+12590+12+reconhece+musica+gospel+como+manifestacao+cultural&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-2973206587009070191?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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O muito falar sobre um determinado tema traz contribuições sobre o seu entendimento, mas também, dissemina uma série de equívocos inerentes ao processo de comunicação. Neste sentido, muitas vezes Liderança é confundida com a posição relativa do sucesso de uma empresa ou pessoa; ou ainda, quando assistimos a uma corrida de Fórmula 1 e ouvimos o locutor anunciar que o corredor X lidera a prova, estamos diante de uma derivação do significado de Liderança, que enquanto categoria tem significado mais abrangente.

Liderar não é simplesmente estar na frente (espacialmente falando). Para melhor compreendermos onde se encontra a falácia deste raciocínio tão comum e compreendermos que Liderança tão pouco é Gerência (outro erro tendencioso muito comum) vamos nos reportar um pouco às particularidades da Liderança:

Para simplificar o nosso caminho, que é bastante sintético, neste artigo, vamos definir, de maneira simples e objetiva, o que é efetivamente Liderança...

Liderança é o exercício da Influência! Portanto liderar é a Arte de Influenciar/motivar colaboradores para a realização de um objetivo teoricamente comum. Teoricamente, porque pode haver distorções no processo, afinal, estamos falando de persuasão, influência e comportamento.

É fundamental compreender que Liderança é, em ultima instância, Influência e que nós, em maior ou menor proporção, estamos influenciando e sendo influenciados a todo o instante. Dentro da lógica cultural que se estabelece nos princípios da educação familiar, ganha continuidade na escola e torna-se uma característica constante na vida social e profissional, a liderança é um fenômeno ao qual nos afeiçoamos.

Não existem líderes sem seguidores, a História comprova este fato! Ora se Liderança é Influência e não existem líderes sem seguidores, concluímos que:

Liderança é a Arte de Influenciar pessoas, transformando-as em colaboradores motivados na conquista de um objetivo comum!

Colocadas estas particularidades, voltamos à nossa questão inicial, porque o corredor X não é o Líder da prova?

Por uma razão simples: Os outros não o seguem, perseguem! - e isto é muito diferente, cada qual luta por sua posição individual de destaque; não formam um time seguindo a orientação de um Líder, a vitória de cada um, qualquer que seja ele, atende a imperativos pessoais e passa necessariamente pela “derrota” do então “líder”. Assim, estamos diante de uma derivação imprópria do conceito de liderança, tal qual o concebemos nas relações humanas. Estes riscos de ceder às derivações da Língua que nos iludem no universo conceitual estão presentes no dia a dia das empresas, e são perigosíssimos. Confunde-se Tratamento com Atendimento, Propaganda com Marketing e assim sucessivamente...

Por exemplo, Liderança com Gerência não são a mesma coisa.

É excelente se pudermos ter um Gerente que saiba liderar, mas uma posição não garante a outra.

Vejamos a diferença básica entre gerente e Líder: As habilidades gerenciais estão comprometidas em assegurar que os programas e objetivos da empresa sejam cumpridos enquanto a Liderança está comprometida em projetar uma visão mais ampla (holística), em motivar, transformar pessoas frente a situações.

As diferenças entre Chefe e Líder

Chefe pressiona; um Líder treina!

Chefe se vale da autoridade, um líder, do exemplo!

Chefe inspira medo; um Líder inspira entusiasmo!

Chefe diz “eu”, um líder diz “nós”!

Chefe atribui a alguém a culpa pelo problema, um líder sai do problema!

Chefe sabe como é feito, um líder demonstra como é feito!
 
Chefe diz “Vá!”; um Líder diz “Vamos!”.

Normalmente, gerentes são vistos por seus subordinados como chefes e não como líderes!

As pessoas não gostam de ser geridas, desejam ser lideradas, porque Liderança esta correlacionada com confiança com a delegação e projeção dos nossos sonhos e desejos a alguém que nos possa conduzir à sua realização!

Devemos considerar como essencial, a habilidade interpessoal, a habilidade de relacionamento com resultados pró-ativos, o que hoje se convencionou chamar da tomada de consciência da Inteligência emocional, ou seja, a interdependência e inter-relação entre a razão e a emoção que envolve o comportamento humano nos times e equipes.

A Liderança é o exercício do “carisma” (termo muito mal compreendido na atualidade que confunde imagem com conteúdo), do conhecimento, da estratégia, da sabedoria e da atitude sobre a forma de exemplo que tem o mágico de transformar pessoas, percepções e comportamentos.

Liderança é a característica Humana que tem o poder de mobilizar pessoas e grupos na ação individual e coletiva para a realização de um determinado objetivo percebido por todos como comum. Líder é um ícone, uma representação humana, uma pessoa que sintetiza e interpreta os anseios e necessidades de um determinado grupo e é capaz de fazê-lo agir de maneira consistente e eficaz, movidos por um sentido de missão e sonho comum que amplifica incrivelmente suas potencialidades.

Líder é aquele que nos fascina e mobiliza, aquele a quem aprendemos a admirar e respeitar pela força de seus argumentos e não pelo argumento da força, por aquilo que representa e não por sua posição hierarquicamente definida.

Liderança é o tema matter de todas as questões políticas, sociológicas, religiosas e mercadológicas de todos os tempos. Aprimore o seu potencial de liderança e ajude a transformar sonhos em realidades.

Fonte
HILSDORF, Carlos. Liderança – a magia da transformação. [S.l.: s.n.]&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-2042382913332202051?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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NESTE NATAL NÃO SE ESQUEÇA DE JESUS

Em alguns shoppings que visitei neste final de ano, tanto na Capital Federal quanto em outros fora do DF, foi fácil perceber os bonitos enfeites natalinos e ornamentações que chamam bastante a atenção dos consumidores e das pessoas que transitam por lá.

Mas em todos percebi que faltava algo, a principal referência ficou esquecida. Não havia nada que simbolizava o nascimento de Jesus, nos passando uma idéia que o natal é sinal época de comprar presentes, de se gastar mais.

Tenho reparado que a cada ano o verdadeiro sentido do natal tem se deixado de lado. Encontram um substituto para Jesus. No lugar dele entra Papai Noel, este sim é o mais lembrado nesta época, chegando até ao porto de provocar uma extensa fila para se ter um contato mais próximo com ele.

Mas não pára por aí a série de inversão de valores: no lugar da verdadeira alegria entra a bebida alcoólica, no lugar da paz e da união entra o egoísmo, no lugar da necessidade entra tudo que é mais supérfluo. Com isso é fácil ocorrer desentendimentos, frustrações, fazendo com que os sonhos de muitos sejam ceifados. Realmente Jesus tem ficado de lado.

Não preparei nenhum tipo de cartão de natal bonito para te mandar, mas quero deixar esta mensagem para você que tanto estimo como uma forma de presentear o seu natal. Não se esqueça de Jesus, deixe-o entrar na sua vida, no seu lar, fazendo uma morada permanente. Deixe que ele seja o verdadeiro sentido do natal.

No próximo dia 24, convide-o para estar presente na cabeceira da sua mesa, agradeça por tudo que ele proporcionou para você, fale de Jesus para seus amigos. Celebre o verdadeiro sentido do natal falando de Jesus para alguém que está perto de você, mesmo que não tenha tanta afinidade.

Ele é a principal razão e o dono da festa, então não se esqueça que ele é merecedor de toda atenção e toda honra.

 “Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.     Isaías 9:6”

Feliz natal, com um venturoso e próspero ano novo.

                       Conte comigo em 2012.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-3727257974547764615?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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ATITUDE
Chris Parente

Religião as pessoas podem ter ou não. Já a religiosidade é um elemento estruturante da existência
ENTREVISTA
Mario Sergio Cortella: não adie seu encontro com a espiritualidade
 Na juventude, o filósofo Mario Sergio Cortella experimentou a vida monástica em um convento da Ordem Carmelitana Descalça. Durante três anos, aprendeu a viver em comunidade, a não ter propriedades, a guardar silêncio. Abandonou a perspectiva de ser monge – mas não a espiritualidade – para seguir a carreira acadêmica. Hoje, com 55 anos, é professor universitário de educação, conferencista em instituições públicas, empresas e ONGs, comentarista em vários órgãos da mídia e autor de 10 livros, que prefere chamar de “provocações filosóficas”
-  A  A  +

José Tadeu Arantes
Revista Claudia – 12/2009

Sempre é tempo de balanço, de rever trajetórias, de refazer escolhas. Fim de ano nos chama especialmente para isso. Em meio à correria das compras, dos encontros, dos comes e bebes, conseguimos um intervalo para a reflexão? Para nos perguntar: afinal, o que estamos fazendo nesta vida? O filósofo Mario Sergio Cortella tem levado esse tema a vários ambientes. Professor da Pontifícia Universidade Católica e da Fundação Getulio Vargas, ambas em São Paulo, e da Fundação Dom Cabral, em Belo Horizonte, ele foi discípulo do educador Paulo Freire e atuou como secretário municipal de Educação de São Paulo. "Minha pretensão não é dar respostas, mas elementos para as pessoas formularem melhor suas perguntas", disse no início da entrevista. 


Em época de Natal, a sensação é de que há algo a mais na atmosfera. Para uns, é encantamento, elevação. Para outros, apenas nervosismo, que se traduz em febre de consumo, excessos alimentares e conflitos interpessoais. Existe lugar para a espiritualidade em meio a tanta agitação? 
Em algumas situações, aquilo que chamamos de espírito de Natal" é algo cínico, que agrega os indivíduos em torno de festividades de conveniência. Mas há muitas pessoas que, independentemente de serem cristãs ou não, têm, nesta época do ano, uma verdadeira experiência do "comemorar". Gosto dessa palavra porque "comemorar" significa "lembrar junto". E do que nós lembramos? De que estamos vivos, partilhamos a vida, de que a vida não pode ser desertificada. 

Há uma pulsão de vida. 
Claro que, a todo instante, está colocada também a possibilidade de que a vida cesse. Somos o único animal que sabe que um dia vai morrer. Aquele gato, que dorme ali, vive cada dia como se fosse o único. Nós vivemos cada dia como se fosse o último. Isso significa que você e eu, como humanos, deveríamos ter a tentação de não desperdiçar a vida. Escrevi um livro chamado Qual É a Tua Obra?, que começa com uma frase de Benjamin Disraeli, primeiro-ministro britânico no século 19. Ele disse: "A vida é muito curta para ser pequena". 

Como não apequenar a vida? 
Dando-lhe sentido. A espiritualidade ou religiosidade é uma das maneiras de fazê-lo. A religiosidade, não necessariamente a religião. Religiosidade que se manifesta como convivência, fraternidade, partilha, agradecimento, homenagem a uma vida que explode de beleza. Isso não significa viver sem dificuldades, problemas, atribulações. Mas, sim, que, apesar disso tudo, vale a pena viver. Meu livro Viver em Paz para Morrer em Paz parte de uma pergunta: "Se você não existisse, que falta faria?" Eu quero fazer falta. Não quero ser esquecido. 

Fale mais da diferença entre religiosidade e religião. 
Religiosidade é uma manifestação da sacralidade da existência, uma vibração da amorosidade da vida. E também o sentimento que temos da nossa conexão com esse mistério, com essa dádiva. Algumas pessoas canalizam a religiosidade para uma forma institucionalizada, com ritos, livros - a isso se chama "religião". Mas há muita gente com intensa religiosidade que não tem religião. Aliás, em minha trajetória, jamais conheci alguém que não tivesse alguma religiosidade. Digo mais: nunca houve registro na história humana da ausência de religiosidade. Todos os primeiros sinais de humanidade que encontramos estão ligados à religiosidade e à ideia de nossa vinculação com uma obra maior, da qual faríamos parte. 

De onde vem essa ideia? 
Existe uma grande questão que é trabalhada pela ciência, pela arte, pela filosofia e pela religião. A pergunta mais estridente: "Por que as coisas existem? Por que existimos? Qual é o sentido da existência?" Para essa pergunta, há quatro grandes caminhos de reposta: o da ciência, o da arte, o da filosofia e o da religião. De maneira geral, a ciência busca os comos". A arte, a filosofia e a religião buscam os "porquês", o sentido. A arte, a filosofia e a religião são uma recusa à ideia de que sejamos apenas o resultado da junção casual de átomos, de que sejamos apenas uma unidade de carbono e de que estejamos aqui só de passagem. Como milhões de pessoas no passado e no presente, acho que seria muito fútil se assim fosse. Eu me recuso a ser apenas algo que passa. Eu desejo que exista entre mim e o resto da vibração da vida uma conexão. Essa conexão é exatamente a construção do sentido: eu existo para fazer a existência vibrar. E ela vibra em mim, no outro, na natureza, na história. 

Existe também a religiosidade que quer beber diretamente na fonte, que busca a relação sem mediações com o divino. 
O divino, o sagrado, pode ganhar muitos nomes. Pode ser Deus no sentido judaico-cristão-islâmico da palavra; pode ser deuses; pode ser uma vibração, uma iluminação. Independentemente de como o denominamos, há algo que reconhecemos como transcendente, que ultrapassa a coisificação do mundo e a materialidade da vida, que faz com que haja importância em tudo o que existe. Desse ponto de vista, não basta que eu me conecte com os outros ou com a natureza. Preciso fazer uma incursão no interior de mim mesmo, em busca da vida que vibra em mim e da fonte dessa vida. É essa fonte que alguns chamam de Deus. A conexão com essa fonte é aquilo que os gregos chamavam de sympatheia, que significa simpatia. Trata-se de buscar uma relação simpática com o divino. 

Como você busca essa relação? 
De várias maneiras. Às vezes, na forma de um agradecimento. Às vezes, na forma de um pedido. Às vezes, por meio de uma oração consagrada pela tradição - porque, como dizia Mircea Eliade, o maior especialista em religião do século 20, "o rito reforça o mito". Às vezes, recorrendo a um gesto espontâneo. Outro dia, eu estava em uma cidade litorânea, onde iria palestrar. Em frente ao hotel, havia uma praia. Caminhando descalço sobre a areia, às 5 e meia da manhã, sentindo o sol que nascia, me veio um forte sentimento de gratidão e rezei, em silêncio, uma oração, das consagradas. Já ontem, eu estava reunido com a família em volta da mesa. Diante da cena dos meus filhos com as esposas, novamente senti gratidão. Ergui a taça de vinho e brindei em agradecimento por aquele momento. Nem sempre a minha relação é de gratidão. Às vezes, é de apelo. Na crença, verdadeira para mim, de que a fonte de vida pode reforçar a minha capacidade de viver, eu peço. 

Existe, hoje, um maior impulso para a espiritualidade ou trata-se apenas de mais uma onda passageira? 
Guimarães Rosa disse que "o sapo não pula por boniteza, pula por precisão". De acordo com o headhunter e professor de gestão de pessoas Luiz Carlos Cabrera, a grande virada no mundo empresarial brasileiro ocorreu, de fato, no dia 31 de outubro de 1996 às 8h15, quando um avião da TAM, com 96 pessoas a bordo, todos eles executivos, exceto a tripulação, caiu sobre a cidade de São Paulo. Perdi dois amigos de infância nesse acidente. Aquele foi um momento de inflexão no mundo corporativo. Eu compartilho dessa opinião. As pessoas começaram a pensar: eu podia estar naquele voo e o que eu fiz até agora? Toda a ânsia que caracteriza o mundo corporativo, focada no lucro, na competitividade, na carreira, começou a ser relativizada. 

Mas existem também fatores de fundo, que afetam o mundo. 
É claro. Um fator, talvez o principal, foi que o século 20, apostando na ciência e na tecnologia, nos prometeu a felicidade iluminada e ofereceu angústia. Em prol da propriedade, sacrificou-se a vida, a convivência, a consciência. O stress tornou-se generalizado, afetando adultos, jovens e até as crianças. Há uma grande diferença entre cansaço e stress. O cansaço resulta de um trabalho intenso, mas com sentido; o stress, de um trabalho cuja razão não se compreende. O cansaço vai embora com uma noite de sono; o stress fica. 

Há uma forte cultura da pressa e da distração. 
A tecnologia nos proporcionou a velocidade. Mas, em vez de usá-la apenas para fazer as coisas rapidamente, nós passamos a viver apressadamente. Assim como existe uma grande diferença entre cansaço e stress, existe também entre velocidade e pressa. Eu quero velocidade para ser atendido por um médico, mas não quero pressa durante a consulta. Quero velocidade para ser atendido no restaurante, mas não quero comer apressadamente. Quero velocidade para encontrar quem eu amo, mas não quero pressa na convivência. Tempo é uma questão de prioridades. Muita gente argumenta não ter tempo para a espiritualidade, para cuidar do corpo. E segue nesse ritmo apressado até sofrer um infarto. Se não for fatal, o infarto funciona como um sinal de alerta. O dia continua a ter 24 horas, mas quem sobrevive passa a acordar uma hora mais cedo para caminhar e se exercitar. O impulso espiritual também é um sinal de alerta. Não há pressa em segui-lo. Mas cuidado: é muito arriscado adiar indefinidamente para o ano que vem.

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HuffingtonPost Blogger Feed for Laura Munson
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"I give to you -- and you give to me"

When Cole Porter wrote this opening line to his song TRUE LOVE, he never imagined I'd use it to open today's Lawyer Marketing Alert.

The concept of giving and receiving is the principle we call reciprocation.  The best discussion I have read is in Robert Cialdini's book INFLUENCE, first published in 1984 by William Morrow and Company.

Cialdini is a social psychologist and professor at Arizona State University.  Back in the old days, in 1971, I had the good fortune of taking a social psychology class from Bob.  Then, in 1985, right after his book came out, my wife, Stephanie, hired him to speak at a convention of nurses and diabetes educators.

Much of the following information comes from Bob's book, which I recommend as a classic on the subject of persuasion.  His discussion of reciprocation and other principles is fascinating, partly because it contains the results of research studies that demonstrate the power of the principles.

In his book, Bob outlines six principles that persuade people at the sub-conscious level.  Reciprocation is only one.  In the marketing programs I create for lawyers, I build all six principles into our marketing message.  In this way, our message persuades prospects at both the conscious and sub-conscious levels.

To quote Bob, the Rule of Reciprocation says:  "People try to repay in kind what another person has provided us."

Here's the principle in action:

If I send you a birthday card, will you send one to me?  Chances are good that you will.

If my wife and I invite you and your spouse to dinner, can we expect a similar invitation from you?  Probably.

Here's the question:  Why do we feel obligated -- sometimes deeply obligated -- to return the favor?

One reason is because we put negative labels on people who don't.  We call them moochers, ingrates, or just plain greedy.  So, to avoid being tagged with one of these labels, you and I go to great lengths to repay our debts, whether in cash, favors or gifts.

In fact, psychologists report that the rule of reciprocity is so strong that people return favors even if they don't like the other person -- just to relieve their tremendous feeling of obligation.

If you ask someone to do something and the other person says, "I'll call in a few favors," that person is telling you he has done favors for people from whom he now expects repayment.

Let's look at how reciprocation is used:

Free Samples That Aren't Free.  In a grocery store, an attendant gives you a free sample of a new cheese.  He/she explains that the company wants to see if shoppers like it.  But the free sample's beauty -- (or power, depending on whether you're handing out cheese or eating it) -- is that the cheese is also a gift.  As a result, the small cheese sample engages the reciprocity rule.

On the surface, the attendant appears to want to tell you about the new product.  But underneath, he/she also stimulates your sense of obligation, which is inherent in the gift.

After customers receive a small taste of the cheese from the smiling attendant, many shoppers find it hard to simply walk away.  So what do they do?  They buy some of the cheese, even if they don't like it.  Why?  To rid themselves of the sense of obligation.

You might say that they follow Newton's third law of motion: "For every action there is an equal and opposite reaction."  (I knew someday I'd work that law into a conversation.  But I never thought it would take me 37 years.)

Bottom Line:  The customers eat the cheese, a gift they receive.  The customers buy the cheese, a gift they give to the attendant and manufacturer.

One more example:

A person, company or group can trigger your sense of indebtedness by giving you a gift, even if you don't want it.

According to Cialdini, the Disabled American Veterans reports that its direct mail campaign requesting donations usually produces an 18% response.  But when they include those personalized address labels in the envelope, the success rate nearly doubles to 35%.  So even when the DAV gives us a gift that we might not want, we still respond to remove the burden of obligation.

One catch:  Reciprocation does not work as well in a commercial setting.  People feel less obligated to you when the reason behind your action is for a business purpose.

Here's how you can use the rule of reciprocation in your law firm:

1.  Offer to send prospects free information by mail.  Don't say that you hope they will do business with you because you sent the information.  Instead, emphasize the you-to-me nature of your offer -- the fact that you're providing this information as a favor to help them and their family (or company) make good decisions.  The more personal you make the offer -- and the more valuable the materials you send, the stronger their desire to return the favor.

2.  Offer free information and advice through an article or ongoing column in the newspaper.  The more you emphasize how much you want to help your readers, the more they will want to help you in return.

3.  Offer free seminars so prospects can receive your information and advice in person.  Don't say you're presenting a seminar as a community service.  "Community" is so impersonal.  Don't say you're presenting the seminar to get new business.  Instead, emphasize that you're offering seminars so you can help people understand how to solve their problems.  Or so you can help executives better manage their companies.  The more person to person your offer, the more you benefit from their reciprocation.

4.  Offer your free newsletter, either in print or by e-mail.  Emphasize that you send it as a personal favor to friends and prospects on your mailing list.  It's your gift to them -- and it's free.  (Yes, I know all gifts are free.  But this is marketing, so it pays to say both.)

5.  Free web site.  Point out that you have put information on your web site to help people who have legal problems.  Whether you're targeting consumers or business clients, you're targeting people.  And the more you emphasize your desire to help people -- as individuals -- the more reciprocation works for you.

6.  Offer to add new people to your mailing list.  Your message is:  I offer you this information as a personal favor to you.  In exchange, I hope you'll tell your friends so they'll join my mailing list, too.

You can see one way I use reciprocation by visiting my web site.  On the opening page, below my picture, go to the message entitled "Hi! Welcome to My Web Site." In the third paragraph, I explain the favor I already did.  Then in the fourth paragraph, I ask for a favor.  To use Cialdini's term, mine is an uninvited favor because no on asked me to do it.  I took the action myself.

Another way of getting someone to comply with your request is to turn the tables.  I first heard Bob explain this when he spoke to my wife's group of nurses.

Bob gave this example:  A nurse goes into a patient's hospital room and tries to persuade the patient to take his pills.  To engage the rule of reciprocation, Bob suggested nurses say something like this: "I'm asking you to take those pills because I know, if I were in your shoes, you'd do the same for me."  Even this hypothetical situation engages this powerful rule.

When you recommend that a prospect take action, you can use the same line: "I'm asking you to (take whatever action) because I know, if I were in your shoes, you'd do the same for me."

You can use the rule of reciprocation in negotiations, too.  If you make a concession, you trigger a sense of obligation in the other party to also make a concession.  I give to you -- and you give to me.

The rule of reciprocation works in so many settings.  And you can trigger it in so many ways.  I've hardly scratched the surface here.  For a full discussion, order Bob's book or borrow it from your local library.

By the way, I hope you know that I provide this Lawyer Marketing Alert as a personal favor to you.  It's my gift to you.  And it's free.

---

© Trey Ryder

FREE LAWYER MARKETING ALERT:  If you'd like to receive Trey Ryder's weekly Lawyer Marketing Alert, send an e-mail to Trey@TreyRyder.com. Write "Subscribe LMA" in the subject line and write your name and e-mail address in the body of the message.

_____________

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every move you make
every bond you break
every step you take
We'll be watching you.

Every single day
every word you say
every game you play
every night you stay
we'll be watching you!

Para saber mais:
&lt;a href="http://www.huffingtonpost.com/2011/11/30/carrier-iq-trevor-eckhart_n_1120727.html?ref=technology&amp;icid=maing-grid7|main5|dl1|sec1_lnk3|116806"&gt;Carrier IQ&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-1618189531931635384?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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(...)
"A Enciclopédia Britânica explica o seguinte:A moderna árvore de Natal, em hora, se originou na Alemanha Ocidental. O principal esteio de uma peça medieval sobre Adão e Eva, era uma árvore de pinheiro pendurada com maças (Árvore do Paraíso) representando o jardim do Éden. Os alemães montaram uma “árvore do Paraíso” nos seus lares no dia 24 de dezembro, a festa religiosa de Adão e Eva. Eles penduravam bolinhos delgados (simbolizando a hóstia, o sinal cristão de redenção); as hóstias eventualmente se transformaram em biscoitos de vários formatos. Velas, também, eram com freqüência acrescentadas como símbolo de Cristo. No mesmo quarto, durante as festividades de Natal, estava a pirâmide Natalina, uma construção piramidal feito de madeira com prateleiras para colocar figuras de Natal, decorados com sempre-verdes, velas e uma estrela. Lá pelo 16º século a pirâmide de Natal e a árvore do Paraíso tinham desaparecido, se transformando em árvore de Natal.

Mais uma vez, não há nada essencial sobre a árvore de Natal para celebrar o Natal. Como o mito moderno de Papai Noel, é uma tradição relativamente recente; as pessoas celebravam o Natal durante séculos sem a árvore e sem o semi-divino residente do Polo Norte.

O que é essencial ao Natal é Cristo. No entanto, isso não quer dizer que devemos jogar Papai Noel e a árvore fora de vez. Neste assunto temos liberdade cristã para adotar estas tradições e usá-los para ensinar os nossos filhos sobre Cristo, ou para celebrar o nascimento de Cristo, sem elas.

Nesse caso, não há nenhuma obrigação para celebrar seu aniversário também, desde que não é ordenado para nós na Escritura.
Todavia, seria estranho de fato, se alguém que foi salvo pelo filho de Deus, não se regozijar-se em pensar no dia que Sua encarnação manifestou-se pela primeira vez ao mundo naquela noite santa

Curiosidades

A frase "Feliz Natal" em várias línguas

albanês - Gezur Krislinjden

alemão - Frohe Weihnachten

armênio - Shenoraavor Nor Dari yev Pari gaghand

basco - Zorionak

catalão - Bon Nadal

coreano - Chuk Sung Tan

croata - Sretan Božic

castelhano - Feliz Navidad ou Felices Pascuas

esperanto - Gajan Kristnaskon

finlandês - Hyvää joulua

francês - Joyeux Noël

grego - ?a?? ???st???e??a

inglês - Merry Christmas ou Happy Christmas

italiano - Buon Natale

japonês - Merii Kurisumasu (adaptação de Merry Christmas)

mandarim - Kung His Hsin Nien

neerlandês - Prettig Kerstfeest

romeno - Sarbatori Fericite

russo - S prazdnikom Rozdestva Hristova

sueco - God Jul

ucraniano - Srozhdestvom Kristovym


Por Joaquim de Andrade.

Recebido do site ICP - Instituto Cristão de Pesquisas
· vital em 29/11/2011"&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-3872142186373876343?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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O grupo A foi elogiado quanto à inteligência. “Uau, como você é inteligente!”, “Que esperta que você é!”, “Menino, que orgulho de ver o quanto você é genial!” ... e outros elogios à capacidade de cada criança. 

O grupo B foi elogiado quanto ao esforço. “Menina, gostei de ver o quanto você se dedicou na tarefa!”, “Menino, que legal ter visto seu esforço!”, “Uau, que persistência você mostrou. Tentou, tentou, até conseguir, muito bem!” ... e outros elogios relacionados ao trabalho realizado e não à criança em si.

Depois dessa fase, uma nova tarefa de dificuldade equivalente à primeira foi proposta aos dois grupos de crianças. Elas não eram obrigadas a cumprir a tarefa, podiam escolher se queriam ou não, sem qualquer tipo de consequência. 

As respostas das crianças surpreenderam. A grande maioria das crianças do grupo A simplesmente recusou a segunda tarefa. As crianças não queriam nem tentar. Por outro lado, quase todas as crianças do grupo B aceitaram tentar. Não recusaram a nova tarefa.

A explicação é simples e nos ajuda a compreender como elogiar nossos filhos e nossos alunos. O ser humano foge de experiências que possam ser desagradáveis. As crianças “inteligentes” não querem o sentimento de frustração de não conseguir realizar uma tarefa, pois isso pode modificar a imagem que os adultos têm delas. “Se eu não conseguir, eles não vão mais dizer que sou inteligente”. As “esforçadas” não ficam com medo de tentar, pois mesmo que não consigam é o esforço que será elogiado. Nós sabemos de muitos casos de jovens considerados inteligentes não passarem no vestibular, enquanto aqueles jovens “médios” obterem a vitória. Os inteligentes confiaram demais em sua capacidade e deixaram de se preparar adequadamente. Os outros sabiam que se não tivessem um excelente preparo não seriam aprovados e, justamente por isso, estudaram mais, resolveram mais exercícios, leram e se aprofundaram melhor em cada uma das disciplinas.

No entanto, isso não é tudo. Além dos conteúdos escolares, nossos filhos precisam aprender valores, princípios e ética. Precisam respeitar as diferenças, lutar contra o preconceito, adquirir hábitos saudáveis e construir amizades sólidas. Não se consegue nada disso por meio de elogios frágeis, focados no ego de cada um. É preciso que sejam incentivados constantemente a agir assim. Isso se faz com elogios, feedbacks e incentivos ao comportamento esperado. 

Nossos filhos precisam ouvir frases como: “Que bom que você o ajudou, você tem um bom coração”, “parabéns meu filho por ter dito a verdade apesar de estar com medo... você é ético”, “filha, fiquei orgulhoso de você ter dado atenção àquela menina nova ao invés de tê-la excluído como algumas colegas fizeram... você é solidária”, “isso mesmo filho, deixar seu primo brincar com seu videogame foi muito  legal, você é um bom amigo”. Elogios desse tipo estão fundamentados em ações reais e reforçam o comportamento da criança que tenderá a repeti-los. Isso não é “tática” paterna, é incentivo real. 

Por outro lado, elogiar superficialidades é uma tendência atual. “Que linda você é amor”, “acho você muito esperto meu filho”, “Como você é charmoso”, “que cabelo lindo”, “seus olhos são tão bonitos”. Elogios como esses não estão baseados em fatos, nem em comportamentos, nem em atitudes. São apenas impressões e interpretações dos adultos. Em breve, crianças como essas estarão fazendo chantagens emocionais, birras, manhas e “charminhos”. Quando adultos, não terão desenvolvido resistência à frustração e a fragilidade emocional estará presente. 

Homens e mulheres de personalidade forte e saudável são como carvalhos que crescem nas encostas de montanhas. Os ventos não os derrubam, pois cresceram na presença deles. São frondosos, copas grandes e o verde de suas folhas mostra vigor, pois se alimentaram da terra fértil. 

Que nossos filhos recebam o vento e a terra adubada por nossa postura firme e carinhosa. 

 MARCOS MEIER é mestre em Educação, psicólogo, escritor e palestrante.

Seus textos encontram-se no site www.marcosmeier.com.br e seus livros no www.kapok.com.br.
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Conta a lenda que uma  vez uma serpente começou a perseguir um vaga-lume. 

Este fugia rápido da feroz predadora, e a serpente não desistia. 

Primeiro dia, ela o seguia.

Segundo dia,ela o seguia...

No terceiro dia, já sem forças, o vaga-lume parou e falou à serpente:

-Posso te fazer três perguntas?

-  Não estou acostumada  a dar este precedente  a ninguém, porém, como  vou te devorar, podes   perguntar, contestou  a serpente.

-   Pertenço a tua  cadeia alimentícia ?  Perguntou o Vaga lume.

    Não, respondeu a serpente.

   -   Eu te fiz algum  mal ? Diz o vaga-lume.

-  Não. Tornou a responder  a serpente.  

    Então por que queres acabar comigo ?

-  Porque não suporto ver-te brilhar.


Conclusões 

Muitas vezes nos envolvemos em situações nas quais nos perguntamos:

Por que isso me acontece se não fiz nada de mal, nem causei dano a ninguém? 

Certamente a resposta seria: Porque não suportam ver-te brilhar... ! 

Quando isso acontecer, não deixe diminuir seu brilho.

Continue sendo você mesmo, segue fazendo o melhor! 

Não permita que te lastimem, nem que te retardem.

Segue brilhando e não poderão tocar-te... porque tua luz continuará  intacta.

Tua essência permanecerá,aconteça o que acontecer... 

Seja sempre autêntico, embora tua luz incomode os predadores...

Tenha uma semana de muito brilho...Bom feriado a todos e que seu brilho não seja ofuscado pela ação do homem inescrupuloso...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-684028267354061152?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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&lt;a href="http://scm2000.sites.uol.com.br/ceticismodogmatico.html"&gt;http://scm2000.sites.uol.com.br/ceticismodogmatico.html&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-7472030462795043700?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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Qual é o preço que se paga por tanto "pão e circo"?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Depois de tanto esforço para se aprovar e implementar a Lei Seca (para não ficar só na Lei da Ficha Limpa), querem agora nos impor a liberação do álcool nos estádios, entre outras concessões do gênero. Os interesses envolvidos seguramente não são os da maioria da sociedade, que sempre arca com o ônus decorrente, seja sofrendo na própria pele as consequências (&lt;a href="http://www.senado.gov.br/noticias/crivella-alcoolismo-e-uma-tragedia-para-o-pais.aspx"&gt;http://www.senado.gov.br/noticias/crivella-alcoolismo-e-uma-tragedia-para-o-pais.aspx&lt;/a&gt;), seja bancando a infraestrutura necessária à mitigação das funestas consequências.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;++++++++++++++++++++&lt;br /&gt;Política&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Copa do Mundo é um problema de soberania&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Fico à vontade para tecer críticas sobre a realização de grandes eventos esportivos no Brasil porque, nesta publicação, desde o fatídico Pan de 2007 no Rio, venho analisando as estruturas de poder que faturam – e muito – nestas ocasiões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ao mesmo tempo, seria leviano afirmar que organizar competições dessa magnitude seja pouco relevante tanto para o esporte brasileiro como para a projeção do país e o desenvolvimento de nossa auto-estima. O problema é outro e diz respeito aos modelos de negócios implantados pelas entidades internacionais e o abrir mão de soberania dos Estados anfitriões.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não vale à pena entrar aqui em detalhes contratuais e tampouco retomar uma periodização histórica para provar que a complexa realização de um grande evento internacional opera como rolo compressor na interna de um país. Basta recordar um caso. Se organizar algo desta envergadura fosse redenção nacional, o México já teria completado seu ciclo de “modernização”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A capital mexicana recebeu os Jogos Olímpicos de 1968, e dezenas de cidades foram sedes das Copas do Mundo de 1970 e de 1986. Nenhuma destas ocasiões modificou as formas de domínio interno. Justo ao contrário.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O conceito se materializa no mórbido Massacre da Praça de Tlatelolco – exemplo latino-americano de terrorismo de Estado - que ocorrera em 2 de outubro de 1968, faltando apenas dez dias para as Olimpíadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No Brasil atual, vivemos o pacto de governabilidade e um elevado grau de contenção social. Portanto, os poderes de fato não devem temer a rebeldia de seus cidadãos e sim, ao contrário, é a cidadania que deveria chocar-se com os desmandos dos governantes e os oligopólios econômicos a estes associados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No caso da Copa do Mundo, o problema ultrapassa os contratos super faturados e os orçamentos infindáveis.Trata-se da aplicação de mecanismos de chantagens caso os poderes legítimos da república não acatem as determinações da “mui nobre e ilibada” FIFA, vide o último processo sucessório e o affaire Joseph Blatter e Andrew Jennings.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O modelo de negócios imposto por esta entidade é um contrato de porteira fechada, onde os patrocinadores oficiais do evento subordinam a vontade popular antes e durante sua realização. Não espanta tamanha polêmica para a aprovação da Lei Geral da Copa e as terríveis conseqüências para países sede em termos de déficit e incapacidade de manutenção dos equipamentos esportivos. Realizar a Copa sob comando da FIFA e da CBF é como reabrir os portos para as “nações amigas” e os aliados internos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bruno Lima Rocha é cientista político &lt;br /&gt;(www.estrategiaeanalise.com.br/ blimarocha@gmail.com)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://feeds.my.aol.com/add.jsp?url=http://feeds.feedburner.com/Didaskalous"&gt;&lt;img src="http://myfeeds.aolcdn.com/vis/myaol_cta1.gif" alt="Add to My AOL" style="border:0"/&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7006774943381838904-6546233853398258611?l=didaskalous.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="feedflare"&gt;
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